quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Teatro | Tratado, A Constituição Universal Produção: Momento - Artistas Independentes | Casa das Artes de Famalicão

 

Tratado, A Constituição Universal
Produção: Momento - Artistas Independentes

Coprodução: Centro Cultural Vila Flor, Teatro Municipal de Bragança, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Nacional São João

Teatro

6, 7 e 8 de Outubro |Quinta-feira, Sexta-feira e Sábado, 21h30

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/14

Duração: 80 min

 Sinopse

Nos Estados Democráticos Unidos, cada Estado é governado por um diferente tipo de regime, lá os conceitos de naturalidade e migração não existem. A cada cinco anos é realizado o Dia Internacional do Voto, onde todos os cidadãos são convocados às urnas. A partir daí, cada cidadão viverá nos próximos cinco anos no Estado correspondente ao ideal expresso através do voto. Então, um mês depois que a mudança automática de emprego é realizada, a mudança para o novo Estado é feita, o conceito de família é dispensado. Mas o caos instala-se quando a rivalidade entre os Estados toma proporções incontornáveis e o Grande Estado Conservador proíbe os cidadãos de comparecerem ao Dia Internacional do Voto.

Ficha artística e técnica
Criação e Encenação: Diogo Freitas
Texto e Assistência de Encenação: Filipe Gouveia
Interpretação: Genário Neto, Inês Fernandes, Maria Teresa e Pedro Barros de Castro
Participações especiais: Gabriela Leão e Ana Lídia Pereira
A partir de textos de: Filipe Gouveia, Genário Neto, Inês Fernandes, Maria Teresa
Composição Musical e Desenho de Som: Cláudio Tavares
Desenho de Luz: Pedro Abreu
Produção Executiva: Ruana Carolina
Acompanhamento Fotográfico: Simão do Vale Africano
Acompanhamento Fotográfico Residência Artística O Espaço do Tempo: Ficha Tripla
Designer de Comunicação: Caroline F. Torres
Operação de som: Carolina Elvira
Teaser: Os Fredericos
Produção: Momento - Artistas Independentes
Coprodução: Centro Cultural Vila Flor, Teatro Municipal de Bragança, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Nacional São João
Residência de Coprodução: O Espaço do Tempo
Residências Artísticas: Teatro Viriato, Centro de Criação de Candoso - A Oficina; CRL-Central Elétrica
Apoio: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão
Agradecimentos: Formiga Atómica, AGON, Teatro Universitário do Porto
Financiamento às Residências Artísticas no Teatro Viriato e no Centro de Criação de Candoso (A Oficina) | Fundação Calouste Gulbenkian

“Tratado, A Constituição Universal” it’s the latest work by Momento - Artistas Independentes

Exposição : FEDERICO FELLINI – IL MAESTRO- Foyer, de 8 de Outubro de 2022 (inauguração às 17h00) a 30 de Dezembro de 2022 | Casa das Artes de Famalicão.

 


Título: Federico Fellini – Il Maestro

Foyer, de 8 de Outubro de 2022 (inauguração às 17h00) a 30 de Dezembro de 2022

Federico Fellini, nascido em Rimini, antes de ser realizador foi desenhador, caricaturista, cartoonista: lugares de desenhos de personagens, gestos, expressões, cenários e sonhos. O desenho perdurou como parte do seu processo criativo e funcionava também como terapia. Um realizador visionário, então, em que muitas vezes os desenhos antecipavam o guião, o guarda-roupa, os cenários, a luz ou as características dos interpretes, servindo para familiarizar e aproximar os seus colaboradores da narrativa, da natureza e da identidade do filme. Os desenhos de Fellini eram uma antecipação fragmentada do filme. Os filmes, uma analogia da sua vida: todos transportam memórias, sonhos, historias e acontecimentos vividos ou sonhados por Fellini.

Em parceria com o Museu de Cinema de Melgaço – Jean-Loup-Passek, e tomando como base a exposição que assinalou o centenário do nascimento de Fellini, uma exposição no foyer da Casa das Artes de Famalicão que reunirá cartazes, fotografias e desenhos do cineasta italiano.

 

An exhibition devoted to Federico Fellini

MUSICA PARA FAMÍLIAS 2022 - 5.º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO

 MUSICA PARA FAMÍLIAS 2022

5.º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO

 A Dança na Música Portuguesa - ARTEAM (Viana do Castelo)

 2 de Outubro | 11h30 | Grande Auditório 

Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/4 -Duração: 70 min

A Casa das Artes organiza em coprodução com a APROARTE- Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2022. Adotando o formato dos Concertos Promenade, de Maio a Dezembro, aos domingos de manhã, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.

Music for families in the fifth season of promenade concerts.



Domitila de João Guilherme Ripper - Mini-ópera em um ato baseada nas cartas de D. Pedro I e Marquesa de Santos | Casa das Artes de Famalicão.

 

Dia Mundial da Música

Domitila

Mini-ópera em um ato baseada nas cartas de D. Pedro I e Marquesa de Santos


Música e Libreto: João Guilherme Ripper.
Encenação e Design: Pedro Ribeiro
Interpretação: Sara Braga Simões
Toy Ensemble: Ricardo Alves, clarinete; Burak Ozkan violoncelo , Christina Margotto, piano;

1 de Outubro |Sábado | 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

M/6

Duração: 60 min

Sinopse

“Para quem por amor me prende e por amor he preza……”
A interpretação que J.G.Ripper faz na sua música da personagem “Domitila” parece-me desenhar uma pessoa que sofre de um grande amor perdido, que vive numa desilusão, que busca até uma espécie de vingança. Parece englobar em si uma espécie de dependência. Uma dependência por este amor perdido e por não ter atingido o seu objectivo com o relacionamento. Tal qual uma Miss Havisham (personagem de C.Dickens na obra “Grandes Esperanças”). Assim a atmosfera criada pela cenografia busca um local de passagem de uma casa. Uma habitação que é deixada para trás. A personagem abandona a casa a pedido do ex-amante encontrando as cartas que habitam em si. Apenas o espírito da Domitila permanece, revivendo tempos passados. As projecções de memórias são derramadas sobre a cenografia e o figurino. São ilustrações e pinturas, que remetem para o período de vida da Marques (1797-1867), feitas por Teive, Debret, Hildebrandt, Júnior, Almeida, Landseer, Taunay, Chamberlain, Guilobel, Rugendas, Graham, entre outros. O figurino é uma peça completamente original, desde o tingimento do tecido à pintura feita à mão. Recria fielmente a ortografia das cartas de D.Pedro I o papel amarelecido pelo tempo, os carimbos dos arquivos históricos; os envelopes; e os borrões de tinta alagados em lágrimas. Assim a encenação não irá também seguir uma linha ilustrativa do dia sugerido pelo libreto. A Marquesa sabe as cartas de memória, ela vive com elas, ela não as descobre por acidente quando vai sair de casa, ela no fundo, nunca saiu de casa naquele dia, ela vive lá hoje e nas palavras que Pedro escreveu.
Por Pedro Ribeiro | Encenação e Design

Ficha Artística

Música e Libreto: João Guilherme Ripper Encenação e Design: Pedro Ribeiro Interpretação: Sara Braga Simões
e Toy Ensemble: Ricardo Alves, clarinete; Burak Ozkan violoncelo , Christina Margotto, piano;
Design de Luz: Rui Maia

Ficha Técnica:
Modelação, Confecção Figurino e Cortinas: Letícia dos Santos Tingimentos e Pinturas de Tecido: Pedro Ribeiro Confecção Saiotes: Maria José Ribeiro Vídeo, Ilustração de: Joaquim Teive, Jean Debret, Eduard Hildebrandt, Almeida Júnior, Belmiro Almeida, Charles Landseer, Félix Taunay, Henry Chamberlain, Joaquim Guilobel, Johann Rugendas, Maria Graham entre outros retirados de acervos de Desenho da Faculdade de Belas Artes de Lisboa e do arquivo online “Brasiliana Iconográfica”. Apoio: Companhia de Teatro Os Quatro Ventos
Produção: Mestres Viajantes
Coprodução: Casa das Artes Famalicão

 

João Guilherme Ripper | Compositor 

Sara Braga Simões  | Soprano

Pedro Ribeiro | Encenador


Domitila by João Guilherme Ripper, an opera in one act


quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Cinema | Teatro Narciso Ferreira

 

cinema

 24 setembro, 16:00


Os Mauzões

Sessões para famílias

>6 / 90’

Os Mauzões

Título Original: The Bad Guys (EUA, Animação, 100 min, 2022)

O Sr. Lobo, o Sr. Cobra, o Sr. Piranha, o Sr. Tubarão e a Sr.ª Tarântula tornaram-se lendários pelos mais diversos crimes, nunca desiludindo a sua legião de fãs. Mas a vida muda, as prioridades alteram-se e chega o momento por que ninguém esperava: o arrependimento de tantas malfeitorias e uma estranha necessidade de redenção. É assim que, com a ajuda do Professor Marmalade, resolvem seguir o caminho do bem. Mas o desafio, para quem levou a vida dedicada à vilania, é muito mais difícil do que poderiam imaginar. Produzida pela DreamWorks Animation e distribuída pela Universal Pictures, o filme inspira-se no livro infantil de Aaron Blabey.

 

 24 setembro, 21:30

Mundo Jurássico: Domínio


Cinema de grande público

>12 / 125’

 

 

Mundo Jurássico: Domínio

Título Original: Jurassic World Dominion (EUA, Ficção Científica,  145 min,  2022)

 

Em 1993, milhões de espectadores em todo o mundo ficaram de respiração suspensa perante as imagens de Nublar, uma ilha repleta de dinossauros. No filme, as criaturas tinham sido resgatadas da extinção através da clonagem, ideia da mente visionária do multimilionário John Hammond. O objetivo era criar uma reserva natural onde pessoas de todas as idades pudessem observar estes extraordinários animais no seu "habitat" natural. Mas, quando o sistema de segurança falhou, os testes ao parque temático transformaram-se num pesadelo. Alguns anos passados sobre este terrível incidente, a ilha foi transformada no "Mundo Jurássico", um novo parque tal como antes fora imaginado por Hammond. O sucesso foi enorme até ao dia em que, mais uma vez, os humanos perderam o controlo sobre os dinossauros e tudo foi destruído. Quatro anos depois da destruição de Nublar, perigosos dinossauros coexistem com outras criaturas. O equilíbrio é tremendamente frágil e coloca em risco a extinção de milhares de espécies, entre elas a humana. Sexta aventura da saga "Parque Jurássico", com realização de Colin Trevorrow interpretação de Laura Dern, Sam Neill, e Jeff Goldblum.

FRÁGIL - Companhia Absurda | Teatro Narciso Ferreira

 


circo contemporâneo

17 setembro 21:30

FRÁGIL | Companhia Absurda

>6 / 60’

Sinopse:

Uma espécie de lugar onde não nos sentimos vistos nem reconhecidos. Viajamos até ao imaginário de quatro habitantes que se encontram e cruzam num espaço ambíguo que se transforma e as transporta. Um universo onde são explorados os desafios e etapas comuns a todos, que nos acompanham ao longo da vida e que nos fazem criar um lugar de resiliência, risco e exposição. Através do circo surge um reflexo absurdo e metafórico do ser humano.

Ficha Artística

Criação e interpretação: Ariana Sebastião, Carolina Vasconcelos, Lia Cabaço e Sofia Encarnação

Produção: Companhia Absurda



HOT AIR BALLOON | Teatro Narciso Ferreira

 10 setembro 21:30

HOT AIR BALLOON

eixo iii programação plural

>6 / 70’

Sinopse:

No âmbito da parceria estratégica com artistas famalicenses, o Teatro Narciso Ferreira recebe o duo HOT AIR BALLOON. Nascidos em 2013 na cidade de Vigo em Espanha e, desde então, cativam a atenção de público de vários países. A voz doce e calorosa de Sarah Jane Burke funde-se com a musicalidade de Tiago Machado, numa atuação intimista. O primeiro álbum com banda, “Behind The Walls” (2016), foi nomeado, em novembro do mesmo ano, para os prestigiados The Independent Music Awards em Nova Iorque. Para este concerto o duo vai-se fazer acompanhar de mais três músicos, Samuel Coelho no Violino ,Carina Albuquerque no Violoncelo e Pedro Oliveira na Bateria/percussão

Ficha Artística:

Voz: Sarah Jane Burke
Guitarra: Tiago Machado

Violino: Samuel Coelho

Violoncelo: Carina Albuquerque

Bateria/Percussão: Pedro Oliveira



terça-feira, 30 de agosto de 2022

A Canção da Terra _ estreia | Casa das Artes de Famalicão

A Canção da Terra _ estreia

Uma Coprodução da Companhia de Musica Teatral e da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

24 de Setembro | Sábado | 18h00 |Grande Auditório

25 de Setembro | Domingo | 10h30 |Grande Auditório


Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

Duração aproximada: 50 min

Toda a família.  

 


A Canção da Terra deverá ser uma obra de raiz musical que deambula pelos territórios da imagem, movimento, palavra e vários outros que a sua gestação, em curso, nos está a desvendar. À semelhança do que aconteceu com criações recentes da CMT, como Aguário e O Céu Por Cima de Cá, está a ser pensada para o “grande-palco” e para um público que começa a partir das crianças com 6 anos mas que se pretende o mais eclético possível, não só porque o desafio de criar múltiplas leituras nos interessa particularmente, mas também porque "ouvir" a Terra é um assunto que diz respeito a todos. O ponto de partida do processo criativo é a ideia de que o Planeta Terra tem uma “voz” que se expressa de diferentes maneiras e que é muito importante escutar. Exploraremos mitos, poesia, factos científicos e históricos, paisagens sonoras e, obviamente, as referências históricas implícitas no título (A Canção da Terra de Mahler ou de Jorge Brum do Canto, entre outros). Há uma clara intenção de continuar a trabalhar na “afinação de pessoas, pássaros e flores”, isto é, de trazer para o discurso artístico uma preocupação com a nossa relação com o Mundo que habitamos e que queremos que continue a ser a nossa Casa. Desde NOAH, senão antes, que procuramos que os nossos projetos despertem essa consciência.

 

Conceção e Produção : Companhia de Música Teatral

Direção artística: Paulo Maria Rodrigues

Intérpretes: Gustavo Paixão, Jorge Graça, Inês Silva, Mariana Miguel, Mariana Vences

Espaço Cénico: Miguel Ferraz e Paulo Maria Rodrigues

Desenho de Luz: Élio Moreira

Assistência à direção artística: Jorge Graça

Gestão de Recursos Educativos: Helena Rodrigues

Design de Comunicação: Mafalda Maia

Produção executiva: Maria do Céu Santos

Agradecimentos: Universidade de Aveiro,Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa  

Co-produção: Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Cine-Teatro Alba, Município de Lagoa

 

A Canção da Terra, an artistic proposal by the Companhia de Música Teatral

Emmy Curl – 15 years | Reposição de concerto | Casa das Artes de Famalicão

 Emmy Curl – 15 years 


17 de setembro | sábado, 23h00 | Café-concerto

Musica

Entrada: 3 euros. Estudante, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 1,5 Euros

M/6

Duração: 60 min

15 years é o novo trabalho de Emmy Curl que a vai levar de volta aos palcos numa nova digressão.  A artista explica este novo trabalho: "Após a minha primeira mudança de país para a Dinamarca, após a pandemia, a gravidez, a prematuridade em tempos de isolamento e voltar a Portugal para viver no Funchal, decidi que a minha carreira merecia um novo capítulo. Quando começo novos estágios da minha vida gosto de fechar ciclos com algo que se assemelha a um ritual. Este "best of", ao qual chamei 15 years, não é nada mais do que uma amalgama dos melhores temas que compus desde 2007. Este disco sairá em CD e vinil e transportará consigo imagens e criações visuais da minha autoria além dos meus retratos, alguns auto-retratos, em ordem cronológica desde então”.

Catarina Miranda, nasceu em Trás-os-Montes na aurora dos anos 90. Tão ligada à música como às artes visuais não tem parado de questionar o seu lugar na arte e no mundo, abarcando na sua obra a toda-poderosa Natureza. Transportando as memórias telúricas da região que a viu nascer, mas também a experiência conquistada numa metrópole como Copenhaga, Emmy Curl apresenta a sua música feita de sonho e desafio. Uma força-fêmea para nos ajudar a ver o mundo com mais luz.

A concert by Emmy Curl, in a tour that celebrates fifteen years of songs

SUITE MOLIÈRE _ estreia | Casa das Artes de Famalicão

 SUITE MOLIÈRE _ estreia

a partir de várias peças de Jean-Baptiste Poquelin

Uma coprodução 11Zero2 e Casa das Artes de Famalicão

17 de Setembro | Sábado| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros

M/12

Duração: 70 m

Suite Molière, uma leitura encenada de peças de Molière, poderá ser uma mostra salteada de algumas peças ou uma dramaturgia voraz e alucinante que atravessa personagens, cenas e temas da extensa obra do autor. Pensa-se como um trabalho assente no trabalho de actor, na interpretação, muito mais que no efeito cénico da exposição do trabalho de encenação. Quase como se de uma peça de teatro radiofónico se tratasse – com as devidas distâncias, porque será sempre vista.

Desenha-se com um elenco improvável: 7 jovens actores, ex-alunos da ACE - Famalicão, formados na cidade e com relação com a Casa das Artes de Famalicão - porque cremos que o processo pedagógico não deve terminar aquando do final da formação, sendo que a apresentação será precedida de um trabalho de residência com os actores. A envolvência de jovens actores traz uma perspicácia e vibração ao espectáculo que apenas a juventude consegue. Num espaço cénico simples e centrado na palavra, no dizer, no que é uma leitura encenada – mas que, por ter esta concentração, não poderá fugir do jogo de fazer que Molière tão bem escreve. Um projecto festivo, jovem, construído e reconstruído dia-a-dia, pensado para ser dado a ouvir.

Encenação: Manuel Tur

Espaço cénico: Ana Gormicho

Desenho de som: Joel Azevedo

Desenho de luz: Cárina Geada

Figurinos: Anita Gonçalves

Apoio à dramaturgia: Helena Machado

interpretação: a definir (7 jovens, ex-alunos da ACE - Famalicão)

co-produção: 11Zero2 e Casa das Artes de Famalicão


Suite Molière, by Manuel Tur, with several plays by Jean-Baptiste Poquelin

 

terça-feira, 2 de agosto de 2022

IV EDIÇÃO JOF - JOVEM ORQUESTRA DE FAMALICÃO de 29 de agosto a 3 de setembro | Casa das Artes de Famalicão

 IV Edição JOF - Jovem Orquestra de Famalicão

Maestro e Diretor Artistico: José Eduardo Gomes

Concertos

2 de Setembro | Sexta-feira| 21h30| Grande Auditório

3 de Setembro | Sábado| 18h00| Grande Auditório

Entrada: a entrada é livre à lotação da sala, sendo necessário o levantamento prévio do bilhete que terá lugar marcado.

M/6

Duração: 90 min


A Casa das Artes de Famalicão / Município de Vila Nova de Famalicão organizam de 29 de agosto a 3 de setembro, a IV Edição do JOF - Jovem Orquestra de Famalicão, um estágio/residência e a apresentação de orquestra sinfónica de curta duração, na Casa das Artes, dirigido a jovens instrumentistas oriundos e/ou com formação pré-universitária em Vila Nova de Famalicão. Serão 87 as vagas disponíveis, divididas pelos instrumentos de cordas (violinos, violas, violoncelos, contrabaixos), sopro (flautas, oboés, clarinetes, fagotes, trompas, trompetes, trombones tenor, trombone baixo e tuba), harpa e instrumentos de percussão.

O Estágio JOF procura responder a características únicas do território de Vila Nova de Famalicão, nomeadamente a existência de um forte e dinâmico ecossistema cultural associado ao ensino artístico especializado e ao ensino profissional de música, composto pelas seguintes entidades: CCM – Centro de Cultura Musical, ArtEduca – Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão e ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave.

Muitos destes alunos do concelho de Famalicão têm prosseguido estudos e carreiras profissionais por outras instituições em Portugal e por toda a Europa. O Estágio JOF procura valorizar estes jovens músicos, em formação e em atividade profissional em Portugal e no Estrangeiro, promovendo o diálogo intercultural entre Famalicão e a sua Diáspora, estabelecendo pontes entre o ensino artístico proporcionado na região e o ensino superior. Simultaneamente, procura sensibilizar a comunidade Famalicense para a música clássica, em particular para o repertório orquestral, e promover o binómio artes-educação.

Programa
"Sem pedras não há arco" de Ângela da Ponte

 Sinfonia nº 1 de Gustav Mahler.

The forth edition of Famalicão’s Young Orchestra.

sexta-feira, 22 de julho de 2022

“Os Três Cabelos de Ouro” - TEATRO- Classe A | Baú dos Segredos | Casa das Artes de Famalicão


“Os Três Cabelos de Ouro”

Classe A | Baú dos Segredos

 27 e 28 de julho |Quarta e Quinta| 21h30 | Pequeno Auditório  

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

Toda a Família

Duração 70 min

“ Era uma vez uma mulher muito pobre e o seu marido - os meus pais - que ficaram extasiados por eu ter nascido com uma marca de nascença especial no pescoço. Esta marca deveria trazer boa sorte e fortuna à minha família. Estava escrito que eu casaria com a filha do Rei, quando fizesse 19 anos. Mas quando a notícia chegou aos ouvidos do Rei, ele não se mostrou muito contente…”

Uma produção da Classe A, do Baú dos Segredos, baseada na história “Os Três Cabelos de Ouro do Diabo” de Jacob Ludwig Grimm e Wilhelm Carl Grimm.

Ficha técnica

Interpretação: Classe A, do Baú dos Segredos

Texto e adaptação: Ana J. Regueiras

Encenação: Ana J. Regueiras e Marta João

Coreografia: Ana J. Regueiras e Marta João

Figurinos e Caracterização: Cármen Regueiras

Sonoplastia e Luz: Equipa técnica da Casa Das Artes de Vila Nova de Famalicão

Produção: João Regueiras, em Co-produção com a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

“Ouve-me!” TEATRO- Classe B | Atelier Bau dos Segredos | Casa das Artes de Famalicão

  


“Ouve-me!”

Classe B | Atelier Bau dos Segredos

25 e 26 de julho | Segunda e Terça | 21h30 |Pequeno Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

Toda a Família - Duração: 70 min

Somos feitos de histórias.

Cada sorriso, cada tragédia, cada momento, cada pessoa que cruza o seu caminho com o nosso. Todos contribuem para a nossa versão da história. A que não é igual a mais nenhuma. A que nos pertence a nós e a mais ninguém.

Este exercício surge da necessidade de falar sobre essas histórias, sobre as várias perspectivas delas e sobre o momento em que o desejo de se fazer ouvir se sobrepõe à simplicidade de escutar.

Uma casa. Uma família. Um jantar. E um turbilhão animalesco de opiniões, emoções e diferentes perspectivas de uma mesma história.

Ficha técnica

Interpretação: Classe B, do Baú dos Segredos

Texto e dramaturgia: criação colectiva dos Alunos da Classe B, do Baú dos Segredos

Encenação: Ana J. Regueiras e Marta João

Figurinos e Caracterização: Cármen Regueiras

Sonoplastia e Luz: Equipa técnica da Casa Das Artes de Vila Nova de Famalicão

Produção: João Regueiras, em Co-produção com a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

HIPÓLITO de Eurípides _ estreia - Coprodução: Casa das Artes de Famalicão e ACE Escola de Artes de Famalicão | Casa das Artes de Famalicão

 


Hipólito de Eurípides _ estreia

Encenação de Miguel Eloy

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão e ACE Escola de Artes de Famalicão

Teatro

22 e 23 de Julho | sexta-feira e sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

M/12

Duração: 90 min

sinopse

Sendo casto e o mais puro dos Homens, Hipólito abomina os prazeres da carne, recusando liminarmente venerar e prestar as devidas homenagens à deusa Cípris (Afrodite), incorrendo no tremendo pecado de hybris, sendo por isso punido com a sua morte trágica.

Esta sua hybris - confiança excessiva, orgulho exagerado, arrogância e/ou insolência - não faz com que Hipólito seja, de forma alguma, totalmente inocente. A sua excessiva – porque exclusiva e exacerbada – veneração a Ártemis, a Deusa virgem das florestas e da caça, que cedo o lançou para uma virgindade ofensiva e anti-natura, é tão responsável pela sua morte quanto a paixão que por ele sente a sua madrasta, Fedra.

Incendiada pelos desígnios da ofendida e vingativa Cípris, Fedra definha de paixão pelo seu enteado Hipólito. Ferida pelo amor, começa por calar e esconder a sua “doença” perante a insistência da sua Ama em descobrir o seu mal, tentando resistir e vencer os delírios da paixão com esforços de reflexão sensata.

Contudo, Cípris “não é uma deusa: é um ser mais poderoso do que um deus."

Texto: Eurípides

Tradução: Fernando Zorrer

Adaptação: Rogério de Carvalho

Encenação: Miguel Eloy

Assistente de Encenação: António Barata

Elenco: Ana Lopes, Ana Margarida Silva, Beatrice Gonçalves, César Reguengo, Diana Catarina, Fátima Andreina Velazco, Inês Madureira, Joana Leite, Leonor Pereira, Luís Pacheco, Melro, Mi Gonçalves, Nathan Sabadine, Nicole Ferreira, Paulo Sousa, Rafaela Sousa, Simão Barboss

Apoio de Voz: Emília Silvestre

Cenografia: Carla Rosário

Apoio à Cenografia: Filipe Mendes e Francisco Cardoso

Figurinos e Adereços: Paula Cabral

Cabelos: José Resende

Seleção Musical e de Vídeo: Miguel Eloy

Desenho de Luz e Operação de Luz e Vídeo: Tiago Silva

Edição e Operação de Som: Fábio Ferreira

Fotografia de Cena: João Duarte

Registo de Vídeo: Rui Bezerra

Direção de Produção: Glória Cheio

Direção de Cena e Produção: Sofia Peralta

Apoio Logístico: Glória Azevedo, Jorge Azevedo

Eixo do Jazz Ensemble (EJE) meets Iago Fernández | Casa das Artes de Famalicão


Eixo do Jazz Ensemble (EJE)  meets Iago Fernández


Música

16 de Julho | sábado | 21h30| Grande Auditório.

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/6

Duração: 60 m

Iago Fernández, músico Galego reconhecido internacionalmente, fez uma residência Jazz na Aldeia em Setembro de 2021, já realizada com o objectivo de trabalhar o seu repertório e ampliar o leque de músicos que vão fazer parte do EJE, que se pretende transformar numa organização profissional para continuar a divulgar o jazz galego e português. Este concerto dará origem a um novo disco do Eixo do Jazz Ensemble (EJE), dando continuidade ao projecto iniciado em 2019 com Mário Laginha. Iago Fernández fez da bateria o seu principal meio de expressão artística, tocando e gravando com inúmeros artistas desde os 17 anos. Desde os 22 anos que escreve a sua música. Iago já gravou vários álbuns a solo e, no seu quarto álbum, incluiu pela primeira vez canções próprias com letra em galego. O EJE, é constituído por músicos selecionados pelo Eixo do Jazz e por Diego Alonso. Este ano vai gravar mais um repertório de João Paulo Esteves da Silva.

Ficha Artística

Iago Fernández - Repertório e bateria

Joana Raquel – voz

Sofia Sá - voz (e teclado)

Pedro Jerónimo – trompete

João Paulo Silva - saxofone alto

Diego Alonso - saxofone tenor

Rafa Gomes - saxofone barítono

Filipe Dias – guitarra

Rui Catarino – guitarra

Miguel Meirinhos – piano

Yudit Almeida – contrabaixo

 

Uma produção Eixo do Jazz, associação Luso-Galaica para promoção do Jazz

 

 

A concert with Iago Fernández that meets Eixo do Jazz Ensemble