quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Manuel João Vieira – Anatomia do Fado | Casa das Artes de Famalicão.

 


Manuel João Vieira – Anatomia do Fado
Música
30 de janeiro | Sábado| 19h00| Grande Auditório
Entrada: 10 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 5 Euros
M/6
Duração: 70 m
 
Músico, ator e artista plástico, o mentor de projetos como Ena Pá 2000 ou Os Irmãos Catita apresenta-se agora a solo e em nome próprio com o duplo álbum Anatomia do Fado, um trabalho, como o nome indica, dedicado ao fado, mais em concreto ao fado humorístico, muito em voga no século passado, mas entretanto caído em desuso.
"Anatomia do Fado", editado pelo Museu do Fado, são 32 canções, num disco duplo, onde são recuperados temas esquecidos que trazem um lado mais humorístico ao fado.
Manuel João Vieira é acompanhado por Arménio de Melo na guitarra portuguesa, Vital da Assunção na viola de fado e Múcio Sá no baixo.

NOITE DE PRIMAVERA de Luís Mestre | Casa das Artes de Famalicão

NOITE DE PRIMAVERA de Luís Mestre
Teatro Nova Europa
29 de janeiro| 20h45 | sexta-feira| Pequeno Auditório
Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros
Teatro
M/14
Duração: 60 min
 
Sinopse
Noite de Primavera, a segunda noite da Tetralogia das Estações do dramaturgo Luís Mestre, mergulha-nos num arquivo de memórias, ambições e visões da juventude que assombram quatro vidas numa noite intensa deflagrada pela insónia.
 
 
NOITE DE PRIMAVERA
texto e encenação
Luís Mestre
interpretação
Ana Moreira (actriz e realizadora)
Carlos Silva (coreógrafo e bailarino)
Tânia Dinis (performer e artista visual)
Zeca (cantora e fadista)
desenho de luz / espaço cénico
Joana Oliveira
montagem e operação de luz
Luís Ribeiro
operação de som e imagem
Luís Mestre
produção executiva
Patrícia Vale
co-produção
Teatro Municipal do Porto
Teatro Nova Europa
apoio
Casa das Artes de Famalicão
Centro de Arte de Ovar
Cine-Teatro de Estarreja
Companhia Instável
O Teatro Nova Europa é uma estrutura financiada pelo Governo de Portugal – Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes
Créditos Fotográficos:
Patrícia do Vale

MARIA, A MÃE de Elmano Sancho | Casa das Artes de Famalicão

 

MARIA, A MÃE de Elmano Sancho
Autoria e encenação Elmano Sancho, Interpretação de Custódia Gallego, Elmano Sancho, João Gaspar, Lucília Raimundo.
Uma coprodução do Teatro da Trindade, Casa das Artes de Famalicão, Loup Solitaire.
22 e 23 de janeiro| 20h45 | sexta-feira e sábado | Grande Auditório
Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros
Teatro
M/16
Duração: 60 min
          
Sinopse
 A Sagrada Família, caixa rectangular de madeira onde se encontram as imagens de José, Maria e Jesus, é um pequeno oratório portátil. Na porta lateral esquerda, estão escritos os nomes dos assinantes que pretendem acolhê-la em casa e seguir os ensinamentos da família de Nazaré. O culto remonta ao século XV e existe de forma residual em algumas aldeias do país. Este oratório é o elemento cénico comum aos três textos que integram A Sagrada Família de Elmano Sancho: José, o pai; Maria, a mãe; Jesus, o filho.
Maria, a mãe, segundo texto da trilogia sobre a família, é um texto sobre a perda, a dor, a solidão, a velhice, o esquecimento e a morte.
 
Ficha Técnica
Autoria e encenação | Elmano Sancho
Interpretação | Custódia Gallego, Elmano Sancho, João Gaspar, Lucília Raimundo
Assistência de encenação | Paulo Lage
Espaço Cénico | Samantha Silva
Figurinos | Ana Paula Rocha
Assistente de Figurinos | Carolina Furtado
Desenho de Luz | Rui Monteiro
Assistente de Iluminação | Teresa Antunes
Espaço Sonoro | Frederico Pereira
Coprodução | Teatro da Trindade, Casa das Artes de Famalicão, Loup Solitaire
Apoio | Direção-Geral das Artes (DGArtes), Fundação GDA, Câmara Municipal de Lisboa / FES CULTURA – Projetos, Deixa o Amor Passar, Acegis

Álvaro Cortez, percussão e Isabel Romero, piano | Casa das Artes de Famalicão.


Álvaro Cortez, percussão e Isabel Romero, piano
Música
17 de janeiro | domingo| 11h00| Grande Auditório
Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros
M/6
Duração: 60 m
 
 O concerto abre com “Frozen in Time”, de Avner Dorman. A obra pretende, por um lado, regressar a um tempo em que a morfologia geográfica era diferente da atual, evocando ambientes e sons de acordo com esses antigos continentes; por outro, mesclar todos os tempos num só, ao fazer referência a estilos musicais de vários períodos históricos. De Cage, percorremos várias facetas do compositor: uma mais nostálgica, representada pela “Round”; e ainda uma mais percussiva, com “Soliloquy”. Adiciona-se um elemento novo ao concerto, através da composição de John Psathas para Marimba, Junk Pecussion e Electrónica. “One Study” é pleno de virtuosismo, energia e glória. Por fim, o espetáculo termina com a obra de Gerassimez, composta em homenagem a Piazzolla, deste, indo buscar o contraste entre a tensão e o lirismo.
 
Álvaro Cortez
Formado no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, premiado em vários certames nacionais e internacionais, Desempenhou funções de percussionista na “Antwerp Symphony Orchestra” entre 2015 e 2018, renegando a sua posição para assinar um contrato com a “Smile Artistic Management” em Barcelona. Foi recentemente convidado para ser artista residente da Antwerp Camerata durante as próximas duas temporadas. Além disso, destansam-se concertos com a Orchestre Philarmonique de Liege, Orquestra Nacional do Peru, Orquestra Nacional do Chile, Orquestra Nacional da Costa Rica e Brussels Philarmonic. Irá estar presente nas programações do "Theatro Circo" e "Casa das Artes" em Portugal; "Bozar", "Flagey" e "Queen Elizabeth Hall" na Bélgica, "Vatroslav Lisinsky Concert Hall" na Croácia e "Gran Teatre del Liceu" em Barcelona. Colaborações com Isabel Romero, Martin Grubinger, Ludwig Albert, Pedro Lima, Carlos Brito Dias, Sol Gabetta e Maria João Pires estão também agendadas.
 
Isabel Romero
Natural de Braga, é licenciada em piano pela Haute École de Musique de Genève (HEM), onde estudou piano com Cédric Pescia e música de câmara com Jean-Jacques Balet (entre outros). Ao longo do seu percurso, teve oportunidade de tocar, a solo ou em formação de câmara, em locais como o Museu da Fundação Calouste Gulbenkian (“Concertos Promenade”), o Palácio Foz, Temple Fusterie (Genebra), entre outros, em festivais como a Fête de la Musique (Genebra) e Dias da Música (CCB) em concertos organizados pela EPTA (European Piano Teachers Association) e em concertos de divulgação musical organizados e comentados por Miguel Leite e António Vitorino d’Almeida. Tocou como solista com a orquestra do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga (CMCG), dirigida por Martin André.
 
Programa:
-Avner Dorman  
 «Frozen in Time»
1. Indoafrica
2. Eurasia
3. The Americas
-John Psathas  
«One study»
- John Cage  
«Round»
«Soliloquy»
- Alexej Gerassimez
«Piazonore»

CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão Episódio 5.1 – 13 e 16 de Janeiro

 CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão

Episódio 5.1 – 13 e 16 de Janeiro
 
De 10 a 17 de Outubro passado, em vários espaços da Casa das Artes, projetou-se o quinto episódio do CLOSE-UP, com um panorama de sessões orientadas sob o mote do Cinema na Cidade, onde a produção do presente a e a história do cinema se encontraram (ver www.closeup.pt).
Nos dias 13 e 16 de Janeiro, apresentamos a primeira réplica deste episódio, com propostas para o público geral e a presença no Agrupamento de Escolas de Ribeirão:
(1) para o público geral, uma tarde de sábado onde encontraremos Luis Buñuel e Nanni Moretti: OS ESQUECIDOS, primeira grande obra saída do período mexicano de Buñuel, retrato da juventude nos bairros da cidade do México; de Roma à Sicília, de Pasolini a Rossellini, viagem pela Itália e pelo seu Cinema, em QUERIDO DIÁRIO de Moretti;
(2) para o público escolar, Agnès Varda e Os Respigadores e a Respigadora, a sociedade contemporânea no virar do milénio, retrato do mundo, de falsas abundâncias e da mutação digital do Cinema.
 
13.Jan – (10h15)  – Agrupamento de Escolas de Ribeirão – OS RESPIGADORES E A RESPIGADORA de Agnès Varda
A partir de um célebre quadro de Millet, o filme de Agnès Varda é um olhar sobre a persistência na sociedade contemporânea dos respigadores, aqueles que vivem da recuperação de coisas (detritos, sobras) que os outros não querem ou deixam para trás. A respigadora nesse sentido é Agnès Varda, que, experimentando pela primeira vez uma pequena câmara digital, se quer assumir como uma “recuperadora” das imagens que os outros não querem ver nem fazer, e que portanto deixam para trás.
Título original: Les Glaneurs et la Glaneuse (França, 1999, 80 min)
Realização: Agnès Varda
Classificação: M/6
Cinema screenings for schools : The Gleaners and I is a 2000 French documentary film by Agnès Varda that features various kinds of gleaning.

 
15.Jan – 20h30 (PA) – OS ESQUECIDOS de Luis Buñuel
Luis Buñuel definiu "Los Olvidados" como “um filme de luta social”, mas, para além da denúncia da sordidez e da miséria da vida nos bairros de lata de Cidade do México, reproduz igualmente todo o imaginário onírico e erótico do realizador, sublinhando as suas origens surrealistas (as fabulosas sequências do sonho de Jaibo, o leite nas pernas de Meche). O filme, intenso e cruel, fez sensação no festival de Cannes e relançou a carreira de Buñuel (aos 50 anos). Trata-se de uma das suas obras primas absolutas.
Título original: Los Olvidados (México, 1950, 80 min)
Realização: Luís Buñuel
Interpretação: Alfonso Mejía, Estela Inda, Miguel Inclán
Classificação: M/12
Los Olvidados is a 1950 Mexican film directed by Luis Buñuel, and can be seen in the tradition of social realism, although it also contains elements of surrealism present in much of Buñuel's work.

 
16.Jan – 11h00 (PA) – QUERIDO DIÁRIO de Nanni Moretti
Um misto de comédia e documentário autobiográfico realizador e interpretado por Nanni Moretti. O filme, que valeu ao cineasta o prémio de Melhor Realizador em Cannes em 1994, divide-se em três partes. No primeiro episódio, “Na Vespa”, Moretti circula por Roma na sua vespa, insurgindo-se contra a destruição do espírito da cidade que se perdeu na vulgarização de subúrbios, para desembocar numa peregrinação-tributo a Pasolini. Este é sucedido de “As Ilhas” (por onde paira a referência a Rossellini) e do mais burlesco “Os Médicos”.
Título original: Caro Diario (Itália, 1993, 100 min)
Realização: Nanni Moretti
Interpretação: Alfonso Mejía, Estela Inda, Miguel Inclán
Classificação: M/12
Dear diary is a 1993 semi-autobiographical directed by Nanni Moretti, who also stars as himself. The film is structured in three anthological episodes, presented as the chapters of Moretti's open diary, in which he describes his thoughts about various slice of life situations.


 
Bilheteira Sessões
Geral: 2 euros
Cartão quadrilátero: 1 euro
Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

"À Espera de Godot" com encenação de António Parra | Casa das Artes de Famalicão.

 

À Espera de Godot
Encenação de António Parra
Coprodução: Casa das Artes de Famalicão e ACE Escola de Artes de Famalicão
14 e 15 de janeiro| 19h00 | quinta e sexta-feira | Grande Auditório
Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros
Teatro
M/12
Duração: 120 min
 
Sinopse
Escrita em meados do século XX, “À Espera de Godot” tornou-se rapidamente um clássico da dramaturgia contemporânea, que veio abalar e pôr em causa os princípios fundamentais do texto teatral. Se o teatro é feito de ação, como descrever esta peça em que o acontecimento principal é a não concretização do mesmo? Beckett coloca-nos - através de um enredo aparentemente simples - a questionar a nossa própria existência, os nossos credos, medos e dúvidas.
Quem é Godot, para cada um de nós, neste preciso momento?
Este texto, que explora o sentido do absurdo, diluído em jogos de sobrevivência para passar o tempo, apresenta-se aos alunos do segundo ano da ACE como um passo importante no seu percurso enquanto estudantes de interpretação. Uma obra riquíssima em jogo teatral que constitui um enorme desafio para qualquer ator. 
 
Ficha Artística e Técnica
Texto| Samuel Beckett
Tradução| Francisco Luís Parreira
Encenação| António Parra
Cenografia | Ana Gormicho
Desenho de Luz| Zé Diogo
Som | Rui Vieira
Figurinos| Paula Cabral
Fotografia de Cena | Nelson D`Aires
Registo de Vídeo | Rui Bezerra
Cabelos| José Resende
Direção de Produção| Glória Cheio
Produção | Pedro Barbosa

 Interpretação| Alunos do 2º Ano do Curso de Interpretação da ACE Escola de Artes: Famalicão - Alexandra Gordo, Ana Margarida Silva, Ana Lopes, Beatriz Gonçalves, Diana Catarina, Andreina Velazco, Inês Costa, Joana Gonçalves, Joana Leite, Luís Pacheco, Mi Gonçalves, Nathan Sabadine, Nicole Ferreira, Paulo Nuno, Melro, Rafaela Freitas, Rúben Ribeiro, Simão Barboss, Leonor Pereira.

 

Waiting for Godot by Samuel Beckett is the new play by ACE - ACE Escola de Artes de Famalicão.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2020

Segredo da Bolachas | Casa das Artes de Famalicão

Filme O Segredo das Bolachas (versão portuguesa)




Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro

19 de Dezembro, 11h00, Grande Auditório
Esta comédia de animação é inspirada em bolachas em forma de animais. A história gira à volta de uma família que tem de usar uma embalagem dessas bolachas para impedir que o tio malévolo tome conta de um circo antigo caído em desgraça. É co-realizado pelo veterano Tony Bancroft, animador com vasta carreira e co-realizador de "Mulan", e Scott Christian Sava, que trabalhou nos "Power Rangers" americanos e também é co-autor do guião.

Título Original: Animal Crackers (EUA China, Espanha, Coreia do Sul / 2020 / 100 min)
Realização: Tony Bancroft, Scott Christian Sava
Actores (versão portuguesa): Maria João Abreu, José Raposo, Fernando Alvim, Miguel Dias, Joana França
Classificação: M/6

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

AIRBNB E NUVENS, uma rádio-novela com texto de Luísa Costa Gomes. encenação de Manuel Tur e interpretação de Diana Sá, Eduardo Breda, João Castro, Pedro Almendra e Teresa Arcanjo | Casa das Artes de Famalicão.



AIRBNB E NUVENS,
uma rádio-novela com texto de Luísa Costa Gomes.

encenação de Manuel Tur e interpretação de Diana Sá, Eduardo Breda, João Castro, Pedro Almendra e Teresa Arcanjo.

18 de Novembro | Sábado, 20h45 | Grande Auditório

Teatro

M/12

Duração: 70 min

Em "AIRBNB E NUVENS - uma rádio-novela" Manuel Tur entrega-se a uma íntima reflexão sobre o processo de comunicação e expõe em palco a mecânica da comunicação radiofónica, os seus artifícios, recursos e métodos. Mais importante do que a exposição que se queira levar a cena, de tudo quanto aí venha a acontecer, interessa, acima do mais, dar a ouvir, simples e ludicamente, por puro prazer. Transmitir esse gozo que é, na verdade, a génese da rádio.  Uma “rádio-novela” sobre um país falido, alugado e com a mania das grandezas (sim, Portugal), escrita pela mão sarcástica de Luísa Costa Gomes.

Encenação: Manuel Tur
Objeto cénico: Pedro Tudela
Espaço cénico: Ana Gormicho
Desenho de som e Sonoplastia: Joel Azevedo
Desenho de luz: Cárin Geada
Apoio aos figurinos: Anita Gonçalves
Interpretação: Diana Sá, Eduardo Breda, João Castro, Pedro Almendra, Teresa Arcanjo
Coprodução: A Turma, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Virgínia, Teatro Nacional São João

Airbnb e Nuvens it’s a radio drama written by Luisa Costa Gomes, staged by Manuel Tur

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

O PRIMO BASÍLIO - Bailado em II atos a partir da obra homónima de Eça de Queirós | Casa das Artes de Famalicão


O PRIMO BASÍLIO
Bailado em II atos a partir da obra homónima de Eça de Queirós

Criação Dança em Diálogo
11 de Dezembro | 20h30 | Grande Auditório
Dança
Entrada:10 euros. Estudante, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 5 Euros
M/6
Duração: 75 min

Um retrato de uma família ociosa que revela outro retrato: o de uma sociedade que se auto-degrada na sua moral e costumes. Uma das obras mais notáveis de Eça de Queirós, pela primeira vez desenhada em dança e sustentada pela música de compositores portugueses, oferecendo o palco ao enredo do romance homónimo, originalmente publicado há 140 anos, numa adaptação totalmente inédita em Portugal. Passada em Lisboa, esta obra conta a história de um casal – Luísa e Jorge – que vive pacatamente. A ação começa quando Jorge tem que viajar para o Alentejo por motivos profissionais. Durante a ausência do marido, Luísa é inesperadamente surpreendida pela visita de Basílio, seu primo e amigo de infância com quem havia trocado algumas cartas de cariz romântico. Seduzida por este, Luísa acaba por cair em adultério. Mas, Luísa tinha uma criada, Juliana, que, rancorosa e mesquinha, ao descobrir o segredo dos dois amantes através de uma carta destes, faz chantagem, obrigando a ama a servi-la como se fosse ela a dona da casa. A sobrevida das fascinantes personagens criadas pelo escritor, assim como o seu inconfundível estilo, são o ponto de partida para uma sessão de dança intensa, dramática e transversalmente cativante, reafirmando o lugar distinto da dança no espaço do storytelling performativo.

Direção Artística | Solange Melo e Fernando Duarte

Coreografia e dramaturgia | Fernando Duarte
Música | Fernando Lopes-Graça e Luís de Freitas Branco
Figurinos | José António Tenente
Cenografia | Pedro Crisóstomo
Desenho de luz | VP
Elenco | Luísa_Solange Melo | Basílio_Fernando Duarte | Juliana_Cristina Maciel | Jorge_Filipe Portugal |Leopoldina_Carlota Rodrigues | Sebastião_Pedro António Carvalho
Apoio aos ensaios | Fátima Brito
Assistente de produção e direção de cena | Margarida Garcez
Produção | Dança em Diálogos
Co-produção |
Município de Braga (co-produtor principal), Cine-Teatro Avenida | Município de Castelo Branco
Apoio à criação | Direção-Geral das Artes, República Portuguesa/Cultura
Apoio institucional | Fundação Eça de Queiroz
Apoio à criação através de residências artísticas | Câmara Municipal de Lisboa/Pólo Cultural das Gaivotas, Boavista - EADCN - LX Dance
Apoio logístico | Artefirme, Lda

 Ballet in two acts from the homonymous work of Eça de Queirós, Primo Basílio.


DAVID FONSECA na Casa das Artes de Famalicão

DAVID FONSECA: Radio Gemini_Closer

9 de Dezembro | Sábado| 20h30| Grande Auditório
Entrada: 15 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 7,5 Euros
M/6
Duração: 70 m

David Fonseca é conhecido pelos seus espectáculos e pela sua performance fora-de-série, nunca se sabendo exactamente o que poderá acontecer a seguir. Para este ano, preparou algo que há muito queria fazer e que intitulou “Radio Gemini_Closer”: o cruzamento do cinema e das imagens com a sua música num espectáculo único que se propõe a levar o público numa viagem intimista através do seu imaginário peculiar. Uma oportunidade única de descobrir muitos dos caminhos secretos que este artista percorre através das suas composições e dos seus olhos, um filme interactivo em tempo real para acompanhar em conjunto com a sua performance ao vivo. Segundo David Fonseca, “há um lado imensamente pessoal nesta abordagem, mas talvez seja essa a magia de tocar ao vivo, de me revelar como raramente tenho oportunidade de fazer. Vai ser um espectáculo em cima de uma corda bamba entre imagens e sons, tão real e frágil como a vida, mas maior, mais alto e, se tudo correr bem, com confettis!”

 David Fonseca: voz, guitarras, teclados, percussão

Paulo Pereira: teclado, programações, percussão, voz

 A concert by David Fonseca that present his tour, “Radio Gemini_Closer”, that create a dialogue between music and cinema.

sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Jangada Teatro- Pinóquio | Casa das Artes de Famalicão

Pinóquio 

Jangada Teatro

3 e 4 de dezembro| 20h45 | quinta e sexta-feira | Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

Teatro Infanto-juvenil

M/6

Duração: 60 min


 Sinopse

“Tudo o que um sonho precisa é alguém que acredite que ele possa ser realizado.” Numa oficina comum de um homem comum, numa vila comum de Itália, o incomum acontece: este que, até ao momento, era apenas uma marioneta, vive! Pinóquio traz-nos esta história familiar de esperança, através dos olhos juvenis do protagonista que dá o nome a este maravilhoso espetáculo. Mas a magia vem sempre com um preço, e cabe a ele o papel de descobridor do mundo e de si próprio. O que será preciso para ser um menino de verdade? Pinóquio depara-se numa luta constante de compreensão das relações pessoais e do novo e desconhecido mundo a que tenta pertencer. Consequentemente, é rapidamente abordado por leis, regras e limites que o tentam moldar na sociedade. E Pinóquio fará de tudo para agradar e ser aceite… quando na verdade, não se apercebe que o que importa realmente é sua própria aquiescência.

E como não poderia deixar de ser, tudo começa com uma misteriosa estrela azul…

 

 Ficha Artística e Técnica

 Dramaturgia | Filipe Gouveia

Encenação | Xico Alves

Interpretação | Filipe Gouveia, Sara Maia, Sónia Ribeiro, Paulo Pires, Vítor Fernandes, Xico Alves
Assistente de encenação | Vítor Fernandes e Rita Calatré

Direção musical e desenho de som | Paulo Pires

Desenho e operação de luz |Fernando Oliveira

Figurinos | Cláudia Ribeiro

Desenho e construção de marioneta e máscaras | Sandra Neves / Colectivo Monte

Cenografia | Carlos Pinheiro e Emanuel Santos / Colectivo Monte

Produção executiva | Alejandrina Romero, Fred Meireles e Susana Morais

Parceiros | ACLEM, Casa das Artes de Felgueiras

 

The story of Pinocchio for families by Jangada Teatro

terça-feira, 17 de novembro de 2020

PRóSPERO _ a partir de A Tempestade de William Shakespeare | Estreia na Casa das Artes de Famalicão

PRóSPERO  _ estreia
a partir de A Tempestade de William Shakespeare

Criação Ensemble - Sociedade de Actores, Coprodução Ensemble/Casa das Artes de Famalicão

26, 27 e 28 de Novembro | 5.ª feira, 6.ª feira 20h45 e Sábado, às 11h00 da manhã | Grande Auditório

Teatro

Entrada: 6 euros. Estudante, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros

M/12

Duração: 60 min

 A partir de A TEMPESTADE de Shakespeare, Pedro Galiza e Jorge Pinto criam um solo. Antes de mais, a ideia de um solo. Não de um monólogo, mas sim de um solo. A ideia de um só actor que se enfrenta a um público recorrendo, quase exclusivamente, a si próprio, ao seu corpo e à sua voz, ferramentas primeiras no exercício de significação teatral que é posto em movimento, ferramentas que, para lá do texto, operam continuamente sobre o espectador. Taumaturgo, a este único actor está reservado um poder imenso: a sua perspectiva é a única pela qual se medeia a comunicação com o público, fazendo dele o solitário senhor do espaço, do tempo e da acção, barro que molda conforme as suas necessidades performáticas. A Tempestade encerra, nas entrelinhas dos seus versos, uma despedida simbólica, uma última vénia e, deslaçando o texto, deixa que se desenhe a figura de Próspero como reflexo do próprio autor, personagem feita homem feita metáfora, um vulto que se solta na página e no palco em processo, talvez, de extrospecção, coroando-se em cena, por meio de uma biografia ficcionada, uma vida que se avalia digna de celebração. Minimalismo como tendência e a metáfora como arma cénica de eleição, recusando-se ilustrações de toda a ordem.

Uma estrutura cenográfica com uma monumental presença, inspirada num dos “Jardins de Acrílico” do pintor e escultor José Rodrigues, um espaço que confina, que desenha um território claro, uma interpretação algo claustrofóbica da ilha perdida de Próspero, mas, ainda assim, um espaço que, ao encarcerar a personagem, liberta o actor.

Com estreia marcada para Novembro na Casa das Artes de Famalicão, nosso coprodutor, o espectáculo seguirá para Bragança onde fechará 2020 no seu Teatro Municipal.

Em 2021, será apresentado no Teatro Municipal de Vila Real, Teatro Viriato e Teatro Sá de Miranda.

 

Texto: a partir de A Tempestade de William Shakespeare
Tradução, dramaturgia e encenação – Pedro Galiza
Interpretação – Jorge Pinto
Desenho de luz - José Álvaro Correia
Música - Ricardo Pinto
Figurinos - Cátia Barros
Criação Ensemble - Sociedade de Actores
Coprodução Ensemble/Casa das Artes de Famalicão

Shakespeare’s Prospero by Ensemble - Sociedade de Actores

Adriana Calcanhotto na Casa das Artes de Famalicão

Adriana Calcanhotto: Margem

Música
19 de Novembro | quinta | 20h30 | Grande Auditório
Entrada: 20 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 10 Euros
M/6
Duração: 70 min
Com o novo disco “Margem”, Adriana Calcanhotto fecha a trilogia marítima iniciada com “Maritmo” (1998) o primeiro que explicita a sua paixão pelo mar e “Maré” (2008), seu sétimo disco, que reforça a ambiência oceânica. “Margem” permite, em palco, o encontro destes três projetos marítimos, separados
por dez anos cada um e por diferentes aventuras musicais entre eles. 
Além do foco nestes três trabalhos, o concerto conta ainda com algumas canções de álbuns paralelos e com canções de Adriana Calcanhotto registadas por outros intérpretes, como é o caso de "Livre do amor", que tem gravação antológica na voz de Gal Costa.Tudo isso na companhia de Bem Gil (guitarra, flauta), Bruno Di Lullo (baixo esynths) e Rafael Rocha (bateria e percussões acústica e eletrônica), o trio responsável pela bela sonoridade de Margem.

Adriana Calcanhoto presentes her new work, Margem. 

terça-feira, 10 de novembro de 2020

Poética da Palavra | Encontros de Teatro | Capítulo 3 - AIRBNB E NUVENS ( estreia) + WAKE-UP na Casa das Artes de Famalicão

Poética da Palavra | Encontros de Teatro | Capítulo 3

AIRBNB E NUVENS + WAKE-UP – bilhete único


Adicionar legenda



Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

AIRBNB E NUVENS, uma rádio-novela com texto de Luísa Costa Gomes - ESTREIA

encenação de Manuel Tur e interpretação de Diana Sá, Eduardo Breda, João Castro, Pedro Almendra e Teresa Arcanjo

13 de Novembro | Sábado, 19h30 | Grande Auditório

Teatro

M/12

Duração: 70 min

Em "AIRBNB E NUVENS - uma rádio-novela" Manuel Tur entrega-se a uma íntima reflexão sobre o processo de comunicação e expõe em palco a mecânica da comunicação radiofónica, os seus artifícios, recursos e métodos. Mais importante do que a exposição que se queira levar a cena, de tudo quanto aí venha a acontecer, interessa, acima do mais, dar a ouvir, simples e ludicamente, por puro prazer. Transmitir esse gozo que é, na verdade, a génese da rádio.  Uma “rádio-novela” sobre um país falido, alugado e com a mania das grandezas (sim, Portugal), escrita pela mão sarcástica de Luísa Costa Gomes.

Encenação: Manuel Tur
Objeto cénico: Pedro Tudela
Espaço cénico: Ana Gormicho
Desenho de som e Sonoplastia: Joel Azevedo
Desenho de luz: Cárin Geada
Apoio aos figurinos: Anita Gonçalves
Interpretação: Diana Sá, Eduardo Breda, João Castro, Pedro Almendra, Teresa Arcanjo
Coprodução: A Turma, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Virgínia, Teatro Nacional São João

Airbnb e Nuvens it’s a radio drama written by Luisa Costa Gomes, staged by Manuel Tur

 

"WAKE-UP", a partir de Wake Up And Smell The Coffee de Eric Bogosian, uma cocriação de António Afonso Parra & Luís Araújo

13 de Novembro | Sábado, 21h00 | Grande Auditório

Teatro

M/16

Duração: 60 min

 


WAKE UP é um trabalho de reescrita e adaptação do texto “Wake Up And Smell The Coffee” do premiado actor e autor norte-americano Eric Bogosian. Este monólogo, primeira criação assinada por António Parra na companhia A Turma, em colaboração com Luís Araújo, cruza a l inguagem dos dois criadores com a escrita cáustica e l ancinante de Bogosian diluindo a fronteira entre teatro e stand-up, entre i ntérprete e público e actor e personagem. Nesta reescrita, apesar do alvo ser o actor, aponta-se o foco ao público: a sede de sucesso, a ansiedade que i sso provoca, a espiritualidade pop, o caos e a alienação da vida pós-moderna. Uma sucessão vertiginosa de personagens moralmente questionáveis e à deriva entre a conformidade e a hipocrisia procuram desesperadamente capitalizar a dor, a miséria e o desastre. O universo não perdoa ninguém e nós não perdoamos ninguém. Nem nós próprios. No fundo no fundo para podermos seguir em frente vamos rodeando-nos de paliativos inócuos. Este espectáculo é um deles.

Tradução - Luís Mestre
Interpretação - António Afonso Parra
Encenação - António Afonso Parra, Luís Araújo
Cenografia - Ana Gormicho
Desenho de luz - Rui Monteiro
Sonoplastia - João Oliveira
Desenho de som - Joel Azevedo
Vídeo e fotografia - Francisco Lobo
Fotografia - Sara Pazos
Design - Francisco Ribeiro
Direção técnica -Zé Diogo Cunha
Produção administrativa e executiva - Ludovica Daddi
Produção - A Turma (estrutura financiada pela República Portuguesa - Ministério da Cultura

/ DGArtes)
Coprodução - Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Nacional São João, Teatro Virgínia
Apoios -  A Turma, A Liga, Fundação Escultor José Rodrigues, Antena 2, Fnac Santa, Catarina, Rádio Nova, Revista Intro, Revista gerador
Mecenas  - A Turma, Brochado Coelho e Associados, Central de Informação

Wake it’s an adaptation António Afonso Parra & Luís Araújo of Wake Up And Smell The Coffee by Eric Bogosian.