sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Eixo do Jazz Ensemble (EJE) meets João Paulo Esteves da Silva | Casa das Artes de Famalicão .


Eixo do Jazz Ensemble (EJE) meets João Paulo Esteves da Silva

5 de Novembro |Sábado| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

Música

M/6

Duração: 60 min

Sinopse

Desta vez será João Paulo Esteves da Silva a trazer o seu repertório, para mais um concerto do Eixo do Jazz Ensemble. Decorrente do trabalho realizado na residência Jazz na Aldeia IV este concerto contará com jovens músicos que estarão em ensaios nos dias anteriores em Famalicão.

A música do pianista João Paulo Esteves da Silva é moldada pelos mundos do jazz, da canção, da música clássica e da música tradicional. As suas publicações vão de CD a solo a gravações com big bands. Também poeta e tradutor, traduziu Shakespeare e Molière para o teatro, tem publicado regularmente os seus livros de poesia e composto música em diálogo com outras artes, como fotografia e cinema.

Nasceu em Lisboa em 1961, filho de mãe pianista de e pai filósofo. São inúmeras as colaborações, em concertos e discos, com músicos nacionais e estrangeiros. De destacar particularmente os trabalhos com Ricardo Rocha, Carlos Bica, Cláudio Puntin, Samuel Rohrer, Jean-Luc Fillon, Peter Epstein, Ricardo Dias, Dennis Gonzalez no campo da música instrumental; e também as parcerias com cantores e cantoras, Vitorino, Sérgio Godinho, Filipa Pais, Ana Brandão, Maria Ana Bobone, Cristina Branco, Ricardo Ribeiro, entre outros.

Trabalha cada vez mais outras áreas como a poesia, publicando dois livros e colaborando em revistas, de papel e online o teatro, enquanto tradutor e músico Beckett, Ibsen, Strindberg, Brecht e interessa-se por aproximações e diálogos entre a música e outras artes, tendo assinado trabalhos conjuntos com o fotógrafo José Luís Neto e composto, por exemplo, a banda sonora do filme “Nenhum Nome” de Gonçalo Waddington.

Desde 2009 é professor da Escola Superior de Música de Lisboa na licenciatura em Jazz.

 

A program by Eixo do Jazz Ensemble (EJE) with the pianist João Paulo Esteves da Silva

Jesus, o Filho - Ultimo texto da Trilogia A Sagrada Família de Elmano Sancho | Casa das Artes de Famalicão


Casa das Artes de Famalicão 4 de novembro de 2022

Jesus, o Filho

Ultimo texto da Trilogia A Sagrada Família de Elmano Sancho

Coprodução: Loup Solitaire, Teatro da Trindade – Fundação INATEL, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Municipal de Bragança

Teatro

4 de Novembro | Sexta-feira | 21h30

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/16

Duração: 80 min

Sinopse
Jesus, o Filho retrata o universo contemporâneo, imprevisível, de perdas sucessivas e (in)esperadas: a perda da juventude, dos sonhos, da família, da identidade, da coragem, da integridade, da liberdade, da vida. O espetáculo é um apokálypsis (revelação, em grego), um auto da fé, uma imolação, um cerimonial poético-perverso sobre a despedida, o fim do mundo e a busca de salvação. Jesus, a personagem central - que não é Jesus, mas que não deixa de ser um “messias” - fala connosco sem artifícios, delivrando a sua coragem e inteligência. É um homem comum que não se deixa influenciar, que não muda de discurso, nem de tom de voz. Que se mostra firme e resistente, implacável na sua crítica ao mundo. Que ganha uma dimensão mítica e heróica, política e humana, que o distingue de todos os demais. Um homem que vai morrer, mas que continua onde está. Sendo o que é. Humano. Um homem-guia que tem medo, como todos nós, mas que continua vivo, no meio do horror e da morte.

O espetáculo apresenta, como estrutura dramatúrgica/cénica, os passos da confissão e reconciliação: o exame de consciência, o arrependimento, a confissão e o cumprimento da penitência. O sacrifício íntimo de Jesus, o Filho, no espaço público da cena, é o ato de rebelião desesperado; o combate para recuperar a identidade perdida no massacre desleal da vida quotidiana. Mas, redentora, a confissão não perde nunca a faceta dura do interrogatório: a exposição, a humilhação e a violência. "Estou cansado, porque, a certa altura, a gente tem de estar cansada. De que estou cansado, não sei, de nada me serviria sabê-lo, pois o cansaço fica na mesma." (Fernando Pessoa in "A Mística do Instante" de J.T. Mendonça, 2015).

Ficha artística e técnica
Texto e Encenação: Elmano Sancho
Interpretação: Elmano Sancho, Joana Bárcia e Vicente Wallenstein
Assistência de encenação: Paulo Lage
Cenografia: Samantha Silva
Figurinos: Ana Paula Rocha
Desenho de Luz: Pedro Nabais
Fotografia: Sofia Berberan
Coprodução: Loup Solitaire, Teatro da Trindade – Fundação INATEL, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Municipal de Bragança
Parcerias: ACEGIS, AGUINENSO, APOIARTE/CASA DO ARTISTA, MOINHO DA JUVENTUDE
Projeto financiado pela Direção-Geral das Artes (apoio a projetos)

“Jesus, o Filho” the end of the trilogy that Elmano Sancho dedicated to the Holy Family

quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Memorial do Convento - Bailado em III atos a partir da obra homónima de José Saramago - Diálogos com Dança | Casa das Artes de Famalicão

Memorial do Convento

Bailado em III atos a partir da obra homónima de José Saramago
Produção: Diálogos com Dança

Coprodução: Cineteatro Louletano, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro José Lúcio da Silva

Dança

29 de Outubro |Sábado| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/12

Duração: 85 min

 A apresentação de Memorial do Convento, será complementado com duas atividades: 

Ensaio geral aberto para escolas e público sénior no dia 28 de Outubro (sexta-feira, às 15h00);
Uma Oficina de movimento baseada no romance Memorial do Convento, para crianças dos 8 aos 12 anos, na manhã de sábado, 29 de Outubro (10h00).

 Memorial do Convento_ bailado em III Atos, parte da relação entre a dança e a narrativa literária, construindo simultaneamente uma simbiose cénica entre coreografia, cenografia e imagem cinematográfica. Partindo da obra homónima de José Saramago, Memorial do Convento, trata-se, assim, da primeira revisitação em dança desta obra literária assumindo-se como catalisador do diálogo inter-artístico. Num primeiro plano, a criação coreográfica projeta-se como corpo reflexivo do romance, onde narrativa e universo metafórico se materializam em duas dimensões cénicas distintas, o espaço físico e o espaço cinematográfico. Enquanto a expressividade coreográfica no espaço cénico se assume como veículo de narratividade da obra homónima, o espaço cinematográfico incorpora, através de uma abordagem coreográfica distinta, um plano onde significado e significante, seja através da multiplicação dos corpos em movimento ou da ilustração metafórica, se transmutam. Contudo, embora a intemporalidade marque a estética cénica, a música barroca terá uma ênfase particular na peça enquanto elemento que, não só alude à época do romance, mas também ilustra o excesso materialista invocado na obra literária. Assim, o palco será ocupado pelas 6 personagens centrais da obra, Blimunda, Baltasar, Frei Lourenço, D. João V, D. Maria Ana e Domenico Scarlatti.

sinopse

Os rasgos de três histórias de personagens díspares - D. João V e a sua promessa de erigir um Convento colossal; Frei Lourenço e o seu sonho de voar; Baltasar e Blimunda que mais não querem senão a simplicidade do amor que os une. Assim surge uma fluência narrativa única provocada pelos acontecimentos que cruzam as suas vidas e que questionam a mais complexa atitude humana: a vontade.Histórias outrora relatadas pela escrita intensa e perturbadora de Saramago, que ilustram a contemporaneidade inesgotável de uma obra única. E assim... Era uma vez o bailado Memorial do Convento.

Ficha artística e técnica
Direção artística: Solange Melo, Fernando Duarte

Dramaturgia e coreografia: Fernando Duarte
Curadoria musical: Martim Sousa Tavares
Figurinos: José António Tenente
Cenografia: Pedro Crisóstomo
Imagem cinematográfica: Pedro Castanheira
Desenho de luz: VJ
Interpretação: Blimunda_Margarida Trigueiros, Baltasar_Joshua Feist, Frei Bartolomeu Lourenço_Pedro António Carvalho, D. Maria Ana Josefa_Valentina Codinha, D. João V_João Reis, Domenico Scarlatti_Fernando Duarte
Com a participação em filme dos alunos finalistas da Escola de Dança do Conservatório Nacional em programa FCT: Ana Clara Mendonça, Catarina Gonçalves, Catarina Palma, Inês Fernando , Maria José Borges, Francisco Maduro, Gaspar Ribeiro, José Maria Borges, Lucas Ribeiro, Tomás Silva
Produção: Dança em Diálogos
Co-Produção: Cineteatro Louletano, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro José Lúcio da Silva
Apoio à criação: Direção-Geral das Artes | República Portuguesa/Cultura
Apoio Institucional: Fundação José Saramago, Escola de Dança do Conservatório Nacional, RTP 2 | Antena 2
Apoio à criação através de Residências Artísticas: Polo Cultural das Gaivotas-Boavista/Câmara Municipal de Lisboa, Centro de Dança de Oeiras, Estúdio LX Dance, Estúdios Victor Córdon/OPART E.P.E., Biblioteca Municipal de Marvila
Parceiro: Arte Institute
Apoio logístico: Artefirme, Lda

 

“Memorial do Convento”, a ballet in three acts that adapts José Saramago

Mário Franco Trio | Casa das Artes de Famalicão

 

22 de Outubro | sábado - 23h00, café-concerto) 
Mário Franco Trio 

Mário Franco: “O Trio é, para mim, a formação ideal, onde a procura é constante e o som vai tomando diferentes formas… vai sendo moldado, fruto também de um trabalho conjunto. O objetivo é inundar o palco de uma energia renovadora que dança entre a estrutura do jazz, cruzando-a com outras forças musicais. São múltiplas as influências, desde a música clássica até ao rock, numa viagem comum, funcionando o jazz como elemento agregador e ao mesmo tempo imprevisível, como é a Vida”.

O Mário Franco Trio é constituído por Mário Franco (baixo), Sérgio Pelágio (guitarra) e Alexandre Frazão (bateria).

CLOSE-UP: Família Cinema 7.º episódio do Observatório de Cinema: 15 a 22 de Outubro na Casa das Artes de Famalicão

 

CLOSE-UP: Família Cinema



7.º episódio do Observatório de Cinema: 15 a 22 de Outubro na Casa das Artes de Famalicão

 Na sequência do elogio à comunidade da edição anterior, o CLOSE-UP volta-se para uma comunidade nuclear, para a família, uma célula basilar inerente à condição humana e à criação artística, que remete para múltiplas possibilidades, de passado e de futuro, e que faz eco de memórias, viagens e lugares de edições anteriores do Observatório de Cinema.

Nas sessões de abertura e encerramento, com uma passagem pelo Teatro Narciso Ferreira, três filmes-concerto (ao vivo), com a noite de abertura como resposta a uma encomenda da Casa das Artes, um cruzamento reiterado entre a música e as imagens em movimento: os Glockenwise no diálogo com a sinfonia das imagens de Walter Ruthmann em Melodia do Mundo; O Gabinete do Dr. Caligari, despontar do expressionismo na perspectiva das electrónicas dos Haarvöl; e a Memorabilia das imagens de arquivo de super 8 de Jorge Quintela pelo projecto Miramar, nas guitarras de Peixe e Frankie Chavez.

As Paisagens Temáticas serão orientadas pelo conceito amplo de família, de famílias no Cinema, dentro e fora do ecrã e que não se esgotam na produção do presente: a família de cúmplices de um dos nossos grandes cineastas em A Távola de Rocha; um olhar que aponta a tecnologia, em A Vida Depois de Yang, como agente de afectividade e cuidador de memórias; uma família de actores e músicos, num filme que procura aproximar a filha da mãe em Jane por Charlotte; várias gerações de Itália, como um palco de acontecimentos nas vidas de As Irmãs Macaluso. Há também espaço para o reencontro com famílias que participam da nossa memória de espectadores: os ciganos de Kusturica na nova cópia de Gato Preto Gato Branco; o quinto episódio de Gritos, homenagem à herança da América de Wes Craven.

A Fantasia Lusitana deste episódio fica entregue à obra integral de Catarina Mourão: 25 anos de curtas e longas, um percurso que participou da transformação do nosso documentário. Uma obra tão filtradora de viagens por Portugal - pela História que precedeu o 25 de Abril e pela nossa contemporaneidade -, como de histórias de intimidade e de família, que será exibida, comentada e alvo de uma edição de textos, a enquadrar cada uma das sessões. As Histórias do Cinema serão alimentadas pelo diálogo entre dois dos seus protagonistas: o moderno Antonioini e o profano Pasolini. Uma rectrospectiva repartida por este episódio e pelas réplicas da primeira metade de 2023, um convite para encontrar ou reencontrar um conjunto de filmes em novas cópias digitais e que constituíram, na órbita da década de 60, um grito das mudanças no mundo a que o Cinema daria paisagem.

O Observatório estabeleceu com a comunidade escolar uma relação dedicada. Haverá propostas de ficção, animação e documentário, mas também uma oficina com Tânia Dinis e uma masterclasse com Catarina Mourão, em sessões divididas pelos nossos auditórios e por visitas às escolas do nosso território. O Café Kiarostami receberá livros e música na órbita do cinema e as Famílias reencontrarão os amalucados Mínimos e o astronauta Buzz Lightyear.

A cantora Ana Deus olhará connosco para Jane Birkin e para a sua filha Charlotte Gainsbourg, o dramaturgo Jorge Palinhos encontrará um palco do tamanho das vidas de cinco irmãs de Palermo: as sessões comentadas são um trunfo renovado em encontros singulares do cinema com o público, num programa de mais de 30 sessões em oito dias, que também convida o espectador a encontrar no foyer do Teatro Municipal uma exposição de desenhos, fotografia e cartazes de Il Maestro Federico Fellini, numa parceria com Museu de Cinema de Melgaço – Jean-Loup-Passek.

  

DESTAQUES

FILMES-CONCERTO

Nas sessões de abertura e encerramento, com uma passagem pelo Teatro Narciso Ferreira, três filmes-concerto (ao vivo), com a noite de abertura como resposta a uma encomenda da Casa das Artes, um cruzamento reiterado entre a música e as imagens em movimento:

 GLOCKENWISEfilme-concertoMELODIA DO MUNDO de Walther Ruttmann

15 de Outubro (21h45, GA) _ ESTREIA

 Título original: Melodie der Welt (Alemanha, 1929, 50 min)

Classificação: M/6

Melodia do Mundo, estruturado como uma sinfonia, é uma impressão do estado do mundo no final dos anos 20, com contrastes e justaposições de imagens documentais. Uma série de atividades humanas representativas de diferentes culturas, com ocasionais cenas encenadas com atores, onde se exibem semelhanças e diferenças no quotidiano do trabalho, religião, costumes, arte e entretenimento. O filme será exibido em cópia digital restaurada com banda sonora executada ao vivo e em estreia pelos Glockenwise.

 Nuno Rodrigues, Rafael Ferreira e Rui Fiúsa são os Glockenwise, um dos projectos mais interessantes da música portuguesa. Com um rock despretensioso, estreiam-se com o disco “Building Waves” (2011) e tornam as ideias mais densas em “Leeches” (2011) e “Heats” (2015). Mas a maturidade chegou, a urgência punk abrandou e, em 2018, surgem uns Glockenwise diferentes. Resultado dessa transformação, a língua portuguesa passa a assumir o protagonismo na banda e editam “Plástico” (Valentim de Carvalho), no qual há espaço para qualquer assunto nas suas canções, desde os gestos mais prosaicos do quotidiano até aos temas mais profundos.

  

Haarvölfilme-concertoO GABINETE DO DR. CALIGARI de Robert Wiene

19 de Outubro (21h45, Teatro Narciso Ferreira)

 Título original: Das Kabinett des Doktor Caligari (Alemanha, 1920, 75 min)

Classificação: M/12

Um dos maiores acontecimentos cinematográficos da História. Foi com O Gabinete do dr. Caligari que o expressionismo alemão nasceu. O filme decorre no manicómio do Dr. Caligari que com os seus poderes hipnóticos comanda os seus doentes a seu bel-prazer. Um retrato desvirtuado e delirante que pretende refletir sobre uma Alemanha destroçada pela primeira Grande Guerra. Os seus cenários deformados, são um marco na história do cinema e pretenderam reflectir o olhar louco de Caligari sobre o mundo real.

 

A música de Haarvöl (desde 2012) é conceptualmente desenvolvida na exploração das propriedades dos sons, a fim de alcançar ambientes cinemáticos e de imagem. Os sons não estão restritos às suas origens mediais: tanto fontes digitais quanto analógicas são usadas e misturadas em composições complexas com atenção especial aos detalhes.

 

 MIRAMARfilme-concertoMemorabilia 22 de Outubro (21h45, GA)

 Título original: Memorabilia (Portugal, 2021, 60 min)

Classificação: M/6

Embora venham de diferentes latitudes e tenham experiências distintas, Frankie Chavez e Peixe estão unidos pelo seu trabalho com a Guitarra. Juntos já gravaram dois discos, o último, Miramar II foi editado em Janeiro deste ano.

Ao vivo apresentam-se com imagens manipuladas em tempo real - Memorabilia - uma seleção de filmes de arquivo em 8mm, feita pelo realizador Jorge Quintela, destacando-se este “concerto-filme” na mútua inspiração a que ambos os universos (musica- imagem) se proporcionam e que o público facilmente absorve.

Peixe começou a dar nas vistas há mais de vinte anos, ao assinar o som musculado e inconfundível dos míticos Ornatos Violeta, mas isso foi só o princípio de uma longa e rica viagem. Seguiram-se os Pluto, as experiências delirantes dos Zelig, as mais do que muitas colaborações e o resultado de todo o estudo e exploração das possibilidades do seu instrumento de eleição em dois grandes discos a solo – “Apneia” e “Motor”.

Frankie Chavez tem-se afirmado, desde que se estreou em 2010, como um dos mais estimulantes músicos da sua geração. Inspirado pelo Folk, pelos Blues e pelo mais clássico Rock tem levado – quer sozinho, quer acompanhado – a sua música cada vez mais longe, tudo muito à custa da relação singular que desenvolveu com aquilo que foi sempre o princípio de tudo: a Guitarra.

A sua música é uma estrada que se percorre de forma contemplativa e que ora serpenteia até ao cume da mais alta montanha, ora se deixa ir planante, pelo calor preguiçoso do deserto, mas sempre a levar mais longe o som daquelas cordas que ressoam em diferentes caixas, com ou sem electricidade, e sempre como se os dois aqui fossem apenas um.

  

Sessões para Famílias

Dos estúdios Illumination e Pixar, duas animações capazes de associar a criatividade à projecção popular, protagonizadas por ícones da animação do nosso tempo: os tresloucados mínimos em Mínimos 2: A Ascensão de Gru e o herói astronauta saído da paleta Toy Story em Buzz Lightyear

Depois da sessão de Mínimos 2, haverá uma oficina para as famílias com os amarelos amalucados como referência para a construção de Brinquedos Ópticos, do pré-cinema.

 

Mínimos 2: A Ascensão de Gru de Kyle Balda, Brad Ableson, Jonathan del Val (versão portuguesa) _ 16.Out (15h30)

Título original: Minions: The Rise of Gru (EUA, animação, 2022, 90 min)
Classificação: M/6

Os Mínimos são uma comunidade de incontáveis seres amarelos e em forma de comprimido. Um pouco tresloucados, são dotados de um humor só comparável à tendência para tropelias. Mas, apesar da alegria que os caracteriza, o sentido da vida destas criaturas depende de uma única coisa: servirem um vilão. Um dia, os seus caminhos cruzam-se com um rapaz que, apesar dos seus escassos 12 anos, tem tudo para se tornar o megalómano malfeitor que alcançará a fama na vida adulta: Gru, o Maldisposto. "Spin-off" da saga "Gru - O Maldisposto", uma animação produzida pela Illumination.

Após a projecção de Mínimos 2, haverá uma Oficina de Brinquedos Ópticos, onde vamos construir Caleidoscópios, Fenacistoscópios, Zootrópios, Thaumatrópios e outros Brinquedos Ópticos com nomes mesmo difíceis.

Inscrições: bilheteira.casadasartes@famalicao.pt

 Buzz Lightyear de Angus MacLane (versão portuguesa) _ 22.Out (15h00)

Título original: Lightyear (EUA, animação, 2022, 92 min)
Classificação: M/6

O lendário astronauta Buzz Lightyear, assim como o comandante e o resto da tripulação, é deixado num planeta hostil situado a 4,2 milhões de anos-luz da Terra. Para que possam regressar, Buzz tenta encontrar um caminho através do espaço e do tempo. Mas, a complicar esta missão já de si muito complexa, está o mal-intencionado Zurg e o seu exército de robôs. Produzido pela Pixar Animation Studios e Walt Disney Pictures, “Lightyear” é um “spin-off” da saga Toy Story. Realizado e escrito por Angus MacLane (co-realizador de “À Procura de Dory”), esta aventura espacial conta a história (fictícia) do astronauta que, nos filmes, deu origem ao boneco Buzz Lightyear, uma das personagens mais carismáticas da saga.

 

15 de Outubro (sábado)

(15h00, PA) A TAVOLA DE ROCHA de Samuel Barbosa_ comentado por Samuel Barbosa (realizador) e Francisco Noronha (crítico e realizador) [1]

(17h30, PA) O Grito de Michelangelo Antonioni _ comentado por Abílio Hernandez, professor universitário [2]

 

noite de abertura

 (21h45, GA) GLOCKENWISEfilme-concertoMELODIA DO MUNDO de Walther Ruttmann

(23h00, café-concerto) DJ set Edmond & Brian (aka Edmond O’ Brien)

  

16 de Outubro (domingo)

(15h00, PA) A VIDA DEPOIS DE YANG de Kogonada _ comentado por Luís Miguel Oliveira (crítico e programador) [1]

 (15h30, GA) Mínimos 2: A Ascensão de Gru de Kyle Balda, Brad Ableson, Jonathan del Val (versão portuguesa) _ [6]

(17h15, café-concerto) Apresentação do livro A Hipótese Cinema – Pequeno Tratado Sobre a Transmissão do Cinema DeNtro e Fora da Escola de Alain Bergala, por Carlos Natálio e Pedro Alves, professores universitários _ [5]

 

 (18h30, PA) Ana e Maurizio de Catarina Mourão _ comentado por Luís Mendonça, crítico e programador da Cinemateca Portuguesa _ [3]

 (21h45, PA) ACCATTONE de Pier Paolo Pasolini _ comentado por Sérgio Dias Branco, professor universitário _ [2]

 

17 de Outubro (segunda-feira)

(10h00, GA) AS FÉRIAS DO SR. HULOT de Jacques Tati _ sessão para escolas (1.º e 2.º ciclos) [4]

(14h30, GA) ENTRE AS IMAGENS – oficina de Tânia Dinis _ sessão para escolas (1.º, 2.º e 3.º ciclos) [4]

(21h45, PA) MAMMA ROMA de Pier Paolo Pasolini _ comentado por Luciana Fina, realizadora e programadora _ [2]

 

 18 de Outubro (terça-feira)

 

(10h00, Teatro Narciso Ferreira) AS FÉRIAS DO SR. HULOT de Jacques Tati _ sessão para escolas (1.º e 2.º ciclos) [4]

(14h30, GA) Um Corpo Que Dança - Ballet Gulbenkian 1965-2005 de Marco Martins _ sessão para escolas (3.º ciclo e secundário, com especial enfoque para alunos de dança e teatro) (comentado por Cristina Pereira e Vasco Macide, directores da INTRANZYT Cia.) [4]

 

(21h45, PA) A AVENTURA de Michelangelo Antonioni _ comentado por Margarida Leitão, realizadora _ [2]

 

19 de Outubro (quarta-feira)

 

(10h00, AE D. Sancho I) DESASSOSSEGO de Catarina Mourão _ comentado por Ricardo Vieira Lisboa, crítico e programador de cinema _ sessão para escolas (3.º ciclo e secundário)  [4]

(18h30, PA) JANE POR CHARLOTTE de Charlotte Gainsbourg _ comentado por Ana Deus, cantora _ [1]

 

(21h45, Teatro Narciso Ferreira) Haarvölfilme-concertoO GABINETE DO DR. CALIGARI de Robert Wiene

 

  

20 de Outubro (quinta-feira)

 

(10h00, GA) À Procura de Anne Frank de Ari Folman _ sessão para escolas (1.º e 2.º ciclos) [4]

(18h30, PA) AS IRMÃS MACALUSO de Emma Dante _ comentado por Jorge Palinhos (dramaturgo) _ [1]

 

(21h45, PA) A MINHA ALDEIA JÁ NÃO MORA AQUI de Catarina Mourão _ comentado pela realizadora e por Fernando José Pereira, artista e professor universitário _ inclui a exibição de Fora de Água _ [3]

 

 21 de Outubro (sexta-feira)

 

(10h00, Oficina, Escola Profissional do Instituto Nun'Alvares) Masterclasse de Catarina Mourão, incluindo a exibição de Pelas Sombras (alunos de audiovisuais e multimédia) [4]

 

(18h30, PA) PASSARINHOS E PASSARÕES de Pier Paolo Pasolini _ comentado por Dario Oliveira, professor e programador de cinema _ [2]

 

(21h30, GA) GATO PRETO GATO BRANCO de Emir Kusturica _ comentado por Miguel Bandeira (geógrafo e professor universitário) _ [1]

A abrir a sessão será apresentado em estreia VIZINHOS (40 min) de Pedro Neves. Filmado dentro do edifício das Lameiras, reúne testemunhos de moradores e vizinhos de várias gerações, numa produção do Teatro da Didascália e da Red Desert.

 

(00h00, PA) GRITOS de Matt Bettinelli-Olpin, Tyler Gillett _ [1]

 

22 de Outubro (sábado)

 

(14h30, PA) O ECLIPSE de Michelangelo Antonioni _ comentado por Cláudia Coimbra, professora universitária _ [2]

(15h00, GA) Buzz Lightyear de Angus MacLane (versão portuguesa) _  [6]

 

 (17h00, café-concerto) Apresentação do livro HISTÓRIA DO CINEMA – DOS PRIMÓRDIOS AO CINEMA CONTEMPORÂNEO pelo coordenador da edição, Nélson Araújo e por Paulo Cunha, professor universitário _ [5]

 

(18h00, PA) A DAMA DE CHANDOR de Catarina Mourão _ comentado pela realizadora e por Nélson Araujo, professor universitário  _ inclui a exibição da curta Mãe e Filha [3]

 

noite de ENCERRAMENTO

 

(21h45, GA) MIRAMARfilme-concertoMemorabilia

 

 

(23h00, café-concerto) Mário Franco Trio  _ [5]

Mário Franco: “O Trio é, para mim, a formação ideal, onde a procura é constante e o som vai tomando diferentes formas… vai sendo moldado, fruto também de um trabalho conjunto. O objetivo é inundar o palco de uma energia renovadora que dança entre a estrutura do jazz, cruzando-a com outras forças musicais. São múltiplas as influências, desde a música clássica até ao rock, numa viagem comum, funcionando o jazz como elemento agregador e ao mesmo tempo imprevisível, como é a Vida”.

O Mário Franco Trio é constituído por Mário Franco (baixo), Sérgio Pelágio (guitarra) e Alexandre Frazão (bateria).

(00h00, café-concerto) DJ set Bricolage.108: search for future jazz _ [5]

Secções Temáticas

[1] Paisagens Temáticas: Família Cinema

[2] Histórias do Cinema: Antonioni e Pasolini

[3] Fantasia Lusitana: Catarina Mourão

[4] Cinema para Escolas

[5] Café Kiarostami

[6] Sessões para Famílias

 

Bilheteira Sessões
Geral: 2 euros
Cartão quadrilátero: 1 euro
Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

Bilheteira Filmes-concerto (Glockenwise / Miramar)
Geral: 6 euros
Cartão quadrilátero, estudantes, seniores, associados de cineclubes: 3 euros

Bilheteira Filme-concerto Haarvol (Teatro Narciso Ferreira)
A entrada é livre atá à lotação da sala, mediante levantamento de bilhete no TNF (uma hora e meia antes da sessão)

Bilheteira Sessões para Famílias
Geral: 2 euros
Cartão quadrilátero, estudantes, seniores, associados de cineclubes: 1 euro

Bilheteira Workshops Famílias
Adulto + Criança: 5 euros

Café Kiarostami (café-concerto): entrada livre

Toda a informação em www.closeup.pt e www.casadasartes.org

The seventh episode of the Close-up, the Cinema Observatory of Famalicão, between 15 and 25 October

Fado no Café da Casa . outubro | Casa das Arte de Famalicão

 

Fado no Café da Casa

Musica/ Fado

13 de Outubro| quinta-feira | 21h30| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 80 min

Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a ACAFADO – Associação Cultural & Artística Famalicão Fado.

1ª parte–  Joana Lopes

2ª parte – Mariana Correia

Guitarra Portuguesa – João Martins

Viola de Fado – João Araújo

Viola baixo – Filipe Fernandes