quinta-feira, 5 de maio de 2022

CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão Episódio 6.3 – 7 e 21 de Maio | Casa das Artes de Famalicão.

                                  

CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão 

Episódio 6.3 – 7 e 21 de Maio

Nesta terceira e última réplica do sexto episódio, com o sétimo episódio no horizonte de Outubro, promovemos o cruzamento e o encontro de vários públicos, com três propostas:

(1)  o desfecho das histórias do cinema, que desde Outubro cruzaram Wong Kar-way com Hong Sang-soo, com um dos mais recentes filmes do prolifico coreano, A Mulher que Fugiu;

(2) um importante objecto híbrido, entre a ficção e o documentário, em Acto da Primavera de Manoel de Oliveira, no encontro tão caloroso quanto metafísico com uma comunidade transmontana no Portugal dos anos 60;

 (3) uma sessão de curtas-metragens de animação para famílias, em parceria com o programa Animar 17 (organizado pelo Curtas de Vila do Conde).

 

7.Mai – (15h00, PA) – A MULHER QUE FUGIU de Hong Sagg-soo (secção Histórias do Cinema, In The Mood for Kar-way e Sang-soo)

Casada há cinco anos, a jovem Gam-hee nunca esteve longe do marido um dia que fosse. Agora que ele se ausentou numa viagem de negócios para fora de Seul, ela aproveita a ocasião para visitar três grandes amigas que há muito não vê. Cada encontro, assim como a conversa que tem com cada uma das raparigas, vai ter um forte impacto em como Gam-hee vê o seu relacionamento. Isso vai fazê-la reavaliar as escolhas feitas até aqui.  Um filme dramático escrito e realizado pelo aclamado realizador sul-coreano Hong Sang-soo ("Noite e Dia", "Noutro País", "Sítio Certo, História Errada", "O Dia Seguinte") que arrecadou o Urso de Prata de Melhor Realizador no Festival de Cinema de Berlim. Com Kim Min-hee – musa e companheira na vida real de Sang-soo –, a assumir o papel de protagonista.

Título original: Domangchin yeoja/The Woman Who Ran (Coreia do Sul, 2020, 75 min.)
Realização: Hong Sang-Soo
Interpretação: Kim Min-hee, Seo Young-hwa, Song Seon-mi, Kim Sae-byuk
Classificação: M/12

The Woman Who Ran is a 2020 South Korean film written and directed by Hong Sang-soo, that was selected to compete at the 70th Berlin Film Festival, and won the Silver Bear for Best Director.

 

7.Mai – (16h30, PA) – ACTO DA PRIMAVERA de Manoel de Oliveira (secção Paisagens Temáticas, a Comunidade)

Representação popular do Auto da Paixão, segundo um texto medieval do século XVI, de Francisco Vaz de Guimarães, apreendendo a atmosfera duma comunidade que, para além das fainas e dos ritmos quotidianos, se transfigura em seus rituais ingénuos, mas sinceros. Ao espetáculo, celebrado pela Páscoa e de iniciativa própria, assistem as gentes das aldeias vizinhas, sendo antecedido por uma apresentação, em que se enumeram as suas diversas fases. Acto da Primavera adapta um auto da Paixão que se realiza anualmente numa aldeia transmontana. A população da Curalha interpreta todos os papéis do Acto, a que Oliveira dá uma dimensão metafísica que transcende o simples registo da representação. Uma singular reflexão, também, sobre a forma como o humano se revê no sagrado. (Cinemateca Portuguesa)

Título original: Acto da Primavera (Portugal, 1963, 90 min.)
Realização: Manoel de Oliveira
Classificação: M/12

Acto da Primavera by Manoel de Oliveira in a community of Trás-os-Montes in the sixties.

 

21.Mai – (15h00, PA) – sessão de curtas-metragens de animação para famílias (secção Sessões para Famílias)

M/6 anos
40 minutos

A Menina Parada de Joana Toste (Portugal, 2021, 9 min)

Uma menina perde-se da mãe e recusa-se a sair do mesmo lugar. Um polícia impede todos os outros de a obrigarem a mexer-se. A menina parada e o polícia que a guarda param o  trânsito e agitam os corações da cidade.

 

Dodu – O Rapaz de Cartão de José Miguel Ribeiro (Portugal, 2010, 5 min)

Um rapaz de cartão. Um caixote de cartão. Um rapaz de cartão faz-de-conta dentro dum caixote de cartão. Dodu, o rapaz de cartão, é muito sensível e vive numa cidade hostil para as crianças. Por isso, passa muitas horas dentro de casa, a brincar com Carica, a sua amiga joaninha. Sempre que Dodu arranha a superfície do caixote de cartão, cria mundos maravilhosos habitados por criaturas invulgares que o ajudam a lidar com as suas emoções e a crescer.

 

O Canto dos 4 Caminhos de Nuno Amorim (Portugal, 2014, 12 min)

Há muito tempo, quando Tião era guarda de um campo de milho, perdera, por culpa sua, a companhia de uma pega-rabuda por quem, inadvertidamente, se afeiçoara. Desde esse dia, em que o silêncio envolveu o campo, Tião procura reaver o canto perdido daquela ave.

 

Ride de Paul Bush (Portugal/Reino Unido, 2018, 6 min)

Centenas de motas são animadas imagem por imagem nesta homenagem ao icónico design das motas da cultura dos anos 50 e 60. Um motoqueiro prepara a sua mota e parte numa
idealizada viagem pelo campo rumo ao futuro.

 

Ema & Gui de Nuno Beato (Portugal, 2010, 7 min)

Gui, o amigo imaginário de Ema, vive no mundo que fica para lá das nuvens. Ema, é uma miúda sonhadora que não larga um estranho par de botas mágicas. Ao longo dos episódios Ema
tem de ir ajudar o seu amigo Gui. Durante estas aventuras, a Ema descobre como é maravilhoso o mundo mágico para onde o Gui a leva e fica fascinada com a ideia de se mudar para lá. O Gui nessas viagens faz descobrir à Ema que afinal o mundo de onde ela vem pode ser tão bom como o mundo para lá das nuvens. Eles acabam por se tornar os dois melhores amigos.

Animation Short films, a program for families

 

 

Bilheteira Sessões

Geral: 2 euros

As Artimanhas de Scapin - Estreia | Casa das Artes de Famalicão.


As Artimanhas de Scapin - Estreia

Teatro

Uma coprodução da ACE Famalicão e da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

5 e 6 de Maio | quinta-feira e sexta-feira| 21h30| Grande Auditório.

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

M/12

Duração: 85 m

 “Filhos versus Pais, Juventude versus Velhice, Amor versus Dinheiro”

 Parece o tema de um filme de Hollywood. Poderia ser até uma publicidade à nova novela da noite vista ao longe num cartaz na autoestrada.

Mas vamos usar esta frase como sinopse deste espectáculo, construído hoje, agora, alicerçado nas suas fundações lançadas há 350 anos (a obra original estreou absolutamente em Maio de 1671 no teatro do Palais-Royal).

Esta comédia é constituída por um intrínseco esquema novelesco que faz suceder jogos de estatuto, comédia de enganos, gags físicos ou cenas densas amorosas à velocidade de um virar de página, arrebatando o espectador e mantendo a narrativa activa com um ritmo de filme de acção contemporâneo. 

Apesar de “As artimanhas de Scapin” ser das últimas peças de Molière, é vista como um regresso às suas primeiras obras e à escola da commedia dell’arte que sempre influenciou a escrita do opíparo dramaturgo.

É, portanto, o melhor de dois mundos, conjugando a simplicidade narrativa do esquema italiano com a densidade psicológica francesa que Molière, com mestria, lhe imprime.

Como exercício, para estes alunos que agora se lançam ao palco, constitui um desafio de elevada dificuldade, porém, com uma recompensa à altura: a de darem corpo às palavras de um dos melhores e mais representados autores da história.

Arduamente, levando à cena com competência este texto, preparados estarão para viagens mais plácidas nos seus percursos académicos e profissionais.

Uma coisa é certa, seja em 1671 ou em 2022, há algo a que não podemos fugir: à nossa condição de sermos humanos. E é, em última análise, sobre isto que este espectáculo nos fala.

António Parra

 Ficha Artística

Texto: Molière

Tradução: Leopoldo de Araújo

Encenação: António Parra

Elenco (ACE): Alexandra Sousa, Beatriz Cardoso, Beatriz Paquete, Beatriz Pelayo, Carminho Postiga, Carolina Figueiredo, Catarina Coelho, Emanuel Mirra, Filipa Morim, Lara Maio, Lemos, Leonor Neto, Luísa Araújo, Lukas, Márcia Rodrigues, Margarida Airosa, Margarida Pinto, Margarida Teixeira, Maria Cunha, Maria Nogueira, Mariana Casqueira

Cenografia: Ana Gormicho

Figurinos e Adereços: Paula Cabral

Iluminação: José Saraiva

Sonoplastia: Fábio Ferreira

Fotografia de Cena: João Duarte

Registo de Vídeo: Rui Bezerra

Cabelos: José Resende

Direção de Produção: Glória Cheio

Produção: Sofia Peralta

 As Artimanhas de Scapin, a play by Molière, presented by ACE and staged by António Parra

400 anos do nascimento de Molière | Casa das Artes de Famalicão e Teatro Narciso Ferreira

 400 anos do nascimento de Molière

 Os 400 anos do nascimento de Molière estão a ser celebrados em Vila Nova de Famalicão num projeto cultural de promoção da dramaturgia que envolve professores e alunos de diversas escolas. Tudo culminará, nos de 5 a 7 de maio, no Teatro Narciso Ferreira e na Casa das Artes de Famalicão num Festival de Teatro. Previamente, desde setembro de 2021, tudo começou a ser preparado com a realização de uma ação de formação dirigida a professores de Francês e ministrada pelo formador Jan Nowak – “Drameducation – dispositivo 10 sur 10”. Esta ação teve como objetivo preparar os professores da disciplina de Francês a encenar com os seus alunos do 3.º ciclo uma das peças de teatro de Molière, em francês, para o Festival de Teatro.

Para além das Escolas do Ensino Básico, também os alunos do Curso de Teatro da ACE Famalicão estão mobilizados para estas comemorações, e vão apresentar um espetáculo baseado numa peça de Molière, nos dias 5 e 6 de maio, à noite, na Casa das Artes. Estes mesmos alunos terão oportunidade de participarem numa masterclass com um ator da Comédie Française.

No dia 7 maio, decorrerá no Teatro Narciso Ferreira, com a presença da comunidade escolar, a representação em francês pelos alunos do 3.º ciclo das peças selecionadas para o festival. Nesse mesmo dia, à noite, terá lugar o encerramento da iniciativa na Casa das Artes de Famalicão com a representação a solo de um ator da Comédie Française, numa cerimónia com representação diplomática e a presença dos parceiros envolvidos.

As comemorações dos 400 anos do nascimento de Molière em Portugal é uma iniciativa que envolve o Instituto Francês de Portugal/Embaixada de França em Portugal, a Alliance Française de Guimarães-Braga, o E.Leclerc Famalicão (Culturissimo France), a ACE Famalicão - Escola de Artes,  a APPF - Associação Portuguesa de Professores de Francês, o “Drameducation – dispositivo 10 sur 10”, o Agrupamento de Escolas D. Sancho I, o Agrupamento de Escolas Padre Benjamim Salgado e o Agrupamento de Escolas de Gondifelos.


elos.

Eixo do Jazz Ensemble meets MÁRIO LAGINHA | Casa das Artes de Famalicão.


Dia mundial do JAZZ

Eixo do Jazz Ensemble  meets MÁRIO LAGINHA


Música

30 de Abril | sábado | 21h30| Grande Auditório.

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/6

Duração: 60 m

Este é o concerto de apresentação do disco em que o Eixo do Jazz Ensemble se reuniu com Mário Laginha e a que se chamou EJE meets Mário Laginha.

Em 2019, na residência Jazz na Aldeia com Mário Laginha, por sugestão do próprio, o Eixo do Jazz decidiu basear as residências no estudo no repertório dos músicos convidados, portugueses e galegos, e criar um ensemble que pudesse fazer a divulgação desses repertórios.

Em 2020, e contra todas as adversidades desse ano, foi feita a gravação em confinamento, do repertório de Mário Laginha, interpretado pelo mesmo e pelo Eixo do Jazz Ensemble (EJE), para a edição de um disco, disco esse que irá ser lançado no dia 30 de Abril, Dia Internacional do Jazz, na Casa das Artes de Famalicão.

O Eixo do Jazz Ensemble, é constituído por músicos selecionados pelo Eixo do Jazz e pelo director artístico Diego Alonso e ainda este ano tenciona gravar mais dois discos com os repertórios de Iago Fernandez e de João Paulo Esteves da Silva.

Ficha Artística

Mário Laginha: Repertório e Piano

Diego Alonso: Arranjos

Vozes: Joana Raquel e Teresinha Sarmento

Piano: Miguel Meirinhos

Saxofones: Diego Alonso e João Paulo Silva

Trombone: Gil Silva

Contrabaixo: Yudit Almeida

Bateria: Zé Stark

 

Uma produção Eixo do Jazz, associação Luso-Galaica para promoção do Jazz

 

 

A concert with Mário Laginha that meets Eixo do Jazz Emsemble

 

terça-feira, 29 de março de 2022

Companhia Olga Roriz – Autópsia | Casa das Artes de Famalicão.

 Dia Mundial da Dança


Companhia Olga Roriz – Autópsia


Dança

29 de Abril | sexta-feira | 21h30| Grande Auditório.

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/14

Duração: 90 m

 

Tudo o que amamos está prestes a morrer.

Está sempre tudo prestes a morrer.

A aflição vem em ondas de dor e de luto.

Lá onde o corpo fica excluído da compreensão, restam os lugares abandonados. Lugares de memória abertos a outros acontecimentos, lugares de mutação à espera de uma transformada existência.

E depois da avalanche como tudo é tão frágil!

Tudo está aí à nossa frente mas, no entanto, há histórias que não estão escritas em lado nenhum. Coisas de nada… Singularidades frustradas.

Dissecar o mau estar de cada um de nós. Matar cada um de nós. Autopsiarmo-nos.

A repetição… a repetição… a repetição… sem fim como as ondas, como a vida e a morte ou o nascimento e a morte, o dia e a noite…

As dores.

Olga Roriz, Janeiro de 2019

 

Ficha Artística

Direção: Olga Roriz

Intérpretes: André de Campos, Beatriz Dias, António Godinho, Catarina Câmara, Marta Lobato Faria e Yonel Serrano

Conceção da banda sonora: João Rapozo

Seleção musical: Olga Roriz, João Rapozo e Bruno Alexandre Música de Acid Arabe, Christian Feenesz, Dirty beaches, Jóhann Jóhannsson, Kangding Ray, Ernst Reijseger, Ben Frost, Sunn O))), Colin Stetson e Sarah Neufeld

Cenografia e figurinos: Olga Roriz e Ana Vaz

Desenho de luz: Cristina Piedade

Conceção vídeo: Olga Roriz e João Rapozo

Equipa de captação de vídeo: Henrique Pina e Lee Fuzeta

Pós-produção vídeo: João Rapozo

Assistência à criação: Bruno Alexandre

Assistência de cenografia: Miguel Justino

Estagiárias assistentes aos ensaios: Andreia Serrada, Catarina Camacho e Marta Jardim

Montagem e operação de luz e vídeo: João Chicó | Contrapeso

Montagem e operação de som: Pontozurca Companhia Olga Roriz

Companhia Olga Roriz

Direção: Olga Roriz

Produção e digressões: António Quadros Ferro

Gestão: Magda Bull

FOR Dance Theatre e Residências: Lina Duarte

Em coprodução com o São Luiz Teatro Municipal e Teatro Municipal Sá de Miranda

 

Autópsia it’s de new choreography by Olga Roriz’s dance company

Soundcheck | Cas das Artes de Famalicão

 Soundcheck

Uma coprodução Teatro da Didascália, A Oficina, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Aveirense, Circuito – Serviço Educativo Braga Media Arts, Cineteatro Louletano.
Teatro

21, 22 e 23 de Abril |quinta-feira (15h00, para escolas) |sexta-feira e sábado| 21h30| Grande Auditório.

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

M/12

Duração: 60 m

 Não sabemos quem nasceu primeiro, se o Rock and Roll ou a brilhantina. Mas sabemos que ambos contribuíram, cada um à sua maneira, para uma revolução musical no século XX.

Soundcheck é um espetáculo que reivindica o lugar da resistência para o centro do palco. Que assume a escuta como forma central de protesto. Que existe para lá da pressa da vida veloz, que resiste através da empatia, da solidariedade, da ação coletiva. É um abanar de anca em direção ao futuro, um rastilho em jeito de inquietação para as novas gerações.

UM, DOIS...SOM! enuncia um teste de som (SOUNDCHECK) e é a proposta que fazemos a um grupo local: preparar o som que o público vai ouvir. A cultura Rock é o pano de fundo desta oficina sobre identidade e atitude que pretende também promover o contato com os bastidores e linguagem de cena do espetáculo. Daqui resulta um tema musical que é ensaiado e interpretado pelos participantes que subirão ao palco.

 


Ficha Artística

Dramaturgia, encenação e interpretação: Bruno Martins

Assistência de encenação: Cláudia Berkeley

Direção musical: Pedro (Peixe) Cardoso

Interpretação musical: Pedro (Peixe) Cardoso / Pedro Sousa, Susie Filipe

Cenografia e figurinos: Catarina Barros

Direção Técnica e desenho de luz: Valter Alves

Operação de som: Mariana Guedelha

Programa de mediação: Vera Santos

Produção: Raquel Passos

Comunicação: Anaïs Proença

Fotografia de cena: Paulo Pimenta

Registo de vídeo e Parceria: Os Fredericos

Design gráfico: Rui Verde

Coprodução: Teatro da Didascália, A Oficina, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Aveirense, Circuito – Serviço Educativo Braga Media Arts, Cineteatro Louletano.

O Teatro da Didascália é uma estrutura financiada pela Direção-Geral das Artes – Ministério da Cultura

 

Soundcheck it’s a play that use the rock n’ roll and his history to claims the place of resistance in the center of the stage.

Ciclo de Cinema – Migrações | Casa das Artes de Famalicão.

 Ciclo de Cinema – Migrações

Uma parceria da Confraria das Santas Chagas com a Casa das Artes de Famalicão e o Cineclube de Joane, incluída na programação religiosa e cultural da Semana Santa

Sessões no Pequeno Auditório, às 21h30, com entrada livre

 5 (3.ª feira) – Sacro GRA de Gianfranco Rosi

Conduzindo a sua carrinha, o documentarista Gianfranco Rosi segue viagem através do GRA (Grande Raccordo Anulare), a auto-estrada que circunda Roma. Aqui, longe dos lugares mais belos da cidade, são contadas as histórias de vida dos seus habitantes e da miséria existente para lá dos lugares visitados por milhões de turistas. Durante mais de dois anos, Rosi filmou pessoas reais em situações reais, imagens que depois montou em filme. O resultado foi uma obra sobre a pobreza na Europa do século XXI. "Sacro GRA" ganhou um Leão de Ouro no Festival de Veneza, tornando-se o primeiro documentário a receber o galardão.

Título original: Sacro GRA (Itália, 2013, 93 min.)
Realização: Gianfranco Rosi
Classificação: M/12

Sacro GRA is a 2013 Italian documentary film directed by Gianfranco Rosi. It won the Golden Lion at the 70th Venice International Film Festival. The film depicts life along the Grande Raccordo Anulare, the ring-road highway that circles Rome.

 6 (4.ª feira) – FOGO NO MAR de Gianfranco Rosi

Samuele tem 12 anos e vive numa ilha do mar Mediterrâneo. Como muitos rapazes da sua idade, vai à escola e passa o tempo livre pela ilha a brincar com a sua fisga. À volta de Samuele existe mar e existem homens, mulheres e crianças que tentam atravessá-lo a partir de África em pequenos barcos sem as mínimas condições. A ilha onde Samuele vive é Lampedusa, uma fronteira simbólica da Europa, à qual tentam chegar milhares de migrantes que procuram liberdade e esperança. Os habitantes de Lampedusa testemunham diariamente uma das maiores tragédias humanitárias dos nossos tempos, apesar de estes dois mundos praticamente não se encontrarem. Festival de Berlim: Urso de Ouro, Prémio do Júri Ecuménico, Prémio da Amnistia Internacional, Prémio do jornal Berliner Morgenpost

Título original: Fuocoammare (Itália/França, 2016, 114 min.)
Realização: Gianfranco Rosi
Classificação: M/12

Fire at Sea is a 2016 Italian documentary film that was shot on the Sicilian island of Lampedusa during the European migrant crisis, and sets the migrants' dangerous Mediterranean crossing against a background of the ordinary life of the islanders.

 7 (5.ª feira) – NOCTURNO de Gianfranco Rosi

Rodado ao longo de três anos na Síria, Iraque, Curdistão e Líbano, este filme tenta mostrar o que é viver em contexto de fome, violência e terrorismo originados pelas guerras. Durante esse tempo, o realizador segue várias pessoas que se esforçam por avançar com as suas vidas depois de vivenciarem o inimaginável.  Um documentário com assinatura do aclamado realizador, argumentista e produtor italiano Gianfranco Rosi que recebeu o Leão de Ouro no Festival de Cinema de Veneza com o filme “Sacro GRA” (2013) e o Urso de Ouro da Berlinale com “Fogo no Mar” (2016).

Título original: Notturno (Itália, 2020, 100 min.)
Realização: Gianfranco Rosi
Classificação: M/14

Shot over the course of three years between Syria, Iraq, Kurdistan, and Lebanon, the documentary film Notturno follows different people from areas near war zones in the Middle East who are trying to start over again with their everyday lives.

Concerto de Páscoa- João Domingos BOMTEMPO (1775-1842) | Requiem em dó menor, Op. 23 “À Memória de Camões” | Casa das Artes de Famalicão

Concerto de Páscoa

João Domingos BOMTEMPO (1775-1842)

Requiem em dó menor, Op. 23 “À Memória de Camões”

 Orquestra do Norte

Coro de Câmara de Amarante

Alexandra Moura, soprano

Margarida Reis, mezzo-soprano

Paulo Ferreira, tenor

Job Tomé, barítono

Fernando Marinho, direção

 Concerto inserido na programação da Semana Santa de Vila Nova de Famalicão.

Musica coral Sinfónica

13 de Abril| 4.ª feira | 21h30| Igreja Matriz (Nova) de Vila Nova de Famalicão

Música

Entrada:  Gratuita à lotação da sala

M/6

Duração:  75 min

 Na Páscoa de 2022, a Orquestra do Norte procurará evocar a caminhada quaresmal através da execução da obra Requiem, Op. 23 “À Memória de Camões” de João Domingos Bomtempo.

Esta obra, peça chave do classicismo português, celebrou recentemente o 200º Aniversário da sua estreia, cuja edição em Paris data de 1820. João Domingos Bomtempo, que se destacou como compositor e primeiro Diretor do Conservatório Nacional, escreveu muita música instrumental e coral. Esta obra que propomos é um marco importante da história da música portuguesa do século XIX, sendo provavelmente a de maior dimensão entre a escrita das obras homónimas de W. A. Mozart e H. Berlioz.

 

Programa


Requiem em dó menor, Op. 23 – João Domingos Bomtempo

“À Memória de Camões”

 

I.Requiem aeternam Kyrie

Sequence:

II.Dies irae

III.Tuba mirum

IV.Rex tremendae

V.Recordare

VI.Confutatis

VIILacrimosa

Offertorium:

VIII.Domine Jesu Christe

IX.Hostias et preces

X.Sanctus

XI.Benedictus

XII.Agnus Dei.Libera me

XIII.Dies irae.Requiem aeternam

  

Requiem in C minor, Op. 23 (João Domingos Bomtempo) by Orquestra do Norte inserted in the program of the Holy Week of Vila Nova de Famalicão.


sexta-feira, 18 de março de 2022

Poética da Palavra | Encontros de Teatro Capítulo 4 - FIO DE JOGO, Uma encenação de Luísa Pinto, a partir de um texto de Carlos Tê e interpretação: Rui de Noronha Ozorio. | Casa das Artes de Famalicão,


FIO DE JOGO

Uma encenação de Luísa Pinto, a partir de um texto de Carlos Tê e interpretação: Rui de Noronha Ozorio.

9 de Abril | sábado, 21h30 | Grande Auditório

Teatro

Entrada: 4 euros. Estudante, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

M/12

Duração: 60 min

 Um treinador de futebol, um intelectual/adepto/comentador de televisão, um relatador, um atacante em fim de carreira, um actor desdobrando-se em quatro personagens que falam sobre o fenómeno do futebol, os seus clichés, os seus pequenos mitos que ajudaram à sua implantação planetária como desporto de massas que extravasa a própria condição desportiva. Um passeio pelas fundações subsolares desse fascínio que desafia a racionalidade e suspende a mecânica das classes sociais – uma peça que escava em lugares tão remotos como as tardes mágicas da infância ou as conversas fastidiosas de café.

 Texto: Carlos Tê

Encenação: Luísa Pinto

Interpretação: Rui de Noronha Ozorio

Participação especial: Constança Antunes

Espaço cénico e figurinos: Luisa Pinto

Assistente de encenação: Constança Antunes

Seleção musical: Carlos Tê

Criação e operação vídeo: Rui Carvalho

Desenho de Luz: Mariana Figueroa

Créditos fotográficos, cartaz: Paulo Pimenta

Produção: Narrativensaio-AC

 FIO DE JOGO it’s about four characters that talk about football and its importance beyond sport itself

Poética da Palavra | Encontros de Teatro Capítulo 4 - LÍNGUA DE CÃO E LITANIA, Uma encenação de João Cardoso, com interpretação de Pedro Frias | Casa das Artes de Famalicão.

 

Língua de cão e Litania

Uma encenação de João Cardoso, com interpretação de Pedro Frias

8 de Abril | 6.ª feira, 21h30 | Grande Auditório

Teatro

Entrada: 4 euros. Estudante, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

M/12

Duração: 80 min

Partindo da situação criada pelo primeiro confinamento, as ruas desertas e o silêncio ensurdecedor das ruas desertas, Francisco Luís Parreira propõe-nos uma reflexão acerca do homem na sua posição terminal, o homem olhado pelo seu amigo, o cão, e o homem observado pela sua amiga, a morte. Criámos um espaço, ruína invadida por raízes, onde a vida é já uma insignificância, onde estes dois monólogos, Língua de Cão e Litania, pudessem permanecer e subsistir ao confinamento das almas, as verdadeiras árvores são apenas imagens daquilo que já foram, projetadas na parede negra da ruína, a água goteja sem parar como presença da natureza que insiste em fazer-se notada, o homem reside neste espaço de ninguém falando com os seus fantasmas.

...as pessoas não aguentam estar em casa, ia eu pensando, mais depressa se expõem ao vírus do que ficam a sós consigo mesmas...

Texto: Francisco Luís Parreira

Encenação: João Cardoso

Interpretação: Pedro Frias

Cenografia e Figurinos: Sissa Afonso

Desenho de luz: Nuno Meira

Sonoplastia: João Oliveira

Vídeo: Marta Lima

Interpretação musical: Inês Afonso Cardoso e Rúben Pérola

Produção executiva: João Castro
Uma Produção Assédio Teatro

 LÍNGUA DE CÃO E LITANIA it’s about the man in a terminal position, from the perspectives of the first confinement of covid 19