sexta-feira, 18 de março de 2022

Poética da Palavra | Encontros de Teatro Capítulo 4 - QUEM MATOU O MEU PAI_ estreia, Leitura encenada de Luís Mestre | Casa das Artes de Famalicão.


Quem Matou o Meu Pai_ estreia

Leitura encenada de Luís Mestre

1 e 2 de Abril | 6.ª feira (10h30 e 15h30, para escolas) e sábado, 15h30 (público geral) | Pequeno Auditório

Teatro

Entrada: 4 euros. Estudante, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

M/14

Duração: 60 min

Édouard Louis regressa ao lugar onde nasceu para visitar o pai: uma cidade numa das regiões mais pobres de França. Na casa paterna, o que outrora foi um homem que exprimia a sua virilidade através da violência e que oprimia o filho inteligente e dócil, encontra um corpo com cinquenta e poucos anos, que mal consegue andar e respirar.

Quem Matou o Meu Pai é um relato comovente do reencontro entre o autor e o seu pai, da recordação de uma infância caracterizada pela dor e danificada pela pobreza, vergonha e homofobia, e a acusação ao poder político pelo abandono das classes baixas da sociedade.

Texto: Édouard Louis

Tradução: Luísa Benvinda Álvares

Direção e Leitura: Luís Mestre

Desenho de Luz e Espaço Cénico: Joana Oliveira

Fotografia, Vídeo e Espaço Cénico: Ana Joana Amorim
Operação de luz: Pedro Correia

Produção executiva: Patrícia do Vale

Coprodução: Casa das Artes de Famalicão, 23 Milhas, Teatro Diogo Bernardes, Centro Cultural Raiano, Teatro das Figuras, Centro de Arte de Ovar, Teatro Nova Europa

O Teatro Nova Europa é uma estrutura financiada pela Républica Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes FINANCIADA

 QUEM MATOU O MEU PAI it’s a Stage Reading by Luís Mestre with a text by Édouard Louis

Poética da Palavra | Encontros de Teatro Capítulo 4 - FABULAMÃE _ estreia, Encenação e Interpretação de Teresa Arcanjo, com Texto de Pedro Galiza | Casa das Artes de Famalicão.

 

FABULAMÃE _ estreia

Encenação e Interpretação de Teresa Arcanjo, com Texto de Pedro Galiza

1 e 2 de Abril | 6.ª feira e sábado, 21h30 | Grande Auditório

Teatro

Entrada: 4 euros. Estudante, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

M/14

Duração: 70 min

Presa, uma mãe reconstitui o caminho até aqui, até este sítio onde alternativa não tem a interpretar-se a si própria, dividindo-se em muitas, infinitas, para que melhor se possa compreender na sua magoada totalidade. Afiadamente consciente da história, tanto da biográfica, que a faz reflectir-se nas palavras de um pai que moldaram e moldam uma mundividência impiedosa, como também da História, onde eventos distantes, como o Cerco a Viena de 1683, se revelam talvez a raiz da dor presente.

"Filha dos dois lados”, esta mãe medita tanto com frieza teutónica como com lirismo turco, espectadora de si mesma, tão equidistante da angústia quanto do absurdo cómico, a ouvir contar a sua fábula como quem ouve música: no presente poético. Até que a música se cale e não sobre mais do que ela. Em silêncio.

Encenação e interpretação: Teresa Arcanjo
Texto e assistência de encenação: Pedro Galiza
Desenho de luz: Nuno Meira
Assistência e operação de luz: Célia Correia
Composição e interpretação musical: Indigo Quintet (Jorge Castro, Pedro Gonçalves de Oliveira, Pedro Teixeira, Ricardo Januário e Tiago Machado)
Operação de microfone: Sofia Fernandes
Figurinos: Anita Gonçalves
Design, fotografia e vídeo: Nuno Leites
Comunicação e produção executiva: Inês Simões Pereira
Apoio: CAMPUS Paulo Cunha e Silva
Produção: Grua Crua
Co-produção: Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão e FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica
Parceiro Institucional: República Portuguesa - Ministério da Cultura
Agradecimentos: Cassandra, CRL

“The conquest of a space that I want to have and occupy in the theater as a creator”, in the words of Teresa Arcanjo, that is the director and the protagonist of FABULAMAE

Poética da Palavra | Encontros de Teatro Capítulo 4 - Mesas-redondas ( Dramaturgia, Encenação, Teatro e Educação Artístico) | Casa das Artes de Famalicão.

Poética da Palavra | Encontros de Teatro

Capítulo 4 (Março e Abril de 2022)

Mesas-redondas (Café-concerto, 17h00, entrada livre)

2 de Abril - Mesa I: Dramaturgia, com coordenação de Luís Mestre (encenador e dramaturgo) e as presenças de Carlos Costa (dramaturgo e Diretor Artístico do Visões Úteis), Ivo Saraiva e Silva (cofundador da Companhia de Teatro SillySeason, encenador e dramaturgo) e Jorge Palinhos (escritor e dramaturgo).

6 de Abril - Mesa II: Encenação, com coordenação de João Castro (actor e encenador) e as presenças de Sílvia Pinto Ferreira (Atriz e Programadora Artística na Quarta Parede), Magda Henriques (Diretora Artística das Comédias do Minho) e Cristina Carvalhal (atriz e encenadora).

9 de Abril - Mesa III:  Teatro e Educação Artístico, com coordenação de Helena Machado e as presenças de Sílvia Correia (autora e responsável pelo projeto piloto do Curso Básico de Teatro), António Capelo (actor e diretor da ACE – Escola de Artes) e David Antunes (Diretor da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa).

Poética da Palavra | Encontros de Teatro Capítulo 4 - Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa, com criação, texto e Interpretação de Sara Barros Leitão | Casa das Artes de Famalicão.

 


Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa, com criação, texto e

Interpretação de Sara Barros Leitão

26 e 27 de Março | sábado 21h30, Domingo 17h30 | Grande Auditório

Teatro

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

M/12

Duração: 100 min

 Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa é o título roubado clandestinamente a um texto do livro “Novas Cartas Portuguesas”, e que dá o mote para este espectáculo. Partimos da criação do primeiro Sindicato do Serviço Doméstico em Portugal para contar a história, ainda pouco conhecida, pouco contada, pouco reconhecida, pouco valorizada, do trabalho das mulheres, do seu poder de organização, reivindicação e mudança. É a história das mulheres que limpam o mundo, das mulheres que cuidam do mundo, das mulheres que produzem, educam e preparam a força de trabalho. Esta é a história do trabalho invisível que põe o mundo a mexer.

Criação, texto e interpretação: Sara Barros Leitão
Assistência à criação: Susana Madeira
Cenografia e figurino: Nuno Carinhas
Desenho de luz: Cárin Geada
Desenho de som: José Prata
Montagem e operação de som: Mariana Guedelha
Montagem e operação de luz: Cárin Geada
Coordenação e acompanhamento da pesquisa: Mafalda Araújo
Tradução e legendagem para inglês: Amarante Abramovici
Direção de produção: Susana Ferreira
Concepção de maquinaria: António Quaresma
Execução costura: Ponto sem nó
Co-produtores: 23 Milhas, Fundação Centro Cultural de Belém, A Oficina, Cine-teatro Louletano, Teatro Académico Gil Vicente, Teatro do Noroeste - Centro Dramático de Viana, Teatro Municipal Baltazar Dias, Teatro Nacional São João, Teatro Viriato
Residência de co-produção: O Espaço do Tempo
Projecto financiado por: República Portuguesa e Direcção Geral das Artes

 “Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua patroa”, it’s a play written, staged and played by Sara Barros Leitão

Poética da Palavra | Encontros de Teatro Capítulo 4 - NINGUÉM, com António Campelo | Casa das Artes de Famalicão.


NINGUÉM,
com António Campelo

Com Texto e Direção de Zeferino Mota

23 de Março | 4.ª feira, 21h30 | Grande Auditório

Teatro

Entrada: 4 euros. Estudante, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

M/12

Duração: 60 min

 Com uma carreira de 45 anos de teatro, António Capelo estreia o seu primeiro monólogo no Auditório do Teatro do Bolhão, projecto artístico de que é um dos fundadores e directores. Para o autor Zeferino Mota, dramaturgo residente da companhia, Ninguém constrói-se articulando o percurso artístico de António Capelo com múltiplas vozes autobiográficas de actores que, ao longo dos últimos 200 anos, nos falam das suas inquietações, do modo como olham e são olhados e mesmo dos incontornáveis estereótipos da profissão, como o estatuto marginal, a intensidade ou a imagem boémia. À semelhança “de quem vive e canta no mau tempo”, o espectáculo estrutura-se como uma confissão que celebra o teatro em tempos conturbados, mas também a sua memória encantada, os seus traços de identidade, a sua força de resistência numa sociedade em que todos têm direito a ser Alguém.

Ninguém conta com a participação de uma equipa criativa de referência que, integral ou parcialmente, se vem reencontrando nos projectos da companhia ao longo da última década – Cátia Barros na Cenografia e Figurinos, Luís Troufa na Imagem e Mário Bessa no desenho de Luz. A banda sonora de Ninguém é da autoria do renomado músico brasileiro Andre Abujamra, cantor, compositor e maestro que está nomeado para o Grammy Latino 2021 como Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa, com o trabalho Emidoinã – Alma de Fogo.

Texto e Direção: Zeferino Mota
Assistência de Direção: Jessica Duncalf
Apoio à Direção: Pedro Aparício
Música: André Abujamra
Luz: Mário Bessa
Cenografia e Figurinos: Cátia Barros
Imagem: Luís Troufa
Produção: Teatro Bolhão

“Ninguém” it’s António Capelo's first monologue, with a career of over 45 years, that questions, through his personal life, what it means to be an actor.

Poética da Palavra | Encontros de Teatro Capítulo 4 | Casa das Artes de Famalicão.

 Poética da Palavra | Encontros de Teatro

Capítulo 4 (Março e Abril de 2022)

Estes encontros de teatro têm como base aglutinadora - o texto, a palavra, a voz, o trabalho de ator, elementos fundamentais da ação teatral, do teatro. Queremos evidenciar este universo de elementos cúmplices, aquilo que entendemos como a essência, a ontologia, do teatro. Pretendemos destacar a interpretação, a relação entre técnica, sentimento íntimo e subjetivo de convicção criadora e a consolidação da personagem, como um processo indissociável de um exigente trabalho pessoal, que é físico e de estudo profundo e inesgotável.

No fim de cada noite de apresentação, teremos uma conversa com os atores que protagonizam cada projeto teatral, no sentido de podermos conhecer o trabalho, concreto, sobre o texto, a palavra e a sua relação com o corpo (que lhe dá voz), e o processo de construção de cada personagem.

 A Poética da Palavra propõe ainda três mesas-redondas, sobre Encenação, Dramaturgia e Ensino Artístico, e um Ensaio Aberto, como ações estratégicas de Mediação.



 Programa

 23 de Março

Espetáculo "Ninguém", de António Capelo / Teatro do Bolhão

Primeiro monólogo de António Capelo, com mais de 45 anos de carreira, questiona sobre o que é ser ator, através da sua vida pessoal.

26 e 27 de Março

"Monólogo de uma mulher chamada Maria com a sua Patroa", de Sara Barros Leitão / Cassandra

É uma criação original, escrita, encenada e interpretada por Sara Barros Leitão a partir de um processo de investigação sobre o Serviço Doméstico em Portugal.

1 e 2 de Abril

Estreia: Leitura Encenada "Quem matou o meu Pai", de Édouard Louis" / Teatro Nova Europa

Texto de Edouard Louis, com um relato do reencontro possível entre pai e filho, sob o pano de um cenário de poder político responsável por condenar a uma morte precoce as classes mais baixas da sociedade.

1 e 2 de Abril

Estreia:  "FábulaMãe", de Teresa Arcanjo / Grua Crua

 “A conquista de um espaço que quero ter e ocupar no teatro enquanto criadora”, nas palavras da encenadora e atriz do projeto, Teresa Arcanjo.

8 de Abril

"Língua de Cão e Litania” por Pedro Frias / Assédio Teatro

Partindo da situação criada pelo primeiro confinamento, em 2020, as ruas desertas e o silêncio ensurdecedor das ruas desertas, Francisco Luís Parreira propõe-nos uma reflexão acerca do homem na sua posição terminal.

9 de Abril

"Um Fio de Jogo" / Narrativensaio-AC

“Um Fio de jogo” é um monólogo com texto de Carlos Tê, que versa sobre o fenómeno do futebol, os seus pequenos mitos que ajudaram à sua implantação planetária como desporto de massas que extravasa a própria condição desportiva.

Mesas-redondas (Café-concerto, 17h00, entrada livre)

2 de Abril - Mesa I: Dramaturgia, com coordenação de Luís Mestre (encenador e dramaturgo) e as presenças de Carlos Costa (dramaturgo e Diretor Artístico do Visões Úteis), Ivo Saraiva e Silva (cofundador da Companhia de Teatro SillySeason, encenador e dramaturgo) e Jorge Palinhos (escritor e dramaturgo)

 6 de Abril - Mesa II: Encenação, com coordenação de João Castro (actor e encenador) e as presenças de Sílvia Pinto Ferreira (Atriz e Programadora Artística na Quarta Parede), Magda Henriques (Diretora Artística das Comédias do Minho) e Cristina Carvalhal (atriz e encenadora)

 9 de Abril - Mesa III:  Teatro e Educação Artístico, com coordenação de Helena Machado e as presenças de Sílvia Correia (autora e responsável pelo projeto piloto do Curso Básico de Teatro), António Capelo (actor e diretor da ACE – Escola de Artes) e David Antunes (Diretor da Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa)

Cinema | Casa das Artes de Famalicão

THE BATMAN

19 de Março, 15h00/21h30, Grande Auditório

Primeiro filme do mais recente reboot das aventuras cinematográficas de Batman, desta vez com Robert Pattinson como protagonista.

Não há muito mais que se possa dizer sobre o regresso da famosa personagem da DC Comics aos cinemas, a não ser que, em 2022, espera-nos uma nova realização e um novo elenco. Conhecido pelo seu trabalho em Planeta dos Macacos, Matt Reeves estreia-se agora na direção de 2022 de The Batman, em que Robert Pattinson recebe o papel principal e contracena com Zoë Kravitz, Paul Dano e Colin Farrell.




Título original: The Batman (EUA, 2022)

Realização: Matt Reeves

Interpretação: Robert Pattinson, Zoë Kravitz, Paul Dano, Colin Farrell, John Turturro, Peter Sarsgaard.

 

The Batman is an upcoming American superhero film based on the DC Comics character Batman.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

Triplo | Casa das Artes de Famalicão.


Triplo

Uma produção Kale Companhia de Dança em coprodução com CCN Malandain Ballet Biarritz, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, Teatro Diogo Bernardes de Ponte de Lima, Auditório Carlos do Carmo de Lagoa e CineTeatro Alba, Albergaria-a-Velha
Dança

18 de Março | sexta-feira| 21h30| Grande Auditório.

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/14

Duração: 60 m

TRIPLO é a nova criação da KALE Companhia de Dança para 2022. Desde 2018 a KALE integra o projeto de cooperação transfronteiriço REGARDS CROISÉS (Malandain Ballet Biarritz), convidando três coreógrafos de cada país representado - França, Espanha, Portugal - a desenvolver uma criação original para os intérpretes da companhia.

Seguindo o espírito de partilha de linguagens transfronteiriças do certame, a Kale Companhia de Dança propõe em 2022 a criação de espetáculo em formato triplo sob a visão de três coreógrafos de diferentes estéticas: Daniela Cruz (PT), criadora em expansão no âmbito da dança contemporânea em Portugal, Hamid Ben Mahi (FR) com uma nova visão francesa sobre o hip hop contemporâneo e a transdisciplinaridade artística de Igor Calonge (ES).

A Kale propõe-se ser o veículo criativo de um espetáculo que junta em palco bailarinos jovens em diferentes estádios da sua carreira profissional, com coreógrafos também eles em diferentes etapas da sua carreira artística com a sua assinatura e visão própria e única da linguagem da dança contemporânea.

Ficha Artística

Coreografias:  Daniela Cruz (PT), Hamid Ben Mahi (FR), Igor Calonge (ES)

Interpretação: Mariana Malojo, Filipa Prata, Denise Sá, Mafalda Cardoso, Luis Claro, Michal Wilk, Isabela Rochael

Desenho de luz: Joaquim Madaíl

Ensaiadoras: Sara Moreira, Inês Negrão, Isabel Ariel

Sonoplastia:  Nuno Preto, Domingos Alves

Figurinos: Patrícia Costa

Produção executiva: Maria Miguel Coelho

 

KALE Cooperativa Cultural, Crl | Kale Companhia de Dança | Armazém 22

Direção Artística: Joana Castro

Planeamento Estratégico: Daniela Tomaz

Direção de Produção:  Maria Miguel Coelho

Direção de Comunicação: Joana de Belém

Design Gráfico: José Pereira

Direção Técnica: Joaquim Madaíl

Técnico de Palco: Domingos Sousa

Assistente Produção: Mayra Paolinelli

A Kale Companhia de Dança é uma estrutura cofinanciada pela Direção Geral das Artes para o triénio 2020-2022.

 

Triplo it’s the new creation by KALE, dance company

NEEV | Casa das Artes de Famalicão.

NEEV

Música

12 de Março | Sábado | 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 8 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 4 Euros

M/6

Duração: 75 min

Compositor, multi-instrumentista, interprete e escritor, NEEV é, aos 26 anos, um dos artistas portugueses com maior exposição internacional. Prova disso são os mais de 250 milhões de streamings no Spotify e no Youtube.

“Breathe”, canção que interpretou e compôs em parceria com os SEEB, atingiu o 28.o lugar do top da Billboard, onde se manteve durante 10 semanas, recebendo galardões de multiplatina e ouro em vários territórios da Europa e Estados Unidos da América.

Participou no Festival da Canção 2021, com a canção “Dancing in the Stars” que o levou à final e onde foi o mais votado pelo público, numa edição em que o Festival da Canção bateu o recorde de participações no voto por telefone.

Em 2022 NEEV vai fazer da estrada o seu caminho, com um espetáculo diferente e um disco novo previsto para os últimos meses do ano.

A Concert with NEEV, a Composer, multi-instrumentalist and writer

Fado no Café da Casa - Março | Casa das Arte de Famalicão.

Fado no Café da Casa

Musica/ Fado

10 de Março| quinta-feira | 21h30| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 80 min

Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a ACAFADO – Associação Cultural & Artística Famalicão Fado.

1ª parte–  Sara Sousa

2ª parte – Diogo Aranha

Guitarra Portuguesa – João Martins

Viola de Fado – João Araújo

Viola baixo – Filipe Fernandes

Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes irá celebrá-lo-á mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores. No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO.

A night with Fado in Café-concerto

CINEMA - CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão Episódio 6.2 – 10 e 12 de Março | Casa das Artes de Famalicão.

 


CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão

Episódio 6.2 – 10 e 12 de Março

Na segunda réplica do sexto episódio (mais em www.closeup.pt), voltarmos a juntar a Comunidade Cinema, com propostas para escolas e para o público geral:

(1) Um dos mais amados filmes de Chaplin – A Quimera do Ouro, e a fábula Pinóquio nas mãos do italiano Matteo Garrone com um Geppetto interpretado por Roberto Begnini, são as propostas para o público escolar;

(2) Ainda as comunidades, uma tarde de sábado em dose dupla: primeiro com o bairro piscatório de La Pointe Courte,  Agnès Varda no arranque da filmografia e do movimento Nouvelle Vague, no feliz encontro dos actores Philippe Noiret e Silvia Monfort, precedido pelas memórias e pela paisagem do estaleiro de São Jacinto, na curta Now (Post Mortem), apresentada em estreia por Fernando José Pereira;  a viagem de um cineasta russo-americano pelos lugares e pelas comunidades da cidade de Milwaukee (EUA), em Liberdade.

 

10.Mar – (10h00, GA) – A QUIMERA DO OURO de Charlie Chaplin (para escolas, 1.º e 2.º ciclo)

A Quimera do Ouro foi para Chaplin o "filme pelo qual gostaria de ser recordado". É uma das suas maiores comédias e também um dos cem melhores filmes americanos, segundo o American Film Institute. Neste filme, o "Vagabundo" vai à procura de fortuna no Yukon e atravessa momentos difíceis que transforma, como sempre, em episódios de humor. Filmado parcialmente em Sierra Nevada, apresenta algumas sequências inesquecíveis, como a dança dos pães e a refeição de couro de sapato cozido.

Título original: The Gold Rush (EUA, 1925, 95 min.)
Realização: Charlie Chaplin
Interpretação: Charles Chaplin, Georgia Hale, Henry Bergman, Mack Swain, Tom Murray
Classificação: M/6

Cinema screenings for schools: The Gold Rush is a 1925 American film directed by Charlie Chaplin, who drew inspiration from photographs of the Klondike Gold Rush.  In 1992, the film was selected for preservation in the United States National Film Registry by the Library of Congress as being "culturally, historically, or aesthetically significant".

 

10.Mar – (14h30, GA) – Pinóquio de Matteo Garrone (para escolas, 3.º ciclo e secundário)

Gepetto, um velho marceneiro sem filhos, esculpe um boneco de madeira a que dá o nome de Pinóquio. O boneco, que subitamente ganha vida, tem uma personalidade doce mas muito marota, que o faz estar constantemente em fuga e metido em sarilhos. Para seu desgosto e azar, sempre que mente, o nariz de Pinóquio cresce, o que, naturalmente, lhe traz grandes transtornos e algumas humilhações. Apesar da orientação da Fada Madrinha, que lhe tenta incutir algum discernimento, e do amor incondicional de Gepetto, o espírito curioso do bonequinho fá-lo embarcar nas perigosas aventuras que serão aqui contadas. O italiano Matteo Garrone ("Dogman", "Gomorra") realiza esta adaptação ao cinema do famoso conto de Carlo Collodi (1826-1890), desta vez em acção real, sobre um pequeno boneco de madeira que ganha vida e sonha tornar-se um menino de verdade.

Título original: Pinocchio (Itália, 2019, 120 min.)
Realização: Matteo Garrone
Interpretação: Roberto Benigni, Rocco Papaleo, Massimo Ceccherini, Federico Ielapi
Classificação: M/12

Cinema screenings for schools: Pinocchio is a 2019 film, directed by Matteo Garrone, based on the 1883 book The Adventures of Pinocchio by Italian author Carlo Collodi. The film stars child actor Federico Ielapi as the title character and Roberto Benigni as Geppetto.

 

 

12.Mar – 15h00 (PA) – La Pointe Courte de Agnès Varda + Now (Post Mortem) de Fernando José Pereira e Rui Manuel Vieira. Sessão com introdução de Fernando José Pereira e Joana Canas Marques (programadora de cinema)

La Pointe Courte

A conturbada relação de um casal (interpretados por Philippe Noiret e Silvia Monfort) e o conflito entre pescadores e autoridades. Duas histórias diferentes, sem relação entre si, que se interligam no bairro piscatório de Pointe Courte. É o filme de estreia da cineasta Agnès Varda e segundo o historiador de cinema Georges Sadoul, é a obra que marca o arranque do movimento Nouvelle Vague.

Título original: La Pointe Courte  (França, 1954, 75 min)
Realização: Agnès Varda
Interpretação: Philippe Noiret, Silvia Monfort e os habitantes de Pointe Courte
Classificação: M/12

Now (Post Mortem)

Uma simples notícia, um pretexto: os estaleiros de São Jacinto, ou o que resta deles, irão ser transformados num condomínio de luxo. Com aprovação camarária e tudo.

Título original: Now (Post Mortem) (Portugal, 2020, 35 min)
Classificação: M/12

La Pointe Courte is a 1955 French film directed by Agnès Varda. This feature film was Varda's debut. It has been cited by many critics as a forerunner of the French New Wave, with historian Georges Sadoul calling it "truly the first film of the nouvelle vague”.

 

12.Mar – 17h30 (PA) – LIBERDADE de Kirill Mikhanovsky

Vic, um jovem norte-americano de origem russa, tem um trabalho árduo: transportar pessoas com diversos tipos de deficiência. Com a sua carrinha, percorre a cidade de Milwaukee (EUA), levando e trazendo quem depende dele para se movimentar. Contudo, gerir tantas personalidades, contextos e incapacidades é uma tarefa tão exigente que, muitas vezes, o faz querer desistir.  Uma comédia semi-improvisada com assinatura do russo-americano Kirill Mikhanovsky ("Sonhos de Peixe", "Dubrovskiy"), que tem por base situações vividas na própria juventude, num dos seus primeiros empregos.

Título original: Give Me Liberty (EUA, 2019, 110 min.)
Realização: Kirill Mikhanovsky
Interpretação: Lauren 'Lolo' Spencer, Chris Galust, Maxim Stoyanov, Darya Ekamasova
Classificação: M/12

Give Me Liberty is a American film directed by Kirill Mikhanovsky. The film had its premiere on the opening night of the Sundance Film Festival on 2019 and follows medical transport driver Vic as he shuttles his Russian grandfather and émigré friends to a funeral.

 

 

Bilheteira Sessões
Geral: 2 euros
Cartão quadrilátero: 1 euro
Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

Samsara + Três Dias Sem Deus | Casa das Artes de Famalicão.

 Samsara + Três Dias Sem Deus

Cruzamento Artístico / Cinema
(uma programação da Casa das Artes de Famalicão e do Cineclube de Joane)

5 de Março | Sábado | 17h30| Pequeno Auditório

Entrada livre até à lotação da sala

M/6

Duração: 75 min

 Samsara

A partir do imaginário sugerido pela pintura "A Vida" (1899-1901) de António Carneiro, Samsara explora as dimensões humanas do ciclo de vida e renascimento, conceito de fluxo contínuo, num edificar comum de sentido de Humanidade. Um projecto de cruzamento artístico apoiado pelo programa Garantir Cultura.

Ficha técnica
Composição musical e interpretação: Filipe Miranda
Vídeo e imagem: Miguel F e Mário J. Negrão
Sound design: José Ferreira
Produção: Lisete Santos

 Três Dias Sem Deus

de Bárbara Virgínia (1946, 26 min)

O filme retrata a chegada de uma jovem professora primária, Lídia, a uma aldeia no interior de Portugal.

Realizado por Bárbara Virgínia, então com apenas 22 anos e acumulando o papel principal e a escrita do argumento, o filme esteve presente na primeira edição do Festival de Cannes em representação de Portugal. Dos 102 minutos da duração original resistiram apenas 26 minutos da banda de imagem, correspondentes a um fragmento contínuo do filme, que foram alvo de um restauro digital realizado pela Cinemateca.

Sessão com apresentação de Ricardo Vieira Lisboa, programador e crítico de cinema

 

A session with Samsara, an artistic intersection, and a fragment of the film by Barbara Virginia, Três Dias Sem Deus.

Moullinex | Casa das Artes de Famalicão.

 Moullinex

Música

5 de Março | Sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 8 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 4 Euros

M/6

Duração: 75 min

Moullinex é o alter ego do produtor português, DJ e multi-instrumentista Luís Clara Gomes. Da ciência à arte, da espontaneidade ao formalismo, do orgânico ao artificial, do isolamento à comunidade, Moullinex prospera em interseções.

Depois de “Flora” (2012), “Elsewhere” (2015) e “Hypersex” (2017), o novo álbum “Requiem for Empathy” (2021) vem confirmar a sua enorme versatilidade e subtileza como produtor multifacetado. Este novo trabalho transmite-nos uma fase de recomeço seguindo linhas mais electrónicas, longe da instrumentação tradicional, evidenciando um estado emocional mais vulnerável. “Requiem for Empathy” conta ainda com as mais especiais colaborações. GPU Panic, Ekstra Bonus, Sara Tavares, Selma Uamusse e Afonso Cabral são os convidados que, juntamente com Moullinex, redefinem a cena musical de Lisboa, ao se conectarem com múltiplas expressões culturais, onde a capital portuguesa é naturalmente o seu ponto de encontro.

Moullinex is the alter ego of the Portuguese producer, DJ, and multi-instrumentalist Luís Clara Gomes