segunda-feira, 25 de setembro de 2023

CLOSE-UP: Infância e Juventude 8.º episódio do Observatório de Cinema: 14 a 21 de Outubro na Casa das Artes de Famalicão

 

 CLOSE-UP: Infância e Juventude


8.º episódio do Observatório de Cinema: 14 a 21 de Outubro na Casa das Artes de Famalicão

 Nos primeiros episódios do Close-up, titulou uma das secções do programa, para nesta edição ascender a mote orientador: Infância e Juventude, um período de transformações do humano, do desenvolvimento da identidade, da conquista da autonomia, mas também um lugar de revolta, que o cinema tantas vezes soube enquadrar e direcionar.

Na interceção de linguagens, destacamos as sessões de abertura e de encerramento, assim como a presença a meio do programa no Teatro Narciso Ferreira: a primeira noite terá como protagonistas os Sétima Legião, na celebração dos seus 40 anos, mas também na apresentação em estreia da banda


sonora para uma curta-metragem de António Campos; East Atlantic, um projeto exploratório que adiciona texturas sonoras às imagens oceânicas da viagem pelo Arquipélago dos Açores; a adaptação de A Sibila, de Agustina Bessa-Luís, assinada por Eduardo Brito, a estreia na longa-metragem de um realizador que que já esteve em foco no Observatório de Cinema.

As Paisagens Temáticas, projetadas na Infância e Juventude, terão duas figuras tutelares -  Abbas Kiarostami e Maurice Pialat (que voltarão nas réplicas deste episódio), além de produção do presente, de várias latitudes: uma família da região da Calabria (Itália), liderada por uma adolescente, em A Chiara, na continuação do trabalho do cineasta Jonas Carpignano; a estreia na longa-metragem de Simão Cayatte, Vádio, estabelecido na juventude e no Alentejo; a chegada de Patti Smith, Poeta do Rock, a New York; a infância numa escola nas montanhas da Turquia, em Quando Neva na Anatólia; a parceria reiterada de Ti West com a actriz Mia Goth no Texas de terror da América dos anos 70, em X.

Em ano de celebração do centenário do cinema de animação português, o protagonismo da Fantasia Lusitana será entregue a Regina Pessoa, uma das grandes figuras do cinema de animação contemporâneo. O programa incluirá a projeção das animações da cineasta, além de uma carta branca e uma masterclasse. John Cassavetes e Glauber Rocha serão as vozes das Histórias do Cinema. A retrospetiva, com cópias digitais restauradas, coloca em diálogo os dois cineastas iconoclastas, representantes das Américas e de um fôlego, estético e político, que se mantém vivo e que testaremos nas sessões comentadas.

O Close-up projeta o seu futuro na relação com a comunidade escolar. Em sessões divididas pelos auditórios do Teatro Municipal e por visitas às escolas do nosso território, em diálogo com o restante programa, haverá ficção, animação, documentário, mas também oficinas e sessões comentadas. Numa nova e exploratória secção, as propostas de Yuri Ancarani e Jafar Panahi farão a pergunta Isto Não É Um Filme? Na órbita do cinema, o Café Kiarostami receberá livros e música. Também haverá um programa para Famílias, que junta a Elemental, a última aventura da Pixar, Filmus 2, uma criação da ACERT, que estabelece a fusão do cinema e da televisão com a música e a interpretação, numa proposta para todas as idades.

Um programa vasto, de mais de 30 sessões em oito dias, mas que concede tempo ao diálogo, diálogo entre filmes, mas também diálogo propiciado por sessões comentadas, um sentido de debate a partir das múltiplas leituras e abordagens que decorrem da seleção de filmes, numa festa do cinema que ambiciona juntar comunidade, presente e memória.

 

DESTAQUES

FILMES-CONCERTO e sessões especiais

Na sessão de abertura, na passagem pelo Teatro Narciso Ferreira e numa sessão para famílias, o Close-up mostra propostas de cruzamento entre imagens em movimento e a música: pelos Sétima Legião (a abrir o concerto que celebra os 40 anos da banda) e pelo projeto East Atlantic; na sessão de encerramento, a adaptação de A Sibila, de Agustina Bessa-Luís, realizada por Eduardo Brito.

 

SÉTIMA LEGIÃO40 anos14 de Outubro (21h45, GA)

 

A Sétima Legião regressa aos palcos, 40 anos depois do arranque da sua particular história que é, justamente, uma das mais celebradas do pop rock nacional. Estes espetáculos servem também para homenagear Ricardo Camacho, produtor e teclista do grupo desaparecido em 2018. Neste regresso, a Sétima Legião de Pedro Oliveira (voz e guitarra), Rodrigo Leão (baixo e teclas), Nuno Cruz (bateria, percussão), Gabriel Gomes (acordeão), Paulo Tato Marinho (gaita de foles, flautas), Paulo Abelho (percussão, samplers) e Francisco Menezes (letras, coros) acolhe também João Eleutério, experimentado músico que tem corrido mundo como parte da banda de Rodrigo Leão e que agora assegurará os teclados. Foi em 1982 que a Sétima Legião surgiu no então agitadíssimo panorama musical português, apresentando uma visão singular da música sintonizada com as experiências mais avançadas da pop alternativa da época, mas sem esquecer a identidade portuguesa. A banda deixou uma marca vincada na produção musical nacional dos anos 80 e 90. Com estes concertos de aniversário, a Sétima legião pretende revisitar os seus mais aplaudidos clássicos e dar nova vida a temas como «Sete Mares» ou «Por Quem Não Esqueci». A abrir o concerto, a Sétima Legião, em resposta a uma encomenda da Casa das Artes, musicará em estreia “Um Tesoiro” (1958, 14 min), uma curta-metragem de António Campos, numa das suas incursões pelo mar, pelos lugares e pelas gentes que lidavam com a faina da pesca.

A cedência do filme “Um Tesoiro” resulta de uma parceria com a Cinemateca Portuguesa e o projeto FILMar - Digitalização do Património Cinematográfico.

Classificação: M/6

Duração: 80 min

 

 

EAST ATLANTICfilme-concerto 18 de Outubro (21h45, Teatro Narciso Ferreira)

 

East Atlantic é um filme concerto que explora a ficção e o documentário que une o arquipélago dos Açores com o mar. José Alberto Gomes e Miguel C. Tavares apresentam uma performance ao vivo através de uma viagem marcada por um ambiente imersivo, abstrato e incerto. Inspirados pela viagem de Raúl Brandão ao arquipélago açoriano em 1924, Miguel C. Tavares e José Alberto Gomes viajaram durante 10 dias a bordo do navio de carga “Corvo”, partindo de Lisboa e passando pelas ilhas de São Miguel, Faial, Terceira, Flores e Pico. Com “East Atlantic” apresentam a criação de uma peça audiovisual em formato filme-concerto que traduz esse imaginário em imagens e sons, tendo como temática o arquipélago açoriano e a sua condição insular. Num espaço híbrido entre o documentário e o objecto artístico, o trabalho explora e representa o carácter dicotómico insular, tanto sedutor e atraente como prisioneiro e claustrofóbico.

Música e Sonoplastia:  José Alberto Gomes

Vídeo: Miguel C. Tavares

 

Classificação: M/6

Duração: 50 min

 

 

A SIBILA, de Eduardo Brito 21 de Outubro (21h45, GA)

 

Título original: A Sibila (Portugal, ficção, 2023, 80 min)

Classificação: M/12

 

Adaptação do romance homónimo de Agustina Bessa-Luís publicado em 1954, A Sibila assinala o centenário do nascimento da escritora. O filme centra-se na trajetória, intrigas e conspirações de duas gerações da família Teixeira entre o final do século XIX e meados do século XX. À semelhança da obra literária, a narrativa é contada em analepse por Germa na Casa da Vessada, propriedade no Norte de Portugal que herdou da tia — Joaquina Augusta Teixeira, a sibila. É a primeira longa-metragem de Eduardo Brito que, a par do seu percurso como realizador, tem trabalhado como argumentista de filmes de Paulo Abreu, Manuel Mozos e Rodrigo Areias. Com a interpretação de Maria João Pinho, Joana Ribeiro, Raimundo Cosme, Simão Cayatte, Sandra Faleiro, João Pedro Vaz, Diana Sá, Emília Silvestre, Ricardo Vaz Trindade, Marcello Urgeghe e Ana Padrão. O trabalho de Eduardo Brito esteve em destaque no episódio 4 do Close-up (Outubro de 2020), onde para lá de uma rectrospetiva do seu trabalho como realizador e guionista, estreou Ursula, uma encomenda do Observatório de Cinema.

Sessões para Famílias

Uma nova animação da Pixar e uma criação da ACERT para juntar famílias em volta de imagens em movimento e da música. Depois da projecção de Elemental, haverá uma oficina para as famílias, onde poderão construir os seus Brinquedos Ópticos, do pré-cinema.

 

ELEMENTAL de Peter Sohn (versão portuguesa) _ 15.Out (15h30, GA)

Título original: Elemental (EUA, animação, 2023, 90 min)
Classificação: M/6

"Elemental", da Disney e da Pixar, é uma nova longa-metragem original que tem lugar na Cidade Elemento, onde convivem habitantes de fogo, água, terra e ar. A protagonista da história é a Chispa, uma jovem dura e perspicaz, com caráter forte, cuja amizade com um rapaz divertido e sensível chamado Nilo a leva a desafiar as suas crenças em relação ao mundo onde vivem. Realizado por Peter Sohn (A Viagem de Arlo).

Após a projecção de Elemental, haverá uma Oficina de Brinquedos Ópticos, onde vamos construir Caleidoscópios, Fenacistoscópios, Zootrópios, Thaumatrópios e outros tantos Brinquedos Ópticos com nomes mesmo difíceis.
Inscrições: bilheteira.casadasartes@famalicao.pt

 

FILMUS 2, uma criação da ACERT 21 de Outubro (15h30, GA) _ Sessão para Famílias

 

 “A imagem é tanto mais bela quanto ela for auditiva, evocando sonoridades do momento.”
Mia Couto in Pensatempos

A fusão de uma sessão de cinema com o universo televisivo permitirá reavivar memórias, reviver momentos que estavam no baú do esquecimento. Associada à imagem, a música (interpretada ao vivo com componente teatral) terá um papel essencial na viagem ao encontro dessas memórias. A mistura do filme com a realidade permitirá criar uma visão narrativa que só quem assistir poderá levar consigo. No seguimento do sucesso do espetáculo estreado em 2010, Fil’Mus2 mantém o mesmo conceito de fusão da imagem gravada, em muitos momentos realizada especificamente para o espetáculo, com todos os sons executados ao vivo e ainda com mais interação teatral com as imagens e inovações que tornarão o espetáculo inesquecível.

Ficha Técnica e Artística

Acordeão: Nuno Silva

Contrabaixo: Miguel Cardoso

Guitarra: André Cardoso

Percussão: Rui Lúcio

Saxofones: Rodrigo Neves

Conceção e direção artísticas: Miguel Cardoso

Coordenação teatral: Pompeu José e José Rui Martins

Composição musical “A Dog’s Life”: Rui Lúcio

Arranjo musical “Sinkin’ in the bathtub”: Manuel Maio

Outros arranjos: Miguel Cardoso

Animações “Fil’mus animados”: Tiago Sami Pereira

Vídeo: Zito Marques

Som: Luís Viegas

Desenho luz: Paulo Neto

Desenho Gráfico: Zé Tavares

Fotografia: Carlos Teles e Rui Coimbra

Figurinos: Coletivo

Costureira: Sandra Rodrigues

 

Classificação: M/6

Duração: 50 min

 

14 de Outubro (sábado)

(15h0O) SOMBRAS de John Cassavetes _ comentado por Alda Rodrigues (tradutora) [3]

(17h00) The Challenge - O Voo do Falcão de Yuri Ancarani [6]

(18h30) BARRAVENTO de Glauber Rocha _ comentado por Manuel Halpern (jornalista) [3]

noite de abertura

(21h45) SÉTIMA LEGIÃO40 anos

(23h55) Barman Buñuel dj set  [7]

 

15 de Outubro (domingo)

(15h00) ONDE FICA A CASA DO MEU AMIGO? de Abbas Kiarostami _ comentado por Carlos Natálio (crítico e professor universitário) [2]

(15h30) ELEMENTAL de Peter Sohn (versão portuguesa) [8]

(17h00) Apresentação do livro Paul Schrader_O Estilo Transcendental no Cinema, por Duarte Mata [7]

 

(18h00) URSOS NÃO HÁ de Jafar Panahi [6]

(21h45) A CHIARA de Jonas Carpignano_ comentado por Cláudia Coimbra (professora universitária) [2]

 

16 de Outubro (segunda-feira)

(10h00) OS DEMÓNIOS DO MEU AVÔ de Nuno Beato _ 16.Out (10h00, GA) _ sessão para escolas (1.º e 2.º ciclos) _ comentado pelo realizador [5]

(14h30) ENTRE AS IMAGENS (parte II) – oficina de Tânia Dinis _ sessão para escolas (2.º e 3.º ciclos) [5]

(21h45) A MORTE DE UM APOSTADOR CHINÊS de John Cassavetes _ comentado por João Canijo (realizador) [3]

 

17 de Outubro (terça-feira)

(10h00, Cineteatro Narciso Ferreira) BEM VINDO AO MUNDO DOS OGGLIES de de Toby Genkel , Jens Møller _ sessão para escolas (1.º e 2.º ciclos) [5]

(14h30) VÁDIO de Simão Cayatte _ comentado pelo realizador_ sessão para escolas (secundário) [5]

(21h45) TERRA EM TRANSE de Glauber Rocha _ comentado por Nelson Zagalo (professor universitário) [3]

 

18 de Outubro (quarta-feira)

(10h00, AE D. Sancho I) MORADA de Eva Ângelo _ comentado pela realizadora _ sessão para escolas (3.º ciclo e secundário)  [5]

(18h30) PATTI SMITH, POETA DO ROCK de Sophie Peyrard e Anne Cutaia _ comentado por Tânia Leão (socióloga e programadora de cinema)  [2]

(21h45, Teatro Narciso Ferreira) EAST ATLANTICfilme-concerto

 

 

19 de Outubro (quinta-feira)

(10h00) LADRÕES DE BICICLETAS de Vittorio De Sica _ sessão para escolas (2.º e 3.º ciclos) [5]

(18h30) QUANDO NEVA NA ANATÓLIA de Ferit Karahan_ comentado por Pedro Ludgero (escritor e músico) [2]

(21h45) UMA MULHER SOB INFLUÊNCIA de John Cassavetes _ comentado por Susana Bessa (crítica de cinema) [3]

 

20 de Outubro (sexta-feira)

(10h00, Oficina, Escola Profissional do Instituto Nun'Alvares) Masterclasse de Regina Pessoa, (alunos de audiovisuais e multimédia) [5]

(18h30) integral de Regina Pessoa _ comentado pela realizadora e por Regina Machado, Directora da Casa da Animação [4]

(21h45) AOS NOSSOS AMORES de Maurice Pialat + AOS DEZASSEIS de Carlos Lobo_ comentado por Carlos Lobo (realizador e professor universitário) e Vera Peixoto (programadora cultural)  [2]

(00h15) X de Ti West [2]

21 de Outubro (sábado)

 

(15h00) ANTÓNIO DAS MORTES de Glauber Rocha _ comentado por José Barahona, (realizador) [3]

(15h30) FILMUS 2, uma criação da ACERT [8]

(17h30) Apresentação do livro O Quarto Perdido do MOTELX - Os Filmes do Terror Português (1911-2006), pelos coordenadores da edição, Filipa Rosário e João Monteiro [7]

 

(18h30) carta branca a Regina Pessoa _ comentado pela realizadora e por Regina Machado, Directora da Casa da Animação [4]

 

noite de ENCERRAMENTO

 

(21h45) A SIBILA de Eduardo Brito _ sessão especial, com a presença do realizador e do elenco

 

 

(23h55) Roots & Revolution [7]

 

Secções Temáticas

[2] Paisagens Temáticas: Infância e Juventude

[3] Histórias do Cinema: John Cassavetes e Glauber Rocha

[4] Fantasia Lusitana: Regina Pessoa

[5] Cinema para Escolas

[6] Isto Não É Um Filme?

[7] Café Kiarostami (café-concerto)

[6] Sessões para Famílias

 

 

Bilheteira Sessões
Geral: 2 euros
Cartão quadrilátero: 1 euro
Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

Bilheteira Sétima Legião – 40 anos
Geral: 6 euros
Cartão quadrilátero, estudantes, seniores, associados de cineclubes: 3 euros

Bilheteira Filmus 2 / ACERT
Geral: 4 euros
Cartão quadrilátero, estudantes, seniores, associados de cineclubes: 2 euros

Bilheteira East Atlantic / Teatro Narciso Ferreira 
Geral: 2 euros
Cartão quadrilátero, estudantes, seniores, associados de cineclubes: 1 euros

Bilheteira Sessão para Famílias – Elemental
Geral: 2 euros
Cartão quadrilátero, estudantes, seniores, associados de cineclubes: 1 euro

Bilheteira Workshops Famílias
Adulto + Criança: 5 euros

Café Kiarostami (café-concerto): entrada livre

Fado no Café da Casa - Outubro | Casa das Artes de Famalicão


Fado no Café da Casa

Musica/ Fado

12 de Outubro| quinta-feira | 21h30| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 80 min

Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a ACAFADO – Associação Cultural & Artística Famalicão Fado.

 1ª parte - Fábio Lindolfo

2ª parte - Cláudia Madur

Guitarra portuguesa - João Martins.

Viola de fado - João Araújo.

Viola baixo - Filipe Fernandes.

 Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes irá celebrá-lo-á mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores. No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO.

BANTU de Victor Hugo Pontes | Casa das Artes de Famalicão.

 
BANTU, de Victor Hugo Pontes

Dança

Coprodução: Nome Próprio, A Oficina/CCVF, Camões – Centro Cultural Português em Maputo, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, OPART/Estúdios Victor Córdon, Teatro José Lúcio da Silva, Teatro Nacional São João

13 de Outubro | Sexta-feira | 21h30

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/12

Duração: 70 min

 Sinopse

Bantu designa uma família de línguas faladas na África subsariana. Em Moçambique, a predominante é a macua. Mas Bantu designa mais do que uma ocorrência linguística. Pode ser também uma linguagem própria que sobreviveu às línguas europeias entretanto impostas; um mecanismo identitário; um signo que permaneceu vedado ao colonizador; uma forma de comunicação, com códigos culturais, históricos, religiosos e políticos próprios; uma materialização efémera do mais longo encontro. Bantu, o título, acolhe tudo o que queremos ou imaginamos que Bantu, o espetáculo, seja. Em Bantu, Victor Hugo Pontes vai ao encontro de uma língua que provavelmente estará até despida de palavras: quando se fala com o corpo, a linguagem é universal. Bantu é um caminho por traçar, e o percurso será feito entre dois continentes, entre dois países com afinidades complexas e memórias profundas um do outro. Bantu teve origem num convite endereçado a Victor Hugo Pontes pelos Estúdios Victor Córdon e pelo Camões – Centro Cultural Português em Maputo, para o desenvolvimento de uma nova criação de dança com intérpretes moçambicanos e portugueses. Os EVC e o Camões – Maputo são parceiros numa programação conjunta para três temporadas, que visa criar pontes entre Portugal e Moçambique, e promover a circulação e internacionalização da dança. Bantu resulta desta parceria.

Ficha artística e técnica
Direcção Artística: Victor Hugo Pontes
Cenografia: F. Ribeiro
Música: Throes + The Shine
Direcção técnica e desenho de luz: Wilma Moutinho
Desenho e operação de som: João Monteiro
Figurinos: Cristina Cunha, Victor Hugo Pontes
Assistência de direção: Cátia Esteves
Consultoria artística: Madalena Alfaia
Direcção de produção: Joana Ventura
Produção executiva: Mariana Lourenço
Assistência de produção: Inês Guedes Pereira
Interpretação: Dinis Abudo Quilavei, Dinis Duarte, João Costa, José Jalane, Maria Emília Ferreira, Marta Cardoso, Osvaldo Passirivo
Estagiário: Francisco Freire
um programa Estúdios Victor Córdon e Camões – Centro Cultural Português em Maputo, Parceiro institucional dos EVC | Camões I.P.
A Nome Próprio é uma estrutura residente no Teatro Campo Alegre, no âmbito do programa Teatro em Campo Aberto e tem o apoio da República Portuguesa - Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes.

6.º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO


MUSICA PARA FAMÍLIAS 2023

6.º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO

 “Música que Dança” - Orquestra Sinfónica ARTEAM (Escola Profissional Artística do Alto Minho - Viana do Castelo)

 8 de Outubro | 11h30 | Grande Auditório 

Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

M/4 -Duração: 70 min

A Casa das Artes organiza em coprodução com a APROARTE- Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2023. Adotando o formato dos Concertos Promenade, de Maio a Dezembro, aos domingos de manhã, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.


Deixem o Pimba em Paz | Casa das Artes de Famalicão

 


Deixem o Pimba em Paz

 7 de Outubro | sábado| 21h30 | Grande Auditório

Música

Entrada: 15 euros. Estudante, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 7,5 Euros

M/6

Duração: 90 min

Desde sempre fascinado pelo universo pimba, Bruno Nogueira propõe-se dar outra vida a essas canções, juntando Manuela Azevedo, vocalista dos Clã, e outros músicos que fizeram arranjos de jazz e pop onde eles eram pouco prováveis. O pimba é unificador. Às escondidas, para não parecer mal. Seja numa festa da Quinta do Lago, seja no meio de um churrasco em Massamá, aos primeiros acordes de uma música de Quim Barreiros haverá uma debandada a correr para a pista de dança e a cantar o refrão em alegre e alta voz. Deixem o Pimba em Paz é um concerto e um espectáculo de desconstrução e já não é pouco.

 Ideia Original e Direcção: Bruno Nogueira

Arranjos e Direcção Musical: Filipe Melo e Nuno Rafael

Com: Bruno Nogueira, Manuela Azevedo, Filipe Melo, Nuno Rafael e Nelson Cascais

Management e Agenciamento: Força de Produção

segunda-feira, 7 de agosto de 2023

Cinema \ Setembro | Teatro Narciso Ferreira

 


Cinema Teatro Narciso Ferreira

A Pequena Sereia

de Rob Marshall

23 setembro

sábado. 16:00

cinema famílias

Título Original

The Little Mermaid

EUA, 2023, 130 min, M/6

Ariel, a mais nova e mais desafiante das filhas do Rei Tritão, anseia por saber mais sobre o mundo além-mar, e enquanto visita a superfície, apaixona-se pelo Príncipe Eric. Como as sereias estão proibidas de interagir com os humanos, Ariel faz um acordo com a bruxa do mar, Úrsula, e troca a sua bela voz por pernas humanas, o que lhe dá a oportunidade de experimentar a vida em terra, mas acaba por colocar em perigo a sua vida e a coroa do seu pai.

 Indiana Jones e o Marcador do Destino

de James Mangold

23 setembro

sábado. 21:30

cinema de grande público

Título Original

Indiana Jones and the Dial of Destiny

EUA, 2023, 140 min, M/12

Quinto filme da saga, centrado nas aventuras do conhecido arqueólogo do chapéu e do chicote, Indiana Jones, protagonizado por Harrison Ford, juntamente com Mads Mikkelsen, Phoebe Waller-Bridge e Antonio Banderas

Descanso na tua voz \ O Cão Danado - 2 de set. Praça D. Maria II - Vila Nova de Famalicão e 16 set. Teatro Narciso Ferreira.

 





Descanso na tua voz

O Cão Danado

“O ator e o espectador encontram-se. De igual para igual.

A responsabilidade para que a experiência teatral seja completa depende de todos os intervenientes.

O público passa a cúmplice de uma experiência de partilha entre quem conta uma história e quem ouve.

O objetivo é através do dispositivo cénico, da apresentação no espaço público, da relação próxima e intimista entre ator e espectador, a escrita do texto a pensar na criação de empatia, conseguir devolver ao publico em geral a vontade e responsabilidade da apropriação de um objeto artístico que, em última instância só existe porque o público o faz existir.”

Diana Sá

 2 setembro, sábado, 21:30Praça D. Maria II em Vila Nova de Famalicão

16 setembro, sábado, 18:00 - Teatro Narciso Ferreira

 M/16 . 150min

teatro

Criação- Diana Sá

Textos- Eduardo Brito

Interpretação- Célia Fechas, Flavio Catelli, Gonçalo Fonseca, José Ribeiro, Maria Inês Peixoto, Sara Costa, Valdemar Santos

Espaço Cénico- Patrick Hubmann, Pedro Cavaco Leitão

Figurinos- Sara Barbosa

Desenho de Luz- Ricardo Santos

Desenho de som- João Guimarães

Produção- Nuno Eusébio

Assistente de produção- Inês Mansilhas

Produção- Cão Danado

Coprodução- Rivoli – Teatro Municipal do Porto

CineTeatro João Verde

Apoio Criação

Município de Guimarães, Arga – Tintas

Apoio à residência artística criação

Teatro Experimental do Porto – TEP

Eszter Haffner & Juventus Ensemble | Teatro Narciso Ferreira



Eszter Haffner Filipe Pinto-Ribeiro & Juventus Ensemble

Cidnay International Masterclass Series

No âmbito da parceria estratégica com a Rede Artes Performativas de Famalicão “SOBRE O PALCO”, o TNF inicia, em 2023, uma cooperação com o Cidnay International Masterclass Series (CIMS), um projeto que reúne, anualmente, grandes mestres de renome internacional e dezenas de talentosos jovens músicos. Já na sua terceira edição, conta com nomes de peso como Mischa Maisky, Nobuko Imai, Eszter Haffner, Lily Maisky e Sasha Maisky.

 8 setembro, sexta, 21:30

M/6 . 60min

 música [clássica]

 estreia

 Violino - Eszter Haffner

Piano- Filipe Pinto-Ribeiro- 

Juventus Ensemble:

Violino- Malina Ciobanu

Viola- João Álvares Abreu

Violoncelo- Pedro Silva

Direção Artística Juventus Ensemble- Filipe Pinto-Ribeiro

Direção Artística e Pedagógica CIMS- João Álvares Abreu

Ornitópera, em estreia | Casa das Artes de Famalicão.

 


Ornitópera, em estreia

Uma Produção da Companhia de Musica Teatral, em coprodução com a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e o Teatro Aveirense

30 de Setembro | Sábado | 10h00 e 11h30 |Grande Auditório

1 de Outubro | Domingo | 10h30 e 11h30 |Grande Auditório – Dia Mundial da Música


Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

Duração aproximada: 40 min

Toda a família.  

Destinatários: Adultos acompanhados por bebés (0-2 anos) ou crianças em idade pré-escolar (2-5 anos).

 A Ornitópera é um espetáculo de música-teatral pensado para os mais pequeninos e também para os adultos que eles normalmente trazem consigo. Ou será que é ao contrário? Um dia, os pássaros todos do Mundo reuniram-se numa grande assembleia para tratar dos graves problemas com que Todos se debatiam. Não se sabe porque é que os humanos não foram convidados, talvez por terem sido os causadores da maior parte das questões que os afligiam. E a história segue por aí fora, com muitas peripécias e um final inesperado. No início não tem palavras, no meio também não, e muito menos no final. Como se conta uma história sobre pássaros, muita antiga, que é também um poema ou, se calhar, uma metáfora acerca do que há de mais profundo sobre o que é ser humano? Talvez com Música. A linguagem dos pássaros.

Ficha técnica e artística:

Conceção e produção: Companhia de Música Teatral

Direção artística: Paulo Maria Rodrigues

Intérpretes: Gustavo Paixão, Inês Silva

Espaço cénico: Miguel Ferraz e Paulo Maria Rodrigues

Figurinos: Izabel Rocha

Desenho de luz e direção técnica: Élio Moreira

Pesquisa e recursos educativos: Helena Rodrigues

Gestão de projeto: Artur Silva

Produção executiva: Maria do Céu Santos

Design de comunicação: Mafalda Maia

Ilustrações (pássaros): José Brandão

Coprodução: Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Aveirense 

MULHERES DE SHAKESPEARE, de Fátima Vieira e Matilde Real _ estreia - Encenação de Carlos Pimenta e Interpretação de Emília silvestre e Sofia Fernandes | Casa das Artes de Famalicão

 


MULHERES DE SHAKESPEARE, de Fátima Vieira e Matilde Real _ estreia

Encenação de Carlos Pimenta e Interpretação de Emília silvestre e Sofia Fernandes.

Uma coprodução da Ensemble - Sociedade de Actores com a Casa das Artes de Famalicão e Teatro Municipal de Bragança e São Luiz Teatro Municipal

21, 22, 23 de Setembro | Quinta, Sexta-feira e Sábado| 21h30| Grande Auditório

Entrada:  6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros

M/12

Duração: 70 m

 Os papéis femininos são marcantes nas obras de Shakespeare. Embora relegadas para segundo plano, por contingências certamente mais sociais que dramatúrgicas, o autor inglês mostra-nos, apesar de tudo, como influenciam de forma decisiva as decisões dos homens, que se assumem como centro de decisão e poder. Afinal, o que representa e qual a relevância do espírito feminino na obra de Shakespeare e como se define num contexto assumidamente masculino que impedia as próprias mulheres de se apresentarem em cena? Será somente um contraponto que permite justificar as ações dos homens ou, por outro lado, o seu enaltecimento é assumido pelo bardo como uma espécie de “fuga à censura” e às contingências políticas e sociais da sua época? Recorrendo a uma única atriz em cena que se apresenta como espírito do feminino - convocando diversas personagens e personalidades - procuramos analisar a questão da presença da mulher no âmbito da dramaturgia shakespeariana.

Dramaturgia: Fátima Vieira e Matilde Real

Interpretação: Emília Silvestre e Sofia Fernandes

Encenação e cenografia: Carlos Pimenta

Desenho de luz: Rui Monteiro

Música e desenho de som: Ricardo Pinto

Vídeo: João Pedro Fonseca

Figurinos: Bernardo Monteiro

O TARTUFO, de Molière _ estreia | Casa das Artes de Famalicão.



 O TARTUFO, de Molière _ estreia

Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e 11Zero2

Encenação de Miguel Eloy

15 e 16 de Setembro | Sexta-feira e Sábado| 21h30| Grande Auditório

Entrada:  4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

M/12

Duração: 80 m 

Molière, nome artístico de Jean-Baptiste Poquelin (1622-1673), dramaturgo, ator e encenador francês, é considerado o principal renovador da comédia nacional e, para Voltaire, “o pintor da França” por excelência.

Na casa de Orgon, Tartufo é rei e senhor. O “clérigo” alcançou a confortável – e muito vantajosa – posição de guia espiritual das almas de Orgon e da sua mãe, a Sra. Pernelle, a todo o momento assombradas pela tentação do pecado. A devoção de Tartufo, porém, não é sincera: constitui apenas um expediente para satisfazer as suas pretensões de poder, riqueza e volúpia. Quando Marianne/Mariana, filha de Orgon, lhe é prometida em casamento, a necessidade de desmascarar o impostor impõe-se…  Na língua portuguesa, o termo tartufo, como noutros idiomas, passou a ter a interpretação de pessoa hipócrita ou falso religioso, originando ainda uma série de derivados como tartufice, ou ainda o verbo tartuficar - significando enganar, ludibriar com atos de tartufice.

Um trabalho com ex-alunos da ACE Famalicão, actores emergentes.

“UNSETTLING SELF “de SÃO CASTRO (PT) + “TUMULTE”, de CHRISTINE HASSID (FR)_estreia | Casa das Artes de Famalicão


 “UNSETTLING SELF “de São Castro (PT) + “Tumulte”, de Christine Hassid (FR)_estreia

Kale Companhia de Dança

Dança Contemporânea

Criação em coprodução com Casa das Artes de Famalicão (estreia), Malandain Ballet Biarritz / Festival Temps d'Aimer, Biarritz França, Auditório Carlos do Carmo Lagoa do Algarve, Casa da Criatividade, Teatro Diogo Bernardes Ponte de Lima e Auditório Municipal de Gaia.

8 de Setembro | Sexta-feira | 21h30| Grande Auditório

Entrada:  4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

M/6

Duração: 75 m

Seguindo o espírito de partilha de linguagens que caracteriza o trabalho da companhia, a KALE Companhia de Dança convida duas coreógrafas de reconhecida assinatura estética a desenvolver uma criação original para o jovem corpo de bailarinos da companhia. Este espetáculo apresenta a visão da coreógrafa portuguesa São Castro em “Unsettling Self”, que inspirada por Fernando Pessoa fala de identidade e a sua construção/desconstrução, os conflitos (internos e externos) e os seus diferentes pontos de vista. O palco partilha-se também com a criação de Christine Hassid, "Tumulte", que nos leva a viajar ao encontro do EU através de momentos de confrontação e caos, guiados pela mestria de Chopin. O registo da fisicalidade, energia, detalhe, são distintivos de uma DANÇA QUE DANÇA, que privilegia a corporeidade dos sentimentos, das sensações e a força que acresce à mensagem que nos chega do palco, estes traços são indiscutíveis em Castro e Hassid, e em linha com a essência da rede internacional à qual a KALE pertence, e que pauta a sua identidade artística, a rede Danse qui Danse.

 Ficha Técnica

Coreografias: 

“Unsettling Self”, de São Castro (PT)

“Tumulte”, Christine Hassid (FR)

Desenho de luz: Joaquim Madaíl

Música: São Castro e F. Chopin

Ensaiadoras: Sara Moreira e Inês Negrão

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão, Malandain Ballet Biarritz , França, Auditório Carlos do Carmo Lagoa do Algarve, Casa da Criatividade, Teatro Diogo Bernardes Ponte de Lima e Auditório Municipal de Gaia

Apoio: Ginasiano Escola de Dança, Armazém22

V EDIÇÃO JOF - JOVEM ORQUESTRA DE FAMALICÃO - RESIDÊNCIA ARTISTICA | CONCERTOS - Maestro e Diretor Artístico: José Eduardo Gomes | Casa das Artes de Famalicão

 


V Edição JOF - Jovem Orquestra de Famalicão

Residência artistica | CONCERTOS

Maestro e Diretor Artístico: José Eduardo Gomes

1 de Setembro | Sexta-feira| 21h30| Grande Auditório
2 de Setembro | Sábado| 18h00| Grande Auditório
Entrada: a entrada é livre à lotação da sala, sendo necessário o levantamento prévio do bilhete que terá lugar marcado.
M/6
Duração: 90 min

Programa
“Nyx” de Dimitris Andrikopoulos.

Sinfonia nº 5 de Gustav Mahler.

 

A Casa das Artes de Famalicão organiza, de 28 de agosto a 2 de setembro, a V Edição do JOF - Jovem Orquestra de Famalicão, um estágio/residência e a apresentação de orquestra sinfónica de curta duração, na Casa das Artes, dirigido a jovens instrumentistas oriundos e/ou com formação pré-universitária em Vila Nova de Famalicão. Serão 87 músicos, divididos pelos instrumentos de cordas (violinos, violas, violoncelos, contrabaixos), sopro madeiras (flautas, oboés, clarinetes, fagotes), sopro metais (trompas, trompetes, trombones tenor, trombone baixo e tuba), harpa e instrumentos de percussão. O Estágio JOF procura responder a características únicas do território de Vila Nova de Famalicão, nomeadamente a existência de um forte e dinâmico ecossistema cultural associado ao ensino artístico especializado e ao ensino profissional de música, composto pelas seguintes entidades: CCM – Centro de Cultura Musical, ArtEduca – Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão e ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave. Muitos destes alunos do concelho de Vila Nova de Famalicão têm prosseguido estudos e carreiras profissionais por outras instituições de Portugal e da Europa.

O Estágio JOF procura responder a características únicas do território de Vila Nova de Famalicão, nomeadamente a existência de um forte e dinâmico ecossistema cultural associado ao ensino artístico especializado e ao ensino profissional de música, composto pelas seguintes entidades: CCM – Centro de Cultura Musical, ArtEduca – Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão e ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave.

Muitos destes alunos do concelho de Famalicão têm prosseguido estudos e carreiras profissionais por outras instituições em Portugal e por toda a Europa. O Estágio JOF procura valorizar estes jovens músicos, em formação e em atividade profissional em Portugal e no Estrangeiro, promovendo o diálogo intercultural entre Famalicão e a sua Diáspora, estabelecendo pontes entre o ensino artístico proporcionado na região e o ensino superior. Simultaneamente, procura sensibilizar a comunidade Famalicense para a música clássica, em particular para o repertório orquestral, e promover o binómio artes-educação.