segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

“A Solo com os Anjos” - VORTICE Dance Company


Dança
10 de Março, Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/6
Duração 1h15 m (Sem intervalo)

VORTICE.Dance, dirigida pelos bailarinos e coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, é a mais jovem companhia do panorama nacional, cujo trabalho tem sido reconhecido pelo público e pela crítica de países tão diversos como o Japão, Mónaco, Finlândia, Hungria, Roménia, França, Suiça, Espanha, Letónia, Portugal, entre outros.
Internacionalmente, foram reconhecidos com os prémios:“Philip Morris Grand Prix of Choreography, Helsinky, 2001”, entregue por Exm.ª Presidente da República da Finlândia, Mrs. Tarja Halonen; “Audience Award” no International Ballet and Modern Dance Competition, Nagoya, entregue por Sua Alteza Real, Principe Takamado, 2002; “Philip Morris Recognizment Award”, entregue pela Exm.ª Presidente da República da Letónia, Mrs. Vike Freiberga, 2002; “Best Foreign Company” no Best Solo and Duet Festival, no Trafó House of Contemporary Arts of Budapest, Hungary, 2005; “1º Prix Profissionelle”, no International Danse Concourse, Gland, Suisse, 2001.

“A Solo com os Anjos” é, antes de mais, uma vertigem no tempo, desde a criação do universo até ao presente. Tudo o que é terreno perece, mas há uma Luz que passa pelo Tempo e nos dá alento sempre que dela necessitamos. Essa Luz, trazem-na os anjos…Anjos e arcanjos…Com ou sem asas…de branco, para não recearmos a sua presença. Depois, falam-nos baixinho…E em surdina trazem-nos mensagens vindas de longe.

Direcção Artística / Coreografia: Cláudia Martins e Rafael Carriço
Bailarinos: Cláudia Martins, Rafael Carriço, Marta Tomé, Clara Simões, Melanie Santos, Filipe Pereira, Jorge Libório, Bruno Loureiro, Kléber Dias.
Figurinos: Cláudia Martins
Cenografia: Rafael Carriço
Direcção Técnica: Nuno Martins e Luís Fatoco
Direcção de Cena: Tomé Vieira

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Yann Tiersen (FR)


Música Alternative
6 de Março, Terça-feira, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 25 euros
M/10
Duração 90 m

http://www.yanntiersen.com/
O compositor da banda sonora do Fabuloso Destino de Amelie e de Good Bye Lenine, está de regresso a Portugal a 6 de Março de 2007, na Casa das Artes de V.N. Famalicão.Pela primeira vez Yann Tiersen vai apresentar o seu CD e DVD ao vivo intitulado simplesmente ´On Tour´.Yann Tiersen lançou a 13 de Novembro em França (data da edição portuguesa ainda a divulgar pela EMI - Portugal) um CD e DVD ao vivo, pela primeira vez na sua já longa carreira.Este CD ao vivo não se trata apenas de um registo ao vivo do anterior album, mas sim de um novo disco. O piano, o acordion e o violino deixam de serem instrumentos da sua multifacetada mas só performance para se juntar com a sua guitarra eléctrica a um conjunto de outros multifacetados músicos, a uma ´no-nonsense band´ como ele gosta de designar: “We set out to explore the freedom of playing together, discovering each other; there’s a real chemistry here."O DVD que reencontra Yann Tiersen em tour é uma história quase sem palavras, apenas uma justaposição entre música e imagens: imagens de concertos, de ensaios, da audiência - imagens que nunca param .... a viagem, a estrada, esboços da vida em tour, um excelente registo de Yann Tiersen em concerto, com mais meia dúzia de faixas-bonús.

Balkan Beat Box (US)


Concerto único em Famalicão

A BATIDA E OS RITMOS DOIDOS DOS BALCÃS NUMA DAS BANDAS MAIS ELECTRO-ENÉRGICAS A MEIO CAMINHO ENTRE NOVA IORQUE E ISRAEL
Música Electronica / Pop / Rock
3 de Março, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 15 euros
M/10
Duração 90 m
http://www.balkanbeatbox.com/

Balkan Beat Box Há toda uma história de relacionamento dos públicos ocidentais com temperos exóticos ao longo da história. A música de dança, em particular, albergou algumas das manifestações dos últimos anos, dos ethno beats de uma Ofra Haza em 87 ao caril dançável de uns Transglobal Undreground de 90, não esquecendo o tango chill out do mais recente Gotan Project, entre inúmeras outras manifestações do género. A mais recente ideia de dança com todos vem de Nova Iorque, aponta ponto de partida à eufórica energia e melodismo contagiante de algumas musicologias balcânicas, cruza-as com aromas colhidos à volta do Mediterrâneo (Israel, Palestina, Marrocos e Espanha) e usa electrónicas como fio condutor. Com um saxofonista e um percussionista com conhecimentos profundos destas músicas no núcleo creativo, uma ideia de ecumenismo cultural mediterrânico e uma evidente mensagem subliminar de paz e entendimento entre povos em conflito (transcendendo pela música debates políticos até aqui frustrados), o projecto é uma interessante manifestação de projecção da world music em espaços de diálogo com outras músicas. Um potencial motor de farra. E um disco agradável de ouvir. (…).» Nuno Galopim in http://sound--vision.blogspot.com/2006/01/discos-da-semana-2-de-janeiro.html

Os Balkan Beat Box são compostos por:
Tamir Muskat – bateria, Laptop.
Ori Kaplan – Saxofone.
Tomer Yosef – Percurssão + Voz/ M.C.
Itamar Ziegler – Baixista
Uri Kinrot – Guitarrista
Eyal Talmudi – Sax

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Mendes & Barros 4tet



Quarteto de jazz
24 de Fevereiro, Sábado, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/10
Duração 90 m
Quarteto que junta músicos de diferentes sensibilidades e tendências,com o objectivo habitual:conseguir um som colectivo, preservando as expressões individuais.Reintrepreta temas do repertório tradicional ao moderno e originais,com uma abordagem intimista que valoriza a expressão melódicae a cumplicidade/liberdade rítmica e harmónica...
carlos mendes _ guitarra, paulo barros _ piano,miguel ângelo _ contrabaixo, joão cunha _ bateria. Carlos Mendes, guitarra,Natural da Praia, Cabo Verde onde aos doze anos começou a ter aulas de guitarra,aprendendo música tradicional caboverdiana com Pedro Betencourt. Em 1982,altura em que veio residir para Portugal, iniciou os seus estudos de guitarraclassica. Em 1987 fez a sua definitiva aproximação ao Jazz, tendo aulas naEscola de Jazz do Porto , com Ricardo Fabini (guitarra) e com Pedro Barreiros(Harmonia e Improvisação). Tem participado em diversos combos e seminários,orientados por Sérgio Pelágio e Pedro Madaleno entre outros.É professor da Escola de Jazz do Porto (EJP). Integrou a Orquestra de Jazz doPorto (EJP) e o Quinteto de Pedro Barreiros, tendo participado em diversosconcertos com estes grupos, nomeadamente no Rivoli, Salão Ático do Coliseu,Ultimatum, B flat, Heritage, CCB.Nestes anos mais próximos tem tocado com o Projecto Alternativo, Carlos Azevedo,José Luís Rego, Rui Teixeira, Manuel Barros, Anónio Torres, Eugénio Barreiros,Pedro Barreiros, Raúl Marques, Brendan Hamsworth, Kiko, Mário Santos, MárioTeixeira, Bruno Pedroso, Jorge Reis, Jorge Fidalgo, Alex Honwana e o seupróprio trio ou quarteto. Paulo Barros, piano,Nasceu em Kingston-upon-Thames, Inglaterra. Frerquentou: Curso de Verão doCasino Solverde com os pianistas Helena Sá e Costa e Fausto Neves; CursoInternacional ProJazz do Estoril em 1991, com o pianista Hal Galper. Concluíu o6 ano de piano do conservatório de música do Porto em 1998, o Curso Superior dePiano com a prof. Madalena Soveral na Escola Superior de Música do Porto.Tocou com inúmeras formações de jazz com músicos como José Luís Rego ou RicardoFabbini, Paulo Pinto, em diversos concertos. Foi convidado a participar numapeça de teatro com o Seiva Trupe, Porto de Honra.Concluíu em 2002 o curso de piano jazz no conservatorio de Musica de Amesterdão,onde frequentou workshops com Danilo Perez, Ralph Irizary, Deborah Brown, KennyWerner, Gerry Dial e Edie Martinez tendo tido aulas com estes três últimos.Colabora com diversas formações de jazz e música brasileira, tocandoregularmente em Portugal, Holanda, Dinamarca e Alemanha, em bares e outrassalas de espectáculo, nomeadamente com: Super String, Mars, Jade e o seupróprio trio, com Didi e Carlos Carli, tendo com esta última formação tocadocom convidados como José Luís Rego, Pedro Moreira, Adriana Miki e Mai Seidelin.Tem um trio com a cantora Dinamarquesa Mai Seidelin, com quem gravou o álbumSlow E-motion.

“Achadas e Perdidas” – Maitê Proença


Teatro comédia
22 e 23 Fevereiro, Quinta e Sexta, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 20 euros
M /12 anos
Duração: 75 min/ sem intervalo

Achadas e Perdidas é uma peça escrita por Maitê Proença, onde duas actrizes interpretam 18 diferentes personagens. São sete histórias distintas que falam de amor, de futebol, da morte, dos homens, de mulheres e de meninas - sempre com muito humor. Trata-se de uma comédia. No desenrolar dos textos veremos 25 trocas de figurino, 11 trocas de cenário, múltiplas imagens com modernas técnicas de vídeo e muita beleza para encher os olhos do espectador. É teatro feito para rir e emocionar. Quando você não estiver às gargalhadas, estará de coração mexido. Maitê Proença e Clarisse Derziê Luz são as intérpretes deste espectáculo dirigido por Roberto Talma.

FICHA TÉCNICA GERAL

Autora Maitê Proença
Diretor Roberto Talma
Dramaturgia Maitê Proença & Luiz Carlos Góes
Diretor Assistente Daniel Dias da Silva
Voz Off Pedro Paulo Rangel & Roberto Talma

Elenco

Maitê Proença
Clarisse Derzié Luz

Cenógrafo Fábio Namatame
Figurinista Cao Albuquerque
Assistente de Figurino Luisa Carneiro da Cunha & Julio Sanches
Iluminador Nelson Ferreira
Designer Gráfico Cubículo
Assessoria de Imprensa Editor – Edison Paes de Melo
Contra Regras Alex Tiburcio & Jonatas Alves
Operador de Luz André Ferreira
Operador de Som e Vídeo Fernanda Mantovani
Camareira Nájala Almeida
Produção Executiva Sueli Gonçalves , Leandro Oliva
Sarah Nasralla e Ilana Marion

Direção de Produção SP Neusa Andrade
Administração SP Eliete de Andrade

LUOMO” 'Paper Tigers ”- Vladislav Delay (DE)


Mostra de Música Electrónica (3)
Música Electrónica
16 de Fevereiro Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/10
www.luomoweb.com

Ele é Sasu Ripatti, ou também Vladislav Delay. Mas ambos são um produtor finlandês, que nas horas vagas, lançou um álbum de seu nome "The Four Quarters". Mas no transacto ano de 2006, e sob o pseudónimo de Luomo, teve ainda tempo para lançar às ruas o fabuloso "Paper Tigers".
Johanna Ilvanainen é o seu instrumento favorito, e sem querer pertencer a uma nova geração de objectos musicais, o que é certo é que a sua voz torna-se preponderante pela sensualidade e tonalidade que empresta às musicas, tal como qualquer outro beat ou linha de baixo, numa perfeita fusão electrónica. Sem ser house, nem qualquer uma das suas sub-variações, o que é certo é que o clima torna-se bastante viciante, e por vezes é a unica forma de definir o que nos surpreende neste álbum.
Consta-se que micro-house foi um termo inventado de propósito para catalogar os sons de Luomo, mas pelo menos ambição e conteúdo são de certeza dois ingredientes que não foram levados em conta na atribuição do epíteto. O resultado final é grande demais para se inserir no termo micro. As melodias são bem encorpadas e definidas, com samplers adequados, e suficientes para justificar uma visita a "Paper Tigers".
Na globalidade a electrónica experimental alterna com beats quebrados e loops ambientais, e fazem deste álbum, uma referência obrigatória ao ano de 2006, como um bom vintage.


deepcafe.blogspot.com

Exposição de Fotografia - António Sá

Título da exposição “ Two Moons”
De 5 a 28 Fevereiro no foyer da Casa das Artes
www.antoniosa.com

Em Agosto de 1999, no decurso de uma viagem de cerca de cinco meses que me levou da Mongólia à China e daí até à Coreia do Sul, visitei a remota aldeia de Dazue, aninhada junto às águas do lago Lugu, entre as províncias chinesas de Yunnan e Sichuan. Ao procurar alojamento quis o destino que fosse acolhido pela família Wang. Os seus membros pertencem às etnias minoritárias Naxi e Mosu - uma das derradeiras sociedades matriarcais do planeta. Fiquei por uma semana. Apesar da total barreira linguística, consegui travar animados, e às vezes hilariantes, diálogos gestuais. A casa de madeira era tão simples como as demais na aldeia - não havia água corrente nem luz eléctrica, nem sequer uma casa de banho - e toda a vida da família andava à volta das coisas verdadeiramente essenciais: conseguir sustento e criar os filhos. Eram de facto muito pobres segundo os critérios ocidentais, mas arranjavam sempre tempo para se divertirem com as banalidades quotidianas.·Mais tarde, em Março de 2001, durante uma visita ao Novo México, EUA, um acaso fez com que tropeçasse numa vivência semelhante. Enquanto conduzia por uma caminho de terra junto à povoação de Pecos, deparei com uma habitação de adobe e madeira em cujo quintal se viam três cavalos e um velho autocarro escolar. Era a casa de Two Moons, uma mulher descendente de nativos americanos da tribo Zuni. Vivia com Jacob Sandoval, seu companheiro, e JJ (Jay-Jay), o mais novo de nove filhos. Passei alguns dias com eles.·Não tinham água corrente nem electricidade, algo difícil de imaginar neste país quando não se é amish ou hippie. Moons era o centro deste pequeno núcleo familiar, e dava para perceber a sua importância quando distribuía tarefas a JJ e a Jacob, ou pela forma como todos os outros filhos - já maiores de idade - a cercavam durante as visitas de fim-de-semana. Era uma autêntica matriarca.·Estas foram das experiências mais marcantes na minha vida como fotógrafo. Durante a estadia na China não podia imaginar que iria conhecer um dia esta peculiar família americana. E quando os encontrei, já não podia deixar de pensar nos Wang e de como estas duas histórias se tocavam ou, pelo menos, me tocavam.·São dois mundos diferentes, geográficos e culturalmente distantes, e no entanto tão parecidos naquilo que é o essencial da existência humana.·Dois mundos. Duas faces do mesmo planeta. Two Moons, se quisermos.
António Sá

SEMANA CULTURAL CHINESA

ORGANIZAÇÃO MUSEU SOLEDADE MALVAR/ CASA das ARTES de V.N. Famalicão

De 09 a 18 de Fevereiro

Numa altura em que o tema da imigração chinesa está na ordem do dia em Portugal, a Semana cultural Chinesa propõe-se aproximar as comunidades lusas e chinesas dando a descobrir uma cultura milenar que ainda hoje contribui de forma positiva ao desenvolvimento sócio-cultural da Aldeia Global, profetizada por Marshall McLuhan, numa altura em que na Ásia, se prepara a entrada para um novo ano lunar. Este projecto tem também por objectivo uma dinamização conjunta, durante uma semana, de vários pólos culturais concelhios.

Entidades envolvidas

Municipais: Museu Soledade Malvar, Casa das Artes, Museu Bernardino Machado, Museu da Indústria Têxtil;Privados: Cine Clube de Joane, Prisvídeo, António Sá (fotógrafo), Francisco Isöo (fotógrafo e formador de Tai Chi, Qi Gong e Caligrafia Chinesa), Edições Afrontamento, Universidade do Minho, Escola de Artes Marciais She Si.

“O Paraíso” de Miguel Torga


Jangada Teatro
Teatro
9 e 10 Fevereiro, Sexta e Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/16
Duração: 100 min

Em 2007 comemora-se os 100 anos de nascimento Miguel Torga

“… o herói é só um: o bicho homem a afirmar a sua liberdade e a perdê-la a seguir, na tentação de solicitações confessionais, ideológicas ou outras. E a sorte que espera todos os figurantes é também sempre a mesma: a perdição total e sem remédio. A danação perpétua a que são condenados os que se deixam envolver no jogo viciado das ficções, a cuidar, pobres coitados, que assumem o seu pessoalíssimo destino. Títeres que a paixão obnubila, e só numa tardia hora de clarividência descobrem que, afinal, mais não fizeram do que viver a vida por procuração.
Miguel Torga

Adão é expulso do paraíso, como resultado da ira de uma qualquer identidade ofendida. Adão representa o símbolo expiatório da condição humana degradada e degredada.
A peça traduz o início de uma via-sacra, em que o autor reconhece ter perdido a graça de não conhecer o mal, deixando de viver de olhos angélicos no seio da natureza. Via-sacra que no seu entender, nunca poderão conhecer “os bem-aventurados que transitam felizes na estrada aprazível que liga a paz temporã das certezas proclamadas à paz serôdia e acabam sempre por ter a mesma sorte: a perdição total e sem remédio. Julgando que na vida assumem o seu pessoalíssimo destino, acabam por descobrir que jamais não fizeram que viver a vida por procuração”.

Texto Miguel Torga
Espaço cénico e encenação Carlos Lamego
Elenco Faria Martins; Luiz Oliveira; Neusa Fangueiro; Patrícia Ferreira; Vítor Fernandes; Xico Alves
Música original Tiago Conceição
Cenografia e Figurinos Ângela C.
Desenho de luz Miguel Ângelo
Luminotecnia e sonoplastia Nuno Tomás

MAU (Man And Unable) (PT)


Mostra de Música Electrónica (2)

Electro / Alternativa / Electrónica
3 de Fevereiro, Sábado, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/10
Duração 90 m
www.projectmau.com/ecards/mau_pt.htmlwww.projectmau.com

“UM SOM ELECTRÓNICO, INOVADOR E CRIATIVO DE UM PROJECTO MULTIÉTNICO QUE AINDA VAI DAR MUITO QUE FALAR.”O Café Concerto da CASA das ARTES de V.N.Famalicão recebe no próximo sábado, dia 3 Fevereiro, a banda multiétnica MAU (Man And Unable) que traz na bagagem o primeiro álbum de originais, lançado no dia 15 de Maio de 2006.Vindos dos mais distintos lugares do globo, os elementos da banda conheceram-se em Setembro de 2003 no European Film College (Dinamarca), com a finalidade de estudar cinema. A paixão pela sétima arte juntou-os geograficamente, mas, foi o interesse comum pela música que os aproximou.
Luís Fonseca de Sousa, Pablo Camp, Pia E.P. Mechler, António Soares e César Gomes compõem o quinteto dos MAU que escolheu para o disco de apresentação cantar em várias línguas, sendo o inglês a de eleição. O álbum foi gravado no Registudio, teve produção de Flak, de C-Morg, dos Micro Áudio Waves e dos próprios MAU. Os MAU foram recentemente apontados pelo Jornal “Blitz” como uma das bandas mais promissoras para o ano 2006. Nas participações especiais, destacam-se os temas “No Beat Can Break” e “Plastic Love”, que fizeram parte da banda sonora do mediático filme “O Crime do Padre Amaro”. No novo anúncio da TMN, os MAU assinam o tema “It’s Lovely” que faz parte do novo álbum da banda.

DUO 505 – B.Fleischmann & Herbert Weixelbaum (DE)


Mostra de Música Electrónica (1)
Música Electrónica
2 de Fevereiro, Sexta-feira,21h30,Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/10
Duração 80 m
www.bfleischmann.com
No coração de Viena existe um bairro chamado Gurtel. Nesse bairro vive Wolfgang Kopper, um conhecido e simpático terrorista teórico, amante de música e das artes em geral. Foi justamente em Gurtel, por entre bares, clubes e salas de concertos, que conheceu dois músicos com algo em comum: a sua relação amor-ódio com o Roland MC-505, uma das mais conhecidas 'groovebox' do mercado. Herbert estudou guitarra clássica e durante todos os anos da sua aprendizagem sempre interpretou barroco e renascença. Foi na loja onde comprava as suas cordas da guitarra que o convenceram a usar uma 'groovebox'. Numa espécie de concurso recebeu desanimadores elogios, apelidando a sua música como deprimente - foram exactamente estes comentários que fizeram com que Herbert começasse a perceber que estava no caminho certo. De B Fleischmann já todos sabemos a história, nem que seja através dos seus discos. Foi o primeiro músico da Morr e sempre se destacou da concorrência - com a sua pop imersa, difusa e ambiental, ou com as suas experiências mais acústicas em colaboração quase-jazz. O festival vienense «Gurtel Nightwalk» foi a desculpa para Wolfgang Kopper convidar ambos os músicos para um encontro singular; e o clique foi imediato. Aliás, ouça-se «Late» para tentarmos perceber onde começa e acaba a colaboração. À tona aparece a melancolia - a habitual qualidade (e quase marca-de-água) de Fleischmann. Melancolia com pop instrumental, repleta de suspiros ambientais, progressões fáceis de seguir. Mas como as coisas boas da vida não são de borla, «Late» é servido com uma invulgar e surpreendente dose de acidez, forçando-nos a tentar separar o sabor na nossa cabeça. Mas «Late» é também um disco de boa-onda, onde se sente o divertimento de ambos os músicos, as horas de conhecimento e necessidade encaixe musical. Um duo de 505 bem diferente do esperado.

www.ananana.pt/critica.html

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Semente + Tchakare Kanyembe

Dança Africana/Afro beat
27 Janeiro, sábado, 21h30, Grande Auditório.
Duração 90 m
M/10
semente_producao@yahoo.com.br
www.myspace.com/tchakare

Com experiências diversificadas na área da música, dança, capoeira, teatro, vídeo, entre outras áreas, o grupo Semente surgiu no ano de 2001, reside na área do Porto e tem raízes artísticas de inspiração étnica.
Actuaram em diversos eventos nos quais destaco em 2005 a Inauguração da Casa da Música do Porto, nas Fnacs do Gaia e Norte Shoping, no Festival Braille no Teatro Rivoli e o Festival Andanças, em 2004 no Festival Etnias no Contagiarte no Porto e no Portáfricas2002.

Portugal tem ligações históricas e culturais com vários países africanos, orientais e hispanos desde há vários séculos. Os seus costumes e rituais de música e dança estão a cativar cada vez mais a nossa cultura e a influenciar a nossa expressão artística, à semelhança do que tem vindo a acontecer um pouco por todo o mundo ocidental.
O projecto do grupo Semente, sem deixar de assumir as suas raízes, funde elementos tradicionais e étnicos destes países com referências contemporâneas, tendo como objectivos, através da divulgação da sua música e dança, divertir, envolver, comunicar e sensibilizar o público para os laços ancestrais que ligam o Homem à Terra.

Bailarinas: Dora Borges , Eva Azevedo, Mónica Silva e Teresa Fabião
Músicos: Luís Alves, Nuno Fonseca, Paulo das Cavernas, Pedro Flores, Paulo Vieira e Tito Silva

Os Tchakare Kanyembe (Tchakare e Kanyembe são nomes de dois instrumentos tradicionais africanos) são um projecto afrobeat do Porto que na sua curta existência já tocaram no Rivoli, Casa da Música, Hard Club, Galeria Zé dos bois, Clube Mercado, Maus Hábitos, Contagiarte, Festival Andanças entre outros, acompanhando nomes como Lenine e Antibalas Afrobeat Orchestra. Como influencias musicais, numa primeira abordagem é desde logo perceptível uma jornada sónica pelo afrobeat, jazz, funk e rock. Ao escutarmos em detalhe, apercebemo-nos que existe algo mais para além do óbvio em que se mescla reggae, latin e tudo o mais que possa brotar e ser expresso sob a forma dos mais variados estilos musicais.
Após a gravação de uma maquete com 4 temas em Setembro de 2005 e uma série de actuações no Porto e Lisboa, os Tchakare Kanyembe preparam-se para dar a conhecer ao resto de Portugal numa unidade cujo objectivo é a libertação através da dança. "A nossa e a de todos os que estejam connosco quando tocamos!".


Tchakare Kanyembe são: Simonal Bié- Voz/ Instrumentos tradicionais, Mota – Guitarra eléctrica, Kiko – Baixo, Paulo – Percussão, Sergio - Bateria/Marimba

Duo Luis Meireles / Maria Jose Souza Guedes


Recital de Flauta transversal e Piano
Música Erudita
26 Janeiro,Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Duração 90 m
M/10

Fundado em 1996, o Duo Luis Meireles / Maria Jose Souza Guedes esta baseado na sólida experiência de cada um dos seus membros, adquirida ao longo de muitos anos de aprendizagem com professores de reputação mundial, em paralelo com uma constante actividade concertistica, como solistas e com parceiros de grande qualidade em musica de câmara. São ambos professores no Conservatório de Musica do Porto.O Duo frequentou numerosas "masterclasses", onde recebeu o conselho e o estimulo de musicos como Sequeira Costa, Maria Joao Pires, Augustin Dumay, Patrick Gallois, Istvan Matuz, Aurele Nicolet e Jean Ferrandis, entre outros.Deu cerca de uma centena de concertos, por todo Portugal (incluindo Madeira e Açores), Espanha, (incluindo Gran Canaria), Polónia, Grecia, Suecia, Hungria, Eslovaquia, Romenia, Alemanha, Finlandia, Republica Checa, Austria, Italia, Belgica, Russia e Macedonia, estando prevista na proxima temporada a sua estreia em França, na Suiça, no Brasil e no Kazaquistao.Entre as salas prestigiadas onde se produziu destacam-se o Auditorio da Sociedade de Autores - SAMI (Estocolmo), Sala Forster (Praga), Salao Nobre da Camara Municipal de Bratislava e sala de congressos de Piestany (Eslovaquia), Auditorio de Kuusankoski (Finlandia), Museu Nacional de Arte Moderna (Bucarest), Sala "Dworu Artusa" em Torum, Auditorio Mariano em Wroklaw e Auditorio da Radio em Katowice (Polonia), onde estrearam o concerto para flauta piano e cordas de Fernando C. Lapa, dedicado ao Duo, Ost West Musikfest, Monasterio de San Antonio (Madrid), Teatro Mancinelli de Orvieto, Palazzo Turzi de Genova (Italia), Auditorio do Instituto Gnessin (Moscovo)...O Duo gravou 3 CDs incluindo obras de Donizetti, Schubert, Beethoven, Cesar Franck, Faure, Reinecke, George Enesco, Frank Martin, Poulenc e Prokofiev.Efectuou gravaçoes para a RDP, TV Macedonia (Grecia) e Radio Bartok (Hungria)

FATUCHA OVERACTING QUARTET


Jazz/afro-americana
25 Janeiro, Quinta-feira, 21h30, Café Concerto
M/10
Duração 60 m
www.unitedsoundsofmusic.com

Voz feminina com uma performance de grande valor estético, a dança, o guarda-roupa “retro”, a expressividade levada ao limite e como base as características tímbricas fora do comum.
A espinha dorsal deste espectáculo é a recriação de grandes temas da música afro-americana, com:

Fatucha Leite . voz
Frequentou cursos de canto-jazz com prestigiados professores nacionais e internacionais. Praticou dança clássica e moderna, além das incursões no design, pintura, escultura e teatro.
Pedro Costa . piano
Tem aulas de piano com Vitalij Dotsenko e Nancy Lee Harper na Universidade de Aveiro (curso de ensino de música). Estágio no Conservatório de música de Coimbra. Aulas de Piano com Paulo Gomes, masterclass com Cecil Bridgewater e Zé Eduardo. Lecciona na Escola de Jazz (Porto), Oficina da Música (Aveiro) e Academia Tempus (Ermesinde).
Alberto Jorge . contrabaixo
Há longos anos faz carreira como músico profissional integrando projectos de várias tendências, indo desde o Rock ao Jazz ou do Clássico ao Fado. Extensa experiência pedagógica, preparando alunos que se encontram actualmente em prestigiadas instituições de Ensino Superior espalhados por todo o Mundo.
Guilherme Piedade . bateria
Finalista do Curso de Bateria de Jazz da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto, aluno de Tiago Alves, Eduardo Lopes, Mário Barreiros, Acácio Salero. Oficinas com bateristas de reputação internacional. Curso de percussão clássica da Escola Profissional de Música de Espinho. Lecciona bateria na Escola de Jazz do Porto

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

A Carochinha - concerto no Ervilhal


Musical infantil
20 Janeiro, sábado, 18h30, Grande Auditório.
Toda a família
Duração 90 m
A Carochinha O concerto no Ervilhal é o nome deste musical que está a apaixonar crianças e adultos onde, juntos, com a Carochinha e os seus amigos, reinventam inesquecíveis canções infantis num universo mágico.Com a duração de cerca de uma hora, “Carochinha apresenta: O concerto no Ervilhal” é um musical que vai apaixonar crianças e adultos, numa hora mágica onde - juntamente com a Carochinha e os seus amigos - vão reinventar inesquecíveis canções infantis num universo mágico onde todos perdem a idade e reaprendem a ver o mundo com outras cores.As canções do espectáculo são de autoria popular e os textos de Rute Moreira, sendo as personagens interpretadas por Pedro Mimoso, Ricardo Velho, Paula Prades e Aurora Heleno.O espectáculo “Carochinha: O concerto no Ervilhal” é promovido pela Tempo Livre, com produção da AudioVeloso e patrocínio da Foto Beleza, Toyota (Salvador Caetano - Minho) e Gelados Olá.«A Carochinha tem uma Grande fortuna…Milhares de Histórias e canções que nunca morrem!»

GENE LOVES JEZEBEL em Famalicão


Rock Gótico
19 Janeiro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Duração 90
M/10
Trata-se provavelmente de uma das bandas alternativas inglesas de maior sucesso, com um estilo musical e postura dramática que influenciaram uma geração, ao conjugar a sensibilidade do pop rock americano com a sensibilidade do inglês gótico. A formação dos GENE LOVES JEZEBEL remonta a 1981, ano em que os gémeos Jay e Michael Aston chegaram a Londres, tornando-se objecto de culto entre a comunidade britânica de Rock Gótico, mas alcançando maior sucesso nos E.U.A.. Pioneira na alternativa da cena musical dos anos 80, a Banda projecta-se nos anos 90, retendo a centelha criativa e a musicalidade que se tornou na sua imagem de marca. Numa primeira fase, o trio inicial foi integrando uma sucessão de músicos entre os quais se destacam a baixista Jullianne Regan (mais tarde membro dos "All About Eve"), o guitarrista Albio de Luca (depois "Furyo"), os bateristas Dick Hawkins e John Murphy, entre outros.
O som denso e experimental produzido, tinha correspondência nas actuações onde primavam por uma combinação de ritmos quase tribais com um trabalho de guitarra muito potente. O álbum de estreia foi o poderosíssimo "Promise", de 1983, a que se seguiu uma deslocação aos E.U.A. para, expressamente, trabalharem com John Cale. A sua abordagem musical segue a tradição das grandes bandas britânicas.
De 2000 até à actualidade a Banda tem actuado, de novo, nas mais variadas regiões do globo, com vários espectáculos no nosso país.

Www.genelovesjezebel.co.uk

The SymphOnyx


Rock Sinfónico
18 Janeiro, Quinta-feira, 21h30, Grande Auditório.

Duração 90 m
M/10
thesymphonyx.com

O projecto The SymphOnyx tem vindo a centrar a sua acção na contínua procura do ideal artístico. A vasta experiência adquirida ao longo dos anos tem permitido estabelecer o equilíbrio entre essa incessante demanda e a objectividade de quem procura impor-se no mercado. O espectáculo apresentado versa diferentes campos da arte – música, teatro, expressão corporal e cenografia. Cruza-se o rock com o erudito, o dramático com o gracioso, o popular com o cerebral. É a súmula dos elementos necessários ao êxtase artístico.
Actualmente composto por João Guimarães e Carla Ricardo nas vozes, Martinho Torres e José Lemos nas guitarras, Carlos Torres na bateria e Tiago Abreu no baixo, o projecto integra ainda um quarteto de cordas, dois actores e dois figurantes.
Reconhecidamente irreverente, conhece momentos de grande vigor além-fronteiras, como se constata pelo 1º lugar conquistado no top da Rádio Quebec Biz, do Canadá, com o tema-single “Winterfall”.
A descobrir.

“Alémdadança”

Dança, música
Co-produção : CASA das ARTES/Escola Neuza Rodrigues.
14 Janeiro, Domingo, 16h00 e 21h30, Grande Auditório.
Duração 90
Todas as Idades

"Alemdadadança" é uma co-produção entre a Escola de Dança Neuza Rodrigues e a Casa das Artes. Ambas as partes partilham da forte vontade de fomentarem a criação Artística e cultural do nosso concelho, sendo que só partilhando com a comunidade local e envolvente, tal faz sentido.
Neste espectáculo participam bailarinos dos 2 aos 18 anos. Gostam do que fazem e acreditam que através da aprendizagem da dança, sendo esta uma forma nobre de expressão artística, estão a crescer em harmonia e equilibro, envolvendo, ao mesmo tempo, felicidade, descontracção e um forte espírito de camaradagem.
È uma forma de mostrar o que se faz neste concelho e de, publicamente e sem constrangimentos ou complexos de inferioridade, apresentar um produção total famalicense numa grande sala nacional como é a CASA das ARTES de V.N. Famalicão.
O serviço público, a formação de públicos, o envolvimento com a comunidade, para nós não é retórica ou argumento gratuito ou pontual, é trabalho sério, pensado e intencional. Os alunos de hoje são os bailarinos, os artistas e o público de amanhã…. O dever de participar, motivar e de se envolver cabe a todos. A cultura e a educação é a única forma de um desenvolvimento consistente e duradouro, com sentido crítico e com intencionalidade, que percebe e interioriza procedimentos e objectivos, que improvisa com conhecimento.
Vamos fazer e proporcionar saber ser.

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

High Flying Bird - Bruno Lopes

Música Folk- Electrónica
11 Janeiro, quinta-feira, 22h00, Café concerto
M/10
www.hfbird.8esfera.com

A música criada pelo projecto é uma mistura simples de voz, poesia, guitarra, harmónica.
Em meados de 2003 lança o ep “Songs of Freedom”, gravado no Oops! Studio num só dia, apenas voz e guitarra. O ep permite realizar actuações pelos mais variados palcos do país conseguindo obter alguma atenção dos meios de comunicação. Tendo sido um acontecimento totalmente inesperado mas que foi encarado com algum nervosismo visto que havia algumas arestas a limar.

Em Fevereiro de 2004 grava o ep “Autumn” no Pink Moon Studio com uma produção também limitada mas com as ideias já definidas do que queria para o projecto a nível de estúdio. Tendo introduzido novos instrumentos como a sitar, sintetizadores e piano nas misturas finais.
Estes dois eps permitem que High Flying Bird realize em 2004 cerca de 22 concertos por todo o país a promover dois eps que não se encontravam à venda nas lojas (visto tratar-se de edições de autor), devido ao desinteresse das editoras discográficas. O interesse do público pelas actuações ao vivo e as 500 cópias esgotadas provocam de certa maneira um saldo positivo.
Em Março de 2005 é editado o trabalho, “Backyard Desert”, desta vez com a produção de Paulo Miranda do AMP Studio. Um trabalho mais elaborado e com alguns elementos novos no universo de High Flying Bird, como a precursão e loops electrónicos.
Para 2007 está previsto a gravação de novos temas que farão parte da edição de um novo trabalho, ainda sem data definida mas que será totalmente preenchido por poemas em português.
Canções essas que já terão sido apresentadas ao vivo em concertos anteriores e que serão parte integrante nos próximos espectáculos.

“Deixem-me comer isto” - Francisco José Viegas


Noites de escritura Pública/Deposito Legal
Ciclo de leituras, performances e conversas em torno de temáticas literárias numa perspectiva de entretenimento.
10 Janeiro, Quarta-feira, 21h30, Café Concerto.
M/10
Duração 90 m

Francisco José Viegas será um dos mais leais interventores do panorama literário nacional, capaz de gerir um percurso de ímpar sucesso crítico e popular quer na ficção, quer na poesia, enquanto desempenha um activo papel na imprensa. Sobremaneira conhecido pela responsabilidade e apresentação de programas de televisão e rádio para divulgação dos livros e seus autores, não pode, no entanto, ser ignorado enquanto autor de obras como Longe de Manaus, Lourenço Marques, Metade da Vida, etc..
A sua presença nas Noites de Escritura Pública permitirá um contacto privilegiado com uma das figuras mais incontornáveis da cultura portuguesa actual, possibilidade de descobrir Francisco José Viegas enquanto escritor, jornalista, gourmet ou actual director da Casa Fernando Pessoa.
Vídeo de Marco Oliveira
Conversa com Filipa Leal
Leituras de Isaque Ferreira, João Tiago Martins e Anabela Guimarães
Performance musical de Blandino

BALLA – "A GRANDE MENTIRA"


Música Alternativa / Pop / Electrónica
6 Janeiro, Sábado, 23h00, Café Concerto.
M/10
Duração 60 m


Depois de ter passado pelos Bizarra Locomotiva, Ik Mux, Boris Ex-Machina e Da Weasel, Armando Teixeira tem a seu cargo os projectos Bulllet e Balla. Em “A Grande Mentira”, o terceiro disco dos Balla, Armando Teixeira mostra um álbum onde se pode descobrir mais uma das suas 1001 facetas: canta pela primeira vez os 10 temas do disco! Considerado um dos melhores compositores, músicos e produtores no activo no nosso país, Armando Teixeira compôs, gravou, misturou e produziu um trabalho individual irrepreensível que se reflecte num disco de canções sem complexos. ”A Grande Mentira” é pop, é electrónica, é erotismo, é raiva… Primeiro, porque se apoia no jogo de cumplicidades, de ilusões, de seduções e de concílios, e depois porque tem canções que desafiam, mais uma vez, as barreiras sonoras estilísticas.·Armando Teixeira: voz, programações, sintetizadores e baixo, Paulo Souza: guitarra, gravado e misturado por Armando Teixeira no Bulllet Proof Studio, Masterização: David Torrey (DRT-USA), participações:Joana Mateus e Sylvie C.: voz; DJ Nel Assassin: skretch; Vladimir Orlov: teremin , videooclip do single “Fim da Luta”: Bleach (part. especial de Inês Castel Branco), fotografia: Ricardo Cruz; Design: Sérgio Bernardo; Styling: Paulo Scavullo
www.myspace.com/ballaportugal

Exposição de Pintura de Regina Silva


Título da exposição “Descalça na calçada”

De 5 a 31 Janeiro no Foyer da Casa das Artes

“Descalça na calçada”
É uma jornada pelas tradições seculares,
ao encontro de um povo predestinado aos grandes feitos,
a quem o mar revela os seus segredos,
a terra alimenta
e as águas das fontes saciam;
Um povo hospitaleiro, generoso,
que ri com graça,
e canta na desgraça,
pintando a vida em cores garridas.
Este povo, com alma orgulhosamente lusitana,
que crê, cria o seu destino
mas, mister da Saudade,
por a ela estar fadado,
é refém do seu Fado!

quarta-feira, 29 de novembro de 2006

CONCERTO DE NATAL - MANIFESTAÇÕES DO AMOR


VOX ANGELIS CONCERTOS
Música Erudita
22 Dezembro, sexta-feira, 21h300, Grande Auditório.
Para a Família
www.voxangelis.com

A palavra Amor vem do substantivo latino amore, podendo ser traduzida de diversas formas, consoante os contextos: pode ser afeição, amor, vivo desejo, satisfação, conquista, libido, mas também pode estar conotada com Deus e, nessa medida, significa entrega, abandono, dar sem esperar nada em troca.
O Conceito do Amor envolve, de modo geral, a formação de um vínculo emocional com alguém ou com algo, que seja capaz de receber esse comportamento amoroso e que seja capaz de alimentar os estímulos sensoriais e psicológicos necessários para a manutenção desse Amor.
Assim, a palavra Amor possui diversos significados e depende muito da relação, do carácter da pessoa, da motivação em amar. Nessa medida, este Concerto pega no significado principal do Natal, que é a PALAVRA AMOR, e apresenta-a de diversas formas, segundo a própria construção grega do amor:
· AMOR EROS: é o amor apaixonado, muito ligado à atracção física.
· AMOR PRAGMA: segundo a raiz da palavra, é o tipo de amor que o lado prático das coisas; o individuo avalia todas as vantagens e desvantagens antes de entrar numa relação amorosa.
· AMOR ÁGAPE: em grego, significa altruísmo, generosidade. É o modelo do AMOR RELIGIOSO
· AMOR STORGE: vem da divindade grega da amizade. Por isso, este tipo de amor valoriza a confiança mútua, o entrosamento e os projectos partilhados.

É um Programa Musical Natalício que abrange obras musicais que reflectem os diversos tipos de amor que foram sistematizados anteriormente. No fundo, é uma criação histórica da própria evolução da palavra AMAR, com consequente abordagem histórica e psicológica que a própria música nos fornece.

PROGRAMA:

SONATA EM SOL MENOR, OP. 1, Nº 10 - HANDEL
Andante
Allegro
Adágio
Giga

SALVE REGINA EM DÓ MENOR - PERGOLESI
Salve Regina
Ad Te, clamamus
Eia Ergo
O Clemens, o Pia

MOTETO O QUI COELI TERRAQUE - VIVALDI
Aria (andante)
Recitativo
Ária (largo)
Aleluia

EXULTATE, JUBILATE – MOZART

ÁRIAS E DUETOS AMOROSOS DE ÓPERA:
Bei Männer (Dueto Pamina, Papageno – A Flauta Mágica)
Porgi amor (Ária da Condessa – As Bodas de Fígaro)
Dove Sono (Recitativo e Ária da Condessa – As Bodas de Fígaro)
Cinque, dieci (Dueto Fígaro, Susana – As Bodas de Fígaro)
Ci darem la mano (Dueto Zerlina, Don Giovanni – Don Giovanni)
Pa, Pa, Papageno (Dueto Papageno, Papagena – A Flauta Mágica)

Blunder


Indie Rock
16 Dezembro, sábado, 23h00, Café concerto.
M/10
www.blundermusic.com

Os bLUNBER dispensam qualquer tipo de apresentação. Gostam de rock e sabem fazê-lo. Formados em 1998 já contam no reportório com concertos dados um pouco por todo o país e, também, no estrangeiro.O colectivo portuense esteve em destaque, por várias vezes, em rádios nacionais, canais de televisão e, inclusivamente, compuseram o tema principal da banda sonora do filme "Balas e Bolinhos: o regresso". Na bagagem contam com alguns prémios de música, como é o caso de melhor videoclip ou banda revelação. Autores de temas como "Ain´t gonna cry", "#1 Number One", "Mute" ou "Happy Pills", os Blunder surgem em 2006 com o seu 3º registo: "White Pawn".Depois de meses a rodar o tema "through the rain" chega aos escaparates "a.k.a everything she wants", que tem assegurada presença diária na série conhecida da TVI "Morangos com Açúcar".

Lusocello Ensemble


Ciclo de Música Erudita por Jovens Famalicenses
16 Dezembro, sábado, 21h30, Grande Auditório.
Duração 60 m - Para a família

O Lusocello é um ensemble de violoncelos composto por talentosos e entusiásticos jovens violoncelistas famalicenses que obtiveram os seus cursos em prestigiadas escolas europeias.
O ensemble foi criado em 2005 com o intuito de dar a conhecer um reportório diferente, explorar novas sonoridades, novas cores, diferentes emoções.
Obras originais alternando com algumas transcrições e mesmo obras dedicadas ao Lusocello Ensemble, fazem parte de um reportório que percorre uma grande diversidade de estilos, desde o barroco, romântico ao contemporâneo.
Velha ou nova, conhecida ou menos conhecida, toda a música adquire um brilho especial quando tocada por estas 32 cordas de violoncelo.

CyberLieder - Performers/ manipulação electrónica dos sons


15 Dezembro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Duração 60 m
M/10

CyberLieder” é uma composição resultante da colaboração de Paulo Maria Rodrigues, Luis Miguel Girão e Rolf Gehlhaar. É uma estrutura para improvisação que se desenvolve em torno da descoberta pessoal do potencial existente na interacção entre o performer e o computador. A performance baseia-se na transformação da tradicional jaqueta do cantor clássico num interface de controle em comunicação com um computador. Ao manipulá-lo um cantor/actor processa em tempo real o seu discurso musical. Tendo como ponto de partida um conjunto de objectos sonoros e de acções teatrais (onde se inclui a reinterpretação de textos artísticos/científicos considerados relevantes), o cantor/actor desenvolve um diálogo com as suas memórias (quer instantâneas, quer de longo termo) explorando a gestualidade resultante da manipulação electrónica dos sons.


Performers> UNO DUO TRIO
Paulo Maria Rodrigues - voz, jaqueta interactiva, percussão e electronica em tempo real
Luis Miguel Girão – flauta transversal e electrónica em tempo real
Rolf Gehlhaar – electrónica interactiva
Compositores> Paulo Maria Rodrigues, Luis Miguel Girão e Rolf Gehlhaar.

“O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá – Uma História de Amor”


Teatro, Música e Dança
13 e 14 Dezembro, Quarta e Quinta-feira, 21h30, Grande Auditório.

Espectáculo infantil/Família
Duração 90 m

Produzido pelo Ginasiano Escola de Dança, o bailado “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá – Uma História de Amor” baseia-se no conto homónimo de Jorge Amado. A inspiração do brilhante autor brasileiro, juntamente com a música brasileira de raízes variadas, permite aos bailarinos do Ginasiano apresentar um espectáculo muito bonito e uma história bem contada aos espectadores.
“O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá” é também uma história que faz reflectir sobre os opostos, as diferenças e as assimetrias do nosso quotidiano. Um conto de amores impossíveis, mas sobretudo uma perspectiva que nos faz pensar e que, pelo seu valor social, tem um papel pedagógico muito interessante, quando falamos de públicos mais jovens.
Banda Brasileira ao Vivo.

Produção: Ginasiano Escola de Dança
Direcção e concepção artística: Marcelo Ferreira

As Águias Voam Legatto



Companhia de Música teatral
Música cénica/ Recital encenado com obras para Canto e Piano de Gabriel Fauré / Recital comentado
9 Dezembro, sábado, 21h30, Grande Auditório

Duração 50 m Vocacionado para jovens e Adultos

O presente espectáculo surge na sequência de uma série de recitais para Canto e Piano, realizados entre 1995 e 1999, pelo duo constituído por Manuela Moniz (soprano) e Helena Rodrigues (piano).
Um dos programas incluía canções de Fauré sobre poemas de Paul Verlaine, Sully Prudhomme, Victor Hugo, Romain Bussine, Leconte de Lisle, Théophile Gautier e Charles Grandmougin.
As Águias Voam Legatto integra agora aquelas canções num espectáculo encenado menos convencional, capaz de renovar o interesse do público.
Elementos cénicos e simbólicos de grande elegância criam uma atmosfera plena de intimidade e densidade poética, procurando mostrar o processo de preparação de um recital de Canto e Piano. Por exemplo, revelam-se algumas das metáforas usadas pelas intérpretes nos ensaios e mostra-se o tipo de linguagem que pode ser usada pelos artistas quando se discutem questões de interpretação.
Através da criação de um argumento cénico sustentado na ideia de que a obra do compositor é autobiográfica, o espectáculo tem também uma faceta educativa muito subtil. A par de elementos biográficos sobre o compositor, o espectáculo oferece ainda elementos informativos sobre as melodias compostas por Fauré e respectivos poemas.
Em suma, integrando uma original vertente de divulgação, As Águias Voam Legatto apresenta de forma muito aliciante obras para Canto e Piano compostas por Gabriel Fauré. Mas é também uma viagem psicológica que levanta o véu sobre o processo criativo e desnuda o trabalho criativo dos intérpretes.

“Nicolau Pais & K.F. Band”


Waters, Springsteen, Dylan, Lennon, Bowie, Reed, Harper, Presley, Buckley.

7 Dezembro, quinta-feira, 22h00, Café concerto.
Duracção 90 m
M/10
Interpretar esta babilónia de Sons usurpados aos seus Autores, questionarmo-nos sobre a forma como olhamos uns para ou outros, como habitamos o mesmo espaço da Cidade e sobretudo com que generosidade entendemos o nosso Cosmopolitismo – afinal, a única forma possível de Paz, por viver na sua essência da tolerância e fascínio pela diferença.
Espectáculo ao Vivo, com Canções de Muddy Waters, Bruce Springsteen, Bob Dylan, John Lennon, David Bowie, Lou Reed, Ben Harper ,Elvis Presley e Jeff Buckley.
Com:
Nicolau Pais Voz, Harmónica.
Orlando Mesquita Baixo, Bombo.
Hugo Mesquita Guitarra.
Gino Costa Guitarra..

sexta-feira, 17 de novembro de 2006

COSÌ FAN TUTTE (ossia La scuola degli amanti)


Ópera em dois actos

FUNDAÇÃO JOÃO JACINTO DE MAGALHÃES / ATELIER DE COMPOSIÇÃO
Música WOLFGANG AMADEUS MOZART (1756-1791) K. 588
Libreto LORENZO DA PONTE
Estreia absoluta VIENA, BURGTHEATER, 26 DE JANEIRO DE 1790

6 Dezembro, Quarta-feira, 21h30, Grande Auditório.

M/6 duração aproxim….160 m com intervalo

Così fan Tutte surgiu de uma encomenda do Imperador Joseph II, após uma apresentação bem sucedida de As Bodas de Figaro, em Agosto de 1789. Contou com argumento original de Lorenzo da Ponte, embora os elementos da história pudessem já ser encontrados em obras literárias anteriores. O primeiro ensaio foi feito no apartamento de Mozart, em 31 de Dezembro, rápidamente mudando-se (Janeiro) para o teatro, muito provavelmente com Joseph Haydn no auditório. A ópera estreou no Burgtheater de Viena, em 26 de Janeiro de 1790, decorrendo somente cinco apresentações antes que o luto pela morte de Joseph II fechasse os teatros em Fevereiro. A produção teve a sua segunda estreia em Junho, com outras cinco apresentações. Subsequentemente, Così fan Tutte viaja pela Alemanha, com tradução em alemão, nas quais a “imoralidade”, percebida na história, levou a alterações acentuadas no enredo. Em algumas versões as mulheres sabem do plano e elaboram a sua vingança. Hoje, a forma original da ópera é uma peça que faz parte da programação regular nos teatros de ópera em todo o mundo.
Classificada, em diversas ocasiões, como uma “ópera geométrica”, tanto musical, pela disposição das suas árias, como pelo argumento: dois pares, frente a frente, Ferrando e Dorabella, Guglielmo e Fiordiligi. Mozart consegue resultados excelentes sem a necessidade de recorrer a tantos recursos, como n’As Bodas, ou no Don Giovanni.
É, sobretudo, uma ópera que escrita para divertir plateias e, como tal, tem os seus méritos. Não é, segundo a maioria dos críticos, uma obra-prima, nem era essa a real intenção do compositor austríaco. Apesar disso, Così é, das suas obras, a que apresenta algumas das mais belas árias e o maior número de “cenas de conjuntos”, duos, tercetos e quartetos.

Cantos da Língua - Encontro de Culturas


Acert
Teatro, Poesia e Canções
3 Dezembro, Domingo, 21h300, Grande Auditório.

Espectáculo Classificado para Maiores de 12 Anos

O espectáculo “Cantos da Língua” é uma festa. Uma festa de casamento celebrada por actores e músicos num alinhamento de primeira água no que toca a canções e textos poéticos, e é também, ou sobretudo, um pretexto para o comércio e indústria da cumplicidade com o(s) público(s).Cumplicidade, por via de visitas e revisitações de boca a textos contemporâneos e de incursões musicais voadoras no âmbito da melolusofonia. Tudo isto alinhado numa não pretensa, nem pretensiosa demonstração de que a poesia, longe de chata, é para dizer, ouvir e saber mais. Na base, do fundo do ensaio à tona do espectáculo, está o desejo mais antigo: comunicar. Sucedem-se as situações comunicantes, do riso ao sorriso, do piscar de olho ao melódico-melancólico, do até-já à saudade
.
Ficha artística: Direcção Artística e Dramaturgia: José Rui MartinsDirecção Musical: Carlos PeninhaDirecção de Vozes: Mariana AbrunheiroArranjos: Carlos Peninha e Miguel CardosoInterpretação:Carlos Peninha, guitarras e vozJosé Rui Martins, textos e vozLydia Pinho, violoncelo

Teatro “ A Partilha”


Actrizes: Teresa Guilherme, Patrícia Tavares, Rita Salema, Cristina Cavalinhos.

30 e 1 Dezembro, Quinta e sexta-feira, 22h00, Grande Auditório.

Reunidas durante o enterro da mãe, quatro irmãs – Selma ( Teresa Guilherme), Regina ( Cristina Cavalinhos), Maria Lúcia ( Rita Salema) e Laura ( Patrícia Tavares) reencontram-se após muito tempo de afastamento para fazer um levantamento dos bens da família e discutir as suas vidas.
Através da partilha dos bens – da venda do apartamento na Lapa à divisão de um serviço de chá de brinquedo – estas irmãs confrontarão as suas opções, destinos, estilos de vida e expectativas. As divergências são inevitáveis, pois seguiram caminhos muito diferentes. Selma, casada com um militar, leva uma vida disciplinada em campo de Ourique, o seu bairro de eleição. Regina, liberal e esotérica, não costuma se reprimir e tem uma visão “ alto astral” da vida. Lúcia teve a coragem de abandonar um casamento convencional e o filho para viver um grande amor nos Estados Unidos. E Laura, a eterna adolescente, revela-se uma intelectual sisuda e surpreende as irmãs com suas opções.
Além de fazerem um Balanço do passado, marcado por revelações e intimidades, as quatro irmãs são obrigadas também a enfrentar novas exigências do quotidiano: selma, a mais conservadora, tem que lidar com a gravidez de Sandra, a filha adolescente, e Regina, apesar de toda energia positiva, é obrigada a encarar momentos de solidão. Lúcia convive com a rejeição do único filho e quer mostrar às irmãs que é mais do que uma fútil. Laura, por sua vez, uma militante de afirmação profissional e sexual, reaprende a rir com as irmãs mais velhas.
Enquanto aguardam a divisão dos bens, estas mulheres viverão intensamente afinidades, problemas e diferenças. A turbulenta venda do apartamento representará uma reviravolta nas suas vidas: elas sabem que nunca foram tão cúmplices – e tão irmãs.

Ficha técnica
Elenco: Teresa Guilherme, Patrícia Tavares, Rita Salema, Cristina Cavalinhos.
Autoria: Miguel Falabella.
Direcção de actores: Alfredo Brissos.
Encenação: Joaquim Monchique.
Produção: Sandra Antunes e Teresa Guilherme S.A.
Direcção de Luz: Paulo Sabino.

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

CASA das ARTES DE V.N.Famalicão - Sugestões 2007

19 de Janeiro - GENE LOVES JEZEBEL
22 e 23 de Fevereiro - Teatro - "Achadas e Perdidas" de Maitê Proença
3 de Março - BALKAN BEAT BOX
6 de Março - YANN TIERSEN

terça-feira, 7 de novembro de 2006

Concerto comemorativo do centenário de nascimento de Fernando Lopes-Graça

Concerto Homenagem, inserido nos ” Encontros de Outono 2006”
Música Erudita
Piano – Christina Margotto
Violoncelo - Jed Barahal
24 NOVEMBRO, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.


Jed Barahal e Christina Margotto, propõem-se assinalar o centenário do nascimento de Fernando Lopes-Graça editando um CD com obras de Fernando Lopes-Graça e dando a conhecer esse trabalho num concerto onde juntam talvez os dois maiores compositores portugueses do século XX: o próprio Lopes-Graça e Luis de Freitas Branco.

Dan Mcalister Blues Mood


Jazz/ Blues/Rock
23 NOVEMBRO, quinta-feira, 22h00, Café concerto.

Dan McAllister: piano e voz + Serafim Lopes: guitarra + Manuel Barros: baixo Director musical de "Dracula Spectacular" e "Cinderella" (Hall Green Little Theatre), Dan McAllister foi reconhecido em 1999 como jovem músico britânico de jazz do ano pela Jamhouse, de Jools Holland. Gravou composições instrumentais para Brian Travers (UB40) e acompanhou Sam Brown no One Ten, em Birmingham. Dan McAlister, 28 anos, um músico de formação clássica em piano, toca e canta jazz, blues e rock.

domingo, 5 de novembro de 2006

ESMUC Jazz Trio

Concerto cancelado por razões
alheias à CASA das ARTES

Jazz
18 NOVEMBRO, sábado, 23h00, Café concerto
Grupo de Jazz do Conservatório Superior da Catalunha

Laia Cagigal - Voz
Jordi Berni - Piano
David González - Contrabaixo

António Faguntes na CASA das ARTES de V.N.Famalicão



AS MULHERES DA MINHA VIDA -
Teatro/Comédia
15 A 18 NOVEMBRO, quarta a sábado, 21.30.
19 NOVEMBRO, domingo, 17h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 5 euros

As Mulheres da Minha Vida
A peça conta a história de George, um escritor de sucesso apaixonado por seu trabalho, mas que vive em constante turbulência na vida íntima. A primeira esposa, ainda habita seus pensamentos e seu segundo casamento está perto da separação. Sem saber o que fazer, acaba por ligar as suas relações da vida real com outras lembranças. Assim, monta encontros e diálogos fictícios para tentar retomar o controle da situação. Entre as adoráveis mulheres que habitam sua mente estão sua ex-mulher, irmã, filha (criança e jovem) e uma psiquiatra imaginária.
"Essas mulheres todas falam dos sentimentos e conflitos dele, mas, na verdade, é ele quem está falando de si, ainda que sem abrir muito a boca nesse sentido", diz Fagundes, 56. Daí o "truque" da dramaturgia de Simon, segundo o actor. "Nós homens não sabemos nos colocar emocionalmente da forma razoável como as mulheres conseguem.Ficha TécnicaTexto: Neil Simon.Adaptação: Domingos de Oliveira.Direcção/encenação: Daniel Filho.Elenco: António Fagundes, Gabriela Duarte, Fernanda D´Umbra, Chris Couto, Amazyles de Almeida, Júlia Novaes e Eliana Rocha.
Duração: 90 minutos.
Idade: 12 anos

quinta-feira, 2 de novembro de 2006

“Dois” ... o fascínio pelo encontro amoroso....


Companhia Rui Lopes Graça
Dança

10 e 11 NOVEMBRO, sexta e sábado, 21h30, Grande Auditório.

O projecto “Dois” parte da ideia de que o fascínio pelo encontro amoroso se encontra na impossibilidade de lhe dar continuidade e na atracção que essa impossibilidade ou fatalismo provoca nos outros. Não somos indiferentes ao abismo de Romeu e Julieta ou de outro qualquer amor trágico. Atraídos pelo drama que se adivinha, precipitamo-nos na curiosidade do seu desenlace, como que expectantes do desfecho da nossa própria história. “Dois” é um espectáculo para dois intérpretes, pensado a partir da ideia de Romeu e Julieta, em que o acessório é apagado, para enfatizar o essencial do encontro entre os dois.O texto, suporte e base da pesquisa do material coreográfico, é recortado e recomposto a partir do texto original recriando-se assim uma nova dramaturgia. Momentos de diálogo são transformados em monólogos que servem de base a este intento de manipular e redimensionar, como se tudo se passasse no íntimo de cada uma das personagens e não fosse necessário um interlocutor exterior para poder revelar o que em cada um deles existe.
Ficha Artística e TécnicaCoreografia e direcção artística: Rui Lopes Graça Interpretação: Bruno Guillore e Joana Bergano Dramaturgia: Joana Craveiro Selecção musical: Rui Vieira Nery Imagens e vídeo: Pedro Sena Nunes assistido por Maria Carita Cenografia: João Mendes Ribeiro Desenho de luz: Jorge Ribeiro Figurinos: Rita Lopes Alves Fotografia: Jorge Gonçalves Produção: Sandro Benrós Duração do espectáculo: 60’ (aprox.)Classificação etária: maiores de 6 anosCo-produção: Companhia Rui Lopes Graça/A Oficina/Teatro AveirenseApoios: Companhia Nacional de Bailado, Prestigest – Consultoria e Gestão, Teatro Camões e Teatro Nacional de São CarlosA Companhia Rui Lopes Graça é financiada pelo Ministério da Cultura/Instituto das Artes.

Exposição de Pintura de Délia de Carvalho

Título da exposição “Eu, Tu, Ele e Ela”

De 10 de Novembro a 29 de Dezembro no foyer da Casa das Artes

Os meus quadros não são encenações, nem tão-pouco narram histórias. Mostram rostos como espelhos de uma alma que o corpo procura velar e esquecer. São o palco das projecções mais íntimas, um lugar privado onde se revelam angústias, impulsos, pulsões, força.

Eu, Tu, Ele e Ela são identidades que se querem mostrar. Surgem-nos grandes, invadindo toda a tela, num rasgo de afirmação.

As próprias técnicas com que trabalho, como a raspagem, as camadas de tinta sobrepostas e o impulso gestual, imprimem peles duras e sofridas em rostos desmaquilhados e destapados de alguém que se desvela.

Fading Commission na Casa das Artes

Rock
10 NOVEMBRO, sexta-feira, 23h00, Café concerto.

Quando em Novembro de 2003 Pedro Jervell apresentou João Machado Vaz a Fernando Barbedo e Gonçalo Giraldes, não existia a ideia de formar uma banda com reportório próprio. Jervell havia regressado de Londres onde se formou em arquitectura e contava partir para Roma poucos meses mais tarde. No entanto, as jam sessions da banda começaram a resultar nos primeiros temas originais. Após apenas três meses de ensaios e com a perspectiva da saída de Jervell, a banda decidiu, mesmo assim, realizar um primeiro concerto que veio a acontecer no Twin’s em Janeiro de 2004. Jervell partiu para Roma poucos dias depois. Com cerca de 7 temas originais compostos a banda decidiu continuar o seu percurso e, em Maio desse ano, gravou a sua primeira demo com João Luís Batista na Bateria. Em Outubro de 2004 Pedro Jervell regressa de Roma e reintegra a banda. Surgem novos temas originais assim como os primeiros concertos regulares. Entre outros locais os Fading Commission tocaram no Hard Club, em várias lojas FNAC, no Tertúlia Castelense, Indústria, Teatro Sá da Bandeira, Maus Hábitos e no Porto-Rio. Em Agosto de 2005 gravaram a sua segunda demo com produção de João Bessa. No presente ano os Fading Commission finalizaram o seu primeiro vídeo ‘Be A Woman’ produzido por João Paulo Abreu.

«Memé mesmo aqui ao pé»

Para crianças dos 3 aos 5 anos – Crianças do pré-escolar

Dias 7, 8, 9 de Novembro, Terça, Quarta, Quinta, 10h30 e 15h,
Grande Auditório.
Entrada: Livre

«Memé mesmo aqui ao pé» é a primeira incursão da Companhia Rui Lopes Graça destinada a crianças. Neste espectáculo as palavras foram trocadas por movimentos e sons que são a forma que a família Memé usa para despertar o imaginário dos mais novos. Pequenos gestos ganham outro significado e transformam-se numa nova linguagem, a linguagem da dança.Nesta peça, crianças e adultos ultrapassam o papel de meros espectadores e interagem com os intérpretes num espectáculo de todos.
Concepção: Companhia Rui Lopes Graça. / Coordenação: Rui Lopes Graça.Musica original: João Lucas / Figurinos e Adereços: Miss Suzie – Guarda-roupa, ideias e afins.Luzes: Jorge Ribeiro / Interpretação: Daniela Costa, Helena Martins, Mário Sanchez.Produção: Sandro Benrós / Design Gráfico: Cláudia Gaminha Co-produção: Fundação Ciência e Desenvolvimento/Teatro do Campo Alegre e Companhia Rui Lopes Graça.

Abaixo de Braga - Adolfo Luxúria Canibal

Noites de Escritura Pública
Entrevista, performance.
8 NOVEMBRO,Quarta-feira, 22h00, Café concerto.

quarta-feira, 25 de outubro de 2006

Repórter Estrábico no Café Concerto



Música Portuguesa
4 NOVEMBRO, sábado, 23h00

www.reporterestrabico.com

Vinte anos depois, o Repórter Estrábico continua a relatar notícias de uma forma ácida, mas bem-humorada. O agora quarteto espalha ritmos dançáveis enquanto Luciano Barbosa exibe o seu carisma, muitas vezes disfarçado das mais diversas personagens. São genuínos. E são incontornáveis na história da música portuguesa do pós-25 de Abril, na medida em que foram uma das mais inovadoras bandas do início da década de noventa.
Neste momento, após apenas cinco álbuns em vinte anos, os Repórter Estrábico continuam a gracejar com o quotidiano, do qual se afirmam como observadores atentos, apesar do “estrabismo”.

domingo, 22 de outubro de 2006

Wordsongs Pessoa


Melódico- Electrónico
28 de Outubro, Sábado, 23h00, Café Concerto.

O universo escrito de um dos mais notáveis autores lusófonos encontra-se no novo projecto “Wordsong”. A palavra de Pessoa é redescoberta e abordada a partir do imaginário sonoro e visual criado pelo colectivo composto por Pedro d'Orey, Alexandre Cortez, Nuno Grácio, Filipe Valentim e Rita Sá.
O segundo andamento do projecto multimédia "Wordsong" deixou a palavra de Al Berto para, agora, transformar, manipular, desconstruir e reconstruir a essência da poesia de Fernando Pessoa. O projecto "Wordsong-Pessoa" pretende abordar o universo da obra 'pessoana' a partir da criação musical e visual. Nesta nova vivência sonora, em formato melódico-electrónico, mergulhamos nos fragmentos de ânsia, dor, humor, desilusão e inspiração, reinterpretados à luz de um «desdobramento musical e visual da poesia e da poética, da estética e da ética, do grande desdobrador que era Fernando Pessoa» (Richard Zenith). O resultado final emerge de uma visão única em livro com ilustrações e formato dual cd (DVD com 12 telediscos e cd com 16 poemas originais / canções). Este novo projecto é uma edição da Transformadores e 101 Noites . (BLITZ 28 de Junho 2006)

El hombre sin adjetivos


Teatro Mexicano
Texto Mario Cantú Toscano
Direcção Marcos Barbosa
27 e 28 de Outubro, sexta –Feira e Sábado, 22h00, Grande Auditório.

No final da cada peça haverá uma discussão com o público interessado.

Durante a Semana, de 23 a 26 de Outubro, vão realizar-se cinco cursos para comunidade Famalicense.

homem sem adjectivos
(projecto Monterrey/V.N. Famalicão.)

A criação de uma relação entre duas cidades, que se aproximam através da apresentação destes dois espectáculos, e da realização de cinco cursos com a comunidade famalicense, onde com a maravilhosa desculpa do teatro, aproveitamos para fazer uma invulgar festa de aprendizagem e conhecimento.

Inscrições na CASA das ARTES de V.N. Famalicão, turmas com o máximo de 25 a 30 alunos.


Cursos:

1- Curso de teatro e acrobacia, destinado a jovens e adolescentes – 18h00 às 21h00, dia 23, com o actor David Colorado.

2- Curso de iniciação à técnica teatral, destinado a jovens e adolescentes - 18h00 às 21h00, dia 24, com o actor Alfonso Idunate.

3- Curso de criação teatral, destinado a crianças e adolescentes - 18h00 às 21h00, dia 25, com a actriz Alheli guerrero.

4- Curso de iniciação à escrita para teatro, destinado a jovens e adultos. - 21h00 às 23h30, dia 26, com o dramaturgo Mario cantú Toscano e o encenador Marcos Barbosa.

5- Curso “Para quê o teatro?”, destinado a professores das escolas secundárias 21h00 às 23h30, dia 26, com o dramaturgo Mario cantú Toscano e o encenador Marcos Barbosa.

sexta-feira, 13 de outubro de 2006

Delírios Orais – Hoje somos muitos, amanhã seremos chacais...

Caixa Geral de Despojos
Poesia, Dança, Música.

21 de Outubro, Sábado, 22h00, Grande Auditório.


O grupo será composto pelos seguintes elementos:

Diseurs: Paulo Campos dos Reis, Isaque Ferreira, Daniel Maia-Pinto Rodrigues, Filipa Leal, Susana Meneses e Sandra Salomé.

Imagem: Luís Tobias.

Música: MEME - Ana Deus, Marta Bernardes + 2 músicos.

Dança: Diana Rego.

Produção e acessória de imprensa: Cristina Oliveira e Patrícia Campos.

Concepção e selecção de textos: João Gesta e Mafalda Capela.

Bailado “Quebra-nozes” de Thaikovksky


BALLET CLÁSSICO ESTATAL DE KIEV

20 de Outubro, sexta –Feira, 22h00, Grande Auditório.

O Ballet Clássico Estatal de Kiev foi fundado em 1975 por iniciativa do Ministério da Cultura da Ucrânia, sendo Olexei Karputt o seu primeiro director

O ballet “Quebra-Nozes” de P.I. Tchaikovsky, a par de “O Lago dos Cisnes” e “A Bela Adormecida” é uma das obras mais representativas dentro do repertório clássico tradicional.
A historia deste ballet é um conto tipicamente natalício, onde a fantasia funde-se com a realidade e os sonhos tomam vida num espectáculo divertido, cheio de surpresas e com muito humor, indicado tanto para crianças como para adultos.
O primeiro acto desenvolve-se dentro de uma lareira acolhedora, na noite de Natal, diante de uma grande árvore faustosamente adornada, onde as surpresas se sucedem repentinamente num ambiente festivo. A nossa protagonista, Clara, uma criança de 15 anos, uma misteriosa personagem oferece-lhe um Quebra-Nozes que ela crê mágico. A partir deste momento, Clara entra dentro do reino dos sonhos onde o Quebra-Nozes e os pesadelos estabelecem batalha. Clara é resgatada pelo heróico Quebra-Nozes transformado agora em príncipe e ambos dançam juntos com a rainha do gelo e os flocos de neve.
No segundo acto situamo-nos no palácio onde Clara e o príncipe são convidados pela sua anfitriã, a “fada do açúcar”, onde desfrutam com as danças provenientes de diversos países.
No apoteótico final onde todos dançam em uníssono, Clara desperta do sonho sem saber se tudo foi realidade.

Vyacheslav Okuneu (coreógrafo):
O coreógrafo Vyacheslav Okuneu é considerado um mestre da coreografia clássica. Da sua inspiração nascem boa parte das coreografias do Ballet Clássico Estatal de Kiev. Entre os prémios que recebeu está o de melhor coreógrafo do festival mundial de Dança de Paris.

Valery Kolhov (Quebra-Nozes):
Grande estrela do ballet, vencedor do prémio internacional Taras Shevchenko e do prémio Vastlav Nijinsky, foi também galardoado com a medalha de mérito artístico da extinta União Soviética.

Crityna Rojevitch (Clara):
Bailarina dotada de um invejável domínio da técnica.

Idina Gordiychk:
Artista altamente conhecida na Ucrânia, foi solista da Ópera Nacional de Lviv, e desde 1993 é uma das principais estrelas do Ballet Clássico Nacional de Kiev. A sua dança é uma expressão de poesia.

Cenografia: Taras Kransky
Guarda-Roupa: Anastasia Kolov
Desenho De Luz: Alexeyr Ordyn

Adriana Miki Quartet, .

Bossa Nova, MPB

19 de Outubro, Quinta –Feira, 22h00, Café Concerto.

A sonoridade deste projecto está enquadrada entre o recriar do que pode ser considerado Jazz Brasileiro e da América do Sul, com características de Música do Mundo. Interpretam músicas de compositores conceituados no Universo da música sem fronteiras e destacam alguns temas muitas vezes esquecidos na actualidade. As influências conjugadas tornam o resultado uma MISTURA FINA, eclética e fortemente marcada pela potente voz de Adriana Miki.

Monólogo “Debaixo da Cidade”


Teatro
Texto de Gonçalo M. Tavares ( do livro “A colher de Samuel Beckett”)

17 de Outubro, Terça –Feira, 22h00, Pequeno Auditório.

Alguém ou algo está debaixo de um espaço. Debaixo da cidade é o título. Poderá ser debaixo da cidade ou debaixo simplesmente de uma casa. O certo é que alguém ou algo fugiu ou se afastou. Alguém que receia as acções e os acontecimentos. Alguém que receia os próprios objectos e ainda os acontecimentos que podem resultar do cruzamento de um corpo com esses objectos.
Depois, subitamente, alguém entra. Lá em cima, algo acontece. E os acontecimentos são perigosos. É necessário continuar a fugir.

quarta-feira, 11 de outubro de 2006

He Poos Clouds- Final Fantasy


Indie Rock/Pop
16 de Outubro, segunda –Feira,22h00, Grande Auditório.

www.finalfantasyeternal.com

É desconcertantemente familiar. He Poos Clouds é uma obra desconcertante. E desalmadamente familiar. As composições, os ambientes sucedem-se um atrás do outro como os primos que, longe, cresceram exponencialmente. Como as tias que cortaram e pintaram muito o cabelo com as cores mais bizarras e parecem ter uma orientação de moda própria. Tudo isto envolto em Natal, abraços, batidas fortes nas costas. E os tios que previsivelmente transportam uma barriga cada mais grávida, aliviando o peso no crânio. Ao lado, os familiares de todos os dias.
Este é o segundo trabalho do projecto Final Fantasy ( é inspirado no jogo de computador…) de Owen Pallett. Para enquadrar, diríamos que é o violinista de suporte dos canadianos Arcade Fire. Para dizer verdade, que tal coisa – imagine-se! – é extremamente castrador: o rapaz é um compositor nato, cheio de potencialidades, com ideias a brotarem-lhe dos dedos. Os diferentes registos, a miscelânea de sons, o delicioso piano que de quando a quando se faz aparecer, às vezes discreto, às vezes imponente. Como em This Lamb Sells Condos, com as crianças em coro, e Owen a voar nas asas dos seus poemas, da sua capacidade criativa.
A pop aliou-se às composições neo-clássicas e a canção é rainha. E esta nunca desaparece de perspectiva. He Poos Clouds é uma clara evolução para quem, no ano passado, decidiu não prestar muita atenção a Owen Pallett, um dos mais activos músicos canadianos – já esteve a trabalhar com a Orquestra Barroca de Toronto e está agora em digressão na Europa –, quando se estreou a solo com Has A Good Home. O minimalismo aliado à sua capacidade virtuosa do violino e de compositor torna este um disco de passagem obrigatória para os amantes da música. O mundo melómano, ao menos, não lhe pode passar ao lado.
( Hugo torres – rascunho. net)

Teatro "Sopinhas de Mel"




Mina de Moiros Teatro
Texto de Teresa Rita Lopes
13,14,15 de Outubro, Sexta–Feira a Sábado, 21h30,Domingo,16h00, Grande Auditório.

Produção CASA das ARTES/Mina de Moiros Teatro

Sinopse
Vidas

Duas sombras numa via
Projectam o que não havia…
Uma é ferida e perseguida
Outra com fome de ser ouvida.

Uma carrega o que não tinha
Outra guarda a fada e a varinha.
Ambas sentem vontade de fingir:
Fugir ao corpo que as assombra
Fingir a alma que as “escombra”.
Uma é o fim e chegada
Outra é meta e caminhada…

Fingem a vida ou só a existência?
Inventam o génese ou a aparência?
Da resposta não querem saber:
Refazer o mundo ou reviver a infância
Interessa é a dúvida e o enigma
Da que foge e luta sem ânsia
E da que sonha, representa e mima.

Fel e mel misturam-se numa sopinha
Que se dá a uma bicho sem dono nem tecto,
Amparado pelo colo de uma menina,
Cuja casa de bonecas é uma ruela sem afecto.

Corpo e Sombra, Farsa e Verdade
São o acto ou prato que se serve frio
Àquele que viaja num telhado vadio,
Àquela que carrega o peso da feminilidade…


Isabel Morais Silva

FICHA TÉCNICA

Espaço Cénico, Figurinos e Encenação
Leonel Rocha

Interpretação
Francisco Oliveira e Silva
Marcela da Costa
António Leite
António Almeida

Desenho de Luz
Miguel Ângelo
Música e Efeitos Sonoros
Alberto Fernandes
Construção do Cenário
Xico Alves
Adereços e Maquilhagem
Mónica Samões
Operador de Luz e Som
Pedro Oliveira
Fotografia
António Freitas

segunda-feira, 2 de outubro de 2006

Programa Infantil/família


“Os ratinhos da família Mozart”
Teatro Musical

Música - W.A. Mozart - arr. - M. e J . Gallina
Libreto - M. e J. Gallina - adaptação – Catarina Ribeiro
Direcção musical: Catarina Ribeiro
Guarda – roupa: Zinha Barros
Cenários: Sandra Carvalho
7 de Outubro, Sábado, 18h30, Grande Auditório.
Produção: CASA das ARTES/Arteduca

A ArtEduca, os Pequenos Cantores de Amorim e a Escola de Música Valentim de Carvalho do Porto voltam a subir juntos ao palco, numa co -produção ArtEduca – Casa das Artes, desta vez para celebrarem o Dia Mundial da Música com uma homenagem ao compositor W. A. Mozart nos 250 anos do seu nascimento.
“ Os ratinhos da família Mozart” conta a história da vida do compositor W. A. Mozart, através dos olhos de uma família de ratinhos que habitou a sua casa há muitas gerações atrás e que passou o testemunho aos seus descendentes. A Música é uma colagem de obras de referência do compositor, com arranjos de M. e J. Gallina, interpretada por jovens artistas entre os 5 e os 15 anos de idade.
Um espectáculo para toda a família e uma forma única de conhecer um dos maiores compositores de toda a história da música.

Exposição de Fotografia de Paulo Freitas


De 3 de Outubro a 6 de Novembro no Foyer da CASA das ARTES

Tema: “The Tchaikovsky Girls”

Paulo Freitas nasceu em Braga no ano de 1975 e em 1995 formou-se em fotografia no Ministério da Defesa Nacional, tendo estagiado em Lamego, na Base Operacional dos Rangers.
Em 2000, torna-se fotojornalista “free-lancer” e, dois anos mais tarde, é galardoado com o “Grande Prémio Fotojornalismo Visão” e distinguido com 2 menções honrosas nas categorias de Natureza e Notícias.
Em 2003, vence o prémio “Fotojornalismo Visão” na categoria Retrato e, no ano seguinte, na categoria Notícias.
Expõe e publica regularmente desde o ano de 2000.

Jacinta em Famalicão


Jazz Vocal
6 de Outubro, Sexta –Feira, 22h00, Grande Auditório.

www.jacintaportugal.com

Jacinta está de volta com o segundo disco, "Day Dream", produzido pelo conceituado Greg Osby. Dias de sonho e de aventura pelo jazz em português, também com sotaque brasileiro.Jacinta foi a primeira portuguesa a gravar com o selo da Blue Note, uma das mais conceituadas editoras de jazz do mundo. Teve um passado de composição clássica e chegou até a ser vocalista de um grupo de rock sinfónico, mas foi no jazz que encontrou a energia musical. "Day Dream" é o segundo álbum. Um disco feito de muitos dias a sonhar que resultaram num "repertório que eu sempre amei como um suprasumo do repertório. É com grande satisfação que vejo estes temas, tocados desta maneira, (…) é a realização de um sonho, mesmo", diz a cantora.

Um contrabaixista de uma Orquestra Nacional decide contar como é vivida a sua solidão e confidenciar...


Visões Úteis “O Contrabaixo”
4 a 7 de Outubro, Quarta –Feira a sabádo,22h00, Café Concerto.

O café concerto da casa das artes recebe a peça musicada “O Contrabaixo”. O espectáculo, da companhia “Visões Úteis”, relata as desventuras de um homem e do seu contrabaixo. O instrumento mais importante da orquestra. O que parece uma velha gorda.Em palco estarão o actor Pedro Carreira e alguns músicos convidados, que encenarão a vida de um contrabaixista de uma orquestra nacional que decide contar como é vivida a sua solidão e confidenciar, com ironia amargurada, o seu amor não revelado por uma das sopranos da orquestra. Esta relação platónica encontra, no próprio contrabaixo, o seu maior obstáculo. Instrumento arcaico, que se ouve melhor quanto mais nos afastarmos dele, de aparência hermafrodita, desajeitado e incómodo, o contrabaixo torna-se, para este homem, no maior empecilho à liberdade e ao amor.Pelo discurso da personagem, isolada e frustrada, viajamos pela história da música e dos músicos e encontramos uma crítica sagaz à sociedade contemporânea. A apresentação, que dura cerca de 50 minutos, conta com texto de Patrick Süskind..

Ciclo de Música Erudita por Jovens Famalicenses

Comemoração do Dia mundial da Música e dos 250 anos de nascimento de A. W. Mozart
Programa principal - Concerto para dois Pianos e Orquestra em Mi bemol maior, KV 365 A. W. Mozart

Pianistas:
Ana Moreira da Silva
Rui Martins

Maestro:
Armando Vidal

Orquestra do Norte

1 OUTUBRO, Domingo, 21h30, grande auditório.

sexta-feira, 22 de setembro de 2006

UHF na CASA das ARTES



Rock Português
29 de Setembro, Sexta–Feira, 22h00, Grande Auditório.

A Casa das Artes de V. N. Famalicão recebe os UHF, no dia 29 de Setembro, depois do Coliseu de Lisboa (23 de Setembro) e antes do coliseu do Porto (5 de Outubro).
Os UHF, voltam aos discos de originais, com o cd "Há Rock no Cais" que promete ser um "regresso às origens" sonoras dos primeiros tempos do grupo, em finais da década de 1970. "Este é um álbum mais cru e um regresso às origens, com canções de amor e outras politizadas", afirmou o vocalista do grupo, António Manuel Ribeiro
O nome do álbum faz recordar o filme “Há lodo no Cais” e “não é coincidência”. A história do filme e a personagem “rebelde e inconformada” interpretada por Marlon Brando marcaram e inspiraram António Manuel Ribeiro. O inconformismo está também patente no álbum dos UHF, com “canções curtas, incisivas, de amor e também um pouco politizadas”. É não só é um regresso às origens da banda, mas também um regresso a uma “linguagem de rock muito pura e às canções de três minutos”.O primeiro single do novo álbum, “Matas-me com o teu Olhar”, surge com uma versão eléctrica e outra acústica, com a participação de um quarteto de cordas da Orquestra Metropolitana de Lisboa. De resto, todo o disco é “puro rock, sem teclas e só guitarra”, e representa o “culminar da grande cumplicidade que existe entre os membros da banda”. Uma cumplicidade que envolve uma “grande vontade criativa” para fazer novas canções e mostrar que, ao fim de quase três décadas, os UHF ainda estão vivos.

www.uhfrock.com