sexta-feira, 25 de maio de 2007

Edu Miranda Trio ao vivo com Tuniko e Giovani Goulart.


Música Brasileira – Chorinho/Samba/ Baião / Forró.
30 Junho, Sábado, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 7 euros
M/3
Duração: 90 m

www.myspace.com/edumirandabandolim

O Edu Miranda Trio traz aos palcos e ao público, um show com uma sonoridade sui generis.
Edu Miranda (bandolim), Tuniko Goulart (violão e sintetizador) e Giovani Goulart (bateria, percussão, piano e acordeão), apresentam um espectáculo instrumental ímpar na mistura de sonoridades brasileiras, tais como o chorinho, o samba, o baião e o forró. Enriquecido pela maturidade músico-cultural adquirida pela passagem por centenas de palcos em eventos de envergadura internacional, nos quais, por repetidas vezes, dividiram o mesmo espaço e condições com outros músicos de renome internacional.
As composições originais com um ambiente muito próprio e alguns consagrados “covers” cativam a atenção e superam as expectativas da plateia. Editado em 2003 Editado em 2006
O virtuosismo e a empatia entre estes três músicos em palco é, em grande parte, a responsável pela boa disposição que rapidamente cativa o público.
Este é um espectáculo envolvente que nos faz viajar e querer conhecer melhor esta forma de abordar a música instrumental, com todas as suas componentes em simultâneo: a execução exímia, a riqueza harmônica, o balanço e a dinâmica invejável que só com este trio se torna possível.
Uma das mais recentes actuações realizou-se no Festival Internacional do Ramo Grande, ilha Terceira, situada no arquipélago dos Açores, onde actuaram, também Stanley Jordan, Eric Sardinas, António Zambujo, entre outros.

terça-feira, 15 de maio de 2007

VortexSoundTech


I.M.A.N - Festival Internacional de Arte Contemporânea – Arte Experimental -
Electro / Drum & Bass / Industrial

29 Junho, Sexta, 23h00, Café Concerto.
Entrada: Livre

[marco pereira] som
[ludovic pereira] imagem
[nuno m. cardoso] texto/performance

Os seus elementos (entre os quais o Nuno M. Cardoso), têm vindo a desenvolver trabalhos para teatro desde meados de 90, a destacar a sonoplastia e as bandas sonoras de originais compostas pelos VortexSoundTech para:

"GRETCHEN" em Novembro de 2003 para o Teatro Carlos Alberto no Porto.
"Sorrisos de Bergman" em Julho de 2004 para o Teatro Nacional Dona Maria II em Lisboa.
"OTELO" em Janeiro de 2007 para o Teatro Nacional São João no Porto.
Na área do cinema e vídeo tem vindo a trabalhar com o realizador Edgar Pêra, tendo sido compostas as bandas sonoras de originais pelos VortexSoundTech para:

CINEKOMIX!
New Yorkerz, Censorship! and Human-kind seen trough the point of view of Komixz Masters Art (Maus) Spiegelman and Will (The Spirit) Eisner.
STADIUM (Estádio Municipal de Braga PRÉMIO SECIL).
STADIUM (Phantas-Mix), que teve estreia no Fantasporto 2005

UNIÓN SALSERA - o Calor da música Cubana!




Música Latina
23 Junho, Sábado, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração : 90 m

www.gproducoes.com/unionsalsera.html

Em 22 de Maio do ano 2000, um grupo de Músicos Cubanos de diferentes conservatórios de música em cuba e residentes na cidade do Porto, decidiram unir seus esforços e criar uma Banda de Música Cubana e latina que fosse capaz de entregar ao público português e do mundo a frescura e o sabor tradicional dos ritmos cubanos.
Assim nasce “UNIÓN SALSERA”, que desde os primeiros momentos cativou o público com o seu espectáculo e sabor tropical , rodeados de admiradores e fieis seguidores dos seus ritmos latinos.
“UNIÓN SALSERA”, sob a direcção do seu pianista Reinaldo Milanes, começou uma carreira que dura até aos dias de hoje com o mesmo entusiasmo e dedicação que sempre os caracterizou.
Com um repertório variado como (Merengue. Regguetón ,Cha Cha Cha, Cumbia, Plena, Bachata, e claro a Salsa Cubana que tantos admiradores conquistou por todo o mundo.

A Caixa Geral de Despojos apresenta: «Vemo-nos no Limbo»




SOMOS O QUE SOMOS


Nesta maneira tão nossa de andarmos pela vida com a Palavra às costas e o sonho debaixo do baço.
Teatro, Música e Poesia
16 Junho, 22h00, Pequeno Auditório.
Entrada: 8 euros
M/12
Duração: 90 m

Caixageraldedespojos.blogspot.com

No regresso à Casa das Artes de Famalicão prometemos muito: música improvável, imagens azuliantes, uma réstia de luz, lampejos, beijos no escuro, incomodidade, mortíferas mensagens, o tilintar dos corpos, palavras de vidro. Isto tudo à boleia dos nossos vates de estimação.
Prometemos muita magia, numa noite de marfim em que «o mar é só mar e as estrelas são só estrelas».

São cúmplices desta aventura sem peias:
Sandra Salomé, Filipa Leal, Pedro Lamares, Isaque Ferreira, Luís Tobias, Ana Deus, Paulo Moura, João Gesta, Mafalda Capela e Patrícia Campos.
Já dormimos juntos, mas não houve nada.

(João Gesta)

sexta-feira, 11 de maio de 2007

1ª Mostra de Música Tradicional Portuguesa da CASA das ARTES de V.N. Famalicão

PARTE I
PEDRA D'ÁGUA (V.N. Famalicão) + TOQUES DO CARAMULO d'Orfeu Associação Cultural (Águeda)
15 Junho, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/3
Duração 150 m
www.c-e-m.org/ligacoes/pedras.htm
www.dorfeu.com/criacoes/toques/main.htm

Na Primavera de 1986 nasce o Pedra D’Agua e organiza, na freguesia de Mogege, a Festa da Primavera onde efectua uma das suas primeiras exibições.
Em virtude da aceitação popular do seu trabalho, em Abril de 1989, em Joane, Concelho de V.N. de Famalicão, funda-se a associação cultural de recolha, promoção e divulgação da música tradicional portuguesa. De então para cá editaram alguns trabalhos, cujo objectivo tem sido, sobretudo, guardar para as gerações vindouras preciosidades da nossa cultura que tendem a desaparecer.
Assim sendo, do Minho, onde o clima é suave, o solo generoso, o sol brilha colorindo de castanho e verde os montes entrecortados por fios de água, quebrando, por vezes, a dureza da paisagem onde o olhar repousa e demora, a música do Pedra D’Água adquire todo o sentido.
Viver e reviver os lugares da nossa memória comum é o desafio que propõem, através dos sons emprestados pelo violino, bandolim, viola braguesa, cavaquinho, guitarra clássica, baixo acústico, concertina, gaita-de-foles, percussões e voz, principalmente a voz!
Suave, doce, envolvente como os ventos primaveris do Norte, a voz desperta emoções reprimidas e liberta os sentidos diluindo-se no entusiasmo de um espectáculo que causa saudade antes de terminar.
É assim o espectáculo do Pedra D’Agua. Oferecem música, vozes e emoções, como se fosse um braçado de flores onde podemos, sempre, escolher.
“As mais bonitas”. Fátima Almeida

TOQUES DO CARAMULO d'Orfeu Associação Cultural (Águeda).
Concerto que funde a sonoridade rude da tradição com as cores
das novas músicas, num espectáculo de energia musical e interacção
com o público. Recriações dinâmicas, livres e muito festivas
do repertório esquecido da Serra do Caramulo.
“Toques do Caramulo” são uma revelação da nova música
tradicional em Portugal, reconhecidos pela força criativa dos
seus concertos, figurando em importantes eventos
trad e folk, numa agenda de dezenas de concertos por ano.
Luís Fernandes – voz, braguesa, acordeão / voice, ‘braguesa’ guitar, accordion
Aníbal Almeida- rabeca / traditional violin
Gonçalo Rodrigues – bandolim / mandolin
Miguel Cardoso – contrabaixo / double bass
Lara Figueiredo / Teresa Almeida – flauta / flute
Francisco Almeida / Bruno Pinho – guitarra / guitar
João André / Ricardo Coutinho – cajón+percussão / drums

PARTE II
Grupo de Música Tradicional Mirandesa GALANDUM GALUNDAINA (Sendim) + FOLC D´AVE (V.N. Famalicão).
22 Junho, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/3
Duração 150 m

http://www.galandum.co.pt/

Em 1996 nasce o Grupo de Música Tradicional Mirandesa Galandum Galundaina, e a Associação Cultural com o mesmo nome, com o objectivo de recolher investigar e divulgar o património musical, as danças e língua das Terras de Miranda.
Este grupo faz a ligação entre a antiga geração de músicos e a geração mais jovem, assegurando a continuidade da rica tradição musical desta terra que durante anos correu o risco de se perder.
Os elementos do grupo nasceram e cresceram nas Terras de Miranda (Fonte de Aldeia e Sendim) onde adquiriram conhecimento directo da música que interpretam através do ambiente familiar e do convívio com os velhos gaiteiros.
A par desta vivência tradicional, todos os elementos têm formação académica na área da música.
Os instrumentos usados são réplicas de outros muito antigos, mantendo o aspecto e a sonoridade dos mesmos. Os trajes com que o grupo se apresenta são de confecção manual e tradicional


Associação FOLC D´AVE nasce em 14 de Abril de 1989, com sede em Ribeirão, V.N. Famalicão.
Este grupo dedica-se à recolha e divulgação da música tradicional e popular portuguesa, com maior incidência na Região do Vale do Ave. Conta com três gravações em CD e participação em espectáculos em todo o País e também Espanha, França, Luxemburgo, Alemanha.
Participou, ainda, em diversos programas de televisão, nomeadamente, “Bom Dia”, “Ás Dez”, Praça da Alegria”, Herman Sic”, “ Entretimento Total”, “Manhãs da Fátima”.
Brevemente, entraram novamente em estúdio, para gravar ,mais um CD com 14 temas, fruto da última recolha de músicas tradicionais desta Região.

Intermedia Art Show: “Back and forward”

Festival Internacional de Arte Contemporânea – Arte Experimental - I.M.A.N.
9 Junho, Sábado, Café Concerto.
Entrada :Livre
www.iman-arte.blogspot.com

18h00
Homenagem, Conferência e Performance de Bartolomé Ferrando, artista Espanhol que conta com uma percurso mundial extraordinário no âmbito da exploração da designada “Arte Intermédia”, sendo Professor Titular da Cadeira com o mesmo nome na Faculdade de Belas Artes de Valência.

23h00
da artista Yella (Bolsa Ernesto de Sousa da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, Fundação Calouste Gulbenkian e Experimental Intermedia Foundation).

Mysti Mayhem (US) – de Ohio até Famalicão, em concerto único.



Indie/Folk/Folk Rock
8 Junho, sexta-feira, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 90 m

www.myspace.com/mystimayhem

A voz e guitarra de Mysti Mayhem toca o espírito e alma de quem ouve. Esta jovem, de uma energia estonteante, iniciou a sua carreira aos 9 anos no off-Broadway. Actuou em conjunto com alguns nomes da música Americana como, Damon Johnson, Mike Farris of the Screamin' Cheetah Wheelies, Bo Diddley, Tenacious D e HighWay 101. Estes ajudaram-na a colocar em palco todo o seu talento e a força das suas emoções.
A sua música é um hino à juventude, à liberdade de expressão, de emoção, onde todo o seu ser aparece genuíno, com uma energia capaz de provocar, nos seus ouvintes, uma enorme empatia e um fácil entendimento semântico, não só do texto musical e de todas as suas raízes, mas também, da essência e do conteúdo da sua letra.
Um concerto a não perder!

JOEL XAVIER - "BEST GUITAR PLAYER OF THE YEAR 2006"


Apresentação do seu novo projecto “SARAVÁ!”.
JOEL XAVIER, inspirou-se nos ritmos quentes do Brasil (bossa & samba) para compôr o seu novo trabalho SARAVÁ! , que irá ser editado em CD no final do ano e que desde já, Xavier apresenta ao vivo nos seus espectáculos

2 Junho, Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m

www.joelxavier.com

Aos 19 anos vence o concurso de guitarra da "NAMM-SHOW" em Los Angeles. Aos 23 anos é considerado um dos melhores guitarristas latinos do Mundo juntamente com Larry Coryell, Bireli Lagrene, Tomatito, Luis Salinas e Rene Toledo para gravar "Palabra de guitarra Latina" para a BMG-Espanha. Recebe o endorsement de uma das mais prestigiadas marcas de guitarra - "GIBSON".
A convite de Chucho Valdés actua no Festival Internacional de Jazz de Habana "Jazz Plaza 2000" ao lado de Herbie Hancock, Nicholas Payton, Roy Hargrove, Chucho Valdés, Dave Valentin, Danilo Perez, Kenny Barron, Ronnie Mathews, Chano Dominguez, Jorge Pardo, Carles Benavent e Jane Bunnet entre outros. Aos 26 anos actua no "Festival de Guitarra de Barcelona" juntamente com Paco de Lucia, Vicente Amigo, Tomatito, John Williams e Ichiro Suzuki. Aos 27 anos grava "Lusitano" com a participação especial de Richard Galliano No início de 2003, Xavier é convidado por Richard Galliano a integrar o seu Trio Acústico juntamente com Jean Phillipe Viret (contrabaixista de Stephane Grappelli) e actua em alguns dos mais importantes festivais de Jazz do Mundo (França, Inglaterra, Brasil…).. Em 2004, é convidado pelo Instituto Camões, a ser o representante de Portugal no "Festival de Jazz da Comunidade Europeia", realizado em Rabat, Marrocos".
Em Agosto de 2004, actua com Didier Lockwood nos claustros do "Palácio de Mafra".
Aos 30 anos, grava a duo com Ron Carter em Nova York - "Joel Xavier & Ron Carter, in New YorK".. Em Agosto de 2005, o cd é apresentado ao vivo nos claustros do "Palácio de Mafra", é gravado pela RTP e é transmitido pela RTP1, RTP2, RTP Internacional, RTP África e pelo canal francês de música – MEZZO.
TOCOU & GRAVOU COM Ron Carter, Toots Thielemans, Larry Coryell, Michel Camilo, Arturo Sandoval, Paquito D`Rivera, Richard Galliano, Bireli Lagrene, Joey DeFrancesco, Tomatito, Didier Lockwood, Luís Salinas, Rene Toledo,…

JOEL XAVIER 'SARAVÁ!
JOEL XAVIER, guitarra, voz
GUSTAVO RORIZ, contrabaixo
MILTON BATERA, bateria, percussão

Titulo “TESTE (DE)TESTE: TERRITÓRIOS PARA 2007”

EXPOSIÇÃO DO FESTIVAL DE ARTE
CONTEMPORÂNEA – ARTE EXPERIMENTAL - I.M.A.N., NA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO.

Foyer da CASA das ARTES, 9 de 30 Junho.

Durante os 3 anos do Festival e de forma genérica, pretendeu-se colocar a questão sobre as novas tecnologias: Teste ou (de)teste, a partir de qualquer expressão artística contemporânea.
Nesta Exposição “TESTE (DE)TESTE: TERRITÓRIOS PARA 2007” a procura continua, desinteressada, legitimada pelas propostas que lidam e se dedicam a responder ao circuito de apropriação espacial, formal e de difusão criado... São apresentadas Obras (Instalação) de Artistas Emergentes a par de alguns nomes firmados no panorama artístico contemporâneo. Anthony Elliott, Carla Cruz, Filipe Garcia, Kako, Luís Ribeiro, Samuel Silva, Sónia Carvalho, Vítor Lago Silva entre outros são as apostas deste ano…

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Quintas de Cinema /Cineclube de Joane, no Pequeno Auditório

3 / 4 de Maio – INDIE Lisboa – extensão do Festival Internacional de Cinema Independente de Lisboa (2 sessões com filmes a anunciar)
10 de Maio – 20,13 – Purgatório de Joaquim Leitão
17 de Maio – As bandeiras dos nossos pais de Clint Eastwood
24 de Maio – Cartas de Iwo Jima de Clint Eastwood
31 de Maio – Scoop de Woody Allen

Comemorações do dia Mundial da Criança "Quem come a minha casinha", Teatro Infantil


Jangada Teatro
29 e 30 de Maio e 1 de Junho, Terça, Quarta e Sexta-feira , 10h00 e 15h00, Grande Auditório.
Entrada: Livre - 6 secções
M/4
Duração 50 m

O conhecido conto dos Irmãos Grimm, onde duas crianças são abandonadas pelos pais na floresta, num momento de grande crise e fome e que ali encontram uma casa construída de doces cuja dona os tornará prisioneiros, servirá como estrutura da dramaturgia e da encenação do espectáculo.
O projecto será de potencializar o tema do abandono, que se traduz na angústia que atormenta as crianças, e reelaborá-lo e redimensioná-lo artisticamente - e também valorizar outros temas subjacentes como a união e colaboração entre as crianças (os irmãos) e a sua coragem e perspicácia na resolução dos problemas que parecem irremediáveis.
O fascínio deste conto de fadas atinge a sua maior fantasia na sedução de uma casa feita de doces, a fome das crianças e o momento ritual da refeição, imagem que continuará sempre presente na memória de quem ouviu este conto.

Autor: Irmãos Grimm
Encenação e Texto Dramático: José Caldas
Música de Cena: Miguel Rimbaud
Elenco: Luiz Oliveira; Patricia Ferreira; Vânia Pereira e Xico Alves
Cenografia e Figurinos: Marcello Chiarenza e José Caldas
Desenho de Luz: José Caldas e Nuno Tomás
Operador de Luz: Nuno Tomás

Light Afflicted – Elise Azevedo


Folk-Rock/Jazz
26 de Maio, Sábado, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 70 m

A inesquecível, única e ponderosa voz de Elise Azevedo (LIGHT), escrevendo em Português e Inglês torna-se numa agradável surpresa.
Com o seu primeiro CD lançado – Afflicted, Light – Elise Azevedo conquistou o seu lugar como compositora em Português assim como em Inglês, sua língua nativa.
A sua honesta e forte presença e a paixão das suas letras chamam a atenção para problemas sociais e para a dor daqueles que foram excluídos, realçando com a sua tremendamente única e poderosa voz, a qual vos apanha desprevenidos e vos atinge directamente na alma. Por si só, a voz vos agarrara.
O seu talento e torna-se evidente, conforme viajamos através desta compilação de estilos musicais e historias bilingues. Cada canção tem o seu trajecto emocional distinto que transporta o ouvinte de um continente para outro numa fusão de folk-rock acústico com influências de jazz.

www.myspace.com/eliseazevedo
www.cdbaby.com/lighteliseazevedo

CLARÃO NAS ESTRELAS


Teatro
25 e 26 de Maio, sexta-feira, 21h30 e sábado, 15h00, Grande Auditório.
Entrada: 1 euros
M/3
Duração 90
Co-produção: Teatro Experimental do INA e CASA das ARTES de V.N. Famalicão

Assim se chama a obra de Vladimir Capella que o Teatro Experimental do INA, em co-produção com a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, apresenta ao público famalicense nos dias 25 (21:30) e 26 (15:00) de Maio de 2007, no grande auditório da Casa das Artes.
Ora se tivéssemos que resumir em poucas palavras a obra que, desta vez, lhes trazemos, dir-lhes-íamos:
Houve uma vez, num país muito distante, um belo príncipe que foi enfeitiçado e só o amor e a coragem de uma jovem donzela podiam desencantá-lo...
Adaptado por João Regueiras e apresentado sobre a forma de teatro musicado, “Clarão nas Estrelas” é um conto de fadas que mostra como uma jovem humilde usa a sua fé, coragem e paixão para libertar um príncipe de um terrível encantamento.
Sábios de várias partes do mundo tentavam em vão um diagnóstico do mal que padecia o herdeiro real. Mas sua sorte muda quando Maria, uma órfã empregada do castelo, se apaixona por ele. Dona de rara beleza e bondade, ela consegue superar a ira da rainha e os castigos impostos por esta. Com fé e amor inabaláveis, ela consegue libertar o príncipe do encantamento.
Vladimir Capella inspirou-se na famosa obra de Bruno Bettelheim, “A Psicanálise dos Contos de Fadas” para o seu trabalho de pesquisa, resgatando elementos presentes em vários contos de fadas de diferentes culturas. Baseado nesses componentes, ele decidiu escrever um texto que, antes de falar do amor, contasse uma história de fé: a saga de uma jovem que enfrenta e vence todos os obstáculos, porque sabe ouvir a sua “voz interior”.
Mas atenção, “Clarão nas Estrelas” está longe de ser uma história açucarada. O autor entremeou a acção dramática com momentos de angústia vividos pelo príncipe e pitadas de humor. Estas últimas para ironizar o saber clássico dos sábios incapazes de desvendar um mal, que é descoberto pela intuição de uma menina.

O ENCENADOR - João Regueiras
FICHA TÉCNICA

ENCENAÇÃO, DIRECÇÃO ARTÍSTICA, ADAPTAÇÃO E CENOGRAFIA João Regueiras, DIRECÇÃO TÉCNICA Miguel Carvalho, ASSISTÊNCIA DE ENCENAÇÃO Tiago Regueiras, Teresa Coimbra, MÚSICA E ARRANJOS João Regueiras, COREOGRAFIAS Ana João Regueiras, FIGURINOS E GUARDA ROUPA Carmen Regueiras, CARACTERIZAÇÃO Carmen Regueiras, Teresa Coimbra e Arminda Ferreira,SOM E LUZ Equipa Técnica da Casa das Artes, RELAÇÕES PÚBLICAS, MARKETING E APOIO INFORMÁTICO Virgínia Fonseca, ELENCO:Tiago Regueiras, Mário Rocha, Ana João Regueiras, Sara Rita Sampaio, Adriana Machado, Diana Carvalho, Vânia Ribeiro, Filipa Queirós, Catarina Ferreira (Katty), Sofia Costa Gomes, João Moinhos, Joana Filipa Machado, Rita Rocha, Ana Mikus, Ana Reis, Luísa Freitas, Graça Breda, Teresa Moinhos, Melanie Azeredo, Ana Isabel Geão, Carla Santos, Flávia Pereira, Cátia Moreira,Raquel Ferreira,Vera Araújo,Teresa Coimbra,Eva Fonseca, Daniela Rodrigues, Beatriz Ferreira, Sara Pereira, Inês Carvalho, Márcia Cunha, Joana Pinheiro

ÍMAN - Maio



Thermidor (PT) + SRANGE2 (ES) + Mono No Aware (DE)
Electrónica/Experimental
25 de Maio, sexta-feira, 22h00, Café Concerto.
Entrada livre
M/3

segunda-feira, 16 de abril de 2007

Rodrigo Leão - O mundo (1993-2006)


19 de Maio, sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 25 euros
M/3
Duração 90
Tanto tempo e tanto mundo passaram. Tanta vida, tantas vidas tocadas por estas músicas que já reconhecemos, ou de outras ainda por conhecer mas que irão ser acolhidas da mesma forma, como se de velhos amigos se tratassem.

É neste estado de graça que se encontra agora a obra de Rodrigo Leão. Já longe dos rótulos, dos epígonos e das comparações gratuitas: apenas músicas e canções que, por mérito próprio, se foram insinuando nas bandas sonoras das nossas vidas e aí têm permanecido.E provavelmente permanecerão, durante mais algum tempo e uma ou outra geração. Não se pode pedir mais a um criador, e este é seguramente o sinal definitivo de que a sua arte cumpriu o seu destino.

Esta compilação - permitam que a chame de colecção, no mesmo sentido a que nos referimos a pequenas peças de arte - confirma um percurso e abre janelas sobre os caminhos que estão por percorrer. Oiça-se por exemplo os inéditos Rua da Atalaia, Voltar ou Solitude (dois deles já testados em palco) para se perceber que a mudança musical está sobretudo na herança. Nunca houve rupturas dramáticas na obra de Rodrigo Leão - apenas transições serenas para aquilo que o compositor melhor sabe fazer. Neste sentido, Tardes de Bolonha (composto para a Madredeus), Ascensão (para a Sétima Legião) ou Ave Mundi Luminar encaixam-se naturalmente com composições mais recentes como Solitude, Lonely Carousel ou Pasión. Rodrigo Leão prefere a evolução à revolução, a calma inquietação à busca do novo pelo novo.

Mesmo as regravações presentes nesta colecção são prova dessa atitude: Carpe Diem, Amatorius ou Ave Mundi Luminar são exemplos perfeitos de um trabalho que não está acabado, mas sempre à espera de uma nova leitura, no palco como no estúdio.

Para os neófitos na obra de Rodrigo Leão, esta colecção prova que havia vida antes de Cinema, o álbum que potencializou ao máximo a escrita do compositor; para os outros, cúmplices antigos, que percorreram juntos todas estas músicas, a colecção serve como confirmação de que tinham razão: de que Rodrigo Leão é, nesta altura, um dos melhores compositores europeus, sem favores ou excessos.

Mas o melhor é a força desta certeza, que se sente em cada um dos temas: como diz o poeta, «destes nomes», que atravessarão tempos e mundos, restará sempre «uma réstia de alegria», a «iluminar toda a vida». E assim de repente, não conheço ambição maior.

Nuno Miguel Guedes

MACHINE LYRIQUE – Anabela Duarte


kurt Weill / Boris Vian
18 de Maio, sexta-feira, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m


Este disco/concerto apresenta canções possíveis e impossíveis de Kurt Weill e Boris Vian. Canções possíveis porque fizeram parte (relativamente) do mainstream musical do séc. XX e ambos os autores aproveitaram esse facto para se divertirem, divertindo....parodiavam o meio musical e cultural pós-guerra tanto europeu como norte-americano. Canções impossíveis porque muitas delas não eram socialmente nem políticamente correctas. È o caso de Le Deserteur ou de Je bois, de Vian, de Bilbao Song ou de Complainte de La Seine, de Weill, presentes neste disco. Vian adaptou muitas canções de Weill para a língua francesa e, inversamente, adaptou o francês às suas próprias canções....como a Blouse du Dentiste que era, afinal, Le Blues du dentiste.
A glossomania típica de Vian encontra também eco em Weill que usa a cultura e a linguagem populares para enaltecer algumas figuras do "underground" citadino como, por exemplo, as prostitutas (J'attends un Navire), ou os marinheiros (Surabaya,Johnny), também incluídos neste disco. O escritor e trompetista Boris Vian é um ser complexo, artista múltiplo e suficientemente ecléctico para perceber a existência de uma estranha e fina harmonia entre todas as coisas. O mesmo sucede com Weill, cuja passagem por Paris e USA o levou a desenvolver um idioma modernista pós-iluminado, ou seja, uma linguagem característica do 'fazedor' (a la Duchamp). Com a mente aberta aos variados estímulos criativos, independentemente de géneros e formas mas, simultaneamente, um atento conhecedor dos mesmos. Encorajando, desta forma, uma ética e uma praxis de vida empenhadas e não gratuitas.

Voz ANABELA DUARTE
Piano IAN MIKIRTOUMOV

sexta-feira, 13 de abril de 2007

WILLIAM SHAKESPEARE – MACBETH
Teatro
11 e 12 de Maio , sexta e sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 12 euros
M/12
Duração 150 m com intervalo

Três bruxas encontram-se com Macbeth e Banquo, generais escoceses, que regressam vitoriosos a casa. Ao exaltarem Macbeth com promessas de grandeza e revelações proféticas, as bruxas despertam nele uma ambição destemperada. As forças malignas e encorajamento de Lady Macbeth levam-no a matar o rei enquanto este dorme hospedado em sua casa. Este acto brutal é o primeiro de uma série de assassínios, que incluem a mulher e filhos do nobre Macduff. Na sequência destes crimes Macduff destrói Macbeth, reorienta o poder, e avançando com a armada escondida pelas árvores, símbolos de vida, passa o poder para o seu legítimo sucessor e futuro rei. “Macbeth” é um retrato um homem cujo declínio faustiano faz dele vítima de si próprio e vitimizador de todos os que se lhe opõem. A sua verdadeira tragédia é a incapacidade do protagonista voltar atrás, refazer o seu percurso e consciente desta incapacidade, submerge a honra até que o seu fim sangrento o liberta na morte. “Macbeth” é um retrato um homem cujo declínio faustiano faz dele vítima de si próprio e vitimizador de todos os que se lhe opõem. A sua verdadeira tragédia é a incapacidade do protagonista voltar atrás, refazer o seu percurso e consciente desta incapacidade, submerge a honra até que o seu fim sangrento o liberta na morte.

Macbeth, de William Shakespeare (1564-1616)

Pelo modo como é obrigada a concorrer com a sua própria lenda, esta peça só conhece outras duas que se lhe podem comparar, do mesmo autor: Hamlet e Romeu e Julieta. As paixões que estão em cena tornam-nos a todos cúmplices e críticos dos Macbeth, o casal de nobres capazes de matar o seu rei.

Há qualquer coisa na vontade daqueles dois que nos faz sentir repelidos e atraídos por eles. O que os levou a matar? O que queriam eles verdadeiramente, com o seu crime tão arriscado? Que força têm as feiticeiras deste drama sobre aqueles que as ouvem? Vem de dentro ou de fora de nós, o impulso para o mal?

Uns vêem na peça um retrato da ambição política na sua forma mais primitiva; outros, uma fábula sobre a irracionalidade do mal, ou sobre o encontro com os limites quase visíveis da vida e da morte, e sobre os poderes negativos e positivos da nossa ânsia de sobrevivência; outros ainda um braço de ferro entre as forças do feminino e do masculino, que transcende os motivos mais aparentes da fábula histórica.

Tal como Macbeth, todos temos a angústia de saber mais sobre a nossa vontade. Queremos saber quem governa. Se temos nós a primazia, ou os outros, que nos fazem frente, pela força ou pelos afectos. Ou outras forças ainda, que desconhecemos em nós, ou nos cercam. Vivemos por nós, ou somos vividos por forças que nos empurram a cada escolha? E esse saber, de que nos serviria, na hora de julgarmos os nossos actos?


FICHA ARTÍSTICA E TÉCNICA
Texto: William Shakespeare
Encenação: Bruno Bravo
Tradução e Adaptação: Fernando Villas-Boas
Cenografia: Stephane Alberto
Figurinos: Paulo Mosqueteiro
Música: Sérgio Delgado
Desenho de Luz: José Manuel Rodrigues

Interpretação:
Anabela Brígida--------------- 3ª Bruxa Rapaz (filho de Lady Macduff) 3º Matador Coro
António Rama------------------ Duncan Banquo Velho Senhor
Bruno Simões------------------ 2ª Bruxa Seyton Coro
Cristina Carvalhal------------- 1ª Bruxa Fleâncio (voz) e Lady Macduff 2º Matador Coro
Diogo Dória--------------------- Macduff Coro
João Lagarto-------------------- Macbeth
Sérgio Praia-------------------- Malcom Coro
Valerie Braddell--------------- Lady Macbeth

quarta-feira, 11 de abril de 2007

STUART ROBERTSON + MAZGANI AO VIVO!



Alternative / Jazz / Folk/ Indie
10 de Maio, Quinta-feira, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 100 m

Stuart Robertson:

Ainda em Novembro do ano passado o tivémos por cá. Nessa altura (Festival para Gente Sentada), Stuart Robertson já nos presenteou com alguns dos temas presentes no seu novo disco World Figured Out com distribuição no nosso país a cargo da naked (nkd) a partir de meados de Abril. Tanto este World Figured Out como o anterior, The Furthest Shelter só se encontram disponíveis em Portugal e Inglaterra.

www.myspace.com/stuartrobertsonmusic ou http://www.naked.pt/

Irão. Portugal. França. Três países diferentes em si nas suas gentes e música. Mas todos eles têm um elemento comum sem o saberem: Mazgani.

Shahryar Mazgani é filho de pais iranianos radicados em Portugal, mais propriamente em Setúbal. Desde há muitos anos tem como hobby principal a música, a sua música. E foi esta que o levou até França. Até à revista Les Inrockputibles, até à lista final dos vinte novos músicos europeus em ter atenção num futuro próximo. Isto foi em 2005.

Em 2007, acabam as gravações do primeiro álbum e começam os concertos de apresentação. Em Outubro, sai ao público o disco.

terça-feira, 10 de abril de 2007

ZAPPA _ Low Budget Research Kitchen - - TRIBUTO a FRANZ


Other / Jazz / Rock
5 de Maio, sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 90 m

Projecto dedicado exclusivamente à música de Frank Zappa, cuja obra, para além de invulgarmente extensa e extraordinariamente multifacetada, possui ainda várias outras características que a tornam única no panorama musical da segunda metade do séc. XX.

É uma arte que, se por um lado promove a fusão de várias estéticas, se mantém equidistante de todas elas, revelando uma originalidade absolutamente avessa a quaisquer escolas, movimentos artísticos ou outros academismos.

A reinvenção constante a que Zappa sujeitou a sua música ao longo da sua carreira, mostra-nos que ela é sempre susceptível a interpretações renovadas, a orquestrações alternativas, a novos pontos de vista sobre uma composição pré-existente, levando à letra a célebre frase de Edgard Varèse, que Frank Zappa em várias ocasiões fez questão de citar:
"The present-day composer refuses to die".

Formado com base num octeto instrumental, os Low Budget Research Kitchen apresentam a sua versão .01 do universo musical Zappiano.

Em tempo de formatos e enlatados, retomar a música de Frank Zappa é um exercício de desobediência civil e uma espécie de serviço público. Bem haja o Zappa Low Budget Research Kitchen. CARLOS T

LOTO em frequência maxima


Rock Electrónico
4 de Maio, sexta-feira, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m

A história é simples… São 3 amigos de Alcobaça que formaram uma banda quando tinham 17 anos! Os Loto! Parecia simples e fácil. Fazer música e tocá-la.
Ricardo Coelho (voz), João Tiago (sintetizadores, piano e programações) e João Pedrosa (bateria). .
Depois de fazer circular uma K7 em meios ultra restritos, a banda decide partir para a gravação de o EP 'Swinging on a Star' em 2001. Em 5 canções apontam-se caminhos para o futuro e surge 'Good Feeling', o primeiro single dos Loto.
Em 2004 que a banda lança o seu primeiro disco 'The Club'. Produzido pela banda e por Armando Teixeira e masterizado por Nilesh Patel, Back to Discos torna-se o rosto desse disco e um êxito imediato, n1 do top airplay em mais de 20 rádios nacionais. Durante 2004 e 2005 os Loto passam de banda de Alcobaça para uma promessa da nova música nacional e tocam mais de 60 concertos entre os quais festivais consagrados.
Depois do 'hype', o retiro. Durante 8 meses entre Outubro de 2005 e Julho de 2006 a banda retira-se para o estúdio 101 e grava entre Alcobaça-Costa Nova-Manchester as 13 faixas que compõem o novíssimo 'Beat Riot'. O 5 elemento deste 'Beat Riot' é Roger Lyons que já trabalhou com nomes entre os quais Lionrock, The Chemical Brothers ou The Stone Roses e co-produz, mistura e masteriza. Os outros dois elementos são os já habituais músicos 'live' dos Loto, no baixo Davide Silva e na guitarra Vasco Duarte. De salientar também a presença em 3 temas de dois ícones da pop internacional. Em 'Cuckoo Plan' e 'Beat Riot', o som único do baixo de Peter Hook (Joy Division/New Order) e em 'Golden Boys' a guitarra de Del Marquis, membro da banda nova-iorquina Scissor Sisters.

http://www.loto.cc/ http://www.frequenciamaxima.com/

Aqui Há Quelque Chose


Artes Perfomativas (música, poesia, arte circense ….)
2 de Maio, Quarta-feira, 22h00, Café Concerto.
Entrada: livre
M/3
Duração 90

“O amor é o gosto da prostituição. Nem existe prazer nobre que não possa reconduzir-se à prostituição.
Num espectáculo, num baile, cada um frui todos.
O que é a arte? Prostituição.
O prazer de estar nas multidões é uma expressão misteriosa do gozo da multiplicação do número.
Tudo é número. O número está em tudo. O número está no indivíduo. A embriaguez é um número.”
Baudelaire

O “Aqui há quelque chose” é um espectáculo de artes performativas, que vai de expressões tão diversas como as artes circenses, poesia, música, expressão dramática, voz e afins vocais, vídeo, multimédia, podendo englobar qualquer tipo de acção artística. Este espectáculo nasce de um conceito de palco aberto, ao estilo dos artistas de rua que se concentram num local e que vão fazendo pequenas performances, actuando em diversos espaços urbanos e rodando o chapéu.
Durante 2 meses, estivemos abertos a inscrições para poderem participar neste espectáculo todos aqueles que gostariam de se ver associados a este projecto. Convidamos artistas de variadas áreas.
Eis o que edificamos. Pelo amor a quelque chose.

Exposição de Pintura José Maia



Título da exposição José Maia H20 anos de Pintura

Foram 15 anos em Inglaterra exclusivamente dedicados á pintura, com visitas frequentes a Portugal alternadas com visitas a Itália, França, Bélgica Holanda, Escócia, Espanha e Estados Unidos.
A continuidade e a ruptura com a tradição ocidental foram duas forças contraditórias com que José Maia sempre se confrontou.
José Maia sempre teve um enorme fascínio por imagens e um grande entusiasmo pela pintura.

Actualmente o José Maia lecciona Pintura, Estudos de Arte e Técnicas de Produção Artística no Instituto Politécnico de Tomar.

Recentemente expôs na Galeria Graça Brandão um conjunto de telas que intitulou de "Paisagens" cujo tema é o ambiente.
Vencedor da 1ª Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Aveiro

Esta exposição na Casa das Artes de V. N. de Famalicão reúne pinturas representativas das várias fases do percurso. Aqui estão representados 20 anos de carreira, 20 anos de Pintura.

De 4 a 31 Maio no foyer da Casa das Artes

quinta-feira, 5 de abril de 2007

BANGGURU


Electro / Pop / Trip Hop
28 de Abril, sexta-feira, 22h30, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m

Fundados em 2004 pelo mentor do projecto, João Pico (ex.-Ghost in the Machine), os BANGGURU foram criando e trabalhando num reportório que deu origem a um disco que se baseia essencialmente no rock e na electrónica. Os BANGGURU podem definir-se como um projecto de música e audiovisual. Com este seu primeiro trabalho, homónimo, este projecto junta vozes, guitarras, programações e samplers para a criação de alguns "imaginários reais", como o de tentar conseguir redefinir o estilo electro - não só por adição de samplers, de ritmos frenéticos e suficiente loucura.

Quem já ouviu diz que vai ser a "next big thing" do mercado discográfico nacional,e quem sabe internacional - algumas labels americanas e alemãs já pretendem temas da banda para editar em compilações no estrangeiro.

“Cruzamento de trip-hop com ‘Madchester’, arranhar rock, voz de graciosidade e agudo sentido pop (…) tudo, portanto, aconselhável” Blitz“pop electrónica recheada por elementos lounge ou até étnicos (…) Realce para a colecção de dez videos que acompanham o album” DN

Mundo Cão


Rock
27 de Abril, sexta-feira, 22h30, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/mundocao

Pedro Laginha (actor, que vimos no papel de Pedro na mais recente produção da RTP "Inês" ou que ouvimos na voz do Leão "Alex" em "Madgascar", em “Alta Fidelidade”, na SIC e em outras produções de televisão e teatro) colaborara já com os Mão Morta, de Miguel Pedro, no "Clip" de "Cão da Morte" e posteriormente em alguns temas do último álbum dos mesmos ("Gumes" com Adolfo Luxúria Canibal, e coros em "Estilo" e "Vertigem"). Dessas, muito positivas, colaborações, sobressai a disposição de se fazer "algo mais"...
O esboço dos Mundo Cão nascia muito provavelmente por esta altura...
Os MUNDO CÂO são Um projecto rock (dito de forma abrangente e descomplexada sem a procura de rótulos tão em voga hoje em dia). Sem veleidades a ser fenómeno de popularidade os MUNDO CÃO pretendem acima de tudo a consolidação do seu projecto alicerçado qualidade dos temas.
O primeiro trabalho, gravado nos estúdios de Mário Barreiros, tem saída prevista para 19 Março, e conta com a experiente produção de Nelson Carvalho (Mão Morta, Blind Zero, Clã, etc...) e dos próprios Mundo Cão

Os MUNDO CÃO são:
Pedro Laginha (vozes), Miguel Pedro (bateria), Vasco Vaz (guitarra), Budda (guitarra), Duarte Nuno (baixo).

A imagem e o reconhecimento dos músicos junto dos mais atentos observadores do mundo da musica portuguesa é já um capital inalienável. Às cara conhecidas da sociedade juntam-se as caras reconhecidas por um publico fiel à…boa musica…srªs e srºs os MUNDO CÃO…

FREI FADO D’EL REI – Apresentação do novo trabalho “Senhor Poeta”, Homenagem a Zeca Afonso


Comemoração do 25 de Abril
25 de Abril, quarta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m

Os Frei Fado d’el Rei, apresentam o seu novo trabalho, “Senhor Poeta”, com 15 temas de José Afonso, numa homenagem a propósito do 20º aniversário da sua morte.

Este disco constitui a oportunidade de abordar também os poetas nos quais o grande mestre se inspirou e cujas obras ele musicou. É o caso de “Senhor Poeta”, belíssimo poema de Manuel Alegre, fonte e inspiração para o título desta obra, fazendo uma aproximação ao conceito do poeta que canta outros poetas.
O disco tem um registo limpo de modo a manter-se fiel ao espírito que José Afonso criou para as suas obras e a música e a linguagem aparecem ligadas por grandes laços de afinidade.

Em 1994, os Frei Fado d’el Rei, já tinham participado no disco de homenagem a José Afonso "Filhos da Madrugada".
José Afonso é uma fonte de inspiração deste grupo, e os Frei Fado D’el Rei numa sincera e sentida homenagem a este cantor / autor, apresentam uma abordagem da obra artística de José Afonso relevando a sua vertente poética, quiçá relativamente subestimada em relação à componente política.

Inclui 14 temas originalmente compostos por José Afonso a partir de poemas seus e alguns dos mais conhecidos poetas portugueses, tal como “Comboio Descendente”, um poema cantado de Fernando Pessoa ou ainda “Verdes São os Campos” de Luís Vaz de Camões (sendo este último, um tema nunca antes regravado por outro grupo).

terça-feira, 3 de abril de 2007

Pedro Carneiro & Cuarteto Latino Americano






Quarteto de Cordas & Marimba
Música da América Latina e Península Ibérica
Duas Culturas em Confronto
Música Erudita/Percussão
24 de Abril, terça-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 90 m

www.cuartetolatinoamericano.com
www.pedrocarneiro.com/

Pedro Carneiro Percussionista, compositor e chefe de orquestra. Estudou em
França, Inglaterrra e Itália com David Corkhill, Leigh Howard Stevens e Emilio
Pomàrico. Aclamado internacionalmente como um dos maiores percussionistas da
Actualidade e um caso sério no difícil mundo dos intérpretes solistas, Pedro
Carneiro é no sentido mais alargado do conceito, uma figura ímpar da nossa
Música contemporânea à qual ninguém pode ficar alheio. Tendo desenvolvido uma intensa actividade como solista convidado em inúmeras orquestras e festivais Internacionais, Pedro Carneiro tem visto as suas capacidades interpretativas serem aplaudidas pelos quatro cantos do mundo em peculiares interpretações de
Morton Feldman, Steve Reich, Elliot Carter, ou até mesmo de Xenakis. Como se tal não bastasse, é ainda capaz de fazer brilhar a mais ínfima subtileza de uma pauta de Bach, Schumann ou Debussy! Para além das suas virtudes de intérprete, é também um excelente criador que não pára de nos surpreender com as suas múltiplas associações à electrónica, tanto em Portugal como no estrangeiro.

O Cuarteto Latinoamericano foi fundado em México em 1981, e dois anos mais tarde foi lhes concedido o prémio superior da associação nacional dos críticos de música do seu país. Desde a sua formação, quarteto tem revelado uma extraordinária qualidade musical, mantendo um percurso sempre em crescendo, colocando-se entre os melhores quartetos de cordas do mundo. Ao longo dos anos foi sendo conhecido o seu trabalho, a sua qualidade técnica, a sua interpretação e arte, nas muitas gravações e nos muitos concertos realizados na América do Norte e Sul, Europa central e Escandinávia.
Os membros do grupo são: violinistas Saul Bitran e Aron Bitran, violista Javier Montiel, e violoncelista Alvaro Bitran.
O quarteto colabora algumas figuras internacionais como o violonista Janos starker, guitarristas Narciso Yepes e Sharon Isbin, pianistas Santiago Rodriguez, Cyprien Katsaris e Rudolph Buchbinder, e tenor Ramon Vargas e o maestro Eduardo Mata.
O Cuarteto Latinoamericano gravou a maioria dos quartetos existentes para cordas dos compositores mexicanos, do reportório tradicional de Ravel, de Dvorak, Borodin, Gershwin, e Puccini. Gravaram, pela primeira vez em registo digital, os quartetos de Heitor Villa-Lobos. Foram nomeados, em 2002, para o Grammy da mais melhor gravação de música de Câmara.
O Cuarteto Latinoamericano é quarteto residente na universidade do Carnegie-Mellon em Pittsburgh, Pensilvânia (EUA) desde 1987. São também o quarteto residente no Instituto Nacional de Belas Artes na Cidade do México.
E no Festival da Música de Câmara de San Miguel de Allende no México.

PEACE REVOLUTION


Experimental/Electrónica/Indie
20 de Abril, sexta-feira, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
www.peacerevolution.net


Uma festa pacífica e altruísta dedicada à revolução e à anarquia com uma banda a condizer! Os Peace Revolution assumem uma mistura entre ambientes eléctricos, rock e étnicos, e não se consideram nem clássico s nem vanguardistas, orgulhando-se de existir numa zona ambígua entre o analógico e o digital. O mesmo se passa em relação às línguas usadas nas canções: uma pitada de francês, uma baforada de português, à mistura com muito inglês!O Apelamos a toda a população que compareça em peso nesta celebração, a fim de fumar um cachimbo da paz em nome de um mundo melhor!

domingo, 25 de março de 2007

“SUA EXCELÊNCIA, O CANDIDATO” com Reynaldo Gianecchini, o galã brasileiro da actualidade. Estreia nacional


Teatro comédia
18 a 21 de Abril, quarta-feira a Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 20 euros
M/12
Duração 90 m

Vinte anos após a sua estréia em São Paulo, Sua Excelência, o Candidato, a comédia política de Jandira Martini e Marcos Caruso, retorna aos palcos trazendo o astro Reynaldo Gianecchini como o atônito e encantador Orlando, o despreparado candidato a um cargo eletivo, a montagem dirigida por Alexandre Reinecke, tem ainda no elenco Norival Rizzo, Wilson de Santos, Paulo Coronato, Tania Casttello, Lara Córdula e Massayuki Yamamoto.

A peça desvenda os bastidores da politicagem brasileira, expondo a verdadeira face do poder. Sua Excelência, o Candidato estreou em 1985 e ficou quatro anos em cartaz, garantindo a Jandira e Caruso o Prêmio Molière de melhor autor de 1986, na primeira vez em que o troféu foi entregue a autores de comédia.


O conflito central envolve um jovem candidato a um cargo público, Orlando (Reynaldo Gianecchini), cuja amante, Laura (Lara Córdula) é esposa de Ezequiel (Paulo Coronato), o chefe político que será responsável pela sua escolha. Junte-se a isso uma mãe solteira, Marli (Tânia Casttello) que dez anos depois de conceber vem reclamar seus direitos do pai da criança, o possível candidato. Para culminar, acrescente-se um porta-voz bajulador, Atos (Norival Rizzo), um mordomo-travesti, Eurípedes (Wilson de Santos) e um japonês, Kagashima (Massayuki Yamamoto), líder sindical dos hortifrutigranjeiros de Cotia.

– Ficha Técnica

Texto de Jandira Martini e Marcos Caruso / Elenco: Reynaldo Gianecchini, Norival Rizzo, Wilson de Santos, Paulo Coronato, Roseli Silva, Lara Córdola e Massayuki Yamamoto / Direção: Alexandre Reinecke / Assistente de direção: Vera Mancini / Cenografia: Fábio Brando / Figurinos: Susana Saldanha / Iluminação: Mario Martini / Programação Visual: Marcelo Aflalo / Fotografia: Paulo Torma/ Direção de Produção: Renata Alvim / Realização: Cult Empreendimentos

TIM (XUTOS) – “Um e o Outro" ao Vivo


Rock
14 de Abril, Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m

Quando falamos de TIM é impossível dissociá-lo dos Xutos e Pontapés uma das maiores bandas de rock nacionais. No entanto, este excelente compositor e letrista, envolveu-se em projectos de grande sucesso como: RIO GRANDE ou CABEÇAS NO AR. Quem não se lembra do mega sucesso de “Postal dos Correios”, (Só para citar um), tema que andou na boca de Portugal inteiro.

Paralelamente aos Xutos, TIM já editou dois álbuns em nome próprio: “Olhos Meus” e “Um e o Outro”. É precisamente neste último trabalho que mais uma vez se destaca “Fado Do Encontro”, uma belíssima canção interpretada a duo com a maior embaixadora da música portuguesa. Estamos a falar de MARIZA.

TIM, vai subir ao palco na Casa das Artes de Famalicão fazendo-se acompanhar nesta aventura a solo por excelentes músicos, são eles:

JOÃO CARDOSO (Teclados)
PEDRO GONÇALVES (Baixo)
ALEXANDRE FRAZÃO (Bateria/Percussão)

VOU MUDAR A COZINHA – Estreia Nacional na CASA das ARTES de V.N. Famalicão


Espectáculo Teatro / Concerto.
A partir de Lábios em Lava, Madrugada do livro E se amanhã o medo e do texto inédito Vou mudar a cozinha, de Ondjaki

13 de Abril, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/16
Duração 60 m

Direcção artística e encenação - Ana Luena - Música e interpretação musical ao vivo – ANA DEUS - Interpretação - Sandra Salomé - Desenho luz – Cláudia Luena - Direcção técnica e desenho de som - LUÍS TERNOS - Fotografia – ANA PEREIRA - Produção – Susana Lamarão / Teatro Bruto
Este espectáculo surge integrado na programação do Teatro Bruto para 2007 - Produção de 3 projectos individuais a partir dos contos e do universo do escritor angolano Ondjaki.
A proposta para “Vou mudar a cozinha” é um trabalho a partir da selecção de 3 contos do escritor Ondjaki em que o fio condutor é a personagem Mulher e a solidão. Três contos, três personagens, interpretadas por uma actriz e por uma cantora. Numa fusão entre o teatro e a música pretende-se criar um universo feminino e íntimo, explorando as sonoridades das palavras, o movimento dos corpos e a imagem, num espectáculo que se quer sensorial.
(…) O mundo parece apagado quando a mulher sentada dentro de uma casa vê o mundo que é simplesmente mundo e o sente como apagado. Essa mulher tem um cigarro apagado na sua boca seca. Essa mulher tem um contencioso com a sua cozinha. Ou algo mais. (…)
[Ondjaki in “Vou mudar a cozinha”]

terça-feira, 20 de março de 2007

Missa Requiem em ré m KV626 de W.A. Mozart - A simplicidade da perfeição


Concerto de Páscoa – Celebração da Semana Santa
Música coral sinfónica
4 de Abril, quarta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/3
Duração 90 m

Wolfgang Amadeus Mozart nasceu a 27 de Janeiro de 1756 em Salzburg, na Áustria. Desde muito novo demonstrou uma aptidão especial para a música, que se revelou em toda a sua plenitude aos 11 anos, quando compôs o seu primeiro concerto.

Do seu espólio constam, entre outras, 41 sinfonias, 27 concertos para piano, concertos para violino, trompas, flauta, oboé, clarinete e fagote, uma sinfonia concertante para violino, viola e orquestra e outra para quatro instrumentos de sopro e orquestra, 17 divertimentos, 13 serenatas, mais de cem minuetos, marchas e outras peças para dança.

Da música vocal composta fazem parte 19 missas (incluindo o Requiem), cantatas, vésperas e uma dezena de obras corais e orquestrais menores, 24 óperas e outras obras para o palco, 12 árias de concerto, a cantata Exultante, Jubilate e várias peças menores para voz solista e orquestra. Até à data da sua morte em 1791, Mozart nunca parou de compor.
O Requiem de Mozart é a mais célebre missa fúnebre de todos os tempos.Impressionante pela sua nobreza, beleza dos temas e densidade. Foi a última criação de Mozart que encarnou esta encomenda como uma premonição da sua própria morte. A verdade é que este faleceu mesmo antes de terminar a obra e o Requiem, finalizado pelo seu discípulo Franz Xavier Süssmayer, acabou por ser a sua missa fúnebre

Ciclo de Música Erudita por Jovens Famalicenses


L.V. Beethoven - Concerto nº3 de em Dó Menor
Piano: Nuno Marques
Orquestra do Norte

1 de Abril, Domingo, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 EUROS
Produção: Casa das Artes V.N. Famalicão
Apoio: Câmara Municipal de V.N. Famalicão/ e Fundação Cupertino de Miranda
M/3
Duração 70 m


Nuno Miguel da Silva Marques nasceu em 1981 e iniciou aos 5 anos os seus estudos de piano. No Centro de Cultura Musical estudou, entre outros, com o professor José Alexandre Reis, com quem concluiu o curso de piano com a classificação máxima permitindo-lhe, como aluno premiado, tocar com a solo com a Orquestra Artave (Chopin n1).
Em 2000, após terminar o Conservatório foi aceite na Guildhall School of Music and Drama- Londres onde estudou piano com Artur Pizarro e Caroline Palmer. Completou a licenciatura (Bmus Honours) em 2004, ano em que ingressou no Royal College of Music.Terminou recentemente o Mestrado em Performance com Niel Immelman.
Participou em cursos e masterclasses com Irina Zaritzkaya (Gijon), Joel Bello Soares (95-00), Tsiala Kvernadze (Oviedo, 96-02), Vitaly Margoulis e Lazar Berman (Weimar). Apresentou-se a solo em várias cidades de Portugal, Espanha, Alemanha e Inglaterra.
É membro fundador do Trio Vianna da Motta, formado em 2001, tendo gravado em 2002 o seu 1º CD com obras de Schumann, Haydn, El-Turk e Piazzolla. Estudou música de câmara com Stefan Popov, Vellinger e Takaks Quartet, Florestan Piano Trio, Bernard Greenhouse (Beaux Arts Piano Trio) e Alexander Rudin. O Trio Vianna da Motta apresentou-se em público em várias cidades de Portugal, onde actuaram para o Presidente da República e o Primeiro-Ministro e também em Inglaterra onde se apresentaram em St-Martin-in-the-Fields. O Trio foi obteve uma Menção Honrosa no Prémio Jovens Músicos, edição 2003.
Os seus estudos foram apoiados pela Fundação Gulbenkian e pelos Amigos da Música- Centro Cultural S. Lourenço

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

Exposição de Pintura Nadir Afonso - Retrospectiva de carreira


De 3 de Março a 30 de Abril no foyer da Casa das Artes
http://www.nadirafonso.pt/

Nadir Afonso nasceu em Chaves em 1920.
Diplomou-se em Arquitectura na Escola Superior de Belas-Artes do Porto.
Em 1946, estuda pintura na École des Beaux-Arts em Paris, e obtém por intermédio de Portinari uma bolsa de estudo do governo francês e até 1948 e em 1951 colaborador do arquitecto Le Corbusier e serviu-se algum tempo do atelier Fernand Léger.
De 1952 a 1954, trabalha no Brasil com o arquitecto Oscar Niemeyer.
Nesse ano, regressa a Paris, retoma contacto com os artistas orientados na procura da arte cinética, desenvolvendo os estudos sobre pintura que denomina "Espacillimité".
Na vanguarda da arte mundial expõe em 1958 no Salon des Réalités Nouvelles "espacillimités" animado de movimento.
Em 1965, Nadir Afonso abandona definitivamente a arquitectura; consciente da sua inadaptação social, refugia-se pouco a pouco num grande isolamento e acentua o rumo da sua vida exclusivamente dedicada à criação da sua obra.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Final do Festival Arena Rock na CASA das ARTES de Famalicão


31 de Março, Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: livre
Apoio: Pelouro da Juventude da C. M. Famalicão
Site Oficial:http://www.arena-rock.com/

Feito a pensar no panorama musical português actual, Arena Rock é um concurso de bandas distribuído por quatro eliminatórias mais uma final, cujo prémio, mais expressivo, é a presença na edição 2007 do Festival Vilar de Mouros.
O Arena Rock será acolhido em quatro espaços diferentes da zona Norte do país, com a presença de quatro bandas por cada espaço, durante o período de 17 de Fevereiro a 31 de Março.
Qualquer banda nacional e internacional, independentemente de ter ou não registo discográfico, pode participar. Durante a sua performance, a banda estará sujeita à votação do público e de um júri convidado constituído por três caras conhecidas do mundo da música. Blunder, Mesa, Loto e Blind Zero são as bandas convidadas a apadrinhar o Arena Rock.
Em breve será feita a divulgação de mais padrinhos do Arena Rock. A imprensa oficial está também diligenciada. As rádios universitárias .. Rádio Universidade de Minho (RUM), Rádio Universitária do Coimbra (RUC) e Rádio Universitária do Algarve (RUA) .. asseguram a promoção do Arena Rock, a par do programa Portugal no Coração da RTP. Todas as bandas participantes no evento recebem assim destaque em cada um destes meios de comunicação.
As 16 bandas seleccionadas para o Arena Rock, bem como as datas e os locais de cada eliminatória serão anunciados a 10 de Fevereiro de 2007, pelas 21h30, na Fnac do Norteshopping.

YSGA - YOU SHOULD GO AHEAD no Café Concerto


New Wave / Garage / Rock
30 de Março, sexta-feira, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 7 euros
M/10
Duração 90 m
www.myspace.com/ysgaBanda seleccionada para actuar no maior festival de música do mundo: SOUTH BY SOUTHWEST MUSIC 2007, no próximo mês de Março, em Austin - Texas, EUA. O SXSW Music é o Festival responsável por mostrar ao mundo os novos valores da música, destacando-se nos últimos anos o aparecimento de bandas como os Franz Ferdinand, She Wants Revenge, Artic Monkeys, We Are Scientists, Ok GO, etc… A edição de 2006 contou com a participação de dezenas de artistas, entre festas, entrevistas, showcases e concertos. “Os YSGA projectam um rock animado a heranças captadas na escola pós-punk de finais de 70, referências dos Gang ou Four e Wire evidentes num conjunto de canções que se enquadram perfeitamente num quadro novo rock (…) Estão no tempo certo com o tempo certo, e com a melhor capa que a pop Portuguesa viu nos últimos anos.” – Nuno Galopim

Uma dupla de excelentíssima qualidade, que escolheu interpretar Mozart, Saint-Saëns, Ernest Bloch e Sarasate.

Recital de Violino e Piano
BRUNO MONTEIRO & JOÃO PAULO SANTOS
29 JUNHO, quinta-feira, 22.00, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros

BRUNO MONTEIRO Violino

Bruno Monteiro é considerado um dos mais afirmativos violinistas portugueses da sua geração. Nascido no Porto, foi aluno em Portugal de Carlos Fontes, em cuja classe concluiu o Curso Complementar de Violino com 20 valores. Paralelamente recebeu a orientação de Gerardo Ribeiro, com quem estudou particularmente em Chicago, nos Estados Unidos da América, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento.
Licenciado em Música (Violin Performance) pela Manhattan School of Music de Nova Iorque com as mais elevadas classificações, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e do Centro Nacional de Cultura,
É Mestre em Música (Violin Performance) pelo Chicago College of the Performing Arts/Roosevelt University com 20 valores e honras académicas, como bolseiro do Ministério da Cultura/Gabinete das Relações Internacionais e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Galardoado nacional e internacionalmente, recebeu entre outros, o 1º Prémio Nacional de Violino do Concurso da Juventude Musical Portuguesa de Lisboa e foi um dos vencedores com a Menção Especial do Júri do Ibla Grand Prize International Music Competition em Itália.
No domínio do recital, apresenta-se com João Paulo Santos.
Tocou como solista com a Orquestra da Fundação Musical dos Amigos das Crianças de Lisboa, Orquestra da EPM de Espinho, Orquestra Musicare, Nova Orquestra de Câmara do Porto, Orquestra de Palma de Maiorca, Orquestra Clássica da Madeira e Orquestra Sinfónica Portuguesa.
Representou Portugal na Jeunesses Musicales World Orchestra, no naipe dos primeiros violinos, durante dois anos consecutivos. Integrado nesta orquestra, gravou ao vivo na Berlin Philharmonie, sob a direcção dos maestros Daniel Harding e Ole Kristian Ruud.
No estrangeiro, actuou em Espanha (Festivais Internacionais de Música de Cura e Artà), França, Itália, Holanda, Alemanha (Berlin Philharmonie), Dinamarca (Radio Danish Hall de Copenhaga), Filipinas, Malásia, Coreia do Sul e E.U.A (nomeadamente como solista na Casa Italiana Zerilli Marimò e no Carnegie Hall (Weill Hall) de Nova Iorque).


JOÃO PAULO SANTOS Piano

Nascido em Lisboa, concluiu o Curso Superior de Piano no Conservatório Nacional desta cidade na classe de Adriano Jordão. Trabalhou ainda com Helena Costa, Joana Silva, Constança Capdeville, Lola Aragón e Elizabeth Grümmer. Na qualidade de bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian aperfeiçoou-se em Paris (1979/84).
Depois de ter ocupado o cargo de Maestro Assistente do Coro do Teatro Nacional de São Carlos (1984), foi nomeado Maestro Titular (1990/2004). Actualmente é Director de Estudos Musicais e Director Musical de Cena do mesmo Teatro.
Desde 1990 que desenvolve também uma intensa actividade como chefe de orquestra, tendo-se estreado com The Bear (Walton), encenada por Luís Miguel Cintra, para a RTP. Seguiram-se Let’s Make an Opera (Britten), Help, Help, The Globolinks! (Menotti) na Culturgest, Sweeney Todd (Sondheim) no Teatro Nacional D. Maria II, Albert Herring (Britten), Neues vom Tage (Hindemith) e Le Vin herbé (Martin) no Teatro Aberto (2001).
Tem sido convidado a dirigir estreias absolutas dos compositores António Chagas Rosa, António Pinho Vargas e Eurico Carrapatoso.
No São Carlos dirigiu Renard e Les Noces (Stravinsky), The English Cat (Henze), Orphée aux enfers (Offenbach) e, em co-produção com a Culturgest, Hanjo (Hosokawa) em estreia em Portugal.
Na qualidade de pianista apresenta-se a solo, em grupos de música de câmara, acompanhando cantores, e em duo com a violoncelista Irene Lima desde 1985.
Do seu repertório destaca-se a interpretação da integral das Sonatas para piano e outros instrumentos de Hindemith.
Gravou vários discos, um dos quais com obras de Erik Satie e Luís de Freitas Branco (EMI Classics).
Foi galardoado com o Prémio «Acarte 2000» pela direcção musical de The English Cat.

Dia Mundial do Teatro / “AQUI NINGUÉM PERDE A CABEÇA POR UM BRAÇO”


T Zero e Primeiro Andar Associação Cultural
Teatro
27 de Março, Terça-feira, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/12
Duração 70 m

AQUI NINGUÉM PERDE A CABEÇA POR UM BRAÇO tem por foz a vida de dois irmãos, António e Fernando, e das suas quatro namoradas.
Os Dois irmãos, António e Fernando, vivem presos no seu apartamento, subjugados à super-protecção da mãe, que os trata pelos nomes de Anton e Wolfgang, respectivamente.
António, que sempre fora alheio à formação académica e desinteressado pelos estudos, é-nos apresentado como um “parasita”, um “desocupado” que passa os dias agarrado a uns binóculos, para espreitar a vida da vizinhança.
Fernando é formado em letras e surge como a antítese do irmão. Os seus rendimentos enquanto escritor são o sustento de toda família. Na verdade, aquilo que o seu irmão António vai narrando das suas observações do exterior é o alimento para a criação artística de Fernando. É neste antagonismo complementar das vidas de António e Fernando, na sua relação enquanto irmãos e nas relações que vão mantendo com as namoradas, que a acção se desenrola no sentido de uma busca comum pela sobrevivência.
No entanto, a vida destes dois irmãos é subitamente alterada no momento em que a mãe, vítima de cancro, os abandona e é internada num hospital. António e Fernando ficam aparentemente livres do jugo familiar, ainda que continuem reféns, não apenas da forte ligação à sua progenitora, mas também da dor proveniente do trágico acontecimento.


ENCENAÇÃO E DRAMATURGIA Fernado Moreira
APOIO DRAMATÚRGICO Jorge Louraço Figueira
INTERPRETAÇÃO Inês Mariana Moitas, Joana Figueira, José Nunes, Nuno Preto, Sara Costa, Sara Pinto Pereira
CENOGRAFIA E ADEREÇOS Ricardo Preto
FIGURINOS Helena Guerreiro
DESENHO DE LUZ Cláudia Valente
MÚSICA ORIGINAL Rui Lima, Sérgio Martins
FOTOGRAFIA DE CENA Sandra Preto
REGISTO DE VÍDEO E FOTOGRAFIA Ana Lúcia Cruz
DESIGN GRÁFICO Maria João Arnaud
PRODUÇÃO Pedro Leitão

2º Curso Internacional de Música

Cimús 2007

Dois Cursos de aperfeiçoamento musical: violino + violoncelo, de 25 a 28 de Março, Com Demitri. Ferschtman, Violoncelo e Keiko Wataya, violino, Professores do Conservatório Superior de Amesterdão.
A Inscrição pode ser feita na CASA das ARTES ou ARTEDUCA .

Concerto final a 28 de Março – Grande Auditório
Entrada: livre
Co. produção: CASA das ARTES de V.N. Famalicão/ARTEDUCA

Wanda Stuart - Êxitos Musicais da Broadway


24 de Março, Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: Livre
M/10
Duração 90 m

Cantora, Actriz, Bailarina, Apresentadora e mais recentemente Encenadora.
Dinamismo, Cor, Ritmo, Luz, Fantasia, Arte, Glamour são características de todas as suas apresentações, marcadas pela inovação e qualidade.
Com um curriculum invejável, Wanda Stuart já actuou nas mais importantes salas do país, em diversos espectáculos alguns deles transmitidos nos vários canais televisivos.
Só, em palco, ou acompanhada por outros artistas, já nos habituou à exuberância de todas as suas performances, únicas no nosso meio artístico.
Wanda Stuart idealizou um trabalho inovador, com uma forte vertente multimédia, conjugando a música, o canto, a dança e o vídeo., bem ao estilo dos Musicais da Broadway.

Conversas de Camarim - SIMONE DE OLIVEIRA E VÍTOR DE SOUSA Maestro: Nuno Feist


Música e Poesia
16 de Março, Sexta-feira, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: Livre
M/10
Duração 90 m

A divulgação dos poetas pode ser um exercício alegre e prazenteiro, não ficando confinado ao habitual “dizer” da poesia.
“Conversas de Camarim”, é um espectáculo para ser apresentado num espaço multicultural e intimista. Pretende que os 2 actores, acompanhados de um pianista, passem em revista histórias de bastidores, situações cómicas e dramáticas, vidas atrás dos palcos.
Destas conversas vão saindo estórias ilustradas por poemas ditos por Vítor de Sousa e alguns temas cantados por Simone de Oliveira.
O espectáculo terá uma duração de 1h30min., e contará com a participação do público.
Surgirão projecções de momentos alusivos às conversas. Por exemplo: Miguel Torga, Tragédia da Rua das Flores, Ary dos Santos, João Vilarett; Paris de 1967, Amália, Varela Silva.
Esta concepção de espectáculo terá também o seu aspecto de tertúlia e contará para isso com um cenário de “mesa de café”, e projecção de slides.
O maestro e pianista Nuno Feist acompanhará todo o espectáculo.

Kiko's 4tet


Jazz
15 de Março, Quinta-feira, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/10
Duração 90 m


Kiko : Considerado por José Duarte como o único cantor de Jazz Português, participou no programa da RTP "Jazz a Preto e Branco" e em finais de 2001 é convidado para interpretar uma composição original de Laurent Filipe no espectáculo deencerramento da programação Jazz do Porto 2001 Capital Europeia da Cultura ao lado da Orquestra de Jazz de Matosinhos e os convidados Bob Berg, Ingrid Jensen e Conrad Herwig.´Desde 1999 que se apresenta ao vivo com o seu próprio Quinteto (Paulo Gomes, piano; Pedro Barreiros, bass; Paulo Pinto, guitarra e BrunoPedroso, bateria) e em 2003 lança o primeiro trabalho em nome própriointitulado "Raw".

Figuras Extremas da Condição Escatológica - Noite de Escritura Pública

Ciclo de leituras, performances e conversas em torno de temáticas literárias numa perspectiva de entretenimento.
Reedição” das Famosas Edições Mortas
Depósito Legal

14 de Março, Quarta-feira, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/10
Duração 90 m

Vídeo genérico: Marco Oliveira;
Foto: Nelson D`Aires
Conversa: Isaque Ferreira (moderação), A. da Silva O., Gilberto de Lascariz, Virgílio Liquito, A. Pedro Ribeiro e Raul Simões Pinto;

Ciclo de Música Erudita por Jovens Famalicenses - Elisabete Gomes


W. A. Mozart - Concerto nº 3 em Sol M para violino e Orquestra
Violino: Elisabete Gomes
Orquestra do Norte
11 Março, Domingo, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 EUROS
Produção: Casa das Artes V.N. Famalicão
Apoio: Câmara Municipal de V.N. Famalicão/ e Fundação Cupertino de Miranda


Elisabete Gomes

Nasceu em V. N. de Famalicão em 1979. Iniciou os seus estudos musicais aos seis anos de idade com o seu pai. Em 1991 ingressou na Artave na classe de violino da Prof.ª Ana Cristina Fernandes. Formou parte, em 1994, da Orquestra das Escolas de Música Particulares e da AIDIMOS (Academie International d’Interpretation Musical pour Orchestre Symphonique), em França e em 1995 foi-lhe atribuído o prémio “Menção Honrosa” no concurso “Juventude Musical Portuguesa”.
Foi admitida em 1997 na Faculdade de Música de Utrecht (Holanda) onde obteve a sua licenciatura e onde trabalhou com Keyko Wataya e Eva Koskinen em violino e com Peter de Leuw, Guido Topper e Joyce Tan em metodologia e pedagogia.
Trabalhou em orquestra sob a direcção de Emílio de Cezar, Ernest Schell, António Soares, Viktor Liberman, Ronald Hoogeven, entre outros.
Trabalhou em cursos de aperfeiçoamento de violino e música de câmara com os professores Tibor Varga, Ilya Grubert, Richard Gwilt, Zackar Bron, Joyce Tan, Charles André Linale, Ronald Hoogeven, Kioko Hashimoto, Richard Woyciki, Alberto Gaio Lima, entre outros.
É membro da Remix Orquestra da Casa da Música do Porto, onde já trabalhou sob a direcção de Peter Rundell, Frank Ollu, André Martin, Laurence Cummings, Richard Gwilt, entre outros. Fundou com os seus irmãos o Quarteto Gomes no qual trabalhou com Dmitri Ferschtman, Kioko Hashimoto e Chris Duidam.
Em 2005 fundou a ArtEduca – Associação de Ensino e Artes / Academia de Música e Artes de V. N. de Famalicão, da qual é Presidente e onde lecciona as disciplinas de violino e classe de conjunto.

“A Solo com os Anjos” - VORTICE Dance Company


Dança
10 de Março, Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/6
Duração 1h15 m (Sem intervalo)

VORTICE.Dance, dirigida pelos bailarinos e coreógrafos Cláudia Martins e Rafael Carriço, é a mais jovem companhia do panorama nacional, cujo trabalho tem sido reconhecido pelo público e pela crítica de países tão diversos como o Japão, Mónaco, Finlândia, Hungria, Roménia, França, Suiça, Espanha, Letónia, Portugal, entre outros.
Internacionalmente, foram reconhecidos com os prémios:“Philip Morris Grand Prix of Choreography, Helsinky, 2001”, entregue por Exm.ª Presidente da República da Finlândia, Mrs. Tarja Halonen; “Audience Award” no International Ballet and Modern Dance Competition, Nagoya, entregue por Sua Alteza Real, Principe Takamado, 2002; “Philip Morris Recognizment Award”, entregue pela Exm.ª Presidente da República da Letónia, Mrs. Vike Freiberga, 2002; “Best Foreign Company” no Best Solo and Duet Festival, no Trafó House of Contemporary Arts of Budapest, Hungary, 2005; “1º Prix Profissionelle”, no International Danse Concourse, Gland, Suisse, 2001.

“A Solo com os Anjos” é, antes de mais, uma vertigem no tempo, desde a criação do universo até ao presente. Tudo o que é terreno perece, mas há uma Luz que passa pelo Tempo e nos dá alento sempre que dela necessitamos. Essa Luz, trazem-na os anjos…Anjos e arcanjos…Com ou sem asas…de branco, para não recearmos a sua presença. Depois, falam-nos baixinho…E em surdina trazem-nos mensagens vindas de longe.

Direcção Artística / Coreografia: Cláudia Martins e Rafael Carriço
Bailarinos: Cláudia Martins, Rafael Carriço, Marta Tomé, Clara Simões, Melanie Santos, Filipe Pereira, Jorge Libório, Bruno Loureiro, Kléber Dias.
Figurinos: Cláudia Martins
Cenografia: Rafael Carriço
Direcção Técnica: Nuno Martins e Luís Fatoco
Direcção de Cena: Tomé Vieira