quinta-feira, 6 de abril de 2017


14 de Abril | sexta|21h30| grande auditório

Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro

FILME MOONLIGHT



Oriundo de uma família afro-americana de escassos meios financeiros, Chiron esforça-se por resistir aos maus-tratos da mãe e à constante perseguição das crianças do bairro pobre onde nasceu. Mas, apesar de todas as dificuldades que se vê obrigado a enfrentar, ainda vai encontrando rostos amáveis que lhe ensinarão o amor e o ajudarão a escapar a um destino de criminalidade quase inevitável. Vencedor do Globo de Ouro para Melhor Filme Dramático e nomeado para oito Óscares, um filme sobre identidade e descoberta, com assinatura de Barry Jenkins. O argumento inspira-se na peça "In Moonlight Black Boys Look Blue", da autoria de Tarell Alvin McCraney. Trevante Rhodes, André Holland, Janelle Monáe, Ashton Sanders, Jharrel Jerome, Naomie Harris e Mahershala Ali dão vida às personagens.

Vencedor do Óscar para Melhor Filme.



Título original: Moonlight (EUA, 2016, 111 min.)

Realização: Barry Jenkins

Interpretação: Mahershala Ali, Shariff Earp, Duan Sanderson

Classificação: M/16




15 de abril | sábado |15h00 e 18h00| grande auditório

Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro

FILME ROCK DOG – UM SONHO ALTAMENTE (versão portuguesa)



Numa longínqua aldeia dos Himalaias vive Bodi, um cão tibetano de olhos postos no rock n’ roll. Mas Khampa, o pai de Bodi, tem outro futuro planeado para este jovem cão com o sonho de ser músico. Khampa quer preparar o filho para ser o seu sucessor como protector da aldeia. Dividido entre o seu sonho e os desejos do pai, Bodi ganha confiança para seguir o seu sonho quando um rádio cai do céu e ele ouve uma canção do famoso músico Angus Scattergood. Baseado na novela gráfica "Tibetan Rock Dog", da autoria de Zheng Jun, um filme de animação para toda a família, de Ash Brannon (que co-realizou "Toy Story 2 - Em Busca de Woody" e dirigiu "Dia de Surf"). “Rock Dog – Um Sonho Altamente” conta com as vozes portuguesas de Rui Unas, Luís Jardim, Diogo Dias, Paulo Ribeiro, Maya Booth ou o grupo Átoa.

Título original: Rock Dog (EUA, 2017, 80 min.)
Realização: Ash Brannon
Vozes: Rui Unas, Diogo Dias E Maya Booth
Classificação: M/4

O Coletivo artístico Útero está a celebrar o seu 20ª aniversário e traz à Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão “O Duelo”, encenação de Miguel Moreira, a partir da obra de Bernardo Santareno.




O Duelo
O Coletivo artístico Útero está a celebrar o seu 20ª aniversário e traz à Casa das Artes “O Duelo”, encenação de Miguel Moreira, a partir da obra de Bernardo Santareno.
Dança/Teatro
29 de abril | Sábado| 21h30| Grande auditório
Entrada: 10 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/16
Duração: 105 min


Nota: Espetáculo com nu integral e cenas que podem ferir a sensibilidade dos espectadores. Aconselhável para M/18

Em cena, sete intérpretes e cocriadores "cospem” palavras, acompanhados pela música de Pedro Carneiro. Os seus corpos, oprimidos, tentam libertar-se. Vocábulos e vidas saem deles à procura de outros lugares. A animalidade de quem convive com os touros é ligada à dificuldade de estabelecer relações. Neste duelo, não há receio em acentuar os elementos rurais que, hoje, julgamos terem desaparecido. Permanecem traços de um outro tempo. Um tempo onde corpos, cheios de instintos primários, tentam sonhar outra vida.
Ficha técnica
a partir de Bernardo Santareno
encenação Miguel Moreira / Útero
cocriação e interpretação Camilla Morello, Cláudia Andrade, Beatrice Cordier, Francisco Camacho, Romeu Runa, Sandra Rosado, Sofia Skavotski
música original Pedro Carneiro
conceção plástica Jorge Rosado
produção Útero
coprodução TNDM II, Centro Cultural Vila Flor, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Aveirense, Teatro Cine, Cine Teatro Avenida.

O Útero é uma companhia apoiada pelo Estado Português – Direção Geral das Artes

PARAGUAII Na Casa das Artes de Famalicão


PARAGUAII
Apresentação do novo trabalho "Dream About The Things You Never Do"
Musica
28 de abril | sexta| 21h30| café-concerto
Entrada: 6 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 70 min
"Dream About The Things you Never Do" é, assumidamente, o registo mais pop dos Paraguaii. São oito temas que propõem um jogo constante entre os universos mais dançantes da música electrónica, nascida ou devedora dos anos 80, e a genética rock do colectivo. Composto, gravado e produzido pela própria banda, o segundo registo de originais desconstrói a rotina dos dias, atacando o carácter mortífero do comodismo e do hábito ao mesmo tempo que se fala de mulheres fatais, sonhos e virgindades espirituais.


EM CADA ABRIL PRIMAVERAS


EM CADA ABRIL PRIMAVERAS
Música |poesia
24 de abril | segunda| 21h30 | Pequeno auditório
Entrada: Livre à lotação da sala
M/6
Duração: 75 min
Abril é uma palavra que faz parte do imaginário português. A essa palavra estão associados inúmeros significados: esperança, primavera, renovação, vida, liberdade.
Abril, parece-nos, a festa da palavra. A palavra que se abriu na boca dos poetas para ser passada de mão em mão, como um cravo que se oferece ou se põe numa espingarda em vez de balas. E da palavra abril chega a palavra liberdade.
A cada Abril é, pois, imperativo relembrar os poetas da liberdade.
Em cada Abril primaveras “ é um recital poético-musical com esse propósito.
Serão ditas e cantadas palavras de, entre outros, Ary dos Santos, Manuel Alegre, José Saramago, Urbano Tavares Rodrigues, Carlos Oliveira e Daniel Filipe.

Ivo Machado, cantor e autor das melodias, será acompanhado à guitarra por Carlos Carneiro, que interpretando bem a atmosfera que os poemas sugerem, criou arranjos ímpares.
António Sousa dirá poemas no seu jeito bem peculiar: emotivo, poderoso e, até, irónico
.
Ivo Machado – concepção e voz
Carlos Carneiro – guitarra e arranjos
António Sousa – declamação


Musica para famílias 2017
Ciclo de Concertos Promenade da Casa das Artes de Vila nova de Famalicão
Orquestra de Jazz da Escola Profissional de Música de Espinho & Mário Laginha Daniel Dias Maestro |Paulo Perfeito Maestro
23 de abril | domingo| 11h30 | Grande Auditório 
Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/4
Duração: 70 min
A CASA DAS ARTES organiza em coprodução com a APROARTE - Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2017. Adotando o formato dos Concertos Promenade, aos domingos de manhã, nos meses de abril, maio, junho, novembro e dezembro, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística

The Gift na Casa das Artes de Famalicão

The Gift "ALTAR TOUR"
Musica
22 de abril | sábado| 21h30 | grande auditório 
Entrada: 20 euros / Cartão Quadrilátero Cultural: 10 Euros
M/6
Duração: 80 min
"ALTAR” é um sonho tornado realidade, produzido pelo icónico Brian Eno e misturado por Flood.
Um projeto de vida que se realiza em 2017 e que os Gift apresentam, agora, ao vivo.
Um disco de 10 canções, intemporais. Feitas durante dois anos. Pensadas ao longo de três. Sonhadas ao longo de vinte e dois.
Um disco que, ao vivo, se transforma num espetáculo que retrata todas as emoções vividas ao longo deste processo e que convida o público a dançar, vibrar, e celebrar o presente, vivendo-o.
Inclui canções como "Love Without Violins", "Clinic Hope" e "Big Fish", singles de sucesso incluídos neste trabalho.
Com um forte conceito visual acompanhando a marcante presença da banda, a digressão "Altar" promete agitar os palcos nacionais com uma sonoridade que vai oscilando entre a pop alternativa e eletrónica."
Músicos

Sónia Tavares - Voz / Nuno Gonçalves - Teclados / Voz / Miguel Ribeiro - Guitarra / Baixo / John Gonçalves - Baixo / Teclados / Mário Barreiros - Bateria / Paulo Praça - Guitarra / Voz / Israel Costa Pereira - Guitarra / Teclados / Voz

Técnicos – Nuno Nuno Ruas – FOH / Andres Malta – Monitores / Carlos Carvalho – Iluminação

Roadies - Tiago Areais / João Pedrosa / Francisco Brito

Road Manager – Paulo Bismarck

Assistente de Produção – Joao Tiago

Concerto de Páscoa - Manuel Faria no Contexto Nacional e Europeu da Música Sacra dos sécs. XX - XXI


Concerto de Páscoa
Manuel Faria no Contexto Nacional e Europeu da Música Sacra dos sécs. XX - XXI
Maestro: Paulo Bernardino, Trompete: Luís Granjo
Orquestra de Cordas da OAUC | Manuel Faria Ensemble
Concerto inserido na programação da Semana Santa de Vila Nova de Famalicão.
Musica de câmara
12 de abril | quarta-feira | 21h30 | Igreja Matriz Velha de Famalicão
Entrada: livre à lotação do espaço
Duração: 60 min
classificação etária M/3
Programa:
James MacMillan (n. 1959)
- In Splendoribus Sanctorum (Coro e trompete)
Maurice Pirenne (1928 – 2008)
- O Magnum Misterium
- Ingrediente Domino
- Copiosa Redemptio
- Ave Verum
Mário de Sousa Santos (1914 – 1983)
- O Memoriale Mortis Domini
Paulo Bernardino (n. 1973)
- Missa Felix Caeli Porta
Gloria
Manuel Faria (1916 – 1983)
- Parábolas da Montanha
III – A seara é grande
IV – Lançai a rede ao mar
- Sangue de Cristo
- Stabat Mater (para coro misto e orquestra de cordas em diálogo com o Canto Gregoriano)

Manuel Faria Ensemble- Com sede em Coimbra, O Manuel Faria Ensemble tem como objetivo principal a interpretação de música sacra dos sécs. XX e XXI. Com particular destaque para os compositores Pe Manuel Faria (1916 – 1983) e Pe Maurice Pirenne (1928 – 2008) – compositor holandês com um percurso muito similar ao de Manuel Faria – o ensemble concentra sobre si próprio cantores e instrumentistas, respetivamente para a música coral/vocal e instrumental, aliando diversas componentes à sua performance, tais como a investigação, o estudo, a edição e a publicação de partituras.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Vitorino na Casa das Artes a celebrar 40 anos de Carreira.


Vitorino 40 anos
8 de abril | sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 10 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/6
Duração: 70 min
Vitório Salomé é hoje - inevitavelmente - um nome à parte no panorama cultural português.
Se fosse produzida uma lista com 15 nomes da música portuguesa, que fossem embaixadores dessa mesma música, Vitorino teria de lá estar, ao lado da Amália, do Zeca Afonso e de uma outra mão cheia das personalidades que foram produzidas em cima da ideia poética do que é Portugal.
Não há uma única pessoa em Portugal ou que ame Portugal que não saiba quem ele é e que não tenha já cantado uma das suas canções. Mas a sua obra e o seu contributo, visto ser um artista multi-dimensional, vai muito além do conhecimento geral.
Foi para França estudar pintura e lá descobriu que o canto que já praticava desde a sua infância no Alentejo Podia dar frutos. Já ilustrou livros (de António Lobo Antunes, por exemplo, que lhe dedicou um livro inteiro de poesias para Vitorino musicar). Toca guitarra, piano, acordeão e outra quantidade de instrumentos. Escreve música e letras incríveis, que apesar da sua raiz popular são incrivelmente eruditas.
Já trocou colaborações com Fausto, Sérgio Godinho, João Gil, Rui Veloso, Tim, Jorge Palma, Carminho, entre tantos outros nomes da música portuguesa. Todos lhe reconhecem o mérito de cancionista extraordinário.
Chega agora o momento desse reconhecimento extravasar o meio e passar a domínio público.
Com o espectáculo “Não sei do que é que se trata, mas não concordo”, que acontecerá no ano em que Vitorino comemora os 40 anos da edição do seu primeiro disco.
Um espectáculo que tem como título o nome do seu novo disco de originais, a lançar durante o ano de 2017.

NOITE DE OUTONO em Famalicão


NOITE DE OUTONO
TEATRO NOVA EUROPA
Texto e encenação Luís Mestre. Interpretação de Ana Moreira e António Durães
7 de abril| sexta-feira | 21h30 | Grande auditório
Entrada: 5 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2,5 Euros
Duração: 60 min
Classificação etária M/16
"Noite de Outono", a primeira de quatro noites da Tetralogia das Estações do dramaturgo Luís Mestre, é uma celebração de um corpo em fim de linha, em perda irremediável de si mesmo.
Um homem de teatro (António Durães), isolado, fragmentado, já sem forças, em plena crise das suas faculdades criativas, tem momentâneamente por companhia e testemunha inesperada uma jovem mulher (Ana Moreira).
Este nocturno é atravessado por diferentes momentos de perturbação e deslocamento: um encontro entre a arte, com o seu sacrifício e violência, e a vida mundana, repleta de acontecimentos banais.
Neste drama íntimo, que representa o regresso à Casa das Artes de Famalicão de um dos autores dramáticos portugueses mais premiados da actualidade, irá encontrar nostalgia, fotografia, música, Eurípides, Hölderlin, recortes do quotidiano e rompimentos de alguns tratados canónicos.

FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA - NOITE DE OUTONO
texto e encenação Luís Mestre
interpretação Ana Moreira António Durães
cenografia Ana Gormicho
desenho de luz Joana Oliveira
figurinos TNE
operação de luz Joana Oliveira
produção Patrícia Vale
crédito de fotografia TNE

Casa das Artes de Famalicão recebe o espetáculo que estreia o álbum dos Terra Batida "Falaciosa Realidade".


Terra Batida Falaciosa Realidade - Apresentação em estreia.
1 de abril | sábado | 21h30 | Grande auditório
Entrada: 5 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2,5 Euros
Duração: 70 min
classificação etária M/3

Uma viagem nórdica e uma inspiração genuinamente lusitana deram mote à criação deste primeiro trabalho biográfico desta jovem banda portuguesa.
Cotado como um dos álbuns promissores do ano pela imprensa portuguesa, os Terra Batida arrancam na Casa das Artes o seu tour pela Europa fora, dando a conhecer aos teatros da Holanda, Bélgica e Portugal o seu mais recente trabalho.
O álbum fala das aventuras de um jovem pelo mundo, dos trilhos incertos, da incerteza da realidade envolta e da contemplação das "nossas montanhas".
O grupo fundou-se em 2015 e apesar de compor e apresentar temas de folk contemporâneo cantados em português, conta com músicos convidados de grande qualidade no campo da música clássica e do jazz.
Um espetáculo musical que conta com a participação de um coro muito especial, com desenho de luz feito pela Side Effects e Origamind na gravação do concerto ao vivo.



Ficha Técnica

Voz e piano: André Silvestre

Guitarras e voz: João Robim

Bateria: Pedro Lima

Baixo: Pedro André

Violoncelo: Beatriz Ferreira

Violino e voz: Aurora Miranda

Saxofone: Hugo Ciríaco

Trompete: José Barroso

Clarinete: Ângelo Santos

Acordeão: João Dantas

Sintetizadores e voz: Inês Rodrigues da Silva

Coro de sopranos e contraltos

Desenho de luz: Side Effects

Gravação em vídeo por: Origamind

A artista plástica Angelina Silva apresenta ORIGEM na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.


Título: ORIGEM
Exposição da Artista Plástica Angelina Silva
Casa das Artes, Foyer de 1 abril (inauguração 16h00) a 31 maio de 2017.





CV
Angelina nasceu em Portugal (V. N. Famalicão) e cedo se tornou emigrante em França, dividindo e multiplicando assim a sua origem. Possui a Licenciatura em Artes Plásticas – Pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto a que lhe precede uma profícua actividade profissional nas áreas da moda e decoração. Expôs em várias galerias e instituições nacionais e internacionais, destacando-se na atribuição do Prémio de Fotografia: “Visions entorn de l’aigua” da Fundació Guasch Coranty, Barcelona, Menção Honrosa no XXVII Salão de Primavera, Prémio Rainha Isabel de Bragança na Galeria do Casino Estoril em 2014 e Menção honrosa do concurso de Saúde Oral inserida na semana das Artes FMDUP-2013.

SOBRE O TRABALHO PARA A EXP.

Um ponto de partida é sempre um bom mote inicial para qualquer coisa. Este foi o que daqui é causa para o que se lhe segue, como outros em tantos domínios lhe seguirão. Mas um ponto de partida é um ponto de decisão e essa decisão não nasce solteira, não emerge do nada. O trabalho da Angelina é profícuamente limpo e tenaz. Não se compadece de aniquilar o excesso como não se rende de modo sorridente ao fácil e imediato. Medeia nos termos de múltiplas linguagens enquanto serpenteia pelos lugares inseguros dos sinónimos que surgem em primeiro lugar da lista dos mesmos. E esses não são nada sem as afirmações plausíveis, ou não, dos signos substantivos, ou mesmo dos advérbios, aqueles que complementam o sentido do verbo que se quer ouvir dizer. E como sempre há algo que precede o tudo e o nada, do ponto de partida que é o lançamento do visivel surge o trabalho, esse resultado do moer do tempo que nele próprio se explica. Origem é o tudo que precede ao tudo. Origens são a multiplicidade dos tudos, como quem parece nada dizer mas tudo afirma.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Projeto GermInArte em Famalicão


Casa das Artes e Envolvente



Projeto GermInArte

GermInArte trata-se de um projeto que tem como objetivo ações de formação especialmente direcionadas para a qualificação de profissionais que trabalhem com bebés e crianças dos 0 aos 6 anos de idade.

A Formação Transitiva GermInArte (FTG) baseia-se na publicação “Manual para a Construção de Jardins Interiores” (edição da Fundação Calouste Gulbenkian). Aborda várias perspetivas estéticas e educativas para a infância. Destina-se a educadores, músicos e outros artistas com interesse pela intervenção musical em contextos de interação com bebés e crianças (0-6 anos). A FTG é formada por três módulos de 3 horas cada, que ocorrem em dois sábados, perfazendo um total de 9 horas.

Data | Horário:

1.º Sábado – 18 março: 10h00 às 13h00 e 14h30 às 17h30;

2.º Sábado – 22 abril: 10h00 às 13h00;

Finalidade:
Contribuir para o desenvolvimento social e humano a partir da primeira infância;

Objetivos:
- Desenhar e implementar modalidades de formação de carácter artístico e musical;
- Qualificar recursos humanos e profissionais para a primeira infância;

Parceria:
Companhia de Música Teatral; Laboratório de Música e Comunicação na Infância do CESEM-FCSH; Universidade NOVA de Lisboa
Financiamento:
Fundação Calouste Gulbenkian Apoio: Governo de Portugal / Secretário de Estado da Cultura / Direção Geral das Artes; Universidade de Aveiro; Fundação para a Ciência e Tecnologia; APEI

Inscrições:


Mínimo 10 formandos; máximo 25 formandos.
Totalmente gratuito

Budda Power Blues e Maria João  na Casa das Artes de Famalicão



The Blues Experience
Budda Power Blues e Maria João 
Musica
31 de março | sexta-feira| 21h30| Grande Auditório 
Entrada: 10 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/6
Duração: 70 min
Após alguns concertos juntos, Budda Power Blues e Maria João decidem unir esforços e talentos na criação de um disco "a dois". Budda assume as composições e letras e Maria João empresta a voz e todo o seu talento, para um disco entitulado Blues Experience. Trata-se exactamente de uma experiência no mágico universo dos Blues onde Maria João deixa cair o seu registo icónico para se apoderar das canções e dar vida às letras, muitas das vezes em dueto com Budda, considerado o melhor músico de Blues do país.
A rudeza de Budda Power Blues alia-se à delicadeza de Maria João, encontrando-se algures num meio termo para criar uma sonoridade própria e especial.
Falamos de um disco de Blues, mas desengane-se quem possa pensar que se trata de um exercício de estilo. Trata-se de Blues do século XXI, amplamente influenciado por todas as sonoridades que fazem parte do quotidiano de Maria João, Budda, Nico Guedes e Pedro Ferreira, os quatro intervenientes deste disco.
Composto por 10 canções que versam sobre assuntos muito pessoais e frequentemente autobiográficos, "Blues Experience" é um disco que percorre várias linguagens dos blues , resultado do desafio lançado por Budda a Maria João.





Pedro e o Lobo
Musical com Marionetas
29 de março | quarta-feira| 10h30 e 14h30| Grande Aud
itório 
Entrada: livre á lotação da Sala
M/4
Duração: 50 min
Pedro era um brincalhão, só fazia asneiras. Não respeitava nada nem ninguém, chegando a enganar o seu melhor amigo, o bode velho. Um dia, enquanto guardava as ovelhas na serra, pôsse a gritar: – Lobo! Lobo! Lobo! – A aldeia em peso foi em seu socorro. Mas, não viram qualquer animal. Pedro fica a rir-se por tê-los enganado. Na semana seguinte, repetiu-se a cena e, como uma vez mais, não havia lobo nenhum, os aldeãos foram-se embora chateados com a brincadeira de Pedro. Passados tempos, aparece na serra um lobo. Este lobo, bem-falante, seduz o rebanho, explicando que é um lobo solitário, em vias de extinção e de como as alterações na natureza o empurraram para longe do seu habitat natural. Pedro, não encontrando o rebanho, grita aflito por socorro, ao qual ninguém acode.

Texto e Encenação | Luiz Oliveira
Interpretação | Luiz Oliveira; Rita Calatré; Vítor Fernandes
Música Original e Pianista | Rui Souza
Bonifrates e Figurinos | Susana Morais
Coreografia | Daniela Ferreira
Cenografia | Xico Alves
Grafismo | Fedra Santos
Desenho de Luz | FM e Fernando Oliveira

CLOSE-UP Episódio 1.2 – 28 de Março e 1 de Abril


Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão

Episódio 1.2 – 28 de Março e 1 de Abril

Nos últimos dias de Outubro passado projetou-se o 1.º episódio do Close-up – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão, com 25 sessões comentadas de cinema contemporâneo e com trilhos pela história do Cinema, dispostas em oito secções (ver www.closeup.pt), incluindo sessões para escolas e para famílias.

Esta 2.ª réplica arranca com sessões para escolas e com o gigante Tati e o seu Monsieur Hulot: Há Festa na Aldeia, para alunos do 1.º ciclo, e O Meu Tio, para o 2.º e 3.º ciclos.

Para o público geral, voltamos à secção Histórias do Cinema e ao cruzamento nipónico, de Takahata, um dos magos da animação dos Studio Ghibli e o clássico Ozu: A Família Yamada e O Fim do Outono, na tarde de sábado, dia 1 de Abril, com introdução de André Simão, arquitecto de formação e músico de multi-projectos.

BILHETEIRA GERAL

GERAL: 2 EUROS E CARTÃO QUADRILÁTERO: 1 EURO

ENTRADA LIVRE: ESTUDANTES, SENIORES, ASSOCIADOS DE CINECLUBES

28.Mar – 10h00 (GA) – Há Festa na Aldeia de Jacques Tati - sessão para escolas (1.º ciclo)


28.Mar – 14h30 (PA) – O MEU TIO de Jacques Tati - sessão para escolas (2 e 3.º ciclo)




1.Abr – 15h30 (PA) – A FAMÍLIA YAMADA de Isao Takahata (secção Histórias do Cinema, com introdução de André Simão)


1.Abr – 17h45 (PA) – O FIM DO OUTONO de Yasujiro Ozu (secção Histórias do Cinema, com introdução de André Simão)



Full Track apresenta o seu primeiro EP “Beat The Clock”


Full Track

Banda Famalicense, vêm à Casa das Artes apresentar o seu primeiro EP “Beat The Clock”.
25 de março | sábado| 23h00| café concerto
Entrada: livre á lotação da Sala
M/4
Duração: 50 min



Nascidos em Vila Nova de Famalicão, os FullTrack decidiram apresentar o seu primeiro trabalho discográfico. O projeto abrange um vasto leque de estilos musicais, tendo como principais influências o Rock Clássico/Hard Rock, passando pelo Blues, Funk até ao Metal e Rock Alternativo. O EP “Beat the Clock”, que conta com cinco faixas, quer chamar de atenção da sociedadeara o que Num presente em que a globalização é uma realidade, os FullTrack acreditam que através da sua música podem mudar o mundo. A apresentação irá decorrer pelas 23h do dia 25 de março de 2017 no Café Concerto da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Companhia Nacional de Bailado na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


Companhia Nacional de Bailado | 40 anos
dança
- 26 de março | domingo | 17h00 | Grande Auditório
Entrada: 12 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
M/6
Duração: 1h05m aprox. C/ 1 intervalo

Balanchine | Forsythe|Van Manen

Este é um programa de reportório onde se reúnem alguns dos coreógrafos que mais marcaram a História da Dança. A belíssima e feminina Serenade de Balanchine, a abstração de William Forsythe com um dueto virtuosístico e a inspiração latina de 5 Tangos de Hans van Manen, são uma janela aberta para o que de melhor se produziu no séc. XX.









Programa:

- Serenade

 George Balanchine Coreografia | Piotr Ilitch Tchaikovski Música| Nanette Glushak Assistente da Fundação Balanchine

©The George Balanchine Trust

Serenade foi a primeira obra criada por Balanchine, nos Estados Unidos da América. Inicialmente dançada pelos alunos do American Ballet School, em 1934, e no ano seguinte estreada pelo American Ballet no Teatro Adelphi, em Nova Iorque, foi coreografada sobre a partitura Serenade para cordas em Dó, Op. 48, de Tchaikovski. Interpretado por 28 bailarinos é um bailado sem qualquer linha dramatúrgica, no qual a coreografia foi construída à volta de situações inesperadas, surgidas no desenrolar dos ensaios. A queda de uma bailarina, ou a chegada atrasada ao ensaio de uma outra, foram incorporadas na coreografia.

- Herman Schmerman Dueto

William Forsythe Coreografia, Espaço Cénico e Desenho de Luz| Thom Willems Música| Gianni Versace e William Forsythe Figurinos |Maurice Causey Assistente do Coreógrafo

Herman Schmerman estreou em 1992 no Ballet da cidade de Nova Iorque, coreografado para cinco bailarinos. Quatro meses mais tarde, para o Ballet de Frankfurt, Forsythe criou um dueto adicional a este bailado. Desde então é apresentado em diversas companhias no mundo, tanto a versão completa como apenas o dueto. Esta é uma aparente competição homem-mulher. Para o coreógrafo é uma simples peça sobre dança.

- 5 Tangos

Hans van Mannen Coreografia | Astor Piazzolla Música| Jean-Paul Vroom Cenários e Figurinos | Jan Hofstra Desenho de Luz | Nathalie Caris e Mea Venema Assistente do Coreógrafo

Hans van Manen não deu especial atenção aos títulos das músicas, de Astor Piazzolla, deixando-se guiar simplesmente pelos ritmos surpreendentes da dança latina e pelos fortes sentimentos que esta evoca, numa verdadeira visita ao universo do tango.



- 8 março| quarta |18h e 21h30 -  Filme No Escuro Do Cinema Descalço Os Sapatos

Entrada Gratuita à lotação da Sala

A realizadora Cláudia Varejão e a sua assistente de som Adriana Bolito acompanharam a CNB durante doze meses, recolhendo as imagens que fazem parte do documentário que agora se apresenta. Agachadas, invisíveis num canto escuro do palco, dos estúdios ou dos camarins, de certeza que nos apanharam a todos descalços, fosse no nosso quotidiano simples e rotineiro dos ensaios ou no mais emocional e frágil dos espetáculos. Dançar, mais do que uma profissão, é um modo de vida e o título do filme, um poema de Adília Lopes, gentilmente cedido pela autora, remete-nos para a vulnerabilidade dessas vidas. Será destas imagens, guiadas por artistas e por todos que trabalham com a CNB que, seguramente, também rezará a história das quase quatro décadas da Companhia



- 25 março| Sábado|10 horas- Master classe de DANÇA CLÁSSICA com FERNANDO DUARTE. Inscrições. Gratuitas (20 Pessoas)


Esta master classe são dedicadas aos conservatórios e escolas de dança de todo o país. Os professores, todos eles mestres e bailarinos da Companhia Nacional de Bailado que contam coma experiência de grandes carreiras são, naturalmente, inspiradores para os jovens estudantes. Convidamos as escolas a candidatarem-se se através do respetivo Teatro.

“Cânticos de Barbearia” - Estreia na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão


Cânticos de Barbearia” - Estreia
de Carlos Tê, encenação Luísa Pinto
Coprodução Narrativensaio-AC e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
16, 17 e 18 de março | quinta, sexta e sábado| 21h30 | Grande auditório
Entrada: 8 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
Duração: 70 min
classificação etária M/12
CÂNTICOS DE BARBEARIA ou o dia em que Tony de Matos e Lupicínio Rodrigues se encontraram.
Tony de Matos podia ser uma uma pequena estrela vagueando pela constelação da posteridade, mas preferiu abrir uma barbearia para receber as grandes estrelas. Um dia, Lupicínio Rodrigues entra pela loja. Tony de Matos reconhece-o e confessa-se seu fã. É o ensejo que não foi possível em vida, apesar de terem frequentado as mesmas salas de espectáculo do Brasil entre 1954 e 1965. Durante um singelo corte de cabelo e um escanhoamento, Tony e Lupicinio poem as afinidades em dia e discutem o mecanismo e a função das dolorosas canções de amor, tema em que se especializaram, principalmente Lupi, a quem se atribui a expressão “dor de cotovelo” e uma breve teorização sobre a sua natureza, ao dividi-la em dor municipal (que se esquece facilmente), dor estadual (que demora meio ano a passar) e dor federal (que fica para sempre e é incurável).
O que é a canção senão um unguento nessa dor eterna? Talvez um efémero tijolo civilizacional que constrói o fair-play moderno e que ensina a arte de sublimar a rejeição.
O leque de artistas que cantou Lupicínio vai de João Gilberto a Elis Regina, de Gal Costa a Adriana Calcanhoto. Tony de Matos foi o último cantor romântico português. Este encontro na posteridade (a verdadeira sociedade sem classes) serve também como improvável reflexão destas figuras sobre alta e baixa cultura, coadjuvadas por uma personagem mítica, Medusa, e por um ajudante de barbeiro especial: Bill Evans.
Ficha Artística
Texto e Direção musical: Carlos Tê
Encenação, Cenografia e Figurinos: Luísa Pinto
Interpretação: Pedro Almendra, Allex Miranda e Filipa Guedes
Interpretação musical: Eduardo Silva
Desenho de Luz: Bruno Santos
Máscara: Carlos Matos
Execução de adereços: José Lopes
Assistente de encenação: Ricardo Regalado
Assistente de produção: Cláudia Pinto
Imagem promocional: Daniela Santos
Coprodução: Narrativensaio-AC e Casa das Artes de V. N. de Famalicão

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Nos dias 9, 10 e 11 de março, a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão recebe espetáculos únicos de Miguel Araújo - estreia de uma nova formação da sua banda (sexteto), para teatros e auditórios.


Miguel Araújo
1º parte (pequena apresentação) da nova artista “Via”
Musica
9,10 e 11 de março | quinta, sexta e sábado| 21h30 | Grande auditório Entrada: 16 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 8 Euros
Duração: 80 min
classificação etária M/6
A 9, 10 e 11 de março, a Casa das Artes de Famalicão recebe espetáculos únicos de Miguel Araújo - estreia de uma nova formação da sua banda para teatros e auditórios (sexteto) sendo que, nestes espetáculos irão, pela primeira vez, apresentar vários temas do novo álbum e também os sucessos já bem conhecidos do público, entre os quais “Os Maridos das Outras”, “Dona Laura” ou “Recantiga”. A Casa das Artes de Famalicão vai receber ainda a banda de Miguel Araújo para os ensaios finais antes da estreia dos novos temas e desta nova formação.
Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração. É hoje considerado um dos grandes nomes da música portuguesa, destacando-se como compositor, letrista, cantor e músico, sendo bem-sucedido em cada uma destas vertentes que compõem a sua multi-facetada e eclética carreira. São já muitas as canções da sua autoria, cantadas por si e por outros que fazem parte do espólio das grandes canções populares portuguesas deste século. Como escreveu o Expresso em 2012, “é notório que Miguel Araújo se tornou um dos melhores fabricantes de canções que o país viu surgir este século”.

LUIZ CARACOL “ Metade e Meia”- Casa das Artes de Famalicão

Luiz Caracol
Novo álbum "Metade e Meia", com sonoridades de Portugal, Brasil e África.
4 de março| sábado | 23h00 | Café Concerto
Entrada: 4 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/6
Duração: 70 min
Com novo álbum "Metade e Meia" a sair a 10 de março de 2017, confirma-se a excelência deste artista singular cuja música apresenta uma mestiçagem muito própria, entre sonoridades de Portugal, Brasil e África. Tocou, entre outros, com Sara Tavares, Tito Paris, Jorge Drexler e Fernanda Abreu.
Depois do sucesso do primeiro álbum “Devagar”, que apresentou nos EUA e em show case oficial na EXIB Música Iberoamericana, tem vindo a tocar em Portugal, Espanha e Brasil. Inicia agora a nova tour em Portugal em várias cidades do país. Apresentação está marcada 4 março na Casa das Artes.
Novo Álbum - Nova Tour
Luiz Caracol - Voz e GuitarraXico Santos - Baixo
Tomás Rosberg - Guitarras
Filipe Chaves - Bateria

Bau dos Segredos | PRELÚDIO PARA MACBETH Exercício I da Classe B do Baú dos Segredos

PRELÚDIO PARA MACBETH
Exercício I da Classe B do Baú dos Segredos
Teatro
3 e 4 de março | sexta-feira e sábado | 21h30 | Grande auditório

Entrada: 4 EUROS/ Crianças, Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
Duração: 60 min
Classificação etária M/6

"Muitos, infelizes são com as suas tristes vidas
Apenas conhecendo um prelúdio a algo
Que jamais lhes acontece -" Lorna
ames Chalmers visa captar a essência da obra do bardo mais famoso do mundo. Bebendo do génio de Shakespeare, cria uma prequela à história sangrenta de Macbeth, n
o seu estilo e escrita.
Somos transportados para a Escócia na Idade Média onde a guerra com a resistência da defunta Nortúmbria enterra ainda as suas vítimas. No meio do campo de batalha erguem-se novos estandartes onde os velhos caem.
Macbeth o Lord sucede a Macbeth o general. Lady Macbeth ultrapassa o seu passado sombrio onde enterrou Lorna Stewart. Duncan estende uma passadeira vermelha à ascenção daquele que um dia o derrubará. Todos lutam afincadamente por um futuro que sabemos ser negro.
Vemos como o desastre se vai alinhando sem nunca chegar a ver o seu fim.

Bau dos Segredos | ABSENTIUM  - Exercício I da Classe A do Baú dos Segredos 


ABSENTIUM
Exercício I da Classe A do Baú dos Segredos
Teatro
1 e 2 de março | quarta e quinta | 21h30 | Grande auditório
Entrada: 4 EUROS/ Crianças, Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
Duração: 60 min
classificação etária M/6
Uma cidade, …uma ilha!
Um desejo, atirado ao ar, com toda a raiva.
Sem ser pensado, como muitos que formulamos todos os dias, sem contudo, pensarmos nas consequências que deles nos podem chegar, através do tempo…
É de manhã, um estranho murmúrio, cobre a cidade.
Jovens percorrem as ruas algo desorientados…
Não há luz, nem água.
Os telefones estão mudos, a internet não pega, todo o tipo de comunicação com o mundo lá fora, simplesmente, parou de funcionar.
Espera! Onde estão os adultos? Para onde foram?
Que fenómeno ocasionou o seu desaparecimento?
Será isto o início de uma nova era? Ou um pesadelo do qual vamos acordar a qualquer momento?
Um tempo e um lugar onde tudo tem uma nova importância e dimensão…
Um pedaço da vida de gente jovem, que tenta construir onde outros falharam e onde as dificuldades fazem brotar de cada um o melhor… e o pior!
Uma ideia de Michael Grant adaptada ao palco, pela pena de João e Tiago Regueiras.


segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Cinema Casa das Artes


- 4 de fevereiro | sábado |14h30, 17h30 e 21h30 | Pequeno Auditório
Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro
FILME  - Silêncio

sinopse

Adaptação ao cinema do romance homónimo do escritor japonês Shusaku Endo, publicado em 1966, a tumultuosa história do cristianismo no Japão.

No século XVII, dois padres jesuítas vindos de Portugal - Sebastião Rodrigues (Andrew Garfield) e Francisco Garrpe (Adam Driver) - viajam até ao Japão sob ordens da igreja, na esperança de encontrarem o seu mentor, Frei Cristóvão Ferreira (Liam Neeson), e de investigarem rumores de que teria renegado a fé cristã.

Nas terras nipónicas, onde o regime militar do clã Tokugawa baniu o catolicismo e quase todo o contacto com o estrangeiro, os dois jovens religiosos testemunham a perseguição dos japoneses cristãos pela mão do seu próprio governo. Eventualmente, os dois jesuítas separam-se e Rodrigues viaja até ao campo, interrogando-se sobre o silêncio de Deus face ao sofrimento dos seus filhos.

Titulo Original: Silence (EUA – Itália - México, 2016, 159 min)

Realização: Martin Scorsese

Interpretação: Andrew Garfield, Liam Neeson, Adam Driver, Issei Ogata





- 25 de fevereiro | sábado | 18h00 e 21h30 | Pequeno Auditório Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro
FILME  - La La Land - Melodia de Amor
Sinopse
O filme começa como tudo começa em Los Angeles: na auto-estrada. Este é o lugar onde o pianista de jazz Sebastian (Ryan Gosling), encontra a aspirante a atriz Mia (Emma Stone), com uma buzinadela de desdém num engarrafamento que espelha o impasse em que navegam as suas vidas. Ambos possuem o tipo de esperanças impossíveis que são a alma da cidade: Sebastian tenta fazer com as pessoas gostem do jazz tradicional no século XXI. Mia gostava de conseguir chegar ao fim de uma audição. Mas nenhum dos dois espera que o seu fatídico encontro os leve onde nunca poderiam chegar sozinhos. Os seus movimentos, em direção um do outro e para os seus grandiosos sonhos artísticos, cria um mundo próprio, essencialmente cinematográfico, em La La Land - que com luz, cor, som, música e palavras viaja diretamente para os êxtases da felicidade que perseguimos... e ao sofrimento das paixões que nunca iremos superar.
Titulo Original: La La Land (EUA, 2016, 128 min)
Realização: Damien Chazelle
Interpretação: Emma Stone, Ryan Gosling, J.K. Simmons, Finn Wittrock, Sonoya Mizuno, Jessica Rothe, Callie Hernandez, Rosemarie DeWitt, John Legend

Casa das Arte e Envolvente – fevereiro 2017


1.1 - “Opus 3”

Dia 7, terça-feira – Nine, Salão Nobre da Junta de Freguesia, 10h00 e 11h00;

Dia 8, quarta-feira – Louro, EB Louro/ Mouquim, 10h00 e 11h00;

Dia 9, quinta-feira– Brufe, Salão da Junta de Freguesia, 10h00 e 11h00;

Dia 10, sexta-feira – Casa das Artes, Pequeno Auditório, 10h30 e 14h30;

Dia 11, sábado – Casa das Artes, Pequeno Auditório:

- 15h00: Crianças dos 0 meses aos 18 meses, 15 crianças e 15 adultos no máximo;

- 17h00: Crianças dos 18 meses aos 36 meses, 15 crianças e 15 adultos no máximo.

Opus 3:

Linguagem principal: música (voz) e movimento; intérpretes: Carla Martins / Teresa Prima

Peça a Peça Itinerante - Opus 3

Concepção e Produção: Companhia de Música Teatral

Co-Produção: Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Direcção Artistica: Helena Rodrigues

Interpretação e co-criação: Carla Martins / Teresa Prima

Espaço cénico: António Dente

Apoio à direcção artística: Paulo Maria Rodrigues

Apoio vocal e à criação: Jorge Parente

Sensorialidades: a partir de Manual para a Construção de Jardins Interiores

Agradecimentos: João Maria André, Paulo Ferreira Rodrigues

Apoio: DGArtes, Fundação Calouste Gulbenkian/Germinarte, Bienal de Cerveira, Laboratório de Música e Comunicação na Infância do CESEM da FCSH – UNL

  

1.2 - “Espreitar o Teatro em Família”

Traga os seus filhos, pais, avós e amigos e passe uma manhã animada e descontraída. Venha conhecer a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão: percorra todas as áreas da Casa das Artes, mesmo aquelas às quais só os artistas tem acesso, vislumbre a exposição do Foyer da Casa das Artes. Ouça as histórias mais caricatas e entusiastas desta “aventura artística”, deste espaço artístico e cultural que celebra no presente ano o seu décimo quinto aniversário.

DOM 5 fev. 2017

Sessões: 11h00

 Local - Casa das Artes



1.3 - “One Man Alone”

Coprodução Teatro da Didascália e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

Criação, interpretação e cenografia: Bruno Martins

Direção: Sérgio Agostinho

Figurinos: Joaquim Azevedo

Desenho de luz e som: Bruno Martins e Valter Alves

Design Gráfico: Rui Verde

Dia 15, quarta-feira – Avidos, Auditório António Gomes, 14h30;

Dia 22, quarta-feira – Riba D’Ave, Salão Paroquial de Riba D’Ave, 14h30;

Teatro

Duração: 60 m

Entrada gratuita à Lotação da sala


PZ apresenta o seu 4º álbum na Casa das Artes.


PZ
Musica/eletrónica
18 de fevereiro | Sábado | 23h30 | Café Concerto
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 70 m
PZ apresenta o seu 4º álbum directamente do seu quarto de brinquedos.
Depois de ter enviado as “Mensagens da Nave-Mãe” em 2015, eis que surge o “Império Auto-Mano” para contra-atacar as hordes globalizadas pelo sistema vigente.
O caos moderno é reorganizado em pacotes de géneros musicais que vão do techno ao hip-hop, uma espécie de electrónica “taylorizada” à medida dos temas que compõem este objecto meio Pop, meio estranho, e totalmente Português. A digressão “Auto-Mana” começa em Fevereiro rumo a uma viagem até ao fim do Mundo que é apresentada ao vivo com todos os membros da banda presos pela indumentária que simboliza este projecto singular: o pijama.
Paulo Zé Pimenta (PZ): Voz
Fernando Sousa: Voz, Baixo e Sintetizadores
Graciela Coelho: Voz e Sintetizadores
André Simão: Voz, Guitarra e Sintetizadores
João Moreira: Técnico de Som
Nuno Lacerda: Road Manager

FILHO DA TRETA em Famalicão

FILHO DA TRETA

Com José Pedro Gomes e António Machado
Teatro / comédia
17 e 18 de fevereiro| Sábado| 21h30| Grande Auditório
Entrada: 12 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
M/12
Duração: 90 min
Antigamente, a vida era uma selva. Agora, a vida é uma selfie. Toda a treta se dispersou e cresceu nas redes sociais e os especialistas têm tido alguma dificuldade em encontrar a genuína conversa da treta. Mas quem é vivo sempre falece, e também sempre aparece. Nada se perde, tudo se transforma – o código genético da Treta renasce em 2016 com a assustadora e nada aguardada peça de teatro FILHO DA TRETA.
Zezé (José Pedro Gomes) prossegue a sua luta contra o bom-senso, a solidariedade, o trabalho e outros conceitos primeiro-mundistas, desta vez na companhia de Júnior (António Machado) que anda de bicicleta desmontável. Zezé, ao nível da deslocação, continua a polir a ponta do sapatinho de verniz com cuspe. Mas é um cuspe mais sábio...
Numa comovente irritação entre duas gerações perdidas, discutem-se as tascas gourmet, os refugiados, os paus de selfie, as novas famílias e outras pragas que assolam o mundo moderno deste saudoso bairro em vias de extinção.
Texto Filipe Homem Fonseca e Rui Cardoso Martins, Encenação Sónia Aragão, Música Bruno Vasconcelos e Nuno Rafael, Desenho de Luz Luís Duarte, Figurinos Fernanda Ramos, Produção Força de Produção
Com José Pedro Gomes e António Machado

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS | Casa das Artes de Famalicão


SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS
Musica
11 de fevereiro | sábado | 21h30 | Grande auditório
Entrada: 10 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
Duração: 70 min
classificação etária M/6
Tudo começou em 2007 com a edição de Farewell, onze belíssimas canções que projectaram Sean Riley & The Slowriders como autores de uma das melhores estreias discográficas da história da música produzida em Portugal. A relevância dada a Farewell e consequente exposição mediática da banda elevaram a fasquia para o segundo disco – e a banda respondeu com um inspirado Only Time Will Tell. Aclamado pela crítica, sustentado com grandes prestações ao vivo, caso do sucesso alcançado nos festivais de Paredes de Coura e Alive, e com dois discos editados no Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo) pela Sonic Rendezvous. Seguiu-se a edição nacional de “It’s Been A Long Night” um disco cheio de luz em que o grupo se permitiu absorver todas as referências que povoam o seu imaginário artístico. Depois de 3 anos afastados dos palcos para prosseguirem projectos paralelos (como no caso de Afonso Rodrigues com Keep Razors Sharp), 2015 marca o regresso aos palcos e 2016 o regresso aos discos de originais.