terça-feira, 2 de agosto de 2022

IV EDIÇÃO JOF - JOVEM ORQUESTRA DE FAMALICÃO de 29 de agosto a 3 de setembro | Casa das Artes de Famalicão

 IV Edição JOF - Jovem Orquestra de Famalicão

Maestro e Diretor Artistico: José Eduardo Gomes

Concertos

2 de Setembro | Sexta-feira| 21h30| Grande Auditório

3 de Setembro | Sábado| 18h00| Grande Auditório

Entrada: a entrada é livre à lotação da sala, sendo necessário o levantamento prévio do bilhete que terá lugar marcado.

M/6

Duração: 90 min


A Casa das Artes de Famalicão / Município de Vila Nova de Famalicão organizam de 29 de agosto a 3 de setembro, a IV Edição do JOF - Jovem Orquestra de Famalicão, um estágio/residência e a apresentação de orquestra sinfónica de curta duração, na Casa das Artes, dirigido a jovens instrumentistas oriundos e/ou com formação pré-universitária em Vila Nova de Famalicão. Serão 87 as vagas disponíveis, divididas pelos instrumentos de cordas (violinos, violas, violoncelos, contrabaixos), sopro (flautas, oboés, clarinetes, fagotes, trompas, trompetes, trombones tenor, trombone baixo e tuba), harpa e instrumentos de percussão.

O Estágio JOF procura responder a características únicas do território de Vila Nova de Famalicão, nomeadamente a existência de um forte e dinâmico ecossistema cultural associado ao ensino artístico especializado e ao ensino profissional de música, composto pelas seguintes entidades: CCM – Centro de Cultura Musical, ArtEduca – Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão e ARTAVE – Escola Profissional Artística do Vale do Ave.

Muitos destes alunos do concelho de Famalicão têm prosseguido estudos e carreiras profissionais por outras instituições em Portugal e por toda a Europa. O Estágio JOF procura valorizar estes jovens músicos, em formação e em atividade profissional em Portugal e no Estrangeiro, promovendo o diálogo intercultural entre Famalicão e a sua Diáspora, estabelecendo pontes entre o ensino artístico proporcionado na região e o ensino superior. Simultaneamente, procura sensibilizar a comunidade Famalicense para a música clássica, em particular para o repertório orquestral, e promover o binómio artes-educação.

Programa
"Sem pedras não há arco" de Ângela da Ponte

 Sinfonia nº 1 de Gustav Mahler.

The forth edition of Famalicão’s Young Orchestra.

sexta-feira, 22 de julho de 2022

“Os Três Cabelos de Ouro” - TEATRO- Classe A | Baú dos Segredos | Casa das Artes de Famalicão


“Os Três Cabelos de Ouro”

Classe A | Baú dos Segredos

 27 e 28 de julho |Quarta e Quinta| 21h30 | Pequeno Auditório  

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

Toda a Família

Duração 70 min

“ Era uma vez uma mulher muito pobre e o seu marido - os meus pais - que ficaram extasiados por eu ter nascido com uma marca de nascença especial no pescoço. Esta marca deveria trazer boa sorte e fortuna à minha família. Estava escrito que eu casaria com a filha do Rei, quando fizesse 19 anos. Mas quando a notícia chegou aos ouvidos do Rei, ele não se mostrou muito contente…”

Uma produção da Classe A, do Baú dos Segredos, baseada na história “Os Três Cabelos de Ouro do Diabo” de Jacob Ludwig Grimm e Wilhelm Carl Grimm.

Ficha técnica

Interpretação: Classe A, do Baú dos Segredos

Texto e adaptação: Ana J. Regueiras

Encenação: Ana J. Regueiras e Marta João

Coreografia: Ana J. Regueiras e Marta João

Figurinos e Caracterização: Cármen Regueiras

Sonoplastia e Luz: Equipa técnica da Casa Das Artes de Vila Nova de Famalicão

Produção: João Regueiras, em Co-produção com a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

“Ouve-me!” TEATRO- Classe B | Atelier Bau dos Segredos | Casa das Artes de Famalicão

  


“Ouve-me!”

Classe B | Atelier Bau dos Segredos

25 e 26 de julho | Segunda e Terça | 21h30 |Pequeno Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

Toda a Família - Duração: 70 min

Somos feitos de histórias.

Cada sorriso, cada tragédia, cada momento, cada pessoa que cruza o seu caminho com o nosso. Todos contribuem para a nossa versão da história. A que não é igual a mais nenhuma. A que nos pertence a nós e a mais ninguém.

Este exercício surge da necessidade de falar sobre essas histórias, sobre as várias perspectivas delas e sobre o momento em que o desejo de se fazer ouvir se sobrepõe à simplicidade de escutar.

Uma casa. Uma família. Um jantar. E um turbilhão animalesco de opiniões, emoções e diferentes perspectivas de uma mesma história.

Ficha técnica

Interpretação: Classe B, do Baú dos Segredos

Texto e dramaturgia: criação colectiva dos Alunos da Classe B, do Baú dos Segredos

Encenação: Ana J. Regueiras e Marta João

Figurinos e Caracterização: Cármen Regueiras

Sonoplastia e Luz: Equipa técnica da Casa Das Artes de Vila Nova de Famalicão

Produção: João Regueiras, em Co-produção com a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

HIPÓLITO de Eurípides _ estreia - Coprodução: Casa das Artes de Famalicão e ACE Escola de Artes de Famalicão | Casa das Artes de Famalicão

 


Hipólito de Eurípides _ estreia

Encenação de Miguel Eloy

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão e ACE Escola de Artes de Famalicão

Teatro

22 e 23 de Julho | sexta-feira e sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

M/12

Duração: 90 min

sinopse

Sendo casto e o mais puro dos Homens, Hipólito abomina os prazeres da carne, recusando liminarmente venerar e prestar as devidas homenagens à deusa Cípris (Afrodite), incorrendo no tremendo pecado de hybris, sendo por isso punido com a sua morte trágica.

Esta sua hybris - confiança excessiva, orgulho exagerado, arrogância e/ou insolência - não faz com que Hipólito seja, de forma alguma, totalmente inocente. A sua excessiva – porque exclusiva e exacerbada – veneração a Ártemis, a Deusa virgem das florestas e da caça, que cedo o lançou para uma virgindade ofensiva e anti-natura, é tão responsável pela sua morte quanto a paixão que por ele sente a sua madrasta, Fedra.

Incendiada pelos desígnios da ofendida e vingativa Cípris, Fedra definha de paixão pelo seu enteado Hipólito. Ferida pelo amor, começa por calar e esconder a sua “doença” perante a insistência da sua Ama em descobrir o seu mal, tentando resistir e vencer os delírios da paixão com esforços de reflexão sensata.

Contudo, Cípris “não é uma deusa: é um ser mais poderoso do que um deus."

Texto: Eurípides

Tradução: Fernando Zorrer

Adaptação: Rogério de Carvalho

Encenação: Miguel Eloy

Assistente de Encenação: António Barata

Elenco: Ana Lopes, Ana Margarida Silva, Beatrice Gonçalves, César Reguengo, Diana Catarina, Fátima Andreina Velazco, Inês Madureira, Joana Leite, Leonor Pereira, Luís Pacheco, Melro, Mi Gonçalves, Nathan Sabadine, Nicole Ferreira, Paulo Sousa, Rafaela Sousa, Simão Barboss

Apoio de Voz: Emília Silvestre

Cenografia: Carla Rosário

Apoio à Cenografia: Filipe Mendes e Francisco Cardoso

Figurinos e Adereços: Paula Cabral

Cabelos: José Resende

Seleção Musical e de Vídeo: Miguel Eloy

Desenho de Luz e Operação de Luz e Vídeo: Tiago Silva

Edição e Operação de Som: Fábio Ferreira

Fotografia de Cena: João Duarte

Registo de Vídeo: Rui Bezerra

Direção de Produção: Glória Cheio

Direção de Cena e Produção: Sofia Peralta

Apoio Logístico: Glória Azevedo, Jorge Azevedo

Eixo do Jazz Ensemble (EJE) meets Iago Fernández | Casa das Artes de Famalicão


Eixo do Jazz Ensemble (EJE)  meets Iago Fernández


Música

16 de Julho | sábado | 21h30| Grande Auditório.

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/6

Duração: 60 m

Iago Fernández, músico Galego reconhecido internacionalmente, fez uma residência Jazz na Aldeia em Setembro de 2021, já realizada com o objectivo de trabalhar o seu repertório e ampliar o leque de músicos que vão fazer parte do EJE, que se pretende transformar numa organização profissional para continuar a divulgar o jazz galego e português. Este concerto dará origem a um novo disco do Eixo do Jazz Ensemble (EJE), dando continuidade ao projecto iniciado em 2019 com Mário Laginha. Iago Fernández fez da bateria o seu principal meio de expressão artística, tocando e gravando com inúmeros artistas desde os 17 anos. Desde os 22 anos que escreve a sua música. Iago já gravou vários álbuns a solo e, no seu quarto álbum, incluiu pela primeira vez canções próprias com letra em galego. O EJE, é constituído por músicos selecionados pelo Eixo do Jazz e por Diego Alonso. Este ano vai gravar mais um repertório de João Paulo Esteves da Silva.

Ficha Artística

Iago Fernández - Repertório e bateria

Joana Raquel – voz

Sofia Sá - voz (e teclado)

Pedro Jerónimo – trompete

João Paulo Silva - saxofone alto

Diego Alonso - saxofone tenor

Rafa Gomes - saxofone barítono

Filipe Dias – guitarra

Rui Catarino – guitarra

Miguel Meirinhos – piano

Yudit Almeida – contrabaixo

 

Uma produção Eixo do Jazz, associação Luso-Galaica para promoção do Jazz

 

 

A concert with Iago Fernández that meets Eixo do Jazz Ensemble

segunda-feira, 20 de junho de 2022

CINEMA PARAÍSO 2022_ Projeto Itinerante de Cinema Ao Ar Livre _ 23.ª edição


CINEMA PARAÍSO 2022_
Projeto Itinerante de Cinema Ao Ar Livre _ 23.ª edição

É Verão, tempo de virar o projetor para o exterior, de direcionar as luzes do Cinema para a cidade, para as praças, para dentro das urbanizações. Nas edições anteriores, afirmamos uma das principais ideias do projeto, a sua itinerância, que permitiu ao Cinema Paraíso estacionar em mais de trinta locais, no percurso que já chegou a mais de metade das freguesias do extenso território de Vila Nova de Famalicão e que nesta edição passará por Castelões e Telhado.

Para a 23.ª edição, vamos continuar a levar o cinema às populações, fazê-lo com escolhas criteriosas, com propostas que cheguem ao grande público, que ambicionam surpreender o espectador, cinema popular de várias proveniências e de géneros (incluindo a animação), do presente e em diálogo com as histórias do Cinema, nesta edição representadas pela versão restaurada de Ladrões de Bicicletas de Vittorio De Sica.

Este Verão, o Cinema Paraíso terá seis projeções no Parque da Devesa, o seu local de eleição desde 2013, e deambulará, então, pelas duas freguesias referidas.

Venham, tragam um agasalho, uma manta ou uma cadeira de praia: o Cinema Paraíso projeta luz e histórias a partir das 22h00. A entrada é livre.

 I) Parque da Devesa (Quartas-feiras – Julho, Agosto)

6 de JulhoDUNA de Denis Villeneuve

Título original: Dune (EUA/Canadá, 2021, 150 min)

Realização: Denis Villeneuve

Interpretação: Timothée Chalamet, Rebecca Ferguson, Oscar Isaac, Stellan Skarsgård, Jason Momoa

Classificação: M/12

Nesta grande aventura interplanetária, Timothée Chalamet dá vida a Paul Atreides, um jovem nascido numa sociedade feudal do futuro, onde várias casas nobres se digladiam para obter a preciosa especiaria melange. Esse condimento, que apenas existe no planeta Arrakis – também conhecido como Dune pela sua imponente paisagem desértica –, é usado para estender a vida humana, fazer viagens no espaço e garantir, a quem a possuir, poderes sobre-humanos. Depois de, em 1984, David Lynch ter tentado contar a história de “Dune”, a famosa série de ficção científica escrita por Frank Herbert (1920-1986), a história é agora reinventada por Denis Villeneuve num filme que teve a sua estreia mundial na 78.º edição do Festival de Veneza. A música fica a cargo de Hans Zimmer, autor de algumas das mais icónicas bandas sonoras do cinema.

Dune is a 2021 American science fiction film directed by Denis Villeneuve. It is the first of a two-part adaptation of the 1965 novel by Frank Herbert. Set in the far future, the film follows Paul Atreides as his family, the noble House Atreides, is thrust into a war for the deadly and inhospitable desert planet Arrakis.

13 de JulhoCANTAR 2 (versão portuguesa) de Garth Jennings

Título original: Sing 2 (EUA/Japão/Alemanha, 2021, 100 min)
Realização: Garth Jennings
Vozes (versão portuguesa): Aurea, Vasco Palmeirim, Mafalda Luís de Castro, Marco Delgado, Deolinda Kizomba e António Machado
Classificação: M/6

Após os eventos do primeiro filme, o optimista coala Buster Moon e os seus camaradas planeiam estrear um musical no prestigiado Crystal Tower Theater, localizado na glamorosa cidade de Redshore. Sem meios nem contactos, tentam uma audição com o implacável produtor Jimmy Crystal, que busca novos talentos. Quando percebem que estão prestes a perder a oportunidade, um deles irrompe com a ideia (absurda) de afirmar que, na trupe, está incluído o leão Clay Calloway, uma lenda viva do rock, que há muito deixou as luzes da ribalta para se isolar do mundo. Espantado com o que acaba de ouvir, e curioso com o que poderá daí surgir, Jimmy dá-lhes uma hipótese. Resolvido um problema, os nossos amigos deparam-se com outro que não anteciparam: encontrar Clay, convencê-lo a regressar aos palcos e montar o espectáculo – tudo em apenas três semanas. Dos estúdios Illumination (responsáveis por "Gru - o Maldisposto", "Mínimos", "A Vida Secreta dos Nossos Bichos" ou o primeiro “Cantar!”).

Sing 2 is a 2021 animated film produced by Illumination. It is the sequel to Sing (2016). It was written and directed by Garth Jennings and co-directed by Christophe Lourdelet.

20 de JulhoA Vida Extraordinária de Louis Wain de Will Sharpe

The Electrical Life of Louis Wain (Grã-Bretanha, 2021, 90 min)

Realização: Will Sharpe

Interpretação: Benedict Cumberbatch, Claire Foy, Andrea Riseborough, Toby Jones

Classificação: M/12

Esta é a extraordinária história verídica do excêntrico artista britânico Louis Wain, cujas imagens lúdicas, às vezes até psicadélicas, ajudaram a transformar para sempre a perceção do público sobre os gatos. Passado entre o final de 1800 até a década de 1930, o filme acompanha as incríveis aventuras deste herói inspirador e anónimo que ao procurar desvendar os mistérios "elétricos" do mundo, pretendia compreender melhor a sua própria vida e o profundo amor que o uniu à sua mulher, Emily Richardson.

The Electrical Life of Louis Wain is a 2021 British film, that stars Benedict Cumberbatch (as the eccentric artist Louis Wain), Claire Foy, Andrea Riseborough and Toby Jones.

 20 de JulhoTOP GUN: MAVERICK de Joseph Kosinski

 Título original: Top Gun: Maverick (2021)

Realização: Joseph Kosinski
Interpretação: Tom Cruise, Val Kilmer, Miles Teller, Ed Harris, Jennifer Connelly
Classificação: M/12

"Top Gun: Maverick" volta a encontrar Pete "Maverick" Mitchell após mais de 30 anos de serviço como um dos melhores aviadores da Marinha, a voar nos limites como piloto de testes e a evitar as subidas na hierarquia que o colocariam fora dos cockpits.Durante o treino de um destacamento de oficiais Top Gun para uma missão especial, Maverick encontra o Tenente Bradley Bradshaw (Miles Teller), nome de código "Rooster", filho do seu falecido amigo, Nick Bradshaw. Diante de um futuro incerto e confrontado com fantasmas do passado, Maverick é obrigado a enfrentar os seus medos mais profundos, culminando numa missão que exige o sacrifício dos que forem escolhidos para nela voar.

Top Gun: Maverick is an American film directed by Joseph Kosinski. It is the sequel to 1986's Top Gun. Tom Cruise stars as the test pilot Maverick.

10 de AgostoBELLE de Mamoru Hosoda

Título original: Ryû to sobakasu no hime (Japão, 2021, 120 min.)
Realização: Mamoru Hosoda
Interpretação: Kaho Nakamura (Voz), Ryô Narita (Voz), Shôta Sometani (Voz)
Classificação: M/12

Após a morte da mãe, de quem era muito próxima, Suzu afastou-se dos amigos e isolou-se no seu próprio mundo. Certo dia, enquanto navega pela internet, entra no mundo U, um universo virtual com mais de cinco mil milhões de membros, onde sente ter finalmente a oportunidade de recomeçar uma “nova vida”. Naquele lugar, longe da penosa realidade em que tem vivido, Suzu transforma-se em Belle, uma cantora pop muito famosa, segura de si e admirada por todos. Inspirado na história de “A Bela e o Monstro”, o famoso conto de Jeanne-Marie Leprince de Beaumont (1711-1780), este filme de animação foi escrito e realizado pelo japonês Mamoru Hosoda, também autor de “O Rapaz e o Monstro” e “Mirai” (nomeado para Óscar e Globo de Ouro na categoria de melhor filme de animação). Estreado no Festival de Cinema de Cannes, onde foi ovacionado durante 14h minutos, “Belle” foi o terceiro filme japonês mais visto no seu país em 2021.

Belle is a 2021 Japanese animated science fantasy film directed by Mamoru Hosoda. The story is inspired by the 1756 French fairy tale Beauty and the Beast, with Hosoda taking cues from the 1991 Disney animated movie.

17 de AgostoCONTO DE VERÃO de Eric Rohmer

Título original: Conte d' Été (França, 1997, 110 min)
Realização: Eric Rohmer
Interpretação: Amanda Langlet, Aurelia Nolin, Gweanelle Simon, Melvin Poupland
Classificação: M/12

Durante as férias de Verão, Gaspard, aprendiz de guitarra e estudante de matemáticas, espera que Lena, por quem diz estar enamorado, chegue a Dinard, uma pequena cidade balnear na Bretanha. Mas entretanto encontra Margot, que se torna sua amiga e confidente. Numa ida com ela à discoteca, conhece Solène, com quem se cruzará, uns dias depois, na praia. E eis que chega finalmente Lena…“Eu queria mostrar coisas que não comprometessem o futuro. Queria mostrar algo que escapa normalmente ao contador de histórias, seja ele cineasta ou romancista”, disse Rohmer em entrevista aos Cahiers.

A Summer's Tale is a 1996 French film directed by Éric Rohmer. It is the third film in his Contes des quatre saisons (Tales of the Four Seasons) series.

II) itinerância pelas freguesias (Julho)

10 de Julho –  CASTELÕES –  Centro Social e Paroquial (parque)

Ladrões de Bicicletas de Vittorio De Sica

Título original: Ladri di Biciclette (Itália, 1947, 90 min.)

Realização: Vittorio De Sica

Interpretação: Enzo Stajola, Lamberto Maggiorani, Lianella Carell

Classificação: M/6

A odisseia de um pai e de um filho pelas ruas de Roma à procura de uma bicicleta roubada, indispensável para o seu trabalho, obra zénite do neo-realismo italiano, tem a grandeza de uma tragédia clássica, um dos mais comoventes retratos de uma relação entre pai e filho. Ladrões de Bicicletas ocupa há sete décadas consecutivas um lugar cimeiro no cânone dos melhores filmes de todos os tempos. Logo na estreia gerou um grande entusiasmo, na Europa e na América, e André Bazin descrevia-o como uma obra-prima, perfeita e sublime, e afirmava que De Sica era o maior realizador italiano. Cesare Pavese dizia que o grande cronista da Itália do seu tempo era De Sica. Foi também nas ruas, onde filmaria, que o realizador foi procurar os seus intérpretes: Lamberto Maggiorani, o pai, era um operário mecânico, e Enzo Staiola, o filho, descobriu-o entre os mirones. “Era necessário que este operário fosse ao mesmo tempo tão perfeito, anónimo e objectivo como a sua bicicleta.”

Bicycle Thieves is a 1948 Italian neorealist film directed by Vittorio De Sica. It follows the story of a poor father searching in post-World War II Rome for his stolen bicycle, without which he will lose the job which was to be the salvation of his young family.

 

17 de Julho   TELHADO – Largo da Junta de Freguesia

BEM BOM de Patrícia Sequeira

 Título Original: Bem Bom (Portugal, 2020, 120 min)

Realização: Patrícia Sequeira

Interpretação: Bárbara Branco, Carolina Carvalho, Lia Carvalho, Ana Marta Ferreira

Classificação: M/12

Criado por Tozé Brito e activo entre 1979 e 1986, o quarteto feminino Doce estreou-se em 1980 com o single "Amanhã de manhã", o primeiro entre vários sucessos do grupo. Em Portugal, as Doce marcaram a primeira metade da década de 1980 e contaram quatro participações no Festival da Canção. Saíram vencedoras da edição de 1982, à qual concorreram com "Bem bom", canção que levaram ao Festival Eurovisão (realizado no Reino Unido) e que agora dá o nome ao filme. Bem Bom narra partes da vida das quatro mulheres que encantaram (e chocaram) um país.

Bem Bom set’s in 1979. Four young ladies are hired to form a girl band. They can sing, they shine with their dancing, and they shock the country. They become a big hit. They are Doce

coprodução Cineclube de Joane e Casa das Artes de Famalicão

Sessões às 22h00, entrada livre.

APOIOS INSTITUCIONAIS (Parceiros)

Município de Vila Nova de Famalicão, Instituto do Cinema e do Audiovisual

APOIOS LOGÍSTICA
Parque da Devesa (Famalicão, União das Freguesias de Vale (São Cosme), Telhado e Portela, Junta de Freguesia de Castelões

segunda-feira, 30 de maio de 2022

àmostra - Circo contemporâneo | Coprodução Instituto Nacional de Artes do Circo / Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

 à


mostra

Circo contemporâneo

Coprodução Instituto Nacional de Artes do Circo / Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.

Apresentação do primeiro trabalho profissional dos Alunos Finalistas do Instituto Nacional de Artes do Circo

28 de Junho a 3 de Julho | terça-feira a domingo | 21h30 | Grande Auditório

Artes do Circo/ Circo contemporâneo

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

 28 Jun

Erik Aarøy Meling - Untitled

É possível falar para um público geral como se fala com um grupo de amigos na intimidade? Ser tão claro com o que você comunica, que consegue ter toda a atenção das pessoas na palma da sua mão? Erik tenta comunicar como vê o mundo através dos seus óculos amarelos.

Ana Toro Bardeci - Tránsito Fluctuante

Com referência ao mito de Medusa, sacerdotisa do templo de Atena, que é violada pelo deus Poseidon e culpada por esse ato. Esta peça busca retratar a transformação de um corpo feminino em 3 momentos: a beleza física, entendida como prisão; a culpa, como símbolo de auto-opressão e a busca pela liberdade como símbolo de aceitação.

Anthi Papadimitriou - Kiklos

KIKLOS (círculo) é um universo paralelo, gerado por uma modificação arbitrária de eventos. Possuindo dimensões próprias de tempo e espaço, KIKLOS é um momento de reflexão dedicado à fragilidade da existência humana diante dos problemas da sociedade contemporânea. Confetes multi coloridos, sons crus e suaves, aros. O corpo humano celebra seus limites mentais através da música, discursos políticos, dança. KIKLOS é uma tentativa de questionar a decadência de si mesmo no mundo de hoje.

Josh & Cloé - Yāna

Inspirado por práticas espirituais pelo mundo fora, este dueto transmite a sabedoria antiga através de movimentos em espiral, em acrobacias, artes marciais e dança. No mundo moderno, podemos facilmente desconectar dos nossos eus interiores. Mas quanto mais nos reconhecemos, mais podemos conscientemente moldar o nosso futuro. Com movimentos únicos e fluidos, duas partes de um ser são retratados. A transformação do inconsciente em consciente. Yāna é sânscrito e significa veículo ou também um tipo ou método de prática no budismo.  Este espetáculo é um veículo que leva o público a uma viagem pela natureza humana.

 

 

29 Jun

Jessica Lane - Prelúdio

Prelúdio baseia-se no mito da donzela guerreira ou na incrível fragilidade da mulher forte. Sozinha, uma equilibrista no apogeu do seu desequilíbrio, reconta os seus passos após um despertar lunático e eloquente. A ausência dela habita um arame tenso num universo particular, através de roupas de outrora e poesias sobre o circo frágil que ela criou enquanto caminhava até aqui. Prelúdio é uma história sobre descaminho ou um desequilíbrio pronto a objectivar-se.

Anton Birkholz - hello.sky

Ambientes limitados, desejo de libertação, loops, códigos, ritmos, novos códigos. Um jogo no palco que brinca com a relação entre som e ação através do malabarismo e do movimento. "hello.sky" é um estudo de padrões, linhas, causas e efeitos, que formam as regras da existência humana e questiona o controle que se tem para criar novas possibilidades.

Alisa Cheburkova - Vatra

Respira, expira. Respire… O nascer do sol segue a escuridão, apenas para ser engolido por ela novamente. Vida. Morte. Vida… A esperança da primavera transforma se na melancolia do outono, e nenhum verão será para sempre. Como pode algo tão poderoso e eterno, como o amor, estar contido em algo tão frágil e efémero, como a vida? Elevação. Cair. Elevação… Somos o vento que estava aqui há um momento, somos o fluxo do rio e o sussurro das folhas de outono caindo. Você pode aprender a não sentir isso, mas não pode endireitar a espiral do tempo. Performance onde o movimento invertido e contorcido representa diferentes estados da natureza e a plataforma giratória encarna a eterna e imparável passagem do tempo no ciclo da vida.

Lina Siragaki - Synesthesia

Sinestesia é um trabalho que aponta ao microscópio os estágios da vida humana desde o desenvolvimento pré-natal até a idade adulta. É a história de uma rapariga que tenta seguir seu próprio caminho, enquanto enfrenta as regras e os padrões de uma sociedade fria e conservadora. Nessa jornada, emerge a pura e profunda conexão entre a criança e a mãe, para nos lembrar que o amor é o que nos motiva a continuar nesse caminho chamado vida.

 

30 Jun

Luca Paties Moreira - Vitamina P

Um objectivo, uma linha preta e um caminho vertical. A “Rutina” é considera uma substância que faz bem ao funcionamento do organismo. Vitamina P… um espectáculo antioxidante que permite as células de receber os nutrientes do terreno.

Uria Shemesh - Shu?

A minha mãe disse, 'você não pode julgar alguém antes de andar no lugar deles.' Podemos aprender muito sobre uma pessoa através dos seus sapatos. O tipo de sapato, o modelo, a idade, o estado, o tamanho, os sinais de uso, quão apertados são os nós dos sapatos, quão sujos estão, o cheiro... É como seguir pegadas, quanto mais perto você observa os sapatos, mais consegue absorver, eles vão revelar tudo sobre a sua pessoa. Nesta mostra será exposta a relação entre o seu monociclo, e os sapatos que preenchem a lacuna entre eles.

Corey Leighton - Coffee Beats

A realidade é uma mistura de factos e ficção. Com o uso de circo, rap e batidas rítmicas, tento dar sentido a tudo isso. Nesta peça você encontrará tanto o absurdo quanto a verdade.  Cabe a você decidir qual é qual. Ah, e vai ter café, muito café!

Sofya Polyakova - Do Nada

Através de sonhos e memórias, através da vida em busca de algo, algo real, significativo, algo meu.

 

1 Jul

Eline Sophie Nijboer - A constant reminder

Um dia descobres que os anos ficaram para trás, mas ninguém te disse quando correr. E tu corres e corres para alcançar o sol, mas ele está afundando e subindo atrás de ti novamente. Luz e escuridão, e luz novamente. Não importa o quão duro nós giremos, No final, o sol sempre vencerá. Ele corre e corre e nunca para. E eu estou correndo e correndo, fora do tempo.

Zoë Aldekoa - Argiz beterik burua

Brilhos em suspensão. Passando por diferentes corporalidades e texturas se desfaz e viaja fora do seu próprio eixo. Desconexão entre a mente e o presente, numa realidade exorbitante que te tira do lugar onde te encontras. O que acontece quando não tem mais ninguém no espaço?

Manuela Carvalho - Deixe-me des cobrir

Partindo de uma investigação com objetos quotidianos, "Deixe-me des cobrir" traz a construção de um universo íntimo onde diferentes texturas de movimentos transparecem ao corpo em cena. O que me oculta? O que me revela? O que me move? São questões que transformam esse universo.

Ivo Nicolau -  OQNEPOMNOZCANC - O que não era para o Manel, nem o Zé comeu, aliás, ninguém comeu. 

De cépticos para cépticos uma leitura de tarot, um prato a apodrecer mas sempre comestível, uma Andorinha que nada, uma voz que manda e um tipo que tudo justifica sem concretizar as suas palavras. Nada será à toa se um propósito imaginado for. Levamos também o Nada em consideração. E se possível façamos da observação uma obra e não uma mera ação. A interpretação é livre e também nós o deveríamos ser.

BomdisfrutoVisual

(DCPCULDTUPAAMSCUAQNUVQMEUTQTJSCASPNSATSUPIFLTONECESPFDOUOENUMAAIELETNODSBDV) .

 

2 Jul

Tamara - Não abrir

Esta é a história de uma femme fatale que desencadeia todos os males do universo, ou visto desde outra perspectiva; como todos os males do universo acabaram dentro de uma caixa. Pode ser que nesta história encontremos a resposta se o ser é mau por natureza ou é a sociedade quem o corrompe, ou para nossa sorte, provoque mais perguntas.

Ali Luque - Alienação ou Ali em ação

Uma peça que através da linguagem circense e teatral retrata a transformação do reflexo da sociedade sobre a mulher, para uma dança com os nossos monstros internos. A dualidade entre expectativas, regras, padrões e liberdade, prazer, catarse. O que é certo e o que é errado? A loucura me acolhe no conforto da intimidade onde todo esse peso desaparece. 

Evangelia Mosiou - Stepping Stones

A vida é feita de limitações e motivações, fazendo com que o caminho de cada um seja diferente e único através das escolhas feitas. Em “Stepping Stones” a artista explora as diferentes fases da vida pelas quais passou através das decisões que tomou.O que teria acontecido se ela tivesse feito escolhas diferentes? Usando blocos de pinos de madeira como metáfora para seu caminho de vida, ela viaja da realidade para um mundo imaginário, do conhecido ao desconhecido, do específico ao abstrato. Ela supera limites e encontra o seu caminho para a vida entre momentos de caos e desordem.

David dAlmeida - THEIR dawn

Estágio na gama turva e central do espectro da identidade de género. Exposição e destruição de estereótipos, desconstrução da binariedade de género e abolição da categorização baseada na aparência.  ’THEIR dawn’ representa uma viagem da autodescoberta até à autoaceitação.

 

3 Jul

Callum Donald - That dance my fingers do when I’m thinking

Multi-tarefa não é realmente uma coisa que somos capazes de fazer. É uma falácia que inventamos, porque não nos podemos concentrar em uma tarefa. Mas fazer as coisas inconscientemente? Bem, isso é algo que fazemos o tempo todo, desde o primeiro café do dia até ao escovar os dentes à noite. Este espetáculo explora a experiência da dissociação pelo meio do circo, levando a dissociação do corpo e da mente a maiores alturas e riscos, ultrapassando as margens do que parece possível fazer sem foco total. O que somos capazes de fazer enquanto a nossa mente está em outro lugar?

Alvin Yong Kin Hoe - Soul Time

Todo o mundo quer acreditar que a sua vida tem significado, mas como é que se mede isso? Alvin examina a sua própria jornada, reconstruindo cenas de quando as coisas se desmoronaram e como ele lidou com esses pedaços quebrados.  Através das sensações de ouvir, tocar e sentir, ele nos conecta ao apego, entre a mente e o corpo que ele atraiu não apenas em sua jornada artística, mas na vida.

Diego Lama - Nonno, Nonno !

"A memória... é o diário que todos carregamos connosco" (Oscar Wilde) Uma viagem pelas memórias dos avós. Ouvindo as suas histórias e revivendo os momentos mais felizes, mais românticos e infelizmente, até os mais assustadores. Tudo contado na leveza de cada dia, entre provérbios e um café.

 

Contemporary circus week with Instituto Nacional de Artes do Circo

"Chamar a Música" - Portugal no Festival Eurovisão da Canção Uma coprodução da ArtEduca e da Casa das Artes de Famalicão


 "Chamar a Música" - Portugal no Festival Eurovisão da Canção

Uma coprodução da ArtEduca e da Casa das Artes de Famalicão

Música

24 e 25 de Junho | sexta-feira e sábado| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

M/3

Duração: 90 m

A ArtEduca - Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão irá apresentar canções portuguesas que marcaram décadas de gerações e que ainda nos servem de exemplo patrimonial. Os temas, adaptados para Coro, Solistas e Orquestra contarão com a apresentação de intérpretes famalicenses com convidados surpresa que não deixarão ninguém indiferente!

"Chamar a Música" convida-nos a explorar cerca de 60 anos da existência de emblemáticos temas apresentados nas edições do Festival da Canção numa viagem histórica com partida em meados do século XX e chegada aos dias de hoje.

A night with the story of the Portuguese Song Contest

Folefest - Casa das Artes de Famalicão

 


Folefest

Programa "Garantir Cultura"

Música

17 e 18 de Junho |sexta-feira e sábado| 21h30| Pequeno Auditório

Entrada: 2 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 1 Euros

M/3

Duração: 70 m

Os concertos Folefest, no âmbito do programa "Garantir Cultura", têm como principal objetivo promover e divulgar o acordeão de concerto, criando um público e uma consequente fidelização a um instrumento que, nos últimos anos, tem conquistado as salas de concertos em Portugal

Músicos intervenientes:

17 de Junho - Francisco Martins (acordeão solo), Inês Vaz (acordeão solo); Urban Ensemble (João Pedro Silva - saxofone, Pedro Santos - acordeão, Sofia Neide - contrabaixo)

18 de Junho - José Pedro Fangueiro (acordeão solo), João Barradas (acordeão solo) ; Kronos Duo » Miguel Costa (clarinete) e Fernando Brites (acordeão)

Two nights of concerts with the accordion, in the Folefest

Pela Mão da Música - Sara Braga Simões, soprano e Helena Marinho, piano | Casa das Artes de Famalicão


Pela Mão da Música

Sara Braga Simões, soprano e Helena Marinho, piano

Música

15 de Junho |quarta-feira| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

M/3

Duração: 70 m

Este projeto nasceu de um desafio lançado pela AVA Musical Editions a Sara Braga Simões e Helena Marinho: apresentar em concerto uma série de obras de compositores portugueses que nunca tinham estado disponíveis em versão impressa, e que a AVA Editions, com o apoio da Direção-Geral das Artes, publicou recentemente. Entre estas incluíam-se várias obras cujos compositores, incluindo criadores recentes, por razões profissionais, pessoais ou até por opção criativa, não recorriam ou recorrem a meios digitais de registo musical, escrevendo as suas partituras à mão. Este fato leva a que uma parte importante do repertório vocal português do século XX, e até do século XXI, esteja disponível apenas em formato manuscrito, ou nem esteja impresso, o que reduz significativamente a sua divulgação e até as suas oportunidades de interpretação.

Assim, este concerto apresenta, em formato comentado, obras representativas do repertório vocal de câmara português dos séculos XX e XXI, na sua maioria recentemente publicadas, revelando um leque variado de estilos e temáticas na criação portuguesa para duo de voz e piano.

Programa

Vianna da Mota (1868-1948)
Olhos negros
Pastoral
Canção perdida
A estrela

Croner de Vasconcellos (1910 - 1974)
Três redondilhas de Camões
“Descalça vai para a fonte”
“Pus meus olhos numa funda”
“Na fonte está Leonor”

Frederico de Freitas (1902-1980)
de Canções trovadorescas
“Par Deus, mia madre irei”
“Leda m’and’eu”
“E sabor hei da ribeira”
“Ay Deus, val!”

Elvira de Freitas (1928-2015)
Quadras
I [O que é gostar]
II [As nossas vidas singelas]
III [Amor, amarga amargura]
IV [É cantando que se diz]          

Alexandre Delgado (1965 - )
Dois poemas de Camões
1 – De alma e de quanto tiver
2 – Menina formosa

Mistério

Nuno Corte Real (1971 - )
de Os frutos dos anjos
“Só as tuas mãos”
“Tenho o nome de uma flor”
“Tu já tinhas um nome”
“Impetuoso”

A concert by Sara Braga Simões (soprano) and Helena Marinho (piano) with works by portuguese composers