segunda-feira, 16 de abril de 2007

MACHINE LYRIQUE – Anabela Duarte


kurt Weill / Boris Vian
18 de Maio, sexta-feira, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m


Este disco/concerto apresenta canções possíveis e impossíveis de Kurt Weill e Boris Vian. Canções possíveis porque fizeram parte (relativamente) do mainstream musical do séc. XX e ambos os autores aproveitaram esse facto para se divertirem, divertindo....parodiavam o meio musical e cultural pós-guerra tanto europeu como norte-americano. Canções impossíveis porque muitas delas não eram socialmente nem políticamente correctas. È o caso de Le Deserteur ou de Je bois, de Vian, de Bilbao Song ou de Complainte de La Seine, de Weill, presentes neste disco. Vian adaptou muitas canções de Weill para a língua francesa e, inversamente, adaptou o francês às suas próprias canções....como a Blouse du Dentiste que era, afinal, Le Blues du dentiste.
A glossomania típica de Vian encontra também eco em Weill que usa a cultura e a linguagem populares para enaltecer algumas figuras do "underground" citadino como, por exemplo, as prostitutas (J'attends un Navire), ou os marinheiros (Surabaya,Johnny), também incluídos neste disco. O escritor e trompetista Boris Vian é um ser complexo, artista múltiplo e suficientemente ecléctico para perceber a existência de uma estranha e fina harmonia entre todas as coisas. O mesmo sucede com Weill, cuja passagem por Paris e USA o levou a desenvolver um idioma modernista pós-iluminado, ou seja, uma linguagem característica do 'fazedor' (a la Duchamp). Com a mente aberta aos variados estímulos criativos, independentemente de géneros e formas mas, simultaneamente, um atento conhecedor dos mesmos. Encorajando, desta forma, uma ética e uma praxis de vida empenhadas e não gratuitas.

Voz ANABELA DUARTE
Piano IAN MIKIRTOUMOV

sexta-feira, 13 de abril de 2007

WILLIAM SHAKESPEARE – MACBETH
Teatro
11 e 12 de Maio , sexta e sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 12 euros
M/12
Duração 150 m com intervalo

Três bruxas encontram-se com Macbeth e Banquo, generais escoceses, que regressam vitoriosos a casa. Ao exaltarem Macbeth com promessas de grandeza e revelações proféticas, as bruxas despertam nele uma ambição destemperada. As forças malignas e encorajamento de Lady Macbeth levam-no a matar o rei enquanto este dorme hospedado em sua casa. Este acto brutal é o primeiro de uma série de assassínios, que incluem a mulher e filhos do nobre Macduff. Na sequência destes crimes Macduff destrói Macbeth, reorienta o poder, e avançando com a armada escondida pelas árvores, símbolos de vida, passa o poder para o seu legítimo sucessor e futuro rei. “Macbeth” é um retrato um homem cujo declínio faustiano faz dele vítima de si próprio e vitimizador de todos os que se lhe opõem. A sua verdadeira tragédia é a incapacidade do protagonista voltar atrás, refazer o seu percurso e consciente desta incapacidade, submerge a honra até que o seu fim sangrento o liberta na morte. “Macbeth” é um retrato um homem cujo declínio faustiano faz dele vítima de si próprio e vitimizador de todos os que se lhe opõem. A sua verdadeira tragédia é a incapacidade do protagonista voltar atrás, refazer o seu percurso e consciente desta incapacidade, submerge a honra até que o seu fim sangrento o liberta na morte.

Macbeth, de William Shakespeare (1564-1616)

Pelo modo como é obrigada a concorrer com a sua própria lenda, esta peça só conhece outras duas que se lhe podem comparar, do mesmo autor: Hamlet e Romeu e Julieta. As paixões que estão em cena tornam-nos a todos cúmplices e críticos dos Macbeth, o casal de nobres capazes de matar o seu rei.

Há qualquer coisa na vontade daqueles dois que nos faz sentir repelidos e atraídos por eles. O que os levou a matar? O que queriam eles verdadeiramente, com o seu crime tão arriscado? Que força têm as feiticeiras deste drama sobre aqueles que as ouvem? Vem de dentro ou de fora de nós, o impulso para o mal?

Uns vêem na peça um retrato da ambição política na sua forma mais primitiva; outros, uma fábula sobre a irracionalidade do mal, ou sobre o encontro com os limites quase visíveis da vida e da morte, e sobre os poderes negativos e positivos da nossa ânsia de sobrevivência; outros ainda um braço de ferro entre as forças do feminino e do masculino, que transcende os motivos mais aparentes da fábula histórica.

Tal como Macbeth, todos temos a angústia de saber mais sobre a nossa vontade. Queremos saber quem governa. Se temos nós a primazia, ou os outros, que nos fazem frente, pela força ou pelos afectos. Ou outras forças ainda, que desconhecemos em nós, ou nos cercam. Vivemos por nós, ou somos vividos por forças que nos empurram a cada escolha? E esse saber, de que nos serviria, na hora de julgarmos os nossos actos?


FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Texto: William Shakespeare
Encenação: Bruno Bravo
Tradução e Adaptação: Fernando Villas-Boas
Cenografia: Stephane Alberto
Figurinos: Paulo Mosqueteiro
Música: Sérgio Delgado
Desenho de Luz: José Manuel Rodrigues

Interpretação:
Anabela Brígida--------------- 3ª Bruxa Rapaz (filho de Lady Macduff) 3º Matador Coro
António Rama------------------ Duncan Banquo Velho Senhor
Bruno Simões------------------ 2ª Bruxa Seyton Coro
Cristina Carvalhal------------- 1ª Bruxa Fleâncio (voz) e Lady Macduff 2º Matador Coro
Diogo Dória--------------------- Macduff Coro
João Lagarto-------------------- Macbeth
Sérgio Praia-------------------- Malcom Coro
Valerie Braddell--------------- Lady Macbeth

quarta-feira, 11 de abril de 2007

STUART ROBERTSON + MAZGANI AO VIVO!



Alternative / Jazz / Folk/ Indie
10 de Maio, Quinta-feira, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 100 m

Stuart Robertson:

Ainda em Novembro do ano passado o tivémos por cá. Nessa altura (Festival para Gente Sentada), Stuart Robertson já nos presenteou com alguns dos temas presentes no seu novo disco World Figured Out com distribuição no nosso país a cargo da naked (nkd) a partir de meados de Abril. Tanto este World Figured Out como o anterior, The Furthest Shelter só se encontram disponíveis em Portugal e Inglaterra.

www.myspace.com/stuartrobertsonmusic ou http://www.naked.pt/

Irão. Portugal. França. Três países diferentes em si nas suas gentes e música. Mas todos eles têm um elemento comum sem o saberem: Mazgani.

Shahryar Mazgani é filho de pais iranianos radicados em Portugal, mais propriamente em Setúbal. Desde há muitos anos tem como hobby principal a música, a sua música. E foi esta que o levou até França. Até à revista Les Inrockputibles, até à lista final dos vinte novos músicos europeus em ter atenção num futuro próximo. Isto foi em 2005.

Em 2007, acabam as gravações do primeiro álbum e começam os concertos de apresentação. Em Outubro, sai ao público o disco.

terça-feira, 10 de abril de 2007

ZAPPA _ Low Budget Research Kitchen - - TRIBUTO a FRANZ


Other / Jazz / Rock
5 de Maio, sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 90 m

Projecto dedicado exclusivamente à música de Frank Zappa, cuja obra, para além de invulgarmente extensa e extraordinariamente multifacetada, possui ainda várias outras características que a tornam única no panorama musical da segunda metade do séc. XX.

É uma arte que, se por um lado promove a fusão de várias estéticas, se mantém equidistante de todas elas, revelando uma originalidade absolutamente avessa a quaisquer escolas, movimentos artísticos ou outros academismos.

A reinvenção constante a que Zappa sujeitou a sua música ao longo da sua carreira, mostra-nos que ela é sempre susceptível a interpretações renovadas, a orquestrações alternativas, a novos pontos de vista sobre uma composição pré-existente, levando à letra a célebre frase de Edgard Varèse, que Frank Zappa em várias ocasiões fez questão de citar:
"The present-day composer refuses to die".

Formado com base num octeto instrumental, os Low Budget Research Kitchen apresentam a sua versão .01 do universo musical Zappiano.

Em tempo de formatos e enlatados, retomar a música de Frank Zappa é um exercício de desobediência civil e uma espécie de serviço público. Bem haja o Zappa Low Budget Research Kitchen. CARLOS T

LOTO em frequência maxima


Rock Electrónico
4 de Maio, sexta-feira, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m

A história é simples… São 3 amigos de Alcobaça que formaram uma banda quando tinham 17 anos! Os Loto! Parecia simples e fácil. Fazer música e tocá-la.
Ricardo Coelho (voz), João Tiago (sintetizadores, piano e programações) e João Pedrosa (bateria). .
Depois de fazer circular uma K7 em meios ultra restritos, a banda decide partir para a gravação de o EP 'Swinging on a Star' em 2001. Em 5 canções apontam-se caminhos para o futuro e surge 'Good Feeling', o primeiro single dos Loto.
Em 2004 que a banda lança o seu primeiro disco 'The Club'. Produzido pela banda e por Armando Teixeira e masterizado por Nilesh Patel, Back to Discos torna-se o rosto desse disco e um êxito imediato, n1 do top airplay em mais de 20 rádios nacionais. Durante 2004 e 2005 os Loto passam de banda de Alcobaça para uma promessa da nova música nacional e tocam mais de 60 concertos entre os quais festivais consagrados.
Depois do 'hype', o retiro. Durante 8 meses entre Outubro de 2005 e Julho de 2006 a banda retira-se para o estúdio 101 e grava entre Alcobaça-Costa Nova-Manchester as 13 faixas que compõem o novíssimo 'Beat Riot'. O 5 elemento deste 'Beat Riot' é Roger Lyons que já trabalhou com nomes entre os quais Lionrock, The Chemical Brothers ou The Stone Roses e co-produz, mistura e masteriza. Os outros dois elementos são os já habituais músicos 'live' dos Loto, no baixo Davide Silva e na guitarra Vasco Duarte. De salientar também a presença em 3 temas de dois ícones da pop internacional. Em 'Cuckoo Plan' e 'Beat Riot', o som único do baixo de Peter Hook (Joy Division/New Order) e em 'Golden Boys' a guitarra de Del Marquis, membro da banda nova-iorquina Scissor Sisters.

http://www.loto.cc/ http://www.frequenciamaxima.com/

Aqui Há Quelque Chose


Artes Perfomativas (música, poesia, arte circense ….)
2 de Maio, Quarta-feira, 22h00, Café Concerto.
Entrada: livre
M/3
Duração 90

“O amor é o gosto da prostituição. Nem existe prazer nobre que não possa reconduzir-se à prostituição.
Num espectáculo, num baile, cada um frui todos.
O que é a arte? Prostituição.
O prazer de estar nas multidões é uma expressão misteriosa do gozo da multiplicação do número.
Tudo é número. O número está em tudo. O número está no indivíduo. A embriaguez é um número.”
Baudelaire

O “Aqui há quelque chose” é um espectáculo de artes performativas, que vai de expressões tão diversas como as artes circenses, poesia, música, expressão dramática, voz e afins vocais, vídeo, multimédia, podendo englobar qualquer tipo de acção artística. Este espectáculo nasce de um conceito de palco aberto, ao estilo dos artistas de rua que se concentram num local e que vão fazendo pequenas performances, actuando em diversos espaços urbanos e rodando o chapéu.
Durante 2 meses, estivemos abertos a inscrições para poderem participar neste espectáculo todos aqueles que gostariam de se ver associados a este projecto. Convidamos artistas de variadas áreas.
Eis o que edificamos. Pelo amor a quelque chose.

Exposição de Pintura José Maia



Título da exposição José Maia H20 anos de Pintura

Foram 15 anos em Inglaterra exclusivamente dedicados á pintura, com visitas frequentes a Portugal alternadas com visitas a Itália, França, Bélgica Holanda, Escócia, Espanha e Estados Unidos.
A continuidade e a ruptura com a tradição ocidental foram duas forças contraditórias com que José Maia sempre se confrontou.
José Maia sempre teve um enorme fascínio por imagens e um grande entusiasmo pela pintura.

Actualmente o José Maia lecciona Pintura, Estudos de Arte e Técnicas de Produção Artística no Instituto Politécnico de Tomar.

Recentemente expôs na Galeria Graça Brandão um conjunto de telas que intitulou de "Paisagens" cujo tema é o ambiente.
Vencedor da 1ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Aveiro

Esta exposição na Casa das Artes de V. N. de Famalicão reúne pinturas representativas das várias fases do percurso. Aqui estão representados 20 anos de carreira, 20 anos de Pintura.

De 4 a 31 Maio no foyer da Casa das Artes

quinta-feira, 5 de abril de 2007

BANGGURU


Electro / Pop / Trip Hop
28 de Abril, sexta-feira, 22h30, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m

Fundados em 2004 pelo mentor do projecto, João Pico (ex.-Ghost in the Machine), os BANGGURU foram criando e trabalhando num reportório que deu origem a um disco que se baseia essencialmente no rock e na electrónica. Os BANGGURU podem definir-se como um projecto de música e audiovisual. Com este seu primeiro trabalho, homónimo, este projecto junta vozes, guitarras, programações e samplers para a criação de alguns "imaginários reais", como o de tentar conseguir redefinir o estilo electro - não só por adição de samplers, de ritmos frenéticos e suficiente loucura.

Quem já ouviu diz que vai ser a "next big thing" do mercado discográfico nacional,e quem sabe internacional - algumas labels americanas e alemãs já pretendem temas da banda para editar em compilações no estrangeiro.

“Cruzamento de trip-hop com ‘Madchester’, arranhar rock, voz de graciosidade e agudo sentido pop (…) tudo, portanto, aconselhável” Blitz“pop electrónica recheada por elementos lounge ou até étnicos (…) Realce para a colecção de dez videos que acompanham o album” DN

Mundo Cão


Rock
27 de Abril, sexta-feira, 22h30, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/mundocao

Pedro Laginha (actor, que vimos no papel de Pedro na mais recente produção da RTP "Inês" ou que ouvimos na voz do Leão "Alex" em "Madgascar", em “Alta Fidelidade”, na SIC e em outras produções de televisão e teatro) colaborara já com os Mão Morta, de Miguel Pedro, no "Clip" de "Cão da Morte" e posteriormente em alguns temas do último álbum dos mesmos ("Gumes" com Adolfo Luxúria Canibal, e coros em "Estilo" e "Vertigem"). Dessas, muito positivas, colaborações, sobressai a disposição de se fazer "algo mais"...
O esboço dos Mundo Cão nascia muito provavelmente por esta altura...
Os MUNDO CÂO são Um projecto rock (dito de forma abrangente e descomplexada sem a procura de rótulos tão em voga hoje em dia). Sem veleidades a ser fenómeno de popularidade os MUNDO CÃO pretendem acima de tudo a consolidação do seu projecto alicerçado qualidade dos temas.
O primeiro trabalho, gravado nos estúdios de Mário Barreiros, tem saída prevista para 19 Março, e conta com a experiente produção de Nelson Carvalho (Mão Morta, Blind Zero, Clã, etc...) e dos próprios Mundo Cão

Os MUNDO CÃO são:
Pedro Laginha (vozes), Miguel Pedro (bateria), Vasco Vaz (guitarra), Budda (guitarra), Duarte Nuno (baixo).

A imagem e o reconhecimento dos músicos junto dos mais atentos observadores do mundo da musica portuguesa é já um capital inalienável. Às cara conhecidas da sociedade juntam-se as caras reconhecidas por um publico fiel à…boa musica…srªs e srºs os MUNDO CÃO…

FREI FADO D’EL REI – Apresentação do novo trabalho “Senhor Poeta”, Homenagem a Zeca Afonso


Comemoração do 25 de Abril
25 de Abril, quarta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m

Os Frei Fado d’el Rei, apresentam o seu novo trabalho, “Senhor Poeta”, com 15 temas de José Afonso, numa homenagem a propósito do 20º aniversário da sua morte.

Este disco constitui a oportunidade de abordar também os poetas nos quais o grande mestre se inspirou e cujas obras ele musicou. É o caso de “Senhor Poeta”, belíssimo poema de Manuel Alegre, fonte e inspiração para o título desta obra, fazendo uma aproximação ao conceito do poeta que canta outros poetas.
O disco tem um registo limpo de modo a manter-se fiel ao espírito que José Afonso criou para as suas obras e a música e a linguagem aparecem ligadas por grandes laços de afinidade.

Em 1994, os Frei Fado d’el Rei, já tinham participado no disco de homenagem a José Afonso "Filhos da Madrugada".
José Afonso é uma fonte de inspiração deste grupo, e os Frei Fado D’el Rei numa sincera e sentida homenagem a este cantor / autor, apresentam uma abordagem da obra artística de José Afonso relevando a sua vertente poética, quiçá relativamente subestimada em relação à componente política.

Inclui 14 temas originalmente compostos por José Afonso a partir de poemas seus e alguns dos mais conhecidos poetas portugueses, tal como “Comboio Descendente”, um poema cantado de Fernando Pessoa ou ainda “Verdes São os Campos” de Luís Vaz de Camões (sendo este último, um tema nunca antes regravado por outro grupo).

terça-feira, 3 de abril de 2007

Pedro Carneiro & Cuarteto Latino Americano






Quarteto de Cordas & Marimba
Música da América Latina e Península Ibérica
Duas Culturas em Confronto
Música Erudita/Percussão
24 de Abril, terça-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 90 m

www.cuartetolatinoamericano.com
www.pedrocarneiro.com/

Pedro Carneiro Percussionista, compositor e chefe de orquestra. Estudou em
França, Inglaterrra e Itália com David Corkhill, Leigh Howard Stevens e Emilio
Pomàrico. Aclamado internacionalmente como um dos maiores percussionistas da
Actualidade e um caso sério no difícil mundo dos intérpretes solistas, Pedro
Carneiro é no sentido mais alargado do conceito, uma figura ímpar da nossa
Música contemporânea à qual ninguém pode ficar alheio. Tendo desenvolvido uma intensa actividade como solista convidado em inúmeras orquestras e festivais Internacionais, Pedro Carneiro tem visto as suas capacidades interpretativas serem aplaudidas pelos quatro cantos do mundo em peculiares interpretações de
Morton Feldman, Steve Reich, Elliot Carter, ou até mesmo de Xenakis. Como se tal não bastasse, é ainda capaz de fazer brilhar a mais ínfima subtileza de uma pauta de Bach, Schumann ou Debussy! Para além das suas virtudes de intérprete, é também um excelente criador que não pára de nos surpreender com as suas múltiplas associações à electrónica, tanto em Portugal como no estrangeiro.

O Cuarteto Latinoamericano foi fundado em México em 1981, e dois anos mais tarde foi lhes concedido o prémio superior da associação nacional dos críticos de música do seu país. Desde a sua formação, quarteto tem revelado uma extraordinária qualidade musical, mantendo um percurso sempre em crescendo, colocando-se entre os melhores quartetos de cordas do mundo. Ao longo dos anos foi sendo conhecido o seu trabalho, a sua qualidade técnica, a sua interpretação e arte, nas muitas gravações e nos muitos concertos realizados na América do Norte e Sul, Europa central e Escandinávia.
Os membros do grupo são: violinistas Saul Bitran e Aron Bitran, violista Javier Montiel, e violoncelista Alvaro Bitran.
O quarteto colabora algumas figuras internacionais como o violonista Janos starker, guitarristas Narciso Yepes e Sharon Isbin, pianistas Santiago Rodriguez, Cyprien Katsaris e Rudolph Buchbinder, e tenor Ramon Vargas e o maestro Eduardo Mata.
O Cuarteto Latinoamericano gravou a maioria dos quartetos existentes para cordas dos compositores mexicanos, do reportório tradicional de Ravel, de Dvorak, Borodin, Gershwin, e Puccini. Gravaram, pela primeira vez em registo digital, os quartetos de Heitor Villa-Lobos. Foram nomeados, em 2002, para o Grammy da mais melhor gravação de música de Câmara.
O Cuarteto Latinoamericano é quarteto residente na universidade do Carnegie-Mellon em Pittsburgh, Pensilvânia (EUA) desde 1987. São também o quarteto residente no Instituto Nacional de Belas Artes na Cidade do México.
E no Festival da Música de Câmara de San Miguel de Allende no México.

PEACE REVOLUTION


Experimental/Electrónica/Indie
20 de Abril, sexta-feira, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
www.peacerevolution.net


Uma festa pacífica e altruísta dedicada à revolução e à anarquia com uma banda a condizer! Os Peace Revolution assumem uma mistura entre ambientes eléctricos, rock e étnicos, e não se consideram nem clássico s nem vanguardistas, orgulhando-se de existir numa zona ambígua entre o analógico e o digital. O mesmo se passa em relação às línguas usadas nas canções: uma pitada de francês, uma baforada de português, à mistura com muito inglês!O Apelamos a toda a população que compareça em peso nesta celebração, a fim de fumar um cachimbo da paz em nome de um mundo melhor!

domingo, 25 de março de 2007

“SUA EXCELÊNCIA, O CANDIDATO” com Reynaldo Gianecchini, o galã brasileiro da actualidade. Estreia nacional


Teatro comédia
18 a 21 de Abril, quarta-feira a Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 20 euros
M/12
Duração 90 m

Vinte anos após a sua estréia em São Paulo, Sua Excelência, o Candidato, a comédia política de Jandira Martini e Marcos Caruso, retorna aos palcos trazendo o astro Reynaldo Gianecchini como o atônito e encantador Orlando, o despreparado candidato a um cargo eletivo, a montagem dirigida por Alexandre Reinecke, tem ainda no elenco Norival Rizzo, Wilson de Santos, Paulo Coronato, Tania Casttello, Lara Córdula e Massayuki Yamamoto.

A peça desvenda os bastidores da politicagem brasileira, expondo a verdadeira face do poder. Sua Excelência, o Candidato estreou em 1985 e ficou quatro anos em cartaz, garantindo a Jandira e Caruso o Prêmio Molière de melhor autor de 1986, na primeira vez em que o troféu foi entregue a autores de comédia.


O conflito central envolve um jovem candidato a um cargo público, Orlando (Reynaldo Gianecchini), cuja amante, Laura (Lara Córdula) é esposa de Ezequiel (Paulo Coronato), o chefe político que será responsável pela sua escolha. Junte-se a isso uma mãe solteira, Marli (Tânia Casttello) que dez anos depois de conceber vem reclamar seus direitos do pai da criança, o possível candidato. Para culminar, acrescente-se um porta-voz bajulador, Atos (Norival Rizzo), um mordomo-travesti, Eurípedes (Wilson de Santos) e um japonês, Kagashima (Massayuki Yamamoto), líder sindical dos hortifrutigranjeiros de Cotia.

– Ficha Técnica

Texto de Jandira Martini e Marcos Caruso / Elenco: Reynaldo Gianecchini, Norival Rizzo, Wilson de Santos, Paulo Coronato, Roseli Silva, Lara Córdola e Massayuki Yamamoto / Direção: Alexandre Reinecke / Assistente de direção: Vera Mancini / Cenografia: Fábio Brando / Figurinos: Susana Saldanha / Iluminação: Mario Martini / Programação Visual: Marcelo Aflalo / Fotografia: Paulo Torma/ Direção de Produção: Renata Alvim / Realização: Cult Empreendimentos

TIM (XUTOS) – “Um e o Outro" ao Vivo


Rock
14 de Abril, Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m

Quando falamos de TIM é impossível dissociá-lo dos Xutos e Pontapés uma das maiores bandas de rock nacionais. No entanto, este excelente compositor e letrista, envolveu-se em projectos de grande sucesso como: RIO GRANDE ou CABEÇAS NO AR. Quem não se lembra do mega sucesso de “Postal dos Correios”, (Só para citar um), tema que andou na boca de Portugal inteiro.

Paralelamente aos Xutos, TIM já editou dois álbuns em nome próprio: “Olhos Meus” e “Um e o Outro”. É precisamente neste último trabalho que mais uma vez se destaca “Fado Do Encontro”, uma belíssima canção interpretada a duo com a maior embaixadora da música portuguesa. Estamos a falar de MARIZA.

TIM, vai subir ao palco na Casa das Artes de Famalicão fazendo-se acompanhar nesta aventura a solo por excelentes músicos, são eles:

JOÃO CARDOSO (Teclados)
PEDRO GONÇALVES (Baixo)
ALEXANDRE FRAZÃO (Bateria/Percussão)

VOU MUDAR A COZINHA – Estreia Nacional na CASA das ARTES de V.N. Famalicão


Espectáculo Teatro / Concerto.
A partir de Lábios em Lava, Madrugada do livro E se amanhã o medo e do texto inédito Vou mudar a cozinha, de Ondjaki

13 de Abril, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/16
Duração 60 m

Direcção artística e encenação - Ana Luena - Música e interpretação musical ao vivo – ANA DEUS - Interpretação - Sandra Salomé - Desenho luz – Cláudia Luena - Direcção técnica e desenho de som - LUÍS TERNOS - Fotografia – ANA PEREIRA - Produção – Susana Lamarão / Teatro Bruto
Este espectáculo surge integrado na programação do Teatro Bruto para 2007 - Produção de 3 projectos individuais a partir dos contos e do universo do escritor angolano Ondjaki.
A proposta para “Vou mudar a cozinha” é um trabalho a partir da selecção de 3 contos do escritor Ondjaki em que o fio condutor é a personagem Mulher e a solidão. Três contos, três personagens, interpretadas por uma actriz e por uma cantora. Numa fusão entre o teatro e a música pretende-se criar um universo feminino e íntimo, explorando as sonoridades das palavras, o movimento dos corpos e a imagem, num espectáculo que se quer sensorial.
(…) O mundo parece apagado quando a mulher sentada dentro de uma casa vê o mundo que é simplesmente mundo e o sente como apagado. Essa mulher tem um cigarro apagado na sua boca seca. Essa mulher tem um contencioso com a sua cozinha. Ou algo mais. (…)
[Ondjaki in “Vou mudar a cozinha”]

terça-feira, 20 de março de 2007

Missa Requiem em ré m KV626 de W.A. Mozart - A simplicidade da perfeição


Concerto de Páscoa – Celebração da Semana Santa
Música coral sinfónica
4 de Abril, quarta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/3
Duração 90 m

Wolfgang Amadeus Mozart nasceu a 27 de Janeiro de 1756 em Salzburg, na Áustria. Desde muito novo demonstrou uma aptidão especial para a música, que se revelou em toda a sua plenitude aos 11 anos, quando compôs o seu primeiro concerto.

Do seu espólio constam, entre outras, 41 sinfonias, 27 concertos para piano, concertos para violino, trompas, flauta, oboé, clarinete e fagote, uma sinfonia concertante para violino, viola e orquestra e outra para quatro instrumentos de sopro e orquestra, 17 divertimentos, 13 serenatas, mais de cem minuetos, marchas e outras peças para dança.

Da música vocal composta fazem parte 19 missas (incluindo o Requiem), cantatas, vésperas e uma dezena de obras corais e orquestrais menores, 24 óperas e outras obras para o palco, 12 árias de concerto, a cantata Exultante, Jubilate e várias peças menores para voz solista e orquestra. Até à data da sua morte em 1791, Mozart nunca parou de compor.
O Requiem de Mozart é a mais célebre missa fúnebre de todos os tempos.Impressionante pela sua nobreza, beleza dos temas e densidade. Foi a última criação de Mozart que encarnou esta encomenda como uma premonição da sua própria morte. A verdade é que este faleceu mesmo antes de terminar a obra e o Requiem, finalizado pelo seu discípulo Franz Xavier Süssmayer, acabou por ser a sua missa fúnebre

Ciclo de Música Erudita por Jovens Famalicenses


L.V. Beethoven - Concerto nº3 de em Dó Menor
Piano: Nuno Marques
Orquestra do Norte

1 de Abril, Domingo, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 EUROS
Produção: Casa das Artes V.N. Famalicão
Apoio: Câmara Municipal de V.N. Famalicão/ e Fundação Cupertino de Miranda
M/3
Duração 70 m


Nuno Miguel da Silva Marques nasceu em 1981 e iniciou aos 5 anos os seus estudos de piano. No Centro de Cultura Musical estudou, entre outros, com o professor José Alexandre Reis, com quem concluiu o curso de piano com a classificação máxima permitindo-lhe, como aluno premiado, tocar com a solo com a Orquestra Artave (Chopin n1).
Em 2000, após terminar o Conservatório foi aceite na Guildhall School of Music and Drama- Londres onde estudou piano com Artur Pizarro e Caroline Palmer. Completou a licenciatura (Bmus Honours) em 2004, ano em que ingressou no Royal College of Music.Terminou recentemente o Mestrado em Performance com Niel Immelman.
Participou em cursos e masterclasses com Irina Zaritzkaya (Gijon), Joel Bello Soares (95-00), Tsiala Kvernadze (Oviedo, 96-02), Vitaly Margoulis e Lazar Berman (Weimar). Apresentou-se a solo em várias cidades de Portugal, Espanha, Alemanha e Inglaterra.
É membro fundador do Trio Vianna da Motta, formado em 2001, tendo gravado em 2002 o seu 1º CD com obras de Schumann, Haydn, El-Turk e Piazzolla. Estudou música de câmara com Stefan Popov, Vellinger e Takaks Quartet, Florestan Piano Trio, Bernard Greenhouse (Beaux Arts Piano Trio) e Alexander Rudin. O Trio Vianna da Motta apresentou-se em público em várias cidades de Portugal, onde actuaram para o Presidente da República e o Primeiro-Ministro e também em Inglaterra onde se apresentaram em St-Martin-in-the-Fields. O Trio foi obteve uma Menção Honrosa no Prémio Jovens Músicos, edição 2003.
Os seus estudos foram apoiados pela Fundação Gulbenkian e pelos Amigos da Música- Centro Cultural S. Lourenço

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Exposição de Pintura Nadir Afonso - Retrospectiva de carreira


De 3 de Março a 30 de Abril no foyer da Casa das Artes
http://www.nadirafonso.pt/

Nadir Afonso nasceu em Chaves em 1920.
Diplomou-se em Arquitectura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto.
Em 1946, estuda pintura na École des Beaux-Arts em Paris, e obtém por intermédio de Portinari uma bolsa de estudo do governo francês e até 1948 e em 1951 colaborador do arquitecto Le Corbusier e serviu-se algum tempo do atelier Fernand Léger.
De 1952 a 1954, trabalha no Brasil com o arquitecto Oscar Niemeyer.
Nesse ano, regressa a Paris, retoma contacto com os artistas orientados na procura da arte cinética, desenvolvendo os estudos sobre pintura que denomina "Espacillimité".
Na vanguarda da arte mundial expõe em 1958 no Salon des Réalités Nouvelles "espacillimités" animado de movimento.
Em 1965, Nadir Afonso abandona definitivamente a arquitectura; consciente da sua inadaptação social, refugia-se pouco a pouco num grande isolamento e acentua o rumo da sua vida exclusivamente dedicada à criação da sua obra.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Final do Festival Arena Rock na CASA das ARTES de Famalicão


31 de Março, Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: livre
Apoio: Pelouro da Juventude da C. M. Famalicão
Site Oficial:http://www.arena-rock.com/

Feito a pensar no panorama musical português actual, Arena Rock é um concurso de bandas distribuído por quatro eliminatórias mais uma final, cujo prémio, mais expressivo, é a presença na edição 2007 do Festival Vilar de Mouros.
O Arena Rock será acolhido em quatro espaços diferentes da zona Norte do país, com a presença de quatro bandas por cada espaço, durante o período de 17 de Fevereiro a 31 de Março.
Qualquer banda nacional e internacional, independentemente de ter ou não registo discográfico, pode participar. Durante a sua performance, a banda estará sujeita à votação do público e de um júri convidado constituído por três caras conhecidas do mundo da música. Blunder, Mesa, Loto e Blind Zero são as bandas convidadas a apadrinhar o Arena Rock.
Em breve será feita a divulgação de mais padrinhos do Arena Rock. A imprensa oficial está também diligenciada. As rádios universitárias .. Rádio Universidade de Minho (RUM), Rádio Universitária do Coimbra (RUC) e Rádio Universitária do Algarve (RUA) .. asseguram a promoção do Arena Rock, a par do programa Portugal no Coração da RTP. Todas as bandas participantes no evento recebem assim destaque em cada um destes meios de comunicação.
As 16 bandas seleccionadas para o Arena Rock, bem como as datas e os locais de cada eliminatória serão anunciados a 10 de Fevereiro de 2007, pelas 21h30, na Fnac do Norteshopping.

YSGA - YOU SHOULD GO AHEAD no Café Concerto


New Wave / Garage / Rock
30 de Março, sexta-feira, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 7 euros
M/10
Duração 90 m
www.myspace.com/ysgaBanda seleccionada para actuar no maior festival de música do mundo: SOUTH BY SOUTHWEST MUSIC 2007, no próximo mês de Março, em Austin - Texas, EUA. O SXSW Music é o Festival responsável por mostrar ao mundo os novos valores da música, destacando-se nos últimos anos o aparecimento de bandas como os Franz Ferdinand, She Wants Revenge, Artic Monkeys, We Are Scientists, Ok GO, etc… A edição de 2006 contou com a participação de dezenas de artistas, entre festas, entrevistas, showcases e concertos. “Os YSGA projectam um rock animado a heranças captadas na escola pós-punk de finais de 70, referências dos Gang ou Four e Wire evidentes num conjunto de canções que se enquadram perfeitamente num quadro novo rock (…) Estão no tempo certo com o tempo certo, e com a melhor capa que a pop Portuguesa viu nos últimos anos.” – Nuno Galopim

Uma dupla de excelentíssima qualidade, que escolheu interpretar Mozart, Saint-Saëns, Ernest Bloch e Sarasate.

Recital de Violino e Piano
BRUNO MONTEIRO & JOÃO PAULO SANTOS
29 JUNHO, quinta-feira, 22.00, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros

BRUNO MONTEIRO Violino

Bruno Monteiro é considerado um dos mais afirmativos violinistas portugueses da sua geração. Nascido no Porto, foi aluno em Portugal de Carlos Fontes, em cuja classe concluiu o Curso Complementar de Violino com 20 valores. Paralelamente recebeu a orientação de Gerardo Ribeiro, com quem estudou particularmente em Chicago, nos Estados Unidos da América, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.
Licenciado em Música (Violin Performance) pela Manhattan School of Music de Nova Iorque com as mais elevadas classificações, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e do Centro Nacional de Cultura,
É Mestre em Música (Violin Performance) pelo Chicago College of the Performing Arts/Roosevelt University com 20 valores e honras académicas, como bolseiro do Ministério da Cultura/Gabinete das Relações Internacionais e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Galardoado nacional e internacionalmente, recebeu entre outros, o 1º Prémio Nacional de Violino do Concurso da Juventude Musical Portuguesa de Lisboa e foi um dos vencedores com a Menção Especial do Júri do Ibla Grand Prize International Music Competition em Itália.
No domínio do recital, apresenta-se com João Paulo Santos.
Tocou como solista com a Orquestra da Fundação Musical dos Amigos das Crianças de Lisboa, Orquestra da EPM de Espinho, Orquestra Musicare, Nova Orquestra de Câmara do Porto, Orquestra de Palma de Maiorca, Orquestra Clássica da Madeira e Orquestra Sinfónica Portuguesa.
Representou Portugal na Jeunesses Musicales World Orchestra, no naipe dos primeiros violinos, durante dois anos consecutivos. Integrado nesta orquestra, gravou ao vivo na Berlin Philharmonie, sob a direcção dos maestros Daniel Harding e Ole Kristian Ruud.
No estrangeiro, actuou em Espanha (Festivais Internacionais de Música de Cura e Artà), França, Itália, Holanda, Alemanha (Berlin Philharmonie), Dinamarca (Radio Danish Hall de Copenhaga), Filipinas, Malásia, Coreia do Sul e E.U.A (nomeadamente como solista na Casa Italiana Zerilli Marimò e no Carnegie Hall (Weill Hall) de Nova Iorque).


JOÃO PAULO SANTOS Piano

Nascido em Lisboa, concluiu o Curso Superior de Piano no Conservatório Nacional desta cidade na classe de Adriano Jordão. Trabalhou ainda com Helena Costa, Joana Silva, Constança Capdeville, Lola Aragón e Elizabeth Grümmer. Na qualidade de bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian aperfeiçoou-se em Paris (1979/84).
Depois de ter ocupado o cargo de Maestro Assistente do Coro do Teatro Nacional de São Carlos (1984), foi nomeado Maestro Titular (1990/2004). Actualmente é Director de Estudos Musicais e Director Musical de Cena do mesmo Teatro.
Desde 1990 que desenvolve também uma intensa actividade como chefe de orquestra, tendo-se estreado com The Bear (Walton), encenada por Luís Miguel Cintra, para a RTP. Seguiram-se Let’s Make an Opera (Britten), Help, Help, The Globolinks! (Menotti) na Culturgest, Sweeney Todd (Sondheim) no Teatro Nacional D. Maria II, Albert Herring (Britten), Neues vom Tage (Hindemith) e Le Vin herbé (Martin) no Teatro Aberto (2001).
Tem sido convidado a dirigir estreias absolutas dos compositores António Chagas Rosa, António Pinho Vargas e Eurico Carrapatoso.
No São Carlos dirigiu Renard e Les Noces (Stravinsky), The English Cat (Henze), Orphée aux enfers (Offenbach) e, em co-produção com a Culturgest, Hanjo (Hosokawa) em estreia em Portugal.
Na qualidade de pianista apresenta-se a solo, em grupos de música de câmara, acompanhando cantores, e em duo com a violoncelista Irene Lima desde 1985.
Do seu repertório destaca-se a interpretação da integral das Sonatas para piano e outros instrumentos de Hindemith.
Gravou vários discos, um dos quais com obras de Erik Satie e Luís de Freitas Branco (EMI Classics).
Foi galardoado com o Prémio «Acarte 2000» pela direcção musical de The English Cat.

Dia Mundial do Teatro / “AQUI NINGUÉM PERDE A CABEÇA POR UM BRAÇO”


T Zero e Primeiro Andar Associação Cultural
Teatro
27 de Março, Terça-feira, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/12
Duração 70 m

AQUI NINGUÉM PERDE A CABEÇA POR UM BRAÇO tem por foz a vida de dois irmãos, António e Fernando, e das suas quatro namoradas.
Os Dois irmãos, António e Fernando, vivem presos no seu apartamento, subjugados à super-protecção da mãe, que os trata pelos nomes de Anton e Wolfgang, respectivamente.
António, que sempre fora alheio à formação académica e desinteressado pelos estudos, é-nos apresentado como um “parasita”, um “desocupado” que passa os dias agarrado a uns binóculos, para espreitar a vida da vizinhança.
Fernando é formado em letras e surge como a antítese do irmão. Os seus rendimentos enquanto escritor são o sustento de toda família. Na verdade, aquilo que o seu irmão António vai narrando das suas observações do exterior é o alimento para a criação artística de Fernando. É neste antagonismo complementar das vidas de António e Fernando, na sua relação enquanto irmãos e nas relações que vão mantendo com as namoradas, que a acção se desenrola no sentido de uma busca comum pela sobrevivência.
No entanto, a vida destes dois irmãos é subitamente alterada no momento em que a mãe, vítima de cancro, os abandona e é internada num hospital. António e Fernando ficam aparentemente livres do jugo familiar, ainda que continuem reféns, não apenas da forte ligação à sua progenitora, mas também da dor proveniente do trágico acontecimento.


ENCENAÇÃO E DRAMATURGIA Fernado Moreira
APOIO DRAMATÚRGICO Jorge Louraço Figueira
INTERPRETAÇÃO Inês Mariana Moitas, Joana Figueira, José Nunes, Nuno Preto, Sara Costa, Sara Pinto Pereira
CENOGRAFIA E ADEREÇOS Ricardo Preto
FIGURINOS Helena Guerreiro
DESENHO DE LUZ Cláudia Valente
MÚSICA ORIGINAL Rui Lima, Sérgio Martins
FOTOGRAFIA DE CENA Sandra Preto
REGISTO DE VÍDEO E FOTOGRAFIA Ana Lúcia Cruz
DESIGN GRÁFICO Maria João Arnaud
PRODUÇÃO Pedro Leitão

2º Curso Internacional de Música

Cimús 2007

Dois Cursos de aperfeiçoamento musical: violino + violoncelo, de 25 a 28 de Março, Com Demitri. Ferschtman, Violoncelo e Keiko Wataya, violino, Professores do Conservatório Superior de Amesterdão.
A Inscrição pode ser feita na CASA das ARTES ou ARTEDUCA .

Concerto final a 28 de Março – Grande Auditório
Entrada: livre
Co. produção: CASA das ARTES de V.N. Famalicão/ARTEDUCA

Wanda Stuart - Êxitos Musicais da Broadway


24 de Março, Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: Livre
M/10
Duração 90 m

Cantora, Actriz, Bailarina, Apresentadora e mais recentemente Encenadora.
Dinamismo, Cor, Ritmo, Luz, Fantasia, Arte, Glamour são características de todas as suas apresentações, marcadas pela inovação e qualidade.
Com um curriculum invejável, Wanda Stuart já actuou nas mais importantes salas do país, em diversos espectáculos alguns deles transmitidos nos vários canais televisivos.
Só, em palco, ou acompanhada por outros artistas, já nos habituou à exuberância de todas as suas performances, únicas no nosso meio artístico.
Wanda Stuart idealizou um trabalho inovador, com uma forte vertente multimédia, conjugando a música, o canto, a dança e o vídeo., bem ao estilo dos Musicais da Broadway.

Conversas de Camarim - SIMONE DE OLIVEIRA E VÍTOR DE SOUSA Maestro: Nuno Feist


Música e Poesia
16 de Março, Sexta-feira, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: Livre
M/10
Duração 90 m

A divulgação dos poetas pode ser um exercício alegre e prazenteiro, não ficando confinado ao habitual “dizer” da poesia.
“Conversas de Camarim”, é um espectáculo para ser apresentado num espaço multicultural e intimista. Pretende que os 2 actores, acompanhados de um pianista, passem em revista histórias de bastidores, situações cómicas e dramáticas, vidas atrás dos palcos.
Destas conversas vão saindo estórias ilustradas por poemas ditos por Vítor de Sousa e alguns temas cantados por Simone de Oliveira.
O espectáculo terá uma duração de 1h30min., e contará com a participação do público.
Surgirão projecções de momentos alusivos às conversas. Por exemplo: Miguel Torga, Tragédia da Rua das Flores, Ary dos Santos, João Vilarett; Paris de 1967, Amália, Varela Silva.
Esta concepção de espectáculo terá também o seu aspecto de tertúlia e contará para isso com um cenário de “mesa de café”, e projecção de slides.
O maestro e pianista Nuno Feist acompanhará todo o espectáculo.

Kiko's 4tet


Jazz
15 de Março, Quinta-feira, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/10
Duração 90 m


Kiko : Considerado por José Duarte como o único cantor de Jazz Português, participou no programa da RTP "Jazz a Preto e Branco" e em finais de 2001 é convidado para interpretar uma composição original de Laurent Filipe no espectáculo deencerramento da programação Jazz do Porto 2001 Capital Europeia da Cultura ao lado da Orquestra de Jazz de Matosinhos e os convidados Bob Berg, Ingrid Jensen e Conrad Herwig.´Desde 1999 que se apresenta ao vivo com o seu próprio Quinteto (Paulo Gomes, piano; Pedro Barreiros, bass; Paulo Pinto, guitarra e BrunoPedroso, bateria) e em 2003 lança o primeiro trabalho em nome própriointitulado "Raw".

Figuras Extremas da Condição Escatológica - Noite de Escritura Pública

Ciclo de leituras, performances e conversas em torno de temáticas literárias numa perspectiva de entretenimento.
Reedição” das Famosas Edições Mortas
Depósito Legal

14 de Março, Quarta-feira, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/10
Duração 90 m

Vídeo genérico: Marco Oliveira;
Foto: Nelson D`Aires
Conversa: Isaque Ferreira (moderação), A. da Silva O., Gilberto de Lascariz, Virgílio Liquito, A. Pedro Ribeiro e Raul Simões Pinto;

Ciclo de Música Erudita por Jovens Famalicenses - Elisabete Gomes


W. A. Mozart - Concerto nº 3 em Sol M para violino e Orquestra
Violino: Elisabete Gomes
Orquestra do Norte
11 Março, Domingo, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 EUROS
Produção: Casa das Artes V.N. Famalicão
Apoio: Câmara Municipal de V.N. Famalicão/ e Fundação Cupertino de Miranda


Elisabete Gomes

Nasceu em V. N. de Famalicão em 1979. Iniciou os seus estudos musicais aos seis anos de idade com o seu pai. Em 1991 ingressou na Artave na classe de violino da Prof.ª Ana Cristina Fernandes. Formou parte, em 1994, da Orquestra das Escolas de Música Particulares e da AIDIMOS (Academie International d’Interpretation Musical pour Orchestre Symphonique), em França e em 1995 foi-lhe atribuído o prémio “Menção Honrosa” no concurso “Juventude Musical Portuguesa”.
Foi admitida em 1997 na Faculdade de Música de Utrecht (Holanda) onde obteve a sua licenciatura e onde trabalhou com Keyko Wataya e Eva Koskinen em violino e com Peter de Leuw, Guido Topper e Joyce Tan em metodologia e pedagogia.
Trabalhou em orquestra sob a direcção de Emílio de Cezar, Ernest Schell, António Soares, Viktor Liberman, Ronald Hoogeven, entre outros.
Trabalhou em cursos de aperfeiçoamento de violino e música de câmara com os professores Tibor Varga, Ilya Grubert, Richard Gwilt, Zackar Bron, Joyce Tan, Charles André Linale, Ronald Hoogeven, Kioko Hashimoto, Richard Woyciki, Alberto Gaio Lima, entre outros.
É membro da Remix Orquestra da Casa da Música do Porto, onde já trabalhou sob a direcção de Peter Rundell, Frank Ollu, André Martin, Laurence Cummings, Richard Gwilt, entre outros. Fundou com os seus irmãos o Quarteto Gomes no qual trabalhou com Dmitri Ferschtman, Kioko Hashimoto e Chris Duidam.
Em 2005 fundou a ArtEduca – Associação de Ensino e Artes / Academia de Música e Artes de V. N. de Famalicão, da qual é Presidente e onde lecciona as disciplinas de violino e classe de conjunto.

“A Solo com os Anjos” - VORTICE Dance Company


Dança
10 de Março, Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/6
Duração 1h15 m (Sem intervalo)

VORTICE.Dance, dirigida pelos bailarinos e coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, é a mais jovem companhia do panorama nacional, cujo trabalho tem sido reconhecido pelo público e pela crítica de países tão diversos como o Japão, Mónaco, Finlândia, Hungria, Roménia, França, Suiça, Espanha, Letónia, Portugal, entre outros.
Internacionalmente, foram reconhecidos com os prémios:“Philip Morris Grand Prix of Choreography, Helsinky, 2001”, entregue por Exm.ª Presidente da República da Finlândia, Mrs. Tarja Halonen; “Audience Award” no International Ballet and Modern Dance Competition, Nagoya, entregue por Sua Alteza Real, Principe Takamado, 2002; “Philip Morris Recognizment Award”, entregue pela Exm.ª Presidente da República da Letónia, Mrs. Vike Freiberga, 2002; “Best Foreign Company” no Best Solo and Duet Festival, no Trafó House of Contemporary Arts of Budapest, Hungary, 2005; “1º Prix Profissionelle”, no International Danse Concourse, Gland, Suisse, 2001.

“A Solo com os Anjos” é, antes de mais, uma vertigem no tempo, desde a criação do universo até ao presente. Tudo o que é terreno perece, mas há uma Luz que passa pelo Tempo e nos dá alento sempre que dela necessitamos. Essa Luz, trazem-na os anjos…Anjos e arcanjos…Com ou sem asas…de branco, para não recearmos a sua presença. Depois, falam-nos baixinho…E em surdina trazem-nos mensagens vindas de longe.

Direcção Artística / Coreografia: Cláudia Martins e Rafael Carriço
Bailarinos: Cláudia Martins, Rafael Carriço, Marta Tomé, Clara Simões, Melanie Santos, Filipe Pereira, Jorge Libório, Bruno Loureiro, Kléber Dias.
Figurinos: Cláudia Martins
Cenografia: Rafael Carriço
Direcção Técnica: Nuno Martins e Luís Fatoco
Direcção de Cena: Tomé Vieira

terça-feira, 30 de janeiro de 2007

Yann Tiersen (FR)


Música Alternative
6 de Março, Terça-feira, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 25 euros
M/10
Duração 90 m

http://www.yanntiersen.com/
O compositor da banda sonora do Fabuloso Destino de Amelie e de Good Bye Lenine, está de regresso a Portugal a 6 de Março de 2007, na Casa das Artes de V.N. Famalicão.Pela primeira vez Yann Tiersen vai apresentar o seu CD e DVD ao vivo intitulado simplesmente ´On Tour´.Yann Tiersen lançou a 13 de Novembro em França (data da edição portuguesa ainda a divulgar pela EMI - Portugal) um CD e DVD ao vivo, pela primeira vez na sua já longa carreira.Este CD ao vivo não se trata apenas de um registo ao vivo do anterior album, mas sim de um novo disco. O piano, o acordion e o violino deixam de serem instrumentos da sua multifacetada mas só performance para se juntar com a sua guitarra eléctrica a um conjunto de outros multifacetados músicos, a uma ´no-nonsense band´ como ele gosta de designar: “We set out to explore the freedom of playing together, discovering each other; there’s a real chemistry here."O DVD que reencontra Yann Tiersen em tour é uma história quase sem palavras, apenas uma justaposição entre música e imagens: imagens de concertos, de ensaios, da audiência - imagens que nunca param .... a viagem, a estrada, esboços da vida em tour, um excelente registo de Yann Tiersen em concerto, com mais meia dúzia de faixas-bonús.

Balkan Beat Box (US)


Concerto único em Famalicão

A BATIDA E OS RITMOS DOIDOS DOS BALCÃS NUMA DAS BANDAS MAIS ELECTRO-ENÉRGICAS A MEIO CAMINHO ENTRE NOVA IORQUE E ISRAEL
Música Electronica / Pop / Rock
3 de Março, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 15 euros
M/10
Duração 90 m
http://www.balkanbeatbox.com/

Balkan Beat Box Há toda uma história de relacionamento dos públicos ocidentais com temperos exóticos ao longo da história. A música de dança, em particular, albergou algumas das manifestações dos últimos anos, dos ethno beats de uma Ofra Haza em 87 ao caril dançável de uns Transglobal Undreground de 90, não esquecendo o tango chill out do mais recente Gotan Project, entre inúmeras outras manifestações do género. A mais recente ideia de dança com todos vem de Nova Iorque, aponta ponto de partida à eufórica energia e melodismo contagiante de algumas musicologias balcânicas, cruza-as com aromas colhidos à volta do Mediterrâneo (Israel, Palestina, Marrocos e Espanha) e usa electrónicas como fio condutor. Com um saxofonista e um percussionista com conhecimentos profundos destas músicas no núcleo creativo, uma ideia de ecumenismo cultural mediterrânico e uma evidente mensagem subliminar de paz e entendimento entre povos em conflito (transcendendo pela música debates políticos até aqui frustrados), o projecto é uma interessante manifestação de projecção da world music em espaços de diálogo com outras músicas. Um potencial motor de farra. E um disco agradável de ouvir. (…).» Nuno Galopim in http://sound--vision.blogspot.com/2006/01/discos-da-semana-2-de-janeiro.html

Os Balkan Beat Box são compostos por:
Tamir Muskat – bateria, Laptop.
Ori Kaplan – Saxofone.
Tomer Yosef – Percurssão + Voz/ M.C.
Itamar Ziegler – Baixista
Uri Kinrot – Guitarrista
Eyal Talmudi – Sax

quinta-feira, 25 de janeiro de 2007

Mendes & Barros 4tet



Quarteto de jazz
24 de Fevereiro, Sábado, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/10
Duração 90 m
Quarteto que junta músicos de diferentes sensibilidades e tendências,com o objectivo habitual:conseguir um som colectivo, preservando as expressões individuais.Reintrepreta temas do repertório tradicional ao moderno e originais,com uma abordagem intimista que valoriza a expressão melódicae a cumplicidade/liberdade rítmica e harmónica...
carlos mendes _ guitarra, paulo barros _ piano,miguel ângelo _ contrabaixo, joão cunha _ bateria. Carlos Mendes, guitarra,Natural da Praia, Cabo Verde onde aos doze anos começou a ter aulas de guitarra,aprendendo música tradicional caboverdiana com Pedro Betencourt. Em 1982,altura em que veio residir para Portugal, iniciou os seus estudos de guitarraclassica. Em 1987 fez a sua definitiva aproximação ao Jazz, tendo aulas naEscola de Jazz do Porto , com Ricardo Fabini (guitarra) e com Pedro Barreiros(Harmonia e Improvisação). Tem participado em diversos combos e seminários,orientados por Sérgio Pelágio e Pedro Madaleno entre outros.É professor da Escola de Jazz do Porto (EJP). Integrou a Orquestra de Jazz doPorto (EJP) e o Quinteto de Pedro Barreiros, tendo participado em diversosconcertos com estes grupos, nomeadamente no Rivoli, Salão Ático do Coliseu,Ultimatum, B flat, Heritage, CCB.Nestes anos mais próximos tem tocado com o Projecto Alternativo, Carlos Azevedo,José Luís Rego, Rui Teixeira, Manuel Barros, Anónio Torres, Eugénio Barreiros,Pedro Barreiros, Raúl Marques, Brendan Hamsworth, Kiko, Mário Santos, MárioTeixeira, Bruno Pedroso, Jorge Reis, Jorge Fidalgo, Alex Honwana e o seupróprio trio ou quarteto. Paulo Barros, piano,Nasceu em Kingston-upon-Thames, Inglaterra. Frerquentou: Curso de Verão doCasino Solverde com os pianistas Helena Sá e Costa e Fausto Neves; CursoInternacional ProJazz do Estoril em 1991, com o pianista Hal Galper. Concluíu o6 ano de piano do conservatório de música do Porto em 1998, o Curso Superior dePiano com a prof. Madalena Soveral na Escola Superior de Música do Porto.Tocou com inúmeras formações de jazz com músicos como José Luís Rego ou RicardoFabbini, Paulo Pinto, em diversos concertos. Foi convidado a participar numapeça de teatro com o Seiva Trupe, Porto de Honra.Concluíu em 2002 o curso de piano jazz no conservatorio de Musica de Amesterdão,onde frequentou workshops com Danilo Perez, Ralph Irizary, Deborah Brown, KennyWerner, Gerry Dial e Edie Martinez tendo tido aulas com estes três últimos.Colabora com diversas formações de jazz e música brasileira, tocandoregularmente em Portugal, Holanda, Dinamarca e Alemanha, em bares e outrassalas de espectáculo, nomeadamente com: Super String, Mars, Jade e o seupróprio trio, com Didi e Carlos Carli, tendo com esta última formação tocadocom convidados como José Luís Rego, Pedro Moreira, Adriana Miki e Mai Seidelin.Tem um trio com a cantora Dinamarquesa Mai Seidelin, com quem gravou o álbumSlow E-motion.

“Achadas e Perdidas” – Maitê Proença


Teatro comédia
22 e 23 Fevereiro, Quinta e Sexta, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 20 euros
M /12 anos
Duração: 75 min/ sem intervalo

Achadas e Perdidas é uma peça escrita por Maitê Proença, onde duas actrizes interpretam 18 diferentes personagens. São sete histórias distintas que falam de amor, de futebol, da morte, dos homens, de mulheres e de meninas - sempre com muito humor. Trata-se de uma comédia. No desenrolar dos textos veremos 25 trocas de figurino, 11 trocas de cenário, múltiplas imagens com modernas técnicas de vídeo e muita beleza para encher os olhos do espectador. É teatro feito para rir e emocionar. Quando você não estiver às gargalhadas, estará de coração mexido. Maitê Proença e Clarisse Derziê Luz são as intérpretes deste espectáculo dirigido por Roberto Talma.

FICHA TÉCNICA GERAL

Autora Maitê Proença
Diretor Roberto Talma
Dramaturgia Maitê Proença & Luiz Carlos Góes
Diretor Assistente Daniel Dias da Silva
Voz Off Pedro Paulo Rangel & Roberto Talma

Elenco

Maitê Proença
Clarisse Derzié Luz

Cenógrafo Fábio Namatame
Figurinista Cao Albuquerque
Assistente de Figurino Luisa Carneiro da Cunha & Julio Sanches
Iluminador Nelson Ferreira
Designer Gráfico Cubículo
Assessoria de Imprensa Editor – Edison Paes de Melo
Contra Regras Alex Tiburcio & Jonatas Alves
Operador de Luz André Ferreira
Operador de Som e Vídeo Fernanda Mantovani
Camareira Nájala Almeida
Produção Executiva Sueli Gonçalves , Leandro Oliva
Sarah Nasralla e Ilana Marion

Direção de Produção SP Neusa Andrade
Administração SP Eliete de Andrade

LUOMO” 'Paper Tigers ”- Vladislav Delay (DE)


Mostra de Música Electrónica (3)
Música Electrónica
16 de Fevereiro Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/10
www.luomoweb.com

Ele é Sasu Ripatti, ou também Vladislav Delay. Mas ambos são um produtor finlandês, que nas horas vagas, lançou um álbum de seu nome "The Four Quarters". Mas no transacto ano de 2006, e sob o pseudónimo de Luomo, teve ainda tempo para lançar às ruas o fabuloso "Paper Tigers".
Johanna Ilvanainen é o seu instrumento favorito, e sem querer pertencer a uma nova geração de objectos musicais, o que é certo é que a sua voz torna-se preponderante pela sensualidade e tonalidade que empresta às musicas, tal como qualquer outro beat ou linha de baixo, numa perfeita fusão electrónica. Sem ser house, nem qualquer uma das suas sub-variações, o que é certo é que o clima torna-se bastante viciante, e por vezes é a unica forma de definir o que nos surpreende neste álbum.
Consta-se que micro-house foi um termo inventado de propósito para catalogar os sons de Luomo, mas pelo menos ambição e conteúdo são de certeza dois ingredientes que não foram levados em conta na atribuição do epíteto. O resultado final é grande demais para se inserir no termo micro. As melodias são bem encorpadas e definidas, com samplers adequados, e suficientes para justificar uma visita a "Paper Tigers".
Na globalidade a electrónica experimental alterna com beats quebrados e loops ambientais, e fazem deste álbum, uma referência obrigatória ao ano de 2006, como um bom vintage.


deepcafe.blogspot.com

Exposição de Fotografia - António Sá

Título da exposição “ Two Moons”
De 5 a 28 Fevereiro no foyer da Casa das Artes
www.antoniosa.com

Em Agosto de 1999, no decurso de uma viagem de cerca de cinco meses que me levou da Mongólia à China e daí até à Coreia do Sul, visitei a remota aldeia de Dazue, aninhada junto às águas do lago Lugu, entre as províncias chinesas de Yunnan e Sichuan. Ao procurar alojamento quis o destino que fosse acolhido pela família Wang. Os seus membros pertencem às etnias minoritárias Naxi e Mosu - uma das derradeiras sociedades matriarcais do planeta. Fiquei por uma semana. Apesar da total barreira linguística, consegui travar animados, e às vezes hilariantes, diálogos gestuais. A casa de madeira era tão simples como as demais na aldeia - não havia água corrente nem luz eléctrica, nem sequer uma casa de banho - e toda a vida da família andava à volta das coisas verdadeiramente essenciais: conseguir sustento e criar os filhos. Eram de facto muito pobres segundo os critérios ocidentais, mas arranjavam sempre tempo para se divertirem com as banalidades quotidianas.·Mais tarde, em Março de 2001, durante uma visita ao Novo México, EUA, um acaso fez com que tropeçasse numa vivência semelhante. Enquanto conduzia por uma caminho de terra junto à povoação de Pecos, deparei com uma habitação de adobe e madeira em cujo quintal se viam três cavalos e um velho autocarro escolar. Era a casa de Two Moons, uma mulher descendente de nativos americanos da tribo Zuni. Vivia com Jacob Sandoval, seu companheiro, e JJ (Jay-Jay), o mais novo de nove filhos. Passei alguns dias com eles.·Não tinham água corrente nem electricidade, algo difícil de imaginar neste país quando não se é amish ou hippie. Moons era o centro deste pequeno núcleo familiar, e dava para perceber a sua importância quando distribuía tarefas a JJ e a Jacob, ou pela forma como todos os outros filhos - já maiores de idade - a cercavam durante as visitas de fim-de-semana. Era uma autêntica matriarca.·Estas foram das experiências mais marcantes na minha vida como fotógrafo. Durante a estadia na China não podia imaginar que iria conhecer um dia esta peculiar família americana. E quando os encontrei, já não podia deixar de pensar nos Wang e de como estas duas histórias se tocavam ou, pelo menos, me tocavam.·São dois mundos diferentes, geográficos e culturalmente distantes, e no entanto tão parecidos naquilo que é o essencial da existência humana.·Dois mundos. Duas faces do mesmo planeta. Two Moons, se quisermos.
António Sá

SEMANA CULTURAL CHINESA

ORGANIZAÇÃO MUSEU SOLEDADE MALVAR/ CASA das ARTES de V.N. Famalicão

De 09 a 18 de Fevereiro

Numa altura em que o tema da imigração chinesa está na ordem do dia em Portugal, a Semana cultural Chinesa propõe-se aproximar as comunidades lusas e chinesas dando a descobrir uma cultura milenar que ainda hoje contribui de forma positiva ao desenvolvimento sócio-cultural da Aldeia Global, profetizada por Marshall McLuhan, numa altura em que na Ásia, se prepara a entrada para um novo ano lunar. Este projecto tem também por objectivo uma dinamização conjunta, durante uma semana, de vários pólos culturais concelhios.

Entidades envolvidas

Municipais: Museu Soledade Malvar, Casa das Artes, Museu Bernardino Machado, Museu da Indústria Têxtil;Privados: Cine Clube de Joane, Prisvídeo, António Sá (fotógrafo), Francisco Isöo (fotógrafo e formador de Tai Chi, Qi Gong e Caligrafia Chinesa), Edições Afrontamento, Universidade do Minho, Escola de Artes Marciais She Si.

“O Paraíso” de Miguel Torga


Jangada Teatro
Teatro
9 e 10 Fevereiro, Sexta e Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/16
Duração: 100 min

Em 2007 comemora-se os 100 anos de nascimento Miguel Torga

“… o herói é só um: o bicho homem a afirmar a sua liberdade e a perdê-la a seguir, na tentação de solicitações confessionais, ideológicas ou outras. E a sorte que espera todos os figurantes é também sempre a mesma: a perdição total e sem remédio. A danação perpétua a que são condenados os que se deixam envolver no jogo viciado das ficções, a cuidar, pobres coitados, que assumem o seu pessoalíssimo destino. Títeres que a paixão obnubila, e só numa tardia hora de clarividência descobrem que, afinal, mais não fizeram do que viver a vida por procuração.
Miguel Torga

Adão é expulso do paraíso, como resultado da ira de uma qualquer identidade ofendida. Adão representa o símbolo expiatório da condição humana degradada e degredada.
A peça traduz o início de uma via-sacra, em que o autor reconhece ter perdido a graça de não conhecer o mal, deixando de viver de olhos angélicos no seio da natureza. Via-sacra que no seu entender, nunca poderão conhecer “os bem-aventurados que transitam felizes na estrada aprazível que liga a paz temporã das certezas proclamadas à paz serôdia e acabam sempre por ter a mesma sorte: a perdição total e sem remédio. Julgando que na vida assumem o seu pessoalíssimo destino, acabam por descobrir que jamais não fizeram que viver a vida por procuração”.

Texto Miguel Torga
Espaço cénico e encenação Carlos Lamego
Elenco Faria Martins; Luiz Oliveira; Neusa Fangueiro; Patrícia Ferreira; Vítor Fernandes; Xico Alves
Música original Tiago Conceição
Cenografia e Figurinos Ângela C.
Desenho de luz Miguel Ângelo
Luminotecnia e sonoplastia Nuno Tomás

MAU (Man And Unable) (PT)


Mostra de Música Electrónica (2)

Electro / Alternativa / Electrónica
3 de Fevereiro, Sábado, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/10
Duração 90 m
www.projectmau.com/ecards/mau_pt.htmlwww.projectmau.com

“UM SOM ELECTRÓNICO, INOVADOR E CRIATIVO DE UM PROJECTO MULTIÉTNICO QUE AINDA VAI DAR MUITO QUE FALAR.”O Café Concerto da CASA das ARTES de V.N.Famalicão recebe no próximo sábado, dia 3 Fevereiro, a banda multiétnica MAU (Man And Unable) que traz na bagagem o primeiro álbum de originais, lançado no dia 15 de Maio de 2006.Vindos dos mais distintos lugares do globo, os elementos da banda conheceram-se em Setembro de 2003 no European Film College (Dinamarca), com a finalidade de estudar cinema. A paixão pela sétima arte juntou-os geograficamente, mas, foi o interesse comum pela música que os aproximou.
Luís Fonseca de Sousa, Pablo Camp, Pia E.P. Mechler, António Soares e César Gomes compõem o quinteto dos MAU que escolheu para o disco de apresentação cantar em várias línguas, sendo o inglês a de eleição. O álbum foi gravado no Registudio, teve produção de Flak, de C-Morg, dos Micro Áudio Waves e dos próprios MAU. Os MAU foram recentemente apontados pelo Jornal “Blitz” como uma das bandas mais promissoras para o ano 2006. Nas participações especiais, destacam-se os temas “No Beat Can Break” e “Plastic Love”, que fizeram parte da banda sonora do mediático filme “O Crime do Padre Amaro”. No novo anúncio da TMN, os MAU assinam o tema “It’s Lovely” que faz parte do novo álbum da banda.

DUO 505 – B.Fleischmann & Herbert Weixelbaum (DE)


Mostra de Música Electrónica (1)
Música Electrónica
2 de Fevereiro, Sexta-feira,21h30,Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/10
Duração 80 m
www.bfleischmann.com
No coração de Viena existe um bairro chamado Gurtel. Nesse bairro vive Wolfgang Kopper, um conhecido e simpático terrorista teórico, amante de música e das artes em geral. Foi justamente em Gurtel, por entre bares, clubes e salas de concertos, que conheceu dois músicos com algo em comum: a sua relação amor-ódio com o Roland MC-505, uma das mais conhecidas 'groovebox' do mercado. Herbert estudou guitarra clássica e durante todos os anos da sua aprendizagem sempre interpretou barroco e renascença. Foi na loja onde comprava as suas cordas da guitarra que o convenceram a usar uma 'groovebox'. Numa espécie de concurso recebeu desanimadores elogios, apelidando a sua música como deprimente - foram exactamente estes comentários que fizeram com que Herbert começasse a perceber que estava no caminho certo. De B Fleischmann já todos sabemos a história, nem que seja através dos seus discos. Foi o primeiro músico da Morr e sempre se destacou da concorrência - com a sua pop imersa, difusa e ambiental, ou com as suas experiências mais acústicas em colaboração quase-jazz. O festival vienense «Gurtel Nightwalk» foi a desculpa para Wolfgang Kopper convidar ambos os músicos para um encontro singular; e o clique foi imediato. Aliás, ouça-se «Late» para tentarmos perceber onde começa e acaba a colaboração. À tona aparece a melancolia - a habitual qualidade (e quase marca-de-água) de Fleischmann. Melancolia com pop instrumental, repleta de suspiros ambientais, progressões fáceis de seguir. Mas como as coisas boas da vida não são de borla, «Late» é servido com uma invulgar e surpreendente dose de acidez, forçando-nos a tentar separar o sabor na nossa cabeça. Mas «Late» é também um disco de boa-onda, onde se sente o divertimento de ambos os músicos, as horas de conhecimento e necessidade encaixe musical. Um duo de 505 bem diferente do esperado.

www.ananana.pt/critica.html

sexta-feira, 5 de janeiro de 2007

Semente + Tchakare Kanyembe

Dança Africana/Afro beat
27 Janeiro, sábado, 21h30, Grande Auditório.
Duração 90 m
M/10
semente_producao@yahoo.com.br
www.myspace.com/tchakare

Com experiências diversificadas na área da música, dança, capoeira, teatro, vídeo, entre outras áreas, o grupo Semente surgiu no ano de 2001, reside na área do Porto e tem raízes artísticas de inspiração étnica.
Actuaram em diversos eventos nos quais destaco em 2005 a Inauguração da Casa da Música do Porto, nas Fnacs do Gaia e Norte Shoping, no Festival Braille no Teatro Rivoli e o Festival Andanças, em 2004 no Festival Etnias no Contagiarte no Porto e no Portáfricas2002.

Portugal tem ligações históricas e culturais com vários países africanos, orientais e hispanos desde há vários séculos. Os seus costumes e rituais de música e dança estão a cativar cada vez mais a nossa cultura e a influenciar a nossa expressão artística, à semelhança do que tem vindo a acontecer um pouco por todo o mundo ocidental.
O projecto do grupo Semente, sem deixar de assumir as suas raízes, funde elementos tradicionais e étnicos destes países com referências contemporâneas, tendo como objectivos, através da divulgação da sua música e dança, divertir, envolver, comunicar e sensibilizar o público para os laços ancestrais que ligam o Homem à Terra.

Bailarinas: Dora Borges , Eva Azevedo, Mónica Silva e Teresa Fabião
Músicos: Luís Alves, Nuno Fonseca, Paulo das Cavernas, Pedro Flores, Paulo Vieira e Tito Silva

Os Tchakare Kanyembe (Tchakare e Kanyembe são nomes de dois instrumentos tradicionais africanos) são um projecto afrobeat do Porto que na sua curta existência já tocaram no Rivoli, Casa da Música, Hard Club, Galeria Zé dos bois, Clube Mercado, Maus Hábitos, Contagiarte, Festival Andanças entre outros, acompanhando nomes como Lenine e Antibalas Afrobeat Orchestra. Como influencias musicais, numa primeira abordagem é desde logo perceptível uma jornada sónica pelo afrobeat, jazz, funk e rock. Ao escutarmos em detalhe, apercebemo-nos que existe algo mais para além do óbvio em que se mescla reggae, latin e tudo o mais que possa brotar e ser expresso sob a forma dos mais variados estilos musicais.
Após a gravação de uma maquete com 4 temas em Setembro de 2005 e uma série de actuações no Porto e Lisboa, os Tchakare Kanyembe preparam-se para dar a conhecer ao resto de Portugal numa unidade cujo objectivo é a libertação através da dança. "A nossa e a de todos os que estejam connosco quando tocamos!".


Tchakare Kanyembe são: Simonal Bié- Voz/ Instrumentos tradicionais, Mota – Guitarra eléctrica, Kiko – Baixo, Paulo – Percussão, Sergio - Bateria/Marimba

Duo Luis Meireles / Maria Jose Souza Guedes


Recital de Flauta transversal e Piano
Música Erudita
26 Janeiro,Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Duração 90 m
M/10

Fundado em 1996, o Duo Luis Meireles / Maria Jose Souza Guedes esta baseado na sólida experiência de cada um dos seus membros, adquirida ao longo de muitos anos de aprendizagem com professores de reputação mundial, em paralelo com uma constante actividade concertistica, como solistas e com parceiros de grande qualidade em musica de câmara. São ambos professores no Conservatório de Musica do Porto.O Duo frequentou numerosas "masterclasses", onde recebeu o conselho e o estimulo de musicos como Sequeira Costa, Maria Joao Pires, Augustin Dumay, Patrick Gallois, Istvan Matuz, Aurele Nicolet e Jean Ferrandis, entre outros.Deu cerca de uma centena de concertos, por todo Portugal (incluindo Madeira e Açores), Espanha, (incluindo Gran Canaria), Polónia, Grecia, Suecia, Hungria, Eslovaquia, Romenia, Alemanha, Finlandia, Republica Checa, Austria, Italia, Belgica, Russia e Macedonia, estando prevista na proxima temporada a sua estreia em França, na Suiça, no Brasil e no Kazaquistao.Entre as salas prestigiadas onde se produziu destacam-se o Auditorio da Sociedade de Autores - SAMI (Estocolmo), Sala Forster (Praga), Salao Nobre da Camara Municipal de Bratislava e sala de congressos de Piestany (Eslovaquia), Auditorio de Kuusankoski (Finlandia), Museu Nacional de Arte Moderna (Bucarest), Sala "Dworu Artusa" em Torum, Auditorio Mariano em Wroklaw e Auditorio da Radio em Katowice (Polonia), onde estrearam o concerto para flauta piano e cordas de Fernando C. Lapa, dedicado ao Duo, Ost West Musikfest, Monasterio de San Antonio (Madrid), Teatro Mancinelli de Orvieto, Palazzo Turzi de Genova (Italia), Auditorio do Instituto Gnessin (Moscovo)...O Duo gravou 3 CDs incluindo obras de Donizetti, Schubert, Beethoven, Cesar Franck, Faure, Reinecke, George Enesco, Frank Martin, Poulenc e Prokofiev.Efectuou gravaçoes para a RDP, TV Macedonia (Grecia) e Radio Bartok (Hungria)

FATUCHA OVERACTING QUARTET


Jazz/afro-americana
25 Janeiro, Quinta-feira, 21h30, Café Concerto
M/10
Duração 60 m
www.unitedsoundsofmusic.com

Voz feminina com uma performance de grande valor estético, a dança, o guarda-roupa “retro”, a expressividade levada ao limite e como base as características tímbricas fora do comum.
A espinha dorsal deste espectáculo é a recriação de grandes temas da música afro-americana, com:

Fatucha Leite . voz
Frequentou cursos de canto-jazz com prestigiados professores nacionais e internacionais. Praticou dança clássica e moderna, além das incursões no design, pintura, escultura e teatro.
Pedro Costa . piano
Tem aulas de piano com Vitalij Dotsenko e Nancy Lee Harper na Universidade de Aveiro (curso de ensino de música). Estágio no Conservatório de música de Coimbra. Aulas de Piano com Paulo Gomes, masterclass com Cecil Bridgewater e Zé Eduardo. Lecciona na Escola de Jazz (Porto), Oficina da Música (Aveiro) e Academia Tempus (Ermesinde).
Alberto Jorge . contrabaixo
Há longos anos faz carreira como músico profissional integrando projectos de várias tendências, indo desde o Rock ao Jazz ou do Clássico ao Fado. Extensa experiência pedagógica, preparando alunos que se encontram actualmente em prestigiadas instituições de Ensino Superior espalhados por todo o Mundo.
Guilherme Piedade . bateria
Finalista do Curso de Bateria de Jazz da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto, aluno de Tiago Alves, Eduardo Lopes, Mário Barreiros, Acácio Salero. Oficinas com bateristas de reputação internacional. Curso de percussão clássica da Escola Profissional de Música de Espinho. Lecciona bateria na Escola de Jazz do Porto

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

A Carochinha - concerto no Ervilhal


Musical infantil
20 Janeiro, sábado, 18h30, Grande Auditório.
Toda a família
Duração 90 m
A Carochinha O concerto no Ervilhal é o nome deste musical que está a apaixonar crianças e adultos onde, juntos, com a Carochinha e os seus amigos, reinventam inesquecíveis canções infantis num universo mágico.Com a duração de cerca de uma hora, “Carochinha apresenta: O concerto no Ervilhal” é um musical que vai apaixonar crianças e adultos, numa hora mágica onde - juntamente com a Carochinha e os seus amigos - vão reinventar inesquecíveis canções infantis num universo mágico onde todos perdem a idade e reaprendem a ver o mundo com outras cores.As canções do espectáculo são de autoria popular e os textos de Rute Moreira, sendo as personagens interpretadas por Pedro Mimoso, Ricardo Velho, Paula Prades e Aurora Heleno.O espectáculo “Carochinha: O concerto no Ervilhal” é promovido pela Tempo Livre, com produção da AudioVeloso e patrocínio da Foto Beleza, Toyota (Salvador Caetano - Minho) e Gelados Olá.«A Carochinha tem uma Grande fortuna…Milhares de Histórias e canções que nunca morrem!»

GENE LOVES JEZEBEL em Famalicão


Rock Gótico
19 Janeiro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Duração 90
M/10
Trata-se provavelmente de uma das bandas alternativas inglesas de maior sucesso, com um estilo musical e postura dramática que influenciaram uma geração, ao conjugar a sensibilidade do pop rock americano com a sensibilidade do inglês gótico. A formação dos GENE LOVES JEZEBEL remonta a 1981, ano em que os gémeos Jay e Michael Aston chegaram a Londres, tornando-se objecto de culto entre a comunidade britânica de Rock Gótico, mas alcançando maior sucesso nos E.U.A.. Pioneira na alternativa da cena musical dos anos 80, a Banda projecta-se nos anos 90, retendo a centelha criativa e a musicalidade que se tornou na sua imagem de marca. Numa primeira fase, o trio inicial foi integrando uma sucessão de músicos entre os quais se destacam a baixista Jullianne Regan (mais tarde membro dos "All About Eve"), o guitarrista Albio de Luca (depois "Furyo"), os bateristas Dick Hawkins e John Murphy, entre outros.
O som denso e experimental produzido, tinha correspondência nas actuações onde primavam por uma combinação de ritmos quase tribais com um trabalho de guitarra muito potente. O álbum de estreia foi o poderosíssimo "Promise", de 1983, a que se seguiu uma deslocação aos E.U.A. para, expressamente, trabalharem com John Cale. A sua abordagem musical segue a tradição das grandes bandas britânicas.
De 2000 até à actualidade a Banda tem actuado, de novo, nas mais variadas regiões do globo, com vários espectáculos no nosso país.

Www.genelovesjezebel.co.uk

The SymphOnyx


Rock Sinfónico
18 Janeiro, Quinta-feira, 21h30, Grande Auditório.

Duração 90 m
M/10
thesymphonyx.com

O projecto The SymphOnyx tem vindo a centrar a sua acção na contínua procura do ideal artístico. A vasta experiência adquirida ao longo dos anos tem permitido estabelecer o equilíbrio entre essa incessante demanda e a objectividade de quem procura impor-se no mercado. O espectáculo apresentado versa diferentes campos da arte – música, teatro, expressão corporal e cenografia. Cruza-se o rock com o erudito, o dramático com o gracioso, o popular com o cerebral. É a súmula dos elementos necessários ao êxtase artístico.
Actualmente composto por João Guimarães e Carla Ricardo nas vozes, Martinho Torres e José Lemos nas guitarras, Carlos Torres na bateria e Tiago Abreu no baixo, o projecto integra ainda um quarteto de cordas, dois actores e dois figurantes.
Reconhecidamente irreverente, conhece momentos de grande vigor além-fronteiras, como se constata pelo 1º lugar conquistado no top da Rádio Quebec Biz, do Canadá, com o tema-single “Winterfall”.
A descobrir.

“Alémdadança”

Dança, música
Co-produção : CASA das ARTES/Escola Neuza Rodrigues.
14 Janeiro, Domingo, 16h00 e 21h30, Grande Auditório.
Duração 90
Todas as Idades

"Alemdadadança" é uma co-produção entre a Escola de Dança Neuza Rodrigues e a Casa das Artes. Ambas as partes partilham da forte vontade de fomentarem a criação Artística e cultural do nosso concelho, sendo que só partilhando com a comunidade local e envolvente, tal faz sentido.
Neste espectáculo participam bailarinos dos 2 aos 18 anos. Gostam do que fazem e acreditam que através da aprendizagem da dança, sendo esta uma forma nobre de expressão artística, estão a crescer em harmonia e equilibro, envolvendo, ao mesmo tempo, felicidade, descontracção e um forte espírito de camaradagem.
È uma forma de mostrar o que se faz neste concelho e de, publicamente e sem constrangimentos ou complexos de inferioridade, apresentar um produção total famalicense numa grande sala nacional como é a CASA das ARTES de V.N. Famalicão.
O serviço público, a formação de públicos, o envolvimento com a comunidade, para nós não é retórica ou argumento gratuito ou pontual, é trabalho sério, pensado e intencional. Os alunos de hoje são os bailarinos, os artistas e o público de amanhã…. O dever de participar, motivar e de se envolver cabe a todos. A cultura e a educação é a única forma de um desenvolvimento consistente e duradouro, com sentido crítico e com intencionalidade, que percebe e interioriza procedimentos e objectivos, que improvisa com conhecimento.
Vamos fazer e proporcionar saber ser.