quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Spleen Poetry


Pop / Rock / Blues
31 de Janeiro, Sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 50 m
www.myspace.com/spleenpoetry

Elementos da banda Spleen Poetry:
Marco Brantner – Voz, Guitarra acústica e compositor de letras
Daniel Ramos – Guitarras

Músicos convidados :
Zé Paulo Ribeira – Piano, teclas
Bruno Pereira – Bateria
Sara Pereira – voz (back vocals)

Produtor do álbum:
Paulo Baixinho (Su)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Carlos Macedo

Fado
Fadista e Guitarrista que percorreu o mundo, dando a conhecer o Fado e a Cultura Portuguesa.
24 de Janeiro, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.carlosmacedo.net/
http://www.carlosmacedofado.blogspot.com/
Natural de Lousado, Vila Nova de Famalicão, a 9 de Dezembro de 1946, sob o signo de Sagitário nasce Carlos Macedo.
Aos 17 anos a sua sensibilidade musical de cariz Popular leva-o a formar um conjunto típico com o seu nome. É assim que pela 1ª vez se apresenta nas Rádios Nacionais fazendo inclusivamente um directo, numa Rádio Portuense.
Num percurso lógico grava o ser 1º disco que inclui: "Guitarra toca Baixinho". Em 1975 regressa a Portugal e grava um trabalho de grande êxito Popular, "Até o Rei ia ao Fado", até fins dos anos 80 grava mais 8 discos.
Seguem-se os CD's: "Fado", "O nosso amor está por um triz", "Desejos" e "Este meu fado". Paralelamente, mostrando-se um exímio Guitarrista, fazendo inúmeras gravações com outros Artistas.
Embora fiel ao seu País, fez várias viagens pelo mundo fora como:
Brasil : "Canecão", Rio de Janeiro ; "Palace", S. Paulo ; "Gallary", S. Paulo, Macau : "Centro Cultural de Macau", Holanda : "Teatroz", Twente Schouwbourg
Canadá : Toronto, Espanha, Bélgica, França, entre outros, dos quais participa em vários programas de Televisão.
Apresentando-se como Intérprete, Autor, Músico e Compositor, tendo também construído já algumas guitarras e é solicitado para compôr músicas para vários artistas.
Em 1998 actua no Palco Nº1 da "Expo 98" durante uma semana. Em 1999 volta a Macau desta vez durante 1 mês para uma tourneé.
Canta em Bruxelas (Bélgica) a convite da câmara de Comércio Luso-Belga.
Participa em duas noites de Fado no Teatro Mailon em Strasbourg (França).
É presentemente um dos grandes Autores Compositores de Fado, segundo a S.P.A. Actualmente pode-se ouvir o seu Fado no Restaurante "Sr. vinho", onde actua diáriamente.
Participou, ao longo da sua carreira, em vários programas de televisão.

FADISTA : CARLOS MACEDO . FADISTAS CONVIDADOS: ALICE PIRES: FILIPA CARDOSO: ...(MUSICOS: CUSTÓDIO CASTELO -GUITARRA PORTUGUESA)-(CARLOS GARCIA-GUITARRA CLÁSSICA )- (CARLOS MENEZES-VIOLA BAIXO )

Susana Félix - Pulsação




Pop / Acústico
23 de Janeiro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/susanafelix
http://www.susanafelix.com/

Susana Félix estreou-se no final da década de 90 com o álbum Um Pouco Mais . Oito anos depois, a cantora resolveu passar em revista a sua ainda curta carreira e acaba de editar uma colectânea intitulada 'Pulsação'.

Como best-of que é, Pulsação reúne os temas que mais destaque têm tido na carreira de Susana Félix. Assim, podemos aqui ouvir faixas como "Mais Olhos (que barriga)", "Flutuo" ou "Fintar a Pulsação". O destaque vai para os dois temas inéditos incluídos neste disco - "Amanhecer" e "(Bem) Na Minha Alma", que é também o single de apresentação de Pulsação .
Os temas emblemáticos da sua carreira em novos e surpreendentes arranjos, num concerto de subir a pulsação uma excelente oportunidade para redescobrir as grandes canções da cantora e compositora.

Maldita Matemática


Teatro
Dois Pontos associação Cultural

22 de Janeiro, quinta-feira, 10h30 e 15h00, Grande Auditório
Entrada: 2 euros, Pré - inscrição
Público escolar – Ensino Básico (1º, 2º e 3º Ciclos) – dos 6 aos 15 anos
Duração 50 minutos de espectáculo + 15 minutos de conversa
LOTAÇÃO 125 alunos + professores

SINOPSE

maldita matemática é uma viagem que passa pelo mundo dos números... Maria tem um teste de matemática... ...na véspera do teste, depois de muita brincadeira e pouco estudo, Maria deita-se, adormece e começa a sonhar... No sonho, Maria encontra-se num mundo povoado por números... Aparece um Sete que está a fazer revisões para o teste de poesia... E depois? E depois? Será que... "Não te fies em balelas/ nem somes mais do que a conta./ Às vezes muitas parcelas/ dão soma de pouca monta..." É fantástico... "Cuidado com a subtracção/ Se subtrais soma alheia/ podes ir ter à cadeia!/ Tenta outra operação... " Nunca pensei... "Multiplica, multiplica,/ que é o que faz a gente rica!/ Peixes por pães é que não:/ é muita multicomplicação!" Este problema é formidável... "Partindo da proposição/ «Dividir para reinar»,/ divide até te fartar/ e calcula a reinação!" Agora já o consigo compreender... ...à volta de um enorme tabuleiro com a forma de um mapa de tesouro, os espectadores assistem, partilham e divertem-se com a aventura da Maria e do seu amigo Sete...

ACTIVIDADES COMPLEMENTARES
Conversa Depois do Espectáculo - Após as representações, o público poderá colocar questões aos actores sobre o espectáculo e o teatro em geral.
Venda de Livros – Sempre que o espectáculo ficar mais do que um dia numa localidade será montada no átrio do local das apresentações uma Venda de Livros para a Infância e Juventude - mais importante que a comercialização é a possibilidade que os jovens espectadores têm de contactar com as obras de alguns dos mais prestigiados autores nacionais e estrangeiros.

FICHA ARTÍSTICA
Encenação/Dramaturgia/Cenografia - MANUEL GAMA
Texto - ÁLVARO MAGALHÃES e MANUEL ANTÓNIO PINA
Assistência de cenografia - CRISTINA LUCAS
Interpretação - CLEMÊNCIA MATOS ou actriz a designar
Interpretação - MANUEL GAMA ou actor a designar
Coordenação de montagem - MANUEL GAMA
Operação Técnica - ANA REIS
Atelier: Percurso pelos sentidos
Serviço Educativo da CASA das ARTES

DATA: 15 e 22 Janeiro
HORÁRIO: 10h00 e 14h30
LOCAL: Casa Das Artes De Vila Nova De Famalicão
PUBLICO-ALVO: Pré-Escolar e 1.º Ciclo

Vamos ver e olhar todas as cores através da pintura e do desenho. Vamos sentir nas mãos diferentes texturas. Isto é macio. Isto é áspero. Vamos ouvir sons novos e conhecidos. Vamos procurar, identificar, e descobrir cheiros. Vamos provar alguns alimentos e saboreá-los!

D. Quixote



Bailado Clássico
Companhia de Dança do Porto
16 e 17 de Janeiro, sexta e Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m

SINOPSE

A partir do séc. XVII, a figura de Dom Quixote induziu variadíssimas produções nas áreas de literatura, teatro, música, bailado, ópera e artes plásticas.
Sob a música de Minkus, especialmente composta para o efeito, Petipa apresentou um D. Quixote (1869, revista em 1871) em que o cavaleiro e o seu fiel escudeiro mais serviam de suporte narrativo a uma intriga centralizada nos amores de Kitri e Basílio, inspirada no segundo volume da novela de Cervantes.
Com grande aparato e virtuosismo, o bailado D. Quixote intercala uma natureza estritamente realista e popular de carácter espanhol, com um mundo de fantasia e de sonho. Encruzilhada de vários géneros, desde as danças de carácter – fandangos, seguidilhas e boleros, juntam-se os ensembles, variações de Pás de Deux, próprios da linguagem clássica e romântica.
Inserida na tradição coreográfica russa, designadamente do teatro Bolchoi, na linha Petipa / Minkus, revista em 1900 por Gorski, encontramos várias versões, nomeadamente Nureyev (1966) e Baryshnikov (1977), esta última na qual nos baseamos para esta produção.

FICHA ARTÍSTICA
Personagens Principais
Kytri Basílio; D. Quixote; Sancho Pança; Estalajadeira ; Mercedes ; Amigas de Kytri: Juanita e Piquilha Rainha das Diades ; Driades ; Cupido ; Corpo de Baile do Cupido
Espanhóis ; Espanholas Ricas; Espanholas

Bailarinos Convidados Carlos Pinillos, Filipa Castro, Companhia nacional de Bailado

FICHA TÉCNICA
Direcção Artística e Remontagem Coreográfica
Teresa Vieira baseada na versão de M. Baryshnikov après Petipa e Gorski
Música Minkus
Cenografia e Figurinos Natacha Fernandes
Desenho e operação de Luz Ricardo Alves
Ensaiadora Fátima Lima
Confecção de Guarda – Roupa Olívia Rodrigues, Fátima Almeida
Execução de cenários adereços Sandra Neves, Alfredo Teixeira, Ricardo Alves

Exposição de Fotografia de Graham James


Foyer, Janeiro, de 2009

Título - Barcos de Pesca (Fishing boats)

“Nada é mais abstracto do que a realidade” Georgio Morandi

Poderiam estar erradas para quadros abstractos, mas estas são fotografias de barcos de pesca. O fotógrafo Graham James é natural de Cornualha, uma terra celta no extremo sudoeste da Grã-bretanha. As suas imagens aqui apresentadas, capturam as cores, as formas e texturas de barcos de trabalho no porto de St. Ives, na costa do norte de Cornualha. É uma praia turística com uma comunidade prosperamente artística.

Graham utiliza a fotografia como meio de expressão artística. Com o framing exacto e a focagem aproximada, produz visões abstractas da realidade. “As minhas imagens parecem abstractas, mas estão lá fora no mundo real e nenhuma foi manipulada de forma digital,” disse. “Eu adoro os barcos de pesca de Cornualha e pretendo mostrar a sua beleza em pura forma e cor. A pesca é uma das últimas actividades económicas tradicionais que se mantém em Cornualha, considerada uma das mais pobres regiões da Comunidade Europeia.”

Ex-jornalista, Graham actualmente lecciona inglês em Portugal. Expôs o seu trabalho em galerias, em Cornualha. Esta é a sua primeira exposição a solo.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

“Missa das Crianças” de John Rutter

Concerto de Natal
Coro do CCM e Coro das Crianças de CCM e Orquestra sinfónica ARTAVE
20 e 21 Dezembro, Sábado 21h30 e Domingo 18h00, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 50 m

Programa:
Homenagem ao Tomás Pereira (1645 -1708), Padre Jesuíta Famalicense foi astrónomo, geógrafo e principalmente músico, sendo autor de um tratado sobre a música europeia que foi traduzido para Chinês, e também construtor de um órgão e de um carrilhão.
Em sua memória serão apresentados excertos do Oratório Messias de Georg Friedrich Haendel

“Missa das Crianças” de John Rutter
A Missa das Crianças foi fruto de um convite para a composição de um novo trabalho, para um concerto dado em Carnegie Hall durante a convenção nacional da Associação de Directores de Coral Americano em Nova Iorque, em Fevereiro de 2003. De todas as obras corais com dimensão de Rutter e diferente carácter, as mais interpretadas são o Gloria, o Requiem e o Magnificat.
A Missa das Crianças representa algo novo no que diz respeito ao trabalho do compositor, tendo sido concebida com um papel importante para um coro de crianças apoiado por um coro combinado de adultos, dois solistas e orquestra. O papel do coro das crianças é adicionar uma nova dimensão à Missa Latina tradicional cantada por um grupo coral de adultos, com o objectivo da criação e valorização do significado e do ambiente. A Missa propriamente dita (Missa Brevis, que é uma Missa sem a parte do Credo) é, regra geral, cantada por um coro de adultos ou solistas. As crianças por vezes cantam o Latim – por exemplo, Christe Eleison, o início do Gloria e o Benedictus – mas, nas outras partes, eles e os dois solistas cantam textos ingleses especialmente escolhidos, que de certa forma reflectem sobre ou esclarecem o Latim. Dois versos do hino matinal de Bishop Thomas Ken fazem a abertura do trabalho dos estudantes da Universidade de Winchester, terminando com as crianças cantando o seu hino da noite com a eterna melodia de Tallis, enquanto os adultos recitam o tradicional Dona Nobis Pacem, uma oração pela paz. Criou-se uma espécie de sistema, desde o acordar até ao adormecer

Deolinda


Acústico / Folclórica

Há uma longa série de clichés associados ao fado. Mas os Deolinda são... fado, apesar disso tudo, e são muito mais que fado, por causa disso tudo e de tudo o mais que a sua música contém.

13 de Dezembro, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.deolinda.com.pt/

Uma música que vai à música popular portuguesa - um universo que aqui abarca José Afonso e António Variações, Sérgio Godinho, Madredeus e os «muito mais que fadistas» Amália Rodrigues e Alfredo Marceneiro - e vai ainda à rembetika grega, à música ranchera mexicana, ao samba, à música havaiana, ao jazz e à pop, numa confluência original e rara de músicas-irmãs ou primas umas das outras e que, nos Deolinda, fazem todo o sentido.
Dois anos - e vários concertos memoráveis depois -, os Deolinda lançam agora o seu álbum de estreia, «Canção ao Lado», com catorze temas originais gravados pelos quatro nos estúdios Valentim de Carvalho, em Paço de Arcos, com produção do grupo e de Nélson Carvalho.
No álbum participam ainda o percussionista João Lobo (pandeiro em «Garçonete da Casa de Fado») e muitos amigos dos Deolinda - Mitó Mendes (A Naifa), Norberto Lobo (Norman/Munchen), Mariana Ricardo (ex-Pinhead Society/Munchen), Joana Sá (também ex-Pinhead Society, agora nos Power Trio, ao lado de Luís José Martins), Gonçalo Tocha, Didio Pestana (ambos ex-Lupanar), Artur Serra e Carlos Penedo (ambos ex-Bicho de 7 Cabeças), entre outros - nos coros de «Movimento Perpétuo Associativo» e «Garçonete da Casa de Fado».

Um grupo de amigos que se estende ao autor de banda-desenhada João Fazenda, que ilustrou o disco, e a Catherine Villeret e (mais uma vez) Gonçalo Tocha, que realizaram o divertidíssimo e surreal teledisco de «Fado Toninho», o primeiro single retirado de «Canção ao Lado».
I.M.A.N.08 [Intermédia, Multimédia, Acção e Nada] - PROJECTO INTERNACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA
«UN-CONTROLLED» FASE 1 / 2008
4ª EDIÇÃO DE PRÁTICAS ARTÍSTICAS CONTEMPORÂNEAS

13 de Dezembro, sábado
Entrada: livre

17h00 - «UN-CONTROLLED - EXPOSIÇÃO» JAVIER TUDELA, NADIA DUVALL, PEDRO PENILO, CARLOS SOUSA, BRUNO JAMAICA, PASCAL FERREIRA, FRANCISCO LARANJEIRA, MARISA TEIXEIRA, COLECTIVO ALG-A, ZEROFOUNDATION

17h30 - «UN-CONTROLLED - WORKSHOP» INTRODUÇÃO À OBRA DE CARLOS SOUSA

18h00 - «UN-CONTROLLED - DEBATE» JAVIER TUDELA, MÁRIO CAEIRO, FRANSICO LARANJEIRA, JUANJO FUENTES, J. PERES ESCALEIRA
[moderação: ALEXANDRE A. R. COSTA]

23h00 - «UN-CONTROLLED - ARTES PERFORMATIVAS / FESTA» PASQUALE FERRARA, DIGITALSCRATCHER, FRANK ZAPPING, DREAMACHINE


UN-CONTROLLED extensão internacional – Berlim (Alemanha)

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Ópera “ Amor de Perdição" – 100 anos depois…



“Amor de perdição” é uma ópera em três actos, cujo libreto de Francisco Bernardo, é baseado no romance de Camilo de Castelo Branco, escrito em 1861 e considerado como uma obra-prima do romantismo em Portugal. A versão Portuguesa do libreto é da responsabilidade de Maria João Braga Santos , com música de João Arroyo

12 de Dezembro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório - Estreia
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 150 m com intervalo

A ópera do Sr. Conselheiro João Arroyo : Amor de Perdição cantada pela 1ª vez no Real Theatro de S. Carlos na noite de 2 de Março de 1907"

A acção passa-se em Portugal no século XIX, entre Viseu (nos dois primeiros actos) e o Porto (no último acto). Este drama passional bem ao estilo romântico, descreve, como na história de “Romeu e Julieta”, a saga de dois apaixonados que têm como obstáculo à concretização do seu amor a rivalidade existente entre as suas famílias, os Albuquerque e os Botelho. Simão, um dos cinco filhos de Domingos Botelho, um jovem com temperamento explosivo, apaixona-se pela sua vizinha, Teresa Albuquerque. Descoberto o namoro proibido, Domingos Botelho envia seu filho para Coimbra, e assim a Teresa restam-lhe duas opções: ou casar com seu primo, Baltasar, ou ingressar na vida religiosa. Durante algum tempo os jovens apaixonados resistem à sua separação trocando correspondência com a ajuda de Mariana, filha do ferreiro João da Cruz. Inevitavelmente, Mariana acaba por se apaixonar por Simão, embora saiba que esse amor jamais poderá ser correspondido. Depois de ameaças e atentados, Teresa rejeita o casamento, e é enviada para o Convento de Monchique, no Porto. Simão resolve raptá-la acabando por matar o seu rival, Baltasar, e entrega-se à polícia. João da Cruz tenta ajudá-lo a fugir, mas ele recusa, como seria de esperar de um típico herói romântico. Enquanto Simão vai para a cadeia, Teresa vai para o Convento e Mariana opta por se manter ao lado de Simão, ajudando-o sempre que possível. Condenado à forca, Simão vê a sua sentença comutada, e é deportado para a Índia. Ao ver o seu amor partir e com a dor da despedida, Teresa morre de desgosto. Durante a viagem, Mariana mostra a Simão a última carta de Teresa. Simão apercebendo-se da morte de Teresa, tem uma febre inexplicável e morre. Na manhã seguinte o seu corpo é lançado ao mar e Mariana não suportando a dor da sua perda, atira-se ao mar, suicidando-se abraçada ao seu amor.

Director artístico António Salgado
Maestro António Saiote
Encenador Marcos Barbosa

Personagens/Cantores
Tadeu d’Albuquerque, pai de Teresa Rui Silva /António Salgado
Teresa d’Albuquerque, sua filha Marina Pacheco
Baltasar Coutinho, primo e pretendente de Teresa José Lourenço
Margarida, sua irmã Ana Barros
Simão Botelho, filho de Domingos BotelhoManuel Soares / Mário João Alves
Mariana da Cruz, filha do ferreiro João da Cruz Luísa Barriga
Abadessa do Convento de Monchique no Porto Ângela Alves
Freira do Mosteiro de Viseu Susana Milena
Nobres e Damas, amigos da família Albuquerque, Populares, Polícias,
Soldados, Marinheiros, Freiras, Monges e um Padre
Coro do Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musica da Universidade de Aveiro (CEOTM-UA)

Orquestra
Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE)

Coro
Coro do Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musical da Universidade de Aveiro
Correpetidor
Angel Casado

Bailarinos - Ballet Teatro Escola Profissional
Alexandra Nogueira Dupont
Bruno Brazete Fernandes
Inês Monteiro Ribeiro
Natasha Rochelle da Silva Alves
Pedro Miguel Jacobetty França
Tiago Ismael Monteiro Rocha

Coreografia e assistência de encenação Leonor Zertuche
Director Técnico Pedro Carvalho
Concepção Plástica
Marcos Barbosa (Coordenação)
Leonor Zertuche (Luz)
Fernando Ribeiro (Cenografia)
Rodrigo Areias (Vídeo)
Ricardo Freitas (Vídeo)
Susana Abreu (Figurinos)
Fernando Lemos (Técnico de Cenografia)
Pedro Almeida (Imagem da Ópera e organização Gráfica do programa)
Sara Amado (Imagem Gráfica da Capa do programa )

Produção
Álvaro Santos (Direcção de Produção)
Filipa Lã (Produção Executiva

Organização e co-produção
Drama per Musica
OperaNorte
CASA das ARTES de V.N. Famalicão

Apoios
DGArtes/Ministério da Cultura
Casa das Artes de V.N. Famalicão
Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musical da Universidade de Aveiro (CEOTM-UA)
Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DECA-UA)
Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE)

«UN-CONTROLLED - WORKSHOPS» Artes Plásticas

«UN-CONTROLLED - WORKSHOP ARTES PLÁSTICAS
I.M.A.N.08 PROJECTO INTERNACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA[Intermédia, Multimédia, Acção e Nada] «UN-CONTROLLED» FASE 1 / 2008

10 de Dezembro, quarta-feira, 10h00, Parque fechado

[orientador: AUGUSTO PEREIRA DA COSTA]
Entrada: livre, com inscrição prévia

WORKSHOP DE DANÇA

COM O COREOGRÁFO LUDGER LAMERS

6,7 E 8 DE DEZEMBRO, apartir das 14h30, Sala de Ensaios

DESTINATÁRIOS: Jovens e Adultos
Inscrição – 5 euros

Workshop de dança contemporânea aberto a todas as pessoas interessadas em contactar com a linguagem criativa do coreografo Ludger Lamers e que suporta o processo criativo do espectáculo de dança Tokonoma.

DANIELA GALBIN 4tet

Soul / R&B / Pop
6 de Dezembro, Sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/danielagalbinsinger

Daniela Galbin é cantora/compositora desde que nasceu...
Já trabalhou entre outros com Nuno Guerreiro e Luis Represas estando actualmente a preparar a gravação do seu primeiro trabalho a solo.
Ao vivo apresenta um espectáculo em formato acústico, rodeado de excelentes músicos.

com:
DANIELA GALBIN voz e guitarra
ANTÓNIO MÃO DE FERRO guitarra e vozes
MANUEL BARROS baixo eléctrico
MANUEL SANTIESTEBAN percussão e vozes

Disney´s Aladdin Jr

Teatro Musical

Bem-vindos a Agrabah, a cidade do encantamento e das mil-e-uma noites, onde cada pedinte tem uma história e cada camelo tem um conto.
ALADINO é um espectáculo de ritmo, música, cor e diversão, a não perder, especialmente pelo público jovem.

6 de Dezembro, Sábado, 16h00 e 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 60 m

Certo dia, Aladino, um jovem pobre e traquina, é acusado injustamente de ter roubado um pão. No alvoroço da fuga, conhece Jasmine, uma princesa que se sentia enclausurada e que, pelas leis em vigor, era obrigada a escolher um príncipe para se casar. Depressa uma grande empatia nasce entre eles, proibida devido à diferença de classes sociais que os separa.
Tendo sido apanhado e preso pelos guardas do palácio, Aladino descobre uma lamparina poeirenta. Ao manuseá-la, liberta um Génio mágico que lhe concede a realização de três desejos.
Com tapetes voadores, músicas famosas e fantasia quanto baste, este conto das mil-e-uma noites adaptado pela Disney, promove a moral do equilíbrio social e do respeito pela identidade de cada indivíduo, afinal temas tão presentes no quotidiano das sociedades actuais.

Música: Alan Menken
Letras: Howard Ashman e Tim Rice
Adaptação: Jim Luigs e Bryan Louiselle
Direcção geral: Ernesto Coelho e Hugo Berto Coelho
Direcção artística e musical: Ernesto Coelho
Encenação: Patrícia Franco
Coreografia: Sara Lima
Cenografia: Anaísa Guerreiro e Rui Santos
Figurinos: Cristiana Lopes
Desenho de som e Desenho de luz: Rui Sampaio e Joaquim Madail

Exposição - «UN-CONTROLLED» FASE 1 / 2008


I.M.A.N.08 [Intermédia, Multimédia, Acção e Nada] - PROJECTO INTERNACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA

4ª EDIÇÃO DE PRÁTICAS ARTÍSTICAS CONTEMPORÂNEAS
Foyer, Dezembro

Artistas em exposição:
BRUNO MARQUES, CARLOS SOUSA, COLECTIVO ALG-A, FRANCISCO LARANJEIRA, JAVIER TUDELA, MARISA TEIXEIRA, NADIA DUVALL, PASCAL FERREIRA, PEDRO PENILO, ZERO FOUNDATION"

O projecto internacional de arte contemporânea I.M.A.N. [Intermédia, Multimédia, Acção e Nada] traz-nos neste mês a sua 4ª Edição à Casa das Artes com uma extensão das actividades à cidade de Berlim através de um plano programático e curatorial que se designa «UN-CONTROLLED» fase1.
O projecto artístico propõe este ano (fase1) e no próximo (fase2) ser um género de jogo no qual o artista é convidado a reflectir sobre o seu posicionamento na contemporaneidade, em relação às categorias tecnológicas a que recorre (media) e o porquê dessas opções para a sua prática artística; em relação às categorias de sentido na criação e fruição que procura pelo cruzamento desses media; em relação às categorias da consciência activa e auto-regulativas com que desenvolve a sua prática “em resistência” perante um estado contemporâneo reconhecido como totalizador e/ou segmentador.
Os vários conceitos-chave do projecto da autoria e direcção de Alexandre A.R. Costa reforçam uma perspectiva de um espaço incerto, instável e indeterminado para a arte contemporânea: “Intermédia” (referente aos pontos de criação e fruição no cruzamento de medias, a alusão aos pontos de contacto nos sistema complexos da actualidade – relacionado com Interdisciplinaridade); “Multimédia” (referente à possibilidade de recurso indeterminado de media (pré e pós digital e multimédia) assim como as últimas possibilidades das novidades tecnológicas, que tanto podem possibilitar diversidade das práticas como fazer com que o artista se desvie apenas para o território do admirável); “Acção” (referente ao compromisso do posicionamento do artista contemporâneo, à consciência activa que consegue provocar e a sua possibilidade de auto-regulação); “Nada” (proposta de reflexão referente ao estado-hiato de globalidade: incerteza entre as possibilidades totais e disseminação inevitável da prática artística e a probabilidade de desolação nos resultados pela sobreposição do gratuito e da diversão) sendo que tanto numa perspectiva como noutra a dissipação deverá ganhar.
Esta quarta edição do I.M.A.N. tem este carácter de contiguidade em relação às outras três edições realizadas nos anos transactos perfazendo um ciclo que faz parte de um projecto maior e que procura atingir um clímax durante a celebração da sua quinta edição, ou seja, a fase2 de «UN-CONTROLLED» em 2009, com várias propostas neste momento em preparação. Para este Dezembro de 2008 com inauguração no dia 13 a partir das 17 horas aqui está «UN-CONTROLLED» fase1.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Venda bilhetes online

Comprar, pela Internet, bilhetes para os espectáculos da CASA das ARTES de V.N. Famalicão, através do site:http://casadasartesvnf.bilheteiraonline.pt/


A partir de Fevereiro de 2012 (todos os espectáculos programados de Fevereiro e a partir deste),  nova plataforma de venda de bilhetes on-line - http://casadasartesvnf.bilheteiraOnline.pt

   www.casadasartes.org - è possivel comprar bilhetes, através deste sítio,  só os espectaculos programados até Janeiro 2012, a partir de Fevereiro a compra terá um novo sítio - http://casadasartesvnf.bilheteiraonline.pt/
http://casadasartesvnf.bilheteiraonline.pt/




quinta-feira, 30 de outubro de 2008

T3+uns

29 Novembro, sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/t3maisuns
http://www.t3maisuns.org/.

“Músicas de apartamento” é o primeiro CD dos T3+uns - um projecto independente baseado no Porto, Portugal, com fortes ligações ao Brasil. As canções, em português, utilizam ritmos e sonoridades da música brasileira que vão do maracatu à bossa-nova e do samba ao baião, misturadas com fado, reggae, rock e pop. São 11 os temas que compõem o disco – dez originais e uma homenagem a Caetano Veloso.

As gravações, iniciadas em Portugal por Antero Abreu (voz, violão e composição), Miguel Ferreira (teclados, guitarras, composição e arranjos), Fred Xavier (baixo) e Filipe Deniz (bateria e percussões), continuaram em Recife (PE), Brasil, onde vários músicos locais somaram o seu talento às bases musicais propostas, dando forma a uma visão atlântica e de raiz lusófona que sempre orientou este projecto.

Tito Paris


Como Guitarrista, compositor e cantor, Tito Paris combina os sons das mornas, coladeras e funánás de Cabo Verde, com sonoridades modernas da contra costa africana ou do outro lado do Atlântico.

Música Cabo-verdiana/Morna
29 de Novembro, sábado, 21h30, Auditório Grande
Entrada: 12 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/titoparis

“É grandiosa a Morna de Tito Paris” In Público, 30 de Marco 2007

Tito Paris nasceu numa casa da música, absorveu desde menino os sons e os ritmos de Cabo Verde. O pai tocava banjo e baixo, a avó cantava mornas e coladeras, o avô, além de construtor de instrumentos musicais, tocava violino.
Tal como ao porto do Mindelo faziam escala os barcos de todo mundo com os seus ritmos e sonoridades, a música de Tito está profundamente enraizada na tradição musical cabo-verdiana mas respirando outras sonoridades venham elas da contra-costa africana, do outro lado do Atlântico ou do hemisfério Norte, sempre arrebatada pela saudade insular que se sente quando interpreta um funaná ou uma coladera mas também com ânsia de um som novo, da descoberta de novas harmonias.

“Costumo dizer que sou cabo-verdiano cem por cento, africano, mas Portugal no coração sempre”
Tito Paris, Março 2008

Foi um dos convidados no espectáculo de Mariza no Royal Albert Hall, Londres, em Novembro de 2006, tendo, depois desse espectáculo, actuado várias com a mesma cantora.
Os seus trabalhos encontram-se à venda pelo mundo fora, desde Nova Iorque até Paris, divulgando a música de Cabo Verde e o seu talento como instrumentista e como cantor.

Disco editados
1987 - Fidjo Maguado
1994 - Dança Ma Mi Criôla
1996 - Graça De Tchega
1998 - Ao vivo no B.Leza
2001 - 27/07/1990
2002 - Guilhermina
2007 - Acústico

TOKONOMA, de Ludger Lamers

Nas entranhas, lugar entre masculino e feminino, entre uma mitológica existência e futuro.
Esta criação de dança é dedicada a Kazuo Ohno e a Marcel Marceau.
Dança
27 e 28 de Novembro, Quinta e sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 7 euros
M/3
Duração 90 m

SINOPSE:
Tokonoma é um tríptico. Este utiliza a ondulação e a co- existência de 3 elementos, em várias dimensões, focalizando a sua pureza na físicalidade. Os elementos conectam-se no imediato, “aqui e agora”, expressando uma realidade mítica. Tokonoma mune-se de uma musicalidade específica, que restringe e divide o espaço. As características do dueto são orientadas para a construção de um paradoxal solo e para a procura, através da sobreposição de formas, femininas e masculinas, da dualidade do ser, pela conquista dos seus limites.
O corpo lida com a quinosfera e com a dualidade de aparências, ora feminina ora masculina, reflectindo um anseio diálogo do HOMEM, enquanto subtexto do tríptico.
Tokonoma coloca o HOMEM na sua essência, entre a sua própria morte e renascimento.

FICHA TÉCNICA:
CONCEITO/IDEIA E COREOGRAFIA: Ludger Lamers (P/A)
INTERPRETAÇÃO: Ludger Lamers (P/A) e Elsa Aleluia (P)
DESENHO DIGITAL E DESENHO DE SOM: Carlos Zíngaro (P)
DESIGNER DE PALCO E FIGURINOS: Kevin Plumb (GB)
ACOMPANHAMENTO ARTÍSTICO: Megumi Kawashima (J),
Susana Mendes Silva (P) e Philippe Asselin (F)
DIRECÇÃO ARTÍSTICA: Ludger Lamers (P/A)
PRODUÇÃO: Natércia Gomes (P) e Susana Lopes (P)ENTIDADE PROMOTORA: GRANULAR ASSOCIAÇÃO