segunda-feira, 22 de abril de 2013

E TUDO O CASAMENTO LEVOU


E TUDO O CASAMENTO LEVOU
Maria João Abreu e Almeno Gonçalves
18 de Maio | Sábado | 21h30| Grande Auditório
Entrada: 10 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/4
Duração: 70 m
Sinopse
Eles não podem viver um sem o outro mas não podem viver um com o outro.
Eles têm dias, mas também têm horas, minutos, segundos...
Eles discutem muito, eles divertem-se muito.
Eles são marido e mulher. Eles são o cão e o gato. Eles são um casal.
Um casal normal.
Eles amam-se.
Primeiro começamos por acompanhar este casal em situações banais, situações por que todos já passamos. Depois achamos que eles são extremamente engraçados e rimo-nos a bom rir. Rimo-nos do dia atribulado do seu casamento, da condução dela, das saídas dele, da maneira como planeiam as suas férias, de como falam dos seus pais, dos seus amigos. Rimo-nos a bom rir das suas pequenas discussões por tudo e das suas grandes discussões por nada. Rimo-nos por eles serem um homem e uma mulher, que vivem juntos, que se amam. E depois reconhecemos nas suas palavras, nas suas situações, coisas estranhamente familiares. Coisas nossas! Nem que seja aquela frase que já dissemos tantas vezes e que agora está ali, na boca daquele casal. E ainda nos rimos mais! Rimo-nos deles, de nós. Rimo-nos a bom rir. Porque eles amam-se. E porque nós os amamos!

Ficha Técnica e Artística
Autores: Muriel Robin e Pierre Palmade | Tradução e Produção: Sola do Sapato | Encenação: Heitor Lourenço | Assistência de Encenação: Sónia Brazão | Com Maria João Abreu e Almeno Gonçalves | Direcção de Produção: Almeno Gonçalves | Produção: Sola do Sapato _ Maria João Alves

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Cancelamento do concerto de Cass McCombs na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


Cass McCombs Cancelado
Pelo menos, os elogios vindos de gente como Ariel Pink, Cat Power, Bonnie ‘Prince’ Billy, Andrew Bird, José González, Lightspeed Champion,  Michael Hurley, Jana Hunter e Thurston Moore não deixam grandes dúvidas quanto ao potencial de Cass McCombs.
Música/folk
4 de Maio | Sádado|21h30 | Grande Auditório
Entrada: 10 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/4
Duração: 80 m

O Cass McCombs sofreu uma queda a fazer skateboarding no passado fim-de-semana. Ontem, os médicos confirmaram uma rotura que o impede de cumprir com os compromissos assumidos, nomeadamente, com concerto, a agendado para 4 de maio, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

“I deeply regret that I have to cancel our shows, I injured my arm last week skateboarding. The doctor recommended it needs rest. Doc also said with luck it should be back to strength in time for our next trip to Europe this summer, when we will reschedule these shows. We always love visiting Portugal, hope to see you all very soon. In the meantime, I swear I will not skate without chainmail. Peace & recovery.” Cass M.

As nossas sinceras desculpas, pelos inconvenientes que este cancelamento possa ter criado.

Álvaro Santos
Diretor da CdA

Brightfield


Brightfield
Teatro/Baú dos Segredos 
2 e 3 de Maio | Quinta e Sexta | 21h30 | Grande Auditório 
Entrada: 3 EUROS/ Quadrilátero Cultural: 1.5 Euros 
M/6
Duração: 60 m

SINOPSE
 Brightfield, uma aldeia a umas horas de Londres, nos finais do século XIX. Embora perto da capital, esta aldeia encerra em si a vida típica do campo, onde se vive ao ritmo das estações do ano.
Estamos no final de Julho. Aproxima-se, a passos largos, o Lammas, a primeira festa das colheitas.
A calma dos preparativos é perturbada pela chegada dos Ashfield.
Passaram dois anos desde a sua última estadia em Brightfield e os ventos do progresso já chegaram à província.
Será que Brightfield mudou também?


FICHA TÉCNICA

ENCENAÇÃO & TEXTO
João Regueiras
ELENCO 

Alunos da Classe B do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO
Ana Regueiras
Maria Miguel Quintelas
Tiago Regueiras
DIRECÇÃO DE ACTORES E COREOGRAFIAS
Ana Regueiras
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO
Cármen Regueiras, Emília Silva
Sofia Silva & Marta Silva
DIRECÇÃO MUSICAL
Ana Regueiras
LUZ & SOM
Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO
Casa das Artes
Baú dos Segredos 

Exposição Pintura HELENA ROMÃO


Exposição Pintura HELENA ROMÃO
Título: PARTILHAR EMOÇÕES
De 4 a 31 de Maio, Foyer

Está na base da minha pintura o desejo de poder partilhar com os meus amigos e o público em geral as razões que me levam a escolher os motivos que pinto. Por outro lado, o que certamente me leva a pintar é  o deleite que experimento ao passar para a tela as impressões e as emoções que aquela  paisagem, aquela figura humana, aquele objecto me transmitem.
 Neste sentido, através da minha pintura, tenho procurado descodificar as emoções e as impressões através da linguagem simbólica da cor e da forma.
 Não pertenço a nenhuma escola ou tendência particular: apenas procuro, como disse, PARTILHAR EMOÇÕES que a natureza, o homem, a sociedade me despertam e que sinto necessidade de “ceder” aos outros.

segunda-feira, 25 de março de 2013

Gil Cadeias


Gil Cadeias
Música/cantautor
27 de Abril | Sábado| 23h00| Café concerto
Entrada: 5 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/4
Duração: 60 m
 "Natural de Vila Nova de Famalicão, com estudos musicais em Guitarra Clássica e Canto Lírico no Centro de Cultura Musical nas Caldas da Saúde. Conta com a experiência de várias apresentações em diversos palcos e bares da região. Numa constante busca pela fusão ideal entre a palavra e o som, a sua música viaja por vários estilos como a bossa-nova, o pop-rock ou o blues, apresentando-se a solo e em formato acústico."

Rataplã… o ruído de festa | Comemoração do Dia Mundial da Dança


Casa das Artes e envolvente
Comemoração do Dia Mundial da Dança
Rataplã… o ruído de festa
“Rataplã…. o ruído de festa” é o ultimo bailado criado pela ALÉMDADANÇA inspirado no conto ”Os Ciganos” de Sophia de Mello Breyner Andresen e Pedro Sousa Tavares.
Dança/ ALÉMDADANÇA
27 e 28  de Abril | Sábado 21h30 |Domingo 18h00 | Grande Auditório
Entrada: 5 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/4
Duração: 70 m
 “Era um ruído de festa.
 Era o rataplã, rataplã, rataplã dum tambor”
Neste conto, apenas iniciado, também nós quisemos dar-lhe continuidade e criar a nossa própria história, dando ênfase ao apelo do grande desconhecido em contraponto com o espaço fechado e protegido da casa de família.
Foi a partir do momento em que Ruy foge de casa que o nosso sonho começou!
Criamos em conjunto, com todos os bailarinos participantes, a nossa própria história, que vos apresentamos agora.
Transformamos esta história num bailado, e este é o processo criativo que a todos nos envolve. Todos os bailarinos são coreógrafos das suas próprias personagens, dos contextos em que elas se desenvolvem e co-responsáveis pelo trabalho de criação final.
Todas as personagens são importantes, e foi só o verdadeiro trabalho de grupo e de dedicação a este espetáculo que o tornou possível.
E mais uma vez é no fantástico palco da Casa das Artes de V.N. de Famalicão que o nosso bailado é apresentado. Neste local todos as nossos sonhos são postos à prova… e ganham a sua verdadeira dimensão.
Agradecemos a oportunidade e voto de confiança que nos é dado pela Comemoração do DIA MUNDIAL DA DANÇA, retribuindo dançando com verdadeira Paixão e Dedicação.

Co-produção: Casa das Artes de V.N. de Famalicão e ALÉMDADANÇA

AS PORTAS QUE ABRIL ABRIU Tributo a Ary dos Santos


AS PORTAS QUE ABRIL ABRIU
Tributo a Ary dos Santos
António Sousa e Ivo Machado
24 de Abril | Quarta-feira| 21h30| Café concerto
Entrada: Livre
M/4
Duração: 60 m
 Era uma vez um poeta que escreveu canções que todo o povo cantou. Irreverente e arrebatador, espalhou pelos caminhos das aldeias, vilas e cidades de Portugal, a poesia que apaixonado escreveu. Poesia que nos falava de amor, de ternura, mas também do trabalho, da injustiça, da fome e do desejo que a vida dos homens fosse melhor.
A estatura forte e a voz vibrante ficaram para sempre gravadas em quem o viu e ouviu. Era também o publicitário da emoção, criativo e genial. Mas, e acima de tudo, era o homem-menino grande, que – tal como ele próprio dizia – sempre viveu em busca da ternura. Chamava-se José Carlos Ary dos Santos, nasceu em Lisboa, por quem se apaixonou e foi amante.

Guitarra e voz – Ivo Machado
Declamação – António Sousa

V MOSTRA DE TEATRO ESCOLAR DE FAMALICÃO


V MOSTRA DE TEATRO ESCOLAR DE FAMALICÃO
Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Grande e Pequeno Auditório| Entrada Livre à lotação das Salas
15, 16, 17 e 18 de Abril de 2013
Inserida na Quinzena da Educação e pelo quinto ano consecutivo, a Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, através dos Serviços Educativos do Departamento de Educação, realizará a V Mostra de Teatro Escolar, com o objetivo de promover, apoiar, e valorizar as iniciativas artísticas e culturais, divulgando o trabalho desenvolvido, no campo teatral, pelas instituições educativas do nosso concelho.
Através deste evento, pretende-se, ainda, incentivar a arte do teatro entre os jovens alunos e, ao mesmo tempo, enriquecer o conhecimento daqueles que apostam nesta área.
Durantes estes quatro dias, 11 grupos de teatro das escolas do concelho, irão mostrar, no palco da Casa das Artes, o que de melhor se faz, nesta área, nas escolas de Famalicão.

Peças de Teatro:
O espirito do tempo - Curso Profissional de Artes do Espetáculo - Interpretação - Externato    
                          Delfim Ferreira
A revolta dos Micróbios e O Cozinheiro de Oz Oficina de Teatro da EB 2,3 Júlio            
                                                                            Brandão
À Descoberta de Sophia – TEINA – Teatro Experimental do INA – Instituto
                                Nun’Alvres
A Nuvem que não queria voar – Clube de Teatro Educação Especial – EB 2,3
                                         de Ribeirão
Auto da Barca do inferno  de Gil Vicente – Grupo de Teatro O Andaime – Escola Secundária                                  
                                                  Camilo Castelo Branco
 As Viagens do Zé Latão – Clube de Teatro do Agrupamento de Escolas de Pedome
 Uma Porta Sobre o Mar– Grupo de Teatro Duques e Cenas – EB 2,3 de Ribeirão
Duas Escolas um Palco – Núcleo de Teatro da Didáxis de Riba de Ave e de S. Cosme
Os Amores de Pedro e Inês – Oficina de Leituras Encenadas – Agrupamento de Padre Benjamim Salgado
                                                 
O Musical do Aladino e da Lâmpada Mágica – Grupo de Teatro ENSAIAR-TE
                                                                       Agrupamento de Escolas D. Sancho I

Para consultar o Programa: www.vilanovadefamalicao.org

Patrulha - filhos e pais em interação...


Patrulha
A Patrulha é um “workshow”, um espectáculo participativo que replica com as crianças da Escola ou acompanhadas pelos Pais, o ambiente de interacção e as situações de criatividade e improviso que foram gravados com as crianças que participaram na EMB. No fundo trata-se de fazer com que as crianças passem de ouvintes a músicos/artistas e de fazer com que, aos pouquinhos, o bichinho se comece a soltar. O espectáculo pode depois continuar em casa, ou na escola, com os CDs/ livros da Enciclopédia da Música com Bicho ou com outras edições da CMT. Todos os dias a fazer festinhas e a fazer a festa: num bocadinho de colo, um bocadinho de Pai, um bocadinho de Mãe, um bocadinho de Amigo.
Companhia de Musica Teatral
13 de Abril | Sábado | 11:00, 15:30 e 17:30 | Pequeno Auditório
Entrada: 12 euros (Criança +pais) / Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
Duração: 50 m
Tipologia: Experiência participativa de música e movimento com execução musical ao vivo.
Destinatários: 2 grupos-alvo:
a) Turmas do Ensino Básico ou Pré-Escolar. 6-10 e 4-5 anos respectivamente.
b) 25 crianças com acompanhante. Em cada grupo, as idades das crianças deverão ser semelhantes.
Dependendo das condições do espaço poderão ainda admitir-se observadores (educadores ou outros interessados)

Ficha Artística
Concepção
Companhia de Música Teatral
Música, Texto e Direcção Artística
Paulo Maria Rodrigues
Cenografia e Figurinhos
Companhia de Música Teatral
Intérpretes
Paulo Neto / Bruno Estima 

ANA MOURA Desfado


ANA MOURA Desfado
No palco Ana Moura contará com a participação de Ângelo Freire (guitarra portuguesa), Pedro Soares (viola de fado), André Moreira (baixo e contrabaixo), João Gomes (teclados) e Mário Costa (bateria e percussões).
Música/fado
12 de Abril | Sexta-feira  |21h30 | Grande Auditório
Entrada: 18 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 9 Euros
M/4
Duração: 80 m
 Não há outra voz no fado como a de Ana Moura. Uma voz que se passeia pela tradição livremente, sem deixar de “flirtar” elegantemente com a música pop, alargando, de uma forma muito pessoal, o raio de ação da canção de Lisboa. Mas aquilo que a distingue não é apenas um timbre grave e sensual, como há poucos – Ana Moura transforma instantaneamente em fado qualquer melodia a que empreste a sua voz. O último álbum de originais, “Desfado”, é o corolário de um caminho próprio em que o fado se consegue libertar das suas mais apertadas grilhetas.
 Ana Moura tem a coragem de ousar, de eliminar as zonas tampão entre o fado e a restante música popular…Desfado, o 5.º álbum originais de Ana Moura, representa um momento de viragem na carreira da artista. A fadista apostou em nomes da nova geração de compositores nacionais (como Manuel Cruz dos Ornatos Violeta, Márcia, Pedro da Silva Martins dos Deolinda, Miguel Araújo dos Azeitonas, Luísa Sobral e António Zambujo) e em nomes consagrados da música portuguesa (como Aldina Duarte, Tózé Brito, Manuela de Freitas e Pedro Abrunhosa) para a criação dos temas. Para a produção Ana Moura foi buscar Larry Klein, o multi-galardoado produtor norte americano que no seu currículo tem trabalhos com Joni Mitchell, Herbie Hancock – que tem uma participação especial em Desfado - Madeleine Peyroux, Melody Gardot, Tracy Chapman, entre muitos outros.

O Azul da Malmequer

O Azul da Malmequer
Teatro/Baú dos Segredos
5 e 6 de Abril | Sexta e sábado | 21h30 | Pequeno Auditório
Entrada: 3 EUROS/ Quadrilátero Cultural: 1.5 Euros
M/6
Duração: 60 m

SINOPSE
 Era uma vez um papagaio de papel que se apaixonou por “uma” malmequer, que vivia num jardim. A flor também gostava do papagaio, mas ficava toda ciumenta por este voar lá nas alturas com os seus amigos, enquanto ela tinha de ficar presa à terra. Ela queria que ele ficasse sempre perto dela…
Uma obra baseada no conto “A Pipa e a Flor” de Ruben Alves, que nos fala da liberdade, do amor e do egoísmo.
  

FICHA TÉCNICA:
ENCENAÇÃO :João Regueiras /Ana Regueiras
ELENCO : Alunos da Classe A do Baú dos Segredos
DIRECÇÃO DE ACTORES . Ana Regueiras
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO :Tiago Regueiras /Maria Miguel Quintelas
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO  . Cármen Regueiras, Emília Silva Sofia Silva & Marta Silva
TEXTO :Maria Miguel Quintelas
LUZ & SOM : Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO Casa das Artes & Baú dos Segredos 


Exposição Pintura do Italiano Davide Antolini na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


Exposição Pintura do Italiano Davide Antolini 
Título: Vida Nova 
De 6 a 30 de Abril, Foyer
 
Davide Antolini, natural de Verona (1946), apresentou a sua primeira exposição individual em Verona em 1965 na Casa de Julieta. Desde então, Já expôs os seus quadros em mais de 50 exposições individuais, tanto em Itália como noutros países. Desde os anos 70, pinta sobre temas da natureza e ecologia, sobre os fundamentos da filosofia da natureza de Schelling/Goethe e do pensamento pré-socrático. Estudiosos de estética e dos materiais utilizados na pintura. É professor, responsável pela cátedra de Técnicas de Pintura na academia de Belas Artes de Verona. Nesta exposição, Antolini apresenta-nos algumas de suas obras importantes em que prevalece o “escrever” (a escritura, o convite, a notícia), outros sobre o convívio, com referência especial à comida, tal como escreve Mario Allegri, “declinada nas suas várias formas de sociabilidade, sagrado e profano”.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Concerto de Páscoa com o Requiem de Mozart é na Casa das Artes

Requiem em ré menor, K626 (edição de R. Levin) de W. A. Mozart (1756-1791)
Parceria da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão com a Confraria das Santas Chagas | Semana Santa de Vila Nova de Famalicão.

Música Coral Sinfónica
26 de Março | terça-feira| 21h30| Grande Auditória
Entrada: 8 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/4
Duração: 70 m

Vítor Matos, Maestro

Raquel Fernandes, Soprano
Sara Amorim, Contralto
João Terleira, Tenor
Sérgio Ramos, Barítono
Orquestra Académica da Universidade do Minho

Coro de Alunos da Licenciatura em Música da Universidade do Minho

A Orquestra Académica da Universidade do Minho (OAUM) emerge como culminar do trabalho musical levado a cabo no Ramo de Interpretação - Instrumento da Licenciatura em Música, criada em 2007/2008, e do Mestrado, procurando promover a experiência interpretativa dos alunos, estimular a maturidade musical e aproximar profissionalmente os discentes do mundo da interpretação. A OAUM teve a sua primeira apresentação pública no Theatro Circo, sob a direcção de Vítor Matos e com a participação do pianista Luís Pipa. Do excelente acolhimento do Coro e Orquestra Académica da UM testemunha a imprensa académica, onde pode ler-se:"O público presente no Theatro Circo pôde apreciar um concerto sublime à altura do Bicentenário da estreia da 5ª Sinfonia [...]" (UMDicas: 29/01/2009). Desde então, a OAUM tem-se apresentado em Portugal e França (Festival Internacional Transeuropéennes, em Roeun, 2011), com solistas como Vasco Faria, Dora Rodrigues, Pedro Burmester e Kenneth Hamilton e sob a direcção dos maestros Pedro Neves, Vitor Matos, Toby Hofmann, Christopher Bochmann, Jorge Matta e Jean-Marc Burfin. 

MINTA& THE BROOK TROUT


MINTA& THE BROOK TROUT
Musica
23 de Março | Sábado | 22h30| Café Concerto
Entrada: 5 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/4
Duração: 80 m

Olympia, lançado a 17 de Setembro pela Optimus Discos, é a segunda longa-duração de estúdio de Minta & The Brook Trout, e chega três anos depois do primeiro. Francisca “Minta” Cortesão (voz e guitarra), Mariana Ricardo (voz, baixo e ukulele), Manuel Dordio (guitarra eléctrica e lap steel) e Nuno Pessoa (bateria e percussão), usaram esse tempo para escrever as dez canções que o compõem e para, com toda a calma do mundo, encontrar a melhor maneira de as vestir.
Entretanto houve Carnide, gravação de um concerto especialíssimo no bairro lisboeta com o mesmo nome, a 19 de Dezembro de 2010, com um palco cheio de cúmplices de luxo: Márcia, Noiserv, BlackBambi, Walter Benjamin e João Cabrita.
A Minta & The Brook Trout, considerado pela Blitz um dos melhores discos portugueses de 2009, chamou-se “música absolutamente maravilhosa, feita de canções luminosas e sublimes” (António Pires, i), “canções de uma elegantíssima melancolia” (Mário Lopes, Público) e “música curiosa, poética, pouco óbvia, cativante” (Nuno Catarino, bodyspace).
O novo disco, produzido por Mariana Ricardo e Francisca Cortesão, após uma digressão pela Costa Oeste do Canadá e EUA com They’re Heading West, projecto paralelo com João Correia (Julie & The Carjackers) e Sérgio Nascimento (Humanos), tem América do Norte e Lisboa no miolo das canções e dos arranjos. Gravado e misturado em Paço de Arcos pelo mestre Nelson Carvalho, Olympia foi acabado em Phoenix, no Arizona, onde foi masterizado pelo veterano Roger Siebel (Bill Callahan, Dodos, Laura Veirs, Elliott Smith, M. Ward). Revelação Europeia nos Prémios Pop Eye 2012, em Cáceres, Minta & The Brook Trout figura nas listas de melhores álbuns do ano da revista Blitz e rádio Radar.

Primavera


Primavera - Estreia
Coprodução Fértil / Casa das Artes de V. N. de Famalicão
Teatro
21 e 22 de Março | Quinta e sexta | 21h30| Pequeno  Auditório
Entrada: 5 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/4
Duração: 60 m
Sinopse
“No Inverno a noite chega muito cedo, tão cedo que nem dá para fazer nada. Não é que eu faça muito. Cansa-me este escuro do Inverno. Acordámos, está escuro, ainda não recolhemos e já está escuro outra vez.”
Mas a seguir ao inverno vem sempre a primavera. Sempre foi assim e há de continuar a ser. A primavera é o recomeço. Mas recomeçar o quê quando estamos velhos e isolados? “Primavera” fala-nos da última velha de uma aldeia serrana e que com ela já só vivem as histórias do passado. Muitas são as lembranças de uma vida que outrora teve e que agora transporta consigo. A aldeia, essa fica vazia e nada há de contar.

FICHA ARTÍSTICA
Texto e encenação Rui Alves Leitão
Interpretação Neusa Fangueiro
Direção de atores Etelvino Vázquez
Cenografia e figurinos Teresė Dedūraitė
Cartaz Sandra Neves
Apoio à cenografia Rodrigo Viterbo
Costureira Carmo Alves
Desenho de luz Paulo Neto
Fotografia e vídeo Duarte Costa

Produção executiva Rui Alves Leitão

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

MADALENA
A partir de Frei Luiz de Sousa de Almeida Garrett.
Ensemble - Sociedade de Actores
Teatro
14 e 15 de Março | Quinta 15h00  e Sexta  21h30 | Grande Auditório
Entrada: 5 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros 
 Desconto de 50% para estudantes
M/6
Duração: 70 m
                  
SINOPSE:
D. Madalena de Vilhena vive num “inferno”: torturada por um obsessivo sentimento de culpa, o seu desassossego, o seu pavor, os seus pressentimentos hipotecam o seu dia-a-dia a algo de terrível que há-de vir e nega a si própria toda a felicidade que o presente lhe oferece. Tudo isto é construído pela certeza interior de ter cometido o “crime” de ter amado Manuel de Sousa Coutinho ainda em vida do primeiro marido e se ter casado segunda vez sem ter a prova de morte de D. João de Portugal. Telmo Pais alimenta esse “inferno”: acusador, ele é a própria reencarnação do passado que penetra no presente e anuncia um destino fatal. O regresso de um desaparecido – representação mumificada de um passado distante – vem dar corpo a essa culpa. E mesmo esse é “ninguém”.

No respeito pelas ideias e palavras de Almeida Garrett em “Frei Luís de Sousa” e destinado aos alunos do ensino secundário, este espectáculo contará com uma forte componente musical.

Ficha Artística
Encenação – Jorge Pinto
Música – Ricardo Pinto
Com
Emília Silvestre
Marcelo Rúben Aires  
Ricardo Pinto
Teresa Coimbra
Jorge Pinto
Pedro Lamares
António Parra
..
Desenho de luz – José Álvaro Correia
Figurinos – Cátia Barros
Ass. Encenação - Vânia Mendes

Miguel Angelo - Primeiro

Miguel Angelo - Primeiro
9 de Março | Sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 12 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
M/6
Duração: 80 m
Main Sponsor
Banco Popular
Media Partners
MTV/ RFM/ RTP
Quantas voltas são precisas para escolher um só caminho? Miguel Angelo responde "as que forem precisas!".
A digressão de PRIMEIRO viaja pelo país, um país que mesmo já percorrido por Miguel Angelo em mais de 25 anos de carreira ainda lhe revela surpresas e cria afinidades. Agora que o single PRECIOSO ecoa por todas as rádios nacionais, é hora do músico se fazer à estrada e apresentar as suas novas canções, lado a lado com alguns dos clássicos que o público exige.
Cantar, espantar, partilhar, afinal muito do que precisamos para viver vencendo as contrariedades.
Essa é a mensagem, essa sempre foi a mensagem.


Ficha artística
Miguel Angelo: voz e guitarra acústica
Rui Fadigas: guitarra baixo
Mário Andrade: guitarra eléctrica
Samuel Palitos: bateria
Rogério Correia: guitarra 12 cordas

Exposição Pintura Dores Aguiar


Exposição Pintura Dores Aguiar
Título Mulher Flor!
 De 8 a 31 de Março, Foyer
 
 (….) Valores essenciais,
Elevas os sentimentos,
Na ânsia dos pensamentos,
Se tornarem quase reais.
A ti, Mulher Flor!
Deusa do mundo e do bem,
Teu amor é marco eterno,
E tu és referencial,
Dás vida, és sublime,
És um Ser Especial.
Mulher Poema!
Neste dia a ti dedicado,
Qual flor, jardim elaborado,
De flores preciosas (…)

 Maria das Dores Aguiar Alves Costa (Dores Aguiar)

Licenciada em Medicina, desde muita cedo, dada a sua paixão pelas artes e para satisfação pessoal, descobre a sua vocação para a pintura, tendo na pintora ROSANTOS, um marco decisivo no meu percurso em termos de orientação e formação. Na sua pintura, marcadamente figurativa, a cor desempenha um papel fundamental e a temática principal é a mulher, a criança e a natureza. Tenta exprimir o sentimento, captando o belo e a delicadeza do que a rodeia.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

QUINTETO LUISA DE CARVALHO

QUINTETO LUISA DE CARVALHO
Luísa de Carvalho – voz ; Jorge Filipe Santos – piano e voz; Paulo Pinto – guitarra; Ricardo Rodrigues – baixo; Luis Filipe Tavares - bateria e voz
Música/Soul /JAzz
23 de Fevereiro | Sábado| 23h00| Café-Concerto
Entrada: 5 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/4
Duração: 70 m
Os seus elementos registam a actividade musical, juntos e em diversos projectos musicais há mais de uma década.
Desta vivência conjunta este projecto tem um perfeito entruzamento musical através da sua secção rítmica, a qual funciona como um bloco, facilitando a excelente qualidade de improvisação dos seus solistas.
Em 1999, após ter cessado a actividade da orquestra de soul-music a JUST SOUL ORCHESTRA e da qual fizeram parte, formaram este projecto de acid-jazz, pois todos se identificam com este estilo musical.
Para além deste novo projecto, alguns dos seus elementos continuaram e ainda permanecem noutros projectos importantes da música portuguesa, das quais destacamos os Trabalhadores do Comércio,
Luis Portugal & Os Bandidos, Rei Pescador, Pedro Abrunhosa & Os Bandemónio, Diana Basto (projecto a solo), OJM-Orquestra Jazz de Matosinhos, entre outros.
Registam ainda e a solo participações em vários trabalhos discográficos bem como na composição de jingles comerciais.
Influenciados por importantes bandas inglesas da editora acid-jazz, depressa introduziram no seu repertório versões deste genero musical.
O seu repertório é composto por versões de importantes bandas  dos quais se destacam The Brand New Havies; Incognito;  Count Basic; JTQ – James Tayler Quartet; Drizabonne;  Eliane Elias; Rad, Patti Austin entre outros.
Desde então, este quinteto tem participado em concertos e festivais de jazz, sendo o único grupo do Porto a executar este estilo de música.
Contam com participações no Douro Jazz – Edição de 2011, vários concertos em auditórios municipais e clubes de jazz do norte de Portugal.
Fruto da experiencia pessoal de cada um dos seus elementos e principalmente da forte cumplicidade musical entre os mesmos, este quinteto está já a trabalhar em temas originais, pelo que em breve será uma referencia séria no panorama musical português.