segunda-feira, 27 de outubro de 2008

A FESTA

Numa festa pode acontecer tudo ou nada
Neste espectáculo também
Uma festa pode ser alegre ou aborrecida
Este espectáculo também
Nunca sabemos o que esperar de uma festa
Deste espectáculo também não

14 e 15 de Novembro , sexta-feira e sábado , 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/12
Duração 75 m

Sinopse
Sete amigos juntam-se na casa de um deles para celebrar uma passagem de ano. Todos estão ali porque não têm outro sítio para estar. Mas se tivessem, provavelmente continuariam a estar ali.
Durante uma noite de festa, a teia de relações e cumplicidades entre estes sete amigos vai ser posta em causa. Caem as máscaras que cada um usa para esconder ou comunicar a sua personalidade e todos percebem que a face visível daquele círculo de amigos é a ponta de uma iceberg cuja parte submersa é mais negra, dolorosa e autêntica.

Descrição
O espectáculo A FESTA é a primeira criação resultante do projecto Estúdios. Este espectáculo tem origem em três workshops dirigidos pelo realizador português João Canijo, por Pavol Liska e Kelly Copper, directores artísticos da companhia americana Nature Theatre of Oklahoma e pelo coreógrafo congolês Faustin Linyekula. Ao longo destes workshops, a equipa artística deste espectáculo explorou diversos processos de trabalho e desenvolveu vários fragmentos de uma obra teatral dedicada ao tema da “festa”. De seguida, autores e actores fundiram as suas experiências anteriores, encontrando a sua própria forma de criarem um espectáculo sobre este tema, que é um convite não só à invenção, mas também á celebração.
Estúdios é um projecto de formação e criação de teatro, culminando sempre na criação e exibição de um novo espectáculo.
Todos os anos, realizar-se-ão workshops e master calsses dirigidos por alguns dos mais inovadores criadores e teóricos nacionais e internacionais, dedicados sobretudo à escrita para teatro e ao trabalho de actor, mas estendendo-se também aos vários sectores da criação teatral. Numa segunda fase do projecto, os autores e actores que participaram nos workshops criaram um espectáculo que foi exibido no Teatro Maria Matos.
Todos os anos, Estúdios dedica-se a um tema, que servirá de mote aos workshops e à criação do espectáculo. Na edição de 2008, esse tema é A FESTA.

Workshops dirigidos por João Canijo, Faustin Linyekula, Pavol Liska e Kelly Copper (Nature Theater of Oklahoma).

Criação colectiva texto Filipe Homem Fonseca, Nelson Guerreiro e Tiago Rodrigues interpretação Cátia Pinheiro, Cláudia Gaiolas, Fernando Luís, Joaquim Horta, Marcello Urgeghe, Rita Blanco e Tónan Quito cenário, desenho de luz e video Thomas Walgrave produção, adereços e fotografia Magda Bizarro assistente de produção e adereços Moirika Reker produção Mundo Perfeito e Teatro Maria Matos em co-produção com Festival de Almada 2008, Alkantara Festival, DEVIR/CAPa e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão 2008

Puzzle - "Ritmo da Pulsação Tour"

Funk / Soul / Hip-Hop
8 de Novembro, Sábado, 22h30
Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.myspace.com/puzzlefsr
Os Puzzle são uma banda eclética, com influências do Funk, da Soul e do Hip-Hop.
Em actividade desde o Verão de 2004, de inicio como um projecto de autor do C-Vieira (vocalista/letrista/compositor), os Puzzle constituídos pelo C-Vieira (voz), Paulinho Ponte (baixo), Lopez (guitarra), Messias (bateria) e Kadu (teclados), deambulam por um universo Groove, onde não há limites para a criatividade e onde o esforço só acaba com satisfação de um bom final.
“Ritmo da Pulsação” é o seu álbum de estreia. Um disco composto por doze canções, onde figuram temas como a dedicação, a perda, a inocência, o amor ou o ideal. É preciso constatar que só na positividade é que se encontra o caminho. Prova disso são, sem sombra de dúvida, os espectáculos ao vivo da banda, onde à formação dos Puzzle, se acrescenta os coristas Andee e Bambs. Aqui, o esforço é levado ao limite e o público tem a possibilidade de assistir a essa fabulosa mistura que é alma, partilha e espontaneidade.

Viviane

Acústico / Indie
7 de Novembro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/vivianeparra
www.viviane.com.pt/

Viviane é uma das vozes mais carismáticas da música portuguesa. Uma atitude singular, um registo envolvente e inconfundível assinalam uma carreira consolidada pela experiência de dezassete anos de canções como compositora e intérprete de um dos melhores grupos da POP portuguesa: os Entre Aspas.

Em Abril de 2007 a cantora lança o seu segundo álbum a solo de nome “Viviane” e prepara para 2008 a sua segunda tour de auditórios e teatros.
Em Confidências da minha rua Viviane volta a surpreender num espectáculo essencialmente acústico onde para além de interpretar os êxitos do seu primeiro disco a solo – “A vida não chega” “Fado mambo“ “Alma danada”… - se aventura por outros universos musicais e explora as suas capacidades vocais conseguindo ir mais além na procura de outras sonoridades.

Entre as linguagens do Fado, do Tango e da Musette francesa, com o acordeão e a guitarra portuguesa como notas dominantes, Viviane, acompanhada também nesta formação por contrabaixo e bateria, inspirou-se nas suas memórias de infância repartidas por Portugal, França e Argentina e estruturou um espectáculo de quinze melodias que no Fado procuram a profundidade da alma e do sentimento sem o vínculo da fatalidade e, no tango descobrem o lado mais apaixonado e irreverente,

Viviane – Voz E Flauta
Tó Viegas – Guitarra Portuguesa
Helena Mendes – Acordeâo
Francisco Santos – Contrabaixo
Rui Freire - Bateria

sábado, 11 de outubro de 2008

“Três Homens Baixos” a partir de Rodrigo Morat

Teatro Construção
2 de Novembro, Domingo, 21h30, Café concerto
Entrada: livre
M/16
Duração 60 m

Três amigos de infância, talvez quarentões, que se encontram periodicamente numa mesa de bar para colocar as novidades em dia.
Num desses encontros, descobrem que os laços que os unem vão muito além do que supunham e serão obrigados a rever seus valores mais profundos.
Samuca é dono de uma agência de Publicidade, Titi é advogado de uma Multinacional e Ciro, um professor universitário. Cada um vivendo seu drama existencial e pessoal. Diante de uma amizade que mesmo aos trambolhões continua forte, os amigos seguem numa trama sarcasticamente melodramática.
A intimidade, as fraquezas e as baixezas desses três homens são reveladas com muito humor, através dos inúmeros clichês do padrão masculino de comportamento. A peça coloca o espectador diante de um espelho de parque de diversão, que deforma a anatomia e a torna engraçada.
No fundo, uma amena cavaqueira entre especímenes humanos como tu e eu.

PAT & WONDERFOOL's

Jazz/Blues
1 de Novembro, Sábado, 22h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração: 70 m

PAT voz
PAULO BARROS piano
MAIN WELL baixo
SÉRGIO LEONTE bateria

Nos seus 7 anos de existência os WonderFool's tem tido diversas formações e "ondas" dependendo dos músicos convidados a participar no projecto. Actualmente tem a particularidade de integrar a cantora, PAT (uma das Amarguinhas) que se apresenta neste novíssimo formato acústico com músicas dos Clash, U2, Nirvana entre muitos outros - mas numa paleta sonora onde se congregam tonalidades jazzísticas, de bossa nova e que reflectem bem a diversidade de influências da cultura contemporânea internacional.

Pat esteve sempre ligada a projectos POP, como Vocalista da banda SS, Amarguinhas, segundas vozes live na digressão POP LESS dos GNR, Magenta, participação no CD dos 49Special, mas também envolvida em projectos de Covers, actuando no Casino da Póvoa, no Palácio da bolsa, Bailes Debutantes do Clube Inglês, etc, tentando imprimir sempre um cunho pessoal nas interpretações, baseado na emocionalidade e no timbre adocicado da sua voz.
Também desenvolveu trabalhos de composição pessoal (Magistral XXI), temas para crianças, dobragens de filmes infantis.

O INSTANTE DE CADA SEGUNDO

Exposição de Fotografia, Pintura e Cerâmica de Sandra Longras e Teresa Lares
Foyer, 2 a 30 de Novembro

A apresentação conjunta destes trabalhos surge da combinação de ideias, interesses e emoções. As obras expostas existem num triângulo de ligação artística criado pelas pintoras.
Os pormenores de cada expressão plástica ocupam lugares que, ao serem ampliados preenchem todo o espaço, de forma envolvente.
As telas transpiram o artifício da representação: das coisas nascem coisas, diz um Munari presente; as coisas que não são coisas, são cores e, as cores que não são cores, são coisas.
Fotografia, Pintura e Cerâmica coexistem harmoniosamente num espaço, numa cor e num tempo de equilíbrio.
As produções artísticas resultam da integração de conceitos e pesquisas, das vivências e actividades individuais e em parceria.
Espaço brancos…pincéis de cor… Formas disformes, manchas em exercício e traços contínuos… últimas emoções ultrapassadas pelos instantes de cada segundo.
Vermelho… Verde… Branco… Amarelo… Preto… organizam-se em formas que deslizam, desprendidamente, distraidamente, como que por acaso.
As telas projectam olhares, lugares desabitados e imaginários.
As representações são indirectas, por vezes mudas, mas luminosas.
A tela em branco… ao encontro do princípio no instante de cada segundo.

O mundo é uma amálgama de aromas que se unem propagando sensações como ondas sonoras. Trazem lembranças do que fomos quando nos lambem as narinas. Por vezes sentimos os aromas que rodopiam e provocam um frenesim à flor da pele. Outros há, que brutalmente se encostam como cactos espinhosos e solitários num deserto sem fim. Contudo, compõem as formas que vagueiam ao sabor da brisa húmida.
T. Lares

As pinturas surgem sub carregadas por excessos que do inconsciente se traduzem em formas, cores e traços. Independentemente no abstracto/semi-figurativo, estabeleço um discurso estético de tonalidades que identificam a individualidade da mensagem, a transmitir no momento próprio da criação: é esta a espontaneidade do meu trabalho. Actualmente tem um espaço para realizar os meus trabalhos. A figura humana ocupa sempre um papel de destaque nas minhas pinturas, de forma mais ou menos implícita. A pintura tornou-se um vício do qual não me consigo desprender, uma fonte de ligação à vida terrena.
S.Longras

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Ópera “O Barbeiro de Sevilha” de Gioachino Antonio Rossini

Ópera cómica
30 de Outubro, quinta-feira, 15h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m

SINOPSE
O Barbeiro de Sevilha conta a história de Fígaro, um barbeiro que faz de tudo na sua cidade: arranja casamentos, ouve confissões, espalha boatos, enfim… um verdadeiro prodígio de imaginação.
A trama começa com uma serenata sob o balcão da casa de Rosina pelo Conde Almaviva, disfarçado de Lindoro. Mas Rosina não aparece. Ela é pupila de um velho médico, D. Bartolo, que tem planos para se casar com sua protegida. D. Bartolo é muito ciumento e mantém Rosina confinada em casa, acompanhada pelas suas criadas, Berta e Carmen.
É durante a serenata que o Conde conhece Fígaro – o seu trabalho desta vez será ajudá-lo a casar-se com sua amada. Os dois elaboram um plano para que Almaviva (ou Lindoro) se encontre com Rosina. A ideia é que o Conde entre na casa de Rosina, disfarçado de soldado bêbado. Mas o plano não resulta e, com a chegada da polícia, o encontro termina numa divertida e caótica discussão.
Noutra tentativa, o Conde Almaviva disfarça-se de professor de música mas mais uma vez o plano de Fígaro e Almaviva não se concretiza: a trama é descoberta e o D. Bartolo apressa o casamento com Rosina para evitar as investidas do Conde.
O desfecho que parece certo muda de rumo devido à sempre fértil imaginação do Barbeiro de Sevilha – afinal, não há nada que umas boas moedas e uma dose de humor não resolvam...

:: FICHA TÉCNICA E ARTÍSTICA ::
Interpretação
Adriana PereiraAgostinho MacedoCélia MariaHenrique MacedoKim CachopoMaria João VieiraPaulo CarrilhoPaulo NetoPessoa Júnior
Versão e Encenação Fernando Gomes
Adaptação e Direcção Musical Filipe Carvalheiro
Direcção Cenográfica Kim Cachopo
Direcção Plástica, Cenografia e Adereços RO-
Apoio Cenográfico Paula Sabino
Figurinos Rafaela Mapril
Desenho de Luz Paulo Sabino
Operador de Luz Luís Duarte
Operador de Som Fernando Caldeira
Direcção de Palco Henrique Macedo

Lilian Raquel Quarteto

25 de Outubro , sábado , 23h00, café concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/lilianraque

A cantora brasileira é natural do Recife e está ligada à música desde os 9 anos.
Lilian Raquel começou a cantar em festas locais e bares da cidade.
Participou em bandas de artistas brasileiros, como André Rio, Alceu Valença e Naná Vasconcelos. Em Portugal desde Agosto de 1999, estuda desde então música e canto com Fátima Serro. Actuou com os GNR e tem tocado com o seu quinteto de MPB e Bossa Nova pelo País.
Formado por músicos oriundos do Recife, o Lilian Raquel Quarteto pode apresentar diversos tipos de repertório, desde a música de índole mais popular como o chorinho, a ambiências mais jazzísticas ou de worldmusic.

Formação:
Lilian Raquel _ Voz
Cláudio Ribeiro _ Guitarra
Alexandre Silva _ Baixo Eléctrico
Toni Thorpe _ Bateria

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

CONFISSÕES DAS MULHERES DE 30


Teatro
As preocupações, amores, trabalhos, terrores e glórias das mulheres de 30. Histórias reais de mulheres na faixa dos 30 anos, contadas e confessadas em clima de grande humor por Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique.

24 e 25 de Outubro , sexta-feira e sábado , 21h30, Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/12
Duração 90 m

D0 QUE TRATA?
Preocupações, amores,trabalhos, terrores e glórias das mulheres de 30.
Confissões baseadas em histórias reais de mulheres na faixa dos 3O, num clima de humor.
Alguns assuntos abordados: casamento, primeiro namorado após a separação, filhos, ex-maridos, tipos de homem no Amor, grandes sonhos, sexo, mercado de trabalho, a preocupação com a maturidade.

FRASES DO ESPECTÁCULO
“Ter 30 anos é uma posição de abrangência estratégica: pode namorar homens de 20, 30, 50... sem que ninguém lhe chame tarada”

“Ter 30 anos é viver no agora ou nunca”

“Aos 30 anos o meu mundo caiu. Casamento desfeito, falta de perspectiva profissional, embate com a minha própria condição de mulher de 30. Aos 30 anos, o meu rabo caiu“

DIRECÇÃO
DOMINGOS OLIVEIRA E PRISCILLA ROZENBAUM
DIRECTOR ASSISTENTE
EDUARDO WOTZIK
ADAPTAÇÃO
LEONOR XAVIER
INTÉRPRETES
ANA BRITO E CUNHA
FERNANDA SERRANO
MARIA HENRIQUE

Rita Redshoes - Golden Era


Alternativa / Pop / Ambiente
18 de Outubro , sábado , 21h30, Grande Auditório
Entrada: 7 euros
M/3
Duração 70 m
www.myspace.com/ritaredshoes

Ao primeiro som, a voz de Rita Redshoes surpreende-nos. A sua música desperta um mundo de sonhos onde a realidade da sua voz nos embala e nos transporta através dum caminho mais maduro, sólido e esplendoroso. "Dream on Girl" foi a sua primeira afirmação: um novo talento apresentado pela colectânea “Novos Talentos – FNAC 2007”, uma música que rapidamente se tornou no single deste disco, com destaque em algumas rádios nacionais e referência como “Canção do Ano” pela rádio RADAR.

Tudo começa em 1996 com a participação como baterista no grupo de Teatro ITA VERO. Em 1997, um grupo de amigos junta-se e, com Rita Redshoes como vocalista, formam os Atomic Bees, gravando, em 2000, o disco: “Love.noises.and.kisses”, que apresentam um pouco por todo o país. Foi uma das finalistas do concurso Jovens Criadores em 1999, com o projecto Rebel Red Dog, onde tocava baixo. Nesse mesmo ano começa a desenvolver o seu talento para tocar piano, no seu projecto a solo: Photographs. Desde 2003 que integra a banda de David Fonseca, tendo mais recentemente partilhado o tema “Hold Still” incluído em “Our Hearts Will Beat As One”, o segundo disco do músico.

Em Dezembro passado, ofereceu-nos “Hey Tom”, mais uma pérola da sua autoria, e o primeiro avanço do seu disco de estreia “Golden Era”, editado em Março pela editora Anjo da Guarda. Ao vivo, Rita Redshoes bate os pés um no outro, e os seus sapatos vermelhos tornam-na arrojada e mágica ao mesmo tempo, um talento que não vai passar despercebido... Não perca a sua apresentação ao vivo na casa das Artes e Famalicão, dia 18 de Outubro!

A new star is born! Rita Redshoes!

PULOS NA RUA COM OS PÉS NA LUA


ATELIER + ESPECTÁCULO pela Companhia de Dança Almada
“Num ambiente descontraído nasce o gosto pela dança.
Valoriza-se o corpo, o movimento e a relação entre o público e os intérpretes.”

Atelier Dança
Público-alvo – 8 aos13 anos, grupos com o máximo de 20 elementos.
Custo da inscrição – 2 euros
14 e 15 Outubro 9h30 às 11h30 e 14h30 às 16h30 Sala de Ensaios
16 de Outubro 9h30 às 11h30 Grande Auditório

Espectáculo “Pulos na Rua com os Pés na Lua”
Dança
16 de Outubro quinta-feira 15h00 Grande Auditório
Entrada: 2 euros
M/6
Duração 60 m

A apresentação do espectáculo é enriquecida com a realização prévia de Ateliers de Dança, destinados a crianças dos 8 aos 13 anos. Os ateliers têm como objectivo a integração das crianças no próprio espectáculo, as quais assumem o papel de protagonistas, secundadas pelos bailarinos interpretes.

Sinopse:
Intitulado “Pulos na rua com os pés na Lua”, este espectáculo de Dança Contemporânea junta criadores de diferentes gerações, procurando alcançar e formar os estratos mais jovens do público num programa lúdico, educativo e interactivo.
Pretende-se, fundamentalmente, promover o conhecimento e gosto pela dança, valorizando a função do corpo, do movimento e das relações entre os intérpretes e o público.
As intervenções da personagem/narrador entre cada extracto coreográfico garantem o fio condutor do espectáculo e marcam um percurso de continuidade entre os diversos espaços coreografados

Ficha artística:
Concepção e Direcção Pedagógica: Ana Macara
Coreografia: Alexandrina Nogueira, Ana Macara, Daniel Cardoso, Ricardo Ambrósio, Tiago Medeiros
Assistente de Coreógrafos: Maria João Lopes
Desenho de Luz: Pedro Machado
Sonoplastia: José Pacheco

Direcção artística: Maria Franco

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

An evening with… DJ Rui Pregal da Cunha


É inevitável que uma alma soul (maior sobreposição conceptual não existe se descontarmos "o doce que é o mel") se apodere das operações, a ver vamos, nunca se sabe...
Tudo aos SSSs num Super Fly que começa na Stax e faz-nos murmurar um ditongo compridito: sweeeet.

11 de Outubro, sábado, 23h30, Café Concerto
Entrada: 5 euros /
para quem tem bilhete do concerto The New MasterSounds, no GA, a entrada é gratuita
M/16
Duração 90 m

The New MasterSounds featuring Dionne Charles

Funk/soul/ jazz
3º Edição “Afinidades” – Micro Festival
Nesta 3 ª edição do “Afinidades” Micro Festival - 11 de Outubro, o “Trendsetter” Rui Pregal da Cunha (Vocalista dos “Heróis do Mar”) traz-nos uma agradável surpresa. Chamam-se The New Mastersounds featuring Dionne Charles. A banda de Leeds virá a Portugal promover o seu mais recente trabalho “102%” – Um álbum com muito “groove” a fazer lembrar o som “vintage” da STAX .
11 de Outubro , sábado , 22h00, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.newmastersounds.com/
www.myspace.com/newmastersounds

Rádio Oficial: Antena 3

Bilhetes à venda nos seguintes locais
Porto:
Jo-Jo’s Music (R. Cedofeita)
Livraria Leitura (Shopping Cidade do Porto)
Louie Louie Deluxe (C.C. Miguel Bombarda)
Braga:
Louie Louie

“Afinidades” – Micro Festival é uma ideia do comunicador Álvaro Costa com produção da Big Mamma e direcção geral da Casa das Artes de VNF.
“Afinidades” é inspirado em eventos como o Londrino “Meltdown” em que e anualmente um curador -Artista, ou figura pública, ou fazedor de opinião é convidado a programar o seu elenco.

A primeira edição realizou-se em Março com a primeira aparição nos palcos nacionais do Americano John Vanderslice e a sua banda, numa noite memorável.

Em Junho a segunda edição do “Afinidades” com Sebastien Tellier – Uma escolha do conceituado jornalista e crítico do Público - Vítor Belanciano. Tellier apresentou o seu mais recente longa duração “Sexuality” produzido pelos Daft Punk.

The New MasterSounds
Funk, soul, jazz, 4 tipos e um grande groove.
Descobri-os no fim do ano passado e fiquei todo entusiasmado por este som andar aí novamente.
Eles trazem uma cantora (Dionne Charles) e nós vamos mostrar como a malta dança aqui na terra.

Texto de Rui Pregal da Cunha (Vocalista dos saudosos Heróis do Mar e curador desta edição do “Afinidades”)

Sobre o Curador desta edição…. Rui Pregal da Cunha
Prologo: Nasce em 1963 em Macau de onde tenta, 3 anos mais tarde, fugir de triciclo para a China.
Acção: Time lapse para o primeiro ano da década de 80 e entre subidas do Chiado e noitadas no underground alfacinha ainda canta umas coisas que ficam no ouvido do resto dos Portugueses.
Jumpcut mais uma década e vai viver para Londres de onde volta uns milhões de frames depois porque o "amor não lhe tinha morto o desejo".
Pan de 360, várias vezes, tonturas inevitáveis e flash dissolve para a data de 11 de Outubro na Casa das Artes.
Fim feliz

Die Winterreise (A Viagem de Inverno) de Franz Schubert

Ciclo de canções para Canto e Piano
Música Erudita
10 de Outubro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
«-BARITONO – ANTÓNIO SALGADO
PIANO – ÁNGEL GONZÁLEZ-»

Winterreise op. 89 (1827) de Franz Schubert
Os textos de Die Winterreise de Wilhelm Müller que Franz Schubert musicou em 1827, um ano antes da sua morte, são um espelho do mito de Wanderer cujos demónios nos conduzem às regiões mais profundas e frias do ser. Influenciado pela literatura grega e romana, o folclore, a ópera e o drama alemães, e a poesia inglesa e alemã do século XIX, Müller escreve este ciclo de poemas entre 1822 e 1824 o ano da morte de Byron.
Die Winterreise caracteriza-se pelo imaginário romântico e pelos arquétipos empregues em que o mito de Wanderer e da viagem de inverno, temas favoritos dos românticos, traçam uma longa história desde as civilizações mais antigas. A linguagem empregue pelo poeta, a sua apreciação da música, do teatro e das artes visuais, assim como da tradição romântica inglesa e alemã do século XIX, forma um solo fértil para a criação de Die Winterreise. Das várias influências que sofreu, destacamos a poesia mística de Blake, de onde Müller absorveu a ideia de uma psyche humana dividida, o espectro de uma jornada através da vida ao encontro da sua sombra, a emanação, associação que traz tristeza e consequentemente o espírito criativo. Para Müller os poemas são concebidos para serem cantados, afirmando no seu diário em 1815: “eu não posso nem tocar nem cantar, no entanto, quando escrevo versos, canto e toco. Produzindo melodias, as minhas canções podem ser mais agradáveis. Mas coragem! Talvez exista um espírito iluminado algures que possa ouvir as tonalidades das palavras e trazer-mas de volta”. Este espírito iluminado foi Schubert que musicou do autor não só Die Winterreise como Die schöne Müllerin.
Schubert começa a trabalhar neste ciclo de canções sem conhecer a totalidade dos poemas de Müller. Este facto faz com que utilizando a última ordenação de Muller, rompa com a estrutura musical entretanto elaborada. Frequentemente tido como autobiográfico este ciclo deve ser percebido como uma forte articulação psicológica e em sentido metafórico. Winterreise é um sonho, uma visão da viagem que Wanderer efectua através da mente e do coração até às profundezas da alma. A acção situa-se na psyche humana; Wanderer transcende-se a si próprio utilizando elementos da natureza como símbolos de verdades inquestionáveis. Através de Winterreise, assim como de toda a literatura romântica, a natureza espelha o homem. As progressões musicais e metafísicas revelam-se manifestações de viagens psicológicas. Nestas canções, Schubert traduz várias emoções tanto físicas como psicológicas, nomeadamente o batimento cardíaco presente na interação entre piano e voz assim como nas variações de tempi de Der stürmische Morgen, no galope de Die Post, na languidez de Einsamkeit e na magnificência de Wasserflut e Das Wirtshaus. O desejo domina em Die Wetterfahme; o pessimismo em Gefror’ne Tränen; a violência, a angustia e a agitação em Rückblick; a dúvida em Auf dem Flusse; a resignação em Das Wirtshaus; o desespero em Der stürmische Morgen; o cinismo em Mut; a tristeza em Der Leiermann; a premonição em Die Krähe e a ansiedade em Die Post. Os recursos técnicos e estilísticos empregues, nomeadamente a modulação, a constante mudança de modo e tonalidade, e a repetição de melodias folclóricas traduzem o espírito de Wanderer. O ciclo termina com uma interrogação cuja resposta é um dado existencial. A música de Schubert, descrevendo e traduzindo fielmente o mito, as emoções e os sentimentos, confere-lhe um dramatismo e uma força peculiares, sendo um exemplo de perfeição na forma como o compositor os visualiza e transforma em realidades sonoras. Traduzidas por estruturas musicais, melodias, harmonias, ritmos, timbres e texturas de uma beleza e profundidade únicas, estas canções revelam a vivência humana e o que de mais profundo existe no ser humano. Nas canções que compõem o ciclo notamos ainda a preponderância do ritmo dáctilo, o ritmo da morte. Encontramos a tristeza e o desespero de Schubert, a profundidade dos seus sentimentos e emoções, no protagonista da acção.
A simplicidade da escrita realça a natureza dos sentimentos expressos. Como uma imagem pintada, este ciclo de canções transcende-se na música do compositor e na cor branca do gelo e da neve, a página vazia onde se escreve o futuro.
Helena Santana

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Lufa-Lufa + CLÃ

Pop/Rock
4 de Outubro, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 15 euros
M/3
Duração 120 m

Clã
http://www.cla.pt/
A espera foi longa, mas compensadora. Três anos depois de «Rosa Carne», os Clã estão de regresso aos originais com «Cintura», um elogio à pop e às canções em português. Físico, directo e imediato, o quinto álbum dos Clã reafirma a
versatilidade desta formação, referência incontornável no panorama musical
português. Ao vivo, a energia é contagiante e o espectáculo revelador do talento
e mestria do sexteto.
Carlos Tê, Arnaldo Antunes, Regina Guimarães e Adolfo Luxúria Canibal
escreveram para as músicas de Hélder Gonçalves, a pensar na inconfundível voz
de Manuela Azevedo, um conjunto de histórias das quais começamos por ouvir
«Tira a Teima» e, mais recentemente, «Sexto Andar». Como convidados, este
registo conta com a participação de Paulo Furtado (The Legendary Tiger Man),
Fernanda Takai (Patu Fu) e Mário Barreiros (bateria).
Para além de «Cintura», do alinhamento destes concertos fazem igualmente
parte os clássicos de «LusoQualquerCoisa», «Kazoo», «Lustro» e «Rosa Carne».
Depois de uma primeira digressão por auditórios, e dos grandes palcos por onde
Passaram no Verão, os Clã reservaram o último trimestre de 2008 para retomar a viagem pela salas de forma a dar resposta às muitas solicitações e boas reacções que obtiveram entre Outubro de 2007 e Março de 2008.

Lufa-Lufa
www.myspace.com/lufalufa
«Foledad» é o título do espectáculo apresentado pelo projecto Lufa-Lufa, constituído pelos
músicos Ricardo Santos Rocha (concertina) e Carlos Adolfo (percussão).
Com um cenário próprio e uma história paralela, «Foledad» consiste num repertório de temas
originais que percorre distintas linguagens musicais e com uma forte componente visual e
cénica, transportando o espectador para paisagens imaginárias...
Internet

TANGO QUATTRO e os dançarinos Julio Luque y Veronique Guide

Tango Argentino /música e dança

3 de Outubro, sexta-feira, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração:90 m

Este grupo de música da Argentina que vive em Madrid, tem doze anos de existência.
O que inicialmente foi um projecto artístico transformou-se numa forma de manter viva a própria cultura e numa necessidade de reafirmar a própria identidade, essencialmente num grupo de amigos.
O Tango Quattro destaca a sonoridade do autêntico tango que estes músicos conheceram desde a sua infância, um tango que expressam com vigor e a personalidade de um estilo inconfundível, nunca afastado das raízes do tango e baseado em arranjos e adaptações próprias.
O seu repertório inclui todos os estilos, desde La Guardia Vieja até Piazzolla, passando por Troilo, Salgán, Pugliese, Plaza e outros grandes maestros do tango, os quais são absolutamente fiéis, estilisticamente falando.
O Tango Quatro realizou concertos e espectáculos em praticamente todas as salas e teatros de Espanha, assim como em diversos países europeus e americanos, sendo destacável o êxito obtido no Festival Internacional “Paris Banlieues Tango” tanto na edição de 2004 como de 2005.
São três os trabalhos discográficos do Tango Quatro “Fin de Siglo”, “Tango Che Passione” (Italia) e “El Arte del Tango”, este último nomeado para os PREMIOS DE LA MÚSICA 2001 (AIE-SGAE) nas categorias de Melhor Álbum, Melhor Álbum de Música Tradicional-Folk e Melhor Técnico de Som. Também realizaram um vídeo-clip e um documental sobre a sua trajectória para a corrente Argentina Solo Tango.
Criadores do espectáculo de música e dança “El Arte del Tango”, actualmente em tournée por Portugal e a Rede de Teatros da Comunidade de Madrid acompanharam, entre outros, Nacha Guevara no seu espectáculo “Y en el 2000 también” apresentado em Espanha e na América Latina, e Joaquín Sabina na “Homenaje a Enrique Santos Discépolo” com arranjos musicais do próprio grupo.
O espectáculo ESTACION TANGO merece uma menção especial, uma grande produção que bateu todos os recordes de permanência em cartaz espanhol, no que diz respeito a espectáculos de tango, quatro meses no Teatro Infanta Isabel de Madrid e quatro anos em tournée por toda a Espanha.

Ezequiel Cortabarría - Flauta
Fabián Carbone - Bandoneón
Mario Soriano - Piano
José Luis Ferreyra - Contrabaixo
Adrián Rodríguez. - Violoncelo

Dançarinos – Julio Luque y Veronique Guide

“… do som e da Vida”

Comemoração do dia mundial da MÚSICA
.... a música, os sentidos, a percepção, a memória, o lógico, o abstracto, a imagem, o movimento e a construção.

1 de Outubro, Quarta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros
M/3
Duração: 70 m

Às vezes o mundo parece que tenta virar tudo contra nós e parece que nos quer esmagar com toda a força...
Mas eu acredito na música assim como algumas pessoas acreditam em contos de fadas...
Acredito que a música me pode ajudar a ultrapassar todas as dificuldades que me aparecem no caminho...
Eu gosto de imaginar o que ouço...
Acho que herdei isso do meu pai e da minha mãe...
Do amor que nasceu entre os dois...
Eu acredito que uma vez,...há muito tempo,... eles ouviram a música,... e seguiram-na,...
Criaram-me e ao criarem-me ensinaram-me a estar atento e a ouvi-la à minha volta,... em tudo o que me rodeia,... em todos os momentos da minha existência...
Foi assim que aprendi a ouvi-la e a senti-la... em todo o lado,... até numa gota de água no silêncio... numa só gota...
Como aconteceu comigo, assim, acontece com toda a gente.
Só temos de estar atentos,...e escutá-la!
Ela está por todo o lado!

Encenação e cenografia; João Regueiras
Direcção musical: Rui Mesquita e Cátia Rocha
Produção: CASA das ARTES de V.N. Famalicão

10 ANOS DE IMAGENS

Exposição comemorativa dos 10 anos de actividade do Cineclube Joane
Até 31 de Outubro no foyer da Casa das Artes

10 ANOS A PROMOVER O CINEMA, 10 ANOS DE TEIMOSIA
O Cineclube de Joane festeja, em Setembro do corrente ano, 10 anos de exibições regulares.
Abreviando o historial: as primeiras sessões realizaram-se, com uma periodicidade quinzenal, no Centro Cultural de Joane, assumindo desde logo a paixão pelo cinema de autor, pelo desejo de revisita dos clássicos da história do Cinema, pela programação do Cinema vindo de todas as latitudes, manifestando-se desde logo como o Cineclube do concelho de V. N. de Famalicão, como a entidade, convém dizer que única até estes dias, que tem como missão a promoção do Cinema.
Entretanto, surgiu a Casa das Artes de V. N. de Famalicão e, em Março de 2002, o Cineclube de Joane transferiu-se de armas e bagagens para este equipamento, permitindo consolidar a sua actividade, chegando ao objectivo das sessões semanais, com o apoio de duas entidades fundamentais: a Câmara Municipal de V. N. de Famalicão (apoiante do projecto desde a primeira hora) e o Instituto do Cinema e do Audiovisual, através da Rede de Exibição Alternativa, programa que visa financiar a programação de cinema europeu e, em especial, português.
A teimosia é apreciada, por norma, como um defeito. Ora, quando se trata de programar Cinema de autor, principalmente num concelho sem alicerces, a esse nível, consistentes, a teimosia (se preferirem, a perseverança) adquire uma importância incontornável. Quando se programa, com regularidade, Cinema português, géneros como o documentário, cinema oriundo de paragens menos óbvias, com destaque para as cinematografias asiáticas e sul-americanas, não se pode esperar resultados imediatos ao nível da presença de espectadores, e, portanto, o programador surge aqui como uma entidade quase obstinada na defesa da sua única dama: o Cinema. Apesar de tudo, lançadas as sementes, é já possível colher os primeiros frutos: cerca de 500 sessões realizadas; 16.195 espectadores contabilizados só nas sessões ocorridas na Casa das Artes (entre 2002 e 2008, em 329 projecções); mais de 400 associados inscritos.
Nestes 10 anos, realizamos um conjunto de actividades paralelas à exibição semanal e que consideramos de primordial importância na formação de público: Programamos ciclos e retrospectivas dedicadas ao grandes cineastas e correntes da história do Cinema; Levamos o Cinema às populações, com presença em várias freguesias do concelho, através da iniciativa Cinema Paraíso (sessões de Cinema ao ar livre); Promovemos a presença de alguns dos maiores realizadores portugueses, organizando discussões em volta de obras marcantes; Concretizamos extensões de Festivais de Cinema de referência: CINANIMA, INDIE Lisboa, DOC Lisboa; Marcamos presença em escolas de vários escalões etários, utilizando o Cinema como ferramenta didáctica; Colaboramos com inúmeras entidades do concelho e de fora dele, numa tentativa de contaminar e estar disponível para ser contaminado.
Nos próximos anos, o Cineclube de Joane prosseguirá o seu caminho, procurando que as nossas propostas cheguem aos nossos associados e a outros espectadores mais ou menos assíduos, porque, como é óbvio e notório, o Cinema só faz sentido com público(s), com assistência, com reacção às obras projectadas no grande ecrã. E é com o apoio e a militância do público que esperamos continuar a concretizar as iniciativas referidas acima e outras tantas, no sentido de promover o Cinema.
Perdoem-nos a teimosia!

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Rua 10

Teatro
Atelier Baú dos Segredos
25 e 26 Julho, sexta-feira e Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 3 euros.
M/3
Duração: 70 m

Era uma vez numa cidade!...
Um bairro! Um velho bairro!
Na zona norte da cidade!
Uma rua!... A Rua 10!
No tempo em que uma era terminava e outra espreitava já à esquina...
Hoje não passa de uma zona fantasma,... abandonada,... à espera de demolição. Mais dia menos dia,...vai dar lugar a mais um parque de estacionamento ou a um moderno dormitório da cidade...
Às vezes,... no vento que varre a rua ainda se conseguem ouvir algumas vozes do passado,... se soubermos escutar com atenção...
Parece que nas paredes ficaram gravados pedaços dos sonhos...
Sons familiares que o vento arrasta na sua passagem....e se diluem no tempo...

Eis o que se nos revela, levantando uma pontinha do véu, desta segunda obra do Baú dos Segredos, que sobe à cena nos dias 25 e 26 de Julho.
A encenação e cenografia é de João Regueiras.
Os figurinos da Carmen Regueiras.
A produção da Casa das Artes/João Regueiras.

sábado, 14 de junho de 2008

An evening with…Rickie Lee Jones


Concerto único na Europa


Rickie Lee Jones - piano, guitar, vocal

Jose Maramba- bass gtr, vocal

Petra Haden - violin, vocal

12 de Julho 2008
22h00, Grande Auditório

sábado, 31 de maio de 2008

“An evening with…Rickie Lee Jones”


Rickie Lee Jones ganhou dois Grammys e foi nomeada para oito.

Rickie Lee Jones - piano, guitar, vocal.
Jose Maramba- bass gtr, vocal.
Petra Haden - violin, vocal.

Concerto único em Portugal.
Apoio Antena 3
12 Julho, Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 25 euros.
M/3
Duração: 80 m
Nascida a 8 de Novembro de 1954, Rickie Lee Jones presenciou com tenra idade o desenvolvimento dos tumultuosos anos 60 bem como o romper com o casulo do “american dream”.
Depois de uma adolescência considerada rebelde, Rickie Lee mudou-se para a “Cidade dos Anjos” a eterna L.A., trabalhando como empregada de mesa e actuando em alguns clubes, amadurecendo e enriquecendo o seu background enquanto songwriter, moldando lentamente o seu destino ao sabor da loucura e da diversidade cultural emergentes na Califórnia.
No decorrer da década de 70 Rickie Lee conhece Sal Bernardi que viria a ser seu colaborador, bem como Tom Waits por quem se apaixonou. Foi durante estes anos que trava também conhecimento com Chuck E. Weiss, que viria a inspirar o seu maior êxito comercial “Chuck E´s In love”.
Sob o ponto de vista pessoal, este é talvez o período mais interessante da vida de Ricky Lee onde não faltam especulações sobre o eventual relacionamento a 3 com Waits e Chuck nos loucos dias (E noites) do “Tropicana Hotel”.
Entre inúmeras nomeações para Grammys, Rickie viria a conquistar este prémio por duas vezes. Em 1980, o Grammy na categoria de “Best new artist”. em 1990 na categoria “Best jazz vocal performance” com a música “Making whoopee”. Em 1999 a VH1 lançou o repto aos telespectadores para que votassem nas 100 melhores artistas femininas do Rock and Roll, tendo Rickie Lee Jones recebido a honra do trigésimo lugar, ficando à frente de nomes como Tori Amos, Sheryl Crow, Bjork, Barbra Streisand, Pj Harvey ou Whitney Houston.
“The Sermon on Exposition Boulevard “ do ano passado é o seu mais recente longa duração. Quase três décadas depois do inevitável “Ricky Lee Jones” de 79.
Um longo percurso na história da música popular com um cunho muito pessoal que lhe confere já um estatuto de entidade do Rock ‘n’ Roll.

12 de Julho será o reencontro de Ricky ao piano com o público nacional, numa noite de celebração, intransmissível e pessoal, no auditório de todas as emoções, na Casa das Artes, de VNF.

"Edge" com espectáculos e workshops únicos em Famalicão, de 30 de Junho a 6 de Julho.


Dança contemporânea
4 e 5 Julho, Sexta-feira e Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros. Desconto de 20% para bailarinos e estudantes de dança.
M/3
Duração: 60 m
www.theplace.org.uk

Gala final dos workshops
6 Julho, Domingo, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros

Pelo sexto ano consecutivo e a convite da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Escola de Dança Neuza Rodrigues, a Companhia Dança Contemporânea de Londres - EDge, sedeada no “The Place, apresenta na Casa das Artes, dois espectáculos únicos em Portugal.
Neste contexto, será organizado workshops com a companhia inglesa, entre 30 e 6 Julho, para participantes entre os 11 e os 25 anos. As inscrições encontram-se abertas até ao dia 20 de Junho, máximo de 25 participantes, o custo 20 euros. Não é necessário possuir qualquer experiência na área da dança, pois este projecto será baseado na experiência “real e individual de cada formando”. No final, 6 de Julho, será apresentado ao público, juntamente com a companhia inglesa, o resultado dos workshops.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Rufus Wainwright - Special Solo Show


28 + 29 Junho, Sábado e Domingo, 22h00, Grande Auditório.

Concertos únicos em Portugal. Apoio Antena 3

Entrada: 30 euros
M/3
Duração 70 m
http://www.rufuswainwright.com/

Rufus Wainwright – No diário das nossas paixões
Não esperem na Casa das Artes o exuberante artista com em Judy! Judy! Judy! Mas um Rufus à procura do silêncio das palavras e do ritmo de um piano solitário.
Depois do reconhecimento internacional com “Want One” este Canadiano não mais parou de nos surpreender com canções simples e lindas.
Rufus é o brilho da manhã, as sombras de uma longa noite de paixão.
Solo Special Show – Rufus Wainwright – Na Casa das Artes… Porque a magia acontece
Bilhetes à venda nos seguintes locais
Porto:
Jo-Jo’s Music (R. Cedofeita)
Livraria Leitura (Shopping Cidade do Porto)
Louie Louie Deluxe (C.C. Miguel Bombarda)

Braga:
Louie Louie

VNF:
Casa das Artes

UNIÓN SALSERA - o Calor da música Cubana!

Música Latina
27 de Junho, sexta-feira , 22h30, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração : 90 m
www.gproducoes.com/unionsalsera.html

Em 22 de Maio do ano 2000, um grupo de Músicos Cubanos de diferentes conservatórios de música em cuba e residentes na cidade do Porto, decidiram unir seus esforços e criar uma Banda de Música Cubana e latina que fosse capaz de entregar ao público português e do mundo a frescura e o sabor tradicional dos ritmos cubanos.
Assim nasce “UNIÓN SALSERA”, que desde os primeiros momentos cativou o público com o seu espectáculo e sabor tropical , rodeados de admiradores e fieis seguidores dos seus ritmos latinos.
“UNIÓN SALSERA”, sob a direcção do seu pianista Reinaldo Milanes, começou uma carreira que dura até aos dias de hoje com o mesmo entusiasmo e dedicação que sempre os caracterizou.
Com um repertório variado como (Merengue. Regguetón ,Cha Cha Cha, Cumbia, Plena, Bachata, e claro a Salsa Cubana que tantos admiradores conquistou por todo o mundo.

OS MELHORES SKETCHES DOS MONTY PYTHON

Um elenco de luxo: António Feio, Bruno Nogueira, Jorge Mourato, José Pedro Gomes e Miguel Guilherme.

20 e 21, Sexta-feira e Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 13 euros
M/12
Duração 90 m
Os Monty Python abriram os sentidos do mundo não só para a comédia, mas também para alguns temas importantes para as sociedades modernas: como trocar papagaios mortos. Piadas enquanto armas mortíferas. Canibalismo em agências funerárias. A presença de cangurus na Última Ceia.A UAU e os actores JOSÉ PEDRO GOMES, ANTÓNIO FEIO, MIGUEL GUILHERME, BRUNO NOGUEIRA e JORGE MOURATO prestam a devida homenagem aos génios que lhes ensinaram boa parte daquilo que sabem sobre comédia, sobre o lado bonito da vida e sobre a arte de evitar ser esmagado por um pé gigante vindo sabe-se lá de onde, numa sucessão imparável de sketches clássicos dos Monty Python, traduzidos e adaptados por Nuno Markl.Este espectáculo é algo de completamente diferente.


Ficha ArtísticaEncenação ANTÓNIO FEIO Tradução e Adaptação NUNO MARKL Cenário e Adereços F. RIBEIROVídeo TIAGO FORTE Música ALEXANDRE MANAIA Figurinos BÁRBARA GONZALEZ FEIO Desenho de Luz PAULO SABINO Coreografia PAULA CARETO Apoio Vocal CARLOS COINCAS Assistente Encenação SÓNIA ARAGÃO

SEXO é POP no Café concerto


Sebastien Tellier diz que sexo é que é. Vítor Belanciano, jornalista e crítico do jornal Público, tratará de confirmá-lo, numa sessão DJ conjunta com o videasta e fotógrafo Pedro Cláudio (os DJ Guida), com projecções e vídeos eróticos à mistura, numa noite onde o SEXO será a verdadeira estrela POP.

14 de Junho, sábado , 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros /para quem tem bilhete do concerto Sebastien Tellier, no GA, a entrada é gratuita.
M/16
Duração 90 m

Sebastien Tellier – “Sexuality”

Inserido na segunda edição do “Afinidades” – Micro festival, cujo curador é o Vítor Belanciano, Jornalista do Jornal Público/Ípsilon.
Concerto único em Portugal. Apoio Antena 3.

14 de Junho, Sábado , 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 70 m
http://www.sebastientellier.com/

Sebastien Tellier o SEXO é POP
Quando se fala dele, o chavão “génio ou louco” é sempre utilizado. Por uma vez faça-se vénia ao cliché. O francês Sebastien Tellier está exactamente nessa fronteira, não surpreendendo que seja comparado a Serge Gainsbourg, pelo charme embriagado, a Robert Wyatt, pelo lirismo refinado, ao escritor Michel Houellebecq, pelo desatino ou aos Daft Punk, pela máscara. Excêntrico e teatral, mas ao mesmo tempo capaz de expor intimidade, é o verdadeiro artista de variedades desnudado.

Na Casa das Artes de Famalicão estrear-se-á, depois de já ter passado por Portugal, na primeira parte dos compatriotas Air, que o descobriram e fomentaram. Hoje não necessita de padrinhos. É uma personalidade ímpar no panorama gaulês – recentemente capa de revistas incompatíveis como a “Les Inrocktibles”, “Technikart”, “Magic” ou “Trax” – e o seu nome há muito saltou fronteiras, impondo-se na Europa, EUA e Japão.

Têm três álbuns de originais e um de versões, o magnífico “Sessions”. O seu último registo chama-se “Sexuality” e, como sempre, é completamente diferente daquilo que conhecemos dele. Obra de fantasias – ou fantasmas, como se quiser – sexuais é um álbum onde aborda a pop electrónica, numa perspectiva singular, claramente encenada, ou na produção não estivesse Guy-Manuel de Homem Christo, uma das metades dos franceses Daft Punk.

Camaleão insaciável e provocador nato – foi o concorrente francês, cantando em inglês, ao recente Festival Eurovisão da canção – nele nunca sabemos onde começa a personagem pública e acaba a personalidade íntima. É este “cantor romântico”, como ele gosta de se anunciar, que estará em palco, para apresentar “Sexuality”, o álbum onde os espíritos sexuais de Tellier vestem roupas desportivas e onde as canções são tão grandiloquentes como tocantes. Em Famalicão, vamos ter o verdadeiro artista, nú.

Vítor Belanciano
Bilhetes à venda nos seguintes locais

Porto:
Jo-Jo’s Music (R. Cedofeita)
Livraria Leitura (Shopping Cidade do Porto)
Louie Louie Deluxe (C.C. Miguel Bombarda)

Braga:
Louie Louie

VNF:
Casa das Artes

Semana da Criança de 2 a 5 de Junho

De Filo a Pavio
Jangada Teatro
Teatro Infantil
2 a 5 de Junho , Segunda a quinta-feira, 10h00 e 15h00, Grande Auditório
Entrada: Entrada gratuita
M/3
Duração 50 m

“Era uma vez um fiozinho com duas pontas, como todos os fios, mas era muito comprido. andava triste, pois uma ponta não via a outra.”
O fiozinho acreditava que se desse a volta ao mundo, no regresso pudesse encontrar a sua outra ponta. durante a viagem vai descobrir os quatro elementos, com os quais brinca e se delicia.
Continua o seu caminho em direcção às estrelas com passagem de ida e volta. Faz o seu percurso de retorno, enrolando-se sobre si próprio.
No final, dá-se conta de que afinal tudo está dentro dele…

[autor] francisco niebro
[dramaturgia] luiz oliveira e manuel costa dias
[encenação, cenografia, figurinos e boneco] manuel costa dias
[interpretação] faria martins, luiz oliveira, neusa fangueiro e patrícia ferreira
[desenho de luz] xico alves
[OPERAÇÃO DE LUZ E SOM] NUNO TOMÁS

“O Passado é futuro”


Exposição fotografia de António Freitas

A CASA das ARTES de V.N. Famalicão comemora em Junho o seu 7º aniversário. Ao longo destes sete anos passaram pela casa, centenas de espectáculos de todas áreas artísticas, projectando a CASA das ARTES e V.N. Famalicão como centro incontornável da cultura em Portugal. Sendo um ponto obrigatório de passagem e de afirmação, para centenas de artistas nas diversas áreas artísticas, a CA produz, lança e divulga projectos artísticos, nunca esquecendo a sua comunidade, região e país.
Esta exposição mostra alguns desses grandes momentos, através de várias fotografias, na perfectiva de um fotógrafo, que conhece a actividade da CASA das ARTES como poucos.

De 5 Junho a 31 de Julho no foyer da Casa das Artes

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Escritos

Depois de três Ep’s em edição de autor - Songs of Freedom (2003), Autumn (2004) e Backyard Desert (2005) o singer-songwriter barcelense, High Flying Bird- Bruno Lopes, lança pela Medusa Records “Escritos”, o disco onde encontra a luz nas palavras e o caminho a percorrer no futuro.
31 de Maio, Sábado, 23h00, Café Concerto. Entrada: 5 euros
M/3
Duração 60 m
http://www.hfbird.com/
www.myspace.com/hfbird

High Flying Bird é um projecto musical. Músico nascido em Lisboa no ano de 1978 mudando pouco tempo depois para a cidade de Barcelos, uma pequena localidade situada no norte do Portugal.
Desde de cedo se começou a interessar pelas artes, principalmente literatura e música tendo como principais mentores os poetas da Beat Generation como por exemplo, Jack Kerouac, Willian Burroughs e Allen Ginsberg; os poetas Rimbaud e Walt Whitman e o escritor Hemingway.
High Flying Bird gravou “Escritos” - o seu primeiro longa duração, em pouco mais de quatro horas, sem qualquer tipo de pózinhos mágicos de estúdio, de forma nua e crua, tentando captar apenas a alma e a essência da sua música. O conceito – que sempre existiu e que Bruno Lopes tenta aqui revitalizar – oferece um novo fôlego à sua música e uma identidade ao disco, como que se o cantautor estivesse tranquilamente a tocar na sala da nossa casa
.

Para sempre… Annie?

Co-produção: Casa das Artes/Teatro Experimental do INA
Teatro
30 e 31 de Maio, sexta-feira e Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros
M/4
Duração 60 m

Assim se denomina esta co-produção do Teatro Experimental do INA com a Casa das Artes de Famalicão e sobe à cena nos dias 30 e 31 de Maio, no Grande Auditório da Casa das Artes de Famalicão, às 21.30h.
Trata-se de uma adaptação à obra, já consagrada no cinema, “The Miracle Worker” de William Gibson.
A encenação, direcção artística e adaptação é de João Regueiras. A direcção técnica de Miguel Carvalho. Os figurinos são assinados por Carmen Regueiras assistida por Emília Silva. O elenco é um leque jovem de talentos que prometem dar que falar.
A obra fala-nos de Anne Sullivan Macy (1866–1936). Uma mulher, cuja inteligência, paixão e tenacidade lhe permitiu ultrapassar o seu traumatizado passado.
Filha de imigrantes irlandeses, ela e o seu irmão aleijado e doente Jimmie, viveram assolados pela pobreza e pelos de abusos, infligidos pelo pai, alcoólico.
Aos cinco anos de idade, Anne, é atingida por uma doença infecciosa nos olhos (tracoma), que a deixa quase cega.
Internada num asilo, com muita persistência consegue ser operada aos olhos. Depois, admirados com a sua inteligência, matriculam-na no Perkins Institute for the Blind, uma escola de formação para cegos, onde ela se formou, com distinção em 1886.
Mal acabou o seu curso, foi chamada para educar Helen Keller.
Esta, ainda no berço, aos dezanove meses, teve escarlatina, que a deixou cega, surda e, consequentemente, muda.
Isolada do mundo, durante a sua infância, não se conseguia comunicar com ninguém a não ser através de alguns gestos básicos e tinha ataques de fúria contra tudo e contra todos, o que afectava o ambiente e a harmonia familiar da família Keller.
Para terem um pouco de paz, os pais, com pena da menina, descuraram a sua educação, permitindo-lhe todos os excessos, tornando-a, assim, numa tirana, centro das atenções da casa.
À sua chegada a casa dos Keller, este foi o panorama indisciplinado, com que se deparou Anna Sullivan que, deitando mãos à obra, começou a reeducação de Helen imediatamente.
Pacientemente, Annie, como lhe chamavam, dia a dia, foi revelando a Helen Keller esse mundo do qual ela estava isolada, libertando-a, finalmente, da sua prisão interior.
Teve muitas dificuldades, mas a sua missão teve tanto êxito, que nos dias de hoje, Anna Sullivan é apontada como uma das pioneiras no campo da educação. O seu trabalho foi tão importante, que é a base do ensino para crianças cegas-surdas e mudas no mundo actual.

LES BATON ROUGE

New Wave / Punk / Outro
24 de Maio, Sábado, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 60 m
www.myspace.com/lesbatonrouge
www.myspace.com/muskitumanagement

Após vários anos sediados em Berlim, inúmeras digressões por toda a Europa e Estados Unidos onde partilharam o palco com nomes como Franz Ferdinand e New York Dolls, de um projecto paralelo com Peaches, e do último álbum “My Body-The Pistol” ter entrado directamente para os CMJ American Charts, Suspiria Franklyn, James Jacket, Elle W. e Lex, juntam-se para alguns concertos em solo português.
Aquela que foi considerada por vários críticos europeus e norte-americanos como uma das melhores bandas ao vivo da última década, é a única banda portuguesa a figurar no "Rock´n´Roll American History".
Têm feito história ao actuar em locais fora dos circuitos típicos da música como livrarias, clubes de strip-tease, prisões e instituições psiquiátricas.
Quem já os viu ao vivo não esquece a descarga electrizante da sua poderosa actuação, uma oportunidade a não perder!

Mulher com aquilo….


Co-produção: Casa das Artes/Mina de Moiros
Teatro comédia
23 e 24 de Maio, Sexta-feira e Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/12
Duração 90 m
A Mulher com Aquilo é a história de Paula e Lígia, duas amigas que discutem o que é ser mulher, num mundo de homens, com as suas inevitáveis diferenças. Os altos cargos nas empresas são reservados aos homens, restando às mulheres a aspiração a uma merecida promoção. Paula, insatisfeita com esta realidade, começa a desejar ser homem, o que praticamente se realiza. Chega o dia em que ela pensa vir a ser nomeada para a vice-presidência da empresa. Porém, o cargo é entregue a um homem, um belo homem, que deixa Paula de queixinho caído. Quem é este homem? Quem é Paula agora, e como vai ela lidar com o seu namorado?

Texto Rosangela Petta Título Original Mulher com Ele Encenação e Adaptação Leonel Rocha Assistente de Encenação Luíz Oliveira Interpretação Marcela da Costa, Mónica Samões Operação de Luz e Som Pedro Oliveira Figurinos Cláudia Ribeiro Música Bel Viana Cenografia Arq. Marques Vieira Fotografia Duarte Almeida

terça-feira, 29 de abril de 2008

WOK - RITMO AVASSALADOR - Tocá Rufar

Música/Percussão
17 de Maio, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/3
Duração 70 m
http://www.tocarufar.com/

Um espectáculo do veterano percussionista Rui Júnior, fundador do Tocá Rufar.

Totalmente renovado e com um novo elenco de grandes artistas, novos temas, novas ambiências e a participação de uma grande equipa de prestígio, este espectáculo tem o Ritmo como pano de fundo. Este é explorado e desenvolvido de diversas formas, conceitos e timbres através dos tambores tradicionais portugueses, da luta de paus e coreografias inspiradas no imaginário tradicional português.
A disposição dos instrumentos no espaço físico e sua exploração como adereços, a movimentação em palco, a cor e as diversas ambiências sugeridas são alguns dos factores que tornam este espectáculo uma experiência inesperada.
2007 foi o ano da consagração pelas participações em espectáculos de grande notoriedade, como foram os casos dos Trovante e Xutos e Pontapés, ambos no Campo Pequeno.
Em 2008 o WOK vai percorrer o país de Norte a Sul numa digressão que contemplará mais de 200 espectáculos. Esta digressão estreia a 5 de Abril no Centro Cultural de Samora Correia, sendo que a antestreia, no dia anterior, será um espectáculo

segunda-feira, 21 de abril de 2008

John Cale Acoustimatic Band

MENTOR ESPIRITUAL DOS MÍTICOS VELVET URDERGROUND, CO-AUTOR DO ECUMÉNICO “SONGS FOR DRELLA” , CALE TEM UM PERCURSO IMACULADO NA HISTÓRIA DA MÚSICA POPULAR DO SÉC. XX.
16 de Maio , sexta-feira , 22h00 Grande Auditório.
Entrada: 28 euros
M/3
Duração 70 m
www.john-cale.com

Dissertar sobre uma personalidade tão “rica” como o é John Cale num pequeno texto é um exercício no mínimo castrante.
Nascido no país de Gales, Co-líder dos fundamentais, essenciais, seminais...Velvet Underground onde o permanente conflito com o não menos “enfant terrible” Lou Reed gerou uma pequena mas indispensável discografia.
O seu reencontro em 1990 no disco dedicatória a Andy Warhol "Songs for Drella" foi mais um excelente expoente desse atrito criativo.
Balizou a carreira entre o experimental, colaborador de La Monte Young, sem nunca perder a noção da canção,
Cale trilharia depois do fim dos Velvet Underground, uma discreta mas criativa e muita vezes genial carreira a solo onde se destacam "Music for a New Society" ou "Paris 1919".
O seu trabalho de produtor também se revelaria certeiro em trabalhos dos The Stooges ou Patti Smith.
Um percurso imaculado gerou uma sólida base de seguidores ao longo de tantos e tantos anos.
Será Cale uma lenda viva?

A Prova


Jangada Teatro
13 e 14 de Maio, terça e Quarta , 16h00, Grande Auditório
Entrada: 1 euro
M/
Duração 70 m
http://www.jangadateatro.com/

Sinopse
Prova é a história de uma enigmática jovem, Catherine, da sua irmã, de um pai genial e de um jovem professor. Todos eles são peças de um puzzle na procura da verdade por detrás de uma misteriosa prova matemática. Catherine tenta superar a dura provação da morte do seu pai, um matemático famoso que ao tempo da sua morte já sofre de alguns distúrbios mentais. Precisamente quando a jovem começa a manifestar o medo profundo de se vir a tornar como o pai, a irmã mais velha, Claire, regressa a casa para assistir ao funeral do pai.
Hal, um antigo aluno do pai, começa a aparecer lá por casa e descobre um velho caderno de notas que traz à luz do dia, um segredo bem guardado por Catherine. Esta descoberta vai pôr à prova a relação entre as duas irmãs e os sentimentos românticos em crescimento entre Catherine e Hal.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DE CÂMARA STELLENBOSCH-FAMALICÃO de 9 - 11 de Maio

Direcção Artística: Luis Magalhães
Artistas:
Piano:Nina Schumann - África do SulLuis Magalhães - Portugal
Cordas:Benjamim Schmid (violino) – Áustria Suzanne Martens (violino) - África do Sul Xandi van Dijk (viola) - África do Sul Eugene Osadchy (violoncelo) - USAPeter Martens (violoncelo) - África do Sul Leon Bosch (contrabaixo) – Inglaterra
Trompa:Abel Pereira - Portugal

Conversas no Café Concerto:Maestro António Vitorino d’Almeida – PortugalJoão Almeida – PortugalAlexandre Delgado - PortugalDomingos Duarte Lima - Portugal

PROGRAMA DO FESTIVAL
Sexta-Feira, 9 de Maio 2008Recepção durante a manhã10:00 – 13:00 Ensaio 13:00 – 14:00 Almoço14:00 – 18:00 MasterClasses18:00 – 19:30 Conversas no Café Concerto
21:00 – Concerto de AberturaSábado, 10 de Maio 200809:00 – 12:00 Ensaio13:00 – 14:00 Almoço14:00 – 18:00 MasterClasses18:00 – 19:30 Conversas no Café Concerto 21:00 – Concerto de Música de Câmara
Domingo, 10 de Maio 200809:00 – 12:00 Ensaio13:00 – 14:00 Almoço14:00 – 18:00 MasterClasses18:00 – 19:30 Conversas no Café Concerto21:00 – Concerto de Encerramento

Masterclasses - Executante 100 euros; Ouvinte 70 euros
Preço por Concerto 7 euros
Preço único para os três concertos 15 euros
info@miltemas.com
http://www.miltemas.com/

MAFALDA ARNAUTH - Flor de Fado

Fado
3 de Maio , Sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/3
Duração 70 m
http://www.mafaldarnauth.com/

Flor de Fado
Um projecto que se propõe apresentar o melhor de Mafalda Arnauth, uma das
melhores vozes portuguesas da actualidade.
Com cinco álbuns editados todos aclamados pela crítica, Mafalda afirmou-se como uma grande compositora e intérprete de Fado.
Ao longo deste ano de 2007, Mafalda tem dedicado grande parte do seu tempo
a apresentar-se internacionalmente apoiando e divulgando este seu último trabalho –“Diário” – editado em Espanha, França, Suiça, Canadá, Japão e Itália.
Flor de Fado tem um repertório baseado no seu melhor cancioneiro, numa selecção
muito cuidada de grandes temas da nossa história assim como ainda da apresentação
em primeira-mão de temas originais.
Com um cuidado técnico e cénico muito atento para dar ao público as melhores
condições para apreciar o trabalho desta grande artista, a Magic Music propõe-lhe
uma viagem artística única, um grande espectáculo de Fado.

Mafalda Arnauth fala-nos do seu novo espectáculo:
“Flor de Fado” pretende precisamente ser o jardim onde a Sensibilidade, o Amor, a Diversidade, a Beleza, a Incondicionalidade de Existir possam encontrar a sua casa, a sua transparência, nas palavras eternas dos nossos maiores poetas, nas palavras sensíveis de quem escreve com arte e com o coração ou simplesmente nas minhas próprias palavras mais verdadeiras. Onde os espinhos, as raízes estranhas ou os aromas inebriantes de tudo o que vivemos possam ter lugar, cruzando diferenças e semelhanças que se consigam ver e sentir nas melodias que carregam consigo tanto o mais profundo do Fado como todas as fronteiras invisíveis que existe entre este e qualquer outra música.
“Flor de Fado” quer, acima de tudo, ser o lugar onde se possa contemplar e ouvir a Alma com o mesmo encanto com que se aprecia uma Flor única. A Flor, pessoal e intransmissível, que cada um de nós É.

VIII Bienal de Pintura do Eixo Atlântico 2008-2009

Exposição de pintura, com obras de artistas do Norte de Portugal e da Galiza, onde os participante e premiados do Prémio Eixo Atlântico e Prémio jovens talentos Luso-Galaicos , dão a conhecer os seus trabalhos artísticos e as suas raízes culturais.

De 1 a 30 de Maio no foyer da Casa das Artes

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Chico César + Paulinho Moska

Musica Brasileira
26 de Abril , Sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/3
Duração 70 m

Já vêm de longa data as afinidades entre Moska e Chico César. Sao amigos próximos desde que dividiram o palco pela primeira vez num projeto intitulado „Os 5 no palco“ que em 1998 reuniu Chico César, Lenine, Moska, Marcos Suzano e Zeca Baleiro em 10 apresentações pelo Brasil.
Os dois artistas são de origem bastante diferente. Chico César nasceu em 1964 em Catolé do Rocha, no sertão da Paraíba, Moska em 1967 na cidade do Rio de Janeiro. Um, filho de trabalhadores de campo, outro, filho de jornalista.
Enquanto uma das influências mais importantes para Chico César na sua infância eram as manifestações de folclore de sua região, o reisado, os ritmos típicos como o forró, o xote e o baião, Moska viveu ainda garoto e adolescente os dias de glória da casa noturna „Dancin´days“ (que passou a se chamar mais tarde de „Concha Verde“ e promoveu as famosas „Noites Cariocas“) da qual seu pai era gerente na época. Foi ali que assistiu pela primeira vez artistas como Hermeto Pachoal, Egberto Gismonti, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Ney Matogrosso e Gal Costa como também os grupos brasileiros de Rock que faziam sucesso nos anos 80 como Paralamas, Kid Abelha e Titãs. Estes mesmos, entre outros, Chico César conheceu através de seus álbums que ele vendia na loja „Lunik“ onde trabalhara desde os 8 anos de idade. Já nesta altura ambos sonharam em compor e tocar música um dia.
Para ambos os artistas é uma tarefa agradável e constante compartilhar composição e palco. Juntos no palco, vão cantar os sucessos de cada um, compartilhando as vozes e violões.
A Casa das ARTES de Famalicão associa-se a este sonho e apresenta-os ao seu maravilhoso público.

Comemoração do Dia da Liberdade

25 de Abril , sexta-feira, 18h00, Grande Auditório
Entrada: Entrada Livre
M/3
Duração 70 m
Produção: ArtEduca / CASA das ARTES

ArtEduca, Pequenos Cantores Amorim, Escola de Música Valentim de Carvalho e a Stªa Casa de Misericórdia de Vn Famalicão, associam-se para celebrar o Dia da Liberdade, numa co-produção ArtEduca- Casa das Artes.
Trinta e quatro anos passados do 25 Abril de 1974, é nas vozes das 120 crianças que sobem ao palco da Casa das Artes que se vai cantar a liberdade…
Uma oportunidade para revisitar as canções que marcaram o ritmo na conquista da liberdade.

VIAGEM...



Primeira apresentação do Atelier de Teatro Baú dos Segredos, criado pela CASA das ARTES juntamente com o encenador João Regueiras
Teatro
24 de Abril , quinta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 1 euros
M/3
Duração 70 m
Produção: CASA das ARTES / João Regueiras

Mais do que uma síntese do que aprendemos e fizemos, desde que embarcamos no Baú dos Segredos, em Novembro passado, esta nossa primeira obra é uma viagem ao mais íntimo de cada um de nós.
Partimos, assim, das nossas primeiras recordações da infância e viajámos, umas vezes a favor e outras tantas contra alguns ventos, que nos açoitavam e que, de vez em quando, teimavam em nos molharem o olhar...
Escolhemos alguns momentos que marcaram a nossa breve vida e que, de alguma forma, adubaram o nosso crescimento, sem, contudo, nos pouparem ao sofrimento e à dor, que também fazem parte da vida...
Atravessamos alguns desertos da juventude e da adolescência e, nos oásis que nos apareciam, do alto de algumas palmeiras, tentámos vislumbrar mais além... e sonhámos!
Sim, roubámos às estrelas, o sonho e às montanhas, a coragem!
Deslizando na música, descobrimos que é mais importante o que nos une, do que o que nos divide!
Tecemos, assim, uma toalha de momentos “muito nossos”, longe dos gabinetes de psicologia e das reflexões do grupo de jovens do nosso bairro e, sem qualquer pretensão, aqui as queremos partilhar convosco.
Por fim, confiantes, partimos para as estrelas... para o futuro!
Descalços,...mas sempre com um “brilhozinho nos olhos”...