terça-feira, 18 de janeiro de 2022

HIENA | Casa das Artes de Famalicão.


Hiena

Uma coprodução da Fértil Cultural com a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, o Teatro Diogo Bernardes e o Teatro Municipal da Guarda

Teatro

20, 21 e 22 de janeiro | quinta-feira, sexta-feira sábado| 21h30| Grande Auditório.

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/14

Duração: 60 m

Uma mulher encontra-se em falência depois de uma vida de luxúria e a sua única

companhia é o desespero, que não consegue controlar. É neste momento conturbado

que ouve a notícia de uma catástrofe. Com esta notícia, começa a maquinar todo um

processo de caridade que, segundo as suas contas, irá permitir lucrar o suficiente para

sair da bancarrota. Hiena é um animal incrível pela sua capacidade de sobrevivência.

O seu sistema digestivo tem uma grande capacidade para a ingestão de alimentos

difíceis, como os ossos.

 

Ficha Artística

Encenação e música: Rui Leitão

Texto: Regina Guimarães

Interpretação: Neusa Fangueiro

Cenografia: Sandra Neves

Figurinos: Filipa Carolina

Desenho de Luz: Paulo Neto

Movimento e Corporalidade: Isabel Costa

Produção Executiva: Ana de Sousa Vieira

Técnico de Luz e Som: César Cardoso

Costureira: Mónica Melo

Construção: André Santos

Apoio à construção: Pascal Bertrand

Fotografia: Duarte Costa
A Fértil Cultural é uma estrutura financiada pela DGArtes

Hiena is a play by Fértil that questions the altruistic acts in a woman's actions

Rodrigo Leão: A Estranha Beleza da Vida | Casa das Artes de Famalicão .


Rodrigo Leão: A Estranha Beleza da Vida

Com a participação especial do Coro da Arteduca

Música

15 de Janeiro | Sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 20 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 10 Euros

M/6

Duração: 75 min

“A Estranha Beleza da Vida” começou a tomar forma no final do ano. “Comecei a pensar neste trabalho em Outubro de 2020, o mês em que regressei a Lisboa depois de meses de confinamento no meio do campo. Senti diferença logo nos primeiros temas, algo mais positivo, mais feliz, diferente dos ambientes do disco anterior. Alguns remetiam-me para uma época algo distante da que vivemos agora. Talvez não fosse por acaso e até resultasse de uma tentativa inconsciente de esquecer o presente…” (Rodrigo Leão)

Este espetáculo, em que Rodrigo Leão se apresenta como Rodrigo Leão cinema project, reune repertório dos três discos editados em 2020 e 2021 (O Método, Avis 2020 e A Estranha Beleza da Vida), assim como uma seleção de temas clássicos do compositor. É, por isso, bastante eclético, com uma grande abrangência de estilos musicais que vão do neoclássico à valsa.

Em palco, Rodrigo Leão (sintetizador e piano e coros) é acompanhado pela sua banda habitual: Ângela Silva (voz, sintetizador e metalofone), Viviena Tupikova (Voz, violino e piano), Carlos Tony Gomes (violoncelo) e João Eleutério (guitarra, baixo, sintetizador, percussão, harmónio indiano e coros). Juntar-se-á à banda Coro da Arteduca interpretando, entre outras, as partes corais gravadas no álbum O Método.

São ainda de realçar as imagens projetadas em vídeo no palco da autoria de Gonçalo Santos que integram desenhos da autoria do próprio Rodrigo Leão. O projeto e o desenho de iluminação foram concebidos por Miguel Ramos e Nuno Salsinha que garantem também a operação deste espetáculo ao vivo. A esta equipa junta-se Frederico Gracias, responsável pela sonorização do espetáculo ao vivo.

Cinema Project joins live the latest three record of Rodrigo Leão

 

4

 

Hiena

Uma coprodução da Fértil Cultural com a Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, o Teatro Diogo Bernardes e o Teatro Municipal da Guarda

Teatro

20, 21 e 22 de janeiro | quinta-feira, sexta-feira sábado| 21h30| Grande Auditório.

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

M/14

Duração: 60 m

 

Uma mulher encontra-se em falência depois de uma vida de luxúria e a sua única

companhia é o desespero, que não consegue controlar. É neste momento conturbado

que ouve a notícia de uma catástrofe. Com esta notícia, começa a maquinar todo um

processo de caridade que, segundo as suas contas, irá permitir lucrar o suficiente para

sair da bancarrota. Hiena é um animal incrível pela sua capacidade de sobrevivência.

O seu sistema digestivo tem uma grande capacidade para a ingestão de alimentos

difíceis, como os ossos.

 

Ficha Artística

Encenação e música: Rui Leitão

Texto: Regina Guimarães

Interpretação: Neusa Fangueiro

Cenografia: Sandra Neves

Figurinos: Filipa Carolina

Desenho de Luz: Paulo Neto

Movimento e Corporalidade: Isabel Costa

Produção Executiva: Ana de Sousa Vieira

Técnico de Luz e Som: César Cardoso

Costureira: Mónica Melo

Construção: André Santos

Apoio à construção: Pascal Bertrand

Fotografia: Duarte Costa
A Fértil Cultural é uma estrutura financiada pela DGArtes

 

 

Hiena is a play by Fértil that questions the altruistic acts in a woman's actions

Fado no Café da Casa | Janeiro - Casa das Artes de Famalicão.


Fado no Café da Casa

Musica/ Fado

13 de Janeiro| quinta-feira | 21h30| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 80 min

Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a ACAFADO – Associação Cultural & Artística Famalicão Fado.

1ª parte–  Matilde Cardona

2ª parte – Luísa Vilas Boas

Guitarra Portuguesa – João Martins

Viola de Fado – João Araújo

Viola baixo – Filipe Fernandes

Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes irá celebrá-lo-á mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores. No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO.

A night with Fado in Café-concerto

 

terça-feira, 23 de novembro de 2021

Encanto - filme| Casa das Artes de Famalicão.


Encanto (versão portuguesa)

18 de Dezembro, 10h30/15h00/18h00, Pequeno Auditório

A história de uma família extraordinária, os Madrigais, que vivem escondidos numa casa mágica nas montanhas da Colômbia, numa cidade vibrante e maravilhosa chamada Encanto. A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, de superforça ao poder de curar - todas, exceto uma, Mirabel. Quando Mirabel descobre que a magia em torno do Encanto está em perigo, decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser apenas a última esperança da sua família excepcional. Uma produção dos estúdios da Disney.

Título Original: Encanto (EUA, Colombia / 2021 / 100 min)
Realização: Byron Howard, Jared Bush, Charise Castro Smith
Classificação: M/6

RUI VELOSO TRIO | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.


RUI VELOSO TRIO

Música

17 e 18 de Dezembro | Sexta-feira e Sábado| 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 20 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 10 Euros

M/6

Duração: 90 m

Cantor, compositor e guitarrista, Rui Veloso deixou-se encantar pelo mundo da música aos 6 anos, altura em que aprendeu a tocar harmónica. Mais tarde, influenciado pelos seus ídolos BB King e Eric Clapton, edita o seu primeiro álbum que o viria a projetar no panorama musical. Ar de Rock, que completa este ano 40 anos, foi um êxito estrondoso e Chico Fininho ficaria para sempre como um dos maiores sucessos do artista e do letrista Carlos Tê. Mas hoje os sucessos somam-se num longo repertório como Porto Sentido, Não há estrelas no céu, A Paixão (Segundo Nicolau da Viola), Porto Côvo, entre muitos outros, atualmente referências da música popular portuguesa.

Atelier Baú dos Segredos | Classe A - O Beco e Classe B - Ensaio Sobre a Empatia | Casa das Artes de Famalicão - 20 anos.

 



Ensaio Sobre a Empatia

Baú dos Segredos|Classe B

13 e 14 de Dezembro| segunda e terça-feira | 21h30| Pequeno Auditório

Teatro

Entrada: 3 euros e Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 1.5 Euros

M/6

Duração: 45 min

sinopse

A empatia envolve três componentes: afetivo, cognitivo e reguladores de emoções. O componente afetivo baseia-se em compartilhar, e na compreensão de estados emocionais de outros. O componente cognitivo refere-se à capacidade de deliberar sobre os estados mentais de outras pessoas. "

Um ensaio sobre a dificuldade e o caminho a percorrer, para que a empatia possa existir, mesmo quando os seus três componentes teimam em faltar.

ficha técnica

Dramaturgia: Mafalda Soares

Texto: Ana J. Regueiras e Mafalda Soares

Interpretação: Alunos da Classe B do Baú dos Segredos

Encenação: Alunos da Classe B do Baú dos Segredos com supervisão de Ana J. Regueiras

Desenho de Luz: João Regueiras e Ana Regueiras

Figurinos e Caracterização: Cármen Regueiras

Produção: João Regueiras e Casa das Artes de Famalicão


O Beco

Baú dos Segredos|Classe A

15 e 16 de Dezembro| quarta e quinta-feira | 21h30| Pequeno Auditório

Teatro

Entrada: 3 euros e Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 1.5 Euros

M/6

Duração: 60 min

sinopse

Uma cidade idêntica a muitas outras cidades. Um beco mal-afamado onde o lixo se amontoa, por aqui e por ali…e putos. O Bando! Gente pequena arrancada aos sonhos, pelas agruras da vida. Miúdos da rua que, na falta da família, se juntam no bando, alimentados por uma miséria imensa e a esperança que um dia tudo mude. Os sonhos já são poucos e é difícil sonhar quando não se acredita… Mas, apesar do frio que corta as noites e da fome, há anjos que teimam em pintar o mundo de amor, que florescem, mesmo no meio do lixo!

ficha técnica

Dramaturgia: João Regueiras

Cenografia: Ana J. Regueiras e João Regueiras

Interpretação: Alunos da Classe A do Baú dos Segredos

Encenação: João Regueiras, Ana J. Regueiras

Assistência de Encenação: Marta Guimarães

Direção Musical: Rui Mesquita

Desenho de Luz: João Regueiras, Ana Regueiras

Figurinos e Caracterização: Cármen Regueiras

Produção: João Regueiras e Casa das Artes de Famalicão

sexta-feira, 12 de novembro de 2021

A Última Refeição de António Cabrita Encenação de António Pires e Interpretação de Maria João Luís - coprodução | Casa das Artes de Famalicão


A Última Refeição
de António Cabrita

Encenação de António Pires e Interpretação de Maria João Luís

Coprodução: Teatro da Terra, Casa das Artes de Vila Nova Famalicão, Teatro Municipal de Bragança e São Luiz Teatro Municipal

9, 10 e 11 de dezembro | Quinta-feira, Sexta-feira e Sábado | 21h30 | Grande Auditório

Teatro

M/12

Duração: 75 min

Entrada: 8 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 4 Euros

Helena dispõe os ingredientes sobre a banca e deita mãos à obra: preparar uma última refeição para Bert. Escolheu fazer-lhe frango na púcara com temperos à Mãe Coragem. Assim começa este monólogo interpretado por Maria João Luís, escrito por António Cabrita e encenado por António Pires.

Enquanto cozinha, Helena vai discorrendo sobre a sua vida com Bert: as grandes alegrias por partilharem de um transcendente sonho teatral e por se confiarem incondicionalmente no palco, numa sintonia que os levou ao êxito, e por outro lado o sofrimento com as traições conjugais, o carácter de pinga-amor do Brecht e a sua noção alargada de "família"; a dureza da vida no exílio; o difícil regresso a Berlim e o seu papel de "mãe" para manter Bert no equilíbrio propício às suas necessidades criativas.

Bert já está no caixão, mas ela ficou de responder à morte na manhã seguinte, para o substituir ou não, enquanto nesse caso, a Morte o ressuscitaria. Em desespero, resolveu fazer o prato que Bert mais gostava e que considerava digno de ressuscitar um morto - talvez assim ela não precise de se sacrificar, pensa.

 

Ficha técnica e artística

Texto: António Cabrita
Encenação: António Pires
Interpretação: Maria João Luís
Cenografia: José Manuel Castanheira
Composição e Direção musical: João Lucas
Desenho de luz: Pedro Domingos

Coprodução: Teatro da Terra, Casa das Artes de Vila Nova Famalicão, Teatro Municipal de Bragança e São Luiz Teatro Municipal

O Cábula e o Rouxinol – Ópera Infantil em estreia | Casa das Artes de Famalicão.


O Cábula e o Rouxinol – Ópera Infantil em estreia

Uma Coprodução MPMP Património Musical Vivo e Casa das Artes de Famalicão
3 de Dezembro | sexta-feira | para Escolas| 10h30 e 14h30

4 de Dezembro | sábado | para Famílias| 10h30 e 16h30

5 de Dezembro  domingo | para Famílias| 16h30

Entrada: 4 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 2 Euros

Ópera Infantil

M/6

Duração: 60 min

 Sinopse

Escrita em 1959, O cábula é considerada a primeira ópera infantil portuguesa. Composta por Fernando Corrêa de Oliveira, compositor portuense de quem se celebra o centenário do nascimento, serve de mote à sua reapresentação e gravação, a que se junta a estreia absoluta d’O rouxinol de Sérgio Azevedo, mini-ópera (ou “ópera de bolso”) escrita sobre o conto O rouxinol e o imperador da China de Hans Christian Andersen, e também especificamente pensada para ser não só apreciada como interpretada por crianças. Por isso, alunos da ARTAVE reúnem-se sob a batuta de Jan Wierzba, numa grande festa de primeiras descobertas. Para muitos, será esta a primeira incursão no mundo da ópera!

 Programa

O cábula (1959)

Fernando Corrêa de Oliveira, música e libreto

 O rouxinol (2021, estreia absoluta)

Sérgio Azevedo, música

sobre conto de Hans Christian Andersen

 

 Ficha Técnica

 Beatriz Maia, soprano

João Pedro Azevedo, contratenor

Alunos do Coro CCM

K2 Companhia de Dança / Ginasiano Escola de Dança, bailarinos

Coro e Orquestra Sinfónica da ARTAVE

Luís Machado, direção musical

 Mário João Alves, encenação

Leonor Carneiro, coreografia

Patrícia Costa, cenografia, figurinos e adereços

 Duarte Pereira Martins, produção

Luís Salgueiro, musicografia

 Coprodução: MPMP Património Musical Vivo, Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

 Apoios: Ministério da Cultura / Direção-geral das Artes, ARTAVE, Ginasiano Escola de Dança

 O Cábula e o Rouxinol, an Opera for Children

EXPOSIÇÃO MANOEL DE OLIVEIRA, A COMUNIDADE | Casa das Artes de Famalicão.


TÍTULO: Foyer, de 7 de Outubro de 2021 (inauguração às 17h00) a 26 de Janeiro de 2022 Esta exposição propõe um percurso pelo cinema de Manoel de Oliveira, tendo por foco o modo como os seus filmes interrogam, de diferentes maneiras, a amplitude e os contornos da noção de comunidade. Declinando a questão a partir de distintos pontos de vista, a meio caminho entre a etnografia, a história, a sociologia, ou, ainda, a própria prática do fazer cinema (uma arte coletiva) e sondando os alicerces identitários, simbólicos, culturais que, ao longo de mais de oitenta anos, foram dando forma à comunidade nacional e moldando o seu imaginário, a obra do realizador foi sendo também um perspicaz barómetro crítico com o seu tempo. Organizada pela Casa do Cinema Manoel de Oliveira – Fundação de Serralves, com curadoria de António Preto, a exposição apresenta excertos de filmes e documentação pertencente ao Acervo do realizador, integralmente depositado em Serralves. A exposição que estará patente no foyer da Casa das Artes de Famalicão, de 7 de Outubro de 2021 a 26 de Janeiro de 2022, funciona como um prólogo para o episódio 6 do CLOSE-UP – Observatório de Cinema, dedicado ao mote da Comunidade, que decorrerá em vários espaços do Teatro Municipal, de 16 a 23 de Outubro. Anunciamos, também um programa educativo que incluirá: (1) uma formação para técnicos municipais e professores (6 horas) no dia 11 de Dezembro, das 10h às 13h e das 14h30 às 17h30; (2) uma oficina para famílias (16h00 às 18h00), com visita orientada à exposição para o público em geral (das 15h00 às 16h00), no dia 15 de Janeiro. Inscrições e informação para: casadasartes@famalicao.pt Curadoria: António Preto Produção: Casa do Cinema Manoel de Oliveira - Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, Porto An exhibition about the community in the work of Manoel de Oliveira

sexta-feira, 22 de outubro de 2021

Salvador Sobral: “bpm” | Casa das Artes de Famalicão 20 anos


Salvador Sobral: “bpm”

Música

27 de Novembro | Sábado | 21h30| Grande Auditório

Entrada: 15 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 7,50 Euros

M/6

Duração: 80 min

Salvador Sobral apresenta o seu mais recente álbum de estúdio. Com lançamento mundial a 28 de maio, “bpm” assinala a primeira vez que Salvador Sobral se aventura na edição de um disco composto inteiramente por originais de sua autoria, em parceria com Leo Aldrey, que assina também a produção do disco. “sangue do meu sangue”, o primeiro single extraído de um conjunto de 14 canções inéditas, já roda nas rádios e nas plataformas digitais.

«Tomo várias decisões nas diferentes áreas da vida durante as minhas insónias. Chamo-lhes IPs (insónias produtivas). O nome do álbum é fruto de uma IP. Numa reflexão sobre a música e a vida, chego à conclusão de que o elemento mais forte que as une são os bpm (batimentos por minuto). É o que nos dá vida, os batimentos do coração, e é o que dá pulso à música, o que a faz viver. Lembro-me sempre de quando estava no hospital: fazia vários eletrocardiogramas e, numa fase mais delicada, também havia um monitor que mostrava sempre os meus bpms. E isso, curiosamente,

transmitia-me uma sensação de familiaridade. Os bpms eram algo que eu conhecia bem da música. Assim foi, ficou ali decidido que o disco chamar-se-ia bpm. Já pude dormir em paz. Pelo menos nessa noite.»

Voz

Músicos:

Voz: Salvador Sobral

Contrabaixo: André Rosinha

Guitarra: André Santos

Bateria: Bruno Pedroso

Piano: Max Agnas

Desenho de iluminação Side Effects

Desenho de som Nelson Carvalho

Salvador Sobral with his latest album, bpm

CAPUCHINHO encenação de Paulo Lage | Casa das Artes de Famalicão 20 anos


Capuchinho

Teatro para bebés dos 6 meses aos 3 anos

27 de Novembro | Sábado| 11h00|15h00 |Pequeno Auditório

Entrada: 5 euros para adulto, com entrada livre para a criança

Duração: 25 m

O espectáculo "Capuchinho", com encenação de Paulo Lage, coreografia de Elsa Madeira, interpretação de Cheila Lima, Duarte Melo e Sofia Loureiro, cenografia de Ana Paula Rocha, figurinos de Mónica Cunha, Confeção de figurinos de Mestra Olga Amorim, adereços de Xana Capela, direção vocal de Silvia Filipe, Iluminação de Pedro Nabais, Som de Frederico Pereira e arranjos musicais de Carlos Garcia e Elmano Coelho, parte do conto de fadas “O Capuchinho Vermelho”, de Charles Perrault.

 “Mamã, avó, floresta, bolo.” A palavra dita, narrada a partir de um livro que se abre, sugere o poder transformador do cenário em imaginário. “Cuidado, lobo, perigoso.” A narradora-mãe adverte o desconhecido. E a Capuchinho-bailarina, em seu singular percurso, dança ao luar com o lobo mentiroso, na floresta que também é a casa da avó de boca tão grande que afinal era o lobo, que não era assim tão mau mas que tinha fome. O caçador ouve o grito e não mata, mas salva. A moral é apaziguadora.

Uma peça montada a partir de inesperados contrastes que servem para iluminar cada um dos seus elementos, personagens animadas, de carne e osso, e inanimadas, os objectos do cenário. A expressão corporal e a dança relevam o perfil da sonoridade da sílaba e da música. Quem consegue ficar indiferente ao maravilhoso Dueto de Gatos e à A Exaltação dos Animais?

A imagem, o movimento, o som e a palavra eximiamente sincronizados, num auto em que era uma vez uma história encantada, dramática e vivamente encantadora.

Jini Afonso

 “Capuchinho” is a babyhood program about good and evil

Bruno Gomes - Concerto de Piano | Casa das Artes de Famalicão 20 anos


Concerto de Piano

Bruno Gomes

Música

26 de Novembro | sexta-feira | 21h30 | Grande Auditório

Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

M/6

Duração: 80 min 

sinopse

Depois da peregrinação pela Suíça, à semelhança de um dos seus compositores favoritos, o Bruno regressa a Casa, às suas origens familiares e musicais em Famalicão para apresentar, ao piano, um programa eclético e abrangente. Da profundidade de uma sonata de Beethoven a um Scriabin que rompe fronteiras musicais, até um imponente Liszt e um irreverente Kapustin, o jovem pianista explora, neste concerto, todas as possibilidades do piano e da expressão musical, onde o seu domínio técnico

do instrumento, a sua entrega à música e profundidade emocional não deixarão nenhum ouvinte indiferente. Reconhecido com inúmeros prémios nacionais e internacionais, Bruno Gomes Ferreira iniciou os seus estudos musicais aos 4 anos, na ArtEduca - Conservatório de Música de Vila Nova de Famalicão, estudou violoncelo e piano, prosseguiu os seus estudos no Conservatório Gulbenkian em Braga e finalizou em 2021 o seu mestrado em Genebra na Haute École de Musique, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian – Lisboa.

 Programa

L. V. Beethoven – Sonata º 31 op.110

    1. Moderato cantabile molto espressivo

    2. Allegro molto

    3. Adagio, ma non troppo - ; Allegro, ma non troppo

 Alexander Scriabin – Sonata nº 4 op.30

1.         Andante

2.         Prestissimo volando

Franz Liszt – Anos de Peregrinação II – Itália

    7. Après une lecture de Dante

Nikolaï Kapustin – Estudos de Concerto op.40

1.         Prelude

    7.   Intermezzo

    8.   Finale

 

 

A piano concert by Bruno Gomes