terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Camané e Mário Laginha | Casa das Artes de Famalicão.


Camané e Mário Laginha

Piano de Mário Laginha e a voz de Camané Juntos no Projeto "Aqui está-se sossegado"

Música

16 de março| Sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 12 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros

M/6

Duração: 90min
Camané e Mário Laginha não são estranhos. Já deram vários concertos juntos. Do excelente entendimento sentido nessas colaborações esporádicas, resultou agora o inevitável aprofundamento dessa simbiose: "Aqui está-se sossegado" é um novo projecto pensado de raiz para dar mais brilho a uma voz e a um piano que se descobriram cúmplices desde a primeira vez que encheram um palco. O desenho dos concertos que configuram o projecto "Aqui está-se sossegado" contará com cerca de duas dezenas de temas, saídos do cânone fadista tradicional, do repertório de Camané e incluirá também inéditos compostos por Mário Laginha que, recorde-se, musicou já um poema de Álvaro de Campos "Ai Margarida", que integra um dos últimos discos de Camané.

A collection of songs of the fado singer Camané with the participation of the pianist Mario Laginha.

“Espreitar o Teatro em Família” | março.


 “Espreitar o Teatro em Família”

Traga os seus filhos, pais, avós e amigos e passe uma manhã animada e descontraída. Venha conhecer a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão: percorra todas as áreas da Casa das Artes, mesmo aquelas às quais só os artistas tem acesso, vislumbre a exposição do Foyer da Casa das Artes. Ouça as histórias mais caricatas e entusiastas desta “aventura artística”, deste espaço artístico e cultural que celebra no presente ano o seu décimo oitavo aniversário.

DOM 31 de março de 2019

Sessões: 11h00



A guided visit through the theater

Orizuro | Escolas e Famílias - Março | Casa das Artes de Famalicão.

Orizuro

“…aos ninhos onde a música nasce com o movimento e traçam caminhos inesperados povoados de sons e imagens.”

Coprodução da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão com a Companhia de Música Teatral

Secção para escolas - 11 a 15 de março| segunda a sexta-feira | 10h30 14h30 - Entrada gratuita à lotação da Sala | Pequeno Auditório

Toda a família - 16 a 17 março| Sábado e Domingo| 11h00 e 17h00 |Pequeno Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

Duração aproximada: 45 min

Toda a família.  



Sinopse

“Orizuro” é uma viagem mundo dos pássaros. De todos os pássaros, os reais e os imaginários, os das histórias, da poesia, da música, os que nos convidam a voar, os que cantam connosco. Três intérpretes levam bebés e crianças (e com elas os adultos) aos ninhos onde a música nasce com o movimento e traçam caminhos inesperados povoados de sons e imagens.

O orizuru na cultura tradicional japonesa é um símbolo de felicidade e na segunda metade do século vinte, após a bomba de Hiroshima, tornou-se num ícone do desejo de paz. A ideia de "afinação" tem estado presente em grande parte dos trabalhos da CMT, que tem usado a expressão "tuning people, birds and flowers" para se referir à procura, através da experiência artística, da afinação das pessoas com o que as rodeia. São esses os "pássaros" que Orizuro procurará revelar. Ou construir. Vivemos num tempo que precisa da nossa atenção urgente para a necessidade de preservarmos o mundo em que vivemos. Há muitas formas de o fazer. Ensinar a olhar e escutar de forma poética é certamente uma das que faz falta e deve ser promovida desde que nascemos.



Ficha técnica e artística

Conceção e Produção: Companhia de Música Teatral

Direção Artística e Música: Paulo Maria Rodrigues

Luz e Co-criação Coreográfica: Pedro Ramos

Visuais e Interactividade: Rodrigo Carvalho

Cenário: Miguel Ferraz

Figurinos: Rita Roberto

Gestão de Recursos Educativos: Helena Rodrigues

Interpretação: Inês Silva, Rita Roberto, António Dente



Orizuro is an educational project, through music and theater, for schools and families.

Os Vizinhos de Cima | Casa das Artes de Famalicão.


Os Vizinhos de Cima

Texto de Cesc Gay Encenação de Maria Henrique e Interpretação de Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano, Pedro Lima e Rui Melo.

Teatro/ comédia

8, 9 de Março| 6.ª e sábado-  21h30

Entrada: 12 euros. Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros

M/14

Duração: 90 min

OS VIZINHOS DE CIMA marcam a estreia no teatro do cineasta Cesc Gay. Estreado primeiro Barcelona, converteu-se rapidamente no grande sucesso da temporada, esgotando todas as apresentações e batendo recordes de espectadores.

"Sem dúvida, uma das maiores e mais ambiciosas aventuras que podemos experimentar é viver em casal. Um grande desafio, cheio de adversidades e obstáculos em que a luta acontece diariamente, as trincheiras são infinitas e o consolo às feridas e arranhões sofridos é muitas vezes escasso e pouco saudável. Mesmo assim, inexplicavelmente homens e mulheres continuam a tentar. Por essa razão, estou convencido de que só com ironia e sentido de humor é possível escrever sobre essa tragédia que nos assombra desde o início dos tempos e da qual não podemos escapar. E o que é que os vizinhos de cima têm a ver com isso? Bem, eles são os culpados por estar a ler estas linhas agora. Há alguns anos atrás um casal mudou-se para o andar por cima do meu - onde vivo com a minha família. Quase de imediato começámos a ouvir ruídos estranhos, a qualquer momento ou hora do dia, sempre acompanhados de uma grande variedade de gemidos. Certamente que para mim, isto foi uma inspiração, e de forma inconsciente, acabou por dar origem ao que seria a minha primeira peça para teatro.” Cesc Gay

Ficha Técnica
Texto: Cesc Gay
Encenação: Maria Henrique
Interpretação: Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano, Pedro Lima e Rui Melo
Tradução: Maria João Rocha Afonso
Música Original: Filipe Melo
Cenário e Adereços: Rui Filipe Lopes
Figurinos: Isabel Carmona
Desenho de Luz: Luís Duarte
Produção: Força de Produção

The Upstairs Neighbors is a play about the great challenge of living as a couple, with dramaturgy from the Catalan Cesc Gay

Fado no Café da Casa | Março.


Fado no Café da Casa

Musica/ Fado

1 de março| sexta| 22h00| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 80 min

Fadista, 1ª parte– Joana Campos

Fadista, 2ª parte – Nisa Conde

Guitarra Portuguesa – Miguel Amaral

Viola de Fado – André Teixeira



Fado in the café-concerto

Azul Longe Nas Colinas De Dennis Potter | Casa das Artes de Famalicão.


Azul Longe Nas Colinas De Dennis Potter

Encenação de Manuel Tur. Coprodução da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão / ACE Escola de Artes – Famalicão. Alunos do 2º ano do Curso Profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação da Academia Contemporânea do Espetáculo – Famalicão.

Teatro

28 fevereiro e 1 de março | Quinta e sexta| 21h30| grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/12

Duração: 60 min

Willie, Peter, John, Raymond, Donald, Angela e Audrey são sete amigos. Têm por hábito brincar num bosque, perto da vila onde vivem, durante as férias de Verão. Brincam às guerras, aos pais e às mães, à caça ao esquilo, aos enfermeiros, reproduzindo aquilo que pensam ser a vida dos adultos. Medem forças e desafiam o perigo. Um texto chocante e, ao mesmo tempo, comovente, no qual  futuros actores representam um grupo de crianças a descobrir a violência do mundo que as rodeia – um mundo que procuram compreender imitando a realidade dos adultos. Uma história sobre a infância, a “terra do conteúdo perdido”, nos versos de A. E. Housman que servem de mote a esta peça.



Ficha técnica

Azul Longe Nas Colinas de Dennis Potter

Tradução: Daniel Jonas

Encenação: Manuel Tur

Cenografia: Ana Gormicho

Figurinos: Ana Isabel Nogueira

Desenho de Luz: José Diogo Cunha

Direcção Musical: Tiago Simães

Apoio de voz e elocução: João Castro

Assistência de encenação: Francisco Lima

Fotografia de cena: Pedro Figueiredo

Apoio a Cabelos: José Resende

com:

Alunos do 2º ano do Curso Profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação da Academia Contemporânea do Espetáculo – Famalicão:

Alberto Batista, Alexandra Guimarães, Ana Guimarães, Ana Marques, Catarina Matos, , Andreia Coelho, Bruna Fernandes, Diogo Ribeiro, Diogo Sousa, Filipe Calder, Francisco Madureira, Íris Mendes, João Lin, Patrícia Nogueira, Patrícia Silva, Pedro Alves, Pedro Lemos, Tiago da Costa, Tiago Pereira e Vitória Ferreira,

Direção de Produção: Glória Cheio

Produção: João Faustino, Pedro Barbosa

Direção Executiva: Liliana Moreira



Blue Remembered Hills, a play about childhood by Dennis Potter

Exposição DE PINTURA de Luís Xavier | Casa das Artes de Famalicão.


Título: “Razões da Mente sobre o Corpo” e “Conflito”.

Exposição DE PINTURA de Luís Xavier

Foyer, até 31 de março 2019.

Luís Xavier, pintor Expressionista Abstrato Contemporâneo, natural de Guimarães.

Em 1985 concluiu o curso CIESA na Escola Artística e Profissional Árvore no Porto e

em 1989 formou-se em Design pela ARSUTORIA Design Internacional School em Milão.

Participou na EUROARTE em 1989 e atualmente tem trabalhado nestes dois temas, “Razões da Mente sobre o Corpo” e “Conflito”. O seu trabalho está voltado para a perceção visual da mente, sob a influência do quotidiano, suas memórias, razões e fantasias”, que nos leva numa viagem pelo seu mundo, entre sentimentos, cor e volumetrias.

Alguns dos seus trabalhos já se encontram em Fundações e Coleções nacionais e internacionais.



“Reasons of the mind about the body and conflict”, a painting exhibition by Luís Xavier.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Cinema na Casa das Artes |Fevereiro 2019



Cinema Digital na Casa das Artes

Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro

6 de Fevereiro –21h30 | Grande Auditório

O Ben está de Volta 



Título original: Ben Is Back (EUA, 2018, 103 min.)
Realização: Peter Hedges
Interpretação: Julia Roberts, Lucas Hedges, Courtney B. Vance, Kathryn Newton
Classificação: M/14

Na manhã da véspera de Natal, a família Burns recebe uma visita inesperada nos subúrbios em que mora: Ben, o perturbado filho de 19 anos, aparece sem avisar. Ao longo das 24 horas seguintes, as vidas de toda a família, em especial da sua mãe, Holly, serão postas à prova. Um filme de Peter Hedges, o escritor e argumentista de "Gilbert Grape", que realizou filmes como "A Extraordinária Vida de Timothy Green" ou "O Amor e a Vida Real". O seu filho, Lucas Hedges, que foi nomeado para um Óscar pelo papel em "Manchester by the Sea", surge à frente de um elenco que inclui Julia Roberts e Courtney B. Vance.



15 de Fevereiro – 18h00 / 21h30 | Grande Auditório

O Regresso de Mary Poppins (versão original)



Título original: Mary Poppins Returns (EUA, 2018, 130 min.)
Realização: Rob Marshall
Interpretação: Emily Blunt, Meryl Streep, Colin Firth, Julie Walters, Angela Lansbury, Emily Mortimer, Dick Van Dyke
Classificação: M/6
Londres, década de 1930. Passados 20 anos, Mary Poppins, a ama com poderes mágicos criada por P.L. Travers, volta para ajudar a família Banks, que está a tentar ultrapassar uma tragédia. Michael e Jane, as crianças da história original, são agora crescidas e, no caso de Michael, já têm os seus próprios filhos, mas precisam da ama mais do que nunca. Para assisti-la, Jack, que trata dos postes de iluminação pública e era aprendiz de Bert, o limpa-chaminés/faz-tudo do original. Assinada por Rob Marshall, o ex-dançarino transformado em realizador de filmes como "Chicago" ou "Caminhos da Floresta", esta sequela chega 54 anos após "Mary Poppins", o filme de Robert Stevenson

Azul Longe Nas Colinas De Dennis Potter | Casa das Artes de Famalicão.


Azul Longe Nas Colinas De Dennis Potter

Encenação de Manuel Tur. Coprodução da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão / ACE Escola de Artes – Famalicão. Alunos do 2º ano do Curso Profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação da Academia Contemporânea do Espetáculo – Famalicão.

Teatro

28 fevereiro e 1 de março | Quinta e sexta| 21h30| grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/12

Duração: 60 min

Willie, Peter, John, Raymond, Donald, Angela e Audrey são sete amigos. Têm por hábito brincar num bosque, perto da vila onde vivem, durante as férias de Verão. Brincam às guerras, aos pais e às mães, à caça ao esquilo, aos enfermeiros, reproduzindo aquilo que pensam ser a vida dos adultos. Medem forças e desafiam o perigo.

Um texto chocante e, ao mesmo tempo, comovente, no qual  futuros actores representam um grupo de crianças a descobrir a violência do mundo que as rodeia – um mundo que procuram compreender imitando a realidade dos adultos. Uma história sobre a infância, a “terra do conteúdo perdido”, nos versos de A. E. Housman que servem de mote a esta peça.




Ficha técnica

Azul Longe Nas Colinas de Dennis Potter

Tradução: Daniel Jonas

Encenação: Manuel Tur

Cenografia: Ana Gormicho

Figurinos: Ana Isabel Nogueira

Desenho de Luz: José Diogo Cunha

Direcção Musical: Tiago Simães

Apoio de voz e elocução: João Castro

Assistência de encenação: Francisco Lima

Fotografia de cena: Pedro Figueiredo

Apoio a Cabelos: José Resende

com:

Alunos do 2º ano do Curso Profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação da Academia Contemporânea do Espetáculo – Famalicão:

Alberto Batista, Alexandra Guimarães, Ana Guimarães, Ana Marques, Catarina Matos, , Andreia Coelho, Bruna Fernandes, Diogo Ribeiro, Diogo Sousa, Filipe Calder, Francisco Madureira, Íris Mendes, João Lin, Patrícia Nogueira, Patrícia Silva, Pedro Alves, Pedro Lemos, Tiago da Costa, Tiago Pereira e Vitória Ferreira,

Direção de Produção: Glória Cheio

Produção: João Faustino, Pedro Barbosa

Direção Executiva: Liliana Moreira

JP Simões na Casa das Artes de Famalicão.

JP Simões Solo

Musica
23 de fevereiro| sábado | 23h00 | Café concerto
Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1.5 Euros
M/6
Duração: 80 min
Cantor, compositor, letrista, contista e dramaturgo, JP Simões edita álbuns desde 1995, respetivamente com Pop Dell’Arte, Belle Chase Hotel, Quinteto Tati e a solo ou em colaboração com outros compositores. O seu último álbum em nome próprio, Roma, foi editado em 2013 e mereceu uma longa digressão nacional e internacional. E em 2016 lançou “Tremble Like a Flower”, sob o pseudónimo “Bloom”:
“JP Simões reinventa-se, mudando tudo: nome, língua, referências. O produto final é de uma beleza perturbadora que nos causa arrepios.” (Revista Altamont)
Já em 2018, apresentou um novo tema, "Alvoroço", no festival da canção, e regressou para a estrada para apresentar, de norte a sul, um espectáculo com reportório que atravessa diferentes facetas da sua carreira.

"Escrever, Falar"de Jacinto Lucas Pires | ESTREIA na Casa das Artes de Famalicão.


"Escrever, Falar" de Jacinto Lucas Pires ESTREIA

Uma co-produção Momento — Artistas Independentes e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Teatro

21, 22, 23,24 de fevereiro| quinta a sábado-  21h30| 16h00 Domingo | Grande Auditório.

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/12

Duração: 60 min




SINOPSE

Em lugar nenhum. Dois homens encontram-se (ou simplesmente estão) e permitem-se partilhar as suas histórias como quem constrói um guião. Viajam repetidamente numa história (que são várias) que eles próprios vão moldando tal como o tempo os molda a eles e os faz crescer e ganhar corpo à medida que falam e escrevem um destino partilhado.

É um trabalho sintético de Jacinto Lucas Pires que, em cerca de uma hora, condensa as suas melhores qualidades como dramaturgo, trazendo-nos os seus personagens que crescem no arco de tempo dos próprios espectáculos e se encontram, se reescrevem quase como se pudéssemos assistir ao vivo e a cores ao fenómeno impalpável do aparecimento de uma pessoa em cena.

É uma breve viagem que dá sempre um passo atrás para rever o seu rumo e, sem o auxílio de qualquer sistema de navegação assistida, se vira novamente para dentro com o objectivo de se enriquecer nas palavras dos dois personagens.



Encenação Simão Do Vale Africano

Assistência de Encenação e Produção Inês Simões Pereira

Interpretação Daniel Silva e Diogo Freitas

Desenho de Luz Pedro Correia

Sonoplastia Daniel Martinho

Figurinos Joana Africano

Fotografia Simão Do Vale Africano

Apoio à residência Teatro Viriato

Apoio Teatro Nacional São João

PaPI - Opus 8 na Casa das Artes de Famalicão.


PaPI - Opus 8

Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Musica Teatral

Apresentações em para escolas

- 11 de  fevereiro: Sol Nascente / Ribeirão – 10h30 e 14h30;

- 12 de Fevereiro: JI Louro / Louro – 10h30 e 14h30;

- 13 de Fevereiro : Salão Nobre da Junta de Freguesia de Brufe /Brufe – 10h30 e 14h30;

- 14 de Fevereiro: Centro Social e Paroquial de Requião / Requião – 10h30 e 14h30.

- 15 de fevereiro : Casa das Artes 10h30 e 15h00

- Duração Áprox 30 min - Entrada:  livre á lotação da Sala

 PaPI - Opus 8

Apresentações para famílias/ Público Geral

16e 17  fevereiro | sábado e domingo | 11h00 e 17h00 |Pequeno Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

Duração aproximada: 30 min |Toda a família.  



PaPI-Opus 8 é filho de Orizuro. Voa por creches e jardins-de-infância porque é lá que encontra os meninos e as meninas com quem gosta de brincar. É ágil e colorido. Canta e viaja ao sabor dos sons e do movimento. A sua chegada é anunciada e a sua visita deixa vontade de o voltar a ver, mais tarde, mais crescido, mas sempre pronto a brincar.

Ficha técnica e artistica

Conceção e Produção: Companhia de Música Teatral

Direção Artística e Música: Paulo Maria Rodrigues

Cenário: Miguel Ferraz

Figurinos: Rita Robert?

Gestão de Recursos Educativos: Helena Rodrigues

Interpretação: Inês Silva

Público e Lotação: Salas de creche ou de jardim-de-infância com bebés ou crianças com idades compreendidas entre os zero e os seis anos de idade acompanhadas dos respetivos profissionais de educação.

Cavalheiro na Casa das Artes de Famalicão.

Cavalheiro 
Musica
16 de fevereiro | sábado | 23h00 | Café concerto
Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1.5 Euros
M/6
Duração: 70 min
O Cavalheiro é Tiago Ferreira. Nascido no Porto, criado em Santo Tirso e exilado em Braga, apresenta o longa duração Falsa Fé, que marca uma nova fase do seu percurso musical. Assentes num conceito de canção tradicional, as suas composições procuram contar pequenas narrativas sobre episódios da vida quotidiana, num registo filtrado de emoções e sentimentos sob uma instrumentação cuidada. Cavalheiro tem-se apresentado em diferentes formatos nos mais diversos palcos, procurando acima de tudo a intimidade e o silêncio, para ele tão importantes como a melodia.

Ao Cavalheiro juntam-se Ricardo Cibrão (baixo), João Freitas (bateria), João Coutada (teclados) e João Oliveira (guitarra

Alissa Margulis - Violino & Luis Magalhães -Piano | Casa das Artes de Famalicão.

Alissa Margulis Violino & Luis Magalhães Piano
Musica erudita
16 de fevereiro | sábado | 18h30 | Grande auditório
Entrada: 5 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
Duração: 70 min (intervalo de 10 mim).

Este concerto apresenta dois músicos aclamados internacionalmente: a violinista Alissa Margulis e o pianista Luís Magalhães.

Alissa Margulis é enaltecida pelas suas atuações expressivas e emocionantes que lhe renderam um amplo reconhecimento artístico. Luis Magalhães desenvolveu uma carreira internacional como pianista, a solo, ou como musico de câmara, além de se ter estabelecido como professor na Universidade  Stellenbosch.

O programa do concerto da Casa das Artes inclui:  Sonata para violino e piano nª8 opus 30, de Ludwig van Beethoven (1770-1827); Violino Sonata de Leoš Janáčeko (1854-1928); Poema elegíaco de Eugène Ysaÿe (1858 -1931), e a Sonata n.º 2 em D maior) de Serge Prokofiev (1891-1953). É interessante e um elemento de coerência que Alissa Margulis, que leciona no Conservatório de Antuérpia, tenha escolhido representar Ysaÿe, possivelmente o compositor violinista mais famoso de todos os tempos e, da Rússia natal de Alissa Margulis, a segunda sonata para violino de Prokofiev, que coloca este compositor num lugar um pouco mais otimista do que em muitas das suas outras composições.

Orquestra Bamba Social & Tiago Nacarato na Casa das Artes de Famalicão.


Orquestra Bamba Social & Tiago Nacarato

Musica Samba/ Funk / Soul

9 de fevereiro| Sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 12 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros

M/6

Duração: 90min

A paixão pelo samba juntou este colectivo de músicos luso-brasileiros que revisitam os clássicos da música brasileira desde os anos 30 até aos dias de hoje, acrescentando-lhes novas sonoridades. Bamba Social é acima de tudo um conceito que revive os anos dourados da boémia carioca, onde a música, a dança e o convívio se fundiam em alegres bailes. Este espectáculo único inclui a apresentação de canções originais para além dos temas mais badalados. A este concerto juntam-se vários convidados, entre os quais o cantor Tiago Nacarato, parceiro habitual da Orquestra Bamba Social que vem fazendo também um percurso musical a solo em grandes salas nacionais e no programa televisivo The Voice.

Fado no Café da Casa | Casa das Artes de Famalicão.


Fado no Café da Casa

Musica/ Fado

 8 de fevereiro| sexta | 22h00| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 80 min

1ª parte–  Teresa Fernandes (vencedora do concurso de Fado Amador Vila Nova de Famalicão 2018)

2ª parte – Catia de Oliveira

Guitarra Portuguesa – Miguel Amaral

Viola de Fado – André Teixeira

Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes irá celebrá-lo-á mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores.

No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO.

TER RAZÃO na Casa das Artes de Famalicão

TER RAZÃO
Encenação de Ricardo Alves
Cocriação Ensemble, Teatro da Palmilha Dentada
Coprodução Ensemble – Sociedade de Actores, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Nacional S. João.
Teatro
1 e 2 fevereiro | Sexta e sábado| 21h30| Grande Auditório
Entrada: 8 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/12
Duração: 60 m
No dia final da segunda apresentação, 2 de fevereiro, acontecerá uma conversa entre os actores e o publico-haverá uma conversa com o Publico

 

“Uma provocação, um divertimento sério”

Há no Ensemble um permanente estado de desassossego e de espanto perante este nosso ofício, desde há longos anos. Esta inquietação – que nos impede de nos acomodarmos a uma maneira de fazer, que nos faz construir pontes mais ou menos surpreendentes como forma de reflexão e partilha estimulante de saberes e talentos, de criação de laços e cumplicidades entre criadores e intérpretes de áreas diferentes – tem feito parte do percurso do Ensemble desde sempre e já nos define como projecto artístico no Porto e no país.

Por isso, ao longo dos anos, têm surgido aventuras tão diversas e ousadas como os nossos Tchékhovs, os nossos Molières ou os nossos Shakespeares; a divulgação de autores contemporâneos como Brian Friel, Arnold Wesker, Conor McPherson, Samuel Beckett, Tom Kempinski ou Jean Cocteau; a encomenda de textos originais a autores portugueses como Luísa Costa Gomes, Jacinto Lucas Pires, Mickaël de Oliveira e, agora, Ricardo Alves; ou, ainda, as nossas sempre tão gratas Atmosferas, em que nos afastamos dos palcos para lugares mais ou menos inesperados, como a livraria Lello ou o jardim da Cooperativa Árvore.

Num co-produção do Teatro Nacional São João e da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, o espectáculo Ter Razão aí está: o teatro merece, porque o público merece! A nossa gratidão é infinita!

Ter Razão é uma provocação, um divertimento sério sobre as pessoas e o seu quotidiano. Suspeitávamos que este encontro entre nós e a Palmilha iria ser desafiador e estimulante. Mas não esperávamos tanta cumplicidade artística, tanto conforto, tanta alegria…

Todos os muros têm rachadelas. Ainda bem, pois é por aí que entra a luz.

Sejam bem-vindos!

Texto e encenação: Ricardo Alves

Música: Ricardo Pinto

Desenho de luz: José Álvaro Correia

Cenografia: Sandra Neves

Figurinos: Inês Mariana Moitas

Interpretação: Emília Silvestre, Jorge Pinto, Ivo Bastos, Teresa Arcanjo

Cocriação Ensemble, Teatro da Palmilha Dentada

Coprodução Ensemble – Sociedade de Actores, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, TNSJ

Exposição DE PINTURA de Luís Xavier | de 2 de fevereiro (Inauguração 16h30) a 31 de março 2019 na Casa das Artes de Famalicão.


Título: “Razões da Mente sobre o Corpo” e “Conflito”.

Exposição DE PINTURA de Luís Xavier

Foyer, de 2 de fevereiro (Inauguração 16h30) a 31 de março 2019.

Luís Xavier, pintor Expressionista Abstrato Contemporâneo, natural de Guimarães.

Em 1985 concluiu o curso CIESA na Escola Artística e Profissional Árvore no Porto e

em 1989 formou-se em Design pela ARSUTORIA Design Internacional School em Milão.

Participou na EUROARTE em 1989 e atualmente tem trabalhado nestes dois temas, “Razões da Mente sobre o Corpo” e “Conflito”. O seu trabalho está voltado para a perceção visual da mente, sob a influência do quotidiano, suas memórias, razões e fantasias”, que nos leva numa viagem pelo seu mundo, entre sentimentos, cor e volumetrias.

Alguns dos seus trabalhos já se encontram em Fundações e Coleções nacionais e internacionais.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Ralph Vs Internet de P. Johnston & R. Moore – 3D – versão portuguesa | Casa das Artes de Famalicão.



Ralph Vs Internet de P. Johnston & R. Moore – 3Dversão portuguesa

12 de Janeiro – 15h00, 18h00, 21h30 | Grande Auditório

Ralph, o vilão dos videojogos e a sua companheira Vanellope Von Schweetz, vão arriscar tudo ao aventurarem-se pelo universo da web para procurarem uma peça que irá salvar o videojogo de Vanellope, o Sugar Rush. A sua jornada leva-os ao vasto mundo da internet, um mundo que Vanellope adota completamente - tanto que Ralph receia perder a única amiga que alguma vez teve. Dos estúdios Walt Disney, um filme de animação em 3D, realizado por Phil Johnston e Rich Moore, que continua a história iniciada em 2012 por Moore.

Título Original: Ralph Breaks The Internet: Wreck-it Ralph 2 (EUA, 2018, 100 min)
Realização: P. Johnston & R. Moore
Vozes (versão portuguesa): Pedro Laginha, Carla Garcia, Tomás Alves, Joana dos Santos, José Ribeiro
Classificação: M/6

Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão Episódio 3.1 – 19 e 22 de Janeiro | Casa das Artes de Famalicão.


Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão

Episódio 3.1 – 19 e 22 de Janeiro


De 13 a 20 de Outubro, em vários espaços da Casa das Artes, projectou-se o terceiro episódio do CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão, com 40 sessões comentadas, sob o mote do Lugar, cruzando cinema contemporâneo com trilhos pela história do Cinema (ver www.closeup.pt).

Nos dias 19 e 22 de Janeiro, apresentamos a primeira réplica deste episódio, com quatro sessões, com propostas para as escolas e para o público geral:

(1) para o público geral, continuamos a percorrer lugares, no cruzamento da curta A VER O MAR com a longa COLUMBUS, documentário e ficção, pessoas e personagens em diálogo com paisagens marítimas e cenário urbano; voltamos à secção Infância e Juventude, com uma das bandeiras da nova vaga japonesa, a segunda longa de Nagisa Oshima, CONTOS CRUÉIS DA JUVENTUDE, a dar corpo ao desencanto da juventude japonesa no pós-guerra.

(2) para o público escolar, a mitologia celta da Irlanda na animação A CANÇÃO DO MAR para alunos dos 1.º e 2.º ciclos; o humanismo do finlandês Aki Kaurismäki, com a crise dos refugiados na ordem do dia, em O OUTRO LADO DA ESPERANÇA, para alunos do 3.º ciclo e do secundário.

 19.Jan – 15h00 (PA) – COLUMBUS de Kogonada + A VER O MAR de Ana Oliveira, André Puertas e Sara Santos (secção O Lugar), com a presença dos realizadores de A Ver o Mar

Columbus Jin (John Cho), um coreano que já antes vivera nos EUA, encontra-se na cidade de Columbus (Indiana, EUA) para acompanhar o pai - um importante arquitecto -, que se encontra gravemente doente. No hospital conhece Casey (Haley Lu Richardson), uma jovem local que, para cuidar da mãe, decidiu não perseguir os seus sonhos. Descobrindo vários pontos em comum, os dois deambulam pela cidade, explorando a beleza arquitectónica de cada lugar. E, ao mesmo tempo que olham atentamente para as coisas ao seu redor, descobrem-se um ao outro e a si mesmos…Estreado no Festival de Cinema de Sundance (EUA), um filme dramático que marca a estreia na realização do norte-americano de origem sul-coreana Kogonada.

Título original: Columbus (EUA, 2017, 100 min.)
Realização: Kogonada
Interpretação: John Cho, Haley Lu Richardson, Parker Posey
Classificação: M/12

 A Ver o Mar O silêncio, o mar como pano de fundo, o mar como lugar de afetos. Sem saírem dos seus carros, várias gerações namoram, relaxam e partilham o fascínio pelo oceano, fazendo planos para o futuro e contemplando o passado.
Prémio Blit para Melhor Realização no Festival Curtas de Vila do Conde.

Título original: A Ver o Mar (Portugal, 2018, 25 min.)
Realização: Ana Oliveira, André Puertas, Sara Santos
Classificação: M/12

 19.Jan – 18h00 (PA) – CONTOS CRUÉIS DA JUVENTUDE de Nagisa Oshima (secção Infância e Juventude)

No Japão em 1960, o estudante universitário irrequieto Kyoshi (Yusuke Kawazu) seduz a bonita adolescente Makoto (Miyuki Kuwanu) e rapidamente a convence a fazer parte de um esquema obscuro e cruel, tanto para conseguir dinheiro fácil como para manter o aborrecimento afastado. Kyoshi e Makoto começam a atormentar homens de meia-idade, que facilmente se rendem aos encantos de Makoto, só para acabarem por ser chantageados. A frustração crescente do casal com o mundo comprimido à volta deles empurra-os a levar a cabo um comportamento cada vez mais implacável.

Título original: Seishun zankoku monogatari (Japão, 1960, 90 min.)
Realização: Nagisa Oshima
Interpretação: Miyuki Kuwano, Yûsuke Kawazu, Yoshiko Kuga, Fumio Watanabe
Classificação: M/14



22.Jan – 10h00 (GA) – O OUTRO LADO DA ESPERANÇA de Aki Kaurismäki - sessão para escolas (3.º ciclo e secundário)

O finlandês Aki Kaurismäki regressa ao seu estilo cómico seco para lidar com a crise dos refugiados, sem qualquer pudor em mostrar o racismo e a violência a que migrantes podem estar sujeitos. O filme centra-se em Khaled (Sherwan Haji), um mecânico sírio que acaba em Helsínquia, e na sua interacção com um vendedor de camisas (Sakari Kuosmanen) que anda de cidade em cidade. Este ganha uma quantia assinalável a jogar póquer e compra um restaurante, onde acaba por empregar Khaled. Festival de Berlim - Urso de Prata - Melhor Realizador; Grande Prémio da Crítica Internacional (FIPRESCI) 2017

Título original: Toivon Tuolla Puolen (Finlândia, 2017, 100 min.)
Realização: Aki Kaurismäki
Interpretação: Dome Karukoski, Ville Virtanen, Kati Outinen
Classificação: M/12

22.Jan – 15h00 (GA) – A CANÇÃO DO MAR de Tomm Moore (versão portuguesa)
sessão para escolas  (1.º e 2.º ciclo)

Ben e Searsha vivem com o pai na parte superior de um farol numa pequena ilha. Para os proteger dos perigos do mar, a avó leva-os para a cidade. Ben descobre que a sua irmã mais nova é uma Selkie, uma fada do mar, cuja canção pode libertar seres mágicos do destino a que os condenou uma bruxa. Inspirado em vários mitos do folclore irlandês, "A Canção do Mar" conta com a realização de Tomm Moore que, com este filme, se viu nomeado pela segunda vez para o Óscar de Melhor Filme de Animação, depois de o ter sido com "The Secret of Kells" (2009), a sua estreia em cinema.

Título original: Song of the Sea (DIN/BEL/IRL/LUX/FRA, 2014, 90 min.)
Realização: Tomm Moore
Interpretação (vozes): Rui Mendes, Luisa Cruz, Custódia Gallego
Classificação: M/6
Bilheteira Sessões

Geral: 2 euros

Cartão quadrilátero: 1 euro

Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes