segunda-feira, 25 de março de 2013

V MOSTRA DE TEATRO ESCOLAR DE FAMALICÃO


V MOSTRA DE TEATRO ESCOLAR DE FAMALICÃO
Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Grande e Pequeno Auditório| Entrada Livre à lotação das Salas
15, 16, 17 e 18 de Abril de 2013
Inserida na Quinzena da Educação e pelo quinto ano consecutivo, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através dos Serviços Educativos do Departamento de Educação, realizará a V Mostra de Teatro Escolar, com o objetivo de promover, apoiar, e valorizar as iniciativas artísticas e culturais, divulgando o trabalho desenvolvido, no campo teatral, pelas instituições educativas do nosso concelho.
Através deste evento, pretende-se, ainda, incentivar a arte do teatro entre os jovens alunos e, ao mesmo tempo, enriquecer o conhecimento daqueles que apostam nesta área.
Durantes estes quatro dias, 11 grupos de teatro das escolas do concelho, irão mostrar, no palco da Casa das Artes, o que de melhor se faz, nesta área, nas escolas de Famalicão.

Peças de Teatro:
O espirito do tempo - Curso Profissional de Artes do Espetáculo - Interpretação - Externato    
                          Delfim Ferreira
A revolta dos Micróbios e O Cozinheiro de Oz Oficina de Teatro da EB 2,3 Júlio            
                                                                            Brandão
À Descoberta de Sophia – TEINA – Teatro Experimental do INA – Instituto
                                Nun’Alvres
A Nuvem que não queria voar – Clube de Teatro Educação Especial – EB 2,3
                                         de Ribeirão
Auto da Barca do inferno  de Gil Vicente – Grupo de Teatro O Andaime – Escola Secundária                                  
                                                  Camilo Castelo Branco
 As Viagens do Zé Latão – Clube de Teatro do Agrupamento de Escolas de Pedome
 Uma Porta Sobre o Mar– Grupo de Teatro Duques e Cenas – EB 2,3 de Ribeirão
Duas Escolas um Palco – Núcleo de Teatro da Didáxis de Riba de Ave e de S. Cosme
Os Amores de Pedro e Inês – Oficina de Leituras Encenadas – Agrupamento de Padre Benjamim Salgado
                                                 
O Musical do Aladino e da Lâmpada Mágica – Grupo de Teatro ENSAIAR-TE
                                                                       Agrupamento de Escolas D. Sancho I

Para consultar o Programa: www.vilanovadefamalicao.org

Patrulha - filhos e pais em interação...


Patrulha
A Patrulha é um “workshow”, um espectáculo participativo que replica com as crianças da Escola ou acompanhadas pelos Pais, o ambiente de interacção e as situações de criatividade e improviso que foram gravados com as crianças que participaram na EMB. No fundo trata-se de fazer com que as crianças passem de ouvintes a músicos/artistas e de fazer com que, aos pouquinhos, o bichinho se comece a soltar. O espectáculo pode depois continuar em casa, ou na escola, com os CDs/ livros da Enciclopédia da Música com Bicho ou com outras edições da CMT. Todos os dias a fazer festinhas e a fazer a festa: num bocadinho de colo, um bocadinho de Pai, um bocadinho de Mãe, um bocadinho de Amigo.
Companhia de Musica Teatral
13 de Abril | Sábado | 11:00, 15:30 e 17:30 | Pequeno Auditório
Entrada: 12 euros (Criança +pais) / Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
Duração: 50 m
Tipologia: Experiência participativa de música e movimento com execução musical ao vivo.
Destinatários: 2 grupos-alvo:
a) Turmas do Ensino Básico ou Pré-Escolar. 6-10 e 4-5 anos respectivamente.
b) 25 crianças com acompanhante. Em cada grupo, as idades das crianças deverão ser semelhantes.
Dependendo das condições do espaço poderão ainda admitir-se observadores (educadores ou outros interessados)

Ficha Artística
Concepção
Companhia de Música Teatral
Música, Texto e Direcção Artística
Paulo Maria Rodrigues
Cenografia e Figurinhos
Companhia de Música Teatral
Intérpretes
Paulo Neto / Bruno Estima 

ANA MOURA Desfado


ANA MOURA Desfado
No palco Ana Moura contará com a participação de Ângelo Freire (guitarra portuguesa), Pedro Soares (viola de fado), André Moreira (baixo e contrabaixo), João Gomes (teclados) e Mário Costa (bateria e percussões).
Música/fado
12 de Abril | Sexta-feira  |21h30 | Grande Auditório
Entrada: 18 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 9 Euros
M/4
Duração: 80 m
 Não há outra voz no fado como a de Ana Moura. Uma voz que se passeia pela tradição livremente, sem deixar de “flirtar” elegantemente com a música pop, alargando, de uma forma muito pessoal, o raio de ação da canção de Lisboa. Mas aquilo que a distingue não é apenas um timbre grave e sensual, como há poucos – Ana Moura transforma instantaneamente em fado qualquer melodia a que empreste a sua voz. O último álbum de originais, “Desfado”, é o corolário de um caminho próprio em que o fado se consegue libertar das suas mais apertadas grilhetas.
 Ana Moura tem a coragem de ousar, de eliminar as zonas tampão entre o fado e a restante música popular…Desfado, o 5.º álbum originais de Ana Moura, representa um momento de viragem na carreira da artista. A fadista apostou em nomes da nova geração de compositores nacionais (como Manuel Cruz dos Ornatos Violeta, Márcia, Pedro da Silva Martins dos Deolinda, Miguel Araújo dos Azeitonas, Luísa Sobral e António Zambujo) e em nomes consagrados da música portuguesa (como Aldina Duarte, Tózé Brito, Manuela de Freitas e Pedro Abrunhosa) para a criação dos temas. Para a produção Ana Moura foi buscar Larry Klein, o multi-galardoado produtor norte americano que no seu currículo tem trabalhos com Joni Mitchell, Herbie Hancock – que tem uma participação especial em Desfado - Madeleine Peyroux, Melody Gardot, Tracy Chapman, entre muitos outros.

O Azul da Malmequer

O Azul da Malmequer
Teatro/Baú dos Segredos
5 e 6 de Abril | Sexta e sábado | 21h30 | Pequeno Auditório
Entrada: 3 EUROS/ Quadrilátero Cultural: 1.5 Euros
M/6
Duração: 60 m

SINOPSE
 Era uma vez um papagaio de papel que se apaixonou por “uma” malmequer, que vivia num jardim. A flor também gostava do papagaio, mas ficava toda ciumenta por este voar lá nas alturas com os seus amigos, enquanto ela tinha de ficar presa à terra. Ela queria que ele ficasse sempre perto dela…
Uma obra baseada no conto “A Pipa e a Flor” de Ruben Alves, que nos fala da liberdade, do amor e do egoísmo.
  

FICHA TÉCNICA:
ENCENAÇÃO :João Regueiras /Ana Regueiras
ELENCO : Alunos da Classe A do Baú dos Segredos
DIRECÇÃO DE ACTORES . Ana Regueiras
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO :Tiago Regueiras /Maria Miguel Quintelas
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO  . Cármen Regueiras, Emília Silva Sofia Silva & Marta Silva
TEXTO :Maria Miguel Quintelas
LUZ & SOM : Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO Casa das Artes & Baú dos Segredos 


Exposição Pintura do Italiano Davide Antolini na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


Exposição Pintura do Italiano Davide Antolini 
Título: Vida Nova 
De 6 a 30 de Abril, Foyer
 
Davide Antolini, natural de Verona (1946), apresentou a sua primeira exposição individual em Verona em 1965 na Casa de Julieta. Desde então, Já expôs os seus quadros em mais de 50 exposições individuais, tanto em Itália como noutros países. Desde os anos 70, pinta sobre temas da natureza e ecologia, sobre os fundamentos da filosofia da natureza de Schelling/Goethe e do pensamento pré-socrático. Estudiosos de estética e dos materiais utilizados na pintura. É professor, responsável pela cátedra de Técnicas de Pintura na academia de Belas Artes de Verona. Nesta exposição, Antolini apresenta-nos algumas de suas obras importantes em que prevalece o “escrever” (a escritura, o convite, a notícia), outros sobre o convívio, com referência especial à comida, tal como escreve Mario Allegri, “declinada nas suas várias formas de sociabilidade, sagrado e profano”.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Concerto de Páscoa com o Requiem de Mozart é na Casa das Artes

Requiem em ré menor, K626 (edição de R. Levin) de W. A. Mozart (1756-1791)
Parceria da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão com a Confraria das Santas Chagas | Semana Santa de Vila Nova de Famalicão.

Música Coral Sinfónica
26 de Março | terça-feira| 21h30| Grande Auditória
Entrada: 8 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/4
Duração: 70 m

Vítor Matos, Maestro

Raquel Fernandes, Soprano
Sara Amorim, Contralto
João Terleira, Tenor
Sérgio Ramos, Barítono
Orquestra Académica da Universidade do Minho

Coro de Alunos da Licenciatura em Música da Universidade do Minho

A Orquestra Académica da Universidade do Minho (OAUM) emerge como culminar do trabalho musical levado a cabo no Ramo de Interpretação - Instrumento da Licenciatura em Música, criada em 2007/2008, e do Mestrado, procurando promover a experiência interpretativa dos alunos, estimular a maturidade musical e aproximar profissionalmente os discentes do mundo da interpretação. A OAUM teve a sua primeira apresentação pública no Theatro Circo, sob a direcção de Vítor Matos e com a participação do pianista Luís Pipa. Do excelente acolhimento do Coro e Orquestra Académica da UM testemunha a imprensa académica, onde pode ler-se:"O público presente no Theatro Circo pôde apreciar um concerto sublime à altura do Bicentenário da estreia da 5ª Sinfonia [...]" (UMDicas: 29/01/2009). Desde então, a OAUM tem-se apresentado em Portugal e França (Festival Internacional Transeuropéennes, em Roeun, 2011), com solistas como Vasco Faria, Dora Rodrigues, Pedro Burmester e Kenneth Hamilton e sob a direcção dos maestros Pedro Neves, Vitor Matos, Toby Hofmann, Christopher Bochmann, Jorge Matta e Jean-Marc Burfin. 

MINTA& THE BROOK TROUT


MINTA& THE BROOK TROUT
Musica
23 de Março | Sábado | 22h30| Café Concerto
Entrada: 5 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/4
Duração: 80 m

Olympia, lançado a 17 de Setembro pela Optimus Discos, é a segunda longa-duração de estúdio de Minta & The Brook Trout, e chega três anos depois do primeiro. Francisca “Minta” Cortesão (voz e guitarra), Mariana Ricardo (voz, baixo e ukulele), Manuel Dordio (guitarra eléctrica e lap steel) e Nuno Pessoa (bateria e percussão), usaram esse tempo para escrever as dez canções que o compõem e para, com toda a calma do mundo, encontrar a melhor maneira de as vestir.
Entretanto houve Carnide, gravação de um concerto especialíssimo no bairro lisboeta com o mesmo nome, a 19 de Dezembro de 2010, com um palco cheio de cúmplices de luxo: Márcia, Noiserv, BlackBambi, Walter Benjamin e João Cabrita.
A Minta & The Brook Trout, considerado pela Blitz um dos melhores discos portugueses de 2009, chamou-se “música absolutamente maravilhosa, feita de canções luminosas e sublimes” (António Pires, i), “canções de uma elegantíssima melancolia” (Mário Lopes, Público) e “música curiosa, poética, pouco óbvia, cativante” (Nuno Catarino, bodyspace).
O novo disco, produzido por Mariana Ricardo e Francisca Cortesão, após uma digressão pela Costa Oeste do Canadá e EUA com They’re Heading West, projecto paralelo com João Correia (Julie & The Carjackers) e Sérgio Nascimento (Humanos), tem América do Norte e Lisboa no miolo das canções e dos arranjos. Gravado e misturado em Paço de Arcos pelo mestre Nelson Carvalho, Olympia foi acabado em Phoenix, no Arizona, onde foi masterizado pelo veterano Roger Siebel (Bill Callahan, Dodos, Laura Veirs, Elliott Smith, M. Ward). Revelação Europeia nos Prémios Pop Eye 2012, em Cáceres, Minta & The Brook Trout figura nas listas de melhores álbuns do ano da revista Blitz e rádio Radar.

Primavera


Primavera - Estreia
Coprodução Fértil / Casa das Artes de V. N. de Famalicão
Teatro
21 e 22 de Março | Quinta e sexta | 21h30| Pequeno  Auditório
Entrada: 5 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/4
Duração: 60 m
Sinopse
“No Inverno a noite chega muito cedo, tão cedo que nem dá para fazer nada. Não é que eu faça muito. Cansa-me este escuro do Inverno. Acordámos, está escuro, ainda não recolhemos e já está escuro outra vez.”
Mas a seguir ao inverno vem sempre a primavera. Sempre foi assim e há de continuar a ser. A primavera é o recomeço. Mas recomeçar o quê quando estamos velhos e isolados? “Primavera” fala-nos da última velha de uma aldeia serrana e que com ela já só vivem as histórias do passado. Muitas são as lembranças de uma vida que outrora teve e que agora transporta consigo. A aldeia, essa fica vazia e nada há de contar.

FICHA ARTÍSTICA
Texto e encenação Rui Alves Leitão
Interpretação Neusa Fangueiro
Direção de atores Etelvino Vázquez
Cenografia e figurinos Teresė Dedūraitė
Cartaz Sandra Neves
Apoio à cenografia Rodrigo Viterbo
Costureira Carmo Alves
Desenho de luz Paulo Neto
Fotografia e vídeo Duarte Costa

Produção executiva Rui Alves Leitão

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

MADALENA
A partir de Frei Luiz de Sousa de Almeida Garrett.
Ensemble - Sociedade de Actores
Teatro
14 e 15 de Março | Quinta 15h00  e Sexta  21h30 | Grande Auditório
Entrada: 5 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros 
 Desconto de 50% para estudantes
M/6
Duração: 70 m
                  
SINOPSE:
D. Madalena de Vilhena vive num “inferno”: torturada por um obsessivo sentimento de culpa, o seu desassossego, o seu pavor, os seus pressentimentos hipotecam o seu dia-a-dia a algo de terrível que há-de vir e nega a si própria toda a felicidade que o presente lhe oferece. Tudo isto é construído pela certeza interior de ter cometido o “crime” de ter amado Manuel de Sousa Coutinho ainda em vida do primeiro marido e se ter casado segunda vez sem ter a prova de morte de D. João de Portugal. Telmo Pais alimenta esse “inferno”: acusador, ele é a própria reencarnação do passado que penetra no presente e anuncia um destino fatal. O regresso de um desaparecido – representação mumificada de um passado distante – vem dar corpo a essa culpa. E mesmo esse é “ninguém”.

No respeito pelas ideias e palavras de Almeida Garrett em “Frei Luís de Sousa” e destinado aos alunos do ensino secundário, este espectáculo contará com uma forte componente musical.

Ficha Artística
Encenação – Jorge Pinto
Música – Ricardo Pinto
Com
Emília Silvestre
Marcelo Rúben Aires  
Ricardo Pinto
Teresa Coimbra
Jorge Pinto
Pedro Lamares
António Parra
..
Desenho de luz – José Álvaro Correia
Figurinos – Cátia Barros
Ass. Encenação - Vânia Mendes

Miguel Angelo - Primeiro

Miguel Angelo - Primeiro
9 de Março | Sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 12 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
M/6
Duração: 80 m
Main Sponsor
Banco Popular
Media Partners
MTV/ RFM/ RTP
Quantas voltas são precisas para escolher um só caminho? Miguel Angelo responde "as que forem precisas!".
A digressão de PRIMEIRO viaja pelo país, um país que mesmo já percorrido por Miguel Angelo em mais de 25 anos de carreira ainda lhe revela surpresas e cria afinidades. Agora que o single PRECIOSO ecoa por todas as rádios nacionais, é hora do músico se fazer à estrada e apresentar as suas novas canções, lado a lado com alguns dos clássicos que o público exige.
Cantar, espantar, partilhar, afinal muito do que precisamos para viver vencendo as contrariedades.
Essa é a mensagem, essa sempre foi a mensagem.


Ficha artística
Miguel Angelo: voz e guitarra acústica
Rui Fadigas: guitarra baixo
Mário Andrade: guitarra eléctrica
Samuel Palitos: bateria
Rogério Correia: guitarra 12 cordas

Exposição Pintura Dores Aguiar


Exposição Pintura Dores Aguiar
Título Mulher Flor!
 De 8 a 31 de Março, Foyer
 
 (….) Valores essenciais,
Elevas os sentimentos,
Na ânsia dos pensamentos,
Se tornarem quase reais.
A ti, Mulher Flor!
Deusa do mundo e do bem,
Teu amor é marco eterno,
E tu és referencial,
Dás vida, és sublime,
És um Ser Especial.
Mulher Poema!
Neste dia a ti dedicado,
Qual flor, jardim elaborado,
De flores preciosas (…)

 Maria das Dores Aguiar Alves Costa (Dores Aguiar)

Licenciada em Medicina, desde muita cedo, dada a sua paixão pelas artes e para satisfação pessoal, descobre a sua vocação para a pintura, tendo na pintora ROSANTOS, um marco decisivo no meu percurso em termos de orientação e formação. Na sua pintura, marcadamente figurativa, a cor desempenha um papel fundamental e a temática principal é a mulher, a criança e a natureza. Tenta exprimir o sentimento, captando o belo e a delicadeza do que a rodeia.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

QUINTETO LUISA DE CARVALHO

QUINTETO LUISA DE CARVALHO
Luísa de Carvalho – voz ; Jorge Filipe Santos – piano e voz; Paulo Pinto – guitarra; Ricardo Rodrigues – baixo; Luis Filipe Tavares - bateria e voz
Música/Soul /JAzz
23 de Fevereiro | Sábado| 23h00| Café-Concerto
Entrada: 5 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/4
Duração: 70 m
Os seus elementos registam a actividade musical, juntos e em diversos projectos musicais há mais de uma década.
Desta vivência conjunta este projecto tem um perfeito entruzamento musical através da sua secção rítmica, a qual funciona como um bloco, facilitando a excelente qualidade de improvisação dos seus solistas.
Em 1999, após ter cessado a actividade da orquestra de soul-music a JUST SOUL ORCHESTRA e da qual fizeram parte, formaram este projecto de acid-jazz, pois todos se identificam com este estilo musical.
Para além deste novo projecto, alguns dos seus elementos continuaram e ainda permanecem noutros projectos importantes da música portuguesa, das quais destacamos os Trabalhadores do Comércio,
Luis Portugal & Os Bandidos, Rei Pescador, Pedro Abrunhosa & Os Bandemónio, Diana Basto (projecto a solo), OJM-Orquestra Jazz de Matosinhos, entre outros.
Registam ainda e a solo participações em vários trabalhos discográficos bem como na composição de jingles comerciais.
Influenciados por importantes bandas inglesas da editora acid-jazz, depressa introduziram no seu repertório versões deste genero musical.
O seu repertório é composto por versões de importantes bandas  dos quais se destacam The Brand New Havies; Incognito;  Count Basic; JTQ – James Tayler Quartet; Drizabonne;  Eliane Elias; Rad, Patti Austin entre outros.
Desde então, este quinteto tem participado em concertos e festivais de jazz, sendo o único grupo do Porto a executar este estilo de música.
Contam com participações no Douro Jazz – Edição de 2011, vários concertos em auditórios municipais e clubes de jazz do norte de Portugal.
Fruto da experiencia pessoal de cada um dos seus elementos e principalmente da forte cumplicidade musical entre os mesmos, este quinteto está já a trabalhar em temas originais, pelo que em breve será uma referencia séria no panorama musical português.

BALLA para ouvir já na próxima sexta.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

OS REIS DA COMÉDIA


OS REIS DA COMÉDIA
Interpretação José Pedro Gomes, Rui Mendes, Jorge Mourato, Carla de Sá, Diogo Leite e Rui de Sá
23 de Fevereiro | Sábado | 21h30| Grande auditório
Entrada: 12 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
M/4
Duração: 80 m
A idade de ouro da comédia nacional é o tema de um programa especial de televisão. Com mais de 40 anos de carreira a fazer rir o país, a dupla Jacinto Leite e Alberto Cruz é presença imprescindível e todos aguardam a oportunidade de a rever numa das suas mais famosas rábulas.

Sem se falarem há 12 anos, é a custo que aceitam a ideia do reencontro pois, poucos sabem, não se suportam. Frente a frente, desenterram memórias e reacendem quezílias, para desespero de quem os rodeia e muitas gargalhadas para o público.

Um sucesso mundial, Os Reis da Comédia (título original: The Sunshine Boys) é uma peça assinada por Neil Simon, um dos mais importantes e premiados dramaturgos americanos contemporâneos.

Texto Neil Simon
Encenação Adriano Luz
 Tradução Ana Sampaio
Cenografia e Adereços Zé Branco
Figurinos Zé Branco e Margarida Morins
Desenho de Luz José Álvaro
Música João Loio

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

TIAGO BETTENCOURT na CASA das ARTES de Vila Nova de Famalicão


TIAGO BETTENCOURT - ACÚSTICO
Música/Pop
16 de Fevereiro | Sábado | 21h30| Grande  Auditório
Entrada: 10 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/4
Duração: 80 m

A espera finalmente terminou. O regresso de Tiago Bettencourt aos discos é também uma imensa celebração: assinala um percurso de uma década de muitas experiências e sucesso, que não só revelou uma das maiores vozes nacionais como trouxe um dos grandes autores da sua geração. Em «Acústico» recria-se de forma simples e original momentos incontornáveis como «Carta», o primeiro single, «Laços», «Canção Simples», «Só Mais Uma Volta», entre muitos outros. Mas, na aventura de olhar o passado, o seu mais recente trabalho também apresenta as pistas para o futuro, através do inédito «Temporal».
Do disco para os palcos, Tiago Bettencourt leva «Acústico» à Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

VIA VERDI pela Ópera Isto!

VIA VERDI pela Ópera Isto!
Via Verdi é um concentrado de teatro, humor e música - um animado festim onde se canta muito e onde se dizem verdades mais ou menos disparatadas, mas sempre verdades...
9 de Fevereiro | Sábado | 18h00 | Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/6 (Para toda a família)
Duração: 60 m

SINOPSE
No atelier do escultor João Fígaro há duas obras em vias de conclusão: um busto do compositor Giuseppe Verdi e a estátua de um Pensador. Uma única coisa as liga: nenhuma deseja ser concluída e transformada definitivamente num objecto inanimado. Isto, porque, enquanto não estão concluídas, são estátuas vivas, graças às propriedades do secreto Cinzel Bioimagináriócriativópancadeiro! criado por Figaro. Em suma, urge unir esforços na tentativa de preservarem o livre arbítrio, e a liberdade de movimentos...
O Pensador que, para conseguir falar, sempre teve que tirar a mão do queixo, tem uma extraordinária revelação: consegue cantar na sua habitual postura de pensador. ”Eis o poder da música sobre as palavras… tem é que ser bem escolhida!”, explica-lhe o Verdi...
Atipicamente movimentadas, estas duas esculturas, confrontam as suas profundas diferenças durante as ausências do escultor. Porém, uma noite, são apanhadas em flagrante pagode operático pelo escultor que, surpreendentemente, se junta a elas para um animado festim onde se canta muito e onde se dizem verdades mais ou menos disparatadas... mas sempre verdades !
Essa noite revela-se épica para as duas obras-primas. Assim, com a ajuda de muita música, das gargantas do público, paciência, fairplay e excentricidade, o Pensador e o busto de Verdi tornam-se cúmplices de uma fuga que ficará para a história de três diferentes artes: da arte musical, da arte escultórica e da própria... arte da fuga !

FICHA ARTÍSTICA
PERSONAGENS E INTÉRPRETES
ESCULTOR JOÃO FIGARO: João Tiago Magalhães (pianista)
OBRAS PRIMAS: Mário João Alves, José Lourenço (tenori)
CRIATIVOS
IDEIA ORIGINAL: Mário João Alves
DRAMATURGIA E ENCENAÇÃO: Mário João Alves, José Lourenço
DISPOSITIVO CÉNICO, FIGURINOS E ADEREÇOS: José Lourenço
DESENHO DE LUZ: Nuno Almeida
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO E DIRECÇÃO DE CENA: Paula Conceição
PRODUÇÃO: Casa da Música/Serviço Educativo
DIRECÇÃO ARTISTICA: Ópera Isto !
PRODUÇÃO EXECUTIVA: Um&1,Três - Teatro e Música

BALLA na Casa das Artes de V.N. Famalicão


BALLA

Armando Teixeira gravou todos os instrumentos e contou com a colaboração de Miguel Nicolau (Memória de Peixe) e Miguel Cervini nas guitarras e de João Rato no piano
Alternativa / Electrónica / Pop
8 de Fevereiro | sexta-feira | 22h30 | Café-Concerto
Entrada: 7 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 3,5 Euros
M/4
Duração: 70 m

Os últimos anos têm afirmado o trabalho de composição e produção de Armando Teixeira como dos mais criativos e distintivos na música pop portuguesa. Estreado em 2000, o seu projecto Balla construiu um vasto imaginário sonoro através de uma discografia que experimenta a electrónica, orquestrações, ambientes latinos, de música negra e uma variedade de soluções sem espartilhos, em busca da Canção. Desta vez, Armando Teixeira é ainda mais objectivo nessa procura. Ao intitular "Canções" ao sexto disco com a marca Balla, o compositor desvenda a matéria que motivou a sua composição no último ano.  São oito as canções de "Canções". Nele encontramos participações vocais de Joaquim Albergaria (Paus), Paulo Gouveia (Gomo), Inês Lopes Gonçalves (Soulbizness) e Rita Reis (Mesa). Armando Teixeira gravou todos os instrumentos e contou com a colaboração de Miguel Nicolau (Memória de Peixe) e Miguel Cervini nas guitarras e de João Rato no piano. 

Henrique Amaro

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Exposição Pintura de Helena Homem de Melo


Exposição Pintura de Helena Homem de Melo
Título Metamorfoses
De 2 a 28 de Fevereiro, Foyer
Nada leveis para a viagem, nem alforge, nem dinheiro nem pão. Isto disse S. Lucas.

Helena Homem de Melo tem da e "na" viagem, o sentido certo da aventura, pois que parte para regressar. E tem sido desse saber, que para o viajante é como se fora a luz do mundo, que a artista, num constante desassossego, faz fonte do seu trabalho. Ela viaja em direcção à vida e faz do seu quotidiano objecto da sua arte.
A vontade de intervir torna o seu mundo, e o nosso, um sítio melhor. A procura dessa amabilidade fecunda, transforma o trabalho de Helena Homem de Melo nesse lugar apropriado ao viajante, à imponderabilidade dos dias, à procura da felicidade e da realização de um mundo que nos oferece, agora melhor, porque é sempre oferta generosa e de esperança nos olhos da artista.
A sua criação caminha em múltiplas direcções e sentidos, que vai da escrita às artes performativas, à pintura, à fotografia e até à escultura. Todas as derivas por estes múltiplos e variados caminhos são, no fundo, uma constante e permanente reanimação das cores de um Moçambique, exacerbado na procura das águas da infância, o mesmo é dizer, fonte de toda a felicidade e sabedoria.
 É na viagem que, hoje e agora, penso na obra de Helena Homem de Melo. Outros promontórios haverá por onde olhar. Mas hoje, apetece-me vê-la, inundada desta luz salvifica, que é o único caminho por onde caminhar em busca da felicidade. São estes os percursos que a artista partilha generosamente connosco. Aceitemos pois, fraternalmente, este desafio.

Alberto Péssimo
Porto, 4 de Janeiro de 2013

Olho o mundo com vontade de o transformar. Faço do cinzento - cor, do lixo - arte, do ferro - poesia. Mudo o sentido de cada coisa, como se me metamorfoseasse naquilo que crio.
 Este constante desassossego inebria-me e leva-me a construir a partir de coisa pouca. Ora sou mar, ora tempestade. Ora me faço de versos, ora de palavras sem rima.
Não repito, não padronizo, não quero saber de estereótipos. Sou como sou, faminta do desigual, do improviso, da experiência. Se me reconhecem numa tela? Talvez não, de tanto querer ser diferente. Mas só consigo ser desta maneira, só esta loucura de querer pincelar a alma me deixa ser o que a cada instante me dá vontade de ser.
 Nunca esta obra faria sentido sem o espírito de um Anjo, de um Mestre, de um Amigo. Sem uma Árvore, sem as quartas feiras mágicas ao fim da tarde. Sem aqueles que, de uma maneira ou de outra, partilharam comigo esta "Viagem ao mundo da arte".

Helena Homem de Melo
4 de Janeiro de 2013