quarta-feira, 8 de setembro de 2010

FILME DO DESASSOSSEGO de João Botelho (sessão com a presença do Realizador)









14 de Outubro, Quinta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 4 euros
M/12
Duração: 90 m
Serei sempre da Rua dos Douradores, como a humanidade inteira.
Bernardo Soares, O Livro do Desassossego.
Lisboa, hoje. Um quarto de uma casa na Rua dos Douradores. Um homem inventa sonhos e estabelece teorias sobre eles. A própria matéria dos sonhos torna-se física, palpável, visível. O próprio texto torna-se matéria na sua sonoridade musical. E, diante dos nossos olhos, essa música sentida nos ouvidos, no cérebro e no coração, espalha-se pela rua onde vive, pela cidade que ele ama acima de tudo e pelo mundo inteiro. Filme desassossegado sobre fragmentos de um livro infinito e armadilhado, de uma fulgurância quase demente mas de genial claridade. O momento solar de criação de Fernando Pessoa. A solidão absoluta e perfeita do EU, sideral e sem remédio. Deus sou eu!, também escreveu Bernardo Soares.

Título Original: Filme do Desassossego (Portugal, 2010)
Realização: João Botelho
Interpretação: Cláudio da Silva, Pedro Lamares, Ricardo Aibéo, Monica Calle, Margarida Vila-Nova, Ana Moreira, Alexandra Lencastre, Marcello Urgeghe, Catarina Wallenstein
Página Oficial: http://www.ardefilmes.org/

Poemas na Minha Vida - Io Appolloni

Poemas Italianos, Portugueses, Umbros, Romanos e um Napolitano
“ A Poesia é o autêntico real absoluto. Este é o cerne da Filosofia. Quanto mais poético, mais verdadeiro”.
9 de Outubro, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros.
M/3
Duração: 70 m
“POEMAS DA MINHA VIDA” é um espectáculo teatral multidisciplinar no qual projecções, músicas, canções e palavras supremas de grandes poetas portugueses e italianos (estes últimos legendados) ganham forma.
Este espectáculo estreou a 6 de Abril de 2009 no Auditório do Casino Estoril, marca o regresso de Io Appolloni aos palcos, depois de quase vinte anos de ausência. Regressa de forma mais renovada e mais madura. É através deste espectáculo de elevado nível cultural, que as palavras de Jorge de Sena, Eugénio de Andrade, António Gedeão, Inês Pedrosa, Edmondo de Amicis, Ezio Valecchi, Totò, Trilussa e Alda Merini, transportam a nossa alma a um patamar mais alto, agitam a nossa consciência e nos fazem amar mais a vida.
“ Neste espectáculo está a minha alma – é a minha alma – Estes poetas são a minha alma gémea. Tenho uma identificação total com eles. E sinto um extraordinário privilégio em poder comunicar convosco através das suas palavra. Poemas na minha vida sou eu.”

Ficha Técnica e Artística
Direcção e Produção. Io Appolloni
Encenação. Teresa Faria
Tradução. Silvana Urzini e Carlos Martins
Selecção Musical. Jorge Rodrigues
Selecção de Imagens. Riccardo Scafati
Produção de power point. Raquel do Monte
Filmagens em Vídeo. João Pedro Placido
Edição e Autoring DVD. Paulo Barbosa
Vestido. Tony Miranda
Hair style. Eduardo Beauté
Design Gráfico. Cristina Santos
Apoio Técnico: Cena de Eventos

PROJECTO DE ARTE CONTEMPORÂNEAI.M.A.N. [INTERMÉDIA, MULTIMÉDIA, ACÇÃO E NADA]

5ªEDIÇÃO: 02 a 30 de Outubro 2010
Co-produção : Vila Nova de Famalicão / Casa das Artes, Braga / Theatro Circo, Guimarães / Centro Cultural Vila Flor / Palácio Vila Flor.
Director/Curador: Alexandre A. R. Costa

A indefinição como metodologia para um projecto artístico contemporâneo: os primeiros 5 anos.
Celebra-se, neste ano de 2010, a 5ª edição do I.M.A.N. - um projecto que se apresenta com uma estrutura dinâmica, dissipativa, de sentido programático transversal e que se vai afirmando precisamente pela procura da indeterminação das práticas artísticas que propõe e do seu processo curatorial / direcção artística.
Embora a motivação principal deste projecto advenha do território das artes plásticas/visuais, a programação estende-se às artes performativas, a projectos de experimentação, de divulgação e de discussão sobre o estado e expansão das possibilidades da arte dos nossos dias. Nesse sentido existem 5 secções a ter em conta:
Secção 1. TEMPO EMPRESTADO TEMPO MODIFICADO
Exposição
Secção 2. O SOM DOS ARTISTAS
Performance/Dj/Concerto
Secção 3. EXPERIMENTA
Oficina de experimentação plástica
Secção 4. À CONVERSA
Conferência
Secção 5. FORA DE SÍTIO
Como tem sido prática corrente, o projecto afirma uma ideia de rede programática, desta vez no norte do país, entre a Casa das Artes (Vila Nova de Famalicão)), Centro Cultural Vila Flor (Guimarães) e o Theatro Circo (Braga. Será a partir deste “tecido organizado” que de 02 a 30 de Outubro se poderá fruir um sempre imprevisível programa cultural.
I.M.A.N. é um sistema onde se releva o debate sobre o estado da arte dos nossos dias - a conceptualidade, a estética, a tecnologia, a ciência, o espaço público, os espaços institucionalizados para a arte, os espaços alternativos, os sistemas da legitimação do artista e da sua prática... tudo isto e muito mais é passível de entrar na arena de discussão, desde o ponto de vista contemporâneo da prática e da teoria.
Para a região norte de Portugal, às portas da Capital Europeia da Cultura, este é um projecto que se traduz pela sua transversalidade, numa perspectiva de actualização sistemática de territórios, questionando a sua definição.

Programa Casa das ARTES V.N. Famalicão
Entrada: Livre

Sábado 2 de Outubro Secção 1 - TEMPO EMPRESTADO TEMPO MODIFICADO
21h30 Exposição
Carlota Salgado Leal, Catarina Simão, Colectivo Em Bankment [Aida Castro, Jonathan Saldanha, Maria Mire] , Colectivo Mose på Veggen, David Javier Tudela + vários artistas convidados, Quinteiro Rendo, João Marçal, José Almeida Pereira, Luís Figueiredo, Luís Magalhães Paulo Mendes.

Secção – 2, SOM DOS ARTISTAS
22h00 - Performance/DJ/Concerto
Marçal dos Campos, Vera Mota, Balla Prop[Ana Ulisses, Susana Chiocca], Claiana [Gui, Luís Figueiredo].

Quarta-feira 13 de Outubro - Secção 3 , Oficina de experimentação plástica, Experimenta
Workshop orientado pelo professor / escultor augusto Costa

Sábado 30 de Outubro Secção 4 , À CONVERSA
Conferência
17h30: Apresentação do livro/catálogo do Projecto I.M.A.N. (5 anos) e do projecto programático Artemosferas Porto 2001/03

GABY, a primeira de António Torrado

Comemoração dos 100 anos da Republica Portuguesa
“..... Gaby Deslys, radiosa estrela das “Folies” e arranca-corações, com créditos internacionais firmados …. ensinou ao rei os prazeres do amor. “

Teatro Musical
Co-produção: CASA das ARTES de V.N. Famalicão e Jangada Teatro
5 de Outubro terça-feira 21h30 Grande Auditório ESTREIA NACIONAL
Entrada: 10 Euros
M/12
Duração: aprox. 120
6 e 7 de Outubro às 15h00 e 10h00 - Escolas Secundárias
Entrada: 2 euros
7 de Outubro às 16h00 - seniores
Entrada: 5 euros

Sinopse
O infante D. Manuel (D. Manuel II) sobe ao trono com dezoito anos, depois da morte trágica do pai e do irmão mais velho. O jovem rei não estava preparado para reinar, sobretudo num período de turbulência política como aquele que se vivia em Portugal, na primeira década do século XX.
A mística republicana, as fúteis divisões entre os monárquicos e o descrédito das velhas instituições ditaram a mudança do regime, em 5 de Outubro de 1910.
Durante o ano e meio do seu reinado, D. Manuel, de rapazinho assustado e inseguro fez-se um homem. Para tal terá contribuído a francesa Gaby Deslys, radiosa estrela das “Folies” e arranca-corações, com créditos internacionais firmados. Mais velha do que o rei cerca de dez anos, Gaby veio a Portugal, em 1909. Terá sido ela quem, professora exímia, ensinou ao rei os prazeres do amor.

Ficha técnica:
Encenação - Rui Sérgio
Actores/Cantores - António Leite; Bel Viana; Faria Martins; Luiz Oliveira; Sophia Cunha; Patrícia Ferreira; Vânia Pereira; Vítor Fernandes e Xico Alves
Direcção Musical - Ricardo Fráguas
Músicos - Hugo Vieira ; Rui Reis
Figurinos - Cláudia Ribeiro
Cenografia – Manuel Costa Dias Desenho de Luz – Nuno Tomás

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Coral Spirit Alive,

Coral de Jovens de Vancouver CANADA
Medalha de Ouro no Festival de Ouro, Washington D.C., San Francisco, New York, Chicago, Estados Unidos
Director Atístico- Tony Araújo
Musica Internacional : Erudita, Africana, Cubana, das Américas.
20 de Julho, quinta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: Entrada livre
M/3
Duração: 90 m

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Os sinos de Notre Dame

Baú dos Segredos
Teatro
24 de Julho, Sabado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros
M/3
Duração: 90 m
Corre o ano de 1482.
Paris comemora o santo Dia de Reis com todo o seu esplendor, recheado de acontecimentos a que os convidados, vindos de todos os lados, assistem em número sempre crescente, todos os anos.
Claro que este acontecimento também tem a sua parte pagã: a Festa dos Loucos!
Todos os cidadãos saem às ruas para celebrar a loucura, o condimento essencial à vida, tão necessário nestes tempos de mudança que correm!
Quase tudo é permitido, quase nada é proibido!
Os boémios passeiam-se de taberna em taberna sempre com algum cuidado. Quando a noite cai, das sombras saem espectros que atormentam tantos quantos se aventuram pelas ruas e a cidade, que de dia irradia a sua luz e gaiatice e de noite depressa se transforma num antro onde deambulam vagabundos sedentos, desejos e vícios de todas as cores e feitios.
Chegou o Renascimento,... o tempo das catedrais!
De todos os lados, começam a chegar novas ideias e invenções, deitando por terra os preconceitos secos e velhos pelo pó de muitos anos. Uma nova era começa!
O texto?... Uma adaptação livre da obra de Vítor Hugo “Notre Dame de Paris” para o Baú dos Segredos.
Ficha técnica:
TEXTO, CENOGRAFIA E ENCENAÇÃO - João Regueiras
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO E COREOGRAFIAS - Ana Regueiras
DIRECÇÃO MUSICAL - Ana Isabel Carvalho
FIGURINOS - Cármen Regueiras, Emília Silva, Sofia Silva e Marta Silva
LUZ E SOM - Equipa Técnica da Casa das Artes
ELENCO - Classe B do Atelier de Teatro Baú dos Segredos
PRODUÇÃO - Baú dos Segredos / Casa das Artes

Ventos de Maio

Baú dos Segredos
Teatro
22 de Julho, quinta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros
M/3
Duração: 90 m
Ventos de Maio... traz para o palco farrapos da vida de uma família parisiense, de todos quantos com ela se relacionam, com todos os seus conflitos, desejos, alegrias e decepções, levando-nos de volta a uma das épocas mais turbulentas, criativas e artísticas a que a história da humanidade já assistiu.
Os anos 60!
Como todos sabem, o papel da juventude foi nuclear nas mudanças que tiveram lugar, em todo o mundo, nessa época.
Talvez o que mais tenha caracterizado a juventude tenha sido o desejo de se rebelar, a busca por liberdade de expressão e liberdade sexual. Nesse sentido, para as mulheres, o surgimento da pílula anticoncepcional, no início da década, foi responsável por um comportamento sexual feminino mais liberal. Porém, elas também queriam a igualdade de direitos, de salários, de decisão.
Até o sutiã foi queimado na praça pública, num símbolo de libertação.
Na moda, a grande vedeta foi, sem dúvida, a minissaia. A inglesa Mary Quant dividiu com o francês André Courrèges a sua criação.
O mundo ocidental estava dividido em dois blocos, pelo “Muro da Vergonha”.
Estávamos em plena corrida espacial, entre americanos e soviéticos.
Havia guerra no Vietname e noutros sítios.
Martin Luther King contou-nos o seu sonho e foi assassinado. Mas já era tarde demais. Por todo o lado, as novas ideias, difundidas pelos jovens, chegam aos cantos mais escondidos do mundo, derrubando convenções, preconceitos e valores que eram tidos como certos, manifestando-se na pintura, na música e nas outras artes.
O movimento Hippie floresce na América e as suas sementes rapidamente se espalham com a música aos outros continentes. Em Paris, rebenta o movimento estudantil, encontrando aliados em vários sectores da sociedade francesa.
É no meio deste cenário que se desenvolve a acção de “Ventos de Maio...”.
Esta família é apanhada no meio deste turbilhão de coisas novas e procura adaptar-se a estes tempos, para não ser engolida no frenesim que a rodeia.
O amor e os laços que unem todos quantos fazem parte do seu círculo são a argamassa que mantém a sanidade mental comum do grupo.
Ficha técnica:
TEXTO, CENOGRAFIA E ENCENAÇÃO - João Regueiras
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO - Ana Regueiras
DIRECÇÃO MUSICAL - Rui Mesquita
FIGURINOS - Cármen Regueiras, Emília Silva, Sofia Silva e Marta Silva
LUZ E SOM - Equipa Técnica da Casa das Artes
ELENCO - Classe B do Atelier de Teatro Baú dos Segredos
PRODUÇÃO - Baú dos Segredos / Casa das Artes

segunda-feira, 14 de junho de 2010

"Edge" com espectáculos e workshops únicos em Famalicão, 5 a 11 de Julho.

Edge – London Contemporary Dance School
Dança contemporânea
8 e 10 Julho, Quinta-feira e Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros. Desconto de 20% para bailarinos e estudantes de dança.
M/3
Duração: 60 m
www.theplace.org.uk
Estes espectáculos, com nove bailarinos, têm por base trabalhos da promissora geração de coreógrafos contemporâneos mundiais.
Gala final dos workshops
11 Julho, Domingo, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros
Pelo oitavo ano consecutivo e a convite da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Escola de Dança Neuza Rodrigues, a Companhia Dança Contemporânea de Londres - EDge, sedeada no “The Place, apresenta na Casa das Artes, dois espectáculos únicos em Portugal.
Neste contexto, será organizado workshops com a Companhia Inglesa, entre 5 e 11 Julho, das 15h00 às 18h00, para participantes entre os 11 e os 25 anos. As inscrições encontram-se abertas até ao dia 30 de Junho, máximo de 30 participantes, o custo 40 euros (Os participantes dos workshops tem um bilhete de oferta para um dos espectáculos do EDge, podendo escolher o dia 8 ou 10 de Julho).
Não é necessário possuir qualquer experiência na área da dança, pois este projecto será baseado na experiência “real e individual de cada formando”. No final, 11 de Julho, será apresentado ao público, juntamente com a companhia inglesa, o resultado dos workshops.
Estará presente, mais uma vez, a artista multimédia Sónia Rodrigues.

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Clube de Comédia

Aldo Lima, Bruno Nogueira, Eduardo Madeira, Francisco Menezes, Nilton e Óscar Branco
26 de Junho, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 12 euros
M/16
Duração: 90 m
Num espaço aberto a todo o tipo de ideias, seis humoristas portugueses sobem ao palco em liberdade total com um humor sem regras para além da de fazer rir.
Depois de uma temporada no Maxime, sempre com casas esgotadas e muitas pessoas a ficarem à porta, este Clube de sucesso vai andar pelo país e inicia a tournée no CTE.
Também há a teoria de que este “hilariante, demente, libertário e moderno espectáculo de humor” apenas serve de pretexto para se reunirem com Aldo Lima, o único solteiro do grupo. Será que vão, de facto, aparecer? Ou vão optar por ir jantar fora? Para Nilton, qualquer opção é boa, desde que o horário se mantenha pois “a malta tem de se deitar cedo”.
Aldo Lima, Bruno Nogueira, Eduardo Madeira, Francisco Menezes, Nilton e Óscar Branco já são membros deste Clube de Comédia. Contamos consigo?

terça-feira, 18 de maio de 2010

Client

Participaram nas tournées com Pet Shop Boys, Mesh, The Charlatans e Covenant, alguns dos seus temas fizeram parte das séries televisivas americanas Nip/Tuck e CSI.
Electrónica / Alternativa / Pop
19 de Junho, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 90 m
www.myspace.com/client

Client é um dos grupos que decididamente conservam uma aura enigmática. De início, o duo dinâmico de Kate Holmes e Sarah Blackwood escondeu a sua verdadeira identidade por detrás de dois códigos sem rosto – “Client A” e “Client B”. “Nós queremos ser julgadas pela nossa música e não pela nossa aparência. Além disso, nós até nos divertimos ao cortejar com o anonimato e a androginia.”
O seu visual feito sob medida relembra os uniformes – por um lado hospedeira ou secretária da Europa Oriental, por outro a dominadora. A parte estética reflecte os temas centrais de voyeurismo do grupo, a debilidade da cidade e o lado negro da vida.
O som de Client podia ser classificado como Electrónica Minimalista, solidamente enraizada numa canção clássica que publica tradição. Influenciada por bandas como Joy Division, Kraftwerk, DAF, The Smiths e o som de English North, a banda é a perfeita contrapartida para o “feel-good” Europop-muzak de hoje.
Client formaram-se em 2002. Numa primeira fase, assinaram com Andy Fletcher’s Toast Hawaii. A produção era dominada por estranhas batidas que apresentavam uma alegada ingenuidade, letras cinicamente inteligentes e um estilo vocal frio. A recepção foi positiva tanto da imprensa como do público. Um admirador alemão foi rapidamente inspirado para fazer uma criação artística baseada nos “Client”, enquanto que o realizador britânico Nick Love usava o single “Rock and Roll Machine” no filme “Footbal Factory”. Duas faixas também se destacaram nas séries televisivas americanas Nip/Tuck e CSI.
Tocar ao vivo sempre foi uma prioridade para Client… e existem poucas bandas que têm a oportunidade de iniciar a carreira à frente de uma grande audiência. Em 2002 começaram por apoiar Depeche Mode na Europa, tocando para uma multidão de mais de 15000.
O ano 2007 viu o trio tão energético como nunca, altura em que fizeram tournée com Pet Shop Boys, Mesh, The Charlatans e Covenant.
2009 foi o ano de “Command”, o novo álbum de Client. Complementado pela baixista Emma Fox (Client E), Sarah e Kate concentraram-se na essência do seu som único. “Command” é uma produção simples dominada por sintetizadores analógicos e arranjos minimamente electrónicos com ritmos clube-amigáveis.
Nada pode parar as chamadas Electro-Ladies que com mérito ganharam a reputação não só de ser a melhor banda feminina do planeta, como a que se encontra em constante movimento, com uma energia incomparável!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

De Coimbra até ao Minho (Homenagem ao Dr. Nuno Carvalho)

Antologia do Fado de Coimbra 2010
18 de Junho, sexta-feira, 21h00, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 90 m
“Antologia do fado” trata-se de um projecto cultural que teve início na academia do Porto e que junta um programa de variedades em volta do fado de Coimbra e das sonoridades paralelas que o caracterizam. O fado tradicional, o fado balada, a música de intervenção, a música académica, o teatro e a poesia, num alinhamento temático e cénico.
Alinhamento
Começando com um grupo de cantares ao desafio invocando os temas mais populares e a origem do fado de Coimbra, passa pela Poesia marcada pela exaltação de grandes poetas no panorama literários português.
A sonoridade da guitarra desde o arrastar em acordes tradicionais á mais erudita e virtuosa forma de a tocar.
Num alinhamento temático, com a presença de ilustres convidados como Dr. Luiz Goes e Dr. Camacho Vieira.
Temas de carácter próprio e identificados como “a geração de 70”, invocando nomes como Zeca Afonso ou Adriano Correia de Oliveira, entre outros.
A presença de grupos corais, neste caso os antigos orfeonistas da Universidade de Coimbra.
Neste concerto propomos, a homenagem a uma personalidade como o Dr. Nuno Carvalho, ilustre advogado desta terra, mas acima de tudo pelo seu trabalho desenvolvido como músico e intérprete da música de Coimbra.
O reconhecimento público desta personalidade, vem reforçar a ideia que, de facto, marcou a identidade musical mas o mesmo tempo contribuiu para algo que extravasa a própria música e a própria academia de Coimbra

terça-feira, 11 de maio de 2010

Desconto nos bilhetes do Concerto GARY NUMAN

O concerto de GARY NUMAN, na CASA das ARTES de V.N. Famalicão a 28 de Maio de 2010, tem um desconto de 25% para os detentores do Cartão Jovem. No acto da compra dos bilhetes, os interessados devem apresentar o seu Cartão Jovem e será feito o desconto referido.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

GARY NUMAN



30 anos depois de “Pleasure Principle” – O álbum que marca a viragem da música Pop, um dia antes do Primavera Sound, Gary Numan na Casa das Artes de VNF, numa estreia nacional!
28 de Maio, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório .
Entrada: 20 euros
M/3
Duração: 90 m
http://www.numan.co.uk/
www.myspace.com/garynuman

É considerado por muita boa gente como um dos pioneiros da música electrónica.
Fundador dos Tubeway Army, Gary Numan ficou para a história da Pop com “Are Friends Electric?” e “Cars” de 1979… Tesouros do New Wave, movimento do qual, Numan é frequentemente citado como uma das suas mais representativas figuras.
Sem nunca ter batido recordes de vendas, Numan assume-se como um dos precursores do Electro-Pop comercial. Os inspirados devaneios pós-Punk com o recurso à electrónica da época foram fonte inspiradora para muito artistas e grupos dos 80. Alguns ainda andam aí… Gary também com o mesmo vigor de outros tempos.

Carlos Macedo

Lançamento do seu novo CD “Entre nós e o Fado”
Fado
26 de Maio, quarta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 90 m
www.myspace.com/carlosmacedofado

Com o seu Fado, atravessa os oceanos e o Tejo, sobre a escala de uma guitarra – ponte construída por suas mãos.
Carlos Macedo é sem dúvida um dos grandes fadistas de história e da actualidade que muito tem enriquecido a nossa cultura.
Homem dotado de grande sensibilidade, cujo talento o tem destacado pela diferença enquanto: autor, compositor, interprete e construtor do seu próprio instrumento – a Guitarra Portuguesa.
Obrigado Carlos por mais um documento marcante - ao fado, a ti e a todos nós!

Custódio Castelo

PÉ ante PÉS

de Joana Antunes
Projecto para famílias e bebés
22 de Maio, Sábado, 10h30, 15h00, 16h30, Pequeno Auditório
Entrada: 10 euros (bebé + adulto) 15 Adultos e 15 bebes
Duração: 30 m

CONCEITO/SINOPSE
PÉ ante PÉS é um projecto que parte da ideia de construir um espectáculo com centro na descoberta e na experiência dos cinco sentidos no interior de uma caixa mágica.

Por caixa mágica entende-se a criação de um espaço onírico, de experimentação, de criação, de comunicação e de partilha para os bebés e os pais. Um espaço onde eles possam interagir e contactar com um conjunto diversificado de estímulos visuais, auditivos, olfactivos, gustativos e tácteis, procurando contribuir para o seu desenvolvimento integral e a sua sensibilidade. Pretende-se também despertar os pais para a importância do desenvolvimento da inteligência emocional desde tenra idade.

PÉ ante PÉS tem como intenção reproduzir em palco o “ninho” familiar, fonte importante e primordial de interacção entre pais/filhos, logo de comunicação, criatividade, conforto e segurança. Neste sentido, os pais e os bebés não serão apenas espectadores de uma criação artística, antes participantes da sua constante construção, antes do palco e no palco. Este processo começará desde logo nos workshops realizados nas creches com as crianças, processo que prolongará durante todo o período de criação.

FICHA ARTÍSTICA:
Conceito, direcção artística, e concepção de figurinos: Joana Antunes
Consultoria: Susana Menezes
Ambiente Sonoro: José Lemos
Cenografia: Fernando Ribeiro
Desenho de luz: Wilma Moutinho
Interpretação: Alexandre Sá e Cunha e Joana Antunes
Assistência: Alexandre Reis
Produção Executiva: Asas de Palco


Co-produção: Centro Cultural Vila Flor, Casa das Artes de Famalicão e Theatro Circo
Apoio à produção e residência artística: Espaço do Tempo

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Vai-se Andando

Com José Pedro Gomes e encenação de António Feio
21 e 22 de Maio, sexta e Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/12
Duração: 90 m
José Pedro Gomes, depois do espectáculo «Coçar OndeÉ Preciso», continua a tentar perceber o que faz de nós um povo tão especial. Realmente, que nos leva a conseguir fazer coisas que mais ninguém faz? O que nos faz sermos melhores ou piores do que os outros? O que é que nos faria ser muito melhores? Quais são as pequenas arestas a limar para ficarmos perfeitos? São nos pormenores que nos distinguem dos outros povos que José Pedro Gomes se volta a debruçar, numa encenação de António Feio, com textos de Eduardo Madeira, Filipe Homem Fonseca, Henrique Dias, Luísa Costa Gomes, Marco Horácio, Nilton, Nuno Artur Silva, Nuno Markl

Encenação António FeioTextos de Eduardo Madeira,Filipe Homem Fonseca, Henrique Dias, Luísa Costa Gomes, Marco Horácio, Nilton, Nuno Artur Silva e Nuno MarklCenário Marta CarreirasMúsica Alexandra ManaiaVídeo Tiago ForteFigurinos Bárbara Gonzalez FeioDesenho de Luz Luís DuarteAss. Encenação Sónia AragãoProdução UAU

MARÉ DE SONHOS – IVO MACHADO

Tributo aos Poetas Famalicenses
Musica /poesia/teatro
19 de Maio, quarta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 3 euros
M/3
Duração: 90 m

A sua abordagem musical à poética famalicense data de 1999 com o projecto “ Trovas Simples “. A experiência colheu junto dos famalicenses e, Ivo Machado, tenta explorar este universo com novos projectos: “ Com Tempo e Poesia “ ( 2003 ) e, “ Por entre Sonhos e Silêncios “ ( 2004 ), que embora bem aceites revelaram-se efémeros.
Para contrariar essa efemeridade, Ivo Machado cria novo projecto musical - “ Maré de Sonhos “ - agora alicerçado em disco e sustentado no respectivo livro de partituras.
Abordando a poética de Camilo Castelo Branco a Júlio Brandão passando por Aurélio Fernando e Manuela Monteiro, o disco contempla 12 canções de melodia simples e cariz popular, mas de harmonia rica e sugestiva, num formato minimalista: guitarra/voz.
O projecto foi concebido para levar os poetas ao seu povo. Que o desiderato se cumpra. Oxalá.

Concepção e voz
Ivo Machado
Guitarra clássica e arranjos
Carlos Carneiro
Poetas
Álvaro de Castelões
Aurélio Fernando
Camilo Castelo Branco
Fernando Carneiro
Flora Castelo Branco
Júlio Brandão
Manuel dos Santos Marques
Manuela Monteiro

Convidados
António Sousa - declamador
Coro Juvenil “ A Ilha dos Amores “, Escola EB 2/3 Júlio Brandão, sob a direcção artística do Prof. Rui Mesquita
GRUTACA – Grupo de Teatro Amador Camiliano

CORRENTE DE SONHOS

Dança
15 e 16 de Maio, Sábado e domingo, 21h30 e 18h00, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 90 m
CORRENTE DE SONHOS é um espectáculo criado e desenvolvido pela Escola de Dança Neuza Rodrigues.É um espectáculo de Dança, mas não só...isto por considerar que um Espectáculo envolve na sua criação tantas formas de arte,que não posso deixar de as proporcionar aos meus alunos com fim a um desenvolvimento global das suas mais variadas competências como participantes neste projecto artístico. Assim vamos Dançar, mas vamos acima de tudo Criar um Espectáculo que é apresentado na Casa das Artes e que envolve por isso mesmo um conhecimento muito mais abrangente.Não posso deixar de agradecer á Casa das Artes a sua dedicação por investir na apresentação deste trabalho de formação da sua comunidade,é sem duvida indispensável apostar na formação e educação artística.
O envolvimento de toda a comunidade escolar neste projecto de criação de CORRENTE DE SONHOS é por isso fundamental pois mais uma vez temos a imaginação como limite...
Começamos este projecto através do estudo da obra do arquitecto Gaudí mais concretamente da Casa Battló,espaço fantástico,rico de imaginação e foi com essa imaginação que habitamos um espaço vazio com todas as personagens e mundos presentes neste Espectáculo.
CORRENTE DE SONHOS é uma forma criativa ,divertida e diferente de sentir e a Dança e o Mundo...viage connosco!
Neuza Rodrigues

A História do Soldado


Texto de Ramuz, com música de Igor Stravinsky, Teatro
1 e 2 de Maio, Sábado 21h30 e Domingo 18h00, Grande Auditório
Entrada: livre
M/6
Duração: 90 m
A Primeira História
Neste primeiro ano do Curso Profissional das Artes do Espectáculo, escolhemos, como projecto de Formação em Contexto de Trabalho, o texto de Ramuz A História do Soldado, com música de Igor Stravinsky, trabalho que realizámos em tempo recorde – cinco semanas - texto que, na sua forma original, era para quatro personagens (Narrador, Diabo, Princesa e Soldado). Contudo, nesta nossa versão, será distribuído por vários alunos/actores, não só por utilidade na encenação, mas também, e acima de tudo, para uma maior envolvência do grupo de trabalho no espectáculo.
Assim, dividi o grupo em dois grandes conjuntos de personagens/alunos/actores, os Diabos e os Narradores.
Os Diabos, personagem motor da acção, a que inflama a intriga e os Narradores, consciência do Soldado e ao mesmo tempo, como o próprio nome indica, o contador da história.
O Soldado, protagonista da acção, surge no espectáculo como que um eleito do interior do conjunto dos Narradores, o mesmo sucedendo com a Princesa.
A música de Stravinsky traz uma energia adicional ao espectáculo, não só faz parte do mesmo, mas, simultaneamente, é ela própria o espectáculo: a música vê-se, é movimento e corpo, é voz e músculo.
A fábula, que Ramuz escreveu a partir de um conto popular russo, fala-nos da desdita de um soldado raso, de um pobre soldado com fome, de saco às costas cheio de nada, para além duma rabeca, a sua alma, que lhe dá alegria, e que vai de licença à terra para ver a noiva e a mãe. Fala-nos também de várias certezas eternas como o dinheiro não traz felicidade e que ao tempo ninguém foge, e que quem tudo quer tudo perde.

Exposição de pintura de Álvaro Marques


Maio e Junho Foyer

Titulo da exposição: Ser ou não Ser abstracto
A pintura de Álvaro Marques, é uma panóplia de meios de expressão muito variados. Pode dizer-se, inclusive, que a sua obra incorpora e procura transformar as premissas que marcaram a história da pintura abstracta, sem nunca se deixar imergir completamente nesta categoria. Compostas por áreas de cor que se sobrepõem a fundos com os quais estabelecem jogos de contraste, estas pinturas nascem de uma peculiar relação do artista com o potencial pictórico das imagens.
Criando composições que frustram qualquer tentativa de se organizar em sistemas de signos inteligíveis. Transposto para a tela em gestos fluidos e matizados numa paleta de cores singular, revelando-se como um campo de teste para a tensão entre a experiência sensível e a ambiguidade perceptiva.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Dura Dita Dura – Teatro de Ferro

«Era uma vez um menino pequeno que vivia num país pequeno virado para o grande oceano…
Teatro de Marionetas
28 de Abril, Quarta-feira, 10h30 e 15h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros
M/4 (escolas Pré e 1 ciclo)
Duração: 48 m Dura Dita Dura é um espectáculo de teatro de marionetas que através de diversos meios expressivos [teatro de sombras, animação de objectos, pequenas máquinas de cena e outras engenhocas cinéticas] alia ao texto narrado várias acções de construção plástica. A relação estreita entre a palavra dita e a música original gravada e outros efeitos sonoros produzidos ao vivo procura simultaneamente integrar a dimensão narrativa e criar momentos de descompressão e diversão.
O espectáculo tem a duração de 48 minutos e no final das apresentações para os grupos escolares, promover-se-á sempre uma conversa com os mais pequenos sobre os valores da liberdade e da democracia partindo das palavras, das imagens e das dúvidas suscitadas pelo espectáculo.

Texto - Regina Guimarães
Encenação, Cenografia e Marionetas - Igor Gandra
Música - Michael Nick
Fado / canção - Ana Deus
Interpretação - Igor Gandra
Desenho de luz - Rui Maia e TdF
Direcção de montagem - Virgínia Moreira e Gil Rovisco
Fotografia de cena - Susana Neves
Ateliê de construção - Gil Rovisco, Nuno Bessa e Américo Castanheira –
Tudo Faço
Direcção de Produção - Carla Veloso

CANTOS RENASCIDOS

Celebrar Abril será sempre reavivar a Esperança.
35 Anos de canções renascidas de João Junqueira
25 de Abril, Domingo, 21h00, Grande Auditório .
Entrada: 3 euros
M/3
Duração: 70 m
É este o sentido primeiro deste meu concerto no dia 25 de Abril. Com uma dúzia de temas que, por um lado são gritos de denúncia e, por outro, apontam caminhos, as canções que vamos cantar, são marcadas pela simplicidade e pelas memórias de há 40, altura em que foram compostas. Com estes temas musicais eu quero partilhar, com todos, os sonhos, os desafios e também muitas utopias que tiveram e têm na Esperança o seu sentido. E, por isso, continuam hoje a ser sonhos, a ser desafios e a ser utopias que nos devem inquietar como seres humanos e nos devem encher de coragem para continuar a ser voz que não se cala, quando ao nosso lado a fome grita, a injustiça clama, a mentira esconde, a morte destrói, o silêncio chora e o dinheiro suja.
Este concerto é também um gesto de gratidão a todos quantos, ao longo da minha vida quiseram contar-me entre o grupo dos seus amigos, a todos aqueles para quem as minhas cantigas e a minha presença não deixou indiferentes.
É ainda um obrigado ao concelho que me acolheu há 35 anos. Foi nesta terra que concretizei alguns dos sonhos humanos que me acalentaram, com realce especial para o casamento e os filhos que hoje me acompanham neste concerto. Por isso, em jeito de gratidão, este concerto de Abril.
Os poemas são, quase na sua totalidade, do João Maria André, meu condiscípulo e amigo. Os arranjos musicais são Carlos Carneiro. Para eles, também, o meu obrigado.
João junqueira

2º Mostra de Teatro Escolar da Câmara Municipal de Famalicão de 19 a 22 de Abril

OS BONECOS
Baú dos segredos
Teatro
22 de Abril, Quinta, 21h30, Grande Auditório
Entrada: livre
M/6
Duração: 70 m

Sinopse:
Inspirado na peça “O vagabundo das mãos de oiro” de Romeu Correia, esta farsa, é um exercício de interpretação, uma caricatura, plena de cor e poesia ingénua.
Nela, levando uma vida de saltimbanco, duas personagens são figuras humanas: Pepone, o alcoólico dono da companhia de marionetes e Carolina, a sua jovem ajudante.
Juntos, tentam, na medida do possível, apresentar o seu espectáculo de marionetes, em mais uma romaria, vivendo e reagindo segundo os seus próprios impulsos e paixões.
As restantes personagens são marionetes, de cara pintada, ligeiros e caricaturais, que obedecem aos dois manipuladores e que nos contam uma história, interrompida, aqui e acolá, pelos delírios alcoólicos de Pepone.
Há ainda uma personagem que tem um papel decisivo no desenvolvimento do conflito: a Morte, qual destino, que brinca, comandando os gestos e as vidas, a seu belo prazer.
No fim, Pepone enlouquece...ou morre, ou ... venham descobrir!

ELENCO
Adriana Azevedo
Ana Filipa Ribeiro
Carolina Passos
Cátia Silva
Eduardo Lopes
Juliana Marques
Liliana Veloso
Maria Miguel
Raquel Granja
Sofia Macedo
Tatiana Silva
Tiago Sampaio

FICHA TÉCNICA:
ENCENAÇÃO & ADAPTAÇÃO João Regueiras
ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO Ana Regueiras
LUZ & SOM Equipa Técnica da Casa das Artes
GUARDA ROUPA & FIGURINOS Cármen Regueiras & Emília Silva
CENOGRAFIA João Regueiras
PRODUÇÃO Casa das Artes & Baú dos Segredos

sexta-feira, 26 de março de 2010

The Legendary Tigerman - “Femina”

Blues / Rock
17 de Abril, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 90 m
http://www.myspace.com/thelegendarytigerman

O novo álbum de Legendary Tigerman documenta muitos encontros. Com Asia Argento, Maria de Medeiros, Peaches, Becky Lee, Rita Redshoes, Lisa Kekaula (The Bellrays), Cláudia Efe (Micro Audio Waves), Phoebe Killdeer (Phoebe Killdeer & The Short Straws), Mafalda Nascimento, Cibelle e o Cais do Sodré Cabaret. Continua a ser uma one-man band, mas com muitas mulheres por companhia. «Foi há cerca de dois anos e meio», explica Paulo Furtado, «que esta ideia começou a tomar forma. Falei quase ao mesmo tempo com a Cibelle e com a Asia Argento e foi de certo modo com elas que o projecto começou a tomar forma. Ao princípio sabia que queria gravar com mulheres, experimentar diferentes modos de escrever e trabalhar os temas e foi com estes dois nomes que a coisa definitivamente embalou. Curiosamente a Asia foi a primeira pessoa com quem gravei e a Cibelle a última».
De certa maneira, Femina é a concretização de uma série de fantasias estéticas e Paulo Furtado escreveu não com uma ideia difusa de mulher na cabeça, mas com alvos muito concretos: «muitas das canções foram feitas directamente para cada uma destas mulheres. Não só com as vozes e o trabalho delas em mente, mas também com aquilo que elas são e representam como mulheres». E nesse sentido, Femina é também uma série de intensos diálogos e não de simples retratos. «Eu acho que os homens não conseguem cantar as mulheres», confessa Paulo Furtado. «Acho que somente conseguem cantar uma certa imagem da mulher». E por isso, Paulo pediu-lhes que cantassem para ele.

The Weatherman

Pop / Alternativa / Experimental
17 de Abril, Sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 70 m
www.myspace.com/theweathermanpt
Considerado a revelação da música pop portuguesa de 2006, pegou pela primeira vez numa guitarra aos 14 anos. Edita o disco de estreia “Cruisin’ Alaska”, em 2006 (no qual toca todos os instrumentos) e três anos mais tarde o seu segundo álbum “Jamboree Park At The Milky Way”, desta vez, recorrendo a inúmeros músicos convidados. Há cordas, metais, sopros... e muitas canções. Em Outubro passado esteve em Londres para o concurso Rising Star, atribuído durante a British Music Week onde entre 10.000 candidatos de todo o mundo, obteve o 5º lugar. Encontra-se a gravar um novo registo, desta vez sob a forma de EP, a sair em 2010.
Banda completa:Alexandre Monteiro: Voz, guitarra acústica, guitarra eléctrica, pianoAndré Tentúgal: Voz, guitarra eléctricaNuno Archer: tecladoTiago Serôdio: baixo, vozNuno Oliveira: Bateria

Angústia

Jangada Teatro
Drama cómico
16 de Abril, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/12
Duração: 90 m
O que levará Gonçalo, um empresário rico e burguês, a encontrar-se para jantar com António, empregado de escritório e pobre, sempre ao dia 15 de cada mês, se nada têm em comum senão terem sido colegas no liceu?
A peça retrata as desigualdades sociais tão reais ao tempo de Sttau Monteiro quanto no Portugal de hoje. Ao mesmo tempo um triângulo amoroso acidental, vem agudizar ainda mais a relação entre o rico e o pobre. Paralelamente a estas três personagens encontramos situações sui generis protagonizadas por figuras da alta sociedade contemporânea de Sttau Monteiro em contraposição com o proletariado. Estas duas facções sociais criam episódios que se tornam risíveis, de tão insólitos

Autor- Luís de Sttau Monteiro
Encenação - Fernando Moreira
Interpretação - Alberto Fernandes, Faria Martins, Luiz Oliveira,
Patrícia Ferreira, Vítor Fernandes e Xico Alves
Música ao vivo- Alberto Fernandes
Cenografia e Figurinos - Marita Setas Ferro
Desenho de luz - Nuno Tomás
Operação de Luz e Som - Nuno Tomás, Luís de Sttau Monteiro

terça-feira, 23 de março de 2010

Festival Internacional de Música de Câmara Stellenbosch - V. N. de Famalicão (3ª Edição)

CASA DAS ARTES 5 A 11 DE ABRIL 2010

A terceira edição do Festival Internacional de Música de Câmara Stellenbosch-Famalicão realiza-se entre 5 e 11 de Abril, na Casa das Artes, voltando a fazer a ponte entre a experiência do maior certame do género na África do Sul e a oferta educativa em Portugal, contando com intérpretes e professores de excelência. O famalicense Luis Magalhães e a sul-africana Nina Schumann voltam a assumir a direcção artística do festival, que ficará marcado pela estreia de Herman José num palco de música clássica. O evento é organizado pela Câmara Municipal de Famalicão, através do seu Pelouro da Cultura, baseado no festival-mãe, que tem origem na Universidade de Stellenbosch, na África do Sul.Estarão presentes músicos de excelência: Frank Stadler (violino, Áustria), Searmi Park (violino, EUA), Predrag Katanic (viola, Sérvia/Áustria), Eugene Osadchy (violoncelo, EUA/Rússia), Claudio Bohorquez (violoncelo, Alemanha), Elizabeth Bradley (contrabaixo, Inglaterra), além dos pianistas Luís Magalhães (Portugal) e Nina Schumann (África do Sul). Durante os três dias de concertos serão interpretadas, em grupos de câmara, obras de R. Schumann, S. Rachmaninoff, S. Lyapunov, R. Shchedrin, E. W. Korngold, E. Elgar, F. Mendelssohn e C. Saint-Saëns.É precisamente uma obra de Saint-Saëns – o Carnaval dos Animais – que marcará a estreia de Herman José nas interpretações clássicas. O humorista português fará a narração da famosa peça musical, mas com a sua interpretação muito pessoal.Outra das particularidades do Festival de Música de Câmara Stellenbosch-Famalicão é a sua oferta educativa, com master classes orientadas pelos músicos do evento. Tal como no ano passado, deslocar-se-ão à cidade minhota jovens de várias partes do Mundo para poderem aprender com alguns dos melhores instrumentistas de cordas e piano. Para que tal aconteça, o certame começa dia 5 de Abril, ao passo que os concertos se realizam entre os dias 9 e 11. Os melhores alunos terão, também, a oportunidade de tocar lado a lado com os “professores” no concerto final, marcado para as 17 horas desse domingo.PREÇOS: 5 euros dia 12 euros três diasMaster classes:



PROGRAMA:

sexta-feira, 19 de março de 2010

MIAUUU!

Baú dos segredos
Teatro
1 e 2 de Abril, Quinta e Sexta, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 2 Euros
M/6
Duração: 90 m
É noite.
No bairro ouvem-se os últimos ruídos de mais um dia.
No telhado de um velho edifício, longe do reboliço da rua, uma sombra furtiva emerge do pano de fundo da cidade.
Um gato!
Solitário, acorda, espreguiça-se e, curioso, observa em silêncio as redondezas.
Um momento de paz... aparente!
Na realidade, ultimamente, ela tem estado arredada deste canto da cidade.
Vive-se uma falsa paz... uma tensão latente!
Os tempos correm difíceis no bairro. Tempos de desafio... e disputa!
Sim, desde que partiu o velho líder dos gatos que a rua não é mais a mesma.
A tribo de gatos encontra-se enfraquecida por lutas constantes, por um bocado de território...
É preciso restaurar a paz... a todo o custo!
A pouco e pouco, gatos de fora resolveram tentar a sua sorte, nesta rua.
Mas,... será que são mesmo estranhos?...

segunda-feira, 15 de março de 2010

Requiem à Memória do Infante D. Henrique de Ferreira dos Santos

Concerto de Páscoa, inserido nas comemorações da Semana Santa de V.N. Famalicão
30 de Março, terça-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros (desconto de 20% para coralistas e músicos)
M/3
Duração: 70 m
Compositor: António Ferreira dos Santos (*1936) “Réquiem à memória do Infante D. Henrique” Para solos, coro e grande orquestra (1995)
Solistas: Heidrun Kordes, soprano Berthold Possemeyer, barítono
Coro: Schiersteiner Kantorei Frankfurt/Wiesbaden
Orquestra: Bach-Ensemble Frankfurt/Wiesbaden
Direcção: Martin Lutz (Alemanha)


Com uma obra rica e multifacetada, onde se destacam vários Oratórios para grandes orquestras, António Ferreira dos Santos é um dos mais importantes compositores portugueses contemporâneos. O seu Réquiem, o primeiro a ser composto em língua portuguesa, surgiu por encomenda estatal, aquando das comemorações do VI centenário do nascimento do Infante D. Henrique, o Navegador, que impulsionou as viagens das Descobertas das caravelas portuguesas, que iriam conduzir o país a uma posição de potência mundial. Não deixando de denunciar influências do romantismo francês tardio, bem como da última fase de Verdi, a composição revela, no entanto, uma linguagem musical muito própria, particularmente colorida e clara, que se transmite ao ouvinte de forma imediata.

Breve nota sobre o Autor -CÓNEGO FERREIRA DOS SANTOS, autor e maestro Sacerdote da diocese do Porto, depois de fazer os seus estudos no Conservatório de Música do Porto, com os Prof. Filipe de Pires, Stella da Cunha, Clotilde Cunha e José Delerue, foi para Salzburg e Munique, onde, durante seis anos, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, fez os cursos de Música Sacra, Orgão e Direcção de Coros, com os Professores Franz Lehrndorfer, Gunter Bialas, Fritz Schieri e Erich Valentim

sábado, 6 de março de 2010

Minta & the brook trout

A CASA das ARTES de V.N. Famalicão e R.U.M. (Rádio Universitária do Minho), no âmbito de uma parceria, a qual chamaram “Ciclo Panorama: mostra cultural para 4 estações”, apresentam:minta & the brook trout
Pop / Folk Rock / Alternativa
27 de Março, sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 70 m
http://www.minta.me/
www.myspace.com/mintamusic

Minta & The Brook Trout, o disco de estreia da banda com o mesmo nome, foi gravado em cinco dias de Julho de 2009, no Golden Pony, em Lisboa. Produzido por Francisca Cortesão e Mariana Ricardo, nele participam ainda Walter Benjamin, BlackBambi e João Cabrita.
As onze canções do disco vão da pop-folk de "Large Amounts", que lembra Belle and Sebastian, ao country assumido de "I Don't Want To", dueto com Walter Benjamin com laivos de Graham Parsons e Emmylou Harris passando pelo alt-rock de "Without It" ou "On Lust".
Minta & The Brook Trout foi considerado um dos melhores discos do ano pela Blitz. António Pires, no i, descreveu-o como “música absolutamente maravilhosa feita de canções luminosas e sublimes.”
Ao vivo, Minta & The Brook Trout apresentam-se quase sempre em trio: Francisca Cortesão (voz e guitarra), Mariana Ricardo (baixo e voz) e Nuno Pessoa (bateria e voz).

PIGMALIÃO

Teatro
Teatro Oficina/ Centro de Computação Gráfica da Universidade do Minho
26 e 27 de Março, Sexta e sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 8 euros
M/3
Duração: 70 m
http://www.aoficina.pt/
O Teatro Oficina, em colaboração com o Centro de Computação Gráfica da Universidade do Minho, promove este projecto de criação, onde arte e ciência, teatro e tecnologia, se unem para contar uma história, transformando a ficção científica de ontem no modo de representar hoje a realidade.
Três cidades unem-se para contar uma história, onde recorrendo à literatura que construiu a civilização que somos hoje, fazemos um texto novo, que fala exactamente daquilo que nos interessa no teatro, a criação do humano.

SINOPSE
Este espectáculo é uma variação sobre a história de Pigmalião e Galateia, contada pelo Ovídio nas «Metamorfoses»: o escultor solitário e esteta que constrói uma estátua da mulher perfeita, se apaixona por ela, e a vê depois transformada numa mulher real.
Através do mito de Pigmalião é explorada a ideia da «invenção do feminino». Partindo-se do Ovídio, e das várias traduções portuguesas e estrangeiras, fazendo da estátua um programa de computador e da Galateia um holograma. Já com Galateia materializada em pessoa, contesta-se a ideia de «mulher perfeita» perguntando-se porque é que a mulher há-de continuar a ser «inventada» pelo homem, em vez de ter o mesmo grau de realidade do homem. Do lirismo da homenagem ao mito, se caminhará para a crítica e ironia.
FICHA ARTÍSTICA
Texto Pedro Mexia
Encenação Marcos Barbosa
Cenografia Ricardo Preto
Figurinos Susana Abreu
Desenho de Luz Pedro Carvalho
Som e Música Sérgio Delgado
Elenco Diana Sá e Emílio Gomes
Produção executiva Teatro Oficina
Co-produção: CASA das ARTES de Famalicão; Centro Cultural Vila Flor, Theatro Circo
Apoio :QREN

Uma Floresta Animada - Space Ensemble

Filme-concerto
23 de Março, terça-feira, 10h30 e 15h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros
M/4 (escolas Pré e 1 ciclo)
Duração: 50 m
Co-produção: CASA das ARTES de Famalicão; Centro Cultural Vila Flor, Theatro Circo
Apoio: QREN

segunda-feira, 1 de março de 2010

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

As Vampiras Lésbicas de Sodoma de Charles Busch

Encerramento do FAMAFEST
Companhia Teatral do Chiado
Teatro Comédia
20 de Março, Sábado, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: livre
M/12
Duração: 90 m
Com As Vampiras Lésbicas de Sodoma, a Companhia Teatral do Chiado orgulha-se de apresentar ao público português uma das mais originais figuras do showbizz da actualidade: o dramaturgo, actor, estrela de cinema, artista e romancista Charles Busch.
Foi com As Vampiras Lésbicas de Sodoma que Charles Busch se tornou famoso, corria o ano de 1984. O pequeno Limbo Lounge, em Nova Iorque, onde o espectáculo estreou, ficou minúsculo, havendo quem assistisse à farsa de Busch nas mais inconcebíveis situações, incluindo a de ficar no átrio a olhar para um ecrã de televisão. Depois as Vampiras passaram para um teatro mais a sério e... ficaram cinco (5) anos em cena!
O sucesso explica-se. Numa época dominada pelo espírito da paródia pós-moderna, Busch inventa uma história vertiginosa que começa nos tempos bíblicos, em Sodoma, e acaba na sala de ensaios de um "musical", nos nossos dias. Inaugurando um processo que veio a durar vários anos, o próprio dramaturgo brilhou no espectáculo ao representar o papel de uma das deslumbrantes protagonistas!
As Vampiras Lésbicas de Sodoma, trazem ao palco um pequeno delírio de teatro popular onde o imaginário das histórias de terror se mistura com o glamour decadente do mito do Parque Mayer e o universo exacerbadamente sexual dos shows de travesti. Mas no centro de tudo está o combate feroz entre as duas vedetas, sedentas do sangue que lhes garante a eternidade e envolvidas numa competição estranhamente parecida com a rivalidade ciumenta que é típica entre as grandes divas do cinema.
Por tudo isto, a Companhia Teatral do Chiado faz ao seu público uma sugestão bem simples: venham ao teatro, divirtam-se enquanto vêem uma magnífica comédia, mas... não se esqueçam de proteger o pescoço!
Interpretação: João Carracedo, João Marta, Manuel Mendes, Pedro Luzindro [Ruben Garcia], Rita Lello e Simão Rubim,
Encenação: Juvenal Garcês
Tradução: Gustavo Rubim, Patrícia Marques e Vítor d´Andrade
Adaptação: Companhia Teatral do Chiado
Cenografia: Juvenal Garcês e Miguel Sá Fernandes
Escolha de Figurinos: Juvenal Garcês e Miguel Sá Fernandes
Desenho de Luz: Vasco Letria
Som: Sérgio Silva
Contra-Regra: João Regallo e Marco Ferreira
Caracterização do actor Simão Rubim: Marco Ferreira
Marketing e Comunicação: Nuno Santos

CARMINHO

Abertura do FAMAFEST
13 de Março, Sábado, 21h30, Grande Auditório
.
Entrada: livre
M/3
Duração: 70 m
www.myspace.com/carminhofado
http://www.carminho.net/
Carmo Rebelo de Andrade nasceu e cresceu no Fado, que por isso lhe é tão espontâneo como respirar.
“Nunca vi a Música como uma coisa especial, sempre esteve tão presente na minha vida que seria como querer distinguir um braço mais importante do que o outro” afirma Carminho. Poucas palavras podem descrever tamanha naturalidade, salvo a emoção que sentimos ao ouvi-la cantar. Foi distinguida com o Prémio “Revelação Feminina” pela Fundação Amália Rodrigues (2005) e entre colaborações e participações especiais já se apresentou ao vivo em países como Espanha, Argentina, Malta ou Suíça e em nome próprio na Casa da Música ou Expo da Zaragoza
“Fado” o album estreia editado no passado dia 1 de Junho, tem merecido os mais rasgados elogios , e mereceu entrada directa para o 2º lugar do top de vendas nacional
.

Famafest 2010

A FESTA DO CINEMA E DA LITERATURA, Entre 13 e 21 de Março de 2010, a Casa das Artes de Famalicão vai voltar a receber o Famafest, Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Vila Nova de Famalicão, agora na sua 12ª edição e como sempre dedicado ao tema “Cinema e Literatura”.A concurso, o Festival vai contar com cerca de meia centena de obras de ficção e documentarismo, tendo por tema as relações entre o cinema e a literatura, com origem em vários países. Como sempre, na secção “Da Palavra à Imagem”, veremos muito do que de melhor se estreou em salas portuguesas, nos últimos meses, de “Avatar” a “Sherlock Holmes, de “O Laço Branco” a “A Estrada”, de “Tetro” a “Julie e Júlia”, de “Agora” a “Deixa-me Entrar”, de “Estado de Guerra” a “Elegia”, de “Nas Nuvens” a “Nove”.
Várias secções paralelas vão ocupar-se de ciclos dedicados a “Sherlock Holmes no Cinema” (desde as primitivas versões de Basil Rathbone até à mais recente de Robert Downey Jr., passando pelos rostos de Peter Cushing, Jeremy Brent, Robert Stephens, Nicol Williamson, e alguns mais, e ainda “O Vampiro no Cinema”, com uma panorâmica que vai desde as obras-primas mudas de Dreyer e de Murnau até aos recentes “Deixa-me Entrar” e “Lua Nova”, passando pelos Dráculas de Tod Browning, Terence Fisher, Francis Ford Coppola, os vampiros de Abel Ferrara, etc.
Será evocado Albert Camus, no seu centenário, e passamos em revista a obra de Philip Roth no cinema. Haverá ainda muito cinema para jovens e crianças, em nove dias de sessões permanentes que trazem de novo a festa do cinema e da literatura a Famalicão, na Casa das Artes, mas também na Biblioteca Municipal e na Casa de Camilo em Seide.
Haverá cinco grandes nomes da cultura e do espectáculo em língua portuguesa, homenageados, entre os quais Jorge da Silva Melo, Joaquim Benite e José Eduardo Agualuza. Um livro-catálogo de mais de 300 páginas inéditas de textos informativos e críticos, exposições, debates, um Júri Internacional, um Júri da Juventude, convidados e casas cheias de público entusiástico, eis o que o espera em Março, no Famafest 2010, uma organização da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão, com direcção de Lauro António.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

DAVID FONSECA – “BETWEEN WAVES TOUR”

Pop / Rock / Alternativa
12 de Março, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 20 euros
M/3
Duração: 90 m

Depois do êxito estrondoso do platinado “Dreams in Colour”, David Fonseca apresenta-nos “Between Waves”, o seu 4º disco a solo, e cujos singles “A Cry 4 Love” e “Stop 4 A Minute” são já hits de airplay das rádios nacionais. Este é um trabalho segundo as palavras do artista “(...) muito pessoal e intimamente ligado ao meu mundo emocional, uma viagem sempre enigmática.”

Este concerto na Casa das Artes, em Famalicão apanha David Fonseca no momento mais alto da sua carreira a solo. É inegável considerar que as prestações ao vivo de David e respectiva banda estão entre as experiências mais excitantes que os palcos portugueses poderão receber: uma extensa lista de canções emblemáticas do conhecimento geral – desde as menos recentes “Someone That Cannot Love”, “The 80’s” passando por “Superstars” e “Kiss Me, Oh Kiss Me” ou até aos mais recentes “A Cry 4 Love”, “Stop 4 A Minute” e “U Know Who I Am”; uma extrema preocupação com o conceito plástico do que é um espectáculo ao vivo no século XXI; e a necessidade de noite para noite, de concerto para concerto, surpreender a audiência.

Uma noite que se prevê... frenética!

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Ane Brun

Musica/FolK
6 de Março, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 70 m
www.myspace.com/anebrun
http://www.anebrun.com/

Nasceu na Noruega, em Março de 76, mas rumou à Suécia, mais concretamente a Estocolmo onde vive e compõe.
Depois de alguns registos ao vivo e EPs, em 2003 lançou o primeiro álbum “Spending time with Morgan” – O início da timidez disfarçada por uma voz envolvente, melancólica e belíssima – Uma mistura de Bjork e Joni Mitchell.
“Changing of the Seasons” é o mais recente longa-duração de Ane Brun. O 4 º álbum de uma carreira não muito longa, mas em crescendo. É um trabalho revelador de muito talento e de emoções fortes. Um conjunto de boas canções que apontam o rumo da new-folk escandinava.
Ane Brun entra no novo ano como uma certeza. Os tempos de cantautora revelação já eram e tudo aponta que brevemente chegue aos 4 cantos do Mundo com a sua guitarra e ao piano para embalar plateias.
A tournée europeia da artista, passa pela Casa das Artes, a 6 de Março. Uma noite quente em perspectiva.

João Coração

indie / Alternativa / Acústico
6 de Março, Sábado, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 70 m

Como será a música feita por um genuíno cavalheiro? O João Coração tem uma resposta e a resposta é a sua música. Trovador, voluntário, impetuoso, viola ou bandolim em punho, queixo erguido, entra pelos ouvidos e instala-se nos ossos.

Após Nº1 sessão de Cezimbra seguiu-se Muda que Muda, o 2º e mais recente disco de Coração. Canções cheias de sol e estrada que vieram para lavar a alma dos portugueses. Não há nada que não seja distinto no João, nada que não seja coração no Coração. Entre a contagiante festividade e a melancolia esperançosa vamos escutando. Uma voz plácida, rica e melodiosa, cheio de instrumentos a seu redor, achou-se um legítimo herdeiro dos grandes trovadores portugueses, do charme Gainsbourg do bolero de Bryan Ferry e do roque da estrada 61.

E daqui para a frente o que esperar deste cavalheiro? Rir, chorar, dançar e às vezes só mesmo o inesperado.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

COMPANHIA FRANCISCO VELASCO

CLASSICO ESPAÑOL - FLAMENCO
5 de Março, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 12 euros
M/3
Duração: 70 m
Depois de uma dilatada carreira profissional, como primeiro bailaríno do Ballet Nacional sob a direcção de Mestres como José Antonio ou Antonio Gades, e colaborando com artistas como Lola Greco, Igor Yebra, Antonio Canales, Vicente Amigo ou La Fura del Baus, entre outros, Francisco Velasco inicia uma nova etapa cheia de força, paixão e criatividade.
Sevilhano, da Escuela de Danza de Matilde Coral e titulado em Dança Espanhola pelo Conservatorio Superior de Música y Danza de Sevilha, ingressa no Ballet Nacional de Espanha em 1990, onde permaneceu catorze anos, sete deles como primeiro bailarino, interpretando os papeis principais de coreografías como Medea, La Gitanilla, Bolero, Sombrero de Tres Picos, Zapateado de Sarasate, Los Tarantos, Ritmos, Danza y Tronío, A Ritmo y a Compás, Farruca, Poeta, Oripandó, Fuenteovejuna, Entreverao, Mareas, El Loco e Leyenda.
Participou como Artista Convidado na Gala Iberoamericana Fundación Alicia Alonso no Escorial, Gala do Millenium no Metropolitan Opera House, Orquestra Filarmónica de Los Ángeles, XLVI Festival de Teatro de Mérida, 25º Aniversario do Ballet Nacional de Espanha no Teatro Real, Expo de Haichí no Japão, Gala de Homenagem ao Maestro Granero, XV Bienal de Flamenco de Sevilha, XX Gala Día Internacional de la Danza Albéniz Madrid, Homenaje Maya Plisetskaya Cap Roig, etc.
Flamenco – Cachorro, é o título do seu primeiro espectáculo estreado a 26 de Janeiro de 2007 no Teatro de Madrid, inserido no ciclo Cartografías de la Danza, com artistas convidados como Maribel Gallardo, Currillo, Isabel Bayón e Candi Román, coreografías de Rocío Coral, Javier Latorre, Currillo e José Antonio, música de José Carlos Gómez, Jesús Torres e a direcção cénica de Salvador Távora em Cachorro, fazem com que a Francisco Velasco Compañía de Danza, seja hoje realidade.
Actualmente, dirige a sua propria companhia, compartindo o seu trabalho artístico, com convites e colaborações coreográficas em diferentes projectos e cursos.
PROGRAMA
INTRODUÇÃO
GOYESCAS
MAESTRO
EL SON DE MI ALMA
EL TOQUE, EL CANTE Y EL BAILE
ALEGRIAS
FANDANGO
SOLEA
TANGOS Y BULERIAS

COMPOSIÇÃO
FRANCISCO VELASCO
Bailarinos 3
Bailarinas 3
Músicos Flamenco 4

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

TORD GUSTAVSEN ENSEMBLE

O Jazz contemporâneo de Tord Gustavssen tem impressionado os críticos, que não hesitam em considerar o músico como uma das grandes revelações da década.
27 de Fevereiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração: 70 m
www.myspace.com/tordgustavsentrio
www.tordgustavsen.com

Autor dos álbuns Changing Places, Ground e Being There, Tord idealizou esta trilogia que é marcada por uma sonoridade minimalista, capaz de transportar o ouvinte para universos oníricos onde as palavras dão lugar a notas musicais. Ao vivo, o espectador poderá presenciar a mestria da interpretação e absorver melodias de rara beleza.
Antes de ter uma carreira em nome próprio, Tord Gustavsen já era uma importante figura na cena jazz escandinava. O músico integrou projectos com alguns dos melhores intérpretes noruegueses como Silje Nergaard, Siri Gjære, Kristin Asbjørnsen e Maria Roggen. A história do jazz ganha outra dimensão com a criatividade de Tord Gustavsen e a sua música acaba por, inevitavelmente, atravessar fronteiras.
Restored, Returned apresenta uma nova formação: em quarteto (ao vivo) ou quinteto (álbum). Um natural prolongamento do trabalho do trio, na sua procura contínua de honestidade artística através de uma beleza despida. Mas esta nova formação inclui também novas cores e dimensões na música de Tord – através da sensibilidade de alguns dos mais intrigantes instrumentistas da vibrante e ecléctica música folk escandináva, música das Caraíbas, gospels e impressionismo – tudo transformado e integrado numa universo diferente e original.

Tord Gustavsen PIANO
Jarle Vespestad Bateria
Mats Eilertsen Contrabaixo
Tore Brunborg saxofone

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

A Arte de Liszt

Teresa Cardoso de Menezes Soprano
António Rosado Piano
Musica Erudita
26 de Fevereiro, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 8 euros
M/3
Duração: 70 m
http://www.teresacardosomenezes.com/
http://musicaclassica.home.sapo.pt/rosado.html

Neste concerto a soprano Teresa Cardoso de Menezes actuará ao lado de um dos grandes pianistas portugueses da actualidade, António Rosado, apresentando em duo Canções de Victor Hugo e Os Sonetos de Petrarca, e a Piano Solo obras dos Années de Pèlerinage, num programa inteiramente dedicado a Liszt, onde o virtuosismo pianístico e o lirismo vocal, darão uma dimensão particularmente especial, do que foi o génio deste compositor.”

La Musica de Marguerite Duras

Marguerite Duras escreveu “La Musica” em 1965, é uma das suas primeiras peças de teatro. As vozes do casal separado não nos largam. A própria Marguerite Duras não as podia esquecer e escreveu uma nova versão “La Música Dois” 20 anos mais tarde, para que o casal se pudesse encontrar de novo. Com interpretação de Carla Maciel e Manuel Wiborg
Teatro
20 de Fevereiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/12
Duração: 90 m
Um casal encontra-se depois de dois anos de separação para assinar os papéis de divórcio. Têm que passar a noite num hotel de província, aliás o mesmo hotel em que passaram os primeiros tempos de casados enquanto esperavam pela construção da sua casa. Passam a noite a analisar o momento em que a paixão se transformou em dor e sofrimento. O amor não resistiu à vida de casados.
ELA: Sabe, se cada história tem a sua lei própria... e eu creio que sim... se cada... casal tem a sua maneira de ser... e eu acredito... nunca deveríamos ter ido para a nossa casa... instalar-nos... devíamos ter ficado aqui no hotel.
ELE, mesmo tom: Viver aqui, no hotel... Ir de um hotel para outro... como quem se esconde?... como...
ELA: Talvez.
Silêncio. Explosão surda. "Como dois amantes" era o que ele queria dizer.
ELA: Não está de acordo?

Tradução Maria Velho da Costa
Interpretação Carla Maciel e Manuel Wiborg
Encenação Solveig Nordlund
Cenografia e figurinos Ana Paula Rocha
Luz Carlos Gonçalves
Música Pedro Marques

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

80309 espectadores em 2009

A Cultura não é património individual. É colectivo. A verdadeira Democracia dá oportunidade aos seus cidadãos de se desenvolver, incentiva a ambição e acção individual, potencia seu sentido crítico e interpretativo.
A CASA das ARTES de V.N. Famalicão registou, em 2009, um aumento de 3% espectadores, relativamente ao ano 2008, passando de 77930 para 80309.
Gostaríamos de agradecer de forma individual e personalizada mas, tal não é possível. Por isso, agradecemos a todos o vosso carinho, atenção e preferência.
OBRIGADO !

Concerto de Richie Havens cancelado

Vimos por este meio informar que o Richie Havens cancelou a mini tournée Ibérica que passava por Portugal a 5 e 6 de Fevereiro próximo, na CASA das ARTES de Vila Nova de Famalicão e no Centro Cultural de Ílhavo, respectivamente, alegadamente por “assuntos familiares”.

Quer a Big Mamma, quer as duas salas supra citadas declinam qualquer responsabilidade neste cancelamento, tendo cumprido escrupulosamente o contratualizado com a agência que representa mundialmente o artista – No caso a Roots Agency com sede em NJ, EUA.