terça-feira, 18 de janeiro de 2022

"A Bela Adormecida" com coreografia e dramaturgia: Fábio Lopez, segundo Marius Petipa | Casa das Artes de Famalicão.

 


A Bela Adormecida

Espetáculo organizado no âmbito da Temporada Portugal- França 2022. Espetáculo inserido no programa Saison Croisée, com o apoio do Ministério da Cultura Francês e o Ministério da Cultura Português.

Produção: Cie. Illicite – Bayone

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão, Teatro Municipal da Guarda, Cia INTRANZYT, CNN Malandin Ballet Biarritz

Dança

4 e 5 de Fevereiro | sexta-feira sábado| 21h30 | Grande Auditório.

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/6

Duração: 65 m

Peça coreográfica para 13 bailarinos, livremente inspirada no "Gulistan" de Saâdi.

Durante o sono, a protagonista Aurora/"Rose" é forçada a interiorizar a sua autoimagem, consciente ou inconscientemente, até que seja despertada do seu isolamento forçado. Na maioria dos contos, se a maldição inicial sobre "Rosa" tivesse prevalecido, ela teria morrido. Em vez disso, ela permanece viva, numa espécie de estado de coma e de vigília.

Em ambas as versões, de Grimm ou Perrault, o sono suspende a princesa entre dois mundos diferentes, ou seja, transmuta- a em morto-vivo. Além disso, o sono é uma forma protetora de preservar a beleza da sua juventude. Aprisionando a heroína, reduzindo-a a um paradigma patriarcal perfeito, da mulher ideal, o sono também interrompe a sua adolescência, privando-a de alegrias e experiências juvenis. Este estado de coma induzido e inação através do sono, isola-a da sociedade e impede-a de aprender a lidar com as provações e tribulações do mundo real.

As forças sociais e as expectativas do papel de gênero moldam tudo o que ela faz, desde sua maldição, durante o seu sono em coma, até ao encontro com um príncipe.

Estes contos de fadas partem da premissa de que a responsabilidade da feminilidade é um desafio que muitas mulheres desejam evitar.

A perspetiva tradicional dos autores influencia fortemente a identidade de gênero da protagonista e a maneira como ela interage com a sociedade e o gênero. Felicidade individual “definida” e felicidade “para sempre” não são prometidas a ninguém, especialmente a uma Bela Adormecida.

 Ficha Artística

 Musica: Piort Ilitch Tchaïkvski & Maurice Ravel

Coreografia e dramaturgia: Fábio Lopez, segundo Marius Petipa

Consultor artístico: Françoise Dubuc

Cenografia: Fábio Lopez & Christian Grossard

Desenho de Luz: Christian Grossard

Figurinos: Dorothée Laurent

Direcção de régie: Aïtz Amilibia

 Bailarinos

Princesa Aurora: Alessandra De Maria

Príncipe Florimond: Adrian Roman Ventura

Carabosse: Alvaro Rodriguez Piñera (bailarino convidado do Ballet da Ópera Nacional de Bordeaux ) ou Fábio Lopez

Fada solista - Coline Grillat (dia 4) / Alexia Barré (dia 5)

A Mãe – Inês Barros

Ensamble – Alexia Barré, Ayano Tatekawa, Coline Grillant, Inês Barros, Océane Giner, David Serrano Castillo, David Claisse, Kauêh Costa, Louis Lamoureux Rodrigo Pereira

 Bailarinos da companhia INTRANZYT Cia.®:

Ayano Tatekawa, Inês Barros, Kauêh Costa, Rodrigo Pereira

Bailarinos da companhia Cie. ILLICITE - BAYONNE:

Alessandra De Maria, Adrian Roman Ventura, Alexia Barré, Coline Grillant, Océane Giner, David Serrano Castillo, David Claisse, Louis Lamoureux

 Projeto apoiado por:

República Francesa, República Portuguesa, Instituto Camões, Instituto Francês, GEPAC, Câmara Municipal de Famalicão, Câmara Municipal da Guarda, Ville de Bayonne, Ville Anglet, Ville de Biarritz, OLDEAK – Cité des Arts, Département Pyrénées Atlantiques, Préfet de la Région Novelle Aquitaine, Communauté Pays Basque / Euskal, Opéra National de Bourbeux, Conservatoire National Supérieur de Musique et Danse de Paris, Conservatoire National Supérieur de Musique et Danse de Lyon, Repetto.

 

Choreography piece for thirteen dancers, freely inspired by Saâdi's "Gulistan".

Casa das Artes de Famalicão | Janeiro 2022.


 

Ciclo de Concertos de Ano Novo Bandas Filarmónicas de Vila Nova de Famalicão - 2022 | Casa das Artes de Famalicão.

 


CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão Episódio 6.1 – 26, 28 e 29 de Janeiro | Casa das Artes de Famalicão.

 

CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão

Episódio 6.1 – 26, 28 e 29 de Janeiro

De 16 a 23 de Outubro passado, em vários espaços da Casa das Artes, projetou-se o sexto episódio do CLOSE-UP, com um panorama de sessões orientadas sob o elogio da Comunidade Cinema, onde a produção do presente a e a história do cinema se encontraram (ver www.closeup.pt).

Nos dias 26, 28 e 29 de Janeiro, apresentamos a primeira réplica deste episódio, com propostas para o público geral e a para as escolas:

(1) Para o público escolar, juntamos a animação brasileira TITO E OS PÁSSAROS a um olhar sob a Alemanha e o mundo ocidental após a queda do Muro de Berlim, em ADEUS LENINE!;

(2) para o público geral, uma noite de sexta-feira e uma tarde de sábado, onde voltamos aos amores e desamores dos pares de Wong Kar-way, de Hong-Kong à Argentina, em DISPONÍVEL PARA AMAR e FELIZES JUNTOS; uma sessão dupla falada em português e apresentada pelos realizadores: PARAISO, em que Sérgio Trefaut filmou uma geração de náufragos, um grupo de cantores de idade avançada que actuam todas as tardes nos jardins do Palácio do Catete, antigo Palácio do Governo do Brasil e TERCEIRO TURNO, o olhar de Mário Macedo no movimento circular de uma geração jovem de futuro incerto.

 

26.Jan – (10h00, GA) – TITO E OS PÁSSAROS de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar, André Catoto (para escolas, 1.º e 2.º ciclo)

Tito, de dez anos, vive sozinho com a mãe desde que o pai, um inventor prodigioso, desapareceu sem deixar rasto. Quando uma estranha epidemia provocada pelo medo se alastra pela população, Tito dá-se conta de que a cura para a doença está, de algum modo, relacionada com as investigações do progenitor. É assim que, nunca se deixando contagiar pelo medo do desconhecido, o corajoso rapaz se aventura numa inesquecível missão para salvar o mundo. Com realização dos brasileiros Gabriel Bitar, André Catoto e Gustavo Steinberg, um filme de animação que conta com as vozes de Denise Fraga, Mateus Solano, Matheus Nachtergaele e Otávio Augusto.

Título original: Tito e os Pássaros (Brasil, 2018, 70 min.)

Realização: Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar, André Catoto

Vozes: Denise Fraga, Mateus Solano, Matheus Nachtergaele e Otávio Augusto.

Classificação: M/6

 

Cinema screenings for schools – Tito e os Pássaros it’s a animation film about an eccentric but impassioned allegory about fear in Brazil affecting a boy named Tito who loves helping his scientist dad Rufus with his inventions.

26.Jan – (14h30, GA) – Adeus Lenine! de Wolfgang Becker (para escolas, 3.º ciclo e secundário)

Outono de 1989. Pouco antes da queda do Muro de Berlim, a mãe de Alex tem um ataque cardíaco e entra em coma. O triunfo do capitalismo acontece enquanto ela está inconsciente. Quando finalmente acorda, no Verão de 1990, a RDA deixou de existir e Berlim está totalmente transformada. Alex, determinado a protegê-la a qualquer custo e com medo que ela volte a ter um ataque cardíaco se souber o que aconteceu, decide não lhe contar que o Muro caiu. Com a ajuda de um amigo, fabrica programas de televisão que já deixaram de existir, evita que ela veja anúncios publicitários (o que seria se ela visse um cartaz da Coca-Cola!) e enche a casa de produtos e objectos, cada vez mais raros e difíceis de conseguir. Realizado por Wolfgang Becker, "Adeus Lenine" tem música de Yann Tiersen, o compositor que toda a gente conhece da banda sonora de Amélie Poulain.

Título original: Good bye, Lenin! (Alemanha, 2003, 120 min.)

Realização: Wolfgang Becker

Interpretação: Daniel Brühl, Katrin Saß, Maria Simon.

Classificação: M/12

 

Cinema screenings for schools – Good Bye, Lenin! follows a family in East Germany after the fall of the Berlin Wall and the collapse of communism.

 

28.Jan – (21h30, PA) – disponível para amar de Wong Kar-way (secção Histórias do Cinema)

Após três anos de ausência do grande ecrã, Wong Kar-wai regressou com este "Disponível para Amar", um melodrama romântico passado em Hong Kong na década de 60, com um ritmo mais vagaroso do que "Chungking Express" e "Anjos Caídos", dois dos seus filmes mais conhecidos. Em tom nostálgico e com uma forte componente fatalista, Kar-wai faz um retrato da sociedade de Hong Kong dessa época, recriando de forma fidedigna a sua atmosfera musical. O fio narrativo segue as vidas de Chow Mo-wan (Tony Leung ), um jornalista, e de Su Li-zhen (Maggie Cheung), uma secretária. Exactamente no mesmo dia, mudam-se para o mesmo prédio com os respectivos cônjuges. A constante ausência destes e a descoberta de uma traição fazem com que o jornalista e a secretária se aproximem um do outro e fiquem "in the mood for love". No festival de Cannes de 2000, Tony Leung Chiu Wai ganhou o prémio de melhor actor e Christopher Doyle, Pin Bing Lee e William Chang o grande prémio técnico. Wong Kar-wai ganhou o César de melhor filme estrangeiro de 2001. O filme foi também o grande vencedor do festival de cinema de Hong Kong de 2001.

Título original: In The Mood For Love (Hong-Kong/França, 2000, 95 min.)

Realização: Wong Kar-way

Interpretação: Lai Chen, Maggie Cheung, Rebecca Pan, Tony Leung

Classificação: M/12

 

In the Mood for Love is a 2000 film directed by Wong Kar-wai. It portrays a man and a woman whose spouses have an affair together and who slowly develop feelings for each other.

29.Jan – (15h30, PA) – PARAÍSO de Sérgio Trefaut + TERCEIRO TURNO de Mário Macedo (com introdução dos realizadores, secção Comunidade Cinema)

Sérgio Tréfaut nasceu e cresceu no Brasil e veio para Portugal adolescente. Voltou ao seu país natal mais de 40 anos depois, para rodar este documentário em que foca um grupo de cantores de idade avançada que actuam todos os dias à tarde nos jardins do Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, outrora a residência dos presidentes do Brasil, antes de haver Brasília. As filmagens acabaram pouco antes do início da pandemia de covid-19 e, diz o “trailer”, “este filme é uma homenagem a uma geração vítima do genocídio do Estado que decorre no Brasil desde o início de 2020”.2001. O filme foi também o grande vencedor do festival de cinema de Hong Kong de 2001.

Título original: Paraiso (Brasil/França/Portugal, 2021, 84 min.)
Realização: Sérgio Trefaut
Classificação: M/6

Numa pequena vila no norte de Portugal, Agostinho suporta a prisão da sua rotina. Um dia, sofre uma estranha convulsão saindo da fábrica onde trabalha no turno da noite. Incapaz de explicar o motivo da sua condição, volta para casa, para a sua namorada, para os seus amigos. Subjugando os seus sonhos e as suas preocupações, Agostinho aguarda que a noite chegue e, com ela, outro turno.

Título original: Terceiro Turno (Portugal, 2021, 19 min.)
Realização: Mário Macedo
Classificação: M/12

A double bill wilth the latest documentary by Sergio Trefaut (Paraiso) and a short film by Mário Macedo (Terceiro Turno)

 

29.Jan – (18h00, PA) – FELIZES JUNTOS de Wong Kar-way (secção Histórias do Cinema)

Lai Yiu-Fai (Tony Leung Chiu Wai) e Ho Po-Wing (Leslie Cheung) são amantes e decidem ir viver para a Argentina. Tudo corre bem até que, durante uma viagem às Cataratas do Iguaçu, discutem e separam-se. Yiu-Fai emprega-se num bar onde se dança o tango e tenta juntar dinheiro para o bilhete de regresso a Hong Kong. Enquanto isso, Po-Wing continua a viagem, envolve-se com outros homens e trabalha como gigolô para sobreviver. Quando Po-Wing reaparece ferido, Yiu-Fai sente-se solidário mas incapaz de se voltar a envolver mais intimamente... Nomeado para a Palma de Ouro no Festival de Cannes, "Felizes Juntos" é o retrato de um amor impossível, com tudo o que o mesmo tem de viciante e valeu a Wong Kar-wai o prémio de melhor realizador na mesma competição.

 

Título original: Cheun Gwong Tsa Sit / Happy Together (Hong-Kong, 1997, 95 min.)

Realização: Wong Kar-way

Interpretação: Chang Chen, Leslie Cheung, Tony Leung Chiu Wai

Classificação: M/16

 

Happy Together is a 1997 film directed by Wong Kar-wai starring Leslie Cheung and Tony Leung Chiu-wai and depicting their turbulent romance.

Bilheteira Sessões
Geral: 2 euros
Cartão quadrilátero: 1 euro
Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

HIENA | Casa das Artes de Famalicão.


Hiena

Uma coprodução da Fértil Cultural com a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, o Teatro Diogo Bernardes e o Teatro Municipal da Guarda

Teatro

20, 21 e 22 de janeiro | quinta-feira, sexta-feira sábado| 21h30| Grande Auditório.

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/14

Duração: 60 m

Uma mulher encontra-se em falência depois de uma vida de luxúria e a sua única

companhia é o desespero, que não consegue controlar. É neste momento conturbado

que ouve a notícia de uma catástrofe. Com esta notícia, começa a maquinar todo um

processo de caridade que, segundo as suas contas, irá permitir lucrar o suficiente para

sair da bancarrota. Hiena é um animal incrível pela sua capacidade de sobrevivência.

O seu sistema digestivo tem uma grande capacidade para a ingestão de alimentos

difíceis, como os ossos.

 

Ficha Artística

Encenação e música: Rui Leitão

Texto: Regina Guimarães

Interpretação: Neusa Fangueiro

Cenografia: Sandra Neves

Figurinos: Filipa Carolina

Desenho de Luz: Paulo Neto

Movimento e Corporalidade: Isabel Costa

Produção Executiva: Ana de Sousa Vieira

Técnico de Luz e Som: César Cardoso

Costureira: Mónica Melo

Construção: André Santos

Apoio à construção: Pascal Bertrand

Fotografia: Duarte Costa
A Fértil Cultural é uma estrutura financiada pela DGArtes

Hiena is a play by Fértil that questions the altruistic acts in a woman's actions

Rodrigo Leão: A Estranha Beleza da Vida | Casa das Artes de Famalicão .


Rodrigo Leão: A Estranha Beleza da Vida

Com a participação especial do Coro da Arteduca

Música

15 de Janeiro | Sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 20 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 10 Euros

M/6

Duração: 75 min

“A Estranha Beleza da Vida” começou a tomar forma no final do ano. “Comecei a pensar neste trabalho em Outubro de 2020, o mês em que regressei a Lisboa depois de meses de confinamento no meio do campo. Senti diferença logo nos primeiros temas, algo mais positivo, mais feliz, diferente dos ambientes do disco anterior. Alguns remetiam-me para uma época algo distante da que vivemos agora. Talvez não fosse por acaso e até resultasse de uma tentativa inconsciente de esquecer o presente…” (Rodrigo Leão)

Este espetáculo, em que Rodrigo Leão se apresenta como Rodrigo Leão cinema project, reune repertório dos três discos editados em 2020 e 2021 (O Método, Avis 2020 e A Estranha Beleza da Vida), assim como uma seleção de temas clássicos do compositor. É, por isso, bastante eclético, com uma grande abrangência de estilos musicais que vão do neoclássico à valsa.

Em palco, Rodrigo Leão (sintetizador e piano e coros) é acompanhado pela sua banda habitual: Ângela Silva (voz, sintetizador e metalofone), Viviena Tupikova (Voz, violino e piano), Carlos Tony Gomes (violoncelo) e João Eleutério (guitarra, baixo, sintetizador, percussão, harmónio indiano e coros). Juntar-se-á à banda Coro da Arteduca interpretando, entre outras, as partes corais gravadas no álbum O Método.

São ainda de realçar as imagens projetadas em vídeo no palco da autoria de Gonçalo Santos que integram desenhos da autoria do próprio Rodrigo Leão. O projeto e o desenho de iluminação foram concebidos por Miguel Ramos e Nuno Salsinha que garantem também a operação deste espetáculo ao vivo. A esta equipa junta-se Frederico Gracias, responsável pela sonorização do espetáculo ao vivo.

Cinema Project joins live the latest three record of Rodrigo Leão

 

4

 

Hiena

Uma coprodução da Fértil Cultural com a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, o Teatro Diogo Bernardes e o Teatro Municipal da Guarda

Teatro

20, 21 e 22 de janeiro | quinta-feira, sexta-feira sábado| 21h30| Grande Auditório.

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/14

Duração: 60 m

 

Uma mulher encontra-se em falência depois de uma vida de luxúria e a sua única

companhia é o desespero, que não consegue controlar. É neste momento conturbado

que ouve a notícia de uma catástrofe. Com esta notícia, começa a maquinar todo um

processo de caridade que, segundo as suas contas, irá permitir lucrar o suficiente para

sair da bancarrota. Hiena é um animal incrível pela sua capacidade de sobrevivência.

O seu sistema digestivo tem uma grande capacidade para a ingestão de alimentos

difíceis, como os ossos.

 

Ficha Artística

Encenação e música: Rui Leitão

Texto: Regina Guimarães

Interpretação: Neusa Fangueiro

Cenografia: Sandra Neves

Figurinos: Filipa Carolina

Desenho de Luz: Paulo Neto

Movimento e Corporalidade: Isabel Costa

Produção Executiva: Ana de Sousa Vieira

Técnico de Luz e Som: César Cardoso

Costureira: Mónica Melo

Construção: André Santos

Apoio à construção: Pascal Bertrand

Fotografia: Duarte Costa
A Fértil Cultural é uma estrutura financiada pela DGArtes

 

 

Hiena is a play by Fértil that questions the altruistic acts in a woman's actions

Fado no Café da Casa | Janeiro - Casa das Artes de Famalicão.


Fado no Café da Casa

Musica/ Fado

13 de Janeiro| quinta-feira | 21h30| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 80 min

Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a ACAFADO – Associação Cultural & Artística Famalicão Fado.

1ª parte–  Matilde Cardona

2ª parte – Luísa Vilas Boas

Guitarra Portuguesa – João Martins

Viola de Fado – João Araújo

Viola baixo – Filipe Fernandes

Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes irá celebrá-lo-á mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores. No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO.

A night with Fado in Café-concerto

 

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Encanto - filme| Casa das Artes de Famalicão.


Encanto (versão portuguesa)

18 de Dezembro, 10h30/15h00/18h00, Pequeno Auditório

A história de uma família extraordinária, os Madrigais, que vivem escondidos numa casa mágica nas montanhas da Colômbia, numa cidade vibrante e maravilhosa chamada Encanto. A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, de superforça ao poder de curar - todas, exceto uma, Mirabel. Quando Mirabel descobre que a magia em torno do Encanto está em perigo, decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser apenas a última esperança da sua família excepcional. Uma produção dos estúdios da Disney.

Título Original: Encanto (EUA, Colombia / 2021 / 100 min)
Realização: Byron Howard, Jared Bush, Charise Castro Smith
Classificação: M/6

RUI VELOSO TRIO | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.


RUI VELOSO TRIO

Música

17 e 18 de Dezembro | Sexta-feira e Sábado| 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 20 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 10 Euros

M/6

Duração: 90 m

Cantor, compositor e guitarrista, Rui Veloso deixou-se encantar pelo mundo da música aos 6 anos, altura em que aprendeu a tocar harmónica. Mais tarde, influenciado pelos seus ídolos BB King e Eric Clapton, edita o seu primeiro álbum que o viria a projetar no panorama musical. Ar de Rock, que completa este ano 40 anos, foi um êxito estrondoso e Chico Fininho ficaria para sempre como um dos maiores sucessos do artista e do letrista Carlos Tê. Mas hoje os sucessos somam-se num longo repertório como Porto Sentido, Não há estrelas no céu, A Paixão (Segundo Nicolau da Viola), Porto Côvo, entre muitos outros, atualmente referências da música popular portuguesa.

Atelier Baú dos Segredos | Classe A - O Beco e Classe B - Ensaio Sobre a Empatia | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.

 



Ensaio Sobre a Empatia

Baú dos Segredos|Classe B

13 e 14 de Dezembro| segunda e terça-feira | 21h30| Pequeno Auditório

Teatro

Entrada: 3 euros e Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 1.5 Euros

M/6

Duração: 45 min

sinopse

A empatia envolve três componentes: afetivo, cognitivo e reguladores de emoções. O componente afetivo baseia-se em compartilhar, e na compreensão de estados emocionais de outros. O componente cognitivo refere-se à capacidade de deliberar sobre os estados mentais de outras pessoas. "

Um ensaio sobre a dificuldade e o caminho a percorrer, para que a empatia possa existir, mesmo quando os seus três componentes teimam em faltar.

ficha técnica

Dramaturgia: Mafalda Soares

Texto: Ana J. Regueiras e Mafalda Soares

Interpretação: Alunos da Classe B do Baú dos Segredos

Encenação: Alunos da Classe B do Baú dos Segredos com supervisão de Ana J. Regueiras

Desenho de Luz: João Regueiras e Ana Regueiras

Figurinos e Caracterização: Cármen Regueiras

Produção: João Regueiras e Casa das Artes de Famalicão


O Beco

Baú dos Segredos|Classe A

15 e 16 de Dezembro| quarta e quinta-feira | 21h30| Pequeno Auditório

Teatro

Entrada: 3 euros e Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 1.5 Euros

M/6

Duração: 60 min

sinopse

Uma cidade idêntica a muitas outras cidades. Um beco mal-afamado onde o lixo se amontoa, por aqui e por ali…e putos. O Bando! Gente pequena arrancada aos sonhos, pelas agruras da vida. Miúdos da rua que, na falta da família, se juntam no bando, alimentados por uma miséria imensa e a esperança que um dia tudo mude. Os sonhos já são poucos e é difícil sonhar quando não se acredita… Mas, apesar do frio que corta as noites e da fome, há anjos que teimam em pintar o mundo de amor, que florescem, mesmo no meio do lixo!

ficha técnica

Dramaturgia: João Regueiras

Cenografia: Ana J. Regueiras e João Regueiras

Interpretação: Alunos da Classe A do Baú dos Segredos

Encenação: João Regueiras, Ana J. Regueiras

Assistência de Encenação: Marta Guimarães

Direção Musical: Rui Mesquita

Desenho de Luz: João Regueiras, Ana Regueiras

Figurinos e Caracterização: Cármen Regueiras

Produção: João Regueiras e Casa das Artes de Famalicão

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

A Última Refeição de António Cabrita Encenação de António Pires e Interpretação de Maria João Luís - coprodução | Casa das Artes de Famalicão


A Última Refeição
de António Cabrita

Encenação de António Pires e Interpretação de Maria João Luís

Coprodução: Teatro da Terra, Casa das Artes de Vila Nova Famalicão, Teatro Municipal de Bragança e São Luiz Teatro Municipal

9, 10 e 11 de dezembro | Quinta-feira, Sexta-feira e Sábado | 21h30 | Grande Auditório

Teatro

M/12

Duração: 75 min

Entrada: 8 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 4 Euros

Helena dispõe os ingredientes sobre a banca e deita mãos à obra: preparar uma última refeição para Bert. Escolheu fazer-lhe frango na púcara com temperos à Mãe Coragem. Assim começa este monólogo interpretado por Maria João Luís, escrito por António Cabrita e encenado por António Pires.

Enquanto cozinha, Helena vai discorrendo sobre a sua vida com Bert: as grandes alegrias por partilharem de um transcendente sonho teatral e por se confiarem incondicionalmente no palco, numa sintonia que os levou ao êxito, e por outro lado o sofrimento com as traições conjugais, o carácter de pinga-amor do Brecht e a sua noção alargada de "família"; a dureza da vida no exílio; o difícil regresso a Berlim e o seu papel de "mãe" para manter Bert no equilíbrio propício às suas necessidades criativas.

Bert já está no caixão, mas ela ficou de responder à morte na manhã seguinte, para o substituir ou não, enquanto nesse caso, a Morte o ressuscitaria. Em desespero, resolveu fazer o prato que Bert mais gostava e que considerava digno de ressuscitar um morto - talvez assim ela não precise de se sacrificar, pensa.

 

Ficha técnica e artística

Texto: António Cabrita
Encenação: António Pires
Interpretação: Maria João Luís
Cenografia: José Manuel Castanheira
Composição e Direção musical: João Lucas
Desenho de luz: Pedro Domingos

Coprodução: Teatro da Terra, Casa das Artes de Vila Nova Famalicão, Teatro Municipal de Bragança e São Luiz Teatro Municipal