segunda-feira, 20 de setembro de 2021

Os Três Irmãos de Victor Hugo Pontes | Casa das Artes de Famalicão.

Victor Hugo Pontes: Os Três Irmãos

Uma coprodução Nome Próprio, Casa das Artes de Famalicão, Cineteatro Louletano, São Luiz Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto, Teatro Viriato

Dança

8 de Outubro |Sexta-feira | 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 8 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 4 Euros

M/12

Duração: 90 min

Sinopse

Victor Hugo Pontes coloca em cena três bailarinos imaginados pelo escritor Gonçalo M. Tavares para esta nova criação. Abelard, Adler e Hadrian são Os Três Irmãos: quando se encontram naquele não-lugar, procuram o rasto dos seus pais, marcam a giz a sua ausência, lavam-se, comem juntos à mesa, carregam os corpos uns dos outros em sacrifício ritualizado, carregam-se aos ombros, vivem em fuga, praticam o jogo perigoso do encontro com o passado. Abelard, Adler e Hadrian tentam fazer a sua ligação à terra e sobreviver à existência uns dos outros, mesmo se esta houver sido esburacada a berbequim, enrodilhada numa trouxa de roupa, transportada num carrinho de mão.

Ficha artística e técnica
Direcção artística: Victor Hugo Pontes
Texto original: Gonçalo M. Tavares
Interpretação: Dinis Duarte, Paulo Mota e Valter Fernandes
Música original: Joana Gama e Luís Fernandes
Cenografia: F. Ribeiro.
Desenho de luz e direção técnica: Wilma Moutinho
Figurinos: Cristina Cunha e Victor Hugo Pontes
Consultoria artística: Madalena Alfaia
Direcção de Produção: Joana Ventura
Produção executiva: Mariana Lourenço
Apoio à residência: O Espaço do Tempo, Circolando, Instável - Centro Coreográfico e Centro Cultural Vila Flor
Co-produção: Nome Próprio, Casa das Artes de VN Famalicão, Cineteatro Louletano, São Luiz Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto, Teatro Viriato
A Nome Próprio é uma estrutura residente no Teatro Campo Alegre, no âmbito do programa Teatro em Campo Aberto e tem o apoio da República Portuguesa - Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes.

“Os Três Irmãos” it’s the latest work by Victor Hugo Pontes, which adapts a text by Gonçalo M. Tavares

Dia Mundial da Música | FAMART e Casa das Artes de Famalicão.

 Dia Mundial da Música

Co-produção FAMART e Casa das Artes de Famalicão

Direção Artística: João Álvares Abreu

 1 de Outubro | Sexta-feira|  21h15 | Grande Auditório.

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

M/6

Duração: 120 min

 Sinopse

Compostos durante o classicismo musical, o Duo em Sol maior (1783), K.423, para violino

e viola, e os Prelúdios e Fugas, K.404a, para trio de cordas, não foram inicialmente

atribuídos a W. A. Mozart. O duo foi publicado originalmente sobre o nome de Michael

Haydn, irmão de Joseph Haydn e compositor da corte do Arcebispo de Salzburgo,

enquanto que os trios apresentavam o nome do compositor J. S. Bach, mestre da

polifonia harmónica do Período Barroco. No entanto, após uma análise histórica e teórica

das obras, tornou-se óbvio que a subtileza, a delicadeza e a originalidade da linguagem

musical são mais um exemplo do génio artístico de Mozart, um dos maiores compositores

do século XVIII. O primeiro Quarteto com Flauta, K.285, foi composto para um abastado

flautista Holandês, Ferdinand de Jean, com quem o compositor se tinha encontrado, em

Mannheim, no Inverno de 1777/1778. Mozart compunha entusiasmado, como comprovam

cartas ao pai, mas a encomenda revelou-se pesada - quando de Jean partiu para Paris

em meados de Fevereiro, Mozart teve que se contentar com um pouco menos de metade

da comissão original por um par de concertos e três quartetos, alguns dos quais com

música inacabada ou transcrições de obras anteriores. O Quarteto com Piano em Sol

menor, integrado num conjunto de três quartetos, não foi, inicialmente, bem recebido. Em

1785, o editor Franz Anton Hoffmeister encomendou a Mozart as três obras, destinadas a

músicos amadores da cidade de Viena. Contudo, e ao que parece, Mozart não teria o

mesmo grupo de músicos em mente, compondo três obras de superior exigência técnica

e grande complexidade musical.

 

Programa

 ESPÍRITO MOZART!

1ª PARTE (42 min.)

Duo para Violino e Viola em Sol Maior, K.423 (19 min.)
I. Allegro
II. Adagio
III. Rondo: Allegro

Tiago Soares Silva, violino
Lia Melo, viola

Prelúdios e Fugas, K.404a (23 min.)

No. 4 em Fá Maior
I. Adagio
II. Fuga. Allegro (Homenagem a J.S. Bach BWV 1080)

No. 5 em Mib Maior
I. Largo
II. Fuga. Moderato (Homenagem a J.S. Bach BWV 526)

No. 6 em Fá Menor
I. Adagio
II. Fuga (Homenagem a W.F. Bach F.31 No. 8)

Tiago Soares Silva, violino
Lia Melo, viola
Luís Cruz, violoncelo

 2ª PARTE

Quarteto com Flauta em Ré Maior, K.285 (17 min.)

I. Allegro
II. Adagio
III. Rondeau

Ricardo Carvalho, flauta
Pedro Lopes, violino
João Álvares Abreu, viola
Henrique Constância, violoncelo

 Quarteto com Piano em Sol Menor, K.478 (30 min.)

I. Allegro
II. Andante
III. Rondo (Allegro moderato)

Mankes Piano Quartet
Shane van Neerden, piano
Pedro Lopes, violino (convidado)
João Álvares Abreu, viola
Henrique Constância, violoncelo

A concert with FAMART  that celebrates the International Music Day

EXPOSIÇÃO MANOEL DE OLIVEIRA, A COMUNIDADE | Casa das Artes de Famalicão.



Título:
Exposição MANOEL DE OLIVEIRA, A COMUNIDADE

Casa das Artes | Foyer, de 7 de Outubro de 2021 (inauguração às 17h00) a 26 de Janeiro de 2022

 Esta exposição propõe um percurso pelo cinema de Manoel de Oliveira, tendo por foco o modo como os seus filmes interrogam, de diferentes maneiras, a amplitude e os contornos da noção de comunidade. Declinando a questão a partir de distintos pontos de vista, a meio caminho entre a etnografia, a história, a sociologia, ou, ainda, a própria prática do fazer cinema (uma arte coletiva) e sondando os alicerces identitários, simbólicos, culturais que, ao longo de mais de oitenta anos, foram dando forma à comunidade nacional e moldando o seu imaginário, a obra do realizador foi sendo também um perspicaz barómetro crítico com o seu tempo.

Organizada pela Casa do Cinema Manoel de Oliveira – Fundação de Serralves, com curadoria de António Preto, a exposição apresenta excertos de filmes e documentação pertencente ao Acervo do realizador, integralmente depositado em Serralves.

A exposição que estará patente no foyer da Casa das Artes de Famalicão, de 7 de Outubro de 2021 a 26 de Janeiro de 2022, funciona como um prólogo para o episódio 6 do CLOSE-UP – Observatório de Cinema, dedicado ao mote da Comunidade, que decorrerá em vários espaços do Teatro Municipal, de 16 a 23 de Outubro.

Em breve será anunciado um programa educativo que incluirá:

Visita orientada à exposição; Oficina para famílias ou outro público a designar;  Ação de formação para técnicos municipais e professores.

 Curadoria: António Preto

 Produção: Casa do Cinema Manoel de Oliveira - Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto

 An exhibition about the community in the work of Manoel de Oliveira

segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Cinema - setembro | Parceria do Cineclube da Joane e Casa das Artes de Famalicão.






 Cinema no Pequeno Auditório | Parceria do Cineclube da Joane e Casa das Artes de Famalicão.

Setembro

2 PRIMEIRO AMOR de Takashi Miike

Leo, um hábil pugilista, acaba de receber a notícia de que tem um tumor cerebral. Ao vaguear sem rumo pelas ruas de Tóquio, cruza-se com Monica, uma rapariga em fuga, implicada num esquema de prostituição e tráfico de droga. Ao decidir protegê-la, não suspeita que acaba de ficar na mira de um grupo de polícias corruptos, da organização criminosa yakuza e de uma assassina implacável enviada por uma tríade chinesa. No meio do caos daquela estranha noite, enquanto lutam pelas próprias vidas, Leo e Monica apaixonam-se. Estreado na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cinema de Cannes, um "thriller" romântico e ultraviolento com assinatura do realizador japonês Takashi Miike ("Anjo ou Demónio", "Ichi the Killer", "Uma Chamada Perdida"). Masataka Kubota, Nao Omori, Shota Sometani e Sakurako Konishi e Becky assumem os papéis principais.

Título original: Hatsukoi (Japão / Grã-Bretanha, 2019, 105 min.)
Realização: Takashi Miike
Interpretação: Becky, Bengal, Masayuki Deai, Mami Fujioka
Classificação: M/16

First Love is a thriller directed by Takashi Miike. It tells the story of a boxer and a call girl who become unwittingly involved in a drug-smuggling scheme. The film premiered in Directors' Fortnight (Cannes Festival).

 

9 Mais Uma Rodada de Thomas Vinterberg

Segundo a teoria de um filósofo sueco, nascemos com um défice de álcool no sangue de 0,5 por cento, o que nos faz carregar uma certa melancolia. Para resolver o “problema”, sugere que se consuma diariamente a dose de álcool em falta e assim encontrar o equilíbrio. Quatro professores de um liceu decidem testar a teoria e começam a beber todos os dias. O resultado é positivo. Eles sentem-se bastante mais felizes, desinibidos e corajosos, o que os ajuda tanto nas suas relações pessoais como profissionais. Mas quando Martin desafia os companheiros a beber mais um pouco de maneira a maximizarem os efeitos, as coisas depressa ficam fora de controlo. Vencedor do Óscar de melhor filme internacional, uma comédia dramática sobre diversão e vício, realizada por Thomas Vinterberg ("A Festa", "Querida Wendy", "A Caça", “A Comuna”).  As personagens estão entregues a Thomas Bo Larsen, Magnus Millang, Lars Ranthe e Mads Mikkelsen, que já tinha trabalhado com Vinterberg no filme “A Caça”.

Título original: Druk (Dinamarca/Holanda/Suécia, 2020, 117 min.)
Realização: Thomas Vinterberg
Interpretação: Mads Mikkelsen, Thomas Bo Larsen, Magnus Millang, Lars Ranthe
Classificação: M/14


Another Round is a film directed by Thomas Vinterberg, that had its world premiere at the Toronto International Film Festival and won the Oscar for the Best International Feature Film.

 

16 LA DOLCE VITA de Federico Fellini (Já Não Há Cinéfilos?! – Fellini, os lugares da Memória)

Sendo o maior sucesso do cineasta italiano mais popular de todos os tempos, La Dolce Vita representa um olhar à cultura do estrelato, com um protagonista no encalço do sedutor estilo de vida das ricas e glamorosas celebridades que, em pleno era da sociedade do espetáculo, se exibem em Roma. O mirone desse espetáculo mundano chama-se Marcello Rubini (Marcello Mastroianni) e, na qualidade de jornalista de mexericos, explora as periferias dos holofotes. Um filme que será sempre lembrado pela imagem icónica da sueca Anita Ekberg na Fontana di Trevi. A autenticidade de La Dolce Vita deve-se, em parte, ao “estudo” que o cineasta dedicou, durante um verão inteiro, à vivência das estrelas. Algo que, do ponto de vista biográfico, se liga à personagem de Mastroianni: esta é a evocação dos primeiros tempos do próprio Fellini em Roma, onde começou por trabalhar como jornalista. Universalmente aplaudido, valeu-lhe a Palma de Ouro no Festival de Cannes e quatro nomeações para os Óscares, entre as quais, nas categorias de realização e argumento (venceu a estatueta do guarda-roupa).

Título original: La Dolce Vita (Itália, 1960, 170 min.)
Realização: Federico Fellini
Interpretação: Marcello Mastroianni, Anita Ekberg, Anouk Aimée
Classificação: M/12

La dolce vita is a 1960 film directed by Federico Fellini, that follows Marcello Rubini, a journalist writing for gossip magazines, over seven days and nights on his journey through the "sweet life" of Rome in a fruitless search for love and happiness. The film won the Palme d'Or at the  Cannes Film Festival.

23 Undine de Christian Petzold (sessão Traz Outro Amigo Também)

Undine é uma historiadora de arte que dá conferências sobre o desenvolvimento urbano da cidade de Berlim. Certo dia, apaixona-se por Johannes, com quem inicia um relacionamento amoroso. Quando ele a troca por outra mulher, Undine vê-se tomada por um desejo incontrolável de o matar.  Com argumento e realização do alemão Christian Petzold, o celebrado autor de "Barbara" (2012), "Phoenix" (2014) e "Em Trânsito" (2018), um filme dramático de dimensão sobrenatural que volta a reunir os actores Paula Beer e Franz Rogowski (o par romântico de "Em Trânsito"). A personagem principal, que também dá nome ao filme, representa o mito da Ondina, a ninfa aquática que apenas adquire alma através do amor e que está  destinada a assassinar o amante que lhe seja infiel.

Título original: Undine (França/Alemanha, 2020, 91 min.)
Realização: Christian Petzold
Interpretação: Paula Beer, Franz Rogowski, Maryam Zaree
Classificação: M/12

Undine is a film directed by Christian Petzold, It was selected to compete for the Golden Bear in the competition section at the 70th Berlin International Film Festival, and Paula Beer won the Silver Bear for Best Actress.

 

30 A Metamorfose dos Pássaros de Catarina Vasconcelos (com a presença da realizadora)

Beatriz e Henrique casaram no dia em que ela fez 21 anos. Henrique, oficial de marinha, passava largas temporadas no mar. Em terra, Beatriz, que aprendeu tudo com a verticalidade das plantas, cuidou das raízes dos 6 filhos. O filho mais velho, Jacinto, é meu pai e sonhava poder um dia ser pássaro. Um dia, subitamente, Beatriz morre. A minha mãe não morreu subitamente, mas morreu quando eu tinha 17 anos. Nesse dia, eu e o meu pai encontramo-nos na perda da mãe e a nossa relação deixou de ser só a de pai e filha. A Metamorfose dos Pássaros estreou no Festival Internacional de Berlim

Título original: A Metamorfose dos Pássaros (Portugal, 2020, 100 min.)
Realização: Catarina Vasconcelos
Interpretação: Manuel Rosa, João Móra, Ana Vasconcelos, Zé Maria Rosa, Henrique Móra, Inês Melo Campos
Classificação: M/12

The Metamorphosis of Birds is a hybrid creative documentary directed by Catarina Vasconcelos that premiered at Berlin International Film Festival, and it was awarded the FIPRESCI Award for Best Film.

Aguário - Estreia | Casa das Artes de Famalicão.

 Aguário - Estreia

Uma Coprodução da Companhia de Musica Teatral e da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

25 de Setembro | Sábado | 18h00 |Grande Auditório

26 de Setembro | Domingo | 10h30 |Grande Auditório


Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

Duração aproximada: 50 min

Toda a família.  



 Aguário é um conjunto de “poemas performativos” onde as múltiplas vozes da água se misturam com a voz humana, o corpo e o movimento, a imagem e os objectos cénicos. Diz-se que há uma linguagem falada pelos pingos da chuva, ondas do mar, fontes e rios. Que até nas nuvens se ouvem conversas, bem como nas gotas do orvalho, onde ela adquire formas delicadas que só se ouvem de manhã bem cedo. No oceano profundo, pelo contrário, soa grave e majestosa. Como acontece com outras linguagens cujos dicionários ainda estão por fazer, requer uma escuta atenta e a capacidade de imaginar. Quando assim é, soa a música. Em Aguário faz-se um primeiro esboço em abordar a água como matéria artística que se pode moldar como traço, gesto, som, fluindo no tempo e no espaço. Ligando tudo e todos, é essa a natureza da água. Aguário é uma co-produção da CMT e da Casa das Artes de V. N. Famalicão, com quem a Cidade Orizuro assim se vai construindo.

Aguário, an artistic proposal by the Companhia de Música Teatral designed to create an articulation with the Cidade Orizuro.

REPLAY / Cão Danado 20 anos - ESTREIA | Casa das Artes de Famalicão.

REPLAY / Cão Danado 20 anos  ESTREIA

Uma produção Cão Danado em co-produção com a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

17 e 18 de Setembro | Sexta e Sábado| 21h30| Grande Auditório

Entrada:  6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros

M/12

Duração: 80 m

REPLAY, é um espetáculo que aborda a construção da cena, em cena. As mutações, as falhas, as experiências são em si a representação, conferem o espetáculo e a nossa existência na sua essência transitória. Numa relação de ação-reação, o contexto de pandemia é absorvido pelo processo, em transição e transposição da atualidade para o espaço de cena. “Olhar pelo retrovisor” uma matéria prima de vinte anos de atividade, na procura de relações, interpretações e sentidos na mediação e na exposição ao outro será, em simultâneo, metodologia e estratégia para o abordarmos, nos seus discursos poéticos, metafóricos, visuais e narrativos. Aferir a mensagem, analisar, debater e intuir as melodias que as improvisações sugerem, criar um corpo, uma geografia sonora, visual e narrativa que nos representem neste olhar pelo

retrovisor e na confrontação com a imprevisibilidade inerente ao contexto atual. Anões a subir aos ombros dos gigantes num ímpeto arrebatador, na tentativa de assimilar o mundo para além do seu horizonte e do que de premente há no ato de agir.

 



Equipa artística e técnica

Direção - Sara Barbosa

Texto original - Afonso Cruz

Apoio movimento - Leonor keil

Interpretação - Diana Sá

Desenho de Luz - Carin Geada e Nuno Meira

Desenho de Som - Rui Lima e Sérgio

Imagem/fotografia - Edgar Alves

Produção - Nuno Eusébio

Uma produção Cão Danado em co-produção com a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

 

Replay, a play by Cão Danado, that celebrates there’s 20.º anniversary

JOF - Jovem Orquestra de Famalicão, um estágio/ residência artística e concertos | Casa das Artes Famalicão.

 A Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão/ Casa das Artes de Famalicão, organiza de 30 de agosto a 5 de setembro, a III Edição do JOF - Jovem Orquestra de Famalicão, um estágio/ residência artística de orquestra sinfónica de curta duração dirigido a jovens instrumentistas oriundos e/ou com formação pré-universitária em Vila Nova de Famalicão.

O Estágio JOF procura responder a características únicas do território de Vila Nova de Famalicão, nomeadamente a existência de um forte e dinâmico ecossistema cultural associado ao ensino artístico especializado e ao ensino profissional de música.

 Concertos - Casa das Artes: 3 e 4 de setembro às 21h30 e Fórum Altice de Braga 5 de setembro às 18h00

 PROGRAMA

 Luís Tinoco                          Frisland

E. Grieg                              Concerto para piano e orquestra op. 16

P. I. Tchaikovsky                 Sinfonia nº 4

 Maestro: José Eduardo Gomes

 Solista: Nuno Marques


quarta-feira, 30 de junho de 2021

àmostra - Circo contemporâneo Coprodução Instituto Nacional de Artes do Circo / Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.| Casa das Artes de Famalicão 20 anos.


àmostra

Circo contemporâneo

Coprodução Instituto Nacional de Artes do Circo / Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

Apresentação do primeiro trabalho profissional dos Alunos Finalistas do Instituto Nacional de Artes do Circo

27 de Julho a 1 de Agosto | terça a domingo | 21h30 | Grande Auditório

Artes do Circo/ Circo contemporânea

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

 

Dia 27

 

Solo 1

Intérprete Criador(a): Mélanie Monteiro

Título: Between & Beyond the lines

Sinopse: Syntony é uma exploração das forças invisíveis que nos puxam para a alegria e nos empurram para ansiedade; como a mesma conversa em ambientes diferentes carregam um peso diferente.  Por que é mais fácil dançar em um campo aberto do que numa paragem de autocarro? Quais são as oscilações internas e externas experimentadas? O que elas provocam? Como é que essas flutuações expressas ganham voz e como nos sintonizamos? Um estudo cativante do ambiente e da sua capacidade de evocar, Syntony usa o circo para expressar e explorar nosso relacionamento íntimo e ainda esquecido com nosso ambiente, examina o diálogo contínuo que compartilhamos com os elementos, na essência do mundo natural.

Usando inversões, acrobacias e dança como ferramentas de exploração, Syntony mostra um espelho das próprias buscas pessoais por equilíbrio, harmonia, bem como a conexão com nossa vida moderna.

Foto: Carlos Teixeira

 

Solo 2

Intérprete Criador(a): Miguel Moreira

Título: (Des)Programado

Sinopse: Um trabalhador com muitas encomendas para despachar. Será que ele o vai fazer da mesma forma que o faz há muito tempo, ou será que desta vez vai ser diferente?

Uma visita a mais um dia de trabalho na vida deste jovem obcecado pelo cartão, e cansado da sua rotina.

Um espetáculo que através da manipulação de objetos, movimento e de teatro físico convida o público a um imaginário de cartão e a um cenário laboral onde a reflexão sobre a vida de rotina vazia é o mote para a criação desta peça.

Cenografia: Miguel Moreira

Música: André Freitas

Orientação artística (externa): Elvis Mendes

Foto: Daniela Moreira

 

Solo 3

Intérprete Criador(a): Guadalua Cornejo

Título: Processo (s)

Dentro de uma banheira, sob a luz da Lua refletida em fragmentos de vidro, uma mulher trança seus cabelos. Submersa em seu  tempo, trança também pensamentos:

Onde começa o que se sente? Isso muda à medida que acontece?

É sério que preferes escolher o nada para nunca sofrer?

O que lentifica o seu tempo?

Tu regas para crescer ou para criar raízes?

Te alimentas mais do fruto mastigado ou da flor contemplada?

Onde está a raiz que rompe o cimento?

Como olharias algo pela última vez?

...posso ser aqui?

Foto: Merlina

 

 

 

Dia 28

 

Solo 1

Intérprete Criador(a): Vera Barbosa

Título: Terno Terror

Sinopse: O senso de superioridade humano para com o animal leva-o a vender violência e escravidão como algo belo e inocente. Da contemplação ao susto, Terno Terror vai levar o espectador numa viagem de emoções e autocrítica da qual eles farão parte como visitantes de uma jaula.

Num ambiente místico a técnica circense de corda bamba, o corpo e o movimento serão as ferramentas usadas para passar esta mensagem.

Foto: Carlos Teixeira

 

Solo 2

Intérprete Criador(a): Lucia Nordhoff

Título: Bounce it

Sinopse: Extremamente retrátil e elástico.

Adapta-se à sua base e pode expandir-se enormemente. Tem uma estabilidade dimensional permanente - por isso, depois de se mover, regressa à sua forma original.

Nunca perde a sua forma, quase nunca!

 

Solo 3

Intérprete Criador(a): Jose Cere

Título: ás 3:12 am

Sinopse: Espectáculo de acrobacias aéreas, que se desdobra às 3:12 da manhã, entre a dualidade do sonho da personagem e a sua realidade.

Baseado no reflexão da distribuição do tempo, tempo de trabalho, tempo livre, tempo para si próprio."

Foto: Mariana Sánchez

 

Solo 4

Intérprete Criador(a): Giuliano Garufi

Título: Niente panico!

Sinopse: Um malabarista, um armário preto, muitos objectos de plástico e a sensação de que algo poderia correr mal. Mas não entrem em pânico! Tudo o que desce sobe! E tudo o que cai...bem, cai. Mas não entrem em pânico!

Um espectáculo irónico inspirado nas quatro estações em que os minutos correspondem a anos, a improvisação é o aliado mais poderoso e o malabarismo é a língua materna.

Foto: Pedro Figueiredo

 

           

Dia 29

 

Solo 1

Intérprete Criador(a): Adriana Pereira

Título: Toxicactus

Sinopse: Um ser já existe protegido em líquido amoníaco, depois nasce e chora. O seu primeiro trauma lhe garante a sua sobrevivência num novo mundo desconhecido, frio e assustador. Mais tarde, em busca de uma vida positiva e saudável, esse ser ambiciona sobreviver num conforto que acaba por lhe oprimir lentamente e discretamente.

Uma escultura viva, um momento efêmero, uma pesquisa que procura abordar a tendência da positividade tóxica entre mundos contraditórios de desejos, sonhos, pesadelos e vícios que fazem silenciar as verdadeiras sombras.

Uma camada semi-transparente, descartável e frágil. Te protege ou te intoxica?

Foto: Lucia Merlina editada por Adriana Pereira

 

Solo 2

Intérprete Criador(a): Andriana Paraskeva

Título: The Blind-fall

Sinopse: A venda simboliza tudo e todos nas nossas vidas. Tudo o que nos impede de seguir em frente e nos mantém entorpecidos, impotentes e indefesos.

É no entanto a venda um obstáculo insuperável ou algo interior mais profundo?

 

Solo 3

Intérprete Criador(a): Mauricio Garzon

Título: Voyager

Sinopse: A humanidade sempre procurou nas estrelas e planetas, porquê?

Destruímos a terra?

Será que algum dia teremos que ir embora?

E assim começa a viagem em busca de um novo lugar para destruir.

Foto: Fabiana Diaz

 

 

 

Solo 4

Intérprete Criador(a): Sofía Fuentes

Título: Somos

Sinopse: Obra minimalista onde a intérprete manifesta ritmos, densidades e alturas através do movimento, voz e jogos com uma lira. Somos é uma metáfora física do que levamos por dentro e o que mostramos por fora, composta por elementos que simbolizam partes da nossa vida e a forma como nos marcam ou caracterizam como pessoas. O que somos nós? De que somos feitos? Carne e osso sim, mas também de tempo, cicatrizes, histórias, memórias.

Somos seres em transformação buscando estabilidade, porque somos o que fazemos para  mudar o que somos.

Foto: Carlos Teixeira

 

 

Dia 30

 

Solo 1

Intérprete Criador(a): Olivia Orthof

Título: Manifesto do Glitter

Sinopse: Uma mulher errante, sem pensar no amanhã, sobe uma montanha de glitter e encontra lá um mundo de fantasias carnavalescas. O glitter se apresenta como uma entidade misteriosa que esconde contos folclóricos brasileiros, convidando a transformar as dores mais agudas em brilho e folia para desfilar. As mágoas da mulher-errante engravidam-se de poesia, sabedoria e renascem do deboche das mazelas da vida. No final, quem sabe, renasceremos todos do glitter.

Foto: Pedro Figueiredo

           

Solo2

Intérprete Criador(a): Lucy

Título: Con Pulsion    

Sinopse: "Com Pulsão"

Pulso. Aperte. Pulsão.

Desejo intenso, explosão.

A força com que o coração bate, a pulsação que marca o nosso ritmo.

O desejo de vida.

 

Solo3

Intérprete Criador(a): Mélina Hernandez

Título: Duel de solitude        

Sinopse: Entre no coração de um espírito perdido. Cheio de solidão, seus pensamentos opressivos vêm e vão sem trégua, criando ao seu redor uma gaiola de emoções em múltiplas formas. Suas barras opressoras, como o peso do silêncio, encerram então um corpo em suspense que busca, à mercê de seus tormentos, a chave da estabilidade. Descubra um dueto de intensa solidão entre ser e alma.

 

 

Solo4

Intérprete Criador(a): Naiana Padial

Título: As vidas miúdas e outras insignificâncias    

Sinopse: Uma forasteira errante chega a um misterioso sítio em ruínas. Nelas, essa curiosa e solitária figura, descobre um circo abandonado, onde encontra uma inusitada companheira: uma barata. A partir da relação entre essas duas simples criaturas, o espetáculo nos traz temas como a fragilidade da vida, solidão e companheirismo. Inspirada na poesia das coisas sem importância, a peça trata da vida dos seres vistos como desprezíveis. Afetada pelas injustiças sociais de nosso tempo, essa criação pretende oferecer uma experiência artística antagônica à lógica de que algumas vidas sejam tratadas como descartáveis.  Através das linguagens do clown e do teatro físico, com técnicas circenses como o trapézio de dança integradas à narrativa, conhecemos a relação dessas singelas criaturas. Nesse espetáculo visual, somos convidados a rir e comover-nos com as coisas insignificantes.
Orientação artística (externa): Andre Schulle
Orientação em confecção de adereços: Cleydson Catarina                                                                                                                                                                                                                                                                         Foto: Pedro Figueiredo

 

Dia 31

 

Solo 1

Intérprete Criador(a): Clara Apunto deNieve

Título: Brilhante, Droga        

Sinopse: Num dia comum, em um lugar qualquer, estás a fazer tranquilamente algo que realmente gostas e, de repente, soa o telemóvel.

À partir de um simples facto como este, inicia-se uma viagem através da qual, reflecte-se sobre a dependência que temos da tecnologia e da informação, o que contribui para a construção de sociedades narcisistas, extremamente individualistas e facilmente manipuláveis. "A progressiva extinção da nossa capacidade para lembrar, paralela à proliferação da informação (...). Parecerá que estamos a buscar terminar com tudo o que tinha ainda vida no passado" - Austerlizt- W.G. Sebald

Foto: Clara Apunto deNieve

 

Solo 2

Intérprete Criador(a): Isaac Valle

Título: Side Ways      

Sinopse: Uma viagem ao lado da imaginação em que o piloto é também um passageiro, onde a música ganha vida em cada superfície, acompanhada por um corpo em constante busca de equilíbrio. O mesmo equilíbrio que procuramos nestes tempos instáveis, levados a tomar estradas secundárias para continuar a sonhar viajando.

 

Solo 3

Intérprete Criador(a): Catarina Figueiredo (Portugal)

Título: Ella Szembek  

Sinopse: Em um mundo feito de círculos de plástico, uma mulher recolhe fragmentos do chão e os reconstrói. Uma grande tempestade se anuncia, lançando-nos em um vasto oceano de emoções e caos. Quando estia e tudo seca, restam apenas pedaços partidos. A única coisa a fazer é recolhe-los e rearranja-los.

Essa é uma peça de circo contemporâneo, interpretada através da lógico do clown e da manipulação de hulahoops. A protagonista questiona a tendência que os humanos têm de ignorar a vulnerabilidade e violência  em nós mesmos e também na sociedade. A crise existencial é uma necessidade para aprimorarmo-nos e o mundo ao nosso redor?

 

Solo 4

Intérprete Criador(a): Jannick Lüthi

Título: SISYPHUS       

Sinopse: SISYPHUS é uma tentativa de mostrar como a nossa vida pode mudar se olharmos para ela de uma perspectiva diferente. Tenta desmascarar os comportamentos diários e tenta orientar o foco para aspectos e sensações invulgares. A lógica é confrontada com o absurdo e a realidade começa a deturpar.

Foto: Jannick Lüthi

 

                       

Dia 1

 

Solo 1

Intérprete Criador(a): Fernando Rosell Romo

Título: Voluntad

Sinopse: O Fernando é um jovem que quer estar tranquilo.

Ele busca a sua identidade.

Ele recebe muitas ideias que o estimulam.

Ele se distrai para relaxar.

O Fernando quer estar tranquilo.

 

Solo 2

Intérprete Criador(a): Elena Berger

Título: Atado

Sinopse: Tem soberania e auto sustenta-se.

Não tem direcção e trabalha contra o tempo.

Encurta a distância e transforma uma linha num espaço. A construção entrelaçada incorpora segurança e risco, estrutura e caos, satisfação e frustração. É o problema e também a solução.

Foto: Pedro Figueiredo

 

Solo 3

Intérprete Criador(a): Lucía Merlino

Título: Pintórica

Sinopse: Pintórica é um ato cênico que funde a pintura com o circo, universos aparentemente diversos que conseguem dialogar nesta obra por meio do equilíbrio, do movimento e do gesto pictórico. Aqui a linguagem corporal é cromática, o movimento é impressão, cada árvore tem sua música, cada melodia sua cor.

Foto: Fabiana Díaz

Composição musical: Facundo Combina