sábado, 2 de junho de 2018

Livro de Horas- Manuel Tur | Teatro - Casa das Artes de Famalicão


Livro de Horas

uma peça para um actor e um conjunto de vozes gravadas

Coprodução – A Turma, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e Teatro Municipal do Porto.

16 de junho | Sábado | 21h30 | Grande auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros

M/12

Duração: 60 min (sem intervalo)



Direcção - Manuel Tur

Texto – Rui Manuel Amaral

Vozes Gravadas - Mário Santos, Raquel Rosmaninho, Rodrigo Santos e Teresa Arcanjo

Cenografia – Ana Gormicho

Ilustrações - Inês Gomes Ferreira 

Figurinos – Anita Gonçalves

Desenho de Luz – Cárin Geada

Desenho de Som – Joel Azevedo

Assistência de Projecto - Joana Mesquita

Registo Gráfico - Joel Faria



SINOPSE

“Todo o mundo é um palco”, diz Jacques em “Como vos Aprouver”, reproduzindo a mais universal das ideias, a de que a vida é uma sucessão interminável de palcos: camas, quartos, salas, corredores, casas, ruas, bairros, cafés, escritórios, jardins, hospitais, lugares desconhecidos e outros que nos são familiares. O que revelamos e o que ocultamos quando subimos ou descemos o pano; que truques, gestos e artifícios usamos nas longas e também nas breves cenas da vida social? E mais importante ainda: que personagens e papéis representamos para

nós mesmos, no interior da nossa cabeça? O que revelamos e o que ocultamos na solidão dos nossos palcos interiores? O que acontece nos bastidores, debaixo da pele? E o que resta no fim?

Talvez a resposta seja o vazio mais profundo, a mais profunda solidão. Talvez as ficções que criamos para nós e para os outros sejam o que existe de mais real. Talvez o nosso show solitário seja a única realidade possível.

Casa das Artes e Envolvente | Junho 2018


Casa das Artes e Envolvente

 A) Pedro e o Lobo

Musical com Marionetas

– 6 de Junho no Jardim Infantário Centro Social Calendário – Calendário às 10h30;

 Entrada:  livre á lotação da Sala

M/4

Duração: 50 min

Pedro era um brincalhão, só fazia asneiras. Não respeitava nada nem ninguém, chegando a enganar o seu melhor amigo, o bode velho. Um dia, enquanto guardava as ovelhas na serra, pôsse a gritar: – Lobo! Lobo! Lobo! – A aldeia em peso foi em seu socorro. Mas, não viram qualquer animal. Pedro fica a rir-se por tê-los enganado. Na semana seguinte, repetiu-se a cena e, como uma vez mais, não havia lobo nenhum, os aldeãos foram-se embora chateados com a brincadeira de Pedro. Passados tempos, aparece na serra um lobo. Este lobo, bem-falante, seduz o rebanho, explicando que é um lobo solitário, em vias de extinção e de como as alterações na natureza o empurraram para longe do seu habitat natural. Pedro, não encontrando o rebanho, grita aflito por socorro, ao qual ninguém acode.



Texto e Encenação | Luiz Oliveira

Interpretação | Luiz Oliveira; Rita Calatré; Vítor Fernandes

Música Original e Pianista | Rui Souza

Bonifrates e Figurinos | Susana Morais

Coreografia | Daniela Ferreira

Cenografia | Xico Alves

Grafismo | Fedra Santos

Desenho de Luz | FM e Fernando Oliveira



B) “Eu é que conto”

 – 19 de Junho na Casa de Esmeriz – União de Freguesias de Esmeriz e Cabeçudos às 10h30 e 14h30.

Entrada:  livre á lotação da Sala

M/6

Duração: 30 min



Uma senhora que colecciona livros sabe-se lá onde, vem para contar uma história. Mas como é muito distraída chega atrasada, acaba por tropeçar em tudo e sem querer entra numa outra dimensão, a da imaginação. Confusa e com outros personagens a invadi-la constrói uma história diferente, divertida e cheia de criatividade. Baseando-se nos contos dos irmãos Grimm e histórias tradicionais portuguesas esta senhora dá-nos um momento de teatro surpreendente.



FICHA ARTÍSTICA

Criação e interpretação Neusa Fangueiro

Apoio à criação e música Rui Alves Leitão

Figurino Cláudia Ribeiro

Costureira Carmo Alves

Cartaz Nuno Lopes

Produção Fértil

A ILUSÃO CÓMICA de Pierre Corneille | Teatro - Casa das Artes de Famalicão

A ILUSÃO CÓMICA de Pierre Corneille

Encenação de João Paulo Costa. Coprodução da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão / ACE Escola de Artes – Famalicão. Alunos do 2º ano do Curso Profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação da Academia Contemporânea do Espetáculo – Famalicão

Teatro

8 e 9 junho | sexta e sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros

M/12

Duração: 90 min



Pierre Corneille, dramaturgo do séc. XVII, é, a par com Molière e Racine, uma das mais importantes figuras do teatro clássico francês.

Autor de inúmeras tragédias e comédias, Corneille parece, com “A Ilusão Cómica”, querer mostrar (aos espectadores e aos seus pares) um exercício de virtuosidade, utilizando formalmente uma “quase” enciclopédia histórica do teatro, até ao momento em que a escreveu.

Explora uma técnica muito comum à altura: o “teatro dentro do teatro” e o desenrolar do argumento proporciona um verdadeiro quebra-cabeças, que o espectador só descobre no final.

Aproveita, também, para subverter as regras do teatro aristotélico (unidade de tempo espaço e ação) recorrendo ao estratagema da Caverna de Alcandro, artifício com que traz de volta à ordem as referidas regras.

Seria, certamente, uma indelicadeza desvendar o enredo da peça, que vive precisamente da surpresa e de um suspense à Hitchcock.

Ficha técnica

Tradução: Nuno Júdice

Encenação: João Paulo Costa

Figurinos: Paula Cabral

Desenho de Luz: Mário Bessa

Sonoplastia: Rui Vieira

Cenografia (design e montagem): Alunos de Mestrado da ESAD*- Escola Superior de Artes e Design

Acompanhamento e Coordenação de Cenografia: Ana Gormicho

Assistente de Encenação: Luís Barreto



Registo Fotográfico – Daniel Rodrigues



Direção de Produção: Glória Cheio

Produção: Pedro Barbosa



Interpretação:

Adriana Frasco, Ana Pinheiro, Ana Ramos, Ana Barbosa, Ana Costa, Ana Mendes, Ana Martins, Beatriz Sousa, Cristiana Sousa, Catarina Pais, Débora Lopes, Diana Gonçalves, Eliana Oliveira, Francisca Fernandes, Francisca Ferraz, José Oliveira, Mafalda Costa, Mariana Martins, Nuno Brandão, Pedro Costa e Vânia Timóteo.

Alunos do 2º ano do Curso Profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação da Academia Contemporânea do Espetáculo – Famalicão

3º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO Danças orquestrais: do barroco ao século XX ORQUESTRA SINFÓNICA ESPROARTE

MUSICA PARA FAMÍLIAS 2018

3º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO

Danças orquestrais: do barroco ao século XX

ORQUESTRA SINFÓNICA ESPROARTE

sob a direcção do maestro Gustavo Delgado e apresentação de Jorge Castro Ribeiro

3 de junho| domingo| 11h30 | Grande Auditório 

Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/4 -Duração: 70 min



Não obstante o facto de serem artes autónomas, a música e a dança firmaram uma intrínseca relação que está perpetuada desde os primórdios da humanidade, estabelecendo, desde então, uma relação dialética entre o homem, a cultura e a sociedade. Ao longo da história, a música e a dança foram compreendidas enquanto dádivas divinas atribuídas aos mais virtuosos, parte integrante das festividades das cortes medievais e renascentistas, presença obrigatória na convivência cerimoniosa da nobreza e símbolos identitários de cariz popular e nacionalista a partir dos finais do século XIX. O magnificente programa executado pela Orquestra Sinfónica Esproarte revisita incontornáveis danças orquestrais que assinalaram o reportório da história da música ocidental desde o barroco ao princípio do século XX: a Suite Orquestral N.3, BWV 1068, de J. S. Bach (1685 – 1750), que evoca os padrões rítmicos das sumptuosas danças sociais setecentistas, a Dança das Fúrias, que nos transporta para o desfecho trágico do herói derrotado da ópera Orfeo ed Eurídice, de C. W. Gluck (1714 – 1787) e o cariz tradicional e nacionalista da música afirmado nas Danças Sinfónicas, op.64, do mais célebre compositor norueguês, E. Grieg (1843 – 1907), bem como na célebre e sublime Valsa Triste, op. 44, de J. Sibelius (1865 – 1957).

CASA DAS ARTES organiza em coprodução com a APROARTE - Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2018.

The Black Mamba - concerto do 17º aniversário da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


Comemoração do 17º aniversario da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão



A)     1 de Junho (GA - 21h30) - Filme Vingadores: Guerra do Infinito

Entrada: 2 euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 Euros

Classificação: M/12

Título original: Avengers: Infinity War (EUA, 2018, Cores, 156 min.)

Realização: Anthony Russo, Joe Russo

Interpretação: Robert Downey Jr., Josh Brolin, Scarlett Johansson, Zoe Saldana, Chris Evans



O planeta Terra enfrenta mais um inimigo: Thanos, um tirano intergaláctico que ali chega com o objetivo de reunir as seis Joias do Infinito, artefactos de poder inimaginável capazes de lhe dar o controlo sobre a realidade. Para o enfrentar, os Vingadores têm de fazer uma aliança improvável com Star-Lord, Rocket Raccoon, Groot, Gamora e Drax, os excêntricos membros dos Guardiões da Galáxia. Conter tanta divergência de feitios, poderes e personalidades não será fácil, mas será fundamental para conter os terríveis poderes do adversário.Realizado pelos irmãos Joe e Anthony Russo (a dupla responsável por "Capitão América: O Soldado do Inverno" e "Vingadores: Guerra Civil"), este é o terceiro episódio da saga os "Vingadores".



B)     2 de Junho (PA / 15h00 – 17h30)- Filme Asas Pelos Ares (versão portuguesa)

Entrada: 2 euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 Euros

Classificação: M/6

Título original: Duck Duck Goose (EUA/China, 2018, 91 min.)

Realização: Christopher Jenkins

Interpretação: Jim Gaffigan (Voz), Zendaya (Voz), Lance Lim (Voz), Greg Proops (Voz)



Penca é um ganso solteirão que não se prepara para a próxima viagem de migração. Numa das muitas acrobacias aéreas com que ocupa o seu tempo, algo corre mal e acaba por partir uma asa. Incapaz de voar e rejeitado pela família, encontra os irmãos Ping e Pong, dois patinhos que se perderam da família e que adoptam Penca como sua mãe. Perdidos, inseguros e ameaçados pelo gato Banzou, os patinhos depressa se afeiçoam a Penca, em busca de protecção, para grande aborrecimento deste. Mas quando percebe que eles lhe podem ser muito úteis, concorda acompanhá-los na procura da sua família.




C)      The Black Mamba

" Os The Black Mamba que se apresentam em Famalicão no seu formato mais completo, em octecto"

2 de junho | sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 10 euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros

M/6

Duração: 80 min



Maio de 2010 fica marcado na história pela junção de Pedro Tatanka, Ciro Cruz e Miguel Casais enquanto grupo. "The Black Mamba", nome que baptiza o trio e o disco da estreia, foi a inspiração encontrada para em conjunto provarem do seu próprio veneno. A química e a experiência destes grandes músicos, permitiu-lhes percorrer o universo do blues, soul e funk, numa adaptação ao seu habitat natural.

O público português foi consensual e imediato no reconhecimento e apoio a este trabalho: 1ºlugar de vendas do iTunes, a primeira edição do disco esgotado nas lojas, o airplay nas rádios, a presença de norte a sul em várias salas e festivais de destaque, são indicadores que em Portugal, representam por si só uma vitória. Em pouco mais de um ano, naquela que marca a tour de estreia, carimbam passagem por Londres, Filadélfia, Luanda, Madrid, Sevilha, encerrando 2013 no Brasil com chave de ouro. Que o diga o público do Rock In Rio 13 (Rio de Janeiro) e do Bourbon Street Music Club (São Paulo) que em sintonia com os media, receberam o projecto de braços abertos. 2014 arranca com a produção do segundo disco de originais, "Dirty Little Brother" editado a 22 de Setembro. Produzido entre Lisboa e Nova Iorque, este trabalho reúne 11 temas em que colaboram nomes como: Aurea, António Zambujo, Silk (Cais Sodré Funk Connection) e Orlanda Guilande. “Wonder Why”, single de apresentação com a participação de Aurea, rodou nas principais rádios nacionais e contou com uma óptima receptividade por parte do público e da crítica.

Em Janeiro de 2017, The Black Mamba estrearam-se no Coliseu do Porto, com casa cheia. Neste concerto contaram com convidados especiais: António Zambujo, Diana Martinez, Diogo Brito e Faro, Miguel Araújo e Rui Veloso, que ajudaram a tornar a noite ainda mais memorável.

Em Fevereiro de 2018 irão repetir a dose, desta vez no Coliseu dos Recreios, mais uma vez com convidados especiais: Miguel Araújo, Aurea, Marisa Liz e Tiago Pais Dias (Amor Electro), Silk e Skyler Jett.

2017 marca também a estreia da banda no Reino Unido, com um concerto no Under The Bridge, em Junho. Skyler Jett foi um dos convidados especiais deste espectáculo.

Foi também o ano do regresso da banda ao festival NOS Alive, no mesmo dia em que subiram ao palco, entre outros, os Depeche Mode.

The Black Mamba encontram-se a trabalhar no sucessor de “Dirty Little Brother”, sendo “Stronger” a primeira amostra daquele que será o terceiro álbum de originais da banda

terça-feira, 8 de maio de 2018

2CN-CLab Working Days 2018 - Carta Cultural Ibero-americana | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

2CN-CLab | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão - Quarta, 9 de Maio, 10h00 às 18h00.
Os 2CN-CLab Working Days são encontros de trabalho em torno de alguns documentos, nacionais e internacionais, considerados como basilares para os profissionais do setor cultural do século XXI. O documento que direcionará os trabalhos em Vila Nova de Famalicão no próximo dia 9 de maio será a Carta Cultural Ibero-americana (CCI).
OBJETIVOS ESPECÍFICOS DO 2CN-CLab WORKING DAY CCI
Convocar os profissionais do setor cultural para participarem ativamente no processo de análise, reflexão e diálogo sobre a Carta Cultural Ibero-americana
• Aferir fatores críticos de sucesso para a implementação de projetos culturais em rede nos contextos local, nacional e transnacional
• Promover o diálogo e a cooperação entre os profissionais do setor cultural
PROGRAMA DO 2CN-CLab WORKING DAY CCI
10h00-10h20 || Apresentação do projeto de investigação e do 2CN-CLab
10h20-10h40 || Aproximação ao conceito de “Rede Cultural”
10h40-12h40 || Análise e Discussão da Carta Cultural Ibero-americana
13h00-14h30 || Almoço de Trabalho
14h30-17h00 || Trabalho prático em pequeno grupo
17h00-18h00 || Apresentação e Discussão em grande grupo dos trabalhos práticos

CO-PROMOTORES DO 2CN-CLab
Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, Universidade do Minho (Portugal)
Faculdade de Ciências da Comunicação, Universidade de Santiago de Compostela (Espanha)
Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo (Brasil)



quarta-feira, 2 de maio de 2018

PELA ESTRADA COM ELIS na Casa das Artes de Famalicão


PELA ESTRADA COM ELIS

Elis Regina, marcou uma geração, com ela nasceu a eclética MPB (Música Popular Brasileira).

Musica/ MPB (Música Popular Brasileira).

26 de maio | sábado| 23h30| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 70 min

Alex Liberalli : Voz, Rodrigo Peixoto : Guitarra, Rogério Pitomba : Bateria , Fausto Lessa : Baixo, João Ventura : Piano
PELA ESTRADA COM ELIS é um projeto que teve início em 2017 com o intuito de homenagear aquela que é considerada a maior cantora do Brasil de todos os tempos.

Elis Regina, marcou uma geração, com ela nasceu a eclética MPB (Música Popular Brasileira).

O concerto é recheado de temas que marcaram a carreira da cantora por tudo mundo.



“O Deus da Carnificina", com Diogo Infante, Jorge Mourato, Patricia Tavares e Rita Salema | Casa das Artes de Famalicão

“O Deus da Carnificina”

Texto de Yasmina Reza (Le Dieu du Carnage) e encenação de Diogo Infante
Com: Diogo Infante, Jorge Mourato, Patricia Tavares e Rita Salema
25 e 26 de maio |sexta e sábado | 21h30| Grande Auditório
Entrada: 14 euros.  Cartão Quadrilátero Cultural: 7 Euros
M/12
Duração: 90 min
Sinopse
Dois casais, adultos e aparentemente civilizados, encontram-se para resolver um incidente protagonizado pelos seus filhos menores. O que é verdadeiramente sedutor neste confronto é a progressão paradoxal do encontro dos casais. Há uma certa sofisticação na forma como o encontro decorre na tentativa de apurar responsabilidades na luta física que ocorreu entre os respetivos filhos, dois jovens de 11 anos.
O que acontece na realidade é a queda progressiva das máscaras a que nos obrigamos no ato social e um estalar do verniz, que deixa a nu a natureza violenta dos relacionamentos humanos. As conversas entre os quatro são constantemente interrompidas pelo telemóvel de Alberto, advogado de uma multinacional farmacêutica, acusada de vender medicamentos para cardíacos que produz efeitos colaterais. A sua mulher Bernardete, é uma mulher com ambições socias e com uma curta tolerância ao álcool. Verónica, é uma dona de casa, vagamente interessada em arte africana e o seu marido Miguel é um vendedor de eletrodomésticos. Nada é claro ou linear. Ninguém é normal. As primeiras impressões vão-se contradizendo, negando-se, alterando-se em contacto com as outras. Pouco a pouco vamos sendo levados para o núcleo da nossa natureza primordial, selvagem e violenta. Todos são capazes de pensamentos politicamente corretos, mas também se mostram capazes de usar golpes baixos e letais, quando se trata de defender o interesse próprio ou dos filhos.

O tema da peça é, necessariamente, a Hipocrisia, ou se preferirmos, a dupla moral e de como perspetivas éticas se mostram flexíveis para defenderem certos interesses. O que é curioso é que toda esta dimensão ética e politica é colocada neste texto em termos profundamente cómicos. Deus da Carnificina é por isso uma comédia, mesmo que o riso tenha como fronteira a dor que sempre sentimos, quando constatamos a nossa fragilidade humana.
Ficha Artística
Autoria: Yasmina Reza
Tradução, Versão e Encenação: Diogo Infante
Com: Diogo Infante, Jorge Mourato, Patricia Tavares e Rita Salema
Cenografia e adereços: Catarina Amaro
Desenho de Luz: Tânia Neto
Espaço Sonoro: Rui Rebelo
Assistência de encenação: Isabel Rosa
Direcção de Produção: Ana Rangel e Miguel Dias
Coprodução: Teatro da Trindade INATEL e Plano 6
ema

25 e 26 de maio |sexta e sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 14 euros.  Cartão Quadrilátero Cultural: 7 Euros

M/12

Duração: 90 min

Sinopse

Dois casais, adultos e aparentemente civilizados, encontram-se para resolver um incidente protagonizado pelos seus filhos menores. O que é verdadeiramente sedutor neste confronto é a progressão paradoxal do encontro dos casais. Há uma certa sofisticação na forma como o encontro decorre na tentativa de apurar responsabilidades na luta física que ocorreu entre os respetivos filhos, dois jovens de 11 anos.

O que acontece na realidade é a queda progressiva das máscaras a que nos obrigamos no ato social e um estalar do verniz, que deixa a nu a natureza violenta dos relacionamentos humanos. As conversas entre os quatro são constantemente interrompidas pelo telemóvel de Alberto, advogado de uma multinacional farmacêutica, acusada de vender medicamentos para cardíacos que produz efeitos colaterais. A sua mulher Bernardete, é uma mulher com ambições socias e com uma curta tolerância ao álcool. Verónica, é uma dona de casa, vagamente interessada em arte africana e o seu marido Miguel é um vendedor de eletrodomésticos. Nada é claro ou linear. Ninguém é normal. As primeiras impressões vão-se contradizendo, negando-se, alterando-se em contacto com as outras. Pouco a pouco vamos sendo levados para o núcleo da nossa natureza primordial, selvagem e violenta. Todos são capazes de pensamentos politicamente corretos, mas também se mostram capazes de usar golpes baixos e letais, quando se trata de defender o interesse próprio ou dos filhos.



O tema da peça é, necessariamente, a Hipocrisia, ou se preferirmos, a dupla moral e de como perspetivas éticas se mostram flexíveis para defenderem certos interesses. O que é curioso é que toda esta dimensão ética e politica é colocada neste texto em termos profundamente cómicos. Deus da Carnificina é por isso uma comédia, mesmo que o riso tenha como fronteira a dor que sempre sentimos, quando constatamos a nossa fragilidade humana.

Ficha Artística

Autoria: Yasmina Reza

Tradução, Versão e Encenação: Diogo Infante

Com: Diogo Infante, Jorge Mourato, Patricia Tavares e Rita Salema

Cenografia e adereços: Catarina Amaro

Desenho de Luz: Tânia Neto

Espaço Sonoro: Rui Rebelo

Assistência de encenação: Isabel Rosa

Direcção de Produção: Ana Rangel e Miguel Dias

Coprodução: Teatro da Trindade INATEL e Plano 6

Best Youth | Apresentação do no disco na Casa das Artes de Famalicão


Best Youth

Os Best Youth já deram a conhecer o tema Midnight Rain, single do tão esperado novo disco, previsto para Primavera de 2018, que se estreará na Casa das Artes de Famalicão a 18 de maio em formato quarteto.

18 de maio| sexta-feira| 21h30 | Grande Auditório 

Entrada: 10 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros

M/3

Duração: 70 min
Best Youth são Ed Rocha Gonçalves e Catarina Salinas, um duo do Porto onde o indie rock e o dream pop se cruzam num encontro perfeito. Deram-se a conhecer com o Ep Winterlies e marcaram desde logo presença nos principais festivais de verão, merecendo o destaque da imprensa nacional e internacional.

Em 2015 lançaram o primeiro longa duração, Highway Moon, que lhes valeu uma vez a presença nos grandes palcos de norte a sul do país, com algumas datas e destaques além fronteiras. Canções tão viciantes como Red Diamond, Mirrorball, Black Eyes, que atingiram o top do airplay das principais rádios nacionais, fizeram parte daquele que integrou as várias listas dos melhores albuns nacionais. A reedição do disco em 2017, trouxe dois novos temas, Renaissance e Sunbird, que confirmaram a simbiose perfeita do duo, conquistando mais uma vez o airplay nacional.

Nocturno de Joana Gama e Victor Hugo Pontes | Casa das Artes de Famalicão


Nocturno

Joana Gama e Victor Hugo Pontes

O universo infantil é ocupado pela ideia da noite como sinónimo do desconhecido, por um lado, e como possibilidade infinita, por outro. Terrores nocturnos, monstros de-baixo da cama, chuva forte que não deixa dormir, mas também sonhos alegres, histórias para adormecer, canções de embalar, mimos de boa noite, a luz da lua…

MÚSICA/ DANÇA

12 de maio| Sábado | 11h00 e 17h00 | Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/6 – Publico alvo (6 aos 10 anos)

Duração: 70 min

Na imaginação das crianças, a noite é talvez o primeiro dos grandes mistérios. As sombras, o escuro, o silêncio, os barulhos da rua e os movimentos na casa propiciam pensamentos fantasiosos, muitos medos, algum fascínio



Nocturno tem música original de João Godinho, na qual o piano é usado não apenas como instrumento melódico, mas também como veículo de sons ora encantatórios, ora aterradores. O nocturno enquanto género musical - pequena peça para piano, emblemática do período romântico e de carácter melancólico - serve naturalmente de inspiração. É assim estabelecida a ponte entre o mundo das artes e o mundo das crianças, dois universos em que a noite nunca deixou de ser simbólica, porque nunca deixou de representar a fronteira em o que vemos e o que não vemos, entre o que imaginamos, o que sonhamos e o que tememos.

Nocturno inspirar-se-á em muitas noites possíveis – na aldeia e na cidade, ao relento e em abrigos improváveis, de baixo dos cobertores no Círculo Polar Árctico, dentro de água nas Caraíbas, na camarata de uma casa grande, no beliche de um pequeno apartamento. Diferentes sons e experiências, com ou sem estrelas, mas sempre sob o mesmo céu escuro.





Ficha Artística

Co-criação Joana Gama e Victor Hugo Pontes . Direcção e Cenografia Victor Hugo Pontes . Interpretação Joana Gama, Paulo Mota e Victor Hugo Pontes . Composição Musical João Godinho . Desenho de Luz e Direcção Técnica Wilma Moutinho . Sonoplastia Suse Ribeiro e João Godinho . Desenho de Som Suse Ribeiro . Maquinaria de cena Filipe Silva. Adereços (aranhas) Emanuel Santos . Direcção de Produção Joana Ventura . Apoio à Residência Centro Cultural Vila Flor . Co-produção Nome Próprio, São Luiz Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto Campo Alegre.Rivoli e CCB / Fábrica das Artes.

Projecto financiado pelo Governo de Portugal - Ministério da Cultura/Direcção-Geral das Artes.

UM [unimal] / Casa das Artes de Famalicão


UM [unimal]

de Cristina Planas Leitão / Bactéria Associação Cultural

DANÇA/ PERFORMANCE

11 de maio | Sexta| 21h30| pequeno Auditório

Entrada: 5 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros

M/14

Duração: 60 min

Workshop de dança com os coreógrafos Cristina Planas

Sala de Ensaios| 11 de abril | sexta | 10h30 às 12h30.

Inscrição: M/14 (com alguma experiencia em Dança): 5 euros / Aos participantes do workshop tem acesso gratuito ao espetáculo UM [unimal] desse dia.



Sinopse: UM [unimal] é um solo que invoca a ideia de como um só corpo pode representar um coletivo e história comuns, através de uma macro-pesquisa sobre o lugar da dança, especificamente das danças de resistência, dos movimentos políticos e sociais e do seu impacto na nossa sobrevivência e manifestação dos corpos de hoje. O tema motor - SOBREVIVÊNCIA desdobra-se em dois subtemas: a SUBSISTÊNCIA após um desaparecimento, que mantém ligação ao trabalho anterior FM [featuring mortuum], e a PERMANÊNCIA de costumes de épocas passadas, através da pesquisa de movimentos de resistência que surgem como esforço estruturado e coletivo contra uma autoridade instituída. UM [unimal] pretende investigar uma fisicalidade contínua, ​no virtuosismo do seu limite, através de um corpo que luta pela permanência em palco e cuja perseverança e exaustão contaminam e atraem, tal como o gladiador na arena, o maratonista em competição ou um solitário alpinista na sua escalada. A fisicalidade explorada é a MARCHA. Marchar, como um desdobramento do caminhar, representado o movimento dos dias de hoje e carregando na sua definição a repetição de um corpo organizado, que avança de uma forma regular e deliberada.
 Historicamente, a marcha surge tanto em contextos de opressão como de libertação, onde há a necessidade de mudar e avançar juntamente com outros. Origina-se assim a pergunta: como é que uma marcha se transforma num movimento? Nesta peça, trabalha-se o binómio danças de resistência/ resistência na dança. Através de comandos e instruções ao vivo, transmitidas à interprete durante toda a peça, por sistema in ear, questionam-se conceitos como autoria, autoridade, liberdade e liderança.





ficha técnica e artística

Direção Artística & coreografia Cristina Planas Leitão

Interpretação Daniela Cruz

Desenho de Luz e Direção Técnica Cárin Geada

Sonoplastia Flávio Rodrigues

Desenho do Espaço Sonoro Pedro Lima

Apoio Dramatúrgico Catarina Miranda, Victor Hugo Pontes

Figurino Micaela Larisch, Cristina Planas Leitão

Consultores danças sociais e urbanas Anaísa Lopes, Vítor Fontes

Consultores de Marcha Rui Collaço, Luís Jorge

Convidadas Conversa Resistência no feminino Sónia Baptista, Joana Machado, Ana Cristina Vicente, Maíra Zenun

Aconselhamento e Apoio na comunicação Joana Ferreira

Produção Executiva Célia Machado, Cristina Planas Leitão

Difusão Teresa Camarinha

Desenho Gráfico Eduardo Ferreira

Registo Fotográfico Susana Neves

Registo de vídeo Sofia Arriscado

Agradecimentos: Filipa Lowndes Vicente, Joana Gorjão Henriques, Gil Mendo, Ivan-Vincent Massey, Pedro Neves, Ana Renata Polónia, Mariana Jacob, Musibéria, Jesper de Neergaard, Lotte Kodod Ludvigsen, Lars Kjær Dideriksen, Paulo Meunier, Sérgio Pacheco / Endutex.



Co-produção
Culturgest, Lisboa (PT)

Teatro Municipal do Porto (PT) – Festival DDD
Teatro Aveirense (PT)
Co-apresentadores
Teatro Académico de Gil Vicente (PT)
Casa das Artes de Famalicão (PT)
Teatro Municipal de Faro (PT)

Residências e Apoio à Criação 2017/2018:
MD Kollektiv, Koln (DE); Dance Ireland, Dublin (IR); Teatro Nacional S. João (PT)
Centro Danza Canal, Madrid (ES); Materiais Diversos/ Grand Studio Brussels (PT/BE); O Espaço do Tempo (PT); Bora Bora, Aarhus (DK); Companhia Instável, Porto (PT); NAVE, Santiago (CL); 23Milhas/ CM Ílhavo (PT)

Apoio Financeiro
Direção Geral das Artes/ Ministério da Cultura (PT)
Fundação Calouste Gulbenkian (PT)

Apoio Institucional: MC / Direção Regional de Cultural do Norte / Casa das Artes

Casa das Artes e Envolvente - maio


Casa das Artes e Envolvente

A) “Espreitar o Teatro em Família”

Traga os seus filhos, pais, avós e amigos e passe uma manhã animada e descontraída. Venha conhecer a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão: percorra todas as áreas da Casa das Artes, mesmo aquelas às quais só os artistas tem acesso, vislumbre a exposição do Foyer da Casa das Artes. Ouça as histórias mais caricatas e entusiastas desta “aventura artística”, deste espaço artístico e cultural que celebra no presente ano o seu décimo quinto aniversário.

DOM 20 de maio 2018

Sessões: 11h00

Local - Casa das Artes



 B) Pedro e o Lobo

Musical com Marionetas

- 16 de maio: Arnoso Santa Maria, Sede da Banda Marcial de Arnoso;

- 23 de maio: Riba D’Ave, Salão Paroquial de Riba D’ Ave.

Entrada:  livre á lotação da Sala

M/4

Duração: 50 min

Pedro era um brincalhão, só fazia asneiras. Não respeitava nada nem ninguém, chegando a enganar o seu melhor amigo, o bode velho. Um dia, enquanto guardava as ovelhas na serra, pôsse a gritar: – Lobo! Lobo! Lobo! – A aldeia em peso foi em seu socorro. Mas, não viram qualquer animal. Pedro fica a rir-se por tê-los enganado. Na semana seguinte, repetiu-se a cena e, como uma vez mais, não havia lobo nenhum, os aldeãos foram-se embora chateados com a brincadeira de Pedro. Passados tempos, aparece na serra um lobo. Este lobo, bem-falante, seduz o rebanho, explicando que é um lobo solitário, em vias de extinção e de como as alterações na natureza o empurraram para longe do seu habitat natural. Pedro, não encontrando o rebanho, grita aflito por socorro, ao qual ninguém acode.



Texto e Encenação | Luiz Oliveira

Interpretação | Luiz Oliveira; Rita Calatré; Vítor Fernandes

Música Original e Pianista | Rui Souza

Bonifrates e Figurinos | Susana Morais

Coreografia | Daniela Ferreira

Cenografia | Xico Alves

Grafismo | Fedra Santos

Desenho de Luz | FM e Fernando Oliveira



C) “Eu é que conto”

- 9 de maio: Nine, Salão Nobre da Junta de Freguesia;

- 24 de maio: Brufe, Salão Nobre da Junta de Freguesia;

Entrada:  livre á lotação da Sala

M/6

Duração: 30 min



Uma senhora que colecciona livros sabe-se lá onde, vem para contar uma história. Mas como é muito distraída chega atrasada, acaba por tropeçar em tudo e sem querer entra numa outra dimensão, a da imaginação. Confusa e com outros personagens a invadi-la constrói uma história diferente, divertida e cheia de criatividade. Baseando-se nos contos dos irmãos Grimm e histórias tradicionais portuguesas esta senhora dá-nos um momento de teatro surpreendente.



FICHA ARTÍSTICA

Criação e interpretação Neusa Fangueiro

Apoio à criação e música Rui Alves Leitão

Figurino Cláudia Ribeiro

Costureira Carmo Alves

Cartaz Nuno Lopes

Produção Fértil

Close-up, Episódio 2.3 – 5 e 19 de Maio


Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão

Episódio 2.3 – 5 e 19 de Maio



A secção Fantasia Lusitana, dedicada à produção portuguesa, destacou neste segundo episódio, que arrancou em Outubro passado e se estendeu até a esta terceira réplica (ver www.closeup.pt), as mulheres-cineastas, onde encontramos Rita Azevedo Gomes e Teresa Villaverde, cinema no feminino com percurso largo e consistente e com filmes recentemente estreados em sala: CORRESPONDÊNCIAS, um diálogo fulgurante de imagens, invocando cartas trocados entre Sophia de Mello Breyner Andresen e Jorge de Sena, entre o Portugal salazarista e o exilio no Brasil; COLO, em tempos de crise económica, uma ficção com pais e filhos, uma reflexão actual sobre as dinâmicas familiares e as convulsões sociais.

O Close-up tem a ambição de construir um diálogo com a comunidade, que promova o encontro entre gerações: na secção Sessões para Famílias, que fechará este episódio, exibiremos a animação A IDADE DA PEDRA, realizado por Nick Park numa produção dos Estúdios Aardman, que já nos brindaram com peças incontornáveis da animação, como Wallace & Gromit e A Fuga das Galinhas.







5.Mai – 15h00 (PA) – CORRESPONDÊNCIAS de Rita Azevedo Gomes (com a presença da realizadora)

Um filme-ensaio onde a realizadora Rita Azevedo Gomes encena a correspondência de 20 anos entre dois amigos: Sophia de Mello Breyner Andresen, poetisa que ficou no Portugal cinzento salazarista onde tudo se percebia nas entrelinhas; e Jorge de Sena, escritor auto-exilado, primeiro no Brasil e depois nos EUA, em busca de uma liberdade que também acabaria por sentir escapar-lhe entre as mãos. Recusando a simples ilustração visual, este filme coloca actores, amigos, artistas e figuras públicas a lerem excertos de cartas ou de poemas de Sophia e Jorge de Sena, intercalados com planos de lugares com evocações das suas vidas. Correspondências estreou no Festival de Locarno, e depois ganhou o prémio José Saramago no Doclisboa.

Título original: Correspondências (Portugal/Grécia/França/Brasil/Argentina, 2016, 140 min.)

Realização: Rita Azevedo Gomes

Interpretação: Luís Miguel Cintra, Rita Durão, Tânia Dinis, Francisco Nascimento

Classificação: M/12









5.Mai – 18h00 (PA) – COLO de Teresa Villaverde

(Em Lisboa, uma mulher trabalha em dois empregos enquanto o seu marido ficou desempregado. Têm uma filha adolescente. Com as dificuldades que se vão acumulando, gradualmente eles afastam-se uns dos outros, e uma tensão cresce em silêncio e culpa. O filme é uma reflexão muito actual, e quase serena, sobre o nosso caminho comum como sociedades europeias de hoje, sobre o nosso isolamento, a nossa perplexidade perante as dificuldades que nos vão surgindo, sobre a nossa vida nas cidades e dentro das nossas famílias. É um filme em tensão crescente que nunca chega a explodir. Em competição no Festival de Cinema de Berlim, um filme escrito, realizado e produzido por Teresa Villaverde (Três Irmãos, Os Mutantes, Transe) sobre a desintegração das famílias afectadas pela crise económica.

Título original: Colo (Portugal, 2017, 130 min.)

Realização: Teresa Villaverde

Interpretação: João Pedro Vaz, Beatriz Batarda, Alice Albergaria Borges, Rita Blanco, Simone de Oliveira

Classificação: M/16





19.Mai – 15h00 + 17h30 (PA) – A IDADE DA PEDRA de Nick Park (versão portuguesa)

Há milhares de anos, durante o período Neolítico, uma tribo de homens das cavernas levava uma existência pacífica e em total sintonia com a Mãe Natureza. Até que, um dia, foi expulso das suas terras por um exército liderado pelo ganancioso Lord Nooth, com o argumento de que terminara a Idade da Pedra e se dava início à Idade do Bronze. É então que Dug, um corajoso rapaz das cavernas, decide unir o seu clã contra o poderoso exército inimigo numa batalha de futebol. A partida, apesar de difícil, acaba por se tornar épica e por salvar a pequena tribo do jugo do adversário…Produzido pela Aardman Animations e o BFI (British Film Institute), um filme de animação em "stop-motion" com realização de Nick Park (A Fuga das Galinhas, As Aventuras de Wallace e Gromit).

Título original: Early Man (Grã-Bretanha/França, 2017, 85 min.)

Realização: Nick Park

Interpretação (vozes): Bumba na Fofinha (Mariana Cabral), José Pedro Vasconcelos e Eduardo Madeira

Classificação: M/6



Bilheteira Sessões

Geral: 2 euros

Cartão quadrilátero: 1 euro

Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

T O M A R A na Casa das Artes de Vila nova de Famalicão

T O M A R A

Musica

5 de maio | sábado | 23h30 | café concerto

Entrada:  3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1.5 Euros

M/3

Duração: 70 min



Filipe Monteiro aprendeu muito novo a tocar piano, órgão e guitarra. Ainda adolescente, começou a compor temas originais para várias peças de teatro. Depois de algumas experiências em bandas de garagem, colaborou na formação dos Atomic Bees que editaram um único registo – “Love Noises and Kisses”. Rita Redshoes, parte integrante do grupo, seguiu carreira a solo e Filipe Monteiro continuou a acompanhá-la nesse percurso.

Paralelamente à música, Filipe concluiu o Curso de Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes e a imagem (em especial, o vídeo) passou a ocupar até hoje um espaço considerável na sua carreira. No domínio audiovisual, trabalhou com nomes como Da Weasel, Paulo Furtado (The Legendary Tigerman), David Fonseca, Rita Redshoes, António Zambujo e Márcia, produzindo e realizando videoclipes, DVD, documentários e desenhando a parte visual de alguns concertos dos artistas mencionados.

Filipe Monteiro nunca deixou de trabalhar como músico (de estúdio e ao vivo), arranjador e produtor de discos de Rita Redshoes – “Golden Era” em 2007 e “Lights & Darks” em 2010 - e de Márcia – “Casulo” e “Quarto Crescente”, este em co-produção com o brasileiro Dadi Carvalho (Marisa Monte, Tribalistas, Carminho, Caetano Veloso, entre outros).

Tomara é um passo em frente. Trata-se da primeira obra em nome próprio, uma nova aventura sob um alter-ego. “Favourite Ghost” foi editado em Setembro de 2017 e inclui os temas “Coffee and Toast” e “For No Reason”.