segunda-feira, 23 de maio de 2016

Grandfather’s House na Casa das Artes


Grandfather’s House | Slow Move
25 de junho | Sábado | 23h00| Café Concerto.
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 70 m
www.facebook.com/grandfathershouseoficial | http://grandfathershouse.blogspot.pt/
“Slow Move” é o primeiro álbum dos bracarenses Grandfather’s House (edição 4 Março 2016 – plataformas digitais). Em 2014 editaram o EP “Sketelon” que infelizmente não chegou ao conhecimento da maioria dos jornalistas. Não teria passado despercebido. O público dos concertos que fizeram por portugal e espanha não ficou indiferente à sua proposta. Seria difícil. O som da banda- alternativo - viaja entre o rock e o blues. Convida a uma escuta atenta. Nesta casa mora talento, autenticidade e entrega.
Gravado no Bug Studio, produzido pela banda, por Márcio Décio e João Figueiredo (também responsáveis pelas misturas), o álbum é composto por 10 canções. O tema “Sweet Love Making” foi escolhido para single, com honras de videoclip.
GrandFather’s House surge em 2012 como uma one-man band de Tiago Sampaio. Em 2013, Rita Sampaio (sua irmã) junta-se como cantora e mais tarde assume também os teclados. Depois da edição de "Skeleton" João Costeira entra para a bateria formando o actual trio. As influências da banda vão desde o Blues ao Rock, de Buddy Holly, White Stripes, PJ Harvey, Alabama Shakes, até à música eletrónica e nomes mais recentes tais como, peixe:avião, Sensible Soccers, entre outros.
Os Grandfather’s House são: Rita Sampaio (voz e sintetizadores), Tiago Sampaio (guitarra e voz) e João Costeira (bateria e voz).

A Fera Amansada da Jangada Teatro, a partir da obra de William Shakespeare


A Fera Amansada
Jangada teatro
25 de junho | Sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/12
Duração: 70 m
Sinopse
A Fera Amansada é uma das maiores e mais controversas cómicas batalhas do sexo. A farsa gira à volta do cortejar de Petruquio, um caçador de fortunas e Catarina, uma mulher temperamental e de pelo na venta. Inicialmente Catarina não se mostra interessada no namoro, mas Petruquio sedu-la com uma série de truques psicológicos – “a domesticação” – até ela se sentir impelida a casar com ele.
Ficha Artística
A partir de | William Shakespeare
Encenação | John Mowat
Interpretação | Luiz Oliveira; Rita Calatré e Vítor Fernandes
Música Original e Interpretação | Rui Souza
Desenho de Luz | Fred Meireles e Fernando Oliveira

Lisístrata de Aristófanes | Coprodução da ACE – Famalicão e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


Lisístrata de Aristófanes
Coprodução da ACE – Famalicão e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
17 e 18 de junho| sexta-feira sábado | 21h30 | | Grande Auditório
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/12
Duração: 80 m
Aristófanes nasceu em Atenas, no ano 445 a. C. e é considerado o maior dos comediógrafos gregos.
Dele chegaram até nós onze peças cómicas em que é sempre visível a defesa dos valores instituídos e o ataque a tudo quanto possa subverter esses valores. Chega a atacar Sócrates e a acusá-lo publicamente de corromper os costumes.
Lisístrata não participa desse espírito: é uma peça contra guerra, uma convicta apologia da paz e da concórdia entre todos os homens. Nela se atacam os velhos que governam a nação e gastam em armas o dinheiro necessário para outros fins. As mulheres, sob a direção de Lisístrata, revoltam-se e conseguem, unidas, pôr fim à guerra civil e trazer para casa os maridos e filhos. Utilizam para isso a arma do sexo: não se deixarão possuir por homem algum enquanto não acabar a guerra e não se fizerem as pazes. Representando em 411 a.C., o texto continua hoje a ser, em muitos aspetos, ousado e atualíssimo.
Aristófanes cultiva na sua comédia o humor mais obsceno e despudorado, mas há que ter em conta que a maior parte das comédias se destinavam a ser representadas durante as festas de Diónisos, das quais estavam ausentes quaisquer preocupações desse estilo; em certos cortejos, levava-se em triunfo um falo gigantesco e cantavam-se hinos obscenos que hoje em dia chocariam os ouvidos piedosos, pois a nudez e o sexo eram nesses tempos vistos com outros olhos.
Tradução Manuel João Gomes
Encenação de Constança Carvalho Homem e João Cardoso
Interpretação Alunos do 2º Ano de Interpretação do Curso Profissional de Artes do Espetáculo da ACE Escola de Artes Famalicão.

5º Concerto - O Aprendiz de Feiticeiro | Concertos Promenade da Casa das Artes de Vila nova de Famalicão


Musica para famílias 2016
Ciclo de Concertos Promenade da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
5º Concerto, Programa:
- Wagner - Abertura da Ópera Mestres Cantores
- Paul Dukas - O Aprendiz de Feiticeiro
- E. Elgar - Marcha de Pompa e Circunstância nº 1.
5 de junho | domingo | 11h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Crianças, Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/4
Duração: 60 m

A CASA DAS ARTES organiza em coprodução com a APROARTE- Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2016. Adotando o formato dos Concertos Promenade, mensalmente, de Fevereiro a Junho, aos domingos de manhã, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.
Ficha técnica
Organização
Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
APROARTE - Associação Nacional do Ensino Profissional de Música e Artes
Coordenação Artística 
Álvaro Santos, Director da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
José Alexandre Reis, Presidente da APROARTE
Jorge Castro Ribeiro
Apresentação - Jorge Castro Ribeiro
Produção, Som e Luz  - Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Audiovisuais - Artave (Escola Profissional de Música do Vale do Ave), Oficina (Escola Profissional do INA)
Secretariado - Luísa Queirós

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Exposição Coletiva de Pintura junho 2016


Exposição Coletiva de Pintura
Carina Serpa, Claudia Cruz, Cristina Sardoeira, Filomena Silva Campos, Layus D`Almeida, Maria Beatitude, Maria Melo, Susana Pais.
Foyer de 4 (inauguração – sábado 17h00) a 29 de julho.


A exposição coletiva integra uma ideação de interpretações pessoais que transmitem sensações diversas e estados de espirito que através de formas, cores e composição, são pontos de partida para o convite ao olhar.
“Instantes entre dois intentos”
Em ambos os intentos permanece o sentir, que funciona como uma metáfora para a fronteira entre a conceção e os olhares perspetivos. Permanece a sintonia do real para o figurativo, criando uma atmosfera de apropriações, fomentando a inspiração, o pensamento e até a libertação, promovendo uma importante experiência vivencial.
A inspiração consente díspares e estimulantes motivos. Invadida por momentos de maior expressão, revelados de realismo ou fuga dele, contribui para enriquecer simbolicamente, espaços criados imprimindo o seu estilo, materializando visualmente o pensamento e desencadeando vontades de realizar narrativas, onde encontramos diferentes linguagens.
Esta visão artística diferenciadora, prioridade de uns e necessidade de outros, realça a ligação existente entre o artista e o espectador e a forma de a vivenciarmos.
Estes registos estilísticos, cujo envolvimento fazem dos conceitos o julgamento sobre a livre criação de ideias, através de abordagens diversificadas, contribuem para o invento de múltiplos cenários, capazes de acolher as mais variadas preferências.
M. Silva Campos

sexta-feira, 13 de maio de 2016

SAMUEL ÚRIA | 15 anos Casa das Artes de Famalicão


SAMUEL ÚRIA –CARGA DE OMBRO
Gigante aperaltado alternativo a aspirar o Pop 
Devia ser cada vez mais fácil decifrá-lo. Mas não é. Samuel Úria é rebuscado, cifrado e, para dificultar a tarefa, está cheio de conteúdo para desvendar….
Musica/ Cantautor
3 e 4 de junho | sexta e sábado | 22h30 | Foyer
M/6, com o máximo de 150 espetadores para cada dia de concerto.Entrada: 1 EURO/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 0,50 cêntimos
Duração: 70 m
Músicos - Samuel Úria e Miguel Ferreira.
Ouvimos neste disco vários momentos aparentemente opostos, e quase de forma alternada de faixa para faixa - o som da força e da perseverança é o grito de ar nos pulmões que impele um amigo a sair do chão; que repreende a estupidez de misturar saber com opinião, e denuncia o ridículo do medo que leva ao silêncio. E depois, o sussurrar de um segredo confessado quando nos diz que quer estar pronto a dizer “não sei”, que quer ser apenas mais um; mais um homem, vulgar e comum. Quando em concerto, lá aparece ele em palco cheio de luz num passar único e genuíno como só ele próprio. Volta e meia dança com aquele ar meio desengonçado, cheio de um ritmo muito dele, parecendo um gigante que se vai desconjuntar mas que aproveita cada momento dessa desestruturação, com prazer e alegria contagiantes. Surge várias vezes a criança que se diverte com o corpo inteiro, que não pretende agradar nem imitar ninguém; e nisso tomamos noção de que, tanto em palco como em disco, ele é que é totalmente inimitável. E não há dúvida que neste disco aparece uma verosímil auto-biografia do Sami: Um ser enorme que já não cabe na própria casa, e quer abreviar-se para ocupar pouco espaço, apequenar-se para ficar à mesma altura de ombro que nós. Mas na verdade só consegue saber crescer com tanto que assimila dos livros de engordar no topo da estante, à qual poucos de nós temos acesso. 
Modesto, generoso e altruísta, é claro que ele acha que o Ego dele tem de diminuir. Mas nós que o vemos, sabemos que não é de Ego que se agigantou Samuel Úria, mas sim de um incomensurável talento que dá gosto testemunhar de disco para disco. 
Márcia

Teatro “Por detrás do sol“, num registo intenerante, não convencional, ocupando os vários espaços do nosso Teatro Municipal | 15 anos Casa das Artes de Famalicão


“Por detrás do sol”
Encenação de Luísa Pinto
Por detrás do sol” surge no âmbito do 15º Aniversário da Casa das Artes de Famalicão
Coprodução - Narrativensaio e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Teatro
3 e 4 de junho | sexta e sábado | 21h30| peça teatro itinerante interna (Estrada Casa das Artes, sala ensaios, café concerto, pequeno e grande auditório)
M/12, com o máximo de 150 espetadores para cada dia de espetáculo.
Entrada: 1 EURO/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 0,50 cêntimos
Duração: 70 m
É um Projeto/performativo com encenação de Luísa Pinto e Dramaturgia de Roberto Merino.
“Por detrás do Sol “joga-se na hibridez entre o teatro e as artes plásticas, transpondo barreiras entre o real e o imaginário. Os intérpretes convocam o público para uma viagem pelas várias salas da Casa das artes experienciando atmosferas distintas em cada espaço.
Esta criação é uma instalação encenada a partir de histórias de várias figuras das artes e da literatura, como Charles Baudelaire, Simone de Beauvoir, Chavela Vargas, Camilo Pessanha Frida Kahlo e Florbela Espanca, que deambulam pelas salas falando sobre temas comuns a todos nós, o amor, o desamor a vida e a obra.
”Por detrás do Sol” é também uma reflexão sobre dependência dos afetos no plano existencial.
Este espetáculo é tocado e cantado ao vivo.  
Ficha artística
Dramaturgia – Roberto Merino e Luísa Pinto
Encenação, Espaço Cénico e Figurinos – Luísa Pinto
Interpretação – Ana Rita Monteiro, Ana Vigário, Carolina Elvira, e Rui David.
Direção Musical- Rui david
Composição e interpretação Musical - Carolina Elvira e Rui David
Desenho de Luz – Bruno Santos
Vídeo – Luís Monteiro
Assistente de Produção – Cláudia Pinto
Coprodução Narrativensaio- Casa das artes de Famalicão

FILME O Livro da Selva - 31 de maio e 1 de junho | 15 anos Casa das Artes Famalicão

FILME O Livro da Selva | The Jungle Book
Dia Mundial da Criança
31 Maio |10h00 14h30 | Terça | Grande Auditório
1 Junho | 10h00 14h30 e 21h30 | Quarta| Grande Auditório
Entrada: 1 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 0.50 cêntimos.
Mogli, um rapaz criado na selva por uma família de lobos descobre que já não é bem-vindo na selva quando Shere Khan, um assustador tigre que carrega cicatrizes feitas pelo Homem, promete eliminar tudo o que lhe pareça uma ameaça.
Convidado a abandonar a única casa que conheceu, Mogli embarca numa viagem de auto-descoberta, guiado por Bagheera, a pantera que se torna no seu mentor, e pelo urso Balu.
Ao longo do caminho, Mogli encontra Kaa, a cobra piton que o hipnotiza com uma voz e olhar sedutores, e o bem falante King Louie, que tenta dissuadir Mogli a desistir do segredo da esquiva e mortal flor-vermelha: o fogo.
Vozes Neel Sethi, Bill Murray, Lupita Nyong'o, Ben Kingsley, Scarlett Johansson, Idris Elba, Giancarlo Esposito, Christopher Walken, Luís Mascarenhas VP, Mário Redondo VP, Daniel Moreira VP, Rita Tristão da Silva VP, Feromonas VP
Realização - Jon Favreau
Produção - Jon Favreau
Argumento - Justin Marks
Duração - 105 minutos
Género - Animação, Aventura
Origem - Estados Unidos da América
Classificação etária - M/6
Distribuidor - NOS Audiovisuais

15 de anos ao serviço da Arte e da Cultura | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão 2001/2016.

A propósito das comemorações dos 15 anos da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, cuja data de aniversário da sua inauguração é 1 de junho, apresentamos três propostas para marcar esta importante etapa. Teremos a exibição do filme O livro da Selva com 5 sessões (terça e quarta). Uma peça de teatro - “Por detrás do sol “com duas récitas, peça teatro itinerante interna (Entrada, sala de ensaios, café concerto, pequeno e grande auditório) + Samuel Úria (Concerto no Foyer), dois concertos, para sexta e sábado. Existe um limite máximo de 150 espetadores por dia, nos dias 3 e 4 de junho.



segunda-feira, 9 de maio de 2016

Cinema na Casa das Artes - MAIO


Cinema na Casa das Artes  - maio
Filme A Força da Verdade |Concussion
18 de maio | quarta-feira| 18h00 e 21h45| Grande Auditório
Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro
Baseado num artigo da revista "GQ", o filme apresenta o Dr. Bennet Omalu (Smith), neuropatologista forense e o primeiro a descobrir a ETC (Encefalopatía traumática crónica), uma doença degenerativa do cérebro, comum em jogadores de futebol americano.
"Concussion" dá a conhecer a batalha que o médico travou contra a National Football League (NFL) para que fosse reconhecida a existência da doença.
Com
Will Smith, Adewale Akinnuoye-Agbaje, Gugu Mbatha-Raw, Alec Baldwin, Matthew Willig, Luke Wilson, Stephen Moyer, Bitsie Tulloch, Paul Reiser, David Morse, Eddie Marsan, Albert Brooks, Richard T. Jones, Hill Harper, Mike O'Malley
Realização - Peter Landesman
Produção - Ridley Scott
Argumento - Peter Landesman
Duração - 123 minutos
Género - Drama
Origem - Estados Unidos da América
Classificação etária - M/12
Distribuidor - Big Picture

Filme O Panda do Kung Fu 3
19 de maio| quinta-feira| 10h00 e 14h30| Grande Auditório
Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro
Po reencontra-se com o seu pai. Juntos viajam para um paraíso secreto onde conhecem novos pandas. Mas quando o demoníaco vilão Kai começa a varrer a China derrotando todos os mestres de kung fu, Po tem de fazer o impossível – treinar uma aldeia cheia camponeses desajeitados e torná-los num invencível grupo de Pandas do Kung Fu.
Com Jack Black, Angelina Jolie, Dustin Hoffman
Realização - Jennifer Yuh
Argumento - Jonathan Aibel, Glenn Berger
Duração - 95 minutos
Género - Animação
Origem - Estados Unidos da América, China
Classificação etária - M/6
Distribuidor - Big Picture

Filme Batman v Super-Homem: O Despertar da Justiça / Batman v Superman: Dawn of Justice
20 de maio | sexta-feira| 18h00 e 22h00 | Grande Auditório
Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro
Com Metropolis arrasada durante a luta contra o General Zod, o Super-Homem transformou-se numa figura controversa. Enquanto para muitos ele continua a ser um emblema de esperança, um número crescente de pessoas consideram-no uma ameaça à humanidade e procuram justiça para o caos que trouxe à Terra.
Para Bruce Wayne, Super-Homem é claramente um perigo para a sociedade. Temendo pelo futuro do mundo com um tal poder fora de controlo, o Cavaleiro das Trevas veste a máscara e a capa e dirige-se a Metropolis para corrigir os erros do Super-Homem.
A rivalidade entre ambos é alimentada pela amargura e pela vingança, e nada pode dissuadi-los de travar esta guerra. No entanto, uma nova ameaça surge. Alguém que possui um poder superior ao de qualquer um deles e se prepara para causar a destruição total.
Com Henry Cavill, Ben Affleck, Amy Adams, Gal Gadot, Jesse Eisenberg, Diane Lane, Jeremy Irons, Holly Hunter, Laurence Fishburne, Callan Mulvey, Tao Okamoto, Ray Fisher, Tj Norris, Jason Momoa, Scoot McNairy
Realização - Zack Snyder
Produção Charles Roven, Deborah Snyder
Argumento - David S. Goyer, Chris Terrio
Duração - 151 minutos
Género - Ação, Aventura, Fantasia, Ficção Científica
Origem - Estados Unidos da América
Classificação etária - M/14

Casa das Artes de Famalicão apresenta - ANTES QUE MATEM OS ELEFANTES, da coreografa de Olga Roriz .



ANTES QUE MATEM OS ELEFANTES da coreografa de Olga Roriz
Dança
28 de maio | sábado | 21h 30| Grande Auditório
Entrada: 10 euros/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 euros
M/12
Duração: 100 m
SINOPSE 
Por onde reabrir caminho, qual o tema, a terra, o objetivo? À procura de nós, dos nossos detritos. Em frente... sempre em frente não olhar para trás. Olhos fechados sem querer pensar, o frio, o medo do frio, a fome. Ali em lugar nenhum, lugar perdido, duro, rasgado. Ali, o lugar da ânsia do desconhecido. Memórias de estômago vazio. A escuridão, o corpo colado a outro corpo e a outro e a outro... O filho de encontro ao peito, cobertor às costas e malas, sacos, bonecos, entre uma outra pequena mão de carne e osso. Pés devastados, pisados de cada poeira. As pedras… O céu espesso, um céu aberto e a cabeça a estalar. Já não se sabe da dor, já se perdeu a ira. A dúvida, a insegurança e a pequenez cansa. Perdido o mínimo poder, perdida a dignidade, cansa. Demolida a última réstia de humanidade, cansa. E porquê eu?   
Olga Roriz Out. 2015 

FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA Direção: Olga Roriz intérpretes: Beatriz Dias, Carla Ribeiro, Marta Lobato Faria, André de Campos, Bruno Alexandre, Bruno Alves e Francisco Rolo Seleção musical: Olga Roriz e João Rapozo Cenografia e figurinos: Olga Roriz e Paulo Reis Desenho de luz: Cristina Piedade Vídeo e pós-produção audio: João Rapozo Assistente de direção e dramaturgia: Paulo Reis Assistente de ensaios: Raquel Tavares Montagem e operação de luz: Rui Simões Montagem e operação de som: Sérgio Milhano Companhia Olga Roriz Diretora e coreógrafa: Olga Roriz Assessor da direção: Paulo Reis Produção e digressões: Ana Rocha Gestão: Patrícia Soares Secretariado e produção: Teresa Brito

RICARDO RIBEIRO + Conferência “O sucesso na internacionalização do fado” , na Casa das Artes de Vila No va de Famalicão - Entrada Gratuita.

Ricardo Ribeiro + Conferência “O sucesso na internacionalização do fado”
No Concerto do fadista Ricardo Ribeiro será apresentado “Hoje é assim, amanhã não sei”, o seu quarto álbum em nome próprio.
21 de maio| Sábado | Auditório Grande 
Entrada: livre à lotação da sala (É necessário levantamento de bilhete)

M/6
Duração: 100 m
Evento Empresariato
Fórum Final
21.00h - Conferência “O sucesso na internacionalização do fado”
Painel:
Ricardo Ribeiro – ““O sucesso da internacionalização do fado pela voz de um fadista”
Joaquim Oliveira – “O Processo de Internacionalização da Música Portuguesa: contexto histórico, desafios atuais e futuro”
Ricardo Fonseca – “Internacionalização do fado e fado património da humanidade”
Vasco Sacramento – “Agenciação e management na internacionalização do fado”

22.00h – Concerto do fadista Ricardo Ribeiro
“Hoje É Assim, Amanhã Não Sei” é o título do novo disco de Ricardo Ribeiro editado pela Warner Music a 1 de abril de 2016 e produzido por Carlos Manuel Proença, o novo registo tem já apresentação ao vivo marcada para o Coliseu de Lisboa a 30 de Abril, uma estreia de Ricardo Ribeiro em nome próprio na mítica sala da capital.
O primeiro avanço deste álbum foi dado com o single “Nos Dias de Hoje” de Tozé Brito, já a rodar nas rádios nacionais.
Descrito em 2008 como “The Rising Star of Fado” pela prestigiada revista britânica Songlines, Ricardo Ribeiro seria aclamado pela crítica e pelos seus pares como uma das maiores vozes do seu tempo dois anos depois com a edição de “Porta do Coração” (o segundo registo do artista que havia editado em 2004 o disco de estreia homónimo). Em Outubro de 2013 edita “Largo da Memória” : “..um disco fundamental. Ficará na História”, escreve Miguel Esteves Cardoso no jornal Público. “A voz de Ricardo não se esquece. Ouvida uma vez, recordada sempre” escreve Alexandra Carita no Expresso. Os elogios repetem-se na imprensa dentro e fora de portas. A mesma Songlines que em 2008 antevia um percurso brilhante para Ricardo Ribeiro nomeia-o na categoria de “Melhor Artista” na edição de 2015 dos seus prémios de música.
Ricardo Ribeiro vem seguindo e somando nestes últimos anos e ao quarto álbum – “Hoje é assim, amanhã não sei” compila fados tradicionais e fado canção: “ Para quem esperava a tradição pura a que Ricardo Ribeiro nos habituou, o disco está cheio de surpresas. Ricardo sabe ser tradicional, mas não abdica de refletir outros sons que marcam a sua vivência. Um dos melhores momentos do disco é Serenata o Adeus, uma versão visceral de Vinicius de Moraes.” Manuel Halpern, in Visão, 24 de março de 2016

quinta-feira, 5 de maio de 2016

DAN RIVERMAN

DAN RIVERMAN
Musica/ cantautor
14 de maio | Sábado| 23h00 | Café Concerto.
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 70 m
Links:
https://danriverman.com
https://facebook.com/danriverman
http://youtube.com/thedanriverman
https://twitter.com/danriverman

Profunda, madura e envolvente, assim se pode caracterizar a sonoridade dos Dan
Riverman…
Banda do Porto, composta por Dan Alves, Rui Materazzi, Mike Peixoto, Bruno Macedo e Jonas Araújo.
A convite da Plural, gravaram varias músicas que tiveram grande destaque em novelas e telefilmes da TVI.
Em Londres iniciaram trabalho de produção com Saul Davies, guitarrista da banda britânica James e orientados por Pedro Rangel dos conceituados Estúdios Rangel, iniciam as gravações do seu álbum de estreia.
Têm o privilégio de receber Davey Ray Moor, membro fundador/compositor da banda Cousteau e elemento fundamental na produção dos temas.
Presentemente, depois do aclamado single de estreia "Fragile Hands", bem como o sucesso nos concertos de apresentação do EP “Hers”, lançam agora o segundo single "Dark Haired Girl”, fiquem atentos!
Ficha Técnica:
Dan: Voz / Guitarra
Rui Materazzi: Baixo
Miguel Peixoto: Bateria
Jonas Araújo: Piano/Teclados
Bruno Macedo: Guitarra

Nos 15 anos da Casa das Artes - Dead Combo e as Cordas da Má Fama!


Dead Combo e as Cordas da Má Fama
Musica rock/acústico.
13 de maio| sexta-feira | 21h30 | | Grande Auditório
Entrada: 15 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 7,5 Euros
M/6
Duração: 80 m
Neste espetáculo, juntam-se aos DEAD COMBO, um naipe de Cordas (Violoncelo, Viola de Arco e Violino), produzindo um espetáculo inteiramente novo, que musicalmente vai desconstruir e despir completamente as músicas dos DEAD COMBO para um formato acústico, onde o Naipe de Cordas assume um papel especial e por vezes surpreendente. Este espetáculo, será assim, uma nova oportunidade para os muitos admiradores dos DEAD COMBO, mergulharem no imaginário único da banda, pois também do ponto de vista cénico, este espetáculo constituirá mais um momento marcante no percurso dos DEAD COMBO.
“Consta que se encontraram em Lisboa, numa escura ruela que transbordava de cheiros e odores que pareciam estar colados às paredes imundas. Eram três, de casacos de abas de grilo cheios de mofo, cabelos que pareciam ter sido passado por uma velha frigideira de bifanas e olheiras que mais pareciam buracos negros.
Disseram que tinham naufragado no Lusitânia, aquele navio de que só se falava sussurando, para não despertar os fantasmas que nele habitavam desde há muito. Segundo eles, o Lusitânia tinha sido engolido por uma vaga gigantesca, causada pelas vibrações acústicas da orquestra de cordas, quando cruzavam o oceano pacífico.
Restaram apenas aquelas três almas penadas: O magro violino do leste, a viola do Sul e o violoncelo do Norte. Fizeram uma barcaça com os seus instrumentos remaram com os seus arcos e acabaram algures na América do Sul, de onde viajaram, tocando para ganhar uns trocos, até aqui chegar.
Gato Pingado e o Gangster olharam para eles e disseram: “Almas penadas com cordas de má fama….
Juntem as vossas cordas às nossas!”
E seguiram rua adentro até desaparecerem os cinco no meio do fumo da velha fábrica de chapéus…”
Ficha Técnica/Artística
DEAD COMBO
Tó Trips – Guitarras
Pedro Gonçalves – Guitarras e Contrabaixo
CORDAS DA MÁ FAMA
Carlos Tony Gomes – Violoncelo
Bruno Silva – Viola de Arco
Denys Stetsenko – Violino

4º Concerto Promenade da Casa das Artes | Música do Seculo XX para Orquestra de Sopros – EPABI


Musica para famílias 2016Ciclo de Concertos Promenade da Casa das Artes de Vila nova de Famalicão
4º Concerto – Música do Seculo XX para Orquestra de Sopros – EPABI- Escola Profissional de Arte da Beira Interior (Covilhã)8 de maio | domingo | 11h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Crianças, Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/4
Duração: 60 m
A CASA DAS ARTES organiza em coprodução com a APROARTE- Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2016. Adotando o formato dos Concertos Promenade, mensalmente, de Fevereiro a Junho, aos domingos de manhã, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.
Próximos concertos
5 Junho -
O Aprendiz de Feiticeiro – ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave (Famalicão e Santo Tirso).
Ficha Técnica
Organização 
Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
APROARTE - Associação Nacional do Ensino Profissional de Música e Artes
Coordenação Artística  Álvaro Santos, Diretor da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
José Alexandre Reis, Presidente da APROARTE
Jorge Castro Ribeiro
Apresentação  
Jorge Castro Ribeiro
Produção, Som e Luz 
Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão 
Audiovisuais  
Artave (Escola Profissional de Música do Vale do Ave) 
Oficina (Escola Profissional do INA)
Secretariado 
Luísa Queirós

Coro dos Maus Alunos de Tiago Rodrigues. Coprodução da ACE – Famalicão e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


Coro dos Maus Alunos de Tiago Rodrigues
Com encenação de Jorge Pinto e Interpretação – Alunos do 1º Ano de Interpretação do Curso Profissional de Artes do Espetáculo da ACE Escola de Artes Famalicão
Coprodução da ACE – Famalicão e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Teatro
6 e 7 maio| Sexta e Sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 60 m
Percorre-se a onda de choque que se segue ao momento trágico vivido por uma turma de alunos do ensino secundário, resultado da atuação do “sistema” sobre um velho professor de filosofia, cuja forma de ensinar, controversa, mas lúcida; confusa, mas promotora do espírito crítico, esse sistema não pode tolerar. O julgamento é uma fraude, e agora os alunos estão aqui para contar tudo como realmente aconteceu. Ouçamo-los….

Ficha técnica
Encenação – Jorge Pinto
Cenografia – Jorge Pinto
Figurinos e Caracterização – Ana Isabel Nogueira
Luz – Nuno Tomás
Som/Banda Sonora – Ricardo Pinto
Assistência de Encenação – Beatriz Magano
Fotografia de Cena – Daniel Rodrigues
Fotografia Cartaz – Ricardo Pinto
Direção de Produção - Glória Cheio
Produção - Pedro Barbosa
Interpretação – Alunos do 1º Ano de Interpretação do Curso Profissional de Artes do Espetáculo da ACE Escola de Artes Famalicão

Chris Eckman dos Walkabouts . Agora na Casa das Artes de Famalicão

CHRIS ECKMAN HARNEY COUNTY
Chris Eckman já percorreu um longo caminho desde o seu início com os Walkabouts, em Seattle, há mais de 25 anos.
6 de maio | sexta | 23h00 | Café Concerto
Entrada: 6 euros/ Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 70 m
http://www.chriseckman.net

Tornou-se num sábio musical produzindo sons atmosféricos e palestras sobre a natureza da música em várias comunidades.
É gratificante ter um novo trabalho a solo que celebra a paisagem do clássico americano.
Os sons atmosféricos foram sempre o forte de Eckman com grandes temporadas vividas na Europa central, África e USA, absorvendo os mistérios e histórias de sobreviventes do século 20.
Harney County é em Oregon, na fronteira com Nevada.
Segundo a Wikipedia, havia 7.609 pessoas em 10.226 quilômetros quadrados, uma densidade
populacional de uma pessoa por quilômetro quadrado em 2000.
Um lugar bastante vazio. Eckman descreve um fascínio com o lugar depois de ler o livro de William Kettridge.
Este álbum é a sua tentativa de pintar um retrato sonoro do lugar, ele originalmente imaginou este disco a soar como "Nebraska" se tivesse sido um álbum de dub. Não é bem isso, mas as músicas impressionistas que evocam sobretudo paisagens desertas.
Eckman produziu o álbum acompanhado por contrabaixista Ziga Galeb.
O som das guitarras de Eckman e o contrabaixo de Galeb dominam o álbum, enquanto a sua voz meio rouca, por vezes cantada, por vezes meio falada, narra e cativa como um contador de histórias que nos hipnotiza.
As histórias retratam uma luta entre o homem e a natureza.
A estrada acena em todo o álbum particularmente na longa narrativa de Rock Springs.
A crítica considera " Harney County" como " Um álbum tremendo", recebendo as melhores criticas vindas de todo o mundo.
Chris Eckman - Voz e Guitarra
Ziga Galeb - Contrabaixo 

terça-feira, 12 de abril de 2016

Exposição de fotografia Nuno Caetano


Exposição de fotografia Nuno Caetano
Titulo - " Rasgos de Silêncio"
Casa das Artes, Foyer de 7 (inauguração – sábado 17h00) a 31 Maio 

Rasgo o silêncio no peito das minhas memórias. Grito no vento vida e estórias.
São rasgos rasgados, trilhados, guardados nas noites dos dias em que o silêncio me escuta.
Sou mar no rasgo de cada silêncio.
Sou voz de silêncio a cada rasgo no peito.
São mares e marés que me guardam de tantos revés onde grito silêncio sem voz.
Rasgo o silêncio que me enlouquece a cada momento em que o horizonte desvanece.
São silêncios rasgados.
São memórias guardadas. São mares navegados.
São Rasgos de Silêncio. Abro as mãos, abraço o momento, escuto o vento.
São todos silêncio.
São todos silêncios rasgados em mim.
São rasgos de silêncio que abraçam o pensamento.
Momentos de azul guardados no vento.
São silêncios que me devoram, guardam e demoram.
São Rasgos de Silêncio.
Arde em mim o desejo de um silêncio sem fim.
Rasgado na pele, um silêncio em mim.
“Rasgos de Silêncio” são momentos que moram no peito das minhas memórias.
“Rasgos de Silêncio” são horizontes do meu olhar, pintados de fogo intenso, guardados em azul-mar.
“Rasgos de Silêncio” são a pele do que sinto, o arrepiar do momento em que abraçado pelo vento me dispo de mim e me encontro num momento sem fim.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

FANDANGO na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

FANDANGO.
Um projeto musical criado por Gabriel Gomes e Luis Varatojo
Musica| eletrónica | Popular
30 de abril | Sábado| 23h00 | Café concerto
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 70 m
FANDANGO nasce de uma mistura entre música eletrónica e instrumentos acústicos (acordeão e guitarra portuguesa) - o resultado da colaboração entre Gabriel Gomes e Luis Varatojo, dois músicos com larga experiência, fundadores de bandas como a Sétima Legião e Madredeus (Gabriel) ou Peste & Sida e A Naifa (Luis). As músicas do FANDANGO são uma mistura exótica de melodias portuguesas com beats de eletrónica, que tanto podem fazer a banda sonora perfeita para um pôr-do-sol na costa atlântica, como a animação para uma noite na pista de dança. A diversidade de ritmos e outros elementos sonoros utilizados, capturam a essência da música portuguesa, numa colorida harmonia entre linhas de sintetizadores e batidas de caixas de ritmos, que nos transportam numa viagem musical pela paisagem e cultura do país. Citando a crítica no jornal Público: “FANDANGO é um guia turístico para dançar