sábado, 27 de janeiro de 2018

Miguel Ângelo Quarteto Jazz / Casa das Artes de Famalicão

Miguel Ângelo Quarteto Jazz
Miguel Ângelo/Contrabaixo e Composição, João Guimarães/Sax Alto, Joaquim Rodrigues/Piano, Marcos Cavaleiro/ Bateria.
Musica/jazz
3 de fevereiro| sábado | 23h00| Grande Auditório
Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros
M/6
Duração: 70 min

Miguel Ângelo que, recentemente, lançou o seu disco a solo «I think I'm going to eat dessert», volta à sua formação original em quarteto para apresentar o seu segundo álbum "A VIDA DE X", constituído por dez composições inspiradas em personagens fictícias ou em histórias imaginárias ou reais a que o quarteto deu vida e espera que cada ouvinte crie a sua própria visão e, desta forma, ganhe uma nova vida. 
"A VIDA DE X" não é uma simples vida, é um emaranhado delas!...
«This is an album that beguiles gradually rather than being an instant infatuation. It is like the friend you feel comfortable with, who is unobtrusive yet steadfast, and whose worth is proven over time. Those are the people to keep close, and this is an album to value—great stuff.» @ AllAboutJazz by Phil Barnes

«...Miguel Ângelo assina dez temas com personalidade bem definida... o contrabaixista segue as linhas que já tinha exposto no disco de estreia, Branco - uma música franca, directa e intensa.» @ 
Publico.pt by Nuno Catarino
"A VIDA DE X" foi eleito pelo crítico Phil Barnes e pela revista Jazz.pt como um dos melhores discos de Jazz de 2016.

Ópera | ‘Rita’ de Donizetti na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


Ópera ‘Rita’ de Donizetti

Versão para Canto e Piano

Com encenação do Antonio Durães e interpretação/canto de Sara Braga Simões, Mário João Alves, Job Tomé e Ángel González no Piano.

3 de fevereiro| sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 8 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros

M/6

Duração: 60 min

Elenco:

Rita: Sara Braga Simões

Beppe:   Mário João Alves

Gasparo: Job Tomé

Piano: Ángel González



Ficha técnica:

Encenação: António Durães

Desenho de Luz: Nuno Almeida

Adaptação dos textos: Mário João Alves



Diálogos falados em português;

Legendada em Português;

Cantada em italiano (língua original);




Sinopse:

Rita mostra-se feliz na sua pequena pensão, onde é, simultaneamente, “rainha e rei”… é ela quem manda, fazendo gato e sapato do seu marido Beppe. Rita recorda as tragédias sucessivas que viveu antes de atingir a felicidade: o incêndio - que lhe destruiu a casa e a aldeia onde vivia - e o naufrágio que a tornou viúva mas que a livrou de um marido severo, que lhe batia. Agora é ela quem bate no seu segundo marido, pelo menos uma vez por semana, só para evitar passar pela mesma situação.

Rita enche Beppe de mimos, e este vê no súbito bom humor da mulher uma oportunidade para lhe contar que partiu uma taça antiga. Mas Rita bate-lhe e retira-se, furiosa.

Entretanto, chega um hóspede à pensão – Gasparo, que diz ter chegado à cidade para conseguir a certidão de óbito da primeira mulher, que morreu há uns anos atrás num incêndio, para poder casar novamente. Beppe tenta, em vão, esconder a cara ainda vermelha da estalada que apanhou de Rita. Gasparo ri-se ao perceber que foi a mulher que lhe bateu. Este explica a Beppe o seu método infalível para um casamento harmonioso: 'Bater e amar’.

Enquanto Beppe trata dos documentos e registo do novo hóspede, Rita e Gasparo reconhecem-se mas tentam disfarçar. Beppe, identifica o nome de Gasparo nos documentos e conclui que este se trata do primeiro marido de Rita. Esperançoso, vê na situação uma forma de fugir aos maus tratos da mulher. 

Nem Gasparo nem Beppe querem ficar com a Rita e acabam por concordar decidir tudo disputando um jogo: quem vencer terá de ficar com ela. Os dois empenham-se afincadamente para perder mas Gasparo acaba por sair vencedor.

Beppe celebra a sua derrota efusivamente e mostra-se feliz por se ver livre das surras de Rita. Esta tem medo de voltar a ser vítima dos maus tratos do primeiro marido e finge não o reconhecer.

Beppe prepara-se para sair de casa mas Rita impede-o. Gasparo inventa uma artimanha para saírem do impasse: diz a Beppe para o desafiar e insultar. Rita surpreende-se com a repentina 'mudança' de comportamento de Beppe. Gasparo finge ter perdido a mobilidade do braço direito num acidente. Desta forma, Rita conclui que talvez seja melhor voltar para Gasparo. Esta acaba por entregar ao seu primeiro marido a certidão de casamento. Dessa forma, Gasparo já tem o que precisava - a única prova de que o casamento dos dois existiu - e despede-se dos dois. Rita e Beppe ficam incrédulos quando percebem que foram enganados. Beppe e Gasparo acabam por se envolver numa discussão. Mas Beppe impõe-se e, seguro de si, diz que será ele a ficar com Rita, porque, afinal de contas, gosta dela. Gasparo fica felicíssimo com a resolução de Beppe. Este pede-lhe conselhos quanto ao método de 'Bater e amar. Temendo voltar a ser vítima de maus tratos - agora de Beppe - Rita convence-o a fazer um pacto de paz.

Exposição DE DESENHO E PINTURA ALUNOS DO CURSO DE DESENHO E PINTURA D'A CASA AO LADO - CENTRO ARTÍSTICO / Fevereiro e Março - Casa das Artes de Famalicão


Exposição DE DESENHO E PINTURA ALUNOS DO CURSO DE DESENHO E PINTURA D'A CASA AO LADO - CENTRO ARTÍSTICO

3 de fev a 31 de março [foyer]

Inauguração 3 dez às 16h00

 Título: O Anzol

 A exposição patente capta o ponto de vista de diferentes autores tendo como referência o Anzol, seja como imagem ou conceito.

Os diversos resultados são o culminar do Projecto final de ano 2016-17 dos alunos do curso de Desenho e Pintura d'A Casa ao Lado - Centro Artístico.

Os alunos tiveram um tema e suporte em comum, sendo o tema o Anzol, e o suporte tela 92 x 120 cm.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Cinema | Episódio 2.1 / CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão | Janeiro 2018 - Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão 

Entrada: 2 euros / Cartão quadrilátero: 1 euro / Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

Episódio 2.1 – 26 e 27 de Janeiro

De 14 a 21 de Outubro, em vários espaços da Casa das Artes, projectou-se o segundo episódio do CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão, com 40 sessões de cinema contemporâneo e com trilhos pela história do Cinema, sob o mote da Viagem, incluindo filmes-concerto em estreia, filmes comentados (por realizadores, jornalistas, investigadores e programadores), sessões especiais, filmes e workshops para escolas e para famílias (ver www.closeup.pt).

Nos dias 26 e 27 de Janeiro, apresentamos a primeira réplica do segundo episódio, com o mote da viagem a organizar um conjunto de cinco sessões:

(1) para o público escolar, a viagem animada de um rapaz que procura o pai – O Menino e o Mundo, para alunos do 1.º e 2.º ciclos; Peregrinação, filme de João Botelho recentemente estreado, adapta livremente a obra de Fernão Mendes Pinto, narração incontornável das viagens feitas pelos portugueses ao Oriente durante o século XVI, a exibir para alunos do 3.º ciclo e do secundário;

(2) além da exibição na noite de 6.ª feira de Peregrinação de João Botelho, o público geral poderá assistir a uma sessão dupla na tarde de sábado, com dois filmes retirados da secção Tempo de Viagem: O Sabor da Cereja, reposição em cópia digital de uma das obras máximas de Abbas Kiarostami na passagem do 20.º aniversário da estreia do filme, e Dersu Uzala – A Águia da Estepe, Óscar de Melhor Filme Estrangeiro em plena Guerra Fria, numa incursão do japonês Akira Kurosawa pela União Soviética, que nos deu um dos mais belos filmes sobre a amizade de dois homens, a sua relação com a natureza e o poder fílmico da paisagem.

O Menino e o Mundo de Alê Abreu - sessão para escolas (1.º e 2.º ciclos)

26 de Janeiro | 6.ª feira |10h00 | Grande Auditório


Um menino abandona a sua aldeia para procurar o seu pai, descobrindo um mundo dominado por seres estranhos e fantásticos. Uma animação extraordinária, com várias técnicas artísticas (lápis de cor, giz de cera, colagem e aguarela), que retrata as questões do mundo moderno através do olhar de uma criança. A realização é do brasileiro Alê Abreu ("Garoto Cósmico") que, com este filme, se viu nomeado para um Óscar da Academia, na categoria de Melhor Filme de Animação.

Título Original: O Menino e o Mundo (Animação, Brasil, 2013, 80 min.)
Realização: Alê Abreu
com (vozes): Vinicius Garcia, Felipe Zilse, Lu Horta, Marco Aurélio Campos
Classificação: M/6



Peregrinação de João Botelho (com a presença do realizador)

26 de Janeiro | 6.ª feira |15h00 | Grande Auditório_ sessão para escolas (3.º ciclo e secundário)

26 de Janeiro | 6.ª feira |21h30 | Grande Auditório



Escrito no século XVI ao longo de nove anos, mas só publicado em meados do século XVII, o livro PEREGRINAÇÃO, de Fernão Mendes Pinto é um romance inigualável, o relato extraordinário de uma das maiores aventuras do Homem. A partir de excertos do livro, de episódios provados e de outros possíveis da vida e da obra do escritor aventureiro – “Quando a lenda se torna um facto, imprima-se a lenda!”, gritava o grande John Ford – este será um filme de aventuras, literário e uma epopeia musical.


Título Original: Peregrinação ( Ficção, Portugal, 2017, 105 min)
Realização: João Botelho
Interpretação: Jani Zhao, Catarina Wallenstein, Rui Morisson, Cláudio da Silva
Classificação: M/12


O Sabor da Cereja de Abbas Kiarostami

27 de Janeiro | Sábado |15h00 | Pequeno Auditório

"O Sabor da Cereja" foi o filme que trouxe ao cineasta iraniano Abbas Kiarostami a Palma de Ouro de Cannes em 1997. "O Sabor da Cereja" é um filme simples e sereno, com algum humor sobre um assunto emocionalmente complexo. A figura central da história é Badii (Homayoun Ershadi), um homem de meia-idade que guia um Range Rover pelas ruas de Teerão em busca de um candidato para um trabalho invulgar. Badii planeia o seu suicídio e procura alguém que o possa ajudar. Um tratamento subtil do suicídio, um tema que por si só divide opiniões totalmente proibido no mundo islâmico.

Título Original: Ta'm e guilass ( Ficção, Irão, 1997, 95 min)
Realização: Abbas Kiarostami
Interpretação: Homayoun Ershadi, Abdolrahman Bagheri, Afshin Khorshid Bakhtiari
Classificação: M/12


Dersu Uzala de Akira Kurosawa

27 de Janeiro | Sábado |17h00 | Pequeno Auditório



A história é sobre um explorador russo, Vladimir Arseniev (Yuri Solomin) que, no início do século XX, durante uma expedição à Sibéria, com o objectivo de fazer um levantamento topográfico da região, encontra e torna-se amigo de Dersu Uzala (Maksim Munzuk), uma espécie de homem-gnomo que conhece aquelas florestas como ninguém e que lhe servirá de guia. "Dersu Uzala - A Águia da Estepe" coloca dois homens em harmonia um com o outro e com a natureza (a ecologia é umas das mensagens do filme de Kurosawa). Óscar de Melhor Filme Estrangeiro em plena Guerra Fria, este filme soviético assinado pelo japonês Akira Kurosawa ("Os Sete Samurais", "Rapsódia em Agosto", "Ainda Não!") é imperdível.



Título Original: Dersu Uzala( Ficção, Federação Russa, 1975, 140 min)
Realização: Akira Kurosawa
Interpretação: Maksim Munzuk, Yuriy Solomin, Mikhail Bychkov
Classificação: M/12



Cinema na Casa das Artes

RODA GIGANTE de Woody Allen

12 de Janeiro |6.ª feira|21h30 | Grande Auditório

Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro



O filme segue quatro personagens cujas vidas se cruzam no meio da agitação do Parque de Diversões de Coney Island, na década de 1950: Ginny (Kate Winslet), uma emocionalmente volátil ex-atriz que trabalha agora como empregada de mesa numa marisqueira; Humpty (Jim Belushi), o severo marido de Ginny e operador de carrossel; Mickey (Justin Timberlake), um jovem e bonito nadador-salvador que sonha ser dramaturgo; e Carolina (Juno Temple), a filha de Humpty, que se esconde de gangsters no apartamento do pai. Poeticamente fotografado por Vittorio Storaro, RODA GIGANTE é uma poderosa e dramática história de paixão, violência e traição que assinala o regresso de Woody Allen à sua Nova Iorque.

Titulo Original: Wonder Wheel (EUA, 2017, 100 min)
Realização: Woody Allen
Interpretação: Kate Winslet, Juno Temple, Justin Timberlake, Jim Belushi.

Casa das Artes e Envolvente | janeiro 2018


Casa das Artes e Envolvente

 Pedro e o Lobo

Musical com Marionetas

10 janeiro às 10h30 – Escola EB de Barranhas, Vilarinho das Cambas;

17 janeiro às 10h30 – Salão Polivalente de Cavalões, Cavalões.

Entrada:  livre á lotação da Sala

M/4

Duração: 50 min

Pedro era um brincalhão, só fazia asneiras. Não respeitava nada nem ninguém, chegando a enganar o seu melhor amigo, o bode velho. Um dia, enquanto guardava as ovelhas na serra, pôsse a gritar: – Lobo! Lobo! Lobo! – A aldeia em peso foi em seu socorro. Mas, não viram qualquer animal. Pedro fica a rir-se por tê-los enganado. Na semana seguinte, repetiu-se a cena e, como uma vez mais, não havia lobo nenhum, os aldeãos foram-se embora chateados com a brincadeira de Pedro. Passados tempos, aparece na serra um lobo. Este lobo, bem-falante, seduz o rebanho, explicando que é um lobo solitário, em vias de extinção e de como as alterações na natureza o empurraram para longe do seu habitat natural. Pedro, não encontrando o rebanho, grita aflito por socorro, ao qual ninguém acode.



Texto e Encenação | Luiz Oliveira

Interpretação | Luiz Oliveira; Rita Calatré; Vítor Fernandes

Música Original e Pianista | Rui Souza

Bonifrates e Figurinos | Susana Morais

Coreografia | Daniela Ferreira

Cenografia | Xico Alves

Grafismo | Fedra Santos

Desenho de Luz | FM e Fernando Oliveira

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Sandro Norton solo "Percussive Relfection" | Casa das Artes de Famalicão


Sandro Norton solo "Percussive Relfection"
Musica/ Guitarra solo
27 de janeiro| sábado | 23h30| café concerto
Entrada:  3 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros
M/3
Duração:  60 min


Sandro Norton nasceu no Porto a 9 de Dezembro
de 1978. Cedo mostrou as suas aptidões musicais
e desenvolveu um interesse especial pela
guitarra. Iniciou os seus estudos com o guitarrista
Aires Ramos, que complementou frequentando a
Escola de Música Óscar da Silva, em Matosinhos.
Em Setembro de 2000 segue para Londres onde
frequenta a London College of Music, da
Universidade Thames Valley. Em 2003 termina a
Licenciatura em “Popular Music Performance” e,
em 2004, conclui, com mérito, o Mestrado em
“Composição/Music Performance”. Durante o seu
percurso académico estudou, entre outros, com
Mike Outram, Shaun Baxter, Ian Scott (Beach
Boys), Phillip Mead (George Crumb), Dave Cliff
(Lee Konitz), Eddie Harvey (Ella Fitzgerald).
Também estudou com Charlie Banacos, Eric
Roche, Dr. Barry Harris, Jonathan Kreisberg e Vicki
Genfan. Como músico em Londres atuou em
vários locais, incluindo o “Cavern” em Liverpool,
“Jazz Café” em Cambden Town , Ronnie´s Scott ,
“100Club” em Oxford Street e “Borderline”, no
Soho. Foi membro da banda Flipsiders, fazendo
três turnés em Inglaterra. Atuou também na
Noruega, Suécia, Espanha e Holanda como solista
e membro de pequenas ensembles. Também
trabalhou na Orquestra Nacional de Londres
(NYJO). Teve parcerias musicais com Pip Williams,
Mike Outram, Xenopoulos Vasilis, Anderson Ian,
Mathias Gwin, Bias, Dyce, Brown Jocelyn e Kahiali
Haifa. Em outubro de 2007 regressa a Portugal
onde lidera vários projetos de Jazz, tendo
formado Sandro Norton Trio, Quarteto de Jazz
Confusion, Quarteto Sandro Norton, Octeto
Sandro Norton. Nestes projectos reuniu uma
panóplia invejável de músicos como Jeffrey
Davis, Luís Trigo, Hugo Raro, André Sarbib, João
Salcedo, Filipe Raposo, Carlos Barreto, Bruno
Cardoso, Filipe Teixeira, Yuri Daniel, Carl
Minnemann, Nuno Campos, Miguel Ângelo, Luísa
Trigo, Carlos Miguel, António Torres Pinto, João
Cunha, Leandro Leonet, Hugo Danin, João
Marrucho, Joaquim Alves, André NO, entre outros.
Participou, em 2008, no Festival Douro Jazz, com
o seu projeto a solo de guitarra percussiva. Uma
técnica ainda pouco conhecida em Portugal que
Sandro Norton desenvolveu em Londres. Trabalha
como freelancer, músico de estúdio e também
participou em programas televisivos da RTP como
músico contratado. Em 2009 inicia a gravação do
álbum “Flying High... At The Heart Of It”. É com
esse projeto que, nesse mesmo ano, abre para
Randy Brecker, no Festival de Jazz de Matosinhos.
Em 2010, Jorge Fernando - conhecido músico,
compositor e produtor de fado - convida o
compositor para gravar esse trabalho. Os dois
dividem a direção e produção, ficando a
masterização a cargo de Mário Barreiros. Desde
1998 que o músico, compositor e diretor musical
tem participado em vários concertos e festivais de
jazz em Portugal e no estrangeiro (Espanha, Itália,
Noruega, Inglaterra, Suécia, ...). O ano de 2014
foi marcado pelo lançamento do álbum de estreia
“Flying High At The Heart Of It” (Numérica
Editora). Este trabalho inclui também

Orelha Negra na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


Orelha Negra

Os sons que Sam the Kid, Dj Cruzfader, Francisco Rebelo, João Gomes e Fred produzem juntos são envolventes, mas ouvi-los e vê-los ao vivo, é um prazer verdadeiramente misterioso.

Musica eletrónica

27 de janeiro| sábado | 21h30| Grande auditório

Entrada: 10 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros

M/6

Duração:  75 min

Sinopse

 O terceiro disco dos ORELHA NEGRA, cujos temas (na sua forma mais embrionária) tinham já sido apresentados ao público no seu regresso aos palcos em Janeiro de 2016, com uma ante-estreia de sucesso no grande auditório do CCB, foi editado em Setembro de 2017, conquistando o primeiro lugar do top nacional de vendas por duas semanas consecutivas.

O espetáculo que apresentamos n Casa das Artes de Vila nova de Famalicão, estreou em Novembro de 2017 e integra muitos dos recentes temas e ainda alguns dos dois álbuns anteriores, não faltando também novos medleys surpreendentes. A acompanhar esta aventura sonora, o espetáculo integra agora uma forte componente de vídeo e luz da responsabilidade de Rui Vieira e Pedro Azevedo.
Os sons que Sam the Kid, Dj Cruzfader, Francisco Rebelo, João Gomes e Fred produzem juntos são envolventes, mas ouvi-los e vê-los ao vivo, é um prazer verdadeiramente misterioso. 

Os Orelha Negra prometem um ritmado e envolvente reencontro.

Ficha Técnica:
Cruzfader – Dj

Samuel Mira  – MPCs

Fred – bateria

Francisco Rebelo – baixo

João Gomes – teclas



Hugo Santos – som de frente

Luis Ramos – som de palco

Pedro Azevedo – luz

Paulo Ribeiro – roadie

João Costa – roadie

Sérgio Rodrigues – assistente / merch

Rui Oliveira – road manager

TOULOUSE | Casa das Artes de Famalicão


TOULOUSE - Yuhng

 Os Toulouse sempre tiveram queda para a pintura, para a viagem e para o etéreo — nesta amalgama, existem entre a canção pop, doce, e as cores vivas dos efeitos de imbuir guitarra em açúcar”.

Musica

20 de janeiro| sábado | 23h30| café-concerto

Entrada: 3 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração:  60 min 

"O ano passado trouxe-nos a confirmação da crescente maturidade dos Toulouse, condensada no lançamento de “Yuhng”, uma viagem bem orientada ao longo de oito faixas plenas de uma sinergia surpreendente e invulgar.

O feito não passou despercebido e os ecos chegaram à imprensa nacional e internacional, com uma consensualidade de críticas muito positivas e a constante escolha do álbum para os tops dos melhores de 2016.

Juniper foi a primeira amostra tornada pública, e o impacto foi imediato e avassalador, com mais de 50mil visualizações no YouTube e 30mil plays a evidenciarem o efeito contagiante da sonoridade do álbum; tornou-se numa presença inevitável um pouco por todo o lado, com airplay regular na Antena 3, Vodafone FM, SBSR.FM, RUM e RUC.

O FASCISMO (AQUI) NUNCA EXISTIU! Companhia Teatro Art'Imagem | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


O FASCISMO (AQUI) NUNCA EXISTIU!

Companhia Teatro Art'Imagem

Teatro

19 e 20 de janeiro| sexta-feira e sábado| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/12

Duração: 90 min

Histórias, uma verdadeiras  (ou mais ou menos) outras inventadas do seu pequeno mundo, próprias, da sua família ou dos seus vizinhos da ilha do Porto em que habitou durante a sua infância e juventude, misturadas com a vida das personagens e heróis que conheceu nos seus primeiros livros e filmes, na telefonia onde o mundo (ainda que censurado) entrava em sua casa, a primeira que teve um rádio em todo o bairro, antes do aparecimento da televisão que o apanhou já rapazote, das notícias e acontecimentos que diariamente acompanhava pelos jornais e as longas conversas com os outros que lhe contavam o mundo.




 O MUNDO EM QUE VIVI, vivemos!

A pobreza, a fome, o medo, a condição e a luta das mulheres, as eleições do regime, o movimento sindical, as greves, a emigração, a tropa, a guerra colonial, a PIDE, a prisão e a tortura, as manifestações, as lutas, a igreja e o estado, os estudantes, a oposição, a descoberta do Teatro...a liberdade a (não) passar por aqui!

 A história do País, do nosso Mundo.



Espetáculo em coprodução com o Teatro Aveirense – Temporada de Estreia em Teatro Diogo Bernardes – Casa das Artes Porto – Casa das Artes de Famalicão



FICHA ARTÍSTICA 



Texto, Dramaturgia, Direção e Encenação

José Leitão

Assistência de Encenação

Daniela Pêgo

Interpretação

Flávio Hamilton, Inês Marques, Luís Duarte Moreira, Patrícia Garcez e Susana Paiva

Direção Técnica, Desenho de Luz e Vídeo

André Rabaça

Direção de Movimento

Costanza Givone e Daniela Cruz

Figurinos

Luísa Pinto

Espaço Cénico

José Leitão e José Lopes

Música de

Pedro ´Peixe` Cardoso 

Fotografia

Paulo Pimenta

Produção

Sofia Leal e Daniela Pêgo

SURMA na Casa das Artes de Famalicão


SURMA - ANTWERPEN

Musica jazz, post-rock, eletrónica

13 de dezembro| sábado | 23h30 | café-concerto

Entrada: 3 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 70 min

Em dois anos e meio, Débora Umbelino levou o seu projecto solitário de exploração de sons, Surma, até sete países em mais de 150 concertos.

Tinha apenas o single “Maasai” quando começou a gravar o disco de estreia e todo o caminho traçado até aquela altura lhe parecia um período zero que a tinha deixado apenas com vontade de avançar ainda mais numa demanda cada vez mais sua.

Enquanto one woman band que domina teclas, voz, cordas, pedais e botões, e não se deixa ficar num ou noutro género musical, Surma preparou o seu registo de estreia “Antwerpen” como se estivesse num laboratório, observando cada reacção sonora de cada nota e de cada instrumento, criando a partir daí.

Em colaboração com a Casota Collective, que integra elementos dos First Breath After Coma, construiu uma renovada identidade sonora e visual, da qual “Hemma” foi o primeiro cartão de visita.
Antwerpen foi lançado em versão CD e digital a 13 de outubro 2017, pela Omnichord Records. 

Maria do Céu Camposinhos | Shao Xiao Ling Recital de Piano a quatro Mãos na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Maria do Céu Camposinhos | Shao Xiao Ling
Recital de Piano a quatro Mãos
Musica erudita
13 de dezembro| sábado | 21h30| Grande Auditório
Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/6 | Duração: 75 min
Programa
1º parte
F. Schubert: Fantasia em Fá menor Op. 103 D. 940
G. Gershwin    : 3 prelúdios
I Allegro bem Ritmato e Deciso
II Andante com Moto e Poco Rubato
III Allegro bem Ritmato e Deciso
2º parte
J Brahms: 16 Valsas Op.39     
F. Busoni: Melodia Popular Finlandesa Op. 21
Uma das formações mais antigas e prazerosas de toda a história da música é a que reúne dois pianistas, seja tocando em dois pianos ou a quatro mãos. Compartilhar a execução musical com outro pianista, pode render tanto momentos de prazer e satisfação, quanto execuções memoráveis de obras inesquecíveis.
A história do piano a quatro mãos, uma das formas mais apreciadas e difundidas da música de câmara, remonta à Inglaterra do Século XVII.
Cem anos depois, no século XVIII, aparecem obras para cravo compostas por Johann Christian (1735-1782), filho de J.S. Bach, para dois instrumentistas.
Com o desenvolvimento do piano e o aumento de sua tessitura, obviamente o uso do instrumento por dois músicos foi facilitado e incentivado.
Algumas teorias dizem que o surgimento do formato Piano a quatro mãos teve grande dose de necessidade social: Numa época em que as oportunidades de aproximação entre jovens de sexos opostos eram bem mais limitadas, tocar um mesmo instrumento possibilitava um contato físico e um entrelaçar de mãos, mesmo quando a música não exigia.
Independentemente disso, já havia o costume dos professores tocarem com os alunos para exemplificar a execução, seja dividindo um instrumento ou acompanhando-o em outro. É importante salientar que a prática do piano a quatro mãos permite compartilhar momentos e dividir as alegrias de fazer o que se gosta – música.
Ou seja, tem uma grande componente lúdica e sociável, além de pedagógica.
Com o advento do Romantismo, o piano assumiu um lugar ímpar na preferência do público e naturalmente, o repertório do gênero ampliou-se. O nome de F. Schubert (1797-1828) impõe-se como alicerce e inspiração. A sua obra para piano a quatro mãos é provavelmente, a mais vasta, comparada à de outros grandes compositores. Fato é que, ao longo de toda a história, os compositores mostraram-se atraídos pelas nuances tímbricas ilimitadas e o enriquecimento polifônico permitidos pela união de dois intérpretes.
A busca de equilíbrio sonoro num duo a quatro mãos, permite conquistar grandes benefícios de qualidade sonora e tímbrica para cada um dos pianistas.
O Duo das pianistas Maria do Céu Camposinhos e Shao xiao-Ling iniciou-se há mais de uma década, tendo atuado em diversos locais, como no Festival Internacional de música de Aveiro, Atneu comercial do Porto, entre outros.
Duas histórias que se cruzam, tendo como ponto convergente a Pianista e pedagoga Helena Sá e Costa de quem foram ambas discípulas.

Ciclo de Concertos de Ano Novo da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão || 2018


Ciclo de Concertos de Ano Novo | 2018
Bandas Filarmónicas de Vila Nova de Famalicão
5 de janeiro | Sexta |21h30| Banda de Musica Riba de Ave
6 de janeiro | sábado|21h30| Banda Marcial de Arnoso
7 de janeiro | domingo |16h30| Banda Famalicão
Entrada: Gratuita à Lotação da sala
M/6- Duração: 90 m

Banda de Musica Riba de Ave
 Hugo Ribeiro maestro da  Banda de Musica Riba de Ave

Banda Marcial de Arnoso
José Moura maestro da Banda Marcial de Arnoso

Banda Famalicão

Fernando marinho maestro Banda Famalicão

PHANERON – AMOR FATI Exposição de pintura de Raquel Fortes e José António Passos.


PHANERON – AMOR FATI

Exposição de pintura de Raquel Fortes e José António Passos.

2 de dez a 31 de janeiro [foyer]

Inauguração 2 dez às 17h00

Produzir cérebro em decifração ininterrupta, corporificar silêncios etológicos, fender o sensório-motor, transformar o invisível no visível, viver a estética do esquecimento, explorar o improvisado metamórfico, esponjar aventuras existenciais, expressar singularidades, advir nas infinitas variações compositivas da NATUREZA que se reinventa no impensável por meio de múltiplas dimensões do tempo, ampliando campos de possibilidades e desterritorializações dos pontos afectivos entre os planos do caos e as potências afirmativas da diferença: estamos dentro de linhas plásticas em experimentação contínua, de forças cartografantes intensificadoras de mapas semióticos( coexistências a-significantes religa-nos aos ritornelos do acontecimento)! Estranha iluminação dos feixes de forças que agitam as singularizações das perspectivas com os fluxos larvares que deixam passar outros fluxos grávidos de expressões imperceptíveis, entrelaçando sensações nómadas, captadoras de paradoxalidades intempestivas. Phaneron é uma transgeografia dinâmica do aformal, é uma miríade de sentidos tensionados,  é uma transdução de heteronímias, é uma arquitectura de espaços acontecimentais, é um movimento de extrema vitalidade, dançado pelas dobras do FIGURAL e do GEOMETRAL imanentes ao ritmo autopoético da vida! PHANERON arranca as qualidades intensivas não actualizadas, escuta o incomensurável na regerminação do mundo, força o pensamento a pensar o inesperado e o impossível, traça territórios da tragicidade em jubilação, atinge visões inobjectiváveis em devir, arremessa zonas problemáticas, desfaz identidades e representações, constrói topologias em transição. PHANERON é uma potência mutante, uma síntese disjuntiva ritmável que capta as irradiações do acaso com novas enciclopédias( conceitos em fractalização): aqui-agora, os pintores não usam cores mas forças afectivas que são signos indiscerníveis do sensível, sismógrafos contemplativos da interrupção dos instantes que nos fazem acontecer como uma multiplicidade de mónadas, de micropercepções inconscientes( tornámo-nos artistas da nossa própria VIDA, gerámos tempo fora das cronologias, produzimos eternidade)!

Luiz-Strauss Scorza