segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Os Três Irmãos de Victor Hugo Pontes | Casa das Artes de Famalicão.

Victor Hugo Pontes: Os Três Irmãos

Uma coprodução Nome Próprio, Casa das Artes de Famalicão, Cineteatro Louletano, São Luiz Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto, Teatro Viriato

Dança

8 de Outubro |Sexta-feira | 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 8 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 4 Euros

M/12

Duração: 90 min

Sinopse

Victor Hugo Pontes coloca em cena três bailarinos imaginados pelo escritor Gonçalo M. Tavares para esta nova criação. Abelard, Adler e Hadrian são Os Três Irmãos: quando se encontram naquele não-lugar, procuram o rasto dos seus pais, marcam a giz a sua ausência, lavam-se, comem juntos à mesa, carregam os corpos uns dos outros em sacrifício ritualizado, carregam-se aos ombros, vivem em fuga, praticam o jogo perigoso do encontro com o passado. Abelard, Adler e Hadrian tentam fazer a sua ligação à terra e sobreviver à existência uns dos outros, mesmo se esta houver sido esburacada a berbequim, enrodilhada numa trouxa de roupa, transportada num carrinho de mão.

Ficha artística e técnica
Direcção artística: Victor Hugo Pontes
Texto original: Gonçalo M. Tavares
Interpretação: Dinis Duarte, Paulo Mota e Valter Fernandes
Música original: Joana Gama e Luís Fernandes
Cenografia: F. Ribeiro.
Desenho de luz e direção técnica: Wilma Moutinho
Figurinos: Cristina Cunha e Victor Hugo Pontes
Consultoria artística: Madalena Alfaia
Direcção de Produção: Joana Ventura
Produção executiva: Mariana Lourenço
Apoio à residência: O Espaço do Tempo, Circolando, Instável - Centro Coreográfico e Centro Cultural Vila Flor
Co-produção: Nome Próprio, Casa das Artes de VN Famalicão, Cineteatro Louletano, São Luiz Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto, Teatro Viriato
A Nome Próprio é uma estrutura residente no Teatro Campo Alegre, no âmbito do programa Teatro em Campo Aberto e tem o apoio da República Portuguesa - Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes.

“Os Três Irmãos” it’s the latest work by Victor Hugo Pontes, which adapts a text by Gonçalo M. Tavares

Dia Mundial da Música | FAMART e Casa das Artes de Famalicão.

 Dia Mundial da Música

Co-produção FAMART e Casa das Artes de Famalicão

Direção Artística: João Álvares Abreu

 1 de Outubro | Sexta-feira|  21h15 | Grande Auditório.

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

M/6

Duração: 120 min

 Sinopse

Compostos durante o classicismo musical, o Duo em Sol maior (1783), K.423, para violino

e viola, e os Prelúdios e Fugas, K.404a, para trio de cordas, não foram inicialmente

atribuídos a W. A. Mozart. O duo foi publicado originalmente sobre o nome de Michael

Haydn, irmão de Joseph Haydn e compositor da corte do Arcebispo de Salzburgo,

enquanto que os trios apresentavam o nome do compositor J. S. Bach, mestre da

polifonia harmónica do Período Barroco. No entanto, após uma análise histórica e teórica

das obras, tornou-se óbvio que a subtileza, a delicadeza e a originalidade da linguagem

musical são mais um exemplo do génio artístico de Mozart, um dos maiores compositores

do século XVIII. O primeiro Quarteto com Flauta, K.285, foi composto para um abastado

flautista Holandês, Ferdinand de Jean, com quem o compositor se tinha encontrado, em

Mannheim, no Inverno de 1777/1778. Mozart compunha entusiasmado, como comprovam

cartas ao pai, mas a encomenda revelou-se pesada - quando de Jean partiu para Paris

em meados de Fevereiro, Mozart teve que se contentar com um pouco menos de metade

da comissão original por um par de concertos e três quartetos, alguns dos quais com

música inacabada ou transcrições de obras anteriores. O Quarteto com Piano em Sol

menor, integrado num conjunto de três quartetos, não foi, inicialmente, bem recebido. Em

1785, o editor Franz Anton Hoffmeister encomendou a Mozart as três obras, destinadas a

músicos amadores da cidade de Viena. Contudo, e ao que parece, Mozart não teria o

mesmo grupo de músicos em mente, compondo três obras de superior exigência técnica

e grande complexidade musical.

 

Programa

 ESPÍRITO MOZART!

1ª PARTE (42 min.)

Duo para Violino e Viola em Sol Maior, K.423 (19 min.)
I. Allegro
II. Adagio
III. Rondo: Allegro

Tiago Soares Silva, violino
Lia Melo, viola

Prelúdios e Fugas, K.404a (23 min.)

No. 4 em Fá Maior
I. Adagio
II. Fuga. Allegro (Homenagem a J.S. Bach BWV 1080)

No. 5 em Mib Maior
I. Largo
II. Fuga. Moderato (Homenagem a J.S. Bach BWV 526)

No. 6 em Fá Menor
I. Adagio
II. Fuga (Homenagem a W.F. Bach F.31 No. 8)

Tiago Soares Silva, violino
Lia Melo, viola
Luís Cruz, violoncelo

 2ª PARTE

Quarteto com Flauta em Ré Maior, K.285 (17 min.)

I. Allegro
II. Adagio
III. Rondeau

Ricardo Carvalho, flauta
Pedro Lopes, violino
João Álvares Abreu, viola
Henrique Constância, violoncelo

 Quarteto com Piano em Sol Menor, K.478 (30 min.)

I. Allegro
II. Andante
III. Rondo (Allegro moderato)

Mankes Piano Quartet
Shane van Neerden, piano
Pedro Lopes, violino (convidado)
João Álvares Abreu, viola
Henrique Constância, violoncelo

A concert with FAMART  that celebrates the International Music Day

EXPOSIÇÃO MANOEL DE OLIVEIRA, A COMUNIDADE | Casa das Artes de Famalicão.



Título:
Exposição MANOEL DE OLIVEIRA, A COMUNIDADE

Casa das Artes | Foyer, de 7 de Outubro de 2021 (inauguração às 17h00) a 26 de Janeiro de 2022

 Esta exposição propõe um percurso pelo cinema de Manoel de Oliveira, tendo por foco o modo como os seus filmes interrogam, de diferentes maneiras, a amplitude e os contornos da noção de comunidade. Declinando a questão a partir de distintos pontos de vista, a meio caminho entre a etnografia, a história, a sociologia, ou, ainda, a própria prática do fazer cinema (uma arte coletiva) e sondando os alicerces identitários, simbólicos, culturais que, ao longo de mais de oitenta anos, foram dando forma à comunidade nacional e moldando o seu imaginário, a obra do realizador foi sendo também um perspicaz barómetro crítico com o seu tempo.

Organizada pela Casa do Cinema Manoel de Oliveira – Fundação de Serralves, com curadoria de António Preto, a exposição apresenta excertos de filmes e documentação pertencente ao Acervo do realizador, integralmente depositado em Serralves.

A exposição que estará patente no foyer da Casa das Artes de Famalicão, de 7 de Outubro de 2021 a 26 de Janeiro de 2022, funciona como um prólogo para o episódio 6 do CLOSE-UP – Observatório de Cinema, dedicado ao mote da Comunidade, que decorrerá em vários espaços do Teatro Municipal, de 16 a 23 de Outubro.

Em breve será anunciado um programa educativo que incluirá:

Visita orientada à exposição; Oficina para famílias ou outro público a designar;  Ação de formação para técnicos municipais e professores.

 Curadoria: António Preto

 Produção: Casa do Cinema Manoel de Oliveira - Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto

 An exhibition about the community in the work of Manoel de Oliveira

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Cinema - setembro | Parceria do Cineclube da Joane e Casa das Artes de Famalicão.






 Cinema no Pequeno Auditório | Parceria do Cineclube da Joane e Casa das Artes de Famalicão.

Setembro

2 PRIMEIRO AMOR de Takashi Miike

Leo, um hábil pugilista, acaba de receber a notícia de que tem um tumor cerebral. Ao vaguear sem rumo pelas ruas de Tóquio, cruza-se com Monica, uma rapariga em fuga, implicada num esquema de prostituição e tráfico de droga. Ao decidir protegê-la, não suspeita que acaba de ficar na mira de um grupo de polícias corruptos, da organização criminosa yakuza e de uma assassina implacável enviada por uma tríade chinesa. No meio do caos daquela estranha noite, enquanto lutam pelas próprias vidas, Leo e Monica apaixonam-se. Estreado na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cinema de Cannes, um "thriller" romântico e ultraviolento com assinatura do realizador japonês Takashi Miike ("Anjo ou Demónio", "Ichi the Killer", "Uma Chamada Perdida"). Masataka Kubota, Nao Omori, Shota Sometani e Sakurako Konishi e Becky assumem os papéis principais.

Título original: Hatsukoi (Japão / Grã-Bretanha, 2019, 105 min.)
Realização: Takashi Miike
Interpretação: Becky, Bengal, Masayuki Deai, Mami Fujioka
Classificação: M/16

First Love is a thriller directed by Takashi Miike. It tells the story of a boxer and a call girl who become unwittingly involved in a drug-smuggling scheme. The film premiered in Directors' Fortnight (Cannes Festival).

 

9 Mais Uma Rodada de Thomas Vinterberg

Segundo a teoria de um filósofo sueco, nascemos com um défice de álcool no sangue de 0,5 por cento, o que nos faz carregar uma certa melancolia. Para resolver o “problema”, sugere que se consuma diariamente a dose de álcool em falta e assim encontrar o equilíbrio. Quatro professores de um liceu decidem testar a teoria e começam a beber todos os dias. O resultado é positivo. Eles sentem-se bastante mais felizes, desinibidos e corajosos, o que os ajuda tanto nas suas relações pessoais como profissionais. Mas quando Martin desafia os companheiros a beber mais um pouco de maneira a maximizarem os efeitos, as coisas depressa ficam fora de controlo. Vencedor do Óscar de melhor filme internacional, uma comédia dramática sobre diversão e vício, realizada por Thomas Vinterberg ("A Festa", "Querida Wendy", "A Caça", “A Comuna”).  As personagens estão entregues a Thomas Bo Larsen, Magnus Millang, Lars Ranthe e Mads Mikkelsen, que já tinha trabalhado com Vinterberg no filme “A Caça”.

Título original: Druk (Dinamarca/Holanda/Suécia, 2020, 117 min.)
Realização: Thomas Vinterberg
Interpretação: Mads Mikkelsen, Thomas Bo Larsen, Magnus Millang, Lars Ranthe
Classificação: M/14


Another Round is a film directed by Thomas Vinterberg, that had its world premiere at the Toronto International Film Festival and won the Oscar for the Best International Feature Film.

 

16 LA DOLCE VITA de Federico Fellini (Já Não Há Cinéfilos?! – Fellini, os lugares da Memória)

Sendo o maior sucesso do cineasta italiano mais popular de todos os tempos, La Dolce Vita representa um olhar à cultura do estrelato, com um protagonista no encalço do sedutor estilo de vida das ricas e glamorosas celebridades que, em pleno era da sociedade do espetáculo, se exibem em Roma. O mirone desse espetáculo mundano chama-se Marcello Rubini (Marcello Mastroianni) e, na qualidade de jornalista de mexericos, explora as periferias dos holofotes. Um filme que será sempre lembrado pela imagem icónica da sueca Anita Ekberg na Fontana di Trevi. A autenticidade de La Dolce Vita deve-se, em parte, ao “estudo” que o cineasta dedicou, durante um verão inteiro, à vivência das estrelas. Algo que, do ponto de vista biográfico, se liga à personagem de Mastroianni: esta é a evocação dos primeiros tempos do próprio Fellini em Roma, onde começou por trabalhar como jornalista. Universalmente aplaudido, valeu-lhe a Palma de Ouro no Festival de Cannes e quatro nomeações para os Óscares, entre as quais, nas categorias de realização e argumento (venceu a estatueta do guarda-roupa).

Título original: La Dolce Vita (Itália, 1960, 170 min.)
Realização: Federico Fellini
Interpretação: Marcello Mastroianni, Anita Ekberg, Anouk Aimée
Classificação: M/12

La dolce vita is a 1960 film directed by Federico Fellini, that follows Marcello Rubini, a journalist writing for gossip magazines, over seven days and nights on his journey through the "sweet life" of Rome in a fruitless search for love and happiness. The film won the Palme d'Or at the  Cannes Film Festival.

23 Undine de Christian Petzold (sessão Traz Outro Amigo Também)

Undine é uma historiadora de arte que dá conferências sobre o desenvolvimento urbano da cidade de Berlim. Certo dia, apaixona-se por Johannes, com quem inicia um relacionamento amoroso. Quando ele a troca por outra mulher, Undine vê-se tomada por um desejo incontrolável de o matar.  Com argumento e realização do alemão Christian Petzold, o celebrado autor de "Barbara" (2012), "Phoenix" (2014) e "Em Trânsito" (2018), um filme dramático de dimensão sobrenatural que volta a reunir os actores Paula Beer e Franz Rogowski (o par romântico de "Em Trânsito"). A personagem principal, que também dá nome ao filme, representa o mito da Ondina, a ninfa aquática que apenas adquire alma através do amor e que está  destinada a assassinar o amante que lhe seja infiel.

Título original: Undine (França/Alemanha, 2020, 91 min.)
Realização: Christian Petzold
Interpretação: Paula Beer, Franz Rogowski, Maryam Zaree
Classificação: M/12

Undine is a film directed by Christian Petzold, It was selected to compete for the Golden Bear in the competition section at the 70th Berlin International Film Festival, and Paula Beer won the Silver Bear for Best Actress.

 

30 A Metamorfose dos Pássaros de Catarina Vasconcelos (com a presença da realizadora)

Beatriz e Henrique casaram no dia em que ela fez 21 anos. Henrique, oficial de marinha, passava largas temporadas no mar. Em terra, Beatriz, que aprendeu tudo com a verticalidade das plantas, cuidou das raízes dos 6 filhos. O filho mais velho, Jacinto, é meu pai e sonhava poder um dia ser pássaro. Um dia, subitamente, Beatriz morre. A minha mãe não morreu subitamente, mas morreu quando eu tinha 17 anos. Nesse dia, eu e o meu pai encontramo-nos na perda da mãe e a nossa relação deixou de ser só a de pai e filha. A Metamorfose dos Pássaros estreou no Festival Internacional de Berlim

Título original: A Metamorfose dos Pássaros (Portugal, 2020, 100 min.)
Realização: Catarina Vasconcelos
Interpretação: Manuel Rosa, João Móra, Ana Vasconcelos, Zé Maria Rosa, Henrique Móra, Inês Melo Campos
Classificação: M/12

The Metamorphosis of Birds is a hybrid creative documentary directed by Catarina Vasconcelos that premiered at Berlin International Film Festival, and it was awarded the FIPRESCI Award for Best Film.

Aguário - Estreia | Casa das Artes de Famalicão.

 Aguário - Estreia

Uma Coprodução da Companhia de Musica Teatral e da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

25 de Setembro | Sábado | 18h00 |Grande Auditório

26 de Setembro | Domingo | 10h30 |Grande Auditório


Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

Duração aproximada: 50 min

Toda a família.  



 Aguário é um conjunto de “poemas performativos” onde as múltiplas vozes da água se misturam com a voz humana, o corpo e o movimento, a imagem e os objectos cénicos. Diz-se que há uma linguagem falada pelos pingos da chuva, ondas do mar, fontes e rios. Que até nas nuvens se ouvem conversas, bem como nas gotas do orvalho, onde ela adquire formas delicadas que só se ouvem de manhã bem cedo. No oceano profundo, pelo contrário, soa grave e majestosa. Como acontece com outras linguagens cujos dicionários ainda estão por fazer, requer uma escuta atenta e a capacidade de imaginar. Quando assim é, soa a música. Em Aguário faz-se um primeiro esboço em abordar a água como matéria artística que se pode moldar como traço, gesto, som, fluindo no tempo e no espaço. Ligando tudo e todos, é essa a natureza da água. Aguário é uma co-produção da CMT e da Casa das Artes de V. N. Famalicão, com quem a Cidade Orizuro assim se vai construindo.

Aguário, an artistic proposal by the Companhia de Música Teatral designed to create an articulation with the Cidade Orizuro.

REPLAY / Cão Danado 20 anos - ESTREIA | Casa das Artes de Famalicão.

REPLAY / Cão Danado 20 anos  ESTREIA

Uma produção Cão Danado em co-produção com a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

17 e 18 de Setembro | Sexta e Sábado| 21h30| Grande Auditório

Entrada:  6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros

M/12

Duração: 80 m

REPLAY, é um espetáculo que aborda a construção da cena, em cena. As mutações, as falhas, as experiências são em si a representação, conferem o espetáculo e a nossa existência na sua essência transitória. Numa relação de ação-reação, o contexto de pandemia é absorvido pelo processo, em transição e transposição da atualidade para o espaço de cena. “Olhar pelo retrovisor” uma matéria prima de vinte anos de atividade, na procura de relações, interpretações e sentidos na mediação e na exposição ao outro será, em simultâneo, metodologia e estratégia para o abordarmos, nos seus discursos poéticos, metafóricos, visuais e narrativos. Aferir a mensagem, analisar, debater e intuir as melodias que as improvisações sugerem, criar um corpo, uma geografia sonora, visual e narrativa que nos representem neste olhar pelo

retrovisor e na confrontação com a imprevisibilidade inerente ao contexto atual. Anões a subir aos ombros dos gigantes num ímpeto arrebatador, na tentativa de assimilar o mundo para além do seu horizonte e do que de premente há no ato de agir.

 



Equipa artística e técnica

Direção - Sara Barbosa

Texto original - Afonso Cruz

Apoio movimento - Leonor keil

Interpretação - Diana Sá

Desenho de Luz - Carin Geada e Nuno Meira

Desenho de Som - Rui Lima e Sérgio

Imagem/fotografia - Edgar Alves

Produção - Nuno Eusébio

Uma produção Cão Danado em co-produção com a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

 

Replay, a play by Cão Danado, that celebrates there’s 20.º anniversary

JOF - Jovem Orquestra de Famalicão, um estágio/ residência artística e concertos | Casa das Artes Famalicão.

 A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão/ Casa das Artes de Famalicão, organiza de 30 de agosto a 5 de setembro, a III Edição do JOF - Jovem Orquestra de Famalicão, um estágio/ residência artística de orquestra sinfónica de curta duração dirigido a jovens instrumentistas oriundos e/ou com formação pré-universitária em Vila Nova de Famalicão.

O Estágio JOF procura responder a características únicas do território de Vila Nova de Famalicão, nomeadamente a existência de um forte e dinâmico ecossistema cultural associado ao ensino artístico especializado e ao ensino profissional de música.

 Concertos - Casa das Artes: 3 e 4 de setembro às 21h30 e Fórum Altice de Braga 5 de setembro às 18h00

 PROGRAMA

 Luís Tinoco                          Frisland

E. Grieg                              Concerto para piano e orquestra op. 16

P. I. Tchaikovsky                 Sinfonia nº 4

 Maestro: José Eduardo Gomes

 Solista: Nuno Marques