Casa das Artes e Teatro Narciso Ferreira

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

Ocupação - Circo | Teatro Narciso Ferreira.

Ocupação

INAC | Instituto de Artes do Circo

circo

M3 / duração 45’

 28 fevereiro . sábado

18:00

 espetáculo de cocriação artística

sessão para público em geral

 estreia

 Entrada Livre

A Residência Artística com a Comunidade #02 [Circo] “Ocupação" é um projeto de cocriação comunitária na área do Circo Contemporâneo que se desenvolve na CSIF de Fradelos, Ribeirão e Vilarinho das Cambas entre novembro 2025 e fevereiro 2026, com direção artística do INAC Instituto Nacional de Artes de Circo. Tem a estreia prevista para 28 de fevereiro, 18:00 no Teatro Narciso Ferreira, Riba de Ave, Famalicão.

Este é o resultado da segunda de 10 residências artísticas na área da cocriação comunitária, que serão desenvolvidas no concelho de Vila Nova de Famalicão entre outubro de 2025 e maio de 2027, no âmbito do projeto Há Cultura 2024-2027, promovido pelo Município de Famalicão e cofinanciado pela União Europeia, através do NORTE 2030, tendo como objetivo a construção de projetos de cocriação artística com a comunidade local e grupos mais vulneráveis do território.

 Sinopse:

OCUPAÇÃO é um projeto de intervenção artística e comunitária que propõe um diálogo crítico sobre os espaços ocupados — e desocupados — por pessoas com deficiência na sociedade contemporânea. Através de uma abordagem colaborativa e inclusiva, o projeto busca provocar reflexão e expressão artística sobre as barreiras físicas, sociais e simbólicas que limitam a participação plena das pessoas com deficiência nos diferentes contextos da vida em comunidade.

 

 

Ficha Artística:

Direção Artística: Juliana Moura

Assistentes de Direção: Lueli Cristina

Desenho de Luz: André Freitas

Sonoplastia: André Borges

Parceiros: Agrupamento de Escolas de Ribeirão

Criação: INAC Instituto de Artes do Circo

Promotor: Município de Famalicão

Cofinanciamento: União Europeia (Norte2030) e Município de Famalicão

Coprodução: Teatro Narciso Ferreira

Cinema Fevereiro (Zootrópolis 2 e Batalha Atrás De Batalha) | Teatro Narciso Ferreira

 

Zootrópolis 2 (versão portuguesa) de Byron Howard, Jared Bush

 21 fevereiro . sábado

16:00

famílias

>6, 100min

Público Geral: 4 euros. 2 euros para descontos em vigor

Alguns anos após desvendarem a conspiração que ameaçava Zootrópolis, Judy e Nick continuam a trabalhar lado a lado, agora mais experientes e capazes. Os detectives deparam-se com o caso da chegada de uma cobra que provoca grande tumulto na cidade. Para seguir o seu rasto, terão de se infiltrar em novas zonas de Zootrópolis, onde a sua parceria é posta à prova como nunca antes. Entre perseguições e encontros inesperados, terão de confiar não só nas suas habilidades, mas também na força da amizade que os une. Produzida pelos Walt Disney Animation Studios, esta aventura animada é a continuação da história iniciada em 2016 e volta a ter realização e o argumento de Byron Howard e Jared Bush. A versão dobrada em português conta com Maria Camões, Diogo Mesquita, José Lobo, José Nobre, Rita Tristão da Silva, Carla García e Rita Guerra.

Título Original: Zootopia 2 (EUA, 2025)

 

- Batalha Atrás De Batalha de Paul Thomas Anderson

 21 fevereiro . sábado

21:30

>16, 160min

 Público Geral: 4 euros. 2 euros para descontos em vigor

Califórnia, década de 1980. Um grupo de antigos revolucionários reencontra-se quando a filha de um deles é raptada por um inimigo de longa data. Entre as memórias do passado e a luta pela sobrevivência, os membros do grupo confrontam os seus fantasmas enquanto vêm os laços que outrora os uniram postos à prova. Escrito e realizado por Paul Thomas Anderson ("Magnólia", "Haverá Sangue", "O Mentor", "Vício Intrínseco", "Licorice Pizza"), e inspirado no romance Vineland, escrito em 1990 pelo norte-americano Thomas Pynchon, Batalha Atrás de Batalha junta sátira política à comédia negra com múltiplas referências à cultura popular de uma geração.

Título original:  One Battle After Another (EUA, 2025)

Interpretação: Leonardo DiCaprio, Sean Penn, Benicio del Toro, Regina Hall, Teyana Taylor, Chase Infiniti

Clube do Chôro - Porto Revisita Carmen Miranda e Garoto | Teatro Narciso Ferreira 2026 - V Aniversário

 

Clube do Chôro - Porto

Revisita Carmen Miranda e Garoto

 2026 | V Aniversário TNF

música

M6 / duração 45’

14 fevereiro . sábado

21:30

Público Geral: 6 euros . 3 euros para descontos em vigor

Em 2026, o Teatro Narciso Ferreira celebrará 5 anos desde a sua Inauguração. Ao longo do ano, e com o Mecenas Galeria Comercial Auchan Famalicão, teremos um ciclo de concertos que culminará no fim de semana de 10 de setembro de 2026. O segundo Concerto, dedicado às sonoridades carnavalescas, será com o Clube do Chôro Porto.

Este concerto é uma celebração da riqueza, diversidade e inventividade da música, reunindo obras de Carmen Miranda (portuguesa, de Marco de Canaveses) e Aníbal Augusto Sardinha (brasileiro, filho de portugueses emigrados), o Garoto, numa experiência musical poética e imersiva que percorre estilos, ritmos e épocas.  Um diálogo entre a tradição do choro, a sofisticação da composição instrumental e a expressividade da canção popular, oferecendo uma narrativa cativante e contemporânea.  O espetáculo parte dessa complementaridade – entre a presença marcante e performática de “Carmen” e a inventividade harmônica de “Garoto” – para criar uma narrativa musical que deixou um legado fundamental na história musical do Brasil, Portugal e do mundo.

Patrícia Lestre - voz

Chico Bastos- violão tenor, cavaquinho e flauta

Sónia Sobral - acordeão

Junior Pita- guitarra clássica de sete cordas

Felipe Bastos - percussão

 Chico Bastos e António Fernandes – produção executiva

Raquel Gouveia - road management

João Moreira – engenheiro de som

Escolas - Ulisses de Maria Alberta Menéres | Teatro Narciso Ferreira

 Ulisses

de Maria Alberta Menéres

Agon e Momento Artistas Independentes

 sessão para escolas (2º ciclo)

10-13 fevereiro . terça-sexta

10:30 e 14:30

espetáculo + conversa

teatro

 M/6 . duração 50'

 Escolas: Entrada livre sujeita à inscrição prévia

 

Texto: Maria Alberta Menéres

Adaptação do Texto e Encenação: Filipe Gouveia

Música Paulo Pires

Interpretação: Debbie Monteiro, Luísa Alves, Paulo Casas Morais e Sara Maia

Música ao Vivo: Xico Silva (piano)

Desenho e Operação de Luz Pedro Abreu

Conceção Plástica e Operação de Som Diogo Freitas

Produção: AGON & Momento - Artistas Independentes

Coprodução: Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão / Teatro Narciso Ferreira

Apoio Financeiro Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão


No âmbito de uma coprodução da Casa das Artes / Teatro Narciso Ferreira e o projeto educativo e cultural “De Famalicão para o Mundo” do Município de Vila Nova de Famalicão, será apresentado a todos os alunos do 6.º ano do 2.º ciclo do ensino básico do território de Vila Nova de Famalicão, a peça de teatro "Ulisses” de Maria Alberta Menéres, pela Agon & Momento - Artistas Independentes. Este projeto está inserido numa estratégia de mediação de públicos com a comunidade escolar do território como forma de aproximação ao Plano Nacional de Leitura.

“Diz-se que, nesses tempos de antigamente, não houve homem que mais sofresse e mais feliz fosse do que o espantoso Ulisses.” Primeiro contado por Homero, depois por Maria Alberta Menéres e agora por nós. Esta epopeia clássica chega-nos recheada de aventuras, ciclopes, sereias, feiticeiras e outros obstáculos que afastam Ulisses da sua Penélope. Um amor que tem de sobreviver a vários anos de mistério e dúvida, mas também de resistência e fé. Com música original e uma encenação dinâmica, recontamos a história mil vezes contada do rei de Ítaca de uma forma fresca e inovadora, apelando aos mais novos e devolvendo a curiosidade pelo mítico, pela antiguidade e, de certa forma, pela História."

 

PaPI-Opus 11 | Teatro Narciso Ferreira

PaPI-Opus 11

Companhia de Música Teatral

3 fevereiro 2026

terça 10:00 e 11:00
música
sessão mediação
M/3 . duração 45'

Ficha Artística
Conceção e Produção: Companhia de Música Teatral
Intérprete: Mariana Miguel
Direção artística: Helena Rodrigues e Rita Roberto
Assessoria financeira: Artur Silva
Coordenação Geral: Helena Rodrigues  
Gestão de comunicação: Mariana Caldeira Pinto e Mariana Vences
Design de comunicação: Mafalda Maia
Coprodução: Casa das Artes de Famalicão
Agradecimentos: Cineteatro Louletano, Conservatório de Música de Loulé

PaPI-Opus 11 inspira-se em sementes do universo criativo da CMT e dará continuidade ao ciclo Peça a Peça Itinerante (PaPI), um conjunto de pequenas peças músico-teatrais concebidas de raiz para poderem circular facilmente por jardins de infância e instituições culturais e educativas interessadas em promover o acesso à cultura. Uma ideia nascida no berço de Opus Tutti, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, que continua a crescer no berço da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão. “— Já tá !”.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Fernanda e a inesperada virtude de aprender a voar


Mochos no Telhado 
Cruzamento disciplinar I para famílias


28 de Fevereiro | sábado | 11h00 e 15h00| Pequeno Auditório I para famílias 

Entrada: 6 euros para adulto, com entrada livre para a criança

M/3

Duração: 45 min

 

Fernanda é uma gaivota, diferente das outras gaivotas, que não se contenta com voos curtos e repetidos. Todos os dias tenta um novo salto, um novo ritmo, um novo voo. Todos os dias cai, mas cada queda é apenas o começo de uma nova tentativa. “Voar, cair, levantar e voltar a tentar”. 
Neste espetáculo, acompanhamos Fernanda na sua descoberta de que a persistência é uma forma de coragem e que a imaginação é a asa mais rápida que existe. Entre brincadeiras, turbulências e voos inventados, as crianças são convidadas a perceber que voar não é apenas estar no ar, mas também é acreditar, tentar outra vez e deixar que a cabeça e o coração nos levem mais longe do que pensávamos ser possível.

 

Ficha Artística

Criação: Cláudia Gaiolas e Sofia Moura

Texto: Sandro William Junqueira

Interpretação: Sofia Moura

Apoio ao Movimento: Matilde Barbas

Criação e Interpretação Musical: Miguel Rodrigues

Cenografia e Figurinos: Inês de Carvalho

Direção Executiva/Artística: Dennis Xavier

Produção e Comunicação: Marta Costa

Financiamento: DGArtes – Ministério da Cultura, Desporto e Juventude - República Portuguesa; Fundação GDA;

Co-produções: Centro de Artes de Águeda, Centro Cultural de Carregal do Sal, Centro das Artes do Espectáculo de Sever do Vouga, Auditório Municipal Augusto Cabrita, Cinema-Teatro Joaquim d’Almeida, Cineteatro Messias

Parceiros: Casa das Artes de Famalicão, ACERT, CENDREV, Teatro Municipal da Guarda, A Moagem, Municípios de Viseu e de Castro Daire;

Memorial do Convento, de José Saramago - Escolas e Público Geral | Casa das Artes de Famalicão

 Momento Artistas Independentes

Teatro

- Escolas: 26 e 27 de Fevereiro | quinta e sexta-feira | 10h30 e 14h30| Grande Auditório

Entrada livre sujeita à inscrição prévia

 - Publico-geral: 27 de Fevereiro | sexta-feira | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor

 M/12

Duração: 70 min

No âmbito de uma coprodução da Casa das Artes / Teatro Narciso Ferreira e o projeto educativo e cultural “De Famalicão para o Mundo” do Município de Famalicão, será apresentado aos alunos do 12.º ano de escolaridade, do território de Famalicão, a peça de teatro "Memorial do Convento” de José Saramago, pela Momento Artistas Independentes. Este projeto está inserido numa estratégia de mediação de públicos com a comunidade escolar do território, como forma de aproximação ao Plano Nacional de Leitura, provocando impacto emocional com a obra, para que esta chegue a todos e para que o olhar crítico e o prazer da arte seja de todos e percetíveis para todos.

 “Ansiando por um filho que tarda, o rei D. João V é avisado por frei António de S. José.

O desejo real desencadeará uma epopeia, um esforço hercúleo de milhares de trabalhadores em todo o país. Unidos por Amor, Blimunda e Baltasar reúnem-se a Bartolomeu de Gusmão e ao seu sonho de voar. A passarola, máquina voadora, misto de barco e de pássaro, nasce do saber científico de Bartolomeu, da força de trabalho de Baltasar e dos poderes de Blimunda, recolhendo as vontades humanas (as ""nuvens fechadas""), que alimentarão a máquina e a farão voar. Sobre as obras do Convento de Mafra terá passado o Espírito Santo, dizem os padres e acredita o povo. Voar, nesse tempo, não sendo obra de Deus, só poderia sê-lo do demónio, e assim se anuncia o fim trágico das personagens protagonistas.”

 

Ficha Artística

Texto: José Saramago

Adaptação dramatúrgica: Diogo Freitas e Filipe Gouveia

Encenação: Diogo Freitas

Assistência de Encenação e de Produção: Filipe Gouveia

Interpretação: Luísa Alves, Pedro Oliveira, Tomás Bárbara e Sara Maia

Cenografia: Rita Cruz

Desenho e Operação de Luz: Pedro Abreu

Música e Composição Sonora: Cláudio Tavares

Fotografia de Cartaz e de Cena: Joana Sousa

Gestão Financeira: Cláudia Meireles

 
Coprodução: Casa das Artes de Famalicão / Teatro Narciso Ferreira

Produção: Momento – Artistas Independentes

A Momento – Artistas Independentes tem como principal parceiro financeiro o Município de Vila Nova de Famalicão.

Orquestra Jazz de Matosinhos e Cristina Branco | Casa das Artes de Famalicão

 





MÚSICA PARA FAMÍLIAS 2026- 9.º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE FAMALICÃO

 Acessibilidade: o espetáculo conta com audiodescrição (AD)

21 de Fevereiro | sábado | 21h30| Grande Auditório

 Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor

 M/6

Duração: 75 min

 Cristina Branco tem na música tradicional portuguesa a sua raiz estética, mas as influências do jazz, da literatura e dos músicos com quem tem partilhado palco, imprimem à sua arte um cariz universal. Com dezanove discos editados - o último em 2025, dedicado às mulheres que José Afonso cantou - e inúmeros concertos pelo mundo todo, é uma verdadeira embaixadora da cultura e da língua portuguesa.

Encontra-se com a Orquestra Jazz de Matosinhos num concerto que realça o lado mais jazzístico do seu repertório, marcado por encontros com autores e compositores como Mário Laginha, João Paulo Esteves da Silva, Sérgio Godinho ou José Afonso.

 Acessibilidade: o espetáculo conta com audiodescrição (AD)

 Ficha Artística

Direção Musical: Pedro Guedes

Voz: Cristina Branco

Madeiras:

José Luís Rego

João Guimarães

Mário Santos

José Pedro Coelho

Rui Teixeira

Trompetes:

Luís Macedo

Javier Pereiro

Rogério Ribeiro

João Dias

Trombones:

Daniel Dias

Andreia Santos

Álvaro Pinto

Gonçalo Dias

Secção Rítmica:

Miguel Meirinhos – Piano

João Fragoso – Contrabaixo

Gonçalo Ribeiro - Bateria

Entre o Eu e o Vazio _ estreia | Casa das Artes de Famalicão

Dança

Direção, criação e dramaturgia de Patrick Murys, movimento e coreografia de Patrick Murys,

Cristina Pereira e bailarinos e música original de Pedro Fonseca. 




Coprodução: Casa das Artes de Famalicão, Teatro Diogo Bernardes, Teatro Municipal de Vila Real, Molécula Fértil Associação / INTRANZYT Cia.®

13 e 14 de Fevereiro |Sexta-feira e Sábado| 21h30 | Grande Auditório
Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor
M/6
Duração: 55 min 
Masterclasse de dança, marionetas e máscara - 14 de fevereiro, das 15h00 às 18h00

“Entre Eu e o Vazio” explora a identidade do "EU" como um fluxo constante, onde recusar, aceitar e adaptar-se tornam-se ações inevitáveis diante de uma corrente incessante de mudanças. Inspirada pela pergunta de Murakami em "Crónica do Pássaro de Corda" — "Qual é em ti o lado escondido aos teus próprios olhos?" — a peça reflete sobre o movimento na procura perpétua do Ser. Cinco corpos, cinco singularidades, atravessam a peça numa criação coletiva. As linguagens da dança, da máscara e da marioneta interligam-se, promovendo um confronto entre matéria literária, física e do objeto. Esse entrelaçamento permite múltiplos caminhos de expressão e interpretação. O ser labiríntico e multifacetado constitui o eixo central da obra. Orientando-se pela sensação física, os intérpretes exploram diferentes estados de ser, mergulhando no universo do romance de Murakami. A obra constrói-se como um território de experimentação, onde o "EU" encontra a sua expressão no contínuo diálogo entre transformação e permanência.



Ficha Artística e Técnica

Direção, criação e dramaturgia: Patrick Murys

Movimento e coreografia: Patrick Murys, Cristina Pereira e bailarinos

Bailarinos: Celia Foster, Coppelia Alfevos, Jack Ullman, Mariana Silva, Matilde De Iaco

Criação e construção de marionetas: Sandra Neves

Música original: Pedro Fonseca

Desenho de luz: Francisco Alves

Figurinos: Anne Carestiato

Espaço cénico: Patrick Murys, Sandra Neves e Vasco Macide

Produção: Molécula Fértil Associação / INTRANZYT Cia.®

Direção artística: Intranzyt Cia.® - Cristina Pereira e Vasco Macide

Direção de produção: Vasco Macide

Uma Coprodução: Casa das Artes de Famalicão, Teatro Diogo Bernardes, Teatro

Municipal de Vila Real, Molécula Fértil Associação / INTRANZYT Cia.®

Apoio: Câmara Municipal de Famalicão

Parceiros para esta produção: Academia de Bailado Pirmin Treku

Difusão e Circulação: Simbiose – Gestão Cultural

Agradecimentos: Sara Costa Leite e Miguel Félix


Masterclasse de dança, marionetas e máscara
14 de fevereiro, das 15h00 às 18h00

Masterclasse intensiva de dança, marionetas e máscara, com a duração de 2 a 3 horas, dirigida a alunos de dança e teatro. A sessão propõe uma abordagem técnica e criativa à relação entre corpo, movimento e objeto, explorando princípios de presença cénica, consciência corporal, ritmo e intenção. Através de exercícios práticos e improvisações guiadas, os participantes investigam a transposição do movimento para a marioneta e o trabalho expressivo com a máscara, aprofundando a articulação entre gesto, dinâmica e narrativa. A masterclasse privilegia a experimentação e o cruzamento de linguagens, estimulando novas possibilidades performativas.

Fado no Café da Casa - Fevereiro 2026 | Casa das Artes de Famalicão

12 de Fevereiro| quinta-feira | 21h30| café-concerto

M/6

Duração: 80 min

Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a ACAFADO – Associação Cultural & Artística Famalicão Fado.

 Primeira parte – Lu Silva

Segunda parte Bruno Alves

Guitarra Portuguesa – João Martins

Viola de Fado – João Araújo

Baixo acústico – Filipe Fernandes

 
Entrada: 4 euros; 2 euros para descontos em vigor

PaPI – Opus 11 Música para a Infância | Casa das Artes de Famalicão

Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Música Teatral

Apresentações para escolas (sessões às 10h00 e 11h00): 2 a 6 de Fevereiro 


7 de Fevereiro |Sábado| 11h00 e 15h00 | Pequeno Auditório | Para Famílias

Entrada: 6 euros para adulto, com entrada livre para a criança

M/3

Duração: 45 min


PaPI-Opus 11 inspira-se em sementes do universo criativo da CMT e dará continuidade

ao ciclo Peça a Peça Itinerante (PaPI), um conjunto de pequenas peças músico-teatrais

concebidas de raiz para poderem circular facilmente por jardins de infância e

instituições culturais e educativas interessadas em promover o acesso à cultura.  Uma

ideia nascida no berço de Opus Tutti, com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian,

que continua a crescer no berço da Casa das Artes de Famalicão. “— Já tá !”.

 

Ficha técnica

Conceção e Produção: Companhia de Música Teatral

Intérprete: Mariana Miguel

Direção artística: Helena Rodrigues e Rita Roberto

Assessoria financeira: Artur Silva

Coordenação Geral: Helena Rodrigues  

Gestão de comunicação: Mariana Caldeira Pinto e Mariana Vences

Design de comunicação: Mafalda Maia

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão

Agradecimentos: Cineteatro Louletano, Conservatório de Música de Loulé

Class Enemy de Nigel Williams - Encenação de Manuel Tur e Coprodução: 11Zero2, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Aveirense, Teatro Nacional São João | Casa das Artes de Famalicão

Teatro

6 e 7 de fevereiro| sexta-feira e sábado | 21h30| Grande Auditório

Acessibilidade: o espetáculo conta com interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP), no dia 7 de Fevereiro.

Entrada: 8 euros; 4 euros para descontos em vigor

 M/14

Duração: 110 m

 Numa escola numa qualquer cidade, seis alunos aguardam a chegada de um novo professor. Preparam-se para fazer de tudo para o aterrorizar, tal como fizeram aos anteriores. Enquanto esperam, e para passar o tempo, o líder da turma convence os colegas a lecionarem, cada um deles, uma aula. Nessas lições, expõem-se as realidades familiares dos seis, marcadas pela pobreza, violência e exclusão. Terão eles escolhido rejeitar a escola? Ou estará o sistema de educação construído para que eles a abandonem? Class Enemy, do britânico Nigel Williams, foi escrita no final dos anos 70, mas continua tão atual e instigante como no dia em que estreou. Num tempo em que as políticas de integração estão no centro do debate público, o encenador

Manuel Tur propõe uma pertinente “reflexão sobre o papel da educação na origem das assimetrias sociais, comuns a diferentes tempos e lugares”.

Ficha Artística

Texto: Nigel Williams

Encenação: Manuel Tur

   Interpretação: Bernardo Gavina, Daniel Silva, Gonçalo Botelho, Gonçalo Fonseca, Lisa Reis, Tiago

   Araújo e Sérgio Sá Cunha

  Tradução: Miguel Graça

  Cenografia: Ana Gormicho

  Figurinos: Sara Pazos

  Desenho de luz: Cárin Geada

  Desenho de som e sonoplastia: Joel Azevedo

  Direção de produção: Joana Neto

  Apoio ao projeto: Hugo Almeida

  Coprodução: 11Zero2, Casa das Artes de Famalicão, Teatro Aveirense, Teatro Nacional São João

 

LGP: Ana Oliveira e Joana Filipa Silva

 


Ensaio aberto para escolas, incluindo conversa com os alunos

5 de Fevereiro, às 14h30

Uma ação de mediação que terá como público-alvo alunos do ensino secundário, que assistirão a

um excerto do ensaio para depois participarem de uma conversa, em mesa redonda, com o elenco

e a equipa criativa. Essa conversa prevê-se intensa e direta, não só pela temática, mas pelo seu

potencial de estimular a reflexão crítica, diálogo e participação ativa por parte dos alunos.

Esta ação terá a duração de uma hora: 30 minutos para o ensaio e 30 minutos para

a conversa.