quinta-feira, 13 de maio de 2021

CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão Episódio 5.1 – Maio de 2021 | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.




CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Vila Nova de Famalicão

Episódio 5.1 – Maio de 2021

De 10 a 17 de Outubro passado, em vários espaços da Casa das Artes, projetou-se o quinto episódio do CLOSE-UP, com um panorama de sessões orientadas sob o mote do Cinema na Cidade, onde a produção do presente a e a história do cinema se encontraram (ver www.closeup.pt).

Em Maio, reporemos a primeira réplica deste episódio, com propostas para o público geral e a presença no Agrupamento de Escolas D. Sancho I:

(1) para o público geral, uma tarde de sábado onde encontraremos Luis Buñuel e Nanni Moretti: OS ESQUECIDOS, primeira grande obra saída do período mexicano de Buñuel, retrato da juventude nos bairros da cidade do México; de Roma à Sicília, de Pasolini a Rossellini, viagem pela Itália e pelo seu Cinema, em QUERIDO DIÁRIO de Moretti. Estas sessões serão apresentadas por Rodrigo Francisco, programador de Cinema e Director do Cineclube de Viseu;

(2) para o público escolar, no Agrupamento de Escolas D. Sancho I, reiteramos a memória da passagem dos 75 anos do fim da 2.ª Guerra Mundial, com a projeção de #ANNE FRANK - VIDAS PARALELAS, com condução de Helen Mirren, para alunos do 3.º ciclo e do secundário.

 

29.Mai – 15h00 (PA) – OS ESQUECIDOS de Luis Buñuel

Luis Buñuel definiu "Los Olvidados" como “um filme de luta social”, mas, para além da denúncia da sordidez e da miséria da vida nos bairros de lata de Cidade do México, reproduz igualmente todo o imaginário onírico e erótico do realizador, sublinhando as suas origens surrealistas (as fabulosas sequências do sonho de Jaibo, o leite nas pernas de Meche). O filme, intenso e cruel, fez sensação no festival de Cannes e relançou a carreira de Buñuel (aos 50 anos). Trata-se de uma das suas obras primas absolutas.

Título original: Los Olvidados (México, 1950, 80 min)
Realização: Luís Buñuel
Interpretação: Alfonso Mejía, Estela Inda, Miguel Inclán
Classificação: M/12

Los Olvidados is a 1950 Mexican film directed by Luis Buñuel, and can be seen in the tradition of social realism, although it also contains elements of surrealism present in much of Buñuel's work.

29.Mai – 17h00 (PA) – QUERIDO DIÁRIO de Nanni Moretti

Um misto de comédia e documentário autobiográfico realizador e interpretado por Nanni Moretti. O filme, que valeu ao cineasta o prémio de Melhor Realizador em Cannes em 1994, divide-se em três partes. No primeiro episódio, “Na Vespa”, Moretti circula por Roma na sua vespa, insurgindo-se contra a destruição do espírito da cidade que se perdeu na vulgarização de subúrbios, para desembocar numa peregrinação-tributo a Pasolini. Este é sucedido de “As Ilhas” (por onde paira a referência a Rossellini) e do mais burlesco “Os Médicos”.

Título original: Caro Diario (Itália, 1993, 100 min)
Realização: Nanni Moretti
Interpretação: Alfonso Mejía, Estela Inda, Miguel Inclán
Classificação: M/12

Dear diary is a 1993 semi-autobiographical directed by Nanni Moretti, who also stars as himself. The film is structured in three anthological episodes, presented as the chapters of Moretti's open diary, in which he describes his thoughts about various slice of life situation

27.Mai, 10h00  – Agrupamento de Escolas D. Sancho I - #ANNE FRANK - VIDAS PARALELAS de Sabina Fedeli e Anna Migotto

Como tributo ao que teria sido o seu 90º aniversário, a atriz Helen Mirren (vencedora de um Óscar com “The Queen”), reconta a história de Anne Frank através das páginas do seu extraordinário diário, explorando em paralelo o destino de cinco sobreviventes dos campos de concentração. Vidas assoladas por circunstâncias tão semelhantes mas cujos desfechos não poderiam ser mais diferentes. Um documentário realizado por Sabina Fedeli e Anna Migotto.

Título original: #AnneFrank. Parallel Stories (Itália, 2019, 90 min.)
Realização: Sabina Fedeli, Anna Migotto
Interpretação: Helen Mirren
Classificação: M/12

Cinema screenings for schools: Actress Helen Mirren retraces Anne Frank's life through the pages of her diary, and through the lives of five woman who, as young girls, were also deported to concentration camps but escaped the Holocaust.

 

Bilheteira Sessões
Geral: 2 euros
Cartão quadrilátero: 1 euro
Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

Corpo Anímico - Uma criação de Pedro Ramos | Casa das Artes de Famalicão- 20 anos.


Corpo Anímico

Uma criação de Pedro Ramos

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão, Cine-Teatro Avenida Castelo Branco, Cine-Teatro de Gouveia

28 de Maio| 20h30 | sexta-feira | Grande Auditório
Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros 
Dança 
M/6 
Duração: 100 min 

Sinopse

Dando continuidade à obra Alento, no desenvolvimento de um dos seus seguintes fascículos, surge Corpo Anímico, no qual o coreógrafo Pedro Ramos, após uma experiência imersiva de quatro anos de investigação no contexto da floresta, e explorando o corpo enquanto “pedaço de natureza” ligado ao entorno, fazendo uso da respiração enquanto tema, pretende agora desenvolver uma dança anímica para

um grupo de oito intérpretes.

Estes procurarão abarcar coreograficamente o conceito de “Paradoxo” de diferentes formas. Corpo Anímico mergulha na anatomia experimental das pequenas e grandes sensações e perceções que reforçam a ligação com o elã vital que tudo permeia. O princípio de Eros, uma matriz unificadora que agrega a própria realidade, de sentido e significado.

 

Ficha Artística e Técnica

Conceção artística e coreografia: Pedro Ramos

Interpretação: Pedro Ramos, Catarina Casqueiro, Hugo Marmelada, Inês Gomes, Lua Carreira, Tiago Coelho, Sara Belo, Sofia Portugal

Assistência artística: Sandra Rosado

Composição musical: Pedro Carneiro

Desenho de luz: Zé Rui

Assistência técnica e operação: Tânia Neto

Conceção de espaço cénico: Pedro Ramos

Construção dos objetos cénicos: Silveira Cabral

Figurinos: Pedro Ramos e Ana Magalhães

Comunicação e Design: Nádia Carmo

Acompanhamento e registo documental: David Cachopo (fotografia) e Luís Margalhau (vídeo)

Produção: Xana Lagusi, Ordem do O

Co-Produção: Cine-Teatro Avenida Castelo Branco, Cine- Teatro de Gouveia e Centro de Artes de Vila Nova de Famalicão

Apoios: Câmara Municipal de Lisboa, Fundação GDA, Trilhos Verdes, Junta de Freguesia Avenidas

Apoio a residências artísticas: Estúdios Victor Cordon, Trilhos Verdes, Junta de

Freguesia de Avenidas Novas, Câmara Municipal de

Lisboa, CIM - Centro de Interpretação de Monsanto

Consultores/Colaboradores: Teresa Simas, Álvaro Fonseca

A new choreography work by Pedro Ramos, Corpo Animico

TIAGO BETTENCOURT | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.


TIAGO BETTENCOURT - 2019 Rumo ao Eclips

Música 
22 de Maio |sábado| 20h30| Grande Auditório 
Entrada: 15 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 7,5 Euros 
M/3 
Duração: 700 min

Autor de várias composições de referência da nova música portuguesa, foi há mais de dez anos que embarcou naquela que seria a sua primeira aventura em estúdio, com os Toranja, marcando para sempre o panorama musical português.

A riqueza da simplicidade dos seus poemas e melodias depressa captou a atenção do público com os álbuns "Esquissos" e "Segundo". Temas inesquecíveis como "Carta" e "Laços" são indissociáveis da sua voz marcante. Em 2006 os Toranja anunciam uma pausa prolongada e é então que Tiago Bettencourt parte para o Canadá e tendo como banda de apoio os Mantha, grava o álbum "Jardim" com produção de Howard Billarman (Produtor de “Funeral” dos Arcade Fire), editado em 2007 com êxitos como "Canção Simples", “o Jogo”, “o Lugar” e “o jardim”.

Em 2010, é editado "Em fuga", também com produção de Howard Bilerman e no final do ano de 2011 lança "Tiago na Toca e os Poetas", onde Bettencourt musica poemas de autores portugueses como Florbela Espanca e José Carlos Ary dos Santos, na companhia de amigos como Carminho, Camané, Pedro Gonçalves (Dead Combo), entre outros. Em 2012 chega às lojas “Acústico”, uma imensa celebração onde reúne os convidados Lura e Jorge Palma e em 2014 contou com mais três colaborações de luxo, Jacques Morelenbaum, Mário Laginha e Fred Pinto Ferreira em “Do Princípio”.

2017 ficou marcado pelo lançamento do seu novo disco “A Procura”, uma viagem incessante que Tiago Bettencourt nos guia ao longo desde sexto disco da sua carreira, entre a acústica trovadoresca, a pop e as eletrónicas discretas. Um disco marcado pelas colaborações de Márcia, Vanessa da Mata e os singles “Se me deixasses ser”, “Partimos a Pedra” e “Diz Sim feat. Vanessa da Mata”. 

Depois de inúmeros concertos de Norte a Sul de Portugal e Coliseus em formato 360, Tiago Bettencourt lançou o seu mais recente disco de originais: “2019 Rumo ao Eclipse”, que reafirma um caminho independente, variado e coerente, permanecendo na vanguarda da música cantada em Português há quase 20 anos.

 

A concert by Tiago Bettencourt that present his new album: 2019 Rumo ao Eclipse

PaPI - Opus 8 | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.

PaPI - Opus 8

Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Musica Teatral

Apresentações para escolas, através do zoom, 19, 20 e 21 de Maio, 10h30 e 15h00

Apresentação para famílias, através do zoom, 22 de Maio, 11h00 e 17h00

 

As inscrições devem ser feitas através do endereço:

bilheteira.casadasartes@famalicao.pt 

PaPI-Opus 8 é uma viagem ao mundo dos pássaros. De todos os pássaros, os reais e os imaginários, os das histórias, da poesia, da música, os que nos convidam a voar, os que cantam connosco. Começou a voar em jardins-de-infância e escolas porque é lá que encontra os meninos e as meninas com quem gosta de brincar. É ágil e colorido. Canta e viaja ao sabor dos sons e do movimento. A sua visita deixa vontade de o voltar a ver, mais tarde, nas vozes e mãos de quem o acolhe, sempre pronto a brincar. Nos tempos mais recentes, PaPI-Opus 8 aprendeu a voar usando o Zoom. E por isso chega mais longe, mas está sempre muito perto de quem o vê e ouve. Em PaPI-Opus 8.z o público é também a respiração do que acontece, a inspiração do que se constrói. O público faz parte da peça, é convidado a participar, interagir e comunicar. A viagem faz-se com todos.

Ficha técnica e artística

Conceção e Produção: Companhia de Música Teatral

Linguagem Principal: Música e Movimento

Plataforma de Apresentação: A apresentação é online através de Zoom.

Intérprete: Inês M. Rodrigues

Tecnologia e Arte Zoom: Gustavo Paixão

Duração e Programação: duração aproximada de 45 minutos incluindo pequena conversa no final. Até três sessões por dia com intervalo de pelo menos 45 minutos entre sessões.

PaPI - Opus 8 it’s part of the Education Project of Casa das Artes de Famalicão



terça-feira, 4 de maio de 2021

Manuel João Vieira – Anatomia do Fado | Casa das Artes de Famalicão

 Manuel João Vieira – Anatomia do Fado

Música
15 de Maio | Sábado| 20h30| Grande Auditório
Entrada: 10 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 5 Euros
M/6
Duração: 70 m
Músico, ator e artista plástico, o mentor de projetos como Ena Pá 2000 ou Os Irmãos Catita apresenta-se agora a solo e em nome próprio com o duplo álbum Anatomia do Fado, um trabalho, como o nome indica, dedicado ao fado, mais em concreto ao fado humorístico, muito em voga no século passado, mas entretanto caído em desuso.
"Anatomia do Fado", editado pelo Museu do Fado, são 32 canções, num disco duplo, onde são recuperados temas esquecidos que trazem um lado mais humorístico ao fado.
Manuel João Vieira é acompanhado por Arménio de Melo na guitarra portuguesa, Vital da Assunção na viola de fado e Múcio Sá no baixo.

A concert by Manuel João Vieira that present his homage to humorous Fado


Macbeth de William Shakespeare com Encenação de Paulo Calatré | Casa das Artes de Famalicão

Macbeth de William Shakespeare - Estreia.

Encenação de Paulo Calatré

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão e ACE Escola de Artes de Famalicão
13 e 14 de Maio| 20h30 | quinta e sexta-feira | Grande Auditório
Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros
Teatro
M/12
Duração: 80 min


Sinopse

Macbeth é uma tragédia do dramaturgo inglês William Shakespeare, sobre um regicídio e suas consequências. É a tragédia shakespeariana mais curta.

A peça sobre um nobre escocês e sua esposa que assassinam o rei pelo seu trono, mapeia os extremos de ambição e culpa e dramatiza os seus efeitos físicos e psicológicos sobre aqueles que buscam o poder.

Encenada pela primeira vez em 1606, as três bruxas de Macbeth e outras imagens sombrias entraram na nossa imaginação coletiva.

No mundo teatral anglófono, muitos acreditam que a peça é "amaldiçoada", e nem mesmo mencionam seu nome em voz alta, referindo-se a ela como "The Scottish play" ("A peça escocesa").

Ficha Artística e Técnica

Tradução: João Palma-Ferreira

Encenação: Paulo Calatré

Cenografia: Patrícia Pescada

Desenho de Luz: Pedro Correia

Som: Rui Vieira

Figurinos: Paula Cabral

Fotografia de Cena: Nelson D`Aires

Registo de Vídeo: Rui Bezerra

Cabelos: José Resende

Direção de Produção: Glória Cheio

Produção: Pedro Barbosa

 

Interpretação| Alunos do 1º Ano do Curso de Interpretação da ACE Escola de Artes: André Leonardo, Arabella, Bia Soares, Cláudia Silva, Diana Cruz, Érica Baptista, Filipa Silva, Francisca Marques, Gabriel Gaspar, Guilherme Palha, Inês de Castro, João Duarte, Kiara Silva, Kylie Bloom, Leonor Luz, Lucas Shawn Oliveira, Luísa Bessa, Mafalda Re, Margarida Moura, Rafael Faria, Rafaela Alves

 

Macbeth by William Shakespeare is the new play by ACE - ACE Escola de Artes de Famalicão.

sexta-feira, 30 de abril de 2021

TRÊS TRISTES TIGRES – Mínima Luz | Casa das Artes de Famalicão.

TRÊS TRISTES TIGRES – Mínima Luz

Música 
8 de Maio |sábado| 20h30| Grande Auditório 
Entrada: 8 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 4 Euros 
M/3 
Duração: 60 m
s Três Tristes Tigres (TTT) nasceram nos idos de 1990, onde Ana Deus vinda dos BAN e Regina Guimarães fabricavam informalmente colagens e canções. Os primeiros concertos, no bar Aniki-Bobó (Ana Deus e Paula Sousa ao vivo, Regina Guimarães ao morto) assemelhavam-se a um cabaret pop, entre o poético e o corrosivo. PARTES SENSÍVEIS, de 1993, será o rasto da primeira configuração dos TTT. Aprofunda-se então a colaboração entre Ana Deus e Alexandre Soares um ex-GNR que entretanto se juntara à banda como músico convidado. Com a alteração do som dessa aventura artística nascerão dois CDs de originais – GUIA ESPIRITUAL (1996) e COMUM (1998) – e uma compilação, VISITA DE ESTUDO, que contém revisitações, algumas distanciadas, de composições anteriores.  Ana Deus e Alexandre Soares mantêm também até hoje, uma relação de trabalho com projectos ligados ao Cinema Teatro e Dança, e no colectivo “Osso Vaidoso” com dois álbuns editados em 2011 e fim de 2016, com uma forte componente ligada à poesia e a instrumentação minimal, no essencial baseada em trabalho de guitarra e electrónica.

E eis que, em 2020, eles cumprem e regressam com um álbum intemporal onde as

guitarras de Alexandre Soares navegam entre a vertente mais crua, eléctrica e

acústica espacial; a voz de Ana Deus transporta, de forma livre, os poemas

adaptados de William Blake e Langston Hughes, os poemas originais de Regina

Guimarães e de Luca Argel para as partes sensíveis, as minorias e as coisas que

sussurram. Um disco de rock mais rugido e delirante, contaminado com circuitos

electrónicos, e outros temas mais ambientais e lentos.

Formação actual dos Três Tristes Tigres ao vivo:

Ana Deus - Voz

Alexandre Soares - Guitarras/eletrónica.

Miguel Ferreira - Teclados/prog.

Fred Ferreira- Percussão e Sampler

Rui Martelo - Baixo

Angélica Salvi - Harpa / artista convidada

A concert by the band Três Tristes Tigres that present his new album, Mínima Luz

Casa das Artes Famalicão


terça-feira, 27 de abril de 2021

O TRICICLO de Fernando Arrabal | Casa das Artes de Famalicão.

O TRICICLO de Fernando Arrabal

Ninguém Teatro com encenação de Ivo Alexandre e interpretação de Anabela Faustino, João Reixa, Marques D’Arede, Alheli Guerrero e Ivo Alexandre.

7 de maio| 20h30 | sexta-feira| Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros 
Teatro 
M/12 
Duração: 70 mim

Sinopse

Escrita entre 1952 e 1953, “O Triciclo” é uma das peças mais emblemáticas de Fernando Arrabal. Um grupo de marginais (Climando, Apal, Mita e o Velho da Flauta) tentam sobreviver numa sociedade desigual, hierarquizada, moral e politicamente opressiva. Incapazes de se adaptar, vivem numa realidade destituída de qualquer moralidade e racionalidade. “O Triciclo” é um jogo de sobrevivência, mas também de procura da felicidade. Humor, inocência, crueldade, poesia e, inevitavelmente a morte.

 


Ficha Técnica

Texto: Fernando Arrabal

Encenação/Cenografia/Tradução: Ivo Alexandre

Interpretação: Anabela Faustino, João Reixa, Marques D’Arede, Alheli Guerrero e Ivo Alexandre

Desenho de Luz: Manuel Abrantes

Figurinos: Alheli Guerrero

Produção Executiva: Tiago da Câmara Pereira

Produção: DOIS

Coprodução: Cine-Teatro Avenida, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Municipal de Vila Real e Companhia de Teatro de Sintra/Chão D'Oliva

O Ninguém Teatro é estrutura financiada pela Dgartes

One of the most celebrated plays of Fernando Arrabal, O Triciclo, by Ninguém Teatro

sexta-feira, 16 de abril de 2021

INTRANZYT 0.0 _ Estreia - Primeira Produção da Companhia INTRANZYT | Casa das Artes de Famalicão .

 IntraNzyt 0.0 _ Estreia 


Primeira Produção da Companhia Intranzyt

Co-produção: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão / Casa das Artes de Famalicão, Câmara Municipal de Loulé / Cineteatro Louletano

29 e 30 de abril| 20h30| quinta-feira e sexta-feira | Grande Auditório
Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros
Dança
M/12
Duração: 80 min

A Companhia INTRANZYT

A INTRANZYT CIA. Jovem é uma novíssima companhia de dança, sediada em Famalicão mas de âmbito europeu e surge com o objectivo de preencher uma lacuna no panorama da dança nacional, no que diz respeito ao momento de transição dos jovens bailarinos do mundo académico para a realidade do universo profissional da dança. É missão da INTRANZYT Cia. Jovem apoiar bailarinos recém-formados, oferecendo-lhes uma plataforma onde se possam concentrar em desenvolver o seu talento, num ambiente profissionalizante de uma companhia de dança. A INTRANZYT Cia. Jovem está a criar um repertório plural e ecléctico, com criações próprias e de outros criadores e companhias associados e a promover a circulação da companhia no território nacional e no estrangeiro. A companhia irá privilegiar a apresentação de trabalhos de coreógrafos e criadores portugueses, muitos deles radicados no estrangeiro há muitos anos, com trabalho reconhecido internacionalmente e que por vários motivos ainda não tiveram a oportunidade de se apresentar em território nacional.   A INTRANYT Cia. Jovem tem neste momento no seu elenco, bailarinos de diferentes territórios de Portugal, Itália, França e Japão.

O espectáculo

Com a parceria, indispensável, da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, da Casa das Artes de Famalicão e ainda do Cineteatro Louletano, da Compagnie Illicite-Bayonne, do Augsburg Ballet, da Orquestra Sem Fronteiras, da Associação ESTUFA, da Companhia Olga Roriz e dos estúdios Dance Fusion, a companhia estreia o seu primeiro programa – Intranzyt 0.0 - composto por três peças coreográficas que abrem caminho à linha artística e estética da companhia, sendo duas delas estreias nacionais e uma estreia absoluta. Este primeiro espectáculo, assinado por: Fábio Lopez, Ana Isabel Casquilho, Cristina Pereira e Vasco Macide, dará início à criação de um repertório de dança que se quer criador de valor para os bailarinos, profissionais, companhias e parceiros envolvidos no processo, assim como para os públicos.

 Programa

Primeira peça: Molto Sostenuto

Molto Sostenuto, tem como ponto de partida o poema de Vladimir Nabokov, “O Peregrino” (Palomnik) de 1927. Tudo o que daí resultou, toda a pesquisa de movimento sobre a qual Lopez trabalhou, desaguou nesta organização de corpos no espaço sob a música grave e emocional de Kabalevsky na versão de 1964 de Daniil Shafran.


Ficha artística:
Coreografia: Fábio Lopez
Música: D. Kabalevsky – versão de Daniil Shafran
Bailarinos: Ayano Tatekawa, Inês Barros, Jorge Vaz, Mariana Romão, Sasha De Maria, Tomás Pedro
Desenho de luz: A. Amilibia
Figurinos: Liliana Mendonça (gentilmente cedidos pela EADCN)
Estreia mundial: Bordeaux, 2018

 Segunda peça: I88

I88 de Ana Isabel Casquilho, primeira bailarina do Augsburg Ballett, na Alemanha e coreografa com extenso curriculum internacional, apresenta um sexteto onde se consegue identificar alguma influência do movimento contemporâneo centro europeu actual. No entanto, esta peça é, em termos estéticos, uma afirmação de procura e desenvolvimento da uma linguagem coreográfica própria e pessoal que Ana Casquilho tem vindo a desenvolver ao longo dos últimos cinco anos. Esta pesquisa do discurso coreográfico e de movimento leva-nos a ambientes muito pessoais e mesmo inovadores. I88 foi estreada em 2017 na Alemanha e parte do multiverso de personalidades que os heterónimos de Pessoa evocam, apoiando-se no poema de Fernando Pessoa, “Não sei quantas almas tenho”.


Ficha artística:
Coreografia: Ana Isabel Casquilho
Música: Solitude de Ryuichi Sakamoto
Remix: Djrum (3 Grand brothers, Prologue remix)
Bailarinos – Ayano Tatekawa, Beatriz Dias, Doriane Dargelies, Inês Barros, Iolanda Semedo, Jorge Vaz, Mariana Romão, Oriana Oliveira, Sasha De Maria, Sara Musumeci, Tomás Pedro
Desenho de luz: Ana Isabel Casquilho
Figurinos: Ana Isabel Casquilho
Estreia absoluta: Theater Hagen 2017

Terceira peça: Jump Up and Get Down

 “Jump Up and Get Down” é uma co-criação de Cristina Pereira e Vasco Macide sendo que o universo coreográfico destes dois autores é muito distinto entre si, assim como das outras coreografias do programa. Partindo de duas citações; uma de Haruki Murakami, outra de Erwin Schrödinger, foi criada uma visão coreográfica, dramatúrgica e cénica apoiada em dois universos musicais igualmente distintos e antagónicos; House of Pain e Franz Schubert.

Ficha artística:


Coreografia: Cristina Pereira e Vasco Macide
Música: House of Pain (remix “Jump around”) / Franz Schubert, 2º andamento do quarteto de cordas nº 14 em Ré Menor “Death and the Maiden”
Bailarinos – Ayano Tatekawa, Beatriz Dias, Doriane Dargelies, Inês Barros, Iolanda Semedo, Mariana Romão, Oriana Oliveira, Sara Musumeci, Sasha De Maria, Tomás Pedro
Música ao vivo interpretada por:
Gonçalo Sousa - 1.º Violino
Micaela Sousa - 2.º Violino
Juliana Alves - Viola
Nuno Ferreira - Violoncelo
Desenho de luz: Vasco Macide
Edição: Davide de Luca, Vasco Macide
Figurinos: Adriana Pereira

Ficha artística da Companhia Intranzyt

Direcção artística: Cristina Pereira

Coordenação e direcção de ensaios: Vasco Macide

Professores convidados: Cyrille De La Barre, Löic Perela, Miguel Esteves, Sandra Resende, Fernando Duarte, José Luís Vieira

Co-produção: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão / Casa das Artes de Famalicão, Câmara Municipal de Loulé / Cineteatro Louletano

Parceiros artísticos: Compagnie Illicite-Bayonne, Orquestra Sem Fronteiras

Apoios: Associação ESTUFA, Estúdios Victor Cordon, Companhia Olga Roriz, Estúdios Dance Fusion

Agradecimentos: Augsburg Ballett, Escola Artística de Dança do Conservatório Nacional, Marco Marlier, Martin Sousa Tavares, Miguel Felix e alunos em contexto de trabalho da EADCN: Leonor Silva e Sancha Fonseca.

The debut production by the dance company Intrazyt

U NUNCA VI UM HELICÓPTERO EXPLODIR de Catarina Ferreira de Almeida e Joel Neto - ESTREIA | Casa das Artes de Famalicão

 Eu nunca vi um helicóptero explodir de Catarina Ferreira de Almeida e Joel Neto _ Estreia


Interpretação de António Durães, Filipa Guedes, Luisa Pinto, Rui de Noronha Ozório, Constança Antunes e o jornalista Fernando Alves.

Coproduçao Narrativensaio-AC com a Casa das Artes de V. N. Famalicão e a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo

22, 23 e 24 de abril| quinta-feira, sexta-feira– 20h15 e sábado – 11h00 | Grande Auditório
Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros
Teatro
M/14
Duração: 90 min

 


S
inopse:

 Numa casa no campo, por via da pandemia da covid-19, um homem e uma mulher têm de escrever em conjunto uma peça de teatro. O que na vida de todos os dias não ousariam dizer um ao outro alimenta a escrita, esbatendo fronteiras entre fantasia e realidade.

No palco, pessoas filmadas evocam perplexidades e interpelam os actores. E o diálogo conjugal, cómico ou simplesmente cruel, redime-se numa rotina criativa propiciada pela mudança da cidade para a aldeia.

Que casal será este, afinal? O que vêem nele os novos vizinhos e até os amigos do passado? A que lugar pertencem esse homem e essa mulher: à aldeia onde se reencontraram ou à cidade onde se conheceram? E como poderão escrever sobre isso, juntas, duas pessoas com impulsos criativos e métodos de trabalho tão distintos – ela que escreve para dizer o que pensa, ele que escreve para perceber o que sente?

Em fundo, a pandemia é vivida com especial dramatismo nos grandes agregados populacionais. O mundo debate-se com todos os géneros de restrições à liberdade, e a vida passa a ser vivida nos ecrãs. Um tempo assustador e fascinante, embora nem por isso para aquele casal – o confinamento sempre foi o seu modo de vida.

Mas, a reboque desse privilégio, vem também a inquietante sensação de se viver à margem da realidade...

Uma reflexão sobre a evolução de um casamento, as rivalidades sobre as quais ele pode disputar-se, os desejos e as frustrações em jogo; o gesto criativo, os seus diferentes métodos e motores e a medida de conciliação a que é possível aspirar; os desafios de uma epidemia única em mais de cem anos e a vertigem daquilo a que chamámos aldeia global.

Teatro, cinema, radio, televisão, internet – eis um espetáculo que cruza todas essas linguagens.

Ficha artística:

Texto – Catarina Ferreira de Almeida e Joel Neto

Encenação – Luisa Pinto numa cocriação com António Durães

Interpretação – António Durães, Filipa Guedes, Rui de Noronha Ozorio, Luisa Pinto, Constança Antunes e a participação especial do Jornalista Fernando Alves

Crónicas SINAIS (TSF) Textos: Fernando Alves, Fotografias: Paulo Pimenta

Música – Luis Bettencourt

Espaço cénico - Luisa Pinto

Figurinos – Composição coletiva

Criação e operação Vídeo – Rui Carvalho

Luz – Bruno Santos

Fotografia de cena - Paulo Pimenta

Assistente de produção – Cláudia Pinto

Apoio: TSF

Agradecimentos: Pedro Pinheiro, Fernando Alves, José Gonçalves, José Alberto Pinheiro, Paulo Ares, ESMAD.

Uma coprodução da Narrativensaio-AC com a Casa das Artes de Famalicão e a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo

Eu Nunca Vi Um Helicóptero Explodir it’s the new creation from Narrativensaio, written by Catarina Ferreira de Almeida and Joel Neto


Álvaro Cortez, percussão e Isabel Romero, piano | Casa das Artes de Famalicão.

Álvaro Cortez, percussão e Isabel Romero, piano

Música
17 de Abril | sábado| 21h30| Grande Auditório
live streaming
M/6
Duração: 60 m

O concerto abre com “Frozen in Time”, de Avner Dorman. A obra pretende, por um lado, regressar a um tempo em que a morfologia geográfica era diferente da atual, evocando ambientes e sons de acordo com esses antigos continentes; por outro, mesclar todos os tempos num só, ao fazer referência a estilos musicais de vários períodos históricos. De Cage, percorremos várias facetas do compositor: uma mais nostálgica, representada pela “Round”; e ainda uma mais percussiva, com “Soliloquy”. Adiciona-se um elemento novo ao concerto, através da composição de John Psathas para Marimba, Junk Pecussion e Electrónica. “One Study” é pleno de virtuosismo, energia e glória. Por fim, o espetáculo termina com a obra de Gerassimez, composta em homenagem a Piazzolla, deste, indo buscar o contraste entre a tensão e o lirismo.

Álvaro Cortez

Formado no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, premiado em vários certames nacionais e internacionais, Desempenhou funções de percussionista na “Antwerp Symphony Orchestra” entre 2015 e 2018, renegando a sua posição para assinar um contrato com a “Smile Artistic Management” em Barcelona. Foi recentemente convidado para ser artista residente da Antwerp Camerata durante as próximas duas temporadas. Além disso, destacam-se concertos com a Orchestre Philarmonique de Liege, Orquestra Nacional do Peru, Orquestra Nacional do Chile, Orquestra Nacional da Costa Rica e Brussels Philarmonic. Irá estar presente nas programações do "Theatro Circo" e "Casa das Artes" em Portugal; "Bozar", "Flagey" e "Queen Elizabeth Hall" na Bélgica, "Vatroslav Lisinsky Concert Hall" na Croácia e "Gran Teatre del Liceu" em Barcelona. Colaborações com Isabel Romero, Martin Grubinger, Ludwig Albert, Pedro Lima, Carlos Brito Dias, Sol Gabetta e Maria João Pires estão também agendadas.


Isabel Romero

Natural de Braga, é licenciada em piano pela Haute École de Musique de Genève (HEM), onde estudou piano com Cédric Pescia e música de câmara com Jean-Jacques Balet (entre outros). Ao longo do seu percurso, teve oportunidade de tocar, a solo ou em formação de câmara, em locais como o Museu da Fundação Calouste Gulbenkian (“Concertos Promenade”), o Palácio Foz, Temple Fusterie (Genebra), entre outros, em festivais como a Fête de la Musique (Genebra) e Dias da Música (CCB) em concertos organizados pela EPTA (European Piano Teachers Association) e em concertos de divulgação musical organizados e comentados por Miguel Leite e António Vitorino d’Almeida. Tocou como solista com a orquestra do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga (CMCG), dirigida por Martin André.

Programa:

-Avner Dorman

«Frozen in Time»

1. Indoafrica

2. Eurasia

3. The Americas

-John Psathas

«One study»

- John Cage

«Round»

«Soliloquy»

- Alexej Gerassimez

«Piazonore»

The percussion of Alvaro Cortez and the piano by Isabel Romero in a program that includes Avner Dorman, John Psathas, John Cage and Alexej Gerassimez