terça-feira, 12 de abril de 2016

Exposição de fotografia Nuno Caetano


Exposição de fotografia Nuno Caetano
Titulo - " Rasgos de Silêncio"
Casa das Artes, Foyer de 7 (inauguração – sábado 17h00) a 31 Maio 

Rasgo o silêncio no peito das minhas memórias. Grito no vento vida e estórias.
São rasgos rasgados, trilhados, guardados nas noites dos dias em que o silêncio me escuta.
Sou mar no rasgo de cada silêncio.
Sou voz de silêncio a cada rasgo no peito.
São mares e marés que me guardam de tantos revés onde grito silêncio sem voz.
Rasgo o silêncio que me enlouquece a cada momento em que o horizonte desvanece.
São silêncios rasgados.
São memórias guardadas. São mares navegados.
São Rasgos de Silêncio. Abro as mãos, abraço o momento, escuto o vento.
São todos silêncio.
São todos silêncios rasgados em mim.
São rasgos de silêncio que abraçam o pensamento.
Momentos de azul guardados no vento.
São silêncios que me devoram, guardam e demoram.
São Rasgos de Silêncio.
Arde em mim o desejo de um silêncio sem fim.
Rasgado na pele, um silêncio em mim.
“Rasgos de Silêncio” são momentos que moram no peito das minhas memórias.
“Rasgos de Silêncio” são horizontes do meu olhar, pintados de fogo intenso, guardados em azul-mar.
“Rasgos de Silêncio” são a pele do que sinto, o arrepiar do momento em que abraçado pelo vento me dispo de mim e me encontro num momento sem fim.

sexta-feira, 1 de abril de 2016

FANDANGO na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

FANDANGO.
Um projeto musical criado por Gabriel Gomes e Luis Varatojo
Musica| eletrónica | Popular
30 de abril | Sábado| 23h00 | Café concerto
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 70 m
FANDANGO nasce de uma mistura entre música eletrónica e instrumentos acústicos (acordeão e guitarra portuguesa) - o resultado da colaboração entre Gabriel Gomes e Luis Varatojo, dois músicos com larga experiência, fundadores de bandas como a Sétima Legião e Madredeus (Gabriel) ou Peste & Sida e A Naifa (Luis). As músicas do FANDANGO são uma mistura exótica de melodias portuguesas com beats de eletrónica, que tanto podem fazer a banda sonora perfeita para um pôr-do-sol na costa atlântica, como a animação para uma noite na pista de dança. A diversidade de ritmos e outros elementos sonoros utilizados, capturam a essência da música portuguesa, numa colorida harmonia entre linhas de sintetizadores e batidas de caixas de ritmos, que nos transportam numa viagem musical pela paisagem e cultura do país. Citando a crítica no jornal Público: “FANDANGO é um guia turístico para dançar

quinta-feira, 31 de março de 2016

A BALLET STORY de VICTOR HUGO PONTES na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão | Comemorações do Dia Mundial da Dança


Comemoração do Dia Mundial da Dança
A BALLET STORY de VICTOR HUGO PONTES
A partir da obra “Zephertyne” de David Chesky

Dança
30 de abril | sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 10 euros/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 5 Euros
M/16
Duração. 70 m
SINOPSE
A Ballet Story tem como ponto de partida o ballet Zephyrtine, de David Chesky. No entanto, não se trata da representação teatral ou da ilustração da história original – o exercício foi de abstracção e partiu do movimento dos corpos no espaço em articulação com a música. Não há contos de fadas, nem elementos do maravilhoso ou do fantástico. A moral é outra, o desenlace, diferente. Em A Ballet Story não sei se a história se ajusta à música ou se a dança se ajusta à história. A narrativa será fabricada por cada espectador (ou não). Não se trata de uma articulação linear entre música, narrativa e dança, mas sim de um processo de influências mútuas e afinidades electivas que originam uma peça manipulável de modos diversos e, tanto quanto possível, inteira.

Direção Artística | Victor Hugo Pontes
Música | David Chesky
Versão Musical | Fundação Orquestra Estúdio, sob a direção do Maestro Rui Massena
Cenografia | F. Ribeiro
Direção Técnica e Desenho de Luz | Wilma Moutinho
Intérpretes| André Mendes, João Dias, Joana Castro, Liliana Garcia, Marco da Silva Ferreira, Ricardo Pereira e Valter Fernandes.
Figurinos | Victor Hugo Pontes
Direção de Produção | Joana Ventura
Coprodução | Nome Próprio, Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura
Apoio | Ao Cabo Teatro, Ginasiano Escola de Dança e Lugar Instável
Apoio à internacionalização | DGARTES
Agradecimentos | Madalena Alfaia e Vera Santos

E um dia fez-se Abril ....


E um dia fez-se Abril
Música e poesia
24 de abril | domingo| 21h 45| Café Concerto.
Entrada livre
M/6
Duração: 60 m
“ Éramos cantores dos meios proibidos, subterrâneos, não usávamos de qualquer protecção policial. Muitas dessas actuações não se chegavam a realizar, porque as autoridades as proibiam. Em contrapartida, eram entremeadas de episódios que pelos seus reflexos assumiam consequências muito mais importantes do que uma intervenção meramente musical. “ – José Afonso

“ E um dia fez-se Abril “ é um recital de poesia dita e cantada, sob o signo da liberdade.
Espécie de réplica de quantos aconteceram em tempo de ditadura.
Desta feita sem censura nem perigo de vigilância policial.
Desfilarão poemas e canções com história tributando poetas e cantores que se arriscaram a enfrentar a mão pesada de um regime sem escrúpulos.
A apresentação, sem efeitos especiais, será intimista mas emotiva. Uma guitarra e duas vozes.
Ivo Machado, cantando, emprestará a sua voz para recordar José Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Manuel Freire, entre outros, acompanhado à guitarra por Carlos Carneiro que sempre nos empolga com harmonias enriquecidas e reinventadas.
António Sousa, como sempre, declamará poemas de forma apaixonada e vibrante lembrando Ary dos
Santos, Manuel da Fonseca, Manuel Alegre, José Saramago, Viriato da Cruz e tantos outros decisivos na luta pela liberdade.
Ivo Machado – cantor
António Sousa – declamador
Carlos Carneiro – guitarrista

quarta-feira, 30 de março de 2016

Abril - Cinema na Casa das Artes

Alvin e os Esquilos: A Grande Aventura
2 de abril| sábado | 15h00 e 18h00| Grande Auditório
Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro
Duração T86M minutos
Género Aventura, Animação, Comédia
Origem Estados Unidos da América
Classificação etária M/6
Distribuidor Big Picture
Através de uma série de mal-entendidos, Alvin, Simon e Theodore passam a acreditar que Dave se prepara para os abandonar após pedir a sua nova namorada em casamento.
Os Chipmunks têm apenas três dias para o impedir, ficando a salvo não só de perder Dave, mas também de ganharem um terrível meio-irmão.
Com David Cross, Jason Lee, Matthew Gray Gubler, Justin Long, Amy Poehler
Realização Walt Becker
Produção Ross Bagdasarian, Jr., Janice Karman
Argumento Randi Mayem Singer



Salve, César!
13 abril | quarta-feira| 18h00 e 21h30 | Pequeno auditório
Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euro
Duração T100M minutos
Género Comédia
Classificação etária M/12
Distribuidor NOS Audiovisuais
Na era dourada de Hollywood, Baird Whitlock (George Clooney), um ator canastrão, é raptado durante a rodagem de um épico passado na era do Império Romano. Os raptores pedem 100 mil dólares de resgate e afirmam ser "O Futuro".
Eddie Mannix (Josh Brolin) é um ansioso diretor da Capitol Studios que, de repente, perde a estrela da sua gigantesca e dispendiosa produção e tem apenas um dia para o encontrar.
Com George Clooney, Josh Brolin, Channing Tatum, Tilda Swinton, Ralph Fiennes, Jonah Hill, Scarlett Johansson
Realização Ethan Coen, Joel Coen
Produção Tim Bevan, Ethan Coen, Joel Coen, Eric Fellner
Argumento Ethan Coen, Joel Coen

 O Amor é Lindo... Porque Sim!
27 de abril | quarta-feira| 15h00, 18h00 e 21h30| Grande Auditório
Entrada: 2 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 1 euroº
Género Comédia
Origem Portugal
Classificação etária M/12
Distribuidor NOS Audiovisuais
Amélia é uma jovem lisboeta que no dia do seu aniversário é abandonada pelo namorado e perde o emprego num quiosque de cachorros quentes. Para ajudar à festa, a mãe, dona de casa, ganha dinheiro como vidente e a irmã é uma atriz no desemprego. Nada corre bem nesta casa portuguesa.
Até que um acaso muda tudo. Amélia arranja emprego numa tasca moderna e tem o azar, ou a sorte, de a patroa a ouvir cantar. No meio desta aventura de loiça e cantoria, dois rapazes apaixonam-se por Amélia: Ruben, um promissor jogador de futebol, e Rogério, mais conhecido por Bubu, forcado de Santarém e filho de boas famílias.
Para complicar ainda mais as coisas, Amélia não consegue esquecer o ex-namorado - que entretanto prepara o casamento com outra - enquanto na noite de Lisboa esbarra constantemente com alguém que escreve palavras de amor nas paredes da cidade.
Com Maria Rueff, Frances Edward, Miguel Monteiro, Susana Varela, Inês Patrício, André Nunes, Ana Brito e Cunha, Silvia Rizzo
Realização- Vicente Alves do Ó
Argumento - Vicente Alves do Ó

quarta-feira, 16 de março de 2016

REGINA DUARTE traz-nos BEM-VINDO ESTRANHO, um drama intenso e absorvente, com humor e muita sensualidade, no ano em que Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão comemora 15 anos de serviço à Arte e Cultura.

BEM-VINDO ESTRANHO
Com interpretação de Regina Duarte, Mariana Loureiro e Kiko Bertholini, texto de Angela Clerkin e direção de Murilo Pasta.
Teatro
21, 22, 23, 24 de abril | Quinta, sexta, Sábado - 21h30 | Domingo 17h00 | Auditório Grande
Entrada: 22 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 11 Euros
M/12
Duração: 90 m

Sinopse
“BEM VINDO ESTRANHO” espetáculo, situado em Londres, retrata a conturbada relação de Jaki e Elaine, mãe e filha de classe trabalhadora, interpretadas por Regina Duarte e Mariana Loureiro.
A dinâmica do espetáculo é ditada pela alternância de afeto e calor humano genuínos com a maquiavélica e implacável manipulação à qual Jaki submete a filha, uma jovem advogada.
O cotidiano das duas se complica à medida que Elaine obtém a absolvição de Joseph (Kiko Bertholini), acusado de ter assassinado a namorada e, apaixonada por ele, o traz para viver no claustrofóbico apartamento que divide com a mãe.
Momentos de drama intenso e absorvente se alternam com pitadas de leveza, humor e sensualidade.
Em paralelo, ficam claros os jogos intrínsecos às relações humanas. Até que ponto receber um estranho em casa pode abalar uma relação de confiança?
Jaki (Regina Duarte) e sua filha Elaine (Mariana Loureiro), vivem às turras num claustrofóbico apartamento em Londres. Com a chegada de Joseph (Kiko Bertholini), o misterioso namorado de Elaine, a atmosfera de suspense entra em erupção num conflito de desejos incontroláveis cujas consequências são devastadoras.
Com cenário de J.C. Serroni e inspirado na estética noir que sugere o texto, o diretor Murilo Pasta cria uma atmosfera densa de suspense e lirismo que deságua num coquetel explosivo de desejos incontroláveis cujas consequências são devastadoras.

Hot Air Balloon – Behind The Walls | Apresentação do primeiro trabalho discográfico na Casa das Artes de Famalicão




Hot Air Balloon – Behind The Walls
Musica |Indie
16 de abril | Sábado| 23h00 | Café Concerto.
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 70 m

De pontos opostos da costa Atlântica da Europa, o duo com raízes Irlandesas e Portuguesas – Hot Air Balloon – caracteriza-se por soar profunda e delicadamente. A voz doce, calorosa e indelével de Sarah-Jane encontra-se com a guitarra de Tiago, complementando-se numa performance harmoniosa, íntima e inesquecível.
Behind the Walls é o seu primeiro trabalho discográfico e conta com a participação de diversos músicos. Gravado ao vivo nos estúdios Rangel e produzido por Hugo Correia, este álbum canta histórias, sonhos, lugares e memórias da vida de Sarah-Jane e Tiago. Com Behind the Walls, os Hot Air Balloon, convidam as pessoas a viajarem por dentro dos seu “muros”.
Para este concerto, o duo vai se fazer acompanhar por Samuel Coelho, violino e gadgets, Pedro Oliveira, bateria, e David Terceiro Viegas no baixo.

Contrapassos | bailado criado em coprodução com a Casa das Artes de V. N. de Famalicão e a Crescer Além da Dança- Associação para o Ensino e Desenvolvimento da Dança.


CONTRAPASSOS
Dança
16 e 17 de abril| Sábado 21h30 |Domingo 18 h00 | Grande Auditório
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/4
Duração: 60 m

Este bailado será levado a cena por 60 bailarinos em formação da Crescer Além da Dança e é baseado no conto de Hans Christian Anderson os “ Sapatos Vermelhos” o qual serviu como ponto de inspiração, mas que sofreu uma modernização e readaptação.
Esta é a história de uma menina muito pobre que vive numa aldeia e que anda descalça, mas que ao ficar órfã de mãe é adotada por uma senhora da cidade muito educada e rica.
Esta senhora leva-a para sua casa aonde a veste, calça e alimenta.
Leva-a também a frequentar o colégio onde será ensinada por excelentes professoras e encontrará um grupo de amigas.
No entanto o fascínio pelo luxo e pelas festas é superior à sua gratidão e dever de filha adotiva, e quando a mãe adoece gravemente ela não consegue deixar de ir à festa para a qual tinha sido convidada por uma amiga rica e nova no colégio.
Veste-se com um dos seus vestidos e calça os sapatos vermelhos novos e foge às escondidas para a festa.
No entanto é confrontada na entrada com um nobre senhor, que a castiga dizendo-lhe que não conseguirá mais deixar de dançar nem tirar os sapatos vermelhos por ter sido tão desobediente e ingrata.
Inicialmente a menina diverte-se mas aos poucos confronta-se com o quanto é insuportável não conseguir parar de dançar.
Acaba por se arrepender do seu comportamento e pede desculpas, no entanto o castigo não pode ser totalmente retirado e a menina para que consiga tirar os sapatos vermelhos e parar de dançar fica condenada a andar descalça para sempre.
E é com este bailado que a Crescer Além da Dança estará mais uma vez no palco da Casa das Artes, com toda a dedicação e paixão que nos acompanha e também bem cientes da enorme responsabilidade e oportunidade que temos e da qual muito nos orgulhamos.

António Fragoso e o seu tempo | Carla Caramujo, soprano e João Paulo Santos, piano. na Casa das Artes de Famalicão


Recital de Canto e Piano
António Fragoso e o seu tempo
Carla Caramujo, soprano e João Paulo Santos, piano. 9 de abril| sábado| 21h30| Grande Auditório
Entrada: 8 euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/6
Duração: 80 m
Programa

I
LUIS DE FEITAS BRANCO (1890 - 1955)
A formusura desta fresca serra
Élevation 
FRANCISCO LACERDA (1869 – 1934)
L’Indifférant
Desde que cravos e rosas
Não morreu nem acabou

 ANTÓNIO FRAGOSO (1897 – 1918)
Canções do sol Poente
1. Canção da Fiandeira
2. Embalando o Menino
3. Modas da Serra
4. A primeira Romaria
5. A Manhã de Serração
6. O Natal do Céu
7. A Senhora dos Remédios
8. Cantigas do Lenço

 II
ANTÓNIO FRAGOSO

Consolation
Poèmes Saturniens:
1. Soleils couchants
2. Sérénade
3. Chanson d’Automne
Triste êtait mon âme
Les coquillages

CLAUDE DEBUSSY ( 1862 – 1918)
Regret
Pierrot
Apparition
Fantoches

Notas introdutórias:
Neste concerto poderemos ouvir obras de António Fragoso, aquele que, não fosse a morte tê-lo levado prematuramente aos 21 anos, ter-se-ia tornado, sem qualquer dúvida, um dos maiores vultos da composição portuguesa da primeira metade do século XX, e de dois contemporâneos seus (Francisco Lacerda e Luís de Freitas Branco), cujas carreiras viriam a ser de imensa importância para o séc XX em Portugal. De qualquer dos três compositores poderemos apreciar a grande influência da música francesa e a procura por um idioma mais genuinamente português. A completar o programa, obras do compositor francês mais marcante para toda essa geração - Claude Debussy

Ciclo de Concertos Promenade da Casa das Artes de Vila nova de Famalicão - 3º Concerto – Jazz para todos – Orquestra de Jazz da EPME


Musica para famílias 2016
Ciclo de Concertos Promenade da Casa das Artes de Vila nova de Famalicão
3º Concerto – Jazz para todos – Orquestra de Jazz da EPME

3 de abril | domingo | 11h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Crianças, Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/4
Duração: 60 m
A CASA DAS ARTES organiza em coprodução com a APROARTE- Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2016. Adotando o formato dos Concertos Promenade, mensalmente, de Fevereiro a Junho, aos domingos de manhã, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.
Próximos concertos
8 Maio - Programa a anunciar - A Orquestra de Sopros – EPABI- Escola Profissional de Arte da Beira Interior (Covilhã)
5 Junho - O Aprendiz de Feiticeiro – ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave (Famalicão e Santo Tirso).
Ficha Técnica
Organização 

Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
APROARTE - Associação Nacional do Ensino Profissional de Música e Artes
Coordenação Artística 
Álvaro Santos, Director da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
José Alexandre Reis, Presidente da APROARTE
Jorge Castro Ribeiro
Apresentação  Jorge Castro Ribeiro
Produção, Som e Luz
Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Audiovisuais
Artave (Escola Profissional de Música do Vale do Ave)
Oficina (Escola Profissional do INA)
Secretariado
Luísa Queirós

Bossarenova Trio com Paula Paula Morelenbaum, a grande voz da Bossa Nova do Brasil, na Casa das Artes de Famalicão


Bossarenova Trio
Bossarenova é um trio transatlântico. Junta Paula Morelenbaum, a grande voz da Bossa Nova do Brasil, e dois músicos excecionais Alemães: o conceituado pianista Ralf Schmid e Joo Kraus, um dos melhores trompetistas europeus na atualidade
Musica
1 de abril | sexta | 21h30 | Auditório Grande 
Entrada: 12 euros/ Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural: 6 Euros
M/6
Duração: 90 m
Media Partner ANTENA 1

O Centro Cultural de Belém, em Lisboa, a Casa das Artes, de Vila Nova de Famalicão, e o Teatro Micaelense, de Ponta Delgada, recebem dias 29 de Março, 1 e 2 de Abril, respetivamente, três concertos da digressão europeia de Bossarenova Trio.
O Trio transatlântico, formado em 2009, a propósito das comemorações dos 50 anos da bossa nova, é constituído pela Brasileira Paula Morelenbaum, a grande voz da Bossa Nova que trabalhou com Tom Jobim e nos aclamados projectos Jobim – Morelenbaum e Morelenbaum2/ Sakamoto; e dois músicos Alemães de exceção: o conceituado pianista Ralf Schmid, que nos EUA trabalhou com Diane Warwick, Natalie Cole e Herbie Hancock; e Joo Kraus, vencedor de um Grammy e um dos melhores trompetistas de jazz europeus.
“Samba Prelúdio”, unanimemente aplaudido pela crítica, reúne interpretações de Schubert, Schumann, Tom Jobim e Villa-Lobos entre outros, inaugurando com sucesso uma nova linguagem musical: o projeto desenvolve uma combinação única da herança musical brasileira e alemã, assegurando a criação de pontes culturais nunca antes estabelecidas entre a bossa nova, o jazz e o clássico.
Os Bossarenova Trio apresentam-se agora em Lisboa, Vila Nova de Famalicão e Ponta Delgada, depois de terem percorrido prestigiadas salas e festivais como o BASF, Haus em Ludwigshafen, Alte Oper Frankfurt, Luxembourg Philharmonie, Nikolaisaal Potsdam, Half Note Athens, Blue Note Milan, Jazzkaar Tallinn, Porgy & Bess Vienna, e Mosaic Music Festival em Singapura.

Concerto de Páscoa com SCHUBERT e DURUFLÉ | Igreja Nova Matriz de Famalicã| o

Concerto de Páscoa 
MISSA Nº 2 EM SOL MAIOR, D 167 (1815) de Franz SCHUBERT (1797 – 1828)
REQUIEM, OP. 9 (1947) de Maurice DURUFLÉ (1902 – 1986)
Concerto inserido na programação da Semana Santa de Vila Nova de Famalicão.
Música Coral Sinfónica
23 de Março | quarta-feira | 21h30 | Igreja Nova Matriz de Famalicão
Entrada: livre
M/6
Duração: 80 m
 

PROGRAMA 
MISSA Nº 2 EM SOL MAIOR, D 167 (1815) - Franz SCHUBERT (1797 – 1828)
Kyrie – Gloria – Credo – Sanctus – Benedictus – Agnus Dei 

REQUIEM, OP. 9 (1947) - Maurice DURUFLÉ (1902 – 1986)
Requiem aeternam – Kyrie – Domine Jesu Christe – Sanctus/Benedictus – Pie Jesu – Agnus Dei – Lux aeterna –Libera me – Im Paradisum 

Intérpretes:
CORO POLIFÓNICO DA LAPA
ORQUESTRA SINE NOMINE
DIRECÇÃO: FILIPE VERÍSSIMO

UM CLARÃO NAS ESTRELAS - Bau dos Segredos | Classe A



UM CLARÃO NAS ESTRELAS
Bau dos Segredos | Classe A
Teatro
23 e 24 de Março| Quarta e Quinta| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/14
Duração: 80 m
SINOPSE:
“Um Clarão nas Estrelas” é uma adaptação de João Regueiras à obra homónima de Vladimir Capella. Trata-se de um conto de fadas que mostra como uma jovem humilde usa a sua fé, coragem e paixão para libertar um príncipe de um terrível feitiço. Do outro lado do mundo chega um sábio para tentar curá-lo. Mas, inesperadamente, a sua sorte muda quando Maria, a órfã criada no castelo, se apaixona por ele. Dona de rara beleza e bondade, ela consegue superar a ira da rainha e os castigos impostos por esta. Com fé e amor inabaláveis, ela consegue libertar o príncipe do feitiço.
Nesta produção, Vladimir Capella, inspirou-se na famosa obra de Bruno Bettelheim, “A Psicanálise dos Contos de Fadas” para o seu trabalho de pesquisa, resgatando elementos presentes em vários contos de fadas de diferentes culturas. Baseado nesses componentes, ele decidiu escrever um texto que, antes de falar de amor, contasse uma história de fé: a saga de uma jovem que enfrenta e vence todos os obstáculos, porque sabe ouvir a sua “voz interior”. Assim, o autor coloca em pauta um tema que tem motivado o público a consumir livros de auto-ajuda.
“Clarão nas Estrelas” está longe de ser uma história açucarada. O autor entremeou a acção dramática com momentos de angústia vividos pelo príncipe e pitadas de humor. Estas últimas para ironizar o saber clássico da ciência, incapaz de desvendar um mal, que é descoberto pela intuição de uma menina

FICHA TÉCNICA:
ENCENAÇÃO Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
DRAMATURGIA João Regueiras
COREOGRAFIAS Ana J. Regueiras
ELENCO Alunos da Classe A do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO João Regueiras
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO Cármen Regueiras & Emília Silva
DESIGN DE LUZ Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
LUZ & SOM Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO João Regueiras, Casa das Artes

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

TRAVELING SOUNDS com Pedro Carneiro

TRAVELING SOUNDS com Pedro Carneiro
Musica Clássico, Eletrónico, Pop, Rock, Chillout
19 de Março | sábado | 23h00 | café concerto
Entrada: 6 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração. 60 m


TRAVELING SOUNDS é um projeto de originais, onde o violinista Pedro Carneiro faz chegar ao público as mais diversas sensações e estados de espírito, através dos sons e melodias utilizados nas suas composições.
TRAVELING SOUNDS é o resultado de um percurso de conhecimentos e novas experiências musicais, em que Pedro Carneiro, enquanto músico clássico, viveu ao longo do seu percurso, por cada país que passou, cidades que explorou, paisagens que contemplou, sons que o rodeavam no quotidiano.

Experiências e sensações que o foram inspirando a adquirir uma nova linguagem musical, para as poder partilhar com o público em geral.

GNR | 35 anos | Afectivamente na Casa das Artes de Famalicão


GNR Afectivamente
19 de Março | sábado | 21h30 | Auditório Grande 
Entrada: 18 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 9 Euros
M/6
Duração: 80 m 

No ano em que comemoram 35 Anos de Carreira, o GNR apresentam o formato "Afectivamente" na Casa das Artes de Famalicão. Neste formato desligam-se a maior parte das tomadas: o baixo eléctrico cede lugar ao baixo acústico, a guitarra eléctrica passa as cordas ao violino e os teclados rendem-se ao piano. O próprio Rui Reininho será mais acústico, entenda-se, menos eléctrico. Os clássicos que celebrizaram o Grupo Novo Rock soam de forma diferente. Nunca a banda do Porto esteve tão próxima do público porque, efectivamente, este é um momento de afectos.
Afectivamente com:
Rui Reininho (voz). Tóli César Machado (piano e guitarra acústica). Jorge Romão (baixo acústico). Ianina Khmelik (violino). Samuel Palitos (bateria). Paulo Borges (harmónio).

SERÕES DE CAMILO Com Sara Braga Simões, soprano e Rui Martins, piano | Centro de Estudos Camilianos em S. Miguel de Seide


SERÕES DE CAMILO
Com Sara Braga Simões, soprano e Rui Martins, piano.
191º aniversário de nascimento de Camilo Castelo Branco.
Musica Erudita
18 de Março | Sexta | 21h30| Centro de Estudos Camilianos em S. Miguel de Seide
Entrada: Gratuita
M/6
Duração: 80 m (com intervalo de 10 m)
Reviver os serões de Camilo: os livros que leu, a música que ouviu. É esta a proposta do recital de 191º aniversário de nascimento de Camilo Castelo Branco. 
Na primeira parte, viajaremos por entre textos de alguns dos autores que mais o influenciaram, como Almeida Garrett, Lamartine, Victor Hugo, Byron... Leituras de muitos serões e ponto de partida para outras tantas conversas no café Guichard. Gounod, Bizet, Liszt, Lopes-Graça, Fauré e Hahn serão os guias desta viagem.
Depois, seremos convidados a escutar árias de ópera de Verdi, Bellini e Rossini que Camilo ouviu repetidas vezes no Real Teatro de São João - de que era assíduo frequentador - e a reviver episódios caricatos como a disputa entre cartistas e setembristas no que toca a "primas donnas"...
PROGRAMA:
I
Lopes-Graça: Barca Bela (Almeida Garrett)
Bizet: Chant d'amour (Alphonse de Lamartine)
Charles Gounod: Au Rossignol (Alphonse de Lamartine)
Charles Gounod: Maid of Athens (Byron)
Gabriel Fauré: Le papillon et la fleur (Victor Hugo)
Gabriel Fauré: Mai (Victor Hugo)
Franz Liszt: O quand je dors (Victor Hugo)
Reynaldo Hahn: Si mes vers avaient des ailles (Victor Hugo)
Intervalo
II
Verdi: Caro nome (Rigoletto)
Rossini: Una voce poco fa (O Barbeiro de Sevilha)
Bellini: Ah, non credea mirarti... ah non giunge uman pensiero (La sonnambula)
Bellini:Qui la voce sua soave... Vien diletto (I Puritani)

É URGENTE O AMOR


É URGENTE O AMOR
Bau dos Segredos | Classe B
Teatro
17 e 18 de Março| Quinta e Sexta | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/14
Duração: 80 m
SINOPSE:
Uma breve viagem ao mundo de Branca, da noite, das mesas dos cabarets, das pistas de dança,... Dos quartos de hotel! Uma jovem envolvida numa relação com dois homens. Enquanto é sustentada por um, está inteiramente apaixonada por outro, que não leva a sua relação a sério.
Com ela, vive a mãe, uma mulher obcecada pela idade, e uma amiga.
Mas Branca sonha com a mudança. Com uma vida longe daquilo tudo. Uma vida “decente”. Entretanto o seu sonho é destruído ao verificar que todos quantos a rodeiam estão acomodados à situação. A desilusão e o desespero tomam conta da sua vida.
Branca sente-se abandonada e traída. O amor que parece nunca ter existido na sua vida e o conhecimento da cobardia e hipocrisia dos seus amigos, familiares e amantes levam-na a tomar uma decisão...
FICHA TÉCNICA
ENCENAÇÃO Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
DRAMATURGIA Luíz Francisco Rebello
ELENCO Alunos da Classe B do Baú dos Segredos
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO João Regueiras
FIGURINOS & CARACTERIZAÇÃO Cármen Regueiras & Emília Silva
DESIGN DE LUZ Tiago Regueiras & Ana J. Regueiras
LUZ & SOM Equipa Técnica da Casa das Artes de Famalicão
PRODUÇÃO João Regueiras / Casa das Artes

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Março - Cinema na Casa das Artes


 Spotlight | O Caso Spotlight

9 de Março| quarta-feira| 18h00 e 21h45| Grande Auditório
Entrada livre à lotação da sala| É necessário levantar o bilhete para as sessões

Baseado na história verídica de como uma equipa de repórteres do jornal The Boston Globe revelou o escândalo do abuso de crianças na Igreja Católica.
Décadas de encobrimento ao mais alto nível por parte das instituições religiosas, legais e mesmo do governo da cidade, foram tornadas públicas e desencadearam uma onda de revelações por todo mundo que abalou profundamente os alicerces da Igreja Católica.
Com Rachel McAdams, Michael Keaton, Mark Ruffalo, Stanley Tucci, Liev Schreiber, Billy Crudup, John Slattery, Jamey Sheridan, Len Cariou, Paul Guilfoyle
Realização Tom McCarthy
Argumento Tom McCarthy, Josh Singer
Duração 128 minutos
Género Thriller
Origem Estados Unidos da América
Classificação etária M/14
Distribuidor NOS Audiovisuais

The Revenant |O Renascido

11 de Março | sexta-feira| 18h00 e 21h45| Grande Auditório
Entrada livre à lotação da sala| É necessário levantar o bilhete para a sessão.
Nas profundezas do território selvagem norte-americano de inícios do século XIX, o caçador Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) vê-se gravemente ferido e deixado para morrer por John Fitzgerald (Tom Hardy), um dos seus companheiros.
Com a sua força de vontade como única arma, Glass navega num ambiente hostil, através de um inverno brutal e tribos guerreiras, numa busca incessante pela sobrevivência e pela vingança sobre Fitzgerald.
Com Leonardo DiCaprio, Tom Hardy, Will Poulter, Emmanuel Bilodeau, Domhnall Gleeson, Paul Anderson

Realização Alejandro González Iñárritu
Produção Megan Ellison, Brett Ratner


Argumento Alejandro González Iñárritu, Mark L. Smith
Duração 156 minutos
Género Aventura, Drama
Origem Estados Unidos da América
Classificação etária M/14
Distribuidor Big Picture


Zootrópolis em 3D

12 de Março | Sábado| 15h00, 18h00 e 21h30| Grande Auditório
Entrada livre à lotação da sala| É necessário levantar o bilhete para a sessão.
A moderna metrópole mamífera de Zootrópolis é uma cidade como não existe igual.
Composta por zonas de habitats, como a luxuosa Sahara Square e a gelada Tundratown, é um local onde animais de todas as espécies podem viver juntos – um sítio onde não interessa quem se é, desde o maior elefante até ao mais pequeno rato, pois cada um pode ser quem quiser.
Mas para a otimista Judy Hopps, ser o primeiro coelho numa força policial de grandes e difíceis animais, não é fácil. Determinada a vingar, agarra a oportunidade de resolver um caso, mesmo que isso signifique ser parceira da faladora, rápida e fraudulenta raposa, Nick Wilde, para resolver o mistério.
 Realização Byron Howard
Produção John Lasseter, Clark Spencer
Argumento Jared Bush
Género Ação, Aventura, Animação
Origem Estados Unidos da América
Distribuidor NOS Audiovisuais
Duração de 108 minutos, M/ 6 anos.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Valter Lobo na Casa das Artes | pré-apresentação do seu novo disco "Mediterrâneo".


Valter Lobo | Mediterrâneo
"Mediterrâneo" (pré-apresentação), é um disco conceptual em que o cantautor, sem colocar de parte uma melancolia inata, faz uma reaproximação ao calor humano e ao mundo, na busca de um clima mais ameno e apaziguador, despido de materialismos em que os bens essenciais à sobrevivência são a proximidade com o mar e com aqueles de quem gostamos.
Música/cantautor
12 de março | sábado| 23h00 | café concerto
Entrada 6 euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
M/6
Duração: 70 m
É a espantar os males que permanecem à porta e tréguas feitas com o inverno que Valter Lobo regressa com um novo trabalho depois de três anos coberto pelo manto gelado das primeiras canções de "Inverno" de onde se destacaram temas como "Pensei que fosse fácil" ou "Eu não tenho quem me abrace neste inverno".
"Mediterrâneo" é um disco conceptual em que o cantautor, sem colocar de parte uma melancolia inata, faz uma reaproximação ao calor humano e ao mundo, na busca de um clima mais ameno e apaziguador, despido de materialismos em que os bens essenciais à sobrevivência são a proximidade com o mar e com aqueles de quem gostamos.
A nova composição musical e lírica leva-nos para lugares sempre bonitos, num imaginário de varandas sobe o mar Mediterrâneo e ruas encantadas com aroma de flores de verão onde viajamos ao encontro de nós mesmos com a alma estendida nas cordas e na descoberta de que sem essa felicidade não vale a pena habitar este planeta. É um disco de viragem para um navio de esperança.
Com lançamento previsto para a primeira metade de 2016, faz a pré-apresentação dos novos temas na Casa das Artes de Famalicão acompanhado por Jorge Moura, nas guitarras e teclados e Tiago Borges, no fliscorne .
Cantautor da nova geração, com o português sempre em punho, expõe-se em canções demasiados pessoais que funcionam sempre como verdadeira impressão da sua identidade e vontade.

Musica para famílias 2016 | 2º Concerto - Temas popular ibero-americano na música para Orquestra – Orquestra Sinfónica EPMVC

Musica para famílias 2016
Ciclo de Concertos Promenade da Casa das Artes de Vila nova de Famalicão
2º Concerto - Temas popular ibero-americano na música para Orquestra – Orquestra Sinfónica EPMVC
6 de março | domingo | 11h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Crianças, Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/4
Duração: 60 m
A CASA DAS ARTES organiza em coprodução com a APROARTE- Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2016. Adotando o formato dos Concertos Promenade, mensalmente, de Fevereiro a Junho, aos domingos de manhã, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.

Ficha técnica
Organização  - Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e APROARTE - Associação Nacional do Ensino Profissional de Música e Artes
Coordenação Artística  - Álvaro Santos, Diretor da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão , José Alexandre Reis , Presidente da APROARTE, Jorge Castro Ribeiro.
Apresentação- Jorge Castro Ribeiro
Produção, Som e Luz- Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Audiovisuais- Artave (Escola Profissional de Música do Vale do Ave) e Oficina (Escola Profissional do INA)
Secretariado - Luísa Queirós 

"Onde o Frio se Demora" em estreia na Casa das Artes de Famalicão | 3, 4 e 5 de março.


Onde o Frio se Demora ESTREIA
Com texto de Ana Cristina Pereira e encenação de Luísa Pinto.
Interpretação de  Margarida Carvalho  e do guitarrista Peixe (dos Ornatos Violeta).
Uma Coprodução Narrativensaio e a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão
Teatro
3, 4 e 5 Março | quinta, sexta e sábado | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/16
Duração 60 m
Fotografia de Paulo Pimenta.

Fotografia de Paulo Pimenta
"Onde o Frio se Demora" fala sobre violência de género, rutura, solidão e incapacidade para amar, num país marcado pela recessão e pelo envelhecimento. O texto resulta de conversas longas e sem filtros tidas com três pessoas residentes na Área Metropolitana do Porto. e a repórter jornalista do Publico Ana Cristina Pereira
Três vozes de um país progressista e conservador, moderno e obsoleto, tranquilo e violento, em qualquer caso, desigual.
É uma proposta de teatro-documental. Uma brecha para um mundo feminino de desencontro, de desamor, de violência na intimidade – umas vezes evidente, outra subtil. O interlocutor original desaparece. O espectador assume o seu lugar, faz as vezes de parceiro mudo.
Esta criação conta com a interpretação de Margarida Carvalho, do Guitarrista Peixe (Ornatos Violeta e Pluto) e com imagens do fotógrafo Paulo Pimenta, e dá continuidade ao percurso, já amplamente demonstrado, da encenadora Luísa Pinto, que tem privilegiado textos originais escritos em português, aliando a criação artística com preocupações éticas e sociais numa pesquisa teatral de linha contemporânea.

Nota da Encenadora: * Entendo esta reflexão é urgente, conduzindo a uma participação ativa da sociedade em promover a qualidade de vida e cidadania. Por essa razão torna-se fundamental, neste projeto, promover a ligação entre a arte e sociedade, através de debates pós espetáculo com especialistas da área alargando o objeto artístico à discussão pública. 

Ficha Artística: 
Texto: Ana Cristina Pereira
Encenação, cenografia e figurinos: Luísa Pinto
Interpretação: Margarida Carvalho
Musica original e interpretação ao vivo: Peixe
Desenho de luz: Bruno Santos
Fotografia vídeo: Paulo Pimenta
Assistente de Produção: Cláudia Pinto
Produção: Narrativensaio

Exposição de pintura de Helena Romão na Casa das Artes | março e abril.

Exposição de pintura de Helena Romão
Titulo - IMPRESSÕES URBANAS &…

Casa das Artes, Foyer de 5 Março (inauguração – sábado 17h00) a 30 de abril de 2016
Helena Romão pinta o concreto.
Busca o avesso do real onde mora a alma, onde o sangue corre para que as IMPRESSÕES entrem pelo labirinto mágico dos sentidos.
Depois, num recheio de ternuras e afetos, crescem ondas de amor coloridas a colher a tela…
O que fica é o imprevisto, nunca visto e sempre pressentido:
  ora com sabor doce a manhãs de primavera,
  ora em coro nostálgico como caem tardes de outono...
Helena Romão sempre canta o que ata e desata o enlace da gente que passa e sempre fica.
É assim que nasce um poema em cada quadro.
É por isso que sempre marulha uma sinfonia num manancial inquieto de cores ansiosas que navegam para além das formas.
Helena Romão pinta o que ama naquilo que vê, pinta o real liberto da carne e carregado de alma.
A sua pintura é um alarido íntimo,
  é um silêncio carregando melodias,
  é um caos matemático à procura de nascer.
As suas IMPRESSÕES são expressão de paz porque vivem despidas de matéria.
As suas IMPRESSÕES invadem a alma para encantar a URBANA habitação da gente.
Para sempre.
José Cândido Rodrigues

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Os Deolinda estão de volta! E os concertos da Casa das Artes de Famalicão, agendados para dias 26 e 27 de Fevereiro, são especiais porque marcam o arranque da digressão de suporte ao novo álbum..

Deolinda 
Os Deolinda estão de volta! E os concertos de Famalicão, agendados para dias 26 e 27 de Fevereiro, são especiais porque marcam o arranque da digressão de suporte ao novo álbum“ Outras Histórias. 


26 e 27 de fevereiro | sexta e sábado |
21h30 | Auditório Grande
Entrada: 15 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 7,5 Euros
M/6
Duração: 90 m
 Três anos após terem partilhado connosco o seu “Mundo Pequenino” e terem tornado o seu Mundo mesmo pequenino com uma extensa digressão que os fez pisar muitos palcos portugueses e internacionais, a banda regressa agora com um novo disco que promete voltar a instalar-se nas gargantas e nos corações do público.
É impossível fazer a banda sonora dos últimos 8 anos em Portugal sem que os Deolinda protagonizem um papel muito relevante. São cerca de 600 concertos espalhados por inúmeros países, 7 galardões de platina, 4 discos de ouro, 3 Globos de Ouro, 1 Prémio Amália Rodrigues, 1 Prémio José Afonso, 1 Songlines Music Award entre muitas outras distinções. Porém, mais que os números, é a profunda relação afectiva entre a banda e o público que tem assegurado uma das carreiras mais bem sucedidas da música portuguesa. Terminamos como começámos: Os Deolinda estão de volta! E isso é imperdível!

PLAZA SUITE em Famalicão

PLAZA SUITE
Com Alexandra Lencastre, Diogo Infante, Helena Costa e Ricardo Sá. Texto de Neil Simon, Encenação de Adriano Luz
19 e 20 de fevereiro | sexta e sábado | 21h30 | Auditório Grande
Entrada: 13 euros/ Cartão Quadrilátero Cultural: 6,5 Euros
M/12
Duração: 120 com intervalo

Plaza Suite é uma comédia sobre o amor e fala das desventuras de dois casais muito diferentes que enfrentam momentos cruciais nas suas vidas. Duas histórias distintas escritas por Neil Simon, um dos nomes maiores da dramaturgia norte americana. Com um humor sofisticado e deliciosamente engraçado, este texto foi um grande sucesso teatral e ainda deu origem a um filme.
Com 4 Personagens interpretados por 2 Actores, na primeira história uma mulher tenta reconquistar o afecto do seu marido, encenando um encontro romântico na mesma suite onde passaram a Lua de Mel há 24 anos. Mas mais do que qualquer festejo, o fim do casamento parece estar à vista. Será que ainda vão a tempo de o salvar? Na segunda história os pais de uma jovem noiva tentam convencê-la a sair da casa de banho, onde se trancou poucos minutos antes de começar sua festa de casamento. De que terá ela medo? Do amor ou daquilo em que uma relação, com o passar dos anos, se pode transformar? Um hilariante ataque de nervos com um final surpreendente! Pela primeira vez em Portugal, PLAZA SUITE, marca o regresso de Alexandra Lencastre ao teatro, no ano em que celebra 50 anos e 30 anos de carreira, ao lado de outro grande actor, com quem já contracenou Diogo Infante. Imperdível, portanto!


Texto Neil Simon Tradução Luísa Costa Gomes Encenação Adriano Luz Assistente de Encenação Isabel Rosa Cenário Fernando Ribeiro Figurinos Isabel Carmona Desenho de Luz Luís Duarte Produção Força de Produção
Interpretação: Alexandra Lencastre, Diogo Infante, Helena Costa e Ricardo de Sá

O homem que só pensava em números . Dança e a matemática, bem Juntas, na Casa das Artes de Famalicão..



O homem que só pensava em números (solo)
O homem que só pensava em números (Solo) é uma performance de dança e matemática, construída como um estudo artístico-científico, centrada na história de um homem que dedica toda a sua existência aos números e suas conexões. Aí, nesse mundo de fantasia, este homem descobre sentidos para cada pensamento e movimentos para cada descoberta.
Dança e Matemática 
16 de fevereiro | terça | 10h30 e 14h30 | pequeno auditório
Entrada: 4 euros/estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros | marcação prévia para escolas.
M/6
Duração: 45 m

O Homem que só pensava em números: Espetáculo de dança e matemático estreado em 2011 (versão trio), no Teatro de Campo Alegre, Porto, uma coprodução Companhia Instável e Serviço Educativo da Fundação Ciência e Desenvolvimento, promovido pela Câmara Municipal do Porto.
O homem que só pensava em números (Solo) é uma performance de dança e matemática, construída como um estudo artístico-científico, centrada na história de um homem que dedica toda a sua existência aos números e suas conexões. Aí, nesse mundo de fantasia, este homem descobre sentidos para cada pensamento e movimentos para cada descoberta.
Coprodução Companhia Instável/Porto e Projeto Relâmpago/Ventos e Tempestades – Associação Cultural
Estreia Solo: Cata-Vento 2012 - IV Festival Internacional de Circo e Artes de Rua/Corda Bamba, Teatro Municipal de Vila do Conde
Criação/Interpretação: Pedro Carvalho
Música (original): André Lima
Vídeo (projetado): João Rei Lima
Desenho de luz: Diogo Barbedo
Apoio: Centro Municipal de Juventude de Vila do Conde e From the Core – pilates studio

 Pedro Carvalho nasceu em Portimão, em 1972. É licenciado em Ensino de Matemática pela Universidade de Évora e Pós-Graduado em Jogos e Complementos de Matemática, pela Universidade Lusíada. É professor de Matemática do 3º Ciclo do Ensino Básico. Desde cedo se dedica à implementação do ensino pela arte, desenvolvendo o conceito de Matemática Criativa. Colaborou com a Fundação Narciso Ferreira (Riba D´Ave), o Núcleo de Experimentação Coreográfica (NEC), Porto2001 – Capital Europeia da Cultura, Teatro Aveirense, Centro Cultural Vila Flor (Guimarães), entre outros, no desenvolvimento de projetos/formações de Matemática Criativa. Foi selecionado para o Prémio Fundação Ilídio Pinho Ciência na Escola. É formador de Dança no Programa de Educação Estética e Artística do Ministério da Educação (destinado a professores e alunos do ensino básico) e formador de Matemática Criativa e Dança Criativa no programa de Formação Contínua de Professores. Paralelamente desenvolve um trabalho de criação coreográfica, tendo fundado a Ventos e Tempestades – Associação Cultural. É coreógrafo e intérprete residente da Companhia Ao Vento, Vila do Conde.

Tributo a Sophia de Mello Breyner na Casa das Artes de Famalicão

“O BÚZIO DE CÓS”
Tributo a Sophia de Mello Breyner
Música e poesia
12 de fevereiro| Sexta | 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 6 EUROS/ Estudante e Cartão Quadrilátero Cultural: 3 Euros
m/6
Duração: 90 m

“Sophia escreve o seu mundo e o mundo que lhe entrou pelos olhos extasiados, tudo fundido naquele ritmo de música e dança, numa harmonia clara que é para ela uma exigência e um estilo“.
Ivo Machado criou e desenvolveu um projeto musical em torno do seu livro “O Búzio de Cós“ aproveitando toda a musicalidade e ritmo que emanam dos seus poemas.
Serão evocados o mar e a Grécia Antiga, duas paixões que se entrelaçam na sua poesia.
O projeto será apresentado num formato minimalista piano/voz.
Intercalando com os poemas cantados, serão ditos e declamados poemas que evocarão a sua condição de ativista cultural na luta pela liberdade e pela justiça.
António Sousa, comunicador por excelência, emprestará a sua força de interpretação e Ana Margarida a elegância e singeleza no dizer.
As melodias foram harmonizadas por Rui Mesquita, com sensibilidade, criatividade e mestria.

Ficha técnica:
Conceção e voz: Ivo Machado
Piano e arranjos: Rui Mesquita
Declamação: Ana Margarida e António Sousa
Participação especial de “ Musa “, coro juvenil

“3 Porquinhos”


“3 Porquinhos”
Jangada teatro
Teatro musical com marionetas
10 de fevereiro | quarta| 10h30 e 14h30| Grande Auditório
Entrada livre à lotação da sala| É necessário levantar o bilhete para as sessões
M/4
Duração: 50 m

Era uma vez três porquinhos, que viviam tranquilamente sem preocupações. Mas, um dia a mãe deixou de ter condições para os manter. Os três porquinhos tiveram, então, de ir procurar a sua sorte. Cada um seguiu por seu caminho. O primeiro decide construir uma casa de palha, o segundo, uma casa de tojos e o terceiro, uma de tijolos. Entretanto, aparece o lobo que, esganado de fome deita com um sopro a casa de palha abaixo e come o primeiro porquinho. Vai à casa de tojos e, soprando-a consegue deitá-la por terra, comendo o segundo porquinho. Dirige-se à terceira casa, a de tijolos, tentando, com um valente bufo derrubá-la. Porém, a casa de tijolos era resistente. O lobo empreende, então, três estratagemas para conseguir tirar o porquinho de casa e assim conseguir comê-lo. O porquinho da casa de tijolos não se deixa cair nas artimanhas do lobo, acabando por ser ele a enganá-lo.

 
Ficha Técnica
Dramaturgia e Encenação | Luiz Oliveira
Interpretação | Luiz Oliveira; Rita Calatré; Vítor Fernandes
Música Original e Pianista | Ricardo Fráguas
Desenho de Luz | Nuno Tomás

Musica para famílias 2016 - Ciclo de Concertos Promenade da Casa das Artes de Vila nova de Famalicão


Musica para famílias 2016
Ciclo de Concertos Promenade da Casa das Artes de Vila nova de Famalicão
1º Concerto - Pedro e o Lobo de Sergi Prokofiev. Orquestra Sinfónica ESPROARTE
7 de Fevereiro | Domingo | 11h30 | Grande Auditório
Entrada: 4 EUROS/ Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros
M/4
Duração: 60 m
A CASA DAS ARTES organiza em coprodução com a APROARTE- Associação das Escolas Profissionais de Música os Concertos para as Famílias 2016. Adotando o formato dos Concertos Promenade, mensalmente, de Fevereiro a Junho, aos domingos de manhã, a grande música, tocada pelas Orquestras das Escolas Profissionais, e explicada com interação multimédia, será usufruída por todas as idades num ambiente descontraído e de grande qualidade artística.

Datas e Programa 2016

1 - 7 de Fevereiro - Pedro e o Lobo – ESPROARTE – Escola Profissional de Arte de Mirandela
2 -  6 de Março - Temas popular ibero-americano na música para Orquestra – EPMVC – Escola Profissional de Música de Viana do Castelo
3 - 3 de Abril - Jazz para todos – EPME – Escola Profissional de Música de Espinho
4 - 8 de Maio - Programa a anunciar - A Orquestra de Sopros – EPABI- Escola Profissional de Arte da Beira Interior (Covilhã)
5 - 5 de Junho - O Aprendiz de Feiticeiro – ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave ( Famalicão e Santo Tirso).

Ficha técnica
Apresentação: Jorge Castro Ribeiro
Design multimédia: Dina Fernandes
Som e Luz :Equipa Casa das Artes
Coprodução Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e a APROARTE – Associação Nacional do Ensino Profissional de Música e Artes.


quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Lastro de Né Barros na Casa das Artes de Famalicão




Lastro de Né Barros
O céu pode cair e seria a última coisa que poderíamos prever…
Dança
6 de fevereiro | sábado | 21h30 |Grande Auditório
Entrada: 8 euros / Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 4 Euros
M/12

Sob um céu estranho os corpos vão ocupando um lugar e gerando a sua rotina e as suas ligações. Os movimentos dos corpos juntamente com o dispositivo cénico, criam o lugar teatral, um lugar subjetivo, em mudança, um lugar que é feito de memória. É essa memória que se persiste depois da catástrofe, as coisas mudaram e ficou apenas uma memória alastrada. Neste lugar, os corpos realizam dois ciclos em quase repetição, repetem para resistir ao final que se imagina e para que algo perdure. O apagamento final é o alastrar de uma catástrofe é sob este estado que este lugar teatral é zona de perigo e espaço de abandono. Simultaneamente previsível e imprevisível, o lastro é também o peso que afunda os corpos e, neste caso, que os assombra. O céu pode cair e seria a ultima coisa que poderíamos prever. Como num sem-saída, não se progride, a coreografia é uma marcha num continuum infinito, não levará a lado algum.

Né Barros

Ficha técnicaDireção e Coreografia Né Barros
Música Gustavo Costa
Cenografia Cristina Mateus
Interpretação André Mendes, Bruno Senune, Camila Neves, Elisabete Magalhães, Flávio Rodrigues, Joana Castro, Pedro Rosa, Sónia Cunha, Afonso Cunha e Katycilanne Reis (estagiários)
Interpretação Musical Angélica Vasquez (Harpa) e Cristina Mateus (Bombo)
Desenho de luz José Álvaro Correia
Maquinista Filipe Silva
Produção Tiago Oliveira
Co-Produção Balleteatro, Culturgest, Teatro Municipal Rivoli