segunda-feira, 14 de maio de 2012

Exposição de Pintura de CAROLINA SERPA, FILOMENA FONSECA e LUISA PRIOR

Exposição de Pintura de CAROLINA SERPA MARQUES, FILOMENA FONSECA e LUISA PRIOR
Titulo “EMOÇÕES CROMÁTICAS”
Três diferentes formas de apresentar a arte da pintura, segundo as suas próprias vivências e emoções
Foyer | 9 a 30 de Junho de 2012

Carolina Serpa Marques - Natural e residente no Porto, cuja pintura: “…é rigorosa, nos detalhes, flexível no articular interdisciplinar dos conteúdos, exactamente como o seu carácter, espelha a não fungibilidade com que encara o partilhar altruístico, na sua mais íntima expressão, da alegria como se dispõe, então, como guardadora de sonhos…” (Henrique J. Fabião)
Filomena Fonseca – Famalicense de corpo e alma, onde: “ A poesia da sua pintura é um hino à beleza e ao deslumbramento, tornando-se dia a dia a pedra preciosa de um tesouro lapidado, sempre no sentido ascendente”… “A pedagogia do seu talento luminoso absorve-nos e é com profundo consolo que revemos o magnetismo que o envolve…” (Afonso Bastos)
Luísa Prior – Natural de Sta. Marta de Penaguião e residente em Gaia: “ Pintura onírica de natureza em explosão de cor e texturas de estados de alma que o tempo memoriza em traços e cadência de vivência… A sua sensibilidade identitária plástica não nos deixa tranquilos, envolve-nos em possibilidades de pensamento, em evasão de harmonia e equilíbrio que não é mais do que a tranquilidade da própria existência.” (Delfim Sousa)


sexta-feira, 4 de maio de 2012

Filme "FLORBELA" na CASA das ARTES de Vila Nova de Famalicão

FLORBELA de Vicente Alves do Ó (*) _ sessão com a presença do realizador
Nascida a 8 de Dezembro de 1894, Florbela Espanca era uma mulher incomum e fora do seu tempo. O filme segue a sua história no período de crise literária, em que deixou de conseguir expressar-se através da escrita, por altura da morte de Apeles, o seu adorado irmão oficial da Aviação Naval, cujo hidroavião se despenhou no rio Tejo. Depois da curta-metragem "Entre o Desejo e o Destino" e da longa "Quinze Pontos na Alma", o argumentista Vicente Alves do Ó regressa à realização com um filme que pretende homenagear uma das poetisas portuguesas mais relevantes do séc. XX. O filme, protagonizado por Dalila Carmo, Ivo Canelas e Albano Jerónimo, teve o apoio do Ministério da Cultura - ICA, RTP, Câmara Municipal de Lisboa e Câmara Municipal de Vila Viçosa, tendo ainda uma versão para TV em três episódios.
Título original: Florbela (Portugal, 2012, 119 min.)
Realização: Vicente Alves do Ó
Interpretação: Dalila Carmo, Albano Jerónimo, Ivo Canelas, Ria Loureiro
Classificação: M/12
11 de Maio | Sexta | 21h30 | Grande Auditório.
Entrada : 4 euros


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Norberto Lobo 26 de Maio CdA de Famalicão

NORBERTO LOBO
26 de Maio| Sábado | 23h00 | Café Concerto
Entrada: 5 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 2,5 Euros
M/4
Duração: 60 m
Na música de Norberto Lobo, um original e um independente, reside uma qualidade rara nas progressões estéticas da criação sonora dos dias de hoje. A ideia nova, a busca pelo inaudito, coexiste nela com a composição e a interpretação enquanto exercício pessoal de comunicação e de desbravamento em comunhão com o público.Numa época obcecada com uma ideia facilmente comunicável de diferença, que muitas vezes é apenas uma forma menos óbvia de uma tentativa integração e assimilação dentro de um sistema rotineiro, continuam a ver-se exemplos pontuais preciosos de como associar a ambição de uma emancipação artística que possa existir de forma acessível e harmoniosa na vida das pessoas com os mais variados hábitos culturais, sem que por isso exista qualquer cedência de que tipo seja da parte do artista.
Norberto Lobo é um auto-didacta, característica que é passível de causar surpresa tendo em conta a técnica virtuosa que demonstra. O seu percurso, precisamente por não ter passado por qualquer trâmite académico, dando provas evidentes de uma visão lúcida e rica da música presente e passada, existe completamente para lá de uma óptica escolástica, enciclopédica e cronológica dos gestos e das tradições artísticas.

BALELINHOS

Babelinhos
Concerto para Bebés
Companhia de Musica Teatral
26 de Maio| Sábado | 11:00, 15:30 e 17:30 | Pequeno Auditório
Entrada: 12 euros (bebé +pais) / Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
Duração: 40 m
 Nota: Até 12 bebés e 24 espectadores adultos.


Babelinhos é ninho de sons, conversinhas, canções, desejos, segredos. Todos os humanos têm dentro de si uma conchinha onde mora um anjinho estremunhado. Em sussurro e com meiguice vamos acordá-lo. Esperar que cante e teça com fio de sílabas a mantinha que nos faz ser berço.
Babelinhos faz parte de um ciclo de "peças de bolso" criadas no âmbito do projecto Opus Tutti com o objectivo de poderem ser apresentadas em creches e jardins-de-infância, contribuindo para o desenvolvimento de boas práticas artísticas na infância.
Espectáculo especialmente recomendado para Mães e Pais com bebés até aos dezoito meses.

Ficha Artística
Concepção e Produção
Companhia de Música Teatral
Intérpretes
Helena Rodrigues / Sara Costa
Apoio
Opus Tutti

TESOUROS DA ÓPERA BARROCA E CLÁSSICA pelo VOX ANGELIS

TESOUROS DA ÓPERA BARROCA E CLÁSSICA
Música
26 de Maio| Sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 7 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 3,5 Euros
M/4
Duração: 70 m
www.voxangelis.com/
Em plena época de florescimento de uma nova cultura religiosa, a Música Barroca transporta-nos para uma dimensão totalmente diferente do humano e do religioso. O amor modifica-se, nas mentes oscila-se entre um amor lascivo (sexual) e um amor puro (divino). A música barroca é, pois, o transparente destas diferentes dimensões: do escuro e do claro, do mar calmo e do mar tempestuoso, da doçura do amor de Deus, da saudade, da paz interior e da loucura.
As personagens mitológicas, seleccionadamente escolhidas pelos escritores e pelos compositores, procuravam descrever os amores, os ódios e identificavam-se, por isso, com os seres humanos, as suas ansiedades, os seus defeitos e as suas características. A Ópera Barroca é, pois, um transporte à cena da dimensão cómica e dramática do ser humano.

SOLISTAS:
Pedro Miguel Nunes (cantor – barítono); Maria José Carvalho (cantora – soprano)
ORQUESTRA:
Serguey Arutiunian (1º Violino); Larissa Shomina / Katarzyna Anna Pereira (2º Violino); Dimitris Andrikopoulos / André Araújo (Viola d’Arco), Jaroslav Mikus / Svitlana Gavrikova (Violoncelo), Katherine Fiero / Eleonor Magalhães (Harpista), Mário Paulo Alves (Cravista).

quarta-feira, 18 de abril de 2012

CANASTRÔES com Gracindo Junior, na CASA das ARTES

CANASTRÕES de MONCHO RODRIGUEZ

COM GRACINDO JR, GABRIEL GRACINDO E PEDRO GRACINDO
Este espectáculo teatral, conduz o espectador pelo universo mágico da poética teatral de todos os tempos e tem como principal fonte de inspiração a arte de um dos maiores actores do teatro brasileiro, Paulo Gracindo.

Teatro
19 de Maio| Sábado | 21h30| Grande Auditório .
Entrada: 10 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/12
Duração: 90 m

Contraditórios, patéticos, divertidos, dramáticos, interpretes e músicos, estes actores/personagens, usam todos os truques e artimanhas que guardam nos seus “canastros” na busca de uma verdade cénica que possa transformar a relação do actor com o espectador. Nesta aventura poética, transformam a emoção num instrumento precioso para tocar a alma dos espectadores.
O ENVIADO, O ACONTECIDO e O INEVITÁVEL, actores sem tempo definido, questionam o sentido de existirem, de ainda permanecerem como vivos no sonho diante da realidade.

FAMÍLIA GRACINDO
Este ano Paulo Gracindo completaria 100 anos. Nesse tempo que viveu ele deixou uma grande herança. Um “Baú” repleto de memórias e personagens inesquecíveis. A história que se repete de pai para filho. História essa que se confunde com a história do teatro e porque não com a invenção do mundo? Seu filho, o actor Gracindo Jr., reuniu-se com os seus filhos, Gabriel Gracindo, Pedro Gracindo e Daniela Gracindo, nessa vontade de homenagear o patriarca e falar sobre esse ofício que tanto está presente nesta família há ...100 Anos.

Texto e direcção - Moncho Rodriguez
Elenco - Gracindo Jr., Gabriel Grancindo e Pedro Gracindo
Direcção de produção - Daniela Gracindo
Assistente de direcção - Sofia Lemos
Cenário e figurinos -  Moncho Rodriguez e CCPL
Compositor - Pedro Gracindo

KOLME na CASA das ARTES de V.N. Famalicão

KOLME
RUBEN ALVES – PIANO
CARLOS MIGUEL – DRUMS
MIGUEL AMADO – BASS
Jazz
18 de Maio | sexta-feira | 21h30| Grande Auditório .
Entrada: 8 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/4
Duração: 80 m

A formação piano + contrabaixo + bateria é provavelmente a mais marcante na história do jazz pos-bebop.
Com o legado deixado pelos trios de Bill Evans, Keith Jarret e mais recentemente Brad Mehldau a importância desta formação é incontornável.
KOLME é uma nova perspectiva do trio de piano no jazz. Com influências recebidas de varias áreas musicais, devido ao percurso multi-facetado dos três músicos.
O repertório composto quase exclusivamente de temas originais, surpreende pela diferença que marca em relação as suas próprias referências.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Frankie Chavez

Frankie Chavez
Blues/Folk
5 de Maio| sábado| 23h30| Café- Concerto
Entrada: 5 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 2,5 Euros
M/4
Duração: 60 m
Frankie Chavez é um dos mais promissores talentos da nova música portuguesa, tendo vindo a ser referido como a mais recente revelação blues do Sul da Europa.
A sua música, conjuga diferentes tipos de sonoridades, resultando num Blues/Folk composto por ambientes limpos e por outros mais crus e psicadélicos. Apesar de se identificarem diferentes influências musicais (Robert Johnson, Jimi Hendrix, Kelly Joe Phelps, Ry Cooder), é difícil encontrar um único termo para definir a sua música, o que lhe garante um estilo único e inconfundível.
Em Janeiro de 2011 grava o seu primeiro álbum intitulado “Family Tree”.
Produzido, gravado e misturado por Nelson Carvalho nos estúdios da Valentim de Carvalho (Paço d´Arcos), o mais recente trabalho de FRANKIE CHAVEZ conta com a participação de alguns convidados, entre os quais Kalú (Xutos e Pontapés) e Emmy Curl e foi lançado em Abril de 2011 como edição de autor.
Actuou nas lojas Fnac de todo o País e em vários festivais como o Rip Curl TMN Music Sessions 2009 (Peniche, Portugal), Super Bock em Stock 2009 (Lisboa, Portugal), Sumol Summer Fest 2010 (Ericeira, Portugal), Arrifana Sunset Fest 2010 (Arrifana, Portugal), Sintra Misty 2010 (Sintra, Portugal), Festival MED 2011 (Loulé), TMN Maré de Agosto 2011 (Açores) chegando a partilhar o palco com nomes como Max Romeo, Dub Incorporation, Gentleman, James Hunter Amy MacDonald entre outros.

OS 39 DEGRAUS de Alfred Hitchcook

OS 39 DEGRAUS de Alfred Hitchcook
com Vera Kolodzig, Joaquim Horta, João Didelet e Rui Melo
Yellow Star Company
Teatro / Comédia
4 e 5 de Maio | Sexta-feira e Sábado| 21h30| Grande Auditório
Entrada: 8 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/12
Duração: 120 m com intervalo de 15 min.

Quando um ilustre e bem-parecido gentleman inglês é procurado por um crime que não cometeu e se vê enredado numa teia de espiões, isto significa que estamos perante “Os 39 Degraus”. Adaptado do clássico de Hitchcock, “Os 39 Degraus” leva ao palco quatro corajosos actores que, sozinhos, desempenham mais de 100 personagens, num dos mais brilhantes e premiados espectáculos da Broadway e West End. O resultado só pode ser uma comédia a alta velocidade que tem tudo: intriga, espionagem, aventuras, heróis, vilões, romance e muitas gargalhadas. Mais que um espectáculo, “Os 39 Degraus” é uma experiência teatral nunca antes vista nos palcos portugueses.

Ficha técnica
Um espectáculo de Paulo Sousa Costa
Produção - Yellow Star Company
Encenação - Cláudio Hochman
Interpretação - Vera Kolodzig, Joaquim Horta, João Didelet e Rui Melo
Tradução - Sílvia Baptista
Música e Sonoplastia - Alexandre Manaia
Som - Jorge Barata
Desenho de Luz - José Carlos Nascimento


Exposição Pintura Eleutério Sanches CASA das ARTES de Vila Nova de Famalicão

Exposição Pintura Eleutério Sanches
Foyer | 4 a 31 de Maio 2012

Titulo: Reflexão…

Como neste pequeno certame se incluem peças figurativas e abstractas que ilustram estas duas tendências, que são ciclos que eu cultivo, por um gosto que não limito nem estabeleço fronteiras rígidas. Esta mostra é resultante de uma escolha quase aleatória e é natural que algumas peças executadas em Angola reflictam aspectos relacionados com as circunstâncias e a minha vivência naquele país.
 Assim se constata mesmo nas peças abstractas um cromatismo semelhante que tem a ver com a paleta que usei nas peças figurativas; algumas peças híbridas podem contemplar-se e verificar-se que este tratamento técnico pode ser o mesmo.
Eleutério Sanches,
Nasceu em Luanda a 29 de Setembro de 1935. Ainda estudante do liceu revela-se na composição musical e na sua interpretação, na escrita, no desenho e na pintura. Promoveu e participou em diversas exposições por todo o mundo desde 1960. Iniciou um trabalho singular em Portugal, Lisboa, onde fez também teatro radiofónico na antiga emissora nacional e participou em diversos programas musicais de rádio e televisão. Licenciou-se em pintura pela Escola Superior de Belas Artes de Lisboa. Trabalhou durante 10 anos como monitor de pintura no sector de terapêutica ocupacional do Hospital Júlio de Matos em Lisboa, interessando-se desde então pela pintura psicopatológica.  
 Esta exposição é um pequeno excerto de uma vida debruçada sobre a arte executada livremente e englobada em diversas representações num longo período que o autor viajou.
Cito:
Hei-de fazer uma casa
Com pedras de todo o mundo
Aparelhadas com terra
Das terras de todo o mundo

Uma casa ritmada
De varandas e janelas
As portas feitas de Sol
E a torre, outras estrelas

Será casa, será templo
Sem rituais nem altar
O refúgio sem exemplo
De quantos não tenham lar

Como não terá fachada
Será redonda, diferente
E estará sempre virada
Para a luz do Sol Nascente
                                  
Eleutério Sanches

sexta-feira, 16 de março de 2012

Concerto do Sérgio Godinho cancelado. Nova data 23 de Março.

16 de Março de 2012, Vila Nova de Famalicão



Exmos. Senhores,

Vimos pelo presente informar, que o concerto de “Sérgio Godinho – Mútuo Consentimento”, previsto para o dia 17 de Março de 2012, no Grande Auditório da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, foi adiado para o próximo dia 23 de Março de 2012, por motivos de saúde, que impossibilitam o artista de atuar na data inicialmente prevista.

Os bilhetes adquiridos poderão ser utilizados na nova data, podendo ainda, caso o pretendam, solicitar a devolução do valor correspondente, até ao dia 20 de Março, junto da bilheteira da Casa das Artes.

Pedimos desculpa a todos pelos inconvenientes causados.

Para mais esclarecimentos por favor contacte a Casa das Artes através do telefone 252 371 297/8 ou o por email bilheteira.casadasartes@vilanovadefamalicao.org

Gratos pela vossa compreensão.

Atenciosamente,


A CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

       Álvaro Santos        

(Director/Programador da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão)

quinta-feira, 15 de março de 2012

B FACHADA

B FACHADA
Música
28 de Abril| Sábado | 23h00 | Café Concerto
Entrada: 7 euros
M/4
Duração: 60 m
Neste momento B Fachada já não precisará de grandes apresentações, nem será rebatível que é o maior cantautor da sua geração em Portugal, e um dos grandes desde a revolução de Abril. Editou no início do Verão mais um marco da produção artística nacional, com ‘Deus, Pátria e Família’, um magnífico bilhete de vinte minutos para José Mário Branco e um verdadeiro manual (deliberadamente mal disfarçado) do que há para pensarmos neste momento tão particular do nosso país. Aos 26 anos B Fachada possui já uma discografia muito considerável, tendo mantido a promessa dos dois discos ao ano sem qualquer desvio de rota.
Tem enchido salas de Norte a Sul com essa raridade que é uma canção portuguesa que não pede desculpa por ser como é, por falar verdades que ficaram silenciadas durante tempo demais. Que soa eminentemente daqui mas em expansão de olhos a brilhar, sem coisas de postal para o turismo autofágico, como demasiadas vezes fizemos nas últimas décadas. Está lá a tradição, voltaram a reivindicação e a proposta concreta; dispensou-se o pudor em cantigas sobre intimidade, com o requinte próprio dos cavalheiros existencialistas e o vigor de um homem que sabe dançar, no seu encantador balanço angolano-beirão. A 2 de Dezembro do ano passado o músico lançou novo disco, ‘B Fachada’, novamente baptizado em homónimo tal como o clássico de Inverno de 2009, e novamente ‘uma edição mbari música & b fachada’.