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terça-feira, 10 de maio de 2011
“AO ESPELHO DE UM PIANO” de Rui Mesquita
quarta-feira, 27 de abril de 2011
João Pedro Pais na CASA das ARTES com apoio da RFM
terça-feira, 26 de abril de 2011
Oresteia

27 e 28, sexta e sábado, 21h30, Grande Auditório Entrada: 3 euros
M/3
Duração: 80 m
“A Oresteia, constituída pelo Agamémnon, as Coéforas e as Euménides, é uma obra prima da literatura dramática de todos os tempos. Lirismo e drama raramente realizaram uma simbiose tão perfeita no afrontamento das questões morais e religiosas que se põem ao homem num mundo sempre em crise. Crise que, na visão augusta do Poeta, atinge os próprios deuses, empenhados, também eles, na realização mais perfeita da justiça, porque de justiça essencialmente se trata neste drama de proporções cósmicas.
Curso profissional de Artes do Espectáculo – Interpretação, do Externato Delfim Ferreira
in, Oresteia)
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Fernando Tordo
21 de Maio, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 70 m
Fernando Tordo, começou a cantar aos 16 anos pelo que, com 46 anos de carreira, é hoje um dos mais reconhecidos cantores da música ligeira portuguesa. Passou pela pop-rock nos Deltons e nos famosos Sheiks nos anos 60. Em 1969, no Festival da Canção, conhece o poeta Ary dos Santos e torna-se no portador musical da sua poesia. No entanto, Tordo, sempre compôs e tocou além de cantar. Nos intervalos da música, gosta de pintar e de escrever, tendo publicado até hoje dois romances: “Fantásticas, Frígidas e Mentirosas” e “Se não Souberes, Copia”.
Neste espectáculo, da cariz muito intimista, apenas com piano e voz, interpreta alguns novos temas do futuro álbum a lançar no final do ano, que se chamará “Por este andar”, cantando também clássicos como “Adeus Tristeza”, “Cavalo à solta”, “Tourada”, “Se digo meu amor”, ”Balada para os nossos filhos”, “Estrela da Tarde”, “Cinema Paraíso”, “Chegam palavras” entre outras canções que fazem parte da história musical do nosso país.É um encontro marcado pela relação de proximidade que o cantor estabelece com o seu público através do prazer que revela em cima do palco, pois ele é também um grande comunicador.
No seu historial, conta com 28 álbuns gravados, todos eles de grande qualidade.
Esta passagem pela Casa das Artes faz parte de uma digressão que assinala o novo disco de originais do artista, bem como os seus 46 anos de carreira.
terça-feira, 12 de abril de 2011
A Menina Do Mar de Sophia de Mello Breyner
AT FREDDY’S HOUSE
segunda-feira, 4 de abril de 2011
JOÃO PEDRO PAIS- “Improviso” –
segunda-feira, 28 de março de 2011
PEIXE:AVIÃO - MADRUGADA
a praça de né barros
Dia mundial da Dança Lauda Sion - Felix Mendelssohn
Concerto de Páscoa Música- Coral Sinfónica 17 de Abril, Domingo, 18h00, Grande Auditório Entrada: 5 euros M/3 Duração: 80 m Ficha Técnica Orquestra Artave Coro CCM Maestro Luís Machado Solistas Soprano Marta Santos Contralto Mónica Pais Tenor Paulo Ferreira Baixo Job Tomé Co- Prdução CASA das ARTES de V.N. Famalicão/CCM/ARTAVE terça-feira, 22 de março de 2011
OTELO, de WILLIAM SHAKESPEARE
Encenação Kuniaki Ida Com António Capelo, João Paulo Costa, Rita Lello, António Júlio, Rute Miranda, João Melo, entre outros ACE/Teatro do Bolhão Comédia/tragédia 16 de Abril, Sábado, 21h30, Grande Auditório Entrada: 12 euros M/12 Duração: 150 m (com intervalo de 10 minutos) “As nossas viagens ainda são as de Ulisses, os nossos trabalhos ainda são os de Hércules” diz George Steiner afirmando que só regresso às origens - aos clássicos e à sua força canónica, permite o novo e alimenta a nossa necessidade permanente de originalidade.
Com a produção de Otelo, de W. Shakespeare, a ACE/Teatro do Bolhão regressa a uma das suas linhas nucleares de programação: a revisitação dos textos e dos autores mais emblemáticos da dramaturgia universal. O ciclo que propomos não é, evidentemente, literário mas teatral; no entanto constrói-se a partir de clássicos, essas raras obras que permanecem no Tempo, que nunca são esgotáveis, que cada geração tem necessidade de re-olhar e de tentar a sua leitura sempre incompleta. Pois, ao contrário da obra vulgar, o clássico não se deixa domesticar pela descodificação - “ o clássico é a obra significativa que nos lê”, diz Steiner de novo.Neste sentido uma encenação de Shakespeare constitui, provavelmente, o desafio de reinterpretação mais paradigmático que poderemos encontrar no universo teatral já que continuamos a procurar, há mais de quatrocentos anos, através de réplicas e releituras das suas obras, um conhecimento mais profundo de nós mesmos. Ficamos tentados a acreditar, como Peter Acroyd, que “Shakespeare ainda é o limite até ao qual conseguimos ver".
terça-feira, 15 de março de 2011
Amarelo Manga - Tour “A Cena do Livro Verde”
Música Brasileira 2 de Abril, sábado, 21h30, Grande Auditório Entrada: 10 euros M/3 Duração: 90 m http://www.myspace.com/amarelomanga Os Amarelo Manga são um projecto inovador, que funde o rico universo da cultura do Brasil com a música do Mundo. Além de apresentar uma mistura de instrumentos muito pouco explorados, ou até mesmo inexistentes no contexto nacional – como a interacção do violão com o vibrafone ou o steel drums –, há a destacar um conjunto de músicos de rara qualidade. Depois do primeiro disco, “Verso Preso”, datado de 2009, e muito elogiado pelo imprensa, é publicado este ano “A Cena do Livro Verde”, trabalho de exuberante maturidade, onde dupla Lilian Raquel e Cláudio César Ribeiro reafirma o seu bom gosto. Concerto obrigatório, com temas novos em estreia absoluta. Lilian Raquel - voz (Brasil) Cláudio César Ribeiro - guitarra e arranjos (Brasil) Nuno Campos- contrabaixo (Portugal) Luis Arrigo - percussão (Brasil) Toni Maresca - percussão e bateria (Brasil) Paulo Costa - percussão, vibrafone e steel drums (Portugal)
Patrulha
Workshop 1
1 de Abril de 2011 – Sala de Ensaios/PA
Sessões - 11h00; 14h00; 16h00
Participantes 25/30 por sessão + Acompanhantes/Professores
Entrada: 2 euros
Duração: 45 m
musicateatral.com
Tipologia: Experiência de música cénica e movimento com execução musical ao vivo.

Patrulha, replica com as crianças da Escola ou acompanhadas pelos Pais, o ambiente de interacção e as situações de criatividade e improviso que foram gravados com as crianças que participaram na EMB (Enciclopédia da Música). No fundo trata-se de fazer com que as crianças passem de ouvintes a músicos/artistas e de fazer com que, aos pouquinhos, o bichinho se comece a soltar. O espectáculo pode depois continuar em casa, ou na escola, com os CDs/ livros da Enciclopédia da Música com Bicho ou com outras edições da CMT. Todos os dias a fazer festinhas e a fazer a festa: num bocadinho de colo, um bocadinho de Pai, um bocadinho de Mãe, um bocadinho de Amigo
sexta-feira, 11 de março de 2011
Exposição de Fotografia de Inês Torcato

Titulo: “IDENTIDADE”.
“IDENTIDADE” é um projecto em constante evolução, transformação e metamorfose. Baseia-se no conceito de que o “eu” é também o espelho dos indivíduos que nos rodeiam e que de alguma forma desenrolam um papel neste palco em que vivemos. Assim, esta exposição mostra uma parte deste caminho de exploração como auto-ficção, na área da fotografia, estabelecendo um paralelo entre duas partes deste jogo de identidades e acrescentando ainda uma terceira: o “eu” como sujeito apenas capaz de se metamorfosear pela força de outros “eus” que o rodeiam, o “eu” que desempenha uma função na transformação do outro e o “eu” como singular consciente, capaz de filtrar estas influências, mas também incapaz de integrar um processo evolutivo sem elas.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Slimmy
Electro / Indie / Rock
26 de Março, sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 7 euros
M/3
Duração: 80 m
www.myspace.com/slimmyuk
26 e 27 de Março, Comemoração do Dia Mundial do Teatro

Texto de Jacinto Lucas Pires, Encenação de Luís Mestre
Teatro
26 de Março, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/12
Duração: 60 m
teatronovaeuropa.pt.vu
Sobre Tu És O Deus Que Me Vê
Dois actores, Pai e Filho, falam-dizem, ou melhor, contam-nos uma história, uma mais-ou-menos bíblia formato de bolso. No fundo, estes dois actores não-actores tentam construir uma nova cidade e salvar-nos, a todos nós.
FILHO “Calma, Pai, deve ser o efeito das drogas.”
PAI “Eu vi. Eu vi.”
FILHO E diz o Filho do meio: “Não é melhor alguém chamar o médico?” Mas ninguém se mexe. A cara do Velho Pai formando palavras.
PAI “O nome de Deus é: Tu És O Deus Que Me Vê.”
FILHO “Pai?” Pergunta o Filho mais novo. “Pai?”
PAI “O nome de Deus é: Tu És O Deus Que Me Vê, e Tu És O Deus Que Me Vê diz-me para eu vos dizer que temos de partir. De sair, de largar tudo, e ir à procura do nosso lugar de verdade.”
FILHO “Mas sempre vivemos aqui”, diz o Filho mais velho.
PAI “O nosso país sonhado, o lugar onde seremos finalmente.”
Uma Cidade Livre
A ideia é refazer a Bíblia em formato cartão-postal. A história de um Velho que, às portas da morte, tem uma visão de Deus e vive. Isto é: larga tudo e sai pelo País com a família à procura do lugar prometido. É um caminho difícil, muito difícil, desesperante, mas também, no fim de tudo, revelador. No lugar procurado e achado, a família ergue, do zero, uma Cidade Nova. A Cidade cresce, prospera, e cristaliza-se rapidamente em velha lei. E agora? Que personagem temos de ser? Que ideia feita corpo? Que outra palavra, que puro gesto? Que revolução?
Jacinto Lucas Pires
Texto - Jacinto Lucas Pires
Encenação- Luís Mestre
Interpretação - António Parra e José Topa
Desenho de Luz - Joana Oliveira
Figurinos Cenografia - Ana Gormicho
Desenho de Som Sonoplastia - Luís Aly
Design Fotografia - Janina Brandão
Produção Executiva - Cândida Silva
Produção - Teatro Nova Europa
Co-Produção - As Boas Raparigas... e CASA das ARTES de V.N. Famalicão
Apoio - Visões Úteis
Estrutura Financiada pelo MC/DGArtes
CONDOMÍNIO - CANCELADO (por motivos de saúde de um dos intérpretes o espectáculo Condomínio foi cancelado. Pedimos as nossas mais sinceras desculpas.)
Teatro
27 de Março, Domingo, 16h00, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/12
Duração: 55 m
teatronovaeuropa.pt.vu
Sobre Condomínio
Um homem e uma mulher vivem numa garagem de um prédio de luxo. Pela conduta do lixo, chegam-lhes as novidades do dia.
HOMEM Pena não termos aquecimento ao contrário.
MULHER Lá isso é.
HOMEM Como é que se chama?
MULHER O quê?
HOMEM O aquecimento ao contrário?
MULHER Não aquecimento?
Texto - Ana Mendes
Versão Cénica Encenação - Luís Mestre
Interpretação - Ana Luísa Azevedo e Tiago Correia
Desenho de Luz - Joana Oliveira
Figurinos Cenografia - TNE
Banda Sonora Original - Manuel Bernardo Barbosa
Desenho de Som - Luís Aly
Produção - Teatro Nova Europa
Co-Produção - Balleteatro e CASA das ARTES de V.N. Famalicão
Estrutura Financiada pelo MC/DGArtes
Mentira ou travessura?
Dança
19 e 20 de Março, sábado e Domingo, 21h30 e 18h00, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/4
Duração: 70 m
Mentira ou travessura? É mais um espectáculo desenvolvido e criado pela ALÉMDADANÇA em co-produção com CASA das Artes de Famalicão um espectáculo de Dança baseado no livro de Carlo Collodi ”As aventuras de Pinóquio”, este é um livro extremamente imaginativo, onde a figura do Pinóquio se apresenta em variadas situações, umas divertidas outras não ,mas todas com uma grande lição de vida implícita. Ao mesmo tempo o Pinóquio interage com diferentes personagens, que assumem ao logo da história diferentes papéis e funções. Exploramos estas situações aparentemente ambíguas para criarmos a nossa própria história.Construímos a nossa História… o nosso Espectáculo…e é este que trazemos aqui á Casa das Artes para partilhar convosco.
Não podemos deixar de estar gratos à Casa das Artes por acreditar em nós e continuar a apostar neste trabalho de formação artístico e cultural, pois só assim é possível realizar o nosso sonho.
Mentira ou travessura? É uma forma criativa e divertida de sentir a Dança e o Mundo…Viagem connosco! Junte –se a nós!
Então, e se…
Baú dos SegredosTeatro
3 e 4 de Março, Quinta e sexta, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 3 euros
M/3
Duração: 90 m
SINOPSE:
Uma cidade, …uma ilha!
Um desejo, atirado ao ar, com toda a raiva.
Sem ser pensado, como muitos que formulamos todos os dias, sem contudo, pensarmos nas consequências que deles nos podem chegar, através do tempo…
É de manhã, um estranho murmúrio, cobre a cidade.
Jovens percorrem as ruas algo desorientados…
Não há luz, nem água.
Os telefones estão mudos, a internet não pega, todo o tipo de comunicação com o mundo lá fora, simplesmente, parou de funcionar.
Espera! Onde estão os adultos? Para onde foram?
Que fenómeno ocasionou o seu desaparecimento?
Será isto o início de uma nova era? Ou um pesadelo do qual vamos acordar a qualquer momento?
Um tempo e um lugar onde a palavra grupo, toma uma nova importância e dimensão…
Um pedaço da vida de gente jovem, que tenta construir onde outros falharam e onde as dificuldades fazem brotar de cada um o melhor… e o pior!
Sim, vamos imaginar!
Então, e se…
Ficha técnica
ENCENAÇÃO & TEXTOS - João Regueiras
ELENCO - Alunos da Classe A do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO - Ana Regueiras
DIRECÇÃO MUSICAL - Rui Mesquita
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO - Cármen Regueiras, Emília Silva, Sofia Silva & Marta Silva
CENOGRAFIA - João Regueiras
LUZ & SOM - Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO - Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO VÍDEO - Oficina - Escola Profissional do Instituto Nun’Alvres
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
VIP MANICURE - A CRISE
12 de Março, sábado, 21h30, Grande AuditórioEntrada: 12 euros
M/12
Duração: 80 m
Denise e Maria Delfina que sempre estiveram em crise são, tal como todos os portugueses, vítimas da situação do país e estão à beira da falência. Fazem “nails” por esse país fora, como diz Denise: “nails em tournée” e andam também, segundo ela, “com o corner aos saltos”. Como fazer “nails em gel” passou a ser um luxo, Denise resolve promover o “corner” oferecendo a quem fizer “nails” um pequeno show em que Maria Delfina com o seu talento para cantar e fazer imitações se exibe. Denise ensaia-a nas suas imitações que irão desde cantores conhecidos a figuras da política, do futebol ou do social nacional e estrangeiro. Este é um espectáculo muito divertido e dinâmico que agrada a todas as faixas etárias, mantendo as características destas duas personagens e a relação entre elas.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Mulberry Wind Quintet
Suzannah Watson - Flauta; Bethany Elliott - Oboé; Hannah Murphy - Clarinete; Amy Innes - Trompa; Grace Harvey - Fagote
11 de Março, sexta, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 80 m
Programa
Verdi, La forza del destino: Overture, (arranjo para quinteto de sopros)
Danzi, Quintet Op.86 no.1
Ravel, Pièce en forme de Habenara
Hindemith, Kleine Kammermusik für 5 Blaser Op.42/2
Intervalo (10 mins)
Ibert, Trois pieces breves
Nielsen, Quintet Op.43, 1o. Andamento
Parker, Missippi Five
Françaix, Quintet no.1, 4o. Andamento
Produção – Harmos FESTIVAL
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
ANAQUIM - “As Vidas dos Outros”
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 90 m
http://www.myspace.com/anaquim.info
José Rebola, o compositor e letrista deste “As Vidas dos Outros”, desmultiplica- se deveras em mil personagens de um bairro imaginário e familiar onde se passa de criança para adulto depressa demais, tentando teimosamente guardar as histórias, os cenários e as personagens que parecem desaparecer juntamente com todas as nossas ternas e frágeis fantasias de infância.
É na primeira pessoa que Rebola canta as vidas dos outros, vidas onde falta sempre qualquer coisa, como em todas, e entre a decepção e o desamor a tónica dominante é a que tem acompanhado desde sempre trovadores e rock’n’rollers: a recusa em engrossar a multidão de vidas estereotipadas só porque é suposto já termos idade para ter juizinho, a vontade de adiar o compromisso e a resignação enquanto não nos sentirmos bem resolvidos connosco, a mágoa romântica que se protege desdenhando do amor que tanto anseia, em suma, o relato da eterna
luta entre as nossas razões privadas e as vidas dos outros, esse lugar sempre estranho a que chamamos humanidade.

Em todas as canções, escritas com clareza e generosidade, Rebola consegue colocar sempre um dilema moral em destaque (“As Vidas dos Outros”, “Lídia” ou “Horas Vagas”), contar uma história em modo de lenda popular (“Vampiros”) ou pintar com detalhe e cor um quadro de quotidiano
(“Na Minha Rua” ou o divertido e folclórico dueto com Ana Bacalhau, do grupo Deolinda, “O Meu Coração”): musicalmente, o clima é de festa, de celebração, entre New Orleans, os Balcãs e a Feira Popular, com rigor instrumental e imaginação, energia e empenho. “As Vidas dos Outros”, revelanos um talentoso músico, compositor e letrista, acompanhado de excelentes instrumentistas e de
uma atitude lúdica e divertida, pois, como disse José Rebola, a música deve ser também entretenimento e folia, sugerindo que a melhor forma de enfrentar os nossos medos e monstros é
fazendo os dançar.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Momentos da CASA das ARTES - 10 anos

1 a 31 Março, no Foyer da Casa das Artes V.N. Famalicão.
Ao longo destes 10 anos, a CASA das ARTES teve a ajuda de centenas de milhares de pessoas que estiveram connosco, que nos visitaram e fizeram com que este teatro se tornasse num espaço de qualidade e de incontornável passagem de artistas e criativos locais, nacionais e internacionais. No entanto, e apesar deste aniversário ser um momento marcante, este espaço tem a obrigação de continuar a potenciar e a desenvolver o trabalho artístico e a cultura, promovendo, de forma exigente, a capacidade de análise critica e interpretativa individual e colectiva da nossa sociedade, e valorizar o trabalho criativo como veículo, absolutamente incontornável, do progresso estrutural do pensamento empreendedor, sendo esse elemento, o que mais valoriza e traduz a diferença relativamente ao desenvolvimento sustentável de uma comunidade, de um país.
A CASA das ARTES de V.N. Famalicão agradece toda a simpatia e atenção dos vários agentes públicos e privados que, nestes anos, nos acompanharam e nos ajudaram neste percurso de afirmação e promoção da arte e da cultura na nossa região, no nosso país.
OBRIGADO!
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
CAMANÉ – DO AMOR E DOS DIAS

26 de Fevereiro, sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 15 euros
M/3
Duração: 90 m
“A meu favor tenho o verde secreto dos teus olhos
Algumas palavras de ódio algumas palavras de amor
O tapete que vai partir para o infinito. Esta noite ou uma noite qualquer (…)”
(extraído do poema “A meu favor” de Alexandre O’Neil)
Concerto de apresentação de novo disco – DO AMOR E DOS DIAS
TERRA-MÃE
21 de Fevereiro, segunda -feira, 21h30, Café Concerto.
Entrada: Livre
M/3
Duração: 60 m
“ TERRA-MÃE “ é um projecto original em torno da poética de Miguel Torga.Intercala poemas cantados, apresentados num formato minimalista – guitarra/voz –, com poemas declamados.
Concepção, voz e guitarra – Ivo Machado
Declamação – António Sousa
Produção – CASA das ARTES de Famalicão
“NÃO” por Helder Guimarães
Vencedor, em 2006, do galardão máximo, que pode ser conquistado no ilusionismo, sendo coroado Campeão Mundial de Magia.Espectáculo de Magia e Ilusionismo
19 de Fevereiro, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/12
Duração: 70 m
Já pensou quantas vezes na sua vida se deixou enganar? Gostava de perceber o porquê desses enganos? Ao longo dos últimos anos, Helder Guimarães tem desenvolvido conhecimento na área da memória e percepção visual e apresenta agora um espectáculo que revela como a mente humana pode ser facilmente enganada. Sim, repetimos: FACILMENTE! Não queremos com este texto chamar “limitado” ao cérebro de cada espectador que irá ver o espectáculo... Mas, de facto, é a verdade. Porque todos nós temos limites e o cérebro não é excepção. Baseando-se em ilusões de óptica, problemas de pensamento lateral, estatísticas e humor, este espectáculo combina a arte da magia com a arte de pensar. Ou, por outras palavras, a arte de não-pensar. Venha divertir-se à luz da arte do engano e aprenda como é que se engana alguém.
PS: As técnicas que se ensinam neste espectáculo devem ser apenas usadas para fins lúdicos.
Criação e interpretação: Helder Guimarães
Designer gráfico: Catarina Marques
Música original: Pedro Marques
Figurinos: Fátima Carvalho
Operação: Dário Pais
Voz off: Rodrigo Santos
Vídeo: Cimbalino FilmesAssessoria técnica: José Manuel Guimarães
Produção: A Origem do Mundo
“Encalhadas!” - ESGOTADO!
Com Helena Isabel, Maria João Abreu e Rita SalemaTeatro musical
11 de Fevereiro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório .
Entrada: 12 euros
M/12
Duração: 90 m
http://www.encalhadas.net/
Sinopse
“Encalhadas!” é uma comédia musical que satiriza as angústias e prazeres de mulheres de diferentes classes sociais que em determinada altura das suas vidas se encontram sós, privadas de amor, carinho e sexo.
Aparentemente convivem bem com o problema, mas ao longo do espectáculo apercebemo-nos, através dos seus monólogos nocturnos, que não é verdade.
Estas mulheres, apesar de possuírem características bem diferentes, encontram dificuldades muito semelhantes ao tentar lidar com o problema da solidão.
Todas as situações são apresentadas em forma de quadros bem-humorados: na academia de ginástica; no cabeleireiro; na sex-shop; etc; até que descobrem que possuem também em comum o mesmo homem, Ernesto, marido de Cristina, amante de Graça e reprodutor do filho de Cecília.
A primeira encalhada, Cecília, é solteirona convicta. Tem muitos namorados, mas não se consegue fixar em nenhum, colocando defeitos insuperáveis em todos. É representante do famoso “complexo de cinderela”. É apresentadora de um programa de televisão onde aconselha mulheres solitárias, presidente da A.S.A (Associação das Solitárias Anónimas) e psicóloga. O seu maior conflito é querer ter um filho, já que descendente de uma família conservadora, que valoriza de sobremaneira a maternidade. Assim, decide procurar um reprodutor.
Cristina, encontra-se casada no início do espectáculo, mas não menos só. O seu marido, um empresário de sucesso, viaja muito e não lhe dá atenção.
Ex miss Valongo, saiu do concurso directamente para o casamento. Ao fim de dez anos descobre que foi traída durante esse tempo todo e decide divorciar-se. O divórcio deixa-a sem dinheiro e a partir daí começa “difícil tarefa” de encontrar outro homem que a sustente.
A última encalhada, Graça, é maquilhadora do mesmo programa de televisão onde Cecília é apresentadora. É também vendedora de produtos eróticos. O seu grande sonho é casar-se, mas por questões do destino só se envolve com homens comprometidos, acabando por viver sempre o papel da amante. O seu maior desafio é encontrar um homem que deixe a mulher para casar com ela.
Comédia Musical “Encalhadas!”
De Miriam Palma e Isabel Scisci
Adaptação Ana Bola
Encenação Heitor Lourenço
Com Rita Salema, Helena Isabel e Maria João Abreu
Produção Sola do Sapato
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Perry Blake
5 de Fevereiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/3
Duração: 70 m
http://www.myspace.com/perryblake

Nascido em Sligo, Perry Blake lançou o seu álbum de estreia em 1998.
Estabececeu-se como um artista de culto por toda a Europa. A reação da crítica no Reino Unido foi também encantadora, com revistas como “Q” e “Uncut” gritando em seu louvor.
Na BBC Radio 1’s Jo Wiley fez os seus dois primeiros lançamentos e os singles da semana.
Neatly descreveu-o como um dos segredos do Mundo mais bem guardado, Blake lançou cinco albuns de estúdio, a banda Sonora de um filme Francês “Presque Rien” e um álbum gravado ao vivo acompanhado de uma orquestra no Cirque Royale em Bruxelas.
Em 2011 Perry irá lançar um novo album de estúdio – “St Mary & Milk” – é uma leve viagem para Blake com um forte sabor country folk & muito mais aberto & som acessível.
Neste álbum colaboraram artistas Irlandeses & Internacionais como Rosemari Wickham, Francoise Hardy & Rick Epping.
Em 2005 Blake recebeu um disco de ouro por duas músicas que escreveu em parceria com Marco Sabiu para o ícone Francês Francoise Hardy. O album também ganhou um grammy Francês.
Em 2007 Perry protagonizou uma série de concertos com a cantora francesa & primeira-dama Carla Bruni.
O trabalho de Perry Blake tem sido utilizado exaustivamente em filmes & na televisão Europeia.
Entre os projectos recentes de Perry Blake encontra-se uma história para crianças. Ele foi convidado a escrever para uma editora Portuguesa com Julie Andrews, Jimmy Carter & Will Smith.
O livro para Crianças entitula-se “ Cats at Lisaadell” vendido em Portugal & foi reeditado na imprensa nacional Portuguesa.
Exposição de Escultura de Manuel Cruz Prada
Titulo: O Feminino
INAUGURAÇÃO
Dia 1 de Fevereiro, pelas 22 horas, no Foyer da Casa das Artes
LEILÃO
Dia 26 de Fevereiro, pelas 18 horas, no Pequeno Auditório da Casa das Artes
Leilões de obras de Manuel Cruz Prada – 20% das receitas do leilão revertem a favor de instituições de apoio ao cancro da mama (10% para Associação Laço) e ao cancro em geral (10% para Liga Portuguesa Contra o Cancro). Cada escultura será acompanhada de um Certificado de Autenticidade emitido por Oceano de Ideias. Recibos da venda de esculturas emitidos pela Associação de Escultura e Arte Contemporânea..
Lady…
…nome atribuído a Senhora/Dama, Inteligente, Culta, Educada, Sensível, Sensual,
Altiva, Forte, Delicada, Carente, Apaixonada, Emancipada, invulgar, …
Porque se diz em inglês!? Podia dizer-se em português, mas a subtileza da palavra, tanto
escrita como entoada, é de uma elegância proeminente e soberba serenidade, para quem
assim se sente…
… de uma magnificência que transcende o imaginário individual…
…de que vale uma falsa postura, se todas as “Ladies”, sem excepção, no fundo do seu
mais profundo íntimo, têm posturas “reprimidas” que numa espontaneidade FELIZ, se
afloram em beleza única!
A essência Feminina está num pormenor!
O corpo de uma mulher, pelo seu todo e separadamente, é o que, a nós homens, extasia
os sentidos, todos sem excepção.
Na maneira como se move!
Como sorri!
Como se senta!
Como caminha!
Como se desenha a silhueta…
A essência está num corpo que não é um produto, mas matéria física, que de quando em
vez desprovida de pudor, consciente ou inconscientemente se insinua numa subtileza do
“pecado” que deliciosamente, sem ser, já o é.
Fonte de prazer pode ser qualquer coisa, situação ou pessoa. A Mulher é de facto um
todo da matéria que foi criada para fazer com que haja sensualidade, leveza, subtileza e
desejo!
Quem como eu é apelado pela sensação que se tem quando se contempla um corpo
feminino e dele se imagina a arte absoluta, extasia-se de tão belo aflorar, de constante e
inebriante, silêncio se faz o momento!
A vagina, sem a exclusividade da procriação e maternidade, é vista como a mais
completa fonte de prazer onde não deve existir limite no talento a colocar ao que dela se
deseja. No entanto as sensações fortes são divididas pelo corpo todo em partes distintas,
sem que o prazer e o desejo, sejam inibidos, tudo pode e deve ser “explorado”,
independentemente daquele/ª que o faça!
Manuel Cruz Prada, escultor, mestre
ORGANIZAÇÃO
Associação de Escultura e Arte Contemporânea - aesculturarte.blogspot.com
Oceano de Ideias - http://www.oceanoideias.com/
PARCEIROS
Casa das Artes de Famalicão - http://www.casadasartes.org/ http://www.casadasartes.blogspot.com/
Liga Portuguesa Contra o Cancro - http://www.ligacontracancro.pt/
Associação Laço - http://www.laco.pt/
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
BUNNYRANCH – Concerto na Casa das Artes de V.N. Famalicão dia 22 de Janeiro - Cancelado
Pedimos desculpa a todos pelos inconvenientes causados, prometendo que nova data será anunciada em breve.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Pedro Abrunhosa “Canções”
28 e 29 de Janeiro, sexta e Sábado, 21h30, Grande Auditório.Entrada: 15 euros
M/3
Duração: 90 m
http://www.abrunhosa.com/
www.myspace.com/abrunhosa
TOUR LONGE 2010 - 2012
Três anos depois de Luz, Pedro Abrunhosa regressa – e parte para Longe. Um
disco que corresponde rigorosamente à sua necessidade de mudança e de quebrar
rotinas e fórmulas resolventes, atingindo o primeiro lugar do top de vendas na
primeira semana de vida e contando já com o galardão de Disco de Ouro.
Mudou muito: a equipa técnica, com a chamada de João Bessa ao posto-chave de
co-produtor; a banda de apoio, dando entrada ao Comité Caviar (Cláudio Souto nos
teclados e órgão, Marco Nunes e Paulo Praça nas guitarras, Miguel Barros no baixo,
Pedro Martins na bateria e na percussão, Eurico Amorim no piano e Patrícia
Antunes e Patrícia Silveira nos coros) que, fundamental na gravação do álbum, será
decisivo na passagem ao palco.
Mudou ainda mais no som, correspondendo a um apelo interior de rumar à essência
e de deixar emergir outras raízes impolutas – aos seus amores no jazz e no funky e
aos seus mestres na canção europeia, Pedro Abrunhosa acrescenta agora o valor
do grande som do rock de tónica americana.
“Fazer O Que Ainda Não Foi Feito” valeu como primeira amostra, como entrada para
um salão de festas em que, longe de qualquer baile de máscaras, se namora a
verdade perene das canções, cheias de guitarras, pautadas pelo velho Hammond.
Há pontos de contacto com o currículo, claro. Mas há muito para descobrir – se
Pedro Abrunhosa, com toda a legitimidade, se orgulha do seu passado, aquilo que o
motiva é mesmo este presente, orgânico e perene.
Devagar se vai a Longe? Não acreditem. Este é mesmo para servir já, fresco e
imenso.
Bunnyranch
22 de Janeiro, Sábado, 23h00, Café concerto .Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 80 m
www.myspace.com/bunnyranchspace
If You Missed The Last Train é o último álbum da carismática banda de Coimbra. Editado pela Artez, em Fevereiro deste ano, o álbum conta na co-produção com Boz Boorer.
Na estrada desde 2001, lançam o primeiro registo discográfico no ano de 2002, o E.P. Too Flop to Boogie, disco este que lhes permite serem escolhidos para a compilação Pop Up Songs / Óptimus Novos Talentos e que os leva a pisar muitos palcos nacionais, entre eles os palcos secundários de Vilar de Mouros e Paredes de Coura.
Segue-se em 2004 o seu primeiro longa duração, Trying to Lose e a afirmação dentro do panorama Rock’n’Roll português, que os leva a uma digressão nacional marcando presença no palco principal do Festival Paredes de Coura e no Festival Sudoeste.
Em 2005 fazem a sua primeira digressão internacional: são convidados pela Antena 3 a representar Portugal no conceituado festival Eurosonic (Holanda), fazem uma tour de 10 datas em Espanha, onde um dos espectáculos foi transmitido pela TV da Corunha, dão 3 concertos em Londres, passando ainda por França.
Luna Dance, editado em 2006 pela Transformadores é considerado pela revista Blitz como o 6º e pelo jornal Público 8º disco português do ano. Neste mesmo ano a banda é alvo do galardoado documentário, já emitido várias vezes pela RTP2, Rockumentário, realizado por Sandra Castiço e produzido pelo cineasta António Ferreira.
Em 2007, fazem uma extensa digressão nacional e a primeira tour nos Estados Unidos onde, após a mesma, gravam a primeira parte do disco Teach us Lord How to Wait, nos HED Studios em Nova York, com a co-produção de Ivan Julian, guitarrista de bandas como Richard Hell & the Voidoids e The Clash. A segunda parte deste álbum ficou a cargo de Boz Boorer, guitarrista dos Polecats, Adam Ant e, desde 1992, guitarrista e director musical de Morrisey. Teach us Lord How to Wait é editado em 2008 em Portugal e em 2009 nos Estados Unidos pela editora Brutarian Music.
Bunnyranch Kaló (bateria e Voz), Pedro Calhau (baixo), João Cardoso (piano) e Augusto Cardoso (guitarra)
Concerto de Ano Novo
15 de Janeiro Sábado 21h30 Grande Auditório
Entrada: livre
M/3
Duração: 60 m
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
CASA das ARTES de V.N. Famalicão - 10 anos (2001/2011)
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Lar de Natal
O teatro e a envolventeLar de Natal
Teatro Musical
18 e 19 de Dezembro Sábado 21h30 Domingo 18h00 Grande Auditório.
Entrada: 5€ + bem alimentar ou brinquedo – Campanha de Natal ASSUL
M/3
Duração: 60 m
O Musical “Lar de Natal” põe em contraste o consumismo exacerbado dos natais modernos e a lamentável condição dos sem-abrigo, tão assustadoramente comum nos nossos dias.
Será que a Kika e o Paulo vão convencer a mãe a ajudar Maria, a sem-abrigo?
Um musical que toca os corações do público, lembrando que cada um de nós pode fazer a diferença!
Título original – “Home for Christmas”
Música e textos – Jo Sands e Ruth Kenward
Adaptação – ArtEduca – Academia de Música e Artes - Conservatório de Música de VN Famalicão
Coro e Orquestra da ArtEduca
Direcção Artística – ArtEduca
Co-produção – CASA das ARTES de V.N. Famalicão / ArtEduca – Academia de Música e Artes – Conservatório de Música V.N. Famalicão
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Ópera “Don Giovanni” W. A. Mozart
11 de Dezembro, Sábado, 21h00, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 120 m (Tem Intervalo)
Sinopse:
Acto I
Leporello queixa-se das durezas do seu trabalho em frente à casa de Dona Anna, quando surge Don Giovanni, fugindo de Dona Anna que tenta descobrir a identidade do sedutor. O Comendador, pai de Dona Ana, sai também de dentro da casa, desafiando Don Giovanni para um duelo onde é morto. Don Giovanni e o seu servo Leporello fogem. Dona Anna e seu noivo Don Ottavio encontram o cadáver do Comendador. Dona Anna faz Don Ottavio jurar que vingará a morte de seu pai. Entretanto Don Giovanni e Leporello estão na rua quando aparece uma mulher que se queixa do amante que a abandonou. Don Giovanni determina-se a "consolá-la", mas quando se aproxima apercebe-se que é a Dona Elvira, aquela que ele abandonou, em Burgos. Foge mais uma vez e deixa Leporello contar a Dona Elvira a lista das suas conquistas.Próximo dali, numa aldeia dois camponeses, Masetto e Zerlina, fazem os preparativos para o seu casamento. Chega Don Giovanni e encarrega Leporello de despistar Masetto, enquanto ele seduz Zerlina. Don Giovanni está a ponto de declarar-se a Zerlina, quando aparece Elvira que a adverte do cruel sedutor. Entram Ana e Ottavio e os quatro discutem. Elvira diz que Don Giovanni é um malandro, enquanto Don Giovanni diz que ela está louca. Dona Anna reconhece Don Giovanni pela voz e adverte Don Ottavio. Quando Don Giovanni prepara uma festa para convidar os camponeses com intenção de aumentar a sua lista de conquistas, Masetto revolta-se mas é dissuadido por Don Giovanni. Ottavio, Anna e Elvira, mascarados, resovel ir à
festa para atrapalhar Don Giovanni. No baile toca-se um minueto (para os nobres), uma contradança (para os camponeses) e uma dança alemã , onde Leporello insiste em que Masetto dance ele para o distrair do facto que Don Giovanni tenta de novo seduzir Zerlina. Zerlina, a ponto de ser violada grita e Don Giovanni, para se esquivar, acusa Leporello de ser o culpado. Contudo a verdade é reposta por Ottavio, Dona Anna e Dona Elvira, que tiram as suas máscaras. O sedutor, mais uma vez, consegue fugir.Acto II
Debaixo da casa de Dona Elvira Don Giovanni canta-lhe uma serenata. Dona Elvira desce e Leporello, disfarçado de Don Giovanni recebe-a, enquanto este tenta seduzir uma criada da Dona Elvira. Chegam Masetto e os amigos com o propósito de matar Don Giovanni, mas este, na escuridão, faz-se passar por Leporello, despista os amigos de Masetto e quando fica a sós com este, dá-lhe uma grande tareia e foge. Entretanto chega Zerlina que encontra Masetto ferido e o consola. Elvira e o Leporello disfarçado encontram-se com Zerlina e Masetto e em seguida com Dona Anna e Octtavio. Estes pensando que Leporello é Don Giovanni, ameaçam-no. Mas para surpresa destes, Elvira defende-o. Leporello é obrigado a identificar-se e acaba por fugir. Ottavio afirma o seu amor por Dona Anna e Dona Elvira lamenta a sua traição. No cemitério para onde fugiram, Don Giovanni e Leporello gozam com a estátua do comendador. Ouve-se de repente uma voz de outro mundo, que recrimina a conduta de Don Giovanni e promete vingança. Leporello fica aterrorizado mas Don Giovanni, audacioso, convida a estátua a cear com ele esta noite. O convite é aceite.
Entretanto Dona Anna roga ao seu noivo que compreenda a sua dor e concorde em adiar a boda. Em casa de Don Giovanni, músicos e mulheres alegremente convivem, enquanto Don Giovanni prepara a ceia com o Comendador. Aparece Dona Elvira suplicando que mude de vida mas este responde arrogantemente: “Vivam as mulheres, vivam o bom vinho, sustento e glória da humanidade”. Elvira, mais uma vez desiludida, sai e grita aterrorizada! Leporello corre a ver o que se passou, e também ele dá um grito de terror! Quando a porta se abre é a a estátua do Comendador, disposta a aceitar o convite que Don Giovanni lhe fez. A estátua ordena a Don Giovanni que se arrependa da vida que tem levado, mas este de novo, arrogantemente, diz que não se arrepende. O fantasma do comendador dá-lhe então a mão e arrasta-o consigo para as chamas do inferno. Entram no castelo Dona Anna, Don Ottavio, Zerlina, Masetto e Dona Elvira, todos para se vingarem, mas Lemporello informa que o Comendador antecipou-se. Elvira decide ir para o convento, Dona Anna guardará um ano de luto antes de casar com Ottavio, Zerlina e Masetto finalmente celebram as bodas e o Leporello procurará um novo amo. Todos cantam alegremente dizendo ao público que aprenda a lição: “A morte dos pérfidos é sempre igual à sua vida.”
Ficha artísticaDirecção Artística: António Salgado
Direcção Musical: António Saiote
Encenação: Marcos Barbosa e Nuno M. Cardoso
Direcção de Produção: Álvaro Santos
Produtora Executiva: Filipa Lã
Orquestra: Sinfonieta da ESMAE
Coro: CEOTM-UA
Correpetição: Angel Gonzalez Casado
Concepção Plástica
Luz: Pedro Carvalho
Cenografia: Ricardo Preto
Figurinos: Susana Abreu
Solistas
Donna Anna (soprano) CARLA CARAMUJO
Donna Elvira (soprano) SARA BRAGA SIMÕES
Zerlina (soprano) SUSANA MILENA
Don Ottavio (tenor) MÁRIO JOÃO ALVES
Don Giovanni (baixo) LUÍS RODRIGUES
Leporello (baixo barítono) ANTÓNIO SALGADO
Commendatore (baixo) VALTER MATEUS
Masetto (baixo-baritono) BRUNO PEREIRA
Organização e Co-Produção
OperaNorte / QUADRILÀTERO - Casa das Artes de Famalicão/ Centro Cultural Vila Flor/ Theatro Circo
Apoio: QREN
Próximas apresentações – 22 Janeiro TC e 29 Janeiro CCVF, de 2011
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Bichofonia Concertante Opus Formiguinha
4 de Dezembro, Sábado, 17 h00, Grande Auditório.
Entrada: 5 Euros
M/3
Duração: 60 m
http://www.musicateatral.com/
Nasceu a partir de uma metamorfose do projecto Grande Bichofonia anteriormente
apresentado pela Companhia de Música Teatral, que envolveu a formação de professores de Música expondo-os a práticas inovadoras. Espécie de versão de bolso desse grande projecto que motivou professores de Música a revelarem-se como artistas para os seus alunos, na Casa do Artista em Lisboa e na Casa da Música, no Porto, as histórias com música que integram esta obra têm sido recebidas com muita alegria e vivacidade pelas crianças dos Jardins de Infância e 1º ciclo de escolaridade de todo o País, mas também por adultos, que reconhecem no universo musical bichofónico o catálogo irónico e subtil da condição humana.É deste universo que emerge a primeira das três peças, o Opus Formiguinha. A peça é estruturada em torno de um conjunto de advinhas sobre vários animais, a que corresponde depois uma pequena história musical encenada. No caso da Formiguinha a história aprofunda o clássico encontro da cigarra e da formiga de uma forma inusitada, uma vez que as duas nunca se chegam a conhecer e porque a formiga questiona o “status quo” a que parecia estar destinada e enceta o seu próprio caminho á procura do “sentido da vida”. Acaba por não obter resposta, como frequentemente acontece na vida dos humanos (não se sabe como é, no caso dos insectos).
Apoio: Colégio "Torre dos Pequeninos"
Exposição de Pintura, Escultura, Desenho Cerâmica de Sylvie Brandão
Título: NéofitaFoyer, 11 de Dezembro a 31 de Janeiro 2011
A construção do pórtico de entrada para uma galeria de obras que nos conduzem ao sentido da Arte é manifesta tarefa herculeana e profundamente responsabilizadora. Prefaciar ou pré-fazer implica estar embebido no mesmo espírito e força criadora o que, manifesta e humildemente por inaptidão, não é o caso.
No encontro com o plasmado por Sylvie Brandão deparei-me com Arte como entendo ser Arte ou Arché. Para além da mera existência do canal de comunicação onde a obra se torna plástica ou coisa, o dar-se como Arte revela-se na Alegoria que verifica ou torna Verdade.
Olhando todo o acervo floresce a dinâmica metamorfose do plasmado numa outra coisa que a ultrapassa sem que a unidade se quebre e que nos encaminha para o mundo platónico das essências do que É a Arte.
A matéria enformada por Sylvie Brandão, muito para além do caractér estrito do núcleo sensível do colorido, da dureza, do maciço que assume pela mera existência do Não Ser, lança uma escadaria para a oclusa câmara do Ser.
Nas palavras Heidegger “a essência da arte seria então o pôr-se-em-obra da verdade do ente” (das Sich-ins-Werk-Setzen der Wahrheit dês Seienden).
Na essência encontramos o belo e paradoxalmente o belo no feio e o belo no belo. Serão pois as belas Artes a plasticização de caminhos em direcção à Cidade de Jerusalém em Verdade. Sylvie Brandão, como neófita, mergulha-nos em tais águas iniciáticas, no tempo sem tempo.
Ser neófito ou novo iniciado é penetrar na aventura no mundo Poético trespassar o espelho mágico da realidade. Conhecer a poesia das coisas é saborear as suas essências inebriantes ou provar do absinto da taça da semiótica. Representar as essências é usar dos modos da linguagem, linguajar na tela, nos bastões de pastel, na argila, tornar palavra ou desenhar de labirinto que nos leva de regresso ao Ser, em suma, poetizar.
Na expressão artística de Sylvie encontramos essa morada sensível do ser imanente das coisas, momentos dramáticos que revelam em simultâneo a face material e psíquica das coisas manifestadas.
Quanto a mim resta-me mirar vendo.
Paulo Sequeira Rebelo
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Pinto Ferreira - Violinos no Telhado
Pop/Rock
27 de Novembro, Sábado, 22h30, Café Concerto
M/3
Duração: 90 m
http://www.myspace.com/pintoferreira
::::Os Pinto Ferreira são uma banda::::

Depois de alguns meses embrulhados na enfadonha vida de escritório, os Pinto Ferreira começaram a aproveitar as horas vagas para gravar o primeiro álbum da banda.
Foi durante um pleno e rigoroso inverno que todos os dias, um a seguir ao outro, o Pinto e o Ferreira se fizeram peregrinos dos Estúdios do Olival, entre Janeiro e Março de 2010.
O resultado são nove canções que viajam por ambientes bipolares entre sentimentalismos ingénuos, amores obsessivos e a estupidez humana. O resultado é também um Pop Rock fresco e feliz por estar vivo.
O primeiro single a ser lançado chama-se “Violinos no telhado”. Uma história de não-amor.
O imaginário dos Pinto Ferreira recua aos agora "glamorisados" anos 1980 portugueses, com os dois elementos da banda retratados enquanto empregados de escritório que deixaram crescer os bigodes de um tempo em que não existiam telemóveis, em que os ecrãs de computador ocupavam metade da secretária e em que os treinadores de futebol eram obrigados por lei a exibir fartas pilosidades faciais. A música é igualmente moderna. Pop trauteável, com jogos de guitarras pós-Strokes (próximas da new-wave, portanto) e melodias entre uns Virgem Suta da grande cidade e os Clã em flirt intenso com os Beatles.
Crítica Ípsilon, jornal Público, por Mário Lopes
"Poemas na Minha Vida" Io Appolloni
Nova data“ A Poesia é o autêntico real absoluto. Este é o cerne da Filosofia. Quanto mais poético, mais verdadeiro”.
26 de Novembro, sexta-feira, 15h00, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros.
M/3
Duração: 70 m
“POEMAS DA MINHA VIDA” é um espectáculo teatral multidisciplinar no qual projecções, músicas, canções e palavras supremas de grandes poetas portugueses e italianos (estes últimos legendados) ganham forma.
Este espectáculo estreou a 6 de Abril de 2009 no Auditório do Casino Estoril, marca o regresso de Io Appolloni aos palcos, depois de quase vinte anos de ausência. Regressa de forma mais renovada e mais madura. É através deste espectáculo de elevado nível cultural, que as palavras de Jorge de Sena, Eugénio de Andrade, António Gedeão, Inês Pedrosa, Edmondo de Amicis, Ezio Valecchi, Totò, Trilussa e Alda Merini, transportam a nossa alma a um patamar mais alto, agitam a nossa consciência e nos fazem amar mais a vida.

“ Neste espectáculo está a minha alma – é a minha alma – Estes poetas são a minha alma gémea. Tenho uma identificação total com eles. E sinto um extraordinário privilégio em poder comunicar convosco através das suas palavra. Poemas na minha vida sou eu.”
Ficha Técnica e Artística
Direcção e Produção. Io Appolloni
Encenação. Teresa Faria
Tradução. Silvana Urzini e Carlos Martins
Selecção Musical. Jorge Rodrigues
Selecção de Imagens. Riccardo Scafati
Produção de power point. Raquel do Monte
Filmagens em Vídeo. João Pedro Placido
Edição e Autoring DVD. Paulo Barbosa
Vestido. Tony Miranda
Hair style. Eduardo Beauté
Design Gráfico. Cristina Santos
Apoio Técnico: Cena de Eventos







