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quarta-feira, 7 de novembro de 2012
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
GNR
GNR
“30 ANOS – VOOS DOMÉSTICOS”
Musica/ Pop/Rock
24 de Novembro|
Sábado| 21H30| Grande Auditório
Entrada: 13 euros/ Cartão
Quadrilátero Cultural: 6.5 Euros
M/4
Duração: 80 m
É em 1981
que os GNR editam o seu primeiro registo em vinil - “Portugal Na CEE”. Desde
então não mais pararam de nos oferecer algumas das melhores canções de sempre
da música Pop/Rock Nacional. “Sê Um GNR”, “Efectivamente”, “Dunas”, “Video
Maria”,”Ana Lee”, “Sangue Oculto”, “Sub 16”, “Pronúncia do Norte”, “Morte Ao
Sol”, “Mais Vale Nunca” ou “Asas”, são apenas alguns bons exemplos.
Foi ainda apresentado um novo conceito de espectáculo, com uma nova cenografia e num formato mais intimista, intitulado “Voos Domésticos”.
Anatomia do Piano
Anatomia do Piano
Coprodução: Companhia de Musica Teatral/CASA das ARTES V.N. FamalicãoMúsica
17 de Novembro | Sábado | 18 h00 | Grande Auditório
Entrada: 10 euros (Criança +pais) / Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
Destinatários: famílias com crianças
Duração: 60 minutos
www.musicateatral.com
Concepção e Produção
Companhia de Música Teatral
Criação Artística
Paulo Maria RodriguesPedro Ramos
Ana Guedes
Pedro Ramos
Co-Produção
Casa das Artes
Apoio
Fernando Rosado, PianosTráfico Desumano
De 7 a 30 de Novembro, Foyer
Titulo – Tráfico Desumano
Observatório do Tráfico de Seres Humanos (OTSH), do Ministério da Administração Interna.
A exposição itinerante Tráfico Desumano é composta por 5 painéis temáticos.
Painel I: O Tráfico De Seres Humanos No Mundo começa por uma abordagem histórica da escravatura até aos nossos dias, tenta responder a várias questões esclarecendo a diferença entre TSH e outros crimes como a imigração ilegal e deixa testemunhos reais sobre os vários tipos de tráfico.
Painel II: Ousar Descobrir, é uma composição de várias notícias sobre TSH, mostrando aquilo que se vai descobrindo, associando os sucessos de várias operações policiais no desmantelamento de redes criminosas e o seu impacto mediático.
Painel III: Observar Para Conhecer é dedicado ao trabalho do Observatório do Tráfico de Seres Humanos, mostrando alguns dados estatísticos recolhidos ao longo dos últimos anos, o modus operandi do OTSH e a Aplicação Dinâmica, plataforma tecnológica utilizada em Portugal e a mais avançada ferramenta que existe no momento no que toca a sistemas de recolha e análise de dados estatísticos, assim como sistemas de georreferenciação.
Painel IV: Investigar e Prevenir, painel da responsabilidade do SEF/MAI.
Painel V: Investigar e Punir, DGPJ, Ministério da Justiça
Titulo – Tráfico Desumano
Observatório do Tráfico de Seres Humanos (OTSH), do Ministério da Administração Interna.
A exposição itinerante Tráfico Desumano é composta por 5 painéis temáticos.
Painel I: O Tráfico De Seres Humanos No Mundo começa por uma abordagem histórica da escravatura até aos nossos dias, tenta responder a várias questões esclarecendo a diferença entre TSH e outros crimes como a imigração ilegal e deixa testemunhos reais sobre os vários tipos de tráfico.
Painel II: Ousar Descobrir, é uma composição de várias notícias sobre TSH, mostrando aquilo que se vai descobrindo, associando os sucessos de várias operações policiais no desmantelamento de redes criminosas e o seu impacto mediático.
Painel III: Observar Para Conhecer é dedicado ao trabalho do Observatório do Tráfico de Seres Humanos, mostrando alguns dados estatísticos recolhidos ao longo dos últimos anos, o modus operandi do OTSH e a Aplicação Dinâmica, plataforma tecnológica utilizada em Portugal e a mais avançada ferramenta que existe no momento no que toca a sistemas de recolha e análise de dados estatísticos, assim como sistemas de georreferenciação.
Painel IV: Investigar e Prevenir, painel da responsabilidade do SEF/MAI.
Painel V: Investigar e Punir, DGPJ, Ministério da Justiça
“SENTI UM VAZIO…” de Lucy Kirkwood - Por motivos alheios à nossa vontade, este espectáculo foi cancelado. Pedimos desculpa por algum incómodo causado.
“SENTI UM
VAZIO…” de Lucy
Kirkwood
CASA DA ESQUINA - ASSOCIAÇÃO CULTURAL
Teatro
15 e 16 de Novembro| Quinta 14h30 | Sexta 10h00| Grande Auditório
Entrada: livre à lotação da sala
M/16
Duração: 70 m
www.casadaesquina.pt
Sinopse
FICHA ARTÍSTICA (Digressão)
Texto: Lucy Kirkwood
Tradução: Jorge Louraço
Encenação e dramaturgia: Ricardo Correia
Espaço Cénico: Filipa Alves e Ricardo Coreia
Interpretação: Adiana Silva e Cláudia Carvalho
Direção técnica, Desenho de Luz e Vídeo: Alexandre Mestre
Desenho de som: Ricardo Correia
Responsável de Produção e Fotografia: Filipa Alves
Produção: Casa da Esquina
Apoio: OTSH
CASA DA ESQUINA - ASSOCIAÇÃO CULTURAL
Teatro
15 e 16 de Novembro| Quinta 14h30 | Sexta 10h00| Grande Auditório
Entrada: livre à lotação da sala
M/16
Duração: 70 m
www.casadaesquina.pt
Sinopse
A
história de Dijana é só mais uma entre as muitas que se repetem todos os dias
por todo o mundo. Esta é a vida de uma rapariga vítima de tráfico humano numa
viagem de um triste conto de fadas desde o seu apartamento – o seu quarto de
trabalho – para a sua cela na prisão. Dijana é uma bonita jovem de Leste que
vem para Portugal à procura de uma vida melhor e é imediatamente vendida pelo
seu primo Goran ao sinistro Vlad, o qual se torna seu namorado e logo depois o
seu chulo. “Eu sei exactamente quanto é que eu valho”, diz Dijana, “Eu valho
mil euros que foi o que o Vlad pagou por mim. Mais ou menos dois I-Phones e
meio”. Enquanto isso, faz as contas e espera poder um dia saldar a sua dívida e
reaver o seu passaporte
NOTA SOBRE O ESPETÁCULO
Em
2012, retomamos o espetáculo Senti um Vazio de Lucy Kirkwood, que tinha sido
apresentado anteriormente no espaço da Casa da Esquina (Coimbra). Esta
digressão tem o apoio do OTSH (Observatório Tráfico Seres Humanos) e visa
sensibilizar o público para o fenómeno do Tráfico de Seres Humanos para fins de
exploração laboral e sexual, de forma a combater o alheamento da sociedade a
esta temática.
O
espetáculo surge da necessidade de debater quer a sociedade contemporânea quer
as transações económicas, de escala local e global, que condicionam e sacrificam
os valores humanos em prol do lucro selvagem.
Desta
feita, é certo que este debate vai muito além da pura exploração do ser humano
pelo seu semelhante, é também um debate de ideias sobre que tipo de sociedade
queremos para o futuro. É um debate sobre como a crise nos serve de
justificação para a falta de política cultural, educativa e para a exploração
económica. A estratégia da Casa da
Esquina, enquanto estrutura cultural num
país em crise de valores sociais e culturais, foi e ainda é de sobrevivência,
tal como Dijana, personagem principal da peça Senti um Vazio, resistindo a tudo
para continuar a existir, apoiando-se nos seus sonhos para não desistir. É de
sonhos que falamos nesta criação, os sonhados e os destruídos. Da esperança num
futuro melhor que nunca chega. Das pessoas que todos os dias caem e se
levantam. É um alerta e uma luta contra o estado a que isto chegou.
FICHA ARTÍSTICA (Digressão)
Texto: Lucy Kirkwood
Tradução: Jorge Louraço
Encenação e dramaturgia: Ricardo Correia
Espaço Cénico: Filipa Alves e Ricardo Coreia
Interpretação: Adiana Silva e Cláudia Carvalho
Direção técnica, Desenho de Luz e Vídeo: Alexandre Mestre
Desenho de som: Ricardo Correia
Responsável de Produção e Fotografia: Filipa Alves
Produção: Casa da Esquina
Apoio: OTSH
sábado, 6 de outubro de 2012
Novelinhos Opus I
Novelinhos Opus I
Concerto para
pequeninosCompanhia de Musica Teatral
3 de Novembro | Sábado | 11:00, 15:30 e 17:30 | Pequeno Auditório
Entrada: 12 euros (Criança +pais) / Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
Destinatários: famílias com crianças dos zero aos seis anos e turmas jardins-de-infância.
Lotação máxima: 15 participantes no total
Duração: 30 - 40 minutos
www.musicateatral.com

Visando proporcionar a Pais e crianças pequeninas um primeiro contacto com a arte, estas pequenas peças são também momentos de interacção artística concebidos de forma a que Pais e filhos se encontrem na apreciação de elementos sonoros e visuais ao mesmo tempo que despertam sentidos mútuos e valorizam o brincar. Ou seja, Novelinhos-Opus I deixa peças para inspirar Pais e cuidadores, no dia a dia, a continuarem atentos às descobertas dos seus pequeninos.
Ficha Artística
Concepção e Produção - Companhia
de Música TeatralIntérpretes - Violoncelista Hugo Fernandes + bailarina Gabriela Semedo
Apoio - Projecto Opus Tutti | Fundação Calouste Gulbenkian
CARLOS DO CARMO
CARLOS DO CARMO
Música/Fado
3 de Novembro| sábado |
21h30 | Grande Auditório
Entrada: 20 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 10 Euros
M/4
Duração: 80 m
Carlos do Carmo iniciou em 1963
uma das carreiras mais sólidas do panorama artístico português, para a qual
contribui a sua coragem de assumir o Fado no masculino e de trazer novos
elementos estilísticos para a canção de Lisboa.
O espectáculo de Carlos do Carmo é
uma viagem por um século de Fado, desde os compositores e letristas clássicos
como Armandinho, Alfredo Marceneiro e Frederico de Brito, passando por Fernando
Tordo, Ary dos Santos e Fernando Pessoa, até aos autores mais recentes como
Manuela de Freitas, Vasco Graça Moura e Fernando Pinto do Amaral.Com um estilo inconfundível, Carlos do Carmo cantou nos cinco continentes, marcando presença nas salas de espectáculos mais emblemáticas de todo o mundo. No seu currículo conta também com vários prémios e honrarias, desde o título do Cidadão Honorário da cidade do Rio De Janeiro e a nomeação para membro da Honra do Claustro Ibero-Americano das Artes, passando pelo diploma conferido pelo Senado de Rhode Island (EUA) e pelo Prémio Goya da Academia Espanhola de Cinema.
Carlos do Carmo é acarinhado por um público que o respeita e estima, apreciando nele, além das suas qualidades de grande intérprete e comunicador, as de um homem interessado na evolução da música da sua terra, acreditando na evolução do homem na sua globalidade. Os seus mais de um milhão de discos vendidos são prova inequívoca disso mesmo.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
CINEMA Casa das Artes

8 de
Outubro |21h30 |Pequeno Auditório
Entrada
livre à lotação da salaFime : TED
De: Seth McFarlane
Com: Mark Wahlberg, Mila Kunis, Seth MacFarlane
Género: Comédia
Classificação:M/12
Duração: 106 m
Filme O Fantástico Homem-Aranha
De: Marc Webb
Com: Andrew Garfield, Emma Stone, Rhys Ifans
Género: Acção, Aventura
Classificação: M/12
Duração: 136 m
O INCRIVEL HOMICIDA
O INCRIVEL HOMICIDA ESTREIA NACIONAL
Teatro
Co produção com Casa das Artes de Famalicão/ TEATRO CONSTRUÇÃO
26 e 27 de Outubro| Sexta e sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 5 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 2,5 Euros
M/12
Duração: 70 m
SINOPSE
O Incrível Homicida é mais um dos muitos
concursos/reality show em que o Ser Humano, como concorrente ou espetador,
desce aos níveis mais miseráveis da sua dignidade. Este espetáculo de horrores
não traz qualquer tipo de novidade ou sequer ambiciona ser inovador. Ele aborda
o assunto mais banal dos nossos dias: A violência. No Incrível Homicida os crimes, monstruosos, ingénuos, simples ou
magistralmente orquestrados são a oportunidade de sucesso e notoriedade dos
concorrentes que, à mercê da deformada opinião pública, se expõem como escravos
das suas mais destrutivas pulsões.
Neste programa de entretenimento, à semelhança de muitos
outros (informativos, didácticos, ficcionais, etc), a vida das vítimas pouco ou
nada vale quando comparada à competência e genialidade dos autores dos crimes.
FICHA TÉCNICA
TÍTULO DO ESPETÁCULO: O INCRIVEL HOMICIDA
BASEADO NA OBRA CRIMES EXEMPLARES DE MAX AUB
ENCENAÇÃO E DIREÇÃO ARTÍSTICA: MIGUEL FONSECA
INTERPRETAÇÃO: ROMEU DOS ANJOS PEREIRA, SIMÃO BARROS
Composição e ambientes sonoros: João Santos
Músico e intérprete: Diogo Fernandes
CENOGRAFIA E GUARDA-ROUPA: TEATRO CONSTRUÇÃO
DESENHO DE LUZ: MIGUEL E CÉSAR GONÇALVES
PRODUÇÃO: ATC – ASSOCIAÇÃO TEATRO CONSTRUÇÃO
FOTOGRAFIA E IMAGEM: HELDER SOUSA
Teatro
Co produção com Casa das Artes de Famalicão/ TEATRO CONSTRUÇÃO
26 e 27 de Outubro| Sexta e sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 5 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 2,5 Euros
M/12
Duração: 70 m
SINOPSE
O Incrível Homicida é mais um dos muitos
concursos/reality show em que o Ser Humano, como concorrente ou espetador,
desce aos níveis mais miseráveis da sua dignidade. Este espetáculo de horrores
não traz qualquer tipo de novidade ou sequer ambiciona ser inovador. Ele aborda
o assunto mais banal dos nossos dias: A violência. No Incrível Homicida os crimes, monstruosos, ingénuos, simples ou
magistralmente orquestrados são a oportunidade de sucesso e notoriedade dos
concorrentes que, à mercê da deformada opinião pública, se expõem como escravos
das suas mais destrutivas pulsões.
Neste programa de entretenimento, à semelhança de muitos
outros (informativos, didácticos, ficcionais, etc), a vida das vítimas pouco ou
nada vale quando comparada à competência e genialidade dos autores dos crimes.
Baseado na obra Crimes
Exemplares de Max Aub, O Incrível
Homicida é um espetáculo teatral interpretado por apenas dois atores que se
desmultiplicam em inúmeras personagens, refletindo o caleidoscópio social e
suas múltiplas fragilidades.
Com aproximadamente 70 minutos de duração, num ambiente
grotesco, bizarro, com notas burlescas, o espetador é convidado a refletir
sobre o desenvolvimento da sua insensibilidade à galopante escalada da
crueldade que com ele coabita.
BASEADO NA OBRA CRIMES EXEMPLARES DE MAX AUB
ENCENAÇÃO E DIREÇÃO ARTÍSTICA: MIGUEL FONSECA
INTERPRETAÇÃO: ROMEU DOS ANJOS PEREIRA, SIMÃO BARROS
Composição e ambientes sonoros: João Santos
Músico e intérprete: Diogo Fernandes
CENOGRAFIA E GUARDA-ROUPA: TEATRO CONSTRUÇÃO
DESENHO DE LUZ: MIGUEL E CÉSAR GONÇALVES
PRODUÇÃO: ATC – ASSOCIAÇÃO TEATRO CONSTRUÇÃO
FOTOGRAFIA E IMAGEM: HELDER SOUSA
terça-feira, 11 de setembro de 2012
DAVID FONSECA
DAVID FONSECA | “SEASONS TOUR - RISING : FALLING”
20 de Outubro| Sábado| 21H30| Grande Auditório
Entrada: 15 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 7.5 Euros Desconto de 5€ para portadores de voucher FNAC atribuído na compra de uma das edições de “Seasons” a partir de 3 de Setembro (limitado ao stock existente)
M/4
Duração aproximada: 90 m (sem intervalo
http://www.davidfonseca.com/
David Fonseca reservou para 2012 um dos grandes desafios artísticos da sua carreira – relatar-nos um ano da sua vida através de canções. O resultado é “Seasons”, um trabalho que se divide em dois discos: “Rising”, o primeiro volume, editado a 21 de Março, e “Falling”, o segundo, a 21 de Setembro.
Este espectáculo – “Season Tour – Rising : Falling” - compila a nova aventura musical de David Fonseca, revelando-nos um artista no seu auge criativo aprofundando sonoridades que havia já abordado nos seus últimos discos ainda que nunca de uma forma tão marcante. Se “What Life Is For”, o primeiro single de “Seasons – Rising:” reforçava esta ideia ao integrar no seu eclectismo musical a electrónica e o rock, já em “Seasons – Falling”, David explora, como nunca, a essência do songwriting, proporcionando-nos canções de invulgar emotividade.
Em palco, “Seasons – Rising : Falling” ganhará uma nova dimensão: temas como “Under The Willow” e “It Feels Like Something” ou os mais recentes “All I Wanted” e “I’ll Never Hang My Head Down” testemunharão quão excitante é assistir a um espectáculo de David Fonseca. Uma sensibilidade e energia contagiante protagonizada por um artista de raro talento.
Depois, a cumplicidade única com os músicos da sua banda, o extremo cuidado com a componente cénica ou a emoção ao recriar canções como “Someone That Cannot Love”, “Kiss Me, Oh Kiss Me” ou “A Cry 4 Love”, transformam as prestações ao vivo de David Fonseca em algo de memorável.
“Seasons – Rising : Falling”, um espectáculo a não perder!
20 de Outubro| Sábado| 21H30| Grande Auditório
Entrada: 15 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 7.5 Euros Desconto de 5€ para portadores de voucher FNAC atribuído na compra de uma das edições de “Seasons” a partir de 3 de Setembro (limitado ao stock existente)
M/4
Duração aproximada: 90 m (sem intervalo
http://www.davidfonseca.com/
David Fonseca reservou para 2012 um dos grandes desafios artísticos da sua carreira – relatar-nos um ano da sua vida através de canções. O resultado é “Seasons”, um trabalho que se divide em dois discos: “Rising”, o primeiro volume, editado a 21 de Março, e “Falling”, o segundo, a 21 de Setembro.
Este espectáculo – “Season Tour – Rising : Falling” - compila a nova aventura musical de David Fonseca, revelando-nos um artista no seu auge criativo aprofundando sonoridades que havia já abordado nos seus últimos discos ainda que nunca de uma forma tão marcante. Se “What Life Is For”, o primeiro single de “Seasons – Rising:” reforçava esta ideia ao integrar no seu eclectismo musical a electrónica e o rock, já em “Seasons – Falling”, David explora, como nunca, a essência do songwriting, proporcionando-nos canções de invulgar emotividade.
Em palco, “Seasons – Rising : Falling” ganhará uma nova dimensão: temas como “Under The Willow” e “It Feels Like Something” ou os mais recentes “All I Wanted” e “I’ll Never Hang My Head Down” testemunharão quão excitante é assistir a um espectáculo de David Fonseca. Uma sensibilidade e energia contagiante protagonizada por um artista de raro talento.
Depois, a cumplicidade única com os músicos da sua banda, o extremo cuidado com a componente cénica ou a emoção ao recriar canções como “Someone That Cannot Love”, “Kiss Me, Oh Kiss Me” ou “A Cry 4 Love”, transformam as prestações ao vivo de David Fonseca em algo de memorável.
“Seasons – Rising : Falling”, um espectáculo a não perder!
David Fonseca – voz, guitarra acústica, guitarra eléctrica, piano
Nuno Simões – baixo, guitarra eléctrica, teclado
Paulo Pereira – teclados, voz
Nuno Simões – baixo, guitarra eléctrica, teclado
Paulo Pereira – teclados, voz
Sérgio Nascimento – bateria, percussão
SANDY KILPATRICK | REDEMPTION ROAD
SANDY KILPATRICK | REDEMPTION ROAD
Folk / Soul
19 de Outubro|
sexta| 21H30| Grande Auditório
Entrada: 5 euros/ Cartão
Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/4
Duração: 70 m
Demorou algum tempo, mas o novo álbum
de Sandy Kilpatrick “Redemption Road” está finalmente connosco. Parece que
valeu a pena a espera também; o álbum foi aclamado por uma lista crescente de
especialistas da indústria na Europa, incluindo um dos mais importantes
interlocutores do Reino Unido, Mark Radcliffe do BBC, e aqui em Portugal
interlocutores como Ricardo Mariano (Radar, RUC) e Nuno Calado da Antena 3. O
crítico americano, Forest Taylor, descreveu o álbum como “absolutamente
maravilhoso”, e o Sandy tem trabalhado muito para os espetáculos a combinar o
poder e a beleza do álbum. Ele acaba de voltar de uma turnê a solo esgotada que
o levou a voltar às suas raízes no Reino Unido, principalmente Manchester e
Glasgow e uma curta turnê de uma semana na Letónia. Este concerto na sua cidade
escolhida de Famalicão promete ser realmente muito especial.
Gamelinhos
Concerto para
pequeninos
Companhia de Musica Teatral
13 de Outubro | Sábado
| 11:00, 15:30 e 17:30 | Pequeno Auditório
Entrada:
12 euros (Criança +pais) / Cartão Quadrilátero
Cultural: 6 Euros
Destinatários: famílias
com crianças dos zero aos seis anos e turmas jardins-de-infância.
Lotação máxima:
15 participantes no total
Duração:
30 - 40 minutos
Gamelinhos é uma experiência musical
para os mais pequeninos. Baseia-se no material musical e nas ideias base do
projecto Opus Tutti que a Companhia de Música Teatral tem vindo a desenvolver
ao longo dos últimos dois anos. Na performance Um Plácido Domingo, apresentada nos Jardins da Fundação Calouste
Gulbenkian, um dos "instrumentos" utilizados era o Gamelão de
Porcelana e Cristal, uma escultura musical que fez a delícia de todos.
Gamelinhos é filhinho desta ideia, mas também do Trilho do Rumor das Canas e de
todas as sonoridades que têm como base o Babelim, a linguagem que bebés,
pássaros e pedras sabem falar e que os adultos podem aprender se escutarem.
Entre a música vocal, os sons da porcelana e cristal, dos sinos, dos pássaros
de água e dos bambus, Gamelinhos propõe uma experiência colectiva de fazer e
ouvir música em profunda harmonia com a natureza e com os mais pequeninos.
Ficha Artística
Concepção e Produção
Companhia de
Música Teatral
Criação Pástica
Ana Guedes
Intérpretes
Sara Costa /
Mafalda Nascimento
Apoio
Opus Tutti
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Trabalhadores do Comércio na CASA das ARTES de V.N. Famalicão
Trabalhadores do Comércio
A brincar, a brincar, deu num caso muito sério do pop-rock português.
Naquele quarto onde possivelmente anos atrás teria nascido uma outra grande banda mítica do rock feito em Portugal, os Arte & Ofício, o quarto onde certamente o Sérgio Castro teve muitos sonhos musicais e outros, nascia ao raiar dos anos 80 um novo projecto para o rock português.
12 de Outubro| sexta| 21H30| Grande Auditório
Entrada: 6 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/4
Duração: 90 m
Habituado a compor e a cantar em inglês, Sérgio Castro e Álvaro Azevedo, que na época ainda faziam parte dos Arte & Ofício, começaram a pensar numa nova banda aventurando-se a compor e a cantar na língua de Camões, só que, para o Sérgio, era difícil ver-se a cantar em português. Eis que de repente, o João, um puto de sete anos, sobrinho do Sérgio, para espanto de todos, começa a cantar alguns temas que ia ouvindo o tio cantarolar. Assim, naquele quarto de muitos sonhos, na casa dos pais do João Medicis, onde o Sérgio dormia e trabalhava, nasciam os Trabalhadores do Comércio. Iniciavam a carreira como trio (Sérgio Castro, Álvaro Azevedo e João Medicis) no ano de 1980 e logo com dois singles para quatro sucessos imediatos. O “puto” para além da música da banda, era a grande revelação nacional. Ao trio veio a juntar-se Miguel Cerqueira, Jorge Filipe Santos e Zé Santos.
No ano seguinte, gravam o primeiro álbum “Trips à moda do Porto” e eram editados mais dois singles, nos quais apareciam duas versões distintas do que até hoje ainda continua a ser o seu hino principal, “Chamem a polícia”. A banda da Invicta notabilizava-se pela irreverência das suas letras bem humoradas, onde se espelhava, e continua a espelhar, a realidade do nosso dia a dia, cantadas com sotaque à moda do Porto, ou, como dizem os mentores da mesma, numa “linguagem nortense”.
A BOCA DO INFERNO - TEATRO
Teatro/ Comédia
Co produção com Casa das Artes de V.N. de Famalicão/Teatro Jangada
5 e 6 de Outubro| Sexta e sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 7 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 3,5 Euros
M/12
Duração: 70 m
D. Afonso Henriques nasceu frágil. Único filho varão de D. Henrique e de D. Teresa, não conheceu o pai, que desapareceu prematuramente sem ter conseguiu concretizar o sonho de transformar o condado num reino.
Entregue aos cuidados de Egas Moniz, dele se desapegou a mãe, que alimentava outras ambições. Nesses tempos as amas e, depois, os aios é que cuidavam dos filhos dos nobres, apartados dos pais até à juventude.
Egas Moniz viu que aquele ser raquítico, provavelmente atingido pela poliomielite, nunca poderia chamar a si o sonho do conde.
Aqui entra a dupla lenda que corre em Trás-os-Montes, em Montemor-o-Velho e no Vale do Sousa: a do milagre que curou o infante e o transformou depois da passagem por uma capela (ou de um banho em água milagreira), um garboso mancebo, depois da passagem por uma capela (ou de um banho em água milagreira).
Mas há outra lenda mais obscura e ocultada, segundo a qual a nossa pátria se fundaria sobre uma fraude, o que, sendo um tema polémico, é também extremamente produtivo: explica muito da História subsequente.
Porque a História de Portugal é fértil em episódios, entre o burlesco e o trágico, de uma teatralidade ostensiva. É só colhê-los e dar-lhes a forma para a qual eles tendencialmente se afeiçoam.
Ficha Técnica
Texto Original – António TorradoEncenação e Cenografia – José Carretas Atores – Bruno Martins; Cláudia Berkeley; Luiz Oliveira; Patrícia Ferreira; Vítor Fernandes e Xico Alves Música Original – Vitor FernandesArranjos Musicais – Rui ReisFigurinos – Margarida Wellenkamp Desenho de Luz – Nuno TomásFotografia – Manuel Meira

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