quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Cinema-dezembro | Casa das artes de Famalicão



Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro

Frozen 2: O Reino do Gelo de Jennifer Lee, Chris Buck – versão portuguesa

14 de Dezembro – 15h00, 17h30 | Grande Auditório

Em “Frozen 2: Reino de Gelo”, Anna, Elsa, Kristoff, Olaf e Sven deixam Arendelle e viajam até uma floresta anciã e repleta de elementos do outono. Esta é a terra encantada onde descobrem a origem dos poderes da Elsa e a forma de salvar o seu reino mais uma vez

Título original: Frozen II (EUA, 2019, 100 min)
Realização: Jennifer Lee, Chris Buck
Classificação: M/6

Frozen 2 is an upcoming American computer-animated musical fantasy film produced by Walt Disney Animation Studios. The 58th film produced by the studio, it is the sequel to the 2013 film Frozen.



Joker de Todd Phillips

14 de Dezembro – 21h30 | Grande Auditório

Gotham City, início da década de 1980. Habituado ao desprezo dos seus semelhantes, o comediante Arthur Fleck esforça-se por arrancar sorrisos aos poucos espectadores que ainda lhe restam. Amargurado e emocionalmente desequilibrado, é obrigado a comparecer a reuniões periódicas com uma assistente social para avaliação psicológica. Um dia, após ter sido despedido da agência de talentos onde trabalhava, é barbaramente agredido. Nesse momento, a sua já ténue lucidez desintegra-se numa raiva descontrolada. É assim que, das profundezas da sua mente atormentada, surge o psicopata impiedoso que será conhecido pelo nome de Joker, e que se tornará no grande antagonista de Batman.
Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Veneza.

Título original: Joker (EUA/Canadá, 2019, 122 min)
Realização: Todd Phillips
Interpretação: Joaquin Phoenix, Robert De Niro, Zazie Beetz
Classificação: M/14

Joker is a 2019 American psychological thriller film directed by Todd Phillips. The film, based on DC Comics characters, stars Joaquin Phoenix as the Joker, and won the Golden Lion award at the 76th Venice International Film Festival.

Cineclube da Joane/CASA DAS ARTES DE Famalicão ( PARCERIA)

5.Dez AD ASTRA de James Gray
O engenheiro espacial Roy McBride é enviado para o Sistema Solar com uma missão de extrema importância: encontrar o pai, um astronauta desaparecido há 16 anos, durante uma viagem ao planeta Neptuno, de forma a encontrar vida inteligente. Nessa busca, Roy vai deparar-se com um mistério que ameaça toda a Humanidade e a sua sobrevivência na Terra. Em competição pelo Leão de Ouro na edição de 2019 do Festival de Cinema de Veneza, uma história de ficção científica produzida, escrita e realizada por James Gray ("Viver e Morrer em Little Odessa", "Nós Controlamos a Noite", "A Emigrante", "Duplo Amor"). Brad Pitt, Tommy Lee Jones, Ruth Negga, Liv Tyler e Donald Sutherland dão vida aos protagonistas.
Título original: Ad Astra (EUA / Brasil, 2019, 120 min)
Realização: James Gray
Interpretação: Brad Pitt, Tommy Lee Jones, Donald Sutherland, John Ortiz
Classificação: M/12
Ad Astra is a 2019 American science fiction adventure film produced, co-written, and directed by James Gray. Starring Brad Pitt, Tommy Lee Jones, Ruth Negga, Liv Tyler, and Donald Sutherland, it follows an astronaut who goes into space in search of his lost father, whose experiment threatens the Solar System.

12.Dez DIVINO AMOR de Gabriel Mascaro
Depois do enorme sucesso de “Um Lugar ao Sol”, ” “Doméstica” e “Boi Neon”, Gabriel Mascaro regressa com um provocador e irónico filme de ficção-científica. Estamos em 2027, no Brasil, e uma nova religião domina a sociedade, é a doutrina do divino amor. O indivíduo só se realiza pelo casamento (que deve ser mantido, custe o que custar) e tendo filhos: o sexo é a nova reza e a rave é evangélica. A famosa actriz Dira Paes é Joana, que deseja muito ter uma criança. Na dificuldade de engravidar surge uma crise de fé que a aproximará de deus.
Título original: Divino Amor (Brasil, 2019, 100 min)
Realização: Gabriel Mascaro
Interpretação: Dira Paes, Julio Machado, Antonio Pastich
Classificação: M/18
Divine Love is a 2019 Brazilian film directed by Gabriel Mascaro. It was screened in the Sundance Film Festival. It tells the story of a deeply religious registry office clerk who uses her position at the births, deaths and marriages department to try to disuade couples from getting a divorce.

19.Dez AMAZING GRACE de Alan Elliott, Sydney Pollack (sessão Traz Outro Amigo Também)
Com um nome tirado do hino cristão com letra de John Newton, "Amazing Grace" é um disco ao vivo de Aretha Franklin, gravado na New Temple Missionary Baptist Church de Los Angeles, em Janeiro de 1972. A filmar a actuação para um documentário estava Sydney Pollack que, por não se ter usado uma claquete para sincronizar o som e a imagem, nunca chegou a completar o filme. Mas antes de morrer, em 2008, o realizador entregou as imagens captadas, que foram sincronizadas ao longo de dez anos e acabaram por sair também após a morte da cantora, que ocorreu em 2018. É este o resultado, mais de 45 anos depois.
Título original: Amazing Grace (EUA, 2018, 89 min)
Realização: Alan Elliott, Sydney Pollack
Classificação: M/6
Amazing Grace is a 2018 concert film directed by Sydney Pollack and later realized by producer Alan Elliott. The film features Aretha Franklin recording her 1972 live album of the same name.

A Flauta Mágica – Vista da Lua | Casa das Artes de Famalicão

A Flauta Mágica – Vista da Lua

De lá, da Lua, ouve-se o som a cobrir a Terra redonda, sem paredes que o interrompam, e entra-se nos domínios da Rainha da Noite para se contar uma história do bem contra o mal.

Companhia Ópera Isto

12 dezembro | 10h30 e 14h30 |quinta-feira| Grande Auditório

13 de dezembro| 10h30 e 21h30 | sexta-feira | Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/3

Duração: 60 min





Sinopse

Há já alguns anos que o célebre sábio Sarastronauta decidiu ir viver para uma estação espacial, na esperança de ter o sossego e a paz de espírito necessários para a sua incessante busca da sabedoria. O truque que encontrou para atrair homens para o seu mundo de virtude e sabedoria foi criar um personagem chamado Papageno. Tal como o Papageno original, também este cativa pelo seu modo divertido de estar e falar. O seu disfarce de Papageno é tão perfeito que nem Pamina, a própria filha de Sarastronauta, o reconhece. Esta dupla personalidade permite-lhe também obter informações preciosas da sua filha Pamina relativamente à sua mãe, a Rainha da Noite. Quando Tamino surge em cena, Papageno está precisamente com Pamina, e o seu deslumbramento pela rapariga é imediato. Tentando saber onde encontrá-la, Papageno indica-lhe o caminho até à Estação Orbital onde ela vive com o pai, o grande sábio Sarastronauta. Ou seja, ele próprio. Sarastronauta não perderá esta oportunidade para trazer para junto de si mais uma alma humana a precisar de salvação pela sabedoria. E encontrará também um primoroso genro.



Reportório

Toda a música ouvida durante o espetáculo é retirada da ópera de Mozart A FLAUTA MÁGICA. Ouvimos a ária do Papageno e o seu dueto com a Papagena. Ouvimos pequenas incrustações da ária da Pamina, ouvimos uma das árias de Sarastro (aqui na versão galáctica de Sarastronauta), a mais conhecida ária da Rainha da Noite e alguns conjuntos emblemáticos da ópera. Também a abertura se ouve, para dar a entrada em cena ao Príncipe Tamino. Todas as partes cantadas são apresentadas em português.



 Ficha Artística e Técnica



A partir de | A Flauta Mágica de Mozart

Textos e Encenação | Mário João Alves

Interpretação | Gabriel Neves (cantor/actor), Ângela Alves (cantor/actor), Mário João Alves (cantor/actor), João Tiago Magalhães (pianista/actor)

Dispositivo Cénico, Figurinos e Adereços | Ópera Isto

Desenho de Luz | Nuno Almeida

Assistência de Encenação e Direção de Cena | Paula Conceição

Produção / Co-produção / Apoios | Casa da Música e Ópera Isto

Público Alvo | Infanto-juvenil, escolar e famílias

MUSICA PARA FAMÍLIAS 2019 4º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO | Os Planetas.


MUSICA PARA FAMÍLIAS 2019

4º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

Os Planetas

Orquestra Sinfónica ARTAVE - Luís Machado, maestro

Jorge Castro Ribeiro, apresentador

Programa

Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791 - Sinfonia nº 41 K. 551 “Jupiter”

Gustav Holst (1874-1934) - Os Planetas

Edward Elgar (1857-1934)     - Marcha de Pompa e Circunstância nº 1



8 de dezembro | 11h30 | Grande Auditório 

Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/4 -Duração: 70 min




A Casa das Artes organiza em coprodução com a APROARTE- Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2019. Adotando o formato dos Concertos Promenade, de Maio a Dezembro, aos domingos de manhã, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.



Music for families in the fourth season of promenade concerts.

Expensive Soul - 20 Anos | Casa das Artes de Famalicão.


Expensive Soul - 20 Anos

Musica

7 de dezembro | Sábado | 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 20 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 10 Euros

M/6

Duração: 90 min




Demo e New Max celebram em 2019 vinte anos de carreira, dando início a um novo capítulo na sua vida.

Talentosos, arrojados e resilientes, foram desbravando o território até fazerem de Portugal a verdadeira Soul Nation. Expensive Soul é hoje uma das grandes bandas nacionais, com uma sonoridade única em Portugal, que tem conquistado gerações, inúmeros prémios (entre os quais, 2 Globos de Ouro, melhor música em 2011 e melhor grupo em 2013), airplay nas rádios e lugares cimeiros nas tabelas de vendas.

Depois do sucesso de “Limbo”, o primeiro tema de avanço do tão aguardado novo álbum dos Expensive Soul, New Max e Demo estão de volta com um novo single « Amar é que é preciso»  que promete continuar a seduzir gerações e a conquistar airplay nas rádios de norte a sul do país. O seu novo disco «A Arte das Musas» encontra-se já disponível em todas as plataformas digitais.



A concert that celebrates Expensive Soul's 20-year career

Fado no Café da Casa | Casa das Artes de Famalicão

Fado no Café da Casa

Musica/ Fado

6 de dezembro |sexta| 22h00| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 80 min



Fadista, 1ª parte (20 min) – Rosa Veloso (Fafe)
Fadista, 2ª parte (40min) – Jacinta Almeida (V. N. Famalicão)

Guitarra Portuguesa – Miguel Amaral
Viola de Fado – André Teixeira



Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes irá celebrá-lo-á mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores. No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO.



Fado in the café-concerto

Título: “ÂNGELO DE SOUSA: QUASE TUDO O QUE SOU CAPAZ - DA COLEÇÃO DE SERRALVES EM FAMALICÃO” | Casa das Artes de Famalicão.



Título: “ÂNGELO DE SOUSA: QUASE TUDO O QUE SOU CAPAZ - DA COLEÇÃO DE SERRALVES EM FAMALICÃO”

Foyer, de 10 de dezembro (Inauguração às 17h00) a 29 de fevereiro.

Ângelo de Sousa (Lourenço Marques, Moçambique, 1938-2011, Porto), além de ser uma das figuras mais influentes da arte portuguesa da segunda metade do século XX, é um dos artistas melhor representados na Coleção de Serralves, com trabalhos realizados entre os anos 1961 e 2002, e que abarcam todos os meios artísticos a que ele se dedicou ao longo da sua prolífica carreira: desenho, pintura, escultura, instalação, filme e fotografia.

"Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz” junta uma parcela muito considerável destas obras — desenhos, pinturas e esculturas — com o objetivo de sublinhar a importância da contaminação entre aquelas disciplinas para a evolução da sua prática artística: ao reunir obras de vários períodos da sua carreira, esta exposição combate a imagem dominante do pintor Ângelo, mostrando que o desenho e a escultura são não apenas facetas fundamentais da sua obra como aquelas em que porventura é mais evidente o espírito experimentalista da sua obra. 

Caracterizados por uma aparente simplicidade — o artista tenta obter, nas suas palavras, "o máximo de efeitos com o mínimo de recursos, o máximo de eficácia com o mínimo de esforço, e o máximo de presença com o mínimo de gritos” —, os desenhos, pinturas e esculturas de Ângelo de Sousa não ilustram conceitos, nunca partem de ideias, mas da ânsia de fazer e pensar com as mãos. A exposição sublinha esta vontade de trabalhar com elementos simples, ao apresentar as primeiras obras de Ângelo de Sousa, ainda figurativas mas apontando já para a depuração que viria a caracterizar o artista, lado a lado com os exercícios abstrato-geométricos — nomeadamente desenhos, telas e esculturas — que o impuseram como um dos maiores estudiosos da cor e da luz. 

 "Ângelo de Sousa: Quase tudo o que sou capaz” integra-se num programa de exposições e apresentação de obras da coleção de Serralves especificamente selecionadas para os locais de exposição com o objetivo de tornar o acervo acessível a públicos diversificados de todas as regiões do país.
Produção: Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

LUÍS SEVERO na Casa das Artes de Famalicão.


LUÍS SEVERO

 Música

30 de Novembro | Sábado| 23h00| Café-concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/3

Duração: 70 m



Com apenas dois álbuns editados, era já um dos nomes consensuais da escrita de canções da sua geração, mas não é por isso que deixa de surpreender. Do choque concordante entre o acústico e o electrónico, da contenda conciliante lírica e de todos os contrastes imagéticos, Luís Severo afasta-se do que já por si foi feito e, sem nunca perder o centro que o particulariza, chega assim com o seu terceiro disco, “O Sol Voltou”: “O Sol Voltou” será, talvez, o meu disco mais pessoal e confessional. Neste disco decidi romper com algum auto-distanciamento fruto das estéticas enfeitadas e de alguma musculatura pop. Foi composto e produzido em total solidão, tendo decidido também tocar todos os instrumentos. Durante as gravações contei com a preciosa companhia do Diogo Rodrigues e do Rodrigo Castaño, que na régie do estúdio foram falando aos meus ouvidos e esperando pacientemente que eu fizesse o take quase perfeito. Este foi também o disco em que me aventurei com mais confiança na mistura e masterização, contando sempre com a preciosa colaboração do já familiar Eduardo Vinhas. Liricamente, "O Sol Voltou" é mais amor e menos paixão, mais família e menos multidão, mais vida mas também mais morte.





A concert by Luis Severo that present his third record O Sol Voltou.

PÁTRIA | Estreia. Uma coprodução entre A Turma e a Casa das Artes de Famalicão

PÁTRIA Estreia

Texto de Bernardo Carvalho, encenação de Manuel Tur e interpretação Pedro Almendra. 
Uma coprodução entre A Turma e a Casa das Artes de Famalicão

Teatro

29 e 30 de novembro | Sexta e Sábado| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 8 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros

M/12

Duração: 60 m



«Enquanto h
ouver cenas de família haverá questões a colocar ao mundo.» Disse-o Roland Barthes e no ciclo 'Retrato de Família' se faz lema. Segunda fase do mesmo, que se inicia em residência da Fábrica das Ideias. Processo final do convite a Bernardo Carvalho — autor de uma «escrita depurada, urbana e cerebral - para que escrevesse obra original, a que respondeu com ideia há tempos armazenada: monólogo que acouta um pai e um filho, um filho e um pai, ao mesmo tempo e em tempos diversos. Em 'PÁTRIA', Um homem narra a sua história de refugiado em alheio país. Tendo nas paredes ouvintes, interpreta homem só, na esperança de que o julguem demente e dele se esqueçam. De uma vez por todas. Conta a história desse homem expatriado e injustiçado (ou assim nos faz crer), até que um estrangeiro lhe bate à porta, pronto a contradizê-lo. Talvez o velho refugiado não seja quem anuncia. Acaso nem refugiado seja. Velho sequer. E o estrangeiro não venha a ser tão estrangeiro assim.







Ficha Artística
texto - Bernardo Carvalho
encenação • Manuel Tur
interpretação • Pedro Almendra
cenografia • Ana Gormicho
figurinos • Anita Gonçalves
desenho de luz • Cárin Geada
desenho de som • Joel Azevedo
música original • João Hasselberg
assistência de encenação • Maria Inês Peixoto
apoio dramatúrgico • Gil Fesch

produção executiva • Maria Pinto
direcção de montagem • José Diogo Cunha
co-produção • A Turma
produção - A Turma (A Turma é uma estrutura financiada pela Direção Geral das Artes)


A Pátria is the new play by A Turma and tells the story of an expatriate man.

Os Velhos Não Vão de Férias na Casa das artes de Famalicão.


Os Velhos Não Vão de Férias

Coprodução Fértil Cultural, Casa das Artes de Famalicão e Teatro Diogo Bernardes

Teatro

23 de novembro | Sábado| 21h30| Grande Auditório

24 de novembro | Domingo| 17h00| Grande Auditório

Entrada: 8 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros

M/12

Duração: 60 m




Três senhoras preparam-se para fazer uma viagem até Tenerife e passarem uma semana de férias e lazer. Enquanto esperam pelo embarque no avião vão conversando entusiasmadas sobre a sua viagem. Ao longo dessa conversa, Dolores apercebe-se que não deveria, que deixa para traz muitos afazeres e que não seria boa ideia fazer a viagem. Na sua tentativa de desistência cria-se uma discórdia entre as três. Uma reflexão crítica sobre a nova realidade da chamada “terceira idade”. Ainda há pouco tempo esta era a última etapa das suas vidas, no entanto agora criou-se a quarta idade, sendo que a terceira ainda tem uma vida muito activa. Aqueles que em crianças viam as pessoas da sua actualidade como "os velhos", agora não são considerados como tal. Ainda trabalham e pouco tempo têm para si. Muitas vezes são avós que se desdobram em várias tarefas, ainda trabalho (porque ainda não se reformaram), apoiam aos seus filhos e por vezes ainda os seus pais.




Equipa artística e técnica

Texto e encenação Rui Alves Leitão

Interpretação Maria Quintelas, Neusa Fangueiro e Tanya Ruivo

Cenografia Carlos Neves

Figurinos Filipa Carolina

Desenho de Luz Paulo Neto

Música e sonoplastia Rui Alves Leitão

Costureira Olga Shumska

Produção Executiva Ana Vieira

Técnico César Cardoso

Fotografia Margarida Ribeiro

Vídeo Rúben Marques

Co-produção Fértil Cultural, Casa das Artes de Famalicão e Teatro Diogo Bernardes

Estrutura financiada pela Direção Geral das Artes/ Ministério da Cultura/ República Portuguesa





Os Velhos Não Vão de Férias is the new play by Fértil Cultural and it’s a reflection on the new reality of the so-called “old age”

RICARDO RIBEIRO na Casa das Artes de Famalicão.


RICARDO RIBEIRO – Respeitosa mente
Fado
22 de novembro | sexta-feira | 21h30| Grande Auditório
Entrada: 15 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 7,5 Euros
M/3
Duração: 70 min
“Respeitosa Mente”, o novo disco de Ricardo Ribeiro é um projeto totalmente novo e inédito, diferente daquilo a que o artista nos tem vindo a habituar. Ribeiro escolheu a dedo os músicos para em conjunto criarem este seu novo disco. Juntou-se assim ao pianista João Paulo Esteves da Silva, um nome incontornável do jazz, e ao percussionista norte-americano Jarrod Cagwin, especializado em ritmos orientais, tendo feito grande parte dos seus estudos focado nas percussões asiáticas. Este trabalho tem como base a poesia de vários autores, na sua maioria portugueses, poesia de grande sensibilidade que foi vestida pela musicalidade destes três amigos, de forma invulgar, e onde poderemos usufruir da poderosa e cativante voz de Ricardo Ribeiro. Da mesma maneira, os concertos que Ricardo Ribeiro, João Paulo Esteves da Silva e Jarrod Cagwin apresentam, são igualmente inesquecíveis e únicos. A mesma voz, a mesma força e paixão, mais uma nova experiência musical. Com edição pela Warner Music Portugal a 26 de Abril, o novo trabalho de Ribeiro alcançou a segunda posição no top nacional de vendas, na primeira semana do seu lançamento. Da mesma forma, tem sido muito bem acolhido quer pelo público que pela crítica.

Ricardo Ribeiro – Voz, Guitarra, baixo
João Paulo Esteves da Silva – Piano
Jarrod Cagwin – Percussão


The 6th Amateur Festival of Fado of Famalicão, that includes the contest and a concert by Ricardo Ribeiro

Festival do Fado 2019 6.º Festival de Fado de Vila Nova Famalicão / Casa das Artes



Festival do Fado 2019

6.º Festival de Fado de Vila Nova Famalicão / Casa das Artes



Concurso de Fado Amador

Concerto dos finalistas selecionados na audição do dia 30 de outubro

21 de novembro |quinta | 21h30| Foyer

Entrada: Entrada Livre

M/6

Duração: 120 min
Participação especial de Helena Sarmento


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PaPI - Opus 8 | Novembro - Apresentações em para escolas


Casa das Artes e Envolvente



PaPI - Opus 8

Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Musica Teatral

Apresentações em para escolas



Dia 18 e 19 de Novembro

Sessões às 10h e 11h15

EB Dr. Nuno Simões - Calendário



Dia 20 de Novembro

Sessões às 10h e 11h15

ACB - Vila Nova de Famalicão



Dia 21 de Novembro

Sessões às 10h e 11h15

EB1 Lousado - Lousado



Dia 22 de Novembro

Sessões às 10h e 11h15

Mais Plural – Gavião



Ficha técnica e artistica

Conceção e Produção: Companhia de Música Teatral

Direção Artística e Música: Paulo Maria Rodrigues

Cenário: Miguel Ferraz

Figurinos: Rita Robert

Gestão de Recursos Educativos: Helena Rodrigues

Interpretação: Inês Silva

Público e Lotação: Salas de creche ou de jardim-de-infância com bebés ou crianças com idades até aos seis anos de idade acompanhadas dos respetivos profissionais de educação.





PaPI - Opus 8 it’s part of the Education Project of Casa das Artes de Famalicão


segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Sugestões para novembro 2019, na Casa das Artes de Famalicão....

Novembro 2019, na Casa das Artes sugestões.


Trevor Gordon Hall na Casa das aertes de Famalicão - 16 de novembro 2019.



Trevor Gordon Hall

 Música | Guitarra

16 de Novembro | Sábado| 23h00 | Café-concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/3

Duração: 70 m

- Trevor Gordon Hall foi avaliado como um dos 30 melhores guitarristas do mundo com menos de 30 anos pela revista Acoustic Guitar. Este norte-americano de Filadélfia, cria composições que variam muito em estilo que podem ir de ritmos mais nervosos até frases muito melódicas e suaves. Trevor distingue-se por explorar, literalmente, todas as partes da guitarra. Trevor obteve a consideração de alguns dos nomes mais respeitáveis e lendários do mundo da produção artística e da música como Graham Nash, Steve Hackett, Billy Cobham, Dar Williams, Will Ackerman, Don Ross, Andy McKee, Phil Keaggy e outros. Entre os espetáculos ao vivo, os álbuns e o seu instrumento personalizado, conquistou uma base de fãs internacional que o permitiu visitar toda a América do Norte e a Europa. Também teve destaque em várias estações de rádio americanas, incluindo NPR e redes de televisão nacionais e internacionais, incluindo a NBC, a PBS e a televisão nacional alemã.

Em 2010 com recurso aos seus inspirados conhecimentos e sempre em busca de novos sons, Trevor Hall colaborou com vários construtores para projetar um novo instrumento, combinando a kalimba e a guitarra acústica. A resultante, que Trevor denomina “Kalimbatar”, abriu novas possibilidades para a música instrumental solo.

NOTA- Na tarde anterior ao concerto, pelas 16h00, ocorrerá um Workshop de Kalimbatar, com um limite de inscrições de 15 pessoas. As inscrições devem ser remetidas para bilheteira.casadasartes@vilanovadefamalicao.org

 A concert by the prodigious american guitarist Trevor Gordon Hall.



NTIMIDADE INDECENTE de Leilah Assumpção Encenação de Guilherme Leme Garcia e Interpretação: Vera Holtz e Marcos Caruso. Casa das Artes de 14 a 17 de novembro 2019.


INTIMIDADE INDECENTE de Leilah Assumpção

Encenação de Guilherme Leme Garcia e Interpretação: Vera Holtz e Marcos Caruso.

Teatro [BRASIL]

14, 15, 16, 17 nov. |Quinta, sexta sábado 21h30 |Domingo 17h00 | grande auditório

Entrada: 20 euros. Cartão Quadrilátero Cultural: 10Euros

M/14

Duração: 90 min. s/ intervalo

- 15 anos depois do grande sucesso na Casa das Artes de Famalicão, com sessões esgotadas no Grande Auditório, a peça ‘Intimidade Indecente’ regressa numa versão atualizada, com um dos atores originais, Marcos Caruso, e uma nova atriz, Vera Holtz.

‘Intimidade Indecente’ pode ser catalogada como uma comédia romântica, mas é muito mais do que isso. É uma história de amor. Uma história de amor na maturidade. A história de um casal, dos seus encontros e desencontros.

Mariano e Roberta separam-se aos 50 anos. O espectador acompanha os seus reencontros ao longo dos anos seguintes, década a década, até à casa dos 80, embalado num trabalho de ator absolutamente encantador e surpreendente.

Paixão, sexo, traição, amor e preconceito são alguns dos ingredientes desta história que promete emocionar as plateias e conquistar o público em Portugal.

Texto: Leilah Assumpção

Encenação: Guilherme Leme Garcia

Interpretação: Vera Holtz e Marcos Caruso

Produção: Plano 6

The brazilian play "Intimidade Indecente" returns in an updated version, with one of the original actors, Marcos Caruso, and a new actress, Vera Holtz

MUSICA PARA FAMÍLIAS 2019 | 4º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO - Música para Sopros no Século XX - Orquestra de Sopros da EPABI .


MUSICA PARA FAMÍLIAS 2019

4º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

Música para Sopros no Século XX - Orquestra de Sopros da EPABI

10 de Novembro | 11h30 | Grande Auditório 

Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/4 -Duração: 70 min

A Casa das Artes organiza em coprodução com a APROARTE- Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2019. Adotando o formato dos Concertos Promenade, de Maio a Dezembro, aos domingos de manhã, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.

Music for families in the fourth season of promenade concerts.

"FRONTEIRA", estreia na Casa das Artes de Famalicão. Uma coprodução: Teatro da Didascália, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Leme – festival de circo contemporâneo e criação artística em espaços não convencionais.


FRONTEIRA Estreia

Coprodução: Teatro da Didascália, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão,

Leme – festival de circo contemporâneo e criação artística em espaços não convencionais.

Teatro

7, 8 e 9 novembro | Quinta, Sexta e Sábado| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 8 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros

M/12

Duração: 60 m

Sinopse

As casas são geminadas. A cena está dividida a meio, com metade dos
espectadores de cada lado. Cada ator tem a sua parte do palco. O peregrino
está no meio, entra quando quer. Tudo o que acontece de um lado afecta o
outro. Ouve-se tudo, mas não se vê quem está do lado de lá. Os atores mostram
à plateia como se faz uma fronteira e, mais importante, como se mantém a
distância entre duas caras-metades, duas terras, duas cenas. Mas a verdadeira
fronteira é entre quem está dentro e quem está fora, entre os dois rivais, por um
lado, e a terceira parte, por outro. Um terceiro tão desconsiderado que nem
entra naquela oposição binária. O terceiro é o excluído, invisível, esquecido,
imprevisto, cigano, árabe, preto, mártir. Ele não está cá nem lá, está sempre na
linha de fronteira. O peregrino alarga a terra de ninguém até que ela seja
ocupada.

Ficha artística

Direção e cocriação: Bruno Martins

Dramaturgia: Jorge Louraço Figueira

Interpretação e cocriação: António Júlio, Bruno Martins e Vera Santos

Conceção plástica: Rute Moreda

Direção e composição musical: Rui Souza

Desenho e operação de luz: Valter Alves

Operação de som: Filipe Cardu

Produção: Raquel Passos

Coordenação Geral: Cláudia Berkeley

Coprodução: Teatro da Didascália, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão,

Leme – festival de circo contemporâneo e criação artística em espaços não

convencionais

O Teatro da Didascália é uma estrutura apoiada pela dgArtes – Direção Geral
das Artes / Ministério da Cultura