quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

TOULOUSE | Casa das Artes de Famalicão


TOULOUSE - Yuhng

 Os Toulouse sempre tiveram queda para a pintura, para a viagem e para o etéreo — nesta amalgama, existem entre a canção pop, doce, e as cores vivas dos efeitos de imbuir guitarra em açúcar”.

Musica

20 de janeiro| sábado | 23h30| café-concerto

Entrada: 3 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração:  60 min 

"O ano passado trouxe-nos a confirmação da crescente maturidade dos Toulouse, condensada no lançamento de “Yuhng”, uma viagem bem orientada ao longo de oito faixas plenas de uma sinergia surpreendente e invulgar.

O feito não passou despercebido e os ecos chegaram à imprensa nacional e internacional, com uma consensualidade de críticas muito positivas e a constante escolha do álbum para os tops dos melhores de 2016.

Juniper foi a primeira amostra tornada pública, e o impacto foi imediato e avassalador, com mais de 50mil visualizações no YouTube e 30mil plays a evidenciarem o efeito contagiante da sonoridade do álbum; tornou-se numa presença inevitável um pouco por todo o lado, com airplay regular na Antena 3, Vodafone FM, SBSR.FM, RUM e RUC.

O FASCISMO (AQUI) NUNCA EXISTIU! Companhia Teatro Art'Imagem | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


O FASCISMO (AQUI) NUNCA EXISTIU!

Companhia Teatro Art'Imagem

Teatro

19 e 20 de janeiro| sexta-feira e sábado| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/12

Duração: 90 min

Histórias, uma verdadeiras  (ou mais ou menos) outras inventadas do seu pequeno mundo, próprias, da sua família ou dos seus vizinhos da ilha do Porto em que habitou durante a sua infância e juventude, misturadas com a vida das personagens e heróis que conheceu nos seus primeiros livros e filmes, na telefonia onde o mundo (ainda que censurado) entrava em sua casa, a primeira que teve um rádio em todo o bairro, antes do aparecimento da televisão que o apanhou já rapazote, das notícias e acontecimentos que diariamente acompanhava pelos jornais e as longas conversas com os outros que lhe contavam o mundo.




 O MUNDO EM QUE VIVI, vivemos!

A pobreza, a fome, o medo, a condição e a luta das mulheres, as eleições do regime, o movimento sindical, as greves, a emigração, a tropa, a guerra colonial, a PIDE, a prisão e a tortura, as manifestações, as lutas, a igreja e o estado, os estudantes, a oposição, a descoberta do Teatro...a liberdade a (não) passar por aqui!

 A história do País, do nosso Mundo.



Espetáculo em coprodução com o Teatro Aveirense – Temporada de Estreia em Teatro Diogo Bernardes – Casa das Artes Porto – Casa das Artes de Famalicão



FICHA ARTÍSTICA 



Texto, Dramaturgia, Direção e Encenação

José Leitão

Assistência de Encenação

Daniela Pêgo

Interpretação

Flávio Hamilton, Inês Marques, Luís Duarte Moreira, Patrícia Garcez e Susana Paiva

Direção Técnica, Desenho de Luz e Vídeo

André Rabaça

Direção de Movimento

Costanza Givone e Daniela Cruz

Figurinos

Luísa Pinto

Espaço Cénico

José Leitão e José Lopes

Música de

Pedro ´Peixe` Cardoso 

Fotografia

Paulo Pimenta

Produção

Sofia Leal e Daniela Pêgo

SURMA na Casa das Artes de Famalicão


SURMA - ANTWERPEN

Musica jazz, post-rock, eletrónica

13 de dezembro| sábado | 23h30 | café-concerto

Entrada: 3 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 70 min

Em dois anos e meio, Débora Umbelino levou o seu projecto solitário de exploração de sons, Surma, até sete países em mais de 150 concertos.

Tinha apenas o single “Maasai” quando começou a gravar o disco de estreia e todo o caminho traçado até aquela altura lhe parecia um período zero que a tinha deixado apenas com vontade de avançar ainda mais numa demanda cada vez mais sua.

Enquanto one woman band que domina teclas, voz, cordas, pedais e botões, e não se deixa ficar num ou noutro género musical, Surma preparou o seu registo de estreia “Antwerpen” como se estivesse num laboratório, observando cada reacção sonora de cada nota e de cada instrumento, criando a partir daí.

Em colaboração com a Casota Collective, que integra elementos dos First Breath After Coma, construiu uma renovada identidade sonora e visual, da qual “Hemma” foi o primeiro cartão de visita.
Antwerpen foi lançado em versão CD e digital a 13 de outubro 2017, pela Omnichord Records. 

Maria do Céu Camposinhos | Shao Xiao Ling Recital de Piano a quatro Mãos na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Maria do Céu Camposinhos | Shao Xiao Ling
Recital de Piano a quatro Mãos
Musica erudita
13 de dezembro| sábado | 21h30| Grande Auditório
Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/6 | Duração: 75 min
Programa
1º parte
F. Schubert: Fantasia em Fá menor Op. 103 D. 940
G. Gershwin    : 3 prelúdios
I Allegro bem Ritmato e Deciso
II Andante com Moto e Poco Rubato
III Allegro bem Ritmato e Deciso
2º parte
J Brahms: 16 Valsas Op.39     
F. Busoni: Melodia Popular Finlandesa Op. 21
Uma das formações mais antigas e prazerosas de toda a história da música é a que reúne dois pianistas, seja tocando em dois pianos ou a quatro mãos. Compartilhar a execução musical com outro pianista, pode render tanto momentos de prazer e satisfação, quanto execuções memoráveis de obras inesquecíveis.
A história do piano a quatro mãos, uma das formas mais apreciadas e difundidas da música de câmara, remonta à Inglaterra do Século XVII.
Cem anos depois, no século XVIII, aparecem obras para cravo compostas por Johann Christian (1735-1782), filho de J.S. Bach, para dois instrumentistas.
Com o desenvolvimento do piano e o aumento de sua tessitura, obviamente o uso do instrumento por dois músicos foi facilitado e incentivado.
Algumas teorias dizem que o surgimento do formato Piano a quatro mãos teve grande dose de necessidade social: Numa época em que as oportunidades de aproximação entre jovens de sexos opostos eram bem mais limitadas, tocar um mesmo instrumento possibilitava um contato físico e um entrelaçar de mãos, mesmo quando a música não exigia.
Independentemente disso, já havia o costume dos professores tocarem com os alunos para exemplificar a execução, seja dividindo um instrumento ou acompanhando-o em outro. É importante salientar que a prática do piano a quatro mãos permite compartilhar momentos e dividir as alegrias de fazer o que se gosta – música.
Ou seja, tem uma grande componente lúdica e sociável, além de pedagógica.
Com o advento do Romantismo, o piano assumiu um lugar ímpar na preferência do público e naturalmente, o repertório do gênero ampliou-se. O nome de F. Schubert (1797-1828) impõe-se como alicerce e inspiração. A sua obra para piano a quatro mãos é provavelmente, a mais vasta, comparada à de outros grandes compositores. Fato é que, ao longo de toda a história, os compositores mostraram-se atraídos pelas nuances tímbricas ilimitadas e o enriquecimento polifônico permitidos pela união de dois intérpretes.
A busca de equilíbrio sonoro num duo a quatro mãos, permite conquistar grandes benefícios de qualidade sonora e tímbrica para cada um dos pianistas.
O Duo das pianistas Maria do Céu Camposinhos e Shao xiao-Ling iniciou-se há mais de uma década, tendo atuado em diversos locais, como no Festival Internacional de música de Aveiro, Atneu comercial do Porto, entre outros.
Duas histórias que se cruzam, tendo como ponto convergente a Pianista e pedagoga Helena Sá e Costa de quem foram ambas discípulas.

Ciclo de Concertos de Ano Novo da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão || 2018


Ciclo de Concertos de Ano Novo | 2018
Bandas Filarmónicas de Vila Nova de Famalicão
5 de janeiro | Sexta |21h30| Banda de Musica Riba de Ave
6 de janeiro | sábado|21h30| Banda Marcial de Arnoso
7 de janeiro | domingo |16h30| Banda Famalicão
Entrada: Gratuita à Lotação da sala
M/6- Duração: 90 m

Banda de Musica Riba de Ave
 Hugo Ribeiro maestro da  Banda de Musica Riba de Ave

Banda Marcial de Arnoso
José Moura maestro da Banda Marcial de Arnoso

Banda Famalicão

Fernando marinho maestro Banda Famalicão

PHANERON – AMOR FATI Exposição de pintura de Raquel Fortes e José António Passos.


PHANERON – AMOR FATI

Exposição de pintura de Raquel Fortes e José António Passos.

2 de dez a 31 de janeiro [foyer]

Inauguração 2 dez às 17h00

Produzir cérebro em decifração ininterrupta, corporificar silêncios etológicos, fender o sensório-motor, transformar o invisível no visível, viver a estética do esquecimento, explorar o improvisado metamórfico, esponjar aventuras existenciais, expressar singularidades, advir nas infinitas variações compositivas da NATUREZA que se reinventa no impensável por meio de múltiplas dimensões do tempo, ampliando campos de possibilidades e desterritorializações dos pontos afectivos entre os planos do caos e as potências afirmativas da diferença: estamos dentro de linhas plásticas em experimentação contínua, de forças cartografantes intensificadoras de mapas semióticos( coexistências a-significantes religa-nos aos ritornelos do acontecimento)! Estranha iluminação dos feixes de forças que agitam as singularizações das perspectivas com os fluxos larvares que deixam passar outros fluxos grávidos de expressões imperceptíveis, entrelaçando sensações nómadas, captadoras de paradoxalidades intempestivas. Phaneron é uma transgeografia dinâmica do aformal, é uma miríade de sentidos tensionados,  é uma transdução de heteronímias, é uma arquitectura de espaços acontecimentais, é um movimento de extrema vitalidade, dançado pelas dobras do FIGURAL e do GEOMETRAL imanentes ao ritmo autopoético da vida! PHANERON arranca as qualidades intensivas não actualizadas, escuta o incomensurável na regerminação do mundo, força o pensamento a pensar o inesperado e o impossível, traça territórios da tragicidade em jubilação, atinge visões inobjectiváveis em devir, arremessa zonas problemáticas, desfaz identidades e representações, constrói topologias em transição. PHANERON é uma potência mutante, uma síntese disjuntiva ritmável que capta as irradiações do acaso com novas enciclopédias( conceitos em fractalização): aqui-agora, os pintores não usam cores mas forças afectivas que são signos indiscerníveis do sensível, sismógrafos contemplativos da interrupção dos instantes que nos fazem acontecer como uma multiplicidade de mónadas, de micropercepções inconscientes( tornámo-nos artistas da nossa própria VIDA, gerámos tempo fora das cronologias, produzimos eternidade)!

Luiz-Strauss Scorza       

sábado, 9 de dezembro de 2017

Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão - Bom Natal e um maravilhoso Ano de 2018



Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Bom Natal  e um maravilhoso Ano de 2018!


Cinema na Casa das Artes | Dezembro 2017


Cinema na Casa das Artes



9 de dezembro | sabado|18h00 e 21h30 | Grande auditoria

Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro



Liga da Justiça de Zack Snyder (3D)

Impulsionado pela restauração da sua fé na humanidade e inspirado pelo acto altruísta de Superman (Henry Cavill), Bruce Wayne (Ben Affleck) convoca a sua nova aliada Diana Prince (Gal Gadot) para o combate contra um inimigo ainda maior, recém-despertado. Batman, Mulher Maravilha, Flash, Aquaman e Ciborgue formam a Liga da Justiça. Os maiores super-heróis da Terra unem-se para combater uma ameaça bem para lá das capacidades individuais de cada um.

Titulo Original: Justice League (EUA, 2017, 120 min)
Realização Zack Snyder
Interpretação: Henry Cavill, Ben Affleck, Gal Gadot, Ezra Miller, Ray Fisher, Jason Momoa, Amy Adams
Estreia: 16 de Novembro de 2017
Género: Ação, Aventura, Ficção Científica
Classificação: M/12



16 de dezembro| sábado | 15h00 e 18h00 e 21h30 | Grande auditoria

Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro



Coco de Lee Unkrich – 16 de Dezembro (versão portuguesa)


Miguel procura desesperadamente mostrar o seu talento musical contra a vontade da família. Quando toca a guitarra de seu ídolo, o falecido Ernesto de la Cruz,  desencadeia uma misteriosa cadeia de eventos e vê-se a atravessar a Terra dos Mortos, através de uma ponte maravilhosa feita de pétalas de margaridas, juntamente com o seu leal cão Dante. Encontra o adorável trapaceiro Hector e juntos iniciam uma extraordinária viagem por um mundo colorido e vibrante a fim de descobrirem o segredo por detrás da família de Miguel. "Coco", o filme original que a Pixar vai lançar nos cinemas este ano, poucos meses após a sequela "Carros 3", é descrito pelo realizador Lee Ulrich como uma "carta de amor" ao México. O último filme de Lee Unkrich, que co- realiza "Coco" com o argumentista Adrian Molina, foi o oscarizado "Toy Story 3", já de 2010.

Titulo Original: Coco (EUA, 2017, 90 min)
Realização Lee Unkrich
Vozes: Anthony Gonzalez, Alanna Ubach, Benjamin Bratt, Gael García Bernal, Edward James Olmos, Jaime Camil, Gabriel Iglesias, Alfonso Aráu, Sofía Espinosa
Género: Animação
Estreia em Portugal: 23 de Novembro de 2017
Classificação: M/6

O Principezinho | Jangada Teatro - Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


O Principezinho

Jangada Teatro

Teatro Musical

14 e 15 de dezembro| Quinta 10h30 e 15h00, sexta-feira 15h00 e 21h30| Grande auditório

Entrada: 4 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/3

Duração:  60 min

Quando Antoine de Saint-Exupéry, escritor e ilustrador, apaixonado pela mecânica e pela aviação, escreveu “O Principezinho” estava de longe de prever a força ecuménica da sua obra. Autor de inúmeros artigos sobre a guerra desenvolveu em “O Principezinho” uma narrativa que na sua camada mais profunda exponencia o apreço pela vida. Valores como a perda, a amizade e o amor são apresentados de forma ingénua e simples, mas acessível e desarmante para crianças e adultos. A dramatização da obra de Saint-Exupéry tem sido disseminada um pouco por toda a parte. A presente criação aposta numa dimensão de espetáculo musicado, em que a expressão do texto, além de dito, é também cantado. A música reforçará a leveza poética de uma obra que, rivalizando até com a própria Bíblia, tem sido das mais editadas e representadas em todo o mundo.



Ficha Técnica

Texto | Antoine Saint-Exupéry

Encenação, Adaptação e Espaço Cénico | Xico Alves

Interpretação | Miguel Magalhães, Rita Calatré, Tiago Garrinhas e Vítor Fernandes

Música Original e Interpretação | Paulo Pires

Dramaturgia e Letras | Rita Calatré

Coreografia | Daniela Ferreira

Desenho de Luz e Som | Fernando Oliveira e Fred Meireles

Grafismo | Fedra Santos

Conceção Plástica e Cenografia | Fernando Moreira e Xico Alves

Figurinos | Paula Cabral

"O LAGO DOS CISNES" RUSSIAN CLASSICAL BALLET | Casa das Artes de Famalicão


"O LAGO DOS CISNES"

 RUSSIAN CLASSICAL BALLET

Bailado em dois atos e quatro cenas. Música PYOTR TCHAIKOVSKY Libreto VLADIMIR BEGICHEV e VASILY GELTZER Coreografia MARIUS PETIPA e LEV IVANOV Cenografia RUSSIAN CLASSICAL BALLET Figurinos EVGENIYA BESPALOVA Diretora EVGENIYA BESPALOVA Première 27 de Fevereiro de 1877, no TEATRO BOLSHOI, em Moscovo, Rússia

8 de dezembro| sexta-feira| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 18 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 9 Euros

M/6

Duração: 140 minutos com 20 minutos de intervalo



Frequentemente considerado o epítome dos bailados clássicos, O LAGO DOS CISNES narra um conto de amor, traição e triunfo do bem sobre o mal. Repleto de romantismo e beleza, há mais de um século que este ballet encanta o grande público.

O Lago dos Cisnes é considerado o mais espetacular dos bailados clássicos; a coreografia exige dos bailarinos destreza e aptidão técnica na representação das personagens desta obra, particularmente no confronto do carácter figurativo presente na pureza do Cisne Branco e a intriga manifesta na duplicidade do Cisne Negro, requerendo virtuosismo e dramatismo no desempenho da solista Principal, especialmente nos dois “Grand Pas de Deux”, interpretados na II e III Cena desta obra.

Outro momento de clímax é a encantadora “Danças dos Pequenos Cisnes”.

O prestigio e a notoriedade intemporal alcançados pela obra são motivados pela música inspirada de Pyotr Tchaikovsky, mas também pela coreografia inventiva e expressiva de Marius Petipa que, relacionando o corpo humano com os movimentos de um cisne, revela a sua genialidade, o seu potencial coreográfico e criatividade artística.

Um tema de verdadeira poética romântica, onde o bem triunfa sobre o mal.

Pyotr Tchaikovsky compôs esta obra-prima de forma transcendente; a Suite Op.20 perpetua o nome do compositor. O êxito das suas composições resulta da capacidade de conseguir expressar sentimentos através da linguagem musical, criando melodias intensas e emotivas.

A Russian Classical Ballet apresenta uma produção clássica com elementos cenográficos de um realismo incrível, figurinos manufacturados com detalhes sumptuosos e um leque de melodias encantadoras que compõem esta grande obra-prima do ballet clássico. Um elenco de solistas e artistas irrepreensíveis, liderados por duas Estrelas da Dança Internacional.

Preservar a tradição do Ballet clássico russo. Esta é a missão da Russian Classical Ballet, dirigida por Evgeniya Bespalova, uma companhia composta por um elenco de bailarinos graduados pelas mais conceituadas escolas coreográficas: Moscovo, São Petersburgo, Novosibirsk e Perm; artistas principais em alguns dos mais prestigiados teatros de dança, entre outros, dão corpo a esta companhia que concilia a mestria e experiência de bailarinos Internacionais, com a irreverência de jovens talentos emergentes no panorama da dança clássica.

CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO 2017 | "Um Americano em Paris" de George Gershwin - Orquestra Sinfónica ARTAVE


MUSICA PARA FAMÍLIAS 2017
CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO
"Um Americano em Paris" de George Gershwin
Orquestra Sinfónica ARTAVE
Luís Machado Maestro
3 de dezembro| domingo| 11h30 | Grande Auditório 
Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/4 -Duração: 70 min

ANA BACALHAU - EM NOME PRÓPRIO | Casa das Artes de Famalicão


ANA BACALHAU - EM NOME PRÓPRIO

Ana Bacalhau em a estreia a solo.

Musica

2 de dezembro| sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 10 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros

M/4

Duração: 75 min

"Tenho bichos-carapinteiros. Também são carpinteiros, claro, mas, sobretudo, carapinteiros." Ana Bacalhau anuncia a sua estreia a solo, após uma década a dar voz às canções da Deolinda. "Quando era miúda, ouvia os graúdos a apontar-me o excesso de energia e inquietação e, sem perceber nada de carpintaria, convenci-me que o que me diagnosticavam era um caso bicudo de bichos que cara-pintavam. (...) Houve um dia que pediram um palco para si", diz Ana Bacalhau sobre o chamamento de se lançar em novas direcções, de dar voz a novos autores e às suas próprias composições. “Nome Próprio” é o título do muito aguardado álbum, editado em Outubro de 2017 e assinala, para alegria da sua autêntica legião de fãs, a estreia a solo de uma das mais aclamadas intérpretes portuguesas. Ana Bacalhau prepara-se agora para transportar as novas canções para o palco, com a energia e entrega que se lhe conhecem, prometendo uma extensa digressão que vai passar por todo o país.

PHANERON – AMOR FATI | Exposição de pintura de Raquel Fortes e José António Passos.


PHANERON – AMOR FATI

Exposição de pintura de Raquel Fortes e José António Passos.

2 de dez a 31 de janeiro [foyer]

Inauguração 2 dez às 17h00

Produzir cérebro em decifração ininterrupta, corporificar silêncios etológicos, fender o sensório-motor, transformar o invisível no visível, viver a estética do esquecimento, explorar o improvisado metamórfico, esponjar aventuras existenciais, expressar singularidades, advir nas infinitas variações compositivas da NATUREZA que se reinventa no impensável por meio de múltiplas dimensões do tempo, ampliando campos de possibilidades e desterritorializações dos pontos afectivos entre os planos do caos e as potências afirmativas da diferença: estamos dentro de linhas plásticas em experimentação contínua, de forças cartografantes intensificadoras de mapas semióticos( coexistências a-significantes religa-nos aos ritornelos do acontecimento)! Estranha iluminação dos feixes de forças que agitam as singularizações das perspectivas com os fluxos larvares que deixam passar outros fluxos grávidos de expressões imperceptíveis, entrelaçando sensações nómadas, captadoras de paradoxalidades intempestivas. Phaneron é uma transgeografia dinâmica do aformal, é uma miríade de sentidos tensionados,  é uma transdução de heteronímias, é uma arquitectura de espaços acontecimentais, é um movimento de extrema vitalidade, dançado pelas dobras do FIGURAL e do GEOMETRAL imanentes ao ritmo autopoético da vida! PHANERON arranca as qualidades intensivas não actualizadas, escuta o incomensurável na regerminação do mundo, força o pensamento a pensar o inesperado e o impossível, traça territórios da tragicidade em jubilação, atinge visões inobjectiváveis em devir, arremessa zonas problemáticas, desfaz identidades e representações, constrói topologias em transição. PHANERON é uma potência mutante, uma síntese disjuntiva ritmável que capta as irradiações do acaso com novas enciclopédias( conceitos em fractalização): aqui-agora, os pintores não usam cores mas forças afectivas que são signos indiscerníveis do sensível, sismógrafos contemplativos da interrupção dos instantes que nos fazem acontecer como uma multiplicidade de mónadas, de micropercepções inconscientes( tornámo-nos artistas da nossa própria VIDA, gerámos tempo fora das cronologias, produzimos eternidade)!

Luiz-Strauss Scorza       

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Cinema na Casa das Artes ! Novembro / FILME Kingsman: O Círculo Dourado / FILME Lego Ninjago - O Filme – versão portuguesa / FILME Blade Runner 2049


Cinema na Casa das Artes



4 de novembro | sabado|18h00 e 21h30

Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro

FILME Kingsman: O Círculo Dourado



Título original: Kingsman: The Golden Circle (EUA/Grã-Bretanha, 2017, 141 min.)
Realização: Matthew Vaughn
Interpretação: Taron Egerton, Colin Firth, Mark Strong, Jeff Bridges
Género: Comédia, Acção
Classificação: M/14

Depois da base de operações da Kingsman, em Londres, ser atacada e totalmente destruída, Eggsy — agora um agente em pleno direito – e o seu parceiro Merlin são enviados para os EUA para se juntarem aos Statesman, os seus homólogos norte-americanos. Liderados pelo agente Champ, os dois jovens britânicos vão-se ver obrigados a fazer equipa com Tequila, Ginger e Whiskey, três superagentes com métodos pouco ortodoxos. Agora, para que tudo corra como o esperado, eles têm de encontrar uma forma de superar as diferenças e assim derrotar Poppy, a pouco escrupulosa líder d’ O Círculo Dourado, a organização criminosa responsável pelo ataque aos Kingsman, que se prepara para dominar o mundo… Um filme de acção e aventura que continua a história contada em “Kingsman: Serviços Secretos” (2014), também da autoria de Matthew Vaughn ("Kick-Ass - O Novo Super-Herói", "X-Men: O Início"). O argumento, escrito por Vaughn e Jane Goldman, tem por base a banda desenhada "The Secret Service", criado por Dave Gibbons e Mark Millar. O elenco, de luxo, conta com a participação de Colin Firth, Taron Egerto, Mark Strong, Channing Tatum, Halle Berry, Jeff Bridges, Emily Watson, Pedro Pascal, Poppy Delevingne, Michael Gambon, Julianne Moore e ainda com uma participação especial de Elton John, numa versão ficcionada de si próprio.



11 de novembro| sábado | 15h00 e 18h00

Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro

FILME Lego Ninjago - O Filme – versão portuguesa



Título original: The LEGO Ninjago Movie (EUA / Dinamarca, 2017, 101 min.)
Realização: Charlie Bean, Paul Fisher, Bob Logan
Interpretação: Olivia Munn (Voz), Justin Theroux (Voz), Jackie Chan (Voz)
Género: Animação, Comédia
Classificação: M/6

 Treinados por um sábio mestre ninja, os adolescentes Jay, Kai, Cole, Zane, Nya e Lloyd, têm como missão proteger a cidade de Ninjago de todo o tipo de criminosos. Mas o grande desafio será quando se virem obrigados a enfrentar o terrível Garmadon, um perigoso e egocêntrico vilão que, por infelicidade, é também o verdadeiro pai de Llyod. No entanto, para que isso seja possível, os seis companheiros terão de controlar os seus impulsos, manter-se unidos e seguir rigorosamente os conselhos do seu mentor… Com realização de Charlie Bean, Paul Fisher e Bob Logan, “Lego Ninjago: O Filme” é a nova aventura animada baseada nos brinquedos de construção da LEGO – mais precisamente na linha Lego Ninjago. Na versão original, as vozes são de Dave Franco, Justin Theroux, Fred Armisen, Abii Jacobson, Kumail Nanjiani, Michael Peña, Zach Woods, Olivia Munn e Jackie Chan. Na versão dobrada em português são de Miguel Guilherme, Tomás Wallenstein, Luís Barros, Rodrigo Paganelli, Marta Peneda, Francisco Rebelo de Andrade e Xana Toc Toc, entre outros.

29 de novembro| quarta | 21H30

Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro

FILME Blade Runner 2049



Título original: Blade Runner 2049 (EUA/ Grã-Bretanha / Canadá, 2017, 163 min)
Realização: Denis Villeneuve
Interpretação: Harrison Ford, Ryan Gosling, Ana de Armas, Jared Leto, Mackenzie Davis
Género: Thriller

Trinta anos depois dos eventos do primeiro filme, um novo Blade Runner, o oficial da Polícia de Los Angeles K (Ryan Gosling), desenterra um segredo enterrado desde há muito tempo que tem o potencial de afundar o que resta da sociedade no caos. A descoberta de K leva a uma busca para encontrar Rick Deckard (Harrison Ford) um antigo Blade Runner da Polícia de Los Angeles que está desaparecido há 30 anos.

GUARDAS DO TAJ de Rajiv Joseph Com Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi | Teatro | 23, 24, 25, 26 de novembro na Casa das artes de Famalicão

GUARDAS DO TAJ de Rajiv Joseph
Com Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi
Teatro
23, 24, 25, 26 de novembro| Quinta, Sexta, sábado às 21h30 e domingo às 17h00 | Grande Auditório
Entrada: 18 euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 9 Euros
M/12
Duração: 80 min
Encenação, tradução e idealização Rafael Primot
Com Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi
Produção: Plano 6 e Morente Forte
A curiosidade humana, a prepotência dos poderosos e a amizade entre dois homens são os temas centrais do espetáculo “OS GUARDAS DO TAJ”.
A história, baseada numa das muitas lendas que cercam o Taj Mahal, conduz-nos de uma forma brilhante a explorar a trama e a questionar conceitos como a amizade, a beleza e o dever.
Extremamente cómica e surpreendentemente trágica, a jornada destes dois amigos em “OS GUARDAS DO TAJ” leva-nos a questionar se vale a pena pagar um preço para atingir a perfeição.
Tudo isto, assim como o retrato da arbitrariedade do poder absoluto, torna “OS GUARDAS DO TAJ” um espetáculo fascinante para todos os tipos de plateia.
Encenação, tradução e idealização Rafael Primot

Com Reynaldo Gianecchini e Ricardo Tozzi

Produção: Plano 6 e Morente Forte
A curiosidade humana, a prepotência dos poderosos e a amizade entre dois homens são os temas centrais do espetáculo “OS GUARDAS DO TAJ”.

A história, baseada numa das muitas lendas que cercam o Taj Mahal, conduz-nos de uma forma brilhante a explorar a trama e a questionar conceitos como a amizade, a beleza e o dever.

Extremamente cómica e surpreendentemente trágica, a jornada destes dois amigos em “OS GUARDAS DO TAJ” leva-nos a questionar se vale a pena pagar um preço para atingir a perfeição.

Tudo isto, assim como o retrato da arbitrariedade do poder absoluto, torna “OS GUARDAS DO TAJ” um espetáculo fascinante para todos os tipos de plateia.

UM LIBRETO PARA FICAREM EM CASA SEUS ANORMAIS A partir de Rodrigo García e criação e encenação de Albano Jerónimo. Casa das Artes de Famalicão


UM LIBRETO PARA FICAREM EM CASA SEUS ANORMAIS
A partir de Rodrigo García e criação e encenação de Albano Jerónimo.
Uma coprodução entre o teatronacional21, o Teatro Nacional D. Maria II, a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Municipal do Porto, Projecto Crinabel Teatro,
composição musical / ópera 
17 e18 novembro  sexta-feira e sábado | 21h30 | Grande auditório
Entrada: 10 euros/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 euros
M/14
Duração:  80 min

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Na sua versão original, Tivessem ficado em casa seus anormaisde Rodrigo García, expunha, através de uma linguagem trôpega e violenta, histórias contadas através de um prisma pessoal.
A teatronacional21 parte deste texto, mas não se circunscreve a ele. Cruza um outro imaginário, o de Werner Herzog na sua obra-prima Fitzcarraldo: história de um alemão melómano, que enceta uma empresa de exploração de borracha para gerar lucro que lhe permita realizar o seu sonho, construir um Teatro de Ópera na Amazónia.
Neste espetáculo, Albano Jerónimo mistura estes dois universos para tecer a sua própria ficção: interpretar uma espécie de Fitzcarraldo que procura montar uma ópera em Portugal, na Casa das Artes de V.N.Famalicão . Nela, ensina aos músicos princípios revolucionários, ora para cumprir o seu "sonho" de melómano, ora para instigá-los a revoltarem-se contra a classe política nacional, neste besuntar permanente das palavras de Rodrigo Garcia com a música de Vitor Rua.  

Criando um jogo insolente, a fúria desta ópera combate a seriedade mórbida das máscaras sociais e a cristalização dos "lugares comuns". O "exagero" como medida justa e necessária, revela-nos, por fim, uma arte frágil, inquieta, de reflexão e de combate.

 Ficha Artística

a partir do texto de Rodrigo García
criação e encenação Albano Jerónimo
tradução e assessoria artística John Romão
libreto e adaptação Mickaël de Oliveira
intérpretes / músicos Albano Jerónimo* / Anabela Moreira, Ana Celeste Ferreira, Ana Lopes Gomes, Ana Rosa Teixeira, António Coutinho, António Parra, Carolina Sousa Mendes, Cláudia Lucas Chéu, Eliana Veríssimo, Helena Guerreiro, Joana Onório, Leonor Devlin, Luís Puto, Margarida Antunes, Maria Ladeira, Mickaël de Oliveira, Nuno Reis, Ricardo Gageiro, Rui Fonseca, Sofia Duarte Silva, Solange Freitas, Tiago Duarte, Vitor Rua
bailarinos Francisco Rolo / Gonçalo Andrade
composição musical / ópera Vitor Rua
cenografia e figurinos Tiago Pinhal Costa
execução de cenografia Felipe Dominguez
desenho de luz Rui Monteiro
vídeo OskarGaspar
assistência de encenação Cláudia Lucas Chéu
coordenação de produção Francisco Leone
produção executiva Luís Puto
produção teatronacional21
coprodução TNDM II, Casa das Artes de Famalicão, Crinabel, Teatro Municipal do Porto, Projecto Crinabel Teatro,
M/14

Espetáculo criado com o apoio da República Portuguesa / Cultura, Direção Geral das Artes

Vespa - Solo de Rui Horta na Casa das Artes de Famanlicão


Vespa - Solo de Rui Horta

Dança/ Performance

10 de novembro| sexta-feira| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 8 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros

M/16

Duração: 60 min

"Há coisas que temos dentro da cabeça. Como um zumbido a roer o pensamento". Estas são as primeiras palavras de Vespa, e aquelas que, nem sempre sendo ditas, transportam o mundo interior da criação: uns parênteses, um tempo parado onde cristalizamos e cuspimos o que nos transcende e atormenta, um instante que se expande para um tempo mais vasto.

Quando olho para os últimos meses nem sei bem porque decidi fazer esta obra... Provavelmente porque as coisas mais importantes são também as mais inexplicáveis e as menos racionais.

Tal como um serial killer que se esconde atrás dos seus crimes, também o criador se protege do olhar do público, escondido atrás das suas obras e dos seus intérpretes. A diferença é que este solo aconteceu assim, simplesmente, como uma possibilidade, uma fractal, uma marca fugaz, apenas isso. Um lugar desprotegido e, pelo menos no meu caso, por muito pessoal que seja, não é autobiográfico, não conta o homem e fala de futuro.

Quantos furacões de força 4 e quantos terramotos de grau 7 iremos enfrentar antes de falar das coisas mais simples e dos detalhes mais risíveis? Até Oscar Niemeyer, do alto dos seus 99 anos, e quando confrontado com a pujança da sua obra, apenas nos dirige um olhar cândido e frágil, mais profundo que qualquer palavra.



Coreografia, iluminação, interpretação - Rui Horta

Música original- Tiago Cerqueira

Participação especial - Tomé Galvão Fernandes

Aconselhamento artístico -Tiago Rodrigues, Marlene Monteiro Freitas

Apoio dramatúrgico - Pia Krämer, Mariana Brandão

Direcção técnica - Tiago Coelho

Direcção de produção e difusão- Mariana Brandão

Produção executiva - O Espaço do Tempo

Co-produção

Centro Cultural Vila Flor / Guimarães

Convento São Francisco / Coimbra

Teatro Aveirense / Aveiro

Centro de Arte de Ovar / Ovar

Hellerau Europäisches Zentrum der Künste / Dresden

Residência artística - O Espaço do Tempo

Agradecemos a : DanceXchange & International Dance Festival Birmingham

Concertos Promenade "Um Sopro de Estórias" - Orquestra da EPABI


MUSICA PARA FAMÍLIAS 2017

CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

"Um Sopro de Estórias"

José Martins - Balsamão (narrativa sinfónica para Banda)

Ferrer Ferran - El Quijote (fantasia sinfónica para narrador e banda sinfónica)

Nota: as obras serão narradas por Fernando Landeira, do Teatro das Beiras.

Orquestra da EPABI- Escola Profissional de Arte da Beira Interior (Covilhã)

5 de novembro | domingo| 11h30 | Grande Auditório 

Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/4 -Duração: 70 min

A CASA DAS ARTES organiza em coprodução com a APROARTE - Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2017. Adotando o formato dos Concertos Promenade, aos domingos de manhã, nos meses de abril, maio, junho, novembro e dezembro, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.