sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Ralph Vs Internet de P. Johnston & R. Moore – 3D – versão portuguesa | Casa das Artes de Famalicão.



Ralph Vs Internet de P. Johnston & R. Moore – 3Dversão portuguesa

12 de Janeiro – 15h00, 18h00, 21h30 | Grande Auditório

Ralph, o vilão dos videojogos e a sua companheira Vanellope Von Schweetz, vão arriscar tudo ao aventurarem-se pelo universo da web para procurarem uma peça que irá salvar o videojogo de Vanellope, o Sugar Rush. A sua jornada leva-os ao vasto mundo da internet, um mundo que Vanellope adota completamente - tanto que Ralph receia perder a única amiga que alguma vez teve. Dos estúdios Walt Disney, um filme de animação em 3D, realizado por Phil Johnston e Rich Moore, que continua a história iniciada em 2012 por Moore.

Título Original: Ralph Breaks The Internet: Wreck-it Ralph 2 (EUA, 2018, 100 min)
Realização: P. Johnston & R. Moore
Vozes (versão portuguesa): Pedro Laginha, Carla Garcia, Tomás Alves, Joana dos Santos, José Ribeiro
Classificação: M/6

Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão Episódio 3.1 – 19 e 22 de Janeiro | Casa das Artes de Famalicão.


Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão

Episódio 3.1 – 19 e 22 de Janeiro


De 13 a 20 de Outubro, em vários espaços da Casa das Artes, projectou-se o terceiro episódio do CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão, com 40 sessões comentadas, sob o mote do Lugar, cruzando cinema contemporâneo com trilhos pela história do Cinema (ver www.closeup.pt).

Nos dias 19 e 22 de Janeiro, apresentamos a primeira réplica deste episódio, com quatro sessões, com propostas para as escolas e para o público geral:

(1) para o público geral, continuamos a percorrer lugares, no cruzamento da curta A VER O MAR com a longa COLUMBUS, documentário e ficção, pessoas e personagens em diálogo com paisagens marítimas e cenário urbano; voltamos à secção Infância e Juventude, com uma das bandeiras da nova vaga japonesa, a segunda longa de Nagisa Oshima, CONTOS CRUÉIS DA JUVENTUDE, a dar corpo ao desencanto da juventude japonesa no pós-guerra.

(2) para o público escolar, a mitologia celta da Irlanda na animação A CANÇÃO DO MAR para alunos dos 1.º e 2.º ciclos; o humanismo do finlandês Aki Kaurismäki, com a crise dos refugiados na ordem do dia, em O OUTRO LADO DA ESPERANÇA, para alunos do 3.º ciclo e do secundário.

 19.Jan – 15h00 (PA) – COLUMBUS de Kogonada + A VER O MAR de Ana Oliveira, André Puertas e Sara Santos (secção O Lugar), com a presença dos realizadores de A Ver o Mar

Columbus Jin (John Cho), um coreano que já antes vivera nos EUA, encontra-se na cidade de Columbus (Indiana, EUA) para acompanhar o pai - um importante arquitecto -, que se encontra gravemente doente. No hospital conhece Casey (Haley Lu Richardson), uma jovem local que, para cuidar da mãe, decidiu não perseguir os seus sonhos. Descobrindo vários pontos em comum, os dois deambulam pela cidade, explorando a beleza arquitectónica de cada lugar. E, ao mesmo tempo que olham atentamente para as coisas ao seu redor, descobrem-se um ao outro e a si mesmos…Estreado no Festival de Cinema de Sundance (EUA), um filme dramático que marca a estreia na realização do norte-americano de origem sul-coreana Kogonada.

Título original: Columbus (EUA, 2017, 100 min.)
Realização: Kogonada
Interpretação: John Cho, Haley Lu Richardson, Parker Posey
Classificação: M/12

 A Ver o Mar O silêncio, o mar como pano de fundo, o mar como lugar de afetos. Sem saírem dos seus carros, várias gerações namoram, relaxam e partilham o fascínio pelo oceano, fazendo planos para o futuro e contemplando o passado.
Prémio Blit para Melhor Realização no Festival Curtas de Vila do Conde.

Título original: A Ver o Mar (Portugal, 2018, 25 min.)
Realização: Ana Oliveira, André Puertas, Sara Santos
Classificação: M/12

 19.Jan – 18h00 (PA) – CONTOS CRUÉIS DA JUVENTUDE de Nagisa Oshima (secção Infância e Juventude)

No Japão em 1960, o estudante universitário irrequieto Kyoshi (Yusuke Kawazu) seduz a bonita adolescente Makoto (Miyuki Kuwanu) e rapidamente a convence a fazer parte de um esquema obscuro e cruel, tanto para conseguir dinheiro fácil como para manter o aborrecimento afastado. Kyoshi e Makoto começam a atormentar homens de meia-idade, que facilmente se rendem aos encantos de Makoto, só para acabarem por ser chantageados. A frustração crescente do casal com o mundo comprimido à volta deles empurra-os a levar a cabo um comportamento cada vez mais implacável.

Título original: Seishun zankoku monogatari (Japão, 1960, 90 min.)
Realização: Nagisa Oshima
Interpretação: Miyuki Kuwano, Yûsuke Kawazu, Yoshiko Kuga, Fumio Watanabe
Classificação: M/14



22.Jan – 10h00 (GA) – O OUTRO LADO DA ESPERANÇA de Aki Kaurismäki - sessão para escolas (3.º ciclo e secundário)

O finlandês Aki Kaurismäki regressa ao seu estilo cómico seco para lidar com a crise dos refugiados, sem qualquer pudor em mostrar o racismo e a violência a que migrantes podem estar sujeitos. O filme centra-se em Khaled (Sherwan Haji), um mecânico sírio que acaba em Helsínquia, e na sua interacção com um vendedor de camisas (Sakari Kuosmanen) que anda de cidade em cidade. Este ganha uma quantia assinalável a jogar póquer e compra um restaurante, onde acaba por empregar Khaled. Festival de Berlim - Urso de Prata - Melhor Realizador; Grande Prémio da Crítica Internacional (FIPRESCI) 2017

Título original: Toivon Tuolla Puolen (Finlândia, 2017, 100 min.)
Realização: Aki Kaurismäki
Interpretação: Dome Karukoski, Ville Virtanen, Kati Outinen
Classificação: M/12

22.Jan – 15h00 (GA) – A CANÇÃO DO MAR de Tomm Moore (versão portuguesa)
sessão para escolas  (1.º e 2.º ciclo)

Ben e Searsha vivem com o pai na parte superior de um farol numa pequena ilha. Para os proteger dos perigos do mar, a avó leva-os para a cidade. Ben descobre que a sua irmã mais nova é uma Selkie, uma fada do mar, cuja canção pode libertar seres mágicos do destino a que os condenou uma bruxa. Inspirado em vários mitos do folclore irlandês, "A Canção do Mar" conta com a realização de Tomm Moore que, com este filme, se viu nomeado pela segunda vez para o Óscar de Melhor Filme de Animação, depois de o ter sido com "The Secret of Kells" (2009), a sua estreia em cinema.

Título original: Song of the Sea (DIN/BEL/IRL/LUX/FRA, 2014, 90 min.)
Realização: Tomm Moore
Interpretação (vozes): Rui Mendes, Luisa Cruz, Custódia Gallego
Classificação: M/6
Bilheteira Sessões

Geral: 2 euros

Cartão quadrilátero: 1 euro

Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

B Fachada | Casa das Artes de Famalicão.


B Fachada

“Fachada está interessado em questionar convenções no seu próprio tom, no seu próprio tempo, nos seus próprios termos”

Música

26 de janeiro | Sábado| 23h30| Café Concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1.5 Euros

M/6

Duração: 70 min



Escreve canções que dão mostras de ser recebidas como ciência social, mas o inverso também é verdadeiro. Tem muitos descendentes, mas é mais que a soma dos por si influenciados. Na música popular portuguesa do século XXI não há outra figura como B Fachada, o nome artístico de Bernardo Fachada, compositor, multi-instrumentista, produtor. Nascido em 1984, estudou música no Instituto Gregoriano de Lisboa e aprendeu piano. Mais tarde, frequentou a escola do Hot Clube de Portugal e, na Universidade, cursou Estudos Portugueses. Desde 2007 tem-se notabilizado por um espantoso, e até certo ponto impiedoso, ritmo de edições, através do qual frequentemente subverte o cânone e converte os dogmáticos, baralha as expetativas e expetora a maralha, coça rótulos, caça ruturas. Entre formatos físico e digital, lançou cinco EP (destacando-se o remoto “Viola Braguesa”, uma reflexão sobre o conceito da tradição e suas traições, ou o split com as Pega Monstro, de 2015, em reflexo da amizade e acuidade estética), três mini álbuns charneira (“Há Festa na Moradia”, que teve edição física em vinil, “Deus, Pátria e Família”, que aparentou parar o país, e “O Fim”, com que anunciou uma pausa sabática) e seis registos de longa-duração (da discussão das questões de moral associadas ao universo infanto-juvenil de “B Fachada é Pra Meninos” e do manifesto de pop batumada que foi “Criôlo” até ao homónimo de 2014, criado com recurso a samples burilados, programações barrocas, batidas apátridas). O seu impacto conjunto testa os limites daquilo que, neste domínio, se entende por produção cultural.

"A Vida do Grande D. Quixote de La Mancha e do Gordo Sancho Pança" De António José da Silva | Casa das Artes de Famalicão.


 "A Vida do Grande D. Quixote de La Mancha e do Gordo Sancho Pança"


De António José da Silva

Companhia de Teatro do Bolhão

26 de janeiro | sábado | 21h30 | Grande auditório

Entrada: 8 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros

M/12

Duração: 100 min



A Vida do Grande D. Quixote de La Mancha e do Gordo Sancho Pança, de António José da Silva, é o primeiro de um conjunto de espetáculos que têm como fio condutor, antes de mais, o “desalienar” da imposição histórica das crenças dominantes, observando como elas se impõe nos nossos dias, através de uma personagem arquétipo que, em tempos de marcado utilitarismo, só por si nos espelha e questiona. Quixote, através de uma insistente e sistemática transfiguração do real - já na matriz de Cervantes mas particularizada na situação dramática do autor português - é capaz de nos questionar sobre a nossa (in)capacidade de ver para além da superfície e sobre o nosso conformismo face a realidades perspetivadas como normais (sejam elas políticas ou artísticas).

Por sua vez, num período de polarização ideológica em que a racionalidade tende a ceder a inesperadas ondas coletivas de paixão, o par principal da narrativa, desde a matriz de Cervantes, é um arquétipo do contágio entre opostos pois, ao conviverem, Sancho “quixotiza-se” e Dom Quixote contamina-se de realismo, estimulando, pelo exemplo, a nossa capacidade para reconhecer e aceitar a alteridade.

Apesar do olhar acutilante sobre Hoje que a peça do Judeu permite e que por nós é desejado, a primeira encenação deste ciclo visa a criação de um espetáculo bem lúdico, integrando a gravidade na graça e na leveza com que o estamos a construir.



Encenação KUNIAKI IDA

Versão Cénica  ANTÓNIO CAPELO

Cenografia e Adereços CRISTÓVÃO NETO

Figurinos e Adereços de Ator CÁTIA BARROS

Luz  RUI MONTEIRO

Som JOSÉ PRATA



Divulgação NUNO MATOS e RAQUEL SOUSA

Direção de Produção GLÓRIA CHEIO e PEDRO APARÍCIO



Elenco ANTÓNIO CAPELO, ÂNGELA MARQUES, BERNARDO GAVINA, CLARA GONDIM, JOÃO PAULO COSTA, PAULO CLATRÉ, MANUEL NABAIS, RUTE MIRANDA, MÁRIO SANTOS e SANDRO RODRIGUES


Cantores ALEXANDRA CALADO e ANTONY FERNANDES

Encontro literário | Richard Zimler - Casa das Artes de Famalicão.



Encontro literário Richard Zimler

Em colaboração com a ACE Famalicão, a Casa das Artes convida o escritor Richard Zimler para um encontro com os seus leitores e com as pessoas que se preocupam com as grandes questões políticas, religiosas e sociais que assolam a nossa atualidade. Viajando pela sua já vasta obra reconhecida internacionalmente, iremos falar da Intolerância e da falta, ou não, de Humanismo.

26 de janeiro | sábado | 15h00 | Café concerto

Entrada: livre à lotação da Sala.

Público em Geral

Duração: 90 min

|Espreitar o Teatro em Família” | Casa das Artes Famalicão

 Espreitar o Teatro em Família”

Traga os seus filhos, pais, avós e amigos e passe uma manhã animada e descontraída. Venha conhecer a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão: percorra todas as áreas da Casa das Artes, mesmo aquelas às quais só os artistas tem acesso, vislumbre a exposição do Foyer da Casa das Artes. Ouça as histórias mais caricatas e entusiastas desta “aventura artística”, deste espaço artístico e cultural que celebra no presente ano o seu décimo oitavo aniversário.

DOM 20 de janeiro 2019

Sessões: 11h00

CMT | Orizuro – Formação | Casa das Artes de Famalicão.

 Orizuro – Formação

19 de janeiro 2019 |10-13h (incluindo a apresentação de PaPI-Opus 8) e 14h30-17h30. Na Sala de Ensaios - Formação das educadoras/ auxiliares/ direção das escolas

A acção de formação é uma iniciativa de sensibilização, preparação e envolvimento da comunidade educativa, visando ajudar a tirar o melhor partido possível desta “constelação artístico-educativa". Mais concretamente, pretende-se desenvolver a “escuta activa” e maximizar os efeitos da apresentação de PaPi-Opus 8 na creche /jardim de infância/ escola e na participação da criação de uma instalação artística. Procura-se também indicar formas que permitam o desenvolvimento de competências artísticas e relacionais no trabalho desenvolvido quotidianamente com as crianças. O tema da sustentabilidade ambiental será uma constante a partir de várias histórias sobre pássaros.

Espiritual - Pedro Abrunhosa | Comité Caviar - Casa das Artes de Famalicão


Espiritual

Pedro Abrunhosa | Comité Caviar

Musica

18 e 19 de dezembro | Sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 25 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 12.5 Euros

M/6

Duração: 120 min

Durante os últimos dois anos escrevi e compus mais de trinta Canções das quais apenas quinze integram o meu oitavo disco de Originais, ‘Espiritual’. Foram dois anos de intensas, e quase diárias, gravações com os Comité Caviar. No BoomStudios, sob a supervisão imaculada de João Bessa, que comigo assina a Produção, o disco ganhou essência, depois corpo e, por fim, identidade. É um conjunto de Canções que, como todas, só ganharão vida plena no palco quando tocadas diante da cumplicidade do público. Agregado por uma atenção detalhada em todas as frentes é, contudo, na construção literária que ‘Espiritual’ assenta os seus alicerces. Nos tempos fugazes de atenções efémeras, tento que as minhas raízes bebam da fundura dos mundos: O interior e todos os outros que aos meus sentidos se vão revelando.

Pedro Abrunhosa

Pedro Abrunhosa far-se-á acompanhar pelos Os ´Comité Caviar´: Cláudio Souto na Direcção Musical, teclados e órgão, Antonio Casado e Bruno Macedo nas guitarras, Miguel Barros no baixo, Pedro Martins na bateria e percussão, Eurico Amorim no piano, Gileno Santana no trompete, Paulo Gravato no saxofone alto e Daniel Dias no trombone.

Ciclo de Concertos de Ano Novo 2019 | Casa das Artes de Famalicão.


Ciclo de Concertos de Ano Novo 2019

Bandas Filarmónicas de Vila Nova de Famalicão

5 de janeiro | Sábado |16h30| Banda Famalicão

5 de janeiro | sábado|21h30| Banda de Musica Riba de Ave

6 de janeiro | domingo |16h30| Banda Marcial de Arnoso

Entrada: Gratuita à Lotação da sala

M/6

Duração: 90 m

Título: «Fernando Pessoa em V. N. de Famalicão» Exposição de ceramica, ilustração, Pintura e fotografia | Casa das Artes de vila nova de Famalicão



Título: «Fernando Pessoa em V. N. de Famalicão»

Exposição de ceramica, ilustração, Pintura e fotografia.

Numa organização conjunta da Casa das Artes e da Editora Centro Atlântico, estará exposta uma coleção de obras de arte concebidas por escultores, pintores, ilustradores e fotógrafos, sobre a obra de Fernando Pessoa.

Esta Exposição juntará obras de,

- Cerâmica (20) – por Margarida Costa –,

- Ilustração (2) – por Paulo Buchinho –,

- Ilustração (3) – por Mário Linhares –,

- Pintura (2) – por Cristina Troufa –,

- Fotografia (1) – por André Boto –, e

- Fotografia (2) – por Libório Manuel Silva.

 Foyer, de 1 de dezembro (Inauguração 16h30) a 31 de janeiro

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Cineclube da Joane e Casa das Artes de Famalicão ! Cinema dezembro....


Cinema no Pequeno Auditório
Dezembro
6 BlacKkKlansman: O Infiltrado de Spike Lee

Colorado, EUA, final da década de 1970. Ron Stallworth torna-se o primeiro detective negro a entrar na polícia de Colorado Springs, o que não é fácil em termos da forma como é recebido e tratado pelos colegas. Um dia, acaba por se infiltrar na secção local do Ku Klux Klan, falando ao telefone com os líderes, ganhando o respeito deles e mandando ir às reuniões em seu lugar um colega que é branco e judeu. Ao mesmo tempo, vai-se apaixonado por uma líder local dos direitos civis. Baseado no livro de memórias do próprio Stallworth, uma figura da vida real, um filme entre o drama e a comédia em que o passado é comparado directamente com o contexto político dos Estados Unidos de 2018. A realização está a cargo de Spike Lee, enquanto a produção é de Jordan Peele, o realizador e argumentista do oscarizado "Foge".

Título original: BlacKkKlansman (EUA, 2018, 135 min)
Realização: Spike Lee
Interpretação: John David Washington, Adam Driver, Laura Harrier, Robert John Burke
Classificação: M/14




13 Cold War - Guerra Fria de Pawel Pawlikowski (sessão Traz Outro Amigo Também)

Cold War é uma impetuosa história de amor entre duas pessoas de diferentes origens e temperamentos, que são fatalmente incompatíveis, mas que estão destinadas a estar juntas. Tendo como pano de fundo a Guerra Fria nos anos 50 na Polónia, Berlim, Jugoslávia e Paris, o filme retrata uma história de amor impossível em tempos impossíveis. Vencedor do prémio para Melhor Realizador na edição de 2018 do Festival de Cannes, o sexto filme do polaco Pawel Pawlikowski é livremente inspirado na relação entre os pais do realizador. Rodado a preto e branco, centra-se em duas pessoas que são oriundas de meios muito diferentes e têm personalidades que não condizem uma com a outra. O romance desenvolve-se em plena Guerra Fria, pela Europa, entre a Polónia, Berlim, a Jugoslávia e Paris.

Em complemento será exibida a curta metragem Como Fernando Pessoa Salvou Portugal de Eugène Green

Título original: Cold War (Polónia / Grã.-Bretanha / França, 2018, 88 min.)
Realização: Pawel Pawlikowski
Interpretação:  Joanna Kulig, Tomasz Kot, Borys Szyc
Classificação: M/14


20 A Aparição de Xavier Giannoli

Famoso pelo rigor e a imparcialidade das suas investigações jornalísticas, Jacques é contactado pelo Vaticano para participar num inquérito canónico, uma investigação pedida pela Igreja para averiguar a autenticidade de uma aparição da Virgem Maria numa pequena aldeia francesa. A notícia desse acontecimento espalhou-se de tal forma que agora milhares de católicos procuram auxílio em Ana, a rapariga a quem a santa supostamente apareceu. Dividido entre as visões contraditórias de alguns membros do clero, Jacques vai ao encontro de Ana, descobrindo algumas das suas motivações pessoais. Durante todo o processo, Jacques vai ver-se a colocar em causa as próprias crenças. Com argumento e realização do francês Xavier Giannoli ("Uma Aventura", "Quand j'Étais Chanteur", "Marguerite"), um filme interpretado por Vincent Lindon.

Título original: L'apparition (França, 2018, 135 min.)
Realização: Xavier Giannoli
Interpretação: Vincent Lindon, Galatéa Bellugi, Patrick d'Assumçao, Elina Löwensohn
Classificação: M/12

Filme "O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos" na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.


O Quebra-Nozes e os Quatro Reinos (versão portuguesa)

15 de dezembro GA - 15h00; 18h00; 21h30

Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro






Tudo o que Clara (Mackenzie Foy) quer é uma chave - uma chave única que irá desbloquear uma caixa que tem um presente inestimável. Um fio de ouro, oferecido na festa anual pelo padrinho, Drosselmeyer (Morgan Freeman), leva-a à tão cobiçada chave, que rapidamente a faz desaparecer para um mundo paralelo e misterioso. É lá que Clara encontra um soldado chamado Phillip (Jayden Fowora-Knight), um grupo de ratos e os regentes que governam os três Reinos: a Terra dos Flocos de Neve, a Terra das Flores e a Terra dos Doces. Clara e Phillip devem enfrentar o sinistro Quarto Reino, lar da tirana Mãe Ginger (Helen Mirren), para recuperarem a chave de Clara e trazerem de volta a harmonia. A produção da Disney para este Natal.

Titulo Original: The Nutcracker and the Four Realms (EUA, 2018, 100min)
Realização Lasse Hallström
Interpretação: Mackenzie Foy, Keira Knightley, Morgan Freeman, Helen Mirren
Classificação: M/6

Alice na Casa das Artes Famalicão....


Alice
Jangada Teatro
Teatro para a infância.
13 dezembro | 10h30 e 15h00 |quinta-feira| Grande Auditório
14 de dezembro| 10h30 e 21h30 | sexta-feira | Grande Auditório
Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/3
Duração: 50 min


Sinopse
É tudo muito simples:
Um. Dois. Três.
Ouvimos um ‘tic-tac’ de fundo que nos conta uma história.
Uma história que conhecemos – ou pelo menos pensamos que assim o é.
Deixamo-nos mergulhar neste mundo estranho, curioso, intrigante, que nos traz mil perguntas, mesmo que não tenham resposta.
E quando surge o silêncio, ainda nos perguntam quem somos.
E quem somos, quando não se ouvem os ponteiros do relógio?
Estamos todos neste País das Maravilhas.
Neste País das Maravilhas, só existem loucos.
E é tão simples assim…
Sete. Oito. Nove.
Tic…
 Poderíamos falar que o tempo é instável ou falar da inconstância dos tempos em que vivemos. Tudo isto poderia passar-se num qualquer país das maravilhas em que o poder tem apenas um nome, um coração, uma cabeça.

Ator e marioneta contracenam, ora são um, ora são outro. É como o gato que nos seduz com a sua estranheza. O ator cresce ao tamanho da marioneta e a marioneta vai para além do tamanho do ator. E no jogo do quem sou eu, quem és tu, as barreiras dissipam-se.

Neste espetáculo o tempo urge! E fala-se dele o tempo todo.

Uma maldição assolou este reino e todas as personagens que nele habitam. Todos, sem exceção, estão presos no seu próprio relógio. À luz do nosso tempo o poder individual dita as regras e todos, sem exceção, devem cumpri-las!

Alice entra neste novo mundo. Desde há muito tempo que todos têm estado à sua espera. Ela está a crescer e nada vai mudar isso. Mas é no contacto com o outro que ela espera compreender quem é.

É tudo uma questão de tempo!

Nesta viagem ao seu interior ela irá descobrir quanto tempo tem a criança para conhecer o adulto que vai ser e, a distância que a sociedade impõe a ambos. O sonho transformar-se-á na resposta sábia da menina que está a crescer a desenvolver a sua maneira de pensar e de estar.

Os relógios do crescimento ajustar-se-ão e tudo voltará à normalidade mas
como diz o Gato: - Deixa-me contar-te um segredo! As melhores pessoas são loucas!
Ficha Artística e Técnica

Texto | Lewis Carroll
Encenação, Adaptação e Espaço Cénico| Xico Alves
Interpretação | Filipe Abreu, Rita Calatré, Paulo Pires e Vítor Fernandes
Coreografia |  Daniela Ferreira
Música Original e Interpretação | Paulo Pires
Dramaturgia e Letras | Filipe Abreu e Rita Calatré
Desenho de Luz | Luis Viegas
Vídeo | Openfield Creativelab
Grafismo | Glitz Design
Conceção Plástica e Cenografia | Sofia Silva e Xico Alves
Figurinos | Cláudia Ribeiro
Desenho de marionetas | Sandra Neves
Construção de marionetas | Hernani Costa Miranda

3º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO | Aberturas de Opera | Orquestra ARTAVE


MUSICA PARA FAMÍLIAS 2018

3º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

Aberturas de Opera

Orquestra  ARTAVE | Maestro Luis Macahdo  | Apresentação de Jorge Castro Ribeiro

9 de dezembro| domingo| 11h30 | Grande Auditório 

Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/4 -Duração: 70 min

Programa.

E. Humperdinck -   Hansel e Gretel

C.M.V. Weber - Der Freischütz

G. Rossini -  Guilherme Tell
CASA DAS ARTES organiza em coprodução com a APROARTE - Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2018.

"Murmúrios de Pedro e Inês" - Bailado em I Ato | Direção Artística e interpretação de Solange Melo e Fernando Duarte

Murmúrios de Pedro e Inês

Bailado em I Ato

Dança

Direção Artística e interpretação: Solange Melo. Fernando Duarte

Coreografia: Fernando Duarte.

8 de dezembro| Sábado| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 10 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros

M/6

Duração: 60 min



Quanto ao Atelier de Aproximação à Dança:

8 de dez, às 11h00 | Sala Ensaios

Duração: 90 min



O atelier para crianças e jovens “Dançar a História – Era uma vez D. Pedro e D. Inês” inicia o ciclo “Dançar a História”, tendo como objetivo primeiro abrir sensibilidade ao contacto e às experiências do âmbito artístico. Inspirados no bailado Murmúrios de Pedro e Inês, os pequenos grandes artistas serão encorajados a desenvolver a sua criatividade, através da exploração do movimento, da música e do espaço circundante, para que possam também eles ser protagonistas na História e nesta lenda tão especial e marcante do nosso Portugal.



Como se entrelaçaram os amores de Pedro e Inês, Infante e Dama, Português e Castelhana? Somente as mais tocantes histórias de amor são as que terminam com um capítulo trágico. Um espectáculo onde a dança usa os dois corpos como linguagem que materializa a lenda e a emoção. Um bailado que se veste de música contemporânea como uma pele que intrinsecamente se adapta mas que também se embala com o som poético da língua portuguesa.



Ficha técnica

Direção Artística e interpretação: Solange Melo . Fernando Duarte

Coreografia: Fernando Duarte

Música: Bernardo Sassetti . Fernando Lopes-Graça

Texto: Afonso Cruz

Figurinos: José António Tenente

Desenho de luz: VP

Instalação 'A Caixa dos Murmúrios': Pedro Crisóstomo

Gravação de voz e sonoplastia: Joel Martins para Big Bit

Fado no Café da Casa | Fadistas - Juliana Dias Ana Pinhal, Guitarra Portuguesa – Miguel Amaral e Viola de Fado – André Teixeira.

Fado no Café da Casa
Musica/ Fado
 7 de dezembro| sexta | 22h00| café concerto
Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros
M/6
Duração: 80 min
Elenco
Fadista, 1ª parte (20min) – Juliana Dias


Fadista, 2ª parte (50min) – Ana Pinhal

Guitarra Portuguesa – Miguel Amaral
Viola de Fado – André Teixeira

Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes irá celebrá-lo-á mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores.

No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO




"Capdeville XXI"- Estreia na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


"Capdeville XXI" Estreia

Teatro-música experimental

uma coprodução da Casa das Artes de Vila Noca de Famalicão com INET-md/Universidade de Aveiro.

4 de dezembro | quarta \ 21h30 | pequeno auditório

Entrada: 2 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 Euros

M/6

Duração:  60 min (15 in intervalo)

CAPDEVILLE XXI

Em linha com correntes estéticas contemporâneas da segunda metade do séc. XX, com foco na inovação artística e performance multidisciplinar, Constança Capdeville deixou um importante legado de obras de teatro musicado. As suas partituras, roteiros, notas, críticas e textos de apoio às obras permitem um olhar mais abrangente sobre as mesmas – os processos de criação e diálogo com as linguagens do teatro e da dança, as referências literárias, as influências estéticas.

A perecibilidade dos suportes de gravação e a fugacidade da possibilidade de testemunho dos participantes levam a que a preservação e consequente continuidade performativa deste tipo de obras já se encontre comprometida; nem “recentes”, nem “antigas”, as obras contemporâneas têm parca presença nos circuitos musicais nacionais.

É neste sentido que surge o projeto “Capdeville XXI”, com o propósito de resgatar do esquecimento uma figura e obras centrais do experimentalismo português, fazendo incidir sobre elas a luz do protagonismo que lhes é devido.

O ponto de partida deste projeto são duas obras paradigmáticas de Capdeville: Double (1982) e Don’t, Juan (1985), ambas performadas apenas duas vezes, agora recriadas por perfomers do Performa Ensemble e do Xperimus Ensemble.



Ficha técnica

Performers: Performa Ensemble (Helena Marinho, Jaroslav Mikus) e Xperimus Ensemble (Patrícia Costa, Alfonso Benetti, Luís Bittencourt, João André Mendes), José Meireles.

Direção artística: Mónica Chambel

Desenho de som: Dinis Silva

Desenho de luz: Emanuel Pereira

Produção: Daniela Santos, Mónica Chambel

Produção institucional e apoios: Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Universidade de Aveiro, projeto “Euterpe unveiled: Women in Portuguese musical creation and interpretation during the 20th and 21st centuries”