terça-feira, 12 de novembro de 2013

Bilheteira da Casa das Artes com novo horário


Bilheteira da Casa das Artes com novo horário

A partir de hoje, a bilheteira da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão funciona com novo horário. Desta feita, o serviço passa a estar disponível de terça a quinta feira, das 10h00 às 19h00, às sexta feiras, das 10h00 às 19h00 e das 20h30 às 22h30. Já aos sábados, domingos e feriados, a bilheteira da Casa das Artes de Famalicão abre uma hora antes do início dos espetáculos, encerrando uma hora depois do seu começo.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Filme A Gaiola Dourada na Casa das Artes

25 de Novembro | Pequeno Auditório | 20h30 e 22h00
Entrada livre à lotação da sala


Filme A Gaiola Dourada
Título original: La Cage Dorée
De: Ruben Alves
Com: Rita Blanco, Joaquim de Almeida, Roland Giraud, Chantal Lauby…
Género: Comédia
Classificação: M/12
Outros dados: POR/FRA, 2013, Cores, 90 min.
Maria e José Ribeiro são um casal de portugueses emigrados em França há mais de três décadas. Ela sempre trabalhou como porteira de um prédio num dos melhores bairros parisienses e ele na construção civil. Todos gostam deles, quer pela sua simpatia e humildade, quer pela sua incansável boa vontade para ajudar quem precisa. Quando recebem a notícia de uma herança em Portugal que lhes concretiza o velho sonho do regresso às raízes, tudo parece perfeito. Porém, a verdade é que ninguém está muito interessado em perder a sua amizade e, subtilmente, uns e outros começam a organizar-se de maneira a fazê-los mudar de ideias.

Uma comédia de costumes com realização de Ruben Alves, que conta com a participação de Rita Blanco, Joaquim de Almeida, Chantal Lauby e Roland Giraud, entre outros.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Filme The Kid de Charlie Chaplin, Música de bueno.sair.es, em Famalicão

Filme-concerto Estreia
Filme The Kid de Charlie Chaplin, Música de bueno.sair.es,
Co-produção Cineclube de Joane / Casa das Artes de Famalicão
30 de Novembro| Sábado| 22H00| Grande Auditório
Entrada: 5 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/3
Duração: 1h45 m
Um atira pedras a janelas enquanto o outro aparece mesmo a tempo para oferecer os seus serviços com perito em reparação de janelas. É uma trapaça perfeita como tudo o resto neste incontornável clássico da obra de Charlie Chaplin, cuja combinação excepcional de risos e emoção mudou para sempre a história da comédia no cinema. Pela primeira vez enquanto realizador Chaplin experimenta a longa-metragem como formato para narrar as peripécias do atrevido e inesquecível Charlot (Chaplin) e do seu novo companheiro de aventuras (Jackie Coogan que se estreava aos 6 anos), que se torna o inseparável parceiro do protagonista quando este o salva de uma grande alhada. Algumas das cenas memoráveis deste filme incluem uma excepcional lição sobre bons modos à mesa, uma briga com um polícia e os sonhos angelicais de Charlot. Um filme imortal!
bueno.sair.es, uma banda independentemente. São seis, sete anos depois, com dois baixos, sintetizadores, bateria de grande bombo e tarola, duplo choque, procurando a canção perfeita.
Flutuando surge do pó resultante da queda dos impérios coloniais ibéricos, emergindo com a ascenção do universo latino no séc. XXI... a magia da decadência vista de Marte.
Utilizando processamento a 320k, com licença cc (creative commons), em compostos orgânicos feitos à mão, libertam files com quase zero emissões de CO2 para descarregar em alta calidad. Legal y grátis. bueno.sair.es transformam energia luminosa em download digital.
Hugo Pacheco - Voz e sintetizadores 
Pedro Azevedo – Baixo e sintetizadores
Rui Pintado – Baixo e sintetizadores
Nuno Branco - Bateria e sintetizadores
Pedro Balbis – Sintetizadores e outras coisas mais 

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Eis o Homem, a partir Ecce Homo de Nietzsche, estreia na CASA das ARTES

Eis o Homem Estreia
a partir Ecce Homo de Nietzsche
Teatro
20,21,22 de Novembro| Quarta, Quinta e Sexta| 21H30| Grande Auditório
Entrada: 8 euros/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/16
Duração: 80 m
CRIAÇÃO:
Mundo razoável
(projecto financiado pela DGArtes)

CO-PRODUÇÃO:
Mundo Razoável
Casa das Artes de Famalicão
Teatro Nacional São João
Externato Delfim Ferreira
SINOPSE:
“Eis o Homem” – são as palavras que Pilatos dirige à multidão alienada. Perante a indiferença da mesma, Cristo é crucificado sem que Pilatos carregue o peso da culpa e da responsabilidade. Vinte séculos depois, numa cave, torturam-se dois homens com o intuito da sua purificação e renascimento. A proximidade com a morte, oferecida por um torturador iluminado, irá conduzir estes homens a uma reflexão vital sobre a humanidade.

FICHA ARTÍSTICA:
Texto original: MARTA FREITAS
Co-encenação e dramaturgia: JOSÉ EDUARDO SILVA e MARTA FREITAS
Interpretação: ADOLFO LUXÚRIA CANIBAL e JOSÉ EDUARDO SILVA
Cenografia e figurinos: CATARINA BARROS
Desenho de luz: FILIPE PINHEIRO
Música original e sonoplastia: RICARDO RAIMUNDO
Letras originais: ADOLFO LUXÚRIA CANIBAL
Vídeo: JORGE QUINTELA
Design gráfico: JOÃO CÉSAR NUNES
Produção: INÊS NOGUEIRA
Produção executiva: MARIA PIRES


PROJETO-SATÉLITE
(Des)Humanidade
Projecto com os alunos do 3.º ano do Curso Profissional de Teatro do Externato Delfim Ferreira
Teatro
20 de Novembro| Quarta |15h30
21 e 22 de Novembro | Quinta e Sexta | 15H30 e 23h00 | Grande Auditório
Entrada: 2 euros/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 Euros
M/12
Duração: 80 m

CRIAÇÃO:
Mundo razoável

(projecto financiado pela DGArtes)

CO-PRODUÇÃO:
Mundo Razoável
Casa das Artes de Famalicão
Teatro Nacional São João

Externato Delfim Ferreira

Texto original e dramaturgia: MARTA FREITAS
Encenação: PEDRO ALMENDRA
Cenografia: CATARINA BARROS
Desenho de luz: DANIEL OLIVEIRA
Música original e Sonoplastia: RICARDO RAIMUNDO
Figurinos: PATRÍCIA MOTA
Vídeo: JORGE QUINTELA



quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Jay-Jay Johanson na Casa das Artes de Famalicão

Jay-Jay Johanson
15 de Novembro| Sexta | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 12 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
M/3
Duração: 80 m
www.jay-jayjohanson.com
www.facebook.com/jayjayjohanson

Jay-Jay Johanson- voz
Erik Jonsson – Piano

Nasceu na Suécia em 69 do pretérito século.
Talvez o mais “cool” dos “Dandy” do universo da POP, Jay-Jay é o compositor e cantor da voz melancólica. As suas músicas misturam o Trip hop com uma dose bem medida de electroclash e synthpop – Foi nessa direção que nos orientou o álbum de 2003 Antenna.
Algum anos antes, em 96 estreou-se com Whiskey. Jay-Jay cantava com um estilo Jazzy e o disco continha arranjos característicos das trilhas sonoras do film noir. Dois anos mais tarde, um novo disco, Tattoo de uma textura mais rica e apurada de ambiências poéticas. Depois veio Poison, em 2000. Álbum que contou com a participação de Robin Guthrie o guitarrista dos Cocteau Twins e que foi um sucesso estrondoso em frança. No mesmo ano, Jay-Jay compôs a banda sonora do filme La Confusion de Genres de Llan Duran. Um ano mais tarde, num fervilhar emocional e criativo, seguiu-se a instalação (som e imagem) Cosmodrome que viria a dar a volta ao mundo e que chegou ao Musée d’Art Moderne de Paris.
Em 2002, lançou Antenna onde participaram os germânicos Funkstorung. Dois anos depois, em exclusivo para o mercado norte-americano Prologue – Compilação dos seus melhores momentos. Alguns meses depois, mais um longa duração de originais – Rush. Em 2007, mais um disco, o 6 º de carreira intitulado The Long Term… ao que se seguiram Self Portrait em 2008 e Spellbound em 2011.
Pelo meio, uma participação com os The knife e certamente muitos sonhos.

 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Cristina Branco na CdA de Famalicão

Cristina Branco – Alegria
Música/fado
9 de Novembro| Sábado| 21H30| Grande Auditório
Entrada: 12 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
M/3
Duração: 80 m
 A voz de Cristina Branco é uma voz nómada. Assim que se sente demasiado confortável, parte à procura de um novo poiso, uma nova pele. Quem diz pele diz novos contextos, novos significados musicais, novos desafios. O desconforto parece quase um mote na carreira da cantora; Cristina Branco não o procura mas encontra-o invariavelmente, coloca-lhe questões que tem de responder de imediato em nome da curiosidade, da ânsia de descobrir a verdade, por querer testar os seus limites a cada capítulo que acrescenta à sua já extensa discografia. Um desassossego que está presente desde o início: foi assim com Ulisses, foi assim com Abril, foi assim com Não há só Tangos em Paris e, para não variar, é-o agora mais uma vez com Alegria.
 Em Alegria, Cristina Branco quis vestir a pele de doze personagens, ajustando o seu ser individual ao social, usando a música como escudo e como arma, procurando respostas para os tempos conturbados que cruzamos. Essas personagens são os vizinhos do lado, os que moram mesmo dentro da nossa casa, os que habitam o nosso pensamento. Somos nós; doze personagens onde nos podemos rever continuamente. Vamos conhecê-las, ao vivo, em cada concerto.

Exposição de Fotografia Pepe Brix

Exposição de Fotografia Pepe Brix
Título "Ensaio sobre o comprimento do silêncio. Nepal, a verticalidade do Silêncio."
De 7 Novembro a 21 de Dezembro, Foyer

O teor resplandecente do silêncio que corre os veios da ilha, contempla uma importante vontade de viajar. A ilha consente todos os espaços que evocam a dúvida e dá-nos tempo para polir a lucidez. O âmago de quem a olha tranquilamente de dentro para fora guarda as sementes nela colhidas. Os montes verdes, as planícies amarelas, o silêncio do mar fossilizado nas entranhas da orla costeira e a imensidão da gente que habita esse pedaço de terra, mantém vivo o pulsar da vereda expansiva.
Fernando Pessoa escreveu: “sentir é a melhor forma de viajar”. O pensamento é nómada, e essa liberdade de podermos crescer profundamente sem a necessidade de recorrer a um carro, um barco ou um avião, difunde a dissipação da ansiedade e dos medos que ofuscam a busca de uma visão mais clara do universo.
Nos últimos anos tenho dividido essa relação entre Santa Maria, ilha que me viu nascer, e o tempo a que me proponho viajar pelo mundo. Sinto que só está completa essa vontade de guardar a ilha na mochila e seguir viajem, quando na viajem posso guardar o mundo na fotografia e regressar. Pergunto-me muitas vezes se teria percorrido os mesmos países, as mesmas cidades ou as mesmas ruas se estivesse despido do equipamento fotográfico. Nas bifurcações, nos cruzamentos e na procura dos atalhos há sempre um brilho determinante que me conduz sempre à estrada mais rica.
O travo milenar da cultura do Nepal confere-lhe um núcleo magnético incrivelmente denso. Uma massa superior capaz de atrair todo o tipo de viajantes.  Contudo, na disparidade do objetivo dos que aí se cruzam, há um silêncio que é comum a todos, uma cumplicidade guardada na mochila que sustenta o conteúdo das mensagens partilhadas. Acredito que numa viagem que comtempla um ambiente como o do Nepal, a mais rica de todas as fontes é a tua entrega às pessoas que encontras no caminho. A harmonia que as conduz dia-a-dia é tão vasta e intensa como a força que as trouxe até ti. Poderia despir-me completamente e despender uma vida inteira para perceber o que mora verdadeiramente nas entrelinhas do povo e da montanha. Não quero. Senti-me quase sempre tranquilo, ligado, e procurei não negar a minha posição de viajante e a dimensão da minha dúvida.


Pepe Brix

terça-feira, 10 de setembro de 2013

LAR, DOCE LAR

LAR, DOCE LAR

Uma comédia com Maria Rueff e Joaquim Monchique!
25 de Outubro| Sexta| 21H30| Grande Auditório
Entrada: 13 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 7.5 Euros
M/12
Duração: 1h45 m
Dois dos mais brilhantes comediantes nacionais protagonizam LAR, DOCE LAR, dando a conhecer o (inconfessável) dia-a-dia da residência Antúrios Dourados para Séniores de Qualidade. Em palco, diversos personagens partilham memórias e confidências e, sobretudo, hilariantes atribulações.
Juntos pela primeira vez em palco, Maria Rueff e Joaquim Monchique dão corpo às diferentes personagens desta surpreendente comédia!
E a história começa com uma corrida por um quarto particular...
 Interpretação: Maria Rueff e Joaquim Monchique
Encenação: António Pires
Cenário: F. Ribeiro
Figurinos: Dino Alves
Desenho de Luz: Paulo Sabino

A NAIFA

A NAIFA
 não se deitam comigo corações obedientes”.
Música Pop/Fado
19 de Outubro| Sábado| 21H30| Grande Auditório
Entrada: 10 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/3
Duração: 70 m

Prémio Autores 2013 – Melhor Disco
Nasceu em 2004 pela mão de João Aguardela e Luis Varatojo, músicos associados à pop portuguesa dos anos 80 e 90, aos quais se juntou uma nova voz, Maria Antónia Mendes. O repertório totalmente original, resulta de letras de novos poetas portugueses e temas com base em referências da música de raiz portuguesa. Em cinco anos editaram três álbuns e realizaram espetáculos dentro e fora de Portugal. Com o desaparecimento precoce de João Aguardela, em Janeiro de 2009 e após um ano de luto, A NAIFA regressou em 2010, com uma nova formação que inclui Sandra Baptista no baixo e Samuel Palitos na bateria. Nesse ano, lançam uma Fotobiografia de homenagem a João Aguardela, a que associam a realização de uma Tour, que os leva a percorrer as principais cidades do País. A NAIFA regressa mais afiada que nunca!
2011 foi o ano escolhido pel’A NAIFA para iniciar a sua carreira internacional, com concertos na Hungria, República Checa, Bélgica, França, Espanha e marcado por uma tour na Africa Austral e pela presença na edição do vigésimo aniversário do reputado Festival criado por Peter Gabriel, WOMAD.
O ano de 2012, marcou o regresso da Banda aos álbuns de originais com “não se deitam comigo corações obedientes”. O público português foi o primeiro a conhecer o novo disco que originou uma Tournée de apresentação nacional, que passou por 25 dos principais Teatros portugueses.
No verão, A NAIFA marcou presença em diversos Festivais e eventos de prestígio em Portugal, como é o caso da Festa do Fado no Castelo de S. Jorge (Lisboa), da Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura, do Festival Bons Sons de Tomar, do Festival Noites Ritual (Porto), do Festival do Crato e da Festa do Avante!.
2013, dedicado pela Banda à consolidação da sua carreira internacional, fica marcado, logo no seu inicio, pela distinção com o Prémio Autores 2013, da Sociedade Portuguesa de Autores, para melhor disco, ao quarto disco de originais d’A NAIFAnão se deitam comigo corações 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A famosa ópera de Mozart na perspectica de Peter Konwitschny - Casa das a Artes

A Flauta Mágica Ensaio Sobre a Vida
Ópera: Wolfgang Amadeus Mozart
Encenação: Peter Konwitschny
11 e 12 de Outubro| Sexta e sábado | 21h00 | Grande Auditório
Entrada: 5 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/12
Duração: 180 m (com Intervalo)


Todos sabemos: A FLAUTA MÁGICA foi composta por Mozart, o divino.
Mas: não o deixou ao abandono a sociedade vienense ligada à Ópera?
Todos sabemos: este foi o homem que morreu em 1791, aos 36 anos de idade.
Mas: como nos pode falar um morto? Falar-nos a nós, que estamos vivos?
Todos sabemos: A FLAUTA MÁGICA é uma obra maravilhosa, com maravilhosa música, maravilhosa trama e maravilhosos figurinos.
Mas: duas pessoas querem-se suicidar. Isso é maravilhoso?
Todos sabemos: nA FLAUTA MÁGICA ganha o bom – o homem. O mau é aniquilado – a mulher.
Mas: a ditadura do bom não é também uma ditadura?

Peter Konwitschny
Tradução de Vasco Negreiros

Ópera Estúdio ESMAE
Orquestra Sinfónica ESMAE

ISABEL VENTURA QUARTETO

ISABEL VENTURA QUARTETO
Música/Jazz
5 de Outubro| Sábado| 21H30| Grande Auditório
Entrada: 5 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/3
 Duração: 60 m

Isabel Ventura é um nome já sobejamente conhecido no panorama do jazz nacional com concertos por todo o país e fora dele. Neste momento concretizou um dos seus sonhos que foi a gravação do seu primeiro CD “Encontro em Dois Momentos” um projeto arrojando dado que cantar jazz em português não é para qualquer um, juntando a estes, alguns standards clássicos do jazz, todos os temas com novos e belos arranjos da autoria de um pianista de eleição como é o Marco Figueiredo.
A banda é composta por 4 elementos (Isabel Ventura – voz, Marco Figueiredo – piano, José Carlos Barbosa – contrabaixo e Michel Marques – bateria) os mesmos elementos que estiveram na gravação deste primeiro álbum já elogiado por José Duarte nos seus “5 minutos de jazz. Miguel Pedrosa (Guitarra), músico convidado 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Georgina Efigénio na Casa das Artes

Exposição Pintura Georgina Efigénio
Título Promised Land
De 4 a 29 de Outubro, Foyer


Promised Land
Lampedusa, o portão da Europa - entre o sonho e o pesadelo.
Perante um verdadeiro "tsunami" de massa humana africana, que diariamente assola à costa da ilha  italiana de Lampedusa, Giusi Nicolini, presidente da câmara, questiona:
"De que tamanho terá que ser o nosso cemitério, para que possa receber todos os que aqui chegam sem vida?"
A Europa que tem permanecido silenciosa, terá que fazer parte da resolução, de um massacre que já atinge números de uma verdadeira guerra.
Para a concretização do projecto "Promised Land" a autora, selecionou criteriosamente imagens publicadas em vários tipos de media, interpretando-as sob a sua visão pessoal no campo da pintura.
Daí, surgiu esta série aqui apresentada, onde somos confrontados com imagens de um incontestável dramatismo expressivo e de uma latente intensidade humana.
Fica o convite à reflexão- perante o confronto com este drama social.

Quem são? Quem os quer? Que futuro lhes está reservado?

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

HARMOS PLURAL em Vila Nova de Famalicão de 20 a 27 de Setembro

HARMOS - A ARTE DAS MELHORES ESCOLAS DE ARTE DO MUNDO
Maiores talentos da música do futuro vão estar no HARMOS PLURAL de 18 a 28 de Setembro.
50 eventos em 9 municípios e dois concertos em Vigo – Espanha
Harmos Plural traz a Portugal o que de melhor se produz nas áreas da arte sonora e da música experimental, mas também do Jazz, World Music e cruzamentos multidisciplinares. Músicos das mais relevantes escolas da Áustria ao Brasil estarão presentes em concertos, performances, instalações e conferências no Porto, Guimarães, Vila Nova de Famalicão e ainda Cabeceiras de Basto, Fafe, Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho e Vizela. O festival chegará também a Vigo com dois concertos no Auditório do Conservatório de Vigo. Todos os eventos são de entrada livre.

VILA NOVA DE FAMALICÃO
1º Concerto
„kons.wien.jazztet“- Konservatorium Wien University
DIA: 20/09/13
HORA: 21h30
LOCAL: Parque da Juventude de Famalicão
Entrada: Livre

Roman Schwaller - Líder
Benjamin Zalud - Contrabaixo
Damian Daila Torre - Saxofone Tenor
Lukas Heinzl - Trombone
Martin Gasser - Saxofone Alto
Peter Primus Frosch – Bateria
Richard Köster - Trompete
Stephan Plecher - Piano
Tobias Faulhammer - Guitarra

Fundado em 1968, o departamento de jazz do Konservatorium Wien University é um dos mais antigos da Europa e a partir de Dezembro de 2008, ganhou um papel ainda mais importante no mundo do jazz através da liderança do saxofonista tenor, compositor e arranjador suíço Roman Schwaller.
Uma das características específicas deste departamento de jazz é a variedade de dez ensembles diferentes, cada um deles trabalhando com o mesmo orientador ao longo de todo o ano académico.
O kons.wien.jazztet apresenta a sua música original, tais como, „The Thurgovian Suite“ (2005) e „Further Expectations“ (2007), ambos lançados pela prestigiada etiqueta de jazz TCB - The Montreux, tendo por base uma formação em sexteto que inclui trompete, saxofone tenor e trombone. Roman Schwaller, apesar de não tocar com a banda, arranjou os temas para uma formação do grupo em octeto. O tipo de música que apresentam pode ser chamada de “jazz moderno/standard/vanguardista” já que contém as bases do jazz moderno comum mas com composições e arranjos que vão muito além deste campo com inesperadas extensões e expansões.
Os membros destes ensemble são o trompetista Ritchie Köster e o pianista Stephan Plecher, ambos alemães originários da Baviera, Martin Gasser saxofonista alto que recentemente terminou a sua licenciatura, o saxofonista tenor Danian Dalla Torre de South Tyrol e o trombonista Lukas Heinzl que, com 21 anos, é o membro mais novo do grupo. O guitarrista Tobias Faulhammer é muito mais do que um simples acrescento à secção rítmica, já que em breve, apesar de ainda ser estudante, irá lançar o primeiro CD em seu nome. O baixista  Benjamin Zalud é o “rock” da secção rítmica, assistindo o baterista Peter Primus Frosch que é um dos mais talentosos bateristas da Europa e até do mundo da nova geração!

2º Concerto
Bambi Pang Pang - Artesis Hogeschool Antwerpen - Koninklijk Conservatorium
DIA: 25/09/13
HORA: 21h30
LOCAL: Café Concerto da Casa das Artes de Famalicão
Entrada: Livre

Jakob Warnenbol - Bateria
Laurens Smet – Baixo Eléctrico
Seppe Gebruers - Piano
Viktor Perdieus – Saxofone

Os músicos Seppe Gebruers, Laurens Smet e Viktor Perdieus são todos membros do septeto Ifa y Xango (vencedores do Young Jazz Talent de Gent em 2011), que lançou o primeiro álbum “Abraham” no ano passado. Realizado este trabalho, embarcaram num percurso musical onde procuram mostrar a personalidade de cada um através de estruturas de improvisação originais.
Iniciaram este projeto apoiados pelo festival ‘Jazz Middelheim’ e pelo Conservatório de Antuérpia. No festival foi possível tocarem com o lendário baterista Andrew Cyrille (que trabalhou com Cecil Taylor, Coltrane, Coleman Hawkins, Mal Waldron,...).
Para o HARMOS Plural convidaram o excelente baterista Jakob Warmenbol que toca com Viktor e  Laurens na banda Bolhaerd e também tocou com Seppe durante mais de 10 anos.

 3º Concerto
 Sofia Ribeiro quarteto – Ar /Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo, IPP
DIA: 27/09/2013
HORA: 21h30
LOCAL: Grande Auditório da Casa das Artes de Famalicão
Entrada. Livre

Sofia Ribeiro é uma das grandes vozes do país do fado, uma magnífica cantora que tem o dom de cativar imediatamente o ouvinte e transportá-lo para o seu universo musical único. Com um sólido background em estudos de jazz, uma profunda relação com a música portuguesa e horas intermináveis a ouvir músicos brasileiros lendários, a sua arte desafia os limites das categorias musicais. Reconhecida pelas suas fortes e emocionais atuações ao vivo, a cantora, que foi já distinguida com vários prémios internacionais, tem vindo a encantar diferentes públicos por todo o mundo, com a sua excecional voz.
No seu mais recente trabalho discográfico – “Ar” – resultado da colaboração com o reconhecido pianista e compositor colombiano Juan Andrés Ospina, Sofia revela, com excelência, o seu imenso potencial como cantora e compositora, reunindo harmoniosamente diversas influências que, para além do jazz, passam pela música pop, portuguesa e brasileira. O álbum inclui vários temas originais, assim como dois temas brasileiros e duas adaptações de poemas de Miguel Torga e Florbela Espanca. “Ar” é uma viagem onde interagem emoções, imagens e poesia, através da esplêndida voz de Sofia e de um excelente grupo de músicos internacionais de topo, provenientes de Nova Iorque.


Instalação de Carlos Neves e Tiago Ralha
Synesthesia –/ Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo, IPP
DIA: 24 a 27 de setembro
HORA: 9h00 às 19h
LOCAL: Pequeno Auditório da Casa das Artes Famalicão

Este projeto procura refletir sobre o ritmo acelerado com que se transforma a paisagem natural, negligenciando os espaços naturais, em detrimento da alimentação da máquina urbana que interfere com  o ambiente natural, mas acima de tudo, transforma e molda os nossos parâmetros sociais.
O crescimento das cidades, embora dinâmico e diverso, é cada vez mais  espaço-intensivo, que se traduz numa incessante procura por zonas habitacionais, industriais, de serviços e redes de transportes, suplantando culturas e pressionando cada vez mais as paisagens naturais.

O resultado surge da fusão entre impressões sensoriais visuais e auditivas, redesenhando a imagem do natural a partir do jogo mecânico e tecnológico, traduzindo-se num engenho que recria o movimento orgânico das árvores e o universo sonoro que a habita.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

SANDY KILPATRICK no PARQUE DA DEVESA de VILA NOVA DE FAMALICÃO

SANDY KILPATRICK | PARQUE DA DEVESA | 2 AGOSTO 2013
Entrada Livre
Sandy Kilpatrick é um cantautor Escocês de alma-cheia atualmente radicado em Vila Nova de Famalicão - Portugal.
Mais recente álbum, “Redemption Road”, recebeu muitos elogios a nível internacional, destaque para os locutores da BBC Radio, Mark Radcliffe e Guy Garvey, e a nível nacional, nas palavras de Vítor Belanciano, jornalista do Público:

“…capaz de enlevar sem medo de transcendência... Redemption Road é um álbum com um brilho singular.”
No último concerto em Famalicão, na Casa das Artes, Sandy Kilpatrick tocou para uma casa cheia, dando depois início a uma tournée de concertos a solo.

Passou por Inglaterra, Letónia (na belíssima Catedral da capital Riga) e Escócia. Em Portugal, passou pelos sítios mais emblemáticos do país, como o CCVF em Guimarães, Hard Club, Plano B e Passos Manuel, no Porto, Salão Brazil em Coimbra, Mosteiro de Tibães e GNRation em Braga.

“Descobri nas minhas viagens durante o ano passado que o sentido de família, amizade e casa é muito importante. Sinto-me um privilegiado por vários sítios fazerem já parte do meu coração e serem a minha casa, e Famalicão é um deles. Sinto uma grande honra por ter a oportunidade de tocar em Famalicão no belíssimo Parque da Devesa.” Sandy Kilpatrick

E assim, tudo acaba como começou. Numa união de pureza entre o autor e a natureza, Redemption Road, celebra o final desta estrada no Parque da Devesa, um espaço que colide na perfeição com os valores musicais de Sandy Kilpatrick.

O GRANDE CORTEJO Teatro no Parque da Devesa - ESTREIA ABSOLUTA

O GRANDE CORTEJO
Jangada teatro
26 e 27 de Julho | 22:00 horas ESTREIA ABSOLUTA
Anfiteatro ao ar livre do Parque da Devesa (V.N. Famalicão)
Duração. aprox. 90 min
Classificação. M/12
Entrada livre  
Existe na realidade Portuguesa um importante número de Festas e Romarias, tradições de forte cariz popular, que sempre foram uma inspiração para a conceção da obra teatral. Leiam-se os autos do maior dramaturgo português de todos os tempos, Gil Vicente, ou por exemplo, o Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna, obra maior da dramaturgia brasileira. A festa que nos interessa é uma das maiores e imponentes festas do concelho de Lousada, é a Festa de Nossa Senhora Aparecida.
Durante décadas existiu nessa festa um acontecimento que tinha algo de profano, (mas respeitado por toda a gente como se fosse sagrado) era chamado O Cortejo dos Amortalhados - popularmente conhecido pela Procissão dos Caixões.
A Procissão dos Caixões, genericamente, consistia no pagamento de promessas. Por ter sido salvo de uma maleita ou passado num exame, por exemplo, e por interceção da Senhora Aparecida, o crente cumpria a promessa ou designava alguém para ir em seu lugar. Assim, o penitente era transportado dentro de um caixão mais de 400 metros, em procissão, num confronto litigioso entre o sagrado e o profano. Eram carregados por familiares homens, mulheres e até crianças, de rosto tapado por um pano de linho. E no fim do cortejo a vida acabava sempre por dominar o simulacro da morte.
A estrutura do espectáculo assenta na revisitação deste acontecimento que durante
anos existiu com o beneplácito da Igreja, a mesma Igreja que nos anos 90 o erradicou.
A viagem que pretendemos fazer passa pela teatralização deste evento, mas sem juízo de valor. Isto é, não cabe aos autores uma tomada de posição, dizer o que é certo ou errado, mas sim proporcionar ao espectador que o faça livremente.
O espectáculo procurará reinventar um pouco a viagem à tradição e às raízes da romaria de cultura popular. O texto e a encenação darão a devida dignidade que a cerimónia merece. Será um espectáculo popular sem ser popularucho, uma combinação de riso e choro, pondo em evidência a celebração da vida e a nossa eterna angústia da morte.

Luís Ângelo Fernandes

Fernando Moreira



FICHA TÉCNICA

Texto
Luís Ângelo Fernandes
Fernando Moreira

Encenação
Fernando Moreira

Cenografia e Figurinos
Sandra Neves

Composição Musical
Ricardo Fráguas

Direção Musical
Ricardo Fráguas
Rui Reis

Músicos
Bando das Gaitas

Desenho de Luz
Nuno Tomás

Atores do elenco fixo da Jangada teatro
Cláudia Berkeley
Luiz Oliveira
Patrícia Ferreira
Vítor Fernandes
Xico Alves

Atores convidados

António Leite
Carla Campos
Magda Magalhães
Paulo Jorge
Susana Morais

Alunos do Curso Profissional de Artes do Espetáculo de Felgueiras
Alunos da USALOU – Universidade Sénior de Lousada
Atores do grupo de Teatro Amador EmCena 
Rancho Folclórico Senhora Aparecida