segunda-feira, 28 de março de 2011

PEIXE:AVIÃO - MADRUGADA

30 de Abril , sábado, 21h30, Grande Auditório

Entrada: 8 euros (Oferta de CD Madrugada) M/3 Duração: 80 m

http://www.peixeaviao.com/ www.myspace.com/peixeavia
Aqueles com memória mais curta serão tentados a ouvir em peixe : avião ecos de Radiohead e eles estão lá, efectivamente, mas enquanto herança de uma linhagem muito mais antiga, com genealogia nos pergaminhos de Canterbury e no rock progressivo dos primeiros Pink Floyd de Syd Barrett e dos Van Der Graaf Generator de Peter Hammill, passando pelo krautrock dos Faust ou dos Neu!. Mas se a estirpe é identificável, o que faz a singularidade de peixe : avião é a portugalidade que irradia, como se de repente tudo o que nos habituamos a associar à alma portuguesa, a melancolia dos seus poetas, o singelo das pequenas coisas, se cristalizasse em sons e palavras. Esqueçam o fado como Amália o popularizou e é macaqueado de Portugal ao Japão: o novo fado do século XXI é peixe : avião!

a praça de né barros

Dia mundial da Dança
Dança

29 de Abril, sexta, 21h30, Grande Auditório

Entrada: 10 euros (desconto de 20% a estudantes) M/12 Duração: 60 m


Em Vooum (1999) e No fly Zone (2000), trabalhos que contaram com a colaboração com o Daniel Blaufuks, o intérprete era o móbil da paisagem, desenhava o território e era território. O intérprete circulava ora num contínuo por um espaço construído com imagens de um exterior e de viagem (Vooum), ora num lugar fechado e assumidamente artificial (No Fly Zone). Neste novo projecto, a praça é um lugar especial de circulação, o lugar gerado por uma condição nómada, tal como o vídeo da praça exibido em cena. Na praça que atravessamos construímos um lugar ambulante. Representamos e somos representados. Somos a extensão da praça. Né Barros


Direcção e coreografia
Né Barros Vídeo Daniel Blaufuks Musica e interpretação ao vivo Alexandre Soares e Jorge Queijo Desenho de luz José Álvaro Correia Guarda-roupa styling Maria João Sopa Intérpretes Ángel Montero Vázquez, Joana Castro, Katja Juliana Geiger, Pedro Rosa Produção balleteatro Co-produção Culturgest

Lauda Sion - Felix Mendelssohn

Concerto de Páscoa Música- Coral Sinfónica 17 de Abril, Domingo, 18h00, Grande Auditório Entrada: 5 euros M/3 Duração: 80 m Ficha Técnica Orquestra Artave Coro CCM Maestro Luís Machado Solistas Soprano Marta Santos Contralto Mónica Pais Tenor Paulo Ferreira Baixo Job Tomé Co- Prdução CASA das ARTES de V.N. Famalicão/CCM/ARTAVE

terça-feira, 22 de março de 2011

OTELO, de WILLIAM SHAKESPEARE

Encenação Kuniaki Ida Com António Capelo, João Paulo Costa, Rita Lello, António Júlio, Rute Miranda, João Melo, entre outros ACE/Teatro do Bolhão Comédia/tragédia 16 de Abril, Sábado, 21h30, Grande Auditório Entrada: 12 euros M/12 Duração: 150 m (com intervalo de 10 minutos) “As nossas viagens ainda são as de Ulisses, os nossos trabalhos ainda são os de Hércules” diz George Steiner afirmando que só regresso às origens - aos clássicos e à sua força canónica, permite o novo e alimenta a nossa necessidade permanente de originalidade. Com a produção de Otelo, de W. Shakespeare, a ACE/Teatro do Bolhão regressa a uma das suas linhas nucleares de programação: a revisitação dos textos e dos autores mais emblemáticos da dramaturgia universal. O ciclo que propomos não é, evidentemente, literário mas teatral; no entanto constrói-se a partir de clássicos, essas raras obras que permanecem no Tempo, que nunca são esgotáveis, que cada geração tem necessidade de re-olhar e de tentar a sua leitura sempre incompleta. Pois, ao contrário da obra vulgar, o clássico não se deixa domesticar pela descodificação - “ o clássico é a obra significativa que nos lê”, diz Steiner de novo.Neste sentido uma encenação de Shakespeare constitui, provavelmente, o desafio de reinterpretação mais paradigmático que poderemos encontrar no universo teatral já que continuamos a procurar, há mais de quatrocentos anos, através de réplicas e releituras das suas obras, um conhecimento mais profundo de nós mesmos. Ficamos tentados a acreditar, como Peter Acroyd, que “Shakespeare ainda é o limite até ao qual conseguimos ver".

terça-feira, 15 de março de 2011

Amarelo Manga - Tour “A Cena do Livro Verde”

Música Brasileira 2 de Abril, sábado, 21h30, Grande Auditório Entrada: 10 euros M/3 Duração: 90 m http://www.myspace.com/amarelomanga Os Amarelo Manga são um projecto inovador, que funde o rico universo da cultura do Brasil com a música do Mundo. Além de apresentar uma mistura de instrumentos muito pouco explorados, ou até mesmo inexistentes no contexto nacional – como a interacção do violão com o vibrafone ou o steel drums –, há a destacar um conjunto de músicos de rara qualidade. Depois do primeiro disco, “Verso Preso”, datado de 2009, e muito elogiado pelo imprensa, é publicado este ano “A Cena do Livro Verde”, trabalho de exuberante maturidade, onde dupla Lilian Raquel e Cláudio César Ribeiro reafirma o seu bom gosto. Concerto obrigatório, com temas novos em estreia absoluta. Lilian Raquel - voz (Brasil) Cláudio César Ribeiro - guitarra e arranjos (Brasil) Nuno Campos- contrabaixo (Portugal) Luis Arrigo - percussão (Brasil) Toni Maresca - percussão e bateria (Brasil) Paulo Costa - percussão, vibrafone e steel drums (Portugal)

Patrulha

"Brincar à Música" com a Companhia de Música Teatral!
Workshop 1
1 de Abril de 2011 – Sala de Ensaios/PA
Sessões - 11h00; 14h00; 16h00
Participantes 25/30 por sessão + Acompanhantes/Professores
Entrada: 2 euros
Duração: 45 m
musicateatral.com

Tipologia: Experiência de música cénica e movimento com execução musical ao vivo.
Patrulha, replica com as crianças da Escola ou acompanhadas pelos Pais, o ambiente de interacção e as situações de criatividade e improviso que foram gravados com as crianças que participaram na EMB (Enciclopédia da Música). No fundo trata-se de fazer com que as crianças passem de ouvintes a músicos/artistas e de fazer com que, aos pouquinhos, o bichinho se comece a soltar. O espectáculo pode depois continuar em casa, ou na escola, com os CDs/ livros da Enciclopédia da Música com Bicho ou com outras edições da CMT. Todos os dias a fazer festinhas e a fazer a festa: num bocadinho de colo, um bocadinho de Pai, um bocadinho de Mãe, um bocadinho de Amigo

sexta-feira, 11 de março de 2011

Exposição de Fotografia de Inês Torcato


1 a 31 Abril , no Foyer da Casa das Artes
Titulo: “IDENTIDADE”.

“IDENTIDADE” é um projecto em constante evolução, transformação e metamorfose. Baseia-se no conceito de que o “eu” é também o espelho dos indivíduos que nos rodeiam e que de alguma forma desenrolam um papel neste palco em que vivemos. Assim, esta exposição mostra uma parte deste caminho de exploração como auto-ficção, na área da fotografia, estabelecendo um paralelo entre duas partes deste jogo de identidades e acrescentando ainda uma terceira: o “eu” como sujeito apenas capaz de se metamorfosear pela força de outros “eus” que o rodeiam, o “eu” que desempenha uma função na transformação do outro e o “eu” como singular consciente, capaz de filtrar estas influências, mas também incapaz de integrar um processo evolutivo sem elas.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Slimmy



Electro / Indie / Rock
26 de Março, sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 7 euros
M/3
Duração: 80 m
www.myspace.com/slimmyuk

26 e 27 de Março, Comemoração do Dia Mundial do Teatro


TU ÉS O DEUS QUE ME VÊ
Texto de Jacinto Lucas Pires, Encenação de Luís Mestre
Teatro
26 de Março, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/12
Duração: 60 m
teatronovaeuropa.pt.vu

Sobre Tu És O Deus Que Me Vê
Dois actores, Pai e Filho, falam-dizem, ou melhor, contam-nos uma história, uma mais-ou-menos bíblia formato de bolso. No fundo, estes dois actores não-actores tentam construir uma nova cidade e salvar-nos, a todos nós.

FILHO “Calma, Pai, deve ser o efeito das drogas.”
PAI “Eu vi. Eu vi.”
FILHO E diz o Filho do meio: “Não é melhor alguém chamar o médico?” Mas ninguém se mexe. A cara do Velho Pai formando palavras.
PAI “O nome de Deus é: Tu És O Deus Que Me Vê.”
FILHO “Pai?” Pergunta o Filho mais novo. “Pai?”
PAI “O nome de Deus é: Tu És O Deus Que Me Vê, e Tu És O Deus Que Me Vê diz-me para eu vos dizer que temos de partir. De sair, de largar tudo, e ir à procura do nosso lugar de verdade.”
FILHO “Mas sempre vivemos aqui”, diz o Filho mais velho.
PAI “O nosso país sonhado, o lugar onde seremos finalmente.”

Uma Cidade Livre
A ideia é refazer a Bíblia em formato cartão-postal. A história de um Velho que, às portas da morte, tem uma visão de Deus e vive. Isto é: larga tudo e sai pelo País com a família à procura do lugar prometido. É um caminho difícil, muito difícil, desesperante, mas também, no fim de tudo, revelador. No lugar procurado e achado, a família ergue, do zero, uma Cidade Nova. A Cidade cresce, prospera, e cristaliza-se rapidamente em velha lei. E agora? Que personagem temos de ser? Que ideia feita corpo? Que outra palavra, que puro gesto? Que revolução?
Jacinto Lucas Pires
Texto - Jacinto Lucas Pires
Encenação- Luís Mestre
Interpretação - António Parra e José Topa
Desenho de Luz - Joana Oliveira
Figurinos Cenografia - Ana Gormicho
Desenho de Som Sonoplastia - Luís Aly
Design Fotografia - Janina Brandão
Produção Executiva - Cândida Silva
Produção - Teatro Nova Europa
Co-Produção - As Boas Raparigas... e CASA das ARTES de V.N. Famalicão
Apoio - Visões Úteis
Estrutura Financiada pelo MC/DGArtes


CONDOMÍNIO - CANCELADO (por motivos de saúde de um dos intérpretes o espectáculo Condomínio foi cancelado. Pedimos as nossas mais sinceras desculpas.)
Texto de Mendes, Versão Cénica e Encenação de Luís Mestre
Teatro
27 de Março, Domingo, 16h00, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/12
Duração: 55 m
teatronovaeuropa.pt.vu

Sobre Condomínio
Um homem e uma mulher vivem numa garagem de um prédio de luxo. Pela conduta do lixo, chegam-lhes as novidades do dia.

HOMEM Pena não termos aquecimento ao contrário.
MULHER Lá isso é.
HOMEM Como é que se chama?
MULHER O quê?
HOMEM O aquecimento ao contrário?
MULHER Não aquecimento?

Texto - Ana Mendes
Versão Cénica Encenação - Luís Mestre
Interpretação - Ana Luísa Azevedo e Tiago Correia
Desenho de Luz - Joana Oliveira
Figurinos Cenografia - TNE
Banda Sonora Original - Manuel Bernardo Barbosa
Desenho de Som - Luís Aly
Produção - Teatro Nova Europa
Co-Produção - Balleteatro e CASA das ARTES de V.N. Famalicão
Estrutura Financiada pelo MC/DGArtes

Mentira ou travessura?

ALÉMDADANÇA
Dança
19 e 20 de Março, sábado e Domingo, 21h30 e 18h00, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/4
Duração: 70 m Mentira ou travessura? É mais um espectáculo desenvolvido e criado pela ALÉMDADANÇA em co-produção com CASA das Artes de Famalicão um espectáculo de Dança baseado no livro de Carlo Collodi ”As aventuras de Pinóquio”, este é um livro extremamente imaginativo, onde a figura do Pinóquio se apresenta em variadas situações, umas divertidas outras não ,mas todas com uma grande lição de vida implícita. Ao mesmo tempo o Pinóquio interage com diferentes personagens, que assumem ao logo da história diferentes papéis e funções. Exploramos estas situações aparentemente ambíguas para criarmos a nossa própria história.
Construímos a nossa História… o nosso Espectáculo…e é este que trazemos aqui á Casa das Artes para partilhar convosco.
Não podemos deixar de estar gratos à Casa das Artes por acreditar em nós e continuar a apostar neste trabalho de formação artístico e cultural, pois só assim é possível realizar o nosso sonho.
Mentira ou travessura? É uma forma criativa e divertida de sentir a Dança e o Mundo…Viagem connosco! Junte –se a nós!

Então, e se…

Baú dos Segredos
Teatro
3 e 4 de Março, Quinta e sexta, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 3 euros
M/3
Duração: 90 m

SINOPSE:
Uma cidade, …uma ilha!
Um desejo, atirado ao ar, com toda a raiva.
Sem ser pensado, como muitos que formulamos todos os dias, sem contudo, pensarmos nas consequências que deles nos podem chegar, através do tempo…
É de manhã, um estranho murmúrio, cobre a cidade.
Jovens percorrem as ruas algo desorientados…
Não há luz, nem água.
Os telefones estão mudos, a internet não pega, todo o tipo de comunicação com o mundo lá fora, simplesmente, parou de funcionar.
Espera! Onde estão os adultos? Para onde foram?
Que fenómeno ocasionou o seu desaparecimento?
Será isto o início de uma nova era? Ou um pesadelo do qual vamos acordar a qualquer momento?
Um tempo e um lugar onde a palavra grupo, toma uma nova importância e dimensão…
Um pedaço da vida de gente jovem, que tenta construir onde outros falharam e onde as dificuldades fazem brotar de cada um o melhor… e o pior!
Sim, vamos imaginar!
Então, e se…
Ficha técnica
ENCENAÇÃO & TEXTOS - João Regueiras
ELENCO - Alunos da Classe A do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO - Ana Regueiras
DIRECÇÃO MUSICAL - Rui Mesquita
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO - Cármen Regueiras, Emília Silva, Sofia Silva & Marta Silva
CENOGRAFIA - João Regueiras
LUZ & SOM - Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO - Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO VÍDEO - Oficina - Escola Profissional do Instituto Nun’Alvres

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

VIP MANICURE - A CRISE

12 de Março, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/12
Duração: 80 m
Denise e Maria Delfina que sempre estiveram em crise são, tal como todos os portugueses, vítimas da situação do país e estão à beira da falência. Fazem “nails” por esse país fora, como diz Denise: “nails em tournée” e andam também, segundo ela, “com o corner aos saltos”. Como fazer “nails em gel” passou a ser um luxo, Denise resolve promover o “corner” oferecendo a quem fizer “nails” um pequeno show em que Maria Delfina com o seu talento para cantar e fazer imitações se exibe. Denise ensaia-a nas suas imitações que irão desde cantores conhecidos a figuras da política, do futebol ou do social nacional e estrangeiro. Este é um espectáculo muito divertido e dinâmico que agrada a todas as faixas etárias, mantendo as características destas duas personagens e a relação entre elas.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Mulberry Wind Quintet

Royal College of Music de Londres - Inglaterra

Suzannah Watson - Flauta; Bethany Elliott - Oboé; Hannah Murphy - Clarinete; Amy Innes - Trompa; Grace Harvey - Fagote

Música erudita
11 de Março, sexta, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 80 m

Programa
Verdi
, La forza del destino: Overture, (arranjo para quinteto de sopros)
Danzi, Quintet Op.86 no.1
Ravel, Pièce en forme de Habenara
Hindemith, Kleine Kammermusik für 5 Blaser Op.42/2
Intervalo (10 mins)
Ibert
, Trois pieces breves

Nielsen, Quintet Op.43, 1o. Andamento
Parker, Missippi Five
Françaix, Quintet no.1, 4o. Andamento

Produção – Harmos FESTIVAL

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

ANAQUIM - “As Vidas dos Outros”


5 de Março, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 90 m
http://www.myspace.com/anaquim.info

José Rebola, o compositor e letrista deste “As Vidas dos Outros”, desmultiplica- se deveras em mil personagens de um bairro imaginário e familiar onde se passa de criança para adulto depressa demais, tentando teimosamente guardar as histórias, os cenários e as personagens que parecem desaparecer juntamente com todas as nossas ternas e frágeis fantasias de infância.
É na primeira pessoa que Rebola canta as vidas dos outros, vidas onde falta sempre qualquer coisa, como em todas, e entre a decepção e o desamor a tónica dominante é a que tem acompanhado desde sempre trovadores e rock’n’rollers: a recusa em engrossar a multidão de vidas estereotipadas só porque é suposto já termos idade para ter juizinho, a vontade de adiar o compromisso e a resignação enquanto não nos sentirmos bem resolvidos connosco, a mágoa romântica que se protege desdenhando do amor que tanto anseia, em suma, o relato da eterna
luta entre as nossas razões privadas e as vidas dos outros, esse lugar sempre estranho a que chamamos humanidade.
Em todas as canções, escritas com clareza e generosidade, Rebola consegue colocar sempre um dilema moral em destaque (“As Vidas dos Outros”, “Lídia” ou “Horas Vagas”), contar uma história em modo de lenda popular (“Vampiros”) ou pintar com detalhe e cor um quadro de quotidiano
(“Na Minha Rua” ou o divertido e folclórico dueto com Ana Bacalhau, do grupo Deolinda, “O Meu Coração”): musicalmente, o clima é de festa, de celebração, entre New Orleans, os Balcãs e a Feira Popular, com rigor instrumental e imaginação, energia e empenho. “As Vidas dos Outros”, revelanos um talentoso músico, compositor e letrista, acompanhado de excelentes instrumentistas e de
uma atitude lúdica e divertida, pois, como disse José Rebola, a música deve ser também entretenimento e folia, sugerindo que a melhor forma de enfrentar os nossos medos e monstros é
fazendo os dançar.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Momentos da CASA das ARTES - 10 anos




Exposição de fotografia de António Freitas.
1 a 31 Março, no Foyer da Casa das Artes V.N. Famalicão.
A CASA das ARTES cumpre este ano (2001/2011) 10 anos. Ao longo destes anos, apresentou uma variedade muito grande de projectos artísticos, que vão desde as artes plásticas, música, teatro, dança....entre outros, procurando concretizar o seu objectivo de criação, fruição e apresentação de projectos artísticos de todos e para todos.
Ao longo destes 10 anos, a CASA das ARTES teve a ajuda de centenas de milhares de pessoas que estiveram connosco, que nos visitaram e fizeram com que este teatro se tornasse num espaço de qualidade e de incontornável passagem de artistas e criativos locais, nacionais e internacionais. No entanto, e apesar deste aniversário ser um momento marcante, este espaço tem a obrigação de continuar a potenciar e a desenvolver o trabalho artístico e a cultura, promovendo, de forma exigente, a capacidade de análise critica e interpretativa individual e colectiva da nossa sociedade, e valorizar o trabalho criativo como veículo, absolutamente incontornável, do progresso estrutural do pensamento empreendedor, sendo esse elemento, o que mais valoriza e traduz a diferença relativamente ao desenvolvimento sustentável de uma comunidade, de um país.
A CASA das ARTES de V.N. Famalicão agradece toda a simpatia e atenção dos vários agentes públicos e privados que, nestes anos, nos acompanharam e nos ajudaram neste percurso de afirmação e promoção da arte e da cultura na nossa região, no nosso país.


OBRIGADO!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

CAMANÉ – DO AMOR E DOS DIAS


Fado
26 de Fevereiro, sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 15 euros
M/3
Duração: 90 m

“A meu favor tenho o verde secreto dos teus olhos
Algumas palavras de ódio algumas palavras de amor
O tapete que vai partir para o infinito. Esta noite ou uma noite qualquer (…)”
(extraído do poema “A meu favor” de Alexandre O’Neil)
Concerto de apresentação de novo disco – DO AMOR E DOS DIAS

TERRA-MÃE

Dia Internacional da Língua Materna
21 de Fevereiro, segunda -feira, 21h30, Café Concerto.
Entrada: Livre
M/3
Duração: 60 m
“ TERRA-MÃE “ é um projecto original em torno da poética de Miguel Torga.
Intercala poemas cantados, apresentados num formato minimalista – guitarra/voz –, com poemas declamados.
Os poemas escolhidos remetem-nos para veios temáticos importantes no universo poético de Miguel Torga, como o canto das coisas elementares; a simplicidade poética, inspirada na natureza; o sentimento telúrico; o forte apego à terra; a apologia da terra firme e das raízes que nela se cravam; valorização da realidade rural, terrena; valorização da sabedoria da terra.
Concepção, voz e guitarra – Ivo Machado
Declamação – António Sousa
Produção – CASA das ARTES de Famalicão

“NÃO” por Helder Guimarães

Vencedor, em 2006, do galardão máximo, que pode ser conquistado no ilusionismo, sendo coroado Campeão Mundial de Magia.
Espectáculo de Magia e Ilusionismo
19 de Fevereiro, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/12
Duração: 70 m

Já pensou quantas vezes na sua vida se deixou enganar? Gostava de perceber o porquê desses enganos? Ao longo dos últimos anos, Helder Guimarães tem desenvolvido conhecimento na área da memória e percepção visual e apresenta agora um espectáculo que revela como a mente humana pode ser facilmente enganada. Sim, repetimos: FACILMENTE! Não queremos com este texto chamar “limitado” ao cérebro de cada espectador que irá ver o espectáculo... Mas, de facto, é a verdade. Porque todos nós temos limites e o cérebro não é excepção. Baseando-se em ilusões de óptica, problemas de pensamento lateral, estatísticas e humor, este espectáculo combina a arte da magia com a arte de pensar. Ou, por outras palavras, a arte de não-pensar. Venha divertir-se à luz da arte do engano e aprenda como é que se engana alguém.
PS: As técnicas que se ensinam neste espectáculo devem ser apenas usadas para fins lúdicos.

Criação e interpretação: Helder Guimarães
Designer gráfico: Catarina Marques
Música original: Pedro Marques
Figurinos: Fátima Carvalho
Operação: Dário Pais
Voz off: Rodrigo Santos
Vídeo: Cimbalino FilmesAssessoria técnica: José Manuel Guimarães
Produção: A Origem do Mundo

“Encalhadas!” - ESGOTADO!

Com Helena Isabel, Maria João Abreu e Rita Salema
Teatro musical
11 de Fevereiro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório .
Entrada: 12 euros
M/12
Duração: 90 m
http://www.encalhadas.net/

Sinopse
“Encalhadas!” é uma comédia musical que satiriza as angústias e prazeres de mulheres de diferentes classes sociais que em determinada altura das suas vidas se encontram sós, privadas de amor, carinho e sexo.
Aparentemente convivem bem com o problema, mas ao longo do espectáculo apercebemo-nos, através dos seus monólogos nocturnos, que não é verdade.
Estas mulheres, apesar de possuírem características bem diferentes, encontram dificuldades muito semelhantes ao tentar lidar com o problema da solidão.
Todas as situações são apresentadas em forma de quadros bem-humorados: na academia de ginástica; no cabeleireiro; na sex-shop; etc; até que descobrem que possuem também em comum o mesmo homem, Ernesto, marido de Cristina, amante de Graça e reprodutor do filho de Cecília.
A primeira encalhada, Cecília, é solteirona convicta. Tem muitos namorados, mas não se consegue fixar em nenhum, colocando defeitos insuperáveis em todos. É representante do famoso “complexo de cinderela”. É apresentadora de um programa de televisão onde aconselha mulheres solitárias, presidente da A.S.A (Associação das Solitárias Anónimas) e psicóloga. O seu maior conflito é querer ter um filho, já que descendente de uma família conservadora, que valoriza de sobremaneira a maternidade. Assim, decide procurar um reprodutor.
Cristina, encontra-se casada no início do espectáculo, mas não menos só. O seu marido, um empresário de sucesso, viaja muito e não lhe dá atenção.
Ex miss Valongo, saiu do concurso directamente para o casamento. Ao fim de dez anos descobre que foi traída durante esse tempo todo e decide divorciar-se. O divórcio deixa-a sem dinheiro e a partir daí começa “difícil tarefa” de encontrar outro homem que a sustente.
A última encalhada, Graça, é maquilhadora do mesmo programa de televisão onde Cecília é apresentadora. É também vendedora de produtos eróticos. O seu grande sonho é casar-se, mas por questões do destino só se envolve com homens comprometidos, acabando por viver sempre o papel da amante. O seu maior desafio é encontrar um homem que deixe a mulher para casar com ela.

Comédia Musical “Encalhadas!”
De Miriam Palma e Isabel Scisci
Adaptação Ana Bola
Encenação Heitor Lourenço
Com Rita Salema, Helena Isabel e Maria João Abreu
Produção Sola do Sapato