quarta-feira, 29 de junho de 2011

BRANCA DE NEVE

Baú dos Segredos
Teatro
23 de Julho | Sábado | 21h30| Grande Auditório
Entrada: 3 euros
M/3
Duração: 70 m
SINOPSE
É noite.
Assolada pela doença, vagueia pelo castelo, sozinha, grávida no fim do tempo, parece que adivinha a morte que se aproxima. Cai e dá à luz nas pedras frias do chão. Depois, a vida abandona o seu corpo real, que protege o bebé, num último abraço maternal.
Destroçado, o Rei, encontra-a, despede-se dela e toma a criança dos seus braços.
Assim começa a história de Branca de Neve. Uma princesa com um futuro atribulado.
O seu pai, o Rei, durante uma viagem, apaixona-se, estranhamente, por uma misteriosa mulher e a torna sua rainha…
Mas,… quem é esta mulher?
Que ódio é este, que nutre pela princesa? E porquê?
Porque se comporta o pai de forma diferente quando ela está presente?
A vida da pobre princesa está inevitavelmente condenada desde que se cruza com aquela mulher…
ENCENAÇÃO & TEXTOS
João Regueiras

ELENCO
Alunos da Classe B do Baú dos Segredos

ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO

Ana Regueiras

DIRECÇÃO MUSICAL
Rui Mesquita

FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO
Cármen Regueiras, Emília Silva
Sofia Silva & Marta Silva

CENOGRAFIA
João Regueiras

LUZ & SOM
Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão

PRODUÇÃO
Casa das Artes
Baú dos Segredos

PRODUÇÃO VÍDEO
Oficina - Escola Profissional do Instituto Nun'Alvres

A QUINTA DOS ANIMAIS

 Baú dos Segredos
Teatro
21 de Julho | Quinta | 21h30| Grande Auditório
Entrada: 3 euros
M/3
Duração: 70 m
SINOPSE
Esta fábula, não é mais do que uma adaptação ao palco da obra “Animal Farm” de George Orwell.
Quando foi publicada pela primeira vez, em 1945, foi uma obra polémica por criticar a política da União Soviética estalinista. Se bem que, na realidade, ela critica todos os tipos de totalitarismo, venham eles de onde vierem.
Assim, vimos falar-vos dos últimos tempos da vida da Quinta Manor.
Foi uma das mais bonitas do sul da Inglaterra. Hoje é só uma sombra…abandonada…de onde todos foram debandando, a pouco e pouco… Um amontoado de ruínas, que as plantas daninhas invadiram, cobrindo tudo!
Uma imagem de um tempo passado… mas ainda recente na memória de todos… homens e animais!
Esta história é uma fábula!
Nela os animais falam, como os humanos. Tal como naquelas que escreveu o Sr. La Fontaine, no século 17.
Jones era o dono da Quinta Manor. Uma quinta, que durante anos foi um exemplo de abundância, mas que foi definhando por causa dos tempos difíceis que se viviam em Inglaterra. As dívidas foram-se acumulando e Jones, cada vez mais desiludido com a sua sorte, afogava as suas mágoas, numa caneca de cerveja, no Leão Vermelho, a taberna da aldeia!
O facto começou a repetir-se de dia para dia e os animais começaram a ser esquecidos. As manjedouras estavam vazias, enquanto no celeiro havia sacos de grãos e rações que bem chegavam para alimentar toda a quinta, fechados a sete chaves, longe dos olhar dos animais.
Estes começaram a ficar revoltados.
Foi assim que tudo começou!
ENCENAÇÃO & TEXTOS
João Regueiras

ELENCO
Alunos da Classe A do Baú dos Segredos

ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO

Ana Regueiras e Sérgio Rocha

DIRECÇÃO MUSICAL
Rui Mesquita

FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO
Cármen Regueiras, Emília Silva
Sofia Silva & Marta Silva

CENOGRAFIA
João Regueiras

LUZ & SOM
Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão

PRODUÇÃO
Casa das Artes
Baú dos Segredos

PRODUÇÃO VÍDEO
Oficina - Escola Profissional do Instituto Nun'Alvres

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Companhia Dança Contemporânea de Londres - EDge

Dança contemporânea
 7 e 9 Julho |Quinta-feira e Sábado| 21h30|  Grande Auditório.
Entrada: 7 euros. Desconto de 20% para bailarinos e estudantes de dança.
M/3
Duração: 70 m
Este espectáculo, com doze bailarinos (cinco homens e sete mulheres), apresenta novas criações de grandes artistas, incluindo finalistas do Place Prize, Ben Duke e Eva Recacha, os coreógrafos internacionais Jorge Crecis (Espanha) e Martin Forsberg (Suécia) e ainda uma versão especialmente, adaptada da lendária dança de Jeremy James, My Big Pants.

Edge – London Contemporary Dance School com espectáculos e workshops únicos em Famalicão, 4 a 10 de Julho.

Pelo nono ano consecutivo e a convite da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Escola de Dança Alemdadança, a Companhia Dança Contemporânea de Londres - EDge, sedeada no “The Place, apresenta na Casa das Artes, dois espectáculos únicos em Portugal.
Neste contexto, será organizado workshops com a Companhia Inglesa, entre 4 e 10 Julho, das 15h00 às 18h00, para participantes entre os 11 e os 25 anos. As inscrições encontram-se abertas até ao dia 30 de Junho, máximo de 30 participantes, o custo 40 euros (Os participantes dos workshops tem um bilhete de oferta para um dos espectáculos do EDge, podendo escolher o dia 7 ou 9 de Julho).
 Não é necessário possuir qualquer experiência na área da dança, pois este projecto será baseado na experiência “real e individual de cada formando”. No final, 10 de Julho, será apresentado ao público, juntamente com a companhia inglesa, o resultado dos workshops.
Estará presente, mais uma vez, a artista multimédia Sónia Rodrigues.

Gala final dos workshops
10 Julho, Domingo, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Foge Foge Bandido

2 de Julho | sábado | 21h30| Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 80 m

Foge Foge Bandido – Manel Cruz

Depois dos Ornatos Violeta, dos Pluto e dos Supernada, Manel Cruz regressa aos palcos com o projecto Foge Foge Bandido. Resultado de muitas experiências e partilhas, «O Amor Dá-me Tesão/Não Fui Eu Que Estraguei» é um livro com dois CD – uma obra – que pode ser visto como um filme, em que as músicas e as histórias desenham narrativas imaginárias e estabelecem uma comunhão entre a identidade do autor, intérprete dos seus sentimentos, e do ouvinte, intérprete do intérprete segundo os seus sentimentos.
Um projecto que nasce da espontaneidade e cuja multiplicidade de instrumentos utilizados demonstra a liberdade e a predisposição de Manel Cruz e todos os músicos, amigos (pessoas e animais), desconhecidos e família com que ele se cruzou ao longo do processo de criação desta obra.
Terminado o período de encubação das canções, Foge Foge Bandido está pronto para os palcos depois de tantos pedidos e crescente expectativa. Durante 2010, Manel Cruz, Nuno Mendes, Eduardo Silva, Nico Tricot e António Serginho vão apresentar, nos auditórios e cine-teatros, os temas de «O Amor Dá-me Tesão/Não Fui Eu Que Estraguei» em versões adaptadas ao quinteto que constitui, agora, o projecto Foge Foge Bandido.
O Foge Foge Bandido foi um namoro de acasos, descobrir a música das pessoas e não dos músicos e atribuir ao tempo a tarefa de seleccionar o material. Foi tentar ao máximo expressar o processo, com a consciência, claro, de que o acaso se estende ao próprio entendimento desse processo e de que se calhar não percebi nada” – Manel Cruz

segunda-feira, 30 de maio de 2011

"KaMoNs - Erros meus, má fortuna, amor ardente"

Teatro Construção
25 de Junho, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/6
Duração: 55 m
Segundo Jorge de Sena: "Se pouco sabemos de Camões, biograficamente falando, tudo sabemos da sua persona poética, já que não muitos poetas em qualquer tempo transformaram a sua própria experiência e pensamento numa tal reveladora obra de arte como a poesia de Camões é."
Este espectáculo é um exercício imaginário a partir de “pistas” encontradas na obra e nos estudos biográficos de Camões.
Aqui não viajamos até 1524 (possível data do seu nascimento). Aquilo que veremos, não acontece em data específica. Acontece no passado, no presente e no futuro. Pois é aí que encontramos Camões. Na sua intemporalidade, no espaço-tempo por excelência dos grandes génios que os mantém sempre actuais.
Aqui baptizamo-lo de “KaMoNs”, poderia ser um nickname da internet, poderia ser um nome de código militar, poderia ser o próprio Camões.
E aqui veremos um homem que quis viver neste mundo, alegre e contente somente, contentando-se com pouco, mas a dura realidade mostra-lhe que não é bem assim.
Camões escreveu os seus poemas conforme viveu. Foi um poeta marcado por múltiplas experiências. Como todos nós. Mas da dureza que a realidade lhe apresentava, brotou uma obra singular que nos define enquanto cultura e enquanto parte da Humanidade

Ficha Técnica

Dramaturgia, Sonoplastia e Encenação: Nuno J. Loureiro
Interpretação: Romeu dos Anjos e Helder Melo
Operação de Luz, Som e Direcção de Cena: Simão Barros
Produção, Design de Cartaz e Programa: Teatro Construção

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Dead Combo & Real Orquestra das Caveiras

Música- Acústico / Alternativa / Outro
18 de Junho | sábado | 21h30| Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 80 m

Os Dead Combo são Tó Trips e Pedro Gonçalves, músicos que encarnam duas personagens que poderiam ter saído de uma BD: um gato-pingado e um gangster.
Formado em 2003, o grupo já lançou 5 álbuns, três dos quais galardoados com “Álbum do Ano” e “Álbum da Década” em Portugal.
Dead Combo & Royal Orquestra das Caveiras é um espectáculo muito especial em que aos Dead Combo se junta a Royal Orquestra das Caveiras (composta por uma secção de metais, piano e bateria). Depois do enorme sucesso da sua primeira apresentação no Teatro São Luiz, em Lisboa, em Novembro de 2009 e que deu origem a um DVD lançado em Junho de 2010, os Dead Combo & Royal Orquestra das Caveiras realizam uma Tour nacional, para apresentar o espectáculo que serviu de base ao DVD.

Patrulha

"Brincar à Música" com a Companhia de Música Teatral!
Workshop 2
17 de Junho  de 2011 – Sala de Ensaios/PA
Sessões - 11h00; 14h00; 16h00
Participantes 25/30 por sessão + Acompanhantes/Professores
Entrada: 2 euros
Duração: 45 m

Tipologia: Experiência de música cénica e movimento com execução musical ao vivo.

Patrulha, replica com as crianças da Escola ou acompanhadas pelos Pais, o ambiente de interacção e as situações de criatividade e improviso que foram gravados com as crianças que participaram na EMB (Enciclopédia da Música). No fundo trata-se de fazer com que as crianças passem de ouvintes a músicos/artistas e de fazer com que, aos pouquinhos, o bichinho se comece a soltar. O espectáculo pode depois continuar em casa, ou na escola, com os CDs/ livros da Enciclopédia da Música com Bicho ou com outras edições da CMT. Todos os dias a fazer festinhas e a fazer a festa: num bocadinho de colo, um bocadinho de Pai, um bocadinho de Mãe, um bocadinho de Amigo.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Concerto comemorativo dos 10 anos da CASA das ARTES de V.N. Famalicão

 CASA das ARTES de V.N. Famalicão
10 anos (2001/2011)
Espaço de Criação, Fruição e Apresentação de Projectos Artísticos, de Todos e Para Todos.

A CASA das ARTES cumpre este ano (2001/2011), 10 anos. Ao longo destes anos, apresentou uma variedade muito grande de projectos artísticos, que vão desde as artes plásticas, música, teatro, dança....entre outros, procurando concretizar o seu objectivo de criação, fruição e apresentação de projectos artísticos de todos e para todos.
Ao longo destes 10 anos, a CASA das ARTES teve a ajuda de centenas de milhares de pessoas, que estiveram connosco, que nos visitaram e fizeram com que este teatro se tornasse num espaço de qualidade e de incontornável passagem de artistas e criativos locais, nacionais e internacionais.
Apesar deste aniversário ser um momento marcante, este espaço tem a obrigação de continuar a potenciar e a desenvolver o trabalho artístico e a cultura, promovendo, de forma exigente, a capacidade de análise critica e interpretativa individual e colectiva da nossa sociedade, e valorizar o trabalho criativo como veículo, absolutamente incontornável, do progresso estrutural do pensamento empreendedor, sendo esse elemento, o que mais valoriza e traduz a diferença relativamente ao desenvolvimento sustentável de uma comunidade, de um país.
A CASA das ARTES de V.N. Famalicão agradece toda a simpatia e atenção dos vários agentes públicos e privados que, nestes anos, nos acompanharam e nos ajudaram neste percurso de afirmação e promoção da arte e da cultura na nossa região, no nosso país.
Obrigado!

4 de Junho | Sábado | 21h30| Grande Auditório 
Entrada: 3 euros
M/3
Duração: 80 m

PROGRAMA

C.NIELSEN - Concerto para Flauta e Orquestra
A.DVORAK - Sinfonia nº 9, op.95 "Novo Mundo"

Adriana Ferreira Flauta
Christophe Millet Maestro
Orquestra Sinfónica ARTAVE


Adriana Ferreira Flauta

Christophe Millet Maestro

Orquestra Sinfónica ARTAVE

terça-feira, 10 de maio de 2011

“AO ESPELHO DE UM PIANO” de Rui Mesquita

Apresentação do primeiro projecto musical de Rui Mesquita
Música
3 Junho | sexta-feira | 21h30| Grande Auditório
Entrada: 3 euros
M/3
Duração: 70 m

“AO ESPELHO DE UM PIANO” Constitui o primeiro projecto musical a solo do professor e pianista famalicense Rui Mesquita. Nele identificamos a sua formação pianística erudita, além de influências musicais, particularmente do seu professor Miguel Graça Moura e os músicos/amigos brasileiros Giovani e Tuniko Goulart. Projecto marcadamente intimista, apresenta elementos determinantes – o céu, o mar – e evoca contextos e vivências muito particulares, através das harmonias/melodias do piano e de outros relevos sonoros – flauta transversal, oboé, violino e violoncelo. Músico muito eclético nas suas experiências musicais, Rui Mesquita apresenta-nos nova faceta: o reflexo do seu sentimento, exposto ao espelho do piano

terça-feira, 26 de abril de 2011

Oresteia




(Isto não é uma tragédia.)

Teatro
27 e 28, sexta e sábado, 21h30, Grande Auditório Entrada: 3 euros
M/3
Duração: 80 m
“A Oresteia, constituída pelo Agamémnon, as Coéforas e as Euménides, é uma obra prima da literatura dramática de todos os tempos. Lirismo e drama raramente realizaram uma simbiose tão perfeita no afrontamento das questões morais e religiosas que se põem ao homem num mundo sempre em crise. Crise que, na visão augusta do Poeta, atinge os próprios deuses, empenhados, também eles, na realização mais perfeita da justiça, porque de justiça essencialmente se trata neste drama de proporções cósmicas.
Curso profissional de Artes do Espectáculo – Interpretação, do Externato Delfim Ferreira

(Manuel de Oliveira Pulquério- Professor Catedrático da Faculdade de Letras de Coimbra
in, Oresteia)

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Fernando Tordo


Voz Fernando Tordo Piano Pedro Duarte
21 de Maio, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 70 m
Fernando Tordo, começou a cantar aos 16 anos pelo que, com 46 anos de carreira, é hoje um dos mais reconhecidos cantores da música ligeira portuguesa. Passou pela pop-rock nos Deltons e nos famosos Sheiks nos anos 60. Em 1969, no Festival da Canção, conhece o poeta Ary dos Santos e torna-se no portador musical da sua poesia. No entanto, Tordo, sempre compôs e tocou além de cantar. Nos intervalos da música, gosta de pintar e de escrever, tendo publicado até hoje dois romances: “Fantásticas, Frígidas e Mentirosas” e “Se não Souberes, Copia”.
Neste espectáculo, da cariz muito intimista, apenas com piano e voz, interpreta alguns novos temas do futuro álbum a lançar no final do ano, que se chamará “Por este andar”, cantando também clássicos como “Adeus Tristeza”, “Cavalo à solta”, “Tourada”, “Se digo meu amor”, ”Balada para os nossos filhos”, “Estrela da Tarde”, “Cinema Paraíso”, “Chegam palavras” entre outras canções que fazem parte da história musical do nosso país.É um encontro marcado pela relação de proximidade que o cantor estabelece com o seu público através do prazer que revela em cima do palco, pois ele é também um grande comunicador.
No seu historial, conta com 28 álbuns gravados, todos eles de grande qualidade.




Esta passagem pela Casa das Artes faz parte de uma digressão que assinala o novo disco de originais do artista, bem como os seus 46 anos de carreira.

terça-feira, 12 de abril de 2011

A Menina Do Mar de Sophia de Mello Breyner

Uma Encenação de JOANA PROVIDÊNCIA/ Teatro do Bolhão

18 e 19 Maio, Quarta e Quinta, 10h00 e 15h00, Grande Auditório

Entrada: 3 euros M/4 Duração: 45 m

“Chamo-me Menina do Mar e não tenho outro nome. Não sei onde nasci. Um dia uma gaivota trouxe-me no bico para esta praia. Pôs-me numa rocha na maré vaza e o polvo, o caranguejo e o peixe tomaram conta de mim.” Esta menina é detentora de dois dons: pode respirar fora de água como os homens e dentro de água como os peixes. Sempre viveu no mar e quer conhecer a Terra mas não pode afastar-se muito da água porque fica desidratada. Além disso tem a sua liberdade condicionada porque é a bailarina da “Grande Raia”, senhora daqueles mares, que a traz constantemente vigiada pelos búzios.O seu fascínio pela Terra e pelo conhecimento de tudo o que existe fora do mar reforçou a amizade com o menino e juntos sonham, revivem e projectam muitas aventuras.A Menina do Mar é uma narrativa contemporânea, escrita em prosa poética, um texto emblemático da literatura infanto-juvenil, que alimenta no leitor/espectador a sede de sonho e do maravilhoso.

Menina do Mar/Ficha técnica Encenação Joana Providência, Dramaturgia Helena Genésio Espaço Cénico e Marionetas Cristóvão Neto, Figurinos Lola Sousa, Iluminação Pedro Carvalho , Banda Sonora Rui Lima e Sérgio Martins Produção Glória Cheio Elenco Anabela Sousa, Beatriz Godinho, Filipe Moreira, Paulo Mota e Sandra Salomé

AT FREDDY’S HOUSE


Tour “09 Roads”

Alternativa / Blues / Folclórica

13 de Maio, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório

Entrada: 8 euros M/3 Duração: 90 m


Fred iniciou o seu projecto de autor At Freddy’s House em 2006. Nesse mesmo ano, coincidindo com as gravações do primeiro trabalho de originais, as músicas “Rubber Nose” e “Drunken Boat” foram escolhidas para fazer parte do “Acorda!”, primeira compilação de nova música portuguesa em mp3. Em 2009, o projecto foi representado nas colectâneas “Novos Talentos FNAC”, com o tema “My Falling House”, e no “3 Pistas Vol.2”, com “Tempest Girl” e um cover da “Dancing in the Dark”, de Bruce Springsteen, com a qual At Freddy’s House se apresentou ao público na gala comemorativa dos 15 anos da Antena3 na Aula Magna. Também em 2009 é editado “Lock”, o primeiro EP, que tem a sua versão completa “Lock Full Version” desde Maio de 2010. Neste primeiro álbum, Fred (voz, guitarras, piano e hammond) conta com a participação de Amir (baixo e contrabaixo), Miguel Pedro (bateria), João Covita (acordeão). Todas as letras têm a assinatura de Susana de Noronha. Para dentro de dias, está previsto um segundo trabalho de originais, com o enigmático título “09 Roads”.


segunda-feira, 4 de abril de 2011

JOÃO PEDRO PAIS- “Improviso” –

Pop/rock


6 de Maio, sexta-feira , 21h30 , Grande Auditório.

Entrada: 20 euros M/3 Duração: 90 m

Apoio: RFM

João Pedro Pais irá presentear o público com os seus temas de sucesso, em versões renovadas de formato acústico, num novo conceito de espectáculo intitulado “Improviso”. Grandes canções como “Ninguém (é de Ninguém)”, “Lembra-te de Mim”, “Mentira”, “Nada de Nada” ou ainda outras faixas do último disco de originais – “A Palma e a Mão” – serão apresentadas com diferentes roupagens e de uma forma mais intimista. Desde a sua estreia em 1997, João Pedro Pais construiu um percurso ímpar na música portuguesa e tornou-se um dos artistas mais carismáticos do país. Recentemente, conquistou o Disco de Ouro com o registo ao vivo “O Coliseu”, gravado na importante sala lisboeta, e rapidamente atingiu o 1º lugar do top de vendas.


segunda-feira, 28 de março de 2011

PEIXE:AVIÃO - MADRUGADA

30 de Abril , sábado, 21h30, Grande Auditório

Entrada: 8 euros (Oferta de CD Madrugada) M/3 Duração: 80 m

http://www.peixeaviao.com/ www.myspace.com/peixeavia
Aqueles com memória mais curta serão tentados a ouvir em peixe : avião ecos de Radiohead e eles estão lá, efectivamente, mas enquanto herança de uma linhagem muito mais antiga, com genealogia nos pergaminhos de Canterbury e no rock progressivo dos primeiros Pink Floyd de Syd Barrett e dos Van Der Graaf Generator de Peter Hammill, passando pelo krautrock dos Faust ou dos Neu!. Mas se a estirpe é identificável, o que faz a singularidade de peixe : avião é a portugalidade que irradia, como se de repente tudo o que nos habituamos a associar à alma portuguesa, a melancolia dos seus poetas, o singelo das pequenas coisas, se cristalizasse em sons e palavras. Esqueçam o fado como Amália o popularizou e é macaqueado de Portugal ao Japão: o novo fado do século XXI é peixe : avião!

a praça de né barros

Dia mundial da Dança
Dança

29 de Abril, sexta, 21h30, Grande Auditório

Entrada: 10 euros (desconto de 20% a estudantes) M/12 Duração: 60 m


Em Vooum (1999) e No fly Zone (2000), trabalhos que contaram com a colaboração com o Daniel Blaufuks, o intérprete era o móbil da paisagem, desenhava o território e era território. O intérprete circulava ora num contínuo por um espaço construído com imagens de um exterior e de viagem (Vooum), ora num lugar fechado e assumidamente artificial (No Fly Zone). Neste novo projecto, a praça é um lugar especial de circulação, o lugar gerado por uma condição nómada, tal como o vídeo da praça exibido em cena. Na praça que atravessamos construímos um lugar ambulante. Representamos e somos representados. Somos a extensão da praça. Né Barros


Direcção e coreografia
Né Barros Vídeo Daniel Blaufuks Musica e interpretação ao vivo Alexandre Soares e Jorge Queijo Desenho de luz José Álvaro Correia Guarda-roupa styling Maria João Sopa Intérpretes Ángel Montero Vázquez, Joana Castro, Katja Juliana Geiger, Pedro Rosa Produção balleteatro Co-produção Culturgest

Lauda Sion - Felix Mendelssohn

Concerto de Páscoa Música- Coral Sinfónica 17 de Abril, Domingo, 18h00, Grande Auditório Entrada: 5 euros M/3 Duração: 80 m Ficha Técnica Orquestra Artave Coro CCM Maestro Luís Machado Solistas Soprano Marta Santos Contralto Mónica Pais Tenor Paulo Ferreira Baixo Job Tomé Co- Prdução CASA das ARTES de V.N. Famalicão/CCM/ARTAVE

terça-feira, 22 de março de 2011

OTELO, de WILLIAM SHAKESPEARE

Encenação Kuniaki Ida Com António Capelo, João Paulo Costa, Rita Lello, António Júlio, Rute Miranda, João Melo, entre outros ACE/Teatro do Bolhão Comédia/tragédia 16 de Abril, Sábado, 21h30, Grande Auditório Entrada: 12 euros M/12 Duração: 150 m (com intervalo de 10 minutos) “As nossas viagens ainda são as de Ulisses, os nossos trabalhos ainda são os de Hércules” diz George Steiner afirmando que só regresso às origens - aos clássicos e à sua força canónica, permite o novo e alimenta a nossa necessidade permanente de originalidade. Com a produção de Otelo, de W. Shakespeare, a ACE/Teatro do Bolhão regressa a uma das suas linhas nucleares de programação: a revisitação dos textos e dos autores mais emblemáticos da dramaturgia universal. O ciclo que propomos não é, evidentemente, literário mas teatral; no entanto constrói-se a partir de clássicos, essas raras obras que permanecem no Tempo, que nunca são esgotáveis, que cada geração tem necessidade de re-olhar e de tentar a sua leitura sempre incompleta. Pois, ao contrário da obra vulgar, o clássico não se deixa domesticar pela descodificação - “ o clássico é a obra significativa que nos lê”, diz Steiner de novo.Neste sentido uma encenação de Shakespeare constitui, provavelmente, o desafio de reinterpretação mais paradigmático que poderemos encontrar no universo teatral já que continuamos a procurar, há mais de quatrocentos anos, através de réplicas e releituras das suas obras, um conhecimento mais profundo de nós mesmos. Ficamos tentados a acreditar, como Peter Acroyd, que “Shakespeare ainda é o limite até ao qual conseguimos ver".

terça-feira, 15 de março de 2011

Amarelo Manga - Tour “A Cena do Livro Verde”

Música Brasileira 2 de Abril, sábado, 21h30, Grande Auditório Entrada: 10 euros M/3 Duração: 90 m http://www.myspace.com/amarelomanga Os Amarelo Manga são um projecto inovador, que funde o rico universo da cultura do Brasil com a música do Mundo. Além de apresentar uma mistura de instrumentos muito pouco explorados, ou até mesmo inexistentes no contexto nacional – como a interacção do violão com o vibrafone ou o steel drums –, há a destacar um conjunto de músicos de rara qualidade. Depois do primeiro disco, “Verso Preso”, datado de 2009, e muito elogiado pelo imprensa, é publicado este ano “A Cena do Livro Verde”, trabalho de exuberante maturidade, onde dupla Lilian Raquel e Cláudio César Ribeiro reafirma o seu bom gosto. Concerto obrigatório, com temas novos em estreia absoluta. Lilian Raquel - voz (Brasil) Cláudio César Ribeiro - guitarra e arranjos (Brasil) Nuno Campos- contrabaixo (Portugal) Luis Arrigo - percussão (Brasil) Toni Maresca - percussão e bateria (Brasil) Paulo Costa - percussão, vibrafone e steel drums (Portugal)

Patrulha

"Brincar à Música" com a Companhia de Música Teatral!
Workshop 1
1 de Abril de 2011 – Sala de Ensaios/PA
Sessões - 11h00; 14h00; 16h00
Participantes 25/30 por sessão + Acompanhantes/Professores
Entrada: 2 euros
Duração: 45 m
musicateatral.com

Tipologia: Experiência de música cénica e movimento com execução musical ao vivo.
Patrulha, replica com as crianças da Escola ou acompanhadas pelos Pais, o ambiente de interacção e as situações de criatividade e improviso que foram gravados com as crianças que participaram na EMB (Enciclopédia da Música). No fundo trata-se de fazer com que as crianças passem de ouvintes a músicos/artistas e de fazer com que, aos pouquinhos, o bichinho se comece a soltar. O espectáculo pode depois continuar em casa, ou na escola, com os CDs/ livros da Enciclopédia da Música com Bicho ou com outras edições da CMT. Todos os dias a fazer festinhas e a fazer a festa: num bocadinho de colo, um bocadinho de Pai, um bocadinho de Mãe, um bocadinho de Amigo

sexta-feira, 11 de março de 2011

Exposição de Fotografia de Inês Torcato


1 a 31 Abril , no Foyer da Casa das Artes
Titulo: “IDENTIDADE”.

“IDENTIDADE” é um projecto em constante evolução, transformação e metamorfose. Baseia-se no conceito de que o “eu” é também o espelho dos indivíduos que nos rodeiam e que de alguma forma desenrolam um papel neste palco em que vivemos. Assim, esta exposição mostra uma parte deste caminho de exploração como auto-ficção, na área da fotografia, estabelecendo um paralelo entre duas partes deste jogo de identidades e acrescentando ainda uma terceira: o “eu” como sujeito apenas capaz de se metamorfosear pela força de outros “eus” que o rodeiam, o “eu” que desempenha uma função na transformação do outro e o “eu” como singular consciente, capaz de filtrar estas influências, mas também incapaz de integrar um processo evolutivo sem elas.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Slimmy



Electro / Indie / Rock
26 de Março, sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 7 euros
M/3
Duração: 80 m
www.myspace.com/slimmyuk

26 e 27 de Março, Comemoração do Dia Mundial do Teatro


TU ÉS O DEUS QUE ME VÊ
Texto de Jacinto Lucas Pires, Encenação de Luís Mestre
Teatro
26 de Março, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/12
Duração: 60 m
teatronovaeuropa.pt.vu

Sobre Tu És O Deus Que Me Vê
Dois actores, Pai e Filho, falam-dizem, ou melhor, contam-nos uma história, uma mais-ou-menos bíblia formato de bolso. No fundo, estes dois actores não-actores tentam construir uma nova cidade e salvar-nos, a todos nós.

FILHO “Calma, Pai, deve ser o efeito das drogas.”
PAI “Eu vi. Eu vi.”
FILHO E diz o Filho do meio: “Não é melhor alguém chamar o médico?” Mas ninguém se mexe. A cara do Velho Pai formando palavras.
PAI “O nome de Deus é: Tu És O Deus Que Me Vê.”
FILHO “Pai?” Pergunta o Filho mais novo. “Pai?”
PAI “O nome de Deus é: Tu És O Deus Que Me Vê, e Tu És O Deus Que Me Vê diz-me para eu vos dizer que temos de partir. De sair, de largar tudo, e ir à procura do nosso lugar de verdade.”
FILHO “Mas sempre vivemos aqui”, diz o Filho mais velho.
PAI “O nosso país sonhado, o lugar onde seremos finalmente.”

Uma Cidade Livre
A ideia é refazer a Bíblia em formato cartão-postal. A história de um Velho que, às portas da morte, tem uma visão de Deus e vive. Isto é: larga tudo e sai pelo País com a família à procura do lugar prometido. É um caminho difícil, muito difícil, desesperante, mas também, no fim de tudo, revelador. No lugar procurado e achado, a família ergue, do zero, uma Cidade Nova. A Cidade cresce, prospera, e cristaliza-se rapidamente em velha lei. E agora? Que personagem temos de ser? Que ideia feita corpo? Que outra palavra, que puro gesto? Que revolução?
Jacinto Lucas Pires
Texto - Jacinto Lucas Pires
Encenação- Luís Mestre
Interpretação - António Parra e José Topa
Desenho de Luz - Joana Oliveira
Figurinos Cenografia - Ana Gormicho
Desenho de Som Sonoplastia - Luís Aly
Design Fotografia - Janina Brandão
Produção Executiva - Cândida Silva
Produção - Teatro Nova Europa
Co-Produção - As Boas Raparigas... e CASA das ARTES de V.N. Famalicão
Apoio - Visões Úteis
Estrutura Financiada pelo MC/DGArtes


CONDOMÍNIO - CANCELADO (por motivos de saúde de um dos intérpretes o espectáculo Condomínio foi cancelado. Pedimos as nossas mais sinceras desculpas.)
Texto de Mendes, Versão Cénica e Encenação de Luís Mestre
Teatro
27 de Março, Domingo, 16h00, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/12
Duração: 55 m
teatronovaeuropa.pt.vu

Sobre Condomínio
Um homem e uma mulher vivem numa garagem de um prédio de luxo. Pela conduta do lixo, chegam-lhes as novidades do dia.

HOMEM Pena não termos aquecimento ao contrário.
MULHER Lá isso é.
HOMEM Como é que se chama?
MULHER O quê?
HOMEM O aquecimento ao contrário?
MULHER Não aquecimento?

Texto - Ana Mendes
Versão Cénica Encenação - Luís Mestre
Interpretação - Ana Luísa Azevedo e Tiago Correia
Desenho de Luz - Joana Oliveira
Figurinos Cenografia - TNE
Banda Sonora Original - Manuel Bernardo Barbosa
Desenho de Som - Luís Aly
Produção - Teatro Nova Europa
Co-Produção - Balleteatro e CASA das ARTES de V.N. Famalicão
Estrutura Financiada pelo MC/DGArtes

Mentira ou travessura?

ALÉMDADANÇA
Dança
19 e 20 de Março, sábado e Domingo, 21h30 e 18h00, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/4
Duração: 70 m Mentira ou travessura? É mais um espectáculo desenvolvido e criado pela ALÉMDADANÇA em co-produção com CASA das Artes de Famalicão um espectáculo de Dança baseado no livro de Carlo Collodi ”As aventuras de Pinóquio”, este é um livro extremamente imaginativo, onde a figura do Pinóquio se apresenta em variadas situações, umas divertidas outras não ,mas todas com uma grande lição de vida implícita. Ao mesmo tempo o Pinóquio interage com diferentes personagens, que assumem ao logo da história diferentes papéis e funções. Exploramos estas situações aparentemente ambíguas para criarmos a nossa própria história.
Construímos a nossa História… o nosso Espectáculo…e é este que trazemos aqui á Casa das Artes para partilhar convosco.
Não podemos deixar de estar gratos à Casa das Artes por acreditar em nós e continuar a apostar neste trabalho de formação artístico e cultural, pois só assim é possível realizar o nosso sonho.
Mentira ou travessura? É uma forma criativa e divertida de sentir a Dança e o Mundo…Viagem connosco! Junte –se a nós!

Então, e se…

Baú dos Segredos
Teatro
3 e 4 de Março, Quinta e sexta, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 3 euros
M/3
Duração: 90 m

SINOPSE:
Uma cidade, …uma ilha!
Um desejo, atirado ao ar, com toda a raiva.
Sem ser pensado, como muitos que formulamos todos os dias, sem contudo, pensarmos nas consequências que deles nos podem chegar, através do tempo…
É de manhã, um estranho murmúrio, cobre a cidade.
Jovens percorrem as ruas algo desorientados…
Não há luz, nem água.
Os telefones estão mudos, a internet não pega, todo o tipo de comunicação com o mundo lá fora, simplesmente, parou de funcionar.
Espera! Onde estão os adultos? Para onde foram?
Que fenómeno ocasionou o seu desaparecimento?
Será isto o início de uma nova era? Ou um pesadelo do qual vamos acordar a qualquer momento?
Um tempo e um lugar onde a palavra grupo, toma uma nova importância e dimensão…
Um pedaço da vida de gente jovem, que tenta construir onde outros falharam e onde as dificuldades fazem brotar de cada um o melhor… e o pior!
Sim, vamos imaginar!
Então, e se…
Ficha técnica
ENCENAÇÃO & TEXTOS - João Regueiras
ELENCO - Alunos da Classe A do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO - Ana Regueiras
DIRECÇÃO MUSICAL - Rui Mesquita
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO - Cármen Regueiras, Emília Silva, Sofia Silva & Marta Silva
CENOGRAFIA - João Regueiras
LUZ & SOM - Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO - Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO VÍDEO - Oficina - Escola Profissional do Instituto Nun’Alvres

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

VIP MANICURE - A CRISE

12 de Março, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/12
Duração: 80 m
Denise e Maria Delfina que sempre estiveram em crise são, tal como todos os portugueses, vítimas da situação do país e estão à beira da falência. Fazem “nails” por esse país fora, como diz Denise: “nails em tournée” e andam também, segundo ela, “com o corner aos saltos”. Como fazer “nails em gel” passou a ser um luxo, Denise resolve promover o “corner” oferecendo a quem fizer “nails” um pequeno show em que Maria Delfina com o seu talento para cantar e fazer imitações se exibe. Denise ensaia-a nas suas imitações que irão desde cantores conhecidos a figuras da política, do futebol ou do social nacional e estrangeiro. Este é um espectáculo muito divertido e dinâmico que agrada a todas as faixas etárias, mantendo as características destas duas personagens e a relação entre elas.