quinta-feira, 23 de abril de 2015

Comemoração do 14º aniversário da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, festa da criança e da família | Luísa Sobral - "Lu-Pu-I-Pi-Sa-Pa",

Luísa Sobral com "Lu-Pu-I-Pi-Sa-Pa"
"Só gostava que fosse um disco para as famílias ouvirem juntas."
Musica
6 de junho | sábado| 17h00 | Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/6
Duração: 70 m

 Este álbum fala sobre episódios da minha infância, alguns vividos por mim, outros por amigos ou crianças da minha escola. Todas as canções têm uma imagem associada: O recreio, a hora de almoço, a porta da escola, o campo de futebol onde jogávamos ao "mata", e várias outras que me ficaram na memória", explica Luísa a propósito de "Lu-Pu-I-Pi-Sa-Pa", acrescentando: "Só gostava que fosse um disco para as famílias ouvirem juntas."
 
"Lu-Pu-I-Pi-Sa-Pa" foi gravado no Atlântico Blue Studios e contou com a participação de Luís Figueiredo (co-produtor do disco e pianista), João Hasselberg (contrabaixo) e Carlos Miguel Antunes (bateria).

Comemoração do 14º aniversário da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, festa da criança e da família | Pelos Cabelos - Teatro de Marionetas do Porto


PELOS CABELOS
Teatro de Marionetas do Porto
1 de junho| segunda | 10 h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 euros/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/4
Duração: 40 m

A partir das ilustrações Pelos Cabelos, de João Vaz de Carvalho, o Teatro de Marionetas do Porto cria um espetáculo habitado por personagens insólitas, de olhares ausentes e alucinados, onde o humor e o absurdo se fundem para mais uma experiência com muitas marionetas. Em Pelos Cabelos, atores e marionetas habitam um lugar algures, um Lá, lugar distante quase extra terreno.

Ficha artística e técnica
Encenação e cenografia - Isabel Barros
Textos - Edgard Fernandes, Isabel Barros e Rui Queiroz de Matos
Marionetas - Sandra Neves, a partir das ilustrações de João Vaz de Carvalho
Música e Animação - coletivo HUSMA (João Apolinário, Nuno Cortez e Pedro Cardoso)
Desenho de luz – Alexandre Vieira
Interpretação - Edgard Fernandes e Rui Queiroz de Matos
Produção - Sofia Carvalho
Operação de luz e som - Cláudia Valente
Construção de marionetas - Sandra Neves (coordenação), Nuno Guedes, Teresa Dantas e Rita Silva (estagiária)
Construção cenográfica – Américo Castanheira, Tudo-Faço



Agradecimentos – Ensemble, Escovaria de Belomonte

Comemoração do 14º aniversário da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, festa da criança e da família | BABELIM


BABELIM
Babelim é direcionado para famílias com bebés até aos 3 anos de idade.
Companhia Música Teatral
Música |movimento
30 de Maio | sábado! 15h00 e 17h00 |(Palco) grande auditório
Entrada: 5 euros/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros - (Bebes até aos 3 anos entrada livre)
Publico alvo: famílias com bebés até 3 anos.
Por sessão são 20 bebés acompanhados por 40 adultos + 30 pessoas (com mais de 6 anos).
Duração: 60 m
Em Babelim, o piano é elemento central, em diálogo com instrumentos inventados (Fazedores de Paisagens Quotidianas) e vozes (dos artistas e do público, guiado por uma partitura gráfica que é projetada e por um conjunto de sinais que fazem parte da teatralidade da peça). Babelim tem a particularidade de envolver um conjunto de crianças na equipa artística*, porque ao longo do Projecto Opus Tutti fomos desenvolvendo a ideia de que cuidar dos mais pequenos é algo que se aprende desde cedo, e porque percebemos que os bebés e crianças muito pequenas se relacionam de forma especialmente bonita com crianças mais velhas. Todos estes elementos, musicais, coreográficos, teatrais, são pontos de partida para um fluxo de comunicação entre todos, bebés, crianças e adultos, artistas e público.

BABELIM

Babelim é um espetáculo de música (piano, vozes e objectos sonoros de natureza diversa) e movimento, em que o público é envolvido de forma participativa a partir de um conjunto de temas musicais de fácil assimilação e de um conjunto de sinais visuais e partituras gráficas facilmente descodificadas. Entre os intérpretes conta-se um grupo de crianças que contribuem de uma forma especial para a criação de uma atmosfera lúdica e afectuosa e para um canto comunitário de acolhimento e estímulo musical especialmente dedicado aos mais pequeninos. Babelim é direcionado para famílias com bebés até aos 3 anos de idade.

conceção e produção: companhia de música teatral + projeto opus tutti
direção artística: paulo maria rodrigues
criação plástica: miguel Ferraz
intérpretes: pedro ramos, paulo maria rodrigues & crianças opus tutti
coordenação geral: helena rodrigues
o projeto opus tutti é uma parceria da companhia de música teatral com o laboratório de música e comunicação na infância (lamci-cesem).
o projeto opus tutti é financiado pela fundação calouste gulbenkian
com o apoio da direção geral das artes / faculdade de ciências sociais e humanas (universidade nova de lisboa) / fundação para a ciência e tecnologia / universidade de aveiro

terça-feira, 14 de abril de 2015

AUREA na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicao

AUREA
SOUL NOTES ACÚSTICO
Uma voz inconfundível, poderosa e cativante.
 Musica Soul/ pop
23 de maio | sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 15 EUROS / Cartão Quadrilátero Cultural: 7.5 Euros
M/6
Duração: 90 m

Considerada a voz revelação de 2010, Aurea apresenta o seu primeiro álbum em Setembro desse ano, atingindo em poucos meses o 1o lugar do Top Nacional de Vendas, mantendo-se nessa posição durante 9 semanas consecutivas e conseguindo a marca de dupla platina.
O registo “Aurea ao Vivo no Coliseu dos Recreios”, gravado no dia 18 de Novembro 2011, é lançado um mês depois, conquistando o galardão de Ouro no dia de lançamento e, mais tarde, a dupla platina.
O ano de 2011 acabou por ser um período de crescimento e de reconhecimento para Aurea. A artista foi nomeada nas categorias de ‘Melhor Música’, ‘Revelação do Ano’ e ‘Melhor Intérprete Individual’, na edição de 2011 dos Globos de Ouro, tendo arrecadado este último galardão.
Foi também nomeada para ‘Best Portuguese Act’, nos MTV Music Awards, categoria que acabou também por ganhar.
A nível internacional, ‘Aurea’ foi lançado na Hungria, local onde a artista gravou o dueto do tema “Where is the Love” (com Nikolas Takács) e atuou ao vivo. Também Taiwan editou o álbum de estreia de Aurea e recebeu-a numa atuação única.
Em 2012, lança o primeiro single “Scratch my Back” do seu segundo album (“Soul Notes”), que atingiu de imediato a marca de Platina e com o qual percorreu o país, Macau, Angola e Brasil, actuando também no Rock in Rio. É ainda por terras de Vera Cruz que a edição internacional do CD/DVD da artista teve entrada directa para o 22o lugar do TOP iTUNES e TOP 10 de DVDs internacionais e o single “Busy (For Me)” integrou a banda sonora da novela “Amor à Vida” da Rede Globo.
Aurea prepara neste momento o novo disco, um trabalho que certamente marcará uma vez mais o panorama musical português.

SÍLVIA de A. R. Gurney

SÍLVIA de A. R. Gurney
Com Heitor Lourenço, Manuela Couto, Paulo Pires e Gabriela Barros
Comédia teatral
16 de Maio| Sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 12 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
M/12
Duração: 120 m
Parceiro/apoio Associação Mutualista Montepio
Sola do Sapato Produções e Margem Narrativa-Associação Cultural

Sinopse
Gonçalo e Catarina entraram numa fase nova das suas vidas. Os filhos foram para a universidade e o casal mudou-se para Lisboa. Mas Gonçalo não está feliz. Odeia o seu trabalho e precisa de algo mais na sua vida. Até ao dia em que encontra Sílvia.
Sílvia é jovem, linda, divertida, e sente um amor à primeira vista por Gonçalo. A ligação entre os dois é tão forte que Gonçalo decide levar Sílvia para casa, o que não agrada de todo Catarina. É que Sílvia deixa pêlo no sofá. Bebe água da sanita. É inconveniente para as visitas. E ladra.
Sílvia é uma cadela abandonada, que se torna uma obsessão para Gonçalo que encontra nela uma razão para olhar a vida de outra maneira. Mas Catarina acha que a cadela é apenas um escape para uma crise de meia-idade. O que não deixa de lhe fazer ciúmes. Uma rival na sua relação com o marido. Para qualquer lado que se volte, qualquer conversa que tenha, para onde quer que olhe só existe uma coisa: Sílvia. A cadela.
O casamento vai ser verdadeiramente posto à prova através de uma série de complicações hilariantes, onde não faltam amigos estranhos a dar opiniões e até um psicólogo que acaba por perder as estribeiras com o problema do casal.
“Sílvia” é uma comédia onde o humor e a ternura se misturam, tornando o desenrolar da história apaixonante para quem a vê. Qualquer espectador poderá experienciar o riso verdadeiro até à lágrima.

Neste triângulo amoroso, que ganhe a melhor espécie...

  Ficha Técnica e Artística
Autor A. R. Gurney
Tradução e Adaptação Heitor Lourenço e Manuela Couto
Versão Cénica e Encenação Almeno Gonçalves
Apoio Dramatúrgico Artur Ribeiro
Com Heitor Lourenço, Manuela Couto, Paulo Pires e Gabriela Barros
Assistente de Encenação Cátia Sousa
Cenografia Marta Carreiras
Figurinos Marta Iria
Desenho de Luz Paulo Sabino
Desenho de Som Paulo Ferro_STS EstúdioDesign
Arranjo Musical “Eu sei que vou te Amar” CC
Vídeo e Fotografias Promocionais Artur Ribeiro
Design Gráfico Maria João Alves
Responsável Técnico Nuno Moço
Responsável Administrativa e Financeira Mariana Magro
Direcção de Produção Almeno Gonçalves
Produção Maria João Alves e Cátia Sousa

A cantora Careca


A CANTORA CARECA
Exercício de interpretação a partir da peça homónima de Eugène Ionesco.
Bau dos segredos
13 e 14 de Maio| Quarta e Quinta | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/6
Duração: 70 m
SINOPSE:
A Cantora Careca é considerada a primeira das obras da corrente estéctica teatral, surgida após a Segunda Grande Guerra, baptizada Teatro do Absurdo. Escrita em 1949 foi o também o primeiro texto do dramaturgo Eugène Ionesco (1909 – 1994). Considerada pelo autor como uma “anticomédia”, a peça lança mão da palavra enquanto objecto, tornando palpável algo que é, ao mesmo tempo é abstrato, pois é a principal característica do texto o surrealismo verbal.

De forma interessante, A Cantora Careca foi criada a partir de um livro-texto para o ensino da língua inglesa, onde mostra um casal a conversar com diálogos absurdos informando-se mutuamente que são ingleses, que têm três filhos, que vivem em Londres, que têm uma empregada chamada Mary, inglesa como eles, que o teto fica em cima e o chão embaixo, que a semana tem sete dias, e que se chamam Smith.

Ionesco manteve o casal Smith na peça assim como sua empregada e acrescentou outros três personagens: o casal Martin e o Capitão dos Bombeiros.

Altamente irônico, o texto conservou também o absurdo nos diálogos, marcados por clichês e futilidades. Os absurdos nas conversas levam os seis personagens, à completa incomunicabilidade, através de um diálogo ininteligível.

O foco central da peça é a linguagem, fazendo uma referência a um tenebroso futuro para as relações humanas, e consequentemente da comunicação: a impossibilidade de diálogo entre as pessoas.

ENCENAÇÃO        Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
DRAMATURGIA E ADAPTAÇÃO       Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
ELENCO Alunos da Classe B do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO         João Regueiras
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO    Cármen Regueiras & Emília Silva
DESIGN DE LUZ    Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
LUZ & SOM          Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO          João Regueiras /Casa das Artes

Amor e Baco com Baú dos Segredos


AMOR E BACO
Bau dos segredos
11 e 12 de Maio| Segunda e Terça | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/6
Duração: 70 m
SINOPSE:

O velho e libertino deus Sileno, tutor de Baco, perde-se no bosque e é capturado por alguns feirantes que o confundem com um urso. Levam-no à presença do Rei Midas. Este descobre que ele é de facto o tutor de Baco e resolve devolvê-lo ao seu discípulo.

Baco, agradecido, presenteia Midas com um desejo. Midas pede a Baco que faça com que tudo o que toque se transforme em ouro. Baco assim faz.

Porém, mais tade, desesperado, Midas descobre que até a comida e bebida que pela sua boca entram se dobram ao seu poder, assim que tocam os seus lábios. Com pena do tonto, mas bem-intencionado Midas, Baco resolve ajudá-lo devolvendo-o ao seu estado original.

ENCENAÇÃO        Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
DRAMATURGIA   Steve Johnston
ELENCO Alunos da Classe A do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO         João Regueiras
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO    Cármen Regueiras & Emília Silva
DESIGN DE LUZ    Tiago Regueiras & Ana J.  Regueiras
LUZ & SOM          Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO          João Regueiras / Casa das Artes
AGRADECIMENTO      Teatro ao Largo / Steve Johnston

Um Olhar a Preto e Branco e Um País na Sombra da Luz - Estreia na Casa das Artes de Famalicão

Um Olhar a Preto e Branco e Um País na Sombra da Luz - Estreia
Um espetáculo a partir da obra poética de Mário Cesariny
Coprodução Cão Danado e a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Teatro
8 e 9 de maio | sexta e sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros

Fotografia Filipa Alves
M/12
Duração: 70 m
O regresso do Cão Danado à poesia, aos autores portugueses e a uma Casa cúmplice das Artes.

Um espetáculo a partir da obra poética de Mário Cesariny  onde os intervenientes  adotam a mesma atitude estética de permanente experimentação do poeta e pintor tendo a música como catalizador do processo de transmutação.
A experimentação e a celebração da palavra evocando a magia poética, a libertação temática e formal, a alquimia que traz a arte para o plano da vida e a transgressão artística como força vital. Em permanente avaliação e subversão como forma de sobrevivência das sociedades.


Ficha técnica
Encenação e Dramaturgia - Sara Barbosa
Concepção plástica - Paulo Capelo Cardoso e Sara Barbosa
Assistência e figurinos - Patrícia Shim
Desenho de Luz - Rui Monteiro
Assistência - Pedro Correia
Direção de Movimento - Ana Rocha
Música - Eliana Veríssimo e Sérgio Carolino
Interpretação - Tiago Correia e Sara Barbosa
Vídeo: Paulo Cunha Martins Ana Rocha
Desenho de som: Pedro Lima , Rui Lima, Sérgio Martins
Direção de Produção- Pedro Barbosa
 
 
 




O poder da mulher através da revolução artística do século XIX com Helena Machado.

Deambulações artísticas: Ciclo de Encontros temáticos
Uma organização da Casa das Artes e Sentido Directo

O tema: O poder da mulher através da revolução artística do século XIX.
Oradora Helena Machado

6 de Maio| Quarta| 15h30 às 17h00 | Pequeno Auditório
Entrada: 4 euros | Seniores e Estudantes 2 euros
Duração 90 m


 Imagem, «Olympia» de Manet, 1863, Musée d'Orsay, Paris.

Exposição Miguel Neves Oliveira Casa das Artes Famalicão

Exposição Miguel Neves Oliveira
Titulo: Brotam da Montanha
2 a 31 de maio , Foyer |Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
www.nevesoliveira.potfoliobox.me
www.nevesoliveira.blogspot.com

Miguel Neves Oliveira nasceu em 1980. Expõe regularmente desde 2000. Trabalha essencialmente a madeira, criando peças que se situam entre a escultura e a pintura, procurando a celebração do movimento e das forças que nos fazem existir

As obras orgânicas e irreverentes de Miguel Neves Oliveira têm vindo a ser exibidas quer individualmente quer coletivamente desde o ano 2000. Agora expostas na Casa das Artes de Famalicão, querem criar uma relação constante com quem as admira, seja através de um sentimento, de um pensamento ou de uma simples perceção.

“Rebentos que Brotam”, “Dentes da Montanha”, “Túmulos com Vida” são peças em madeira que, em simbiose com materiais como esmalte, pigmentos, resinas, tinta plástica, pretendem refletir o nascimento e a morte no ar puro da montanha. A beleza associada ao ar puro que respiramos, que nos faz existir em corpo presente, expressando-se em ações de crescimento e definhamento, para circular e  voltar a ser de uma outra maneira.

As obras brotam da montanha. A procura pelas nascentes dos rios, pelas raízes que edificam as árvores. Essa força que faz com que a pedra que se move no subsolo seja essencial para o surgimento de uma nova vida.

Nós, Homens parte integrante desta loucura, sentimos!

quinta-feira, 12 de março de 2015

Assim, tipo... dança contemporânea de Tiago Rodrigues

Comemoração do Dia Mundial da Dança 2

Assim, tipo... dança contemporânea de Tiago Rodrigues
Companhia Instável
Dança
1 de maio| sexta | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 6 euros/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 60 m

Esta criação da Companhia Instável é assinada por Tiago Rodrigues. O ator, encenador e dramaturgo propõe um espetáculo "com iguais doses de ironia e ingenuidade", que promove o cruzamento da dança contemporânea com outras expressões artísticas, levando o grupo a experimentar diferentes processos criativos.

Pedir a um artista de teatro para criar uma peça para bailarinos é assim tipo dança contemporânea.
Começar a criar uma peça por pedir às pessoas mais diversas para descreverem em tempo real o que vêem quando um bailarino dança é assim tipo dança contemporânea.
Obedecer ao relato das pessoas mais diversas para construir uma coreografia é assim tipo dança contemporânea.
Acreditar que qualquer pessoa pode ser um coreógrafo é extremamente assim tipo dança contemporânea.
Não saber completamente o que vai acontecer em palco quando o espectáculo começa é assim tipo dança contemporânea.
Ter um título para a peça onde se encontram doses iguais de ironia e ingenuidade é, sem sombra dúvida, assim tipo dança contemporânea.

 Direcção Artística | Tiago Rodrigues
Assistência artística | Mafalda Deville
Intérpretes | Bruno Alexandre, Diletta Bindi e Liliana Garcia
Cenografia e Desenho de luz | Thomas Walgrave
Vídeo | Bruno Canas
Pós- Produção Áudio | Cristóvão Faria Carvalho
Director Técnico | Ricardo Alves
Estagiários à criação l Ana Beatriz Dias e Renato Gomes
Co-produção| Espaço do Tempo
Apoio| Escola Superior de Artes e Design e Matinal


CATABRISA em Famalicão

Comemoração do Dia Mundial da Dança 1
CATABRISA
Joana Providencia, Gémeo Luís e Eugénio Roda
“Catabrisa ... é um exercício de precisão coreográfica, entre a dança, o circo e o teatro que nos deixa rendidos desde o início. O modo como os diferentes autores foram combinando as suas linguagens, mergulhando os espectadores (a peça é para idades compreendidas entre os 6 e os 10, mas merece ser vista por todos) num mundo onde há palavras que não se encontram…. “ Por Tiago Bartolomeu Dias
Dança |Circo |Teatro
29 e 30 abril| quarta e quinta |10h30 e 14h30  | Pequeno auditório
Pulico alvo - estudante do 1º ciclo | sessões escolares requerem marcação prévia
Lotação - 50  para escolas),
Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
Público-alvo | Crianças dos 6 aos 10
Duração: 50 m
 Olha à tua volta: tudo se mexe. Tudo mexe com tudo. Até a respirar mexemos com o ar.
Já ouviste dizer que esta brisa que sentes no cabelo, pode vir do outro lado do mundo, onde uma pequena borboleta bate as asas? Ou que pode vir do teu interior, da tua força de vontade?
Talvez esta seja uma história sobre o vento, pois é com o vento que vão e vêm as sementes, é com o vento que vão e vêm as ideias e a vontade de mudar o mundo.

Um menino, em tudo igual a todos os meninos, vive as maiores aventuras de sempre: a aventura da curiosidade, do desejo, da descoberta, do espanto, da invenção, a aventura de quem nasce e cresce com o corpo e a mente aos rodopios. Do livro Catavento (Eterogémeas), nasceu um espetáculo: Joana Providência encenou e coreografou, Manuel Cruz musicou, Luís Mendonça desenhou cenografia e figurino, Emílio Remelhe escreveu e Filipe Caldeira interpretou. Juntos criaram um espaço de ideias em forma de sensação, um lugar de sensações em forma de gesto, um sítio de gestos em forma de som, um mapa de sons em forma de sombra, um mundo de sombras em forma de história para todos. Para todos verem, ouvirem, sentirem e pensarem com a forma de ver, ouvir, sentir e pensar de cada um.
 
EQUIPA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Texto | Eugénio Roda a partir do livro Catavento (Edições Eterogémeas) de Gémeo Luís e Eugénio Roda
Conceção e direção coreográfica | Joana Providência
Dramaturgia | Eugénio Roda (Emílio Remelhe)
Criação, cenografia e figurinos | Gémeo Luís
Interpretação | Filipe Caldeira
Música | Manel Cruz
Direção técnica | Ricardo Alves
Produção executiva | Companhia Instável
Uma encomenda | Maria Matos Teatro Municipal
Coprodutores | Centro Cultural Vila Flor, Cine-teatro Joaquim D’Almeida, Comédias do Minho, Companhia Instável, Fundação Lapa do Lobo, Fundação Casa da Música e Maria Matos Teatro Municipal

Casa das Artes e a envolvente - Freguesias de Bairro e Delães

Casa das Artes e a envolvente
“3 Porquinhos”
Era uma vez três porquinhos, que viviam tranquilamente sem preocupações…
Jangada teatro
Teatro musical com marionetas
27 Abril |10h30 |Freguesia de Bairro |Fundação Castro Alves
28 Abril |10h30| Freguesia de Delães |Escola EB 1 Loureiro
M/4
Duração Aprox.: 45 min
 Ficha Técnica
Dramaturgia e Encenação | Luiz Oliveira
Interpretação | Luiz Oliveira; Rita Calatré; Vítor Fernandes
Música Original e Pianista | Ricardo Fráguas
Desenho de Luz | Nuno Tomás
TRALHAS MELÓDICAS 2 | 25 de abril
Performance| música e poesia
25 de abril  Sábado| 21h30 | café concerto
Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/6
Duração: 75m
Voz -José Aguiar,
Guitarra - Pedro Moniz
kika Santos- Percussão/ambientes sonoros
Este projecto assiste uma vertente bastante pessoal, direccionada estritamente aos hipotéticos devaneios mentais que qualquer humano comum alberga, expondo práticas que se fundamentam no sentido de olhar com olhos de ver, sentir! Pois não é à toa que enumeras vezes só sentimos quando vemos. É através destes poemas oriundos de um surrealismo natural, sustentado por uma antagónica e usual prática comum a quem faz da vida um mero carreiro da decência forçada, que estes cérebros em causa comungam em sintonia a atitude de se exporem mediante quem ousa os acompanhar, quer com os que partilham os seus mais elaborados raciocínios, quer com os que optam por simplesmente criar analogias perfeitas com quem partilha tais ideais.

….ainda Abril, sob o signo da liberdade

….ainda Abril
sob o signo da liberdade
Música e  literatura
24 de abril| sexta | 21h30 | café concerto
Entrada: livre
M/6
Duração: 70 m
Sob o signo da liberdade,    ainda Abril “ , apresenta-se como um espaço poético-musical à volta dos poetas que nos trouxeram a esperança de um novo dia.
Sophia de Mello Breyner, Jorge de Sena, Ary dos Santos, Manuel da Fonseca, Manuel Alegre, José Afonso, e tantos outros, resistiram poeticamente à tirania de um poder que acabou caído na rua para gáudio de quem esperava “ um dia inteiro e limpo “ e ansiava saber “ a cor da liberdade “.

com:
Ivo Machado – cantor
Carlos Carneiro – guitarra
António Sousa – declamador

MADALENA, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

MADALENA
A partir de Frei Luiz de Sousa de Almeida Garrett.
Ensemble - Sociedade de Actores
Teatro
22 e 23 de abril | 10h30 e 15h00 |Quarta e quinta | Grande Auditório
Pulico alvo - estudante do 3º ciclo/secundárias | sessões escolares requerem marcação prévia
Entrada: 4 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
 M/6
Duração: 70 m


D. Madalena de Vilhena vive num “inferno”: torturada por um obsessivo sentimento de culpa, o seu desassossego, o seu pavor, os seus pressentimentos hipotecam o seu dia-a-dia a algo de terrível que há-de vir e nega a si própria toda a felicidade que o presente lhe oferece. Tudo isto é construído pela certeza interior de ter cometido o “crime” de ter amado Manuel de Sousa Coutinho ainda em vida do primeiro marido e se ter casado segunda vez sem ter a prova de morte de D. João de Portugal. Telmo Pais alimenta esse “inferno”: acusador, ele é a própria reencarnação do passado que penetra no presente e anuncia um destino fatal. O regresso de um desaparecido – representação mumificada de um passado distante – vem dar corpo a essa culpa. E mesmo esse é “ninguém”.
No respeito pelas ideias e palavras de Almeida Garrett em “Frei Luís de Sousa” e destinado aos alunos do ensino secundário, este espectáculo contará com uma forte componente musical.
Ficha Artística
Encenação – Jorge Pinto
Música – Ricardo Pinto
Com
Emília Silvestre
Marcelo Rúben Aires  
Ricardo Pinto
Teresa Coimbra
Jorge Pinto
Pedro Lamares
António Parra
Desenho de luz – José Álvaro Correia
Figurinos – Cátia Barros
Ass. Encenação - Vânia Mendes

Gisela João na Casa das Artes Vila Nova de Famalicão

Gisela João
Música / Fado
18 de abril| sábado | 21h30 | grande auditório
Entrada: 15 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 7.5 Euros
M/6
Duração: 70 m

MELHOR DISCO DE MUSICA PORTUGUESA EM 2014
Revista Blitz | Jornal Expresso | Jornal Publico | Cotonete | Time Out | Globos de Ouro 2014 (Melhor Intérprete)

O ano em que se estreou com um disco que depois de ter sido entusiasticamente recebido pela crítica, especializada e não só, foi considerado o melhor álbum nacional do ano por publicações de referência como a Blitz, o Expresso, o Público, a Time Out, o site musical Cotonete e mesmo os Globos de Ouro tendo atingido vendas que já lhe valeram um Disco de Ouro.
Hoje, em 2014, depois de ter começado o ano a esgotar a Casa da Música e o Centro Cultural de Belém, já ninguém duvida que este primeiro disco de Gisela João revela uma fadista de excepção e que é um marco na História do Fado contemporâneo.
Nascida em Barcelos, Gisela viveu seis anos no Porto para, ­nalmente, o canto impor a sua vontade e a levar para Lisboa.
Numa pequena casa “emprestada” na Mouraria debateu-se com o peso imenso da solidão, pensou várias vezes em desistir, mas resistiu. Conquistou primeiro meia Lisboa e depois Lisboa inteira, das Casas de Fado à mítica discoteca Lux e do Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém ao Teatro São Luiz. Faltava gravar um disco, esse grande desafi­o. Encontrou em Frederico Pereira o cúmplice ideal e iniciaram as gravações.
O disco saiu a 01 de Julho de 2013, duas semanas depois alcançou o primeiro lugar no Top de vendas nacional e foi considerado pela grande maioria dos críticos nacionais o mais importante disco de estreia de um artista português no século XXI, valendo-lhe o prémio revelação Amália, com quem o seu talento já foi comparado várias vezes.