sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O Amor das Três Laranjas de Carlo Gozzi

O Amor das Três Laranjas de Carlo Gozzi
Encenado por João Cardoso, este espectáculo faz-nos regressar ao tempo dos comediantes italianos da Commedia dell’Arte que, para o deleite do povo, falavam de temas intemporais mas davam primazia à magia e à força do Amor.
Teatro
29, 30 de Novembro e 1 de Dezembro| Quinta 21h30, Sexta 15h00, Sábado 21H30| Grande Auditório
Entrada: 2 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 1 Euros
 M/4
Duração aproximada: 90 m

O texto de Carlo Gozzi de 1761 é uma paródia sob forma de conto de fadas, a peça foi muito bem sucedidana época e estimulou outras obras do autor com elementos sobrenaturais ou míticos. Este texto agora recriado pelos alunos do Curso de Artes do Espectáculo – Interpretação /Externato Delfim Ferreira, aproveita a liberdade de que gozam os canovacci (argumentos da Commedia dell’Arte),para renovarem a leitura desta peça e demonstrar que o teatro do século XVIII conserva toda a sua frescura.
O hipocondríaco Tartalha, fi lho do rei de Copas, para se curar deve explodir de riso, mas, apesar de Truffaldino (cómico da corte) ter sido contratado para o efeito, o príncipe não perde a compostura. Tartalha só se ri quando vê, acidentalmente, as pernas da pérfi da fada Morgana. Esta, sentindo-se despeitada, condena-o a apaixonar-se por três laranjas. Tartalha parte, assim, à conquista das mesmas com a ajuda de Truffaldino. Depois de muitas aventuras acaba por conquistar os três frutos mágicos, dos quais saem três raparigas. Uma delas é Ninetta, por quem o príncipe se apaixona, decidindo casar-se com ela. Contudo, Morgana transforma a jovem numa pomba, substituindo-a por Esmeraldina, a criada.
Mas, como em todas as fábulas, as intrigas são desvendadas, os malvados punidos e o amor triunfa.

João Cardoso

Encenação………….……....…....…João Cardoso
Voz e elocução…………...…...…Emília Silvestre
Assistência acrobática……...........….João Tinoco

Interpretação:
Ana Campos…………….......Esmeraldina/Padeira
Ana Pinto…………………………...….Trufaldino
Carla Martins……..Farfarelo/Cão/Guarda/Laranja
Catarina Vaz……………………...…Rei de Copas
Daniel Martins…………………....………Tartalha
Diana Baptista……………......Draghinazo/Guarda
Jéssica Araújo………...Ninetta/Corda/Conselheiro
Inês Peixoto………………...............Célia/Laranja
Patrícia Gonçalves……………….......….Morgana
Pedro Alves……………………....Briguela/Portão
Raquel Cunha………………........Pantalone/Gozzi
Ricardo Mendes……………………....….Leandro
Viviana Gomes…………………….…....…Clarice
Zita Campos…………….......Creonta/Conselheira

Tradução e adaptação ……..........Gabriela Poças
Cenografi a…………………...…..…Sissa Afonso
Figurinos………………….…...…Carolina Sousa
Desenho de Luz…………….....…….Nuno Meira
Sonoplastia…………………...…..Francisco Leal
Máscaras……………………...….Cristóvão Neto
Operação de luz...........................Eduardo Abdala
Operação de som..................................Vitor Leite
Assistência técnica................................Vitor Leite
Direcção do Curso......................Helena Machado

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

GNR


GNR
“30 ANOS – VOOS DOMÉSTICOS”
Musica/ Pop/Rock
24 de Novembro| Sábado| 21H30| Grande Auditório
Entrada: 13 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 6.5 Euros
M/4
Duração: 80 m

É em 1981 que os GNR editam o seu primeiro registo em vinil - “Portugal Na CEE”. Desde então não mais pararam de nos oferecer algumas das melhores canções de sempre da música Pop/Rock Nacional. “Sê Um GNR”, “Efectivamente”, “Dunas”, “Video Maria”,”Ana Lee”, “Sangue Oculto”, “Sub 16”, “Pronúncia do Norte”, “Morte Ao Sol”, “Mais Vale Nunca” ou “Asas”, são apenas alguns bons exemplos.
 Em 2011 celebraram três décadas de êxitos e performances inesquecíveis. Os 30 anos de carreira da banda são comemorados com várias acções ao longo do ano: reedições de discografia, lançamento de material inédito, novo álbum (“Voos Domésticos”) e concertos lotados nos Coliseus de Lisboa e do Porto.
Foi ainda apresentado um novo conceito de espectáculo, com uma nova cenografia e num formato mais intimista, intitulado “Voos Domésticos”.
 

Anatomia do Piano


Anatomia do Piano
Coprodução: Companhia de Musica Teatral/CASA das ARTES V.N. Famalicão
Música
17 de Novembro | Sábado | 18 h00 | Grande Auditório
Entrada: 10 euros (Criança +pais) / Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
Destinatários: famílias com crianças
Duração: 60 minutos
www.musicateatral.com

 Anatomia do Piano é um espectáculo que propõe a desconstrução do instrumento que será talvez o mais influente da história da música ocidental. Resultado duma evolução tecnológica notável e de séculos de repertório, práticas e rituais, o piano é um instrumento-ícone. Em "Anatomia do Piano", mais do que um instrumento, o piano é um lugar, um ser com vida, uma escultura, um palco, a casa onde a música habita e de onde brotam histórias sem palavras, feitas de sons, de imagens e de corpo. Concebido enquanto estrutura aberta que acolhe vários quadros multidisciplinares, "Anatomia do Piano" é um espectáculo mutável que vive da cumplicidade entre artistas que exploram territórios do teatro, da dança, da imagem e das artes visuais a partir duma base musical que estabelece pontes entre os vários discursos.

Anatomia do Piano propõe a re-invenção do piano, não só sonora como teatral. Procura expandir o léxico tímbrico e explorar diferentes formas de fazer soar o instrumento. Convida o espectador a descobrir pormenores normalmente ocultos, a procurar pontos de vista e de escuta, a construir mundos imaginários onde as fronteiras das várias artes se tornam fluídas. Mais do que uma ruptura, propõe múltiplas continuidades, múltiplos sentidos, e pretende estabelecer um território poético onde seja possível e natural viajar por paisagens sonoras e visuais que habitualmente se encontram compartimentadas. O piano emerge assim como o grande protagonista duma obra de arte total.

“Anatomia do Piano”, é um espectáculo dirigido a famílias, mas não é um espectáculo previsível ou fechado. Tem uma base sólida que pode depois evoluir ou até mudar substancialmente consoante os "ingredientes" que forem trabalhados em cada instanciação. Por isso poderá vir a tomar outras formas, à medida que se vai descobrindo o âmago do instrumento e chegando mais perto da alma da música.

Concepção e Produção
Companhia de Música Teatral

Criação Artística
Paulo Maria Rodrigues
Pedro Ramos
Ana Guedes

 Intérpretes
Paulo Rodrigues
Pedro Ramos
 
Co-Produção
Casa das Artes

Apoio
Fernando Rosado, Pianos

Tráfico Desumano

De 7 a 30 de Novembro, Foyer
Titulo – Tráfico Desumano
Observatório do Tráfico de Seres Humanos (OTSH), do Ministério da Administração Interna.
 A exposição itinerante Tráfico Desumano é composta por 5 painéis temáticos.

Painel I: O Tráfico De Seres Humanos No Mundo começa por uma abordagem histórica da escravatura até aos nossos dias, tenta responder a várias questões esclarecendo a diferença entre TSH e outros crimes como a imigração ilegal e deixa testemunhos reais sobre os vários tipos de tráfico.

Painel II: Ousar Descobrir, é uma composição de várias notícias sobre TSH, mostrando aquilo que se vai descobrindo, associando os sucessos de várias operações policiais no desmantelamento de redes criminosas e o seu impacto mediático.
Painel III: Observar Para Conhecer é dedicado ao trabalho do Observatório do Tráfico de Seres Humanos, mostrando alguns dados estatísticos recolhidos ao longo dos últimos anos, o modus operandi do OTSH e a Aplicação Dinâmica, plataforma tecnológica utilizada em Portugal e a mais avançada ferramenta que existe no momento no que toca a sistemas de recolha e análise de dados estatísticos, assim como sistemas de georreferenciação.
Painel IV: Investigar e Prevenir, painel da responsabilidade do SEF/MAI.

Painel V: Investigar e Punir, DGPJ, Ministério da Justiça

“SENTI UM VAZIO…” de Lucy Kirkwood - Por motivos alheios à nossa vontade, este espectáculo foi cancelado. Pedimos desculpa por algum incómodo causado.

SENTI UM VAZIO… de Lucy Kirkwood
CASA DA ESQUINA - ASSOCIAÇÃO CULTURAL
Teatro
15 e 16 de Novembro| Quinta 14h30 | Sexta 10h00| Grande Auditório
Entrada: livre à lotação da sala
M/16
Duração: 70 m
www.casadaesquina.pt
Sinopse
A história de Dijana é só mais uma entre as muitas que se repetem todos os dias por todo o mundo. Esta é a vida de uma rapariga vítima de tráfico humano numa viagem de um triste conto de fadas desde o seu apartamento – o seu quarto de trabalho – para a sua cela na prisão. Dijana é uma bonita jovem de Leste que vem para Portugal à procura de uma vida melhor e é imediatamente vendida pelo seu primo Goran ao sinistro Vlad, o qual se torna seu namorado e logo depois o seu chulo. “Eu sei exactamente quanto é que eu valho”, diz Dijana, “Eu valho mil euros que foi o que o Vlad pagou por mim. Mais ou menos dois I-Phones e meio”. Enquanto isso, faz as contas e espera poder um dia saldar a sua dívida e reaver o seu passaporte
 
NOTA SOBRE O ESPETÁCULO
Em 2012, retomamos o espetáculo Senti um Vazio de Lucy Kirkwood, que tinha sido apresentado anteriormente no espaço da Casa da Esquina (Coimbra). Esta digressão tem o apoio do OTSH (Observatório Tráfico Seres Humanos) e visa sensibilizar o público para o fenómeno do Tráfico de Seres Humanos para fins de exploração laboral e sexual, de forma a combater o alheamento da sociedade a esta temática.
O espetáculo surge da necessidade de debater quer a sociedade contemporânea quer as transações económicas, de escala local e global, que condicionam e sacrificam os valores humanos em prol do lucro selvagem.
Desta feita, é certo que este debate vai muito além da pura exploração do ser humano pelo seu semelhante, é também um debate de ideias sobre que tipo de sociedade queremos para o futuro. É um debate sobre como a crise nos serve de justificação para a falta de política cultural, educativa e para a exploração económica.  A estratégia da Casa da Esquina,  enquanto estrutura cultural num país em crise de valores sociais e culturais, foi e ainda é de sobrevivência, tal como Dijana, personagem principal da peça Senti um Vazio, resistindo a tudo para continuar a existir, apoiando-se nos seus sonhos para não desistir. É de sonhos que falamos nesta criação, os sonhados e os destruídos. Da esperança num futuro melhor que nunca chega. Das pessoas que todos os dias caem e se levantam. É um alerta e uma luta contra o estado a que isto chegou.

FICHA ARTÍSTICA (Digressão)
Texto: Lucy Kirkwood
Tradução: Jorge Louraço
Encenação e dramaturgia: Ricardo Correia
Espaço Cénico: Filipa Alves e Ricardo Coreia
Interpretação: Adiana  Silva e  Cláudia Carvalho
Direção técnica, Desenho de Luz e Vídeo: Alexandre Mestre
Desenho de som: Ricardo Correia
Responsável de Produção e Fotografia: Filipa Alves
Produção: Casa da Esquina
Apoio: OTSH

sábado, 6 de outubro de 2012

Novelinhos Opus I


Novelinhos Opus I
Concerto para pequeninos
Companhia de Musica Teatral
3 de Novembro | Sábado | 11:00, 15:30 e 17:30 | Pequeno Auditório
Entrada: 12 euros (Criança +pais) / Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
Destinatários: famílias com crianças dos zero aos seis anos e turmas jardins-de-infância.
Lotação máxima: 15 participantes no total
Duração: 30 - 40 minutos
www.musicateatral.com
 Novelinhos Opus I tece-se a partir de diálogos entre um violoncelista e uma bailarina. Este dueto faz parte de um conjunto de pequenas peças músico-teatrais, associadas a pequenas instalações sonoras/universos plásticos, que têm vindo a ser desenvolvidas no âmbito da iniciativa Peça a Peça do Projecto Opus Tutti.
Visando proporcionar a Pais e crianças pequeninas um primeiro contacto com a arte, estas pequenas peças são também momentos de interacção artística concebidos de forma a que Pais e filhos se encontrem na apreciação de elementos sonoros e visuais ao mesmo tempo que despertam sentidos mútuos e valorizam o brincar. Ou seja, Novelinhos-Opus I deixa peças para inspirar Pais e cuidadores, no dia a dia, a continuarem atentos às descobertas dos seus pequeninos.

Ficha Artística
Concepção e Produção - Companhia de Música Teatral
Intérpretes - Violoncelista Hugo Fernandes + bailarina Gabriela Semedo
Apoio - Projecto Opus Tutti | Fundação Calouste Gulbenkian

CARLOS DO CARMO


CARLOS DO CARMO
Música/Fado
3 de Novembro| sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 20 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 10 Euros
M/4
Duração: 80 m

Carlos do Carmo iniciou em 1963 uma das carreiras mais sólidas do panorama artístico português, para a qual contribui a sua coragem de assumir o Fado no masculino e de trazer novos elementos estilísticos para a canção de Lisboa.
O espectáculo de Carlos do Carmo é uma viagem por um século de Fado, desde os compositores e letristas clássicos como Armandinho, Alfredo Marceneiro e Frederico de Brito, passando por Fernando Tordo, Ary dos Santos e Fernando Pessoa, até aos autores mais recentes como Manuela de Freitas, Vasco Graça Moura e Fernando Pinto do Amaral.
Com um estilo inconfundível, Carlos do Carmo cantou nos cinco continentes, marcando presença nas salas de espectáculos mais emblemáticas de todo o mundo. No seu currículo conta também com vários prémios e honrarias, desde o título do Cidadão Honorário da cidade do Rio De Janeiro e a nomeação para membro da Honra do Claustro Ibero-Americano das Artes, passando pelo diploma conferido pelo Senado de Rhode Island (EUA) e pelo Prémio Goya da Academia Espanhola de Cinema.
Carlos do Carmo é acarinhado por um público que o respeita e estima, apreciando nele, além das suas qualidades de grande intérprete e comunicador, as de um homem interessado na evolução da música da sua terra, acreditando na evolução do homem na sua globalidade. Os seus mais de um milhão de discos vendidos são prova inequívoca disso mesmo.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Próximos concertos


Luís Represas e João Gil
8 de Dezembro
GNR
24 de Novembro

CARLOS DO CARMO
3 de Novembro



quinta-feira, 13 de setembro de 2012

CINEMA Casa das Artes


8 de Outubro |21h30 |Pequeno Auditório
Entrada livre à lotação da sala
Fime : TED
De: Seth McFarlane
Com: Mark Wahlberg, Mila Kunis, Seth MacFarlane
Género: Comédia
Classificação:M/12
Duração: 106 m
 
 
 
 
 
 
29 de Outubro |21h30|Pequeno Auditório
Entrada livre à lotação da sala
Filme O Fantástico Homem-Aranha
De: Marc Webb
Com: Andrew Garfield, Emma Stone, Rhys Ifans
Género: Acção, Aventura
Classificação: M/12
Duração: 136 m

O INCRIVEL HOMICIDA

O INCRIVEL HOMICIDA   ESTREIA NACIONAL
Teatro
Co produção com Casa das Artes de Famalicão/ TEATRO CONSTRUÇÃO
26 e 27  de Outubro| Sexta e sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 5 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 2,5 Euros
M/12
Duração: 70 m

SINOPSE
O Incrível Homicida é mais um dos muitos concursos/reality show em que o Ser Humano, como concorrente ou espetador, desce aos níveis mais miseráveis da sua dignidade. Este espetáculo de horrores não traz qualquer tipo de novidade ou sequer ambiciona ser inovador. Ele aborda o assunto mais banal dos nossos dias: A violência. No Incrível Homicida os crimes, monstruosos, ingénuos, simples ou magistralmente orquestrados são a oportunidade de sucesso e notoriedade dos concorrentes que, à mercê da deformada opinião pública, se expõem como escravos das suas mais destrutivas pulsões.
Neste programa de entretenimento, à semelhança de muitos outros (informativos, didácticos, ficcionais, etc), a vida das vítimas pouco ou nada vale quando comparada à competência e genialidade dos autores dos crimes.
Baseado na obra Crimes Exemplares de Max Aub, O Incrível Homicida é um espetáculo teatral interpretado por apenas dois atores que se desmultiplicam em inúmeras personagens, refletindo o caleidoscópio social e suas múltiplas fragilidades.
Com aproximadamente 70 minutos de duração, num ambiente grotesco, bizarro, com notas burlescas, o espetador é convidado a refletir sobre o desenvolvimento da sua insensibilidade à galopante escalada da crueldade que com ele coabita.

 FICHA TÉCNICA
TÍTULO DO ESPETÁCULO: O INCRIVEL HOMICIDA
BASEADO NA OBRA CRIMES EXEMPLARES DE MAX AUB
ENCENAÇÃO E DIREÇÃO ARTÍSTICA: MIGUEL FONSECA
INTERPRETAÇÃO: ROMEU DOS ANJOS PEREIRA, SIMÃO BARROS
Composição e ambientes sonoros: João Santos
Músico e intérprete: Diogo Fernandes
CENOGRAFIA E GUARDA-ROUPA: TEATRO CONSTRUÇÃO
DESENHO DE LUZ: MIGUEL E CÉSAR GONÇALVES
PRODUÇÃO: ATC – ASSOCIAÇÃO TEATRO CONSTRUÇÃO
FOTOGRAFIA E IMAGEM: HELDER SOUSA

terça-feira, 11 de setembro de 2012

DAVID FONSECA

DAVID FONSECA | “SEASONS TOUR - RISING : FALLING”

20 de Outubro| Sábado| 21H30| Grande Auditório
 Entrada: 15 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 7.5 Euros Desconto de 5€ para portadores de voucher FNAC atribuído na compra de uma das edições de “Seasons” a partir de 3 de Setembro (limitado ao stock existente)
 M/4
Duração aproximada: 90 m (sem intervalo
http://www.davidfonseca.com/

David Fonseca reservou para 2012 um dos grandes desafios artísticos da sua carreira – relatar-nos um ano da sua vida através de canções. O resultado é “Seasons”, um trabalho que se divide em dois discos: “Rising”, o primeiro volume, editado a 21 de Março, e “Falling”, o segundo, a 21 de Setembro.
 Este espectáculo – “Season Tour – Rising : Falling” - compila a nova aventura musical de David Fonseca, revelando-nos um artista no seu auge criativo aprofundando sonoridades que havia já abordado nos seus últimos discos ainda que nunca de uma forma tão marcante. Se “What Life Is For”, o primeiro single de “Seasons – Rising:” reforçava esta ideia ao integrar no seu eclectismo musical a electrónica e o rock, já em “Seasons – Falling”, David explora, como nunca, a essência do songwriting, proporcionando-nos canções de invulgar emotividade.
 Em palco, “Seasons – Rising : Falling” ganhará uma nova dimensão: temas como “Under The Willow” e “It Feels Like Something” ou os mais recentes “All I Wanted” e “I’ll Never Hang My Head Down” testemunharão quão excitante é assistir a um espectáculo de David Fonseca. Uma sensibilidade e energia contagiante protagonizada por um artista de raro talento.
 Depois, a cumplicidade única com os músicos da sua banda, o extremo cuidado com a componente cénica ou a emoção ao recriar canções como “Someone That Cannot Love”, “Kiss Me, Oh Kiss Me” ou “A Cry 4 Love”, transformam as prestações ao vivo de David Fonseca em algo de memorável.

“Seasons – Rising : Falling”, um espectáculo a não perder!

David Fonseca – voz, guitarra acústica, guitarra eléctrica, piano
Nuno Simões – baixo, guitarra eléctrica, teclado
Paulo Pereira – teclados, voz
Sérgio Nascimento – bateria, percussão

SANDY KILPATRICK | REDEMPTION ROAD

SANDY KILPATRICK | REDEMPTION ROAD
Folk / Soul
19 de Outubro| sexta| 21H30| Grande Auditório
Entrada: 5 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/4
Duração: 70 m

Demorou algum tempo, mas o novo álbum de Sandy Kilpatrick “Redemption Road” está finalmente connosco. Parece que valeu a pena a espera também; o álbum foi aclamado por uma lista crescente de especialistas da indústria na Europa, incluindo um dos mais importantes interlocutores do Reino Unido, Mark Radcliffe do BBC, e aqui em Portugal interlocutores como Ricardo Mariano (Radar, RUC) e Nuno Calado da Antena 3. O crítico americano, Forest Taylor, descreveu o álbum como “absolutamente maravilhoso”, e o Sandy tem trabalhado muito para os espetáculos a combinar o poder e a beleza do álbum. Ele acaba de voltar de uma turnê a solo esgotada que o levou a voltar às suas raízes no Reino Unido, principalmente Manchester e Glasgow e uma curta turnê de uma semana na Letónia. Este concerto na sua cidade escolhida de Famalicão promete ser realmente muito especial.

Gamelinhos

Concerto para pequeninos
Companhia de Musica Teatral
13 de Outubro | Sábado | 11:00, 15:30 e 17:30 | Pequeno Auditório
Entrada: 12 euros (Criança +pais) / Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
Destinatários: famílias com crianças dos zero aos seis anos e turmas jardins-de-infância.
Lotação máxima: 15 participantes no total
Duração: 30 - 40 minutos

Gamelinhos é uma experiência musical para os mais pequeninos. Baseia-se no material musical e nas ideias base do projecto Opus Tutti que a Companhia de Música Teatral tem vindo a desenvolver ao longo dos últimos dois anos. Na performance Um Plácido Domingo, apresentada nos Jardins da Fundação Calouste Gulbenkian, um dos "instrumentos" utilizados era o Gamelão de Porcelana e Cristal, uma escultura musical que fez a delícia de todos. Gamelinhos é filhinho desta ideia, mas também do Trilho do Rumor das Canas e de todas as sonoridades que têm como base o Babelim, a linguagem que bebés, pássaros e pedras sabem falar e que os adultos podem aprender se escutarem. Entre a música vocal, os sons da porcelana e cristal, dos sinos, dos pássaros de água e dos bambus, Gamelinhos propõe uma experiência colectiva de fazer e ouvir música em profunda harmonia com a natureza e com os mais pequeninos.
Ficha Artística
Concepção e Produção
Companhia de Música Teatral
Criação Pástica
Ana Guedes
Intérpretes
Sara Costa / Mafalda Nascimento
Apoio
Opus Tutti


sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Trabalhadores do Comércio na CASA das ARTES de V.N. Famalicão

Trabalhadores do Comércio
A brincar, a brincar, deu num caso muito sério do pop-rock português.
 Naquele quarto onde possivelmente anos atrás teria nascido uma outra grande banda mítica do rock feito em Portugal, os Arte & Ofício, o quarto onde certamente o Sérgio Castro teve muitos sonhos musicais e outros, nascia ao raiar dos anos 80 um novo projecto para o rock português. 

 
12 de Outubro| sexta| 21H30| Grande Auditório
Entrada: 6 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/4
Duração: 90 m
 
Habituado a compor e a cantar em inglês, Sérgio Castro e Álvaro Azevedo, que na época ainda faziam parte dos Arte & Ofício, começaram a pensar numa nova banda  aventurando-se a compor e a cantar na língua de Camões, só que, para o Sérgio, era difícil ver-se a cantar em português. Eis que de repente, o João, um puto de sete anos, sobrinho do Sérgio, para espanto de todos, começa a cantar alguns temas que ia ouvindo o tio cantarolar. Assim, naquele quarto de muitos sonhos, na casa dos pais do João Medicis, onde o Sérgio dormia e trabalhava, nasciam os Trabalhadores do Comércio. Iniciavam a carreira como trio (Sérgio Castro, Álvaro Azevedo e João Medicis) no ano de 1980 e logo com dois singles para quatro sucessos imediatos. O “puto” para além da música da banda, era a grande revelação nacional. Ao trio veio a juntar-se Miguel Cerqueira, Jorge Filipe Santos e Zé Santos.
 No ano seguinte, gravam o primeiro álbum “Trips à moda do Porto” e eram editados mais dois singles, nos quais apareciam duas versões distintas do que até hoje ainda continua a ser o seu hino principal, “Chamem a polícia”. A banda da Invicta notabilizava-se pela irreverência das suas letras bem humoradas, onde se espelhava, e continua a espelhar, a realidade do nosso dia a dia, cantadas com sotaque à moda do Porto, ou, como dizem os mentores da mesma, numa “linguagem nortense”. 
Os concertos são sucessos incríveis, correspondendo ao alcançado com os discos. É a febre do Trabalhadores. Mas o puto precisava de crescer, estudar, brincar e assim, após a gravação do segundo álbum, “Na Braza” em 82, a banda pára de fazer concertos e de gravar. Inesperadamente, em 1986, surgem com o trio original, para concorrerem ao Festival da Canção com o tema “Os Tigres de Bengala” que alcança o primeiro lugar exéquo com Dora. Aproveitam para gravar e editar o terceiro álbum, “Mais um membro p’ra Europa”. Entretanto, Sérgio já vivia em Vigo, quando se reúnem de novo, em 1990, para gravarem o “Sermões a todo o rebanho” e desaparecem. Mas eis que o quinteto base volta a reunir-se e, em 2007, surpreendem tudo e todos com um novo trabalho denotando grande folgo e uma grande evolução. O álbum chama-se mesmo “Iblussom”, com João como guitarrista e vocalista ao lado do seu tio Sérgio. De novo no seu melhor, como que o regresso aos anos dourados, continuando independentes e a tocarem como nunca o que mais gostam, como suporte das suas letras brilhantes e divertidas, sempre com um sentido crítico social e até político. Assim continuam até aos dias de hoje somando êxitos em cada concerto e com um novo álbum comemorativo de três décadas de actividade, "Das Turmêntas hà Boua Isperansa" publicado em Dezembro 2011, de novo surpreendendo pela sua frescura musical e dando voz  o lado feminino da banda onde reinam três excelentes cantoras. Um álbum pleno de atualidade acompanhado de um livro onde se contam histórias da banda, dos seus membros e de todo o “boom” do rock português desde o seu início até ao fim da década de 90. O resto, dizem, fica para o próximo. Por estas e por outras, fiquem de olhos e ouvidos atentos nestes “gajos” do Porto que rapidamente cativam plateias por terras da Península Ibérica.