terça-feira, 7 de abril de 2026

2026 | V Aniversário Teatro Narciso Ferreira | Eixo do Jazz Ensemble e as Vozes do EJE


Dia Internacional do Jazz

Eixo do Jazz Ensemble e as Vozes do EJE

 2026 | V Aniversário TNF

música

M6 / duração 60’

 30 abril, quinta

21:30

 Público Geral: 6 euros . 3 euros para descontos em vigor

 Em 2026, o Teatro Narciso Ferreira celebra 5 anos desde a sua Inauguração. Ao longo do ano, e com o Mecenas Galeria Comercial Auchan Famalicão, propomos um ciclo de concertos que culminará no fim de semana de 10 de setembro de 2026. O 4º Concerto, dedicado ao Dia Internacional do Jazz, será com o Eixo do Jazz Ensemble (EJE), que se juntará às Vozes do EJE para interpretação de um repertório de originais dos membros do ensemble.

 Este projeto nasceu de uma proposta de Mário Laginha em 2019, a partir da qual a associação Eixo do Jazz começou a reunir músicos portugueses e galegos para interpretarem repertórios de músicos convidados de Portugal e da Galiza. Desde então já foram editados 4 discos e gravados outros dois, de concertos ao vivo com Mário Laginha (2022), Iago Fernández (2023), João Paulo Esteves da Silva (2024), Abe Rábade (2025), Virxilio da Silva (a lançar em 2026) e José Pedro Coelho (a Lançar em 2027), todos gravados ao vivo na Casa das Artes de Famalicão. Desde 2024, o Eixo do Jazz Ensemble (EJE) iniciou uma nova fase de interpretação de música e arranjos originais.

 Das várias apresentações, destaca-se o concerto dos 50 anos do 25 de Abril, encomendado pelo Município de Famalicão para a sessão solene das celebrações; o concerto de celebração do Dia Internacional do Jazz na Fundação Engº António de Almeida, na Fundação Cupertino de Miranda no Porto; o Festival de Guimarães “O Verão é Jazz”; em Torre de Moncorvo; o festival “Dias do Jazz” do Centro Cultural das Caldas da Rainha e DPP | Dias da Percussão Portimão.


Ficha Artística

Vozes: Teresinha Sarmento, Joana Raquel, Ana Luísa Marques

Nazaré Silva

Piano: Sunil López

Saxofone Tenor e Dir. Artística: Diego Alonso

Trompete: Ricardo Formoso

Yudit Almeida: Contrabaixo

Bateria: David Puime

Som: João Bastos

Luz: César Cardoso

Produção: Cristina Marvão

Cinema - Abril | Teatro Narciso Ferreira

 A Pequena Amélie (versão portuguesa)

de Maïlys Vallade, Liane-cho Han

 18 abril . sábado

16:00

famílias

>6, 75min

Público Geral: 4 euros. 2 euros para descontos em vigor

Amélie, uma criança belga que vive no Japão, explora a vida com a sua ama Nishio-san. O seu terceiro aniversário torna-se um ponto de viragem, marcando o início de acontecimentos que alteram a sua vida e moldam a sua compreensão do mundo.

Título Original: Amélie et la métaphysique des tubes (França, 2025)

 

 Ainda Funciona?

de Bradley Cooper

 18 abril . sábado

21:30

>14, 125min

 Público Geral: 4 euros. 2 euros para descontos em vigor

Casados há já vários anos, Alex e Tess sentem que a chama de outrora se apagou e que é chegado o momento de cada um seguir o seu caminho. De forma conciliadora, e ao mesmo tempo que tentam recuperar interesses abandonados durante o casamento, esforçam-se por se manterem próximos para acompanhar Felix e Jude, os filhos de ambos. Certa noite, Alex vai a um bar de espectáculos de “stand-up”, onde se inscreve num serão de microfone aberto. Diante do público, improvisa piadas a partir da sua situação actual e, contra as próprias expectativas, é bem recebido pelo público. A experiência repete-se noutras noites e leva-o a descobrir na comédia um prazer inesperado. É também ali que se aproxima de Jill, outra comediante, com quem inicia um caso amoroso. Tess, por seu lado, retoma os treinos de voleibol, uma antiga paixão que tinha deixado para trás, e começa a sair com Laird. Mas à medida que exploram novas experiências e relações, Alex e Tess questionam-se se essas escolhas compensam abdicar de tudo o que construíram juntos. Com assinatura de Bradley Cooper – também responsável pelos multipremiados “Assim Nasce Uma Estrela” (2018) e “Maestro” (2023).



Título original:  Is This Thing On?
(EUA/Reino Unido, 2025)

Interpretação: Will Arnett, Laura Dern, Bradley Cooper

Oficina de Escrita Colaborativa para Teatro | Teatro Narciso Ferreira

 



BALA – Núcleo Dramatúrgico

 7-10 de abril

terça a sexta . 19h00-21h00

café concerto

 Mediação: Entrada gratuita sujeita à inscrição prévia via tnf@famalicao.pt

Lotação máxima de 15 participantes

Público-alvo: M/16 e interessado/as em escrita e em teatro

 11 abril sábado

café concerto

 17:00

Apresentação do Livro "O Cadafalso",

de BALA - Núcleo Dramatúrgico (Chiado Books)

M/6 . duração 60'

 19:00

Apresentação Final da Oficina:

Leitura Encenada & Conversa com público e participantes

M/6 . duração 90'

Ficha Artística:

BALA  - Núcleo Dramatúrgico

Carlota Castro

Joana Guilherme Pinto

João Francisco Silva

Maria Miguel Félix

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão, Teatro Narciso Ferreira, BALA - Núcleo Dramatúrgico

 Sobre a Oficina de Escrita Colaborativa para Teatro

A Oficina de Escrita Colaborativa para Teatro, orientada pelo BALA – Núcleo Dramatúrgico, propõe um espaço de criação coletiva no Teatro Narciso Ferreira, entre 7 e 11 de abril de 2026, onde a escrita teatral é assumida como prática artística comunitária e didática.

 Partindo dos princípios da mediação e da intervenção cultural, a oficina convida as pessoas participantes a tornarem-se coautoras de uma peça original, num processo que valoriza a escuta, a empatia, o trabalho de grupo e a partilha de experiências como forma de presença social e resistência criativa.

 Mais do que um exercício de escrita e pensamento crítico, trata-se de uma oportunidade de experimentação, que pretende reforçar os laços comunitários no território e estreitar a relação entre a comunidade e o Teatro Narciso Ferreira enquanto espaço vivo de criação e pensamento.

 Sobre o BALA - Núcleo Dramatúrgico

BALA - Núcleo Dramatúrgico (Porto, 2023) é uma associação cultural dedicada à escrita colaborativa. Em novembro de 2024, concluiu o seu primeiro texto original, O Cadafalso, com lançamento previsto pela Chiado Books a 28 de março de 2026, no Centro de Artes e Espetáculo de Sever do Vouga, e a 11 de abril no Teatro Narciso Ferreira, em Vila Nova de Famalicão. Parte da sua ação centra-se na mediação cultural em escrita, dramaturgia e teatro, e projetos de pedagogia de públicos.

Sinapse Colapse | Teatro Narciso Ferreira


Companhia Meio Circo (Portugal)

 estreia

 Residências Artísticas

 TNF & INAC Instituto Nacional de Artes de Circo

 10 abril

sexta . 10:30

-- Mediação: Entrada gratuita sujeita à inscrição prévia via tnf@famalicao.pt

 11 abril

sábado . 18:00

espetáculo + conversa

circo contemporâneo

M/3 . duração 40'

Público Geral: 2 euros / 1 euro para descontos em vigor

 No âmbito da parceria estratégica com a Plataforma de Artes Performativas de Famalicão “SOBRE O PALCO”, o TNF iniciou em 2023, um projeto de Residências Artísticas Nacionais e Internacionais com o INAC – Instituto Nacional de Artes do Circo, proporcionando um espaço de criação para artistas emergentes e fomentando o diálogo da estética do circo contemporâneo com a comunidade local.

 “Cada um de nós pode transcender o corpo que a sua mente controla. Mesmo que a memória nos falhe ou que o corpo colapse, permaneceremos vivos em memórias guardadas noutros corpos que, em algum momento, dançaram a vida connosco. Entre a presença e a ausência, até que a última sinapse nos separe.”

 Biografia:

A Companhia Meio Circo nasceu da paixão de dois artistas pelas artes do espetáculo, com especial dedicação às artes circenses e ao fogo. Fundada em 2025 por Carolina Soares e Gonçalo Leal, a companhia desenvolve espetáculos que integram diferentes linguagens, como dança, malabarismo, acrobacia aérea e recursos tecnológicos. A sua identidade artística assenta na união entre arte e tecnologia, criatividade e movimento, explorando novas formas de expressão no universo do circo contemporâneo.

Ficha Artística:

Companhia Meio Circo (Portugal)

Coprodução: Teatro Narciso Ferreira, INAC – Instituto Nacional de Artes do Circo

Ao Som dos Filminhos curtas-metragens de animação | Teatro Narciso Ferreira

 


Ao Som dos Filminhos

curtas-metragens de animação

 7 abril

terça . 10:00

sessão mediação

cinema

M/6 . duração 50'

Mediação: Entrada gratuita sujeita à inscrição prévia via tnf@famalicao.pt

Nesta sessão, dedicada aos mais novos, partimos de um conjunto de curtas-metragens, com a temática focada na música, no movimento e no corpo. Vamos encontrar deste modo nestes filminhos vários elementos que nos levam para o âmbito da dança, teatro e música como poderes transformadores da vida das personagens.

Blue Moon de Richard Linklater | Casa das Artes de Famalicão

Cinema na Casa das Artes

Entrada: 4 euros; 2 euros para descontos em vigor

Blue Moon de Richard Linklater

25.Abr. (sábado) – 21h30 – Grande Auditório

O lendário letrista da Broadway Lorenz Hart sai de um teatro e dirige-se ao Sardi’s. O dia é 31 de Março de 1943, noite de estreia do musical Oklahoma!, do seu antigo parceiro de escrita Richard Rodgers e Oscar Hammerstein II. Na festa dessa noite, Hart vê-se confrontado com o declínio da carreira... Captando este momento singular, Blue Moon é uma meditação sobre o amor, a amizade e a arte no tom típico de Richard Linklater, entre a leveza e a melancolia.

Nomeado para dois Óscares, nas categorias de melhor actor e melhor argumento original, este filme biográfico foi realizado por Richard Linklater, e tem Ethan Hawke no papel principal, após as colaborações na trilogia “Antes do Amanhecer” (1995), “Antes do Anoitecer” (2004), “Antes da Meia-Noite” (2013) e em “Boyhood: Momentos de Uma Vida” (2014).

Título original: Blue Moon (EUA/Irlanda, 2025, 100 min)
Realização: Richard Linklater
Interpretação: Ethan Hawke, Margaret Qualley, Bobby Cannavale, Andrew Scott, Jonah Lees, Simon Delaney e Patrick Kennedy
Classificação: M/12

Punk Rock - Estreia | Casa das Artes de Famalicão | Casa das Artes de Famalicão

 

Punk Rock - Estreia

Teatro

Uma coprodução da ACE Famalicão e da Casa das Artes de Famalicão

23 e 24 de Abril | quinta-feira e sexta-feira| 21h30| Grande Auditório.

Entrada: 4 euros; 2 euros para descontos em vigor

M/16

Duração: 75 m

Punk Rock, de Simon Stephens, é uma peça visceral que mergulha no universo de um grupo de adolescentes prestes a concluir o ensino secundário, confrontados com a pressão académica, a insegurança identitária e a violência latente que atravessa o quotidiano juvenil. A pertinência de Punk Rock mantém-se alarmantemente atual: num tempo em que a saúde mental dos jovens ocupa o centro do debate público, a peça expõe com crueza o impacto do isolamento, do bullying, das expectativas sociais e da incapacidade de comunicação até a um ponto de rutura irreversível. Stephens evita moralismos fáceis e constrói personagens complexas, frágeis e contraditórias, revelando como a violência pode emergir não apenas de um gesto extremo, mas de um acumular silencioso de pequenas humilhações e medos. A urgência em continuar a apresentá-la reside precisamente nessa capacidade de espelhar inquietações contemporâneas: cada nova geração reconhece-se nestes jovens, na ansiedade perante o futuro, na pressão para corresponder, na necessidade de pertença. Punk Rock não é apenas um retrato de uma juventude específica, mas um alerta contínuo sobre as fissuras do sistema educativo e social, afirmando-se como teatro necessário, incómodo, atual e profundamente humano.

 

Ficha Artística

Texto de Simon Stephens

Encenação Manuel Tur

Elenco: Alice Marques, Ana Barros, Magui Rodrigues, Katarina Zubach, Diego Valentino, Gabriell Simões, Leonor Escudeiro, Liv Mehmetof, Lorena Kafeijan, Lua Guimarães, Luana Sampaio, Tanoca Pipoca, Joana Castro

Cenografia Ana Gormicho       

Figurinos Ana Isabel Nogueira  

Desenho de Luz Cárin Geada

Desenho de Som e Sonoplastia Joel Azevedo

Cabelos José Resende

Fotografia de Cena Ivo Rainha

Direção de Produção Glória Cheio

Produção Jorge Azevedo

Carlão | Casa das Artes de Famalicão

 


Carlão

Música

18 de Abril| sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 18 euros; 9 euros para descontos em vigor

M/6

Duração: 75 min

 Carlão é um dos maiores nomes da música urbana da atualidade e um comunicador

nato, com uma vasta experiência ganha, em grande parte, nos inúmeros espetáculos

ao vivo que foi acumulando ao longo da sua carreira.

Identifica-se facilmente com o público e estabelece com ele uma ligação quase

imediata, tornando-se cúmplice nas aventuras e desventuras, dentro e fora das suas

músicas, no palco e na vida.

Em 2026, com o lançamento do novo disco, apresenta-se ao vivo com um espetáculo

renovado, o qual conta com um alinhamento que reflete o seu percurso na música e

na escrita ao longo de cinco décadas. Uma diversidade que vai da contenção da

canção de piano e voz até à explosão enérgica de ritmos africanos bem acelerados,

passando pelo hip-hop de crítica social, tudo bem embrulhado numa “boa-onda”

contagiante.

Em palco, conta com Alfredo Costa na voz, Paulo Borges nas teclas, Nuno Espírito

Santo no baixo, Rui Berton na bateria e com o incontornável DJ Glue.

Carlão, na essência.

Abril - Jazz no Café da Casa - Coelho Cabaud Cavaleiro Trio | Casa das Artes de Famalicão

 


Jazz no Café da Casa

Música/ Jazz

17 de Abril| sexta-feira | 23h00| café concerto

Entrada: 4 euros; 2 euros para descontos em vigor

M/6

Duração: 80 min

 A Casa das Artes promoverá mensalmente Noites de Jazz, transformando o Café-Concerto num clube de jazz. Para além de bandas já consagradas, daremos a oportunidade a artistas emergentes da cena jazzística portuguesa e galega de mostrarem o seu trabalho. Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a O Eixo do Jazz – Associação Luso-Galaica para a promoção do Jazz

Coelho Cabaud Cavaleiro Trio

O trio formado pelos músicos já consagrados do panorama jazzístico internacional, o

saxofonista José Pedro Coelho, o contrabaixista Demian Cabaud e o baterista Marcos

Cavaleiro construiu, ao longo de quase 18 anos de colaboração, uma identidade musical profundamente coesa e singular. A sua música original nasce do diálogo constante entre os três, onde a liberdade criativa, a escuta mútua e a originalidade são elementos centrais. Cada concerto reflete uma linguagem própria, aberta à improvisação e ao risco, revelando um trio maduro, expressivo e em permanente reinvenção. Já se apresentaram no Festival Porta Jazz, no Hot Clube, Jimmy Glass em Valencia, Salão Brazil, entra muitos outros locais.

Quando Vem a Taciturna De Limiar em Limiar O Presente Frágil + Masterclasse - Dança | Casa das Artes de Famalicão



Direção, Coreografia, Dramaturgia e Formação: Hugo Calhim Cristóvão & Joana von Mayer Trindade

Produção: Nuisis Zobop em coprodução com: Casa das Artes de Famalicão, Centro Cultural Vila Flor, Teatro Stephens, Oficina Municipal do Teatro, Teatro Municipal de Bragança, Cineteatro Pombal, Fábrica da Criatividade e Teatro Municipal do Porto

17 de Abril | sexta-feira | 21h30 | Grande Auditório

Dança

Entrada: 8 euros. 4 euros para descontos em vigor

M/6

Duração: 80 min

 Como dançar sobre ruínas? Como exumar arqueologias estupradas, em comunhão, exalando e destilando melancolias e nostalgias? Metamorfose e presença frágil irrompem um substrato poético no âmago da natura primordial — formas evanescentes entre o devir e a imutabilidade, num tempo oportuno em que tremula a Taciturna. O presente é uma oferenda precária que se devora na própria voracidade, desfazendo-se e multiplicando-se em medos e desejos. É o eterno conflito entre passado, presente e futuro. Entre o que muda e o que permanece, nasce uma presença frágil. Dança-se entre limiares — entre ser e não-ser, desejo e vazio, vida e morte. De limiar em limiar, a dança dá à luz momentos irrepetíveis — não canceláveis pelo terror — metamorfoseando a urgência apocalíptica em sobrevivência sobre cadáveres. Sobre os restos do que foi, inventamos formas de continuar. Quem ressurge das cinzas?

Hugo Calhim Cristóvão & Joana von Mayer Trindade


Masterclasse

14 de abril, às 19h00 (duração de 90 min).

Esta masterclasse, dirigida a estudantes de artes performativas e a todas as pessoas com interesse genuíno em dança e movimento, propõe refletir, através do corpo, sobre essas passagens e presenças frágeis. Exploraremos os limiares entre o que desaparece e o que insiste em permanecer, mostrando como a dança pode ser uma via de contínua transformação, resistência e reinvenção do próprio existir. Será também uma oportunidade para contactar com o trabalho dos coreógrafos Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristóvão, fortemente marcado por interseções com a Filosofia e a Literatura, bem como por uma fisicalidade intensa e uma linguagem autoral própria, de que é exemplo a mais recente criação a apresentar na Casa das Artes de Famalicão, “Quando Vem a Taciturna de Limiar em Limiar O Presente Frágil”.

 Direção, Coreografia, Dramaturgia e Formação: Hugo Calhim Cristóvão & Joana von Mayer Trindade

Dança e Interpretação: Sara Miguelote, Lucia Marrodan, Ethel Desdames e Marta Pieczul

Desenho de Luz: Luís Ribeiro

Figurinos: UN T

Cenografia: NuIsIs ZoBoP & UN T

Sonoplastia: Paulo Costa & Nuisis Zobop

Desenho de Som: João Oliveira & NuIsIs ZoBoP

Teoria e Filosofia: Hugo Calhim Cristóvão, Joana von Mayer Trindade, Celeste Natário, Carlos Pimenta, Cláudia Marisa, Cristina Aguiar, Ezequiel Santos, Hugo Monteiro Rui Lopo, Mário Correia, Nuno Matos Duarte, Elter Manuel Carlos, Chris Page, Afonso Becerra, Armando Nascimento Rosa, Madalena Xavier, Ana Coimbra Oliveira, Paulo Azevedo e Sofia Vilar Soares

Vídeo: Os Fredericos

Fotografia: Alípio Padilha, João Peixoto e José Caldeira

Produção Executiva: Cristina Aguiar & NuIsIs ZoBoP

Coproduções: Casa das Artes de Famalicão, Centro Cultural Vila Flor – Guimarães, Teatro Stephens – Marinha Grande, Oficina Municipal do Teatro – Coimbra, Teatro Municipal de Bragança – Algures a Nordeste Festival de Dança Contemporânea, Casa Varela – Centro de Experimentação Artística-Cineteatro Pombal, Fábrica da Criatividade — Castelo Branco e Teatro Municipal do Porto – Festival DDD

Apoio: Teatro Aveirense, Teatro Rosalía de Castro, Corunha | Residências Artísticas Casa Varela – Centro de Experimentação Artística, Kale/Armazém 22, Centro de Criação do Candoso / Fábrica Asa –  Guimarães, Teatro Viriato – Viseu, Casa Museu Afonso Lopes Vieira – Marinha Grande, Teatro Aveirense, Centro de Criação e Investigação Nuisis Zobop – Porto.

A Nuisis Zobop – Associação Cultural é apoiada pela República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes

CA.LEI.DOS.CÓ.PI.CO e Oficina para crianças | Casa das Artes de Famalicão



CA.LEI.DOS.CÓ.PI.CO

Terceira Pessoa

Cruzamento disciplinar I para famílias

 

11 de Abril | sábado | 16h00| Pequeno Auditório I para famílias

M/6

Duração: 40 min

CA.LEI.DOS.CÓ.PI.CO é um projeto para a infância que explora a dimensão da

criança como força autónoma de cidadania, capaz de tomar decisões, exercer os seus

direitos e assumir uma posição ativa na sua vivência consigo própria e com os outros.

Através do cruzamento entre as artes performativas (teatro, dança, performance) e as

artes plásticas e visuais (desenho, pintura, escultura e poesia visual), exploram-se os

conceitos de identidade individual e coletiva. Tomando o espaço como um grande lugar

lúdico, exploramos o “eu”, o “outro”, o “nós”, num lugar performativo e imersivo em

permanente mudança. Neste lugar perguntamo- nos: “Quem sou eu?”, “Quem és tu?”,

“Quem somos nós?”, “O que vemos?”, “Até onde vai a nossa imaginação?”, “Quantas

coisas cabem numa coisa?”, “Qual o valor da mudança e da diversidade?”.

CA.LEI.DOS.CÓ.PI.CO é o elogio da imaginação, da expressão livre e aberta, da diversidade, da curiosidade e do espanto.

 

Entrada: 6 euros para adulto, com entrada livre para a criança

 

  

Oficina para crianças (6-10 anos)

11 de Abril, sábado, às 10h00

 

Duração: 90 minutos

Número de participantes: 16

Pequeno Auditório

 

Oficina artística de experimentação relacionada com o espetáculo, com grupos

de crianças da comunidade local, possibilitando uma exploração

mais aprofundada e criativa da experiência do espetáculo.

 

 

 

Ficha Artística

Criação, Conceito e Direção Artística: Ana Gil e Nuno Leão

Interpretação: Ana Gil e Vera Kalantrupmann

Espaço cénico e adereços: Carla Martinez

Composição sonora: Louis Wilkinson

Desenho de luz e estruturas cénicas: Pedro fonseca / colectivo,ac

Produção: Terceira Pessoa

Coprodução: Comédias do Minho

Residência de Criação: Comédias do Minho e Fábrica da Criatividade Castelo Branco

Financiamento: Direção-Geral das Artes / República Portuguesa - Cultura

Ópera - Papa est mort: António Feijó, o poeta que morreu de amor | Casa das Artes de Famalicão

 

Papa est mort: António Feijó, o poeta que morreu de amor 

Música: Fernando C. Lapa

Libreto e encenação: António Durães

Direção Musical/Maestro: José Eduardo Gomes

Produção Mestres Viajantes em coprodução com Casa das Artes de Famalicão e Teatro Diogo Bernardes

Ópera

11 de Abril | sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 8 euros. 4 euros para descontos em vigor

 M/12

Duração: 105 min

A ópera “Papa est Mort” centra-se na figura de António Feijó, o poeta mais representativo do Parnasianismo. Nascido em Ponte de Lima em 1859, Feijó realizou os estudos preparatórios na cidade de Braga e Direito na Universidade de Coimbra. Faleceu em Estocolmo, na Suécia, em 1917, sendo transladado dez anos depois para a Vila de Ponte de Lima, terra que tanto amou. Grande escritor, um dos maiores poetas da sua época, foi também diplomata no Brasil (Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Pernambuco), na Suécia, Noruega e Dinamarca, sendo uma eloquente figura da cultura portuguesa na segunda metade do séc. XIX e início do séc. XX.

Ópera para tenor, barítono e soprano acompanhados por ensemble de dez músicos, PAPA EST MORT é um hino à vida apaixonada de Feijó, o poeta que morreu de amor, como Alberto Oliveira há-de anunciar no Rio de Janeiro, em conferência solene, oito dias depois da morte física do poeta.

Acessibilidade: Audiodescrição por Roberto Terra e interpretação em Lingual Gestual Portuguesa, por Amélia Amil; Legendas em Português e Inglês.

  Ficha Artística

Música: Fernando C. Lapa

Libreto e encenação: António Durães

Direção Musical/Maestro: José Eduardo Gomes

Desenho de luz e operação: Mariana Figueroa

Videasta: Hugo Edgar Mesquita

Figurinos: Cláudia Ribeiro e Ana Brandão

Cenografia: Patrick Hubmann e Cláudia Ribeiro

Co-repetição: Christina Margotto

Direcção de Cena: Anita Magalhães Faria 

Consultor literário: Cândido de Oliveira Martins

Elenco: António Feijó: Leonel Pinheiro (Tenor)   / Maria Carmem: Sara Braga Simões (Soprano)  / Luís de Magalhães: Tiago Matos (Barítono)   

Toy Ensemble: Álvaro Pereira: violino1, José Ricardo Reis: violino 2, Teresa Correia: viola

Burak Ozkan: violoncelo, Gil Morais: contrabaixo, Marco Pereira: flauta, Tiago Bento: clarinete, Dário Ribeiro: trompa, Vitor Castro: Percussão, Christina Margotto: piano

Costureiras: Adelaide Castro e Alexandra Barbosa

Alfaiate: Lurdes Sobrado

Aderecistas: Catarina Brandão, Ana Brandão, Isabela Sá, Íris Rocha

Construção de cenário: Paredes-Meias Crl

Língua Gestual Portuguesa: Amélia Amil

Áudio Transcrição e Intérprete: Roberto Terra

Legendagem: Anita Magalhães Faria

Tradução Inglês: Sónia Martins

Partituras e edição: AVA Editions

Apoios: Câmara Municipal de Ponte de Lima, Teatro Diogo Bernardes, DGartes, Direção Geral das Artes, Repúbica Portuguesa, Antena 2, Ava Editions.

Apoios Institucionais: Escola Artística Conservatório de Música do Porto, Conservatório o Bomfim de Braga

Agradecimentos: Ana Carneiro- Biblioteca Municipal de Ponte de Lima

Cedência de espaço para ensaios: Curso de Música Silva Monteiro, ESMAE – Escola Superior das Artes e do Espetáculo do Porto, SRNOM – Ordem dos Médicos - Sessão Regional do Norte

Encomenda da Câmara Municipal de Ponte de Lima para o encerramento das comemorações dos 900 anos da outorga do Foral