quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Samuel Úria

Folclórica / Latino / Ambiente
30 de Janeiro, Sábado, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 70 m
www.myspace.com/samueluria

“ Samuel Úria é o nome artístico de Samuel Úria. A lenda em torno de si conta que nasceu e cresceu entre uma pequena cidade da Beira Alta e um par de canais públicos de televisão. Talvez devido a essa sobre-exposição televisiva lhe tenham ficado, por estigma, duas distintas marcas julio-isidricas: um considerável nariz e a fanfarronice por ter lançado a carreira musical de um jovem; nome artístico Samuel Úria.
Nómada - praticante mas não afecto - Úria viveu nos últimos anos por Coimbra, Leiria, Figueira da Foz ou Évora, cidades que de bom grado lhe acolheram a inspiração. É, contudo, a eterna Tondela natal que lhe está presente na voz e nas canções: o humor castiço, a loquaz despreocupação, os blues campesinos, o grande espaço dos pequenos sítios.
Na FlorCaveira desde a sua alvorada, o trajecto musical de Úria passa pelos discos e concertos em nome próprio, pelo punk-rock vintage das “Velhas Glórias” e pelas filarmonias de “Os Ninivitas”.
O que cantaria, com justeza, a Ana Faria se a métrica lho permitisse? Já lá vamos.
Pelos salmos de Samuel Úria andam os trovadores vaqueiros e os lendários crime-fighters do cançonetismo português; andam heroínas de ficção científica a passear por cemitérios índios; anda o Dean Martin sóbrio com a lira do Rei David. A amálgama fica harmoniosa. É de consciência tranquila se pode então fazer o revisionismo dos “Queijinhos-frescos”: “O Samuel, o Samuel quer ser cowboy, ou então, ou então super-herói”.

PortoTango



Tango/Dança
Constituído por Manuel Vidal (voz), David Lloyd (violino), José Parra (piano), Oscar Flecha (guitarra), Jaroslav Mikus (violoncelo) e Jorge Silva (baixo), com dois pares de Dançarinos Fernando Jorge /Alexandra e Juan Capriotti/Graciana Romeo
30 de Janeiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/6
Duração: 70 m
http://www.portotango.net/
www.myspace.com/portotango
Este Grupo estreou-se em Março de 2001 em Torre de Moncorvo, terra dos antepassados do poeta Jorge Luís Borges, com o espectáculo “100 anos de tango”, promovido pelo Clube Tango do Porto.
Desde então tem actuado regularmente em todo o país. São de sublinhar os concertos no Teatro Sá da Bandeira e no Coliseu do Porto (onde encerraram o I Festival de Tango do Porto), em Coimbra Capital da Cultura e no Festival Internacional de Guitarra de Santo Tirso.
O PortoTango interpreta alguns dos mais representativos tangos da Guardia vieja até as novas expressões do pulsar porteño.
Em 2002 lançou o primeiro CD: Corazón al Sur.
Em Abril deste ano lançou o novo CD “Sin esquinas, com música de Carlos Gardel, Anibal Troilo, Mariano Mores e Astor Piazzolla entre outros,

"... Foi a evocar as noites inesquecíveis, quentes e fraternas dos bailes do Fluvial e a recordar os momentos em que orquestra e pares atacavam os tangos em voga que assisti, deslumbrado, à actuação do Portotango no espaço recatado do Teatro da Vilarinha. Nesse fim de tarde primaveril, envolveram-me os sons primorosos do sexteto portuense, constituído por músicos de diferentes procedências. Mas o resultado é a viagem inexcedível ao mundo das músicas e canções - algumas tão populares aqui como na Argentina, desde a "guardia vieja" primeiras manifestações do género até as requintadas composições contemporâneas de Astor Piazzolla..."

Helder Pacheco Professor e Escritor / publicado JN

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

“CONTOS EM VIAGEM - BRASIL, outras rotas”

Teatro Meridional
29 de Janeiro, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 8 euros
M/6
Duração: 70 m
http://www.teatromeridional.net/
Brasil, território imenso e grandioso, feito de paisagens plurais, múltiplas especificidades e uma magnificente produção literária.
Desenhámos uma rota prévia, escolhendo viajar através de lugares que têm mais perto ou mais longe o Rio S. Francisco ou, como popularmente é chamado, o Velho Chico. Este Rio atravessa cinco Estados - Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe - e foi da produção literária dos autores que nasceram nestes lugares, que organizámos a Outra Viagem: a das palavras.
Nessa viagem pelos textos, o pressuposto é sempre sermos levados pela poética das estórias, da geografia dos lugares, pelas diferentes tipologias da sua gente, por diferentes sensibilidades, permitindo que cada espectador redesenhe a sua própria viagem, num encontro com paisagens desconhecidas que possam ser reconfiguradas na sua rede de símbolos, actualizando-as no lugar e no tempo de cada um.
Uma actriz e um músico serão os nossos guias. Através do corpo, da voz, da ambiência sonora e de signos cénicos tão abstractos como abertos, seremos conduzidos do rio ao morro, do morro ao lugarejo, onde encontraremos personagens e lugares que habitam o outro lado do Atlântico, com quem partilhamos tantos afectos e o património comum que é o de falarmos a Língua Portuguesa.

Textos diversos autores brasileiros
Dramaturgia Natália Luíza
Selecção de Textos Natália Luíza e Melânia Ramos
Encenação e Desenho de Luz
Miguel Seabra
Interpretação
GinaTocchetto (texto), António Pedro (música)
Espaço Cénico
Jean-Guy Lecat
Figurinos
Marta Carreiras
Música Original e Espaço Sonoro
António Pedro
Taiji Qigong
Pedro Rodrigues
Fotografia
Margarida Dias
Assistência de Cenografia
Marco Fonseca
Montagem
Marco Fonseca e Nuno Figueira
Operação Técnica
Nuno Figueira
Assistência de Produção
Filipa Piecho
Direcção de Produção
Narcisa Costa
Produção
Teatro Meridional
Direcção Artística
Miguel Seabra e Natália Luíza

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Terra Batida de Paulo Soares

Musica de Raiz africana/ Musica do Mundo
23 de Janeiro, Sábado, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 90 m
http://blogdepaulosoares.blogspot.com/
"Terra Batida, projecto musical que reúne temperos rítmicos dos dois lados do Atlântico Sul e respectivas contra-costas, é o retracto de um percurso onde se canta em Português, Música do Mundo. O trabalho em CD é constituído por dez temas com composição musical de Paulo Soares e poemas de António Botto, Florbela Espanca e Mário António. É um trabalho que reflecte a jornada profissional do autor, marcada pelas suas origens em
Benguela (Angola) e pela sua passagem por Portugal, Espanha e Dinamarca, locais onde viveu e trabalhou.
O espectáculo contará, para além de temas do referido CD, com a apresentação de músicas de outros autores angolanos.

Paulo Soares - Voz e Guitarra; João Ferreira - Percussão; Oswaldo Marquina - Percussão

Rui Veloso – 30 anos de carreira

Em 1980 lança o seu álbum de estreia “ Ar de Rock” e nesse mesmo ano participa, ao vivo, nos concertos dos Police e Steve Harley.
Este fabuloso artista, incontornável na historia da música popular Portuguesa, com um grande numero de canções conhecidas e cantadas por todos, estará na Casa das Artes para um concerto memorável, dando início a um ano de comemoração de uma fantástica carreira.

Rock / Blues
23 de Janeiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 25 euros
M/3
Duração: 90 m
http://www.ruiveloso.net/
www.myspace.com/ruivelosooficial

LOBO

Apresentação do novo trabalho ‘Socorros a Náufragos’
Rock / Soul / Experimental
16 de Janeiro, Sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 Euros
M/3
Duração: 90 m
www.myspace.com/olobo

A fazer xinfrim desde 2007, o LOBO tem tripla personalidade.
É teimoso, sensível, obsessivo, determinado...e não gosta de 2as feiras.
Definitivamente o LOBO é um PODER-TRIO, quase um gang.
Pedro Lobo é o principal responsável pelas canções do LOBO. Alternador de Discos, Produtor e Melómano, percorreu o país de lés a lés com bandas como os Buena ou Renderfly. "Ecléctico is my middle name" diz.
Pedro Madureira gravou um disco com o lendário Mick Glossop e tira um prazer dos diabos de tocar bateria.
Pedro Jorge cria melodias na guitarra como poucos e gosta de teorizar sobre Frequências Hertzianas.
Nuxo Espinheira (Blind Zero), é o elemento que ao vivo, assume as linhas do baixo.
Juntos fazem parte dessa entidade que decidiram denominar de LOBO...pelas canções.
Após diversas apresentações ao vivo, a banda grava em estúdio, durante 2008 e 2009, aquele que será o seu primeiro registo de originais: ‘Socorros a Náufragos’.
O disco é produzido por Pedro Lobo e conta com as participações de Presto (Mind da Gap), Nuxo Espinheira (Blind Zero), Alberto Almeida (Cabaret Fortuna) entre outros.
“Socorros a Náufragos” conta também com duas lendas vivas da arte de fazer discos, Vic Florencia (Danko Jones, Nelly Furtado) que mistura a poderosa versão dos GNR, Pós-Modernos, e Denis Blackham (Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Kraftwerk, Brian Eno, etc) responsável pela Masterização.
Depois de dado a conhecer parte do álbum, a um grupo restrito de pessoas ligadas à indústria musical, o LOBO é convidado a integrar a compilação Novos Talentos FNAC 2009, com o tema ‘Agora, Aqui’ sendo que a música ‘Algo Mudou’ é também sincronizada com a Telenovela de sucesso “Sentimentos” em exibição na TVI, levando assim a Música Alternativa Portuguesa até ás Ondas Hertzianas Televisionadas.
‘Socorros a Náufragos’ poderá ser conhecido na íntegra, a partir de Outubro, altura em que será distribuído nas lojas pela Compact Records com edição da independente Slurping Sounds.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O álbum será editado na Primavera, por isso a Casa das Artes tem o privilégio de apresentar este trabalho, com a banda inteira., em primeira mão.

Sandy Kilpatrick
Soul / Folclórica
16 de Janeiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 Euros
M/3
Duração: 90 m
www.myspace.com/sandykilpatrick
Depois de um conjunto de discretos mas muito bonitos lançamentos discográficos, em Portugal, Sandy Kilpatrick fez a sua ultima tournée em 2008, para promover The Ballad of The Stark Miner - uma jóia crua e poética. Tem estado em silêncio desde então, mas não abrandou o passo de forma alguma – de facto, tem sido um dos mais prolíferos períodos da sua vida artística, que resultou num dos álbums do ano, o magnifico Redemption Road.
Tendo sido recebido para uma Residência Artística no recentemente restaurado Mosteiro de Tibães, perto de Braga, em Julho 2009, onde Kilpatrick tem estado a trabalhar no seu último álbum, e onde se tem concentrado nalguns heróis da música como Leonard Cohen, Van Morrison, Bob Dylan, Bruce Springsteen e Townes Van Zandt. Neste sentido é possível sentir o musico escocês com uma âncora no território íntimo dos lançamentos discográficos anteriores, contudo, expandindo essa mesma intimidade com pequenos apontamentos de gospel e soul – provavelmente reflectindo o ambiente sereno do mosteiro onde o álbum foi concebido. Mas, a construção dos temas e a intimidade do songwriter são só os pontos de arranque. O novo álbum abrange uma sensibilidade mais pop, que apesar de ter um fundo melancólico, o sentimento global é de celebração e alegria. É um álbum que é simultaneamente íntimo e épico, pop e mas contido e essencialmente livre. Este é o som de um artista no auge do seu percurso e de certeza que será considerado o primeiro ponto de referencia da sua carreira. O álbum será editado na Primavera, por isso a Casa das Artes tem o privilégio de apresentar este trabalho, com a banda inteira., em primeira mão.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Artistas 2010

Richie Havens - 5 de Fevereiro de 2010
Músico que abriu o Mega Festival Woodstock em 1969


Ane Brun - 6 de Março de 2010

“Cantata de Natal” de B. Harlan

Concerto da Natal
Ensemble instrumental e Coro de Crianças da ArtEduca – Conservatório Regional de Música de VN Famalicão
19 e 20 de Dezembro, Sábado 21h30 e Domingo 18h00, Grande Auditório.
Entrada: 1€ +bem alimentar ou brinquedo (Campanha de Natal ASSUL)
Duração: 90 m
Co-produção – Casa das Artes de V.N. Famalicão / ArtEduca
A Casa das Artes reveste-se do espírito de Natal com as canções que não podiam faltar nesta época, reinventadas nas vozes e no talento dos alunos da ArtEduca, numa parceria das duas Instituições.
A Cantata de Natal de B. Harlan, serve de pretexto para reunir em quatro Suites as melodias obrigatórias da noite mais mágica do ano.
O objectivo é contagiar o público com o espírito natalício e contribuir para um mundo mais solidário.
O brinquedo ou bem alimentar reverte a favor da 12ª Campanha de Natal da ASSUL - Associação de Acção Social da Universidade Lusíada, com o propósito de ajudar as famílias mais carenciadas do Concelho de VN Famalicão.

O Concerto é para toda a família!

Kartel # 31

Diferentes naturezas que se fundem algures na fronteira entre o flamenco e o hip-hop, num concerto a não perderem. Apresentação do novo trabalho "Liberdade, União, Respeito"
Hip-Hop
16 de Dezembro, quarta-feira , 21h30, Grande Auditório.
Entrada: Entrada Livre (até a lotação da Sala)
M/3
Duração: 90 m
www.myspace.com/kartel31

Genuinamente inovador ou inovadoramente genuíno? Eis a mistura improvável de flamenco e hip-hop.
Surpreendente, este espectáculo marcado pelo desafio de mestiçagens musicais e interpretativas. O público é convidado a embarcar nesta navegação de energia musical, com porto seguro nos temas do primeiro álbum, “esquadrao na galha” (2006), mas também com passagem por águas nunca dantes navegadas, com temas que farão parte do novo CD. Uma oportunidade para conhecer, numa espécie de antestreia, as novas criações do colectivo, já que este novo trabalho só será editado em Novembro de 2009.
Formado nos finais dos anos 90, em Vila Nova de Famalicão, Kartel#31 resulta de uma encruzilhada de raízes culturais, sendo formado por ciganos, africanos e “portugas”.
MC.S: TOXYNA - DIEGO - PANTERA // VOZES: JOKA - MARCO // DJ: LANDU BI // PRODUTOR: MARK KNOX

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Skye


“The Keeping Secrets Tour”
A voz dos Morcheeba vem a Famalicão apresentar o seu último trabalho.
Música Electrónica / Experimental
5 de Dezembro, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 12 euros
M/3
Duração: 90 m
www.myspace.com/myskyesite
Skye: vocals
Steve Gordon: bass and vocals
John Robertson: guitar and vocals
Martin Carling: drums
Skye nasceu em Londres, em Maio de 74. Entre 1995 e 2003 foi a voz dos Morcheeba.
3 anos depois, iniciou a sua aventura a solo com o álbum “Mind How You Go”. O single de avanço “Love show” rodou com insistência nas FM’s de todo o Mundo.
Mas a aventura pós Morcheeba de Skye não se ficou pela edição de “Mind How You Go”. No ano passado, colaborou com Marc Collin dos Nouvelle Vague em “Hollywood, Mon Amour”, um álbum de músicas populares de filmes da década e 80 onde Skye interpreta temas como “Call me” dos Blondie e “A view to a kill” dos Duran Duran.
A sucessão do primeiro álbum está para breve. Com produção de Alexis Smith e uma participação de luxo – Grace Jones, as expectativas são altas e Skye já nos habituou a não desiludir. O novo álbum deverá incluir uma versão de “Feel good Inc” e será apresentado no nosso país em Dezembro próximo.
Apoio:

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A Fada Oriana de Sophia de Mello Breyner

Teatro do Bolhão
3 e 4 de Dezembro, quinta-feira 10h00 e 15h00, sexta-feira 15h00.
Entrada: 3 euro – Escolas
4 de Dezembro, sexta-feira, 21h30
Entrada: 5 euros – Toda a família
Grande Auditório
M/4
Duração 60 m
Encenação- Joana Providência, Dramaturgia - Vânia Cosme e Pedro Aparício, Direcção Plástica - Susete Rebelo, Iluminação José Nuno Lima, Figurinos- Ana Teresa Castelo, Produção - Pedro Aparício, Design Gráfico -Bernardo Providência,Elenco - Anabela Sousa, Cátia Barge, Inês Lua e Sandra Salomé.
Texto emblemático da literatura infanto-juvenil portuguesa a Fada Oriana é uma viagem iniciática que se desenrola em torno da construção do ser e da vertebração dos valores fundamentais do indivíduo, enquadrada por um ambiente mágico que valoriza a dimensão ecológica. Referência fundamental da escrita contemporânea, Sofia de Mello Breyner é o ponto de partida para um espectáculo dirigido pela encenadora/coreógrafa Joana Providência. Com uma forte componente visual, o espectáculo articula o trabalho predominantemente físico dos intérpretes com um conujnto de recursos teatrais diversificados que incluem a manipulação de marionetas, o vídeo e o trabalho com sombras.
A Fada Oriana constituiu a primeira incursão da companhia no neglicenciado território da produção para a infância. Espelhando as preocupações pedagógicas deste projecto, o espectáculo enfatizou, junto do público infantil, a importância deste texto e dos valores nele expressos prefigurando-se, por outro lado, como um excelente veículo de divulgação, apreço e conhecimento do/pelo teatro.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

EDU MIRANDA TRIO

Este é um espectáculo envolvente que nos faz viajar e querer conhecer melhor esta forma de abordar a música instrumental, com todas as suas componentes em simultâneo: a execução exímia, a riqueza harmónica, o balanço e a dinâmica invejável que só com este trio se torna possível.

28 de Novembro, Sábado , 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 80 m
www.myspace.com/edumirandabandolim
www.edumiranda.com

“...um encontro de músicos fora de série, à escala planetária.”
Rui Veloso

Edu Miranda é um nome incontornável da música portuguesa e brasileira, com um percurso de já 20 anos, emprestou seu bandolim virtuoso a grandes projectos musicais do panorama musical português.
Depois de “Fado de Longe 1 e 2”, dois CDs antológicos de musica instrumental, vamos poder ver e ouvir temas que fazem parte do seu novo álbum “Edu Miranda Trio ao vivo” que conta com a participação de Tuniko Goulart na guitarra e synth e Giovani Goulart na bateria e percussão.
Fados trazidos para o ambiente da musica instrumental brasileira, passando por ritmos como o chorinho, samba, baião, forró e o maracatu fazem deste espectáculo um cocktail de influências, virtuosismo e boa disposição.
Elogiados por grandes nomes da musica portuguesa como: Rui Veloso, Carlos do Carmo, Camané, António Chainho e Luís Represas, esta é uma excelente oportunidade de conhecer e participar neste espectáculo interactivo de musica instrumental.
Ficha artística
Tuniko Goulart: Guitarra Synth
Giovani Goulart: Bateria e percussão
Edu Miranda: bandolim

GNOMON

Música tradicional /fusão
27 de Novembro, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 70 m
www.myspace.com/gnomonmusic

Gnomon é um projecto definido por uma fusão entre elementos da Música Tradicional Portuguesa e várias correntes musicais como o Jazz, Música Contemporânea e Música Experimental. Apresentam dia 27 de Novembro em Vila Nova de Famalicão o seu mais recente trabalho " Jardim de Ferro" .
Este espectáculo terá como convidados Sofia Portugal, Nuno Cachada e a companhia de dança, Asas de Palco.

"Escovam o seu melhor fato, vestem-se de novo a rigor e partem para nova viagem, onde pisam caminhos de terra portuguesa." Nuno Ávila (Santos da Casa).

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Sean Riley & The Slowriders

A CASA das ARTES de V.N. Famalicão e R.U.M. (Rádio Universitária do Minho), no âmbito de uma parceria, a qual chamaram “Ciclo Panorama: mostra cultural para 4 estações”, apresentam: Sean Riley & The Slowriders 21 de Novembro, Sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/seanrileymusic
Tudo começou em 2007 com a edição de Farewell, onze belíssimas canções que projectaram Sean Riley & The Slowriders como autores de uma das melhores estreias discográficas da história da música produzida em Portugal. A relevância dada a Farewell e consequente exposição mediática da banda elevaram a fasquia para o segundo disco - e a banda respondeu com um inspirado Only Time Will Tell.O primeiro single do álbum, o sucesso radiofónico Houses And Wives, apresenta Sean Riley ao piano e Filipe Costa na guitarra, num crescendo harmonioso de intensidademelódica.A beleza de Hold On, a grandiosidade de Tell Me Why e a frescura de Talk Tonight confirmaram Only Time Will Tell como um dos grandes discos do ano.Aclamado pela crítica e sustentado com grandes prestações ao vivo, caso do recente sucesso alcançado no Festival de Paredes de Coura, a banda apresenta agora This Woman, o segundo single retirado de Only Time Will Tell. O novo cartão visita de Sean Riley & The Slowriders conta com as participações de Paulo Furtado (Legendary Tigerman/Wraygunn) na guitarra, Filipa Cortesão (ex-Belle Chase Hotel, Casino Royal) no violino e quatro vozes do Faith Gospel Choir (Selma Uamasse, Anastácia Carvalho, Leopoldo Timana e Elaísa Inferu).

‘Leva-me aos Fados’é o novo trabalho de Ana Moura que será apresentado em Famalicão num concerto memorável.

Ana Moura
Fado
21 de Novembro, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/3
Duração 80 m

Ana Moura está de volta com um novo disco. ‘Leva-me aos Fados’ é o quarto álbum de estúdio da fadista, o sucessor do multi-galardoado ‘Para Além da Saudade’ (2007).
‘Leva-me aos Fados’ conta com uma lista de participações de luxo de onde se destacam José Mário Branco, Gaiteiros de Lisboa, Manuela de Freitas, Amélia Muge e Tózé Brito. Tal como os anteriores, tem a produção de Jorge Fernando.
Com 55 mil unidades vendidas, ‘Para Além da Saudade’ foi o disco de consagração de Ana Moura. Há 120 semanas no top de vendas nacional, muito perto de atingir o Galardão de Tripla Platina, este era o disco que incluía os muito aclamados ‘Os Búzios’ (Jorge Fernando), ‘Fado da Procura’ (Amélia Muge) ou ‘’E Viemos Nascidos do Mar’ (Fausto). O seu estrondoso sucesso recuperou os discos anteriores - ‘Guarda-me a Vida na Mão’ (2003) e ‘Aconteceu’ (2005) – os quais atingiram também no ano passado o Galardão de Ouro.
Com o reconhecimento da crítica, chegou também o reconhecimento dos seus pares e, em 2008, Ana Moura recebeu o Prémio Amália de Melhor Intérprete. Pisou mais de 300 palcos diferentes na sua última tournée, visitou dezenas de Países em vários continentes e foi foco de todas as atenções quando em 2008 pisou o palco do Estádio de Alvalade para cantar com Mick Jagger ou, mais recentemente, quando os ecos da Imprensa francesa deram conta da viagem propositada de Prince para a ver cantar em Paris.

Ballet.pt

Apresentação, na CASA das ARTES de Famalicão, da nova Companhia de Ballet Clássico Portuguesa : Ballet.pt
Programa:
Diana e Actéon
Coreografia: A. Vaganova; Música: C. Pugni; Bailarinos: Filipa de Castro / Carlos Pinillos/Andreia Pinho / Carla Pereira / Inês Moura / Irina Oliveira / Maria Santos / Vera Alves
A Morte do Cisne
Coreografia: M. Fokine; Música: Camille Saint-Saëns ; Bailarina: Ana Lacerda.
Grand Pas de Deux Don Quixote
Coreografia: M. Petipa; Música: L. Minkus; Bailarinos: Alba Tapia / Maxim Clefos.
Intervalo
Paquita 3º Acto
Coreografia: M. Petipa; Música: L. Minkus; Bailarinos:Filipa de Castro / Carlos Pinillos/Vera Alves / Yurina Miura / Tomislav Petranovic /Andreia Pinho / Inês Moura / Irina Oliveira / Maria Santos.
Corpo de baile: Bailarinas do Centro de Dança do Porto. Sofia Alves; Joana Tojal; Ágata Roque; Carolina Santa, Sara Rodrigues, Ana Lucia Pedrosa; Maria Canela; Sofia Torres.
20 de Novembro; Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/6
Duração: 90 m
O Ballet Clássico tem uma enorme popularidade em todo o mundo e é um espectáculo que tem demonstrado ser do agrado de uma grande faixa de público, de todas as camadas etárias. Portugal não excepção a esta regra e a prova são as centenas de escolas de dança que ensinam diariamente a milhares de pessoas, na sua maioria crianças, símbolos do nosso futuro, a técnica e o virtuosismo do Ballet Clássico.
Esta realidade presente na vida diária de muitas famílias portuguesas contrasta com a quase total ausência de espectáculos de Ballet Clássico em Portugal.
A missão do Ballet.pt é clara e objectiva. Vamos mudar este cenário, em dois actos.
Em Portugal vivem bailarinos de Ballet Clássico de nível mundial, portugueses e estrangeiros, que não têm oportunidade de oferecer ao público a sua arte por quase total ausência de espectáculos. O primeiro acto é dar o palco aos bailarinos, apresentando programas artísticos de grande qualidade.
Numa lógica restrita de oferta e procura, o Ballet Clássico oferece espectáculos de grande procura e aceitação pelo público, mas na realidade esse público não tem oportunidade de usufruir desses momentos mágicos por quase total ausência de oferta de espectáculos. O segundo acto é oferecer ao público, de todo o país, grandes espectáculos de Ballet Clássico.
Queremos realizar espectáculos de grande nível interpretativo mantendo bem viva e muito próxima do público a tradição, a beleza e o virtuosismo do Ballet Clássico.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

BebéPlimPlim - Companhia de Música Teatral

Dois Workshops para bebés + Espectáculo para famílias

Workshops
14 de Novembro, Sábado, 16h00 e 17h00, Palco Grande Auditório
Duração: 30 a 45 minutos
Destinatários: doze bebés (máximo) entre os zero e os dezoito meses acompanhados por um ou dois adultos.
Nota: È necessária autorização aos Pais dos bebés para a captação de gravações (áudio e vídeo) para fins artísticos, de investigação e de divulgação.
Entrada para Workshop : 7 euros
Workshop para bebés + Espectáculo para famílias
Entrada: 10 euros (bebé + um adulto)


Espectáculo para Famílias
15 de Novembro, Domingo, 11h00, Grande Auditório
Destinatários: Para todos. Espectáculo recomendado para famílias.
Duração: 60 m, sem intervalo
Entrada: 5 euros

Bebé-Plim-Plim inclui dois workshops dirigido a bebés e um espectáculo para toda a família, ambos ocorrendo em dias sucessivos. No colo nasce o canto e a dança. Dos germes do ritmo e da vibração surgem, depois, músicas mais elaboradas capazes de envolver toda uma comunidade.
Bebé-Plim-Plim é um “gramelot” de vocalizações de bebés, sílabas, rimas e variações musicais que passam por Bach, Monk, Schwiters, Balla, gamelão e música tradicional portuguesa. No espectáculo, o ambiente alvo que acolhe o workshop transforma-se numa tela onde se pinta com luz e video. De forma abstracta, a partir de grandes formas redondas em permanente mutação, navega-se do céu até ao fundo do mar, por entre ninhos de anjos, florestas, sítios da imaginação.
Os actores/cantores, são seres enigmáticos, ternurentos, e habitam um espaço imersivo que por vezes se estende ao público. É a magia do branco, continente de todas as cores.
Baseado na grande experiência da Companhia de Música Teatral em trabalhos cénico-musicais dirigidos a Pais com bebés, BebéPlimPlim celebra a música como extensão da necessidade de comunicar com que todos nascemos e nos vinculamos ao mundo.
Ficha técnica
Concepção e produção: Companhia de Música Teatral; Direcção musical e artística Paulo Maria Rodrigues; Vídeo cénico João Raposo; Desenho de luz e som Luis Miguel Girão; Cenografia Miguel Ferraz; Figurinos e adereços Rute Rosas; Intérpretes Ana Paula Almeida; Helena Rodrigues; Paulo Maria Rodrigues; Paulo Neto;

Idrigba

Música Jazz/ambiental
7 de Novembro, Sábado, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 70 m
www.myspace.com/idrigba
Idrigba é um projecto musical iniciado no ano de 2000 com formação actual em quinteto. Centrado apenas na interpretação de temas originais, nunca prescinde de uma forte componente de improvisação. Ultrapassando largamente toda e qualquer barreira estilística, este projecto não conhece fronteiras na captação de novas influências e inspiração. Parte desta (in)fusão tem origem nas variadas colaborações e percursos dos elementos que alimentam este projecto. Com sonoridade jazzista, e algum minimalismo, este grupo tem uma formação bem equilibrada sob o ponto de vista harmónico e tímbrico. O clarinete escreve frases melódicas recorrendo ao seu som de beleza natural, mantendo uma linha coerente mas não óbvia. A guitarra aparece sólida, demarcando-se por vezes. O baixo, percussão e piano conferem a unidade na estrutura instrumental e abrem o caminho às deambulações, mais ou menos contidas dos sons mais agudos.
Formação:Miguel Pedrosa – Guitarras; Gustavo Valdigem – Bateria e Percussão; João Tedim – Clarinete; Edamir Costa – Baixo Eléctrico; Renato Diz - Piano

Monólogos da Vagina de Eve Ensler

Em 2009, "Os Monólogos da Vagina" estão de volta numa nova encenação de Isabel Medina, com Guida Maria, São José Correia e Ana Brito e Cunha a partilhar estas histórias ao mesmo tempo comoventes e divertidas.

Teatro
6 e 7 de Novembro, sexta e Sábado, 21h30 Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/16
Duração 90 m

Escrita em 1996 por Eve Ensler, "Os Monólogos da Vagina" é uma peça de sucesso mundial, com apresentações em mais de 119 países e traduzida em mais de 45 línguas. Com um título propositadamente irreverente, a peça pretende chamar a atenção para assuntos tão particulares como a violação, a menstruação, a mutilação, o prazer, as infidelidades conjugais ou as terapias de grupo.Já protagonizada por actrizes como Jane Fonda, Whoopi Goldberg, Susan Sarandon, Oprah Winfrey ou Meryl Streep, estreou com grande sucesso em Portugal em Outubro de 2000 com interpretação de Guida Maria.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

SARA TAVARES

XINTI, o novo trabalho de Sara Tavares é um convite. Um convite a sentarmo-nos, a deixarmo-nos embalar.
Um convite a sentirmos - a sentirmos um talento que cresce e se desenvolve em novas e surpreendentes direcções com cada novo trabalho. A sentirmos uma música que vem da alma e nos revela novas e deslumbrantes facetas da sua cantora.
É acima de tudo um desafio “XINTI” “SENTE
31 de Outubro, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/3
Duração 70 m
/www.myspace.com/saratavares

“XINTIMENTO DI MEU, QUE É TEU TAMBÉM,
ESSA LUZ DE MÚSICA QUE ME ATRAVESSA,
ILUMINA UMA SILHUETA FEITA DE FUSÕES, TROCAS E CONTÁGIOS
MUITO BUNITA.
É O SENTIR FRIU, E DEPOIS O SENTIR ACONCHEGADO QUANDO UM RAIO DE SOL POISA EM NÓS FUGAZMENTE…E MAIS IMPORTANTE: TOTALMENTE…
MINHA MÃE DO CÉU! EU SINTO-ME VIVA. ACESA. VIVIFICADA. INFLAMADA. ENLAÇADA, NESSA DANÇA QUE É MEU CAMINHO DE SPIRIT WHISPERER…
JÁ “NÃO PRESSINTO SÓ” .
SINTO.
UMA MAGNIFICA BRISA DOCE NA CARA.
MAGNIFICAI
BOA COMPANHIA. SORRISO NO CORAÇÃO. FÉ. SEM PÉ!
LARGA’ ALMA NO BALANÇO.
X-I-N-T-I.”
Sara Tavares
A cantora e compositora convida-nos como se fosse para sua casa, num fim de tarde quente refrescado pela brisa acústica destas toadas suaves que vêm de um coração suficientemente grande para abranger todo o mundo, acompanhada por músicos de eleição como Mário Delgado, N'du, Gogui Embaló, João Paulo Esteves da Silva, Boy Ge Mendes, Rão Kyao, Miroca Paris ou José Salgueiro.
É difícil reconhecer aqui a Sara Tavares que nos foi revelada, faz agora 15 anos. Não porque renegue os primórdios da sua carreira; apenas porque 15 anos decorreram entretanto e ela tomou as rédeas da sua carreira com uma invulgar determinação.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

TRAMADIX - Lançamento do seu primeiro disco, que conta já com alguns temas originais, na CASA das ARTES de Famalicão.

World Music
30 de Outubro, Sexta, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.tramadix.com/
O tramadix é um grupo de música instrumental, radicado em Braga. Enquadrado no estilo “World Music”, apresenta temas consagrados no panorama musical mundial, interpretados com uma sonoridade nova e diferente através da conjugação dos vários instrumentos num arranjo original.
A sua formação de base é: Piano (Giovani Goulart), Tuba (Estefánio Cunha), Flauta e Clarinete (Filipe Cunha), Trombone (Nuno Martins) e Percussão (Alexandre Magni).
Todos os elementos contam com uma vasta experiência no seu percurso musical estando habituados a grandes palcos, o que traz uma mais valia ao grupo.
A exigente execução dos temas, a energia e boa disposição em palco e o seu espírito irreverente, são aspectos do grupo que contagiam o público nos espectáculos ao vivo.O repertório é muito eclético e conjuga vários estilos musicais desde o clássico ao jazz, bossa-nova, funk, reagee, entre outros. A música portuguesa, ainda que com arranjos originais, também está muito presente no repertório.
Ao vivo o grupo utiliza ainda outros instrumentos como acordeão, bandolim e guitarra.
A ideia de formar um grupo deste género surgiu do Director Musical, Giovani Goulart, que achou interessante a conjugação destes instrumentos, apresentando assim uma formação nova e diferente.
Em todos os espectáculos realizados o grupo teve um impacto muito positivo no público porque apresenta uma sonoridade muito agradável através de arranjos originais e musicalmente muito exigentes, cuidadosamente elaborados por Giovani Goulart.
O Tramadix estreou em Junho de 2008 tendo nesse ano visitado algumas Fnacs (Braga, Porto, Coimbra) para divulgação e tendo realizado alguns concertos (Vila Verde, Braga, etc…).
A 1 de Fevereiro de 2009 o grupo apresentou-se ao vivo na cidade de Braga na sala principal do imponente Theatro Circo. Neste espectáculo foi gravado um DVD ao vivo.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

"L'Angelica” Serenata per musica

Musica João de Sousa Carvalho (1745-1799),
Libreto Pietro Metastasio
Pequena Ópera não encenada/versão de câmara.
Composta em 1778 e baseada num libreto de Pietro Metastasio esta foi a primeira serenata realizada por este compositor ao serviço da corte de D. Maria, por sinal dedicada à sua irmã, Maria Benedita e executada no Palácio Nacional da Ajuda e no Palácio de Queluz. Conta a história de como Angelica jurou o seu amor ao poderoso Orlando para acalmar os seus ciúmes e assim poder fugir com o seu amado Medoro.
23 de Outubro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/6
Duração 70 m
Notas sobre a obra
"Uma cantata dramática, normalmente celebratória ou eulogística, para dois ou mais cantores com orquestra". Esta definição sucinta esclarece já algumas das características deste género musical. Deve-se acrescentar que à ópera elas vão buscar os textos e temas profanos e à oratória a estrutura em duas partes. Os textos são mais alegóricos sem um verdadeiro enredo do que normalmente seria de esperar numa ópera. Além disso, o texto é muitas vezes alusivo a um personagem ou acontecimento à qual é dedicada a obra. Os libretistas e compositores destas obras eram geralmente locais, muitas vezes por questões de conveniência, pois quando era necessário celebrar um nascimento ou uma vitória militar, o tempo de preparação era limitado.
É interessante reflectir também na imagem romântica que existia no período sobre o significado de uma serenata. Há o exemplo ópera "Cosi fan tutte" de W.A. Mozart que se passa em Nápoles do sec. XVII e onde um dos dois jovens amantes comenta que, se ganhasse uma determinada quantia de dinheiro, iria com certeza dedicar uma sumptuosa serenata à sua amada.
A visão romântica do apaixonado que executa uma serenata à janela da sua diva, passa pelo burguês rico que contrata músicos para o acompanhar, até chegar ao membro da família real que encomenda uma obra a um compositor importante da sua confiança para ser realizada no aniversário de um familiar, sem deixar de servir bebidas no intervalo.
Ao observar à vista desarmada o que nos chegou até hoje da obra de J.S. Carvalho (1745-c1800), não se pode deixar de notar a quantidade de serenatas existentes. Ao todo estão catalogadas 10 destas obras ao lado de 5 óperas, 7 missas e 1 oratória. As últimas investigações sobre o compositor vieram atribuir a maior parte da sua música sacra a João de Sousa Vasconcelos, o que nos deixa a composição de serenatas como a principal actividade deste músico tão querido da família real e da corte da sua época.
Fruto da investigação e do trabalho de tese mestrado do oboísta Pedro Castro, este projecto pioneiro no nosso meio, pretende fazer fruir de uma forma historicamente informada um repertório inédito de um dos compositores portugueses mais importantes do sec. XVIII. Trata-se da serenata L'angelica composta por João de Sousa Carvalho. Este tipo de composição consiste num tipo de ópera de dimensões reduzidas originalmente executada sem encenação.
Havendo registo de mais de 80 destas obras realizadas por todo o sec. XVIII, 35 das quais no último quartel, torna-se evidente a importância desta tradição nacional que não se reflecte ainda nas salas de concerto actuais. A realidade é que nenhuma das serenatas deste compositor e seus contemporâneos foi ainda executada, editada ou gravada nos nossos dias, fazendo deste programa uma oportunidade singular de fruição do nosso património cultural.

Concerto Campestre & Quarteto Arabesco
Pedro Castro, direcção artística
Personagens
Joana Seara, soprano - Angelica
Lídia Viñez Curtis, mezzo - Medoro
Magna Ferreira, soprano - Tirsi
Luísa Tavares, mezzo - Medoro
Fernando Guimarães, tenor - Orlando
Pedro Castro-Oboé 1
Andreia Carvalho-Oboé 2
Pedro Couto Soares-Traverso 1
Olavo Barros-Traverso 2
Paulo Guerreiro-Trompa 1
Tracy Nabais-Trompa 2
Denys Stetsenko-Violino 1
Raquel Cravino-Violino 2
Lúcio Studer Ferreira-Violeta
Ana Raquel Pinheiro-Violoncello
Sofia Diniz-Viola da Gamba
Duncan Fox-Contrabaixo
Flávia Almeida Castro-Cravo

Quarto 108 - Estreia Nacional

Uma comédia clínica, onde a receita é rir.
Teatro Comédia
10 de Outubro, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7,5 euros
M/12
Duração: 90 m
A acção passa-se num quarto de hospital – o “Quarto 108” - onde um homem de 40 anos vai passar pela experiência de ser confrontado com a notícia de uma possível doença grave.
Como se a situação não fosse já de si melindrosa e aflitiva, ele vai ter dividir o quarto com outro paciente mais velho, hipocondríaco e mexeriqueiro que vive na angústia de ter “alta”.
Este confronto vai ser arbitrado por uma jovem enfermeira que se esforça por aturar e confortar estes dois pacientes tão diferentes um do outro e que, com ternura e profissionalismo consegue atenuar as carências e angústias de um, e a solidão e velhice do outro. O ser humano tem por vezes dificuldade em aceitar os diferentes destinos a que a sua condição o obriga. Um quarto de hospital não será o melhor local para partilhar conhecimentos e sentimentos, mas neste “Quarto 108” Gérald Aubert consegue falar da solidão e da doença com um humor bastante lúcido, levando estes dois homens a aprender a ser felizes e a ganhar, de novo, o gosto pela vida.
AUTOR: Gérald Aubert
TRADUÇÃO: Alexandre Rodrigues
ENCENAÇÃO: Joaquim Nicolau
INTERPRETAÇÃO: André Gago, José Eduardo, Marcela da Costa
CO-PRODUÇÃO: JOAQUIM NICOLAU produções e CASA das ARTES FAMALICÃO/CÂMARA MUNICIPAL DE V.N. FAMALICÃO

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Aladino e a Lâmpada Mágica

Ópera em 3 actos

1 e 2 de Outubro , Escolas, Quinta e Sexta, 14h30, Grande Auditório.
6 de Outubro, Escolas, Terça, 10h30, Grande Auditório.
Entrada: Entrada gratuita

3 e 4 de Outubro, Público Geral, Sábado - 21h15, Domingo - 18h00, Grande Auditório
Entrada: 7,5 euros
M/3
Duração 100 m

Título original: Aladino e la lampada magica
Música: Nino Rota
Libreto: Vinci Verginelli segundo “As Mil e Uma Noites”
Tradução: Norma Graça-Silvestre

Ficha Artística e Técnica
Direcção Musical : Luís Machado
Encenação : Norma Graça-Silvestre
Cenografia :Raul Belém Machado
Figurinos : Raul Belém Machado
Orquestra Artave
Coro CCM
Coro Infantil CCM

Direcção Artística : ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave / CCM Centro de Cultura Musical
Co- Produção : CASA das ARTES de V.N. Famalicão / ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave / CCM Centro de Cultura Musical

ELENCO
Personagens

Aladino - Fernando Guimarães
Princesa Badr-al-Budùr - Sara Braga Simões
Mago - José Corvelo
Mãe de Aladino - Mónica Lacerda
Sultão; Génio do Anel - João Merino
Génio da Lâmpada; Grão Ministro; Ourives - Rui Silva

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Progressive / 2009 com Ricardo Vilão

Stand-up comedy
17 de Outubro, Sábado, 21h30, Pequeno Auditório
Entrada: 7 euros
M/6
Duração 70 m
SINOPSE
Depois das actuações no Tivoli, Teatro Mundial, Trindade e no aniversário da prima mais velha, em Queluz, RICARDO VILÃO leva o PROGRESSIVE a teatros do Porto, Famalicão, Aveiro, Lisboa, Estremoz e Caldas. O autor poderia chamar a isto um TOUR. Mas guardou isso para o próximo parágrafo. E logo à entrada. Em maiúsculas. E bold. À americana (ainda pensou pôr em itálico mas isso já era exagero).
PROGRESSIVE / TOUR 2009 – hora e tal de stand-up comedy (comédia a solo, para os que não gostam de americanices) onde desfilam teorias, histórias, embirrações e, havendo ocasião, uma ou outra piada.
http://www.ricardovilao.com/

Couple Coffee

Bossa Nova
10 de Outubro, sábado, 23h00, café concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 70 m
Couple Coffee é uma dupla formada por Luanda Cozetti e Norton Daiello. Dois músicos brasileiros com um projecto singular (baixo e voz) que chegam a Portugal em 2005 com o objectivo de editar “Puro”, disco que traziam na bagagem.
“Puro” é editado no final desse ano sob o selo da editora independente Transformadores / Musicbox Lisboa e conta com a participação de vários nomes músicos consagrados portugueses como J.P. Simões, Vitorino, Sérgio
Costa, Jorge Palma e Gabriel Gomes.
A crítica diz que “quando o Cd é posto a rodar é impossível não fazer silêncio absoluto para sorver cada um dos tons e palavras que brotam da ‘Conversa do Botequim’ do genial Noel Rosa. A voz de Luanda Cozetti, madura, expressiva e seguríssima, a espraiar-se sobre as linhas de baixo hábeis e síncronas de Norton Daiello”. (Nuno Pacheco)
O álbum de estreia chega então à segunda edição em 2006, ano em que Luanda e Norton entram em estúdio para a gravação do seu segundo registo, “Co’as Tamanquinhas do Zeca”, agora em formato quarteto.
Novamente editado pela Transformadores / Musicbox, “Co’as Tamanquinhas do Zeca” faz uma reconstrução dos grandes temas do maior cantautor português, Zeca Afonso. Uma tarefa que se julga ousada e difícil, pois trata-se de um dos expoentes máximos da música nacional, mas que é facilmente superada pela dupla, que conta agora com os préstimos musicais de Sérgio Zurawsky (Guitarra) e Ruca Rebordão (Percussão).
A crítica volta a ser favorável ao grupo e o disco recebe as mais altas classificações de alguns dos mais importantes órgãos de comunicação social em Portugal.
2008, ano em que se comemoram os 50 anos do nascimento da Bossa Nova, os Couple Coffee, novamente em formato banda, gravaramm o seu terceiro álbum, ao vivo, no Musicbox em Lisboa.
“Young and Lovely – 50 anos de Bossa Nova” é um trabalho inovador, um disco de colecção que antecede o primeiro disco de originais de Luanda e Norton, “Quatro Grãos” que deverá ser lançado no início de 2010.
A título de curiosidade, o myspace da banda, www.myspace.com/couplecoffee é actualmente o mais acedido em Portugal.www.myspace.com/couplecoffee

Quarto 108


Uma comédia clínica, onde a receita é rir. Estreia Nacional
Teatro Comédia
10 de Outubro, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7,5 euros
M/12
Duração: 90 m
A acção passa-se num quarto de hospital – o “Quarto 108” - onde um homem de 40 anos vai passar pela experiência de ser confrontado com a notícia de uma possível doença grave.
Como se a situação não fosse já de si melindrosa e aflitiva, ele vai ter dividir o quarto com outro paciente mais velho, hipocondríaco e mexeriqueiro que vive na angústia de ter “alta”.
Este confronto vai ser arbitrado por uma jovem enfermeira que se esforça por aturar e confortar estes dois pacientes tão diferentes um do outro e que, com ternura e profissionalismo consegue atenuar as carências e angústias de um, e a solidão e velhice do outro. O ser humano tem por vezes dificuldade em aceitar os diferentes destinos a que a sua condição o obriga. Um quarto de hospital não será o melhor local para partilhar conhecimentos e sentimentos, mas neste “Quarto 108” Gérald Aubert consegue falar da solidão e da doença com um humor bastante lúcido, levando estes dois homens a aprender a ser felizes e a ganhar, de novo, o gosto pela vida.

AUTOR: Gérald Aubert
TRADUÇÃO: Alexandre Rodrigues
ENCENAÇÃO: Joaquim Nicolau
INTERPRETAÇÃO: André Gago, José Eduardo, Marcela da Costa
CO-PRODUÇÃO: JOAQUIM NICOLAU produções e CASA das ARTES FAMALICÃO/CÂMARA MUNICIPAL DE V.N. FAMALICÃO

Exposição de Pintura Jayr Peny

De 17 de Outubro a 30 de Novembro no Foyer
Titulo da exposição: "JAYR PENY, VINTE OBRAS E CINCO SENTIDOS"
Pintor é um Homem que compreende as coisas com o olhar, é visionar num sentido mais profundo, é a forma de encontrar o lado oculto das coisas, é estabelecer uma relação como oculto e de prestar de uma certa forma, um culto.
Culto esse que a Obra de Jayr Peny remonta simultaneamente às raízes do paganismo e do sentido cristão. Há uma força invulgar de vitalidade na Obra deste artista que se manifesta na impetuosidade, na precisão do traço e na espantosa euforia da cor, conciliando, de um modo equilibrado, o racional e o irracional, indo mais longe ao pretender geometrizar o não geométrico numa dialéctica do esforço, racionalizar o irracional.
Há na sua Obra dualidades fundamentais que se exprimem pela analogia, como se pretendesse recuperar o mito do andrógino; dualidades como o bom e o mau, o preto e o branco, o claro e o escuro, o macho e o fêmea à maneira da Tábua Pitagórica dos pares de opostos.
Procura em larga medida não apenas explicitar o implícito mas deixar uma imagem de ambiguidade nas coisas, nos gestos, nas ideias que se pode traduzir pelo implícito de explícito, o que resta como resíduo e é fundamental para a compreensão do mundo, dos sentimentos, dos conceitos, porque a razão para Jayr Peny é uma razão com alma como diria o grande filósofo português Álvaro Ribeiro.
Jayr Peny domina a pintura, não se deixa dominar por ela. Há uma base de autonomia na sua Obra que sofre por vezes influências de Portinari, Almada Negreiros e, num sentido mais longínquo, do sempre omnipresente Picasso.
Cultiva um “geometrismo figurativista” quebrando a rigidez das rectas com a sinuosidade das curvas, opondo o drama ao lirismo revelando deste modo ainda essa sua dualidade fundamental que se manifesta nas suas figuras quase que andróginas, numa Obra plena de sensualidade e poesia que a todo o instante se reafirma num autêntico e fecundo esforço de viver, ou para repetir as suas próprias palavras:

«Para o artista, não importa morrer, o que realmente Importa é tentar continuar vivo».
FERNANDO MONIZ LOPES
Critico de Arte

terça-feira, 8 de setembro de 2009

ballet.pt a 20 de Novembro 2009

A nova companhia tem como objectivo apresentar espectáculos de Ballet Clássico dançados pelos melhores bailarinos residentes em Portugal.Com interpretações de alto nível, recriar grandes bailados como A Bela Adormecida, Quebra Nozes, O Lago dos Cisnes, O Corsário, D. Quixote. . .Percorrer a história dos grandes clássicos russos através de espectáculos programados para um público de todas as idades.Manter viva e muito próxima do grande público toda a tradição, a beleza e o virtuosismo do Ballet.
Solistas:
Ana Lacerda
Filipa Castro,
Barbora Hrushkova
Fernando Duarte
Tomislav Petranovic
Carlos Pinillos,
Alexandre Fernandes
Tomislav Petranovic

Propostas para o último trimestre de 2009

Depois de um período de férias, a CASA das ARTES de V.N. Famalicão regressa, a partir de 1 de Outubro, dia mundial da Música, em co-produção com ARTAVE/CCM, com uma história das mil e um noites, ALDINO e a Lâmpada Magica.
Uma ópera de três actos e onze quadros do compositor NINO ROTA e libreto de VINCI VERGINELLI. Estreou a 14 Janeiro 1968, Nápoles, Teatro San Carlo, em Itália.

Quarto 108
ENCENAÇÃO: Joaquim Nicolau
INTERPRETAÇÃO: André Gago, José Eduardo, Marcela da Costa. Uma comédia clínica, onde a receita é rir. 10 Outubro Estreia Nacional


SARA TAVARES - XINTI é novo trabalho de uma artista com uma invulgar determinação. 31 de Outubro.



«Monólogos da Vagina» - Três cadeiras e três microfones recebem Ana Brito e Cunha, Guida Maria e São José Correia num palco iluminado por três focos de luzes vermelhas para falar de ... vaginas! 6 e 7 de Novembro.



Ana Moura -Uma contralto sólido, com uma voz simples e verdadeiramente genuína. 21 de Novembro.

SKYE: "The Keeping Secrets Tour." A voz dos Morcheeba. 5 de Dezembro

quarta-feira, 29 de julho de 2009

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Baú dos Segredos apresenta:

Assim se conta por lá...
Teatro
24 de Julho, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 2 euros
M/6
Duração 70 m


Desta vez, fizemos um exercício de adaptação ao palco de dois textos escritos para os jovens...
Duas pérolas orientais, trazidas à luz pela mão, inconfundível, de Alice Vieira na obra Contos e Lendas de Macau.
É, por assim dizer, uma forma singela de homenagearmos quem, com tanta dedicação e carinho vem alimentando os sonhos a milhares de jovens e crianças: a escritora Alice Vieira.
Dois contos em que o Amor é, na realidade, a personagem principal, revelando, alguns aspectos da psicologia de vida das gentes do oriente,...da sua mitologia,...da sua resignação perante o imutável,... da sua visão do Amor...
Encenação e Cenografia - João Regueiras
Textos – Alice Vieira (adaptados ao palco)
Luz e Som - Equipa Técnica da Casa das Artes
Assistência de Encenação – Tiago Regueiras
Coreografias - Ana Regueiras e Sara Sampaio
Figurinos e Caracterização - Cármen Regueiras
Elenco - Alunos do Nível 2 do Baú dos Segredos.
Produção - Casa das Artes de Famalicão


Uma outra história...
Teatro
25 de Julho, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 2 euros
M/6
Duração 70 m
Exercício de interpretação de uma série de textos de vários autores, formando, por assim dizer uma viagem, por vezes, num ritmo alucinante, desde a criação do Homem até aos dias de hoje.
A representação, umas vezes séria, outras tantas, francamente satírica, é feita em cascata, dado o quase atropelamento dos acontecimentos, que são, aqui e ali interrompidos por apontamentos humorísticos ou não.
O estilo da representação revela-nos uma visão verdadeiramente pedratória da Humanidade (Como já alguém disse, não confundam com predatória! É mesmo no sentido de atirar pedras!).
Há, contudo, uma mensagem que os nossos actores quiseram “passar” com esta representação: é que, apesar dos muitos erros que o Homem cometeu ao longo da sua breve história, ainda vai a tempo de reparar alguns deles e continuar a sua caminhada, para que o seu futuro seja, francamente, viável.
Encenação e Cenografia - João Regueiras
Textos – De vários autores
Direcção Musical – Rui Mesquita
Luz e Som - Equipa Técnica da Casa das Artes
Assistência de Encenação – Tiago Regueiras
Participação especial - Ana Regueiras
Figurinos e Caracterização - Cármen Regueiras
Elenco - Alunos do Nível 1 do Baú dos Segredos.
Produção - Casa das Artes de Famalicão

terça-feira, 9 de junho de 2009

"Edge" com espectáculos e workshops únicos em Famalicão, 6 a 12 de Julho.

Edge – London Contemporary Dance School
Dança contemporânea
10 e 11 Julho, sexta-feira e Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros. Desconto de 20% para bailarinos e estudantes de dança.
M/3
Duração: 60 m
http://www.theplace.org.uk/
Estes espectáculos, com onze bailarinos, têm por base trabalhos da promissora geração de coreógrafos contemporâneos mundiais.
Gala final dos workshops
12 Julho, Domingo, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros
Pelo sétimo ano consecutivo e a convite da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Escola de Dança Neuza Rodrigues, a Companhia Dança Contemporânea de Londres - EDge, sedeada no “The Place, apresenta na Casa das Artes, dois espectáculos únicos em Portugal.
Neste contexto, será organizado workshops com a Companhia Inglesa, entre 6 e 12 Julho, para participantes entre os 11 e os 25 anos. As inscrições encontram-se abertas até ao dia 30 de Junho, máximo de 30 participantes, o custo 25 euros. Não é necessário possuir qualquer experiência na área da dança, pois este projecto será baseado na experiência “real e individual de cada formando”. No final, 12 de Julho, será apresentado ao público, juntamente com a companhia inglesa, o resultado dos workshops.
Estará presente, mais uma vez, a artista multimédia Sónia Rodrigues.

Yann Tiersen

5 de Julho, Domingo, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 25 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/yanntiersencomposer
http://www.yanntiersen.com/



O bretão Yann Tiersen, que se popularizou ao compor a banda sonora para o filme O Fabuloso Destino de Amelie Poulain, estará em Portugal a 4, 5 e 6 de Julho, no Centro de Artes e do Espectáculo da Figueira da Foz, na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e no Centro Cultural de Belém, respectivamente.
Neste seu regresso, depois do CD e DVD ao vivo intitulado On Tour, vamos poder ver e ouvir algumas das novas músicas, que vão estar no novo álbum, intitulado “Dust Lane”, que será editado em fins deste ano, bem como as contidas na banda sonora do filme/documentário sobre a vida de Tabarly (editado o ano passado em CD), um navegador francês que morreu enquanto navegava no seu primeiro Pen Duick em direcção a Fairlie, na Escócia, onde iria participar numa homenagem a William Fife III.

Exposição de Pintura de Rui Aguiar


De 3 a 30 de Julho no Foyer
www.myspace.com/pintoruiaguiar

Título – Antologia de Trabalhos 1972 – 2007


Rui Aguiar nasceu no Porto em 1944. Expõe regularmente desde 1972, em mostras individuais e colectivas. Esta representado em diversas colecoes e museus, nomeadamente a Wassenhoven Collection – Bruges; Lalit Kala Akademi – Nova Deli; Museu do Desenho de Estremoz; Secretaria de Estado da Cultura – Porto; Camara Municipal de Matosinhos; Museu de Arte Contemporanea – Fundação de Serralves; Colecao da Caixa Geral de Depósitos; Colecao do Ministério das Finanças; Centro de Arte Moderna – Fundação Calouste Gulbenkian; Museu Amadeu Souza Cardoso, Amarante; Museu de Arte Contemporânea da Bienal de Cerveira. Foi destacado com: - Menção Honrosa de Pintura, 1984 – IV Bienal de Cerveira; - Grande Premio de Pintura, 1985 – Museu Nacional Soares dos Reis; - Premio, 1986 – IV Trienal Academia Nacional de Arte de Nova Deli; - Premio “S. João” de Pintura, 1989 – Porto; - Grande Premio de Pintura, 1992 – VII Bienal de Vila Nova de Cerveira; - Premio o Nacional de Pintura B.F.C., 1993; - Menção Honrosa – Premio Baviera de Pintura – 2000, Casa de Serralves – Porto; - Homenageado pelo conjunto da sua obra de Pintor nos Trinta Anos do 25 de Abril - 2004; ..

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Por imperativos da programação do Festival Teatro Construção, os espectáculos de teatro”Anónimos” e “Diz-me” pelo Grupo Teatro Novo, foram CANCELADOS.

Em substituição apresentamos:

- “ A Ceia dos cardeais” de Júlio Dantas
15 e 16 de Junho, segunda e terça-feira, 15h00, Grande Auditório.
Entrada: livre

Dramaturgia e Encenação: Gil Filipe
Iluminação: César Gonçalves
Interpretação: Hélder Melo, Romeu Pereira e Simão Barros

“A Ceia dos Cardeais” deve ser a peça de teatro portuguesa mais editada e representada internacionalmente.
E percebe-se porquê!
Porque humaniza com muita graça três cardeais que estamos habituados a ver muito acima das palpitações de amor e outras tentações plebeias. São três cardeais que cometem quase todos os pecados, sendo a gula o principal.
Era uma vez, um francês, um espanhol e um português. O espanhol é um fanfarrão, o francês é um peneirento e o português… bom, o português é O Português. O espanhol e o francês querem discutir, o português quer comer e beber. Comem e bebem. Começam em confidências, falam de paixão. Quem foi que amou mais? Quem Foi? Quem foi que ganhou? Quem foi? Para ver nesta “Ceia de Cardeais”
PS. Acrescentamos a esta ceia de Júlio Dantas umas “coisas” do Manifesta anti-dantas de Almada Negreiros. Não foi por nada… foi só para… Vão ver.
Gil Filipe

- “Se eu fosse eu…”
pela Cia Simples de Teatro, Companhia Brasileira, a partir do livro de Clarice Lispector
Interpretação: Daniela Duarte; Flavia Melman; Luciana Paes de Barros; Otávio Dantas.

21 de Junho, Domingo, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: Geral 5 euros, Estudantes 4 euros
M/3
Sinopse A peça expõe a iniciação de uma mulher (Lóri), na busca de si mesma. Enfrentando-se e questionando a sua própria natureza, ela descobre que a experiência maior de sua vida será o encontro com o outro (Ulisses), descobrindo o amor. Seguindo o mapa da aprendizagem sugerida por Clarice, a companhia mergulhou em sua própria trajectória desaguando assim, num espectáculo que contém, como a vida, um fluxo nãolinear.
São narrativas fragmentadas. Ora os “actores / personagens” são inconscientes, ora despertam para a consciência de sua própria existência. “Se eu fosse eu...” é estruturada por cenas previamente ensaiadas e células improvisacionais. Assim, um novo espectáculo é formado a cada apresentação. A peça não se fecha numa única linha narrativa pois entendemos que o espectador completa a trama com sua própria história. Parafraseando Clarice, “nosso porto de chegada são os outros”.

Direcção - Cia Simples de Teatro
Orientação- Antônio Januzelli
Preparação corporal - Clarissa Leme Rezende
Design gráfico - Fernanda Resende
Iluminação - Cristiane Paoli Quito
Fotos - Melina Borba e Fabriketta Filmes
Produção - Cia Simples de Teatrom

sábado, 16 de maio de 2009

CABARET MOLOTOV- Teatro de Marionetas do Porto


28 de Junho, Domingo, 21h30, Grande Auditório
Entrada: Geral 5 euros, Estudantes 4 euros
M/12
Duração 75 m

CASA das ARTES de Famalicão estabeleceu uma parceria com 25º Festival Internacional Teatro Construção para apresentação deste espectáculo

SINOPSE
O circo e as marionetas aproximam-se na poética do voo, as marionetas sem se
sujeitarem às leis da gravidade, os artistas de circo desafiando-a. Uma vida aérea intermitente une a marioneta e o trapezista.
Cabaret Molotov é um espectáculo que resulta de um trabalho de experimentação em que tentamos levar o nosso modo de fazer teatro ao encontro de uma certa poética associada
ao circo. Também está presente nesta criação uma aproximação ao teatro musical com marionetas, que teve grande expressão na Europa nos meados do século passado.
É pois um cabaret melancólico que se inspira nas nossas memórias, mas iluminado pela nossa visão contemporânea do teatro e do mundo.
Em Cabaret Molotov, deambulam coristas apaixonadas, trapezistas, clowns absurdos, músicos de sete instrumentos, homens-coelho, homens-bala, ursos ciclistas, caniches cantores, dançarinos e bailarinas que dançam ao som de valsas, tangos, polkas, tarantelas e velhas canções de Kurt Weil.
Terá o Cabaret Molotov existido, ou tudo não passará de um lugar inventado por Vladimir, o Russo, para cenário do seu amor à trapezista Matrioska?

Encenação e cenografia - João Paulo Seara Cardoso
Marionetas - Erika Takeda
Figurinos - Pedro Ribeiro
Coordenação coreográfica - Isabel Barros
Música - Gotan Project, Eric Satie, Kurt Weil, Robert Miny, Yann Tiersen
Texto da Corista – Pablo Neruda
Desenho de luz - António Real e Rui Pedro Rodrigues
Produção - Sofia Carvalho
Interpretação - Edgard Fernandes
Sara Henriques
Sérgio Rolo
Shirley Resende (instrumentista)
Operação de luz e som - Rui Pedro Rodrigues

Companhia subsidiada por Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes

RASPA DE TACHO

Choro e Samba Instrumental
27 de Junho, Sábado, 23h00, Café concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 80
www.myspace.com/raspadetachoband
A composição do grupo instrumental Raspa de Tacho reflecte a realidade da presença brasileira em Portugal. Os seus integrantes são músicos brasileiros que vivem e tocam há já longos anos em Lisboa – Gabriel Godoi e Tércio Borges – e também músicos portugueses com grande paixão pelos sons do Brasil – João Vaz e João Fião. O objectivo de todos é contribuir para divulgar um género, o “choro” ou “chorinho”, cujo apelo é irresistível em qualquer lugar do mundo.
O grupo nasceu em 2002, em formato de quinteto e, após algumas entradas e saídas de músicos, aposta actualmente no formato de quarteto, com cavaquinho, saxofone soprano, violão de sete cordas e percussão. Esta formação tem o essencial para soar como um “regional”, que é como se chamam as bandas que tocam choro no Brasil. Choro e não só: como é natural, o samba, o baião, a bossa-nova e outras cores do riquíssimo arco-íris musical brasileiro são convidados para a festa. Os clássicos estão presentes, mas também não faltam os temas originais compostos por membros do grupo. E nem sequer ficam de fora algumas contribuições dos repertórios português e cabo-verdiano; afinal estamos em Lisboa, à entrada do século XXI...

Tércio Borges – cavaquinho
João Vaz – saxofone
Gabriel Godoi – violão 7 cordas
João Fião – percussão

A GARGALHADA DE YORICK

...UM HAMLET, UMA OFÉLIA, DOIS ACTORES!

Teatro Instável
27 de Junho, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/12
Duração 120 m (sem intervalo).
www.newopenart.com/teatroinstavel
http://www.bloginstavel.blogspot.com/

Uma deliciosa versão de Hamlet para dois actores – e uma caixa (um caixão?) – que conversam sobre Hamlet e sobre Harry Potter. A memória da peça de Shakespeare acaba por se apoderar deles, enquanto experimentam fazer pequenos trechos do enredo para um público imaginário que, afinal, está lá. E acabam por conversar com o público, reconstituindo a trama da tragédia de Shakespeare. O Espectro, o Actor,
Ofélia, Polónio, um Capitão/Cavalo, Horácio, Laertes e Hamlet são as várias personagens que desfilam nesta peça, a que não faltam as
máscaras da Commedia dell'Arte, e que tanto provoca lágrimas de riso como de compaixão...

A Gargalhada de Yorick; Concepção Geral e Encenação: André Gago;
Interpretação: André Gago e Joaquim Nicolau; Figurinos: Ana Borges e
André Gago; Desenho de Luz: Tiago Laires; Direcção Técnica: Marinel
Matos;

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Shout Out Louds

Musica/ indie pop/rock
26 de Junho, sexta-feira, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 25 euros
M/3
Duração 90 m
www.shoutoutlouds.com
www.myspace.com/shoutoutlouds

Apoio




Os Shout Out Louds “nasceram” quando três amigos (Adam Olenius-vocalista, Ted Malmros-baixista e Carl von Arbin-guitarrista) se juntaram em 2001 para fazer uma banda de gharagem.
Numa segunda fase, juntaram-se ao colectivo mais dois elementos, um baterista (Eric Edman) e um vocalista/teclista Bebbam Stenborg, tendo a banda começando a produzir temas de forma mais regular e intensiva.
Com um estilo indie rock são visíveis as influências das sonoridades dos anos 80 e 90 de bandas como The Cure e The Smiths.
Com a gravação da primeira demo despertaram a atenção de Filip Wilén o proprietário da editora sueca Sweden´s Bud Fox Recordings, que assinou de imediato com a banda acreditando no seu forte potencial.
A energia da banda e a capacidade demonstrada na criação de canções melódicas esteve presente desde o início o que fez com que conseguissem tournées na Suécia e em toda a Escandinávia.
Em Outubro de 2003 lançaram o seu primeiro álbum “Howl Howl Gaff Gaff” que teve enorme aceitação por parte da crítica e publico Sueco. O ano de 2004 foi dedicado às prestações ao vivo, tendo sido lançados os singles “Please Please P ease”, “Very Loud/Wish I Was Dead” e o Ep “Oh Sweetheart”. Este ano trouxe ainda a entrada na Capital Records, editora americana, facto que fez com que a sua música chegasse ainda mais longe, ao outro lado do Atlântico, furando o exigente mercado das terras do Tio Sam. Em Maio de 2005 foi lançada a “versão americana” do tema “Howl Howl Gaff Gaff.
O segundo álbum “Our III Wills” foi lançado em 2007, sendo de destacar o tema “Tonoght i Have To leave It” que foi utilizado pela Optimus numa campanha publicitária.

“Impossible” é actual airplay da banda que roda com toda a insistência nas FM’s de Portugal.