segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Fado no Café da Casa- Março | Casa das Artes de Famalicão

 

Fado no Café da Casa

Musica/ Fado

14 de Março| quinta-feira | 21h30| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 80 min

Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a ACAFADO – Associação Cultural & Artística Famalicão Fado.

 1ª parte–  Sara Sousa

2ª parte – Pedro Ferreira

 Guitarra Portuguesa – João Martins

Viola de Fado – João Araújo

Viola baixo – Torcato Regufe

 Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes irá celebrá-lo-á mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores. No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO.

CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão Episódio 8.2 – Março de 2024 | Casa das Artes de Famalicão e Teatro Narciso Ferreira







CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão

Episódio 8.2 –   Março de 2024

Na segunda réplica do oitavo episódio (mais em www.closeup.pt), o Observatório de Cinema tem propostas para o público geral e para escolas:

(1) Cruzamos as Histórias do Cinema deste episódio, dos dois iconoclastas das Américas, do sertão de Glauber Rocha e dos palcos de John Cassavetes, para uma tarde de sábado protagonizada por António das Mortes e Gena Rowlands, em duas sessões comentadas;

(2) A animação protagonizada por Titina, uma cadela da raça terrier como testemunha de uma viagem ao Pólo Norte e a continuação do diálogo com as celebrações dos 50 anos de 25 de Abril, com a adaptação de um romance de António Lobo Antunes, em Cartas da Guerra, são as propostas para o público escolar;

 

2.Mar – 15h00 (PA) – DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL de Glauber Rocha (comentado por Samuel Silva, jornalista)

O vaqueiro Manuel e a sua esposa Rosa fogem para o sertão depois de ele ter assassinado um coronel que tentara enganá-lo. No ermo brasileiro, violento e assolado pela seca, eles encontram duas figuras icônicas: Sebastião, que se diz divino, e Corisco, que se descreve como demoníaco. Entretanto, o mercenário António das Mortes está no seu encalço.

Título original: Deus e Diabo na Terra do Sol (Brasil, 1964, 120 min.)
Realização: Glauber Rocha
Interpretação: Geraldo Del Rey, Yoná Magalhães, Maurício do Valle, Othon Bastos
Classificação: M/12

 

2.Mar – 17h30 (PA) – NOITE DE ESTREIA de John Cassavetes (comentado por Filipa Rosário, professora universitária)

Possivelmente um dos melhores filmes de sempre sobre o mundo do teatro, com Gena Rowlands numa das suas criações maiores, no papel de uma actriz que cai numa depressão nervosa quando uma admiradora é atropelada mortalmente junto dela no final de uma estreia. Reflexão sobre "a comédia e a vida", noutro dos filmes fundamentais de Cassavetes.

Título original: Opening Night (EUA, 1977, 140 min.)
Realização: John Cassavetes
Interpretação: Gena Rowlands, Ben Gazzara, Joan Blondell, Paul Stewart, Zohra Lampert, John Cassavetes
Classificação: M/12

 

5.Mar – (10h00, GA) – TITINA de Kajsa Næss (para escolas, 1.º e 2.º ciclo)

O italiano Umberto Nobile (1885-1978) foi um aviador e engenheiro aeronáutico conhecido pelas suas explorações, entre elas a que fez ao Árctico a convite do famoso explorador norueguês Roald Amundsen (1872-1928). Através do ponto de vista de Titina, a cadela da raça terrier que os acompanhou, o espectador testemunha a famosa viagem ao Pólo Norte, em Maio de 1926, a bordo do Norge, o dirigível construído por Nobile propositadamente para essa expedição, a pedido de Amundsen. Inspirada na verdadeira relação de amizade (e rivalidade) entre os dois aventureiros, esta co-produção entre a Noruega e a Bélgica mistura animação e imagens de arquivo e foi realizada por Kajsa Næss, que escreve o argumento em parceria com Per Schreiner.

Título original: Titina (Noruega, 2022, 90 min.)
Realização: Kajsa Næss
Interpretação (vozes): Jan Gunnar Røise, Kåre Conradi, Anne Marit Jacobsen, Thorbjørn Harr, Ingar Helge Gimle, John Brungot, Christian Skolmen, Silje Torp
Classificação: M/6

 

5.Mar – (14h30, GA) – Cartas da Guerra de Ivo Ferreira (para escolas, 3.º ciclo e secundário)

Ano de 1971. António (Miguel Nunes), de 28 anos, é incorporado no exército português para servir como médico numa das piores zonas da Guerra Colonial, no Leste de Angola. Longe de Maria José (Margarida Vila-Nova), a mulher amada que se viu obrigado a deixar, ele vai matando as saudades através de longas cartas que durante dois anos lhe escreve. Através delas, o espectador vai conhecendo o homem solitário por detrás do soldado, as suas angústias, desejos e esperanças. Com o passar do tempo, António apaixona-se por África e toma posições políticas. Um filme dramático escrito e realizado em 2016 por Ivo M. Ferreira (Águas Mil, Hotel Império), segundo um argumento seu e de Edgar Medina que se inspira em "D'Este Viver Aqui Neste Papel Descripto: Cartas da Guerra", uma compilação de cartas que António Lobo Antunes (na altura um jovem alferes destacado para Angola) escreveu à mulher.

Título original: Cartas da Guerra (Portugal, 2016, 105 min.)
Realização: Ivo Ferreira
Interpretação: Miguel Nunes, Margarida Vila-Nova, Ricardo Pereira, João Pedro Vaz,
Classificação: M/12

 

12.Mar – (10h00, Teatro Narciso Ferreira) – TITINA de Kajsa Næss (para escolas, 1.º e 2.º ciclo)

 

Bilheteira Sessões
Geral: 2 euros
Cartão quadrilátero: 1 euro
Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

CAPITÃO FAUSTO | Casa das Artes de Famalicão

 


CAPITÃO FAUSTO

 Música

2 de Março | Sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 15 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 7,5 Euros

M/6

Duração: 80 min

 Em 2024 os Capitão Fausto voltam aos discos. Subida Infinita é o nome do quinto álbum da banda e marca o último com a formação original em quinteto. Os Capitão Fausto são agora uma banda de quatro elementos, com a saída de Francisco Ferreira. Este Álbum foi gravado no estúdio novo da banda em Alvalade e é fruto de anos muito intensos. De fins e princípios, de morte e vida, de procura e encontro. De outros tempos e do começo dos novos. Tomás, Domingos, Manel e Salvador seguem, agora, pelo país, a aventura de mostrar estas canções às pessoas numa digressão que promete uma banda e um espetáculo em mutação. Sejam bem-vindos à Subida Infinita.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

ars ad hoc - arte no tempo | Teatro Narciso Ferreira

 


ars ad hoc

arte no tempo

25 fevereiro

domingo

18:00

M/6 . 60min

música de câmara

 Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores ( a partir de 65 anos): 2 Euros.

 ars ad hoc

Ricardo Carvalho, flauta

Horácio Ferreira, clarinete

Diogo Coelho, violino

Gonçalo Lélis, violoncelo

João Casimiro Almeida, piano

Programa

Clara Iannotta (1983) | The people here go mad. They blame the wind. [2013-14]

Carlos Lopes (1995) | TO_mbeau [2023]

Claude Debussy (arr. Tim Mulleman) | Prélude à l’après midi d’un faune [1894]

Igor Stravinsky (tr. R. Carvalho) | Trois Mouvements de Pétrouchka [1921]

 O ars ad hoc é um agrupamento criado em 2018 pela “Arte no Tempo”, que se distingue por se mover com igual “à vontade” nos grandes clássicos da música de câmara e na mais recente criação musical. O programa da sua primeira apresentação no Teatro Narciso Ferreira espelha este diálogo, combinando duas obras do grande repertório orquestral reduzidas para ‘quinteto pierrot’ (flauta, clarinete, violino, violoncelo e piano): o Prélude à l’après midi d’un faune [1894], de Debussy, e Trois Mouvements de Pétrouchka [1921], de Stravinsky – com outras duas bastante mais recentes: um trio de Clara Iannotta (1983), compositora italiana a cuja música o ars ad hoc dedica especial atenção na presente temporada, e um quinteto composto para o agrupamento pelo compositor português Carlos Lopes (1995), por encomenda da Arte no Tempo.

programação

Diana Ferreira

produção

Arte no Tempo

Apoio

Direção Geral das Artes

República Portuguesa – Cultura

BPI

Fundação “la Caixa”

A Arte no Tempo é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direção Geral das Artes. O ars ad hoc é apoiado pelo Banco BPI/Fundação "la Caixa”


Luna Cheia Connexio Costa Rica / Portugal | Teatro Narciso Ferreira

 


Luna Cheia

Connexio Costa Rica / Portugal

 Residências Artísticas

TNF & INAC Instituto Nacional de Artes de Circo

 16 fevereiro

sexta . 10:30

sessão para escolas (1º ciclo)

 17 fevereiro

sábado . 21:30

público em geral

 espetáculo (estreia) + conversa

circo contemporâneo

M/6 . duração 40'

 estreia

 

Público Geral: 2 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores ( a partir de 65 anos): 1 Euros.

Escolas: Entrada livre sujeita à inscrição prévia.

 Produção e Direção Artística

Luna Cheia

Intérpretes

Valeria Elizondo Carrillo

Victor Alves

Direção Técnica de Som e Iluminação

Luna Cheia

Criação do Espaço Sonoro

Valeria Elizondo

Design de Iluminação

Luna Cheia

Produção

INAC – Instituto Nacional de Artes do Circo

Coprodução

Teatro Narciso Ferreira [Casa das Artes de Famalicão]

 

 

 

No âmbito da parceria estratégica com a Rede Artes Performativas de Famalicão “SOBRE O PALCO”, o TNF inicia em 2023-2024 um projeto de Residências Artísticas Internacionais com o INAC – Instituto Nacional de Artes do Circo, proporcionando um espaço de criação para artistas emergentes e fomentando o diálogo da estética do circo contemporâneo com a comunidade local. Com curadoria geral INAC, as companhias foram selecionadas por Open Call e estarão em residência no Teatro Narciso Ferreira, apresentando-se para escolas e para público em geral, com uma conversa pós espetáculo.

 

“Connexio” é um espetáculo que dança na sutileza das conexões humanas através da poesia física do movimento, envolvendo o público numa narrativa de uniões etéreas, separações melancólicas e reconexões luminosas. É um apelo poético à empatia, um convite para redescobrir a beleza na vulnerabilidade e buscar o eco da compreensão mútua nos cantos mais íntimos das nossas conexões humanas.

 

Luna Cheia foi fundada pela colaboração de dois artistas apaixonados pela arte circense e com formação em Famalicão: Valeria Elizondo Carrillo (INAC) e Victor Alves (ACE Famalicão e ACAPA - Fontys Academy of Circus and Performance Art). O duo aposta no circo como mote para o cruzamento disciplinar, tendo já se apresentado no Theater Odeon, Viena e Teatro do Bolhão, Porto.

Apneia - Joana Couto e Leo Calvino | Teatro Narciso Ferreira

 

Apneia

Joana Couto e Leo Calvino

 10 fevereiro

sábado

21:30

M/12 . 50min

dança

 Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores ( a partir de 65 anos): 2 Euros.

Joana Couto e Leo Calvino começaram a culminar as suas visões artísticas em 2020, com interesse em misturar as suas diferentes áreas de investigação: Leo Calvino (circo contemporâneo, magia performativa) e Joana Couto (dança contemporânea). Desde então têm estabelecido parcerias nos seus projetos pessoais, salientando as obras “Inercia”, “Sinto muito” e “If only this way about food”. A obra “Apneia” foi a primeira cocriação entre os dois artistas, que contou com a coprodução do Teatro Municipal do Porto e do Instável Centro Coreográfico. Este espetáculo tem uma circulação agendada para 2024, em diversos pontos do país, iniciando a 10 de fevereiro no Teatro Narciso Ferreira / Casa das Artes de Famalicão.

 “Foi somente um sonho”.

A normalidade retorna rapidamente e a sanidade não permanece em risco, basta virar para o outro lado e aconchegar- se novamente nas próprias conceções macias e cheirosas.

"Onde estive todo esse tempo? Quantas camadas tem um sonho? Seria a vida somente mais uma dessas camadas? O que é a morte, então, senão um despertar?" Por que fazer essas perguntas? O alarme, pela manhã, fielmente, lembra-me de esquecer. Mas não esqueço, não sempre. E a única saída é repetir: “foi somente um sonho.

 

Direção Artística e Conceito

Leo Calvino

Criação e Interpretação

Leo Calvino

Joana Couto

Música Original

Rodrigo Ribeiro

Cenografia e Figurinos

Leo Calvino

Joana Couto

Desenho de Luz

Leo Calvino, Rodrigo Ribeiro

Consultoria Artística

Bruno Martins

Gustavo Hjerl

Mariana Malojo

Participação Artística

José Maurício Urso

Maree Lawn

Técnico de Luz e Som

Rodrigo Ribeiro

Assistência Técnica

Juan Fresina

Assistência Cenográfica

José Maurício Urso

Comunicação

Rodrigo Ribeiro

Produção

Cerca Trova

Joana Couto e Leo Calvino começaram a culminar as suas visões artísticas em 2020, com interesse em misturar as suas diferentes áreas de investigação: Leo Calvino (circo contemporâneo, magia performativa) e Joana Couto (dança contemporânea). Desde então têm estabelecido parcerias nos seus projetos pessoais, salientando as obras “Inercia”, “Sinto muito” e “If only this way about food”. A obra “Apneia” foi a primeira cocriação entre os dois artistas, que contou com a coprodução do Teatro Municipal do Porto e do Instável Centro Coreográfico. Este espetáculo tem uma circulação agendada para 2024, em diversos pontos do país, iniciando a 10 de fevereiro no Teatro Narciso Ferreira / Casa das Artes de Famalicão.

 “Foi somente um sonho”.

A normalidade retorna rapidamente e a sanidade não permanece em risco, basta virar para o outro lado e aconchegar- se novamente nas próprias conceções macias e cheirosas.

"Onde estive todo esse tempo? Quantas camadas tem um sonho? Seria a vida somente mais uma dessas camadas? O que é a morte, então, senão um despertar?" Por que fazer essas perguntas? O alarme, pela manhã, fielmente, lembra-me de esquecer. Mas não esqueço, não sempre. E a única saída é repetir: “foi somente um sonho.


AQUAMAN E O REINO PERDIDO de James Wan \ Teatro Narciso Ferreira - cinema.


 AQUAMAN E O REINO PERDIDO

de James Wan

 3 fevereiro

sábado. 21:30

cinema grande público

 Título Original

Aquaman and the Lost Kingdom

Intérpretes: Jason Momoa, Patrick Wilson, Nicole Kidman, Yahya Abdul-Mateen II, Amber Heard, Ben Affleck e Jani Zhao

EUA 2023, 120 min, M/12

Fruto do amor entre um humano e a rainha da Atlântida, Arthur Curry cresceu incógnito na superfície terrestre. Com uma estranha capacidade de comunicar com criaturas aquáticas e manipular marés, sempre se sentiu diferente de todos em seu redor. Até que um dia foi contactado por uma jovem atlante que lhe disse que Orm, soberano da Atlântida e seu meio-irmão, estava a reunir os governantes dos sete mares para atacar o mundo à superfície. Para o impedir, Arthur teve de o enfrentar, assumir o trono e evitar uma catástrofe global. Com realização de James Wan, o australiano que assinou as sagas “Saw”, “The Conjuring” ou “Insidious”, uma história de acção e aventura que continua a história da personagem do universo DC Comics, criada por Paul Norris e Mort Weisinger em 1941.

WONKA de Paul King (versão portuguesa) | Teatro Narciso Ferreira - cinema

 



WONKA

de Paul King (versão portuguesa)

 3 fevereiro

sábado. 16:00

cinema para famílias

 Título Original

Wonka

EUA/Grã-Bretanha 2023, 115 min, M/6

Esta é a história de Willy Wonka, a excêntrica personagem que conhecemos em “Charlie e a Fábrica de Chocolate”, a obra escrita em 1964 pelo britânico Roald Dahl e que foi adaptada ao grande ecrã em 1971 por Mel Stuart, com Gene Wilder no papel principal; e em 2005 por Tim Burton, com Johnny Depp como protagonista. Esta nova adaptação, realizada por Paul King (“Bunny and The Bull” ou “Paddington” 1 e 2), conta com Timothée Chalamet na pele do jovem Wonka, mágico, “entertainer” e inventor muito especial que, corajosamente, enfrentou grandes adversidades em prol da arte chocolateira.

The inescapable cascade of any odd event _ estreia- INTRANZYT Cia | Casa das Artes de Famalicão

 


The inescapable cascade of any odd event _ estreia

Uma produção da Intransyt CIA, em coprodução com Casa das Artes de Famalicão e Centro Cultural de Lagos
Dança

29 de Fevereiro e 1 de Março | Quinta e Sexta-feira | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/6

Duração: 60 min

 

“Emoção” é uma corda que liga os nossos pensamentos e o corpo;

“Emoção” é uma linguagem que expressa os nossos sentimentos e experiências;

“Emoção” é um poder que se espalha rapidamente e infecta outras pessoas como uma reação química;

Na vida em constante mudança, a emoção – prazer e raiva, alegrias e tristezas, separações e reencontros – domina tudo!

Eventualmente, a nossa existência torna-se uma espécie de Emoção!

Para a nova produção de 2024, a ITZ-Intranzit Cia.® convidou o coreografo Menghan Lou, que trabalhou com os bailarinos da companhia a natureza multifacetada das emoções e o seu profundo impacto na experiência humana, criando uma peça visualmente poética e intensa, numa forte interação dinâmica entre a mente e o corpo.

Dançam-se as emoções que servem como ponte de ligação entre os nossos pensamentos e sensações físicas, a forma como nos sentimos emocionalmente e a manifestação física que influencia a nossa postura, expressões faciais e bem-estar geral. Por outro lado, os pensamentos que podem desencadear respostas emocionais, criando uma interação dinâmica entre a mente e o corpo.

 

Ficha Artística

Coreografia original: Menghan Lou

Bailarinos: Candela Prieto, Celia Foster, Chloe Willis, David Murta, Diana Faria, Francisca Santos, Greta Girardi, Kauã Andrade, Leonor Silva, Sabina Safiulova, Tsukito Miura

Desenho de luz: Manuel Alão

Produção: Molécula Fértil Associação / INTRANZYT Cia.®

Direção artística INTRANZYT Cia.®: Cristina Pereira e Vasco Macide

Direção de produção: Vasco Macide

Difusão e circulação: Simbiose – Gestão Cultural

Uma Coprodução: Casa das Artes de Famalicão, Centro Cultural de Lagos

Apoio: Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão

Parceiros para esta produção:

Simbiose – Gestão Cultural, Academia de Bailado Pirmin Treku

Raízes Orquestra Metropolitana de Lisboa, Miguel Amaral, guitarra portuguesa e Pedro Neves, maestro | Casa das Artes de Famalicão

Raízes

Orquestra Metropolitana de Lisboa

Miguel Amaral, guitarra portuguesa,  Pedro Neves, maestro

24 de fevereiro | sábado|21h30 | Grande Auditório

Musica

Entrada: 4 euros. Estudante, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

M/6

Duração: 70 min

 

Programa:
Miguel Amaral (n. 1982) – Uma Estranha Melodia Feita de Todos os Sonhos, À memória de Vergílio Ferreira

Luís de Freitas Branco (1890-1955) – Vathek (1913-1914; arranjo de Joly Braga Santos)

I. Toque de introdução

II. Tema e prólogo

III. Variação I (Banquete Eterno)

IV. Variação II (Tempo da Melodia)

V. Variação III (Deleite dos Olhos)

VI. Variação IV (Palácio dos Perfumes)

VII. Variação V (Retiro da Alegria)

VIII. Epílogo

Dimitris Andrikopoulos (n. 1971) – Concerto para Guitarra Portuguesa

I. Moderato

II. Adagio, espressivo e rubato

III. Allegro Vivace

 

A guitarra portuguesa é diferente de todas as outras guitarras. Isso deve-se não somente às seis ordens duplas de cordas metálicas, à afinação, à caixa de ressonância em forma de pera ou à cravelha em disposição de leque. Acontece que a guitarra portuguesa é muito mais do que uma guitarra. Carrega uma simbologia associada ao fado, à boémia urbana, às raízes e à identidade histórica do nosso país. Acontece também que é um instrumento com capacidades técnicas e expressivas inconfundíveis. Neste âmbito, a Orquestra Metropolitana de Lisboa mostra neste programa duas obras concertantes. A primeira, Uma Estranha Melodia Feita de Todos os Sonhos, tem como autor o próprio intérprete solista Miguel Amaral, uma das figuras que mais se destacou nos últimos anos no panorama da guitarra portuguesa «contemporânea». E ainda o Concerto para Guitarra de Dimitris Andrikopoulos, compositor grego com formação nos Países Baixos e docente da ESMAE (Porto) desde 2004. Pelo meio, o maestro Pedro Neves interpreta Vathek, o insólito poema sinfónico de Luís de Freitas Branco, aqui numa instrumentação reduzida por Joly Braga Santos.

PaPI – Opus 7 - Escolas (26-29 fev..) e famílias (24 fev. | Casa das Ares de Famalicão


PaPI – Opus 7

Teatro Infantil

Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Música Teatral

 

Opus 7 acontece num jardim de flores sonívoras onde as abelhas valsam, o vento

murmura e a chuva canta. As estrelas brilham e cintilam em caixas de música; os

pássaros passam e param sem pressa. Uma borboleta pousa e diz que esta é a melhor

forma de aprender a voar. Um jardineiro floresce e ensina a sua arte a outros

cuidadores de plantas.

No final das apresentações, pais, educadores, auxiliares e crianças são convidados a

brincar, explorando sonoridades, cores e formas presentes em cada peça. Para que no

espaço, fiquem a harmonia e o desejo de comunicar.

 

24 de Fevereiro | Sábado | 11h00 e 15h00 | Pequeno Auditório | Para Famílias

Entrada: 5 euros para adulto, com entrada livre para a criança

M/3

Duração: 45 min

 

Apresentações para escolas (sessões às 10h00 e 11h00): 19 a 23 de Fevereiro.