quarta-feira, 30 de junho de 2021

CINEMA PARAÍSO 2021_ Projecto Itinerante de Cinema Ao Ar Livre _ 22.ª edição | Casa das Artes de Famalicão.


CINEMA PARAÍSO 2021_
Projecto Itinerante de Cinema Ao Ar Livre _ 22.ª edição

É Verão, tempo de virar o projetor para o exterior, de direcionar as luzes do Cinema para a cidade, para as praças, para dentro das urbanizações. Nas edições anteriores, afirmamos uma das principais ideias do projeto, a sua itinerância, que permitiu ao Cinema Paraíso estacionar em mais de trinta locais, no percurso que já chegou a mais de metade das freguesias do extenso território de Vila Nova de Famalicão e que conhece nesta edição um incremento através do programa Há Cultura / Cultura para Todos, promovido pelo Município de Vila Nova de Famalicão e cofinanciado pelo NORTE 2020, através do Fundo Social Europeu (FSE), o que permitirá ao Cinema Paraíso projetar-se pela primeira vez em cinco freguesias: Arnoso Santa Eulália, Carreira, Fradelos, Mogege e Vale S. Cosme.

Para a 22.ª edição, vamos continuar a levar o cinema às populações, em condições de segurança através da adopção das normas validadas pela Direcção Geral de Saúde, fazê-lo com escolhas criteriosas, com propostas que cheguem ao grande público, que ambicionam surpreender o espectador, cinema popular de várias proveniências, do presente e em diálogo com a História e as histórias do Cinema. Este Verão, o Cinema Paraíso terá cinco projeções no Parque da Devesa, o seu local de eleição desde 2013, e deambulará pelas cinco freguesias referidas.

Venham, tragam um agasalho, uma manta ou uma cadeira de praia: o Cinema Paraíso projeta luz e histórias a partir das 22h00. A entrada é livre.

I) Parque da Devesa (Quartas-feiras – Julho, Agosto)

7 de JulhoKnives Out: Todos São Suspeitos de Rian Johnson

Título original: Knives Out (EUA, 2020, 125 min)
Realização: Rian Johnson
Interpretação: Daniel Craig,Chris Evans, Jamie Lee Curtis, Michael
Shannon, Toni Collette e Christopher Plummer.
Classificação: M/12

Harlan Thrombey é um escritor de renome que resolve organizar
uma grande festa para celebrar o seu 85.º aniversário. Tudo isto não passaria de uma vulgar reunião familiar não fosse o facto de, no dia seguinte, o velho senhor aparecer morto. Para investigar o caso é enviado Benoit Blanc, um detective conhecido pela sua extraordinária agudeza de espírito. Qual não é o seu espanto quando o investigador percebe que todos os presentes, sem excepção, têm um motivo real para assassinar o patriarca. Com realização de Rian Johnson ("Os Irmãos Bloom", "Looper - Reflexo Assassino", "Star Wars: Episódio VIII - Os Últimos Jedi"), uma comédia negra que é também uma homenagem a Agatha Christie, uma das suas escritoras preferidas, e ao mestre do suspense Alfred Hitchcock. 

Knives Out is a American mystery film that follows a master detective investigating the death of the patriarch of a wealthy, dysfunctional family

14 de JulhoA Ovelha Choné: A Quinta Contra-Ataca de Will Becher, Richard Phelan

Título original: A Shaun the Sheep Movie: Farmageddon
(Grã-Bretanha/EUA/França, 2019, 85 min)
Realização: Will Becher, Richard Phelan
Interpretação (vozes):Andy Nyman, Justin Fletcher, Joe Sugg,John Sparkes
Classificação: M/6

É o segundo filme da ovelha mais famosa do mundo, uma produção dos estúdios Aardman. Quando uma impetuosa e adorável extraterrestre, com poderes espantosos, cai por acidente perto da quinta Mossy Bottom, Choné percebe rapidamente que é uma oportunidade para diversão e aventura com poderes alienígenas, e embarca numa missão para acompanhar a visitante intergaláctica de volta a casa, antes que uma organização sinistra a capture... Será que Choné e o rebanho conseguem impedir um Farmageddon na quinta Mossy Bottom, antes que seja tarde demais? Em ‘A Ovelha Choné: A Quinta-Contra-Ataca’, a mais amada ovelha de todos os tempos é levada para sítios longínquos, num salto gigantesco para o Espaço, onde viverá uma experiência épica digna de ficção científica.

A Shaun the Sheep Movie: Farmageddon is a 2019 British stop-motion animated film produced by Aardman Animations.

4 de AgostoNomadland - Sobreviver na América de Chloé Zhao

Titulo original: Nomadland (EUA, 2020, 105 min)
Realização: Chloé Zhao
Interpretação: Frances McDormand, David Strathairn, Linda May,
Angela Reyes, Patricia Grier
Classificação: M/12

Depois de décadas a trabalhar numa empresa de materiais de

construção, Fern, de 60 anos, é despedida. Sem nada que a prenda à pequena cidade do Nevada onde sempre viveu com o seu falecido marido, resolve vender todas as suas posses e fazer-se à estrada. Ao longo do caminho, vai-se cruzando com nómadas como ela, que lhe ensinam várias técnicas de sobrevivência e cuja amizade e generosidade vai alterar a sua forma de olhar o mundo. Com Frances McDormand como protagonista, um filme dramático que tem por base “Nomadland: Surviving America in the Twenty-First Century” (2017), um livro autobiográfico onde Jessica Bruder conta a sua história. McDormand contracena com o actor David Strathair e também com Linda May, Swankie e Bob Wells, três nómadas na vida real que se representam a si mesmos. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Cinema de Veneza, o filme venceu o Oscar de Melhor Filme, Realizador e Actriz Principal.

Nomadland is a American drama film directed by Chloé Zhao. It stars Frances McDormand as a woman who leaves her hometown of Empire, Nevada after her husband dies and the sole industry closes down to be "houseless" and travel around the United States

11 de AgostoMARY E A FLOR DA FEITICEIRA de Hiromasa 

Título original: Meari to Majo no Hana (Japão, 2018, 95 min)
Realização: Hiromasa Yonebayashi
Interpretação (vozes): Renata Belo, Raquel Ferreira, Sofia Espírito Santo,
Mila Belo, Bruno Ferreira, João Gouveia
Classificação: M/6

Mary, de 11 anos, é uma menina inteligente e cheia de vida que
está a passar as férias de Verão em casa da sua tia-avó. Aborrecida e sem nada para fazer, espera ansiosamente pelo início das aulas. Um dia, ao seguir o percurso de dois gatinhos, é guiada até um bosque onde encontra uma velha vassoura e uma flor que tem a particularidade de só desabrochar a cada sete anos. Ao tocar-lhes, um estranho feitiço é activado e a menina é levada numa maravilhosa aventura. Durante essa noite mágica, adquire poderes extraordinários que lhe vão permitir conhecer um mundo nunca visto. Produzido pelo estúdio de animação Studio Ponoc, um filme de animação com assinatura do japonês Hiromasa Yonebayashi (nomeado para o Óscar com "Memórias de Marnie") que se inspira na obra "The Little Broomstick", da escritora britânica Mary Stewart. 

Mary and the Witch's Flower  is a Japanese animated film, based on the 1971 book The Little Broomstick by Mary Stewart, and is Studio Ponoc's first feature film

18 de AgostoA ESTRADA de Federico Fellini

Titulo original: La Strada (Itália, 1954, 105 min)
Realização: Federico Fellini
Interpretação: Giulietta Masina, Anthony Quinn, Richard Basehart
Classificação: M/12

Nunca houve um rosto como o de Giulietta Masina. O seu marido, Fellini,

dirige-a no papel de Gelsomina em A Estrada, o filme que estabeleceu o

seu carisma internacional. Figura frágil e ingénua num mundo sem amor, Gelsomina é vendida pela mãe a Zampanò (Anthony Quinn), um saltimbanco forte e bruto que a leva para trabalhar com ele na sua vida de estrada, dando-lhe um número burlesco.

Quando este encontra um velho rival, o artista que dá pela alcunha de “O Louco” (Richard Basehart), a fúria do homem musculado é provocada até ao ponto de rutura. Uma parábola com notas musicais de um Charlot trágico. Aqui Fellini trocou qualquer familiaridade com o neorrealismo pela fábula poética, inspirando uma das suas mais populares personagens, Gelsomina, nascida de uma caricatura de palhaço feita pelo realizador no seu bloco de notas. A Estrada venceu o Óscar de Melhor de Filme Estrangeiro.

La strada is a 1954 film directed by Federico Fellini. The film tells the story of Gelsomina, a simple-minded young woman bought from her mother by Zampanò, a brutish strongman who takes her with him on the road.

II) itinerância pelas freguesias (Julho)

4 de Julho (Domingo) -  CARREIRA –  Parque de Jogos, junto ao Grupo Desportivo da Carreira

BENZINHO de Gustavo Pizz

Título original: Benzinho (Brasil, 2018, 95 min
Realização: Gustavo Pizzi
Interpretação: Karine Teles, Otávio Müller, Adriana Esteves
Classificação: M/12

Irene é casada com Klaus, com quem tem quatro filhos. Apesar das dificuldades financeiras com que lutam todos os dias, são felizes. Mas quando Fernando, o filho de 16 anos, é convidado para jogar numa equipa profissional de andebol na Alemanha, Irene sente-se desmoronar. Despreparada para enfrentar a ausência dele em apenas um mês, deixa-se levar numa espiral de sentimentos que, inevitavelmente, vai desestabilizar o equilíbrio de toda a família.  

Loveling is a 2018 Brazilian film directed by Gustavo Pizzi, about the day life of a family. The film had its world premiere on Sundance Film Festival.

11 de Julho (Domingo)  ARNOSO S.TA EULÁLIA – Parque de Jogos (ADC)

TEMPOS MODERNOS (cópia restaurada) de Charlie Chaplin

Título original: Modern Times (EUA, 1936, 85 min.)
Realização: Charlie Chaplin
Interpretação: Charles Chaplin, Henry Bergman, Paulette Goddard, Tiny Sandford
Classificação: M/6

Na época da Revolução Industrial, Chaplin trabalha na linha de montagem de uma fábrica com a função repetitiva de apertar parafusos. Isso provoca-lhe uma crise nervosa e é despedido. Depois de um longo período num sanatório, sai em busca de trabalho, mas acaba por ser preso ao ser confundido com um agitador comunista. Devido à falta de emprego, tudo faz para permanecer na prisão. Até que conhece uma jovem órfã que rouba comida para alimentar as irmãs. As irmãs são levadas pela Segurança Social, mas ela consegue escapar vivendo de expedientes. Juntamente com Charlot, vão sobreviver e encontrar emprego em tempos muito conturbados.

 Modern Times is a American comedy directed by Charlie Chaplin in which his iconic Little Tramp character struggles to survive in the modern, industrialized world.

 18 de Julho (Domingo)  VALE S. COSME – CIIES (Antiga DIDAXIS - junto ao Parque de Jogos)

MIRAI de Mamoru Hosoda

 Título original: Mirai (Japão, 2018, 95 min.)

Realização: Mamoru Hosoda
Interpretação: Moka Kamishiraishi, Haru Kuroki, Gen Hoshino
Classificação: M/6

O filme segue um menino de quatro anos que luta para lidar com
 a chegada de uma irmã mais nova. Um jardim misterioso no quintal da casa do menino torna-se um portal que lhe permite viajar no tempo até à altura em que a sua própria mãe era pequena e o avô um jovem. Essas aventuras repletas de fantasia permitem que a criança mude a sua forma de ver e ajudam-no a preencher o papel de irmão mais velho. Nomeado para o Óscar e Globo de Ouro na categoria de animação, uma história sobre ciúme e aceitação, com assinatura do japonês Mamoru Hosoda ("O Rapaz e o Monstro").

 Mirai is a Japanese animated film written and directed by Mamoru Hosoda and produced by Studio Chizu, in a family program.

 21 de Julho (Quarta-feira)  FRADELOS – Adro da Igreja

PARASITAS de Bong Joon Ho

 

Título original: Gisaengchung (Coreia do Sul, 2019, 125 min)
Realização: Bong Joon Ho
Interpretação: Song Kang-ho, Lee Sun-kyun, Cho Yeo-jeong, Choi Woo-shik
Classificação: M/12

Ki-taek tem uma família unida, mas estão todos desempregados e as suas perspectivas futuras são negras. O filho Ki-woo é recomendado por um amigo – que frequenta uma prestigiosa universidade – para dar explicações bem pagas, o que vem desencadear a esperança de um rendimento regular na família. Portador das expectativas familiares, Ki-woo dirige-se à casa dos Park para uma entrevista de trabalho. Chegado à casa do Sr Park – dono de uma empresa global de tecnologia informática – Ki-woo conhece Yeon-kyo, a bela e jovem dona da casa. Este primeiro encontro entre as duas famílias vai provocar uma imparável cadeia de incidentes. Vencedor do Oscar de Melhor Filme.

 

Parasite is a South Korean comedy thriller film directed by Bong Joon-ho that received widespread critical acclaim, won the Palme d'Or at the 2019 Cannes Film Festival and won the Oscar of best picture.

 

 

 

25 de Julho (Domingo)  MOGEGE – Campo de Jogos (ADERM), junto ao cemitério

ORDEM MORAL de Mário Barroso

 

Título original: Ordem Moral (Portugal, 2020, 100 min.)
Realização: Mário Barroso
Interpretação: Maria de Medeiros, Albano Jerónimo, Julia Palha,
João Arrais, Isabel Ruth, Ana Bustorff
Classificação: M/12

Em 1918, Maria Adelaide Coelho da Cunha, proprietária do “Diário de Notícias” e filha do fundador do jornal, foge com o antigo motorista, mais de duas décadas mais novo do que ela, e deixa toda a gente à sua procura, numa busca altamente mediática. Três semanas depois, é encontrada, internada no hospício Conde de Ferreira e declarada louca e incapaz por Júlio de Matos, Egas Moniz e Sobral Cid, o que permite ao marido vender o jornal e entregá-lo ao serviço dos poderes que irão instituir a ditadura poucos anos depois. Esta história verídica é agora alvo de um filme de Mário Barroso, com Maria de Medeiros no papel de Maria Adelaide e com argumento de Carlos Saboga.

In 1918, Maria Adelaide Coelho da Cunha, heiress and owner of the Diário de Notícias, leaves the social, cultural and family luxury in which she lives to escape with a petty chauffeur, 26 years younger.

 

co-produção Cineclube de Joane, Casa das Artes de Famalicão e Município de Vila Nova de Famalicão

Sessões às 22h00, entrada livre.

APOIOS INSTITUCIONAIS (Parceiros)

Instituto do Cinema e do Audiovisual; Norte 2020 / Fundo Social Europeu

 

APOIOS LOGÍSTICA
Parque da Devesa (Famalicão), União das Freguesias de Arnoso (Santa Maria e Santa Eulália) e Sezures, União das Freguesias de Vale (São Cosme), Telhado e Portela, Junta de Freguesia de Mogege, União das Freguesias de Carreira e Bente, Junta de Freguesia de Fradelos

sexta-feira, 18 de junho de 2021

COMO PERDER UM PAÍS – Estreia ( coprodução) | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos


COMO PERDER UM PAÍS – Estreia

Uma Produção da Momento - Artistas Independentes, em coprodução com Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Municipal do Porto, Teatro Municipal

Baltazar Dias, Teatro do Noroeste - CDV e Bolsa de Criação O Espaço Do Tempo, com o apoio da Fundação "la Caixa" – BPI

Criação - Diogo Freitas e Filipe Gouveia

Encenação - Diogo Freitas

Dramaturgia - Filipe Gouveia

Interpretação - Carlos Correia, Daniel Silva, Gabriela Leão e Joana Martins

1, 2 e 3 de Julho| 21h30 | Quinta-feira, Sexta-feira e Sábado | Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros

Teatro

M/12

Duração: 90 min

Sinopse

Numa Nação devastada por uma guerra civil, uma duvidosa declaração de paz que propõe suspender a democracia por seis meses, é assinada, levando dois líderes muito diferentes ao poder. Cabe a estes governadores escapar a destinos como os de Troia, cavalgando por um espaço atolado de assombrações interiores e exteriores, enquanto tentam o seu melhor e pior para tomar as rédeas. Entretanto, um inimigo familiar e silencioso trespassa-os pelos calcanhares até ao coração, como uma flecha dos deuses que desconhece limites.

“Como Perder um País” é o 2º espetáculo do ciclo «Democracia e os filhos dos anos 90» da Momento – Artistas Independentes. Depois de “Democracy Has Been Detected”, focado na influência da tecnologia de inteligência artificial na democracia, este projeto centra-se na potencialidade da manipulação, poder, e discurso populista.

 

Ficha Técnica

Criação - Diogo Freitas e Filipe Gouveia

Encenação - Diogo Freitas

Dramaturgia - Filipe Gouveia

Interpretação - Carlos Correia, Daniel Silva, Gabriela Leão e Joana Martins

Composição e Desenho de Som - Paulo Pires

Desenho de Luz - Pedro Abreu

Figurinos - Ana Catarina Silva

Espaço Cénico - Diogo Freitas e Pedro Abreu

Coreografia - Daniela Ferreira

Acompanhamento Fotográfico - Simão Do Vale Africano Pais

Residências artísticas - Circolando ; fAUNA | habitat de criação - Teatro da Didascália ; Junta de Freguesia de Joane ; Armazém 22 ;

Apoios -  ESMAE - Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo , Teatro do CalaFrio , Argatintas e Ribeira Sal

Construção Cenografia - Carlos Abreu

Coprodução - Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Municipal do Porto, Teatro Municipal Baltazar Dias, Teatro do Noroeste - CDV e Bolsa de Criação O Espaço Do Tempo, com o apoio da Fundação "la Caixa" - BPI

Teaser - Os Fredericos

Produção - Momento - Artistas Independentes

Projeto financiado pelo programa de Apoio à Criação da Direção-Geral das Artes - Ministério da Cultura

 

The new play by Momento, “Como Perder um País” it’s the second part of the thematic that they began in “Democracy Has Been Detected”

 

Cinema | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.

 Cinema no Pequeno Auditório _ Cineclube da Joane _ sessões às 19h00

 3 Pinóquio de Matteo Garrone

Gepetto, um velho marceneiro sem filhos, esculpe um boneco de madeira a que dá o nome de Pinóquio. O boneco, que subitamente ganha vida, tem uma personalidade doce mas muito marota, que o faz estar constantemente em fuga e metido em sarilhos. Para seu desgosto e azar, sempre que mente, o nariz de Pinóquio cresce, o que, naturalmente, lhe traz grandes transtornos e algumas humilhações. Apesar da orientação da Fada Madrinha, que lhe tenta incutir algum discernimento, e do amor incondicional de Gepetto, o espírito curioso do bonequinho fá-lo embarcar nas perigosas aventuras que serão aqui contadas. O italiano Matteo Garrone ("Dogman", "Gomorra") realiza esta adaptação ao cinema do famoso conto de Carlo Collodi (1826-1890), desta vez em acção real, sobre um pequeno boneco de madeira que ganha vida e sonha tornar-se um menino de verdade.

Título original: Pinocchio (Itália, 2019, 125 min.)
Realização: Matteo Garrone
Interpretação: Federico Ielapi, Roberto Benigni, Rocco Papaleo, Massimo Ceccherini
Classificação: M/12

Pinocchio is a 2019 Italian film, directed by Matteo Garrone, and based on the 1883 book The Adventures of Pinocchio by Italian author Carlo Collodi] The film stars child actor Federico Ielapi as the title character and Roberto Benigni as Mister Geppetto,

 

10 A VOZ DA LUA de Federico Fellini (Já Não Há Cinéfilos?! – Fellini, os lugares da Memória)

Inspirado em "O Poema do Lunático", de Ermano Cavazzoni, que também é co-autor do guião, este é o derradeiro filme de Federico Fellini, que viria a morrer em 1993. Com o actor cómico Roberto Benigni no papel principal, centra-se num homem acabado de sair de um manicómio e na forma deslumbrada como vê o mundo, fixando-se numa mulher cuja beleza equipara à Lua. Pelo caminho, vai encontrando várias personagens estranhas. Os média, em especial a televisão, o populismo e uma visão surrealista da sociedade italiana da altura que ainda hoje encontra ecos, são alguns dos focos deste filme.

 

Título original: La Voce della Luna (Itália, 1990, 120 min.)
Realização: Federico Fellini
Interpretação: Roberto Benigni, Paolo Villaggio, Nadia Ottaviani
Classificação: M/12

The Voice of the Moon is a 1990 Italian film directed by Federico Fellini and starring Roberto Benigni. Based on the novel Il poema dei lunatici by Ermano Cavazzoni, and revisiting themes Fellini first explored in La strada (1954).

 

17 O Ano da Morte de Ricardo Reis de João Botelho

Depois de 16 anos a viver no Brasil, Ricardo Reis chega a Lisboa, debaixo de chuvas torrenciais, no dia 29 de Dezembro de 1935. Instalado no Hotel Bragança, na Rua do Alecrim, assiste ao desenrolar de um tempo particularmente sombrio na Europa, marcado pelos horrores do fascismo de Mussolini, pelos ideais nazis de Hitler, pela terrível Guerra Civil espanhola e, em Portugal, pelo autoritarismo salazarista do Estado Novo. Depois de uma visita à sepultura de Fernando Pessoa (Reis é, na realidade, uma personagem surgida da heteronímia de Pessoa), o fantasma do poeta faz uma série de aparições no quarto de Reis onde, durante meses, ambos se perdem em reflexões sobre a vida, o país e o mundo. Escrito em 1984, por José Saramago, prémio Nobel da literatura em 1998, “O Ano da Morte de Ricardo Reis” é agora adaptado ao cinema por João Botelho ("A Corte do Norte", "Filme do Desassossego", "Os Maias" ou “Peregrinação”). Com o brasileiro Chico Díaz a encarnar Ricardo Reis e Luís Lima Barreto a assumir o papel de Fernando Pessoa, o elenco conta também com a participação de Catarina Wallenstein, Rui Morisson, Victoria Guerra, Marcello Urgeghe e Hugo Mestre Amaro.

Título original: O Ano da Morte de Ricardo Reis (Portugal, 2020, 125 min)
Realização: João Botelho
Interpretação: Victoria Guerra, Catarina Wallenstein, Luís Lucas, Marcello Urgeghe, Luísa Cruz
Classificação: M/14

An adaptation of Jose Saramago novel, O Ano da Morte de Ricardo Reis, in a portuguese film directed by João Botelho.

 

24 Da Eternidade de Roy Andersson (sessão Traz Outro Amigo Também)

Neste filme, todos os acontecimentos têm a mesma gravidade, sejam pequenos episódios da vida de pessoas comuns, sejam grandes eventos que marcam a História. Em "Da Eternidade", um casal observa uma cidade devastada pela guerra; um pai pára para apertar os atacadores dos sapatos da filha a caminho de uma festa; adolescentes dançam à porta de um café; um exército derrotado marcha para um campo de prisioneiros de guerra; e um sacerdote questiona a sua fé. Tudo é reflexo da fragilidade humana. Tudo é, simultaneamente, trivial e grandioso.  Em competição no Festival de Cinema de Veneza, onde recebeu o Leão de Prata para Melhor Realizador, um filme melancólico sobre a vida, o amor e a morte, com assinatura do aclamado cineasta sueco Roy Andersson (que, em 2014, arrecadou o Leão de Ouro pelo filme "Um Pombo Pousou Num Ramo a Reflectir na Existência").

Título original: Om det oändliga (Noruega/Alemanha/Suécia/França, 2019, 78 min.)
Realização: Roy Andersson

Nomadland - Sobreviver na América | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.

Cinema Digital na Casa das Artes

Entrada: 4 EUROS

Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 euro

Nomadland - Sobreviver na América – 19 de Junho, 20h30 – Grande Auditório

Depois de décadas a trabalhar numa empresa de materiais de construção, Fern, de 60 anos, é despedida. Sem nada que a prenda à pequena cidade do Nevada onde sempre viveu com o seu falecido marido, resolve vender todas as suas posses e fazer-se à estrada. Ao longo do caminho, vai-se cruzando com nómadas como ela, que lhe ensinam várias técnicas de sobrevivência e cuja amizade e generosidade vai alterar a sua forma de olhar o mundo. Com Frances McDormand como protagonista, um filme dramático que tem por base “Nomadland: Surviving America in the Twenty-First Century” (2017), um livro autobiográfico onde Jessica Bruder conta a sua história. McDormand contracena com o actor David Strathair e também com Linda May, Swankie e Bob Wells, três nómadas na vida real que se representam a si mesmos. Vencedor do Leão de Ouro no Festival de Cinema de Veneza, o filme conta com várias nomeações para os Óscares, incluindo Melhor Filme e Melhor Actriz.

Titulo original: Nomadland (EUA, 2020, 105 min)
Realização: Chloé Zhao
Interpretação: Frances McDormand, David Strathairn, Linda May, Angela Reyes, Patricia Grier
Classificação: M/12

Nomadland is a American drama film directed by Chloé Zhao. It stars Frances McDormand as a woman who leaves her hometown of Empire, Nevada after her husband dies and the sole industry closes down to be "houseless" and travel around the United States.

MARIA, A MÃE de Elmano Sancho (coprodução) | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.


MARIA, A MÃE de Elmano Sancho

Autoria e encenação Elmano Sancho, Interpretação de Custódia Gallego, Elmano Sancho, João Gaspar, Lucília Raimundo.

Uma coprodução do Teatro da Trindade, Casa das Artes de Famalicão, Loup Solitaire.

NOVO HORÁRIO - 26 de Junho | 17h00/21h00 | Sábado | Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros

Teatro

M/16

Duração: 60 min

Sinopse

 A Sagrada Família, caixa rectangular de madeira onde se encontram as imagens de José, Maria e Jesus, é um pequeno oratório portátil. Na porta lateral esquerda, estão escritos os nomes dos assinantes que pretendem acolhê-la em casa e seguir os ensinamentos da família de Nazaré. O culto remonta ao século XV e existe de forma residual em algumas aldeias do país. Este oratório é o elemento cénico comum aos três textos que integram A Sagrada Família de Elmano Sancho: José, o pai; Maria, a mãe; Jesus, o filho.

Maria, a mãe, segundo texto da trilogia sobre a família, é um texto sobre a perda, a dor, a solidão, a velhice, o esquecimento e a morte.

Ficha Técnica

Autoria e encenação | Elmano Sancho

Interpretação | Custódia Gallego, Elmano Sancho, João Gaspar, Lucília Raimundo

Assistência de encenação | Paulo Lage

Espaço Cénico | Samantha Silva

Figurinos | Ana Paula Rocha

Assistente de Figurinos | Carolina Furtado

Desenho de Luz | Rui Monteiro

Assistente de Iluminação | Teresa Antunes

Espaço Sonoro | Frederico Pereira

Coprodução | Teatro da Trindade, Casa das Artes de Famalicão, Loup Solitaire

Apoio | Direção-Geral das Artes (DGArtes), Fundação GDA, Câmara Municipal de Lisboa / FES CULTURA – Projetos, Deixa o Amor Passar, Acegis

Maria, a Mãe, written and staged by Elmano Sancho, it’s the second part of a trilogy dedicated to the family

ESCOLA DE MULHERES de Molière - Estreia | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.

ESCOLA DE MULHERES de Molière - Estreia

Encenação de Manuel Tur

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão e ACE Escola de Artes de Famalicão

17 e 18 de Junho | 20h30 | quinta e sexta-feira | Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

Teatro

M/12

Duração: 120 min


Sinopse

Escola de Mulheres (no original em francês, L'école des femmes) é uma das grandes peças de Molière. Uma crítica social ao domínio masculino sobre as mulheres e das façanhas femininas para iludir e até sobreviver a este poder e, dissimuladamente, dar vazão às suas vontades e paixões. Molière traz o pensamento de que o casamento e o adultério são interdependentes, numa sociedade que mascara os jogos de poder através desse domínio e que cria um ideal de mulher submissa e pouco informada. Quase como se a solução para os problemas do homem fosse o desconhecimento dos desejos femininos, quaisquer que sejam.

Ficha Artística e Técnica

Texto: Molière

Encenação: Manuel Tur

Cenografia: Ana Gormicho

Desenho de Luz: Zé Diogo

Figurinos: Paula Cabral

Fotografia de Cena: Nelson D`Aires

Registo de Vídeo: Rui Bezerra

Cabelos: José Resende

Direção de Produção: Glória Cheio

Produção: Pedro Barbosa

 

Interpretação: Alunos do 2º Ano do Curso de Interpretação da ACE Escola de Artes: Famalicão - Alexandra Gordo, Ana Margarida Silva, Ana Lopes, Beatriz Gonçalves, Diana Catarina, Andreina Velazco, Inês Costa, Joana Gonçalves, Joana Leite, Luís Pacheco, Mi Gonçalves, Nathan Sabadine, Nicole Ferreira, Paulo Nuno, Melro, Rafaela Freitas, Rúben Ribeiro, Simão Barboss, Leonor Pereira.

 

Escola de Mulheres by Molière is the new play by ACE - ACE Escola de Artes de Famalicão.

 

quinta-feira, 27 de maio de 2021

DESPE-TE [ISABEL] de Ella Hickson – Estreia | Criação ENSEMBLE - SOCIEDADE DE ACTORES, em Coprodução com a Casa das Artes de Famalicão - 20 anos


DESPE-TE [ISABEL] de Ella Hickson – Estreia

Criação ENSEMBLE - SOCIEDADE DE ACTORES, em Coprodução com a Casa das Artes de Famalicão

Direcção artística - Pedro Galiza

Interpretação: Emília Silvestre, Ana Pinheiro, Filomena Gigante e Margarida Carvalho 

10, 11 e 12 de Junho| 20h30 | Quinta-feira, Sexta-feira e Sábado | Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros

Teatro

M/14

Duração: 90 min

         

Sinopse

"A minha mãe seduziu um homem com tanto sucesso que ele alterou a história constitucional deste país. Conseguiu evitar ir para a cama com o meu pai durante quatro anos. Quando, finalmente, baixou as cuecas, perdeu tudo. A cabeça incluída."

Isabel I foi a única mulher solteira que alguma vez governou a Inglaterra. E reinou durante quarenta e quatro anos. O poder é um jogo e ela percebeu isso melhor do que ninguém.

Estreada no Teatro Sam Whanamaker no Shakespeare's Globe, em Londres, em 2019, esta peça reflecte sobre os modos e meios que as mulheres no poder são obrigadas a usar para resistirem à pressão masculina e conseguirem sobreviver num mundo que é fundamentalmente hostil com elas e os seus corpos.

Mais do que pretender ser uma peça histórica, Despe-te [Isabel] lança um olhar eloquente e intelectualmente ágil a temas contemporâneos sob um prisma histórico.

Ficha Técnica

Tradução e encenação: Pedro Galiza

Interpretação: Emília Silvestre, Ana Pinheiro, Filomena Gigante e Margarida Carvalho

Música e desenho de som: Ricardo Pinto

Desenho de luz: Rui Monteiro

Figurinos: Bernardo Monteiro

Espaço cénico: Pedro Galiza

Assistente de encenação: Inês Simões Pereira

Assistência ao desenho de luz: Tiago Silva

Assistência à produção: Sara Pacheco e Mariana Vilaça

 

 

Swive [Elizabeth] by Ella Hickson is the new play by Ensemble-Sociedade de Actores, staged by Pedro Galiza..

CLÃ | Casa das Artes de Famalicão- 20 anos.

CLÃ - Véspera

Música

5 de Junho |sábado| 20h30| Grande Auditório

Entrada: 10 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 5 Euros

M/3 -Duração:70 m

2020 marca o regresso dos Clã aos discos. “Véspera” chegou com a Primavera, sob o signo da estranheza destes tempos que vivemos. Lançado em pleno confinamento, o nono disco da banda foi muito bem recebido pelo público, imprensa e crítica especializada. O álbum alcançou, na primeira semana, o primeiro lugar no top de vendas da AFP e os temas de avanço – “Tudo no Amor”, “Sinais”, “Armário” e “Jogos Florais” - são presenças constantes nas rádios nacionais.

Depois do estúdio, “Véspera” está preparado para o palco – segunda casa para uma banda amplamente reconhecida pela energia e excelência dos seus concertos. Na nova digressão, os Clã prometem dar corpo e músculo às novas canções, trazendo também com elas outros temas e clássicos que fazem a sua história e a de todos nós.

“Véspera” conta com 10 canções originais com música de Hélder Gonçalves (Clã) e letras escritas por Arnaldo Antunes (que tem também uma participação especial no tema “A Arte de Faltar à Escola”), Aurora Robalinho, Capicua, Carlos Tê, Samuel Úria, Regina Guimarães e Sérgio Godinho. As colaborações artísticas estendem-se também a uma forte componente visual e estética, entregue às mãos de Vasco Mendes (que realiza os videoclipes de “Tudo no Amor” e “Sinais”) e de Joana X que, com a colaboração de Nuno Marques, tem acompanhado de perto todo o processo criativo da banda, criando pequenos filmes e imagens dos bastidores de “Véspera”. O artista plástico, ilustrador e designer André da Loba é mais um novo cúmplice criativo dos Clã, assinando a identidade e imagem do novo disco e colaborando também com Joana X na realização do videoclipe “Armário”.

 

Manuela Azevedo - Voz

Hélder Gonçalves - Guitarras e voz

Miguel Ferreira - Teclados e voz

Pedro Biscaia - Teclados

Pedro Santos - Baixo

Pedro Oliveira – Bateria

Desenho de som - Nelson Carvalho

Desenho de luz - Wilma Moutinho

Desenho cénico - Victor Hugo Pontes

Figurinos - Cristina Cunha e Victor Hugo Pontes

 

A concert by the band Clã that present his new album: Véspera

Concerto Piano e Orquestra (Luís Miguel Magalhães - Piano, Fernando Marinho - Maestro, ORQUESTRA DO NORTE) | CAsa das Artes de Famalicão - 20 anos.



concerto Piano e orquestra 

Luís Miguel Magalhães | Piano

 Fernando Marinho | Maestro 

ORQUESTRA DO NORTE

Programa


- A Consagração da Casa, Op. 124 - L. van Beethoven 
(Abertura)
- Concerto para Piano (No. 6) em Ré Maior, Op. 61a - L. van Beethoven I - Allegro ma non troppo II - Larghetto III - Rondo: Allegro

4 de junho | sexta | 20h30| Grande Auditório

Entrada: 5 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2,5 Euros

M/3

Duração: 60 m

Luís Magalhães - Piano

Desenvolveu uma carreira internacional como pianista, a solo, ou como músico de câmara, em recitais em diversos países da Europa, América Latina, China, Japão e em numerosas ocasiões nos EUA e em África do Sul. Luís Magalhães foi aluno do maestro Vladimir Viardo na Universidade do Texas. Desde então, ele tem ensinado alunos que conquistaram importantes prémios e participações em competições nacionais e internacionais. Obteve o Doutorado em Música (Piano) pela Universidade da Cidade do Cabo em 2011, e continuou o seu percurso universitário associado ao percurso artístico, com a nomeação para o cargo de Professor Associado na Universidade de Stellenbosch. Também ministrou extensas masterclass, incluindo aulas na lendária Juilliard School de Nova York e em várias universidades na Europa, Ásia e Estados Unidos. Como pianista e educador experiente, também fez parte do júri de muitos concursos, incluindo o prestigioso Concurso Internacional de Piano para Jovens Músicos Tchaikovsky

Fernando Marinho – Maestro

Dirigiu a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra de Câmara de Sintra, Orquestra de Câmara da Guarda Nacional Republicana, Portuguese Brass, Banda Sinfónica Portuguesa, Remix Ensemble, Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, Banda de Música de Pontevedra, Artística de Merza, Municipal de Silleda e Orquestra de Câmara Ibérica (Espanha) e Muzikkorps der Bundeswehr (Alemanha).

Desde outubro de 2018 é Diretor Artístico da Orquestra do Norte.

Orquestra do Norte

A Orquestra do Norte (ON) concretiza, desde 1992, o projecto de descentralização da cultura musical, apresentado pela Associação Norte Cultural, vencedora do primeiro concurso nacional para a criação de orquestras regionais, instituído pelo Estado Português nesse mesmo ano. Os espectáculos da ON incluem concertos sinfónicos, didáctico-pedagógicos, ópera, música de bailado e de câmara. Para além da música erudita, tem abarcado outros géneros musicais, como é o caso do Jazz e música ligeira.

A programação da Orquestra do Norte abriu-se a um repertório mais amplo e variado no qual, juntamente com as partituras básicas do repertório sinfónico ocidental, abundam primeiras audições, tanto de música de recente criação, como partituras recuperadas do passado histórico-musical.

A concert for piano and orchestra, with Beethoven's works, by pianist Luis Magalhaes and the Orquestra do Norte

Pinóquio Jangada Teatro | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.

#casadasartes20anos | 2001-2021.

Pinóquio

Jangada Teatro
1 de Junho| 10h00 e 15h00 | terça-feira | Grande Auditório
Entrada: 4
euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
Teatro Infanto-juvenil
M/6
Duração: 60 min

Sinopse
“Tudo o que um sonho precisa é alguém que acredite que
ele possa ser realizado.” Numa oficina comum de um homem comum, numa vila comum
de Itália, o incomum acontece: este que, até ao momento, era apenas uma marioneta,
vive! Pinóquio traz-nos esta história familiar de esperança, através dos olhos
juvenis do protagonista que dá o nome a este maravilhoso espetáculo. Mas a
magia vem sempre com um preço, e cabe a ele o papel de descobridor do mundo e
de si próprio. O que será preciso para ser um menino de verdade? Pinóquio
depara-se numa luta constante de compreensão das relações pessoais e do novo e
desconhecido mundo a que tenta pertencer. Consequentemente, é rapidamente
abordado por leis, regras e limites que o tentam moldar na sociedade. E
Pinóquio fará de tudo para agradar e ser aceite… quando na verdade, não se
apercebe que o que importa realmente é sua própria aquiescência.

E como não poderia deixar de ser, tudo começa com uma
misteriosa estrela azul…

 Ficha Artística e
Técnica

Dramaturgia | Filipe Gouveia

Encenação | Xico Alves

Interpretação | Filipe Gouveia, Sara Maia, Sónia
Ribeiro, Paulo Pires, Vítor Fernandes, Xico Alves

Assistente de encenação | Vítor
Fernandes e Rita Calatré

Direção musical e desenho de som | Paulo Pires

Desenho e operação de luz |Fernando Oliveira

Figurinos | Cláudia
Ribeiro

Desenho e construção de marioneta e
máscaras
| Sandra Neves / Colectivo Monte

Cenografia | Carlos Pinheiro e Emanuel Santos / Colectivo
Monte

Produção executiva | Alejandrina Romero, Fred Meireles e
Susana Morais

Parceiros | ACLEM, Casa das Artes de Felgueiras

The story of Pinocchio for families by Jangada Teatro