sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Fado no Café da Casa | Fadistas - Juliana Dias Ana Pinhal, Guitarra Portuguesa – Miguel Amaral e Viola de Fado – André Teixeira.

Fado no Café da Casa
Musica/ Fado
 7 de dezembro| sexta | 22h00| café concerto
Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros
M/6
Duração: 80 min
Elenco
Fadista, 1ª parte (20min) – Juliana Dias


Fadista, 2ª parte (50min) – Ana Pinhal

Guitarra Portuguesa – Miguel Amaral
Viola de Fado – André Teixeira

Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes irá celebrá-lo-á mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores.

No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO




"Capdeville XXI"- Estreia na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


"Capdeville XXI" Estreia

Teatro-música experimental

uma coprodução da Casa das Artes de Vila Noca de Famalicão com INET-md/Universidade de Aveiro.

4 de dezembro | quarta \ 21h30 | pequeno auditório

Entrada: 2 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 Euros

M/6

Duração:  60 min (15 in intervalo)

CAPDEVILLE XXI

Em linha com correntes estéticas contemporâneas da segunda metade do séc. XX, com foco na inovação artística e performance multidisciplinar, Constança Capdeville deixou um importante legado de obras de teatro musicado. As suas partituras, roteiros, notas, críticas e textos de apoio às obras permitem um olhar mais abrangente sobre as mesmas – os processos de criação e diálogo com as linguagens do teatro e da dança, as referências literárias, as influências estéticas.

A perecibilidade dos suportes de gravação e a fugacidade da possibilidade de testemunho dos participantes levam a que a preservação e consequente continuidade performativa deste tipo de obras já se encontre comprometida; nem “recentes”, nem “antigas”, as obras contemporâneas têm parca presença nos circuitos musicais nacionais.

É neste sentido que surge o projeto “Capdeville XXI”, com o propósito de resgatar do esquecimento uma figura e obras centrais do experimentalismo português, fazendo incidir sobre elas a luz do protagonismo que lhes é devido.

O ponto de partida deste projeto são duas obras paradigmáticas de Capdeville: Double (1982) e Don’t, Juan (1985), ambas performadas apenas duas vezes, agora recriadas por perfomers do Performa Ensemble e do Xperimus Ensemble.



Ficha técnica

Performers: Performa Ensemble (Helena Marinho, Jaroslav Mikus) e Xperimus Ensemble (Patrícia Costa, Alfonso Benetti, Luís Bittencourt, João André Mendes), José Meireles.

Direção artística: Mónica Chambel

Desenho de som: Dinis Silva

Desenho de luz: Emanuel Pereira

Produção: Daniela Santos, Mónica Chambel

Produção institucional e apoios: Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Universidade de Aveiro, projeto “Euterpe unveiled: Women in Portuguese musical creation and interpretation during the 20th and 21st centuries”

Casa das Artes e Envolvente | Dezembro - "ORIZURO " e " Eu é Conto ".


Casa das Artes e Envolvente



A)   Orizuro Estreia

“…aos ninhos onde a música nasce com o movimento e traçam caminhos inesperados povoados de sons e imagens.”

Uma Coprodução da Companhia de Musica Teatral Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

1 e 2 dezembro | Sábado e Domingo| 11h00 e 17h00 |Pequeno Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

Duração aproximada: 45 min

Toda a família.  




Sinopse

“Orizuro” é uma viagem mundo dos pássaros. De todos os pássaros, os reais e os imaginários, os das histórias, da poesia, da música, os que nos convidam a voar, os que cantam connosco. Três intérpretes levam bebés e crianças (e com elas os adultos) aos ninhos onde a música nasce com o movimento e traçam caminhos inesperados povoados de sons e imagens.

O orizuru na cultura tradicional japonesa é um símbolo de felicidade e na segunda metade do século vinte, após a bomba de Hiroshima, tornou-se num ícone do desejo de paz. A ideia de "afinação" tem estado presente em grande parte dos trabalhos da CMT, que tem usado a expressão "tuning people, birds and flowers" para se referir à procura, através da experiência artística, da afinação das pessoas com o que as rodeia. São esses os "pássaros" que Orizuro procurará revelar. Ou construir. Vivemos num tempo que precisa da nossa atenção urgente para a necessidade de preservarmos o mundo em que vivemos. Há muitas formas de o fazer. Ensinar a olhar e escutar de forma poética é certamente uma das que faz falta e deve ser promovida desde que nascemos.



Ficha técnica e artistica

Conceção e Produção: Companhia de Música Teatral

Direção Artística e Música: Paulo Maria Rodrigues

Luz e Co-criação Coreográfica: Pedro Ramos

Visuais e Interactividade: Rodrigo Carvalho

Cenário: Miguel Ferraz

Figurinos: Rita Roberto

Gestão de Recursos Educativos: Helena Rodrigues

Interpretação: Inês Silva, Rita Roberto, António Dente



2 de dezembro ás 18h00 uma conversa elementos do CMT e Profissionais do envolvente s experiencias perceções do projeto orizuro



B) “Eu é que conto”

5 de dezembro – 10h30, Pequeno Auditório Casa das Artes, Agrupamento Padre Benjamim Salgado;

12 de dezembro – 10h30, Pequeno Auditório Casa das Artes, Centro Escolar de Antas.

Entrada:  livre á lotação da Sala

M/6

Duração: 30 min

Uma senhora que colecciona livros sabe-se lá onde, vem para contar uma história. Mas como é muito distraída chega atrasada, acaba por tropeçar em tudo e sem querer entra numa outra dimensão, a da imaginação. Confusa e com outros personagens a invadi-la constrói uma história diferente, divertida e cheia de criatividade. Baseando-se nos contos dos irmãos Grimm e histórias tradicionais portuguesas esta senhora dá-nos um momento de teatro surpreendente.



FICHA ARTÍSTICA

Criação e interpretação Neusa Fangueiro

Apoio à criação e música Rui Alves Leitão

Figurino Cláudia Ribeiro

Costureira Carmo Alves

Cartaz Nuno Lopes

Produção Férti


Manuel Cruz na Casa das Artes de Famalicão.


Manuel Cruz

Com Nico Tricot (voz, flauta transversal, teclados, guitarra), Edú Silva (voz, baixo, teclados) e António Serginho (percussão, teclados).

Musica

1 de dezembro | Sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 12 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros

M/6

Duração: 90 min

Foram várias as paragens que Manel Cruz foi fazendo para assentar os pés e calcar a terra. Algumas delas nos Ornatos Violeta, outras em Pluto, no lugar errático dos SuperNada e, finalmente, no projeto enigmático que foi Foge Foge Bandido, mostrando recortes, vozes e memórias da viagem – desta vez a solo – que havia feito nos últimos 10 anos. Recarregar energias foi na Estação de Serviço, que apresentou em 2015, com melodias que já sabíamos de cor e novas lengalengas e frases soltas que ficámos com vontade de memorizar. Em 2017, Manel Cruz voltou aos concertos, testou as águas para voltar a mergulhar nos discos e nas canções, com uma formação que o inclui no ukulele, no banjo e nos teclados e a outros cúmplices já conhecidos como Nico Tricot (voz, flauta transversal, teclados, guitarra), Edú Silva (voz, baixo, teclados) e António Serginho (percussão, teclados).

Título: «Fernando Pessoa em V. N. de Famalicão» Exposição de ceramica, ilustração, Pintura e fotografia | Organização conjunta da Casa das Artes e da Editora Centro Atlântico,

Título: «Fernando Pessoa em V. N. de Famalicão»
Exposição de ceramica, ilustração, Pintura e fotografia
Centro Atantico e Casa das artes
Numa organização conjunta da Casa das Artes e da Editora Centro Atlântico, estará exposta uma coleção de obras de arte concebidas por escultores, pintores, ilustradores e fotógrafos, sobre a obra de Fernando Pessoa.
Esta Exposição juntará obras de,
- Cerâmica (20) – por Margarida Costa –,
- Ilustração (2) – por Paulo Buchinho –,
- Ilustração (3) – por Mário Linhares –,
- Pintura (2) – por Cristina Troufa –,
- Fotografia (1) – por André Boto –, e
- Fotografia (2) – por Libório Manuel Silva.

Foyer, de 1 de dezembro (Inauguração 16h30) a 31 de janeiro.


quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Casa das Artes | Novembro/ Cinema : filme "Assim Nasce Uma Estrela" de Bardley Cooper e filme "PEDRO E INÊS" de António Ferreira


Cinema Digital na Casa das Artes

Assim Nasce Uma Estrela de Bardley Cooper

7 de Novembro, GA (18h00, 21h30)

 Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro




Assim Nasce uma Estrela tem como protagonista o quatro vezes nomeado para Óscar, Bradley Cooper (O Sniper Americano, Golpada Americana), e a multipremiada cantora e também nomeada para um Óscar Lady Gaga. A estrela pop tem neste filme a sua estreia como protagonista numa longa metragem.  Nesta nova versão da trágica história de amor, Cooper interpreta Jackson Maine, um músico consagrado que descobre – e se apaixona – por Ally (Gaga), uma artista em dificuldades.  Esta tinha desistido de realizar o sonho de ser cantora até que Jack a ajuda a chegar aos grandes palcos e ao estrelato. Mas enquanto a carreira de Ally descola, o lado pessoal da relação de ambos começa a deteriorar-se, ao mesmo tempo que Jack luta contra os seus próprios fantasmas.

Titulo Original: A Star Is Born (EUA, 2018, 135 min)
Realização: Bradley Cooper
Interpretação: Bradley Cooper, Lady Gaga, Sam Elliott, Bonnie Somerville



PEDRO E INÊS de António Ferreira

28 de Novembro, GA (18h00, 21h30)

 Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro




“Pedro e Inês”, a adaptação do romance “A Trança de Inês” de Rosa Lobato de Faria para o cinema, por António Ferreira, tem Diogo Amaral e Joana de Verona como protagonistas. Partindo da história bem conhecida do imaginário coletivo português de Pedro e Inês, o filme expande-se ao longo de duas outras histórias paralelas em épocas diferentes – para além da original de D. Pedro, rei de Portugal no seculo XIV, ‘PEDRO E INÊS’ conta ainda a história de Pedro Bravo, filho de um importante arquiteto do século XXI e a de Pedro Rey, um jovem filho de um líder de uma comunidade rural, a única categoria de indivíduos que está autorizada a reproduzir-se na sociedade de um futuro distópico imaginário. Apesar de a história de Pedro e Inês serem contadas em séculos diferentes com regras familiares e sociais de cada época, o seu destino é comum: o de estarem incondicionalmente apaixonados, mas não poderem viver esse amor.

Titulo Original: Pedro e Inês (Portugal, 2018, 120 min)
Realização António Ferreira
Interpretação: Joana de Verona, Diogo Amaral, Cristovão Campos, Vera Kolodzig, Miguel Monteiro, João Lagarto
Classificação: M/14

Old Jerusalem - Concerto de Apresentação do novo álbum Chapels | Casa das Artes de Famalicão.


Old Jerusalem

Concerto de Apresentação do novo álbum Chapels

Francisco Silva na voz e guitarra acústica.

24 de novembro |Sábado| 23h30 | Café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração:70 min




“Chapels”, o 7º álbum de Old Jerusalem, é uma colecção de canções imediatas e sem adornos. O que se ouve é

praticamente a primeira fixação gravada de cada um dos 10 temas que compõem o disco, em interpretações

ainda intimamente associadas ao processo da sua escrita e deixando a nu os alinhavos de arranjos e as

primeiras sugestões de caminhos melódicos e harmónicos. Pretendeu-se que cada canção veiculasse assim o

seu primeiro ímpeto criativo e a urgência da sua comunicação.

Ante a impraticabilidade de construir “catedrais”, escolhemos com este disco erigir e apresentar canções que

são como “capelas” - coisas modestas e imperfeitas, mas construídas para a interioridade, evocando,

reflectindo e celebrando as grandes fragilidades e pequenas alegrias – e bem assim as pequenas fragilidades e

grandes alegrias – de que todos comungamos por sermos pessoas que hoje vivem.

Old Jerusalem iniciou actividade em meados de 2001, tendo gravado um registo de apresentação em Dezembro desse

ano em conjunto com os Alla Polacca (a demo Old & Alla).

Em Janeiro de 2003 lançou o álbum de estreia, “April”, produzido por Paulo Miranda e editado pela Bor Land. e tem

desde aí mantido actividade regular, entre concertos, edição de novos registos e colaborações com outros artistas.

OLGA RORIZ A meio da noite | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.


OLGA RORIZ

A meio da noite

Dança

24 de Novembro |Sábado| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 10 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros

M/12

Duração: 80 min




Revisita o universo de Ingmar Bergman numa celebração do seu nascimento e da sua obra. A dança o teatro e o cinema à procura de um outro lugar.

A 14 de Julho de 1918 nascia Ingmar Bergman. Poucos realizadores conseguiram encontrar profundidade no interior do ser humano. Os seus sonhos cheios de pesadelos foram a base inspiradora de muitos dos seus filmes, onde nos quais espaço e tempo se desvanecem do real. A impossibilidade de comunicação, a religião e a morte são as temáticas mais obsessivas de Bergman. No entanto, o que é mais importante na vida do realizador é a comunicação que conseguimos com outros seres humanos: sem isso estaríamos mortos. A redenção, por vezes, aparenta ser o amor, mas sempre que as personagens parecem perceber isso, a luz é retirada do ecrã. Apesar de lhe interessar qualquer ser humano, seja homem ou mulher, Bergman não esconde gostar mais de trabalhar com mulheres, afirmando que são melhores atrizes, talvez porque têm uma relação mais aberta com a sua reflexão. A verdade é que as mulheres de Bergman não são um mito, elas existem em todo o seu esplendor e complexidade. As referências são esmagadoras, tanto na quantidade como na dificuldade de análise e interpretação de cada personagem. É nessa visão do realizador que nos iremos inspirar, nesses homens e mulheres assustadoramente reais, na solidão em luta constante com o interior.

A meio da noite, sendo um espetáculo que se propõe abordar a temática existencialista do encenador e cineasta Ingmar Bergman, é simultaneamente uma peça sobre o processo de criação numa procura incessante de si próprio e dos outros.

Sete intérpretes encontram-se para partilhar as suas pesquisas sobre a obra do realizador e criarem, coletiva ou individualmente, cenas que possam integrar um futuro espetáculo.

À volta de uma mesa/ilha, fecham-se nos seus pensamentos, mergulhados nos computadores, nos livros, nos vídeos. Tudo nasce desse huis clos de criação: o som, a luz, as imagens, as ações e contradições, dramas, pesadelos e fantasmas. As camadas de representação acumulam-se, criando tramas dramatúrgicas onde se mistura a mentira com a verdade dos factos.

A meio da noite é uma profunda homenagem a Ingmar Bergman, aos atores dos seus filmes e aos intérpretes desta Companhia.

Olga Roriz

Ficha artística e técnica

Direção Olga Roriz

Intérpretes André de Campos, Beatriz Dias, Bruno Alexandre, Bruno Alves, Catarina Câmara, Francisco Rolo, Lígia Soares ou Rita Calçada Bastos

Banda Sonora Johann Sebastian Bach, Erik Satie, Primal Scream, Michelle Gurevich, Franz Schubert, Frédéric Chopin, Piotr Ilitch Tchaikovsky, Richard Wagner, Dolf van der Linden, Erhard Bauschke, Giovanni Fusco, Jefferson Airplane, excertos sonoros do filme Metropolis (1927) de Fritz Lang, Persona (1966) de Ingmar Bergman e entrevista a Ingmar Bergman

Seleção musical Olga Roriz, João Rapozo e intérpretes

Cenografia e figurinos Olga Roriz e Ana Vaz

Desenho de luz Cristina Piedade

Vídeo Olga Roriz e João Rapozo

Desenho de som Sérgio Milhano

Apoio dramatúrgico Rita Calçada Bastos

Apoio Vocal João Henriques

Tradução e elocução em Sueco Birte Lundwall

Assistente de ensaios Ricardo Domingos

Assistente de cenografia e figurinos Rita Osório

Fotografia Alípio Padilha

Montagem gráfica Paulo Teixeira

Pós-produção áudio e vídeo João Rapozo

Montagem e operação de luz Contrapeso

Montagem e operação de som Ponto Zurca

Companhia Olga Roriz

Direção Olga Roriz

Produção e digressões António Quadros Ferro

Gestão Patrícia Soares

FOR Dance Theatre e Residências Lina Santos



Coprodução/co-produced by Companhia Olga Roriz, Teatro Municipal de Bragança, Teatro Municipal de Vila Real, TNSJ

BAIXA TERAPIA \ Casa das Artes de Vila nova de Famalicão. Com António Fagundes, Mara Carvalho, Fábio Espósito, Alexandra Martins, Bruno Fagundes, Ilana Kaplan



BAIXA TERAPIA

Uma Comedia no Divã

Elenco | António Fagundes, Mara Carvalho, Fábio Espósito, Alexandra Martins, Bruno Fagundes, Ilana Kaplan

15,16,17 nov Quinta a sábado - 21h30 / 18 nov. | domingo - 17h00 | Grande auditório

Entrada: 20 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 10 Euros

M/12

Duração: 90 min

SINOPSE

Três casais que não se conhecem encontram-se inesperadamente no consultório da psico-terapeuta que os acompanha para uma habitual sessão. Mas desta vez, para espanto de todos, ela não está presente. A terapeuta deixou tudo preparado para a chegada dos casais – um pequeno bar onde não falta whisky e vários envelopes com instruções de como em conjunto deverão conduzir a sessão sem a sua presença. Esse é o objectivo: uma sessão sem o acompanhando da terapeuta, onde todas as questões são resolvidas em grupo. Cada envelope traz uma situação mais engenhosa que a outra o que acaba por transformar a sessão num caos hilariante. “Baixa Terapia” é uma comédia envolvente que conduz o público a um final surpreendente.

GISELA JOÃO na Casa das Artes Famalicão

GISELA JOÃO

Fado

9 de novembro | sexta-feira | 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 15 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 7,5 Euros

M/6

Duração: 120 min

Uma das vozes arrebatadoras do panorama do fado, Gisela João é já uma figura central e uma das mais importantes intérpretes da música portuguesa da actualidade, tendo já sido laureada com inúmeros prémios, com destaque para os prémios Blitz, Time Out, Expresso e o Globo de Ouro para Melhor Intérprete Nacional. 

A constante presença de Gisela em palcos nacionais e internacionais, bem como as suas actuações electrizantes, foram determinantes para consagrar Gisela João entre os demais intérpretes e gigantes da música portuguesa, apresentando um Fado contemporâneo sem desvios nem artifícios, que parte duma formação tradicional e mergulha na sua génese, reencontra a sua autenticidade, questiona os seus excessos e maneirismos, para se tornar por fim, incrivelmente genuíno.

Miguel Esteves Cardoso disse: “Amália Rodrigues foi a grande fadista do século XX. (…) Sei e sinto, com a mesma força, que Gisela João é a grande fadista do século XXI.” E quem somos nós para o negar?

Festival do Fado 2018 5º Festival de Fado de Vila Nova Famalicão / Casa das Artes


Festival do Fado 2018

5º Festival de Fado de Vila Nova Famalicão / Casa das Artes

Concurso de Fado Amador

Concerto dos finalistas selecionados na audição do dia 29 outubro

- 8 de novembro |quinta | 21h30| Café Concerto

Entrada: Entrada Livre

M/6

Duração: 120 min



- GISELA JOÃO

Fado

9 de novembro | sexta-feira | 21h30| Grande Auditório 

"Orizuro" Estreia | Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Musica Teatral


A)   Orizuro  Estreia

“…aos ninhos onde a música nasce com o movimento e traçam caminhos inesperados povoados de sons e imagens.”

Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Musica Teatral

30 novembro | sexta-feira | 10h30 14h30 - Entrada gratuita à lotação da Sala secção para escolas | Pequeno Auditório

1e 2 dezembro | Sábado e Domingo| 11h00 e 17h00 |Pequeno Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

Duração aproximada: 45 min

Toda a família.  




Sinopse

“Orizuro” é uma viagem mundo dos pássaros. De todos os pássaros, os reais e os imaginários, os das histórias, da poesia, da música, os que nos convidam a voar, os que cantam connosco. Três intérpretes levam bebés e crianças (e com elas os adultos) aos ninhos onde a música nasce com o movimento e traçam caminhos inesperados povoados de sons e imagens.

O orizuru na cultura tradicional japonesa é um símbolo de felicidade e na segunda metade do século vinte, após a bomba de Hiroshima, tornou-se num ícone do desejo de paz. A ideia de "afinação" tem estado presente em grande parte dos trabalhos da CMT, que tem usado a expressão "tuning people, birds and flowers" para se referir à procura, através da experiência artística, da afinação das pessoas com o que as rodeia. São esses os "pássaros" que Orizuro procurará revelar. Ou construir. Vivemos num tempo que precisa da nossa atenção urgente para a necessidade de preservarmos o mundo em que vivemos. Há muitas formas de o fazer. Ensinar a olhar e escutar de forma poética é certamente uma das que faz falta e deve ser promovida desde que nascemos.



Ficha técnica e artistica

Conceção e Produção: Companhia de Música Teatral

Direção Artística e Música: Paulo Maria Rodrigues

Luz e Co-criação Coreográfica: Pedro Ramos

Visuais e Interactividade: Rodrigo Carvalho

Cenário: Miguel Ferraz

Figurinos: Rita Roberto

Gestão de Recursos Educativos: Helena Rodrigues

Interpretação: Inês Silva, Rita Roberto, António Dente

“Espreitar o Teatro em Família” | Casa das Artes de Famalicão.


“Espreitar o Teatro em Família”

Traga os seus filhos, pais, avós e amigos e passe uma manhã animada e descontraída. Venha conhecer a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão: percorra todas as áreas da Casa das Artes, mesmo aquelas às quais só os artistas tem acesso, vislumbre a exposição do Foyer da Casa das Artes. Ouça as histórias mais caricatas e entusiastas desta “aventura artística”, deste espaço artístico e cultural que celebra no presente ano o seu décimo quinto aniversário.

DOM 25 de novembro 2018

Sessões: 11h00

Local - Casa das Artes

“Eu é que conto” | Casa das Artes de Envolvente - Novembro.


“Eu é que conto”



15 de novembro – JI de Sapugal, Ribeirão às 10h30

28 de novembro – Creche da Lage, Calendário às 10h30

Entrada:  livre á lotação da Sala

M/6

Duração: 30 min

Uma senhora que colecciona livros sabe-se lá onde, vem para contar uma história. Mas como é muito distraída chega atrasada, acaba por tropeçar em tudo e sem querer entra numa outra dimensão, a da imaginação. Confusa e com outros personagens a invadi-la constrói uma história diferente, divertida e cheia de criatividade. Baseando-se nos contos dos irmãos Grimm e histórias tradicionais portuguesas esta senhora dá-nos um momento de teatro surpreendente.



FICHA ARTÍSTICA

Criação e interpretação Neusa Fangueiro

Apoio à criação e música Rui Alves Leitão

Figurino Cláudia Ribeiro

Costureira Carmo Alves

Cartaz Nuno Lopes

Produção Fértil

PaPI - Opus 8 Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Musica Teatral - Casa das Artes e Envolvente- Novembro


PaPI - Opus 8

Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Musica Teatral

Apresentações em:

- 5 Novembro: Centro Escolar de Ribeirão, 10h30 e 14h30;

- 6 Novembro: Centro Escolar de Joane, 10h30 e 14h30;

- 7 Novembro: Centro Escolar de Telhado, 10h30 e 14h30;

- 8 Novembro: JI Gondifelos, 10h30 e 14h30;

- 9 Novembro : Casa das Artes -10h30  e 15h00



PaPI-Opus 8 é filho de Orizuro. Voa por creches e jardins-de-infância porque é lá que encontra os meninos e as meninas com quem gosta de brincar. É ágil e colorido. Canta e viaja ao sabor dos sons e do movimento. A sua chegada é anunciada e a sua visita deixa vontade de o voltar a ver, mais tarde, mais crescido, mas sempre pronto a brincar.

Ficha técnica e artistica

Conceção e Produção: Companhia de Música Teatral

Direção Artística e Música: Paulo Maria Rodrigues

Cenário: Miguel Ferraz

Figurinos: Rita Robert?

Gestão de Recursos Educativos: Helena Rodrigues

Interpretação: Inês Silva

Público e Lotação: Salas de creche ou de jardim-de-infância com bebés ou crianças com idades compreendidas entre os zero e os seis anos de idade acompanhadas dos respetivos profissionais de educação.

Duração- Áprox 30 min

Entrada:  livre á lotação da Sala

3º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO | Música Portuguesa para Orquestra de Sopros - Orquestra de Sopros da EPABI,


MUSICA PARA FAMÍLIAS 2018

3º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

Música Portuguesa para Orquestra de Sopros

Orquestra de Sopros da EPABI,

Maestro Francisco Luís Vieira| Apresentação de Jorge Castro Ribeiro

4 de novembro| domingo| 11h30 | Grande Auditório 

Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/4 -Duração: 70 min



Programa

José Santos Rosa | Rapsódia Ligeira

Duarte Pestana | Arco-íris

Frederico de Freitas | A Severa

Conversas de Esquina / Estreia - Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

Conversas de Esquina Estreia

Texto e encenação Rui Alves Leitão com Interpretação de Neusa Fangueiro e Tanya Ruivo

Co-produção Fértil Cultural, Casa das Artes de Famalicão e Teatro Diogo Bernardes

Teatro

2 e 3 de novembro | 6.ª feira e Sábado | 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 8 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros

M/12

Duração: 90 min



SINOPSE

Num espaço e num tempo comum duas mulheres encontram-se e conversam. Que conversas são essas?

Quantas vezes se encontram? E têm sempre conversa?

No ponto onde duas vias se intersectam, estas duas mulheres intersectam as suas vidas tendo sempre uma conversa pronta na ponta da língua. Diálogos em catadupa sem propósito premeditado, mas com o propósito de se esclarecerem sobre o que as rodeia.

A esquina serve de metáfora ao espaço onde tantas conversas acontecem.







FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA

Texto e encenação Rui Alves Leitão

Interpretação Neusa Fangueiro e Tanya Ruivo

Cenografia e figurinos Carlos Neves

Desenho de luz Paulo Neto

Técnico de Luz César Cardoso

Produção executiva Cristiana Morais

Fotografia Margarida Ribeiro

Vídeo Rúben Marques

Co-produção Fértil Cultural, Casa das Artes de Famalicão e Teatro Diogo Bernardes

Apoio Enif

Estrutura financiada pela Direção Geral das Artes/ Mistério da Cultura/ República Portuguesa

BENJAMIM quarteto | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão,


BENJAMIM quarteto

27 de outubro | Sábado |23h30 | Café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1.5 Euros

M/6

Duração: 70 min




O escritor de canções que passou quatro anos radicado em Londres voltou para Portugal em 2013 para compor “Auto Rádio”, um trabalho em busca das histórias que não existem em mais parte nenhuma do mundo. Ainda antes do lançamento em Setembro de 2015, Benjamim percorreu o país de norte a sul para apresentar as músicas numa digressão de 33 datas seguidas ao volante da sua Volkswagen. “Auto Rádio” foi considerado melhor álbum do ano em vários meios de comunicação social.

O músico editou no final de 2017 o disco “1986”. Fruto de uma parceria com o britânico Barnaby Keen, trata-se de um exercício de reciprocidade e partilha em oito canções intercaladas, separadas pela língua e unidas pelo contexto. A estreia ao vivo teve lugar no Festival Músicas do Mundo de Sines. “Dança com os Tubarões” e “Terra Firme” são dois dos novos temas e têm merecido grande destaque nas rádios nacionais.

Do currículo de Benjamim, destacam-se os concertos no Festival Bons Sons (Cem Soldos), Noites na Nora (Serpa), Festival Para Gente Sentada (Braga), NOS em D’Bandada (Porto), Vodafone Mexefest (Lisboa) Mini Primavera Sound (Porto), Super Bock Super Rock (Lisboa), Festins (Alcains), NOS Alive (Oeiras) e EDP Cool Jazz Fest (Cascais).

VENENO - ESTREIA / Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

VENENO - ESTREIA
Texto de Cláudia Lucas Chéu com Direcção e Interpretação de Albano Jerónimo.
Produção Teatronacional21 numa co-produção com Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Viriato, Centro de Arte de Ovar
Conversa de artistas aberta ao público após o espetáculo.
Teatro
26 e 27 de outubro | sexta e Sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/16
Duração: 90 min




O amor é mais frio que o capital. René Pollesch

Sinopse

Veneno foi escrito a partir de narrativas factuais verídicas, recolhidas num universo cosmopolita contemporâneo. 51% da população mundial encontra-se, neste momento, a viver em espaços urbanos – por razões económicas, melhoria das condições de vida, oferta de trabalho, entre outras.

Veneno é, também, um texto centrado na ideia da decadência da família no contexto suburbano. Se a família é o paradigma ancestral daquilo que deve ser um governo, ambos manifestam, atualmente, a ideia de crise. Crise esta que, na génese etimológica, significa separar, dividir. 

A narrativa foca-se nas circunstâncias, e consequências trágicas, de um pai recentemente desempregado e falido que decide sequestrar os três filhos – depois de assassinar a mulher e o seu amante. O pai os filhos convivem, então, num espaço exíguo e em condições precárias. Todo o discurso do pai é construído em torno da incapacidade de aceitação do real, tornando o seu discurso num delírio verosímil sobre a sociedade, a família, a política, e também sobre o amor; a falência do mundo interior e exterior.

O pai exerce poder e violência através da linguagem vernacular e os filhos (3 crianças) expressam-se por intermédio do canto lírico. Acontecem, assim, dois universos diferentes e incomunicáveis: o do subúrbio e o da aristocracia. Reúne características simultaneamente horríficas, cómicas e abjetas, mostrando o homem na sua expressão mais grotesca – entre o horror e o humor.

Veneno aborda fundamentalmente as consequências da falência social e a extinção da entidade família.



O percurso do texto

Veneno foi escrito em 2015 e publicado num volume com peças de vários autores – Curtas da Nova Dramaturgia, Memória, Edições Guilhotina, 2016. Ainda em 2016, foi um dos textos selecionado, em representação do Comité Português, para o EURODRAM – Rede Europeia de Tradução Teatral. Encontra-se traduzido em inglês e francês.





Ficha Artística

Texto // Cláudia Lucas Chéu

Apoio à Dramaturgia // Mickael de Oliveira

Direcção  // Albano Jerónimo

Interpretação // Albano Jerónimo | Luís Puto

Participação Especial // Leonor Devlin

Concepção Plástica // António MV

Desenho de Luz // Rui Monteiro

Direcção de Produção // Francisco Leone

Produção Executiva // Luís Puto