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14 de Outubro, Quinta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 4 euros
M/12
Duração: 90 m
Serei sempre da Rua dos Douradores, como a humanidade inteira.
Bernardo Soares, O Livro do Desassossego.
Lisboa, hoje. Um quarto de uma casa na Rua dos Douradores. Um homem inventa sonhos e estabelece teorias sobre eles. A própria matéria dos sonhos torna-se física, palpável, visível. O próprio texto torna-se matéria na sua sonoridade musical. E, diante dos nossos olhos, essa música sentida nos ouvidos, no cérebro e no coração, espalha-se pela rua onde vive, pela cidade que ele ama acima de tudo e pelo mundo inteiro. Filme desassossegado sobre fragmentos de um livro infinito e armadilhado, de uma fulgurância quase demente mas de genial claridade. O momento solar de criação de Fernando Pessoa. A solidão absoluta e perfeita do EU, sideral e sem remédio. Deus sou eu!, também escreveu Bernardo Soares.
Entrada: 4 euros
M/12
Duração: 90 m
Serei sempre da Rua dos Douradores, como a humanidade inteira.
Bernardo Soares, O Livro do Desassossego.
Lisboa, hoje. Um quarto de uma casa na Rua dos Douradores. Um homem inventa sonhos e estabelece teorias sobre eles. A própria matéria dos sonhos torna-se física, palpável, visível. O próprio texto torna-se matéria na sua sonoridade musical. E, diante dos nossos olhos, essa música sentida nos ouvidos, no cérebro e no coração, espalha-se pela rua onde vive, pela cidade que ele ama acima de tudo e pelo mundo inteiro. Filme desassossegado sobre fragmentos de um livro infinito e armadilhado, de uma fulgurância quase demente mas de genial claridade. O momento solar de criação de Fernando Pessoa. A solidão absoluta e perfeita do EU, sideral e sem remédio. Deus sou eu!, também escreveu Bernardo Soares.
Título Original: Filme do Desassossego (Portugal, 2010)
Realização: João Botelho
Interpretação: Cláudio da Silva, Pedro Lamares, Ricardo Aibéo, Monica Calle, Margarida Vila-Nova, Ana Moreira, Alexandra Lencastre, Marcello Urgeghe, Catarina Wallenstein
Página Oficial: http://www.ardefilmes.org/


















Dura Dita Dura é um espectáculo de teatro de marionetas que através de diversos meios expressivos [teatro de sombras, animação de objectos, pequenas máquinas de cena e outras engenhocas cinéticas] alia ao texto narrado várias acções de construção plástica. A relação estreita entre a palavra dita e a música original gravada e outros efeitos sonoros produzidos ao vivo procura simultaneamente integrar a dimensão narrativa e criar momentos de descompressão e diversão.

Banda completa:Alexandre Monteiro: Voz, guitarra acústica, guitarra eléctrica, pianoAndré Tentúgal: Voz, guitarra eléctricaNuno Archer: tecladoTiago Serôdio: baixo, vozNuno Oliveira: Bateria
O que levará Gonçalo, um empresário rico e burguês, a encontrar-se para jantar com António, empregado de escritório e pobre, sempre ao dia 15 de cada mês, se nada têm em comum senão terem sido colegas no liceu?












