terça-feira, 27 de fevereiro de 2024

Poética da Palavra | Encontros de Teatro, Capítulo 6 - OS POETAS: O HOMEM EM ECLIPSE - Casa das Artes de Famalicão

 

Poética da Palavra | Encontros de TeatroCapítulo 6

OS POETAS: O HOMEM EM ECLIPSE

Música e Poesia

9 de Março | Sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

M/6

Duração: 60 min

É natural que a voz de Mário Cesariny nos toque de forma intensa. O poeta ressoava como ninguém, dando às palavras a sua voz funda, plena de humanidade, de desencanto, quando tinha de ser, e de estranheza também, ele que escrevia como pintava, sempre em busca do mistério que nem nas entrelinhas se desvendava.

Os Poetas - Rodrigo Leão e Gabriel Gomes, que aqui contam ainda com a voz de Miguel Borges e com o fantasma de Cesariny que vive eterno nas gravações - reencontram neste projecto essa poesia sempre nova do homem surreal que escreveu como pintou e que pintou como escreveu.

Neste centenário do nascimento do poeta pintor, Gabriel Gomes no acordeão e Rodrigo Leão nos sintetizadores pintam também eles novos quadros sonoros para as palavras de Mário Cesariny, numa vénia que é agitação, que é demanda de novos sentidos porque a língua continua a desenrolar-se, a moldar-nos. O Homem em Eclipse é portanto uma celebração, com a matéria poética de Cesariny no centro, e a música e a voz de Miguel Borges a tomarem essa matéria como ponto de partida para uma fascinante viagem.

Poética da Palavra | Encontros de Teatro, Capítulo 6 - LIVRAR-ME - Casa das Artes de Famalicão

 


Poética da Palavra | Encontros de Teatro, Capítulo 6 

Livrar-me

uma cocriação de Sandra Barata Belo e Raquel Oliveira, escrita por Ana Lázaro

Uma produção Beladona em coprodução com a Casa das Artes de Famalicão

Teatro

8 de Março |sexta-feira | 21h30| Grande Auditório.

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

M/12

Duração: 60 m

Uma Mulher conta-se como se fosse a narradora da sua própria vida antes de ficar completamente às escuras. Como uma Personagem de um Livro que nunca chegou a acontecer, ou de uma história que, pelo contrário, não deixa nunca de se desenrolar. É através dos livros que entra em diálogo com o passado. Uma Filha que procura por uma Mãe. Que conversa sem a certeza de ter voz, no silêncio. Uma Família de Mães e Filhas que se ligam entre tempo inefáveis porque serão sempre tão imensos quanto o espaço que ocupam umas nas outras.

Ficha Artística

Texto: Ana Lázaro
Cocriação: Sandra Barata Belo e Raquel Oliveira
Intérpretes: Sandra Barata Belo e Raquel Oliveira
Assistência de encenação: Carolina Ferrão Música Luísa Sobral
Sonoplastia: Nanu Figueiredo
Movimento: Cláudia Nóvoa
Cenário: Rui Francisco Figurinos Pilar Peres
Desenho de luz: Tasso Adamopoulus
Operação de luz e som: Luís Moreira
Assessoria de imprensa: Helena Marteleira
Design e fotografia: Telmo Sá
Produção Executiva: Cassefaz
Produção: Beladona Co-produção Teatro Municipal da Covilhã, Cine-Teatro Louletano, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Cine-Teatro Avenida, Centro de Artes de Ovar Apoio Teatro Meridional

Poética da Palavra | Encontros de Teatro Capítulo 6 | Casa das Artes de Famalicão

Poética da Palavra | Encontros de Teatro

Capítulo 6 (Março de 2024)

Estes encontros de teatro têm como base aglutinadora - o texto, a palavra, a voz, o trabalho de ator, elementos fundamentais da ação teatral, do teatro. Queremos evidenciar este universo de elementos cúmplices, aquilo que entendemos como a essência, a ontologia, do teatro. Pretendemos destacar a interpretação, a relação entre técnica, sentimento íntimo e subjetivo de convicção criadora e a consolidação da personagem, como um processo indissociável de um exigente trabalho pessoal, que é físico e de estudo profundo e inesgotável.

No fim de cada noite de apresentação, teremos uma conversa com os atores que protagonizam cada projeto teatral, no sentido de podermos conhecer o trabalho, concreto, sobre o texto, a palavra e a sua relação com o corpo (que lhe dá voz), e o processo de construção de cada personagem.

 A Poética da Palavra propõe ainda quatro mesas-redondas, sobre Encenação, Dramaturgia, Ensino Artístico e Liberdade e Criação Artística.

Programa

8 de Março

Livrar-me”, uma cocriação de Sandra Barata Belo e Raquel Oliveira, escrita por Ana

Lázaro.

9 de Março

Os Poetas: O Homem em Eclipse, a partir da poesia de Mario Cesariny, com música de Rodrigo Leão e Gabriel Gomes, e a voz de Miguel Borges.

10 de Março

“22 Beijos”, com dramaturgia de Eduarda Freitas e interpretação e encenação de Ángel Fragua.

15 e 16 de Março

“Guião para um país possível”, com criação e encenação de Sara Barros Leitão.

22 e 23 de Março

“Prometeu”, autoria e encenação de Pedro Galiza, numa produção Ensemble – Sociedade de Actores

26 de Março

 Não sei como dizer-te que a minha voz te procura”, com dramaturgia e encenação de Emília Silvestre

27 de Março (TNF)

Eu Sou Lorca”, Dramaturgia de Diogo Freitas, encenação Filipe Gouveia a partir do texto de Federico Garcia Lorca

 

Mesas-redondas

 Mesa I – Dramaturgia

15 de março, às 17h30 - Café Concerto da Casa das Artes de Famalicão

Moderador: Luís Mestre, - dramaturgo e criador

Sónia Barbosa - dramaturga e criadora

Mafalda Banquart, - dramaturga e criadora

 

Mesa II – Encenação

21 de março, às 17:30 - Café Concerto da Casa das Artes de Famalicão

Moderador: João Castro - ator e encenador

Mafalda Lencastre, - atriz

Manuel Tur - ator e encenador

Nuno M. Cardoso, - encenador e professor universitário

 

Mesa III – Educação Artística

26 de março, às 17:30 - Café Concerto da Casa das Artes de Famalicão

Moderadora: Helena Machado - diretora pedagógica da ACE Famalicão

Pedro Aparício - diretor da ACE - Escola de Artes

Rosália Silva Ramos - Presidente da Federação Concelhia das Associações de Pais de Famalicão (FECAPAF)

Arminda Ferreira -Técnica Superior do Município de Famalicão

Nelson Pereira - Chefe de Divisão da Cultura do Município de Famalicão

 

Mesa IV – Liberdade e Criação Artística

27 de março, às 18:00 - Teatro Narciso Ferreira (Dia Mundial do Teatro)

Moderador: Diogo Freitas - ator e encenador

Diana Sá – atriz e encenadora

Rita Faustino - gestora cultural  

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2024

Fado no Café da Casa- Março | Casa das Artes de Famalicão

 

Fado no Café da Casa

Musica/ Fado

14 de Março| quinta-feira | 21h30| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 80 min

Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a ACAFADO – Associação Cultural & Artística Famalicão Fado.

 1ª parte–  Sara Sousa

2ª parte – Pedro Ferreira

 Guitarra Portuguesa – João Martins

Viola de Fado – João Araújo

Viola baixo – Torcato Regufe

 Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes irá celebrá-lo-á mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores. No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO.

CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão Episódio 8.2 – Março de 2024 | Casa das Artes de Famalicão e Teatro Narciso Ferreira







CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão

Episódio 8.2 –   Março de 2024

Na segunda réplica do oitavo episódio (mais em www.closeup.pt), o Observatório de Cinema tem propostas para o público geral e para escolas:

(1) Cruzamos as Histórias do Cinema deste episódio, dos dois iconoclastas das Américas, do sertão de Glauber Rocha e dos palcos de John Cassavetes, para uma tarde de sábado protagonizada por António das Mortes e Gena Rowlands, em duas sessões comentadas;

(2) A animação protagonizada por Titina, uma cadela da raça terrier como testemunha de uma viagem ao Pólo Norte e a continuação do diálogo com as celebrações dos 50 anos de 25 de Abril, com a adaptação de um romance de António Lobo Antunes, em Cartas da Guerra, são as propostas para o público escolar;

 

2.Mar – 15h00 (PA) – DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL de Glauber Rocha (comentado por Samuel Silva, jornalista)

O vaqueiro Manuel e a sua esposa Rosa fogem para o sertão depois de ele ter assassinado um coronel que tentara enganá-lo. No ermo brasileiro, violento e assolado pela seca, eles encontram duas figuras icônicas: Sebastião, que se diz divino, e Corisco, que se descreve como demoníaco. Entretanto, o mercenário António das Mortes está no seu encalço.

Título original: Deus e Diabo na Terra do Sol (Brasil, 1964, 120 min.)
Realização: Glauber Rocha
Interpretação: Geraldo Del Rey, Yoná Magalhães, Maurício do Valle, Othon Bastos
Classificação: M/12

 

2.Mar – 17h30 (PA) – NOITE DE ESTREIA de John Cassavetes (comentado por Filipa Rosário, professora universitária)

Possivelmente um dos melhores filmes de sempre sobre o mundo do teatro, com Gena Rowlands numa das suas criações maiores, no papel de uma actriz que cai numa depressão nervosa quando uma admiradora é atropelada mortalmente junto dela no final de uma estreia. Reflexão sobre "a comédia e a vida", noutro dos filmes fundamentais de Cassavetes.

Título original: Opening Night (EUA, 1977, 140 min.)
Realização: John Cassavetes
Interpretação: Gena Rowlands, Ben Gazzara, Joan Blondell, Paul Stewart, Zohra Lampert, John Cassavetes
Classificação: M/12

 

5.Mar – (10h00, GA) – TITINA de Kajsa Næss (para escolas, 1.º e 2.º ciclo)

O italiano Umberto Nobile (1885-1978) foi um aviador e engenheiro aeronáutico conhecido pelas suas explorações, entre elas a que fez ao Árctico a convite do famoso explorador norueguês Roald Amundsen (1872-1928). Através do ponto de vista de Titina, a cadela da raça terrier que os acompanhou, o espectador testemunha a famosa viagem ao Pólo Norte, em Maio de 1926, a bordo do Norge, o dirigível construído por Nobile propositadamente para essa expedição, a pedido de Amundsen. Inspirada na verdadeira relação de amizade (e rivalidade) entre os dois aventureiros, esta co-produção entre a Noruega e a Bélgica mistura animação e imagens de arquivo e foi realizada por Kajsa Næss, que escreve o argumento em parceria com Per Schreiner.

Título original: Titina (Noruega, 2022, 90 min.)
Realização: Kajsa Næss
Interpretação (vozes): Jan Gunnar Røise, Kåre Conradi, Anne Marit Jacobsen, Thorbjørn Harr, Ingar Helge Gimle, John Brungot, Christian Skolmen, Silje Torp
Classificação: M/6

 

5.Mar – (14h30, GA) – Cartas da Guerra de Ivo Ferreira (para escolas, 3.º ciclo e secundário)

Ano de 1971. António (Miguel Nunes), de 28 anos, é incorporado no exército português para servir como médico numa das piores zonas da Guerra Colonial, no Leste de Angola. Longe de Maria José (Margarida Vila-Nova), a mulher amada que se viu obrigado a deixar, ele vai matando as saudades através de longas cartas que durante dois anos lhe escreve. Através delas, o espectador vai conhecendo o homem solitário por detrás do soldado, as suas angústias, desejos e esperanças. Com o passar do tempo, António apaixona-se por África e toma posições políticas. Um filme dramático escrito e realizado em 2016 por Ivo M. Ferreira (Águas Mil, Hotel Império), segundo um argumento seu e de Edgar Medina que se inspira em "D'Este Viver Aqui Neste Papel Descripto: Cartas da Guerra", uma compilação de cartas que António Lobo Antunes (na altura um jovem alferes destacado para Angola) escreveu à mulher.

Título original: Cartas da Guerra (Portugal, 2016, 105 min.)
Realização: Ivo Ferreira
Interpretação: Miguel Nunes, Margarida Vila-Nova, Ricardo Pereira, João Pedro Vaz,
Classificação: M/12

 

12.Mar – (10h00, Teatro Narciso Ferreira) – TITINA de Kajsa Næss (para escolas, 1.º e 2.º ciclo)

 

Bilheteira Sessões
Geral: 2 euros
Cartão quadrilátero: 1 euro
Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

CAPITÃO FAUSTO | Casa das Artes de Famalicão

 


CAPITÃO FAUSTO

 Música

2 de Março | Sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 15 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 7,5 Euros

M/6

Duração: 80 min

 Em 2024 os Capitão Fausto voltam aos discos. Subida Infinita é o nome do quinto álbum da banda e marca o último com a formação original em quinteto. Os Capitão Fausto são agora uma banda de quatro elementos, com a saída de Francisco Ferreira. Este Álbum foi gravado no estúdio novo da banda em Alvalade e é fruto de anos muito intensos. De fins e princípios, de morte e vida, de procura e encontro. De outros tempos e do começo dos novos. Tomás, Domingos, Manel e Salvador seguem, agora, pelo país, a aventura de mostrar estas canções às pessoas numa digressão que promete uma banda e um espetáculo em mutação. Sejam bem-vindos à Subida Infinita.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

ars ad hoc - arte no tempo | Teatro Narciso Ferreira

 


ars ad hoc

arte no tempo

25 fevereiro

domingo

18:00

M/6 . 60min

música de câmara

 Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores ( a partir de 65 anos): 2 Euros.

 ars ad hoc

Ricardo Carvalho, flauta

Horácio Ferreira, clarinete

Diogo Coelho, violino

Gonçalo Lélis, violoncelo

João Casimiro Almeida, piano

Programa

Clara Iannotta (1983) | The people here go mad. They blame the wind. [2013-14]

Carlos Lopes (1995) | TO_mbeau [2023]

Claude Debussy (arr. Tim Mulleman) | Prélude à l’après midi d’un faune [1894]

Igor Stravinsky (tr. R. Carvalho) | Trois Mouvements de Pétrouchka [1921]

 O ars ad hoc é um agrupamento criado em 2018 pela “Arte no Tempo”, que se distingue por se mover com igual “à vontade” nos grandes clássicos da música de câmara e na mais recente criação musical. O programa da sua primeira apresentação no Teatro Narciso Ferreira espelha este diálogo, combinando duas obras do grande repertório orquestral reduzidas para ‘quinteto pierrot’ (flauta, clarinete, violino, violoncelo e piano): o Prélude à l’après midi d’un faune [1894], de Debussy, e Trois Mouvements de Pétrouchka [1921], de Stravinsky – com outras duas bastante mais recentes: um trio de Clara Iannotta (1983), compositora italiana a cuja música o ars ad hoc dedica especial atenção na presente temporada, e um quinteto composto para o agrupamento pelo compositor português Carlos Lopes (1995), por encomenda da Arte no Tempo.

programação

Diana Ferreira

produção

Arte no Tempo

Apoio

Direção Geral das Artes

República Portuguesa – Cultura

BPI

Fundação “la Caixa”

A Arte no Tempo é uma estrutura financiada pela República Portuguesa – Cultura / Direção Geral das Artes. O ars ad hoc é apoiado pelo Banco BPI/Fundação "la Caixa”


Luna Cheia Connexio Costa Rica / Portugal | Teatro Narciso Ferreira

 


Luna Cheia

Connexio Costa Rica / Portugal

 Residências Artísticas

TNF & INAC Instituto Nacional de Artes de Circo

 16 fevereiro

sexta . 10:30

sessão para escolas (1º ciclo)

 17 fevereiro

sábado . 21:30

público em geral

 espetáculo (estreia) + conversa

circo contemporâneo

M/6 . duração 40'

 estreia

 

Público Geral: 2 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores ( a partir de 65 anos): 1 Euros.

Escolas: Entrada livre sujeita à inscrição prévia.

 Produção e Direção Artística

Luna Cheia

Intérpretes

Valeria Elizondo Carrillo

Victor Alves

Direção Técnica de Som e Iluminação

Luna Cheia

Criação do Espaço Sonoro

Valeria Elizondo

Design de Iluminação

Luna Cheia

Produção

INAC – Instituto Nacional de Artes do Circo

Coprodução

Teatro Narciso Ferreira [Casa das Artes de Famalicão]

 

 

 

No âmbito da parceria estratégica com a Rede Artes Performativas de Famalicão “SOBRE O PALCO”, o TNF inicia em 2023-2024 um projeto de Residências Artísticas Internacionais com o INAC – Instituto Nacional de Artes do Circo, proporcionando um espaço de criação para artistas emergentes e fomentando o diálogo da estética do circo contemporâneo com a comunidade local. Com curadoria geral INAC, as companhias foram selecionadas por Open Call e estarão em residência no Teatro Narciso Ferreira, apresentando-se para escolas e para público em geral, com uma conversa pós espetáculo.

 

“Connexio” é um espetáculo que dança na sutileza das conexões humanas através da poesia física do movimento, envolvendo o público numa narrativa de uniões etéreas, separações melancólicas e reconexões luminosas. É um apelo poético à empatia, um convite para redescobrir a beleza na vulnerabilidade e buscar o eco da compreensão mútua nos cantos mais íntimos das nossas conexões humanas.

 

Luna Cheia foi fundada pela colaboração de dois artistas apaixonados pela arte circense e com formação em Famalicão: Valeria Elizondo Carrillo (INAC) e Victor Alves (ACE Famalicão e ACAPA - Fontys Academy of Circus and Performance Art). O duo aposta no circo como mote para o cruzamento disciplinar, tendo já se apresentado no Theater Odeon, Viena e Teatro do Bolhão, Porto.

Apneia - Joana Couto e Leo Calvino | Teatro Narciso Ferreira

 

Apneia

Joana Couto e Leo Calvino

 10 fevereiro

sábado

21:30

M/12 . 50min

dança

 Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores ( a partir de 65 anos): 2 Euros.

Joana Couto e Leo Calvino começaram a culminar as suas visões artísticas em 2020, com interesse em misturar as suas diferentes áreas de investigação: Leo Calvino (circo contemporâneo, magia performativa) e Joana Couto (dança contemporânea). Desde então têm estabelecido parcerias nos seus projetos pessoais, salientando as obras “Inercia”, “Sinto muito” e “If only this way about food”. A obra “Apneia” foi a primeira cocriação entre os dois artistas, que contou com a coprodução do Teatro Municipal do Porto e do Instável Centro Coreográfico. Este espetáculo tem uma circulação agendada para 2024, em diversos pontos do país, iniciando a 10 de fevereiro no Teatro Narciso Ferreira / Casa das Artes de Famalicão.

 “Foi somente um sonho”.

A normalidade retorna rapidamente e a sanidade não permanece em risco, basta virar para o outro lado e aconchegar- se novamente nas próprias conceções macias e cheirosas.

"Onde estive todo esse tempo? Quantas camadas tem um sonho? Seria a vida somente mais uma dessas camadas? O que é a morte, então, senão um despertar?" Por que fazer essas perguntas? O alarme, pela manhã, fielmente, lembra-me de esquecer. Mas não esqueço, não sempre. E a única saída é repetir: “foi somente um sonho.

 

Direção Artística e Conceito

Leo Calvino

Criação e Interpretação

Leo Calvino

Joana Couto

Música Original

Rodrigo Ribeiro

Cenografia e Figurinos

Leo Calvino

Joana Couto

Desenho de Luz

Leo Calvino, Rodrigo Ribeiro

Consultoria Artística

Bruno Martins

Gustavo Hjerl

Mariana Malojo

Participação Artística

José Maurício Urso

Maree Lawn

Técnico de Luz e Som

Rodrigo Ribeiro

Assistência Técnica

Juan Fresina

Assistência Cenográfica

José Maurício Urso

Comunicação

Rodrigo Ribeiro

Produção

Cerca Trova

Joana Couto e Leo Calvino começaram a culminar as suas visões artísticas em 2020, com interesse em misturar as suas diferentes áreas de investigação: Leo Calvino (circo contemporâneo, magia performativa) e Joana Couto (dança contemporânea). Desde então têm estabelecido parcerias nos seus projetos pessoais, salientando as obras “Inercia”, “Sinto muito” e “If only this way about food”. A obra “Apneia” foi a primeira cocriação entre os dois artistas, que contou com a coprodução do Teatro Municipal do Porto e do Instável Centro Coreográfico. Este espetáculo tem uma circulação agendada para 2024, em diversos pontos do país, iniciando a 10 de fevereiro no Teatro Narciso Ferreira / Casa das Artes de Famalicão.

 “Foi somente um sonho”.

A normalidade retorna rapidamente e a sanidade não permanece em risco, basta virar para o outro lado e aconchegar- se novamente nas próprias conceções macias e cheirosas.

"Onde estive todo esse tempo? Quantas camadas tem um sonho? Seria a vida somente mais uma dessas camadas? O que é a morte, então, senão um despertar?" Por que fazer essas perguntas? O alarme, pela manhã, fielmente, lembra-me de esquecer. Mas não esqueço, não sempre. E a única saída é repetir: “foi somente um sonho.


AQUAMAN E O REINO PERDIDO de James Wan \ Teatro Narciso Ferreira - cinema.


 AQUAMAN E O REINO PERDIDO

de James Wan

 3 fevereiro

sábado. 21:30

cinema grande público

 Título Original

Aquaman and the Lost Kingdom

Intérpretes: Jason Momoa, Patrick Wilson, Nicole Kidman, Yahya Abdul-Mateen II, Amber Heard, Ben Affleck e Jani Zhao

EUA 2023, 120 min, M/12

Fruto do amor entre um humano e a rainha da Atlântida, Arthur Curry cresceu incógnito na superfície terrestre. Com uma estranha capacidade de comunicar com criaturas aquáticas e manipular marés, sempre se sentiu diferente de todos em seu redor. Até que um dia foi contactado por uma jovem atlante que lhe disse que Orm, soberano da Atlântida e seu meio-irmão, estava a reunir os governantes dos sete mares para atacar o mundo à superfície. Para o impedir, Arthur teve de o enfrentar, assumir o trono e evitar uma catástrofe global. Com realização de James Wan, o australiano que assinou as sagas “Saw”, “The Conjuring” ou “Insidious”, uma história de acção e aventura que continua a história da personagem do universo DC Comics, criada por Paul Norris e Mort Weisinger em 1941.