Roda Pé!
ArtEduca | Conservatório de Música
de Vila Nova de Famalicão
terça. quarta
19:30
M/6 . 60min
Ensemble Professores
Liliana Magalhães, Diana Costa e Beatriz Correia
Margarida Gomes
Liliana Magalhães
ArtEduca | Conservatório de Música
de Vila Nova de Famalicão
terça. quarta
19:30
M/6 . 60min
Ensemble Professores
Liliana Magalhães, Diana Costa e Beatriz Correia
Margarida Gomes
Liliana Magalhães
25º Aniversário
Fundados em 1998, o grupo musical famalicense Via Sacra apresenta atualmente um amplo reportório de temas originais, desenvolvidos e registados em estúdio, que fazem sobressair a diversidade sonora. Um “caminho” percorrido ao longo de 25 anos que será celebrado no palco do Teatro Narciso Ferreira. Os elementos do grupo Via Sacra pretendem levar o público a lugares imaginários, onde cada um constrói o seu próprio “The Road” (caminho).
M/6 . 60min
Teclista- João Martins
Vocalista- Lázaro “Jimmy”
Guitarrista- Paulo Monteiro “Demo”
Guitarrista- Rui Barroso
Baterista.- Luís Pereira
Baixista- João Da Costa
Cinema
No Teatro Narciso Ferreira
Super Mario: O Filme
de Aaron Horvath, Michael Jelenic
sábado . 16:00
cinema famílias
The Super Mario Bros. Movie
EUA/Japão, 2023, 90 min, M/6
Enquanto trabalham numa instalação subterrânea para reparar uma
conduta de água, Mário e o seu irmão Luigi, dois canalizadores do bairro de
Brooklyn, viajam para um mundo mágico através de um labirinto misterioso.
Quando são separados, Mario inicia uma missão épica para se reencontrar com o
irmão. Com a ajuda de Toad e com algum treino da determinada governante do
Reino Cogumelo, a Princesa Peach, Mario desenvolve o seu próprio poder.
de Chris McKay
sábado . 21:30
cinema de grande público
EUA, 2023, 90 min, M/16
This.articolazione Itália
TNF & INAC Instituto Nacional de Artes de Circo
No âmbito da parceria estratégica com a Rede Artes Performativas de Famalicão “SOBRE O PALCO”, o TNF inicia em 2023 um projeto de Residências Artísticas Internacionais com o INAC – Instituto Nacional de Artes do Circo, proporcionando um espaço de criação para artistas emergentes e fomentando o diálogo da estética do circo contemporâneo com a comunidade local. Com curadoria geral INAC, as companhias foram selecionadas por Open Call e estarão em residência no Teatro Narciso Ferreira, apresentando-se para escolas e para público em geral, com uma conversa pós espetáculo.
“Era uma vez um corpo de plástico. Talvez era apenas um, talvez
10, talvez cem... Talvez cento e um! Era uma vez muitas pequenas “cyborg” que
animavam a vida de muitas crianças, deixando-as imaginar uma variedade de
mundos, lugares e possibilidades que poderiam se materializar e viver graças a
esses pequenos seres inanimados. Morgana: uma criança que acorda cedo de manhã
e enquanto espera que os seus pais acordem faz o que todas crianças fazem e que
quase nenhum adulto faz: brincar! Barbies:
companheiras de jogos, de imaginação, de aventuras possíveis e impossíveis que
nesta situação absurda assumem todos os papéis que querem (…)”
Morgana Morandi (Itália) é formada pela Scuola Circo Flic e Mestra
em Psicologia Neuro Psicossomática em Villaggio Globale. Possui também um Bacharel
em Ciências no instituto bilíngue (inglês espanhol) e formada em Ciências e
Técnicas de Psicologia na Alma Mater Studiorum, de Bolonha.
2 junho
sexta . 10:30
sessão para escolas (1º ciclo)
3 junho
sábado . 21:30
público em geral
espetáculo (estreia) + conversa
circo contemporâneo
M/6 . duração 40'
Companhia
Miss SBarbie
Direção e interpretação
Morgana Morandi
Música
Swati nog
Figurino
Morgana Morandi
Olhar externo
Marianna De Sanctis
Teresa Noronha Feio
Coproduções
FLIC Scuola di circo - RSGT Residenza Surreale
Dance Gallery - Residenza HOME
SOLO BUT NOT ALONE Focus Italy
Produção
INAC – Instituto Nacional de Artes do Circo
Coprodução
Teatro Narciso Ferreira [Casa das Artes de Famalicão]
Circo contemporâneo
Coprodução
Instituto Nacional de Artes do Circo / Casa das Artes de Vila Nova de
Famalicão.
Apresentação
do primeiro trabalho profissional dos Alunos Finalistas do Instituto Nacional
de Artes do Circo
27 de Junho
a 2 de Julho | terça-feira a domingo | 21h30 | Grande Auditório
Artes do
Circo/ Circo contemporâneo
Entrada: 4
euros. Estudantes,
Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros
VALERIA ELIZONDO CARRILLO (COSTA RICA)
“¿Y si bailamos?”
Compras. Sofá. Café? Eu esqueci! Oh! Vamos
limpar! E se dançarmos? Vamos dançar! Vamos aproveitar, vamos viver! Ah o café!
Que rico! Viajo, sinto, mergulho... suspiro, cansaço, felicidade, oscilante,
derretendo, não quero, mas quero, porque tudo que sobe tem que descer? Uns
dançam para lembrar, outros dançam para esquecer. “E se dançarmos?”
TIAGO PERES (PORTUGAL)
“Acumulação do Agora”
Há quem não acredite, há quem nunca se
apercebeu, há quem nunca se questionou para tal! O descobrimento constante,
nesta imposta realidade presente, parte de dentro de cada ser moléculoso. Onde
o desconhecido é apenas um factor presente que está relacionado com cada
submundo, cada consciência, cada aceitação-limitada. A força da natureza traduz
um pouco a essência deste espectáculo. Onde a terra dá frutos a oportunidade da
experiência e com ela se desfruta a viagem de ser vivida. Não há quem quer, mas
há quem mais precisa!?
OLGA KOULTOUKI (GRÉCIA)
“Fearland”
Em "Fearland" após o choque
traumático que sofre, a performer não consegue encarar a realidade e se refugia
em seu próprio mundo cheio de medo e desconfiança. Será que ela conseguirá
encontrar o caminho certo de volta? Ou o tempo será muito cruel com ela?
SARA MONTANARO (ITÁLIA)
“Scorcio”
Um organismo, uma entidade, faz o seu
caminho através do que resta de um cenário comprometido e esquecido. O
nascimento e construção de um pequeno mundo, que se contamina e eventualmente
morre, destrói-se a si próprio e regressa ao local onde tudo começou.
28 Jun
PAMINA MILEWKSA (ÁUSTRIA)
“A ordem das coisas”
“A ordem das coisas” é o título duma
mono-peça de teatro circense experimental em qual a personagem “Hortelazinha”
pesquisa e descobre o universo de limpeza no chão e no ar. Qué é a ordem das
coisas? Como tem de ser? Que se passa se mudam a ordem das coisas? Trata-se das
mudanças no ritmo? O ritmo que pode ser como as ondas do mar, algumas delas
chegam a emocionar as pessoas, outras são só para olhar e escutar ou dão medo. O
tecido está mesmo sujo e com muito pó em cima. “Hortelazinha“ gosta muito da
música. A vida é mais leve com ela e as emoções têm para onde ir. Bem-vindos á
essa experiência e co-criação, serão 20 minutos do caos que também tem a sua
ordem
ERIK LIVERMORE (NORUEGA)
“Professor Schreber's lines of flight”
Como objetos parciais, sempre buscamos
conectar, criar fluxos, quebrá-los, criar novos. O que acontece quando não
temos voz na codificação de nossos fluxos de produção desejante? Uma história
do quase, da permanente incompletude de ter objetivos e adaptação.
CAMILO HENRIQUEZ (CHILE)
“Ciências Anárquicas”
"Ciências Anárquicas" é a
fantasia de um jovem adolescente prisioneiro dos esquemas sociais da escola,
forçado a uma rotina, forçado a ser igual aos outros, forçado a aprender um
sistema educacional que não ensina a questionar, imaginar, ser curioso ou
desenvolver de acordo com as faculdades de cada um. Viajando entre teatro
físico, dança, pinos e acrobacias como disciplina circense, a linguagem
corporal do jovem sofre uma alteração em consequência de um colapso emocional;
confusão, raiva, frustração e a libertação de ser através do punk rock! Esta
peça convida à nostalgia, a recordar, todos foram ou serão adolescentes, a
adolescência é uma fase em que há muito fluxo de mudanças, aprendizagem do
próprio ser e desenvolvimento da consciência.
MANDÍBULA (ESTHER DORLÉAN e JULIA FARIA)
(FRANÇA E BRASIL)
“FERMI GRENU um animal altamente tóxico”
Dois seres confeccionam uma fermentação
diária em um laboratório entre o subsolo e o terceiro andar. É necessário
prestar atenção em um ambiente esterilizado porque as coisas podem sair do
controle.
29 Jun
STAV
PINTO (ISRAEL)
“Mesarevet”
"Mesarevet"
("Eu me recuso", feminino, hebraico) é uma peça solo que apresenta
visualmente a complexa narrativa do conflito israelense-palestino por meio da
dança e da manipulação de objetos. Ela conta a história como um quadro amplo
por meio da montagem e desmontagem de estruturas, mostrando a paisagem em
mudança, pois a realidade emocional-pessoal é trazida pela dança para dentro
desse ambiente caótico e estressante. “Mesarevet '', “eu me recuso”, já que a
principal afirmação do programa é recusar-se ativamente a odiar, recusar-se a
escolher um lado e deslegitimar a narrativa e as necessidades dos outros.
DAYSE
ALBUQUERQUE (BRASIL)
“POR DEBAIXO DOS
PANOS”
Uma manhã de
sábado em plena terça feira. Cabe a você a decisão de se expor ao sol. Pernas e
pés correm soltos pelo ar
Mas e se uma mesa
pudesse caminhar? Quais histórias traria para contar?
Um buraco se
preenche, o ilógico se mistura com o cotidiano. A surpresa não pede licença,
mas te convida para entrar.
MOMI MARIN (CHILE)
“IN-SÔNIA”
Um sonho
entrelaçado que não distingue entre o onírico e o cotidiano. Onde a personagem
viaja em profundo estado de sonolência. Este corpo dançante e acrobático depois
de vários eventos acorda e se encontra numa manhã turbulenta.
RADARANI
OLIVEIRA (BRASIL)
“arʘanda”
arʘanda é uma
peça sobre ressignificâncias e acasos que inventam o mundo. A vida quer mais
vida, mas para isso também é preciso morrer, deixar pra trás, reconstruir e dar
novos sentidos. A partir dos elementos cênicos, cria-se mecanismos de idas e
vindas, pequenos circuitos que se transformam em cena, modificando a personagem
e as circunstâncias.
30 Jun
GIOVANNI CONCATO (ITÁLIA)
“Safari”
Vozes em off, entidades voadoras não
identificadas, equilíbrios de madeiras à deriva, um espelho do vazio e uma
caixa acrílica a embalar a atmosfera enfumaçada. Ce que je ne comprends pas, je l'accepte plus
qu'une chose que je comprends. Ossos de choco e
destroços sobrevivem em substratos sonoros surreais. O equilíbrio é diagonal,
roto, curvo. A composição da desordem é a cargo da nossa liberdade de imaginar.
Qual é a caducidade dos nossos vestígios?
STEPHANIE SKREIN (ÁUSTRIA)
“Good Boy”
Hernando é um bom menino. E o Hernando
gosta de brincar. Ele nos convida para seu pequeno cabaré, onde nos mostra seus
jogos. Como ele luta contra o touro forte e como constrói uma bomba atómica.
Como ele faz a supremacia branca se erguer sobre a escória negra. É tudo apenas
um jogo no Cabaré do Hernando!
JOKA (PORTUGAL)
"Alter Ego"
"E se a nossa mente fosse
fragmentável? E se coexistirmos com outras personalidades no nosso próprio
corpo? E se não soubéssemos que elas existem? Uma história sobre uma personagem
que sem saber criou "alter egos" para se defender e se proteger dos
sofrimentos da vida. O conflito entre o querer viver e morrer, a incerteza
entre o que é real ou não, cria uma depressão imensa na personagem que faz com
que o refúgio nos vícios e no suicídio seja uma opção acertada. Uma busca por
uma certeza, por um esclarecimento, que leva a luta entre várias personalidades
pelo destino desse corpo. O que será que poderá suceder quando não temos o
total controlo do nosso corpo? O que a nossa mente pode criar a seguir?"
FABIANA DÍAZ (CHILE)
“Entre-el-azar”
Entre cordas e entre-el-azar vai
transitar. Um processo de liberação vai se aproximar. Em contração seu
movimento vai soltar. O surgimento
chegou e sem voz ficou. Mas o nó deixou. Então não acabou.
1 Jul
FERNANDO NOGUEIRA (BRASIL)
“FORMA”
Um conjunto dos limites exteriores.
Objeto confuso, impossível de se definir. Expressão em forma física ou filosófica.
O princípio que determina nossa essência. Forma é uma reflexão que através do
circo propõe ao público um diálogo sobre como nossa forma é volátil e
inconstante, e busca a partir dessas mudanças encontrar aquilo que nos torna
únicos, a essência que harmoniza nossa realidade e nos representa no espaço e
tempo. Forma te leva em uma viajem sensorial por dentro do existencialismo
humano, e retrata uma distopia onde o pensamento criativo já não existe mais,
até que começa a surgir em cena impulsos desconhecidos que guiam este
personagem em uma reflexão que o faz perceber que aqueles impulsos são a única
maneira de descobrir qual sua a essência, a única coisa que nos torna únicos -
a nossa maneira de criar.
FILIPA MADEIRA (PORTUGAL)
“ A Lebre e a Tartaruga”
Opor é colocar uma coisa diante da outra.
Aqui, as realidades opostas são colocadas frente a frente.Numa corrida contra o
tempo, contra as condições internas e externas, duas criaturas apresentam-se e
desafiam-se. Quem ganha e quem perde este jogo? Será que os opostos se atraem,
se ligam, combinam...?
LUIZA ADJUTO (BRASIL)
“Um quê de mim reversa”
Um ato, uma cena, uma dança de uma mulher
entre objectos e o risco. Um Quê de Mim Reversa convida o público a uma imersão
em um universo em movimento, com símbolos e metáforas sobre a vida e sua
fragilidade. Quando foi a última vez que a vida te atravessou? É que no fim
tudo vira festa.
2 Jul
INÊS PINHO (PORTUGAL)
“Os gatos caem sempre de cara ou como salvar as abelhas”
Convido-vos a visitarem este meu lugar. Antes
de entrar pode ser necessário descalçar os sapatos e desligarem o vosso desejo
de entender. Aninhados entre o poético e o surreal celebraremos a absurdidade
da vida, correremos atrás de significados como um gato corre atrás de um fio e
com sorte cairemos de novo na natureza fragmentada dos pensamentos e acções
humanas. A galinha já atravessou a rua porém eu deixar-vos-ei aqui, no meio do
rebanho, num mundo que constantemente nos puxa para diversas direcções.
EVA MORAIS (EVITA) (PORTUGAL)
“Error 502: Gateway to Chaos”
O Erro 502 ocorre quando algo no processo
de comunicação entre servidores de rede falha. A relação entre humanidade e
inteligência artificial (IA) parece padecer de um tipo de erro semelhante. Error
502: Gateway to Chaos parte de uma falha de comunicação que abre a porta ao
caos. Numa jornada satírica e estimulante, com circo como fio condutor, somos
levados a vislumbrar um futuro distópico, mas provável. A falta de
entendimento, resultante do colossal escalar do desenvolvimento tecnológico,
leva à perda de controlo sobre algo que nós próprios criámos. Travando uma
guerra pelo poder e recorrendo às estratégias mais absurdas para vencer, este
espetáculo convida-nos a refletir sobre o papel da tecnologia nas nossas vidas
e o destino que estamos a traçar com o imparável desenvolvimento da IA. "Control is about as
real as a one-legged unicorn taking a leak at the end of a double rainbow.” -
Ray Heyworth in Mr.Robot (S2,Ep3).
MALIN HANNAH JORINA (ÁUSTRIA)
“Chá Chá Chantilly”
“Durma bebé durma, aproveite o máximo que
puder. Porque eu quero fazer parte do clã das bruxas”, ela canta. Voos
emocionantes de fantasia, feitiços peludos e danças selvagens com os espíritos
de que ela realmente precisa. Terá ela sucesso? Pelo menos ela viu isso em seus
sonhos. Chantilliana voava alto e estava preparada para descer e salvar o
mundo. Se ela não o fizesse, quem mais tomaria essas acções corajosas? Passo a
passo, ela revelará camadas de sua personalidade e convidará o público a fazer
parte de sua jornada. Será ela a culpada e quem será salva? Assassinato pode
ter um gosto tão doce. Ainda mais com creme.
Entrada: 4 EUROS
Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e
Seniores (a partir dos 65 anos): 2 euro
A Pequena Sereia de Rob Marshall
24.Jun.
(sábado) – 15h00 / 17h30– Grande Auditório
Ariel, a mais nova
e mais desafiante das filhas do Rei Tritão, anseia por saber mais sobre o mundo
além-mar, e enquanto visita a superfície, apaixona-se pelo Príncipe Eric. Como
as sereias estão proibidas de interagir com os humanos, Ariel faz um acordo com
a bruxa do mar, Úrsula, e troca a sua bela voz por pernas humanas, o que lhe dá
a oportunidade de experimentar a vida em terra, mas acaba por colocar em perigo
a sua vida e a coroa do seu pai.
Título original:
The Little Mermaid (EUA, 2023, 130 min)
Realização: Rob
Marshall
Interpretação:
Halle Bailey, Jonah Hauer-King, Daveed Diggs, Awkwafina, Javier Bardem,
Classificação: M/6
Uma Coprodução
- 11Zero2, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Aveirense
Texto de Lars
Norén, encenação de Manuel Tur
17 de Junho|
21h30 | Sábado | Grande Auditório
Entrada: 6
euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65
anos): 3 Euros
Teatro
M/16
Duração: 65
min
A partir do diário íntimo de Sebastian Bosse, publicado na internet, Lars Norén escreveu um texto intenso, frio e clínico. Sebastian, a 20 de Novembro de 2006, disparou sobre alunos e professores do seu antigo liceu, antes de se suicidar. Na esperança de ser ouvido, tinha deixado uns dias antes o seu diário na Internet onde descrevia as suas frustrações na escola, as humilhações constantes de que fora vítima pelos colegas, a sua incapacidade em fazer amigos. Este será o seu último dia numa escola que, como ele nos diz, lhe ensinou que era um perdedor. Texto intenso, concreto, realista e trágico onde a memória passa como sombras na consciência, expõe o mecanismo de humilhação, a confusão de valores, o fascínio pela guerra e pelas armas, o sentimento de exclusão e desprezo vividos pelo jovem. As palavras do jovem Sebastian Bosse reduzidas à sua expressão mais simples, são singulares e excessivas. As referências à cultura juvenil e global dos vídeojogos e a interpretação crítica da sociedade ocidental encontram necessidade de um público mais vasto, de um público que se encontra para além das fronteiras da sua língua original impelindo-o por vezes a falar em inglês - a linguagem global - para que um mundo inteiro o compreenda.
Ficha Técnica
Texto: 20 de Novembro de Lars Norén
Encenação: Manuel Tur
Interpretação: Rafael
Ferreira
Tradução: Francis Seleck
Espaço Cénico: Ana Gormicho
Figurinos: Anita Gonçalves
Desenho de Luz: Cárin Geada
Desenho de Som: Joel Azevedo
Assistência de Projecto:
Nádia Matos
Coprodução: 11Zero2, Casa
das Artes de Famalicão, Teatro Aveirense
Uma produção
da A Momento – Artistas Independentes, em coprodução com: Casa das Artes de
Famalicão, Teatro Diogo Bernardes, Cineteatro Louletano, São Luiz Teatro
Municipal e Teatro José Lúcio da Silva
Texto de
Gonçalo M. Tavares, encenação de Diogo Freitas
9 e 10 de Junho|
21h30 | Sexta-feira e Sábado | Grande Auditório
Entrada: 6
euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65
anos): 3 Euros
Teatro
M/14
Duração: 75
min
"O FIM" parte do encontro do texto inédito “A Velhice” de Gonçalo M. Tavares com o desejo da Momento - Artistas Independentes de trabalhar temas como a Morte, o Fim e a própria Velhice. Quatro almas vagueiam por o que é, aos nossos olhos, uma sala de espera de um hospital. Cada uma tem uma razão muito forte para ali estar e, talvez, para habitar aquele espaço para todo o sempre, como se congelassem o instante lúcido em que se apercebem estar mais próximas da Morte – a fiel companheira. Ecoando como um grito de desespero, de loucura, de força e de vulnerabilidade, as transformações nas suas vidas individuais passadas coletivamente naquela sala branca acabam por revelar que, na verdade, só a Morte é o verdadeiro melhor amigo do ser humano. Assim, do pálido realismo ao saturado surrealismo, o espetáculo representa as fases da vida que forçam o recordar daquilo que, como seres humanos, melhor gostamos de esquecer: a efemeridade da vida. Será apenas coincidência o facto de irmos ficando todos ‘xexés’ à medida que nos vamos esquecendo de esquecer? E que doloroso é relembrar que estamos só a uma palavra do nosso próprio fim.
Texto: “A Velhice” de
Gonçalo M. Tavares
Criação e Encenação: Diogo
Freitas
Assistência de Encenação e
de Produção: Filipe Gouveia
Interpretação: Clara
Nogueira, David Almeida, Pedro Oliveira e Sara Maia
Direção de Movimento: Carlos
Silva
Desenho e Operação de Luz:
Pedro Abreu
Operação de Luz: Loulé
Filipe Carvalho
Música e Composição Sonora:
Cláudio Tavares
Operação de Som: Cláudio Tavares
Operação de Som: Loulé
Miguel Moreno
Cenografia: Rita Cruz
Assistente de Montagem
Cénica: Carolina Trigo
Figurinos: Anne Carestiato
Assessoria de Imprensa: Rita
Torcato / Wake Up Comunicação!
Acompanhamento fotográfico:
José Caldeira
Gestão de Redes Sociais e
Design Gráfico: Carol F. Torres
Acompanhamento de Vídeo e
Teaser: Os Fredericos
Parceiro de Comunicação:
Antena 2
Gestão Financeira: Cláudia
Meireles
Residência Artística: Teatro
Narciso Ferreira
Apoios: Vieira de Castro,
Servilusa, Decormor, BW (BelieveWork Unip. LDA) e CachepotArtes
Agradecimentos: Carlos
Neves, Rúben Meireles, André Santos, Pedro Salbani, Ricardo Cruz, Anabela
Pereira , Carolina Trigo e Francisca Simões
Coprodução: Teatro Diogo
Bernardes, Casa das Artes de Famalicão, Cineteatro Louletano, São Luiz Teatro
Municipal e Teatro José Lúcio da Silva
Produção: Momento – Artistas
Independentes
A Momento – Artistas
Independentes tem como principal parceiro financeiro o Município de Vila Nova
de Famalicão.
Fado
no Café da Casa
Musica/ Fado
8 de Junho| quinta-feira | 21h30| café
concerto
Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão
Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros
M/6
Duração: 80 min
Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a ACAFADO – Associação Cultural & Artística Famalicão Fado.
2ª parte
– Fernando João
Guitarra Portuguesa – João Martins
Viola de Fado – João Araújo
Viola baixo – Filipe Fernandes
Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes
irá celebrá-lo-á mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada
a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores. No Café
Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional
tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado,
como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO.
6.º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS
ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO
Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão
Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/4 -Duração: 70 min
Orquestra Sinfónica ESPROARTE (Escola Profissional de Arte de Mirandela)
Orquestra ESPROARTE
Maestro I Gustavo Delgado
Solista I Job Tomé
A Casa das Artes organiza em coprodução com a APROARTE- Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2023. Adotando o formato dos Concertos Promenade, de Maio a Dezembro, aos domingos de manhã, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.
Cinema _ 22.º Aniversário da Casa das Artes
Entrada: 4 EUROS
Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e
Seniores (a partir dos 65 anos): 2 euro
Super Mario: O Filme
3.Jun. (sábado)
– 15h00 / 17h30
/ 21h30– Grande
Auditório
Enquanto trabalham numa instalação
subterrânea para reparar uma conduta de água, Mario e o seu irmão Luigi, dois
canalizadores do bairro de Brooklyn, viajam para um mundo mágico através de um
labirinto misterioso. Quando são separados, Mario inicia uma missão épica para
se reencontrar com o irmão. Com a ajuda de Toad e com algum treino da determinada
governante do Reino Cogumelo, a Princesa Peach, Mario desenvolve o seu próprio
poder.
Título
original: The Super Mario Bros. Movie (EUA/Japão, 2023, 90 min)
Realização: Aaron Horvath, Michael Jelenic
Classificação: M/6