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A nossa vida não é mais do que uma sequência de coisas que nos acontecem. Coisas bonitas, feias, boas, más, românticas ou mesmo aborrecidas. Coisas que nos acontecem em grupo ou em privado, coisas que guardamos para nós ou que partilhamos com o mundo. São estas coisas que, quando encaradas com sentido de humor, são o ponto de partida para as histórias que tanto gostamos de contar aos amigos.
Neste espectáculo, Pedro Tochas quer partilhar as suas coisas. Nada como rir em conjunto com as pequenas coisas da vida. Porque rir das coisas, em grupo, é muito melhor!
Autoria e Interpretação - Pedro Tochas Fotografia - Raquel Viegas
UTTER (total, completo, absoluto, extremo) foi a palavra inglesa escolhida pelos membros da banda bracarense para traduzir o conceito estético e artístico que procuram atingir e transmitir na música que concebem.
“Into the Light”, 1º single do novo álbum, foi distribuído através da AWAL (Artist Without a Label) a partir do dia 18 de Novembro de 2010 e rapidamente recebeu a atenção de várias rádios nacionais e internacionais (tendo alcançado o número 4 no Índice A3-30 da Antena 3). O videoclip do single estreou na Supajam, plataforma digital de promoção de bandas independentes, rodando em países como o Reino Unido, Canadá e Estados Unidos, entre outros.
Em Janeiro de 2011, o tema “First Trip” foi disponibilizado para download gratuito, em exclusivo em Portugal, no site da Antena 3, mas também em países como os Estados Unidos, Reino Unido e Itália.
Rapidamente recebem a atenção do mundo, tendo feito a primeira parte da banda Indie Rock Feeder (País de Gales, Reino Unido) no Hard Club do Porto, em Março de 2011.
Com o selo da Rastilho Records, o novo álbum “Empty Space” marca então o regresso do quinteto UTTER (Gil, Humberto, Zezen, André e João) aos discos de originais, que chegou às lojas no dia 16 de Maio, antecedido do novo single “In the End”, lançado a 18 de Abril de 2011.
É um espectáculo para pais e bebés que explora o universo de J.S. Bach como elemento de mediação para a comunicação musical entre adultos e crianças muito pequenas. É a primeira acção do projecto “The HandyBach Project”, um laboratório conceptual que visa desenvolver estratégias criativas para uma aproximação à Música através da re-invenção musical e teatral da música de Bach.
Sábado (15 de Out.) | 10h30; 15h30 (para bebés);17h30 (meninos(as) de 3/ 4 anos ) | Domingo (16 de Out.) | 10h30 (para bebés) | Pequeno Auditório
Nota: até 15 bebés com idade até 24 meses / até 15meninos(as), acompanhados de seus pais.
AliBaBach fundamenta-se na vasta experiência da CMT em projectos com ou para bebés, como BebéBabá, BebéPlimPlim ou Andakibébé, em que se expõem os bebés a estímulos musicais ricos e contrastantes, a elementos basilares da construção do discurso musical e da sua compreensão (como padrões melódicos e rítmicos), e em que se promovem interações e a comunicação entre pais e bebés através de jogos baseados em elementos musicais.
AliBaBach foi construído a partir das variações Goldberg, num exercício livre em que elementos de cada uma das variações deram origem a novos quadros que conjugam música, dança e teatro. Atravessa uma variedade de características musicais contrastantes (pulsações, tonalidades), radicada na voz dos dois intérpretes (abordada com plasticidade e com referências claras a várias influências da músical vocal erudita e étnica) e com a intervenção pontual de instrumentos de brincar.
AliBaBach alterna momentos de energia com outros de grande interioridade, com um humor delicado e subtil, num registo íntimo e poético, de grande proximidade e interactividade com o público. É um convite para que Pais e Bebés entrem na Música (e na de Bach em particular) de ouvidos e olhos abertos
Ficha Artística
Concepção e Produção- Companhia de Música Teatral
Música e Direcção Artística-Paulo Maria Rodrigues
Pesquisa e Gestão de Recursos Educativos- Helena Rodrigues
Cenografia e Figurinos- ® de Nós:, Ana Guedes, José Simões, Paulo Rodrigues (coord.)
Esta criação é uma humilde homenagem ao pintor holandês que se tornou no paradigma do “artista maldito” que não vê a sua obra reconhecida; ao homem cuja vida é a história de um fracasso, em busca, primeiro da verdade religiosa e, mais tarde, da arte. Van Gogh acabou sozinho, doente e, dizem alguns que louco, até se suicidar, aos 37 anos, em Auvers-sur-Oise em França.
Sinopse:
Vincent Van e Gogh são três dos personagens que ocupam um espaço com pincéis, telas, chapéus e cavaletes. Através da relação e o jogo destes personagens com os objectos emergem figuras e situações que marcaram a vida e a obra de Van Gogh. Um espectáculo visualmente poético, onde se sugerem algumas das mais emblemáticas obras de Van Gogh.
A narrativa não é cronologicamente linear o que permite situações cénicas que nos transportam para ambientes de delírio, de inquietude e de desconcerto, às vezes associados a alguma ironia e humor. O espectáculo oscila assim entre o drama e a comédia, a realidade e a imaginação, entre a vida e a arte.
Quadros de Vincent, Van e Gogh:
Girassóis
Hospital de Saint-Remy
Os Comedores de Batatas
Paris
A Casa Amarela em Arles
Auto-Retrato com Orelha Ligada
Hospital de Saint-Remy II
Dr. Gachet
Campo de Trigo sem Corvos
Última Carta para Vincent
Ficha Técnica/ Artística:
Criação e Interpretação - Noelia Domínguez, Sérgio Agostinho e Ángel Fragua
"Brincar à Música" com a Companhia de Música Teatral! 6 de Outubro – Sala de Ensaios/PA
Sessões - 11h00; 14h30; 16h00
Participantes 25/30 por sessão + Acompanhantes/Professores
Tipologia: Experiência de música cénica e movimento com execução musical ao vivo. Patrulha, replica com as crianças da Escola ou acompanhadas pelos Pais, o ambiente de interacção e as situações de criatividade e improviso que foram gravados com as crianças que participaram na EMB (Enciclopédia da Música). No fundo trata-se de fazer com que as crianças passem de ouvintes a músicos/artistas e de fazer com que, aos pouquinhos, o bichinho se comece a soltar. O espectáculo pode depois continuar em casa, ou na escola, com os CDs/ livros da Enciclopédia da Música com Bicho ou com outras edições da CMT. Todos os dias a fazer festinhas e a fazer a festa: num bocadinho de colo, um bocadinho de Pai, um bocadinho de Mãe, um bocadinho de Amigo.
Redefinição e memória como metodologia para um projeto artístico contemporâneo: 10 anos de projetos – do Artemosferas ao I.M.A.N.
Sondando a permanente indeterminação e redefinição das práticas artísticas, aí está mais uma edição do PROJECTO I.M.A.N.. Este ano é tempo de reescrever a memória, através da análise de uma década de projetos essenciais, que se iniciou no Porto, em 2001, com o projeto programático Artemosferas. Cumpriu-se um ciclo que de forma dinâmica contribuiu para a recente paisagem da prática artística em Portugal. É momento de o referir.
Embora a motivação principal do PROJECTO I.M.A.N. advenha do território das artes plásticas, a programação estende-se, para além das exposições, a concertos, performances, workshops, projetos de experimentação e divulgação, ou de discussão sobre o estado e expansão das possibilidades da arte dos nossos dias.
Tudo isto acontece nas datas assinaladas e em rede entre o Theatro Circo (Braga), a Casa das Artes (Famalicão), o Centro Cultural Vila Flor (Guimarães) e os Ateliers Mompilher (Porto), atual sede do PROJECTO I.M.A.N
1 de Outubro | Sábado
22h00 |Foyer
Inauguração da Exposição TEMPO EMPRESTADO TEMPO MODIFICADO#
22h45
Dia mundial da Música
O SOM DOS ARTISTAS
Performance, Video, Poesia, Dança, Concerto, Ritual.
Café Concerto / HHY & THE MACUMBAS - Concerto /Performance Grande Auditório / No Hay Banda #1 - A partir de Mulholland Drive de David Lynch (Ideia de Alexandre A.R. Costa, Encenação de Paulo Brody) - Performance Grande Auditório/ Walden mostra de processo (Isabel Costa, Filipe Caldeira) + música de Tiago Sousa - Dança / Som / Ensaio / Performance Pequeno Auditório / Alice no País das Maravilhas power trio - Jam Session Cave / A Cultura em ensaio - Ensaio / Música / Performance 1º Piso / José Aguiar + Pedro Moniz - Poesia / Guitarra / Performance Entrada-Foyer / Talvez por acaso, mas não um acidente! #1 (Kanukanakina) - Performance, Som experimental Exterior-Interior / Plácido Fole (O Andaime) - Performance / Acção sonora deambulante
19 de Outubro |10h00 | Quarta-feira | Parque fechado
Workshop de Experimentação plástica
Orientação: Augusto Costa
Assolada pela doença, vagueia pelo castelo, sozinha, grávida no fim do tempo, parece que adivinha a morte que se aproxima. Cai e dá à luz nas pedras frias do chão. Depois, a vida abandona o seu corpo real, que protege o bebé, num último abraço maternal.
Destroçado, o Rei, encontra-a, despede-se dela e toma a criança dos seus braços.
Assim começa a história de Branca de Neve. Uma princesa com um futuro atribulado.
O seu pai, o Rei, durante uma viagem, apaixona-se, estranhamente, por uma misteriosa mulher e a torna sua rainha…
Mas,… quem é esta mulher?
Que ódio é este, que nutre pela princesa? E porquê?
Porque se comporta o pai de forma diferente quando ela está presente?
A vida da pobre princesa está inevitavelmente condenada desde que se cruza com aquela mulher…
ENCENAÇÃO & TEXTOS
João Regueiras
ELENCO
Alunos da Classe B do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO
Ana Regueiras
DIRECÇÃO MUSICAL
Rui Mesquita
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO
Cármen Regueiras, Emília Silva
Sofia Silva & Marta Silva
CENOGRAFIA
João Regueiras
LUZ & SOM
Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO
Casa das Artes
Baú dos Segredos
PRODUÇÃO VÍDEO
Oficina - Escola Profissional do Instituto Nun'Alvres
Esta fábula, não é mais do que uma adaptação ao palco da obra “Animal Farm” de George Orwell.
Quando foi publicada pela primeira vez, em 1945, foi uma obra polémica por criticar a política da União Soviética estalinista. Se bem que, na realidade, ela critica todos os tipos de totalitarismo, venham eles de onde vierem.
Assim, vimos falar-vos dos últimos tempos da vida da Quinta Manor.
Foi uma das mais bonitas do sul da Inglaterra. Hoje é só uma sombra…abandonada…de onde todos foram debandando, a pouco e pouco… Um amontoado de ruínas, que as plantas daninhas invadiram, cobrindo tudo!
Uma imagem de um tempo passado… mas ainda recente na memória de todos… homens e animais!
Esta história é uma fábula!
Nela os animais falam, como os humanos. Tal como naquelas que escreveu o Sr. La Fontaine, no século 17.
Jones era o dono da Quinta Manor. Uma quinta, que durante anos foi um exemplo de abundância, mas que foi definhando por causa dos tempos difíceis que se viviam em Inglaterra. As dívidas foram-se acumulando e Jones, cada vez mais desiludido com a sua sorte, afogava as suas mágoas, numa caneca de cerveja, no Leão Vermelho, a taberna da aldeia!
O facto começou a repetir-se de dia para dia e os animais começaram a ser esquecidos. As manjedouras estavam vazias, enquanto no celeiro havia sacos de grãos e rações que bem chegavam para alimentar toda a quinta, fechados a sete chaves, longe dos olhar dos animais.
Estes começaram a ficar revoltados.
Foi assim que tudo começou!
ENCENAÇÃO & TEXTOS
João Regueiras
ELENCO
Alunos da Classe A do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO
Ana Regueiras e Sérgio Rocha
DIRECÇÃO MUSICAL
Rui Mesquita
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO
Cármen Regueiras, Emília Silva
Sofia Silva & Marta Silva
CENOGRAFIA
João Regueiras
LUZ & SOM
Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO
Casa das Artes
Baú dos Segredos
PRODUÇÃO VÍDEO
Oficina - Escola Profissional do Instituto Nun'Alvres
Este espectáculo, com doze bailarinos (cinco homens e sete mulheres), apresenta novas criações de grandes artistas, incluindo finalistas do Place Prize, Ben Duke e Eva Recacha, os coreógrafos internacionais Jorge Crecis (Espanha) e Martin Forsberg (Suécia) e ainda uma versão especialmente, adaptada da lendária dança de Jeremy James, My Big Pants.
Edge – London Contemporary Dance School com espectáculos e workshops únicos em Famalicão, 4 a 10 de Julho.
Pelo nono ano consecutivo e a convite da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Escola de Dança Alemdadança, a Companhia Dança Contemporânea de Londres - EDge, sedeada no “The Place, apresenta na Casa das Artes, dois espectáculos únicos em Portugal.
Neste contexto, será organizado workshops com a Companhia Inglesa, entre 4 e 10 Julho, das 15h00 às 18h00, para participantes entre os 11 e os 25 anos. As inscrições encontram-se abertas até ao dia 30 de Junho, máximo de 30 participantes, o custo 40 euros (Os participantes dos workshops tem um bilhete de oferta para um dos espectáculos do EDge, podendo escolher o dia 7 ou 9 de Julho).
Não é necessário possuir qualquer experiência na área da dança, pois este projecto será baseado na experiência “real e individual de cada formando”. No final, 10 de Julho, será apresentado ao público, juntamente com a companhia inglesa, o resultado dos workshops.
Estará presente, mais uma vez, a artista multimédia Sónia Rodrigues.
Depois dos Ornatos Violeta, dos Pluto e dos Supernada, Manel Cruz regressa aos palcos com o projecto Foge Foge Bandido. Resultado de muitas experiências e partilhas, «O Amor Dá-me Tesão/Não Fui Eu Que Estraguei» é um livro com dois CD – uma obra – que pode ser visto como um filme, em que as músicas e as histórias desenham narrativas imaginárias e estabelecem uma comunhão entre a identidade do autor, intérprete dos seus sentimentos, e do ouvinte, intérprete do intérprete segundo os seus sentimentos.
Um projecto que nasce da espontaneidade e cuja multiplicidade de instrumentos utilizados demonstra a liberdade e a predisposição de Manel Cruz e todos os músicos, amigos (pessoas e animais), desconhecidos e família com que ele se cruzou ao longo do processo de criação desta obra.
Terminado o período de encubação das canções, Foge Foge Bandido está pronto para os palcos depois de tantos pedidos e crescente expectativa. Durante 2010, Manel Cruz, Nuno Mendes, Eduardo Silva, Nico Tricot e António Serginho vão apresentar, nos auditórios e cine-teatros, os temas de «O Amor Dá-me Tesão/Não Fui Eu Que Estraguei» em versões adaptadas ao quinteto que constitui, agora, o projecto Foge Foge Bandido.
“O Foge Foge Bandido foi um namoro de acasos, descobrir a música das pessoas e não dos músicos e atribuir ao tempo a tarefa de seleccionar o material. Foi tentar ao máximo expressar o processo, com a consciência, claro, de que o acaso se estende ao próprio entendimento desse processo e de que se calhar não percebi nada” – Manel Cruz
Segundo Jorge de Sena: "Se pouco sabemos de Camões, biograficamente falando, tudo sabemos da sua persona poética, já que não muitos poetas em qualquer tempo transformaram a sua própria experiência e pensamento numa tal reveladora obra de arte como a poesia de Camões é."
Este espectáculo é um exercício imaginário a partir de “pistas” encontradas na obra e nos estudos biográficos de Camões.
Aqui não viajamos até 1524 (possível data do seu nascimento). Aquilo que veremos, não acontece em data específica. Acontece no passado, no presente e no futuro. Pois é aí que encontramos Camões. Na sua intemporalidade, no espaço-tempo por excelência dos grandes génios que os mantém sempre actuais.
Aqui baptizamo-lo de “KaMoNs”, poderia ser um nickname da internet, poderia ser um nome de código militar, poderia ser o próprio Camões.
E aqui veremos um homem que quis viver neste mundo, alegre e contente somente, contentando-se com pouco, mas a dura realidade mostra-lhe que não é bem assim.
Camões escreveu os seus poemas conforme viveu. Foi um poeta marcado por múltiplas experiências. Como todos nós. Mas da dureza que a realidade lhe apresentava, brotou uma obra singular que nos define enquanto cultura e enquanto parte da Humanidade
Ficha Técnica
Dramaturgia, Sonoplastia e Encenação: Nuno J. Loureiro Interpretação: Romeu dos Anjos e Helder Melo Operação de Luz, Som e Direcção de Cena: Simão Barros Produção, Design de Cartaz e Programa: Teatro Construção
Os Dead Combo são Tó Trips e Pedro Gonçalves, músicos que encarnam duas personagens que poderiam ter saído de uma BD: um gato-pingado e um gangster.
Formado em 2003, o grupo já lançou 5 álbuns, três dos quais galardoados com “Álbum do Ano” e “Álbum da Década” em Portugal.
Dead Combo & Royal Orquestra das Caveiras é um espectáculo muito especial em que aos Dead Combo se junta a Royal Orquestra das Caveiras (composta por uma secção de metais, piano e bateria). Depois do enorme sucesso da sua primeira apresentação no Teatro São Luiz, em Lisboa, em Novembro de 2009 e que deu origem a um DVD lançado em Junho de 2010, os Dead Combo & Royal Orquestra das Caveiras realizam uma Tour nacional, para apresentar o espectáculo que serviu de base ao DVD.