sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Salvador Sobral: “bpm” | Casa das Artes de Famalicão 20 anos


Salvador Sobral: “bpm”

Música

27 de Novembro | Sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 15 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 7,50 Euros

M/6

Duração: 80 min

Salvador Sobral apresenta o seu mais recente álbum de estúdio. Com lançamento mundial a 28 de maio, “bpm” assinala a primeira vez que Salvador Sobral se aventura na edição de um disco composto inteiramente por originais de sua autoria, em parceria com Leo Aldrey, que assina também a produção do disco. “sangue do meu sangue”, o primeiro single extraído de um conjunto de 14 canções inéditas, já roda nas rádios e nas plataformas digitais.

«Tomo várias decisões nas diferentes áreas da vida durante as minhas insónias. Chamo-lhes IPs (insónias produtivas). O nome do álbum é fruto de uma IP. Numa reflexão sobre a música e a vida, chego à conclusão de que o elemento mais forte que as une são os bpm (batimentos por minuto). É o que nos dá vida, os batimentos do coração, e é o que dá pulso à música, o que a faz viver. Lembro-me sempre de quando estava no hospital: fazia vários eletrocardiogramas e, numa fase mais delicada, também havia um monitor que mostrava sempre os meus bpms. E isso, curiosamente,

transmitia-me uma sensação de familiaridade. Os bpms eram algo que eu conhecia bem da música. Assim foi, ficou ali decidido que o disco chamar-se-ia bpm. Já pude dormir em paz. Pelo menos nessa noite.»

Voz

Músicos:

Voz: Salvador Sobral

Contrabaixo: André Rosinha

Guitarra: André Santos

Bateria: Bruno Pedroso

Piano: Max Agnas

Desenho de iluminação Side Effects

Desenho de som Nelson Carvalho

Salvador Sobral with his latest album, bpm

CAPUCHINHO encenação de Paulo Lage | Casa das Artes de Famalicão 20 anos


Capuchinho

Teatro para bebés dos 6 meses aos 3 anos

27 de Novembro | Sábado| 11h00|15h00 |Pequeno Auditório

Entrada: 5 euros para adulto, com entrada livre para a criança

Duração: 25 m

O espectáculo "Capuchinho", com encenação de Paulo Lage, coreografia de Elsa Madeira, interpretação de Cheila Lima, Duarte Melo e Sofia Loureiro, cenografia de Ana Paula Rocha, figurinos de Mónica Cunha, Confeção de figurinos de Mestra Olga Amorim, adereços de Xana Capela, direção vocal de Silvia Filipe, Iluminação de Pedro Nabais, Som de Frederico Pereira e arranjos musicais de Carlos Garcia e Elmano Coelho, parte do conto de fadas “O Capuchinho Vermelho”, de Charles Perrault.

 “Mamã, avó, floresta, bolo.” A palavra dita, narrada a partir de um livro que se abre, sugere o poder transformador do cenário em imaginário. “Cuidado, lobo, perigoso.” A narradora-mãe adverte o desconhecido. E a Capuchinho-bailarina, em seu singular percurso, dança ao luar com o lobo mentiroso, na floresta que também é a casa da avó de boca tão grande que afinal era o lobo, que não era assim tão mau mas que tinha fome. O caçador ouve o grito e não mata, mas salva. A moral é apaziguadora.

Uma peça montada a partir de inesperados contrastes que servem para iluminar cada um dos seus elementos, personagens animadas, de carne e osso, e inanimadas, os objectos do cenário. A expressão corporal e a dança relevam o perfil da sonoridade da sílaba e da música. Quem consegue ficar indiferente ao maravilhoso Dueto de Gatos e à A Exaltação dos Animais?

A imagem, o movimento, o som e a palavra eximiamente sincronizados, num auto em que era uma vez uma história encantada, dramática e vivamente encantadora.

Jini Afonso

 “Capuchinho” is a babyhood program about good and evil

Bruno Gomes - Concerto de Piano | Casa das Artes de Famalicão 20 anos


Concerto de Piano

Bruno Gomes

Música

26 de Novembro | sexta-feira | 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

M/6

Duração: 80 min 

sinopse

Depois da peregrinação pela Suíça, à semelhança de um dos seus compositores favoritos, o Bruno regressa a Casa, às suas origens familiares e musicais em Famalicão para apresentar, ao piano, um programa eclético e abrangente. Da profundidade de uma sonata de Beethoven a um Scriabin que rompe fronteiras musicais, até um imponente Liszt e um irreverente Kapustin, o jovem pianista explora, neste concerto, todas as possibilidades do piano e da expressão musical, onde o seu domínio técnico

do instrumento, a sua entrega à música e profundidade emocional não deixarão nenhum ouvinte indiferente. Reconhecido com inúmeros prémios nacionais e internacionais, Bruno Gomes Ferreira iniciou os seus estudos musicais aos 4 anos, na ArtEduca - Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão, estudou violoncelo e piano, prosseguiu os seus estudos no Conservatório Gulbenkian em Braga e finalizou em 2021 o seu mestrado em Genebra na Haute École de Musique, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa.

 Programa

L. V. Beethoven – Sonata º 31 op.110

    1. Moderato cantabile molto espressivo

    2. Allegro molto

    3. Adagio, ma non troppo - ; Allegro, ma non troppo

 Alexander Scriabin – Sonata nº 4 op.30

1.         Andante

2.         Prestissimo volando

Franz Liszt – Anos de Peregrinação II – Itália

    7. Après une lecture de Dante

Nikolaï Kapustin – Estudos de Concerto op.40

1.         Prelude

    7.   Intermezzo

    8.   Finale

 

 

A piano concert by Bruno Gomes

MULHERES – TRÁFICO, um espetáculo documental a partir de relatos de mulheres traficadas - encenação de Manuel Tur | Casa das Artes Famalicão 20 anos .

 

MULHERES – TRÁFICO, um espetáculo documental a partir de relatos de mulheres traficadas,
encenação de Manuel Tur.

Sessão para escolas: 18 de Novembro | Quinta | 15h00 | Grande Auditório

19 de Novembro |  Sexta-feira | 21h30 | Grande Auditório

Teatro

M/16

Duração: 70 min

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

Conversa com o publico no final.

COM

Ana Ramos, Beatriz Magano, Carolina Rocha, Cristiana Sousa, Gabriela Leão, Inês Pérola, Joana Mesquita, Joana Teixeira, Maria Teresa Barbosa, Maria Quintelas e Telma Cardoso

(as actrizes Ana Lemos, Joana Costa, Mariana Costa, Patrícia Gonçalves, Rafaela Sá, Sara Barros Leitão e Teresa Arcanjo fizeram parte do elenco original)

 DESENHO DE LUZ

Cárin Geada

MÚSICA

Blackseat Bingo

Tiago Simães & Marco Ferreira

 CO-PRODUÇÃO

11Zero2 e MDM - Movimento Democrático de Mulheres

PARCEIROS

ACE – Famalicão e Armazém 22

 AGRADECIMENTOS

Olga Dias, Sandra Benfica, Manuel Albano, Manuel Molarinho e Sofia Arriscado

SINOPSE

Em MULHERES-TRÁFICO (uma iniciativa do MDM – Movimento Democrático de Mulheres, desenvolvido no âmbito do seu projecto “ACT – Agir contra o Tráfco de Mulheres”) defrontamo-nos com um particularíssimo objecto teatral. Não só pela pungência do tema, mas pelo jeito cru com que dele se aproxima. Incomplacente de espírito e letra. Sempre. Sem volteios ou especiais meneios. 11 mulheres, 12 cadeiras, umas poucas folhas de papel e outras tantas garrafas de água. Zero personagens. Dispostas no nada. Simples actrizes expondo tumulares anonimatos. Em trânsito. Contra a insensibilidade. E o espaço da não-arte como revelação. Armados de acre despojamento cénico, Manuel Tur e seus rostos azorragam-nos, assim, a cada sentença — provando como a economia de meios pode bem resultar em acentuada concentração expressiva. E é por isso que, sobre dar voz — que pouco não seria —, MULHERES-TRÁFICO vem a restituir o pundonor de tão desvalidos nomes. Sem dirigismos, bem certo, mas jamais permitindo que deixemos de fazer dessa sua renúncia à fccionalidade coisa nossa também. 

 Mulheres-Tráfico  it’s a documentary play based on reports of trafficked women

quinta-feira, 21 de outubro de 2021

Memória _ Estreia | Casa das Artes de Famalicão 20 anos

 Memória _ Estreia

Circo contemporâneo

Coprodução Instituto Nacional de Artes do Circo / Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

12 e 13 de Novembro | sexta-feira e sábado | 21h30 | Grande Auditório

Artes do Circo/ Circo contemporânea / cinema

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

M/16

Duração: 50 min

 Sinopse

Memória é um projeto de circo contemporâneo, que visa estudar o que nos torna humanos: a capacidade de imaginar, e criar realidades que transformam e moldam as experiências de cada um. É uma breve exploração da estranha natureza da nossa consciência. Pretende-se por a “olho nu” a complexidade do cérebro e dos seus “transtornos” de forma natural, para os desmistificar, abordando-os através do circo contemporâneo.  Aprender a controlar os impulsos, emoções e tudo o que provém do mundo imaginário de cada ser humano não é uma tarefa fácil, mas é uma luta que travada diariamente. Será possível aprender a tirar proveito, dos “transtornos” humanos? Quem sabe o “pequeno” transtorno de cada um possa ser um super-poder?

 

Ficha artística e técnica
Cocriação e interpretação: Mauricio Jara e Bruno Machado
Cenografia: André Filipe Santos
Coordenação Técnica: André Borges
Desenho e operação de Luz: João Boban
Produção: Sara Lamares
Gravação e edição de trabalho cinematográfico: Ashleigh Georgiou
Cenografia e Figurinos: Lucala
Design Gráfico Video e Fotografia: Ashleigh Georgiou
Assessoria de imprensa: Joana de Belém


Co-produção: Instituto Nacional de Artes do Circo / Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.
Apoio da Camara Municipal de Águeda e Erva Daninha
Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direcção-Geral das Artes

Memória is a contemporary circus project, which purposes to study what makes us human

O Portal Encantado- direção Creuza Borges | Casa das Artes de Famalicão 20 anos

 


O Portal Encantado

Com direção de Creuza Borges

Teatro para bebés dos 6 meses aos 4 anos

6 de Novembro | Sábado| 11h00|15h00 |Pequeno Auditório

Entrada: 5 euros para adulto, com entrada livre para a criança

Duração: 30 min

 Um espetáculo especial que trás um enredo sensorial e lúdico para bebês de 6 meses a 4 anos.

O Portal Encantado apresenta a criação do Universo a partir do Átomo e suas combinações, dando origem à Matéria. A viagem passa pelo surgimento das estrelas, das galáxias, dos planetas, a Terra, os continentes, as florestas e o homem.

Explorando os efeitos de luzes e cores, a apresentação chega à Floresta Amazônica, trazendo para os pequeninos a exuberância de sua fauna e flora; apresentando-lhes

o índio, além de mitos, lendas e seres da Amazônia como o Boto, o Curupira, o canto do Uirapuru, a Arara Azul e a Boiuna , a cobra grande.

 Ficha Técnica e Artística

Ideia Original e direção do espetáculo: Creuza F Borges.

Assistente de direção e direção de bonecos: Ailton Rosa.

Elenco: Marisa Mainarte e Mônica Negro.

Direção de movimento: Júnior Lima.

Criação Cenográfica: Lucas Luciano e Sérgio Portella.

Produção de bonecos e adereços - Direção: Lucas Luciano.

Equipe: Tetê Ribeiro, Vivian Oliveira, Silas Caria, Sidnei Caria e Ailton Rosa.

Designer de luz: César Pivetti

Trilha e técnico de som: Carlos Henrique

Técnico de luz: Sérgio Portella

Co-criadores deste Espetáculo: Mônica Negro, Marisa Mainarte, Sérgio Portela, Ailton Rosa.

Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicação

Produção: Dragão 7 - Produções Artísticas.

 

“O Portal Encantado” is a babyhood program about the origins of the universe

Aldara Bizarro: Somos Nós _ Estreia | Casa das Artes de Famalicão 20 anos.


Aldara Bizarro: Somos Nós _ Estreia

Projeto de experimentação e criação artística na área de dança em cruzamento com vídeo em contexto escolar para alunos do 10º ano

Dança

5 de Novembro | Sexta-feira| 21h30| Grande Auditório

Entrada: Entrada livre à lotação da Sala. É necessário ingresso de controlo dos lugares do Auditorio.

M/6

Duração: 50 min

 Sinopse

Somos Nós, é uma ação de criação artística de Aldara Bizarro que se insere no projeto Há Cultura | Cultura para Todos, promovido pelo Município de vila Nova de Famalicão e cofinanciado pelo Norte 2020, através do Fundo Social Europeu (FSE).

Somos Nós, é um projeto que se desenvolve com alunos do Agrupamento de Escolas D. Sancho I e com um grupo de profissionais de dança contemporânea, de vídeo e de música, que tem como objetivo apresentar a diversidade cultural que existe na escola, no sentido de alargar o conhecimento e de poder fruir da riqueza do que cada um traz de diferente.

A partir da prática e da transformação de danças tradicionais e da aplicação de ferramentas e técnicas utilizadas na criação de dança contemporânea, desenvolve-se um espetáculo em cocriação com os alunos, em que estes são simultaneamente bailarinos e criadores, que procura promover a harmonia e encantamento pela diversidade cultural.

Ficha Artística
Aldara Bizarro: Direção Artística e Coreografia
Filipe Moreira e Sofia Portugal: Dança
João Pinto: Vídeo
Pedro Salvador: Música

Biografia | Aldara Bizarro

Nasceu em Moçambique, em Maputo, em 1965. Estudou dança em Luanda, Lisboa, Nova Iorque e Berlim. Gosta de evidenciar os períodos em que estudou no Merce Cunningham Studio e no Movement Research (NYC), no Tanzfabrik (B), como sendo das fases mais ricas da sua formação. Como intérprete trabalhou com Paula Massano, Rui Horta, Paulo Ribeiro, Francisco Camacho e Madalena Victorino.  Começou a coreografar em 1990 com a peça Me Myself and Influências, premiada no IV Workshop Coreográfico da Companhia de Dança de Lisboa.  Faz parte do grupo da Nova Dança Portuguesa representado na Europália 91 e desde então, assina as suas peças, que têm sido apresentadas nas principais salas do País destacando nas suas obras a trilogia Love Series, Uma Bailarina, Projeto Respira, A Nova Bailarina, distinguida pelo jornal Publico como uma das melhores peças de 2011, e o Baile.  Como formadora trabalhou com o Forum Dança, Escola Superior de Dança, Centro Cultural de Belém, Fundação Calouste Gulbenkian, Centro Cultural Vila Flor, Artemrede e outros espaços culturais.  Foi diretora artística de Jangada de Pedra, estrutura de dança financiada pela DGArtes, durante 16 anos e foi nesse contexto que dirigiu e realizou, no LUX, em Lisboa, o Festival W.A.Y.  Atualmente desenvolve projetos para jovens e para a comunidade, cruzando a dança com outras artes, com enfoque na componente artística, social e pedagógica.   

“Somos Nós” it’s a project that is developed with the school community and a group of contemporary dance professionals

segunda-feira, 4 de outubro de 2021

EXPOSIÇÃO MANOEL DE OLIVEIRA, A COMUNIDADE | Casa das Artes de Famalicão


Título:
Exposição MANOEL DE OLIVEIRA, A COMUNIDADE

Foyer, de 7 de Outubro de 2021 (inauguração às 17h00) a 26 de Janeiro de 2022

Esta exposição propõe um percurso pelo cinema de Manoel de Oliveira, tendo por foco o modo como os seus filmes interrogam, de diferentes maneiras, a amplitude e os contornos da noção de comunidade. Declinando a questão a partir de distintos pontos de vista, a meio caminho entre a etnografia, a história, a sociologia, ou, ainda, a própria prática do fazer cinema (uma arte coletiva) e sondando os alicerces identitários, simbólicos, culturais que, ao longo de mais de oitenta anos, foram dando forma à comunidade nacional e moldando o seu imaginário, a obra do realizador foi sendo também um perspicaz barómetro crítico com o seu tempo.

Organizada pela Casa do Cinema Manoel de Oliveira – Fundação de Serralves, com curadoria de António Preto, a exposição apresenta excertos de filmes e documentação pertencente ao Acervo do realizador, integralmente depositado em Serralves.

A exposição que estará patente no foyer da Casa das Artes de Famalicão, de 7 de Outubro de 2021 a 26 de Janeiro de 2022, funciona como um prólogo para o episódio 6 do CLOSE-UP – Observatório de Cinema, dedicado ao mote da Comunidade, que decorrerá em vários espaços do Teatro Municipal, de 16 a 23 de Outubro.

Em breve será anunciado um programa educativo que incluirá:

Visita orientada à exposição; Oficina para famílias ou outro público a designar;  Ação de formação para técnicos municipais e professores.

Curadoria: António Preto

Produção: Casa do Cinema Manoel de Oliveira - Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto

The Gift na Casa das Artes de Famalicão.


The Gift: “Primavera/Verão”

Música

9 de Outubro | Sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 15 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 7,50 Euros

M/6

Duração: 80 min

O Verão. O Verão dos Gift... Este Verão é a continuidade óbvia da Primavera. Neste verão o preto e branco dá lugar ao azul escuro. Ao sépia. Ao calor visto desde dentro.

Este Verão não é das praias e da pele salgada. Não é dos olhos que parecem ser verde esmeralda. Não é das paixões que acabam por carta. Não é das viagens com vidros abertos. Não é do mar. Não é o verão das cores vivas ao sol.

Neste Verão corre apenas uma brisa. Uma suave brisa. Lá fora o calor abrasador. Cá dentro ecoa um piano. Uma voz. Mil sons que são trazidos pela brisa quente que move as cortinas finas. Brancas. Cá dentro os raios de sol entram nas brechas dos estores de madeira. Ouve-se ao fundo uma natureza a radiar de alegria. Um rio e as crianças ao final da tarde a brincar em repuxos que existem num jardim longínquo.

Neste Verão os The Gift são mais íntimos que nunca. No palco a intimidade ganha outra forma. Um espectáculo impreterível.

 Músicos:

Sónia Tavares, Vocalista

Nuno Gonçalves, Teclista

John Gonçalves, Teclista e Baixista

Miguel Ribeiro, Guitarrista e Baixista

quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Jazz na Caixa 2021 - parte II - Casa das Artes de Famalicão


Jazz na Caixa 2021 - parte II - Casa das Artes de Famalicão

Co-produção Associação Eixo do Jazz e Casa das Artes de Famalicão

Música

28, 29 e 30 de Outubro | quinta-feira, sexta-feira e sábado | 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

M/6

Duração: 60 min (mais 30 min de conversa com o publico)

Esperando não ter que alterar o formato que lhe deu o nome, caso o controlo da Covid 19 se mantenha no bom caminho, vamos subir ao palco da Casa das Artes com estes músicos brilhantes para os ouvir de perto e conversar com eles. Desta vez ainda vamos dispensar a costumeira taça de Champagne, por motivos que, infelizmente, ainda são óbvios.

Dia 28 de outubro

Ricardo Toscano - Saxofone

João Pedro Coelho - Piano

Romeu Tristão - Contrabaixo

João Lopes Pereira - Bateria

Ricardo Toscano Quarteto

Ricardo é considerado, desde os 21 anos, não apenas uma “esperança”, mas alguém que está a ter impacto no presente. O jazz praticado é o “mainstream”, sem preocupações de inovação e muito menos de experimentação, mas são tais a frescura, a energia, a entrega e a personalidade própria dados aos temas, “standards” incluídos, que o Ricardo Toscano Quarteto conquistou a unanimidade do aplauso. Na moldura destas, e suportado por uma secção rítmica em combustão permanente, o alto de Toscano voa com a desenvoltura e a agilidade de uma águia.

Dia 29 de outubro

João Guimarães - Saxofone

Miguel Ramos - Baixo eléctrico

Marcos Cavaleiro - Bateria 

HITCHPOP é uma intersecção entre três direcções próprias, insinuando-se ao ouvido com uma naturalidade sedutora que dilui barreiras e leva a erudição para o universo doce da pop. O trio que junta João Guimarães, Marcos Cavaleiro e Miguel Ramos soa a inevitabilidade, ocupando com ousadia o espaço livre entre o rock e o jazz e percorrendo o tempo com a desenvoltura de quem acerta o seu próprio relógio

Dia 30 de outubro

Diego Alonso - Saxofone

Virxilio Da Silva - Guitarra

Xan Campos - Piano

Pablo Patiño - Contrabaixo

Antón Quintela  -

Diego Alonso Quinteto

O saxofonista galego, viguês Diego Alonso reúne no seu quinteto músicos de jazz galegos já há muito consolidados e que têm em comum uma grande relação com o mundo jazzístico português e colaboram com músicos e bandas de ambas as margens do rio Minho. Com composições de Diego e dos seus companheiros de palco, deste concerto, sendo o primeiro desta formação, espera-se um som novo e envolvente.

 

Three concerts of jazz music, in the second part of Jazz na Caixa 2021

 

Casa das Artes e Envolvente Concerto de Órgão de Tubos e Orquestra | Casa das Artes de Famalicão.


Casa das Artes e Envolvente

Concerto de Órgão de Tubos e Orquestra

Igreja Paroquial de Ribeirão, 17 de Outubro, às 19h00

Sinopse

Encomendada para inaugurar o órgão de tubos do grande auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, em 1969, a Fantasia Concertante para órgão e orquestra de câmara de Frederico de Freitas constitui um dos raros exemplares de música para órgão e orquestra escrita por um compositor português.  No centenário da morte de Camille Saint-Saëns, o programa de hoje incluiu a obra  que pode ser considerada, sob o ponto de vista artístico, o ponto mais elevado da carreira do compositor: a magistral Sinfonia nº 3 em dó menor, op. 78 “com Órgão”. O próprio autor, referindo-se à sinfonia, diz o seguinte: "Eu dei tudo que pude dar. O que fiz aqui, nunca mais alcançarei."

Programa
Frederico de Freitas (1902-1980)
Fantasia concertante para órgão e orquestra de câmara (1969)

Camille Saint-Saëns (1835-1921)
Sinfonia nº 3 em dó menor, op. 78 “com Órgão


Intérpretes
Orquestra Sinfónica da ESMAE
Ilaria Centorrino (Itália), órgão 
José Eduardo Gomes, direção 

CLOSE-UP: Comunidade Cinema| 6.º episódio do Observatório de Cinema: 16 a 23 de Outubro na Casa das Artes de Famalicão

Num quotidiano ainda ritmado por uma pandemia que nos empurrou para a solidão dos pequenos écrans, o Observatório de Cinema faz o elogio da comunidade de espectadores, de amigos, conhecidos e desconhecidos em redor da sala de Cinema, trespassados por uma luz sagrada. Um mote, então, projetado em filmes que discutem e alargam a comunidade, comunidades que se expandem do grande ecrã para fora da sala, em diálogos que hão-de constituir memórias, com um programa que arranca com 66 Cinemas de Philipp Hartmann, ronda pela topografia de salas da Alemanha, de lugares e de relatos que são revisitações de pedaços da História. A abrir e a fechar o programa, momentos altos de cruzamento da música com o cinema, filmes-concerto que ficarão no património do Teatro Municipal: Manoel, as texturas e os ritmos dos Sensible Soccers, devotos da cidade de Manoel de Oliveira, de Douro Faina Fluvial (a completar 90 anos) e o O Pintor e a Cidade (1956); a Metropolis de Fritz Lang revista pela partitura de Filipe Raposo, um piano e uma orquestra de câmara de 15 elementos, com a participação da Orquestra Sinfónica Portuguesa. São de comunidades que se preencherão as Paisagens Temáticas, ficção e documentário, olhares sobre Portugal nas primeiras vivências em democracia: Manuela Serra e a comunidade de Lanheses em O Movimento das Coisas, as cooperativas do Ribatejo em Prazer, Camaradas, ou a estreia de Operário Amador, as origens de uma companhia de teatro, fundada por um grupo de operários têxteis, na agora vila de Joane. Mas são também olhares do presente, no quotidiano do centro histórico de Guimarães em Surdina ou a suspensão das vidas no Bairro do Aleixo em A Nossa Terra, o Nosso Altar. As comunidades são plurais, mesmo na clandestinidade do encontro da máquina com o humano no Crash de Ballard e Cronenberg, ou na convivência de uma família da Coreia com as paisagens da América e do seu cinema, em Minari. As Histórias do Cinema são contadas por dois protagonistas: pela Hong-Kong de Wong Kar-wai e a Coreia do Sul de Hong Sang-soo. Cinematografias a descobrir, como a de Sang-soo que nos chegou tardiamente, ou de reencontro, com a comunidade de espectadores que fomos antes do virar do milénio, quando pela primeira vez encontramos os pares e a velocidade da cidade de Kar-Wai. O trabalho de mais de dez anos de Basil da Cunha, junto da comunidade da Reboleira (Amadora), é a nossa Fantasia Lusitana e um dos destaques do programa, com a presença nas sessões do cineasta suíço de origem portuguesa, que também ministrará uma masterclasse. É um dos eixos do programa, na relação privilegiada com a comunidade escolar, com sessões preenchidas por animação, ficções, oficinas e concertos, em diálogo com o mote desta edição, com propostas divididas pela Casa das Artes, pelas escolas, por parcerias com os vários Agrupamentos de Escolas do concelho, incluindo a participação das escolas artísticas. No Café Kiarostami, falaremos de livros, de televisão e de Cinema e para Famílias juntaremos a mais recente criação dos Studio Ghibli ao centenário The Kid de Charlie Chaplin. O encenador Luís Mestre a partilhar o fascínio pelo experienciar ballardiano, o encontro da investigadora Maria do Carmo Piçarra com os personagens reais da comunidade da Reboleira, no diálogo com Basil da Cunha: as sessões comentadas singularizaram e intensificam um programa de mais de 30 sessões em oito dias, orientadas pelas comunidades que preenchem os filmes, num diálogo com o espectador que se estende pelo foyer do Teatro Municipal com uma exposição proposta pela Casa do Cinema Manoel de Oliveira. 
CLOSE-UP – DESTAQUES FILMES-CONCERTO SENSIBLE SOCCERS – filme-concerto – MANOEL: Douro Faina Fluvial + Pintor e a Cidade de Manoel de Oliveira – 16.Out (21h45, GA) A ideia nasce da vontade de compor uma banda sonora para "Douro, Faina Fluvial" (1931), primeiro filme de Manoel de Oliveira (à data com 22 anos de idade). A banda havia feito o mesmo para "Homem da Câmara de Filmar" de Dziga Vertov (uma encomenda da Casa das Artes de Famalicão, com estreia na segunda edição do CLOSE-UP), as similaridades entre as obras são evidentes e a vontade de continuar a explorar este filão era grande. O projeto torna-se mais ambicioso quando se confrontam com a relação especial entre "Douro Faina Fluvial" e "O Pintor e a Cidade" (1956), filmes completamente antagónicos - o segundo funciona como uma negação do primeiro - separados por vinte e cinco anos e unidos pela cidade do Porto neles impressa. Ver os dois filmes de seguida fez desenhar uma viagem a dois passados distintos, um exercício de memória impactante e emocionante, um convite à reflexão sobre a identidade e desenvolvimento da cidade até aos nossos dias. A ideia passou assim a ser musicar ambos os filmes, irmanando-os num trabalho que resultasse, por um lado, num LP, onde a música teria que funcionar e viver sem as imagens e por outro, num espetáculo ao vivo, em formato cine-concerto, onde os filmes seriam projetados e os Sensible Soccers executariam a banda sonora em direto, a apresentar na sessão de abertura da sexta edição do CLOSE-UP, a 16 de Outubro. Título original: Douro, Faina Fluvial (Portugal, documentário, 1931, 21 min) Classificação: M/12 Título original: O Pintor e a Cidade (Portugal, documentário, 1956, 26 min) Classificação: M/12 Os Sensible Soccers são André Simão, Hugo Gomes e Manuel Justo. Editaram o seu primeiro EP em 2011, ano em que também se estrearam nas atuações ao vivo. Desde então a banda deu inúmeros concertos em palcos de todos os tipos, desde clubes, auditórios e associações culturais a eventos de projeção internacional, como o Primavera Club, Festival Vodafone Paredes de Coura, Boom Festival, Vodafone Mexefest, NOS Primavera Sound, Rock in Rio Lisboa ou a primeira edição portuguesa do Boiler Room, tendo conquistado um público variado e em número sempre crescente. A sonoridade dos Sensible Soccers não é fácil de compartimentar. Sem esconderem o gosto pelas melodias pop, na construção dos seus temas fazem conviver a eletrónica com instrumentos orgânicos, fugindo ao formato tradicional de canção e optando maioritariamente por estruturas e arranjos em progressão. A pandemia da Covid 19 interrompe as apresentações de “Aurora” e lança a banda num novo projeto: o seu quarto álbum de originais que resulta da composição de uma banda sonora para dois filmes ("Douro Faina Fluvial" e "O Pintor e a Cidade") do aclamado realizador Manoel de Oliveira. Este projeto, que se desenrola ao longo de um ano e com o apoio do Criatório da C.M. do Porto, culmina com a edição de “Manoel”, a 1 de outubro de 2021. 
FILIPE RAPOSO E ORQUESTRA SINFÓNICA PORTUGUESA – filme-concerto – METROPOLIS de Fritz Lang – 23.Out (21h45, GA) Título original: Metropolis (Alamanha, ficção, 1927, 115 min) Classificação: M/12 Um dos filmes mais célebres de sempre, Metropolis é uma parábola sobre as relações sociais numa cidade do futuro. Os privilegiados vivem nas alturas, enquanto a massa de trabalhadores oprimidos vive nos subterrâneos. No entanto, no desenlace, haverá uma reconciliação artificial entre as classes. Porém, o que faz de Metropolis uma obra-prima é a realização de Fritz Lang, os impressionantes e excepcionais cenários futuristas, o domínio absoluto das massas de figurantes, a oposição entre homens e máquinas. Filipe Raposo é pianista, compositor e orquestrador. Iniciou os seus estudos pianísticos no Conservatório Nacional de Lisboa. Tem o mestrado em Piano Jazz Performance pelo Royal College of Music (Estocolmo) e foi bolseiro da Royal Music Academy of Stockholm. É licenciado em Composição pela Escola Superior de Música de Lisboa. Tem colaborações em concerto e em disco com alguns dos principais nomes da música portuguesa: Sérgio Godinho, José Mário Branco, Fausto, Vitorino, Amélia Muge, Camané, Rita Maria. Desde 2004 tem colaborado com a Cinemateca Portuguesa como pianista, para a qual gravou a banda sonora para as edições em DVD de “Lisboa, Crónica Anedótica” de Leitão de Barros (2017) e “O Táxi no 9297” de Reinaldo Ferreira (2018). Filipe Raposo compõe habitualmente bandas sonoras para cinema e teatro. Em parceria com António Jorge Gonçalves tem desenvolvido uma investigação artística sobre o nascimento da arte. Em nome próprio já editou os discos: First Falls (2011); A Hundred Silent Ways (2013); Inquiétude (2015); Rita Maria & Filipe Raposo Live in Oslo (2018); Øcre (2019). Criada em 1993, a Orquestra Sinfónica Portuguesa (OSP) é um dos corpos artísticos do Teatro Nacional de São Carlos e tem vindo a desenvolver uma atividade sinfónica própria, incluindo uma programação regular de concertos, participações em festivais de música nacionais e internacionais. Colabora regularmente com a Rádio e Televisão de Portugal através da transmissão dos seus concertos e óperas pela Antena 2. No âmbito das temporadas líricas e sinfónicas, a OSP tem-se apresentado sob a direcção de notáveis maestros, tais como Rafael Frühbeck de Burgos, Alain Lombard, Nello Santi, Alberto Zedda, Harry Christophers, George Pehlivanian, Michel Plasson, Krzysztof Penderecki, Djansug Kakhidze, Milán Horvat, Jeffrey Tate e Iuri Ahronovitch, entre outros. A discografia da OSP conta com dois CD’s para a etiqueta Marco Polo, com as Sinfonias n.º 1 e n.º 5, e n.º 3 e n.º 6, de Joly Braga Santos, as quais gravou sob a direcção do seu primeiro maestro titular, Álvaro Cassuto, e «Crossing Borders» (obras de Wagner, Gershwin, Mendelssohn), sob a direcção de Julia Jones, numa gravação ao vivo pela Antena 2. No cargo de maestro titular, seguiram-se José Ramón Encinar (1999/2001), Zoltán Peskó (2001/2004) e Julia Jones (2008/2011); Donato Renzetti desempenhou funções de Primeiro Maestro Convidado entre 2005 e 2007. Atualmente, a direção musical está a cargo de Joana Carneiro. Cesário Costa concluiu, em Paris, o Curso Superior de Piano, estudou Direção de Orquestra, completando a Licenciatura e o Mestrado na Escola Superior de Música de Würzburg (Alemanha). Doutorou-se pela Universidade Nova de Lisboa, com a tese “Noble et Sentimental: Pedro de Freitas Branco e a problemática da interpretação na música de Maurice Ravel”. O seu repertório estende-se do barroco ao contemporâneo, incluindo mais de 130 obras em estreia absoluta. Para além da direção de orquestras, tem exercido funções de docência e de programação musical em várias instituições, tendo sido Presidente da Metropolitana/Associação Música, Educação e Cultura, instituição que gere a Orquestra Metropolitana de Lisboa (da qual foi também Diretor Artístico), a Academia Nacional Superior de Orquestra, a Escola Profissional Metropolitana e o Conservatório da Metropolitana. 
SESSÕES PARA FAMÍLIAS AYA E A FEITICEIRA de Gorō Miyazaki _ 17.Out (15h30, GA) Título original: Earwig and the Witch (Japão, 2021, animação, 80 min) Classificação: M/6 Aya tem 10 anos e foi deixada num orfanato ainda bebé. Ela adora viver lá, sobretudo porque tem a incrível habilidade de fazer com que toda a gente faça exactamente o que quer. A última coisa que Aya deseja é ser adoptada pela feiticeira Bella Yaga…mas, pela primeira vez na sua vida, o seu desejo não é atendido. Apesar de contrariada e triste de abandonar os seus amigos, coloca a sua melhor cara e sorriso forçado e vai. Afinal sempre quis aprender magia! Mas Aya precisará de toda a sua ingenuidade para, com a ajuda do gato de Bella Yaga, conseguir sobreviver e sobretudo florescer.
 O GAROTO DE CHARLOT de Charlie Chaplin _ 23.Out (11h00, PA) Título original: The Kid (EUA, ficção, 1921, 65 min) Classificação: M/6 Uma mãe solteira deixa um hospital de caridade com seu filho recém-nascido. A mãe percebe que não tem condições para criar o filho, por isso, decide deixá-lo no banco de trás de um carro, de pessoas ricas, e deixa um bilhete a pedir que cuidem do seu filho. Mas, em contrapartida, o carro é roubado por dois ladrões, que quando descobrem o bebé abandonam-no numa rua deserta. Sem saber de nada um vagabundo (Chaplin) faz o seu passeio matinal e encontra o bebé. Cinco anos depois, a criança (Jackie Coogan) e o seu pai adoptivo são inseparáveis, e o pequeno é uma ajuda preciosa no trabalho de reparação de vidros "acidentalmente" partidos. Realizada por Charlie Chaplin – que se inspira na miséria da sua própria infância –, uma comédia dramática sobre o amor, que permanece uma das mais importantes referências cinematográficas de todos os tempos. PROGRAMAÇÃO 16 de Outubro (sábado) (15h00, PA) 66 CINEMAS de Philipp Hartmann [1] _ comentado por Gonçalo Ramos Oliveira (programador cultural) e Carlos Natálio (crítico e investigador) (17h00, café-concerto) Luciana Fina – Lecture Entre Linhas [5] (18h00, PA) O FILME DE OKI de Hong Sang-soo [2] _ comentado por Maria João Madeira, programadora da Cinemateca Portuguesa NOITE DE ABERTURA (21h45, GA) SENSIBLE SOCCERS – filme-concerto – MANOEL: Douro Faina Fluvial + Pintor e a Cidade de Manoel de Oliveira 17 de Outubro (domingo) (15h00, PA) O MOVIMENTO DAS COISAS de Manuela Serra [1] _ comentado por Daniel Pereira, produtor e Vasco Câmara, critico de cinema (15h30, GA) AYA E A FEITICEIRA de Gorō Miyazaki _ [6] (17h00, PA) Apresentação do livro OZU de Donald Richie, por Daniel Pereira (editor) _ [5] (17h30, GA) O CÉU POR CIMA DE CÁ de Companhia de Música Teatral_ apresentação em estreia de documentário e livro _ [1] (18h00, PA) PRIMAVERA TARDIA de Yasujiro Ozu _ [5] (21h45, PA) AO SABOR DA AMBIÇÃO de Wong Kar-wai [2] _ comentado por Vasco Câmara, critico de cinema 18 de Outubro (segunda-feira) PEQUENO MUNDO _ Peça para 2 violoncelos, 2 narradores, eletrónica, vídeo arte [4] Música / Violoncelo - António Oliveira; Música / Violoncelo - Carina Albuquerque; Coreografia / Bailarina - Daniela Cruz; Dramaturgia / Actor - Nuno Preto; Videografo / Fotografo - Pedro Teixeira Eletrónica / Manipulação de Vídeo em Tempo Real - Ricardino Lomba; Consultora Científica - Isabel Fernandes; Conceção / Direção Artística / Composição Musical - Samuel Martins Coelho Direção Executiva - Nuno Alves (10h00, GA) (para escolas, Agrupamento D. Sancho I) - Conversa com os alunos sobre o processo criativo de toda a peça: com a investigadora sobre o material e processo pesquisa; com os artistas sobre o processo de criação (Música, poema, performance) e toda a manipulação de materiais; apresentação de pequenos vídeos, fotos e sons sobre o processo de criação. (18h30, GA) (para escolas e público geral) – Apresentação do filme-concerto, da peça musical Pequeno Mundo (21h45, PA) DIAS SELVAGENS de Wong Kar-wai [2] _ comentado por Jorge Pereira, crítico e programador 19 de Outubro (terça-feira) (10h00, GA) O MUNDO SECRETO DE ARRIETTY de Hiromasa Yonebayashi _ [4] Cinema para as Escolas (1.º e 2.º ciclos) (18h30, GA) OPERÁRIO AMADOR de Ramon De Los Santos [1] _ comentado pelo realizador e por Sérgio Agostinho, director da Peripécia Teatro (ante-estreia) (21h45, PA) MINARI de Lee Isaac Chung [1] _ comentado por Daniela Rôla, jurista e crítica de cinema 20 de Outubro (quarta-feira) (14h00, AE D. Maria II) MURMURATORIUM - RUMOS E RUMORES - Companhia de Música Teatral / Associação Musicoteatral dos Açores _ [4] Cinema para as Escolas (1.º, 2.º e 3.º ciclos) – sessão comentada por Helena Rodrigues, Diretora da Companhia de Música Teatral (18h30, PA) PRAZER, CAMARADAS! de José Filipe Costa [1] _ comentado pelo realizador e por Ana Isabel Strindberg, programadora (21h45, PA) ANJOS CAÍDOS de Wong Kar-wai [2] _ comentado por José Bértolo, investigador, crítico e programador 21 de Outubro (quinta-feira) (10h00, Teatro Narciso Ferreira, Riba d’ Ave) SURDINA de Rodrigo Areias_ [4] Cinema para as Escolas (3.º ciclo e secundário) _ comentado pelo realizador e por António Durães, actor e encenador (18h30, PA) O DIA EM QUE ELE CHEGA de Hong Sang-soo [2] _ comentado por Luís Mendonça, crítico e programador da Cinemateca Portuguesa (21h45, PA) Nuvem + ATÉ VER A LUZ de Basil da Cunha [3] _ comentado pelo realizador e por Ricardo Vieira Lisboa, crítico e programador da Casa de Cinema Manoel de Oliveira 22 de Outubro (sexta-feira) (10h00, Oficina, Escola Profissional do Instituto Nun'Alvares) Masterclasse de Basil da Cunha, incluindo a exibição de Os Vivos Também Choram e Nuvem Negra [4] Cinema para as Escolas (alunos de audiovisuais e multimédia) (18h30, PA) A NOSSA TERRA, O NOSSO ALTAR de André Guiomar [1] _ comentado pelo realizador (21h45, PA) CHUNGKING EXPRESS de Wong Kar-wai [2] _ comentado por Ricardo Gross, crítico de cinema (23h30, PA) CRASH de David Cronenberg [1] _ comentado por Luís Mestre, encenador e dramaturgo 23 de Outubro (sábado) (11h00, PA) O GAROTO DE CHARLOT de Charlie Chaplin _ [6] (14h30, PA) MULHER NA PRAIA de Hong Sang-soo [2] _ comentado por Daniel Marques Pinto, programador de cinema (17h30, café-concerto) Apresentação do livro Projectar a Ordem — Cinema do Povo e Propaganda Salazarista de Maria do Carmo Piçarra, pela autora _ [5] (18h00, PA) A Côté + O FIM DO MUNDO de Basil da Cunha [3] _ comentado pelo realizador e por Maria do Carmo Piçarra, investigadora e professora universitária 
NOITE DE ENCERRAMENTO (21h45, GA) FILIPE RAPOSO E ORQUESTRA SINFÓNICA PORTUGUESA – filme-concerto – METROPOLIS de Fritz Lang 
Secções Temáticas [1] Paisagens Temáticas: Comunidade [2] Histórias do Cinema: In The Mood for Kar-Way e Sang-Soo [3] Fantasia Lusitana: Basil da Cunha [4] Cinema para Escolas [5] Café Kiarostami [6] Sessões para Famílias 
Bilheteira Sessões Geral: 2 euros Cartão quadrilátero: 1 euro Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes 
Bilheteira Filmes-concerto (Sensible Soccers / Filipe Raposo e Orquestra Sinfónica Portuguesa) Geral: 6 euros Cartão quadrilátero, estudantes, seniores, associados de cineclubes: 3 euros Bilheteira Sessões para Famílias Geral: 2 euros Cartão quadrilátero, estudantes, seniores, associados de cineclubes: 1 euro Café Kiarostami: entrada livre