Casa das Artes e Teatro Narciso Ferreira

segunda-feira, 19 de outubro de 2026

RAVEL E OS CONTOS DE FADAS: concerto para famílias | Casa das Artes de Famalicão

 

RAVEL E OS CONTOS DE FADAS: concerto para famílias

 Orquestra da Costa Atlântica

Luís Miguel Clemente | comentários e direção musical

 MÚSICA PARA FAMÍLIAS 2026

9.º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO

 8 de Novembro | Domingo | 11h30| Grande Auditório

 Entrada: 6 euros; 3 euros para descontos em vigor

 M/6

Duração: 50 min


A Orquestra da Costa Atlântica, sob a direção do maestro Luis Miguel Clemente, convida

o público a entrar no universo mágico de Maurice Ravel através da delicada e imaginativa

obra musical Suite da Mãe Gansa (Ma Mère l’Oye).

Neste espetáculo, música, palavra e filme de animação unem-se para dar vida aos contos

que inspiraram não apenas Maurice Ravel, mas gerações de leitores, ouvintes e criadores.

Baseadas nas histórias de Charles Perrault (1697), estas narrativas intemporais povoam o

imaginário coletivo há séculos, transportando-nos para um universo de princesas

adormecidas, criaturas fantásticas, jardins encantados e mundos mágicos.

O contador de histórias Rui Ramos guia crianças e adultos por esta viagem de fantasia,

enquanto a orquestra revela toda a riqueza poética e expressiva da música de Ravel.

Através da palavra, do som e da imagem em movimento, os contos ganham uma nova

vida, capaz de encantar públicos de todas as idades. A projeção em grande ecrã amplia a

experiência sensorial e transforma cada episódio num verdadeiro conto de fadas em

movimento. Entre sons, imagens e narrativas, o público é convidado a descobrir o poder

da música para contar histórias e despertar a imaginação.

Uma viagem encantada onde se escuta, se sonha e se imagina. Onde cada melodia abre a porta para um novo mundo.

 

 

Programa

Maurice Ravel (1875-1937)

Suite da Mãe Gansa (Ma Mère l’Oye)

1. Pavana da Bela Adormecida

2. O Polegarzinho

3. A Bela e o Monstro

4. A Imperatriz dos Pagodes

5. O Jardim Encantado

Quem tem medo de Virginia Woolf?, de Edward Albee | Casa das Artes de Famalicão


Quem tem medo de Virginia Woolf?, 
de Edward Albee

Tradução e encenação de Simão do Vale Africano. Interpretação: João Reis, Margarida Carvalho, Daniel Silva, Joana Africano
Produção: Subcutâneo – Teatro Hialurónico, em coprodução com: Centro Cultural de Belém, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Nacional São João

Teatro

6 e 7 de Novembro | Sexta-feira e Sábado|21h30

Entrada: 6 euros; 3 euros para descontos em vigor

M/14
160 min (com intervalo)

«Estamos só a passear à trela o que resta do nosso juízo.»

Dois casais numa sala de estar durante uma longa madrugada. Martha e George são os anfitriões e têm cerca de 50 anos; Honey e Nick, bastante mais jovens, são os convidados. À medida que o tempo avança e as bebidas se sucedem, os quatro mergulham numa demoníaca espiral de «desilusões, traições, fantasias e desejo desenfreado». Quando a peça Quem tem medo de Virginia Woolf? estreou na Broadway, em 1962, aconteceram duas coisas: o espetáculo provocou uma controvérsia sem precedentes e o autor, Edward

Albee, entrou diretamente para o panteão dos grandes dramaturgos norte-americanos do século XX. Representada múltiplas vezes e um pouco por toda a parte, esta obra-prima chega agora ao palco do CCB, numa encenação de Simão do Vale Africano. Um texto devastador, mas também comovente. Uma

comédia negra – bastante cómica e muito negra. Como observou Albee: «Às vezes é preciso derramar sangue.»

 Texto: Edward Albee

Tradução e encenação de Simão do Vale Africano

Cenografia: Nuno Carinhas

Figurinos: Bernardo Monteiro

Desenho de Luz: Pedro Correia

Desenho de Som e Sonoplastia: Joel Azevedo

Música Original: Daniel Martinho

Assistência de Encenação: David Salvado

Direção de Produção: Inês Simões Pereira

Confeção de Figurinos: CLEM (Costuralogia)

Interpretação: João Reis, Margarida Carvalho, Daniel Silva, Joana Africano

Apoio à Residência: CRL - Central Elétrica

Produção: Subcutâneo – Teatro Hialurónico

Coprodução: Centro Cultural de Belém, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Nacional São João




Novembro 2026 - Teatro Narciso Ferreira.

 


Novembro 2026 - Casa das Artes de Famalicão

 

quarta-feira, 30 de setembro de 2026

Solos: Dama-Koke, em estreia - Circo contemporâneo | Teatro Narciso Ferreira

 S


olos: Dama-Koke, em estreia

Circo contemporâneo

Uma Produção do INAC, em coprodução com o Teatro Narciso Ferreira

16 de Outubro | sexta-feira | 10h30

Mediação: Entrada gratuita sujeita à inscrição prévia via tnf@famalicao.pt

 17 de Outubro | Sábado | 18h00

Entrada: 2 euros. 1 Euros, para descontos em vigor

(inclui conversa após espetáculo)

 M/3

Duração: 40 m

 No âmbito da parceria estratégica com a Plataforma de Artes Performativas de Famalicão “SOBRE O PALCO”, o TNF iniciou em 2023, um projeto de Residências Artísticas Nacionais e Internacionais com o INAC – Instituto Nacional de Artes do Circo, proporcionando um espaço de criação para artistas emergentes e fomentando o diálogo da estética do circo contemporâneo com a comunidade local.

DAMA-KOKE é uma criação de circo e movimento que explora a identidade, o sentimento de pertença e a nossa relação com o mundo material. Inspirada no Wabi Sabi e na forma orgânica da Kokedama, a peça conduz-nos numa viagem de construção de uma casa interior — feita de raízes, memórias, desejos e transformação.

Através do circo, da acrobacia, da dança e de materiais naturais, a terra, o ar, a água e o musgo transformam-se numa paisagem onde os objetos estão em constante mutação, revelando novos significados.

Suspensa entre o peso e a leveza, a posse e o desapego, DAMA-KOKE convida-nos a reconectar com o que é essencial e a descobrir onde realmente pertencemos.

Ficha Tecnica:

Ideia: Miriana Nardelli
Intérprete: Miriana Nardelli
Colaboradores Artísticos: Sofia Galliano, Carla Esperanza Tommasini, Jean Michel Guy, Francesco Sgrò, Gaia Vimercati, Federica Buzzi
Desenho de Luz: Alessio Panzetta
Música: Sheeba Exp
Fotografia: Alessio Panzetta
Figurino: Chiara Defant
Design Gráfico: Antonio Baiano

CLOSE-UP I edição 11 I 10 a 17 de Outubro | Teatro Narciso Ferreira

 




CLOSE-UP I edição 11 I 10 a 17 de Outubro

Cinema

 13.Out (10h00)

Sessão para escolas (1.º e 2.º ciclos)

(entrada livre para escolas)

ANIKI BÓBÓ de Manoel de Oliveira

Uma das mais memoráveis obras de Oliveira, tem por base o conto "Meninos Milionários" e retrata as aventuras e os amores de um grupo de crianças que deambulam entre o Porto e Gaia, com especial foco no Carlitos (Horácio Silva) e no Eduardo (António Santos), ambos apaixonados pela Teresinha (Fernanda Matos), a única rapariga do grupo. Em 1942, Manoel de Oliveira realizou "Aniki-Bóbó", a sua primeira experiência na longa-metragem, quase uma década depois de Douro, Faina Fluvial —, onde misturou realismo poético com cinema documental e que mais tarde se veio a afirmar como uma obra pioneira do neo-realismo. Vinte anos depois, contrariando tudo o que tinha sido dito e escrito na altura da estreia, o filme fez sensação nos Encontros Internacionais do Filme para a Juventude do Festival de Cinema de Cannes.

Título original: Aniki Bóbó (Portugal, ficção, 1942, 70 min)
Classificação: M/6

  

14.Out (21h00)

CLUB MAKUMBA – ZOMBIE, de Jacques Tourneur – cine-concerto

 Verdadeira obra-prima, o segundo filme de Tourneur para o produtor Val Lewton é um modelo de sugestão de terror. O tratamento fotográfico, jogando com as sombras e os medos que estas potencialmente despertam, é uma peça chave na construção da atmosfera de Zombie. Nas Caraíbas, uma enfermeira é encarregada de velar por uma mulher com uma estranha doença que a transforma em Zombie, e acaba, a pouco e pouco, por participar em estranhos rituais. Os Club Makumba apresentarão em estreia uma nova banda sonora.

 Título Original: I Walked With a Zombie Zombie (EUA, ficção, 1943, 65 min)

Classificação: M/12

O cine-concerto “I Walked with a Zombie” propõe um encontro hipnótico entre cinema clássico e música contemporânea ao vivo, através de uma nova interpretação sonora criada pela banda portuguesa Club Makumba para o filme I Walked with a Zombie, obra incontornável do cinema fantástico realizada por Jacques Tourneur em 1943. Conhecidos pela sua linguagem instrumental livre, cinematográfica e profundamente evocativa, os Club Makumba desenvolvem neste projeto uma banda sonora original executada integralmente ao vivo, explorando atmosferas que atravessam o afro-beat, psicadelismo, jazz, ritmos tribais e paisagens sonoras experimentais. A música não surge apenas como acompanhamento, mas como um novo corpo narrativo para o filme, ampliando a tensão poética e o universo onírico desta obra de culto. “I Walked with a Zombie” é um clássico singular do cinema de terror atmosférico, marcado pela sugestão, pelo exotismo caribenho e pela ambiguidade entre realidade e sobrenatural. A abordagem dos Club Makumba dialoga com essa dimensão sensorial e ritualística, criando uma experiência imersiva onde imagem e som se fundem numa performance única e irrepetível.
Club Makumba: Tó Trips (guitarra), João Doce (bateria), Gonçalo Prazeres (saxofone) e Gonçalo Leonardo (baixo e contrabaixo)

 Bilheteira Club Makumba

Geral: 6 euros
Cartão pentágono, estudantes, seniores, associados de cineclubes, pessoas com deficiência, Surdas e portadoras de atestado multiusos de incapacidade (+60%): 3 euros

  14.Out (22h30)

A Mulher-Macaco de Marco Ferreri

Antonio (Ugo Tognazzi) é um empresário do circo, vigarista perfeito que se casa e expõe em freak shows por toda a Itália uma mulher peluda como um macaco (Annie Girardot). Um dos maiores sucessos do período inicial da obra de Marco Ferreri, o da commedia all’italiana, o filme segue os princípios que a viriam a caracterizar. Com o seu estilo anticonformista, feroz e provocador, Ferreri leva até ao fim um tema incongruente, de forma a incomodar o espectador e a confrontá-lo com as suas fraquezas e vícios.

Título original: La Donna Scimmia (Itália/França, ficção, 1964, 90 min)
Classificação: M/12

 Bilheteira

Geral: 2 euros
Cartão pentágono: 1 euro
Entrada gratuita: estudantes, seniores, associados de cineclubes, pessoas com deficiência, Surdas e portadoras de atestado multiusos de incapacidade (+60%)

MariaSilva - Recanto e Oficina Lição de Bem Cantar | Teatro Narciso Ferreira

 
- MariaSilva - Recanto

10 de Outubro|Sábado | 21h30

Entrada:  6 euros. 3 euros, com descontos em vigor

Música

M/6

Duração: 70 min

 MariaSilva é um conjunto de vozes de todos os tempos. Das melodias antigas e recentes. Das canções que não sabem a que tempo pertencem. Dos recantos que parecem esquecidos, mas que têm sempre alguém que os canta-as vozes que não deixam cair as canções no fundo da memória. Talvez as tenham ouvido de uma avó. E essa avó talvez as tenha ouvido de outra avó. Recantar é manter a memória viva. É dar a conhecer a tradição, compreendendo a sua flexibilidade. O ato de recantar contém em si o peso da tradição e da sua mudança ao longo do tempo. MariaSilva são várias vozes. São as nossas, a dos nossos antepassados e a de futuras gerações.

Composto por Francisco Leite, Guilherme Lourinho, Gustavo Paixão, Inês Rodrigues da Silva e Miguel La Feria, o projeto MariaSilva nasce em 2021 como um grupo de música tradicional portuguesa revisitada. Inspirado pelo vasto espólio de melodias populares, o grupo apresenta uma formação musical diversa e tem como foco principal a exploração de diferentes possibilidades de fusão entre a música tradicional portuguesa e outros estilos musicais.

 - Oficina Lição de Bem Cantar

10 de Outubro, 16h00, 120 min

 Lição de Bem Cantar é um convite à escuta e à voz, onde o canto coletivo se constrói a partir de melodias populares portuguesas revisitadas pelos MariaSilva. Entre ecos do passado e gestos do presente, exploramos novas formas de habitar a música tradicional, num espaço aberto à partilha, à experimentação e à presença. Não é necessária experiência, apenas vontade de cantar.

 

 

Ficha Artística:

Francisco Leite - Teclados, percussão, voz

Guilherme Lourinho - Baixo elétrico, voz

Gustavo Paixão - Cordofones, percussão, voz

Inês Rodrigues da Silva - Percussão, voz

Miguel La Feria - Cordofones, percussão, voz

Ficha Técnica:

Bernardo Barata - Técnico de som

Gustavo Paixão - Produção

M de Manifesto | Teatro Narciso Ferreira

 



M de Manifesto

Cruzamento disciplinar

Uma Produção da Companhia de Música Teatral, em coprodução com a Casa das Artes de Famalicão

3 de Outubro | Sábado | 21h30

Entrada: 6 euros. 3 Euros, para descontos em vigor

 M/12

Duração: 50 m

 M de Manifesto parte de histórias reais para refletir sobre o que significa ser mulher nos dias de hoje. Através de uma abordagem multidisciplinar que cruza música, teatro e movimento, constrói-se uma sucessão de quadros performativos que convocam diferentes dimensões da experiência feminina: da infância à maternidade, da invisibilidade à resistência, da imposição de papéis sociais à possibilidade de os desconstruir. Inspirado por testemunhos recolhidos, dados estatísticos e textos fundamentais do pensamento feminista contemporâneo, o trabalho assume-se como um espaço de escuta e de questionamento. Não pretende oferecer uma definição única ou fechada do que é "ser mulher", mas antes dar corpo a vozes diversas que, em conjunto, revelam tensões, contradições e urgências que atravessam o quotidiano. Num espetáculo que articula momentos introspetivos, poesia, silêncio e música, a intenção é proporcionar ao público uma experiência sensível e crítica. Este não é um espetáculo de respostas. É um exercício de escuta ativa, um convite à reflexão e uma tentativa de abrir espaço a perguntas que continuam sem resposta.

M de Maria, M de Mulher, M de manifesto.

 Ficha técnica e artística:

Conceção e produção: Companhia de Música Teatral

Co-produção: Casa das Artes de Famalicão, Cineteatro Alba, Cineteatro Curvo Semedo e Cineteatro Louletano

Apoios: DGArtes| Ministério da Cultura

Direção Artística: Inês Rodrigues da Silva

Intérpretes: Inês Rodrigues da Silva, Mariana Caldeira Pinto, Maria João Vieira Leite e Mariana Vences

Espaço cénico: Miguel Ferraz

Desenho de luz e direção técnica: Élio Moreira

Produção executiva e assistência técnica: Gustavo Paixão

Assessoria financeira: Artur Silva

Coordenação geral: Helena Rodrigues

Design gráfico: Mafalda Maia

Uma Linha de Luz na Água | Casa das Artes de Famalicão

 


Uma Linha de Luz na Água _ estreia

Produção: Arte no Tempo

Criação e Interpretação de Nuno Aroso e João Reis

30 de Outubro |Sexta-feira | 21h30 | Grande Auditório

Entrada:  6 euros. 3 euros, com descontos em vigor

Cruzamento Disciplinar

M/12

Duração: 50 min

 No culminar de uma trilogia que investigou e deambulou pela materialidade da dúvida - "a fog machine e outros poemas para o teu regresso" (2021) - e a transcendência do olhar perante a opacidade - "radiografia" (2023) - "Uma Linha de Luz na Água" é uma tentativa de mergulho nas profundezas filosóficas da água,  superfície instável e diversa e a partir da qual João Reis e Nuno Aroso - com texto original de Andreia C. Faria, desenho de luz e espaço cénico de Pedro Fonseca, música original de Chiyoko Slavnics e do próprio Nuno Aroso - traçam uma espécie de fluxo constante de estímulos onde a água é movimento contínuo - lava, leva, atravessa, contorna, invade, resiste, preenche - traz com ela um lastro de contaminação e regeneração, de força matricial, de apelo infindável à dissolução, à fluência da memória.

Obscuridade e transparência, reflexos, dissonâncias, clarões de luz e sombra para saber usar amiúde o dom de caminhar sobre a água.

 Criação e Interpretação: João Reis e Nuno Aroso

Texto: Andreia C Faria

Música: Chiyoko Szlavnics e Nuno Aroso

Desenho de luz e espaço cénico: Pedro Fonseca / colectivo ac

Voz off: Marta Félix

Fotografia: João Ribeiro

Produção sonora: Tomás Quintais

Produção: Arte no Tempo

Espetáculo com o apoio do programa Criatório da Ágora – Cultura e Desporto do Porto, E.M., S.A

Ópera de elevador | Casa das Artes de Famalicão



Ópera de elevador

Música de Sofia Sousa Rocha, Libreto de Edward Ayres de Abreu & Tatiana Bina, Encenação de Manoel Candeias

Uma produção de Sinfonietta de Braga em coprodução com a Casa das Artes de Famalicão

23 de Outubro | sexta-feira| 21h30| Grande Auditório

Entrada:  6 euros. 3 euros, com descontos em vigor

 M/12

Duração: 70 min

 Na sua 2.ª edição, o re:opera propõe um encontro luso-brasileiro, cruzando a ópera contemporânea com referências musicais brasileiras e colocando em cena questões de imigração, pertença e diferença social e cultural.

Num centro comercial, o encontro luso-brasileiro de quatro figuras num elevador: duas querem subir, uma quer descer, outra não sabe para onde vai. Não importa: o elevador avaria. E agora? Agora, que remédio, têm de falar uns com os outros. Ou de aproveitar o tempo perdido para fazer chamadas importantes. Até que venha Ícaro Ascensão, o técnico redentor, pôr o elevador a funcionar. Assim esperamos.

 Ficha Artística

Criação

Música: Sofia Sousa Rocha

Libreto: Edward Ayres de Abreu & Tatiana Bina

Encenação: Manoel Candeias

Cenografia e Figurinos: Rui Azevedo

Multimédia e Vídeo: Hugo Mesquita

Conceito: Sinfonietta de Braga

Direção

Direção Musical: Rita Castro Blanco

Direção Técnica e Som: Jorge Cunha

Design e Produção

Design Gráfico: Gonçalo Sério Limpo

Desenho de Luz: Melissa Silva

Produção Executiva: Joaquim Pereira

Interpretação

Elenco:

Sara Braga Simões | Paola Bitencourt

Mariana Fabião | Cátia Vanessa e Doutora Salcedas

Nuno Dias | Valentim dos Santos

Lilian Raquel | Socorro da Silva

Saulo Giovannini | Ícaro Ascensão

Marta Martins | Voz off

Orquestra Sinfonietta de Braga

Clarinete: Mário Apolinário

Flauta: Clara Saleiro

Guitarra clássica: Heder Dias Vasconcelos

Percussão: Vitor Castro

Percussão brasileira: Saulo Giovannini

Violinos: Joaquim Pereira, José Nascimento, Margarida Costa, Pedro Oliveira, Ricardo Antunes e Teresa Jesus

Violas d’arco: Carlos Domingues e Rita Carreiras

Violoncelo: Tiago Mendes

Contrabaixo: Daniel Gomes

 

Orquestra Sinfonietta de Braga é uma Estrutura Financiada por República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto, Dgartes e Município de Braga

Espetáculo com o apoio de: Theatro Circo, EA Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, Quarteto Contratempus e União de freguesias de Merelim S.Paio, Panóias e Parada de Tibães

Quarto Tom - In festis Sanctae Crucis - Vésperas de Santa Cruz - Rede Informal para a Difusão da Música Antiga [ridMUSA] | Casa das Artes de Famalicão

 

Quarto Tom

In festis Sanctae Crucis - Vésperas de Santa Cruz

 Rede Informal para a Difusão da Música Antiga [ridMUSA]

18 de Outubro |Domingo | 18h00 | Igreja Matriz (antiga) de Famalicão

Entrada livre até à lotação da sala

Música

M/6

Duração: 60 min

A historiografia das últimas décadas tem feito emergir o Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra como um dos principais centros de atividade política, intelectual e cultural da Europa desde a sua fundação por D. Afonso Henriques no ano de 1131 – anterior, portanto, à nacionalidade -  até finais do século XVII. Essa proeminência teve ecos quase inevitáveis na vida musical do Mosteiro, reconhecida aquém e além fronteiras e materializada num riquíssimo espólio que, na sequência da extinção das ordens religiosas em 1834, se encontra hoje maioritariamente preservado na Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra. Os manuscritos e impressos que assim nos chegaram testemunham inequivocamente o elevadíssimo nível de conhecimento e prática musicais de Santa Cruz, perfeitamente alinhado e integrado com o que de melhor havia no continente. A investigação recente vem, adicionalmente, revelando aspectos distintivos da vida musical crúzia. Repertório litúrgico que tendia a uma normalização a nível europeu teve aqui margem para uma substancial discricionariedade, quer a nível de textos, quer de melodias. Partindo da imersão em fontes crúzias e aproveitando todas as fases do processo de pesquisa, das fontes textuais e musicais até à performance e gravação, este projecto vem destacar a singularidade das práticas litúrgico-musicais do ofício de vésperas no Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra, reforçando a sua centralidade no mapa europeu e mundial dos séculos XVI e XVII.

 

Ficha Artística

Soprano: Eva Braga Simões
Alto: Gabriela Braga Simões
Tenor: Luís Toscano
Baixo: Nuno Mendes
Direção Artística: Luís Toscano

 

Programa

Compositores: Pedro de Cristo, Francisco de Santa Maria, Dom Brás, Aires Fernandes e anónimos

Salmos, hinos, cânticos e motetes, maioritariamente inéditos, do ofício de vésperas a partir de manuscritos do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra