terça-feira, 8 de maio de 2018

2CN-CLab Working Days 2018 - Carta Cultural Ibero-americana | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

2CN-CLab | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão - Quarta, 9 de Maio, 10h00 às 18h00.
Os 2CN-CLab Working Days são encontros de trabalho em torno de alguns documentos, nacionais e internacionais, considerados como basilares para os profissionais do setor cultural do século XXI. O documento que direcionará os trabalhos em Vila Nova de Famalicão no próximo dia 9 de maio será a Carta Cultural Ibero-americana (CCI).
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO 2CN-CLab WORKING DAY CCI
Convocar os profissionais do setor cultural para participarem ativamente no processo de análise, reflexão e diálogo sobre a Carta Cultural Ibero-americana
• Aferir fatores críticos de sucesso para a implementação de projetos culturais em rede nos contextos local, nacional e transnacional
• Promover o diálogo e a cooperação entre os profissionais do setor cultural
PROGRAMA DO 2CN-CLab WORKING DAY CCI
10h00-10h20 || Apresentação do projeto de investigação e do 2CN-CLab
10h20-10h40 || Aproximação ao conceito de “Rede Cultural”
10h40-12h40 || Análise e Discussão da Carta Cultural Ibero-americana
13h00-14h30 || Almoço de Trabalho
14h30-17h00 || Trabalho prático em pequeno grupo
17h00-18h00 || Apresentação e Discussão em grande grupo dos trabalhos práticos

CO-PROMOTORES DO 2CN-CLab
Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho (Portugal)
Faculdade de Ciências da Comunicação, Universidade de Santiago de Compostela (Espanha)
Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo (Brasil)



quarta-feira, 2 de maio de 2018

PELA ESTRADA COM ELIS na Casa das Artes de Famalicão


PELA ESTRADA COM ELIS

Elis Regina, marcou uma geração, com ela nasceu a eclética MPB (Música Popular Brasileira).

Musica/ MPB (Música Popular Brasileira).

26 de maio | sábado| 23h30| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 70 min

Alex Liberalli : Voz, Rodrigo Peixoto : Guitarra, Rogério Pitomba : Bateria , Fausto Lessa : Baixo, João Ventura : Piano
PELA ESTRADA COM ELIS é um projeto que teve início em 2017 com o intuito de homenagear aquela que é considerada a maior cantora do Brasil de todos os tempos.

Elis Regina, marcou uma geração, com ela nasceu a eclética MPB (Música Popular Brasileira).

O concerto é recheado de temas que marcaram a carreira da cantora por tudo mundo.



“O Deus da Carnificina", com Diogo Infante, Jorge Mourato, Patricia Tavares e Rita Salema | Casa das Artes de Famalicão

“O Deus da Carnificina”

Texto de Yasmina Reza (Le Dieu du Carnage) e encenação de Diogo Infante
Com: Diogo Infante, Jorge Mourato, Patricia Tavares e Rita Salema
25 e 26 de maio |sexta e sábado | 21h30| Grande Auditório
Entrada: 14 euros.  Cartão Quadrilátero Cultural: 7 Euros
M/12
Duração: 90 min
Sinopse
Dois casais, adultos e aparentemente civilizados, encontram-se para resolver um incidente protagonizado pelos seus filhos menores. O que é verdadeiramente sedutor neste confronto é a progressão paradoxal do encontro dos casais. Há uma certa sofisticação na forma como o encontro decorre na tentativa de apurar responsabilidades na luta física que ocorreu entre os respetivos filhos, dois jovens de 11 anos.
O que acontece na realidade é a queda progressiva das máscaras a que nos obrigamos no ato social e um estalar do verniz, que deixa a nu a natureza violenta dos relacionamentos humanos. As conversas entre os quatro são constantemente interrompidas pelo telemóvel de Alberto, advogado de uma multinacional farmacêutica, acusada de vender medicamentos para cardíacos que produz efeitos colaterais. A sua mulher Bernardete, é uma mulher com ambições socias e com uma curta tolerância ao álcool. Verónica, é uma dona de casa, vagamente interessada em arte africana e o seu marido Miguel é um vendedor de eletrodomésticos. Nada é claro ou linear. Ninguém é normal. As primeiras impressões vão-se contradizendo, negando-se, alterando-se em contacto com as outras. Pouco a pouco vamos sendo levados para o núcleo da nossa natureza primordial, selvagem e violenta. Todos são capazes de pensamentos politicamente corretos, mas também se mostram capazes de usar golpes baixos e letais, quando se trata de defender o interesse próprio ou dos filhos.

O tema da peça é, necessariamente, a Hipocrisia, ou se preferirmos, a dupla moral e de como perspetivas éticas se mostram flexíveis para defenderem certos interesses. O que é curioso é que toda esta dimensão ética e politica é colocada neste texto em termos profundamente cómicos. Deus da Carnificina é por isso uma comédia, mesmo que o riso tenha como fronteira a dor que sempre sentimos, quando constatamos a nossa fragilidade humana.
Ficha Artística
Autoria: Yasmina Reza
Tradução, Versão e Encenação: Diogo Infante
Com: Diogo Infante, Jorge Mourato, Patricia Tavares e Rita Salema
Cenografia e adereços: Catarina Amaro
Desenho de Luz: Tânia Neto
Espaço Sonoro: Rui Rebelo
Assistência de encenação: Isabel Rosa
Direcção de Produção: Ana Rangel e Miguel Dias
Coprodução: Teatro da Trindade INATEL e Plano 6
ema

25 e 26 de maio |sexta e sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 14 euros.  Cartão Quadrilátero Cultural: 7 Euros

M/12

Duração: 90 min

Sinopse

Dois casais, adultos e aparentemente civilizados, encontram-se para resolver um incidente protagonizado pelos seus filhos menores. O que é verdadeiramente sedutor neste confronto é a progressão paradoxal do encontro dos casais. Há uma certa sofisticação na forma como o encontro decorre na tentativa de apurar responsabilidades na luta física que ocorreu entre os respetivos filhos, dois jovens de 11 anos.

O que acontece na realidade é a queda progressiva das máscaras a que nos obrigamos no ato social e um estalar do verniz, que deixa a nu a natureza violenta dos relacionamentos humanos. As conversas entre os quatro são constantemente interrompidas pelo telemóvel de Alberto, advogado de uma multinacional farmacêutica, acusada de vender medicamentos para cardíacos que produz efeitos colaterais. A sua mulher Bernardete, é uma mulher com ambições socias e com uma curta tolerância ao álcool. Verónica, é uma dona de casa, vagamente interessada em arte africana e o seu marido Miguel é um vendedor de eletrodomésticos. Nada é claro ou linear. Ninguém é normal. As primeiras impressões vão-se contradizendo, negando-se, alterando-se em contacto com as outras. Pouco a pouco vamos sendo levados para o núcleo da nossa natureza primordial, selvagem e violenta. Todos são capazes de pensamentos politicamente corretos, mas também se mostram capazes de usar golpes baixos e letais, quando se trata de defender o interesse próprio ou dos filhos.



O tema da peça é, necessariamente, a Hipocrisia, ou se preferirmos, a dupla moral e de como perspetivas éticas se mostram flexíveis para defenderem certos interesses. O que é curioso é que toda esta dimensão ética e politica é colocada neste texto em termos profundamente cómicos. Deus da Carnificina é por isso uma comédia, mesmo que o riso tenha como fronteira a dor que sempre sentimos, quando constatamos a nossa fragilidade humana.

Ficha Artística

Autoria: Yasmina Reza

Tradução, Versão e Encenação: Diogo Infante

Com: Diogo Infante, Jorge Mourato, Patricia Tavares e Rita Salema

Cenografia e adereços: Catarina Amaro

Desenho de Luz: Tânia Neto

Espaço Sonoro: Rui Rebelo

Assistência de encenação: Isabel Rosa

Direcção de Produção: Ana Rangel e Miguel Dias

Coprodução: Teatro da Trindade INATEL e Plano 6

Best Youth | Apresentação do no disco na Casa das Artes de Famalicão


Best Youth

Os Best Youth já deram a conhecer o tema Midnight Rain, single do tão esperado novo disco, previsto para Primavera de 2018, que se estreará na Casa das Artes de Famalicão a 18 de maio em formato quarteto.

18 de maio| sexta-feira| 21h30 | Grande Auditório 

Entrada: 10 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros

M/3

Duração: 70 min
Best Youth são Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas, um duo do Porto onde o indie rock e o dream pop se cruzam num encontro perfeito. Deram-se a conhecer com o Ep Winterlies e marcaram desde logo presença nos principais festivais de verão, merecendo o destaque da imprensa nacional e internacional.

Em 2015 lançaram o primeiro longa duração, Highway Moon, que lhes valeu uma vez a presença nos grandes palcos de norte a sul do país, com algumas datas e destaques além fronteiras. Canções tão viciantes como Red Diamond, Mirrorball, Black Eyes, que atingiram o top do airplay das principais rádios nacionais, fizeram parte daquele que integrou as várias listas dos melhores albuns nacionais. A reedição do disco em 2017, trouxe dois novos temas, Renaissance e Sunbird, que confirmaram a simbiose perfeita do duo, conquistando mais uma vez o airplay nacional.

Nocturno de Joana Gama e Victor Hugo Pontes | Casa das Artes de Famalicão


Nocturno

Joana Gama e Victor Hugo Pontes

O universo infantil é ocupado pela ideia da noite como sinónimo do desconhecido, por um lado, e como possibilidade infinita, por outro. Terrores nocturnos, monstros de-baixo da cama, chuva forte que não deixa dormir, mas também sonhos alegres, histórias para adormecer, canções de embalar, mimos de boa noite, a luz da lua…

MÚSICA/ DANÇA

12 de maio| Sábado | 11h00 e 17h00 | Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/6 – Publico alvo (6 aos 10 anos)

Duração: 70 min

Na imaginação das crianças, a noite é talvez o primeiro dos grandes mistérios. As sombras, o escuro, o silêncio, os barulhos da rua e os movimentos na casa propiciam pensamentos fantasiosos, muitos medos, algum fascínio



Nocturno tem música original de João Godinho, na qual o piano é usado não apenas como instrumento melódico, mas também como veículo de sons ora encantatórios, ora aterradores. O nocturno enquanto género musical - pequena peça para piano, emblemática do período romântico e de carácter melancólico - serve naturalmente de inspiração. É assim estabelecida a ponte entre o mundo das artes e o mundo das crianças, dois universos em que a noite nunca deixou de ser simbólica, porque nunca deixou de representar a fronteira em o que vemos e o que não vemos, entre o que imaginamos, o que sonhamos e o que tememos.

Nocturno inspirar-se-á em muitas noites possíveis – na aldeia e na cidade, ao relento e em abrigos improváveis, de baixo dos cobertores no Círculo Polar Árctico, dentro de água nas Caraíbas, na camarata de uma casa grande, no beliche de um pequeno apartamento. Diferentes sons e experiências, com ou sem estrelas, mas sempre sob o mesmo céu escuro.





Ficha Artística

Co-criação Joana Gama e Victor Hugo Pontes . Direcção e Cenografia Victor Hugo Pontes . Interpretação Joana Gama, Paulo Mota e Victor Hugo Pontes . Composição Musical João Godinho . Desenho de Luz e Direcção Técnica Wilma Moutinho . Sonoplastia Suse Ribeiro e João Godinho . Desenho de Som Suse Ribeiro . Maquinaria de cena Filipe Silva. Adereços (aranhas) Emanuel Santos . Direcção de Produção Joana Ventura . Apoio à Residência Centro Cultural Vila Flor . Co-produção Nome Próprio, São Luiz Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto Campo Alegre.Rivoli e CCB / Fábrica das Artes.

Projecto financiado pelo Governo de Portugal - Ministério da Cultura/Direcção-Geral das Artes.

UM [unimal] / Casa das Artes de Famalicão


UM [unimal]

de Cristina Planas Leitão / Bactéria Associação Cultural

DANÇA/ PERFORMANCE

11 de maio | Sexta| 21h30| pequeno Auditório

Entrada: 5 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros

M/14

Duração: 60 min

Workshop de dança com os coreógrafos Cristina Planas

Sala de Ensaios| 11 de abril | sexta | 10h30 às 12h30.

Inscrição: M/14 (com alguma experiencia em Dança): 5 euros / Aos participantes do workshop tem acesso gratuito ao espetáculo UM [unimal] desse dia.



Sinopse: UM [unimal] é um solo que invoca a ideia de como um só corpo pode representar um coletivo e história comuns, através de uma macro-pesquisa sobre o lugar da dança, especificamente das danças de resistência, dos movimentos políticos e sociais e do seu impacto na nossa sobrevivência e manifestação dos corpos de hoje. O tema motor - SOBREVIVÊNCIA desdobra-se em dois subtemas: a SUBSISTÊNCIA após um desaparecimento, que mantém ligação ao trabalho anterior FM [featuring mortuum], e a PERMANÊNCIA de costumes de épocas passadas, através da pesquisa de movimentos de resistência que surgem como esforço estruturado e coletivo contra uma autoridade instituída. UM [unimal] pretende investigar uma fisicalidade contínua, ​no virtuosismo do seu limite, através de um corpo que luta pela permanência em palco e cuja perseverança e exaustão contaminam e atraem, tal como o gladiador na arena, o maratonista em competição ou um solitário alpinista na sua escalada. A fisicalidade explorada é a MARCHA. Marchar, como um desdobramento do caminhar, representado o movimento dos dias de hoje e carregando na sua definição a repetição de um corpo organizado, que avança de uma forma regular e deliberada.
 Historicamente, a marcha surge tanto em contextos de opressão como de libertação, onde há a necessidade de mudar e avançar juntamente com outros. Origina-se assim a pergunta: como é que uma marcha se transforma num movimento? Nesta peça, trabalha-se o binómio danças de resistência/ resistência na dança. Através de comandos e instruções ao vivo, transmitidas à interprete durante toda a peça, por sistema in ear, questionam-se conceitos como autoria, autoridade, liberdade e liderança.





ficha técnica e artística

Direção Artística & coreografia Cristina Planas Leitão

Interpretação Daniela Cruz

Desenho de Luz e Direção Técnica Cárin Geada

Sonoplastia Flávio Rodrigues

Desenho do Espaço Sonoro Pedro Lima

Apoio Dramatúrgico Catarina Miranda, Victor Hugo Pontes

Figurino Micaela Larisch, Cristina Planas Leitão

Consultores danças sociais e urbanas Anaísa Lopes, Vítor Fontes

Consultores de Marcha Rui Collaço, Luís Jorge

Convidadas Conversa Resistência no feminino Sónia Baptista, Joana Machado, Ana Cristina Vicente, Maíra Zenun

Aconselhamento e Apoio na comunicação Joana Ferreira

Produção Executiva Célia Machado, Cristina Planas Leitão

Difusão Teresa Camarinha

Desenho Gráfico Eduardo Ferreira

Registo Fotográfico Susana Neves

Registo de vídeo Sofia Arriscado

Agradecimentos: Filipa Lowndes Vicente, Joana Gorjão Henriques, Gil Mendo, Ivan-Vincent Massey, Pedro Neves, Ana Renata Polónia, Mariana Jacob, Musibéria, Jesper de Neergaard, Lotte Kodod Ludvigsen, Lars Kjær Dideriksen, Paulo Meunier, Sérgio Pacheco / Endutex.



Co-produção
Culturgest, Lisboa (PT)

Teatro Municipal do Porto (PT) – Festival DDD
Teatro Aveirense (PT)
Co-apresentadores
Teatro Académico de Gil Vicente (PT)
Casa das Artes de Famalicão (PT)
Teatro Municipal de Faro (PT)

Residências e Apoio à Criação 2017/2018:
MD Kollektiv, Koln (DE); Dance Ireland, Dublin (IR); Teatro Nacional S. João (PT)
Centro Danza Canal, Madrid (ES); Materiais Diversos/ Grand Studio Brussels (PT/BE); O Espaço do Tempo (PT); Bora Bora, Aarhus (DK); Companhia Instável, Porto (PT); NAVE, Santiago (CL); 23Milhas/ CM Ílhavo (PT)

Apoio Financeiro
Direção Geral das Artes/ Ministério da Cultura (PT)
Fundação Calouste Gulbenkian (PT)

Apoio Institucional: MC / Direção Regional de Cultural do Norte / Casa das Artes

Casa das Artes e Envolvente - maio


Casa das Artes e Envolvente

A) “Espreitar o Teatro em Família”

Traga os seus filhos, pais, avós e amigos e passe uma manhã animada e descontraída. Venha conhecer a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão: percorra todas as áreas da Casa das Artes, mesmo aquelas às quais só os artistas tem acesso, vislumbre a exposição do Foyer da Casa das Artes. Ouça as histórias mais caricatas e entusiastas desta “aventura artística”, deste espaço artístico e cultural que celebra no presente ano o seu décimo quinto aniversário.

DOM 20 de maio 2018

Sessões: 11h00

Local - Casa das Artes



 B) Pedro e o Lobo

Musical com Marionetas

- 16 de maio: Arnoso Santa Maria, Sede da Banda Marcial de Arnoso;

- 23 de maio: Riba D’Ave, Salão Paroquial de Riba D’ Ave.

Entrada:  livre á lotação da Sala

M/4

Duração: 50 min

Pedro era um brincalhão, só fazia asneiras. Não respeitava nada nem ninguém, chegando a enganar o seu melhor amigo, o bode velho. Um dia, enquanto guardava as ovelhas na serra, pôsse a gritar: – Lobo! Lobo! Lobo! – A aldeia em peso foi em seu socorro. Mas, não viram qualquer animal. Pedro fica a rir-se por tê-los enganado. Na semana seguinte, repetiu-se a cena e, como uma vez mais, não havia lobo nenhum, os aldeãos foram-se embora chateados com a brincadeira de Pedro. Passados tempos, aparece na serra um lobo. Este lobo, bem-falante, seduz o rebanho, explicando que é um lobo solitário, em vias de extinção e de como as alterações na natureza o empurraram para longe do seu habitat natural. Pedro, não encontrando o rebanho, grita aflito por socorro, ao qual ninguém acode.



Texto e Encenação | Luiz Oliveira

Interpretação | Luiz Oliveira; Rita Calatré; Vítor Fernandes

Música Original e Pianista | Rui Souza

Bonifrates e Figurinos | Susana Morais

Coreografia | Daniela Ferreira

Cenografia | Xico Alves

Grafismo | Fedra Santos

Desenho de Luz | FM e Fernando Oliveira



C) “Eu é que conto”

- 9 de maio: Nine, Salão Nobre da Junta de Freguesia;

- 24 de maio: Brufe, Salão Nobre da Junta de Freguesia;

Entrada:  livre á lotação da Sala

M/6

Duração: 30 min



Uma senhora que colecciona livros sabe-se lá onde, vem para contar uma história. Mas como é muito distraída chega atrasada, acaba por tropeçar em tudo e sem querer entra numa outra dimensão, a da imaginação. Confusa e com outros personagens a invadi-la constrói uma história diferente, divertida e cheia de criatividade. Baseando-se nos contos dos irmãos Grimm e histórias tradicionais portuguesas esta senhora dá-nos um momento de teatro surpreendente.



FICHA ARTÍSTICA

Criação e interpretação Neusa Fangueiro

Apoio à criação e música Rui Alves Leitão

Figurino Cláudia Ribeiro

Costureira Carmo Alves

Cartaz Nuno Lopes

Produção Fértil

Close-up, Episódio 2.3 – 5 e 19 de Maio


Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão

Episódio 2.3 – 5 e 19 de Maio



A secção Fantasia Lusitana, dedicada à produção portuguesa, destacou neste segundo episódio, que arrancou em Outubro passado e se estendeu até a esta terceira réplica (ver www.closeup.pt), as mulheres-cineastas, onde encontramos Rita Azevedo Gomes e Teresa Villaverde, cinema no feminino com percurso largo e consistente e com filmes recentemente estreados em sala: CORRESPONDÊNCIAS, um diálogo fulgurante de imagens, invocando cartas trocados entre Sophia de Mello Breyner Andresen e Jorge de Sena, entre o Portugal salazarista e o exilio no Brasil; COLO, em tempos de crise económica, uma ficção com pais e filhos, uma reflexão actual sobre as dinâmicas familiares e as convulsões sociais.

O Close-up tem a ambição de construir um diálogo com a comunidade, que promova o encontro entre gerações: na secção Sessões para Famílias, que fechará este episódio, exibiremos a animação A IDADE DA PEDRA, realizado por Nick Park numa produção dos Estúdios Aardman, que já nos brindaram com peças incontornáveis da animação, como Wallace & Gromit e A Fuga das Galinhas.







5.Mai – 15h00 (PA) – CORRESPONDÊNCIAS de Rita Azevedo Gomes (com a presença da realizadora)

Um filme-ensaio onde a realizadora Rita Azevedo Gomes encena a correspondência de 20 anos entre dois amigos: Sophia de Mello Breyner Andresen, poetisa que ficou no Portugal cinzento salazarista onde tudo se percebia nas entrelinhas; e Jorge de Sena, escritor auto-exilado, primeiro no Brasil e depois nos EUA, em busca de uma liberdade que também acabaria por sentir escapar-lhe entre as mãos. Recusando a simples ilustração visual, este filme coloca actores, amigos, artistas e figuras públicas a lerem excertos de cartas ou de poemas de Sophia e Jorge de Sena, intercalados com planos de lugares com evocações das suas vidas. Correspondências estreou no Festival de Locarno, e depois ganhou o prémio José Saramago no Doclisboa.

Título original: Correspondências (Portugal/Grécia/França/Brasil/Argentina, 2016, 140 min.)

Realização: Rita Azevedo Gomes

Interpretação: Luís Miguel Cintra, Rita Durão, Tânia Dinis, Francisco Nascimento

Classificação: M/12









5.Mai – 18h00 (PA) – COLO de Teresa Villaverde

(Em Lisboa, uma mulher trabalha em dois empregos enquanto o seu marido ficou desempregado. Têm uma filha adolescente. Com as dificuldades que se vão acumulando, gradualmente eles afastam-se uns dos outros, e uma tensão cresce em silêncio e culpa. O filme é uma reflexão muito actual, e quase serena, sobre o nosso caminho comum como sociedades europeias de hoje, sobre o nosso isolamento, a nossa perplexidade perante as dificuldades que nos vão surgindo, sobre a nossa vida nas cidades e dentro das nossas famílias. É um filme em tensão crescente que nunca chega a explodir. Em competição no Festival de Cinema de Berlim, um filme escrito, realizado e produzido por Teresa Villaverde (Três Irmãos, Os Mutantes, Transe) sobre a desintegração das famílias afectadas pela crise económica.

Título original: Colo (Portugal, 2017, 130 min.)

Realização: Teresa Villaverde

Interpretação: João Pedro Vaz, Beatriz Batarda, Alice Albergaria Borges, Rita Blanco, Simone de Oliveira

Classificação: M/16





19.Mai – 15h00 + 17h30 (PA) – A IDADE DA PEDRA de Nick Park (versão portuguesa)

Há milhares de anos, durante o período Neolítico, uma tribo de homens das cavernas levava uma existência pacífica e em total sintonia com a Mãe Natureza. Até que, um dia, foi expulso das suas terras por um exército liderado pelo ganancioso Lord Nooth, com o argumento de que terminara a Idade da Pedra e se dava início à Idade do Bronze. É então que Dug, um corajoso rapaz das cavernas, decide unir o seu clã contra o poderoso exército inimigo numa batalha de futebol. A partida, apesar de difícil, acaba por se tornar épica e por salvar a pequena tribo do jugo do adversário…Produzido pela Aardman Animations e o BFI (British Film Institute), um filme de animação em "stop-motion" com realização de Nick Park (A Fuga das Galinhas, As Aventuras de Wallace e Gromit).

Título original: Early Man (Grã-Bretanha/França, 2017, 85 min.)

Realização: Nick Park

Interpretação (vozes): Bumba na Fofinha (Mariana Cabral), José Pedro Vasconcelos e Eduardo Madeira

Classificação: M/6



Bilheteira Sessões

Geral: 2 euros

Cartão quadrilátero: 1 euro

Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

T O M A R A na Casa das Artes de Vila nova de Famalicão

T O M A R A

Musica

5 de maio | sábado | 23h30 | café concerto

Entrada:  3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1.5 Euros

M/3

Duração: 70 min



Filipe Monteiro aprendeu muito novo a tocar piano, órgão e guitarra. Ainda adolescente, começou a compor temas originais para várias peças de teatro. Depois de algumas experiências em bandas de garagem, colaborou na formação dos Atomic Bees que editaram um único registo – “Love Noises and Kisses”. Rita Redshoes, parte integrante do grupo, seguiu carreira a solo e Filipe Monteiro continuou a acompanhá-la nesse percurso.

Paralelamente à música, Filipe concluiu o Curso de Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes e a imagem (em especial, o vídeo) passou a ocupar até hoje um espaço considerável na sua carreira. No domínio audiovisual, trabalhou com nomes como Da Weasel, Paulo Furtado (The Legendary Tigerman), David Fonseca, Rita Redshoes, António Zambujo e Márcia, produzindo e realizando videoclipes, DVD, documentários e desenhando a parte visual de alguns concertos dos artistas mencionados.

Filipe Monteiro nunca deixou de trabalhar como músico (de estúdio e ao vivo), arranjador e produtor de discos de Rita Redshoes – “Golden Era” em 2007 e “Lights & Darks” em 2010 - e de Márcia – “Casulo” e “Quarto Crescente”, este em co-produção com o brasileiro Dadi Carvalho (Marisa Monte, Tribalistas, Carminho, Caetano Veloso, entre outros).

Tomara é um passo em frente. Trata-se da primeira obra em nome próprio, uma nova aventura sob um alter-ego. “Favourite Ghost” foi editado em Setembro de 2017 e inclui os temas “Coffee and Toast” e “For No Reason”.

“Fado no Café da Casa" com os fadistas Patrícia Silva e Miguel Xavier e na Guitarra Portuguesa – Miguel Amaral / Viola de Fado – André Teixeira


“Fado no Café da Casa”

Fadista, 1ª parte (20min) – Patrícia Silva

Fadista, 2ª parte (50min) – Miguel Xavier

Guitarra Portuguesa – Miguel Amaral

Viola de Fado – André Teixeira

Musica/ Fado

4 de maio| sexta | 22h00| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 80 min

Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes celebra-o mensalmente, recebendo fadistas consagrados, bem como, dando oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores.

No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO.

Stonehenge


Stonehenge

Encenação de Jorge Pinto, Coprodução da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão / ACE Escola de Artes – Famalicão. Alunos do 1º ano do Curso Profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação

Teatro

4 e 5 maio | sexta e sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros

M/6

Duração: 70 min



Os JOGADORES chegaram a Arcanis, onde um rei desespera por um filho varão. Jogam a peste, a seca, a guerra, entre outras desgraças, e ficam a ver as escolhas dos homens.

Mas os deuses são ciumentos…

Os jogadores deixam uma lição: tudo o que tocas, também te há-de tocar.



Ficha técnica

Encenação e Cenografia: Jorge Pinto

Figurinos: Ana Isabel Nogueira

Desenho de Luz: Pedro Correia

Banda Sonora: Ricardo Pinto

Registo Fotográfico: Daniel Rodrigues

Direção de Produção: Glória Cheio

Produção: Pedro Barbosa

Assistência de Encenação: Pedro Galiza



Interpretação:

Filipe Batista, Alexandra Guimarães, Ana Matos, Ana Guimarães, Ana Marques, Ana Ferreira, Andreia Coelho, Bruna Fernandes, Diogo Oliveira, Diogo Ribeiro, Filipe Barbosa, Francisco Teixeira, Hélder Nunes, Íris Mendes, João Lin, Maria Sampaio, Patrícia Nogueira, Patrícia Silva, Pedro Lemos, Tiago Costa, Tiago Pereira.



Alunos do 1º ano do Curso Profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação da ACE Escola de Artes – Famalicão

segunda-feira, 26 de março de 2018

ABRIL | CINEMA NA CASA DAS ARTES FAMALICÃO


Cinema na Casa das Artes



filme - LADY BIRD de Greta Gerwig

21 de abril, sábado, 21h30 (GA)

Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro



EUA, 2002. A terminar o liceu, Christine McPherson – ou Lady Bird, como prefere ser chamada – mal pode esperar por entrar na faculdade, de preferência bem longe de Sacramento (Califórnia), a cidade de onde nunca saiu. A mãe, uma enfermeira incansável que se desdobra em empregos para pagar as despesas familiares, acha a ideia absurda e despropositada. Contudo, determinada a conquistar o mundo a qualquer custo, Lady Bird não deixa de lutar para concretizar esse sonho. Enquanto Setembro não chega, ela vai vivendo o dia-a-dia com a naturalidade própria da adolescência, entre amores, desamores, conflitos e reconciliações… Uma comédia dramática sobre as dores do crescimento que marca a estreia na realização da actriz Greta Gerwig. "Lady Bird" foi nomeado para cinco das principais categorias dos Óscares: Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Argumento, Melhor Actriz Principal e Secundária.



Título original: Lady Bird (EUA, 2017, 94 min.)

Realização: Greta Gerwig

Interpretação: Saoirse Ronan, Laurie Metcalf, Tracy Letts, Lucas Hedges



13

Cinema no Pequeno e Grande Auditório Cineclube da Joane

§     5 Barbara de Mathieu Amalric

A rodagem de um "biopic" sobre Barbara (1930-1997), a icónica cantora francesa, é o foco deste filme realizado por Mathieu Amalric, mais conhecido como actor em filmes de Spielberg, Wes Anderson ou na saga "007". Jeanne Balibar, ex-mulher de Amalric na vida real, faz o duplo papel de Brigitte, uma actriz famosa que faz o papel principal do filme dentro do filme, e de Barbara. Amalric interpreta o realizador desse filme, Yves Zand, que é obcecado pela cantora. Sem seguir uma narrativa tradicional, é um filme que, diz Amalric, é inspirado em Orson Welles (em particular, "A Dama de Xangai") e Ken Russell. Premiado na secção Un Certain Regard do Festival de Cannes.



Título original: Barbara (França, 2017, 97 min.)
Realização: Mathieu Amalric
Interpretação: Jeanne Balibar, Mathieu Amalric, Vincent Peirani, Fanny Imber
Classificação: M/12






§     12 A Criada de Park Chan-wook

Década de 1930. A Coreia encontra-se subjugada ao Japão. Sook-Hee é contratada como empregada de Hideko, uma jovem órfã japonesa que é a única herdeira de uma grande fortuna. Desde a tragédia da morte dos mais que tem como tutor Kouzuki, um tio autoritário e dominador. Mas Sook-Hee não está ali por acaso. Ela é aliada de Fujiwara, um vigarista que tem um plano malicioso: conquistar o coração de Hideko, casar-se com ela e colocá-la num hospício. Mas tudo muda quando uma amizade inesperada surge entre as duas raparigas, que rapidamente se transforma em algo mais…Um "thriller" erótico, realizado pelo sul-coreano Park Chan-wook ("Oldboy - Velho Amigo", "Vingança Planeada", "Thirst - Este É o Meu Sangue..."), que se baseia no romance "Fingersmith", da britância Sarah Waters. O elenco inclui Kim Min-hee, Kim Tae-ri, Ha Jung-woo e Cho Jin-woong.





Título original: Ah-ga-ssi (Coreia do Sul, 2016, 144 min.)
Realização: Park Chan-wook
Interpretação: Kim Min-hee, Kim Tae-ri, Ha Jung-woo, Cho Jin-woong
Classificação: M/18





§     19 Três Cartazes à Beira da Estrada de Martin McDonagh

Passaram-se sete meses sobre o brutal assassinato de Angela, a filha adolescente de Mildred Hayes. Inconformada com a actuação das autoridades, que parecem pouco empenhadas em encontrar o culpado, Mildred resolve chamar a atenção para o caso alugando três cartazes à entrada da cidade de Ebbing, no estado norte-americano do Missuri. As frases que publica em cada um questionam directamente a competência de William Willoughby, o chefe de polícia. Essa atitude vai desencadear uma espiral de violência na cidade, com a polícia a querer demonstrar a falsidades das acusações e Mildred a tentar a todo o custo que seja feita justiça. Uma comédia negra escrita, produzida e realizada por Martin McDonagh ("Em Bruges", "Sete Psicopatas"). O elenco inclui Frances McDormand, Woody Harrelson, Sam Rockwell, John Hawkes e Peter Dinklage.



Título original: Three Billboards Outside Ebbing, Missouri (Grã-Bretanha/EUA, 2017, 115 min.)
Realização: Martin McDonagh
Interpretação: Frances McDormand, Woody Harrelson, Sam Rockwell, Woody Harrelson,
Classificação: M/16

§     26 O Futebol de Sérgio Oksman (sessão Traz Outro Amigo Também)

Há 20 anos a viver em Espanha sem nunca mais ter visto o pai, Sergio reúne-se com ele no Brasil em 2014. O pretexto é a 20.ª edição do Mundial de Futebol, durante os meses de Junho e Julho. Retomando o hábito antigo de assistirem juntos aos jogos de futebol, pai e filho esforçam-se por encontrar formas reaproximação, anulando, tanto quanto possível, o natural distanciamento causado por longos anos de ausência. Estreado no Festival de Cinema de Locarno, um documentário ficcional – de teor autobiográfico – sobre Sérgio Oksman ("Goodbye, America", "A Story for the Modlins"), cineasta radicado em Espanha, e o pai Simão Oksman, que gere uma pequena empresa de electrónica em São Paulo, Brasil.



Título original: O Futebol (Espanha / Brasil, 2015, 70 min.)
Realização: Sérgio Oksman
Classificação: M/12

GOLDEN SLUMBERS (trio) | CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO


GOLDEN SLUMBERS (trio)

Musica

28 de abril | sábado| 23h30| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 70 min



Em finais de 2013, as irmãs Catarina e Margarida Falcão começaram no seu quarto o projecto de folk Golden Slumbers, fazendo uso de harmonias de vozes e de guitarras para compor músicas que evocam uma sonoridade com ecos de Simon & Garfunkel, Fleetwood Mac e Laura Marling. No ano seguinte, apresentaram-se ao público nacional com o EP «I Found The Key» (de onde saiu o single «My Love is Drunk»).

Em 2016, as Golden Slumbers lançaram «The New Messiah» (NOS Discos), o álbum de estreia, onde é perceptível a evolução e apuro da mesma sonoridade que lhes valeu uma nomeação para Artista Revelação na edição de 2015 dos Portugal Festival Awards. A composição das músicas tornou-se mais complexa e os arranjos mais detalhados, e decidiram recrutar Benjamim (Luís Nunes) para produzir o longa-duração.

O ano de 2016 ficou também marcado pela passagem por festivais como NOS Alive, BONS SONS e Vodafone Mexefest e pela estreia internacional, com uma digressão que passou por Espanha. Já em 2017, o duo participou no Festival da Canção, interpretando um tema escrito por Samuel Úria. Passou também pelo NOS Alive e o Festival EDP Vilar de Mouros e estreou-se em nome próprio no Centro Cultural de Belém.

HOME 2.0 de Cláudia Martins e Rafael Carriço | VORTICE DANCE COMPANY na Casa das Artes de Famalicão


Comemorações do Dia Mundial da Dança

HOME 2.0 de Cláudia Martins e Rafael Carriço

VORTICE DANCE COMPANY

Dança

28 de abril| sábado| 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 8 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros

M/3

Duração: 60 min



Workshop de dança com os coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço

Sala de Ensaios| 28 de abril | sábado| 11h00 às 12h30.

Inscrição: 10 euros / Aos participantes do workshop tem acesso gratuito ao espetáculo HOME 2.0 desse dia.



Inspirada na obra do Dr. Phyllis J. Johnson "At Home in Space", HOME 2.0 aborda a íntima relação do astronauta com a terra, a natureza e os afetos.

À descoberta do espaço ele encontra formas de colmatar essas ausências, no meio do

universo... "Home is Where the Astronaut Is."

É uma peça que se impõe por uma linguagem corporal e uma plasticidade cénica

contemporâneas, que aliadas a uma forte componente multimédia mergulham no futuro, na habitabilidade de novos planetas, nos multiuniversos.



Direção: Cláudia Martins and Rafael Carriço

Coreografia: Cláudia Martins and Rafael Carriço

Cenografia / Videografia / Sonoplastia: Rafael Carriço

Figurinos: Cláudia Martins

Intérpretes: Cláudia Martins, Rafael Carriço

Direcção Técnica: Nuno Martins

Desenho de Luz / Audiovisuais: Paulo Formiga

Fotografo: Nuno Abreu