quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

FAMAFEST 2009

11º Festival de Cinema e Vídeo de Vila Nova de Famalicão
de 14 a 21 de Março

Entre 14 e 22 de Março, em dois auditórios da Casa das Artes, e ainda nos auditórios da Biblioteca Municipal e da Casa de Camilo, em Seide, o Famafest 2009, XI Festival de Cinema e Vídeo de Vila Nova de Famalicão, dedicado a “Cinema e Literatura”, irá apresentar uma vasta secção a concurso, com obras oriundas dos quatro cantos do mundo, e ainda várias secções paralelas, entre as quais “Da Palavra à Imagem”, onde pode ver ou rever alguns dos mais recentes filmes adaptados de obras literárias. Uma vasta retrospectiva de filmes inspirados em Edgar Allan Poe (por altura do segundo centenário do seu nascimento), com obras de Griffith a Roger Corman. Homenagens a Alexander Soljenitsin, Yukio Mishima, Claude Berri, Machado de Assis. De colaboração com o FICAP, ciclos sobre Peter Brook e Bob Wilson. Cinema português e filmes para a juventude. Homenagem aos 80 anos de Tintin e Rato Mickey. Concertos: a abrir Carlos do Carmo e a fechar Corvos. Homenagens, dia 14 de Março, Laura Soveral, Susana Borges, Mário Cláudio, dia 16 Março, Urbano Tavares Rodrigues e Luis Miguel Cintra.

Work in Progress - PEDRO TOCHAS

Stand-up comedy
13 de Março, sexta, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/12
Duração 60 m
http://www.pedrotochas.com/

Quando se vê um artista de rua surgem várias questões:
Quais as histórias por trás dos truques?

Quais as motivações para os aprender?

Qual o resultado da sua apresentação?

Este espectáculo é o relato do percurso de um artista de rua através dos truques que vai aprendendo.

O comediante português, Pedro Tochas, de seu nome verdadeiro Pedro Nuno Simões Lopes dos Santos, destaca-se pela sua capacidade de improvisação, formação em vários tipos de espectáculo e actuações em várias partes do mundo. Já ganhou vários prémios e consagrações, em especial para o seu trabalho “O Palhaço Escultor”. Foi premiado no estrangeiro com o prémio “The biggest fool” num festival de teatro na Noruega. Na televisão pertenceu ao quadro de actores do cómico Programa da Maria, na Sic em 2000. Em 2004 apresentou um programa de viagens na RTP mas a sua imagem ficou na memória de todos os portugueses através da campanha publicitária da água com gás, a Frize.
Partindo do malabarismo, passando pelo teatro físico e de rua, juntando elementos de stand-up comedy, temos como resultado um trabalho multidisciplinar em tom de contador de histórias, que nos mostra como muitas vezes o percurso pode ser a parte mais divertida da criação artística.

FICHA TÉCNICA
Texto e Interpretação - Pedro Tochas
Fotografia - Frederico Martins

Mulher com aquilo….

Co-produção: Casa das Artes/Mina de Moiros
Teatro comédia
8 Março, Domingo, 17h00, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/12
Duração 90 m

A Mulher com Aquilo é a história de Paula e Lígia, duas amigas que discutem o que é ser mulher, num mundo de homens, com as suas inevitáveis diferenças. Os altos cargos nas empresas são reservados aos homens, restando às mulheres a aspiração a uma merecida promoção. Paula, insatisfeita com esta realidade, começa a desejar ser homem, o que praticamente se realiza. Chega o dia em que ela pensa vir a ser nomeada para a vice-presidência da empresa. Porém, o cargo é entregue a um homem, um belo homem, que deixa Paula de queixinho caído. Quem é este homem? Quem é Paula agora, e como vai ela lidar com o seu namorado?

FICHA TÉCNICA
Encenação e Adaptação
Leonel Rocha
Assistente de Encenação
Luíz Oliveira
Interpretação
Marcela da Costa
Mónica Samões

Operação de Luz e Som
Pedro Oliveira
Figurinos
Cláudia Ribeiro
Música
Bel Viana
Cenografia
Arq. Marques Vieira
Fotografia
Duarte Almeida

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

SIMON BOOKISH

Apresentação do álbum “Everything/Everything” - Concerto único em Famalicão
Pop/ Experimental /Electrónica
7 de Março, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 75 m
www.simonbookish.com
Leo Chadburn mais conhecido como Simon Bookish frequentou a Guidhall School of Music and Drama entre 1997 e 2001. Afirmando-se como um vocalista de carácter livre caminhando entre composições pop e experimentais, apresentou também algumas remixes e efectuou experiencias sonoras ligadas ao teatro e dança contemporânea.
Lançou em 2006 o álbum “Unfair Funfair”, uma energética sequencia de canções, com um imaginário repleto de historias musicais sobre Eurípedes, Richard the Third, a invenção da Guilhotina, entre outros.
Um ano mais tarde, lança o álbum “Trainwreck/Raincheck” , marcadamente electrónico, estabelecendo um “diálogo” muito interessante entre o design sonoro e as palavras, criando fantásticas ambiências.
Lançou singles pelas editoras Tomlab e Playlouder recordings, tendo também sido convidado pelos Franz Ferdinand, The Organ e Grizzly Bear para a participação em remisturas.
É frequentemente solicitado para participações em álbuns de vários artistas, nomeadamente por Max de Wardener, Leafcutter John, Patrick Wolf e Saint Etienne.
No inicio de 2007 participou no National Theatre´s production of Brecht´s Caucasian Chalk Cricle em parceria com a Filter Theatre Company.
Simon Bookish realizou desde 2003, cerca de 50 actuações a solo pelo Reino Unido, Alemanha, Holanda e Grécia. A sua musica foi presença constante na rádio BBC ONE e na XFM e apresentou alguns programas na estação londrina Resonance FM.
Nos últimos anos abrandou o ritmo das actuações ao vivo, o que acabou por lhe conferir um estatuto de maior exclusividade.
Este artista ímpar e insólito, como que de uma personagem de um imaginário POP se tratasse, (Ou de um Cartoon sobre o super-herói da canção moderna) vem à Casa das Artes – Palco de muitos imprevistos – Apresentar o seu mais recente longa duração, o super aclamado “Everything / Everything” – Um instantâneo Electro-Pop onde o improviso ultrapassa o rigor do planeado. Para muitos, este novo álbum representa a afirmação definitiva de Simon Bookish enquanto compositor e cantor.
O ípsilon (Suplemento do Público, entenda-se) deu-lhe nota positiva e excelentes críticas; A Actual (Expresso), não ficou atrás, a revista Blitz também não (Ver crítica abaixo transcrita). Em Janeiro, Simon Bookish confessou-se a Nuno Galopim (DN) e o conceituado blog – Sound and Vision - do não menos conceituado jornalista deu-lhe um destaque de honra, partindo a entrevista em três partes, editada consequentemente, em três dias seguidos.
In Blitz:
“Imaginem Sparks, Divine Comedy e Pulp (pelo menos) concentrados num único excêntrico personagem. Simon Bookish faz justiça ao apelido que escolheu (espécie de “marrão” ou “rato de biblioteca”), as suas letras são um delírio de referências e jogos de palavras, num flow com total entrega e carisma, frequentemente acompanhado por trompete, clarinete ou equivalentes sintéticos. É tudo um pouco apocalíptico, lírico e festivo, romântico, primórdios do séc XX, pop desligada de um tempo certo. “Carbon” fala em Buckminster Fuller enquanto, a princípio, parece um hino de devoção gay (”Show me your sweet DNA”), “Victorinox” é, logo, um bom título, tal como “Synchrotron”, um dos mais Pulp no álbum mas também recorda o Felix Kubin mais burlesco. Já agora, “Colophon”, outro título no mesmo espírito, é todo Woodentops na voz, no resto é uma canção barroca com harpa que encerra o álbum com longos segundos” de um uuuu feminino logo antes do fim da transmissão. Estilo e substância num mesmo pacote, “Everything/Everything” não é só um título qualquer, indica uma vontade (que a capa também consegue transmitir) em dominar a matéria do universo. (In Blitz).
Simon Bookish na Casa das Artes, ao vivo (e a cores).

A NOIVA CADÁVER

Atelier Baú dos Segredos
Teatro
5 e 6 de Março, quinta e sexta, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 2 euros
M/6
Duração 60 m

Baseado num conto popular russo, A Noiva Cadáver conta a história do desajeitado e tímido Victor, que se vê envolvido numa embrulhada, paralelamente no mundo dos vivos e dos mortos, onde em ambos os lados faz o papel de noivo.
Uma história de contrastes num mundo de contrastes, em que os mortos "vivem" num ambiente muito mais festivo e alegre, em oposição aos vivos que parecem deambular por um mundo escuro e triste, ou seja, a Inglaterra vitoriana.
A era Vitoriana, recebe esse nome por causa da rainha que estava no poder nessa
época, ou seja, a rainha Victoria.
Ora, um dos objectivos da obra é, justamente, fazer uma crítica da sociedade britânica dessa altura.
Aos olhos do espectador atento, existem até várias semelhanças entre os personagens da obra e gente que, de facto, viveu nesse período da história da Inglaterra, Disso é exemplo, a educação da personagem Victoria:
A habilidade musical não era bem vista para uma jovem, pois supunha-se que a música despertava sentimentos e as mulheres eram tidas como sexualmente perigosas, logo, a mulher que tivesse desenvolvido habilidades musicais, era encarada como vulgar e imoral.
Ora aí está um traço vitoriano que diz respeito à educação das moças.
Tendo em vista que a mulher era criada e educada para a vida matrimonial, era melhor que ela não possuísse estudos desnecessários, ou seja, que aprendesse apenas o suficiente para cuidar de uma casa – dirigir empregados, ser a interlocutora do marido e educar os filhos. Para isso, não era necessário o domínio de conhecimentos técnicos especializados nem de latim. Somente a formação prática e teórica em economia doméstica.
A intenção pela qual o nome da Rainha Victoria foi mantido na obra, pode ter sido para afirmar que a personagem Victoria Everglot foi realmente baseada na Rainha, uma vez que a peça foi criada a partir de documentos históricos sobre a rainha Victoria, uma pessoa que efectivamente existiu e que provavelmente serviu de “molde” para a criação da personagem, como se pode perceber pelas características em comum.
A Noiva Cadáver é uma obra saída do imaginário de Tim Burton, senhor que já nos habituou a um mundo muito próprio de fantasia, de teor gótico, não deixando de nos surpreender.
Inicialmente, esta obra foi apresentada num filme de animação com êxito mundial.
Por isso encaramos como um desafio a sua montagem em palco.
Essa é a razão que nos move, desta vez.
Esperemos que gostem!

FICHA TÉCNICA
Produção - Casa das Artes de Famalicão
Adaptação, Encenação e Cenografia - João Regueiras
Luz, Som e Manuseamento de Cenários - Equipa Técnica da Casa das Artes
Direcção Musical - Rui Mesquita
Figurinos e Caracterização - Carmen Regueiras e Emília Silva
Coreografias - Ana Regueiras
Elenco - Alunos do Nível 2 do Baú dos Segredos

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Alguns dos Concertos programados para 2009

Simon Bookish, 7 de Março.
Carlos do Carmo, 14 de Março
Corvos, 21 de Março.
DANAE & Os Novos crioulos, 18 de Abril
Fujiya & Miyagi, 24 de Abril
DeVotchKa, 8 de Maio
Judy Collins, 20 de Junho.
Yann Tiersen, 5 de Julho.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

António Pinho Vargas - PIANO SOLO


António Pinho Vargas revisita, em novas versões para piano solo e com uma nova atitude face ao acto de improvisar, as composições para os seus grupos de jazz de 1976 a 2000 e mais algumas novidades.

28 de Fevereiro, sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 60 m
Depois de cerca de sete anos afastado dos palcos enquanto performer, António Pinho Vargas regressa aos palcos no ano 2008. Recordado pela maior parte do público como o pianista de jazz, autor de temas de êxito como Tom Waits ou Dança dos Pássaros, 25 anos depois da edição do primeiro álbum de originais, o compositor regravou as suas obras para piano solo. Um acontecimento editorial que marca uma nova temporada e que faz esta grande referência da composição erudita contemporânea em Portugal, regressar aos concertos. Em Fevereiro, a Casa das Artes recebe o aguardado reencontro de António Vargas com o público.

The Profilers

Rock / Blues / Jazz
27 de Fevereiro, sexta-feira, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/theprofilers74

The Profilers nasceram a preto e branco, talvez sépia, mas são tudo menos cinzentos. Até porque o tempo lhes tem acrescentado uns traços de cor em tons de vermelho e púrpura, aqui e ali. A música que fazem cheira como o interior de um guarda-fatos antigo, sabe a bourbon e a cigarros, tem a textura do sangue que jorra nos filmes do Tarantino e do Robert Rodriguez e a transpira a sensualidade das dançarinas do can can. E deve soar a muitas coisas, do bom velho rock and roll ao blues, da bossa ao jazz, do indie pop ao cabaret. Se pudéssemos recuar no tempo talvez nos cruzássemos com eles algures naEuropa continental dos anos 20, na américa dos 40 e 50 ou em Inglaterra nos 60 e 70. Talvez até no futuro, se lá fossemos... ou não. Provavelmente não viveremos o suficiente para vir a saber! São vaidosos mas não pedantes e gostam de sentir o calor do público quanto estão no palco.
No seu primeiro ano de existência - o projecto nasceu em Março de 2007 - a banda conseguiu algumas presenças bem sucedidas em eventos relacionados com lançamento de novos talentos, o que lhes valeu alguns apontamentos mediáticos e reconhecimento público:
-Vencedores do Super Bock Super Rock Preload 2008;
-Vencedores do XIII Festival de Música Moderna de Corroios;
-Vencedores do Prémio POP EYE para a música e criação independente como revelação portuguesa do ano, em
Espanha;
-1.º lugar na 3.ª eliminatória Rocktacart 2008 – X Festival de Música Moderna de Santa Maria da Feira (não foi
possível disputar a final por sobreposição de datas);
-1.º lugar na 4.ª eliminatória e presença na final do Arena Best Rock 2008;
-1.º lugar na 4.ª eliminatória e presença na final do Rockastrus 2008;
Com pouco mais de um ano de existência, the Profilers, para quem o palco é o mais importante, já ultrapassaram
os 60 espectáculos ao vivo, a maioria dos quais em 2008, tendo já passado por várias salas e festivais de
referência no panorama musical nacional.
A internacionalização foi precoce, com a participação na colectânea internacional Pop Nation, promovida pela editora espanhola Bon Vivant Records à qual se juntou o prémio POP-EYE para banda revelação portuguesa do ano, entregue na Gala de encerramento do V Festival Cáceres POP ART, em Setembro de 2008, iniciativa da mesma, com apoio do Governo da Extremadura e do Consórcio Cáceres Capital Europeia da Cultura 2016.
Neste momento a preparar a apresentação do album (EP) de estreia, Swing, para Janeiro de 2009, The Profilers continuam a encarar a música com muita se seriedade e a procurar construir, passo a passo, uma carreira sólida e duradoura.

San, voz principal
Mr. Big, baixo, vozes secundárias
Mr. Night, guitarra, vozes secundárias
Fat Franco, guitarra
Lt. Frank, Piano, Hammond, VSTIs, vozes secundárias
The Maniac, bateria
Pitosga, percussões

DON CAVALLI

Blues
21 de Fevereiro, sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 70 m
www.myspace.com/doncavalli
“Cry Land” – Considerado o 12 º melhor álbum do ano pela revista Mojo.
“If Beck were a Frenchman he’d sound something like this”… In Mojo, Dez. 08

Uma das revistas referência da especialidade, a Mojo considera o álbum “Cry Land” – O mais recente do Francês Don Cavalli como um dos 20 mehores de 2008.

A Mojo vai mais longe e considera “Cry Land” um álbum, na sua essência melhor do que e a exemplo “New Amerykah Part One (4th World War)” de Erykah Badu ou "Dear Science” dos TV on the Radio ou mesmo de "Oracular Spectacular” dos MGMT.
Os álbuns 2008, ainda segundo a revista Mojo, dos Sigur Rós ou Metallica ou mesmo dos veteranos AC/DC não tiveram melhor sorte que os acima enumerados.

Em “Cry land” Don Cavalli dá uma nova roupagem aos Blues e á Folk assumindo-se como um “cantautor” inovador na forma de interpretar a linguagem destas duas expressões.

New Hollywood Babylon” assume-se como uma das mais interessantes e fáceis músicas do álbum, onde impera o bom gosto e a arte de tornar o simples belo e melodioso.
Um (Verdadeiro) artista para seguiremos de perto.

Aquarium

Vortice Dance Company
Dança
20 de Fevereiro, sexta, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/4
Duração 55 m
http://www.vorticedance.com/

Aquarium conta-nos a história de uma praia deliciosa, onde todos se cruzam em acções paralelas. É uma história de paixões intensas escritas na areia. Desvendam-se algumas tradições desse lugar, e personagens desconhecidas, vindas do fundo do mar ...

No silêncio da noite, há quem ouça o canto das sereias,vindo de um mar profundo, ouvinte dos sussurros à beira-mar plantados.

É um espectáculo com a assinatura dos coreógrafos portugueses Cláudia Martins e Rafael Carriço e interpretado pela companhia VORTICE.DANCE, cujo trabalho tem sido reconhecido e premiado internacionalmente, pela crítica e pelo público.

FICHA TÉCNICA
DIRECÇÃO ARTÍSTICA: Cláudia Martins E Rafael Carriço
COREÓGRAFOS: Cláudia Martins, Rafael Carriço
VIDEOGRAFIA / DESENHO DE LUZ: Rafael Carriço
FIGURINOS: Cláudia Martins
INTÉRPRETES . Cláudia Martins; Rafael Carriço; Jorge Libório; Nuno Martins; Beatriz Rousseau; Francisco Rousseau; Diana Godinho; Kim Pottoff; Cristina Loureiro; Maria João
DIRECÇÃO CENA: José Pata
MÚSICA: Chemical Brothers; Shark, John Williams; Capoeira; El Matador, Carmen Miranda; Tico Tico, Carmen Miranda; Cocolo; Underwater, Smoke City; Valse Mille Temps, Jaques Brell; Ne Me Quite Pas, Jaques Brell.

Nova Vaga do Roque Português


“O dia dos Namorados, 14 de Fevereiro, parece-nos muito bem”

- SMIX SMOX SMUX (Braga) Amor Fúria
- OS GOLPES (Lisboa) Amor Fúria
- OS QUAIS (Lisboa) Amor Fúria

- OS PONTOS NEGROS (Queluz) FlorCaveira
- TIAGO GUILLUL (Oeiras) FlorCaveira
- SAMUEL ÚRIA (Évora/Lisboa) FlorCaveira

Roque Português
14 de Fevereiro, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.amorfuria.blogspot.com/
http://www.florcaveira.com/
www.myspace.com/florcaveira

“Por acaso do destino ou talvez pelo desígnio de uma força maior, 2008 foi o ano do encontro de muitos grupos pópe roque que descobriram entre si várias cumplicidades: a reconciliação da música pópe com a língua portuguesa, a vontade de tocar ao vivo, o desejo de uma produção musical independente em Portugal. Uniram-se esforços e cumpriram-se as vontades. Ainda nesse ano, Tiago Guillul foi o primeiro a furar o nevoeiro da imprensa, depois dele Os Pontos Negros a atingirem uma visibilidade mediática inesperada. 2009 será o ano de Samuel Úria, B Fachada, Os Golpes, Smix Smox Smux e Os Quais, todos eles com edições discográficas marcadas. Todos estes nomes passeiam a sua música entre duas editoras que funcionam como o laboratório do Novo Roque Português: FlorCaveira e Amor Fúria.”

Manuel Fúria

O ENSAIO

Teatro
Atelier Baú dos Segredos
12 e 13 de Fevereiro, quinta e sexta, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 2 euros

M/6
Duração 60 m

Tudo se passou numa noite em que parecia que o céu queria desabar sobre as nossas cabeças.
Um teatro.
Um ensaio.
Marcado não sabemos muito bem por quem - o Director até hoje afirma que nada sabia.
Um estranho e bizarro ensaio, em que sucederam coisas, até hoje inexplicáveis para a maioria, que marcaram o crescimento dos elementos do grupo... para sempre!
Momentos em que alguns medos foram vencidos, algumas certezas amansadas, alguns muros caíram e algumas pontes se ergueram para nos unir e aproximar...
Quanto aos mistérios, permanecem escondidos nas sombras do velho teatro, longe da vista dos mortais (excepto dos eleitos)... até um dia!
Encenação e Cenografia - João Regueiras
Textos - João Regueiras (e as ideias dos alunos)
Luz e Som - Equipa Técnica da Casa das Artes
Coreografia - Ana Regueiras
Figurinos e Caracterização - Carmen Regueiras
Elenco - Alunos do Nível 1 do Baú dos Segredos.
Produção - Casa das Artes de V. N. Famalicão

A.V.C. – Aragão Vai Cismar

A.V.C. é um inédito de Fernando Moreira, com encenação do próprio, inspirado em e com fragmentos de: De Profundis, Valsa Lenta de José Cardoso Pires e O Doente Imaginário de Moliére.
É um espectáculo cómico, que conta a interpretação de Faria Martins, Luiz Oliveira, Patrícia Ferreira e Xico Alves.

Teatro/ Tragicomédia
6 de Fevereiro, sexta- feira , 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros

M/12
Duração 1h40 m
http://www.jangadateatro.com/
Uma Companhia de teatro encontra-se em conflito quanto ao caminho artístico a seguir. Dois dos seus elementos desejam teatro clássico, apoiado num reportório de qualidade. Outros dois desejam mais contemporaneidade, fazendo textos não necessariamente teatrais. Nenhuma das facções parece ceder.

FICHA TÉCNICA
Texto e Encenação: Fernando Moreira
Assistência de Encenação: Vítor Fernandes
Interpretação: Faria Martins, Luiz Oliveira, Patricia Ferreira e Xico Alves
Música: Alberto Fernandes
Figurinos: Marita Setas Ferro
Cenografia: Marita Setas Ferro e Fernando Moreira
Desenho de Luz e Operação: Nuno Tomás
Design Gráfico: Nuno Tomás
Secretariado: Fred Meireles
Exposição Pintura/Escultura de Francisco Gomes Machado

Foyer, Fevereiro e Março de 2009

Artista Plástico, Francisco Gomes Machado é natural de Briteiros (S. Salvador) – Guimarães. Licenciatura de Letras Modernas (Literatura Francesa) pela Universidade de Paris e Maitrise de Artes Plásticas (Pintura)
.Premiado no Grande Prémio Internacional de Pintura do Carnaval de Nice (89) e no Prémio de Arte Contemporânea em Estrasburgo (89), realizou várias exposições individuais e colectivas em diversas cidades, de países como França, Portugal e Inglaterra. Em Fevereiro e Março do novo ano, o pintor e escultor dá a oportunidade ao público de conhecer a sua obra, que estará exposta na Casa das Artes de V.N. Famalicão.
“ De cada obra que se aprecia, emerge a magia forte e calma do Artista F.G. Machado. A harmonia das cores e a profundidade dos traços dá aos seus quadros um envolvimento de paz e tranquilidade, que extasia. Os rostos escultóricos exprimem diversos sentir de alma e culturas humanas; parece que falam!” (Fernando da Costa Marques, 2008)

www.fgmachado.com

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Spleen Poetry


Pop / Rock / Blues
31 de Janeiro, Sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 50 m
www.myspace.com/spleenpoetry

Elementos da banda Spleen Poetry:
Marco Brantner – Voz, Guitarra acústica e compositor de letras
Daniel Ramos – Guitarras

Músicos convidados :
Zé Paulo Ribeira – Piano, teclas
Bruno Pereira – Bateria
Sara Pereira – voz (back vocals)

Produtor do álbum:
Paulo Baixinho (Su)

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Carlos Macedo

Fado
Fadista e Guitarrista que percorreu o mundo, dando a conhecer o Fado e a Cultura Portuguesa.
24 de Janeiro, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.carlosmacedo.net/
http://www.carlosmacedofado.blogspot.com/
Natural de Lousado, Vila Nova de Famalicão, a 9 de Dezembro de 1946, sob o signo de Sagitário nasce Carlos Macedo.
Aos 17 anos a sua sensibilidade musical de cariz Popular leva-o a formar um conjunto típico com o seu nome. É assim que pela 1ª vez se apresenta nas Rádios Nacionais fazendo inclusivamente um directo, numa Rádio Portuense.
Num percurso lógico grava o ser 1º disco que inclui: "Guitarra toca Baixinho". Em 1975 regressa a Portugal e grava um trabalho de grande êxito Popular, "Até o Rei ia ao Fado", até fins dos anos 80 grava mais 8 discos.
Seguem-se os CD's: "Fado", "O nosso amor está por um triz", "Desejos" e "Este meu fado". Paralelamente, mostrando-se um exímio Guitarrista, fazendo inúmeras gravações com outros Artistas.
Embora fiel ao seu País, fez várias viagens pelo mundo fora como:
Brasil : "Canecão", Rio de Janeiro ; "Palace", S. Paulo ; "Gallary", S. Paulo, Macau : "Centro Cultural de Macau", Holanda : "Teatroz", Twente Schouwbourg
Canadá : Toronto, Espanha, Bélgica, França, entre outros, dos quais participa em vários programas de Televisão.
Apresentando-se como Intérprete, Autor, Músico e Compositor, tendo também construído já algumas guitarras e é solicitado para compôr músicas para vários artistas.
Em 1998 actua no Palco Nº1 da "Expo 98" durante uma semana. Em 1999 volta a Macau desta vez durante 1 mês para uma tourneé.
Canta em Bruxelas (Bélgica) a convite da câmara de Comércio Luso-Belga.
Participa em duas noites de Fado no Teatro Mailon em Strasbourg (França).
É presentemente um dos grandes Autores Compositores de Fado, segundo a S.P.A. Actualmente pode-se ouvir o seu Fado no Restaurante "Sr. vinho", onde actua diáriamente.
Participou, ao longo da sua carreira, em vários programas de televisão.

FADISTA : CARLOS MACEDO . FADISTAS CONVIDADOS: ALICE PIRES: FILIPA CARDOSO: ...(MUSICOS: CUSTÓDIO CASTELO -GUITARRA PORTUGUESA)-(CARLOS GARCIA-GUITARRA CLÁSSICA )- (CARLOS MENEZES-VIOLA BAIXO )

Susana Félix - Pulsação




Pop / Acústico
23 de Janeiro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/susanafelix
http://www.susanafelix.com/

Susana Félix estreou-se no final da década de 90 com o álbum Um Pouco Mais . Oito anos depois, a cantora resolveu passar em revista a sua ainda curta carreira e acaba de editar uma colectânea intitulada 'Pulsação'.

Como best-of que é, Pulsação reúne os temas que mais destaque têm tido na carreira de Susana Félix. Assim, podemos aqui ouvir faixas como "Mais Olhos (que barriga)", "Flutuo" ou "Fintar a Pulsação". O destaque vai para os dois temas inéditos incluídos neste disco - "Amanhecer" e "(Bem) Na Minha Alma", que é também o single de apresentação de Pulsação .
Os temas emblemáticos da sua carreira em novos e surpreendentes arranjos, num concerto de subir a pulsação uma excelente oportunidade para redescobrir as grandes canções da cantora e compositora.

Maldita Matemática


Teatro
Dois Pontos associação Cultural

22 de Janeiro, quinta-feira, 10h30 e 15h00, Grande Auditório
Entrada: 2 euros, Pré - inscrição
Público escolar – Ensino Básico (1º, 2º e 3º Ciclos) – dos 6 aos 15 anos
Duração 50 minutos de espectáculo + 15 minutos de conversa
LOTAÇÃO 125 alunos + professores

SINOPSE

maldita matemática é uma viagem que passa pelo mundo dos números... Maria tem um teste de matemática... ...na véspera do teste, depois de muita brincadeira e pouco estudo, Maria deita-se, adormece e começa a sonhar... No sonho, Maria encontra-se num mundo povoado por números... Aparece um Sete que está a fazer revisões para o teste de poesia... E depois? E depois? Será que... "Não te fies em balelas/ nem somes mais do que a conta./ Às vezes muitas parcelas/ dão soma de pouca monta..." É fantástico... "Cuidado com a subtracção/ Se subtrais soma alheia/ podes ir ter à cadeia!/ Tenta outra operação... " Nunca pensei... "Multiplica, multiplica,/ que é o que faz a gente rica!/ Peixes por pães é que não:/ é muita multicomplicação!" Este problema é formidável... "Partindo da proposição/ «Dividir para reinar»,/ divide até te fartar/ e calcula a reinação!" Agora já o consigo compreender... ...à volta de um enorme tabuleiro com a forma de um mapa de tesouro, os espectadores assistem, partilham e divertem-se com a aventura da Maria e do seu amigo Sete...

ACTIVIDADES COMPLEMENTARES
Conversa Depois do Espectáculo - Após as representações, o público poderá colocar questões aos actores sobre o espectáculo e o teatro em geral.
Venda de Livros – Sempre que o espectáculo ficar mais do que um dia numa localidade será montada no átrio do local das apresentações uma Venda de Livros para a Infância e Juventude - mais importante que a comercialização é a possibilidade que os jovens espectadores têm de contactar com as obras de alguns dos mais prestigiados autores nacionais e estrangeiros.

FICHA ARTÍSTICA
Encenação/Dramaturgia/Cenografia - MANUEL GAMA
Texto - ÁLVARO MAGALHÃES e MANUEL ANTÓNIO PINA
Assistência de cenografia - CRISTINA LUCAS
Interpretação - CLEMÊNCIA MATOS ou actriz a designar
Interpretação - MANUEL GAMA ou actor a designar
Coordenação de montagem - MANUEL GAMA
Operação Técnica - ANA REIS
Atelier: Percurso pelos sentidos
Serviço Educativo da CASA das ARTES

DATA: 15 e 22 Janeiro
HORÁRIO: 10h00 e 14h30
LOCAL: Casa Das Artes De Vila Nova De Famalicão
PUBLICO-ALVO: Pré-Escolar e 1.º Ciclo

Vamos ver e olhar todas as cores através da pintura e do desenho. Vamos sentir nas mãos diferentes texturas. Isto é macio. Isto é áspero. Vamos ouvir sons novos e conhecidos. Vamos procurar, identificar, e descobrir cheiros. Vamos provar alguns alimentos e saboreá-los!

D. Quixote



Bailado Clássico
Companhia de Dança do Porto
16 e 17 de Janeiro, sexta e Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m

SINOPSE

A partir do séc. XVII, a figura de Dom Quixote induziu variadíssimas produções nas áreas de literatura, teatro, música, bailado, ópera e artes plásticas.
Sob a música de Minkus, especialmente composta para o efeito, Petipa apresentou um D. Quixote (1869, revista em 1871) em que o cavaleiro e o seu fiel escudeiro mais serviam de suporte narrativo a uma intriga centralizada nos amores de Kitri e Basílio, inspirada no segundo volume da novela de Cervantes.
Com grande aparato e virtuosismo, o bailado D. Quixote intercala uma natureza estritamente realista e popular de carácter espanhol, com um mundo de fantasia e de sonho. Encruzilhada de vários géneros, desde as danças de carácter – fandangos, seguidilhas e boleros, juntam-se os ensembles, variações de Pás de Deux, próprios da linguagem clássica e romântica.
Inserida na tradição coreográfica russa, designadamente do teatro Bolchoi, na linha Petipa / Minkus, revista em 1900 por Gorski, encontramos várias versões, nomeadamente Nureyev (1966) e Baryshnikov (1977), esta última na qual nos baseamos para esta produção.

FICHA ARTÍSTICA
Personagens Principais
Kytri Basílio; D. Quixote; Sancho Pança; Estalajadeira ; Mercedes ; Amigas de Kytri: Juanita e Piquilha Rainha das Diades ; Driades ; Cupido ; Corpo de Baile do Cupido
Espanhóis ; Espanholas Ricas; Espanholas

Bailarinos Convidados Carlos Pinillos, Filipa Castro, Companhia nacional de Bailado

FICHA TÉCNICA
Direcção Artística e Remontagem Coreográfica
Teresa Vieira baseada na versão de M. Baryshnikov après Petipa e Gorski
Música Minkus
Cenografia e Figurinos Natacha Fernandes
Desenho e operação de Luz Ricardo Alves
Ensaiadora Fátima Lima
Confecção de Guarda – Roupa Olívia Rodrigues, Fátima Almeida
Execução de cenários adereços Sandra Neves, Alfredo Teixeira, Ricardo Alves

Exposição de Fotografia de Graham James


Foyer, Janeiro, de 2009

Título - Barcos de Pesca (Fishing boats)

“Nada é mais abstracto do que a realidade” Georgio Morandi

Poderiam estar erradas para quadros abstractos, mas estas são fotografias de barcos de pesca. O fotógrafo Graham James é natural de Cornualha, uma terra celta no extremo sudoeste da Grã-bretanha. As suas imagens aqui apresentadas, capturam as cores, as formas e texturas de barcos de trabalho no porto de St. Ives, na costa do norte de Cornualha. É uma praia turística com uma comunidade prosperamente artística.

Graham utiliza a fotografia como meio de expressão artística. Com o framing exacto e a focagem aproximada, produz visões abstractas da realidade. “As minhas imagens parecem abstractas, mas estão lá fora no mundo real e nenhuma foi manipulada de forma digital,” disse. “Eu adoro os barcos de pesca de Cornualha e pretendo mostrar a sua beleza em pura forma e cor. A pesca é uma das últimas actividades económicas tradicionais que se mantém em Cornualha, considerada uma das mais pobres regiões da Comunidade Europeia.”

Ex-jornalista, Graham actualmente lecciona inglês em Portugal. Expôs o seu trabalho em galerias, em Cornualha. Esta é a sua primeira exposição a solo.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

“Missa das Crianças” de John Rutter

Concerto de Natal
Coro do CCM e Coro das Crianças de CCM e Orquestra sinfónica ARTAVE
20 e 21 Dezembro, Sábado 21h30 e Domingo 18h00, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 50 m

Programa:
Homenagem ao Tomás Pereira (1645 -1708), Padre Jesuíta Famalicense foi astrónomo, geógrafo e principalmente músico, sendo autor de um tratado sobre a música europeia que foi traduzido para Chinês, e também construtor de um órgão e de um carrilhão.
Em sua memória serão apresentados excertos do Oratório Messias de Georg Friedrich Haendel

“Missa das Crianças” de John Rutter
A Missa das Crianças foi fruto de um convite para a composição de um novo trabalho, para um concerto dado em Carnegie Hall durante a convenção nacional da Associação de Directores de Coral Americano em Nova Iorque, em Fevereiro de 2003. De todas as obras corais com dimensão de Rutter e diferente carácter, as mais interpretadas são o Gloria, o Requiem e o Magnificat.
A Missa das Crianças representa algo novo no que diz respeito ao trabalho do compositor, tendo sido concebida com um papel importante para um coro de crianças apoiado por um coro combinado de adultos, dois solistas e orquestra. O papel do coro das crianças é adicionar uma nova dimensão à Missa Latina tradicional cantada por um grupo coral de adultos, com o objectivo da criação e valorização do significado e do ambiente. A Missa propriamente dita (Missa Brevis, que é uma Missa sem a parte do Credo) é, regra geral, cantada por um coro de adultos ou solistas. As crianças por vezes cantam o Latim – por exemplo, Christe Eleison, o início do Gloria e o Benedictus – mas, nas outras partes, eles e os dois solistas cantam textos ingleses especialmente escolhidos, que de certa forma reflectem sobre ou esclarecem o Latim. Dois versos do hino matinal de Bishop Thomas Ken fazem a abertura do trabalho dos estudantes da Universidade de Winchester, terminando com as crianças cantando o seu hino da noite com a eterna melodia de Tallis, enquanto os adultos recitam o tradicional Dona Nobis Pacem, uma oração pela paz. Criou-se uma espécie de sistema, desde o acordar até ao adormecer

Deolinda


Acústico / Folclórica

Há uma longa série de clichés associados ao fado. Mas os Deolinda são... fado, apesar disso tudo, e são muito mais que fado, por causa disso tudo e de tudo o mais que a sua música contém.

13 de Dezembro, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.deolinda.com.pt/

Uma música que vai à música popular portuguesa - um universo que aqui abarca José Afonso e António Variações, Sérgio Godinho, Madredeus e os «muito mais que fadistas» Amália Rodrigues e Alfredo Marceneiro - e vai ainda à rembetika grega, à música ranchera mexicana, ao samba, à música havaiana, ao jazz e à pop, numa confluência original e rara de músicas-irmãs ou primas umas das outras e que, nos Deolinda, fazem todo o sentido.
Dois anos - e vários concertos memoráveis depois -, os Deolinda lançam agora o seu álbum de estreia, «Canção ao Lado», com catorze temas originais gravados pelos quatro nos estúdios Valentim de Carvalho, em Paço de Arcos, com produção do grupo e de Nélson Carvalho.
No álbum participam ainda o percussionista João Lobo (pandeiro em «Garçonete da Casa de Fado») e muitos amigos dos Deolinda - Mitó Mendes (A Naifa), Norberto Lobo (Norman/Munchen), Mariana Ricardo (ex-Pinhead Society/Munchen), Joana Sá (também ex-Pinhead Society, agora nos Power Trio, ao lado de Luís José Martins), Gonçalo Tocha, Didio Pestana (ambos ex-Lupanar), Artur Serra e Carlos Penedo (ambos ex-Bicho de 7 Cabeças), entre outros - nos coros de «Movimento Perpétuo Associativo» e «Garçonete da Casa de Fado».

Um grupo de amigos que se estende ao autor de banda-desenhada João Fazenda, que ilustrou o disco, e a Catherine Villeret e (mais uma vez) Gonçalo Tocha, que realizaram o divertidíssimo e surreal teledisco de «Fado Toninho», o primeiro single retirado de «Canção ao Lado».
I.M.A.N.08 [Intermédia, Multimédia, Acção e Nada] - PROJECTO INTERNACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA
«UN-CONTROLLED» FASE 1 / 2008
4ª EDIÇÃO DE PRÁTICAS ARTÍSTICAS CONTEMPORÂNEAS

13 de Dezembro, sábado
Entrada: livre

17h00 - «UN-CONTROLLED - EXPOSIÇÃO» JAVIER TUDELA, NADIA DUVALL, PEDRO PENILO, CARLOS SOUSA, BRUNO JAMAICA, PASCAL FERREIRA, FRANCISCO LARANJEIRA, MARISA TEIXEIRA, COLECTIVO ALG-A, ZEROFOUNDATION

17h30 - «UN-CONTROLLED - WORKSHOP» INTRODUÇÃO À OBRA DE CARLOS SOUSA

18h00 - «UN-CONTROLLED - DEBATE» JAVIER TUDELA, MÁRIO CAEIRO, FRANSICO LARANJEIRA, JUANJO FUENTES, J. PERES ESCALEIRA
[moderação: ALEXANDRE A. R. COSTA]

23h00 - «UN-CONTROLLED - ARTES PERFORMATIVAS / FESTA» PASQUALE FERRARA, DIGITALSCRATCHER, FRANK ZAPPING, DREAMACHINE


UN-CONTROLLED extensão internacional – Berlim (Alemanha)

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Ópera “ Amor de Perdição" – 100 anos depois…



“Amor de perdição” é uma ópera em três actos, cujo libreto de Francisco Bernardo, é baseado no romance de Camilo de Castelo Branco, escrito em 1861 e considerado como uma obra-prima do romantismo em Portugal. A versão Portuguesa do libreto é da responsabilidade de Maria João Braga Santos , com música de João Arroyo

12 de Dezembro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório - Estreia
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 150 m com intervalo

A ópera do Sr. Conselheiro João Arroyo : Amor de Perdição cantada pela 1ª vez no Real Theatro de S. Carlos na noite de 2 de Março de 1907"

A acção passa-se em Portugal no século XIX, entre Viseu (nos dois primeiros actos) e o Porto (no último acto). Este drama passional bem ao estilo romântico, descreve, como na história de “Romeu e Julieta”, a saga de dois apaixonados que têm como obstáculo à concretização do seu amor a rivalidade existente entre as suas famílias, os Albuquerque e os Botelho. Simão, um dos cinco filhos de Domingos Botelho, um jovem com temperamento explosivo, apaixona-se pela sua vizinha, Teresa Albuquerque. Descoberto o namoro proibido, Domingos Botelho envia seu filho para Coimbra, e assim a Teresa restam-lhe duas opções: ou casar com seu primo, Baltasar, ou ingressar na vida religiosa. Durante algum tempo os jovens apaixonados resistem à sua separação trocando correspondência com a ajuda de Mariana, filha do ferreiro João da Cruz. Inevitavelmente, Mariana acaba por se apaixonar por Simão, embora saiba que esse amor jamais poderá ser correspondido. Depois de ameaças e atentados, Teresa rejeita o casamento, e é enviada para o Convento de Monchique, no Porto. Simão resolve raptá-la acabando por matar o seu rival, Baltasar, e entrega-se à polícia. João da Cruz tenta ajudá-lo a fugir, mas ele recusa, como seria de esperar de um típico herói romântico. Enquanto Simão vai para a cadeia, Teresa vai para o Convento e Mariana opta por se manter ao lado de Simão, ajudando-o sempre que possível. Condenado à forca, Simão vê a sua sentença comutada, e é deportado para a Índia. Ao ver o seu amor partir e com a dor da despedida, Teresa morre de desgosto. Durante a viagem, Mariana mostra a Simão a última carta de Teresa. Simão apercebendo-se da morte de Teresa, tem uma febre inexplicável e morre. Na manhã seguinte o seu corpo é lançado ao mar e Mariana não suportando a dor da sua perda, atira-se ao mar, suicidando-se abraçada ao seu amor.

Director artístico António Salgado
Maestro António Saiote
Encenador Marcos Barbosa

Personagens/Cantores
Tadeu d’Albuquerque, pai de Teresa Rui Silva /António Salgado
Teresa d’Albuquerque, sua filha Marina Pacheco
Baltasar Coutinho, primo e pretendente de Teresa José Lourenço
Margarida, sua irmã Ana Barros
Simão Botelho, filho de Domingos BotelhoManuel Soares / Mário João Alves
Mariana da Cruz, filha do ferreiro João da Cruz Luísa Barriga
Abadessa do Convento de Monchique no Porto Ângela Alves
Freira do Mosteiro de Viseu Susana Milena
Nobres e Damas, amigos da família Albuquerque, Populares, Polícias,
Soldados, Marinheiros, Freiras, Monges e um Padre
Coro do Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musica da Universidade de Aveiro (CEOTM-UA)

Orquestra
Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE)

Coro
Coro do Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musical da Universidade de Aveiro
Correpetidor
Angel Casado

Bailarinos - Ballet Teatro Escola Profissional
Alexandra Nogueira Dupont
Bruno Brazete Fernandes
Inês Monteiro Ribeiro
Natasha Rochelle da Silva Alves
Pedro Miguel Jacobetty França
Tiago Ismael Monteiro Rocha

Coreografia e assistência de encenação Leonor Zertuche
Director Técnico Pedro Carvalho
Concepção Plástica
Marcos Barbosa (Coordenação)
Leonor Zertuche (Luz)
Fernando Ribeiro (Cenografia)
Rodrigo Areias (Vídeo)
Ricardo Freitas (Vídeo)
Susana Abreu (Figurinos)
Fernando Lemos (Técnico de Cenografia)
Pedro Almeida (Imagem da Ópera e organização Gráfica do programa)
Sara Amado (Imagem Gráfica da Capa do programa )

Produção
Álvaro Santos (Direcção de Produção)
Filipa Lã (Produção Executiva

Organização e co-produção
Drama per Musica
OperaNorte
CASA das ARTES de V.N. Famalicão

Apoios
DGArtes/Ministério da Cultura
Casa das Artes de V.N. Famalicão
Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musical da Universidade de Aveiro (CEOTM-UA)
Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DECA-UA)
Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE)

«UN-CONTROLLED - WORKSHOPS» Artes Plásticas

«UN-CONTROLLED - WORKSHOP ARTES PLÁSTICAS
I.M.A.N.08 PROJECTO INTERNACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA[Intermédia, Multimédia, Acção e Nada] «UN-CONTROLLED» FASE 1 / 2008

10 de Dezembro, quarta-feira, 10h00, Parque fechado

[orientador: AUGUSTO PEREIRA DA COSTA]
Entrada: livre, com inscrição prévia

WORKSHOP DE DANÇA

COM O COREOGRÁFO LUDGER LAMERS

6,7 E 8 DE DEZEMBRO, apartir das 14h30, Sala de Ensaios

DESTINATÁRIOS: Jovens e Adultos
Inscrição – 5 euros

Workshop de dança contemporânea aberto a todas as pessoas interessadas em contactar com a linguagem criativa do coreografo Ludger Lamers e que suporta o processo criativo do espectáculo de dança Tokonoma.

DANIELA GALBIN 4tet

Soul / R&B / Pop
6 de Dezembro, Sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/danielagalbinsinger

Daniela Galbin é cantora/compositora desde que nasceu...
Já trabalhou entre outros com Nuno Guerreiro e Luis Represas estando actualmente a preparar a gravação do seu primeiro trabalho a solo.
Ao vivo apresenta um espectáculo em formato acústico, rodeado de excelentes músicos.

com:
DANIELA GALBIN voz e guitarra
ANTÓNIO MÃO DE FERRO guitarra e vozes
MANUEL BARROS baixo eléctrico
MANUEL SANTIESTEBAN percussão e vozes

Disney´s Aladdin Jr

Teatro Musical

Bem-vindos a Agrabah, a cidade do encantamento e das mil-e-uma noites, onde cada pedinte tem uma história e cada camelo tem um conto.
ALADINO é um espectáculo de ritmo, música, cor e diversão, a não perder, especialmente pelo público jovem.

6 de Dezembro, Sábado, 16h00 e 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 60 m

Certo dia, Aladino, um jovem pobre e traquina, é acusado injustamente de ter roubado um pão. No alvoroço da fuga, conhece Jasmine, uma princesa que se sentia enclausurada e que, pelas leis em vigor, era obrigada a escolher um príncipe para se casar. Depressa uma grande empatia nasce entre eles, proibida devido à diferença de classes sociais que os separa.
Tendo sido apanhado e preso pelos guardas do palácio, Aladino descobre uma lamparina poeirenta. Ao manuseá-la, liberta um Génio mágico que lhe concede a realização de três desejos.
Com tapetes voadores, músicas famosas e fantasia quanto baste, este conto das mil-e-uma noites adaptado pela Disney, promove a moral do equilíbrio social e do respeito pela identidade de cada indivíduo, afinal temas tão presentes no quotidiano das sociedades actuais.

Música: Alan Menken
Letras: Howard Ashman e Tim Rice
Adaptação: Jim Luigs e Bryan Louiselle
Direcção geral: Ernesto Coelho e Hugo Berto Coelho
Direcção artística e musical: Ernesto Coelho
Encenação: Patrícia Franco
Coreografia: Sara Lima
Cenografia: Anaísa Guerreiro e Rui Santos
Figurinos: Cristiana Lopes
Desenho de som e Desenho de luz: Rui Sampaio e Joaquim Madail

Exposição - «UN-CONTROLLED» FASE 1 / 2008


I.M.A.N.08 [Intermédia, Multimédia, Acção e Nada] - PROJECTO INTERNACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA

4ª EDIÇÃO DE PRÁTICAS ARTÍSTICAS CONTEMPORÂNEAS
Foyer, Dezembro

Artistas em exposição:
BRUNO MARQUES, CARLOS SOUSA, COLECTIVO ALG-A, FRANCISCO LARANJEIRA, JAVIER TUDELA, MARISA TEIXEIRA, NADIA DUVALL, PASCAL FERREIRA, PEDRO PENILO, ZERO FOUNDATION"

O projecto internacional de arte contemporânea I.M.A.N. [Intermédia, Multimédia, Acção e Nada] traz-nos neste mês a sua 4ª Edição à Casa das Artes com uma extensão das actividades à cidade de Berlim através de um plano programático e curatorial que se designa «UN-CONTROLLED» fase1.
O projecto artístico propõe este ano (fase1) e no próximo (fase2) ser um género de jogo no qual o artista é convidado a reflectir sobre o seu posicionamento na contemporaneidade, em relação às categorias tecnológicas a que recorre (media) e o porquê dessas opções para a sua prática artística; em relação às categorias de sentido na criação e fruição que procura pelo cruzamento desses media; em relação às categorias da consciência activa e auto-regulativas com que desenvolve a sua prática “em resistência” perante um estado contemporâneo reconhecido como totalizador e/ou segmentador.
Os vários conceitos-chave do projecto da autoria e direcção de Alexandre A.R. Costa reforçam uma perspectiva de um espaço incerto, instável e indeterminado para a arte contemporânea: “Intermédia” (referente aos pontos de criação e fruição no cruzamento de medias, a alusão aos pontos de contacto nos sistema complexos da actualidade – relacionado com Interdisciplinaridade); “Multimédia” (referente à possibilidade de recurso indeterminado de media (pré e pós digital e multimédia) assim como as últimas possibilidades das novidades tecnológicas, que tanto podem possibilitar diversidade das práticas como fazer com que o artista se desvie apenas para o território do admirável); “Acção” (referente ao compromisso do posicionamento do artista contemporâneo, à consciência activa que consegue provocar e a sua possibilidade de auto-regulação); “Nada” (proposta de reflexão referente ao estado-hiato de globalidade: incerteza entre as possibilidades totais e disseminação inevitável da prática artística e a probabilidade de desolação nos resultados pela sobreposição do gratuito e da diversão) sendo que tanto numa perspectiva como noutra a dissipação deverá ganhar.
Esta quarta edição do I.M.A.N. tem este carácter de contiguidade em relação às outras três edições realizadas nos anos transactos perfazendo um ciclo que faz parte de um projecto maior e que procura atingir um clímax durante a celebração da sua quinta edição, ou seja, a fase2 de «UN-CONTROLLED» em 2009, com várias propostas neste momento em preparação. Para este Dezembro de 2008 com inauguração no dia 13 a partir das 17 horas aqui está «UN-CONTROLLED» fase1.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Venda bilhetes online

Comprar, pela Internet, bilhetes para os espectáculos da CASA das ARTES de V.N. Famalicão, através do site:http://casadasartesvnf.bilheteiraonline.pt/


A partir de Fevereiro de 2012 (todos os espectáculos programados de Fevereiro e a partir deste),  nova plataforma de venda de bilhetes on-line - http://casadasartesvnf.bilheteiraOnline.pt

   www.casadasartes.org - è possivel comprar bilhetes, através deste sítio,  só os espectaculos programados até Janeiro 2012, a partir de Fevereiro a compra terá um novo sítio - http://casadasartesvnf.bilheteiraonline.pt/
http://casadasartesvnf.bilheteiraonline.pt/




quinta-feira, 30 de outubro de 2008

T3+uns

29 Novembro, sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/t3maisuns
http://www.t3maisuns.org/.

“Músicas de apartamento” é o primeiro CD dos T3+uns - um projecto independente baseado no Porto, Portugal, com fortes ligações ao Brasil. As canções, em português, utilizam ritmos e sonoridades da música brasileira que vão do maracatu à bossa-nova e do samba ao baião, misturadas com fado, reggae, rock e pop. São 11 os temas que compõem o disco – dez originais e uma homenagem a Caetano Veloso.

As gravações, iniciadas em Portugal por Antero Abreu (voz, violão e composição), Miguel Ferreira (teclados, guitarras, composição e arranjos), Fred Xavier (baixo) e Filipe Deniz (bateria e percussões), continuaram em Recife (PE), Brasil, onde vários músicos locais somaram o seu talento às bases musicais propostas, dando forma a uma visão atlântica e de raiz lusófona que sempre orientou este projecto.

Tito Paris


Como Guitarrista, compositor e cantor, Tito Paris combina os sons das mornas, coladeras e funánás de Cabo Verde, com sonoridades modernas da contra costa africana ou do outro lado do Atlântico.

Música Cabo-verdiana/Morna
29 de Novembro, sábado, 21h30, Auditório Grande
Entrada: 12 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/titoparis

“É grandiosa a Morna de Tito Paris” In Público, 30 de Marco 2007

Tito Paris nasceu numa casa da música, absorveu desde menino os sons e os ritmos de Cabo Verde. O pai tocava banjo e baixo, a avó cantava mornas e coladeras, o avô, além de construtor de instrumentos musicais, tocava violino.
Tal como ao porto do Mindelo faziam escala os barcos de todo mundo com os seus ritmos e sonoridades, a música de Tito está profundamente enraizada na tradição musical cabo-verdiana mas respirando outras sonoridades venham elas da contra-costa africana, do outro lado do Atlântico ou do hemisfério Norte, sempre arrebatada pela saudade insular que se sente quando interpreta um funaná ou uma coladera mas também com ânsia de um som novo, da descoberta de novas harmonias.

“Costumo dizer que sou cabo-verdiano cem por cento, africano, mas Portugal no coração sempre”
Tito Paris, Março 2008

Foi um dos convidados no espectáculo de Mariza no Royal Albert Hall, Londres, em Novembro de 2006, tendo, depois desse espectáculo, actuado várias com a mesma cantora.
Os seus trabalhos encontram-se à venda pelo mundo fora, desde Nova Iorque até Paris, divulgando a música de Cabo Verde e o seu talento como instrumentista e como cantor.

Disco editados
1987 - Fidjo Maguado
1994 - Dança Ma Mi Criôla
1996 - Graça De Tchega
1998 - Ao vivo no B.Leza
2001 - 27/07/1990
2002 - Guilhermina
2007 - Acústico

TOKONOMA, de Ludger Lamers

Nas entranhas, lugar entre masculino e feminino, entre uma mitológica existência e futuro.
Esta criação de dança é dedicada a Kazuo Ohno e a Marcel Marceau.
Dança
27 e 28 de Novembro, Quinta e sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 7 euros
M/3
Duração 90 m

SINOPSE:
Tokonoma é um tríptico. Este utiliza a ondulação e a co- existência de 3 elementos, em várias dimensões, focalizando a sua pureza na físicalidade. Os elementos conectam-se no imediato, “aqui e agora”, expressando uma realidade mítica. Tokonoma mune-se de uma musicalidade específica, que restringe e divide o espaço. As características do dueto são orientadas para a construção de um paradoxal solo e para a procura, através da sobreposição de formas, femininas e masculinas, da dualidade do ser, pela conquista dos seus limites.
O corpo lida com a quinosfera e com a dualidade de aparências, ora feminina ora masculina, reflectindo um anseio diálogo do HOMEM, enquanto subtexto do tríptico.
Tokonoma coloca o HOMEM na sua essência, entre a sua própria morte e renascimento.

FICHA TÉCNICA:
CONCEITO/IDEIA E COREOGRAFIA: Ludger Lamers (P/A)
INTERPRETAÇÃO: Ludger Lamers (P/A) e Elsa Aleluia (P)
DESENHO DIGITAL E DESENHO DE SOM: Carlos Zíngaro (P)
DESIGNER DE PALCO E FIGURINOS: Kevin Plumb (GB)
ACOMPANHAMENTO ARTÍSTICO: Megumi Kawashima (J),
Susana Mendes Silva (P) e Philippe Asselin (F)
DIRECÇÃO ARTÍSTICA: Ludger Lamers (P/A)
PRODUÇÃO: Natércia Gomes (P) e Susana Lopes (P)ENTIDADE PROMOTORA: GRANULAR ASSOCIAÇÃO

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

As Viagens de Gulliver Adaptação de Luísa Ducla Soares


Teatro do Bolhão
20, 21 e 22 de Novembro, Grande Auditório

Quinta e sexta-feira (Manhã e Tarde) às 10h00 e 15h00
Entrada: 2 euros
Sábado (Tarde e Noite) às 16h00 e 21h30
Entrada: 5 euros
M/4 - infantários, escolas e público em geral
Duração 60 m

Luísa Ducla Soares dedica aos mais novos esta adaptação livre de As Viagens de Gulliver de Jonathan Swift Procurando uma relação directa entre a herói da história e os espectadores. Proporcionando o contacto com um herói da literatura universal, que simboliza a incansável procura da verdade, o espectáculo valoriza a crítica satírica aos usos e costumes da corte do séc. XVII patente na obra e enfatiza a sua forte actualidade.
A temática da viagem iniciática através do exotismo, do maravilhoso, da imaginação e da fantasia tem o seu paralelo num percurso pelos vícios, injustiças e hipocrisias da humanidade.

LUÍSA DUCLA SOARES
Autora de uma vasta e diversificada obra na área da literatura para a infância e juventude, Luísa Ducla Soares, é simultaneamente uma grande estudiosa e dinamizadora da escrita, da leitura e da relação íntima (pedagógica /e educativa) entre ludicidade e cultura, que caracteriza a literatura para a infância.
Desde as suas primeiras obras que Luísa Ducla Soares tem vindo a desenvolver o gosto pelo nonsense devido à grande influência da literatura anglo-saxónica, da tradição oral e, ainda, ao seu gosto pessoal por autores como Júlio Verne, Júlio Dinis, Eça de Queiroz, Eurico Veríssimo e muitos dos poetas contemporâneos. Foi, e é, este mesmo prazer pela literatura que fez e faz, de Luísa Ducla Soares uma escritora e divulgadora fundamental da língua portuguesa, com um sentido lúdico que lhe é muito próprio.

FICHA TÉCNICA
Autor - Jonathan Swift
Adaptação - Luísa Ducla Soares
Encenação - Joana Providência
Espaço Cénico e Adereços/
Figurinos Animais - Susete Rebelo
Desenho de Luz - José Nuno Lima
Figurinos / Adereços Actor - Ana Teresa Castelo
Sonoplastia - Luís Aly
Criação Vídeo - Eva Ângelo
Assessor mágico - Hélder Guimarães
Produção - Pedro Aparício , Glória Cheio
ELENCO - Lilibel Valente, Carlos Peixoto, Inês Lua, Pedro Damião
Assistência Adereços - Cristóvão Neto, Patrícia Mota, Ruben Freitas
Adereços Figurinos - Catarina Barros
Execução Figurinos - Maria da Glória Costa
Carpintaria - Josué Maia
Montagem/ Operação Luz - Nelson Lima
Montagem/ Operação Som - João Oliveira
Montagem/ Operação Vídeo - Valter Alves

Plastica

Rock / Pop / Indie
15 de Novembro, sábado, 23h30, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/
Duração 90 m
http://www.myspace.com/plasticamusic

Os PLASTICA estão de volta com novo disco! Já com quase 10 anos de carreira e muitas canções de sucesso, os PLASTICA irão estar na estrada entre Novembro e Janeiro de 2009 numa tour de auditórios de norte a sul do país onde apresentarão ao público o seu novo disco “Lovers”.Para além das novas músicas, este será um concerto em que todos poderão assistir a um desfilar das melhores canções do reportório dos Plastica, num espectáculo em que a banda se reinventa, criando todo um Universo de novas abordagens ás suas canções num espectáculo a não perder.Toda a informação da tour disponível no MySpace oficial da banda:www.myspace.com/plasticamusic

A FESTA

Numa festa pode acontecer tudo ou nada
Neste espectáculo também
Uma festa pode ser alegre ou aborrecida
Este espectáculo também
Nunca sabemos o que esperar de uma festa
Deste espectáculo também não

14 e 15 de Novembro , sexta-feira e sábado , 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/12
Duração 75 m

Sinopse
Sete amigos juntam-se na casa de um deles para celebrar uma passagem de ano. Todos estão ali porque não têm outro sítio para estar. Mas se tivessem, provavelmente continuariam a estar ali.
Durante uma noite de festa, a teia de relações e cumplicidades entre estes sete amigos vai ser posta em causa. Caem as máscaras que cada um usa para esconder ou comunicar a sua personalidade e todos percebem que a face visível daquele círculo de amigos é a ponta de uma iceberg cuja parte submersa é mais negra, dolorosa e autêntica.

Descrição
O espectáculo A FESTA é a primeira criação resultante do projecto Estúdios. Este espectáculo tem origem em três workshops dirigidos pelo realizador português João Canijo, por Pavol Liska e Kelly Copper, directores artísticos da companhia americana Nature Theatre of Oklahoma e pelo coreógrafo congolês Faustin Linyekula. Ao longo destes workshops, a equipa artística deste espectáculo explorou diversos processos de trabalho e desenvolveu vários fragmentos de uma obra teatral dedicada ao tema da “festa”. De seguida, autores e actores fundiram as suas experiências anteriores, encontrando a sua própria forma de criarem um espectáculo sobre este tema, que é um convite não só à invenção, mas também á celebração.
Estúdios é um projecto de formação e criação de teatro, culminando sempre na criação e exibição de um novo espectáculo.
Todos os anos, realizar-se-ão workshops e master calsses dirigidos por alguns dos mais inovadores criadores e teóricos nacionais e internacionais, dedicados sobretudo à escrita para teatro e ao trabalho de actor, mas estendendo-se também aos vários sectores da criação teatral. Numa segunda fase do projecto, os autores e actores que participaram nos workshops criaram um espectáculo que foi exibido no Teatro Maria Matos.
Todos os anos, Estúdios dedica-se a um tema, que servirá de mote aos workshops e à criação do espectáculo. Na edição de 2008, esse tema é A FESTA.

Workshops dirigidos por João Canijo, Faustin Linyekula, Pavol Liska e Kelly Copper (Nature Theater of Oklahoma).

Criação colectiva texto Filipe Homem Fonseca, Nelson Guerreiro e Tiago Rodrigues interpretação Cátia Pinheiro, Cláudia Gaiolas, Fernando Luís, Joaquim Horta, Marcello Urgeghe, Rita Blanco e Tónan Quito cenário, desenho de luz e video Thomas Walgrave produção, adereços e fotografia Magda Bizarro assistente de produção e adereços Moirika Reker produção Mundo Perfeito e Teatro Maria Matos em co-produção com Festival de Almada 2008, Alkantara Festival, DEVIR/CAPa e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão 2008

Puzzle - "Ritmo da Pulsação Tour"

Funk / Soul / Hip-Hop
8 de Novembro, Sábado, 22h30
Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.myspace.com/puzzlefsr
Os Puzzle são uma banda eclética, com influências do Funk, da Soul e do Hip-Hop.
Em actividade desde o Verão de 2004, de inicio como um projecto de autor do C-Vieira (vocalista/letrista/compositor), os Puzzle constituídos pelo C-Vieira (voz), Paulinho Ponte (baixo), Lopez (guitarra), Messias (bateria) e Kadu (teclados), deambulam por um universo Groove, onde não há limites para a criatividade e onde o esforço só acaba com satisfação de um bom final.
“Ritmo da Pulsação” é o seu álbum de estreia. Um disco composto por doze canções, onde figuram temas como a dedicação, a perda, a inocência, o amor ou o ideal. É preciso constatar que só na positividade é que se encontra o caminho. Prova disso são, sem sombra de dúvida, os espectáculos ao vivo da banda, onde à formação dos Puzzle, se acrescenta os coristas Andee e Bambs. Aqui, o esforço é levado ao limite e o público tem a possibilidade de assistir a essa fabulosa mistura que é alma, partilha e espontaneidade.

Viviane

Acústico / Indie
7 de Novembro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/vivianeparra
www.viviane.com.pt/

Viviane é uma das vozes mais carismáticas da música portuguesa. Uma atitude singular, um registo envolvente e inconfundível assinalam uma carreira consolidada pela experiência de dezassete anos de canções como compositora e intérprete de um dos melhores grupos da POP portuguesa: os Entre Aspas.

Em Abril de 2007 a cantora lança o seu segundo álbum a solo de nome “Viviane” e prepara para 2008 a sua segunda tour de auditórios e teatros.
Em Confidências da minha rua Viviane volta a surpreender num espectáculo essencialmente acústico onde para além de interpretar os êxitos do seu primeiro disco a solo – “A vida não chega” “Fado mambo“ “Alma danada”… - se aventura por outros universos musicais e explora as suas capacidades vocais conseguindo ir mais além na procura de outras sonoridades.

Entre as linguagens do Fado, do Tango e da Musette francesa, com o acordeão e a guitarra portuguesa como notas dominantes, Viviane, acompanhada também nesta formação por contrabaixo e bateria, inspirou-se nas suas memórias de infância repartidas por Portugal, França e Argentina e estruturou um espectáculo de quinze melodias que no Fado procuram a profundidade da alma e do sentimento sem o vínculo da fatalidade e, no tango descobrem o lado mais apaixonado e irreverente,

Viviane – Voz E Flauta
Tó Viegas – Guitarra Portuguesa
Helena Mendes – Acordeâo
Francisco Santos – Contrabaixo
Rui Freire - Bateria

sábado, 11 de outubro de 2008

“Três Homens Baixos” a partir de Rodrigo Morat

Teatro Construção
2 de Novembro, Domingo, 21h30, Café concerto
Entrada: livre
M/16
Duração 60 m

Três amigos de infância, talvez quarentões, que se encontram periodicamente numa mesa de bar para colocar as novidades em dia.
Num desses encontros, descobrem que os laços que os unem vão muito além do que supunham e serão obrigados a rever seus valores mais profundos.
Samuca é dono de uma agência de Publicidade, Titi é advogado de uma Multinacional e Ciro, um professor universitário. Cada um vivendo seu drama existencial e pessoal. Diante de uma amizade que mesmo aos trambolhões continua forte, os amigos seguem numa trama sarcasticamente melodramática.
A intimidade, as fraquezas e as baixezas desses três homens são reveladas com muito humor, através dos inúmeros clichês do padrão masculino de comportamento. A peça coloca o espectador diante de um espelho de parque de diversão, que deforma a anatomia e a torna engraçada.
No fundo, uma amena cavaqueira entre especímenes humanos como tu e eu.

PAT & WONDERFOOL's

Jazz/Blues
1 de Novembro, Sábado, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 70 m

PAT voz
PAULO BARROS piano
MAIN WELL baixo
SÉRGIO LEONTE bateria

Nos seus 7 anos de existência os WonderFool's tem tido diversas formações e "ondas" dependendo dos músicos convidados a participar no projecto. Actualmente tem a particularidade de integrar a cantora, PAT (uma das Amarguinhas) que se apresenta neste novíssimo formato acústico com músicas dos Clash, U2, Nirvana entre muitos outros - mas numa paleta sonora onde se congregam tonalidades jazzísticas, de bossa nova e que reflectem bem a diversidade de influências da cultura contemporânea internacional.

Pat esteve sempre ligada a projectos POP, como Vocalista da banda SS, Amarguinhas, segundas vozes live na digressão POP LESS dos GNR, Magenta, participação no CD dos 49Special, mas também envolvida em projectos de Covers, actuando no Casino da Póvoa, no Palácio da bolsa, Bailes Debutantes do Clube Inglês, etc, tentando imprimir sempre um cunho pessoal nas interpretações, baseado na emocionalidade e no timbre adocicado da sua voz.
Também desenvolveu trabalhos de composição pessoal (Magistral XXI), temas para crianças, dobragens de filmes infantis.

O INSTANTE DE CADA SEGUNDO

Exposição de Fotografia, Pintura e Cerâmica de Sandra Longras e Teresa Lares
Foyer, 2 a 30 de Novembro

A apresentação conjunta destes trabalhos surge da combinação de ideias, interesses e emoções. As obras expostas existem num triângulo de ligação artística criado pelas pintoras.
Os pormenores de cada expressão plástica ocupam lugares que, ao serem ampliados preenchem todo o espaço, de forma envolvente.
As telas transpiram o artifício da representação: das coisas nascem coisas, diz um Munari presente; as coisas que não são coisas, são cores e, as cores que não são cores, são coisas.
Fotografia, Pintura e Cerâmica coexistem harmoniosamente num espaço, numa cor e num tempo de equilíbrio.
As produções artísticas resultam da integração de conceitos e pesquisas, das vivências e actividades individuais e em parceria.
Espaço brancos…pincéis de cor… Formas disformes, manchas em exercício e traços contínuos… últimas emoções ultrapassadas pelos instantes de cada segundo.
Vermelho… Verde… Branco… Amarelo… Preto… organizam-se em formas que deslizam, desprendidamente, distraidamente, como que por acaso.
As telas projectam olhares, lugares desabitados e imaginários.
As representações são indirectas, por vezes mudas, mas luminosas.
A tela em branco… ao encontro do princípio no instante de cada segundo.

O mundo é uma amálgama de aromas que se unem propagando sensações como ondas sonoras. Trazem lembranças do que fomos quando nos lambem as narinas. Por vezes sentimos os aromas que rodopiam e provocam um frenesim à flor da pele. Outros há, que brutalmente se encostam como cactos espinhosos e solitários num deserto sem fim. Contudo, compõem as formas que vagueiam ao sabor da brisa húmida.
T. Lares

As pinturas surgem sub carregadas por excessos que do inconsciente se traduzem em formas, cores e traços. Independentemente no abstracto/semi-figurativo, estabeleço um discurso estético de tonalidades que identificam a individualidade da mensagem, a transmitir no momento próprio da criação: é esta a espontaneidade do meu trabalho. Actualmente tem um espaço para realizar os meus trabalhos. A figura humana ocupa sempre um papel de destaque nas minhas pinturas, de forma mais ou menos implícita. A pintura tornou-se um vício do qual não me consigo desprender, uma fonte de ligação à vida terrena.
S.Longras