quinta-feira, 20 de maio de 2021
quinta-feira, 13 de maio de 2021
CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão Episódio 5.1 – Maio de 2021 | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.
CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão
Episódio 5.1 –
Maio de 2021
De 10 a 17 de Outubro passado, em vários espaços da Casa das Artes, projetou-se o quinto episódio do CLOSE-UP, com um panorama de sessões orientadas sob o mote do Cinema na Cidade, onde a produção do presente a e a história do cinema se encontraram (ver www.closeup.pt).
Em Maio, reporemos a primeira réplica deste episódio, com propostas para o público geral e a presença no Agrupamento de Escolas D. Sancho I:
(1) para o público geral, uma tarde de sábado onde encontraremos Luis Buñuel e Nanni Moretti: OS ESQUECIDOS, primeira grande obra saída do período mexicano de Buñuel, retrato da juventude nos bairros da cidade do México; de Roma à Sicília, de Pasolini a Rossellini, viagem pela Itália e pelo seu Cinema, em QUERIDO DIÁRIO de Moretti. Estas sessões serão apresentadas por Rodrigo Francisco, programador de Cinema e Director do Cineclube de Viseu;
(2) para o público escolar, no Agrupamento de Escolas D. Sancho I, reiteramos a memória da passagem dos 75 anos do fim da 2.ª Guerra Mundial, com a projeção de #ANNE FRANK - VIDAS PARALELAS, com condução de Helen Mirren, para alunos do 3.º ciclo e do secundário.
29.Mai – 15h00 (PA) – OS ESQUECIDOS de Luis Buñuel
Luis Buñuel definiu "Los Olvidados" como “um filme de luta social”, mas, para além da denúncia da sordidez e da miséria da vida nos bairros de lata de Cidade do México, reproduz igualmente todo o imaginário onírico e erótico do realizador, sublinhando as suas origens surrealistas (as fabulosas sequências do sonho de Jaibo, o leite nas pernas de Meche). O filme, intenso e cruel, fez sensação no festival de Cannes e relançou a carreira de Buñuel (aos 50 anos). Trata-se de uma das suas obras primas absolutas.
Título
original: Los Olvidados (México, 1950, 80 min)
Realização: Luís Buñuel
Interpretação: Alfonso Mejía, Estela Inda, Miguel Inclán
Classificação: M/12
Los Olvidados is a 1950 Mexican film directed by Luis Buñuel, and can be
seen in the tradition of social realism, although it also contains elements of
surrealism present in much of Buñuel's work.
29.Mai – 17h00 (PA) – QUERIDO DIÁRIO de Nanni Moretti
Um misto de comédia e documentário autobiográfico realizador e interpretado por Nanni Moretti. O filme, que valeu ao cineasta o prémio de Melhor Realizador em Cannes em 1994, divide-se em três partes. No primeiro episódio, “Na Vespa”, Moretti circula por Roma na sua vespa, insurgindo-se contra a destruição do espírito da cidade que se perdeu na vulgarização de subúrbios, para desembocar numa peregrinação-tributo a Pasolini. Este é sucedido de “As Ilhas” (por onde paira a referência a Rossellini) e do mais burlesco “Os Médicos”.
Título
original: Caro Diario (Itália, 1993, 100 min)
Realização: Nanni Moretti
Interpretação: Alfonso Mejía, Estela Inda, Miguel Inclán
Classificação: M/12
Dear diary is a 1993 semi-autobiographical directed by Nanni Moretti,
who also stars as himself. The film is structured in three anthological
episodes, presented as the chapters of Moretti's open diary, in which he
describes his thoughts about various slice of life situation
27.Mai, 10h00 – Agrupamento de Escolas D. Sancho I - #ANNE FRANK - VIDAS PARALELAS de Sabina Fedeli e Anna Migotto
Como tributo ao que teria sido o seu 90º aniversário, a atriz Helen Mirren (vencedora de um Óscar com “The Queen”), reconta a história de Anne Frank através das páginas do seu extraordinário diário, explorando em paralelo o destino de cinco sobreviventes dos campos de concentração. Vidas assoladas por circunstâncias tão semelhantes mas cujos desfechos não poderiam ser mais diferentes. Um documentário realizado por Sabina Fedeli e Anna Migotto.
Título
original: #AnneFrank. Parallel Stories (Itália, 2019, 90 min.)
Realização: Sabina Fedeli, Anna Migotto
Interpretação: Helen Mirren
Classificação: M/12
Cinema screenings for schools: Actress Helen Mirren retraces Anne Frank's life through the pages of her diary, and through the lives of five woman who, as young girls, were also deported to concentration camps but escaped the Holocaust.
Bilheteira Sessões
Geral: 2 euros
Cartão quadrilátero: 1 euro
Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes
Corpo Anímico - Uma criação de Pedro Ramos | Casa das Artes de Famalicão- 20 anos.
Corpo Anímico
Uma criação de Pedro Ramos
Coprodução: Casa das Artes de Famalicão, Cine-Teatro Avenida Castelo Branco, Cine-Teatro de Gouveia
Dança
M/6
Duração: 100 min
Sinopse
Dando continuidade à obra Alento, no desenvolvimento de um dos seus seguintes fascículos, surge Corpo Anímico, no qual o coreógrafo Pedro Ramos, após uma experiência imersiva de quatro anos de investigação no contexto da floresta, e explorando o corpo enquanto “pedaço de natureza” ligado ao entorno, fazendo uso da respiração enquanto tema, pretende agora desenvolver uma dança anímica para
um grupo de oito intérpretes.
Estes procurarão abarcar coreograficamente o conceito de “Paradoxo” de diferentes formas. Corpo Anímico mergulha na anatomia experimental das pequenas e grandes sensações e perceções que reforçam a ligação com o elã vital que tudo permeia. O princípio de Eros, uma matriz unificadora que agrega a própria realidade, de sentido e significado.
Ficha Artística e Técnica
Conceção artística e coreografia: Pedro Ramos
Interpretação: Pedro Ramos, Catarina Casqueiro, Hugo Marmelada, Inês Gomes, Lua Carreira, Tiago Coelho, Sara Belo, Sofia Portugal
Assistência artística: Sandra Rosado
Composição musical: Pedro Carneiro
Desenho de luz: Zé Rui
Assistência técnica e operação: Tânia Neto
Conceção de espaço cénico: Pedro Ramos
Construção dos objetos cénicos: Silveira Cabral
Figurinos: Pedro Ramos e Ana Magalhães
Comunicação e Design: Nádia Carmo
Acompanhamento e registo documental: David Cachopo (fotografia) e Luís Margalhau (vídeo)
Produção: Xana Lagusi, Ordem do O
Co-Produção: Cine-Teatro Avenida Castelo Branco, Cine- Teatro de Gouveia e Centro de Artes de Vila Nova de Famalicão
Apoios: Câmara Municipal de Lisboa, Fundação GDA, Trilhos Verdes, Junta de Freguesia Avenidas
Apoio a residências artísticas: Estúdios Victor Cordon, Trilhos Verdes, Junta de
Freguesia de Avenidas Novas, Câmara Municipal de
Lisboa, CIM - Centro de Interpretação de Monsanto
Consultores/Colaboradores: Teresa Simas, Álvaro Fonseca
A new choreography work by Pedro Ramos, Corpo Animico
TIAGO BETTENCOURT | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.
TIAGO BETTENCOURT - 2019 Rumo ao Eclips
Música
22 de Maio |sábado| 20h30| Grande Auditório
Entrada: 15 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 7,5 Euros
M/3
Duração: 700 min
Autor de várias composições de referência da nova música portuguesa, foi há mais de dez anos que embarcou naquela que seria a sua primeira aventura em estúdio, com os Toranja, marcando para sempre o panorama musical português.
A riqueza da simplicidade dos seus poemas e melodias depressa captou a atenção do público com os álbuns "Esquissos" e "Segundo". Temas inesquecíveis como "Carta" e "Laços" são indissociáveis da sua voz marcante. Em 2006 os Toranja anunciam uma pausa prolongada e é então que Tiago Bettencourt parte para o Canadá e tendo como banda de apoio os Mantha, grava o álbum "Jardim" com produção de Howard Billarman (Produtor de “Funeral” dos Arcade Fire), editado em 2007 com êxitos como "Canção Simples", “o Jogo”, “o Lugar” e “o jardim”.
Em 2010, é editado "Em fuga", também com produção de Howard Bilerman e no final do ano de 2011 lança "Tiago na Toca e os Poetas", onde Bettencourt musica poemas de autores portugueses como Florbela Espanca e José Carlos Ary dos Santos, na companhia de amigos como Carminho, Camané, Pedro Gonçalves (Dead Combo), entre outros. Em 2012 chega às lojas “Acústico”, uma imensa celebração onde reúne os convidados Lura e Jorge Palma e em 2014 contou com mais três colaborações de luxo, Jacques Morelenbaum, Mário Laginha e Fred Pinto Ferreira em “Do Princípio”.
2017 ficou marcado pelo lançamento do seu novo disco “A Procura”, uma viagem incessante que Tiago Bettencourt nos guia ao longo desde sexto disco da sua carreira, entre a acústica trovadoresca, a pop e as eletrónicas discretas. Um disco marcado pelas colaborações de Márcia, Vanessa da Mata e os singles “Se me deixasses ser”, “Partimos a Pedra” e “Diz Sim feat. Vanessa da Mata”.
Depois de inúmeros concertos de Norte a Sul de Portugal e Coliseus em formato 360, Tiago Bettencourt lançou o seu mais recente disco de originais: “2019 Rumo ao Eclipse”, que reafirma um caminho independente, variado e coerente, permanecendo na vanguarda da música cantada em Português há quase 20 anos.
A concert by Tiago Bettencourt that present his new album: 2019 Rumo ao Eclipse
PaPI - Opus 8 | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.
PaPI - Opus 8
Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Musica Teatral
Apresentações para escolas, através do zoom, 19, 20 e 21 de Maio, 10h30 e 15h00
Apresentação para famílias, através do zoom, 22 de Maio, 11h00 e 17h00
As inscrições devem ser feitas através do endereço:
bilheteira.casadasartes@famalicao.pt
PaPI-Opus 8
é uma viagem ao mundo dos pássaros. De todos os pássaros, os reais e os
imaginários, os das histórias, da poesia, da música, os que nos convidam a
voar, os que cantam connosco. Começou a voar em jardins-de-infância e escolas
porque é lá que encontra os meninos e as meninas com quem gosta de brincar. É
ágil e colorido. Canta e viaja ao sabor dos sons e do movimento. A sua visita
deixa vontade de o voltar a ver, mais tarde, nas vozes e mãos de quem o acolhe,
sempre pronto a brincar. Nos tempos mais recentes, PaPI-Opus 8 aprendeu a voar usando
o Zoom. E por isso chega mais longe, mas está sempre muito perto de quem o vê e
ouve. Em PaPI-Opus 8.z o público é também a respiração do que acontece, a inspiração
do que se constrói. O público faz parte da peça, é convidado a participar,
interagir e comunicar. A viagem faz-se com todos.
Ficha técnica e artística
Conceção e Produção: Companhia de Música Teatral
Linguagem Principal: Música e Movimento
Plataforma de Apresentação: A apresentação é online através de Zoom.
Intérprete: Inês M. Rodrigues
Tecnologia e Arte Zoom: Gustavo Paixão
Duração e
Programação: duração aproximada de 45 minutos incluindo pequena conversa no
final. Até três sessões por dia com intervalo de pelo menos 45 minutos entre
sessões.
PaPI - Opus 8 it’s part of the Education Project of Casa das Artes de Famalicão
terça-feira, 4 de maio de 2021
Manuel João Vieira – Anatomia do Fado | Casa das Artes de Famalicão
Manuel João Vieira – Anatomia do Fado
Música15 de Maio | Sábado| 20h30| Grande Auditório
Entrada: 10 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 5 Euros
M/6
Duração: 70 m
Músico, ator e artista plástico, o mentor de projetos como Ena Pá 2000 ou Os Irmãos Catita apresenta-se agora a solo e em nome próprio com o duplo álbum Anatomia do Fado, um trabalho, como o nome indica, dedicado ao fado, mais em concreto ao fado humorístico, muito em voga no século passado, mas entretanto caído em desuso.
"Anatomia do Fado", editado pelo Museu do Fado, são 32 canções, num disco duplo, onde são recuperados temas esquecidos que trazem um lado mais humorístico ao fado.
Manuel João Vieira é acompanhado por Arménio de Melo na guitarra portuguesa, Vital da Assunção na viola de fado e Múcio Sá no baixo.
A concert by Manuel João Vieira that present his homage to humorous Fado
Macbeth de William Shakespeare com Encenação de Paulo Calatré | Casa das Artes de Famalicão
Macbeth de William Shakespeare - Estreia.
Encenação de Paulo Calatré
Coprodução: Casa das Artes de Famalicão e ACE Escola de Artes de Famalicão13 e 14 de Maio| 20h30 | quinta e sexta-feira | Grande Auditório
Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros
Teatro
M/12
Duração: 80 min
Sinopse
Macbeth é uma tragédia do dramaturgo inglês William Shakespeare, sobre um
regicídio e suas consequências. É a tragédia shakespeariana mais curta.
A peça sobre um nobre escocês e sua esposa que assassinam o rei pelo seu
trono, mapeia os extremos de ambição e culpa e dramatiza os seus efeitos
físicos e psicológicos sobre aqueles que buscam o poder.
Encenada pela primeira vez em 1606, as três bruxas de Macbeth e outras
imagens sombrias entraram na nossa imaginação coletiva.
No mundo teatral anglófono, muitos acreditam que a peça é "amaldiçoada", e nem mesmo mencionam seu nome em voz alta, referindo-se a ela como "The Scottish play" ("A peça escocesa").
Ficha Artística e Técnica
Tradução: João Palma-Ferreira
Encenação: Paulo Calatré
Cenografia: Patrícia Pescada
Desenho de Luz: Pedro Correia
Som: Rui Vieira
Figurinos: Paula Cabral
Fotografia de Cena: Nelson D`Aires
Registo de Vídeo: Rui Bezerra
Cabelos: José Resende
Direção de Produção: Glória Cheio
Produção: Pedro Barbosa
Interpretação| Alunos do 1º Ano do Curso de Interpretação da ACE Escola
de Artes: André Leonardo, Arabella, Bia Soares, Cláudia Silva, Diana Cruz,
Érica Baptista, Filipa Silva, Francisca Marques, Gabriel Gaspar, Guilherme
Palha, Inês de Castro, João Duarte, Kiara Silva, Kylie Bloom, Leonor Luz, Lucas
Shawn Oliveira, Luísa Bessa, Mafalda Re, Margarida Moura, Rafael Faria, Rafaela
Alves
Macbeth by William Shakespeare is
the new play by ACE - ACE Escola de Artes de Famalicão.
sexta-feira, 30 de abril de 2021
TRÊS TRISTES TIGRES – Mínima Luz | Casa das Artes de Famalicão.
TRÊS
TRISTES TIGRES – Mínima Luz
8 de Maio |sábado| 20h30| Grande Auditório
Entrada: 8 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 4 Euros
M/3
E eis que, em 2020, eles cumprem e regressam com um álbum intemporal onde as
guitarras de Alexandre Soares navegam entre a vertente mais crua, eléctrica e
acústica espacial; a voz de Ana Deus transporta, de forma livre, os poemas
adaptados de William Blake e Langston Hughes, os poemas originais de Regina
Guimarães e de Luca Argel para as partes sensíveis, as minorias e as coisas que
sussurram. Um disco de rock mais rugido e delirante, contaminado com circuitos
electrónicos, e outros
temas mais ambientais e lentos.
Formação actual dos Três Tristes Tigres ao vivo:
Ana Deus - Voz
Alexandre Soares - Guitarras/eletrónica.
Miguel Ferreira - Teclados/prog.
Fred Ferreira- Percussão e Sampler
Rui Martelo - Baixo
Angélica Salvi - Harpa / artista
convidada
A concert by the band Três Tristes Tigres that present his new album, Mínima Luz
terça-feira, 27 de abril de 2021
O TRICICLO de Fernando Arrabal | Casa das Artes de Famalicão.
O TRICICLO de Fernando Arrabal
Ninguém Teatro com encenação de Ivo Alexandre e interpretação de Anabela Faustino, João Reixa, Marques D’Arede, Alheli Guerrero e Ivo Alexandre.
7 de maio| 20h30
| sexta-feira| Grande Auditório
Teatro
M/12
Duração: 70 mim
Sinopse
Escrita entre 1952 e 1953, “O Triciclo” é uma das peças mais emblemáticas de Fernando Arrabal. Um grupo de marginais (Climando, Apal, Mita e o Velho da Flauta) tentam sobreviver numa sociedade desigual, hierarquizada, moral e politicamente opressiva. Incapazes de se adaptar, vivem numa realidade destituída de qualquer moralidade e racionalidade. “O Triciclo” é um jogo de sobrevivência, mas também de procura da felicidade. Humor, inocência, crueldade, poesia e, inevitavelmente a morte.
Ficha Técnica
Texto: Fernando Arrabal
Encenação/Cenografia/Tradução: Ivo Alexandre
Interpretação: Anabela Faustino, João Reixa, Marques D’Arede, Alheli Guerrero e Ivo Alexandre
Desenho de Luz: Manuel Abrantes
Figurinos: Alheli Guerrero
Produção Executiva: Tiago da Câmara Pereira
Produção: DOIS
Coprodução: Cine-Teatro Avenida, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Municipal de Vila Real e Companhia de Teatro de Sintra/Chão D'Oliva
O Ninguém Teatro é estrutura financiada pela Dgartes
One of the most celebrated plays of Fernando Arrabal, O Triciclo, by Ninguém Teatro
sexta-feira, 16 de abril de 2021
INTRANZYT 0.0 _ Estreia - Primeira Produção da Companhia INTRANZYT | Casa das Artes de Famalicão .
IntraNzyt 0.0 _ Estreia
Primeira Produção
da Companhia Intranzyt
Co-produção: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão /
Casa das Artes de Famalicão, Câmara Municipal de Loulé / Cineteatro Louletano
A Companhia INTRANZYT
A INTRANZYT CIA. Jovem é uma novíssima companhia de dança,
sediada em Famalicão mas de âmbito europeu e surge com o objectivo de preencher
uma lacuna no panorama da dança nacional, no que diz respeito ao momento de
transição dos jovens bailarinos do mundo académico para a realidade do universo
profissional da dança. É missão da INTRANZYT Cia. Jovem apoiar bailarinos
recém-formados, oferecendo-lhes uma plataforma onde se possam concentrar em
desenvolver o seu talento, num ambiente profissionalizante de uma companhia de
dança. A INTRANZYT Cia. Jovem está a criar um repertório plural e ecléctico,
com criações próprias e de outros criadores e companhias associados e a
promover a circulação da companhia no território nacional e no estrangeiro. A
companhia irá privilegiar a apresentação de trabalhos de coreógrafos e
criadores portugueses, muitos deles radicados no estrangeiro há muitos anos,
com trabalho reconhecido internacionalmente e que por vários motivos ainda não
tiveram a oportunidade de se apresentar em território nacional. A INTRANYT Cia. Jovem tem neste momento no
seu elenco, bailarinos de diferentes territórios de Portugal, Itália, França e
Japão.
O espectáculo
Com a parceria, indispensável, da Câmara Municipal de Vila
Nova de Famalicão, da Casa das Artes de Famalicão e ainda do Cineteatro
Louletano, da Compagnie Illicite-Bayonne, do Augsburg Ballet, da Orquestra Sem
Fronteiras, da Associação ESTUFA, da Companhia Olga Roriz e dos estúdios Dance
Fusion, a companhia estreia o seu primeiro programa – Intranzyt 0.0 - composto
por três peças coreográficas que abrem caminho à linha artística e estética da
companhia, sendo duas delas estreias nacionais e uma estreia absoluta. Este
primeiro espectáculo, assinado por: Fábio Lopez, Ana Isabel Casquilho, Cristina
Pereira e Vasco Macide, dará início à criação de um repertório de dança que se
quer criador de valor para os bailarinos, profissionais, companhias e parceiros
envolvidos no processo, assim como para os públicos.
Primeira peça: Molto Sostenuto
Molto Sostenuto, tem como ponto de partida o poema de
Vladimir Nabokov, “O Peregrino” (Palomnik) de 1927. Tudo o que daí resultou,
toda a pesquisa de movimento sobre a qual Lopez trabalhou, desaguou nesta
organização de corpos no espaço sob a música grave e emocional de Kabalevsky na
versão de 1964 de Daniil Shafran.
Ficha artística:
Coreografia: Fábio Lopez
Música: D. Kabalevsky – versão de Daniil Shafran
Bailarinos: Ayano Tatekawa, Inês Barros, Jorge Vaz, Mariana Romão, Sasha De Maria, Tomás Pedro
Desenho de luz: A. Amilibia
Figurinos: Liliana Mendonça (gentilmente cedidos pela EADCN)
Estreia mundial: Bordeaux, 2018
I88 de Ana Isabel Casquilho, primeira bailarina do Augsburg Ballett, na Alemanha e coreografa com extenso curriculum internacional, apresenta um sexteto onde se consegue identificar alguma influência do movimento contemporâneo centro europeu actual. No entanto, esta peça é, em termos estéticos, uma afirmação de procura e desenvolvimento da uma linguagem coreográfica própria e pessoal que Ana Casquilho tem vindo a desenvolver ao longo dos últimos cinco anos. Esta pesquisa do discurso coreográfico e de movimento leva-nos a ambientes muito pessoais e mesmo inovadores. I88 foi estreada em 2017 na Alemanha e parte do multiverso de personalidades que os heterónimos de Pessoa evocam, apoiando-se no poema de Fernando Pessoa, “Não sei quantas almas tenho”.
Ficha artística:
Coreografia: Ana Isabel Casquilho
Música: Solitude de Ryuichi Sakamoto
Remix: Djrum (3 Grand brothers, Prologue remix)
Bailarinos – Ayano Tatekawa, Beatriz Dias, Doriane Dargelies, Inês Barros, Iolanda Semedo, Jorge Vaz, Mariana Romão, Oriana Oliveira, Sasha De Maria, Sara Musumeci, Tomás Pedro
Desenho de luz: Ana Isabel Casquilho
Figurinos: Ana Isabel Casquilho
Estreia absoluta: Theater Hagen 2017
Terceira
peça: Jump Up and Get Down
“Jump Up and Get Down” é uma co-criação de Cristina Pereira e Vasco Macide sendo que o universo coreográfico destes dois autores é muito distinto entre si, assim como das outras coreografias do programa. Partindo de duas citações; uma de Haruki Murakami, outra de Erwin Schrödinger, foi criada uma visão coreográfica, dramatúrgica e cénica apoiada em dois universos musicais igualmente distintos e antagónicos; House of Pain e Franz Schubert.
Ficha artística:
Coreografia: Cristina Pereira e Vasco Macide
Música: House of Pain (remix “Jump around”) / Franz Schubert, 2º andamento do quarteto de cordas nº 14 em Ré Menor “Death and the Maiden”
Bailarinos – Ayano Tatekawa, Beatriz Dias, Doriane Dargelies, Inês Barros, Iolanda Semedo, Mariana Romão, Oriana Oliveira, Sara Musumeci, Sasha De Maria, Tomás Pedro
Música ao vivo interpretada por:
Gonçalo Sousa - 1.º Violino
Micaela Sousa - 2.º Violino
Juliana Alves - Viola
Nuno Ferreira - Violoncelo
Desenho de luz: Vasco Macide
Edição: Davide de Luca, Vasco Macide
Figurinos: Adriana Pereira
Ficha artística da Companhia Intranzyt
Direcção artística: Cristina Pereira
Coordenação e direcção de ensaios: Vasco Macide
Professores convidados: Cyrille De La Barre, Löic Perela, Miguel Esteves,
Sandra Resende, Fernando Duarte, José Luís Vieira
Co-produção: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão / Casa das Artes
de Famalicão, Câmara Municipal de Loulé / Cineteatro Louletano
Parceiros artísticos: Compagnie Illicite-Bayonne, Orquestra Sem
Fronteiras
Apoios: Associação ESTUFA, Estúdios Victor Cordon, Companhia Olga Roriz,
Estúdios Dance Fusion
Agradecimentos: Augsburg Ballett, Escola Artística de Dança do Conservatório Nacional, Marco Marlier, Martin Sousa Tavares, Miguel Felix e alunos em contexto de trabalho da EADCN: Leonor Silva e Sancha Fonseca.
The debut production by the dance company Intrazyt
U NUNCA VI UM HELICÓPTERO EXPLODIR de Catarina Ferreira de Almeida e Joel Neto - ESTREIA | Casa das Artes de Famalicão
Eu nunca vi um helicóptero explodir de Catarina Ferreira de Almeida e Joel Neto _ Estreia
Interpretação de António Durães, Filipa Guedes, Luisa Pinto, Rui de Noronha Ozório, Constança Antunes e o jornalista Fernando Alves.
Coproduçao Narrativensaio-AC com a Casa das Artes de V. N. Famalicão e a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo
22, 23 e 24 de abril| quinta-feira, sexta-feira– 20h15 e sábado – 11h00 | Grande Auditório
Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros
Teatro
M/14
Duração: 90 min
Sinopse:
Numa casa no campo, por via da
pandemia da covid-19, um homem e uma mulher têm de escrever em conjunto
uma peça de teatro. O que na vida de todos os dias não ousariam
dizer um ao outro alimenta a escrita, esbatendo fronteiras entre fantasia e
realidade.
No palco, pessoas filmadas evocam perplexidades e interpelam os actores. E
o diálogo conjugal, cómico ou simplesmente cruel, redime-se numa rotina
criativa propiciada pela mudança da cidade para a aldeia.
Que casal será este, afinal? O que vêem nele os novos
vizinhos e até os amigos do passado? A que lugar
pertencem esse homem e essa mulher: à aldeia onde se reencontraram ou à cidade
onde se conheceram? E como poderão escrever sobre isso, juntas, duas pessoas
com impulsos criativos e métodos de trabalho tão distintos – ela que escreve
para dizer o que pensa, ele que escreve para perceber o que sente?
Em fundo, a pandemia é vivida com especial dramatismo nos grandes agregados
populacionais. O mundo debate-se com todos os géneros de restrições à
liberdade, e a vida passa a ser vivida nos ecrãs. Um tempo assustador e
fascinante, embora nem por isso para aquele casal – o confinamento sempre foi o
seu modo de vida.
Mas, a reboque desse privilégio, vem também a inquietante sensação de se
viver à margem da realidade...
Uma reflexão sobre a evolução de um casamento, as rivalidades sobre as
quais ele pode disputar-se, os desejos e as frustrações em jogo; o gesto
criativo, os seus diferentes métodos e motores e a medida de conciliação a que
é possível aspirar; os desafios de uma epidemia única em mais de cem anos e a
vertigem daquilo a que chamámos aldeia global.
Teatro, cinema, radio, televisão, internet – eis um espetáculo que cruza
todas essas linguagens.
Ficha artística:
Texto – Catarina
Ferreira de Almeida e Joel Neto
Encenação – Luisa
Pinto numa cocriação com António Durães
Interpretação – António
Durães, Filipa Guedes, Rui de Noronha Ozorio, Luisa Pinto, Constança Antunes e
a participação especial do Jornalista Fernando Alves
Crónicas SINAIS (TSF)
– Textos: Fernando Alves, Fotografias: Paulo Pimenta
Música – Luis Bettencourt
Espaço cénico - Luisa
Pinto
Figurinos –
Composição coletiva
Criação e operação Vídeo – Rui Carvalho
Luz – Bruno Santos
Fotografia de cena - Paulo
Pimenta
Assistente de produção –
Cláudia Pinto
Apoio: TSF
Agradecimentos: Pedro
Pinheiro, Fernando Alves, José Gonçalves, José Alberto Pinheiro, Paulo Ares,
ESMAD.
Uma coprodução da Narrativensaio-AC com a Casa das Artes de Famalicão e a
Câmara Municipal de Angra do Heroísmo
Eu Nunca Vi Um Helicóptero Explodir it’s
the new creation from Narrativensaio, written by Catarina Ferreira de Almeida
and Joel Neto
Álvaro Cortez, percussão e Isabel Romero, piano | Casa das Artes de Famalicão.
Álvaro
Cortez, percussão e Isabel Romero, piano
17 de Abril | sábado| 21h30| Grande Auditório
![]() |
O concerto abre com “Frozen in Time”, de Avner Dorman. A obra pretende, por um lado, regressar a um tempo em que a morfologia geográfica era diferente da atual, evocando ambientes e sons de acordo com esses antigos continentes; por outro, mesclar todos os tempos num só, ao fazer referência a estilos musicais de vários períodos históricos. De Cage, percorremos várias facetas do compositor: uma mais nostálgica, representada pela “Round”; e ainda uma mais percussiva, com “Soliloquy”. Adiciona-se um elemento novo ao concerto, através da composição de John Psathas para Marimba, Junk Pecussion e Electrónica. “One Study” é pleno de virtuosismo, energia e glória. Por fim, o espetáculo termina com a obra de Gerassimez, composta em homenagem a Piazzolla, deste, indo buscar o contraste entre a tensão e o lirismo.
Álvaro Cortez
Formado no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, premiado em vários certames nacionais e internacionais, Desempenhou funções de percussionista na “Antwerp Symphony Orchestra” entre 2015 e 2018, renegando a sua posição para assinar um contrato com a “Smile Artistic Management” em Barcelona. Foi recentemente convidado para ser artista residente da Antwerp Camerata durante as próximas duas temporadas. Além disso, destacam-se concertos com a Orchestre Philarmonique de Liege, Orquestra Nacional do Peru, Orquestra Nacional do Chile, Orquestra Nacional da Costa Rica e Brussels Philarmonic. Irá estar presente nas programações do "Theatro Circo" e "Casa das Artes" em Portugal; "Bozar", "Flagey" e "Queen Elizabeth Hall" na Bélgica, "Vatroslav Lisinsky Concert Hall" na Croácia e "Gran Teatre del Liceu" em Barcelona. Colaborações com Isabel Romero, Martin Grubinger, Ludwig Albert, Pedro Lima, Carlos Brito Dias, Sol Gabetta e Maria João Pires estão também agendadas.
Isabel Romero
Natural de Braga, é licenciada em piano pela Haute École de Musique de Genève (HEM), onde estudou piano com Cédric Pescia e música de câmara com Jean-Jacques Balet (entre outros). Ao longo do seu percurso, teve oportunidade de tocar, a solo ou em formação de câmara, em locais como o Museu da Fundação Calouste Gulbenkian (“Concertos Promenade”), o Palácio Foz, Temple Fusterie (Genebra), entre outros, em festivais como a Fête de la Musique (Genebra) e Dias da Música (CCB) em concertos organizados pela EPTA (European Piano Teachers Association) e em concertos de divulgação musical organizados e comentados por Miguel Leite e António Vitorino d’Almeida. Tocou como solista com a orquestra do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga (CMCG), dirigida por Martin André.
Programa:
-Avner Dorman
«Frozen in Time»
1. Indoafrica
2. Eurasia
3. The Americas
-John Psathas
«One study»
- John Cage
«Round»
«Soliloquy»
- Alexej Gerassimez
«Piazonore»
The percussion of Alvaro Cortez and the piano by Isabel Romero in a program that includes Avner Dorman, John Psathas, John Cage and Alexej Gerassimez





















