quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Wim Mertens na Casa das Artes de Famalicão

Wim Mertens Duo
Wim Mertens - Piano, Voz e Dirk Descheemaeker – Saxofone Soprano, Clarinete
Música
28 de Fevereiro | Sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 15 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 7.5 Euro 
M/6                   
Duração: 75 m

A música de Wim Mertens alimenta os mais fervorosos e por vezes até imprevisíveis cultos: Raymond Benson, um dos escritores responsáveis pelas continuadas sagas de James Bond, inclui uma referência à música do compositor belga na aventura do agente secreto britânico que levou o título High Time To Kill, em 1999. O que faz pleno sentido, afinal de contas, mistério é o que não falta nas composições deste prolífico artista que já lançou mais de 60 títulos desde que se estreou em disco em 1980. Desta vez, Mertens traz um duo a Portugal: acompanhado ao clarinete e saxofone pelo belga Dirk Descheemaeker, o compositor entrega-se a alguns momentos decisivos da sua obra - como o emblemático Struggle For Pleasure - ou trabalhos mais recentes como Zee Vs. Zed, juntando a sua voz inconfundível ao seu profundo lirismo no piano. Mertens já compôs para cinema, teatro e até para passagens de moda da prestigiada casa Dior. E tem uma carreira recheada de prémios e distinções, tendo inclusivamente sido nomeado para Embaixador Cultural da Flandres. Em Portugal, apresentará um novo espectáculo que tem merecido os mais veementes aplausos nas melhores salas da Europa.

Quando vier a primavera | Tributo a Fernando Pessoa

Quando vier a primavera
Tributo a Fernando Pessoa
Poesia | Música
27 de Fevereiro| sexta| 21h30 | Grande auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/4
Duração: 90 m

“ Quando vier a primavera “ é o novo projeto musical de Ivo Machado em torno da poética de Fernando Pessoa. A simbiose entre a melodia e a palavra é quase perfeita sendo que a palavra leva privilégio. A harmonia de muito bom gosto e esteticamente condizente com a ambiência que os poemas sugerem, cria canções que permitem ao espetador uma nova leitura do poema.

Entre canções, António Sousa, cruzará Pessoa ortónimo com Pessoa heterónimos através da declamação e dramatização de poemas, na sua forma peculiar de interpretação poderosa, emotiva e empática.

A jovem atriz Sara Correia interpretará o monólogo “ Carta da corcunda ao serralheiro “.
Concepção e voz – Ivo Machado
Guitarra e arranjos – Carlos Carneiro
Piano e arranjos – Rui Mesquita
Declamação – António Sousa

Participação especial : Sara Correia

EROS E PSIQUÊ na Casa das Artes

EROS E PSIQUÊ
Uma história de paixão, entrega, confiança, força e fidelidade. Um caminho para o autoconhecimento e amor verdadeiro...
Companhia de Dança Contemporânea de Évora- CDCE
Dança
21 de fevereiro| Sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/12
Duração: 70 m

Um poema...
Eros é representado na mitologia grega como o deus do amor e Psiquê representa a alma. A história tem tido recorrentes atualização ao longo da História e tem sido utilizada pelos estudiosos para simbolizar o desenvolvimento da alma, um percurso para o autoconhecimento e descoberta do verdadeiro amor.
Nenhum herói se faz sem provar a sua coragem e convicção.
Eros e Psiquê é uma história de uma heroína que demonstra ao longo de toda a ação que através do esforço e perseverança consegue atingir os seus objetivos
Os corpos rasgam o espaço através da projeção do gesto, o toque entre os corpos geram viagens sensoriais que elevam o pensamento.
A imagem plástica e cromática é ampliada pelo desenho de luz de Paulo Graça remetem-nos para uma dimensão superior, um lugar onírico onde só as almas se tocam. Os figurinos de José António Tenente inscrevem os personagens numa atmosfera teatral, num ambiente marcado pela linguagem do contemporâneo, preenchida musicalmente pelas sonoridades de Dobrinka Tabakova, Eugene Ysaÿe e César Viana.
Os bailarinos através da sua interpretação tornam o sonho da lenda de Eros e Psiquê, numa realidade mitológica, numa realidade contemporânea.
A postura do corpo em movimento, a estrutura dramatúrgica experimenta uma linguagem cénica próxima da Tragédia Grega.
  
Ficha artística e técnica
Direção | Coreografia NÉLIA PINHEIRO
Bailarinos GONÇALO ANDRADE, EMÍLIO J. CERVELLÓ,
 NÉLIA PINHEIRO
Consultora Artística MARIA PALMEIRIM
Música e sons adicionais DOBRINkA TABAKOVA
Música Original CÉSAR VIANA
Música Adicional Eugène YSAÿe
Figurinos JOSÉ ANTÓNIO TEMENTE
Desenho de Luz PAULO GRAÇA
Elementos Cenográficos INÊS TELES
Vídeo FERANDO DIAS |CDCE
Fotografias de Cena RODRIGO DE SOUZA
Construção elementos cenográficos JOAQUIM CAMPANIÇO, JOAQUIM ATAFONA
Direção de Produção RAFAEL LEITÃO

Produção CDCE 2014

Gnomon em Famalicão

Gnomon
Apresentação do álbum – “O Homem que Voava Baixinho”
Música/indie Folk
13 de fevereiro| sexta| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 5 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/6
Duração: 70 m
Os Gnomon, banda sediada em Joane, Vila Nova de Famalicão, regressam aos palcos com aquele que constitui o terceiro trabalho discográfico do projeto musical. O álbum em apresentação – “O Homem que Voava Baixinho” – concretiza um novo conceito de gravação, um que procura manter a base orgânica do grupo. A gravação ao vivo em estúdio dos temas originais revela-se decisiva para os resultados estéticos da nova sonoridade da banda. Paralelamente, a partilha de expressões musicais, desde a Ibéria à América Latina, proporciona a criação de um ‘locus-arte’ que, pela mão da música, compreende a aproximação consciente entre culturas, assinalando sempre o lugar do genuíno e específico de cada uma das ‘culturalidades’. A pluralidade de conhecimentos e influências que a cada membro pertence formam as cores que preenchem a sua nova sonoridade instrumental.

Numa nova fase da sua existência são membros constitutivos de Gnomon Tiago Machado (Guitarras clássica e elétrica), Carlos Ribeiro (Guitarras clássica e elétrica), Paco Dicenta (Baixo fretless), Jesús González (Bateria), Samuel Coelho (Violino e Eletrónica) e Vasco Miranda (Teclados). Por sua vez, o álbum, gravado nos Estúdios Rangel e com produção musical de Hugo Correia, conta com a participação de músicos convidados como: Carlos Barros e Bruno Santos (Percussão), David Sousa (Flauta transversal) Filipe Raposo (Piano), João Mortágua (Saxofone), João Ramos (Clarinete), Noélia Alvarez (Voz) e Ricardo Monteiro (Vibrafone).

ALI BABÁ E AS 40 CANÇÕES

ALI BABÁ E AS 40 CANÇÕES
ÓPERA ISTO
Ópera/teatro musical
Co-produção: Casa da Música / Opera Isto
11 e 12 de Fevereiro| Quarta e Quinta| 10h30 e 14h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros - sessões escolares requerem marcação prévia.
M/4
Duração: 60 m
SINOPSE
Quem anda a roubar canções?
Envolvendo peripécias e personagens irrequietas, como os irmãos Mustafá e Mustafá Sustenido, para além do próprio Alibabá e da sua companheira Maria, este espectáculo encenado promove, com humor, uma abordagem didáctica ao universo da canção e da música com ressonâncias orientais. O repertório clássico deixa tocar-se pelos contos mágicos do Oriente, manifestando um tesouro musical digno d'As Mil e Uma Noites.
Alibabá repete um sonho que o atormenta desde o dia em que lhe roubaram as canções. As suas canções, roubadas durante a noite, algures durante a sua permanente viagem de nómada, deixaram na sua vida um vazio insubstituível. Mas, de repente, ouve-se o canto da caravana “zumgaligaligalizumgaligaligalizumgaaaa” e o som do seu canto acorda Alibabá. À cabeça da caravana, os irmãos Mustafá e Mustafá Sustenido, revelam-se personagens misteriosos. Alibabá tem uma ideia parecida com a de Pedrillo na ópera o Rapto no Serralho, de Mozart: se um muçulmano não bebe álcool, este há-de ter nele um efeito devastador. Só assim se poderá saber se eles têm a chave para que a música volte a sorrir a Alibabá. O perfume da mesa farta estende-se a um inspirado convívio musical que desaguará numa alucinante viagem de tapete voador (que mais não é do que um tapete de cozinha movido a vento, por um ventilador de verão.)
ALIBABÁ E AS 40 CANÇÕES é um conto de amor às canções (que para Alibabá significam pouco menos do que os próprios pulmões).
Ficha Técnica e Artística
VOZES: Ângela Alves, Mário João Alves, Gabriel Neves, Miguel Reis
PIANO: João Tiago Magalhães
TEXTOS: Mário João Alves
ENCENAÇÃO: Mário João Alves
DISPOSITIVO CÉNICO, FIGURINOS E ADEREÇOS: Ópera Isto
DESENHO DE LUZ: Nuno Almeida
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO E DIRECÇÃO DE CENA: Paula Conceição

LONGE DO CORPO

LONGE DO CORPO
Controverso, intenso e provocador, mas necessário para reconhecer diferenças e superar preconceitos. O vosso Carlos nunca existiu...
Teatro
5, 6 e 7 de Fevereiro | quinta, sexta, sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 6 EUROS / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/14
Duração: 75 m
  
SINOPSE
“O vosso Carlos nunca existiu. É um fantasma, uma carcaça, que vocês querem conservar e esconder. Não é a convencerem-se de que isto vai passar que passa. Não passou. E a prova disso é que, todas as noites me fecho no meu quarto para poder existir. Para poder olhar-me ao espelho e sentir-me um pouco melhor.”
Numa altura em que, para Carlota, fazer desaparecer Carlos, a encaminha para o desespero, Rogério cruza-se com ela. Os dois juntos iniciam uma viagem onde o corpo e o amor não têm forma.
DA AUTORA
A transexualidade é um tema incrível. Admira-me que esteja tão pouco representada no teatro. Uma pessoa que nasce com um corpo que não é o seu, que, desde criança, sente que a sua alma não pertence àquele corpo. Como o actor, que representa uma personagem, que vive um mundo que não é o seu. Com este projecto cresci, aprendi que temos uma série de ideias feitas acerca das coisas, do mundo. Falar com a Letícia (antes Leandro), com o António (em breve Telma), e com outros transexuais de coragem, mostrou-me que, por muito que queiramos, por vezes, não conseguimos encaixar a realidade nos conceitos. Exigem-nos um mundo organizado, para não nos confundirmos, mas a verdade é que somos bem mais do que homens ou mulheres, somos, acima de tudo pessoas. Pessoas. PESSOAS.- Marta Freitas
FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
CRIAÇÃO E PRODUÇÃO | Mundo Razoável AC
TEXTO ORIGINAL, DRAMATURGIA E ENCENAÇÃO | Marta Freitas
INTERPRETAÇÃO | Paulo Moura Lopes, Pedro Mendonça e Vítor Fernandes
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL | Natasha Semmynova
SONOPLASTIA, MÚSICA ORIGINAL E PARTICIPAÇÃO AO VIVO | Vítor Rua
DESENHO DE LUZ | Bruno Santos

CENOGRAFIA E FIGURINOS | Catarina Barros
DESIGN GRÁFICO | Inês Vieira
COPRODUÇÃO
TEATRO MUNICIPAL CONSTANTINO NERY
CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO
BALLET TEATRO
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE
 BALLET TEATRO CONTEMPORÂNEO DO PORTO
PARCERIAS DE PRODUÇÃO
TEATRO NACIONAL SÃO JOÃO
CÃO DANADO
TEATRO DO FRIO
PARCERIAS DE CONSULTADORIA
JANO (Associação de Apoio a pessoas com Disforia de Género)
SOCIEDADE PORTUGUESA DE SEXOLOGIA
OBSERVATÓRIO NACIONAL PARA A IGUALDADE DE GÉNERO

Exposição de fotografia de Daniel Rodrigues | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


Exposição de fotografia de Daniel Rodrigues

Titulo: Awá Guajá - A lutar pelas origens
De 5 Dezembro a 28 de Fevereiro, Foyer |Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Daniel Rodrigues, fotógrafo, natural de Riba de Ave, Vila Nova de Famalicão, venceu recentemente, em 2013, o primeiro prémio da categoria “Daily Life” (vida quotidiana) do World Press Photo.
www.danielrodriguesphoto.com
 
A tribo indígena Awá Guajá vive na Floresta Amazónica, no estado brasileiro do Maranhão, dividida em quatro aldeias: Awá, Tiracambú, Juriti e Guajá. Um total de 400 pessoas a viver o mais perto possível da pureza das suas origens. Os dias de caça são longos, mas não poupam ninguém: hoje, crianças e mulheres encabeçam também as expedições pela densa floresta. Aqui não há idades certas (a última destas famílias foi descoberta à menos de dez anos), apenas o dia-a-dia da sobrevivência.
A ajuda das instituições responsáveis pela sua preservação leva até à comunidade poucas palavras em português, roupas de uma sociedade urbana e raros utensílios para uma vida diária facilitada. Mas o objetivo é ser mais um braço na luta contra a invasão crescente de madeireiros em busca do bem mais precioso da floresta amazónica, das árvores que lhe dão o sobrenome: Pulmão da Terra.

”.



terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Miguel Araújo em Famalicão

Miguel Araújo
Músicos - Miguel Araújo (Voz/Guitarra); Diogo Santos (Piano e Teclado); Pedro Santos (Baixo/Contrabaixo);  Mário Costa (Bateria).
Música/Pop
31 de Janeiro | Sábado| 21h30 | Grande auditório
Entrada: 15 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 7.5 Euros
M/3
Duração: 80 m
Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração. É hoje considerado, já,um dos grande nomes da música portuguesa, destacando-se como compositor, letrista, cantor e músico, sendo bem sucedido em cada uma destas vertentes que compõe a sua multi-acetada e eclética carreira.

São já muitas as canções da sua autoria, cantadas por si e por outros (Azeitonas, dos quais faz parte, AntónioZambujo, Ana Moura, Carminho) que fazem parte do espólio das grandes canções populares portuguesas deste século. Como escreveu o Expresso em 2012, “é notório que Miguel Araújo se tornou um dos melhores fabricantes de canções que o país viu surgir este século”.
Dois álbuns editados a solo: “Cinco Dias e Meio” (EMI, 2012) e “Crónicas da Cidade Grande”(Warner Music, 2014).
 Várias nomeações: Prémios Sociedade Portuguesa de Autores 2102 (melhor canção do ano para “Os Maridos das Outras”; Gala “Melhores do Ano da RTP”; Globos de Ouro 2013 (melhor canção e melhor intérprete individual), Prémios LUX 2012 (“Personalidade Masculina do Ano); Globos de Ouro 2014 (como membro dos Azeitonas e autor da canção “Ray-dee-oh”, nomeados para “Melhor Banda” e “Melhor Canção do Ano”); “Cinco Dias e Meio” foi considerado um dos álbuns do ano pela redacção da revista Blitz e “Crónicas da Cidade Grande” foi considerado o melhor álbum português no semestre, em Junho de 2014, pelos leitores da revista Blitz. › Composições de sua autoria (letra e música) gravadas por outros artistas: “Reader´s Digest” (António Zambujo, álbum “Guia”, 2010). “O que é feito Dela?” (António Zambujo, álbum “Quinto”, 2012); “O Pica do 7” (António Zambujo, álbum “Rua da Emenda, 2014); “E Tu Gostavas de Mim” (Ana Moura, disco “Desfado”, 2012); “Ventura” (Carminho, álbum “Canto, 2014”).
Membro fundador, guitarrista e compositor dos Azeitonas (“Quem és tu miúda”,
“Anda Comigo Ver Os Aviões”, Ray-dee-oh”, etc).
Autor das canções do monólogo “Como Desenhar Mulheres, Motas e Cavalos”, de Nuno Markl.
Participação especial no álbum “Grande Medo do Pequeno Mundo”, de 2012, de Samuel Úria.
Encontra-se neste momento a compor para cinema.

Os músicos de Bremen

Os músicos de Bremen
a partir do conto dos Irmãos Grimm
CTB – Companhia de Teatro de Braga
28 e 29 de Janeiro | quarta e quinta | 10h30 e 14h30| Grande auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euro - sessões escolares requerem marcação prévia
M/4
Duração: 50 minutos sem intervalo (aprox.)
A partir do conto dos Irmãos Grimm e relato oral do Sr. Joaquim Peças. Texto dramático de José Caldas. Poemas de Eugénio de Andrade e Afonso Lopes Vieira.
Propor ao jovem público uma metafórica reflexão sobre a velhice e a sua marginalidade numa sociedade de produção e consumismo é o desejo deste espectáculo. Que presente ou futuro podem ter quatro velhos animais que já não são úteis? Resta-lhes o sonho e a utopia de que unidos poderão construir: ser músicos numa banda de sons imaginários. Partiremos portanto todos a procura de um território livre e justo: Bremen, a cidade onde todos são aceites.
Atores/cantores e músicos em cena, que contam e vivem esta história confiando na inteligência das crianças e no seu gosto pelo jogo.
José Caldas
Ficha artística
A partir do conto dos Irmãos Grimm e relato oral do Sr. Joaquim Peças
Poemas Eugénio de Andrade e Afonso Lopes Vieira
Dramaturgia e encenação José Caldas
Elenco André Laires, António Jorge, Carlos Feio, Sílvia Brito, Jaime Monsanto
Cenografia e figurinos Marta Silva
Design gráfico e fotografia Paulo Nogueira
Desenho de luz Nilton Teixeira
Música original Alberto Fernandes
Arranjos Rui Souzza, Alberto Fernandes, Pedro Oliveira
Gravação nos Estúdios CEAPT
direção de produção musical Rui Souzza
Captação e mistura Pedro Oliveira

Masterização Pedro Oliveira e Alberto Fernandes

Um Fio de Jogo com texto de Carlos Tê e encenação de Luísa Pinto

Um Fio de Jogo
Um treinador de futebol, um intelectual/adepto/comentador de televisão, um relator da rádio, um ponta-de-lança brasileiro em fim de carreira….
Teatro
24 de Janeiro| Sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada:  8 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/12
Duração: 70 m

Sinopse:
Um treinador de futebol, um intelectual/adepto/comentador de televisão, um relator da rádio, um ponta-de-lança brasileiro em fim de carreira, um actor desdobrando-se em quatro personagens que discorrem sobre o fenómeno do futebol, os seus clichés, os seus pequenos mitos que ajudaram à sua implantação planetária como desporto de massas que extravasa a própria condição desportiva. Um passeio pelas fundações subsolares desse fascínio que desafia a racionalidade e suspende a mecânica das classes sociais – uma peça que escava em lugares tão remotos como as tardes mágicas da infância ou as conversas fastidiosas de café.

Texto e Direção Musical Carlos Tê
Encenação Luisa Pinto
Interpretação Pedro Almendra
Cenografia Luisa Pinto e Rogério Marinho
Adereços de Cena e Figurinos Luisa Pinto
Produção Musical Miguel Ferreira
Desenho de Luz Bruno Santos
Vídeo Miguel Santiago Miranda

Produção Cine Teatro Constantino Nery

 
RED CEDAR
Teatro |Baú dos segredos
21 e 22 de Janeiro| quarta e quinta| 21h30 | Grande Auditório
Entrada:  3 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 1.5 Euros
M/6
Duração: 60 m

- Sabes... A minha amiga Lily... Irmã da Abigail... Disse-me que tu andas por aí a dizer a toda a gente que gostas de mim... Eu não me importo nada, mas as pessoas riem-se e fazem troça disso...
- O que eu quero dizer é que: se queres dizer isso a alguém, porque não mo dizes a mim?
- Eu sou sempre a última, a saber...
- Olha para o que diz naquela campa: “Aqui jaz a minha adorada Ella Jane, esposa e amiga de toda a vida. Obrigado por 50 anos de amor e felicidade. Falecida a 7 de Julho de 1893. Henry McDevitt juntou-se a Ella Jane em 11 de Setembro de 1893”.
- Ele só durou dois meses depois dela ter morrido.
- Devia de gostar muito dela!
- 50 anos de amor e felicidade... Quanto são 50 anos?
- São... 150 períodos, sem contar com as férias!
- Vais gostar de mim durante todo esse tempo?...Eu acho que não vais...
- Claro que vou! Eu já gosto de ti há uma semana inteira, não gosto? Então?...

Um grupo de crianças reunem-se num velho cemitério, onde constroem parte importante das suas vidas, longe do olhar dos adultos. São farrapos dos seus afectos que voam para o futuro nas asas de uma promessa...
- Quando eu for grande...
Uma produção que resulta do trabalho de “devising” das duas classes do Baú dos Segredos.

Ficha técnica
Encenação, Cenografia e Dramaturgia: Tiago Regueiras, Ana Regueiras e João Regueiras
Elenco: Alunos da Classe A e Classe B do Baú dos Segredos
Figurinos e Caracterização: Carmen Regueiras, Emília Silva e Sofia Silva
Assistência Técnica: Equipa Técnica da Casa das Artes

Produção: João Regueiras/Casa das Artes
Adoro dezembro!..
Cantata de Natal
Música e Texto de Mário Alves
Coro dos Meninos Cantores do Município da Trofa
Maestrina | Antónia Maria Serra
17 de Janeiro| Sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 3 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros
M/6
Duração: 60 m
O Coro dos Meninos Cantores do Município da Trofa, formado por 40 elementos, nasceu a 1 de Outubro de 1999.
Dirigido desde a sua fundação por Antónia Maria Serra, este foi o primeiro projecto avançado por iniciativa do Pelouro da Cultura do Município da Trofa.
CONCERTOS
Trofa - Todas as freguesias do Concelho
Viana do Castelo - Igreja da Misericórdia
Paredes de Coura - Centro Cultural
Porto - Teatro Campo Alegre, Salão Nobre do Instituto Superior de Engenharia, Casa da Música, Biblioteca Almeida Garrett e aeroporto Sá Carneiro.
Braga - Sé Catedral
Lisboa - Igreja do Santíssimo Sacramento, Universidade de Lisboa, Sala das Bicas do Palácio de Belém, Palácio de S. Bento - Assembleia da República, FIL - Bolsa de Turismo de Lisboa, Centro Cultural de Belém - Dias da Música em Belém 2012
Vila Nova de Cerveira - Convento de S. Paio
Guimarães - Centro Cultural Vila Flor
Espanha - Forcarei
Itália - Igreja de Santo António dos Portugueses em Roma
Brasil / Ano de Portugal no Brasil - Universidade Estatal do Rio de Janeiro, Real Gabinete Português de Leitura, Centro Cultural Banco do Brasil e Museu Imperial de Petrópolis.
Representou Portugal no Coro Infantil Lusófono (projecto que envolveu crianças provenientes de todos os países de Língua Portuguesa) em 2001.
Participou nas comemorações do Ano de Portugal no Brasil- 2013 – “Música Coral Infantil à Capela”
Participaram em programas das televisões: SIC e RTP e gravaram para a RDP África
DISCOGRAFIA
“Histórias de (en)Cantar” As Cançõezinhas da Tila - música de Fernando Lopes Graça e poemas de Matilde Rosa Araújo, 2001
“Anjos de Pijama” música de Andreia Pinto Correia e poemas de Matilde Rosa Araújo, gravado a 19 de Novembro de 2009 na Igreja de Santiago de Bougado

“Adoro dezembro” – música e texto de Mário Alves

NUNO MARQUES na Casa das Artes

Nuno Marques
Piano Solo
De Nova York a Famalicão
16 de Janeiro | sexta| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 5 EUROS / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/6
Duração: 60 m

Programa:
F. Chopin (1810-1849) - 4 Impromptus
L. Beethoven (1770-1827) - Sonata em Fá menor op. 57 “Appassionata”
C. Debussy (1862-1918) - Images II
F. Liszt! (1811-1886) - Balada n.2 em Si menor!


Nuno Marques reside actualmente em Nova York onde efectua os seus estudos de doutoramento na Rutgers University- Mason Gross School of the Arts com a Prof. Min Kwon. Lecciona no departamento de piano da New York University- Steinhardt School, onde estudou anteriormente com o Prof. José Ramón Méndez. Os seus estudos nesta universidade foram apoiados pela prestigiada Reinhold Scholarship que lhe proporcionaram também a oportunidade de fazer a sua estreia oficial em concerto nesta cidade. Iniciou os seus estudos no CCM/Artave com o professor José Alexandre Reis, com quem concluiu o curso de piano com a classificação máxima. Após terminar o Conservatório foi aceite na Guildhall School of Music & Drama - Londres onde estudou com Artur Pizarro e Caroline Palmer. Completou a licenciatura Bmus Honours e em seguida ingressou no Royal College of Music obtendo o título de Master in Piano Performance com Niel Immelman. Obteve também o seu segundo Mestrado em Ensino da Música na Universidade de Aveiro. ! Os seus estudos foram apoiados pela União Europeia (DFes), NYU, Fundação Gulbenkian e AAMSL.

Exposição de fotografia de Daniel Rodrigues

Exposição de fotografia de Daniel Rodrigues
Titulo: Awá Guajá - A lutar pelas origens
De 5 Dezembro a 31 de Janeiro, Foyer |Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Daniel Rodrigues, fotógrafo, natural de Riba de Ave, Vila Nova de Famalicão, venceu recentemente, em 2013, o primeiro prémio da categoria “Daily Life” (vida quotidiana) do World Press Photo.

A tribo indígena Awá Guajá vive na Floresta Amazónica, no estado brasileiro do Maranhão, dividida em quatro aldeias: Awá, Tiracambú, Juriti e Guajá. Um total de 400 pessoas a viver o mais perto possível da pureza das suas origens. Os dias de caça são longos, mas não poupam ninguém: hoje, crianças e mulheres encabeçam também as expedições pela densa floresta. Aqui não há idades certas (a última destas famílias foi descoberta à menos de dez anos), apenas o dia-a-dia da sobrevivência.
A ajuda das instituições responsáveis pela sua preservação leva até à comunidade poucas palavras em português, roupas de uma sociedade urbana e raros utensílios para uma vida diária facilitada. Mas o objetivo é ser mais um braço na luta contra a invasão crescente de madeireiros em busca do bem mais precioso da floresta amazónica, das árvores que lhe dão o sobrenome: Pulmão da Terra.

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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Dear Telephone em dezembro na Casa das Artes

Dear Telephone
Música/Pop Rock, Indie
13 de Dezembro| Sábado| 22h30 | Café concerto
Entrada: 5 EUROS/ Estudantes  e Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/3
Duração: 70 m
Formados em 2010, os Dear Telephone reúnem Graciela Coelho, André Simão e Ricardo Cibrão (companheiros nos La La La Ressonance) e Pedro Oliveira (baterista de peixe:avião e Old Jerusalem).
Editam o primeiro registo em março de 2011 pela PAD, o EP “Birth of a Robot”, entusiasticamente recebido pela imprensa e apresentado ao vivo em salas como o Theatro Circo, Hard Club (c/ Anna Calvi) ou em festivais como o Optimus Primavera Club, Milhões de Festa, Barco Rock Fest, Alta Baixa, Jameson Urban Routes (c/ Sun Airways), entre outros. Integram a compilação “Novos Talentos Fnac 2011” e representam Portugal na edição de agosto 2011 do “Music Alliance Pact”. Merecem destaque em alguma imprensa estrangeira, como a japonesa P+M Magazine e integram a banda sonora da curta-metragem brasileira “Contramão” de Fábio Menezes.

Ocupam o final de 2012 no processo de composição do primeiro longa duração - Taxi Ballad - editado em Maio de 2013, ano que dedicam integralmente à tour de apresentação deste registo, do Centro Cultural Vila Flor – Guimarães, Casa da Música até ao Optimus Primavera Sound. Em 2014 fazem a estreia fora de Portugal, no Powerlunches -Londres e preparam simultaneamente os concertos de encerramento da tour – com passagem pelo Centro Cultural de Belém – e um próximo álbum, a editar em 2015.

Casa das Artes de Famalicão com CARMINHO...

CARMINHO
Fado
12 de Dezembro| sexta| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 18 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 9 Euros
M/3
Duração: 80 m
Carminho estreou-se a cantar em público aos doze anos, no Coliseu. Convivendo de perto com algumas das figuras maiores da verdadeira essência do fado, canta ocasionalmente na Taverna do Embuçado. Em 2009 editou o seu primeiro álbum, Fado, considerado «a maior revelação do fado da última década» (Time Out) e um dos dez melhores álbuns pela conceituada revista britânica Songlines. Já no final de 2012 Carminho realizou um sonho de sempre e gravou com Milton Nascimento, com Chico Buarque e com Nana Caymmi, do que resultou uma reedição de Alma, contendo os três novos temas. Em 2013 Carminho afirmou-se como uma das artistas portuguesas mais internacionais, levando a sua voz aos quatro cantos do mundo, sendo distinguida em Portugal com um Globo de Ouro e com o Prémio Carlos Paredes e vendo ambos os seus álbuns atingirem a marca da dupla platina.
Voz- Carminho
Guitarra Portuguesa - Luis Guerreiro
Viola de fado -Diogo Clemente

Baixo - Marino de Freitas