quarta-feira, 30 de setembro de 2026

2026 - CLOSE-UP: Pais e Filhos (conflitos entre gerações) 11.º episódio do Observatório de Cinema: 10 a 17 de outubro | Casa das Artes de Famalicão e teatro Narciso Ferreira.


Desde a primeira edição, em Outubro de 2016, que o Close-up contamina o seu programa através de um mote orientador de filmes e secções, que nos episódios anteriores percorreram memórias, tempo e lugares, do passado e do futuro, do íntimo e do público. Neste episódio juntaremos Pais e Filhos, um diálogo valorizado por conflitos entre gerações, situados no presente, mas com paragens pontuais nas décadas anteriores.

Nas sessões de abertura e fecho e na passagem pelo Teatro Narciso Ferreira, o Close-up destaca as propostas de cruzamento entre as imagens em movimento e a música, em três cine-concertos em estreia: a Berlim do final dos anos 1920, em Gente ao Domingo, por JP Simões; uma viagem musical proporcionada pelos Club Makumba em diálogo com Zombie, uma das obras-primas de Jacques Tourneur; e Samuel Úria seduzido por Yasujiro Ozu, pelas histórias de pais e filhos, em História de um Proprietário Rural, no Japão do pós segunda guerra mundial.

As Paisagens Temáticas são, então, preenchidas pelas tensões geracionais: Vincent Lindon, um pai exemplar que receia perder o filho para as tribos extremistas, em Brincar com o Fogo; uma adolescente que descobre a fé e desarranja o círculo familiar, em Os Domingos; numa sessão que também serve de homenagem ao cineasta João Canijo, a versão do realizador de Noite Escura, em que uma filha deve pagar o erro trágico do pai; o mais recente filme de Christian Petzold, Miroirs nº. 3, que encena o vislumbre de uma nova família para uma jovem mulher; o regresso aos traumas de infância de um músico quando alcança a notoriedade, em Springsteen: Deliver Me from Nowhere; uma das obras máximas de Stanley Kubrick, Laranja Mecânica, crime e castigo, na disputa entre um grupo de delinquentes e o poder governamental; e As Virgens Suicidas, a estreia de Sofia Coppola, um bando de cinco irmãs, reprimidas pelos pais e encerradas numa casa. 

A Comédia à Italiana, constitui-se como uma das páginas notáveis das Histórias do Cinema, na capacidade de integrar e dialogar com todas as problemáticas de um tempo, nas décadas de 1960 e 1970, pelo que faremos o elogio de alguns dos seus principais autores: Vittorio De Sica, Antonio Pietrangeli, Dino Risi, Marco Ferreri e Pietro Germi. Aproveitando a estreia de Ku Handza, de André Guiomar, a Fantasia Lusitana ficará entregue à produtora Olhar de Ulisses e a uma porção do seu portfólio de realizadores emergentes.

Assente no trabalho das dez edições anteriores, o Close-up prossegue a sua relação primordial com a comunidade escolar, e a formação dos espectadores do futuro, em sessões divididas pelos auditórios do Teatro Municipal e por presenças nas escolas. Em diálogo com o restante programa, haverá ficção, animação, documentário e masterclasses, com propostas para todos os escalões de ensino, do primeiro ciclo ao ensino superior de cinema.

Duas sessões especiais, com a exibição de Nova’ 78 e Não Desviar o Olhar, propiciarão mesas em volta, respectivamente, de William S. Burroughs e a Crítica de Cinema. Mas, o Café Kiarostami também propõe um Kino-Quiz, na noite de abertura e jazz na noite de encerramento, com Zé Stark Cinema Ensemble. Animação e oficinas são as propostas para as Famílias: o regresso a Toy Story, na quinta aventura da saga da inaugural da Pixar, a conquista de Hollywood pelas criaturas da Illumination, em Mínimos e Monstros e uma oficina de Stop Motion, que elogia os primórdios do cinema de animação.

Uma Cidade-Cinema, em oito dias, a contemplar mais de trinta sessões, com outros tantos convidados (realizadores, músicos, programadores, críticos e investigadores). Um panorama vasto, mas que dissipa a intensidade, concede tempo ao diálogo entre filmes, assente em diversas leituras e abordagens que decorrem da seleção de filmes e do encontro com o público, amplificado pela singularidade das apresentações das sessões, numa festa do cinema que volta a ambicionar um diálogo com toda a comunidade, com todos os públicos.

 

DESTAQUES

CINE-CONCERTOs

Nas sessões de abertura e fecho e na passagem pelo Teatro Narciso Ferreira, o Close-up mostra propostas de cruzamento entre as imagens em movimento e a música, em três cine-concertos em estreia, em resposta a encomendas da Casa das Artes de Famalicão: a Berlim do final dos anos 1920, em Gente ao Domingo, por JP Simões; uma viagem musical proporcionada pelos Club Makumba em diálogo com Zombie, uma das obras-primas de Jacques Tourneur, instalado nas Caraíbas; e Samuel Úria seduzido por Yasujiro Ozu, pelas histórias de pais e filhos, em História de um Proprietário Rural, no Japão do pós segunda guerra mundial.

 

JP SIMÕES – GENTE AO DOMINGO, de Robert Siodmak e Edgar G. Ulmer – cine-concerto – 10 de Outubro (21h45, GA)

 

Rodado com atores amadores, segue as vidas de um punhado de berlinenses ao longo de uma sucessão de domingos. A despreocupação e o lazer contrastam com as sombras perfiladas no horizonte, num filme que é um extraordinário documento sobre a “vida normal” na Berlim do final da década de vinte, uma obra seminal realizada no espírito da República de Weimar que influenciaria gerações de cineastas em todo o mundo. Gente ao Domingo, é o célebre filme cooperativo que revelou uma série de nomes de que a história do cinema iria guardar boa memória: Robert Siodmak, Edgar G. Ulmer e o aqui guionista Billy Wilder. JP Simões apresentará em estreia uma nova banda sonora.

 

JP Simões nasceu em Coimbra. Vive em Lisboa. Estudou Comunicação Social, Direito da Comunicação, Escrita de Argumento, História do Teatro, Saxofone, língua Árabe e é mestre em Teoria da Literatura pela Universidade de Lisboa. É cantor, compositor e letrista, com bastante e diversa música editada, com os Pop dell’Arte, Belle Chase Hotel, Quinteto Tati e a solo como JP Simões e Bloom. Escreveu para teatro e cinema e é ocasionalmente actor, como toda a gente. Publicou um livro de contos e um dos libretos das duas óperas que já produziu. Ganhou alguns prémios, mas o importante é participar.

 

Título Original: Menschen am Sonntag (Alemanha, ficção, 1930, 70 min)

Classificação: M/12

 

 

 

CLUB MAKUMBA – ZOMBIE, de Jacques Tourneur – cine-concerto – 14 de Outubro (21h00, Teatro Narciso Ferreira)

 

Verdadeira obra-prima, o segundo filme de Tourneur para o produtor Val Lewton é um modelo de sugestão de terror. O tratamento fotográfico, jogando com as sombras e os medos que estas potencialmente despertam, é uma peça chave na construção da atmosfera de Zombie. Nas Caraíbas, uma enfermeira é encarregada de velar por uma mulher com uma estranha doença que a transforma em Zombie, e acaba, a pouco e pouco, por participar em estranhos rituais. Os Club Makumba apresentarão em estreia uma nova banda sonora.

 

Título Original: I Walked With a Zombie Zombie (EUA, ficção, 1943, 65 min)

Classificação: M/12

 

Os Club Makumba continuam a seduzir territórios por onde passam, numa viagem musical a quebrar barreiras pelos quatro cantos do globo. Com o segundo longa-duração Sulitânia Beat (2024), nomeado em diversas listas como um dos melhores discos de 2024, a banda passou por grandes festivais como o NOS ALIVE, FMM - Sines, Festival F, Festival Med, Bons Sons, e internacionalmente pelo Eurosonic (Países Baixos), Das Fest (Alemanha), Jazz Sous Les Pommiers (França), BIME (Bilbao - Espanha), entre outros.

 

 

SAMUEL ÚRIA – História de um Proprietário Rural, de Yasujiro Ozu – cine-concerto – 17 de Outubro (21h45, GA)

 

Uma mulher viúva é forçada a tomar conta de um rapaz órfão que aparece inesperadamente num bairro de Tóquio. Embora inicialmente relutante, com o passar do tempo, a mulher acaba por se afeiçoar ao rapaz. Um conto agridoce sobre o Japão do pós-guerra, onde a regeneração e a reconstrução são as prioridades, História de um Proprietário Rural retrata alguns dos temas mais caros de Ozu – famílias fragmentadas, a melancolia do quotidiano – através do seu célebre humor e da visão terna do mundo que caracteriza a sua obra. Samuel Úria apresentará em estreia uma nova banda sonora.

 

Nascido no decote da nação, entre o Caramulo e a Estrela, Samuel Úria leva para os palcos o blues do Delta do Dão. De lenda rural para lenda urbana, tudo está certo: meio homem meio gospel, mãos de fado e pés de roque enrole. Com uma proveniência marcada pelo punk, pelo rock’n’roll e pela estética low-fi, Samuel Úria tem ganho notoriedade desde 2008. Da sua discografia “oficial” em nome próprio, para além do trabalho publicado no final de 2024, “2000 A.D.”, constam quatro LP e dois EP. 

 

Título Original: Nagaya shinshiroku (Japão, ficção, 1947, 70 min)

Classificação: M/12

 

 

 

 

Sessões para Famílias

Animação e oficinas são as propostas do Close-up para as famílias: o regresso a Toy Story, o objecto inaugural da Pixar, na quinta aventura da saga, que junta brinquedos e tecnologia; a conquista de Hollywood pelas criaturas da Illumination, em Mínimos e Monstros; uma oficina de Stop Motion, que elogia os primórdios do cinema de animação.

 

TOY STORY 5 de Andrew Stanton (versão portuguesa) _ 11.Out (15h30, GA)

Título original: Toy Story 5 (EUA, animação, 2026, 90 min)
Classificação: M/6

Os brinquedos estão de volta em "Toy Story 5", agora num encontro entre brinquedos e tecnologia. O trabalho de Buzz, Woody, Jessie e o resto do grupo torna-se exponencialmente mais difícil quando medem forças com uma nova forma de brincadeira. Produzido pela Pixar Animation Studios para a Walt Disney Pictures, este novo episódio tem realização e argumento de Andrew Stanton – o realizador de "À Procura de Nemo" ou de "WALL·E" (2008), ambos vencedores do Óscar na categoria de melhor animação, e um dos responsáveis pela escrita do argumento de todos os filmes da saga "Toy Story" – em colaboração com McKenna Harris.

 

MÍNIMOS E MONSTROS de Pierre Coffin (versão portuguesa) _ 17.Out (11h00, GA)

Título original: Minions & Monsters (EUA, animação, 2026, 90 min)
Classificação: M/6

Esta é a história turbulenta, disparatada e totalmente verdadeira de como os Mínimos conquistaram Hollywood, se tornaram estrelas de cinema, perderam tudo, libertaram monstros pelo mundo e, finalmente, se uniram numa tentativa desesperada de salvar o planeta do caos que eles próprios criaram. Mais de uma década após a sua criação, os Mínimos tornaram-se as personagens de animação mais icónicas da sua geração. Reconhecidos em todo o mundo e adorados por fãs de todas as idades, levaram as sagas Gru – O Maldisposto e Mínimos, da Illumination, a um impressionante reconhecimento global.

 

 

 

 

Oficina de Stop Motion – 17 de Outubro (15h00, sala de ensaios)

 

Nesta Officina (1), animamos Marionetas de Papel a partir de uma técnica pertencente aos primórdios do cinema de animação, podendo assim, em família, com amigos - só não vale sozinho - fazer o vosso primeiro filme de animação com as marionetas que construírem.


(1) Officina(s) é um projecto de formação criado em 2014 pela Confederação. Palavra de origem latina, que significa - oficina, fábrica, escola - tendo o mesmo étimo de officium (trabalho, tarefa, função), termo este formado por opus (obra) e facere (fazer).

Máximo: 25 participantes
Público-alvo: famílias (crianças e adolescentes acompanhados por familiares)
Duração: 4h00

Inscrições: bilheteira.casadasartes@famalicao.pt                                                                                                                    

 

Jazz no Café da Casa

Zé Stark Cinema Ensemble (Jazz)  – Noite de Encerramento do Close-up

 

17 de Outubro| sábado | 23h00| café-concerto

 

Um projecto onde a música e a sétima arte colidem. Da epicidade de John Williams à nostalgia de Randy Newman, da modernidade de Bernardo Sassetti à intemporalidade de Ennio Morricone, a improvisação, em forma de um típico quarteto de jazz, serve como complemento aos clássicos e icónicos temas dos grandes ecrãs a preto e branco.

 

Sax alto - João Paulo Silva; Piano - Ricardo Moreira; Contrabaixo - Xavier Nunes; Bateria - Zé Stark

 

Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a O Eixo do Jazz – Associação Luso-Galaica para a promoção do Jazz

 

PROGRAMA

10 de Outubro (sábado)

(15h30, PA) NEGÓCIO À ITALIANA de Vittorio De Sica [3]

 

(17h30, PA) BRINCAR COM O FOGO de Delphine Coulin, Muriel Coulin _ apresentado por José Pacheco Pereira (historiador) [2]

 

noite de abertura

(21h45, GA) JP SIMÕES – Gente ao Domingo de Robert Siodmak e Edgar G. Ulmer (cine-concerto) [1]

 

(23h00, café-concerto) Kino-Quiz [6]

 

 

11 de Outubro (domingo)

(15h00, PA) OS DOMINGOS de Alauda Ruiz de Azúa _apresentado por Pedro Mexia (escritor) [2]

 

(15h30, GA) TOY STORY 5 de Andrew Stanton (versão portuguesa) [7]

 

(17h30, PA) NOVA’ 78 de Rodrigo Areias e Aaron Brookner [1]

 

(19h00, café-concerto) mesa Planeta Burroughs [6]

 

(21h30, PA) CONVITE DE CASAMENTO de Antonio Pietrangeli _ apresentado por Nuno Sena (sub-director da Cinemateca Portuguesa) [3]

 

 

12 de Outubro (segunda-feira)

(10h00, GA) ANIKI BÓBÓ de Manoel de Oliveira _ sessão para escolas (1.º e 2.º ciclos) _ apresentado por Fernando José Pereira (músico e realizador) [5]

(14h15, AE Ribeirão) LADRÕES DE BICICLETAS de Vittorio De Sica _ apresentado por Clara Rowland (professora universitária) [5]

 

(21h30, PA) NOITE ESCURA (versão do realizador) de João Canijo [2] (in memoriam)

 

13 de Outubro (terça-feira)

(10h00, TNF) ANIKI BÓBÓ de Manoel de Oliveira _ sessão para escolas (1.º e 2.º ciclos) [5]

(14h30, AE Camilo Castelo Branco) Apresentação do trabalho da Companhia de Música Teatral (CMT) por Paulo Maria Rodrigues, precedido pela exibição do documentário Ursonâncias [5]

 

(21h30, PA) UMA VIDA DIFÍCIL de Dino Risi _ apresentado por Carlos Nogueira (programador de cinema) [3]

 

14 de Outubro (quarta-feira)

(10h00, AE D. Sancho I) LAVAGANTE de Mário Barroso _ apresentado por Jorge Pereira Rosa (crítico de cinema) [5]

 

(14h30, GA) MR. NOBODY CONTRA PUTIN de David Borenstein e Pavel Talankin _ sessão para escolas (3.º ciclo e secundário) _ apresentado por José Vieira Mendes (crítico de cinema) [5]

 

(21h00, TNF) CLUB MAKUMBA – Zombie de Jacques Tourneur – cine-concerto [1]

 

(22h30, TNF) A MULHER MACACO de Marco Ferreri [3]

 

15 de Outubro (quinta-feira)

(10h00, Escola Superior Artística do Porto) A NOSSA TERRA, O NOSSO ALTAR + masterclasse de André Guiomar [4] / [5]

(15h30, café-concerto) mesa Educação para o Cinema [5] / [6]

 

 

(18h30, PA) Miroirs No. 3 de Christian Petzold [2]

 

(21h45, PA) KU HANDZA de André Guiomar + GRITO de Luís Costa _ apresentado pelos realizadores e por Samuel Silva (jornalista e programador) [4]

 

16 de Outubro (sexta-feira)

(10h00, ESAD) TERCEIRO TURNO de Mário Macedo + DEUS-E-MEIO de Margarida Assis + AOS DESASSEIS de Carlos Lobo , sessão com projecção das três curtas produzidas pela Olhar de Ulisses, com conversa dos realizadores com os alunos da ESAD [5]

 

(18h30, PA) O IMORAL de Pietro Germi [3]

(21h30, PA) SPRINGSTEEN: DELIVER ME FROM NOWHERE de Scott Cooper _ apresentado por Susana Bessa (crítica de cinema) [2]

(23h59, PA) LARANJA MECÂNICA de Stanley Kubrick [2]

 

17 de Outubro (sábado)

(11h00, GA) MÍNIMOS E MONSTROS de Pierre Coffin (versão portuguesa) [7]

(15h00, Sala de Ensaios) Oficina de Stop Motion [7]

 

(15h00, PA) AS VIRGENS SUICIDAS de Sofia Coppola_ apresentado por André Simão (músico e arquitecto) [2]

 

(17h00, PA) NÃO DESVIAR O OLHAR de Júlio Alves _ apresentado pelo realizador [1]

 

(18h30, café-concerto) mesa Anatomia da Crítica [6]

 

 

noite de ENCERRAMENTO

 

(21h45, GA) SAMUEL ÚRIA – História de um Proprietário Rural, de Yasujiro Ozu – cine-concerto [1]

 

(23h00, café-concerto) Zé Stark Cinema Ensemble (Jazz)  [6]

 

 

 

Secções Temáticas

[1] Cine-concertos e Sessões Especiais

[2] Paisagens Temáticas: Pais e Filhos (conflitos entre gerações)

[3] Histórias do Cinema: Os Autores da Comédia à Italiana

[4] Fantasia Lusitana: Olhar de Ulisses

[5] Cinema para Escolas

[6] Café Kiarostami (café-concerto)

[7] Sessões para Famílias

 

Bilheteira Sessões
Geral: 2 euros
Cartão pentágono: 1 euro
Entrada gratuita: estudantes, seniores, associados de cineclubes, pessoas com deficiência, Surdas e portadoras de atestado multiusos de incapacidade (+60%)

Bilheteira JP Simões / Samuel Úria
Geral: 6 euros
Cartão pentágono, estudantes, seniores, associados de cineclubes, pessoas com deficiência, Surdas e portadoras de atestado multiusos de incapacidade (+60%): 3 euros

Bilheteira Club Makumba / Teatro Narciso Ferreira 
Geral: 6 euros
Cartão pentágono, estudantes, seniores, associados de cineclubes, pessoas com deficiência, Surdas e portadoras de atestado multiusos de incapacidade (+60%): 3 euros

Bilheteira Sessões para Famílias
Geral: 2 euros
Cartão pentágono, estudantes, seniores, associados de cineclubes, pessoas com deficiência, Surdas e portadoras de atestado multiusos de incapacidade (+60%): 1 euro

Bilheteira Workshops Famílias
Adulto + Criança: 5 euros

Café Kiarostami (café-concerto): entrada livre

 

toda a informação em www.closeup.pt e www.casadasartes.org

Sem comentários: