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quarta-feira, 15 de junho de 2011
Companhia Dança Contemporânea de Londres - EDge

segunda-feira, 6 de junho de 2011
Foge Foge Bandido
segunda-feira, 30 de maio de 2011
"KaMoNs - Erros meus, má fortuna, amor ardente"
Dramaturgia, Sonoplastia e Encenação: Nuno J. Loureiro
Interpretação: Romeu dos Anjos e Helder Melo
Operação de Luz, Som e Direcção de Cena: Simão Barros
Produção, Design de Cartaz e Programa: Teatro Construção
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Dead Combo & Real Orquestra das Caveiras
Patrulha
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Concerto comemorativo dos 10 anos da CASA das ARTES de V.N. Famalicão
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Adriana Ferreira Flauta |
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Christophe Millet Maestro |
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Orquestra Sinfónica ARTAVE |
terça-feira, 10 de maio de 2011
“AO ESPELHO DE UM PIANO” de Rui Mesquita
quarta-feira, 27 de abril de 2011
João Pedro Pais na CASA das ARTES com apoio da RFM
terça-feira, 26 de abril de 2011
Oresteia

27 e 28, sexta e sábado, 21h30, Grande Auditório Entrada: 3 euros
M/3
Duração: 80 m
“A Oresteia, constituída pelo Agamémnon, as Coéforas e as Euménides, é uma obra prima da literatura dramática de todos os tempos. Lirismo e drama raramente realizaram uma simbiose tão perfeita no afrontamento das questões morais e religiosas que se põem ao homem num mundo sempre em crise. Crise que, na visão augusta do Poeta, atinge os próprios deuses, empenhados, também eles, na realização mais perfeita da justiça, porque de justiça essencialmente se trata neste drama de proporções cósmicas.
Curso profissional de Artes do Espectáculo – Interpretação, do Externato Delfim Ferreira
in, Oresteia)
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Fernando Tordo
21 de Maio, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 70 m
Fernando Tordo, começou a cantar aos 16 anos pelo que, com 46 anos de carreira, é hoje um dos mais reconhecidos cantores da música ligeira portuguesa. Passou pela pop-rock nos Deltons e nos famosos Sheiks nos anos 60. Em 1969, no Festival da Canção, conhece o poeta Ary dos Santos e torna-se no portador musical da sua poesia. No entanto, Tordo, sempre compôs e tocou além de cantar. Nos intervalos da música, gosta de pintar e de escrever, tendo publicado até hoje dois romances: “Fantásticas, Frígidas e Mentirosas” e “Se não Souberes, Copia”.
Neste espectáculo, da cariz muito intimista, apenas com piano e voz, interpreta alguns novos temas do futuro álbum a lançar no final do ano, que se chamará “Por este andar”, cantando também clássicos como “Adeus Tristeza”, “Cavalo à solta”, “Tourada”, “Se digo meu amor”, ”Balada para os nossos filhos”, “Estrela da Tarde”, “Cinema Paraíso”, “Chegam palavras” entre outras canções que fazem parte da história musical do nosso país.É um encontro marcado pela relação de proximidade que o cantor estabelece com o seu público através do prazer que revela em cima do palco, pois ele é também um grande comunicador.
No seu historial, conta com 28 álbuns gravados, todos eles de grande qualidade.
Esta passagem pela Casa das Artes faz parte de uma digressão que assinala o novo disco de originais do artista, bem como os seus 46 anos de carreira.
terça-feira, 12 de abril de 2011
A Menina Do Mar de Sophia de Mello Breyner
AT FREDDY’S HOUSE
segunda-feira, 4 de abril de 2011
JOÃO PEDRO PAIS- “Improviso” –
segunda-feira, 28 de março de 2011
PEIXE:AVIÃO - MADRUGADA
a praça de né barros
Dia mundial da Dança Lauda Sion - Felix Mendelssohn
Concerto de Páscoa Música- Coral Sinfónica 17 de Abril, Domingo, 18h00, Grande Auditório Entrada: 5 euros M/3 Duração: 80 m Ficha Técnica Orquestra Artave Coro CCM Maestro Luís Machado Solistas Soprano Marta Santos Contralto Mónica Pais Tenor Paulo Ferreira Baixo Job Tomé Co- Prdução CASA das ARTES de V.N. Famalicão/CCM/ARTAVE terça-feira, 22 de março de 2011
OTELO, de WILLIAM SHAKESPEARE
Encenação Kuniaki Ida Com António Capelo, João Paulo Costa, Rita Lello, António Júlio, Rute Miranda, João Melo, entre outros ACE/Teatro do Bolhão Comédia/tragédia 16 de Abril, Sábado, 21h30, Grande Auditório Entrada: 12 euros M/12 Duração: 150 m (com intervalo de 10 minutos) “As nossas viagens ainda são as de Ulisses, os nossos trabalhos ainda são os de Hércules” diz George Steiner afirmando que só regresso às origens - aos clássicos e à sua força canónica, permite o novo e alimenta a nossa necessidade permanente de originalidade.
Com a produção de Otelo, de W. Shakespeare, a ACE/Teatro do Bolhão regressa a uma das suas linhas nucleares de programação: a revisitação dos textos e dos autores mais emblemáticos da dramaturgia universal. O ciclo que propomos não é, evidentemente, literário mas teatral; no entanto constrói-se a partir de clássicos, essas raras obras que permanecem no Tempo, que nunca são esgotáveis, que cada geração tem necessidade de re-olhar e de tentar a sua leitura sempre incompleta. Pois, ao contrário da obra vulgar, o clássico não se deixa domesticar pela descodificação - “ o clássico é a obra significativa que nos lê”, diz Steiner de novo.Neste sentido uma encenação de Shakespeare constitui, provavelmente, o desafio de reinterpretação mais paradigmático que poderemos encontrar no universo teatral já que continuamos a procurar, há mais de quatrocentos anos, através de réplicas e releituras das suas obras, um conhecimento mais profundo de nós mesmos. Ficamos tentados a acreditar, como Peter Acroyd, que “Shakespeare ainda é o limite até ao qual conseguimos ver".
terça-feira, 15 de março de 2011
Amarelo Manga - Tour “A Cena do Livro Verde”
Música Brasileira 2 de Abril, sábado, 21h30, Grande Auditório Entrada: 10 euros M/3 Duração: 90 m http://www.myspace.com/amarelomanga Os Amarelo Manga são um projecto inovador, que funde o rico universo da cultura do Brasil com a música do Mundo. Além de apresentar uma mistura de instrumentos muito pouco explorados, ou até mesmo inexistentes no contexto nacional – como a interacção do violão com o vibrafone ou o steel drums –, há a destacar um conjunto de músicos de rara qualidade. Depois do primeiro disco, “Verso Preso”, datado de 2009, e muito elogiado pelo imprensa, é publicado este ano “A Cena do Livro Verde”, trabalho de exuberante maturidade, onde dupla Lilian Raquel e Cláudio César Ribeiro reafirma o seu bom gosto. Concerto obrigatório, com temas novos em estreia absoluta. Lilian Raquel - voz (Brasil) Cláudio César Ribeiro - guitarra e arranjos (Brasil) Nuno Campos- contrabaixo (Portugal) Luis Arrigo - percussão (Brasil) Toni Maresca - percussão e bateria (Brasil) Paulo Costa - percussão, vibrafone e steel drums (Portugal)
Patrulha
Workshop 1
1 de Abril de 2011 – Sala de Ensaios/PA
Sessões - 11h00; 14h00; 16h00
Participantes 25/30 por sessão + Acompanhantes/Professores
Entrada: 2 euros
Duração: 45 m
musicateatral.com
Tipologia: Experiência de música cénica e movimento com execução musical ao vivo.

Patrulha, replica com as crianças da Escola ou acompanhadas pelos Pais, o ambiente de interacção e as situações de criatividade e improviso que foram gravados com as crianças que participaram na EMB (Enciclopédia da Música). No fundo trata-se de fazer com que as crianças passem de ouvintes a músicos/artistas e de fazer com que, aos pouquinhos, o bichinho se comece a soltar. O espectáculo pode depois continuar em casa, ou na escola, com os CDs/ livros da Enciclopédia da Música com Bicho ou com outras edições da CMT. Todos os dias a fazer festinhas e a fazer a festa: num bocadinho de colo, um bocadinho de Pai, um bocadinho de Mãe, um bocadinho de Amigo
sexta-feira, 11 de março de 2011
Exposição de Fotografia de Inês Torcato

Titulo: “IDENTIDADE”.
“IDENTIDADE” é um projecto em constante evolução, transformação e metamorfose. Baseia-se no conceito de que o “eu” é também o espelho dos indivíduos que nos rodeiam e que de alguma forma desenrolam um papel neste palco em que vivemos. Assim, esta exposição mostra uma parte deste caminho de exploração como auto-ficção, na área da fotografia, estabelecendo um paralelo entre duas partes deste jogo de identidades e acrescentando ainda uma terceira: o “eu” como sujeito apenas capaz de se metamorfosear pela força de outros “eus” que o rodeiam, o “eu” que desempenha uma função na transformação do outro e o “eu” como singular consciente, capaz de filtrar estas influências, mas também incapaz de integrar um processo evolutivo sem elas.
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Slimmy
Electro / Indie / Rock
26 de Março, sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 7 euros
M/3
Duração: 80 m
www.myspace.com/slimmyuk
26 e 27 de Março, Comemoração do Dia Mundial do Teatro

Texto de Jacinto Lucas Pires, Encenação de Luís Mestre
Teatro
26 de Março, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/12
Duração: 60 m
teatronovaeuropa.pt.vu
Sobre Tu És O Deus Que Me Vê
Dois actores, Pai e Filho, falam-dizem, ou melhor, contam-nos uma história, uma mais-ou-menos bíblia formato de bolso. No fundo, estes dois actores não-actores tentam construir uma nova cidade e salvar-nos, a todos nós.
FILHO “Calma, Pai, deve ser o efeito das drogas.”
PAI “Eu vi. Eu vi.”
FILHO E diz o Filho do meio: “Não é melhor alguém chamar o médico?” Mas ninguém se mexe. A cara do Velho Pai formando palavras.
PAI “O nome de Deus é: Tu És O Deus Que Me Vê.”
FILHO “Pai?” Pergunta o Filho mais novo. “Pai?”
PAI “O nome de Deus é: Tu És O Deus Que Me Vê, e Tu És O Deus Que Me Vê diz-me para eu vos dizer que temos de partir. De sair, de largar tudo, e ir à procura do nosso lugar de verdade.”
FILHO “Mas sempre vivemos aqui”, diz o Filho mais velho.
PAI “O nosso país sonhado, o lugar onde seremos finalmente.”
Uma Cidade Livre
A ideia é refazer a Bíblia em formato cartão-postal. A história de um Velho que, às portas da morte, tem uma visão de Deus e vive. Isto é: larga tudo e sai pelo País com a família à procura do lugar prometido. É um caminho difícil, muito difícil, desesperante, mas também, no fim de tudo, revelador. No lugar procurado e achado, a família ergue, do zero, uma Cidade Nova. A Cidade cresce, prospera, e cristaliza-se rapidamente em velha lei. E agora? Que personagem temos de ser? Que ideia feita corpo? Que outra palavra, que puro gesto? Que revolução?
Jacinto Lucas Pires
Texto - Jacinto Lucas Pires
Encenação- Luís Mestre
Interpretação - António Parra e José Topa
Desenho de Luz - Joana Oliveira
Figurinos Cenografia - Ana Gormicho
Desenho de Som Sonoplastia - Luís Aly
Design Fotografia - Janina Brandão
Produção Executiva - Cândida Silva
Produção - Teatro Nova Europa
Co-Produção - As Boas Raparigas... e CASA das ARTES de V.N. Famalicão
Apoio - Visões Úteis
Estrutura Financiada pelo MC/DGArtes
CONDOMÍNIO - CANCELADO (por motivos de saúde de um dos intérpretes o espectáculo Condomínio foi cancelado. Pedimos as nossas mais sinceras desculpas.)
Teatro
27 de Março, Domingo, 16h00, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/12
Duração: 55 m
teatronovaeuropa.pt.vu
Sobre Condomínio
Um homem e uma mulher vivem numa garagem de um prédio de luxo. Pela conduta do lixo, chegam-lhes as novidades do dia.
HOMEM Pena não termos aquecimento ao contrário.
MULHER Lá isso é.
HOMEM Como é que se chama?
MULHER O quê?
HOMEM O aquecimento ao contrário?
MULHER Não aquecimento?
Texto - Ana Mendes
Versão Cénica Encenação - Luís Mestre
Interpretação - Ana Luísa Azevedo e Tiago Correia
Desenho de Luz - Joana Oliveira
Figurinos Cenografia - TNE
Banda Sonora Original - Manuel Bernardo Barbosa
Desenho de Som - Luís Aly
Produção - Teatro Nova Europa
Co-Produção - Balleteatro e CASA das ARTES de V.N. Famalicão
Estrutura Financiada pelo MC/DGArtes
Mentira ou travessura?
Dança
19 e 20 de Março, sábado e Domingo, 21h30 e 18h00, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/4
Duração: 70 m
Mentira ou travessura? É mais um espectáculo desenvolvido e criado pela ALÉMDADANÇA em co-produção com CASA das Artes de Famalicão um espectáculo de Dança baseado no livro de Carlo Collodi ”As aventuras de Pinóquio”, este é um livro extremamente imaginativo, onde a figura do Pinóquio se apresenta em variadas situações, umas divertidas outras não ,mas todas com uma grande lição de vida implícita. Ao mesmo tempo o Pinóquio interage com diferentes personagens, que assumem ao logo da história diferentes papéis e funções. Exploramos estas situações aparentemente ambíguas para criarmos a nossa própria história.Construímos a nossa História… o nosso Espectáculo…e é este que trazemos aqui á Casa das Artes para partilhar convosco.
Não podemos deixar de estar gratos à Casa das Artes por acreditar em nós e continuar a apostar neste trabalho de formação artístico e cultural, pois só assim é possível realizar o nosso sonho.
Mentira ou travessura? É uma forma criativa e divertida de sentir a Dança e o Mundo…Viagem connosco! Junte –se a nós!
Então, e se…
Baú dos SegredosTeatro
3 e 4 de Março, Quinta e sexta, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 3 euros
M/3
Duração: 90 m
SINOPSE:
Uma cidade, …uma ilha!
Um desejo, atirado ao ar, com toda a raiva.
Sem ser pensado, como muitos que formulamos todos os dias, sem contudo, pensarmos nas consequências que deles nos podem chegar, através do tempo…
É de manhã, um estranho murmúrio, cobre a cidade.
Jovens percorrem as ruas algo desorientados…
Não há luz, nem água.
Os telefones estão mudos, a internet não pega, todo o tipo de comunicação com o mundo lá fora, simplesmente, parou de funcionar.
Espera! Onde estão os adultos? Para onde foram?
Que fenómeno ocasionou o seu desaparecimento?
Será isto o início de uma nova era? Ou um pesadelo do qual vamos acordar a qualquer momento?
Um tempo e um lugar onde a palavra grupo, toma uma nova importância e dimensão…
Um pedaço da vida de gente jovem, que tenta construir onde outros falharam e onde as dificuldades fazem brotar de cada um o melhor… e o pior!
Sim, vamos imaginar!
Então, e se…
Ficha técnica
ENCENAÇÃO & TEXTOS - João Regueiras
ELENCO - Alunos da Classe A do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO - Ana Regueiras
DIRECÇÃO MUSICAL - Rui Mesquita
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO - Cármen Regueiras, Emília Silva, Sofia Silva & Marta Silva
CENOGRAFIA - João Regueiras
LUZ & SOM - Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO - Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO VÍDEO - Oficina - Escola Profissional do Instituto Nun’Alvres
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
VIP MANICURE - A CRISE
12 de Março, sábado, 21h30, Grande AuditórioEntrada: 12 euros
M/12
Duração: 80 m
Denise e Maria Delfina que sempre estiveram em crise são, tal como todos os portugueses, vítimas da situação do país e estão à beira da falência. Fazem “nails” por esse país fora, como diz Denise: “nails em tournée” e andam também, segundo ela, “com o corner aos saltos”. Como fazer “nails em gel” passou a ser um luxo, Denise resolve promover o “corner” oferecendo a quem fizer “nails” um pequeno show em que Maria Delfina com o seu talento para cantar e fazer imitações se exibe. Denise ensaia-a nas suas imitações que irão desde cantores conhecidos a figuras da política, do futebol ou do social nacional e estrangeiro. Este é um espectáculo muito divertido e dinâmico que agrada a todas as faixas etárias, mantendo as características destas duas personagens e a relação entre elas.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Mulberry Wind Quintet
Suzannah Watson - Flauta; Bethany Elliott - Oboé; Hannah Murphy - Clarinete; Amy Innes - Trompa; Grace Harvey - Fagote
11 de Março, sexta, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 80 m
Programa
Verdi, La forza del destino: Overture, (arranjo para quinteto de sopros)
Danzi, Quintet Op.86 no.1
Ravel, Pièce en forme de Habenara
Hindemith, Kleine Kammermusik für 5 Blaser Op.42/2
Intervalo (10 mins)
Ibert, Trois pieces breves
Nielsen, Quintet Op.43, 1o. Andamento
Parker, Missippi Five
Françaix, Quintet no.1, 4o. Andamento
Produção – Harmos FESTIVAL
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
ANAQUIM - “As Vidas dos Outros”
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 90 m
http://www.myspace.com/anaquim.info
José Rebola, o compositor e letrista deste “As Vidas dos Outros”, desmultiplica- se deveras em mil personagens de um bairro imaginário e familiar onde se passa de criança para adulto depressa demais, tentando teimosamente guardar as histórias, os cenários e as personagens que parecem desaparecer juntamente com todas as nossas ternas e frágeis fantasias de infância.
É na primeira pessoa que Rebola canta as vidas dos outros, vidas onde falta sempre qualquer coisa, como em todas, e entre a decepção e o desamor a tónica dominante é a que tem acompanhado desde sempre trovadores e rock’n’rollers: a recusa em engrossar a multidão de vidas estereotipadas só porque é suposto já termos idade para ter juizinho, a vontade de adiar o compromisso e a resignação enquanto não nos sentirmos bem resolvidos connosco, a mágoa romântica que se protege desdenhando do amor que tanto anseia, em suma, o relato da eterna
luta entre as nossas razões privadas e as vidas dos outros, esse lugar sempre estranho a que chamamos humanidade.

Em todas as canções, escritas com clareza e generosidade, Rebola consegue colocar sempre um dilema moral em destaque (“As Vidas dos Outros”, “Lídia” ou “Horas Vagas”), contar uma história em modo de lenda popular (“Vampiros”) ou pintar com detalhe e cor um quadro de quotidiano
(“Na Minha Rua” ou o divertido e folclórico dueto com Ana Bacalhau, do grupo Deolinda, “O Meu Coração”): musicalmente, o clima é de festa, de celebração, entre New Orleans, os Balcãs e a Feira Popular, com rigor instrumental e imaginação, energia e empenho. “As Vidas dos Outros”, revelanos um talentoso músico, compositor e letrista, acompanhado de excelentes instrumentistas e de
uma atitude lúdica e divertida, pois, como disse José Rebola, a música deve ser também entretenimento e folia, sugerindo que a melhor forma de enfrentar os nossos medos e monstros é
fazendo os dançar.
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Momentos da CASA das ARTES - 10 anos

1 a 31 Março, no Foyer da Casa das Artes V.N. Famalicão.
Ao longo destes 10 anos, a CASA das ARTES teve a ajuda de centenas de milhares de pessoas que estiveram connosco, que nos visitaram e fizeram com que este teatro se tornasse num espaço de qualidade e de incontornável passagem de artistas e criativos locais, nacionais e internacionais. No entanto, e apesar deste aniversário ser um momento marcante, este espaço tem a obrigação de continuar a potenciar e a desenvolver o trabalho artístico e a cultura, promovendo, de forma exigente, a capacidade de análise critica e interpretativa individual e colectiva da nossa sociedade, e valorizar o trabalho criativo como veículo, absolutamente incontornável, do progresso estrutural do pensamento empreendedor, sendo esse elemento, o que mais valoriza e traduz a diferença relativamente ao desenvolvimento sustentável de uma comunidade, de um país.
A CASA das ARTES de V.N. Famalicão agradece toda a simpatia e atenção dos vários agentes públicos e privados que, nestes anos, nos acompanharam e nos ajudaram neste percurso de afirmação e promoção da arte e da cultura na nossa região, no nosso país.
OBRIGADO!
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
CAMANÉ – DO AMOR E DOS DIAS

26 de Fevereiro, sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 15 euros
M/3
Duração: 90 m
“A meu favor tenho o verde secreto dos teus olhos
Algumas palavras de ódio algumas palavras de amor
O tapete que vai partir para o infinito. Esta noite ou uma noite qualquer (…)”
(extraído do poema “A meu favor” de Alexandre O’Neil)
Concerto de apresentação de novo disco – DO AMOR E DOS DIAS
TERRA-MÃE
21 de Fevereiro, segunda -feira, 21h30, Café Concerto.
Entrada: Livre
M/3
Duração: 60 m
“ TERRA-MÃE “ é um projecto original em torno da poética de Miguel Torga.Intercala poemas cantados, apresentados num formato minimalista – guitarra/voz –, com poemas declamados.
Concepção, voz e guitarra – Ivo Machado
Declamação – António Sousa
Produção – CASA das ARTES de Famalicão
“NÃO” por Helder Guimarães
Vencedor, em 2006, do galardão máximo, que pode ser conquistado no ilusionismo, sendo coroado Campeão Mundial de Magia.Espectáculo de Magia e Ilusionismo
19 de Fevereiro, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/12
Duração: 70 m
Já pensou quantas vezes na sua vida se deixou enganar? Gostava de perceber o porquê desses enganos? Ao longo dos últimos anos, Helder Guimarães tem desenvolvido conhecimento na área da memória e percepção visual e apresenta agora um espectáculo que revela como a mente humana pode ser facilmente enganada. Sim, repetimos: FACILMENTE! Não queremos com este texto chamar “limitado” ao cérebro de cada espectador que irá ver o espectáculo... Mas, de facto, é a verdade. Porque todos nós temos limites e o cérebro não é excepção. Baseando-se em ilusões de óptica, problemas de pensamento lateral, estatísticas e humor, este espectáculo combina a arte da magia com a arte de pensar. Ou, por outras palavras, a arte de não-pensar. Venha divertir-se à luz da arte do engano e aprenda como é que se engana alguém.
PS: As técnicas que se ensinam neste espectáculo devem ser apenas usadas para fins lúdicos.
Criação e interpretação: Helder Guimarães
Designer gráfico: Catarina Marques
Música original: Pedro Marques
Figurinos: Fátima Carvalho
Operação: Dário Pais
Voz off: Rodrigo Santos
Vídeo: Cimbalino FilmesAssessoria técnica: José Manuel Guimarães
Produção: A Origem do Mundo
“Encalhadas!” - ESGOTADO!
Com Helena Isabel, Maria João Abreu e Rita SalemaTeatro musical
11 de Fevereiro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório .
Entrada: 12 euros
M/12
Duração: 90 m
http://www.encalhadas.net/
Sinopse
“Encalhadas!” é uma comédia musical que satiriza as angústias e prazeres de mulheres de diferentes classes sociais que em determinada altura das suas vidas se encontram sós, privadas de amor, carinho e sexo.
Aparentemente convivem bem com o problema, mas ao longo do espectáculo apercebemo-nos, através dos seus monólogos nocturnos, que não é verdade.
Estas mulheres, apesar de possuírem características bem diferentes, encontram dificuldades muito semelhantes ao tentar lidar com o problema da solidão.
Todas as situações são apresentadas em forma de quadros bem-humorados: na academia de ginástica; no cabeleireiro; na sex-shop; etc; até que descobrem que possuem também em comum o mesmo homem, Ernesto, marido de Cristina, amante de Graça e reprodutor do filho de Cecília.
A primeira encalhada, Cecília, é solteirona convicta. Tem muitos namorados, mas não se consegue fixar em nenhum, colocando defeitos insuperáveis em todos. É representante do famoso “complexo de cinderela”. É apresentadora de um programa de televisão onde aconselha mulheres solitárias, presidente da A.S.A (Associação das Solitárias Anónimas) e psicóloga. O seu maior conflito é querer ter um filho, já que descendente de uma família conservadora, que valoriza de sobremaneira a maternidade. Assim, decide procurar um reprodutor.
Cristina, encontra-se casada no início do espectáculo, mas não menos só. O seu marido, um empresário de sucesso, viaja muito e não lhe dá atenção.
Ex miss Valongo, saiu do concurso directamente para o casamento. Ao fim de dez anos descobre que foi traída durante esse tempo todo e decide divorciar-se. O divórcio deixa-a sem dinheiro e a partir daí começa “difícil tarefa” de encontrar outro homem que a sustente.
A última encalhada, Graça, é maquilhadora do mesmo programa de televisão onde Cecília é apresentadora. É também vendedora de produtos eróticos. O seu grande sonho é casar-se, mas por questões do destino só se envolve com homens comprometidos, acabando por viver sempre o papel da amante. O seu maior desafio é encontrar um homem que deixe a mulher para casar com ela.
Comédia Musical “Encalhadas!”
De Miriam Palma e Isabel Scisci
Adaptação Ana Bola
Encenação Heitor Lourenço
Com Rita Salema, Helena Isabel e Maria João Abreu
Produção Sola do Sapato
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Perry Blake
5 de Fevereiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/3
Duração: 70 m
http://www.myspace.com/perryblake

Nascido em Sligo, Perry Blake lançou o seu álbum de estreia em 1998.
Estabececeu-se como um artista de culto por toda a Europa. A reação da crítica no Reino Unido foi também encantadora, com revistas como “Q” e “Uncut” gritando em seu louvor.
Na BBC Radio 1’s Jo Wiley fez os seus dois primeiros lançamentos e os singles da semana.
Neatly descreveu-o como um dos segredos do Mundo mais bem guardado, Blake lançou cinco albuns de estúdio, a banda Sonora de um filme Francês “Presque Rien” e um álbum gravado ao vivo acompanhado de uma orquestra no Cirque Royale em Bruxelas.
Em 2011 Perry irá lançar um novo album de estúdio – “St Mary & Milk” – é uma leve viagem para Blake com um forte sabor country folk & muito mais aberto & som acessível.
Neste álbum colaboraram artistas Irlandeses & Internacionais como Rosemari Wickham, Francoise Hardy & Rick Epping.
Em 2005 Blake recebeu um disco de ouro por duas músicas que escreveu em parceria com Marco Sabiu para o ícone Francês Francoise Hardy. O album também ganhou um grammy Francês.
Em 2007 Perry protagonizou uma série de concertos com a cantora francesa & primeira-dama Carla Bruni.
O trabalho de Perry Blake tem sido utilizado exaustivamente em filmes & na televisão Europeia.
Entre os projectos recentes de Perry Blake encontra-se uma história para crianças. Ele foi convidado a escrever para uma editora Portuguesa com Julie Andrews, Jimmy Carter & Will Smith.
O livro para Crianças entitula-se “ Cats at Lisaadell” vendido em Portugal & foi reeditado na imprensa nacional Portuguesa.
Exposição de Escultura de Manuel Cruz Prada
Titulo: O Feminino
INAUGURAÇÃO
Dia 1 de Fevereiro, pelas 22 horas, no Foyer da Casa das Artes
LEILÃO
Dia 26 de Fevereiro, pelas 18 horas, no Pequeno Auditório da Casa das Artes
Leilões de obras de Manuel Cruz Prada – 20% das receitas do leilão revertem a favor de instituições de apoio ao cancro da mama (10% para Associação Laço) e ao cancro em geral (10% para Liga Portuguesa Contra o Cancro). Cada escultura será acompanhada de um Certificado de Autenticidade emitido por Oceano de Ideias. Recibos da venda de esculturas emitidos pela Associação de Escultura e Arte Contemporânea..
Lady…
…nome atribuído a Senhora/Dama, Inteligente, Culta, Educada, Sensível, Sensual,
Altiva, Forte, Delicada, Carente, Apaixonada, Emancipada, invulgar, …
Porque se diz em inglês!? Podia dizer-se em português, mas a subtileza da palavra, tanto
escrita como entoada, é de uma elegância proeminente e soberba serenidade, para quem
assim se sente…
… de uma magnificência que transcende o imaginário individual…
…de que vale uma falsa postura, se todas as “Ladies”, sem excepção, no fundo do seu
mais profundo íntimo, têm posturas “reprimidas” que numa espontaneidade FELIZ, se
afloram em beleza única!
A essência Feminina está num pormenor!
O corpo de uma mulher, pelo seu todo e separadamente, é o que, a nós homens, extasia
os sentidos, todos sem excepção.
Na maneira como se move!
Como sorri!
Como se senta!
Como caminha!
Como se desenha a silhueta…
A essência está num corpo que não é um produto, mas matéria física, que de quando em
vez desprovida de pudor, consciente ou inconscientemente se insinua numa subtileza do
“pecado” que deliciosamente, sem ser, já o é.
Fonte de prazer pode ser qualquer coisa, situação ou pessoa. A Mulher é de facto um
todo da matéria que foi criada para fazer com que haja sensualidade, leveza, subtileza e
desejo!
Quem como eu é apelado pela sensação que se tem quando se contempla um corpo
feminino e dele se imagina a arte absoluta, extasia-se de tão belo aflorar, de constante e
inebriante, silêncio se faz o momento!
A vagina, sem a exclusividade da procriação e maternidade, é vista como a mais
completa fonte de prazer onde não deve existir limite no talento a colocar ao que dela se
deseja. No entanto as sensações fortes são divididas pelo corpo todo em partes distintas,
sem que o prazer e o desejo, sejam inibidos, tudo pode e deve ser “explorado”,
independentemente daquele/ª que o faça!
Manuel Cruz Prada, escultor, mestre
ORGANIZAÇÃO
Associação de Escultura e Arte Contemporânea - aesculturarte.blogspot.com
Oceano de Ideias - http://www.oceanoideias.com/
PARCEIROS
Casa das Artes de Famalicão - http://www.casadasartes.org/ http://www.casadasartes.blogspot.com/
Liga Portuguesa Contra o Cancro - http://www.ligacontracancro.pt/
Associação Laço - http://www.laco.pt/
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
BUNNYRANCH – Concerto na Casa das Artes de V.N. Famalicão dia 22 de Janeiro - Cancelado
Pedimos desculpa a todos pelos inconvenientes causados, prometendo que nova data será anunciada em breve.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Pedro Abrunhosa “Canções”
28 e 29 de Janeiro, sexta e Sábado, 21h30, Grande Auditório.Entrada: 15 euros
M/3
Duração: 90 m
http://www.abrunhosa.com/
www.myspace.com/abrunhosa
TOUR LONGE 2010 - 2012
Três anos depois de Luz, Pedro Abrunhosa regressa – e parte para Longe. Um
disco que corresponde rigorosamente à sua necessidade de mudança e de quebrar
rotinas e fórmulas resolventes, atingindo o primeiro lugar do top de vendas na
primeira semana de vida e contando já com o galardão de Disco de Ouro.
Mudou muito: a equipa técnica, com a chamada de João Bessa ao posto-chave de
co-produtor; a banda de apoio, dando entrada ao Comité Caviar (Cláudio Souto nos
teclados e órgão, Marco Nunes e Paulo Praça nas guitarras, Miguel Barros no baixo,
Pedro Martins na bateria e na percussão, Eurico Amorim no piano e Patrícia
Antunes e Patrícia Silveira nos coros) que, fundamental na gravação do álbum, será
decisivo na passagem ao palco.
Mudou ainda mais no som, correspondendo a um apelo interior de rumar à essência
e de deixar emergir outras raízes impolutas – aos seus amores no jazz e no funky e
aos seus mestres na canção europeia, Pedro Abrunhosa acrescenta agora o valor
do grande som do rock de tónica americana.
“Fazer O Que Ainda Não Foi Feito” valeu como primeira amostra, como entrada para
um salão de festas em que, longe de qualquer baile de máscaras, se namora a
verdade perene das canções, cheias de guitarras, pautadas pelo velho Hammond.
Há pontos de contacto com o currículo, claro. Mas há muito para descobrir – se
Pedro Abrunhosa, com toda a legitimidade, se orgulha do seu passado, aquilo que o
motiva é mesmo este presente, orgânico e perene.
Devagar se vai a Longe? Não acreditem. Este é mesmo para servir já, fresco e
imenso.
Bunnyranch
22 de Janeiro, Sábado, 23h00, Café concerto .Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 80 m
www.myspace.com/bunnyranchspace
If You Missed The Last Train é o último álbum da carismática banda de Coimbra. Editado pela Artez, em Fevereiro deste ano, o álbum conta na co-produção com Boz Boorer.
Na estrada desde 2001, lançam o primeiro registo discográfico no ano de 2002, o E.P. Too Flop to Boogie, disco este que lhes permite serem escolhidos para a compilação Pop Up Songs / Óptimus Novos Talentos e que os leva a pisar muitos palcos nacionais, entre eles os palcos secundários de Vilar de Mouros e Paredes de Coura.
Segue-se em 2004 o seu primeiro longa duração, Trying to Lose e a afirmação dentro do panorama Rock’n’Roll português, que os leva a uma digressão nacional marcando presença no palco principal do Festival Paredes de Coura e no Festival Sudoeste.
Em 2005 fazem a sua primeira digressão internacional: são convidados pela Antena 3 a representar Portugal no conceituado festival Eurosonic (Holanda), fazem uma tour de 10 datas em Espanha, onde um dos espectáculos foi transmitido pela TV da Corunha, dão 3 concertos em Londres, passando ainda por França.
Luna Dance, editado em 2006 pela Transformadores é considerado pela revista Blitz como o 6º e pelo jornal Público 8º disco português do ano. Neste mesmo ano a banda é alvo do galardoado documentário, já emitido várias vezes pela RTP2, Rockumentário, realizado por Sandra Castiço e produzido pelo cineasta António Ferreira.
Em 2007, fazem uma extensa digressão nacional e a primeira tour nos Estados Unidos onde, após a mesma, gravam a primeira parte do disco Teach us Lord How to Wait, nos HED Studios em Nova York, com a co-produção de Ivan Julian, guitarrista de bandas como Richard Hell & the Voidoids e The Clash. A segunda parte deste álbum ficou a cargo de Boz Boorer, guitarrista dos Polecats, Adam Ant e, desde 1992, guitarrista e director musical de Morrisey. Teach us Lord How to Wait é editado em 2008 em Portugal e em 2009 nos Estados Unidos pela editora Brutarian Music.
Bunnyranch Kaló (bateria e Voz), Pedro Calhau (baixo), João Cardoso (piano) e Augusto Cardoso (guitarra)













