Desde a primeira edição, em Outubro de 2016, que o Close-up contamina o seu programa através de um mote orientador de filmes e secções, que nos episódios anteriores percorreram memórias, tempo e lugares, do passado e do futuro, do íntimo e do público. Neste episódio juntaremos Pais e Filhos, um diálogo valorizado por conflitos entre gerações, situados no presente, mas com paragens pontuais nas décadas anteriores.
Nas sessões de abertura e fecho e na passagem pelo Teatro
Narciso Ferreira, o Close-up destaca as propostas de cruzamento entre as
imagens em movimento e a música, em três cine-concertos em estreia: a
Berlim do final dos anos 1920, em Gente ao Domingo, por JP Simões;
uma viagem musical proporcionada pelos Club Makumba em diálogo com Zombie,
uma das obras-primas de Jacques Tourneur; e Samuel Úria seduzido por
Yasujiro Ozu, pelas histórias de pais e filhos, em História de um
Proprietário Rural, no Japão do pós segunda guerra mundial.
As Paisagens Temáticas são, então, preenchidas
pelas tensões geracionais: Vincent Lindon, um pai exemplar que receia perder o
filho para as tribos extremistas, em Brincar com o Fogo; uma adolescente
que descobre a fé e desarranja o círculo familiar, em Os Domingos; numa
sessão que também serve de homenagem ao cineasta João Canijo, a versão do
realizador de Noite Escura, em que uma filha deve pagar o erro trágico
do pai; o mais recente filme de Christian Petzold, Miroirs nº. 3, que
encena o vislumbre de uma nova família para uma jovem mulher; o regresso aos
traumas de infância de um músico quando alcança a notoriedade, em Springsteen:
Deliver Me from Nowhere; uma das obras máximas de Stanley Kubrick, Laranja
Mecânica, crime e castigo, na disputa entre um grupo de delinquentes e o
poder governamental; e As Virgens Suicidas, a estreia de Sofia Coppola,
um bando de cinco irmãs, reprimidas pelos pais e encerradas numa casa.
A Comédia à Italiana, constitui-se como uma das
páginas notáveis das Histórias do Cinema, na capacidade de integrar e
dialogar com todas as problemáticas de um tempo, nas décadas de 1960 e 1970,
pelo que faremos o elogio de alguns dos seus principais autores: Vittorio De
Sica, Antonio Pietrangeli, Dino Risi, Marco Ferreri e Pietro
Germi. Aproveitando a estreia de Ku Handza, de André Guiomar,
a Fantasia Lusitana ficará entregue à produtora Olhar de Ulisses e a uma
porção do seu portfólio de realizadores emergentes.
Assente no trabalho das dez edições anteriores, o
Close-up prossegue a sua relação primordial com a comunidade escolar, e a
formação dos espectadores do futuro, em sessões divididas pelos auditórios do
Teatro Municipal e por presenças nas escolas. Em diálogo com o restante
programa, haverá ficção, animação, documentário e masterclasses, com propostas
para todos os escalões de ensino, do primeiro ciclo ao ensino superior de
cinema.
Duas sessões especiais, com a exibição de Nova’ 78
e Não Desviar o Olhar, propiciarão mesas em volta, respectivamente, de
William S. Burroughs e a Crítica de Cinema. Mas, o Café Kiarostami
também propõe um Kino-Quiz, na noite de abertura e jazz na noite de
encerramento, com Zé Stark Cinema Ensemble. Animação e oficinas são as
propostas para as Famílias: o regresso a Toy Story, na quinta
aventura da saga da inaugural da Pixar, a conquista de Hollywood pelas
criaturas da Illumination, em Mínimos e Monstros e uma oficina de Stop
Motion, que elogia os primórdios do cinema de animação.
Uma
Cidade-Cinema, em oito dias, a contemplar mais de trinta sessões, com outros
tantos convidados (realizadores, músicos, programadores, críticos e
investigadores). Um panorama vasto, mas que dissipa a intensidade, concede
tempo ao diálogo entre filmes, assente em diversas leituras e abordagens que
decorrem da seleção de filmes e do encontro com o público, amplificado pela
singularidade das apresentações das sessões, numa festa do cinema que volta a
ambicionar um diálogo com toda a comunidade, com todos os públicos.
DESTAQUES
CINE-CONCERTOs
Nas
sessões de abertura e fecho e na passagem pelo Teatro Narciso Ferreira, o
Close-up mostra propostas de cruzamento entre as imagens em movimento e a
música, em três cine-concertos em estreia, em resposta a encomendas da Casa das
Artes de Famalicão: a Berlim do final dos anos 1920, em Gente ao Domingo,
por JP Simões; uma viagem musical proporcionada pelos Club Makumba
em diálogo com Zombie, uma das obras-primas de Jacques Tourneur,
instalado nas Caraíbas; e Samuel Úria seduzido por Yasujiro Ozu, pelas
histórias de pais e filhos, em História de um Proprietário Rural, no
Japão do pós segunda guerra mundial.
JP SIMÕES – GENTE
AO DOMINGO, de Robert Siodmak e Edgar G. Ulmer – cine-concerto – 10 de Outubro (21h45, GA)
Rodado com atores amadores, segue as vidas de um punhado de
berlinenses ao longo de uma sucessão de domingos. A despreocupação e o lazer
contrastam com as sombras perfiladas no horizonte, num filme que é um
extraordinário documento sobre a “vida normal” na Berlim do final da década de
vinte, uma obra seminal realizada no espírito da República de Weimar que
influenciaria gerações de cineastas em todo o mundo. Gente ao Domingo, é o
célebre filme cooperativo que revelou uma série de nomes de que a história do
cinema iria guardar boa memória: Robert Siodmak, Edgar G. Ulmer e o aqui
guionista Billy Wilder. JP Simões apresentará em estreia uma nova banda
sonora.
JP Simões nasceu em Coimbra. Vive em Lisboa.
Estudou Comunicação Social, Direito da Comunicação, Escrita de Argumento,
História do Teatro, Saxofone, língua Árabe e é mestre em Teoria da Literatura
pela Universidade de Lisboa. É cantor, compositor e letrista, com bastante e
diversa música editada, com os Pop dell’Arte, Belle Chase Hotel, Quinteto Tati
e a solo como JP Simões e Bloom. Escreveu para teatro e cinema e é
ocasionalmente actor, como toda a gente. Publicou um livro de contos e um dos
libretos das duas óperas que já produziu. Ganhou alguns prémios, mas o
importante é participar.
Título Original: Menschen am Sonntag
(Alemanha, ficção, 1930, 70 min)
Classificação: M/12
CLUB MAKUMBA –
ZOMBIE, de Jacques Tourneur – cine-concerto – 14
de Outubro (21h00, Teatro
Narciso Ferreira)
Verdadeira obra-prima, o segundo filme de Tourneur para o produtor
Val Lewton é um modelo de sugestão de terror. O tratamento fotográfico, jogando
com as sombras e os medos que estas potencialmente despertam, é uma peça chave
na construção da atmosfera de Zombie. Nas Caraíbas, uma enfermeira é
encarregada de velar por uma mulher com uma estranha doença que a transforma em
Zombie, e acaba, a pouco e pouco, por participar em estranhos rituais. Os
Club Makumba apresentarão em estreia uma nova banda sonora.
Título Original: I Walked With a
Zombie Zombie (EUA, ficção, 1943, 65 min)
Classificação: M/12
Os
Club Makumba continuam a seduzir territórios por onde passam, numa
viagem musical a quebrar barreiras pelos quatro cantos do globo. Com o segundo
longa-duração Sulitânia Beat (2024), nomeado em diversas listas como um dos
melhores discos de 2024, a banda passou por grandes festivais como o NOS ALIVE,
FMM - Sines, Festival F, Festival Med, Bons Sons, e internacionalmente pelo Eurosonic
(Países Baixos), Das Fest (Alemanha), Jazz Sous Les Pommiers (França), BIME
(Bilbao - Espanha), entre outros.
SAMUEL ÚRIA –
História de um Proprietário Rural, de Yasujiro Ozu – cine-concerto – 17 de Outubro (21h45, GA)
Uma
mulher viúva é forçada a tomar conta de um rapaz órfão que aparece
inesperadamente num bairro de Tóquio. Embora inicialmente relutante, com o
passar do tempo, a mulher acaba por se afeiçoar ao rapaz. Um conto agridoce
sobre o Japão do pós-guerra, onde a regeneração e a reconstrução são as
prioridades, História de um Proprietário Rural retrata alguns dos temas mais
caros de Ozu – famílias fragmentadas, a melancolia do quotidiano – através do
seu célebre humor e da visão terna do mundo que caracteriza a sua obra. Samuel
Úria apresentará em estreia uma nova banda sonora.
Nascido
no decote da nação, entre o Caramulo e a Estrela, Samuel Úria leva para
os palcos o blues do Delta do Dão. De lenda rural para lenda urbana, tudo está
certo: meio homem meio gospel, mãos de fado e pés de roque enrole. Com uma
proveniência marcada pelo punk, pelo rock’n’roll e pela estética low-fi, Samuel
Úria tem ganho notoriedade desde 2008. Da sua discografia “oficial” em nome
próprio, para além do trabalho publicado no final de 2024, “2000 A.D.”, constam
quatro LP e dois EP.
Título Original: Nagaya shinshiroku
(Japão, ficção, 1947, 70 min)
Classificação: M/12
Sessões para
Famílias
Animação e oficinas são as propostas do Close-up para as
famílias: o regresso a Toy Story, o objecto inaugural da Pixar, na
quinta aventura da saga, que junta brinquedos e tecnologia; a conquista de
Hollywood pelas criaturas da Illumination, em Mínimos e Monstros; uma oficina
de Stop Motion, que elogia os primórdios do cinema de animação.
TOY STORY 5 de Andrew Stanton (versão portuguesa) _ 11.Out (15h30,
GA)
Título original: Toy Story 5 (EUA,
animação, 2026, 90 min)
Classificação: M/6
Os brinquedos estão de volta em
"Toy Story 5", agora num encontro entre brinquedos e tecnologia. O
trabalho de Buzz, Woody, Jessie e o resto do grupo torna-se exponencialmente
mais difícil quando medem forças com uma nova forma de brincadeira. Produzido
pela Pixar Animation Studios para a Walt Disney Pictures, este novo episódio
tem realização e argumento de Andrew Stanton – o realizador de "À Procura
de Nemo" ou de "WALL·E" (2008), ambos vencedores do Óscar na
categoria de melhor animação, e um dos responsáveis pela escrita do argumento
de todos os filmes da saga "Toy Story" – em colaboração com McKenna
Harris.
MÍNIMOS E MONSTROS de Pierre Coffin (versão portuguesa) _ 17.Out (11h00,
GA)
Título original: Minions &
Monsters (EUA, animação, 2026, 90 min)
Classificação: M/6
Esta é a história turbulenta, disparatada e totalmente verdadeira
de como os Mínimos conquistaram Hollywood, se tornaram estrelas de cinema,
perderam tudo, libertaram monstros pelo mundo e, finalmente, se uniram numa
tentativa desesperada de salvar o planeta do caos que eles próprios criaram.
Mais de uma década após a sua criação, os Mínimos tornaram-se as personagens de
animação mais icónicas da sua geração. Reconhecidos em todo o mundo e adorados
por fãs de todas as idades, levaram as sagas Gru – O Maldisposto e Mínimos, da
Illumination, a um impressionante reconhecimento global.
Oficina de Stop Motion – 17 de Outubro (15h00, sala de ensaios)
Nesta Officina (1), animamos Marionetas de Papel
a partir de uma técnica pertencente aos primórdios do cinema de animação,
podendo assim, em família, com amigos - só não vale sozinho - fazer o vosso
primeiro filme de animação com as marionetas que construírem.
(1) Officina(s) é um projecto de formação criado em
2014 pela Confederação. Palavra de origem latina, que significa - oficina,
fábrica, escola - tendo o mesmo étimo de officium (trabalho, tarefa, função),
termo este formado por opus (obra) e facere (fazer).
Máximo:
25 participantes
Público-alvo: famílias (crianças e adolescentes acompanhados por familiares)
Duração: 4h00
Inscrições:
bilheteira.casadasartes@famalicao.pt
Jazz no Café da Casa
Zé Stark Cinema Ensemble (Jazz) – Noite de Encerramento do Close-up
17 de Outubro| sábado | 23h00| café-concerto
Um projecto onde a música e a sétima arte
colidem. Da epicidade de John Williams à nostalgia de Randy Newman, da
modernidade de Bernardo Sassetti à intemporalidade de Ennio Morricone, a
improvisação, em forma de um típico quarteto de jazz, serve como complemento
aos clássicos e icónicos temas dos grandes ecrãs a preto e branco.
Sax alto - João Paulo Silva; Piano - Ricardo
Moreira; Contrabaixo - Xavier Nunes; Bateria - Zé Stark
Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a O Eixo do Jazz –
Associação Luso-Galaica para a promoção do Jazz
PROGRAMA
10 de
Outubro (sábado)
(15h30, PA) NEGÓCIO À ITALIANA de Vittorio De Sica [3]
(17h30, PA) BRINCAR COM O FOGO de Delphine Coulin, Muriel Coulin _
apresentado por José Pacheco Pereira (historiador) [2]
noite de abertura
(21h45, GA) JP
SIMÕES – Gente ao Domingo
de Robert Siodmak e Edgar G. Ulmer (cine-concerto) [1]
(23h00,
café-concerto) Kino-Quiz [6]
11 de
Outubro (domingo)
(15h00,
PA) OS DOMINGOS de Alauda
Ruiz de Azúa _apresentado por Pedro Mexia (escritor) [2]
(15h30,
GA) TOY
STORY 5 de Andrew Stanton (versão portuguesa) [7]
(17h30, PA) NOVA’ 78 de Rodrigo Areias e Aaron Brookner [1]
(19h00, café-concerto) mesa Planeta Burroughs [6]
(21h30, PA) CONVITE DE CASAMENTO de Antonio Pietrangeli _ apresentado
por Nuno Sena (sub-director da
Cinemateca Portuguesa) [3]
12 de
Outubro (segunda-feira)
(10h00,
GA)
ANIKI BÓBÓ de Manoel de Oliveira _ sessão para escolas
(1.º e 2.º ciclos) _ apresentado por Fernando
José Pereira (músico e realizador) [5]
(14h15, AE Ribeirão) LADRÕES DE BICICLETAS de
Vittorio De Sica _ apresentado por Clara
Rowland (professora universitária) [5]
(21h30, PA) NOITE ESCURA (versão do realizador) de João Canijo [2] (in memoriam)
13 de Outubro (terça-feira)
(10h00,
TNF)
ANIKI BÓBÓ de Manoel de Oliveira _ sessão para escolas
(1.º e 2.º ciclos) [5]
(14h30, AE Camilo Castelo Branco) Apresentação do trabalho da Companhia de
Música Teatral (CMT) por Paulo Maria Rodrigues,
precedido pela exibição do documentário Ursonâncias [5]
(21h30,
PA) UMA VIDA
DIFÍCIL de Dino Risi _ apresentado por Carlos Nogueira (programador de cinema) [3]
14 de
Outubro (quarta-feira)
(10h00, AE D. Sancho I) LAVAGANTE de Mário Barroso _ apresentado por Jorge Pereira Rosa (crítico de cinema) [5]
(14h30,
GA) MR. NOBODY
CONTRA PUTIN de David Borenstein e Pavel Talankin _ sessão para escolas (3.º
ciclo e secundário) _ apresentado por José
Vieira Mendes (crítico de cinema) [5]
(21h00, TNF) CLUB MAKUMBA – Zombie de Jacques Tourneur – cine-concerto [1]
(22h30, TNF) A MULHER MACACO de Marco
Ferreri [3]
15 de
Outubro (quinta-feira)
(10h00,
Escola Superior Artística do Porto) A NOSSA TERRA, O NOSSO ALTAR + masterclasse de André
Guiomar [4] / [5]
(15h30, café-concerto) mesa Educação para o Cinema [5] / [6]
(18h30,
PA) Miroirs No. 3
de
Christian Petzold [2]
(21h45,
PA) KU HANDZA de André
Guiomar + GRITO de Luís Costa _ apresentado pelos realizadores e por Samuel
Silva (jornalista e programador) [4]
16 de
Outubro (sexta-feira)
(10h00,
ESAD) TERCEIRO
TURNO de Mário Macedo + DEUS-E-MEIO de Margarida Assis + AOS
DESASSEIS de Carlos Lobo , sessão com projecção das três curtas
produzidas pela Olhar de Ulisses, com conversa dos realizadores com os alunos
da ESAD [5]
(18h30,
PA) O IMORAL de Pietro
Germi [3]
(21h30,
PA) SPRINGSTEEN:
DELIVER ME FROM NOWHERE de Scott Cooper _ apresentado por Susana
Bessa (crítica de cinema) [2]
(23h59,
PA) LARANJA
MECÂNICA de Stanley Kubrick [2]
17 de
Outubro (sábado)
(11h00, GA) MÍNIMOS E MONSTROS de
Pierre Coffin (versão
portuguesa) [7]
(15h00, Sala de Ensaios) Oficina de Stop Motion [7]
(15h00,
PA) AS VIRGENS
SUICIDAS de Sofia Coppola_ apresentado por André Simão (músico e arquitecto) [2]
(17h00, PA) NÃO DESVIAR O OLHAR de Júlio Alves _ apresentado pelo
realizador [1]
(18h30, café-concerto) mesa Anatomia da Crítica [6]
noite de ENCERRAMENTO
(21h45, GA) SAMUEL ÚRIA – História de um Proprietário Rural, de Yasujiro Ozu – cine-concerto [1]
(23h00, café-concerto) Zé Stark Cinema Ensemble (Jazz) [6]
Secções Temáticas
[1] Cine-concertos e Sessões Especiais
[2] Paisagens Temáticas: Pais e Filhos
(conflitos entre gerações)
[3] Histórias do Cinema: Os Autores da
Comédia à Italiana
[4] Fantasia Lusitana: Olhar de Ulisses
[5] Cinema para Escolas
[6] Café Kiarostami (café-concerto)
[7] Sessões para Famílias
Bilheteira Sessões
Geral: 2
euros
Cartão pentágono: 1 euro
Entrada gratuita: estudantes, seniores, associados de cineclubes,
pessoas com deficiência, Surdas e portadoras de atestado multiusos de
incapacidade (+60%)
Bilheteira JP Simões / Samuel Úria
Geral: 6
euros
Cartão pentágono, estudantes, seniores, associados de cineclubes, pessoas com
deficiência, Surdas e portadoras de atestado multiusos de incapacidade (+60%):
3 euros
Bilheteira Club Makumba / Teatro Narciso
Ferreira
Geral: 6
euros
Cartão pentágono, estudantes, seniores, associados de cineclubes, pessoas com
deficiência, Surdas e portadoras de atestado multiusos de incapacidade (+60%):
3 euros
Bilheteira Sessões para Famílias
Geral: 2
euros
Cartão pentágono, estudantes, seniores, associados de cineclubes, pessoas com
deficiência, Surdas e portadoras de atestado multiusos de incapacidade (+60%):
1 euro
Bilheteira Workshops Famílias
Adulto +
Criança: 5 euros
Café Kiarostami (café-concerto): entrada
livre
toda a
informação em www.closeup.pt e www.casadasartes.org