quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Nos dias 9, 10 e 11 de março, a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão recebe espetáculos únicos de Miguel Araújo - estreia de uma nova formação da sua banda (sexteto), para teatros e auditórios.


Miguel Araújo
1º parte (pequena apresentação) da nova artista “Via”
Musica
9,10 e 11 de março | quinta, sexta e sábado| 21h30 | Grande auditório Entrada: 16 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 8 Euros
Duração: 80 min
classificação etária M/6
A 9, 10 e 11 de março, a Casa das Artes de Famalicão recebe espetáculos únicos de Miguel Araújo - estreia de uma nova formação da sua banda para teatros e auditórios (sexteto) sendo que, nestes espetáculos irão, pela primeira vez, apresentar vários temas do novo álbum e também os sucessos já bem conhecidos do público, entre os quais “Os Maridos das Outras”, “Dona Laura” ou “Recantiga”. A Casa das Artes de Famalicão vai receber ainda a banda de Miguel Araújo para os ensaios finais antes da estreia dos novos temas e desta nova formação.
Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração. É hoje considerado um dos grandes nomes da música portuguesa, destacando-se como compositor, letrista, cantor e músico, sendo bem-sucedido em cada uma destas vertentes que compõem a sua multi-facetada e eclética carreira. São já muitas as canções da sua autoria, cantadas por si e por outros que fazem parte do espólio das grandes canções populares portuguesas deste século. Como escreveu o Expresso em 2012, “é notório que Miguel Araújo se tornou um dos melhores fabricantes de canções que o país viu surgir este século”.

LUIZ CARACOL “ Metade e Meia”- Casa das Artes de Famalicão

Luiz Caracol
Novo álbum "Metade e Meia", com sonoridades de Portugal, Brasil e África.
4 de março| sábado | 23h00 | Café Concerto
Entrada: 4 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/6
Duração: 70 min
Com novo álbum "Metade e Meia" a sair a 10 de março de 2017, confirma-se a excelência deste artista singular cuja música apresenta uma mestiçagem muito própria, entre sonoridades de Portugal, Brasil e África. Tocou, entre outros, com Sara Tavares, Tito Paris, Jorge Drexler e Fernanda Abreu.
Depois do sucesso do primeiro álbum “Devagar”, que apresentou nos EUA e em show case oficial na EXIB Música Iberoamericana, tem vindo a tocar em Portugal, Espanha e Brasil. Inicia agora a nova tour em Portugal em várias cidades do país. Apresentação está marcada 4 março na Casa das Artes.
Novo Álbum - Nova Tour
Luiz Caracol - Voz e GuitarraXico Santos - Baixo
Tomás Rosberg - Guitarras
Filipe Chaves - Bateria

Bau dos Segredos | PRELÚDIO PARA MACBETH Exercício I da Classe B do Baú dos Segredos

PRELÚDIO PARA MACBETH
Exercício I da Classe B do Baú dos Segredos
Teatro
3 e 4 de março | sexta-feira e sábado | 21h30 | Grande auditório

Entrada: 4 EUROS/ Crianças, Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
Duração: 60 min
Classificação etária M/6

"Muitos, infelizes são com as suas tristes vidas
Apenas conhecendo um prelúdio a algo
Que jamais lhes acontece -" Lorna
ames Chalmers visa captar a essência da obra do bardo mais famoso do mundo. Bebendo do génio de Shakespeare, cria uma prequela à história sangrenta de Macbeth, n
o seu estilo e escrita.
Somos transportados para a Escócia na Idade Média onde a guerra com a resistência da defunta Nortúmbria enterra ainda as suas vítimas. No meio do campo de batalha erguem-se novos estandartes onde os velhos caem.
Macbeth o Lord sucede a Macbeth o general. Lady Macbeth ultrapassa o seu passado sombrio onde enterrou Lorna Stewart. Duncan estende uma passadeira vermelha à ascenção daquele que um dia o derrubará. Todos lutam afincadamente por um futuro que sabemos ser negro.
Vemos como o desastre se vai alinhando sem nunca chegar a ver o seu fim.

Bau dos Segredos | ABSENTIUM  - Exercício I da Classe A do Baú dos Segredos 


ABSENTIUM
Exercício I da Classe A do Baú dos Segredos
Teatro
1 e 2 de março | quarta e quinta | 21h30 | Grande auditório
Entrada: 4 EUROS/ Crianças, Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
Duração: 60 min
classificação etária M/6
Uma cidade, …uma ilha!
Um desejo, atirado ao ar, com toda a raiva.
Sem ser pensado, como muitos que formulamos todos os dias, sem contudo, pensarmos nas consequências que deles nos podem chegar, através do tempo…
É de manhã, um estranho murmúrio, cobre a cidade.
Jovens percorrem as ruas algo desorientados…
Não há luz, nem água.
Os telefones estão mudos, a internet não pega, todo o tipo de comunicação com o mundo lá fora, simplesmente, parou de funcionar.
Espera! Onde estão os adultos? Para onde foram?
Que fenómeno ocasionou o seu desaparecimento?
Será isto o início de uma nova era? Ou um pesadelo do qual vamos acordar a qualquer momento?
Um tempo e um lugar onde tudo tem uma nova importância e dimensão…
Um pedaço da vida de gente jovem, que tenta construir onde outros falharam e onde as dificuldades fazem brotar de cada um o melhor… e o pior!
Uma ideia de Michael Grant adaptada ao palco, pela pena de João e Tiago Regueiras.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Cinema Casa das Artes


- 4 de fevereiro | sábado |14h30, 17h30 e 21h30 | Pequeno Auditório
Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro
FILME  - Silêncio

sinopse

Adaptação ao cinema do romance homónimo do escritor japonês Shusaku Endo, publicado em 1966, a tumultuosa história do cristianismo no Japão.

No século XVII, dois padres jesuítas vindos de Portugal - Sebastião Rodrigues (Andrew Garfield) e Francisco Garrpe (Adam Driver) - viajam até ao Japão sob ordens da igreja, na esperança de encontrarem o seu mentor, Frei Cristóvão Ferreira (Liam Neeson), e de investigarem rumores de que teria renegado a fé cristã.

Nas terras nipónicas, onde o regime militar do clã Tokugawa baniu o catolicismo e quase todo o contacto com o estrangeiro, os dois jovens religiosos testemunham a perseguição dos japoneses cristãos pela mão do seu próprio governo. Eventualmente, os dois jesuítas separam-se e Rodrigues viaja até ao campo, interrogando-se sobre o silêncio de Deus face ao sofrimento dos seus filhos.

Titulo Original: Silence (EUA – Itália - México, 2016, 159 min)

Realização: Martin Scorsese

Interpretação: Andrew Garfield, Liam Neeson, Adam Driver, Issei Ogata





- 25 de fevereiro | sábado | 18h00 e 21h30 | Pequeno Auditório Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro
FILME  - La La Land - Melodia de Amor
Sinopse
O filme começa como tudo começa em Los Angeles: na auto-estrada. Este é o lugar onde o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling), encontra a aspirante a atriz Mia (Emma Stone), com uma buzinadela de desdém num engarrafamento que espelha o impasse em que navegam as suas vidas. Ambos possuem o tipo de esperanças impossíveis que são a alma da cidade: Sebastian tenta fazer com as pessoas gostem do jazz tradicional no século XXI. Mia gostava de conseguir chegar ao fim de uma audição. Mas nenhum dos dois espera que o seu fatídico encontro os leve onde nunca poderiam chegar sozinhos. Os seus movimentos, em direção um do outro e para os seus grandiosos sonhos artísticos, cria um mundo próprio, essencialmente cinematográfico, em La La Land - que com luz, cor, som, música e palavras viaja diretamente para os êxtases da felicidade que perseguimos... e ao sofrimento das paixões que nunca iremos superar.
Titulo Original: La La Land (EUA, 2016, 128 min)
Realização: Damien Chazelle
Interpretação: Emma Stone, Ryan Gosling, J.K. Simmons, Finn Wittrock, Sonoya Mizuno, Jessica Rothe, Callie Hernandez, Rosemarie DeWitt, John Legend

Casa das Arte e Envolvente – fevereiro 2017


1.1 - “Opus 3”

Dia 7, terça-feira – Nine, Salão Nobre da Junta de Freguesia, 10h00 e 11h00;

Dia 8, quarta-feira – Louro, EB Louro/ Mouquim, 10h00 e 11h00;

Dia 9, quinta-feira– Brufe, Salão da Junta de Freguesia, 10h00 e 11h00;

Dia 10, sexta-feira – Casa das Artes, Pequeno Auditório, 10h30 e 14h30;

Dia 11, sábado – Casa das Artes, Pequeno Auditório:

- 15h00: Crianças dos 0 meses aos 18 meses, 15 crianças e 15 adultos no máximo;

- 17h00: Crianças dos 18 meses aos 36 meses, 15 crianças e 15 adultos no máximo.

Opus 3:

Linguagem principal: música (voz) e movimento; intérpretes: Carla Martins / Teresa Prima

Peça a Peça Itinerante - Opus 3

Concepção e Produção: Companhia de Música Teatral

Co-Produção: Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Direcção Artistica: Helena Rodrigues

Interpretação e co-criação: Carla Martins / Teresa Prima

Espaço cénico: António Dente

Apoio à direcção artística: Paulo Maria Rodrigues

Apoio vocal e à criação: Jorge Parente

Sensorialidades: a partir de Manual para a Construção de Jardins Interiores

Agradecimentos: João Maria André, Paulo Ferreira Rodrigues

Apoio: DGArtes, Fundação Calouste Gulbenkian/Germinarte, Bienal de Cerveira, Laboratório de Música e Comunicação na Infância do CESEM da FCSH – UNL

  

1.2 - “Espreitar o Teatro em Família”

Traga os seus filhos, pais, avós e amigos e passe uma manhã animada e descontraída. Venha conhecer a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão: percorra todas as áreas da Casa das Artes, mesmo aquelas às quais só os artistas tem acesso, vislumbre a exposição do Foyer da Casa das Artes. Ouça as histórias mais caricatas e entusiastas desta “aventura artística”, deste espaço artístico e cultural que celebra no presente ano o seu décimo quinto aniversário.

DOM 5 fev. 2017

Sessões: 11h00

 Local - Casa das Artes



1.3 - “One Man Alone”

Coprodução Teatro da Didascália e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Criação, interpretação e cenografia: Bruno Martins

Direção: Sérgio Agostinho

Figurinos: Joaquim Azevedo

Desenho de luz e som: Bruno Martins e Valter Alves

Design Gráfico: Rui Verde

Dia 15, quarta-feira – Avidos, Auditório António Gomes, 14h30;

Dia 22, quarta-feira – Riba D’Ave, Salão Paroquial de Riba D’Ave, 14h30;

Teatro

Duração: 60 m

Entrada gratuita à Lotação da sala


PZ apresenta o seu 4º álbum na Casa das Artes.


PZ
Musica/eletrónica
18 de fevereiro | Sábado | 23h30 | Café Concerto
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 70 m
PZ apresenta o seu 4º álbum directamente do seu quarto de brinquedos.
Depois de ter enviado as “Mensagens da Nave-Mãe” em 2015, eis que surge o “Império Auto-Mano” para contra-atacar as hordes globalizadas pelo sistema vigente.
O caos moderno é reorganizado em pacotes de géneros musicais que vão do techno ao hip-hop, uma espécie de electrónica “taylorizada” à medida dos temas que compõem este objecto meio Pop, meio estranho, e totalmente Português. A digressão “Auto-Mana” começa em Fevereiro rumo a uma viagem até ao fim do Mundo que é apresentada ao vivo com todos os membros da banda presos pela indumentária que simboliza este projecto singular: o pijama.
Paulo Zé Pimenta (PZ): Voz
Fernando Sousa: Voz, Baixo e Sintetizadores
Graciela Coelho: Voz e Sintetizadores
André Simão: Voz, Guitarra e Sintetizadores
João Moreira: Técnico de Som
Nuno Lacerda: Road Manager

FILHO DA TRETA em Famalicão

FILHO DA TRETA

Com José Pedro Gomes e António Machado
Teatro / comédia
17 e 18 de fevereiro| Sábado| 21h30| Grande Auditório
Entrada: 12 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
M/12
Duração: 90 min
Antigamente, a vida era uma selva. Agora, a vida é uma selfie. Toda a treta se dispersou e cresceu nas redes sociais e os especialistas têm tido alguma dificuldade em encontrar a genuína conversa da treta. Mas quem é vivo sempre falece, e também sempre aparece. Nada se perde, tudo se transforma – o código genético da Treta renasce em 2016 com a assustadora e nada aguardada peça de teatro FILHO DA TRETA.
Zezé (José Pedro Gomes) prossegue a sua luta contra o bom-senso, a solidariedade, o trabalho e outros conceitos primeiro-mundistas, desta vez na companhia de Júnior (António Machado) que anda de bicicleta desmontável. Zezé, ao nível da deslocação, continua a polir a ponta do sapatinho de verniz com cuspe. Mas é um cuspe mais sábio...
Numa comovente irritação entre duas gerações perdidas, discutem-se as tascas gourmet, os refugiados, os paus de selfie, as novas famílias e outras pragas que assolam o mundo moderno deste saudoso bairro em vias de extinção.
Texto Filipe Homem Fonseca e Rui Cardoso Martins, Encenação Sónia Aragão, Música Bruno Vasconcelos e Nuno Rafael, Desenho de Luz Luís Duarte, Figurinos Fernanda Ramos, Produção Força de Produção
Com José Pedro Gomes e António Machado

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS | Casa das Artes de Famalicão


SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS
Musica
11 de fevereiro | sábado | 21h30 | Grande auditório
Entrada: 10 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
Duração: 70 min
classificação etária M/6
Tudo começou em 2007 com a edição de Farewell, onze belíssimas canções que projectaram Sean Riley & The Slowriders como autores de uma das melhores estreias discográficas da história da música produzida em Portugal. A relevância dada a Farewell e consequente exposição mediática da banda elevaram a fasquia para o segundo disco – e a banda respondeu com um inspirado Only Time Will Tell. Aclamado pela crítica, sustentado com grandes prestações ao vivo, caso do sucesso alcançado nos festivais de Paredes de Coura e Alive, e com dois discos editados no Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo) pela Sonic Rendezvous. Seguiu-se a edição nacional de “It’s Been A Long Night” um disco cheio de luz em que o grupo se permitiu absorver todas as referências que povoam o seu imaginário artístico. Depois de 3 anos afastados dos palcos para prosseguirem projectos paralelos (como no caso de Afonso Rodrigues com Keep Razors Sharp), 2015 marca o regresso aos palcos e 2016 o regresso aos discos de originais.

IN-SHELL-SIDE na Casa das Artes de Famalicão


IN-SHELL-SIDE
Companhia de Dança Contemporânea de Évora
dança
10 de fevereiro | sexta-feira | 21h30 | Grande auditório
Entrada: 8 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
Duração: 60 min
classificação etária M/6
IN-SHELL-SIDE é uma viagem. Uma passagem para outro estado psíquico, emocional e
físico. É uma troca de tudo por tudo. É partilha, cumplicidade, confiança, força, direção, é
LUZ.
IN-SHELL-SIDE é o Alfa e o Ómega. É o micro e o macro de uma partícula. É um átomo em
deriva constante. É energia que pulsa nos corpos e entre os corpos, é o que nos liga ao
universo e o universo a nós. É ação que constrói e desconstrói padrões de movimento.
É a vida natural e construída!
Nélia Pinheiro



Ficha artística e técnica
Direção | Coreografia NÉ L I A P INHE IR O
Bailarinos e co-criadores GONÇALO ANDRADE, FÁBIO BLANCO, ELSON MARLON FERREIRA,
NÉLIA PINHEIRO.
Banda Sonora e Montagem GONÇALO ANDRADE
Figurinos JOSÉ ANTÓNIO TENENTE
Desenho de Luz NÉLIA PINHEIRO, GONÇALO ANDRADE
Consultora Artística MARIA PALMEIRIM
Fotografias de Cena TELMO ROCHAMontagem da Banda Sonora GONÇALO ANDRADE
Direção de Luz PEDRO BILOU
Direção de som e Vídeo FERNANDO DIAS
Direção de Produção RAFAEL LEITÃO
Produção CDCE 2016
Apoio: Escola de Dança do Conservatório Nacional

Miséria


Miséria
Espetáculo a partir de 15 cenas de “Terror e Miséria do Terceiro Reich” de Bertolt Brecht
Coprodução da ACE – Famalicão e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.
Teatro
3 e 4 de fevereiro| sexta-feira e sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/12
Duração: 70 min
Terror e Miséria no Terceiro Reich,
Escrita entre 1935 e 1938, mostra-nos o panorama da sociedade alemã sob o domínio nazi. Uma colecção de textos saídos de casas operárias e de telefonemas judaicos, de fugas e de discursos corrompidos, de conversas em praça pública e de silêncios forçados. Mais do que retratar uma década mergulhada em equívocos, Brecht força-nos a observar a decadência de toda uma sociedade sufocada pela miséria e pelo terror.
Manuel Tur
Tradução: António Conde
Encenação e Dramaturgia: Manuel Tur
Desenho de Luz: Carin Geada
Sonoplastia: Rui Vieira
Figurinos: Ana Isabel Nogueira
Cenografia (design e montagem): Alunos de Mestrado da ESAD*- Escola Superior de Artes e Design
Acompanhamento e Coordenação de Cenografia - Ana Gormicho
Registo Fotográfico – Daniel Rodrigues
Cabelos – José Resende
Apoio de voz e elocução: João Castro
com:
Alunos do 2º ano do Curso Profissional de Artes do Espetáculo-Interpretação da Academia Contemporânea do Espetáculo – Famalicão:
VASCO BRANCO, ÂNGELA COSTA, BEATRIZ OLIVEIRA, CARINA TAVARES, CAROLINA ROCHA, CARLOS LOPES, EMMA LEER, FRANCISCO LIMA, GABRIELA LEÃO, INÊS MANSILHAS, JOANA COSTA, DIOGO PINHEIRO, LEONARDO ROSINHAS, HELENA SILVA, RAFAELA SÁ, SOFIA CANCELA, RICARDO PINTO, TELMA R CARDOSO.
Direção de Produção: Glória Cheio
Produção: Pedro Barbosa
*Coordenação: Maria Milano e João Gomes
Alunos da ESAD: Ana Ferreira, Carolina Dias, Cecilia Boniolo, Daniela Barbosa, Diogo Alves, Francisca Pereira, João Campos, João Neves, Leonor Hall, Margarida Casanova, Margherita Manzo, Wang Rouyi, Yanan Liu

XI BIENAL DE PINTURA EIXO ATLÂNTICO DO NOROESTE PENINSULAR | Villa Nova de Famalicão


XI BIENAL DE PINTURA EIXO ATLÂNTICO DO NOROESTE PENINSULAR
2015-2016 | Prémio Eixo Atlântico |Prémio Jovens Talentos Luso-Galaicos
Curadora da XI Bienal l Paula Vázquez
Casa das Artes, Foyer de 24 de fevereiro (inauguração 18h00) a 20 de março de 2017.

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

FILME - ALIADOS na CdA


28 janeiro | sábado | 15h00 e 18h00 | Pequeno Auditório
Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro
FILME ALIADOS de Robert Zemeckis


Ano de 1942. Max Vatan (Brad Pitt) é um espião ao serviço dos Aliados que se encontra em Casablanca (Marrocos) para eliminar uma alta patente do Exército de Hitler. Ao seu lado está Marianne Beausejour (Marion Cotillard), da Resistência Francesa. Depois de cumprida a missão, os dois aproximam-se e tornam-se amantes. Quando chega a hora da partida, decidem ir juntos para Londres, onde se casam, têm uma filha e vivem felizes. Mas tudo muda quando ele é avisado de que os oficiais ingleses suspeitam que Marianne possa ser uma agente dupla com ligações aos nazis. As ordens que tem são simples: se ela estiver de facto do lado inimigo, ele terá de a executar com as suas próprias mãos ou será enforcado por traição. Vatan tem agora 72 horas para descobrir se o que eles dizem é verdade ou se tudo não passa de um teste à sua lealdade…
Um drama de guerra escrito por Robert Zemeckis ("Regresso ao Futuro", "Forest Gump", "O Náufrago", "Polar Express") e com argumento de Steven Knight, responsável pelos argumentos de "Promessas Perigosas" (de David Cronenberg) ou "Estranhos de Passagem" (de Stephen Frears) e, mais recentemente, pela realização e argumento de "Locke", distinguido nos British Independent Film Awards 2013.
Título original: Allied (EUA, 2016, 120 min)
Realização: Robert Zemeckis
Interpretação: Brad Pitt, Marion Cotillard, Jared Harris
Classificação: M/12

Casa das Artes e Envolvente | janeiro


Casa das Artes e Envolvente
“Espreitar o Teatro em Família”
Traga os seus filhos, pais, avós e amigos e passe uma manhã animada e descontraída. Venha conhecer a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão: percorra todas as áreas da Casa das Artes, mesmo aquelas às quais só os artistas tem acesso, vislumbre a exposição do Foyer da Casa das Artes. Ouça as histórias mais caricatas e entusiastas desta “aventura artística”, deste espaço artístico e cultural que celebra no presente ano o seu décimo quinto aniversário.
DOM 15 janeiro 2017
Sessões: 11h00
Local - Casa das Artes

“One Man Alone”
Coprodução Teatro da Didascália e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Criação, interpretação e cenografia: Bruno Martins
Direção: Sérgio Agostinho
Figurinos: Joaquim Azevedo
Desenho de luz e som: Bruno Martins e Valter Alves
Design Gráfico: Rui Verde
11 janeiro às 14h30 – Requião, Centro Social de Requião
18 janeiro às 14h30 – Ribeirão, Centro Escolar de Ribeirão.

Teatro
Duração: 60 m
Entrada gratuita à Lotação da sala
One man alone é um espetáculo a solo, literalmente a solo. Sem contracena, nem operador de luz nem som, o ator vê-se assim obrigado a prosseguir o seu espetáculo interpretando e operando ao mesmo tempo a própria luz que o ilumina e a música que acompanha a cena.
Tudo acontece numa padaria, naquelas horas da noite em que o padeiro faz pão e o resto do mundo sonha com ele. A ação desenrola-se através do jogo entre o padeiro rodeado por baguetes, papo seco, broas de milho, os seus instrumentos de trabalho e os sonhos que o fazem viajar pelo universo da imaginação e o catapultam para um mundo só seu, a altas horas da noite, e que o acompanham no amassar do pão. Talvez por uma necessidade de escape ele sonhe acordado. Talvez seja esse o fermento que faz crescer o seu pão.  
Todo o espetáculo assenta no virtuoso jogo físico do ator, na capacidade de se multiplicar nas várias personagens que dão vida às suas fantasias, nas várias funções do seu ofício, e na sua capacidade de surpreender através dum espetáculo onde a magia é aliada da simplicidade.

MV | apresnetação do primeiro EP "Chão Despido".


MV
Banda Famalicense, vêm à casa das artes apresentar o seu primeiro EP intitulado "Chão Despido".
Musica
28 de janeiro | Sábado | 23h30 | Café Concerto
Entrada: Gratuita à Lotação da sala
M/6
Duração: 70 m
Formados em 2013 os MV, banda Famalicense, vêm à casa das artes apresentar o seu primeiro EP intitulado "Chão Despido". Com um estilo onde predomina a originalidade musical hard rock e com letras em português, os MV são também inspirados pelo metal sinfónico e metal progressivo. Podemos encontrar essas influências em várias bandas que vão desde Xutos&Pontapés a Dream Theater. Estão reunidas as condições para surpreender o público da casa das artes com este produto made in Famalicão.
A formação deste quinteto:
Andre Queiros - Voz
José Carlos Pereira - Guitarra
Marco Carvalho - Baixo
Telmo Araújo - Teclado
Vitor Silva - Bateria

Apresentação "HER" de RITA REDSHOES  | Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


RITA REDSHOES
Apresentação “Her”, o seu quarto álbum de originais.
28 de janeiro | Sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 12 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
M/6
Duração: 70 m
Rita Redshoes iniciou o seu percurso como baterista num grupo de teatro de escola, passou por inúmeros projectos musicais como autora e intérprete, onde tocou muitos instrumentos e gravou vários discos (Atomic Bees, Photographs, Rebel Red Dog, David Fonseca, The Legendary Tigerman, Noiserv). Tem também colaborado em inúmeras bandas sonoras premiadas para teatro e cinema, tend o, inclusivamente, discos editados nesta área.
Recentemente tocou no lendário Joe’s Pub, em Nova Iorque e apresentou também em Nova Iorque, no MoMA, e posteriormente em Berlim, a banda sonora original do documentário “Portugueses no Soho”, de Ana Ventura Miranda.
Em 2016, depois de "Golden Era" (2008), "Lights & Darks" (2010) e de “Life is a Second of Love” (2014), Rita Redshoes rumou em junho a Berlim, onde gravou o seu quarto álbum de estúdio. 
O novo registo discográfico, “Her”, contou com a produção de Victor Van Vugt, produtor do seminal disco de Nick Cave, "Murder Ballads" e do disco de Beth Orton, "Trailer Park”, vencedor do prestigiado Mercury Prize. O produtor australiano já trabalhou também com artistas tão diversos como P.J.Harvey, Depeche Mode, The Fall, Billy Bragg ou Einsturzende Neubauten, entre outros.
Para além de ser o álbum em que a artista mais instrumentos tocou (piano, omnichord, teclados e guitarra acústica) é também o trabalho em que Rita Redshoes escreve e interpreta, pela primeira vez a solo, três temas em português, um dos quais em co-autoria com Pedro da Silva Martins.
- Ficha Artística:
Rita Redshoes
Nuno Lucas - baixo
Rui Freire - Bateria
Maria da Rocha - Violino
Denys Stetsenko - Violino
Bruno Silva - Viola
Válter Freitas - Violoncelo
 

Duo PARIS DEUXBUT | Marian Pivka / Eliseu Silva

Duo PARIS DEUXBUT
Piano Marian Pivka, Violino Eliseu Silva
Musica erudita
27 de janeiro | Sexta | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 70 m
Programa
J.S.Bach (1685-1750) - Aria na 4º corda (Violino E Silva/ Piano M Pivka)
W.A.Mozart 1756-1791) - Variações em Do Maior (Piano M Pivka)
Beethoven (1770-1827) - Sonata para piano e violino n 1º op. 12 ,Re Maior (Violino E Silva/ Piano M Pivka)
F.Chopin (1810-1849) - Balada sol menor, nº 1 op. 23 (Piano M Pivka)
E.Granados (1867-1916); [arr. Fritz Kreisler] - Dança Espanhola   (Violino E Silva/ Piano M Pivka)
F.Liszt (1811-1886) Vallee d'Obermann - (Piano M Pivka)
A.Piazzolla (1921- 1992) - Verano Porteno -(Violino E Silva/ Piano M Pivka)

Mirror People na Casa das Artes

Mirror People
Musica
21 de janeiro | Sábado | 23h30 | Café Concerto
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 70 m
Mirror People surge no imaginário de Rui Maia, seu mentor, no meio da América durante uma tour com os X-Wife. Um projecto com um universo musical que juntasse influências do “disco-sound” dos anos 70 com sons actuais da música de dança. Depois do sucesso do álbum de estreia Voyager, um disco com várias colaborações, Rui Maia convidou a banda que o acompanha em palco (Maria do Rosário, João Pascoal e Hugo Azevedo) e o vocalista Jonny Abbey para juntos gravarem o seu sucessor. Bring The Light dá o título ao segundo longa duração de Mirror People com edição prevista para 2017.

A Vida de Galileu na Casa das Artes de Famalicão.


A Vida de Galileu de BERTOLT BRECHT
Teatro do Bolhão
21 janeiro | Sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/12
Duração: 120 minutos (c/ intervalo 10 minutos)
A Vida de Galileu insere-se numa linha de programação dedicada à releitura das grandes dramaturgias ocidentais. A sua pertinência na programação do Teatro do Bolhão decorre da atualidade do debate proposto por Brecht, que tematiza o confronto entre a verdade da ciência – que têm de ser confirmada e demonstrada – e a verdade da religião – um ato de fé. Esta é talvez a peça mais brilhante da dramaturgia ocidental, já que a exposição de ambos os pontos de vista é feita com clareza, inteligência e vigor. A tensão entre a “divina cólera” e a “divina paciência”, entre o “pensamento que desperta” e a “emoção que permite a consolação”, entre a subserviência e a subversão, espelha os limites do nosso discurso e a esperança sempre adiada de criar a terra livre.
O espetáculo, protagonizado por António Capelo, marca o regresso do Teatro do Bolhão a Brecht e ao encenador japonês Kuniaki Ida, contando também no elenco com João Paulo Costa, José Pinto, Ângela Marques, Mário Santos, Rodrigo Santos, Beatriz Frutuoso, Bernardo Gavina, Mafalda Banquart, Manuel Nabais, Pedro Couto e Tiago Araújo.



Texto BERTOLT BRECHT | Encenação KUNIAKI IDA | Tradução MANUEL RESENDE | Interpretação ANTÓNIO CAPELO, JOÃO PAULO COSTA, JOSÉ PINTO, ÂNGELA MARQUES, MÁRIO SANTOS, RODRIGO SANTOS, BEATRIZ FRUTUOSO, BERNARDO GAVINA, MAFALDA BANQUART, MANUEL NABAIS, PEDRO COUTO e TIAGO ARAÚJO | Cenografia CRISTÓVÃO NETO | Assistência de Cenografia e Adereços FILIPE MENDES | Aderecistas NUNO ENCARNAÇÃO e ROSANA AMORIM | Figurinos CÁTIA BARROS | Assistência de Figurinos SANDRA SILVA | Adereços de Atores PAULA CABRAL | Execução de Figurinos MESTRE MARIA DA GLÓRIA COSTA, ASSUNÇÃO PINTO e ANA MARIA FERNANDES | Desenho de Luz PEDRO VIEIRA DE CARVALHO | Direção Musical JOSÉ PRATA | Design Gráfico BERNARDO PROVIDÊNCIA | Direção de Produção GLÓRIA CHEIO e PEDRO APARÍCIO

Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão Episódio 1.1 – 13 e 14 de janeiro


Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão
Episódio 1.1 – 13 e 14 de janeiro


Nos últimos dias de Outubro passado projetou-se o 1.º episódio do Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão com 25 sessões comentadas de cinema contemporâneo e com trilhos pela história do Cinema, dispostas em oito secções (ver www.closeup.pt), incluindo sessões para escolas e para famílias.

Nos dias 13 e 14 de Janeiro dispõe-se a primeira réplica do Observatório de Cinema, que pretendemos intervaladas de dois meses, incluindo a realização de duas sessões para escolas, com uma extensão do Cinanima (na sua 40.ª edição) para o pré-escolar e 1.º ciclo e a exibição de The Kid, um incontornável Chaplin, para os alunos do 2.º e 3.º ciclos. Para o público geral, voltamos a duas secções: A Toca do Lobo, comentado pela cineasta Catarina Mourão, da secção Fantasia Lusitana, percursos e reencontros de histórias de família; uma sessão dupla a fechar o programa dedicado ao pernambucano Gabriel Mascaro, da secção Cinema Mundo, com a exibição dos documentários, com comentário social, Um Lugar ao Sol e Doméstica.

BILHETEIRA GERAL

GERAL: 2 EUROS E CARTÃO QUADRILÁTERO: 1 EURO

ENTRADA LIVRE: ESTUDANTES, SENIORES, ASSOCIADOS DE CINECLUBES

13.Jan – 10h00 (GA)extensão da 40.ª edição do CINANIMA – Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho – Cinanima Junior - sessão para escolas (pré-escolar e 1.º ciclo). M/3
13.Jan – 15h00 (GA)The Kid (O Garoto) de Charlie Chaplin – sessão para escolas (2.º e 3.º ciclo ciclos). M/6

Um atira pedras a janelas enquanto o outro aparece mesmo a tempo para oferecer os seus serviços com perito em reparação de janelas. É uma trapaça perfeita como tudo o resto neste incontornável clássico da obra de Charlie Chaplin, cuja combinação excepcional de risos e emoção mudou para sempre a história da comédia no cinema. Pela primeira vez enquanto realizador Chaplin experimenta a longa-metragem como formato para narrar as peripécias do atrevido e inesquecível Charlot (Chaplin) e do seu novo companheiro de aventuras (Jackie Coogan que se estreava aos 6 anos), que se torna o inseparável parceiro do protagonista quando este o salva de uma grande alhada. Algumas das cenas memoráveis deste filme incluem uma excepcional lição sobre bons modos à mesa, uma briga com um polícia e os sonhos angelicais de Charlot. Um filme imortal!

Título original: The Kid (EUA, 1921, 52 min.)

Realização, Argumento, Montagem e Produção: Charlie Chaplin

Interpretação: Charlie Chaplin, Jackie Coogan, Edna Purviance

Fotografia: Roland Totheroh

Estreia: Fevereiro de 1921 nos Estados Unidos da América

Classificação: M/6

13.Jan – 21h45 (PA)Um Lugar ao Sol + Doméstica de Gabriel Mascaro (secção Cinema Mundo). M/12

UM LUGAR AO SOL de Gabriel Mascaro

O documentário aborda o universo dos moradores de coberturas de prédio das cidades de Recife, Rio de Janeiro e São Paulo. O realizador obteve acesso aos moradores das coberturas através de um curioso livro que mapeia a elite e pessoas influentes da sociedade brasileira. No livro são catalogados 125 donos de cobertura. Destes 125, apenas 9 concederam entrevistas. Através dos depoimentos dos moradores de cobertura, o filme traz um rico debate sobre desejo, visibilidade, insegurança, estatuto e poder, e constrói um discurso sensorial sobre o paradigma arquitectónico e social brasileiro.

Título original: Um Lugar ao Sol (Documentário, Brasil, 2009, 66 min.)

Realização, Argumento e Produção: Gabriel Mascaro

Fotografia: Pedro Sotero

Música: Iezu Kaeru, Luís Pessoa

Distribuição: Nitrato Filmes

Classificação: M/12

DOMÉSTICA de Gabriel Mascaro

Sete adolescentes assumem a missão de registar por uma semana a sua empregada doméstica e entregar o material bruto para o diretor realizar um filme com essas imagens. Entre o choque da intimidade, as relações de poder e a performance do quotidiano, o filme lança um olhar contemporâneo sobre o trabalho doméstico no ambiente familiar e transforma-se num potente ensaio sobre afecto e trabalho.

Título original: Doméstica (Documentário, Brasil, 2012, 75 min.)

Realização e Argumento: Gabriel Mascaro

Produção: Rachel Ellis

Fotografia: Alana Santos Fahel, Ana Beatriz de Oliveira, Jenifer Rodrigues Régis, Juana Souza de Castro, Luiz Felipe Godinho, Perla Sachs Kindi, Claudomiro Canaleo Neto

Distribuição: Nitrato Filmes

Classificação: M/12

Gabriel Mascaro (1983) é artista e cineasta. Vive e trabalha no Recife, Brasil. Os seus filmes e instalações foram projetados ou exibidos em importantes festivais e eventos como La Biennale di Venezia, Locarno, Toronto, Rotterdam, Oberhausen, Clermont Ferrand, MACBA- Museu de Arte Contemporânea de Barcelona, MoMA, Panorama da Arte Brasileira no MAM-SP e Bienal de São Paulo. Mascaro participou em residências artísticas do Videobrasil no Videoformes (FRA) e no Wexner Center for Arts (EUA). Os seus filmes ganharam mais de 50 prémios internacionais e em Abril de 2016 teve uma retrospectiva no Lincoln Center, em Nova Iorque (EUA).

Nesta rectrospectiva, no Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão, serão exibidas em ante-estreia cinco longas-metragens que correspondem à filmografia mais relevante de Gabriel Mascaro, um dos mais importantes cineastas do cinema brasileiro destes dias.

14.Jan – 21h45 (PA) – A Toca do Lobo de Catarina Mourão – sessão comentada por Catarina Mourão (secção Fantasia Lusitana.). M/12
A TOCA DO LOBO de Catarina Mourão

Catarina Mourão tem-se afirmado como um dos olhares mais delicados do cinema português. Depois de “Pelas Sombras”, um retrato da artista Lourdes Castro, a realizadora centra-se agora numa outra figura da vida cultural portuguesa: o escritor e seu avô Tomaz de Figueiredo. Um olhar que abre as portas secretas de uma vida que deixou apenas o seu trabalho para a memória dos seus filhos e dos seus netos, tal como de uma família que se viu separada pela sua morte e marcada pelo dia-a-dia de um país ditatorial – um país duramente percorrido por quem escreveu sobre ele. Na sua antiga casa, vivem os segredos e os acontecimentos que nos falam, hoje, por um quarto fechado à chave – um quarto aberto pela câmara da realizadora e pelo movimento deste filme: a nossa intimidade. O momento decisivo para a sua realização aconteceu com a descoberta de um programa de televisão nos arquivos da RTP sobre Tomaz de Figueiredo, que ela nunca conheceu mas que parece falar-lhe directamente. "Aí foi o momento em que eu disse: este filme tem de ser sobre o meu avô. Porque senti que, de uma forma quase fantasmagórica, ele me estava a convocar para fazer este filme. Na história, narrada na primeira pessoa pela realizadora, "passado, presente e futuro estão todos juntos ali como se fossem um só", resume.

Documentário / Ficção, 2015, 102 min

Realização e Argumento: Catarina Mourão

Fotografia: João Ribeiro, Catarina Mourão

Música: Bruno Pernadas

Som: Armanda Carvalho

Produtor: Catarina Mourão, Maria Ribeiro Soares / Laranja Azul

Classificação: M/12

Apresentação do novo disco de Patrícia Costa.


Fados | Patrícia Costa
Musica | Fado
13 de janeiro | sexta-feira | 21h30 | Grande auditório
Entrada: 5 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2,5 Euros
Duração: 70 min
classificação etária M/6

 Patrícia Costa é uma fadista de referência desta nova geração, famalicense a viver atualmente no Porto, onde atua diariamente. Assume-se como uma fadista tradicional, e o seu novo disco, "Fados", reflete exatamente essa influência estética.
Assente no Fado mais puro, numas vezes recriando grandes clássicos (como "Novo Fado da Severa" ou "Povo que lavas no rio", para citar exemplos), noutras revestindo as melodias antigas com novos poemas, no seu repertório encontramos também fados novos - cujo carácter, tão marcado, nos faz sentir que já os conhecíamos há muito tempo -, e ainda uma paixão de berço desta natural do Minho: o folclore. Neste novo trabalho, somos ainda presenteados com dois belíssimos temas originais dedicados ao Porto, sendo de destacar aquele que é uma carta de amor a um dos recantos mais bucólicos dessa cidade: a Cantareira.
Em concerto, somos transportados para o universo mais fiel e tradicional do Fado. Sobriedade, estilo, genuinidade, rigor musical e, acima de tudo, muita emoção, serão a marca que ficará em todos os que ouvirem estes "Fados".
Patrícia é acompanhada por Samuel Cabral (na guitarra portuguesa), Paulo Faria de Carvalho (viola de fado) e Sérgio Marques (baixo acústico), músicos que há anos a acompanham tanto em estúdio como ao vivo.
Para esta noite tão especial no palco da Casa das Artes, Patrícia Costa conta com a participação de vários artistas convidados: Prof. Cristina Moreira da Silva (flauta transversal), Prof. Acácio Salero (bateria e percussão) e o Grupo de Folclore Rusga de Joane.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Ciclo de Concertos de Ano Novo | Bandas Filarmónicas de Vila Nova de Famalicão



Ciclo de Concertos de Ano Novo
Bandas Filarmónicas de Vila Nova de Famalicão
6 de janeiro | Sexta |21h30 | Banda Marcial de Arnoso
7 de janeiro | sábado|21h30 | Banda Famalicão
8 de janeiro | domingo |16h30 | Banda de Musica Riba de Ave
Entrada: Gratuita à Lotação da sala | M/6 | Duração: 90 m

BANDA MARCIAL DE ARNOSO 
Maestro José Moura.


BANDA DE FAMALICÃO
Maestro Fernando Marinho  


BANDA DE MUSICA DE RIBA DE AVE
Maestro Hugo Ribeiro

Exposição de Pintura Martinho Dias, na Casa das Artes, até 31 de janeiro.


Exposição de Pintura Martinho Dias
Titulo: "A Corja"
Casa das Artes, Foyer até 31 de janeiro.
A CORJA, pintura de Martinho Dias
CASA DAS ARTES de V. N. de Famalicão
“A CORJA”, que agora se apresenta na Casa das Artes não pretende ser uma ilustração da vasta obra de Camilo Castelo Branco, mas, antes, o resultado do cruzamento da temática camiliana com a contemporaneidade – a nossa. Por outras palavras – esta exposição será uma mestiçagem de olhares entre os de um escritor e os de um pintor. Apesar do tempo que nos separa, a obra de Camilo permanece atual e, entretanto, mais um anjo acaba de cair.
Cada tela poderá ser vista como um dos lugares do grande carrossel ou como uma das peças da engrenagem circular que tenta, inglória, alcançar uma visão globalizante da sociedade – quer da do século XIX, quer da nossa.
Martinho Dias / Setembro 2016



sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

VAIANA


17 de dezembro | sábado | 15h00, 18h00 e 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro

FILME VAIANA

 Sinopse: Nas antigas ilhas do Pacífico Sul da Oceânia, Moana Waialiki, uma navegadora nata e filha única do chefe, embarca na procura de uma ilha lendária. Durante a viagem, une-se ao seu herói, o lendário semideus Maui, para atravessarem o mar aberto numa viagem cheia de ação em que encontram enormes criaturas marinhas, submundos empolgantes e mitos antigos.
Titulo Original: Moana (EUA, 2016, 113 min)
Realização: Ron Clements, John Musker
Vozes: Dwayne Johnson, Alan Tudyk, Auli'i Cravalho

PINÓQUIO Um Musical para Sonhar

PINÓQUIO Um Musical para Sonhar
Teatro musical
15 e 16 dezembro | quinta 10h30 e 14h30 e sexta 14h30 e 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/3
Duração: 75 min
Sinopse:
“PINÓQUIO – Um Musical para Sonhar”, conta as fascinantes aventuras de uma irrequieta marioneta de madeira, que quer à viva força ser um menino de carne e osso.
A sua curiosidade em conhecer o mundo que o rodeia, vai fazer com que se desvie do caminho da escola e enverede por outros caminhos onde arranjará sarilhos que vai ter de resolver, passando pelo Teatro de marionetas de Stromboli, uma feira de carrocéis e até pelo fundo do mar onde será engolido por uma baleia gulosa.
Um sem fim de peripécias onde PINÓQUIO contará com a ajuda da Fada Azul e do Grilo (a voz da consciência) para poder sair das armadilhas dos malvados Zorro e Gata.
Uma aventura musical com todos os ingredientes para assegurar muita diversão com uma mensagem pedagógica que nos ensina a sermos mais verdadeiros e solidários uns com os outros.
O espetáculo conta com a participação de 6 atores que se desdobram em várias personagens utilizando mais de 25 figurinos. A tudo isto junta-se uma equipa de técnicos, e assistentes de palco que fazem com que este espetáculo seja realmente “um musical para sonhar”.

FICHA TÉCNICA:
Versão Espanhola
Nome: PINOCHO – Un musical para soñar
Direção Artística: José Tomàs Chàfer
Texto e Letras: Josep Mollà
Música Original de Francis J.
Produção: Trancadis
Versão Portuguesa
Nome: PINÓQUIO – Um musical para sonhar
Produção: Plateia D’emoções, Produções Artísticas.
Produtora executiva: Paula Tavares
Direção Artística: Fernando Tavares
Assistente de produção: Cátia Tavares
Adaptação: Fernando Tavares.
Mafalda Tavares
Coreografia: Mafalda Tavares
Direção Musical: Inês Madeira
Figurinos: Fátima Morais
Desenho de Luz: Pedro Nabais
Desenho de Som: André Leite
Contra-regra: Pedro Razori

Elenco
Bruno Almeida……Pinóquio
Mafalda Tavares…Fada Azul/Leiteira/Costureira
Joana Oliveira……Fada Azul/Leiteira/Costureira
André Martins…..Gepeto/Cocheiro/Stromboli
Mário Sá………Grilo/Zorro/Joãozinho/Aguadeiro
Clara Capucho…Gata/Padeiro/Pedrinho/Magarida
Pedro Razori….Ajudante do Gepeto/Bailarino

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

LIÇÕES DE DANÇA PARA PESSOAS DUMA CERTA IDADE, com João lagarto.


LIÇÕES DE DANÇA PARA PESSOAS DUMA CERTA IDADE
Com interpretação de João Lagarto e adaptação do romance homónimo de Bohumil Hrabal.
10 de dezembro| sábado | 21h30 | Pequeno Auditório
Entrada: 8 EUROS / Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/12
Duração: 60 min
SINOPSE E OBJECTIVOS
Um antigo sapateiro a caminho dos setenta, sentado à mesa dum bar, dirige-se directamente ao público feminino presente na sala. Recorda episódios do seu tempo. Chama-se Jyrka e é um experimentado contador de histórias. Aproveita para ir também dando conselhos às damas, mas estes são sempre ilustrados com exemplos concretos da sua vida profissional, da sua estadia na tropa, idas ao médico, conquistas, educação religiosa, numa sequência sem fim e sem ordem, como se diz das cerejas na conversa. É um trabalhador manual e é alguém que gosta de viver, e embora esteja a falar do passado, o tom geral não é nostálgico, mas comemorativo. Com a ajuda do álcool, claro, embora ela defenda moderação no seu consumo. Quem lê Bohumil Hrabal não pode deixar de ficar impressionado com a sua constante ligação à realidade. Ele dizia numa entrevista, só vou a casa para dormir, passo o dia por aí, recolhendo histórias, como quem inspira, e quando os pulmões ficam cheios sento-me a escrever até ficar outra vez vazio. Aprendeu ao que parece este ofício com um tio, ferroviário, que lhe alegrou a infância com as suas intermináveis histórias. São ferroviários, sapateiros, fabricantes de cerveja, camponeses, soldados, quem aparece nestas histórias, gente “simples”, cuja simplicidade tem por detrás a sabedoria de quem viveu o suficiente para saber que o silêncio é o mais forte dos argumento e que nada é mais eficaz do que uma boa história ou uma gargalhada. Ler Bohumil Hrabal é também inevitavelmente a vontade de o ler em voz alta. Os seus romances são sempre longos monólogos, é sempre alguém a falar. E de uma maneira tão divertida que apetece levá-los para o palco de um teatro popular, onde imagino um público popular a rir perdidamente.
FICHA TÉCNICA
Tradução, Encenação e Interpretação de João Lagarto
Adaptação do romance homónimo de Bohumil Hrabal.
Produção – Alice Prata
Desenho de Luz – José Carlos Gomes
Co-produção – João Lagarto, Câmara Municipal de Almodôvar e Casa das Artes dos Arcos de Valdevez

A BELA ADORMECIDA | Companhia de ballet Russian Classical Ballet em Famalicão


A BELA ADORMECIDA
Bailado em Um Prólogo e Dois Atos
Música PYOTR ILYICH TCHAIKOVSKY | Libreto IVAN VSEVOLOJSKY e MARIUS PETIPA | Coreografia MARIUS PETIPA | Cenografia RUSSIAN CLASSICAL BALLET | Figurinos EVGENIYA BESPALOVA | Diretora EVGENIYA BESPALOVA | Première 15 janeiro de 1890, TEATRO MARIINSKY, em São Petersburgo, Rússia.
09 de dezembro | sexta-feira | 21h30 | Grande auditório
Entrada: 18 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 9 Euros
duração 135 min (com 20 min de intervalo)
classificação etária M/6

A deslumbrante obra-prima do bailado clássico que vai encantar o grande público, interpretado pela brilhante e prestigiada companhia de ballet Russian Classical Ballet, de Moscovo, que apresenta um esplendoroso elenco de estrelas do ballet Russo, que dão corpo a esta companhia, liderada por Evgeniya Bespalova (na personagem de Aurora) e Denis Karakashev (na personagem de Príncipe Désiré).

A Bela Adormecida desperta a magia dos contos de fadas. Um mundo encantado de castelos e florestas, maldições e fadas; somente o beijo do amor verdadeiro conseguirá desfazer o feitiço – a sagração do Romantismo.

Baseado no conto “La Belle au bois Dormant”, de Charles Perrault, bem ao estilo francês do século XVIII, é considerado um dos bailados que maior interesse desperta no grande público.

Repleta de romantismo e marcada pelo lirismo, esta obra representa um grande desafio para os bailarinos, sobretudo na interpretação da personagem principal Princesa Aurora, exigindo um estilo académico cristalino – elegante e frágil.

Dançado por todas as companhias do mundo, esta obra-prima de Pyotr Tchaikovsky é sem dúvida uma das mais belas páginas do ilustre compositor russo. Melodias imperecíveis como “Rosa Adagio” e “Grande Valse Villageoise” revelam o lirismo do autor. A relação da música de Tchaikovsky com a coreografia de Marius Petipa é de tal forma perfeita que seria difícil imaginar outra leitura da partitura. Por isso, música e coreografia numa simbiose genial fizeram com que esta peça fosse considerada a obra emblemática da dança clássica.

Esta produção clássica apresenta cenografia de uma beleza e um realismo incríveis, figurinos manufaturados com detalhes sumptuosos, e um elenco de solistas e corpo de baile irrepreensíveis liderados por duas Estrelas da Dança Internacional.

ANA MOURA Apresenta “MOURA”, na Casa das Artes Vila Nova de Famalicão.


ANA MOURA Apresenta “MOURA”
Música |Fado
2 e 3 dezembro | sexta e sábado | 21h30 |Grande Auditório
Entrada: 16 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 8 Euros
M/6
Duração: 80 m
MOURA
Depois de Desfado se ter tornado o álbum mais vendido de um artista português nos últimos dez anos, Ana Moura regressa com Moura, disco que dá continuidade à sua parceria com o reputado produtor norte-americano o norte-americano Larry Klein, cujo extraordinário currículo inclui gravações com Joni Mitchell, Herbie Hancock, Madeleine Peyroux ou Melody Gardot.
Continuando a trilhar um caminho que personaliza o seu fado como uma música aberta ao mundo e sintonizada com a contemporaneidade, Ana Moura é cada vez mais uma cantora incomparável e com esse talento raro de levar uma música com uma enorme tradição à convivência próxima de um público vasto, de todas as idades e de ouvidos despertos para canções que celebram a vida com uma sonoridade que só poderia existir hoje.
Moura, disco de platina em apenas duas semanas, volta a juntar a voz da fadista a alguns dos mais notáveis nomes de uma nova geração de compositores nacionais, casos de Pedro da Silva Martins e Luís José Martins (Deolinda), Miguel Araújo (Os Azeitonas), Márcia, Samuel Úria e Jorge Cruz (Diabo na Cruz). A este valoroso grupo de autores juntam-se ainda Pedro Abrunhosa, Carlos Tê, Edu Mundo e duas parelhas com África no horizonte – Kalaf Epalanga (Buraka Som Sistema) escreve para um original de Sara Tavares, enquanto o escritor José Eduardo Agualusa assina uma letra para um tema do também angolano Toty Sa'Med. Os poemas dos dois fados tradicionais ficam por conta de duas das grandes letristas do fado na actualidade: Manuela de Freitas e Maria do Rosário Pedreira.
Gonçalo Frota, fevereiro 2016

Músicos: Ana Moura (Voz), Ângelo Freire (guitarra portuguesa), Pedro Soares (viola de fado), André Moreira (baixo), João Gomes (teclado) e Mário Costa (bateria e percussão).