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de Robert Zemeckis
Interpretação: Tom Hanks, Robin Wright,
Paul Bettany, Kelly Reilly e Michelle Dockery.
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de Robert Zemeckis
Interpretação: Tom Hanks, Robin Wright,
Paul Bettany, Kelly Reilly e Michelle Dockery.
de Barry Jenkins
famílias
>6, 115min
Público Geral: 2 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 1 Euro.
Após os eventos do filme “O Rei Leão”, encontramos o sábio mandril Rafiki a contar a história do rei Mufasa e do seu irmão Taka (que mais tarde conhecemos como o ressentido Scar). A ouvi-lo com toda a atenção está a pequena Kiara, neta do soberano, acompanhada pelos inseparáveis Timon e Pumba. Com recurso a “flashbacks”, ficamos a conhecer o momento em que Mufasa, quando era uma cria de leão perdida no mundo, conhece Taka, um leãozinho da sua idade e único herdeiro do vasto território das Terras do Reino. Os dois tornam-se grandes amigos, vivendo experiências que os vão tornar mais próximos, mas que serão também motivo para uma rivalidade que mudará o curso da história daquele lugar. Produzido pela Disney, este filme em “live action” tem realização de Barry Jenkins e é uma prequela do filme de animação realizado por Roger Allers e Rob Minkoff – e que, em 1995, arrecadou dois Óscares: melhor banda sonora e canção.
Título Original: Mufasa: The Lion King
(EUA, 2024)
Dança e Matemática
Projeto Relâmpago/Ventos e Tempestades – Associação Cultural e Companhia
Instável/Porto
25 de Fevereiro |Terça-feira| 10h00 e 11h00 | Pequeno
Auditório | Para Escolas
Entrada Livre, sujeita à inscrição prévia da escola
M/6
Duração: 45 min
27 de Fevereiro |Quinta-feira| 14h30 e 15h30 | Pequeno
Auditório | Para Escolas
Entrada Livre, sujeita à inscrição prévia da escola
M/6
Duração: 45 min
O Homem que só
pensava em números: espetáculo de dança e matemática estreado em
2011 (versão trio),
no Teatro de Campo Alegre, Porto, uma coprodução Companhia
Instável e Serviço
Educativo da Fundação Ciência e Desenvolvimento, promovido pela
Câmara Municipal do
Porto.
O homem que só
pensava em números (Solo) é uma performance de dança e
matemática, de
aproximadamente 45 minutos, construída como um estudo artístico
científico, centrada na
história de um homem que dedica toda a sua existência aos
números e suas
conexões. Aí, nesse mundo de fantasia, este homem descobre sentidos
para cada pensamento
e movimentos para cada descoberta.
Ficha Artística e
Técnica
Criação/Interpretação:
Pedro Carvalho
Música (original):
André Lima
Vídeo (projetado):
João Rei Lima
Conceção Mala:
Barbara Mahler
Desenho de luz: Diogo
Barbedo
Apoio: Centro
Municipal de Juventude de Vila do Conde e From the Core – pilates studio
Composição de Dimitris Andrikopoulos,
Libreto de Fadi Skeiker
Uma criação de Quarteto Contratempus em coprodução: Casa das Artes de
Famalicão e Centro Cultural de Belém
21 e 22 de Fevereiro | sexta-feira e sábado | 21h30| Grande
Auditório
Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão
Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros
Duração: 70 min
Uma terra estrangeira
Uma praia
Pessoas em busca de uma nova esperança
As suas memórias
Memórias do passado
Um passado que não deixou espaço para a esperança
A única solução é fugir
Permitir-se sonhar com um novo começo
Uma nova casa
Tudo o que é preciso são 18 meses
18 meses para escapar
18 meses para sobreviver
18 meses para sonhar
18 meses.
(Dimitris Andrikopoulos, Composição)
18 Months (18 Meses) é uma ópera que explora a jornada
angustiante de refugiados que escapam da sua terra natal devastada pela guerra
à procura de segurança. A ópera explora a luta desesperada dos refugiados no
mar, intervenções divinas que questionam a natureza do sofrimento e o desafio
que é encontrar aceitação numa nova terra. À medida que os refugiados enfrentam
os seus traumas do passado e lutam por um futuro de esperança, 18 Months
examina a resiliência do espírito humano e a interação complexa entre a esperança,
a empatia e as duras realidades conferidas por estarem fora do seu país de
origem. A ópera baseia-se em histórias da vida real que o libretista recolheu
de refugiados afegãos, sírios e ucranianos que vivem em Portugal.
(Fadi Skeiker, Libreto)
Ficha
Artística
Uma criação de Quarteto Contratempus
Composição: Dimitris Andrikopoulos
Libreto e Recolha de depoimentos de refugiados: Fadi
Skeiker
Encenação: Nuno M Cardoso
Figurinos e Cenografia: Nuno Carinhas
Interpretação: Teresa Nunes (Soprano), Miguel Leitão
(Tenor), Crispim Luz (Clarinete), Carolina Leite Freitas (Violoncelo) e
Bernardo Pinhal (Piano)
Vídeo e Desenho Multimédia: Hugo Edgar Mesquita
Desenho de Luz e Operação: Mariana Figueroa
Desenho de Som e Operação: João Monteiro
Produção e Comunicação: Jessica Roque e Marta de Baptista
Comunicação: Ana Almeida
Apoio à criação: Raquel Melo
Registo: Vídeo Miguel F
Registo Fotografia: Pedro Sardinha
Agradecimentos: Agrupamento de Escolas de Maximinos,
Centro Social das Antas, Orquestra Afegã de Braga
Coprodução: Casa das Artes de Famalicão, CCB – Centro
Cultural de Belém
O Quarteto Contratempus é uma estrutura financiada pela
República Portuguesa – Cultura / Direção Geral das Artes
Música para Famílias
Bolsa D'Originais
Espetáculo para famílias
15 de fevereiro I Sábado I 16:30 I Pequeno Auditório (para famílias)
Espetáculo Musical com música original, criado a partir do conto e ilustrações da autora Dina Sachse.
M/4
Duração:45 min
Entrada: 5 euros para adulto, com entrada livre para a criança
Ficha Artística
Direção Artística: Joana Godinho
Direção Musical: Vasco Ramalho
Autora do Conto e ilustradora, dinamizadora dos workshops: Dina Sachse
Versátil Ensemble:
Bruno Martins – Contrabaixo
Daniela Pinhel – Oboé e Corne Inglês
Joana Godinho – Canto e narração
Lana Gasparotti – Teclado e sintetizador
Vasco Ramalho – Percussão
Direção Técnica e de som – Fernando Mendes
Um projeto original
que surge de uma parceria com a escritora e ilustradora de livros
para crianças, Dina
Sachse, autora do conto Malvico Sarapico, O Duende Mafarrico. Um
livro que remete os
leitores para um mundo mágico de duendes e criaturas fantásticas,
transmitindo valores
como a amizade e igualdade, numa linguagem de fácil acesso e
compreensão para um
público-alvo entre os 3 e os 10 anos de idade.
Oficina do Conto
15 de fevereiro I Sábado I 10:30 I Sala de Ensaios
(para crianças)
Interpretação e análise do Conto Malvico Sarapico,
Um Duende Mafarrico, promovendo um debate e análise dos sentimentos e valores
presentes na estória e o pensamento e sentido crítico dos mais novos através da
literatura.
Dinamização pela escritora/ilustradora Dina Sachse
M/4
Duração: 25
min
Oficina de Artes plásticas
15 de fevereiro I Sábado I 11:00 I Sala de Ensaios
(para crianças)
Dinamização pela escritora/ilustradora Dina Sachse
Tendo como ponto de partida o conto, permitindo a
exploração da criatividade das crianças, através de diversos materiais e
técnicas de artes plásticas.
M/4
Duração: 60 min
Entrada (conjunto das duas oficinas): 2 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 1 Euros
Oficina do Conto
15 de fevereiro I Sábado I 10:30 I Sala de Ensaios
(para crianças)
Interpretação e análise do Conto Malvico Sarapico,
Um Duende Mafarrico, promovendo um debate e análise dos sentimentos e valores
presentes na estória e o pensamento e sentido crítico dos mais novos através da
literatura.
Dinamização pela escritora/ilustradora Dina Sachse
M/4
Duração: 25
min
Oficina de Artes plásticas
15 de fevereiro I Sábado I 11:00 I Sala de Ensaios
(para crianças)
Dinamização pela escritora/ilustradora Dina Sachse
Tendo como ponto de partida o conto, permitindo a
exploração da criatividade das crianças, através de diversos materiais e
técnicas de artes plásticas.
M/4
Duração: 60
min
Entrada (conjunto das duas oficinas): 2
euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65
anos): 1 Euros
Fado no Café da Casa
Musica / Fado
13 de Fevereiro| quinta-feira | 21h30|
café-concerto
Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão
Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros
M/6
Duração: 80 min
2ª parte – Paula Canossa
Guitarra Portuguesa – João Martins
Viola de Fado – João Araújo
Baixo
acústico – Filipe Teixeira
Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a ACAFADO – Associação Cultural & Artística Famalicão Fado.
Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes irá celebrá-lo mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores. No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO.
Produção:
Teatro Nacional 21
Coprodução:
Casa das Artes de Famalicão, Teatro Viriato e São Luiz Teatro Municipal
Teatro
7 e 8 de Fevereiro| sexta-feira e sábado I 21h30|
Grande Auditório
Duração: 100 m
Ingmar convida alguns dos seus mais próximos amigos para
um jantar em sua casa. Um
encontro improvável, dadas as características destes mas,
nem por isso impossível.
Durante o jantar bebem, comem, alegram-se e criticam-se.
Levantam questões
existenciais entre si e a humanidade.
O jantar vai decorrendo com conversas sobre as incertezas
que cada um tem na relação com o outro. Irónico e desconfiado, Ingmar tenta
moderar, com alguma dificuldade, o efeito do conflito que não é outra coisa
senão: o sentido da vida, o fundo da alma, a dor, o sonho, os segredos mais
profundos que nunca são revelados a ninguém e que os leva ao confronto consigo
próprios num lugar de dentro, agitado por dúvidas cruéis. São eles que o dizem
mas nós também ali estamos por completo.
A montanha russa dos afectos. O pensamento em rodopio no
vazio delirante da vida. A
transformação do ser em encontros, aparentemente
impossíveis. A nossa debilidade
perante a certeza do fim. O ser, em carne e osso, dos
nossos medos e dos nossos desejos.
“É do verdadeiro adversário que te chega uma coragem
infinita”.
Franz Kafka
Ficha
Artística
Direção:
Albano Jerónimo e Claúdia Lucas Chéu
Texto:
Maria Quintans
Atores:
Luís Puto, Rita Loureiro, Iris Cayate, Maria Ladeira e Pedro Lacerda
Direção
de Arte: Albano Jerónimo e Claúdia Lucas Chéu
Cenografia:
BLUE
Figurinos:
Helena Guerreiro
Desenho
de luz: Rui Monteiro
Música:
Carincur
Vídeo:
João Pedro Fonseca
Dramaturgia:
Claúdia Lucas Cheu e Maria Quintans
Assistência
de encenação e produção: Solange Freitas
Comunicação:
Sara Cavaco
Direção
de produção: Francisco Leone
GNR
45 anos
1 de fevereiro | sábado|21h30 | Grande Auditório
Música
Entrada: 15
euros. Estudante, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65
anos): 7,5 Euros
M/6
Duração: 75
min
Os GNR fazem parte do
imaginário de várias gerações, com “Dunas”,
“Efectivamente”, ou
“Pronúncia do Norte”, a fazerem parte da banda sonora da
vida de milhões de
portugueses. Para além dos grandes êxitos, o último single “Eu
não sou assim”, editado em
2023, rapidamente conquistou o público e as grandes
rádios nacionais, abrindo
a porta para a chegada de novos temas originais. Para
celebrar os seus 45 anos
de carreira, os GNR estarão em digressão com um novo
espectáculo, preparado
para todos os gostos e idades e recheado com todos os
seus grandes clássicos. Com
um percurso ímpar em Portugal, referência do Pop
Rock português, Rui
Reininho Toli César Machado e Jorge Romão celebram 45
anos de carreira dos GNR,
em 2025.
PaPI – Opus 10
1 de Fevereiro |Sábado| 11h00 e 15h00 | Pequeno Auditório | Para Famílias
Entrada: 5 euros para adulto, com entrada livre para a criança
M/3
Duração: 45 minTeatro para a Infância
Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Música Teatral
PaPI-Opus 10
inspira-se no universo criativo de A Liberdade a Passar Por Aqui e dará
continuidade ao ciclo
Peça a Peça Itinerante (PaPI), um conjunto de pequenas peças
músico-teatrais
concebidas de raiz para poderem circular facilmente por jardins de
infância e
instituições culturais e educativas interessadas em promover o acesso à
cultura. Os primeiros
PaPIs foram gerados em residências artísticas multidisciplinares e
intergeracionais
realizadas na Fundação Calouste Gulbenkian no âmbito do projeto Opus
Tutti. A Casa das
Artes de Famalicão associou-se, desde o início, a esta prática artística
e vários jardins de
infância da “envolvente” puderam usufruir deste contributo inovador
no nosso país. Nos 25
anos da CMT, em co-produção com Casa das Artes de Famalicão,
estreamos mais um
PaPI, festejando também um ciclo artístico que se tem
revelado um sólido
contributo no domínio da arte para a infância e em que a CMT e a
Casa das Artes deram
os primeiros passos em conjunto.
1 de Fevereiro |Sábado| 11h00 e 15h00 | Pequeno
Auditório | Para Famílias
Entrada: 5 euros para adulto, com entrada livre para a criança
M/3
Duração: 45 min
Ficha técnica:
Conceção: Companhia de Música Teatral
Coprodução: Fábrica das Artes do Centro Cultural de Belém,
Casa das Artes de
de Famalicão, Cineteatro Louletano
Intérprete: Mariana Caldeira Pinto
Direção artística: Helena Rodrigues e Rita Roberto
Gestão de Projeto: Céu Santos
Assessoria financeira: Artur Silva
Coordenação Geral: Helena Rodrigues
Gestão de comunicação: Mariana Vences
Design de comunicação: Mafalda Maia