sexta-feira, 18 de junho de 2021

COMO PERDER UM PAÍS – Estreia ( coprodução) | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos


COMO PERDER UM PAÍS – Estreia

Uma Produção da Momento - Artistas Independentes, em coprodução com Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Municipal do Porto, Teatro Municipal

Baltazar Dias, Teatro do Noroeste - CDV e Bolsa de Criação O Espaço Do Tempo, com o apoio da Fundação "la Caixa" – BPI

Criação - Diogo Freitas e Filipe Gouveia

Encenação - Diogo Freitas

Dramaturgia - Filipe Gouveia

Interpretação - Carlos Correia, Daniel Silva, Gabriela Leão e Joana Martins

1, 2 e 3 de Julho| 21h30 | Quinta-feira, Sexta-feira e Sábado | Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros

Teatro

M/12

Duração: 90 min

Sinopse

Numa Nação devastada por uma guerra civil, uma duvidosa declaração de paz que propõe suspender a democracia por seis meses, é assinada, levando dois líderes muito diferentes ao poder. Cabe a estes governadores escapar a destinos como os de Troia, cavalgando por um espaço atolado de assombrações interiores e exteriores, enquanto tentam o seu melhor e pior para tomar as rédeas. Entretanto, um inimigo familiar e silencioso trespassa-os pelos calcanhares até ao coração, como uma flecha dos deuses que desconhece limites.

“Como Perder um País” é o 2º espetáculo do ciclo «Democracia e os filhos dos anos 90» da Momento – Artistas Independentes. Depois de “Democracy Has Been Detected”, focado na influência da tecnologia de inteligência artificial na democracia, este projeto centra-se na potencialidade da manipulação, poder, e discurso populista.

 

Ficha Técnica

Criação - Diogo Freitas e Filipe Gouveia

Encenação - Diogo Freitas

Dramaturgia - Filipe Gouveia

Interpretação - Carlos Correia, Daniel Silva, Gabriela Leão e Joana Martins

Composição e Desenho de Som - Paulo Pires

Desenho de Luz - Pedro Abreu

Figurinos - Ana Catarina Silva

Espaço Cénico - Diogo Freitas e Pedro Abreu

Coreografia - Daniela Ferreira

Acompanhamento Fotográfico - Simão Do Vale Africano Pais

Residências artísticas - Circolando ; fAUNA | habitat de criação - Teatro da Didascália ; Junta de Freguesia de Joane ; Armazém 22 ;

Apoios -  ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo , Teatro do CalaFrio , Argatintas e Ribeira Sal

Construção Cenografia - Carlos Abreu

Coprodução - Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Municipal do Porto, Teatro Municipal Baltazar Dias, Teatro do Noroeste - CDV e Bolsa de Criação O Espaço Do Tempo, com o apoio da Fundação "la Caixa" - BPI

Teaser - Os Fredericos

Produção - Momento - Artistas Independentes

Projeto financiado pelo programa de Apoio à Criação da Direção-Geral das Artes - Ministério da Cultura

 

The new play by Momento, “Como Perder um País” it’s the second part of the thematic that they began in “Democracy Has Been Detected”

 

Cinema | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.

 Cinema no Pequeno Auditório _ Cineclube da Joane _ sessões às 19h00

 3 Pinóquio de Matteo Garrone

Gepetto, um velho marceneiro sem filhos, esculpe um boneco de madeira a que dá o nome de Pinóquio. O boneco, que subitamente ganha vida, tem uma personalidade doce mas muito marota, que o faz estar constantemente em fuga e metido em sarilhos. Para seu desgosto e azar, sempre que mente, o nariz de Pinóquio cresce, o que, naturalmente, lhe traz grandes transtornos e algumas humilhações. Apesar da orientação da Fada Madrinha, que lhe tenta incutir algum discernimento, e do amor incondicional de Gepetto, o espírito curioso do bonequinho fá-lo embarcar nas perigosas aventuras que serão aqui contadas. O italiano Matteo Garrone ("Dogman", "Gomorra") realiza esta adaptação ao cinema do famoso conto de Carlo Collodi (1826-1890), desta vez em acção real, sobre um pequeno boneco de madeira que ganha vida e sonha tornar-se um menino de verdade.

Título original: Pinocchio (Itália, 2019, 125 min.)
Realização: Matteo Garrone
Interpretação: Federico Ielapi, Roberto Benigni, Rocco Papaleo, Massimo Ceccherini
Classificação: M/12

Pinocchio is a 2019 Italian film, directed by Matteo Garrone, and based on the 1883 book The Adventures of Pinocchio by Italian author Carlo Collodi] The film stars child actor Federico Ielapi as the title character and Roberto Benigni as Mister Geppetto,

 

10 A VOZ DA LUA de Federico Fellini (Já Não Há Cinéfilos?! – Fellini, os lugares da Memória)

Inspirado em "O Poema do Lunático", de Ermano Cavazzoni, que também é co-autor do guião, este é o derradeiro filme de Federico Fellini, que viria a morrer em 1993. Com o actor cómico Roberto Benigni no papel principal, centra-se num homem acabado de sair de um manicómio e na forma deslumbrada como vê o mundo, fixando-se numa mulher cuja beleza equipara à Lua. Pelo caminho, vai encontrando várias personagens estranhas. Os média, em especial a televisão, o populismo e uma visão surrealista da sociedade italiana da altura que ainda hoje encontra ecos, são alguns dos focos deste filme.

 

Título original: La Voce della Luna (Itália, 1990, 120 min.)
Realização: Federico Fellini
Interpretação: Roberto Benigni, Paolo Villaggio, Nadia Ottaviani
Classificação: M/12

The Voice of the Moon is a 1990 Italian film directed by Federico Fellini and starring Roberto Benigni. Based on the novel Il poema dei lunatici by Ermano Cavazzoni, and revisiting themes Fellini first explored in La strada (1954).

 

17 O Ano da Morte de Ricardo Reis de João Botelho

Depois de 16 anos a viver no Brasil, Ricardo Reis chega a Lisboa, debaixo de chuvas torrenciais, no dia 29 de Dezembro de 1935. Instalado no Hotel Bragança, na Rua do Alecrim, assiste ao desenrolar de um tempo particularmente sombrio na Europa, marcado pelos horrores do fascismo de Mussolini, pelos ideais nazis de Hitler, pela terrível Guerra Civil espanhola e, em Portugal, pelo autoritarismo salazarista do Estado Novo. Depois de uma visita à sepultura de Fernando Pessoa (Reis é, na realidade, uma personagem surgida da heteronímia de Pessoa), o fantasma do poeta faz uma série de aparições no quarto de Reis onde, durante meses, ambos se perdem em reflexões sobre a vida, o país e o mundo. Escrito em 1984, por José Saramago, prémio Nobel da literatura em 1998, “O Ano da Morte de Ricardo Reis” é agora adaptado ao cinema por João Botelho ("A Corte do Norte", "Filme do Desassossego", "Os Maias" ou “Peregrinação”). Com o brasileiro Chico Díaz a encarnar Ricardo Reis e Luís Lima Barreto a assumir o papel de Fernando Pessoa, o elenco conta também com a participação de Catarina Wallenstein, Rui Morisson, Victoria Guerra, Marcello Urgeghe e Hugo Mestre Amaro.

Título original: O Ano da Morte de Ricardo Reis (Portugal, 2020, 125 min)
Realização: João Botelho
Interpretação: Victoria Guerra, Catarina Wallenstein, Luís Lucas, Marcello Urgeghe, Luísa Cruz
Classificação: M/14

An adaptation of Jose Saramago novel, O Ano da Morte de Ricardo Reis, in a portuguese film directed by João Botelho.

 

24 Da Eternidade de Roy Andersson (sessão Traz Outro Amigo Também)

Neste filme, todos os acontecimentos têm a mesma gravidade, sejam pequenos episódios da vida de pessoas comuns, sejam grandes eventos que marcam a História. Em "Da Eternidade", um casal observa uma cidade devastada pela guerra; um pai pára para apertar os atacadores dos sapatos da filha a caminho de uma festa; adolescentes dançam à porta de um café; um exército derrotado marcha para um campo de prisioneiros de guerra; e um sacerdote questiona a sua fé. Tudo é reflexo da fragilidade humana. Tudo é, simultaneamente, trivial e grandioso.  Em competição no Festival de Cinema de Veneza, onde recebeu o Leão de Prata para Melhor Realizador, um filme melancólico sobre a vida, o amor e a morte, com assinatura do aclamado cineasta sueco Roy Andersson (que, em 2014, arrecadou o Leão de Ouro pelo filme "Um Pombo Pousou Num Ramo a Reflectir na Existência").

Título original: Om det oändliga (Noruega/Alemanha/Suécia/França, 2019, 78 min.)
Realização: Roy Andersson

Nomadland - Sobreviver na América | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.

Cinema Digital na Casa das Artes

Entrada: 4 EUROS

Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 euro

Nomadland - Sobreviver na América – 19 de Junho, 20h30 – Grande Auditório

Depois de décadas a trabalhar numa empresa de materiais de construção, Fern, de 60 anos, é despedida. Sem nada que a prenda à pequena cidade do Nevada onde sempre viveu com o seu falecido marido, resolve vender todas as suas posses e fazer-se à estrada. Ao longo do caminho, vai-se cruzando com nómadas como ela, que lhe ensinam várias técnicas de sobrevivência e cuja amizade e generosidade vai alterar a sua forma de olhar o mundo. Com Frances McDormand como protagonista, um filme dramático que tem por base “Nomadland: Surviving America in the Twenty-First Century” (2017), um livro autobiográfico onde Jessica Bruder conta a sua história. McDormand contracena com o actor David Strathair e também com Linda May, Swankie e Bob Wells, três nómadas na vida real que se representam a si mesmos. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Cinema de Veneza, o filme conta com várias nomeações para os Óscares, incluindo Melhor Filme e Melhor Actriz.

Titulo original: Nomadland (EUA, 2020, 105 min)
Realização: Chloé Zhao
Interpretação: Frances McDormand, David Strathairn, Linda May, Angela Reyes, Patricia Grier
Classificação: M/12

Nomadland is a American drama film directed by Chloé Zhao. It stars Frances McDormand as a woman who leaves her hometown of Empire, Nevada after her husband dies and the sole industry closes down to be "houseless" and travel around the United States.

MARIA, A MÃE de Elmano Sancho (coprodução) | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.


MARIA, A MÃE de Elmano Sancho

Autoria e encenação Elmano Sancho, Interpretação de Custódia Gallego, Elmano Sancho, João Gaspar, Lucília Raimundo.

Uma coprodução do Teatro da Trindade, Casa das Artes de Famalicão, Loup Solitaire.

NOVO HORÁRIO - 26 de Junho | 17h00/21h00 | Sábado | Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros

Teatro

M/16

Duração: 60 min

Sinopse

 A Sagrada Família, caixa rectangular de madeira onde se encontram as imagens de José, Maria e Jesus, é um pequeno oratório portátil. Na porta lateral esquerda, estão escritos os nomes dos assinantes que pretendem acolhê-la em casa e seguir os ensinamentos da família de Nazaré. O culto remonta ao século XV e existe de forma residual em algumas aldeias do país. Este oratório é o elemento cénico comum aos três textos que integram A Sagrada Família de Elmano Sancho: José, o pai; Maria, a mãe; Jesus, o filho.

Maria, a mãe, segundo texto da trilogia sobre a família, é um texto sobre a perda, a dor, a solidão, a velhice, o esquecimento e a morte.

Ficha Técnica

Autoria e encenação | Elmano Sancho

Interpretação | Custódia Gallego, Elmano Sancho, João Gaspar, Lucília Raimundo

Assistência de encenação | Paulo Lage

Espaço Cénico | Samantha Silva

Figurinos | Ana Paula Rocha

Assistente de Figurinos | Carolina Furtado

Desenho de Luz | Rui Monteiro

Assistente de Iluminação | Teresa Antunes

Espaço Sonoro | Frederico Pereira

Coprodução | Teatro da Trindade, Casa das Artes de Famalicão, Loup Solitaire

Apoio | Direção-Geral das Artes (DGArtes), Fundação GDA, Câmara Municipal de Lisboa / FES CULTURA – Projetos, Deixa o Amor Passar, Acegis

Maria, a Mãe, written and staged by Elmano Sancho, it’s the second part of a trilogy dedicated to the family

ESCOLA DE MULHERES de Molière - Estreia | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.

ESCOLA DE MULHERES de Molière - Estreia

Encenação de Manuel Tur

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão e ACE Escola de Artes de Famalicão

17 e 18 de Junho | 20h30 | quinta e sexta-feira | Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

Teatro

M/12

Duração: 120 min


Sinopse

Escola de Mulheres (no original em francês, L'école des femmes) é uma das grandes peças de Molière. Uma crítica social ao domínio masculino sobre as mulheres e das façanhas femininas para iludir e até sobreviver a este poder e, dissimuladamente, dar vazão às suas vontades e paixões. Molière traz o pensamento de que o casamento e o adultério são interdependentes, numa sociedade que mascara os jogos de poder através desse domínio e que cria um ideal de mulher submissa e pouco informada. Quase como se a solução para os problemas do homem fosse o desconhecimento dos desejos femininos, quaisquer que sejam.

Ficha Artística e Técnica

Texto: Molière

Encenação: Manuel Tur

Cenografia: Ana Gormicho

Desenho de Luz: Zé Diogo

Figurinos: Paula Cabral

Fotografia de Cena: Nelson D`Aires

Registo de Vídeo: Rui Bezerra

Cabelos: José Resende

Direção de Produção: Glória Cheio

Produção: Pedro Barbosa

 

Interpretação: Alunos do 2º Ano do Curso de Interpretação da ACE Escola de Artes: Famalicão - Alexandra Gordo, Ana Margarida Silva, Ana Lopes, Beatriz Gonçalves, Diana Catarina, Andreina Velazco, Inês Costa, Joana Gonçalves, Joana Leite, Luís Pacheco, Mi Gonçalves, Nathan Sabadine, Nicole Ferreira, Paulo Nuno, Melro, Rafaela Freitas, Rúben Ribeiro, Simão Barboss, Leonor Pereira.

 

Escola de Mulheres by Molière is the new play by ACE - ACE Escola de Artes de Famalicão.

 

quinta-feira, 27 de maio de 2021

DESPE-TE [ISABEL] de Ella Hickson – Estreia | Criação ENSEMBLE - SOCIEDADE DE ACTORES, em Coprodução com a Casa das Artes de Famalicão - 20 anos


DESPE-TE [ISABEL] de Ella Hickson – Estreia

Criação ENSEMBLE - SOCIEDADE DE ACTORES, em Coprodução com a Casa das Artes de Famalicão

Direcção artística - Pedro Galiza

Interpretação: Emília Silvestre, Ana Pinheiro, Filomena Gigante e Margarida Carvalho 

10, 11 e 12 de Junho| 20h30 | Quinta-feira, Sexta-feira e Sábado | Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros

Teatro

M/14

Duração: 90 min

         

Sinopse

"A minha mãe seduziu um homem com tanto sucesso que ele alterou a história constitucional deste país. Conseguiu evitar ir para a cama com o meu pai durante quatro anos. Quando, finalmente, baixou as cuecas, perdeu tudo. A cabeça incluída."

Isabel I foi a única mulher solteira que alguma vez governou a Inglaterra. E reinou durante quarenta e quatro anos. O poder é um jogo e ela percebeu isso melhor do que ninguém.

Estreada no Teatro Sam Whanamaker no Shakespeare's Globe, em Londres, em 2019, esta peça reflecte sobre os modos e meios que as mulheres no poder são obrigadas a usar para resistirem à pressão masculina e conseguirem sobreviver num mundo que é fundamentalmente hostil com elas e os seus corpos.

Mais do que pretender ser uma peça histórica, Despe-te [Isabel] lança um olhar eloquente e intelectualmente ágil a temas contemporâneos sob um prisma histórico.

Ficha Técnica

Tradução e encenação: Pedro Galiza

Interpretação: Emília Silvestre, Ana Pinheiro, Filomena Gigante e Margarida Carvalho

Música e desenho de som: Ricardo Pinto

Desenho de luz: Rui Monteiro

Figurinos: Bernardo Monteiro

Espaço cénico: Pedro Galiza

Assistente de encenação: Inês Simões Pereira

Assistência ao desenho de luz: Tiago Silva

Assistência à produção: Sara Pacheco e Mariana Vilaça

 

 

Swive [Elizabeth] by Ella Hickson is the new play by Ensemble-Sociedade de Actores, staged by Pedro Galiza..

CLÃ | Casa das Artes de Famalicão- 20 anos.

CLÃ - Véspera

Música

5 de Junho |sábado| 20h30| Grande Auditório

Entrada: 10 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 5 Euros

M/3 -Duração:70 m

2020 marca o regresso dos Clã aos discos. “Véspera” chegou com a Primavera, sob o signo da estranheza destes tempos que vivemos. Lançado em pleno confinamento, o nono disco da banda foi muito bem recebido pelo público, imprensa e crítica especializada. O álbum alcançou, na primeira semana, o primeiro lugar no top de vendas da AFP e os temas de avanço – “Tudo no Amor”, “Sinais”, “Armário” e “Jogos Florais” - são presenças constantes nas rádios nacionais.

Depois do estúdio, “Véspera” está preparado para o palco – segunda casa para uma banda amplamente reconhecida pela energia e excelência dos seus concertos. Na nova digressão, os Clã prometem dar corpo e músculo às novas canções, trazendo também com elas outros temas e clássicos que fazem a sua história e a de todos nós.

“Véspera” conta com 10 canções originais com música de Hélder Gonçalves (Clã) e letras escritas por Arnaldo Antunes (que tem também uma participação especial no tema “A Arte de Faltar à Escola”), Aurora Robalinho, Capicua, Carlos Tê, Samuel Úria, Regina Guimarães e Sérgio Godinho. As colaborações artísticas estendem-se também a uma forte componente visual e estética, entregue às mãos de Vasco Mendes (que realiza os videoclipes de “Tudo no Amor” e “Sinais”) e de Joana X que, com a colaboração de Nuno Marques, tem acompanhado de perto todo o processo criativo da banda, criando pequenos filmes e imagens dos bastidores de “Véspera”. O artista plástico, ilustrador e designer André da Loba é mais um novo cúmplice criativo dos Clã, assinando a identidade e imagem do novo disco e colaborando também com Joana X na realização do videoclipe “Armário”.

 

Manuela Azevedo - Voz

Hélder Gonçalves - Guitarras e voz

Miguel Ferreira - Teclados e voz

Pedro Biscaia - Teclados

Pedro Santos - Baixo

Pedro Oliveira – Bateria

Desenho de som - Nelson Carvalho

Desenho de luz - Wilma Moutinho

Desenho cénico - Victor Hugo Pontes

Figurinos - Cristina Cunha e Victor Hugo Pontes

 

A concert by the band Clã that present his new album: Véspera

Concerto Piano e Orquestra (Luís Miguel Magalhães - Piano, Fernando Marinho - Maestro, ORQUESTRA DO NORTE) | CAsa das Artes de Famalicão - 20 anos.



concerto Piano e orquestra 

Luís Miguel Magalhães | Piano

 Fernando Marinho | Maestro 

ORQUESTRA DO NORTE

Programa


- A Consagração da Casa, Op. 124 - L. van Beethoven 
(Abertura)
- Concerto para Piano (No. 6) em Ré Maior, Op. 61a - L. van Beethoven I - Allegro ma non troppo II - Larghetto III - Rondo: Allegro

4 de junho | sexta | 20h30| Grande Auditório

Entrada: 5 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2,5 Euros

M/3

Duração: 60 m

Luís Magalhães - Piano

Desenvolveu uma carreira internacional como pianista, a solo, ou como músico de câmara, em recitais em diversos países da Europa, América Latina, China, Japão e em numerosas ocasiões nos EUA e em África do Sul. Luís Magalhães foi aluno do maestro Vladimir Viardo na Universidade do Texas. Desde então, ele tem ensinado alunos que conquistaram importantes prémios e participações em competições nacionais e internacionais. Obteve o Doutorado em Música (Piano) pela Universidade da Cidade do Cabo em 2011, e continuou o seu percurso universitário associado ao percurso artístico, com a nomeação para o cargo de Professor Associado na Universidade de Stellenbosch. Também ministrou extensas masterclass, incluindo aulas na lendária Juilliard School de Nova York e em várias universidades na Europa, Ásia e Estados Unidos. Como pianista e educador experiente, também fez parte do júri de muitos concursos, incluindo o prestigioso Concurso Internacional de Piano para Jovens Músicos Tchaikovsky

Fernando Marinho – Maestro

Dirigiu a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra de Câmara de Sintra, Orquestra de Câmara da Guarda Nacional Republicana, Portuguese Brass, Banda Sinfónica Portuguesa, Remix Ensemble, Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, Banda de Música de Pontevedra, Artística de Merza, Municipal de Silleda e Orquestra de Câmara Ibérica (Espanha) e Muzikkorps der Bundeswehr (Alemanha).

Desde outubro de 2018 é Diretor Artístico da Orquestra do Norte.

Orquestra do Norte

A Orquestra do Norte (ON) concretiza, desde 1992, o projecto de descentralização da cultura musical, apresentado pela Associação Norte Cultural, vencedora do primeiro concurso nacional para a criação de orquestras regionais, instituído pelo Estado Português nesse mesmo ano. Os espectáculos da ON incluem concertos sinfónicos, didáctico-pedagógicos, ópera, música de bailado e de câmara. Para além da música erudita, tem abarcado outros géneros musicais, como é o caso do Jazz e música ligeira.

A programação da Orquestra do Norte abriu-se a um repertório mais amplo e variado no qual, juntamente com as partituras básicas do repertório sinfónico ocidental, abundam primeiras audições, tanto de música de recente criação, como partituras recuperadas do passado histórico-musical.

A concert for piano and orchestra, with Beethoven's works, by pianist Luis Magalhaes and the Orquestra do Norte

Pinóquio Jangada Teatro | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.

#casadasartes20anos | 2001-2021.

Pinóquio

Jangada Teatro
1 de Junho| 10h00 e 15h00 | terça-feira | Grande Auditório
Entrada: 4
euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
Teatro Infanto-juvenil
M/6
Duração: 60 min

Sinopse
“Tudo o que um sonho precisa é alguém que acredite que
ele possa ser realizado.” Numa oficina comum de um homem comum, numa vila comum
de Itália, o incomum acontece: este que, até ao momento, era apenas uma marioneta,
vive! Pinóquio traz-nos esta história familiar de esperança, através dos olhos
juvenis do protagonista que dá o nome a este maravilhoso espetáculo. Mas a
magia vem sempre com um preço, e cabe a ele o papel de descobridor do mundo e
de si próprio. O que será preciso para ser um menino de verdade? Pinóquio
depara-se numa luta constante de compreensão das relações pessoais e do novo e
desconhecido mundo a que tenta pertencer. Consequentemente, é rapidamente
abordado por leis, regras e limites que o tentam moldar na sociedade. E
Pinóquio fará de tudo para agradar e ser aceite… quando na verdade, não se
apercebe que o que importa realmente é sua própria aquiescência.

E como não poderia deixar de ser, tudo começa com uma
misteriosa estrela azul…

 Ficha Artística e
Técnica

Dramaturgia | Filipe Gouveia

Encenação | Xico Alves

Interpretação | Filipe Gouveia, Sara Maia, Sónia
Ribeiro, Paulo Pires, Vítor Fernandes, Xico Alves

Assistente de encenação | Vítor
Fernandes e Rita Calatré

Direção musical e desenho de som | Paulo Pires

Desenho e operação de luz |Fernando Oliveira

Figurinos | Cláudia
Ribeiro

Desenho e construção de marioneta e
máscaras
| Sandra Neves / Colectivo Monte

Cenografia | Carlos Pinheiro e Emanuel Santos / Colectivo
Monte

Produção executiva | Alejandrina Romero, Fred Meireles e
Susana Morais

Parceiros | ACLEM, Casa das Artes de Felgueiras

The story of Pinocchio for families by Jangada Teatro









quinta-feira, 13 de maio de 2021

CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão Episódio 5.1 – Maio de 2021 | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.




CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão

Episódio 5.1 – Maio de 2021

De 10 a 17 de Outubro passado, em vários espaços da Casa das Artes, projetou-se o quinto episódio do CLOSE-UP, com um panorama de sessões orientadas sob o mote do Cinema na Cidade, onde a produção do presente a e a história do cinema se encontraram (ver www.closeup.pt).

Em Maio, reporemos a primeira réplica deste episódio, com propostas para o público geral e a presença no Agrupamento de Escolas D. Sancho I:

(1) para o público geral, uma tarde de sábado onde encontraremos Luis Buñuel e Nanni Moretti: OS ESQUECIDOS, primeira grande obra saída do período mexicano de Buñuel, retrato da juventude nos bairros da cidade do México; de Roma à Sicília, de Pasolini a Rossellini, viagem pela Itália e pelo seu Cinema, em QUERIDO DIÁRIO de Moretti. Estas sessões serão apresentadas por Rodrigo Francisco, programador de Cinema e Director do Cineclube de Viseu;

(2) para o público escolar, no Agrupamento de Escolas D. Sancho I, reiteramos a memória da passagem dos 75 anos do fim da 2.ª Guerra Mundial, com a projeção de #ANNE FRANK - VIDAS PARALELAS, com condução de Helen Mirren, para alunos do 3.º ciclo e do secundário.

 

29.Mai – 15h00 (PA) – OS ESQUECIDOS de Luis Buñuel

Luis Buñuel definiu "Los Olvidados" como “um filme de luta social”, mas, para além da denúncia da sordidez e da miséria da vida nos bairros de lata de Cidade do México, reproduz igualmente todo o imaginário onírico e erótico do realizador, sublinhando as suas origens surrealistas (as fabulosas sequências do sonho de Jaibo, o leite nas pernas de Meche). O filme, intenso e cruel, fez sensação no festival de Cannes e relançou a carreira de Buñuel (aos 50 anos). Trata-se de uma das suas obras primas absolutas.

Título original: Los Olvidados (México, 1950, 80 min)
Realização: Luís Buñuel
Interpretação: Alfonso Mejía, Estela Inda, Miguel Inclán
Classificação: M/12

Los Olvidados is a 1950 Mexican film directed by Luis Buñuel, and can be seen in the tradition of social realism, although it also contains elements of surrealism present in much of Buñuel's work.

29.Mai – 17h00 (PA) – QUERIDO DIÁRIO de Nanni Moretti

Um misto de comédia e documentário autobiográfico realizador e interpretado por Nanni Moretti. O filme, que valeu ao cineasta o prémio de Melhor Realizador em Cannes em 1994, divide-se em três partes. No primeiro episódio, “Na Vespa”, Moretti circula por Roma na sua vespa, insurgindo-se contra a destruição do espírito da cidade que se perdeu na vulgarização de subúrbios, para desembocar numa peregrinação-tributo a Pasolini. Este é sucedido de “As Ilhas” (por onde paira a referência a Rossellini) e do mais burlesco “Os Médicos”.

Título original: Caro Diario (Itália, 1993, 100 min)
Realização: Nanni Moretti
Interpretação: Alfonso Mejía, Estela Inda, Miguel Inclán
Classificação: M/12

Dear diary is a 1993 semi-autobiographical directed by Nanni Moretti, who also stars as himself. The film is structured in three anthological episodes, presented as the chapters of Moretti's open diary, in which he describes his thoughts about various slice of life situation

27.Mai, 10h00  – Agrupamento de Escolas D. Sancho I - #ANNE FRANK - VIDAS PARALELAS de Sabina Fedeli e Anna Migotto

Como tributo ao que teria sido o seu 90º aniversário, a atriz Helen Mirren (vencedora de um Óscar com “The Queen”), reconta a história de Anne Frank através das páginas do seu extraordinário diário, explorando em paralelo o destino de cinco sobreviventes dos campos de concentração. Vidas assoladas por circunstâncias tão semelhantes mas cujos desfechos não poderiam ser mais diferentes. Um documentário realizado por Sabina Fedeli e Anna Migotto.

Título original: #AnneFrank. Parallel Stories (Itália, 2019, 90 min.)
Realização: Sabina Fedeli, Anna Migotto
Interpretação: Helen Mirren
Classificação: M/12

Cinema screenings for schools: Actress Helen Mirren retraces Anne Frank's life through the pages of her diary, and through the lives of five woman who, as young girls, were also deported to concentration camps but escaped the Holocaust.

 

Bilheteira Sessões
Geral: 2 euros
Cartão quadrilátero: 1 euro
Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

Corpo Anímico - Uma criação de Pedro Ramos | Casa das Artes de Famalicão- 20 anos.


Corpo Anímico

Uma criação de Pedro Ramos

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão, Cine-Teatro Avenida Castelo Branco, Cine-Teatro de Gouveia

28 de Maio| 20h30 | sexta-feira | Grande Auditório
Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros 
Dança 
M/6 
Duração: 100 min 

Sinopse

Dando continuidade à obra Alento, no desenvolvimento de um dos seus seguintes fascículos, surge Corpo Anímico, no qual o coreógrafo Pedro Ramos, após uma experiência imersiva de quatro anos de investigação no contexto da floresta, e explorando o corpo enquanto “pedaço de natureza” ligado ao entorno, fazendo uso da respiração enquanto tema, pretende agora desenvolver uma dança anímica para

um grupo de oito intérpretes.

Estes procurarão abarcar coreograficamente o conceito de “Paradoxo” de diferentes formas. Corpo Anímico mergulha na anatomia experimental das pequenas e grandes sensações e perceções que reforçam a ligação com o elã vital que tudo permeia. O princípio de Eros, uma matriz unificadora que agrega a própria realidade, de sentido e significado.

 

Ficha Artística e Técnica

Conceção artística e coreografia: Pedro Ramos

Interpretação: Pedro Ramos, Catarina Casqueiro, Hugo Marmelada, Inês Gomes, Lua Carreira, Tiago Coelho, Sara Belo, Sofia Portugal

Assistência artística: Sandra Rosado

Composição musical: Pedro Carneiro

Desenho de luz: Zé Rui

Assistência técnica e operação: Tânia Neto

Conceção de espaço cénico: Pedro Ramos

Construção dos objetos cénicos: Silveira Cabral

Figurinos: Pedro Ramos e Ana Magalhães

Comunicação e Design: Nádia Carmo

Acompanhamento e registo documental: David Cachopo (fotografia) e Luís Margalhau (vídeo)

Produção: Xana Lagusi, Ordem do O

Co-Produção: Cine-Teatro Avenida Castelo Branco, Cine- Teatro de Gouveia e Centro de Artes de Vila Nova de Famalicão

Apoios: Câmara Municipal de Lisboa, Fundação GDA, Trilhos Verdes, Junta de Freguesia Avenidas

Apoio a residências artísticas: Estúdios Victor Cordon, Trilhos Verdes, Junta de

Freguesia de Avenidas Novas, Câmara Municipal de

Lisboa, CIM - Centro de Interpretação de Monsanto

Consultores/Colaboradores: Teresa Simas, Álvaro Fonseca

A new choreography work by Pedro Ramos, Corpo Animico