quarta-feira, 16 de março de 2016

Concerto de Páscoa com SCHUBERT e DURUFLÉ | Igreja Nova Matriz de Famalicã| o

Concerto de Páscoa 
MISSA Nº 2 EM SOL MAIOR, D 167 (1815) de Franz SCHUBERT (1797 – 1828)
REQUIEM, OP. 9 (1947) de Maurice DURUFLÉ (1902 – 1986)
Concerto inserido na programação da Semana Santa de Vila Nova de Famalicão.
Música Coral Sinfónica
23 de Março | quarta-feira | 21h30 | Igreja Nova Matriz de Famalicão
Entrada: livre
M/6
Duração: 80 m
 

PROGRAMA 
MISSA Nº 2 EM SOL MAIOR, D 167 (1815) - Franz SCHUBERT (1797 – 1828)
Kyrie – Gloria – Credo – Sanctus – Benedictus – Agnus Dei 

REQUIEM, OP. 9 (1947) - Maurice DURUFLÉ (1902 – 1986)
Requiem aeternam – Kyrie – Domine Jesu Christe – Sanctus/Benedictus – Pie Jesu – Agnus Dei – Lux aeterna –Libera me – Im Paradisum 

Intérpretes:
CORO POLIFÓNICO DA LAPA
ORQUESTRA SINE NOMINE
DIRECÇÃO: FILIPE VERÍSSIMO

UM CLARÃO NAS ESTRELAS - Bau dos Segredos | Classe A



UM CLARÃO NAS ESTRELAS
Bau dos Segredos | Classe A
Teatro
23 e 24 de Março| Quarta e Quinta| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/14
Duração: 80 m
SINOPSE:
“Um Clarão nas Estrelas” é uma adaptação de João Regueiras à obra homónima de Vladimir Capella. Trata-se de um conto de fadas que mostra como uma jovem humilde usa a sua fé, coragem e paixão para libertar um príncipe de um terrível feitiço. Do outro lado do mundo chega um sábio para tentar curá-lo. Mas, inesperadamente, a sua sorte muda quando Maria, a órfã criada no castelo, se apaixona por ele. Dona de rara beleza e bondade, ela consegue superar a ira da rainha e os castigos impostos por esta. Com fé e amor inabaláveis, ela consegue libertar o príncipe do feitiço.
Nesta produção, Vladimir Capella, inspirou-se na famosa obra de Bruno Bettelheim, “A Psicanálise dos Contos de Fadas” para o seu trabalho de pesquisa, resgatando elementos presentes em vários contos de fadas de diferentes culturas. Baseado nesses componentes, ele decidiu escrever um texto que, antes de falar de amor, contasse uma história de fé: a saga de uma jovem que enfrenta e vence todos os obstáculos, porque sabe ouvir a sua “voz interior”. Assim, o autor coloca em pauta um tema que tem motivado o público a consumir livros de auto-ajuda.
“Clarão nas Estrelas” está longe de ser uma história açucarada. O autor entremeou a acção dramática com momentos de angústia vividos pelo príncipe e pitadas de humor. Estas últimas para ironizar o saber clássico da ciência, incapaz de desvendar um mal, que é descoberto pela intuição de uma menina

FICHA TÉCNICA:
ENCENAÇÃO Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
DRAMATURGIA João Regueiras
COREOGRAFIAS Ana J. Regueiras
ELENCO Alunos da Classe A do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO João Regueiras
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO Cármen Regueiras & Emília Silva
DESIGN DE LUZ Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
LUZ & SOM Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO João Regueiras, Casa das Artes

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

TRAVELING SOUNDS com Pedro Carneiro

TRAVELING SOUNDS com Pedro Carneiro
Musica Clássico, Eletrónico, Pop, Rock, Chillout
19 de Março | sábado | 23h00 | café concerto
Entrada: 6 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração. 60 m


TRAVELING SOUNDS é um projeto de originais, onde o violinista Pedro Carneiro faz chegar ao público as mais diversas sensações e estados de espírito, através dos sons e melodias utilizados nas suas composições.
TRAVELING SOUNDS é o resultado de um percurso de conhecimentos e novas experiências musicais, em que Pedro Carneiro, enquanto músico clássico, viveu ao longo do seu percurso, por cada país que passou, cidades que explorou, paisagens que contemplou, sons que o rodeavam no quotidiano.

Experiências e sensações que o foram inspirando a adquirir uma nova linguagem musical, para as poder partilhar com o público em geral.

GNR | 35 anos | Afectivamente na Casa das Artes de Famalicão


GNR Afectivamente
19 de Março | sábado | 21h30 | Auditório Grande 
Entrada: 18 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 9 Euros
M/6
Duração: 80 m 

No ano em que comemoram 35 Anos de Carreira, o GNR apresentam o formato "Afectivamente" na Casa das Artes de Famalicão. Neste formato desligam-se a maior parte das tomadas: o baixo eléctrico cede lugar ao baixo acústico, a guitarra eléctrica passa as cordas ao violino e os teclados rendem-se ao piano. O próprio Rui Reininho será mais acústico, entenda-se, menos eléctrico. Os clássicos que celebrizaram o Grupo Novo Rock soam de forma diferente. Nunca a banda do Porto esteve tão próxima do público porque, efectivamente, este é um momento de afectos.
Afectivamente com:
Rui Reininho (voz). Tóli César Machado (piano e guitarra acústica). Jorge Romão (baixo acústico). Ianina Khmelik (violino). Samuel Palitos (bateria). Paulo Borges (harmónio).

SERÕES DE CAMILO Com Sara Braga Simões, soprano e Rui Martins, piano | Centro de Estudos Camilianos em S. Miguel de Seide


SERÕES DE CAMILO
Com Sara Braga Simões, soprano e Rui Martins, piano.
191º aniversário de nascimento de Camilo Castelo Branco.
Musica Erudita
18 de Março | Sexta | 21h30| Centro de Estudos Camilianos em S. Miguel de Seide
Entrada: Gratuita
M/6
Duração: 80 m (com intervalo de 10 m)
Reviver os serões de Camilo: os livros que leu, a música que ouviu. É esta a proposta do recital de 191º aniversário de nascimento de Camilo Castelo Branco. 
Na primeira parte, viajaremos por entre textos de alguns dos autores que mais o influenciaram, como Almeida Garrett, Lamartine, Victor Hugo, Byron... Leituras de muitos serões e ponto de partida para outras tantas conversas no café Guichard. Gounod, Bizet, Liszt, Lopes-Graça, Fauré e Hahn serão os guias desta viagem.
Depois, seremos convidados a escutar árias de ópera de Verdi, Bellini e Rossini que Camilo ouviu repetidas vezes no Real Teatro de São João - de que era assíduo frequentador - e a reviver episódios caricatos como a disputa entre cartistas e setembristas no que toca a "primas donnas"...
PROGRAMA:
I
Lopes-Graça: Barca Bela (Almeida Garrett)
Bizet: Chant d'amour (Alphonse de Lamartine)
Charles Gounod: Au Rossignol (Alphonse de Lamartine)
Charles Gounod: Maid of Athens (Byron)
Gabriel Fauré: Le papillon et la fleur (Victor Hugo)
Gabriel Fauré: Mai (Victor Hugo)
Franz Liszt: O quand je dors (Victor Hugo)
Reynaldo Hahn: Si mes vers avaient des ailles (Victor Hugo)
Intervalo
II
Verdi: Caro nome (Rigoletto)
Rossini: Una voce poco fa (O Barbeiro de Sevilha)
Bellini: Ah, non credea mirarti... ah non giunge uman pensiero (La sonnambula)
Bellini:Qui la voce sua soave... Vien diletto (I Puritani)

É URGENTE O AMOR


É URGENTE O AMOR
Bau dos Segredos | Classe B
Teatro
17 e 18 de Março| Quinta e Sexta | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/14
Duração: 80 m
SINOPSE:
Uma breve viagem ao mundo de Branca, da noite, das mesas dos cabarets, das pistas de dança,... Dos quartos de hotel! Uma jovem envolvida numa relação com dois homens. Enquanto é sustentada por um, está inteiramente apaixonada por outro, que não leva a sua relação a sério.
Com ela, vive a mãe, uma mulher obcecada pela idade, e uma amiga.
Mas Branca sonha com a mudança. Com uma vida longe daquilo tudo. Uma vida “decente”. Entretanto o seu sonho é destruído ao verificar que todos quantos a rodeiam estão acomodados à situação. A desilusão e o desespero tomam conta da sua vida.
Branca sente-se abandonada e traída. O amor que parece nunca ter existido na sua vida e o conhecimento da cobardia e hipocrisia dos seus amigos, familiares e amantes levam-na a tomar uma decisão...
FICHA TÉCNICA
ENCENAÇÃO Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
DRAMATURGIA Luíz Francisco Rebello
ELENCO Alunos da Classe B do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO João Regueiras
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO Cármen Regueiras & Emília Silva
DESIGN DE LUZ Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
LUZ & SOM Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO João Regueiras / Casa das Artes

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Março - Cinema na Casa das Artes


 Spotlight | O Caso Spotlight

9 de Março| quarta-feira| 18h00 e 21h45| Grande Auditório
Entrada livre à lotação da sala| É necessário levantar o bilhete para as sessões

Baseado na história verídica de como uma equipa de repórteres do jornal The Boston Globe revelou o escândalo do abuso de crianças na Igreja Católica.
Décadas de encobrimento ao mais alto nível por parte das instituições religiosas, legais e mesmo do governo da cidade, foram tornadas públicas e desencadearam uma onda de revelações por todo mundo que abalou profundamente os alicerces da Igreja Católica.
Com Rachel McAdams, Michael Keaton, Mark Ruffalo, Stanley Tucci, Liev Schreiber, Billy Crudup, John Slattery, Jamey Sheridan, Len Cariou, Paul Guilfoyle
Realização Tom McCarthy
Argumento Tom McCarthy, Josh Singer
Duração 128 minutos
Género Thriller
Origem Estados Unidos da América
Classificação etária M/14
Distribuidor NOS Audiovisuais

The Revenant |O Renascido

11 de Março | sexta-feira| 18h00 e 21h45| Grande Auditório
Entrada livre à lotação da sala| É necessário levantar o bilhete para a sessão.
Nas profundezas do território selvagem norte-americano de inícios do século XIX, o caçador Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) vê-se gravemente ferido e deixado para morrer por John Fitzgerald (Tom Hardy), um dos seus companheiros.
Com a sua força de vontade como única arma, Glass navega num ambiente hostil, através de um inverno brutal e tribos guerreiras, numa busca incessante pela sobrevivência e pela vingança sobre Fitzgerald.
Com Leonardo DiCaprio, Tom Hardy, Will Poulter, Emmanuel Bilodeau, Domhnall Gleeson, Paul Anderson

Realização Alejandro González Iñárritu
Produção Megan Ellison, Brett Ratner


Argumento Alejandro González Iñárritu, Mark L. Smith
Duração 156 minutos
Género Aventura, Drama
Origem Estados Unidos da América
Classificação etária M/14
Distribuidor Big Picture


Zootrópolis em 3D

12 de Março | Sábado| 15h00, 18h00 e 21h30| Grande Auditório
Entrada livre à lotação da sala| É necessário levantar o bilhete para a sessão.
A moderna metrópole mamífera de Zootrópolis é uma cidade como não existe igual.
Composta por zonas de habitats, como a luxuosa Sahara Square e a gelada Tundratown, é um local onde animais de todas as espécies podem viver juntos – um sítio onde não interessa quem se é, desde o maior elefante até ao mais pequeno rato, pois cada um pode ser quem quiser.
Mas para a otimista Judy Hopps, ser o primeiro coelho numa força policial de grandes e difíceis animais, não é fácil. Determinada a vingar, agarra a oportunidade de resolver um caso, mesmo que isso signifique ser parceira da faladora, rápida e fraudulenta raposa, Nick Wilde, para resolver o mistério.
 Realização Byron Howard
Produção John Lasseter, Clark Spencer
Argumento Jared Bush
Género Ação, Aventura, Animação
Origem Estados Unidos da América
Distribuidor NOS Audiovisuais
Duração de 108 minutos, M/ 6 anos.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Valter Lobo na Casa das Artes | pré-apresentação do seu novo disco "Mediterrâneo".


Valter Lobo | Mediterrâneo
"Mediterrâneo" (pré-apresentação), é um disco conceptual em que o cantautor, sem colocar de parte uma melancolia inata, faz uma reaproximação ao calor humano e ao mundo, na busca de um clima mais ameno e apaziguador, despido de materialismos em que os bens essenciais à sobrevivência são a proximidade com o mar e com aqueles de quem gostamos.
Música/cantautor
12 de março | sábado| 23h00 | café concerto
Entrada 6 euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 70 m
É a espantar os males que permanecem à porta e tréguas feitas com o inverno que Valter Lobo regressa com um novo trabalho depois de três anos coberto pelo manto gelado das primeiras canções de "Inverno" de onde se destacaram temas como "Pensei que fosse fácil" ou "Eu não tenho quem me abrace neste inverno".
"Mediterrâneo" é um disco conceptual em que o cantautor, sem colocar de parte uma melancolia inata, faz uma reaproximação ao calor humano e ao mundo, na busca de um clima mais ameno e apaziguador, despido de materialismos em que os bens essenciais à sobrevivência são a proximidade com o mar e com aqueles de quem gostamos.
A nova composição musical e lírica leva-nos para lugares sempre bonitos, num imaginário de varandas sobe o mar Mediterrâneo e ruas encantadas com aroma de flores de verão onde viajamos ao encontro de nós mesmos com a alma estendida nas cordas e na descoberta de que sem essa felicidade não vale a pena habitar este planeta. É um disco de viragem para um navio de esperança.
Com lançamento previsto para a primeira metade de 2016, faz a pré-apresentação dos novos temas na Casa das Artes de Famalicão acompanhado por Jorge Moura, nas guitarras e teclados e Tiago Borges, no fliscorne .
Cantautor da nova geração, com o português sempre em punho, expõe-se em canções demasiados pessoais que funcionam sempre como verdadeira impressão da sua identidade e vontade.

Musica para famílias 2016 | 2º Concerto - Temas popular ibero-americano na música para Orquestra – Orquestra Sinfónica EPMVC

Musica para famílias 2016
Ciclo de Concertos Promenade da Casa das Artes de Vila nova de Famalicão
2º Concerto - Temas popular ibero-americano na música para Orquestra – Orquestra Sinfónica EPMVC
6 de março | domingo | 11h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Crianças, Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/4
Duração: 60 m
A CASA DAS ARTES organiza em coprodução com a APROARTE- Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2016. Adotando o formato dos Concertos Promenade, mensalmente, de Fevereiro a Junho, aos domingos de manhã, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.

Ficha técnica
Organização  - Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e APROARTE - Associação Nacional do Ensino Profissional de Música e Artes
Coordenação Artística  - Álvaro Santos, Diretor da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão , José Alexandre Reis , Presidente da APROARTE, Jorge Castro Ribeiro.
Apresentação- Jorge Castro Ribeiro
Produção, Som e Luz- Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Audiovisuais- Artave (Escola Profissional de Música do Vale do Ave) e Oficina (Escola Profissional do INA)
Secretariado - Luísa Queirós 

"Onde o Frio se Demora" em estreia na Casa das Artes de Famalicão | 3, 4 e 5 de março.


Onde o Frio se Demora ESTREIA
Com texto de Ana Cristina Pereira e encenação de Luísa Pinto.
Interpretação de  Margarida Carvalho  e do guitarrista Peixe (dos Ornatos Violeta).
Uma Coprodução Narrativensaio e a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Teatro
3, 4 e 5 Março | quinta, sexta e sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/16
Duração 60 m
Fotografia de Paulo Pimenta.

Fotografia de Paulo Pimenta
"Onde o Frio se Demora" fala sobre violência de género, rutura, solidão e incapacidade para amar, num país marcado pela recessão e pelo envelhecimento. O texto resulta de conversas longas e sem filtros tidas com três pessoas residentes na Área Metropolitana do Porto. e a repórter jornalista do Publico Ana Cristina Pereira
Três vozes de um país progressista e conservador, moderno e obsoleto, tranquilo e violento, em qualquer caso, desigual.
É uma proposta de teatro-documental. Uma brecha para um mundo feminino de desencontro, de desamor, de violência na intimidade – umas vezes evidente, outra subtil. O interlocutor original desaparece. O espectador assume o seu lugar, faz as vezes de parceiro mudo.
Esta criação conta com a interpretação de Margarida Carvalho, do Guitarrista Peixe (Ornatos Violeta e Pluto) e com imagens do fotógrafo Paulo Pimenta, e dá continuidade ao percurso, já amplamente demonstrado, da encenadora Luísa Pinto, que tem privilegiado textos originais escritos em português, aliando a criação artística com preocupações éticas e sociais numa pesquisa teatral de linha contemporânea.

Nota da Encenadora: * Entendo esta reflexão é urgente, conduzindo a uma participação ativa da sociedade em promover a qualidade de vida e cidadania. Por essa razão torna-se fundamental, neste projeto, promover a ligação entre a arte e sociedade, através de debates pós espetáculo com especialistas da área alargando o objeto artístico à discussão pública. 

Ficha Artística: 
Texto: Ana Cristina Pereira
Encenação, cenografia e figurinos: Luísa Pinto
Interpretação: Margarida Carvalho
Musica original e interpretação ao vivo: Peixe
Desenho de luz: Bruno Santos
Fotografia vídeo: Paulo Pimenta
Assistente de Produção: Cláudia Pinto
Produção: Narrativensaio

Exposição de pintura de Helena Romão na Casa das Artes | março e abril.

Exposição de pintura de Helena Romão
Titulo - IMPRESSÕES URBANAS &…

Casa das Artes, Foyer de 5 Março (inauguração – sábado 17h00) a 30 de abril de 2016
Helena Romão pinta o concreto.
Busca o avesso do real onde mora a alma, onde o sangue corre para que as IMPRESSÕES entrem pelo labirinto mágico dos sentidos.
Depois, num recheio de ternuras e afetos, crescem ondas de amor coloridas a colher a tela…
O que fica é o imprevisto, nunca visto e sempre pressentido:
  ora com sabor doce a manhãs de primavera,
  ora em coro nostálgico como caem tardes de outono...
Helena Romão sempre canta o que ata e desata o enlace da gente que passa e sempre fica.
É assim que nasce um poema em cada quadro.
É por isso que sempre marulha uma sinfonia num manancial inquieto de cores ansiosas que navegam para além das formas.
Helena Romão pinta o que ama naquilo que vê, pinta o real liberto da carne e carregado de alma.
A sua pintura é um alarido íntimo,
  é um silêncio carregando melodias,
  é um caos matemático à procura de nascer.
As suas IMPRESSÕES são expressão de paz porque vivem despidas de matéria.
As suas IMPRESSÕES invadem a alma para encantar a URBANA habitação da gente.
Para sempre.
José Cândido Rodrigues

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Os Deolinda estão de volta! E os concertos da Casa das Artes de Famalicão, agendados para dias 26 e 27 de Fevereiro, são especiais porque marcam o arranque da digressão de suporte ao novo álbum..

Deolinda 
Os Deolinda estão de volta! E os concertos de Famalicão, agendados para dias 26 e 27 de Fevereiro, são especiais porque marcam o arranque da digressão de suporte ao novo álbum“ Outras Histórias. 


26 e 27 de fevereiro | sexta e sábado |
21h30 | Auditório Grande
Entrada: 15 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 7,5 Euros
M/6
Duração: 90 m
 Três anos após terem partilhado connosco o seu “Mundo Pequenino” e terem tornado o seu Mundo mesmo pequenino com uma extensa digressão que os fez pisar muitos palcos portugueses e internacionais, a banda regressa agora com um novo disco que promete voltar a instalar-se nas gargantas e nos corações do público.
É impossível fazer a banda sonora dos últimos 8 anos em Portugal sem que os Deolinda protagonizem um papel muito relevante. São cerca de 600 concertos espalhados por inúmeros países, 7 galardões de platina, 4 discos de ouro, 3 Globos de Ouro, 1 Prémio Amália Rodrigues, 1 Prémio José Afonso, 1 Songlines Music Award entre muitas outras distinções. Porém, mais que os números, é a profunda relação afectiva entre a banda e o público que tem assegurado uma das carreiras mais bem sucedidas da música portuguesa. Terminamos como começámos: Os Deolinda estão de volta! E isso é imperdível!

PLAZA SUITE em Famalicão

PLAZA SUITE
Com Alexandra Lencastre, Diogo Infante, Helena Costa e Ricardo Sá. Texto de Neil Simon, Encenação de Adriano Luz
19 e 20 de fevereiro | sexta e sábado | 21h30 | Auditório Grande
Entrada: 13 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 6,5 Euros
M/12
Duração: 120 com intervalo

Plaza Suite é uma comédia sobre o amor e fala das desventuras de dois casais muito diferentes que enfrentam momentos cruciais nas suas vidas. Duas histórias distintas escritas por Neil Simon, um dos nomes maiores da dramaturgia norte americana. Com um humor sofisticado e deliciosamente engraçado, este texto foi um grande sucesso teatral e ainda deu origem a um filme.
Com 4 Personagens interpretados por 2 Actores, na primeira história uma mulher tenta reconquistar o afecto do seu marido, encenando um encontro romântico na mesma suite onde passaram a Lua de Mel há 24 anos. Mas mais do que qualquer festejo, o fim do casamento parece estar à vista. Será que ainda vão a tempo de o salvar? Na segunda história os pais de uma jovem noiva tentam convencê-la a sair da casa de banho, onde se trancou poucos minutos antes de começar sua festa de casamento. De que terá ela medo? Do amor ou daquilo em que uma relação, com o passar dos anos, se pode transformar? Um hilariante ataque de nervos com um final surpreendente! Pela primeira vez em Portugal, PLAZA SUITE, marca o regresso de Alexandra Lencastre ao teatro, no ano em que celebra 50 anos e 30 anos de carreira, ao lado de outro grande actor, com quem já contracenou Diogo Infante. Imperdível, portanto!


Texto Neil Simon Tradução Luísa Costa Gomes Encenação Adriano Luz Assistente de Encenação Isabel Rosa Cenário Fernando Ribeiro Figurinos Isabel Carmona Desenho de Luz Luís Duarte Produção Força de Produção
Interpretação: Alexandra Lencastre, Diogo Infante, Helena Costa e Ricardo de Sá

O homem que só pensava em números . Dança e a matemática, bem Juntas, na Casa das Artes de Famalicão..



O homem que só pensava em números (solo)
O homem que só pensava em números (Solo) é uma performance de dança e matemática, construída como um estudo artístico-científico, centrada na história de um homem que dedica toda a sua existência aos números e suas conexões. Aí, nesse mundo de fantasia, este homem descobre sentidos para cada pensamento e movimentos para cada descoberta.
Dança e Matemática 
16 de fevereiro | terça | 10h30 e 14h30 | pequeno auditório
Entrada: 4 euros/estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros | marcação prévia para escolas.
M/6
Duração: 45 m

O Homem que só pensava em números: Espetáculo de dança e matemático estreado em 2011 (versão trio), no Teatro de Campo Alegre, Porto, uma coprodução Companhia Instável e Serviço Educativo da Fundação Ciência e Desenvolvimento, promovido pela Câmara Municipal do Porto.
O homem que só pensava em números (Solo) é uma performance de dança e matemática, construída como um estudo artístico-científico, centrada na história de um homem que dedica toda a sua existência aos números e suas conexões. Aí, nesse mundo de fantasia, este homem descobre sentidos para cada pensamento e movimentos para cada descoberta.
Coprodução Companhia Instável/Porto e Projeto Relâmpago/Ventos e Tempestades – Associação Cultural
Estreia Solo: Cata-Vento 2012 - IV Festival Internacional de Circo e Artes de Rua/Corda Bamba, Teatro Municipal de Vila do Conde
Criação/Interpretação: Pedro Carvalho
Música (original): André Lima
Vídeo (projetado): João Rei Lima
Desenho de luz: Diogo Barbedo
Apoio: Centro Municipal de Juventude de Vila do Conde e From the Core – pilates studio

 Pedro Carvalho nasceu em Portimão, em 1972. É licenciado em Ensino de Matemática pela Universidade de Évora e Pós-Graduado em Jogos e Complementos de Matemática, pela Universidade Lusíada. É professor de Matemática do 3º Ciclo do Ensino Básico. Desde cedo se dedica à implementação do ensino pela arte, desenvolvendo o conceito de Matemática Criativa. Colaborou com a Fundação Narciso Ferreira (Riba D´Ave), o Núcleo de Experimentação Coreográfica (NEC), Porto2001 – Capital Europeia da Cultura, Teatro Aveirense, Centro Cultural Vila Flor (Guimarães), entre outros, no desenvolvimento de projetos/formações de Matemática Criativa. Foi selecionado para o Prémio Fundação Ilídio Pinho Ciência na Escola. É formador de Dança no Programa de Educação Estética e Artística do Ministério da Educação (destinado a professores e alunos do ensino básico) e formador de Matemática Criativa e Dança Criativa no programa de Formação Contínua de Professores. Paralelamente desenvolve um trabalho de criação coreográfica, tendo fundado a Ventos e Tempestades – Associação Cultural. É coreógrafo e intérprete residente da Companhia Ao Vento, Vila do Conde.

Tributo a Sophia de Mello Breyner na Casa das Artes de Famalicão

“O BÚZIO DE CÓS”
Tributo a Sophia de Mello Breyner
Música e poesia
12 de fevereiro| Sexta | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
m/6
Duração: 90 m

“Sophia escreve o seu mundo e o mundo que lhe entrou pelos olhos extasiados, tudo fundido naquele ritmo de música e dança, numa harmonia clara que é para ela uma exigência e um estilo“.
Ivo Machado criou e desenvolveu um projeto musical em torno do seu livro “O Búzio de Cós“ aproveitando toda a musicalidade e ritmo que emanam dos seus poemas.
Serão evocados o mar e a Grécia Antiga, duas paixões que se entrelaçam na sua poesia.
O projeto será apresentado num formato minimalista piano/voz.
Intercalando com os poemas cantados, serão ditos e declamados poemas que evocarão a sua condição de ativista cultural na luta pela liberdade e pela justiça.
António Sousa, comunicador por excelência, emprestará a sua força de interpretação e Ana Margarida a elegância e singeleza no dizer.
As melodias foram harmonizadas por Rui Mesquita, com sensibilidade, criatividade e mestria.

Ficha técnica:
Conceção e voz: Ivo Machado
Piano e arranjos: Rui Mesquita
Declamação: Ana Margarida e António Sousa
Participação especial de “ Musa “, coro juvenil

“3 Porquinhos”


“3 Porquinhos”
Jangada teatro
Teatro musical com marionetas
10 de fevereiro | quarta| 10h30 e 14h30| Grande Auditório
Entrada livre à lotação da sala| É necessário levantar o bilhete para as sessões
M/4
Duração: 50 m

Era uma vez três porquinhos, que viviam tranquilamente sem preocupações. Mas, um dia a mãe deixou de ter condições para os manter. Os três porquinhos tiveram, então, de ir procurar a sua sorte. Cada um seguiu por seu caminho. O primeiro decide construir uma casa de palha, o segundo, uma casa de tojos e o terceiro, uma de tijolos. Entretanto, aparece o lobo que, esganado de fome deita com um sopro a casa de palha abaixo e come o primeiro porquinho. Vai à casa de tojos e, soprando-a consegue deitá-la por terra, comendo o segundo porquinho. Dirige-se à terceira casa, a de tijolos, tentando, com um valente bufo derrubá-la. Porém, a casa de tijolos era resistente. O lobo empreende, então, três estratagemas para conseguir tirar o porquinho de casa e assim conseguir comê-lo. O porquinho da casa de tijolos não se deixa cair nas artimanhas do lobo, acabando por ser ele a enganá-lo.

 
Ficha Técnica
Dramaturgia e Encenação | Luiz Oliveira
Interpretação | Luiz Oliveira; Rita Calatré; Vítor Fernandes
Música Original e Pianista | Ricardo Fráguas
Desenho de Luz | Nuno Tomás

Musica para famílias 2016 - Ciclo de Concertos Promenade da Casa das Artes de Vila nova de Famalicão


Musica para famílias 2016
Ciclo de Concertos Promenade da Casa das Artes de Vila nova de Famalicão
1º Concerto - Pedro e o Lobo de Sergi Prokofiev. Orquestra Sinfónica ESPROARTE
7 de Fevereiro | Domingo | 11h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/4
Duração: 60 m
A CASA DAS ARTES organiza em coprodução com a APROARTE- Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2016. Adotando o formato dos Concertos Promenade, mensalmente, de Fevereiro a Junho, aos domingos de manhã, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.

Datas e Programa 2016

1 - 7 de Fevereiro - Pedro e o Lobo – ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela
2 -  6 de Março - Temas popular ibero-americano na música para Orquestra – EPMVC – Escola Profissional de Música de Viana do Castelo
3 - 3 de Abril - Jazz para todos – EPME – Escola Profissional de Música de Espinho
4 - 8 de Maio - Programa a anunciar - A Orquestra de Sopros – EPABI- Escola Profissional de Arte da Beira Interior (Covilhã)
5 - 5 de Junho - O Aprendiz de Feiticeiro – ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave ( Famalicão e Santo Tirso).

Ficha técnica
Apresentação: Jorge Castro Ribeiro
Design multimédia: Dina Fernandes
Som e Luz :Equipa Casa das Artes
Coprodução Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e a APROARTE – Associação Nacional do Ensino Profissional de Música e Artes.


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Lastro de Né Barros na Casa das Artes de Famalicão




Lastro de Né Barros
O céu pode cair e seria a última coisa que poderíamos prever…
Dança
6 de fevereiro | sábado | 21h30 |Grande Auditório
Entrada: 8 euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/12

Sob um céu estranho os corpos vão ocupando um lugar e gerando a sua rotina e as suas ligações. Os movimentos dos corpos juntamente com o dispositivo cénico, criam o lugar teatral, um lugar subjetivo, em mudança, um lugar que é feito de memória. É essa memória que se persiste depois da catástrofe, as coisas mudaram e ficou apenas uma memória alastrada. Neste lugar, os corpos realizam dois ciclos em quase repetição, repetem para resistir ao final que se imagina e para que algo perdure. O apagamento final é o alastrar de uma catástrofe é sob este estado que este lugar teatral é zona de perigo e espaço de abandono. Simultaneamente previsível e imprevisível, o lastro é também o peso que afunda os corpos e, neste caso, que os assombra. O céu pode cair e seria a ultima coisa que poderíamos prever. Como num sem-saída, não se progride, a coreografia é uma marcha num continuum infinito, não levará a lado algum.

Né Barros

Ficha técnicaDireção e Coreografia Né Barros
Música Gustavo Costa
Cenografia Cristina Mateus
Interpretação André Mendes, Bruno Senune, Camila Neves, Elisabete Magalhães, Flávio Rodrigues, Joana Castro, Pedro Rosa, Sónia Cunha, Afonso Cunha e Katycilanne Reis (estagiários)
Interpretação Musical Angélica Vasquez (Harpa) e Cristina Mateus (Bombo)
Desenho de luz José Álvaro Correia
Maquinista Filipe Silva
Produção Tiago Oliveira
Co-Produção Balleteatro, Culturgest, Teatro Municipal Rivoli

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

DAVID FONSECA Futuro Eu | Casa das Artes de Famalicão

DAVID FONSECA
Futuro Eu

Música
30 de Janeiro| Sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 15 EUROS/ Cartão Quadrilátero Cultural: 7,5EurosM/6, Duração: 90 m

“Futuro Eu” é o título do novo trabalho de David Fonseca e a base do concerto que criou e apresentará na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão no dia 30 de janeiro. Com o título retirado da canção revelada no através das redes sociais, “Futuro Eu” expõe um conceito inédito na sua já vasta obra em que o inesperado é princípio basilar.
Publicado em Outubro, “Futuro Eu” tem como grande novidade o facto de se tratar do primeiro disco integralmente composto em português de David Fonseca, mais um novo desafio artístico que, a avaliar pela forma elogiosa como a crítica especializada se referiu à sua sexta edição discográfica em nome próprio, ultrapassou com distinção - “Canções que não custa imaginar que poderão a ser sucesso no álbum mais corajoso de David Fonseca (in Público); “Uma sucessão impressionante de potenciais singles e êxitos radiofónicos. Uma vitória” (in Blitz); “Talvez o seu melhor disco a solo” (in Time Out); **** (in Expresso)
Também ao vivo, “Futuro Eu”, ainda que recente, conquistou o público – as apresentações de estreia nos lotados Centro Cultural de Belém e na Casa da Música realizaram-se perante audiências entusiasmadas e rendidas às novas sonoridades e à abordagem musical aos temas menos recentes. Sempre surpreendente, também ao nível cénico David Fonseca nos traz um conceito completamente inédito, conjugando como poucos dramaticidade com espectacular ou intimismo com energia, sempre numa envolvente plástica cuidada e única.
No palco, “Chama-me que eu vou”, “Deixa ser” ou “Hoje eu não sou”, confirmam o génio criativo de David Fonseca que se afirmou com músicas como “Someone that cannot love”, “The 80’s” ou a “Cry 4 Love”, também estas com lugar reservado no alinhamento dos espectáculos de “Futuro Eu”.

David Fonseca_voz, guitarra acústica, guitarra eléctrica,
Tiago Carvalho_guitarra eléctrica
Paulo Pereira_teclados, programações, voz
Nuno Simões_baixo
Sérgio Nascimento_bateria