sábado, 24 de outubro de 2026

Cristina Clara | teatro Narciso Ferreira

 



Cristina Clara

28 de Novembro|Sábado| 21h30

Entrada:  4 euros. 2 euros, com descontos em vigor

Música

M/6

Duração: 70 min

 Depois dos singles “Bonança”, com António Zambujo, e “Novo Credo”, Cristina

Clara apresenta ENTRETELA, o seu novo disco.

Neste trabalho, a cantora e autora aprofunda uma linguagem muito própria onde a

tradição é ponto de partida, mas nunca fronteira. A poesia e os ritmos de Portugal,

Brasil e Cabo Verde encontram-se numa sonoridade contemporânea, com

influências do fado, português à morna cabo-verdiana, contando também com

repertórios de transmissão oral e originais.

Feito de encontros, viagens e experiências reunidas ao longo dos últimos anos,

ENTRETELA chega agora ao palco num concerto com um significado especial, em

Riba d’Ave, lugar profundamente ligado ao percurso e à história de Cristina Clara.

 

Ficha Artística:

Cristina Clara: voz e percussões tradicionais

Edu Miranda: bandolim

José Manuel Neto: guitarra portuguesa

Pedro Loch: guitarra clássica

Rolando Semedo: baixo

Joel Silva: bateria e percussões

Engenheiro de som: Luis Miguel

Desenho de luz: Anabela Gaspar

Ibertrio – 10 anos | Teatro Narciso Ferreira

 


Ibertrio – 10 anos

Recital comemorativo dos 10 anos do Ibertrio

21 de Novembro|Sábado| 21h30

Entrada:  4 euros. 2 euros, com descontos em vigor

Música

M/6

Duração: 70 min

Celebrar 10 anos é comemorar a construção de uma identidade artística ao longo do tempo. O violino, o violoncelo e o piano formam uma das combinações mais ricas e expressivas da música de câmara: três vozes independentes que dialogam e encontram o equilíbrio entre lirismo, virtuosismo e expressividade.

O programa começa com o Trio Cigano, de Joseph Haydn, escrito em pleno século XVIII, e conhecido sobretudo pelo seu terceiro andamento, Rondó à Húngara, cuja inspiração na música cigana é por demais evidente. De Anton Arensky, ouviremos o Trio nº 1 em Ré menor, Op. 32, obra marcada pelo lirismo apaixonado e pela elegância do romantismo russo. Dedicado à memória do violoncelista Karl Davidoff, o trio combina lirismo, riqueza harmónica e uma profunda expressividade. Encerrando o programa, as Cuatro Estaciones Porteñas, de Astor Piazzolla, trazem a pulsação vibrante do tango reinventado. Entre melancolia e energia rítmica, a música evoca as estações de Buenos Aires com vitalidade e paixão.

Ao reunir Haydn, Arensky, e Piazzolla, o Ibertrio celebra não apenas dez anos de história mas também a diversidade de linguagens que moldaram a identidade do trio ao longo desta década.



Nuno Meira, violino
Américo Martins, violoncelo
Isolda Crespi, piano

Programa

J. Haydn – Trio em Sol Maior Hob XV: 25, n. 39  “Gypsy”

- Andante

- Poco adagio

- Finale. Rondo all’Ongarese. Presto

 

A. Arensky – Trio n. 1 Op.32

- Allegro moderato

- Scherzo. Allegro molto

- Elegia. Adagio

- Finale. Allegro non troppo

 

A. Piazzolla – Cuatro Estaciones Porteñas

- Verano Porteño.

- Otoño Porteño.

- Invierno Porteño.

- Verano Porteño.

Cinema no Teatro Narciso Ferreira | Filmes : Coyote vs. Acme (versão portuguesa), de Dave Green e Playback, de Sérgio Graciano

 



Cinema no Teatro Narciso Ferreira

Entrada: 4 euros; 2 euros para descontos em vigor

 Coyote vs. Acme (versão portuguesa), de Dave Green

14.Nov. (sábado) – 16h00

Título Original: Coyote vs. Acme (EUA, 2026, 100 min)
Classificação: M/6

Todos sabemos qual é a maior obsessão do Coyote: montar todo o tipo de embustes para eliminar, de uma vez por todas, o Papa-Léguas, o seu grande inimigo. Mas depois de anos de esforços infrutíferos e, pior, de ser sempre a vítima das suas próprias armadilhas, Coyote resolve confrontar os verdadeiros causadores dos seus infortúnios: os gestores da Acme Corporation, a empresa responsável por fabricar os produtos que tem usado nas suas armadilhas. Misturando imagem real com animação, a história parte do artigo "Coyote v. Acme", publicado em Fevereiro de 1990 na revista The New Yorker pelo humorista Ian Frazier, que se inspirou em duas das mais divertidas personagens dos "Looney Tunes".

 

Playback, de Sérgio Graciano

14.Nov. (sábado) – 21h30

Título Original: Playback (Portugal, 2026, 90 min)
Interpretação: Rafael Ferreira, Albano Jerónimo, Beatriz Brás, Anabela Moreira, Laura Dutra
Classificação: M/12

Carlos Paião (1957-1988) só viveu 30 anos, mas deixou para trás inúmeras canções por ele escritas, uma mão cheia delas, como “Cinderela” ou “Playback”, que ganhou o Festival da Canção em 1982, ainda hoje são recordadas, tendo ainda escrito êxitos como “A Canção do Beijinho”, interpretada por Herman José, ou “O Senhor Extraterrestre”, para Amália Rodrigues. Após ter contado histórias de Salgueiro Maia, Mário Soares ou Álvaro Cunhal, o prolífico Sérgio Graciano faz agora um “biopic” de Paião, que estudou medicina antes de se virar totalmente para a música. Rafael Ferreira faz do compositor e intérprete, que além do filme também deu concertos no Nos Alive com uma banda coordenada por The Legendary Tigerman, ou Paulo Furtado, aqui responsável pela banda sonora.

PaPI- Opus 8.z Companhia de Música Teatral | Teatro Narciso Ferreira


PaPI- Opus 8.z

Companhia de Música Teatral

 

Espetáculo online (Zoom)

música e movimento

 

17 a 19 Novembro

Sala de Ensaios TNF

A participação é gratuita, limitada e aceite por inscrição via tnf@famalicão.pt

 

Ficha Artística

conceção e produção: Companhia de Música Teatral

intérprete: Inês Rodrigues da Silva

tecnologia e arte zoom: Gustavo Paixão

 

PaPI - Opus 8.z é um espectáculo músico-teatral ao vivo que acontece na plataforma Zoom para uma

plateia íntima e na “casa” de quem assiste e participa. O público faz parte da peça, é convidado a

participar, interagir e comunicar. A viagem faz-se com todos. Opus 8 é uma viagem ao mundo dos

pássaros. De todos os pássaros, os reais e os imaginários, os das histórias, da poesia, da música, os que

nos convidam a voar, os que cantam connosco. Começou a voar em jardins-de-infância e escolas

porque é lá que encontra os meninos e as meninas com quem gosta de brincar. É ágil e colorido. Canta

e viaja ao sabor dos sons e do movimento. A sua visita deixa vontade de o voltar a ver, mais tarde, nas

vozes e mãos de quem o acolhe, sempre pronto a brincar. Agora, Opus 8 voa usando o Zoom. E por

isso chega mais longe, mas está sempre muito perto de quem o vê e ouve. As apresentações

enquadram-se no programa de Responsabilidade Social Mil Pássaros em Liberdade que proporciona

experiências artísticas de qualidade em livre acesso a entidades com dificuldade em usufruir dos

espaços culturais

PaPI – Opus 12 |Teatro Narciso Ferreira


PaPI – Opus 12
, 

Teatro para a Infância

Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Música Teatral

 

13 de novembro: Teatro Narciso Ferreira (para escolas, sessões às 10h00 e 11h00)

 

Queres ser minha amiga?

Vamos... abrir os olhos do ouvido! Vibrar, ressoar, voar!

1, 2, 3, improvisa de uma vez! Vês? És capaz: usa o vento, usa a tenaz!

E...Zás!

PaPI Opus 12 integra-se no ciclo Peça a Peça Itinerante (PaPI) — peças músico-teatrais concebidas

para circular por jardins de infância e instituições culturais e educativas interessadas em promover

o acesso à cultura. Uma ideia nascida no berço de Opus Tutti, com o apoio da FCG e Casa das Artes

de Vila Nova de Famalicão. “Okexmauzz!”

 

 

Ficha técnica:

Concepção: Companhia de Música Teatral

Saxofone, voz e movimento : Maria João Vieira Leite

Co-criação: Helena Rodrigues, Maria João Vieira Leite e Rita Roberto

Espaço cénico: Rita Roberto

Coordenação geral: Helena Rodrigues

Assistência à coordenação e apoio à mediação local: Mariana Caldeira Pinto

Co-produção: Casa das Artes de Famalicão, Companhia de Música Teatral, Cineteatro

Curvo Semedo

Borealis Ensemble - Margens | Teatro Narciso Ferreira

 



Borealis Ensemble - Margens

6 de Novembro| Sexta-feira | 10h30

Entrada livre para escolas

Música

M/6

Duração: 70 min

 O projeto Margens explora o conceito da margem enquanto espaço que circunda e delimita, e enquanto metáfora de uma situação periférica ou de discriminação. Partindo desta dupla aceção, o projeto revisita repertórios e práticas associados a contextos de margens ou ‘marginais’, colocando-os em diálogo com técnicas de composição e de performance do nosso tempo. Remetendo para tópicos de sustentabilidade, de ex/inclusão e de inovação, Margens coloca em palco questões prementes na sociedade contemporânea.

O projeto, distinguido para financiamento pela Direção-Geral das Artes e apoiado por várias instituições de Portugal e Espanha, foi desenvolvido durante uma residência artística que envolveu o Borealis Ensemble e quatro compositores convidados, e será apresentado em concertos e eventos associados pelo Borealis Ensemble. Para este projeto, o Ensemble é constituído por António Carrilho (flauta de bisel), Helena Marinho (piano), Henrique Portovedo (saxofone) e Nuno Aroso (percussão). Os concertos integram obras criadas por quatro conceituados compositores portugueses: Ângela da Ponte, Francisco Ribeiro, Rui Penha e Sara Carvalho.

 

Programa

Caminhos de Floresta, de Rui Penha

Contornando, de Ângela da Ponte

Entre Lugares, de Francisco Ribeiro

Over the margins, de Sara Carvalho

 

Ficha artística

António Carrilho - flautas de bisel

Helena Marinho - piano

Henrique Portovedo - saxofones

Nuno Aroso - percussão

 

Financiamento: Direcção-Geral das Artes (DGArtes), ref. 29509

Instituições parceiras: ESMAE / Politécnico do Porto  ·  ESART / IPCB  ·  CESEM · Museu Nacional Soares dos Reis  ·  Museu Nacional da Música · Teatro Narciso Ferreira  ·  Fundação da Casa de Mateus · Eborae Musica – Associação Cultural  ·  Asociación Cultural Vertixe Sonora

O Lago dos Cisnes | Casa das Artes de Famalicão

 


O Lago dos Cisnes

Imperial Heritage Ballet

Bailado em quatro atos

30 de Novembro | segunda-feira | 21h30 | Grande Auditório

Dança

Entrada: 20 euros. 10 euros para descontos em vigor

M/6

Duração: 140 min (com 20 minutos de intervalo)

 A Imperial Heritage Ballet apresenta O Lago dos Cisnes, um dos bailados mais celebrados de todos os tempos e uma referência incontornável do repertório clássico. Criada por um produtor europeu e reunindo artistas de várias nacionalidades, a companhia dedica-se à preservação da grande tradição do ballet, através de produções que combinam excelência artística, rigor e uma forte ligação ao público. Ao som da música inesquecível de Piotr Ilyich Tchaikovsky, esta história de amor, encantamento e destino continua a emocionar gerações. Entre a delicadeza de Odette e o fascínio de Odile, o palco transforma-se num universo de beleza, intensidade e deslumbramento. Com cenografia envolvente, figurinos de grande elegância e interpretações marcantes, esta produção preserva a tradição estética e coreográfica de O Lago dos Cisnes, oferecendo ao público uma leitura fiel, sensível e emocionalmente envolvente. Uma experiência imperdível que combina virtuosismo técnico, elegância e poesia cénica, num espetáculo verdadeiramente memorável para todos os que procuram viver a magia do grande ballet clássico

 Ficha artística

Música: Piotr Tchaikovsky

Libreto Vladimir Begichev e Vasily Geltzer

Coreografia Marius Petipa e Lev Ivanov

Cenografia e Figurinos: Classic Stage  

Jazz no Café da Casa- novembro -Rogério Francisco Quarteto apresenta "Blowin' The Wind" | Casa das Artes de Famalicão

 


Jazz no Café da Casa

Música/ Jazz

27 de Novembro| sexta-feira | 23h00| café-concerto

Entrada: 4 euros; 2 euros para descontos em vigor

M/6

Duração: 80 min

 A Casa das Artes promoverá mensalmente Noites de Jazz, transformando o Café-Concerto num clube de jazz. Para além de bandas já consagradas, daremos a oportunidade a artistas emergentes da cena jazzística portuguesa e galega de mostrarem o seu trabalho. Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a O Eixo do Jazz – Associação Luso-Galaica para a promoção do Jazz

  

Rogério Francisco Quarteto apresenta "Blowin' The Wind"

 "Blowin' The Wind" é o terceiro projeto de Rogério Francisco Quarteto em que o vibrafonista apresenta novos temas originais e também uma abordagem a canções de Bob Dylan, criando uma nova atmosfera harmónica e rítmica respeitando as linhas melódicas que o icónico cantor deixou.

 Rogério Francisco - Vibrafone

Abe Rábade - Piano

João Próspero - Contrabaixo

João Cardita - Bateria

AS ARTIMANHAS DE SCAPINO de Molière e Ação de mediação — Entre o Riso e a Crítica | Casa das Artes de Famalicão

 


AS ARTIMANHAS DE SCAPINO de Molière

Uma coprodução Ensemble de Actores / Centro Dramático de Évora / TMGR e Casa das Artes de Famalicão
Teatro

27 e 28 de Novembro | Sexta-feira e Sábado|21h30

Entrada: 6 euros; 3 euros para descontos em vigor

M/12
90 min

Scapino usa a esperteza, as suas artimanhas, para resolver os problemas dos patrões – ou castigá-los - e permitir que os filhos deles se casem com as suas amadas, Jacinta e Zerbineta, por amor, contra a vontade dos pais. No projecto atual, há um exercício sobre o premonitório da evolução da relação patrão/criado que Molière antevê, registado mais no acting e som, do que na narração dos acontecimentos. Por detrás da alta comédia, a comédia negra do choque social, que caminhará inexoravelmente sabe-se lá para onde…

Três séculos e meio mais tarde, todos os arquétipos de Molière continuam a encontrar correspondência nas pessoas que vemos, ouvimos e lemos. Servimo-nos deles para atacar o que eles representam, como quis Molière, mas, sobretudo, criando um sério divertimento.

 

Ação de mediação — Entre o Riso e a Crítica

Público -alvo – alunos do secundário

26 de novembro, 14h30

Sinopse: Após um ensaio, de alguns excertos da peça, propõe-se uma conversa com os alunos do ensino secundário sobre a vida e a obra de Molière, com especial enfoque na crítica social presente nas suas obras. Através do diálogo e da reflexão conjunta, pretende-se explorar questões relacionadas com os costumes, comportamentos e relações de poder retratados pelo autor, procurando estabelecer pontes entre a realidade do seu tempo e a sociedade contemporânea.

 

 

Ficha artística e técnica
Interpretação: Pedro Barros, Ivo Luz, Francisco Lima, Luís Bonito, Rosário Gonzaga, Jorge Baião, Carolina Areias, Bárbara Pais, Maria Marrafa

Tradução: Alexandra Moreira da Silva
Encenação e Cenografia: Jorge Pinto
Música e Sonoplastia: Ricardo Pinto
Desenho de Luz: António Rebocho
Figurinos: Rosário Gonzaga
Coprodução: Ensemble de Actores / Centro Dramático de Évora / TMGR e Casa das Artes de Famalicão

Apoio: República Portuguesa, Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes

FESTIVAL SOUL DE INVERNO - 5.ª EDIÇÃO | Casa das Artes de Famalicão

 

O Festival Soul de Inverno regressa à Casa das Artes de Famalicão, nos dias 20 e 21 de novembro, para a sua 5.ª edição, reafirmando-se como um espaço de encontro entre vozes, emoções e geografias musicais. Durante dois dias, o festival volta a trazer música a Vila Nova de Famalicão, num diálogo de sonoridades que ultrapassa fronteiras.

20 de novembro | 21h30 | HMB e Incognito
21 de novembro | 21h30 | Diana Vilarinho e Kokoroko

Entrada (bilhete diário): 20 euros. 10 Euros, para descontos em vigor.
Mecenas Cultural: Galeria Comercial Auchan Famalicão
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sexta-feira, 23 de outubro de 2026

Sensorianas e Workshop de Dança Contemporânea | Casa das Artes de Famalicão

 


Sensorianas

Produção ACCCA, com Direção Artística de Clara Andermatt

Dança

14 de Novembro |sábado, 21h30 I Grande Auditório

Entrada: 6 euros. 3 euros, para descontos em vigor

M/12

Duração: 70 min

Fui convidada a abordar o Irão e a sua cultura pelos Estúdios Victor Córdon através da criação de uma peça a apresentar no âmbito do programa Outros Mundos. Encarei o convite como um desafio de aproximação à cultura persa permitindo-me explorar e celebrar a sua riqueza. Desejei aliar encanto e contemplação a partir de uma experiência artística ancorada nos contributos da diáspora iraniana radicada no nosso país. Desbravámos o caminho temático da peça compilando visões individuais portadoras de referências, sugestões e pistas de estudo.

Explorámos diferentes estilos de dança tradicional do Irão, reinterpretados por mim e pelos colaboradores desta criação à luz da dança contemporânea. O foco recai sobre o universo feminino, tendo a poesia e a música iranianas, entre outras, como elementos integradores e inspiradores. Não procuro abarcar a imensidão da cultura persa nem tenho a pretensão de a representar, tarefa impossível e indesejável para quem se aproxima pela primeira vez de uma realidade vasta e complexa. Proponho uma visão subjetiva animada da vontade de promover encontros e de construir pontes culturais. Um olhar curioso e interessado para uma realidade muito diferente da nossa. Um espaço de diálogo e reflexão sobre aspetos da vida quotidiana, da liberdade e da diversidade cultural que devemos defender e celebrar no contexto global atual.

Clara Andermatt

  

Workshop de Dança Contemporânea

12 de novembro (quinta-feira), às 19h, na Sala de Ensaios

Público-alvo: alunos de dança; M/ 14; 20 participantes

 

O workshop combina desafios individuais, a pares e em grupo, explorando coordenação, adaptação, tomada de decisão, força, amplitude e fluidez. Neste encontro de linguagens, serão explorados diferentes ritmos, gestos, qualidades de movimento e relações com o espaço.

Vem explorar, desafiar, celebrar e desfrutar do poder de nos movermos juntos.

 

 

Direção Artística: Clara Andermatt

Interpretação e Colaboração Criativa: Beatriz Mira, Beatriz Valentim, Leonor Alecrim, Maria Fonseca, Rita Carpinteiro

Consultoria Artística: Helia Bandeh

Direção Musical: João Lucas, Clara Andermatt

Assistência Artística e Investigação: Margarida Bak Gordon

Apoio à Criação: Amélia Bentes, Félix Lozano

Apoio à dramaturgia: João Lucas

Desenho de Luz: Wilma Moutinho

Cenografia: Eric da Costa

Figurinos: José António Tenente

Parte dos figurinos de Helia Bandeh criados por Helia Bandeh Dancewear

Assistente de Figurinos: Rita Moniz Pereira

Espelhos: Golshan Chahian

Desenho e operação de som: Ricardo Figueiredo

Operação de luz: Carlos Vieira

Construção Cenografia: Eric da Costa, José Pedro Sousa, Paula Hespanha

Montagem de cenografia: José Pedro Sousa

Produção Executiva: ACCCA – Miguel Pereira, Ruana Carolina

Outros Mundos: Um programa dos Estúdios Victor Córdon 

Parceria de Comunicação: Antena 2, Coffespaste

Apoio à Residência: OPART / Estúdios Victor Córdon 

Coprodução

OPART / Estúdios Victor Córdon, A Oficina / Centro Cultural Vila Flor

Apoios: República Portuguesa – Cultura / Direção-geral das Artes, Câmara Municipal de Lisboa, Interpress - Hub Criativo do Bairro Alto

Parceria: Plano Nacional das Artes – Iniciativa Ir à Escola

Agradecimentos: João Bichão, João Henriques, (Observatório do Mundo Islâmico), Martinho Villani, Rita Fontes, Sepideh Radfar, Teatro do Bairro

Um agradecimento especial a todas as pessoas iranianas ou de origem iraniana que nos falaram de si mesmas, da sua cultura e do seu país: Aida Sigharian, Golshan Chahian, Hoda Madad, Ismail Boali, Maryam Shams, Mehrnoosh Afshari, Nahid Sanganian, Nikdel Farhad, Omid Bahrami, Rahman Haghighi, Rebecca Moradalizadeh, Roham Torabi, Rouzbeh Akhbari, Sepideh Radfar, Sina Shirazi, Somayeh Gholami, Vahid Rasouli

PaPI – Opus 12, estreia Teatro para a Infância | Casa das Artes de Famalicão

PaPI – Opus 12, estreia

Teatro para a Infância

Coprodução da Casa das Artes com a Companhia de Música Teatral

 

Queres ser minha amiga?

Vamos... abrir os olhos do ouvido! Vibrar, ressoar, voar!

1, 2, 3, improvisa de uma vez! Vês? És capaz: usa o vento, usa a tenaz!

E...Zás!

PaPI Opus 12 integra-se no ciclo Peça a Peça Itinerante (PaPI) — peças músico-teatrais concebidas

para circular por jardins de infância e instituições culturais e educativas interessadas em promover

o acesso à cultura. Uma ideia nascida no berço de Opus Tutti, com o apoio da FCG e Casa das Artes

de Vila Nova de Famalicão. “Okexmauzz!”

 

 

14 de Novembro |Sábado| 11h00 e 15h00 | Pequeno Auditório | Para Famílias

Entrada: 5 euros para adulto, com entrada livre para a criança

M/3

Duração: 45 min

 

Apresentações para escolas (sessões às 10h00 e 11h00): 9 a 13 de Novembro.

 

13 de novembro: Teatro Narciso Ferreira (para escolas, sessões às 10h00 e 11h00)

 

 

 

Ficha técnica:

Conceção: Companhia de Música Teatral

Saxofone, voz e movimento : Maria João Vieira Leite

Cocriação: Helena Rodrigues, Maria João Vieira Leite e Rita Roberto

Espaço cénico: Rita Roberto

Coordenação geral: Helena Rodrigues

Assistência à coordenação e apoio à mediação local: Mariana Caldeira Pinto

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão, Companhia de Música Teatral, Cineteatro

Curvo Semedo