sexta-feira, 8 de maio de 2015

PORTOTANGO - dança e música na Casa das Artes de Famalicão

Portotango - La cruz del Sur
Tango /música e dança
27 de junho| sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 10 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/6
Duração: 70 m

Músicos
Oscar Flecha, guitarra
Manuel Vidal, voz
José Parra, piano
Jaroslav Mikus, violoncelo e acordeão
José Fidalgo, contrabaixo
David Lloyd, violino
Bailarinos:
Fernando Zalazar & Sara Ferreira.
Manuel López & Patricia Zotto

PORTOTANGO – Foi criado por Manuel Vidal e Oscar Flecha em finais de 2000 e estreou-se em Março de 2001 em Torre de Moncorvo, terra dos antepassados do poeta Jorge Luís Borges, com o espetáculo “100 anos de tango”, promovido pelo Clube Tango do Porto.

PORTOTANGO celebra o som e poesia de Buenos Aires interpretando alguns dos mais representativos tangos, da Guardia vieja até as novas expressões do pulsar porteño.

Os seus trabalhos discográficos são Corazón al Sur e Portotango Sin esquinas, onde apresentam música de Carlos Gardel, Anibal Troilo, Mariano Mores e Astor Piazzolla entre outros.
Portotango apresenta este ano um novo trabalho: La cruz del sur, inspirado num poema do escritor argentino Julio Cortazar, e que conta também com textos de Jorge

O cantor e compositor brasileiro MOMO em Famalicão

MOMO
Momo regressa a Portugal para apresentar espetáculo a solo. O cantor e compositor brasileiro Momo, alcunha musical de Marcelo Frota está de volta a Portugal.

20 de junho| sábado| 23h00 | Café Concerto
Entrada: 5 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros
M/6
Duração: 60 m
www.momomusica.com
 www.facebook.com/momooficial

Momo tem quatro discos de originais: “A Estética do Rabisco” (2006), “Buscador” (2008), “Serenade of a Sailor” (2011) e “Cadafalso” (2013), todos elogiados pela imprensa brasileira e internacional.
O artista participou em 2013 no Mexefest – Lisboa com os seus companheiros parceiros Wado e Cícero, músicos com quem gravou na mesma cidade o álbum homónimo “O Clube”. O disco celebra o encontro dos brasileiros com os artistas portugueses Fred Ferreira (Banda do Mar, Orelha Negra), Diego Armés (Feromona, Chibazqui), Bernardo Barata (Diabo na Cruz) e Alexandre Bernardo (Laia).
 
Recém-chegado de uma temporada de concertos nos Estados Unidos, onde se apresentou no formato voz e violão, Momo promete repetir para essa nova temporada na Europa a mesma atmosfera intimista e minimalista na qual diversifica músicas de todos seus discos, além de tocar algumas releituras como “Munguengo”, de Waldemar Bastos.

Sem Filtro | Ana Bola

Ana Bola Sem Filtro
Teatro comédia
20 de junho| Sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 10 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/12
Duração: 70 m
Sinopse
Um monólogo. Uma actriz, Ana Bola. Com 40 de profissão, fez teatro, fez televisão, foi autora de séries de sucesso, apresentadora de programas, jurada de concursos, etc.. Aos 62 anos de idade vê-se confrontada com falta de trabalho, apesar de continuar no activo, em forma e acarinhada pelo público. Apresenta propostas, tem reuniões com as direcções de programas, mas não consegue ver nada aprovado. Restam-lhe os castings de um programa de talentos. É-lhe pedido que faça desde dança a culinária, passando por ballet clássico ou até por números de circo. Ainda que de uma forma ligeira e bem-disposta, o espectáculo procura uma crítica directa e sem papas na língua a uma realidade gritante: a total falta de respeito pela arte, pelos artistas e pelo trabalho sério, que é substituído por atentados ao talento e à experiência. O que resulta na ascensão a vedeta da total ausência de talento. Este monólogo chama os bois pelos nomes. Sem filtros. Sem medos.
Texto e Interpretação Ana Bola Direcção António Pires Vozes Off Alexandra Rosa, Júlio Isidro, Manuel Marques

4º Deambulação artística | tema: O Nu Masculino na Arte

Quadro de Jacques Louis David, Academia de homem, dito Pátroclo, 1778.
Deambulações artísticas: Ciclo de Encontros temáticos
Uma organização da Casa das Artes e Sentido Directo
O tema: O Nu Masculino na Arte
Parte I: O corpo masculino, uma herança Clássica de incarnação da potência física e da força moral.
Oradora Helena Machado
17 de junho| Quarta| 15h30 às 17h00 | Pequeno Auditório
Entrada: 4 euros | Seniores e Estudantes 2 euros
Duração 90 m
 
Educação pela Arte
«Educação Ambiental pela Arte» é um projeto de cariz artístico-pedagógico, dirigido a alunos e professores do 1º ciclo do ensino básico. Visa a introdução da arte numa perspetiva inter e multidisciplinar, desenvolvendo a imaginação e a criatividade, aliadas à sensibilização ambiental. São desenvolvidas várias ações de formação das áreas artísticas e de educação ambiental, que culminam num grande espetáculo final subordinado à temática dos Resíduos.

LIXO TOTAL
È um espetáculo que transborda mensagens sobre a importância da gestão adequada dos resíduos que produzimos.
12 de junho| sexta-feira| 19h00 | Grande auditório
m/6
Duração 70 m

Jovial é um rato cheio de ideais que vive com o seu tio Desperdício, numa lixeira. Ambos vivem aterrorizados pelo rato malvado, o Lorde Furúnculo, que mantém diariamente a desorganização da lixeira. Jovial aventura-se numa viagem à procura de um mundo melhor e acaba por conhecer Amália, uma hamster de estimação.

 Ficha Técnica:
Conceção, encenação e coreografia: Ana Figueira
Interpretação: Bárbara Teixeira, Paulo Coelho de Castro, Pedro Roquette a André Estrela (estagiário do Conservatório de Música da Jobra)
Formação:
Dança Educacional – Bárbara Teixeira
Expressão Dramática – Pedro Roquette
Expressão Musical – Paulo Coelho de Castro
Expressão Plástica – Ana Mota e Marina Cruz (estagiárias do Curso de Artes Visuais e Tecnologias Artísticas – ESE Porto)
Direcção Técnica: João Branco
Produção: Rita Santos
Participação de diversas escolas do Concelho de Vila Nova de Famalicão 
Apoios: Câmara Municipal de Famalicão, Casa das Artes de Famalicão, Formato Verde e Fundação Narciso Ferreira.
A Companhia Instável é apoiada pela Direção Geral das Artes, Câmara Municipal do Porto e pela Gestão dos Direitos dos Artistas.

 Informações:
www.companhiainstavel.pt
educacaopelaarte@companhiainstavel.pt
lugar@companhiainstavel.pt

Exposição de Escultura Francisco Goiana da Silva na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Exposição de Escultura Francisco Goiana da Silva
Inauguração dia 6 de junho às 19h00
6 a 30 de junho  , Foyer |Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Título Colecção: SÍSIFO
Sub-título Colecção:“De nenhum fruto queiras só metade”
Referência conceptual:
Coimbra, 27 de Dezembro de 1977
Sísifo
Recomeça...
Se puderes,
Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro,
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
 E, nunca saciado,
Vai colhendo
Ilusões sucessivas no pomar
E vendo
Acordado,
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças.
Miguel Torga
Nota introdutória:
Sísifo dá o mote à mais recente colecção de escultura do médico-escultor Francisco Goina-da-Silva. Recorrendo a técnicas e materiais diversos, o autor constrói um série de composições ricas, desconcertantes e que desacomódam o mais íntimo de cada um. O artista “desmonta” as caracteristicas várias do ser humano “Sísifo”,  remetendo o visitante á mitologia antiga e á obra literária do consagrado poeta transmontano Miguel Torga.
Biografia do artista
Silva nasce em Santo Tirso (1989), estuda no Instituto Nun’Alvres (Colégio Jesuíta), e conclui estudos em Medicina em Junho de 2013 na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.
Começa a experimentar técnicas de escultura aos 10 anos de idade, venecendo por 3 vezes a competição “Construções na Areia – Jornal de Notícias”. Aos 13 anos experimenta técnicas de pintura de arte sacra, contactando pela primeira vez com tecnicas de acabamento com Betume Judaico. Aos 15 anos faz as primeiras experiências de escultura por molde perdido de forma autodidacta, e inicia trabalhos com resinas e mármores, desenvolvendo a técnica de petrificação de biomateriais, igualmente por instrução própria.

Expõe trabalhos de pintura (exposição individual) no espaço EFE-ERRE-Á, e escultura (exposição individual) no Hotel Cidnay (Santo Tirso), Museu Nacional da História Natural (Lisboa), Palácio das Açafatas da Rainha (Lisboa). Tem obras em exibição permanente no Edifício do Municipio de Gross Umstadt (Alemanha), no Hotel Cidnay e nos jardins do Hospital de Santa Maria (Lisboa).

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Comemoração do 14º aniversário da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, festa da criança e da família | Luísa Sobral - "Lu-Pu-I-Pi-Sa-Pa",

Luísa Sobral com "Lu-Pu-I-Pi-Sa-Pa"
"Só gostava que fosse um disco para as famílias ouvirem juntas."
Musica
6 de junho | sábado| 17h00 | Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/6
Duração: 70 m

 Este álbum fala sobre episódios da minha infância, alguns vividos por mim, outros por amigos ou crianças da minha escola. Todas as canções têm uma imagem associada: O recreio, a hora de almoço, a porta da escola, o campo de futebol onde jogávamos ao "mata", e várias outras que me ficaram na memória", explica Luísa a propósito de "Lu-Pu-I-Pi-Sa-Pa", acrescentando: "Só gostava que fosse um disco para as famílias ouvirem juntas."
 
"Lu-Pu-I-Pi-Sa-Pa" foi gravado no Atlântico Blue Studios e contou com a participação de Luís Figueiredo (co-produtor do disco e pianista), João Hasselberg (contrabaixo) e Carlos Miguel Antunes (bateria).

Comemoração do 14º aniversário da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, festa da criança e da família | Pelos Cabelos - Teatro de Marionetas do Porto


PELOS CABELOS
Teatro de Marionetas do Porto
1 de junho| segunda | 10 h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 euros/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/4
Duração: 40 m

A partir das ilustrações Pelos Cabelos, de João Vaz de Carvalho, o Teatro de Marionetas do Porto cria um espetáculo habitado por personagens insólitas, de olhares ausentes e alucinados, onde o humor e o absurdo se fundem para mais uma experiência com muitas marionetas. Em Pelos Cabelos, atores e marionetas habitam um lugar algures, um Lá, lugar distante quase extra terreno.

Ficha artística e técnica
Encenação e cenografia - Isabel Barros
Textos - Edgard Fernandes, Isabel Barros e Rui Queiroz de Matos
Marionetas - Sandra Neves, a partir das ilustrações de João Vaz de Carvalho
Música e Animação - coletivo HUSMA (João Apolinário, Nuno Cortez e Pedro Cardoso)
Desenho de luz – Alexandre Vieira
Interpretação - Edgard Fernandes e Rui Queiroz de Matos
Produção - Sofia Carvalho
Operação de luz e som - Cláudia Valente
Construção de marionetas - Sandra Neves (coordenação), Nuno Guedes, Teresa Dantas e Rita Silva (estagiária)
Construção cenográfica – Américo Castanheira, Tudo-Faço



Agradecimentos – Ensemble, Escovaria de Belomonte

Comemoração do 14º aniversário da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, festa da criança e da família | BABELIM


BABELIM
Babelim é direcionado para famílias com bebés até aos 3 anos de idade.
Companhia Música Teatral
Música |movimento
30 de Maio | sábado! 15h00 e 17h00 |(Palco) grande auditório
Entrada: 5 euros/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2.5 Euros - (Bebes até aos 3 anos entrada livre)
Publico alvo: famílias com bebés até 3 anos.
Por sessão são 20 bebés acompanhados por 40 adultos + 30 pessoas (com mais de 6 anos).
Duração: 60 m
Em Babelim, o piano é elemento central, em diálogo com instrumentos inventados (Fazedores de Paisagens Quotidianas) e vozes (dos artistas e do público, guiado por uma partitura gráfica que é projetada e por um conjunto de sinais que fazem parte da teatralidade da peça). Babelim tem a particularidade de envolver um conjunto de crianças na equipa artística*, porque ao longo do Projecto Opus Tutti fomos desenvolvendo a ideia de que cuidar dos mais pequenos é algo que se aprende desde cedo, e porque percebemos que os bebés e crianças muito pequenas se relacionam de forma especialmente bonita com crianças mais velhas. Todos estes elementos, musicais, coreográficos, teatrais, são pontos de partida para um fluxo de comunicação entre todos, bebés, crianças e adultos, artistas e público.

BABELIM

Babelim é um espetáculo de música (piano, vozes e objectos sonoros de natureza diversa) e movimento, em que o público é envolvido de forma participativa a partir de um conjunto de temas musicais de fácil assimilação e de um conjunto de sinais visuais e partituras gráficas facilmente descodificadas. Entre os intérpretes conta-se um grupo de crianças que contribuem de uma forma especial para a criação de uma atmosfera lúdica e afectuosa e para um canto comunitário de acolhimento e estímulo musical especialmente dedicado aos mais pequeninos. Babelim é direcionado para famílias com bebés até aos 3 anos de idade.

conceção e produção: companhia de música teatral + projeto opus tutti
direção artística: paulo maria rodrigues
criação plástica: miguel Ferraz
intérpretes: pedro ramos, paulo maria rodrigues & crianças opus tutti
coordenação geral: helena rodrigues
o projeto opus tutti é uma parceria da companhia de música teatral com o laboratório de música e comunicação na infância (lamci-cesem).
o projeto opus tutti é financiado pela fundação calouste gulbenkian
com o apoio da direção geral das artes / faculdade de ciências sociais e humanas (universidade nova de lisboa) / fundação para a ciência e tecnologia / universidade de aveiro

terça-feira, 14 de abril de 2015

AUREA na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicao

AUREA
SOUL NOTES ACÚSTICO
Uma voz inconfundível, poderosa e cativante.
 Musica Soul/ pop
23 de maio | sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 15 EUROS / Cartão Quadrilátero Cultural: 7.5 Euros
M/6
Duração: 90 m

Considerada a voz revelação de 2010, Aurea apresenta o seu primeiro álbum em Setembro desse ano, atingindo em poucos meses o 1o lugar do Top Nacional de Vendas, mantendo-se nessa posição durante 9 semanas consecutivas e conseguindo a marca de dupla platina.
O registo “Aurea ao Vivo no Coliseu dos Recreios”, gravado no dia 18 de Novembro 2011, é lançado um mês depois, conquistando o galardão de Ouro no dia de lançamento e, mais tarde, a dupla platina.
O ano de 2011 acabou por ser um período de crescimento e de reconhecimento para Aurea. A artista foi nomeada nas categorias de ‘Melhor Música’, ‘Revelação do Ano’ e ‘Melhor Intérprete Individual’, na edição de 2011 dos Globos de Ouro, tendo arrecadado este último galardão.
Foi também nomeada para ‘Best Portuguese Act’, nos MTV Music Awards, categoria que acabou também por ganhar.
A nível internacional, ‘Aurea’ foi lançado na Hungria, local onde a artista gravou o dueto do tema “Where is the Love” (com Nikolas Takács) e atuou ao vivo. Também Taiwan editou o álbum de estreia de Aurea e recebeu-a numa atuação única.
Em 2012, lança o primeiro single “Scratch my Back” do seu segundo album (“Soul Notes”), que atingiu de imediato a marca de Platina e com o qual percorreu o país, Macau, Angola e Brasil, actuando também no Rock in Rio. É ainda por terras de Vera Cruz que a edição internacional do CD/DVD da artista teve entrada directa para o 22o lugar do TOP iTUNES e TOP 10 de DVDs internacionais e o single “Busy (For Me)” integrou a banda sonora da novela “Amor à Vida” da Rede Globo.
Aurea prepara neste momento o novo disco, um trabalho que certamente marcará uma vez mais o panorama musical português.

SÍLVIA de A. R. Gurney

SÍLVIA de A. R. Gurney
Com Heitor Lourenço, Manuela Couto, Paulo Pires e Gabriela Barros
Comédia teatral
16 de Maio| Sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 12 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
M/12
Duração: 120 m
Parceiro/apoio Associação Mutualista Montepio
Sola do Sapato Produções e Margem Narrativa-Associação Cultural

Sinopse
Gonçalo e Catarina entraram numa fase nova das suas vidas. Os filhos foram para a universidade e o casal mudou-se para Lisboa. Mas Gonçalo não está feliz. Odeia o seu trabalho e precisa de algo mais na sua vida. Até ao dia em que encontra Sílvia.
Sílvia é jovem, linda, divertida, e sente um amor à primeira vista por Gonçalo. A ligação entre os dois é tão forte que Gonçalo decide levar Sílvia para casa, o que não agrada de todo Catarina. É que Sílvia deixa pêlo no sofá. Bebe água da sanita. É inconveniente para as visitas. E ladra.
Sílvia é uma cadela abandonada, que se torna uma obsessão para Gonçalo que encontra nela uma razão para olhar a vida de outra maneira. Mas Catarina acha que a cadela é apenas um escape para uma crise de meia-idade. O que não deixa de lhe fazer ciúmes. Uma rival na sua relação com o marido. Para qualquer lado que se volte, qualquer conversa que tenha, para onde quer que olhe só existe uma coisa: Sílvia. A cadela.
O casamento vai ser verdadeiramente posto à prova através de uma série de complicações hilariantes, onde não faltam amigos estranhos a dar opiniões e até um psicólogo que acaba por perder as estribeiras com o problema do casal.
“Sílvia” é uma comédia onde o humor e a ternura se misturam, tornando o desenrolar da história apaixonante para quem a vê. Qualquer espectador poderá experienciar o riso verdadeiro até à lágrima.

Neste triângulo amoroso, que ganhe a melhor espécie...

  Ficha Técnica e Artística
Autor A. R. Gurney
Tradução e Adaptação Heitor Lourenço e Manuela Couto
Versão Cénica e Encenação Almeno Gonçalves
Apoio Dramatúrgico Artur Ribeiro
Com Heitor Lourenço, Manuela Couto, Paulo Pires e Gabriela Barros
Assistente de Encenação Cátia Sousa
Cenografia Marta Carreiras
Figurinos Marta Iria
Desenho de Luz Paulo Sabino
Desenho de Som Paulo Ferro_STS EstúdioDesign
Arranjo Musical “Eu sei que vou te Amar” CC
Vídeo e Fotografias Promocionais Artur Ribeiro
Design Gráfico Maria João Alves
Responsável Técnico Nuno Moço
Responsável Administrativa e Financeira Mariana Magro
Direcção de Produção Almeno Gonçalves
Produção Maria João Alves e Cátia Sousa

A cantora Careca


A CANTORA CARECA
Exercício de interpretação a partir da peça homónima de Eugène Ionesco.
Bau dos segredos
13 e 14 de Maio| Quarta e Quinta | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/6
Duração: 70 m
SINOPSE:
A Cantora Careca é considerada a primeira das obras da corrente estéctica teatral, surgida após a Segunda Grande Guerra, baptizada Teatro do Absurdo. Escrita em 1949 foi o também o primeiro texto do dramaturgo Eugène Ionesco (1909 – 1994). Considerada pelo autor como uma “anticomédia”, a peça lança mão da palavra enquanto objecto, tornando palpável algo que é, ao mesmo tempo é abstrato, pois é a principal característica do texto o surrealismo verbal.

De forma interessante, A Cantora Careca foi criada a partir de um livro-texto para o ensino da língua inglesa, onde mostra um casal a conversar com diálogos absurdos informando-se mutuamente que são ingleses, que têm três filhos, que vivem em Londres, que têm uma empregada chamada Mary, inglesa como eles, que o teto fica em cima e o chão embaixo, que a semana tem sete dias, e que se chamam Smith.

Ionesco manteve o casal Smith na peça assim como sua empregada e acrescentou outros três personagens: o casal Martin e o Capitão dos Bombeiros.

Altamente irônico, o texto conservou também o absurdo nos diálogos, marcados por clichês e futilidades. Os absurdos nas conversas levam os seis personagens, à completa incomunicabilidade, através de um diálogo ininteligível.

O foco central da peça é a linguagem, fazendo uma referência a um tenebroso futuro para as relações humanas, e consequentemente da comunicação: a impossibilidade de diálogo entre as pessoas.

ENCENAÇÃO        Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
DRAMATURGIA E ADAPTAÇÃO       Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
ELENCO Alunos da Classe B do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO         João Regueiras
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO    Cármen Regueiras & Emília Silva
DESIGN DE LUZ    Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
LUZ & SOM          Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO          João Regueiras /Casa das Artes

Amor e Baco com Baú dos Segredos


AMOR E BACO
Bau dos segredos
11 e 12 de Maio| Segunda e Terça | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/6
Duração: 70 m
SINOPSE:

O velho e libertino deus Sileno, tutor de Baco, perde-se no bosque e é capturado por alguns feirantes que o confundem com um urso. Levam-no à presença do Rei Midas. Este descobre que ele é de facto o tutor de Baco e resolve devolvê-lo ao seu discípulo.

Baco, agradecido, presenteia Midas com um desejo. Midas pede a Baco que faça com que tudo o que toque se transforme em ouro. Baco assim faz.

Porém, mais tade, desesperado, Midas descobre que até a comida e bebida que pela sua boca entram se dobram ao seu poder, assim que tocam os seus lábios. Com pena do tonto, mas bem-intencionado Midas, Baco resolve ajudá-lo devolvendo-o ao seu estado original.

ENCENAÇÃO        Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
DRAMATURGIA   Steve Johnston
ELENCO Alunos da Classe A do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO         João Regueiras
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO    Cármen Regueiras & Emília Silva
DESIGN DE LUZ    Tiago Regueiras & Ana J.  Regueiras
LUZ & SOM          Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO          João Regueiras / Casa das Artes
AGRADECIMENTO      Teatro ao Largo / Steve Johnston

Um Olhar a Preto e Branco e Um País na Sombra da Luz - Estreia na Casa das Artes de Famalicão

Um Olhar a Preto e Branco e Um País na Sombra da Luz - Estreia
Um espetáculo a partir da obra poética de Mário Cesariny
Coprodução Cão Danado e a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Teatro
8 e 9 de maio | sexta e sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros

Fotografia Filipa Alves
M/12
Duração: 70 m
O regresso do Cão Danado à poesia, aos autores portugueses e a uma Casa cúmplice das Artes.

Um espetáculo a partir da obra poética de Mário Cesariny  onde os intervenientes  adotam a mesma atitude estética de permanente experimentação do poeta e pintor tendo a música como catalizador do processo de transmutação.
A experimentação e a celebração da palavra evocando a magia poética, a libertação temática e formal, a alquimia que traz a arte para o plano da vida e a transgressão artística como força vital. Em permanente avaliação e subversão como forma de sobrevivência das sociedades.


Ficha técnica
Encenação e Dramaturgia - Sara Barbosa
Concepção plástica - Paulo Capelo Cardoso e Sara Barbosa
Assistência e figurinos - Patrícia Shim
Desenho de Luz - Rui Monteiro
Assistência - Pedro Correia
Direção de Movimento - Ana Rocha
Música - Eliana Veríssimo e Sérgio Carolino
Interpretação - Tiago Correia e Sara Barbosa
Vídeo: Paulo Cunha Martins Ana Rocha
Desenho de som: Pedro Lima , Rui Lima, Sérgio Martins
Direção de Produção- Pedro Barbosa
 
 
 




O poder da mulher através da revolução artística do século XIX com Helena Machado.

Deambulações artísticas: Ciclo de Encontros temáticos
Uma organização da Casa das Artes e Sentido Directo

O tema: O poder da mulher através da revolução artística do século XIX.
Oradora Helena Machado

6 de Maio| Quarta| 15h30 às 17h00 | Pequeno Auditório
Entrada: 4 euros | Seniores e Estudantes 2 euros
Duração 90 m


 Imagem, «Olympia» de Manet, 1863, Musée d'Orsay, Paris.

Exposição Miguel Neves Oliveira Casa das Artes Famalicão

Exposição Miguel Neves Oliveira
Titulo: Brotam da Montanha
2 a 31 de maio , Foyer |Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
www.nevesoliveira.potfoliobox.me
www.nevesoliveira.blogspot.com

Miguel Neves Oliveira nasceu em 1980. Expõe regularmente desde 2000. Trabalha essencialmente a madeira, criando peças que se situam entre a escultura e a pintura, procurando a celebração do movimento e das forças que nos fazem existir

As obras orgânicas e irreverentes de Miguel Neves Oliveira têm vindo a ser exibidas quer individualmente quer coletivamente desde o ano 2000. Agora expostas na Casa das Artes de Famalicão, querem criar uma relação constante com quem as admira, seja através de um sentimento, de um pensamento ou de uma simples perceção.

“Rebentos que Brotam”, “Dentes da Montanha”, “Túmulos com Vida” são peças em madeira que, em simbiose com materiais como esmalte, pigmentos, resinas, tinta plástica, pretendem refletir o nascimento e a morte no ar puro da montanha. A beleza associada ao ar puro que respiramos, que nos faz existir em corpo presente, expressando-se em ações de crescimento e definhamento, para circular e  voltar a ser de uma outra maneira.

As obras brotam da montanha. A procura pelas nascentes dos rios, pelas raízes que edificam as árvores. Essa força que faz com que a pedra que se move no subsolo seja essencial para o surgimento de uma nova vida.

Nós, Homens parte integrante desta loucura, sentimos!

quinta-feira, 12 de março de 2015

Assim, tipo... dança contemporânea de Tiago Rodrigues

Comemoração do Dia Mundial da Dança 2

Assim, tipo... dança contemporânea de Tiago Rodrigues
Companhia Instável
Dança
1 de maio| sexta | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 6 euros/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 60 m

Esta criação da Companhia Instável é assinada por Tiago Rodrigues. O ator, encenador e dramaturgo propõe um espetáculo "com iguais doses de ironia e ingenuidade", que promove o cruzamento da dança contemporânea com outras expressões artísticas, levando o grupo a experimentar diferentes processos criativos.

Pedir a um artista de teatro para criar uma peça para bailarinos é assim tipo dança contemporânea.
Começar a criar uma peça por pedir às pessoas mais diversas para descreverem em tempo real o que vêem quando um bailarino dança é assim tipo dança contemporânea.
Obedecer ao relato das pessoas mais diversas para construir uma coreografia é assim tipo dança contemporânea.
Acreditar que qualquer pessoa pode ser um coreógrafo é extremamente assim tipo dança contemporânea.
Não saber completamente o que vai acontecer em palco quando o espectáculo começa é assim tipo dança contemporânea.
Ter um título para a peça onde se encontram doses iguais de ironia e ingenuidade é, sem sombra dúvida, assim tipo dança contemporânea.

 Direcção Artística | Tiago Rodrigues
Assistência artística | Mafalda Deville
Intérpretes | Bruno Alexandre, Diletta Bindi e Liliana Garcia
Cenografia e Desenho de luz | Thomas Walgrave
Vídeo | Bruno Canas
Pós- Produção Áudio | Cristóvão Faria Carvalho
Director Técnico | Ricardo Alves
Estagiários à criação l Ana Beatriz Dias e Renato Gomes
Co-produção| Espaço do Tempo
Apoio| Escola Superior de Artes e Design e Matinal