segunda-feira, 15 de janeiro de 2024

Cinema - FERRARI de Michael Mann | Casa das Artes de Famalicão .

 







Cinema na Casa das Artes

Entrada: 4 EUROS

Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 euro

FERRARI de Michael Mann

03.Fev. Sábado – 15h00 /21h30 – Grande Auditório

No verão de 1957, o antigo piloto de carros de corrida Enzo Ferrari está em crise. A falência persegue a empresa que ele e a mulher, Laura, construíram do nada dez anos antes. O seu casamento tempestuoso debate-se entre o luto pela morte de um filho e o reconhecimento de outro. Tentando garantir a sobrevivência, Ferrari aposta tudo numa corrida de 1 000 milhas através de Itália, a famosa Mille Miglia. Com Adam Driver, Penélope Cruz, Shailene Woodley, Patrick Dempsey

Titulo Original: Ferrari (EUA, China, Itália, Reino Unido, 2023, 130 min)
Classificação: M/12

João Paulo Moreira - Concerto de Piano | Casa das Artes de Famalicão


João Paulo Moreira

Concerto de Piano

2 de Fevereiro | sexta-feira| 21h30 | Grande Auditório

Musica

Entrada: 4 euros. Estudante, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 2 Euros

M/6

Duração: 60 min

 

Programa

Camille Saint-Saëns (1835- 1921)

Etude op. 52 no. 6 "En forme de valse"

Johann Sebastian Bach (1685-1750)

French Suite nº 5 in G major BWV 816 (1722): Allemande; Courante; Sarabande; Gavotte; Bourrée Loure Gigue

Franz Schubert (1797- 1828)

Piano Sonata Nº 21 D 960 in B flat major : 1.Molto Moderato; 2.Andante Sostenuto; 3.Scherzo. Allegro vivace con delicatezza; 4.Allegro non troppo

 

Nasceu em Santiago de Bougado-Trofa em 1985. Concluiu o 8.º grau com a classificação de 20 valores, na classe da Prof.ª Maria do Céu Camposinhos, no Centro de Cultura Musical. Terminou em 2010 a licenciatura de piano na ESMAE no Porto na classe da Prof. Sofia Lourenço. Posteriormente estudou ainda com o Prof. Luís Pipa e com a Prof.ª Sofia Lourenço no âmbito do mestrado em ensino. Concluiu com elevada classificação o Mestrado em Ensino da música na ESMAE e encontra-se atualmente a frequentar o Doutoramento em Música na Universidade de Aveiro, sendo dessa forma investigador do INET-md. Foi admitido para o ano letivo de 2023/2024 na prestigiada Musikhochschule de Münster, para o Zertifikatsstudienjahr, com especialização em piano, em preparação para o KonzertExamen na Musikhochschule Münster, onde terá a oportunidade estudar com o pianista e pedagogo Peter von Wienhardt.

Participou em Julho na 3ª edição do Piano Concerto Festival 2023, em Faro, onde foi selecionado para tocar a solo com a Orquestra do Algarve, sob a orientação do maestro italiano Maurizio Colasanti e realizou em Julho novo recital a solo no Museu do Porto – Extensão do Romantismo. Foi ainda galardoado com o 2ºPrémio no CALABRIA INTERNATIONAL PIANO COMPETITION 2023.

 


Lá No Xepangara

A Cultura Africana em José Afonso

 ações de mediação

 25 e 26 janeiro

quinta e sexta-feira

 música

 José Afonso em África / África em José Afonso

 25 janeiro

quinta. 10:30

sessão para escolas (1.º e 2.º ciclo)

 Ação de mediação onde se irá promover uma reflexão aberta ao diálogo, discussão e partilha com alunos e professores, sobre a dualidade de sentidos em que desenvolveu a relação de José Afonso com o continente africano, e especificamente com Angola e Moçambique, de cuja descolonização também foi paladino.

Neste trabalho observamos a forma como estas experiências se refletiram, através da análise das canções, cartas e outra documentação, da recolha de testemunhos e daquilo que o próprio José Afonso afirmou em entrevistas e depoimentos.

 Esta ação é orientada por Manuel de Oliveira e Viriato Teles e contará com convidados do elenco artístico do Concerto “Lá no Xepangara”

 

  A música Africana de José Afonso

 26 janeiro

sexta. 10:30

sessão para escolas de música

 De caráter transgressor, José Afonso é um inovador em todo o espectro da sua música. Da balada de Coimbra, às incorporações da música etnográfica portuguesa e à fusão com a pulsação rítmica e melodias Africanas, revolucionou a canção popular portuguesa de forma indelével.

 Ação de mediação com estudantes do ensino de Música pretende facilitar uma compreensão da composição de José Afonso e a sua evolução.

Convida-se a participação dos alunos à interpretação conjunta de algumas canções paradigmáticas da evolução da sua obra.

 

Cinema | Teatro Narciso Ferreira

 


Cinema

No Teatro Narciso Ferreira

 - Corrida Maluca

de Ross Venokur (versão portuguesa)

 13 janeiro

sábado. 16:00

cinema famílias

 Título Original

Rally Road Racers

EUA/Grã-Bretanha, 2023, 90 min M/6

Apesar de ser um mamífero que não anda muito depressa, Zhi adora velocidade. Para tentar salvar a casa da avó, que vai ser demolida, faz uma aposta ao engano e vê-se obrigado a defrontar um campeão de rali. Tudo numa corrida que dura quatro dias, atravessa terrenos muito complicados, e em que vale tudo, dos carros às manobras mais tresloucadas. Terá a ajuda de um ex-campeão, hoje dedicado à mecânica e a treinar condutores como ele.

 

 -  Napoleão

de Ridley Scott

 13 janeiro

sábado. 21:30

cinema de grande público

 Título Original

Napoleon

EUA, 2023, 160 min, M/12

Interpretes: Joaquin Phoenix, Vanessa Kirby, Tahar Rahim, John Hollingworth, Youssef Kerkour

Um olhar próximo sobre as origens de Napoleão Bonaparte que acompanha a sua ascensão meteórica e impiedosa de líder militar a Imperador, através do ponto de vista da relação volátil com a sua esposa, Joséphine. O filme apresenta a implacável subida ao poder de Napoleão através da viciante e volátil relação com o seu único e verdadeiro amor, Josephine, enquanto expõe a sua visão militar e as suas táticas políticas, através das sequências de batalha mais empolgantes alguma vez filmadas

Close-Up 8.1 \ Teatro Narciso Ferreira.

 


Close-Up

cinema

Ernest & Célestine: A viagem em Charabie

de Jean-Christophe Roger e Julien Chheng

 9 janeiro

terça-feira. 10:00

sessão para escolas (1.º e 2.º ciclo)

 Título original:

Ernest et Célestine, le Voyage en Charabie

França, 2023, 80 min, M/6

Ernest e Célestine regressam a Charabie, o país de Ernest, para reparar o seu violino partido. Esta terra exótica, repleta de melodias que enchem o ar de felicidade, é o lar dos melhores músicos do mundo. Contudo, ao chegarem ao destino, os dois heróis descobrem que toda e qualquer forma de música está banida de Charabie há vários anos – e para eles, a vida sem música é impensável. Com os seus amigos e um misterioso bandido mascarado, Ernest e Célestine têm de trazer de volta a música e a felicidade à terra dos ursos.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2023

Lá No Xepangara - A Cultura Africana em José Afonso | Casa das Artes de Famalicão

Lá No Xepangara - A Cultura Africana em José Afonso

Uma criação Portugal Music 360 em parceria com a Casa das Artes de Famalicão e Teatro Narciso Ferreira

27 de Janeiro | sábado|21h30 | Grande Auditório

Musica

Entrada: 6 euros. Estudante, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 3 Euros

M/6

Duração: 70 min

 LÁ NO XEPANGARA é a homenagem lusófona a José Afonso e reúne Manuel de Oliveira, Selma Uamusse, Karyna Gomes, Edu Mundo e Fred Martins. Estreia em Janeiro na Casa das Artes de Famalicão, no âmbito das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril de 74, o espetáculo “Lá no Xepangara”, que agrega ainda duas ações educativas, irá circular o país ao som da música e da palavra de José Afonso. O projeto pretende refletir a forte presença da cultura africana na vida e obra de José Afonso e sobre o seu papel na luta pela descolonização, democratização e pelo desenvolvimento da sociedade e cultura lusófonas. A partir da obra de José Afonso, como exemplo paradigmático do papel determinante da arte e da cultura na revolução portuguesa, o projeto têm como principal objetivo a aproximação da comunidade lusófona e dos jovens a uma personalidade incontornável na luta pela Democracia, enaltecendo assim a contemporaneidade e, sobretudo, o caráter universal da obra de José Afonso. O coletivo conta ainda com Pedro Oliveira - Baterista e Percussionista, João Frade no acordeão, Albano Fonseca - Baixista e com a consultoria e mediação de Viriato Teles.

Este espetáculo inclui ações de mediação, a realizar no Teatro Narciso Ferreira, designadamente duas masterclasses que promoverão a reflexão em torno da música africana e do trabalho de José Afonso, destinadas a escolas (manhã de 25 de Janeiro) e escolas de música (manhã de 26 de Janeiro) (ver página)

Banda
Edu Mundo - Voz, guitarra, percussão
Fred Martins - Voz, guitarra
Karyna Gomes – Voz
Selma Uamusse – Voz
Pedro Oliveira - Baterista e Percussionista
João Frade – Acordeão
Albano Fonseca - Baixista
Manuel de Oliveira - Guitarra e braguesa

APOIO ANTENA 1

Produção
Direção de projeto: Manuel de Oliveira
Produção Executiva: Simão Barros
Direção Técnica: Hélder Costa
Projeto de Luz: Paulo Ribeiro
Consultoria e Mediação: Viriato Teles
Mediação: Joaquim (Quiné Teles)
Parceiros: Bando à Parte, CARB Cooperativa Artística da Raia Beirã, Cenáculo Associação Cultural e Artística, RDP África.

Produção Fotográfica:
Direção Criativa: Ana Caracol e Pedro Ferreira
Fotografia: Pedro Ferreira
Assistente de Fotografia: Pedro Lamego

Agradecimentos: Ana Bragança, Lena Afonso, Nancy Vieira, Nuno Saraiva (Mais 5), Rodrigo Areias, Ovídio de Sousa Vieira 

Herói é o meu nome - Fértil Cultural | Casa das Artes de Famalicão


Herói é o meu nome

Uma produção Fértil Cultural

Teatro

26 de Janeiro | sexta-feira | 21h30| Café-Concerto

 Entrada: 4 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 2 Euros

 M/12

Duração: 70 m

 

Mário Cesariny é um artista português incontornável quer pela sua poesia, quer pela sua

obra plástica. Além de artista considerámo-lo também um pensador revolucionário sempre

na procura da liberdade como a condição mais elementar do ser humano. O espectáculo

“Herói é o Meu Nome” é uma apropriação da sua vida e obra e a sua transformação num

acto performativo multidisciplinar que cruza a poesia, a música, a manipulação de objectos,

sombras e muito mais. Talvez uma colagem, talvez um cadavre exquis. Acima de tudo é um

acto de homenagem a um artista que nunca deve ser esquecido.

  Ficha Artística

Direção Artística: Neusa Fangueiro
Criação e Interpretação: César Cardoso, Neusa Fangueiro, Paulo Capela e Rui Leitão
Direção Plástica: Sandra Neves
Figurinos: Filipa Carolina
Desenho de Luz: Paulo Neto
Design: Alexia Salgado
Consultoria Artística: Marlene Oliveira e Perfecto E. Quadrado
Coprodução: Fértil Cultural , Fundação Cupertino de Miranda, Auditório Municipal de V. N. de Gaia
Financiamento: Ministério da Cultura/ Direção Geral das Artes

Romeu e Julieta de William Shakespeare - Teatro da Terra | Casa das Artes de Famalicão

 


Romeu e Julieta de William Shakespeare

Uma Produção Teatro da Terra em coprodução com Casa das Artes de Famalicão e Novo Ciclo ACERT

Teatro

18 de Janeiro  (para escolas)| quinta-feira| 14h30| Grande Auditório

19 e 20 de Janeiro (publico geral) | sexta-feira e sábado| 21h30| Grande Auditório

Entrada: 6 euros. Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir de 65 anos): 3 Euros

 M/12

Duração: 165 min

A história trágica de amor de Romeu e Julieta, escrita pela pena de Shakespeare em 1597, é uma das obras mais reconhecidas, mais reproduzidas, mais representadas em todo o mundo. Uma e outra vez, com algumas liberdades criativas, a história repete-se: Em Verona, duas famílias inimigas, os Montéquio e os Capuleto, assistem ao enamoramento dos seus filhos. “Dois amantes predestinados” como se lê na obra de Shakespeare.  Apesar das rivalidades familiares, Romeu e Julieta encontram-se e apaixonam-se profundamente. Desafiam as convenções sociais e o ódio que há décadas separa as suas famílias, casam secretamente, mas uma série de trágicos equívocos e eventos culmina na morte prematura de ambos, selando o seu amor como uma história de amor proibido e maldito. Nesta versão do Teatro da Terra, com encenação de Maria João Luís e tradução e adaptação de Fernando Villas-Boas assistiremos a um espetáculo que bebe das palavras de Shakespeare mas que reflete também uma visão atual. Com uma linguagem contemporânea e uma estética visual ousada, ROMEU E JULIETA explora temas intemporais como o amor, a violência, o ódio e a reconciliação.

Ficha artística e técnica
Encenação: Maria João Luís | Interpretação: Afonso Molinar, Bruno Ambrósio, Cátia Nunes, Filipe Gomes, Inês Curado, José Leite, Miguel Sopas, Paulo Lages, Pedro Moldão, Rodrigo Saraiva, Sílvia Figueiredo e Tadeu Faustino | Tradução e adaptação: Fernando Villas-Boas | Cenografia: Ângela Rocha | Criação musical e ilustração: João Lucas | Figurinos: José António Tenente | Desenho de luz: Pedro Domingos | Assistência de encenação: Filipa Leão | Segunda assistente: Carina R. Costa | Produção executiva: Artur Correia | Assistência de produção: Filipe Gomes | Direcção de produção: Pedro Domingos | Produção: Teatro da Terra | Co-produção: Novo Ciclo ACERT / Casa Das Artes De Vila Nova De Famalicão | Parceria: Câmara Municipal do Seixal | Apoio: República Portuguesa – Cultura / Direção-Geral Das Artes

Carminho - Portuguesa | Casa das Artes de Famalicão

 

Carminho - Portuguesa

13 de Janeiro| sábado|21h30 | Grande Auditório

Musica

Entrada: 15 euros. Estudante, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores (a partir dos 65 anos): 7,5 Euros

M/6

Duração: 70 min

 “Portuguesa” é o sexto disco da carreira de Carminho e conta com 14 composições,

várias com letra e música sua, entre outros autores. A compositora e intérprete assume a produção do álbum bem como a composição de fados tradicionais originais. Numa busca pelo aprofundamento do seu pensamento sobre o fado, Carminho explora várias combinações dentro dos cânones, repensando a forma e movendo-se como peixe numa água que é a sua. O trabalho gráfico foi entregue, uma vez mais, a Giovanni Bianco.  Carminho tem reconhecimento do grande público, media nacional e internacional, e com números nas plataformas digitais que refletem a dimensão de notoriedade da artista portuguesa. A grande voz do fado e uma das artistas portuguesas com maior projeção internacional, Carminho, lança o seu novo álbum “Portuguesa” e dá continuidade a um trabalho profundo como autora, intérprete e inspiração máxima de um Portugal contemporâneo.

CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão Episódio 8.1 – Janeiro de 2024 | Casa das Artes de Famalicão

 


CLOSE-UP – Observatório de Cinema de Famalicão

Episódio 8.1 –  Janeiro de 2024

De 14 a 21 de Outubro passado, em vários espaços da Casa das Artes e do Teatro Narciso Ferreira, projetou-se o oitavo episódio do CLOSE-UP, orientado pelo mote Infância e Juventude, no encontro da produção do presente com a história do cinema (www.closeup.pt). Em Janeiro, exibe-se a primeira réplica deste episódio, com propostas para o público geral e a para as escolas:

(1) Os heróis da animação Ernest e Célestine de regresso a Cherabie e o início do diálogo com as celebrações dos 50 anos de 25 de Abril, com o documentário Cartas a uma Ditadura, são as propostas para o público escolar;

(2) Dois importantes autores, Maurice Pialat e Lucrecia Martel, olhares tutelares sobre as temáticas da Infância e Juventude, respetivamente com A Infância Nua e A Rapariga Santa, sessões providas de uma introdução comentada.

 escolas

9.Jan – (10h00, Teatro Narciso Ferreira) – Ernest & Célestine: A Viagem em Charabie de Jean-Christophe Roger e Julien Chheng (para escolas, 1.º e 2.º ciclo)

10.Jan – (10h00, GA) – Ernest & Célestine: A Viagem em Charabie de Jean-Christophe Roger e Julien Chheng (para escolas, 1.º e 2.º ciclo)

Ernest e Célestine regressam a Charabie, o país de Ernest, para reparar o seu violino partido. Esta terra exótica, repleta de melodias que enchem o ar de felicidade, é o lar dos melhores músicos do mundo. Contudo, ao chegarem ao destino, os dois heróis descobrem que toda e qualquer forma de música está banida de Charabie há vários anos – e para eles, a vida sem música é impensável. Com os seus amigos e um misterioso bandido mascarado, Ernest e Célestine têm de trazer de volta a música e a felicidade à terra dos ursos.

Título Original: Ernest et Célestine, le Voyage en Charabie (França, 2023, 80 min)
Classificação: M/6

 10.Jan – (14h30, GA) – CARTAS A UMA DITADURA de Inês de Medeiros (para escolas, 3.º ciclo e secundário)

Documentário de Inês Medeiros que revisita a memória dos anos do salazarismo através do olhar e testemunho de várias mulheres, de diversos extractos sociais, que, em 1958, foram convidadas a manifestar o seu apoio a Salazar, em cartas laudatórias, a pretexto da primeira crise que abalou a ditadura, aquando da campanha do General Humberto Delgado. Desde as mais fervorosas defensoras do ditador até às mais comedidas ou simples, em quem a propaganda surtia outro tipo de efeito, "Cartas a uma Ditadura" desmonta o regime e as suas estratégias de perpetuação. Prémio Melhor Filme Português Doclisboa 2006; Prémio do Público Mostra do Cinema de São Paulo 2007

Título original: Cartas a Uma Ditadura (Portugal/França, 2006, 60 min.)
Classificação: M/12

 público geral

13.Jan – 15h30 (PA) – A INFÂNCIA NUA de Maurice Pialat (com introdução de Ricardo Gross, crítico de cinema)

François, um menino de dez anos, foi entregue a um orfanato pela sua mãe - que não está disposta a abdicar da custódia permanente. O seu comportamento destrutivo precipita a sua mudança da casa de uma família adoptiva de longo prazo para os cuidados de um benevolente casal idoso. Um comovente filme sobre a infância, a primeira longa-metragem de Maurice Pialat, é uma obra em estilo semi-documentário, que utiliza apenas actores amadores. Espécie de reverso de "Os Quatrocentos Golpes" (Pialat teria tomado o filme de Truffaut como anti-modelo), dolorosa história de um pré-adolescente turbulento numa família de adopção e dos seus desajustes emocionais.

Título original: L' Enfance Nue (França, 1968, 80 min.)
Interpretação: Michel Terrazon, Linda Gutenberg, Raoul Billerey, Pierrette Deplanque
Classificação: M/12

 13.Jan – 17h30 (PA) – A RAPARIGA SANTA de Lucrecia Martel

É Inverno em La Ciénaga. A jovem católica Amália encontra-se dividida entre o desejo sexual e sua devoção religiosa. Ao ser assediada por um médico de meia-idade, que está de passagem pela cidade, assume a missão sagrada de salvar do pecado a alma deste homem. A Rapariga Santa é a segunda longa-metragem de Lucrecia Martel, a realizadora argentina que se revelou com O Pântano.

Título original: La Niña Santa (Argentina, 2004, 105 min.)
Interpretação: Mercedes Morán, Carlos Belloso, Alejandro Urdapilleta
Classificação: M/12

Bilheteira Sessões
Geral: 2 euros
Cartão quadrilátero: 1 euro
Entrada livre: estudantes, seniores, associados de cineclubes

Fado no Café da Casa - janeiro | Casa das Artes de Famalicão


Fado no Café da Casa

Musica/ Fado

11 de janeiro| quinta-feira | 21h30| café concerto

Entrada: 3 euros. Estudantes e Cartão Quadrilátero Cultural: 1,5 Euros

M/6

Duração: 80 min

1ª parte–  Lurdes Silva

2ª parte – Patrícia Costa

Guitarra Portuguesa – João Martins

Viola de Fado – João Araújo

Viola baixo – Torcato Regufe

Uma coprodução da Casa das Artes de Famalicão e a ACAFADO – Associação Cultural & Artística Famalicão Fado.

Enaltecendo o Fado, a Casa das Artes irá celebrá-lo-á mensalmente e além de receber fadistas consagrados, será dada a oportunidade a novos intérpretes, músicos e até compositores. No Café Concerto decorrerão estas noites de fado, como se de uma típica e tradicional tasca de se tratasse, elevando e acompanhando o reconhecimento do “nosso” Fado, como Património Imaterial da Humanidade, atestado pela UNESCO.

Concertos de Ano Novo 2024 | Casa das Artes de Famalicão

 Concertos de Ano Novo 2024

 6 de janeiro | sábado | 16h30 | Banda de Música de Riba d’ Ave

6 de janeiro | sábado | 21h30 | Banda de Famalicão

7 de janeiro | domingo |16h30 | Banda Marcial de Arnoso

 

Entrada: Gratuita à Lotação da sala

M/6

Duração: 90 m

 

BANDA DE MUSICA DE RIBA DE AVE

Maestro Micael Moreira

 

BANDA DE FAMALICÃO

Maestro Armando Teixeira

 

BANDA MARCIAL DE ARNOSO 

Maestro Rúben Henriques

quarta-feira, 29 de novembro de 2023

Cinema | Teatro Narciso Ferreira

 Cinema

No Teatro Narciso Ferreira


Elemental

de Peter Sohn (versão portuguesa)

22 dezembro

sexta. 16:00

cinema famílias

 Título Original

Elemental

EUA 2023, 90 min, M/6

 “Elemental”, da Disney e da Pixar, é uma nova longa-metragem original que tem lugar na Cidade

Elemento, onde convivem habitantes de fogo, água, terra e ar. A protagonista da história é a

Chispa, uma jovem dura e perspicaz, com caráter forte, cuja amizade com um rapaz divertido e

sensível chamado Nilo a leva a desafiar as suas crenças em relação ao mundo onde vivem.

 

 


Os Três Mosqueteiros: D’Artagnan

de Martin Bourboulon

 22 dezembro

sexta. 21:30

cinema grande público

 Título Original

Les Trois Mousquetaires : D’Artagnan

Intérpretes: Romain Duris , Eva Green , Louis Garrel , Vincent Cassel, Vicky Krieps, Pio Marmaï,

Lyna Khoudri , François Civil

França 2023, 120 min, M/12

 

 

Uma aventura de capa e espada adapta o mais célebre romance de Alexandre Dumas, que se

inspira em personagens reais e segue factos importantes ocorridos em França no século XVII,

durante o reinado de Luís XIII. A história segue o corajoso D’Artagnan, um jovem que chega a

Paris com o objetivo de fazer parte do grupo de mosqueteiros do rei, um corpo de espadachins

de elite, treinados para proteger a monarquia. O acaso faz o seu destino cruzar-se com o dos

inseparáveis Porthos, Aramis e Athos, famosos por toda a França pela sua valentia, irreverência e

total lealdade à coroa. Juntos, vão ter de enfrentar o implacável Cardeal Richelieu, e a sua

misteriosa cúmplice, Milady, que têm um plano para destronar o rei e assumir o poder.

Trago comigo - Ondamarela | Teatro Narciso Ferreira

 


Trago comigo

Ondamarela

16 dezembro

sábado

18:00

M/6 . 60min

música [comunidade]

cocriação

ondamarela

com diferentes comunidades imigrantes de Famalicão

 coordenação do projeto e direção artística

Ana Bragança

Ricardo Baptista

espaço visual

Sara Fernandes

produção executiva e mediação

Ana Bragança

Sara Fernandes

desenho de som

Manuel dos Reis


Somos o que trazemos connosco. Aquilo que se vê e aquilo que nem se sabe que se traz, aquilo que nos está debaixo da língua e aquilo que já esquecemos.

Somos o lugar de onde vimos, somos o lugar onde estamos e o que levamos para o lugar seguinte, para onde iremos no futuro. Trazemos tudo, sempre, connosco?

Trago comigo é um lugar de escuta, de partilha, de revolução. Um lugar-performance que junta pessoas de diferentes geografias para uma criação participativa.

Um projeto com as diferentes comunidades que hoje habitam Famalicão.

A partir de setembro 2023, esta criação abriu-se à participação da comunidade local, através de encontros criativos e de escuta, culminando com a apresentação performativa a 16 de dezembro 18:00 no Teatro Narciso Ferreira, Riba de Ave, Famalicão.

"Trago Comigo" é uma atividade do Projeto "SER Ucrânia", financiado ao abrigo do Programa Nacional do Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração (FAMI), no âmbito do Quadro Financeiro Plurianual (QFP) 2014-2020 da União Europeia, com apoio Município de Vila Nova de Famalicão, em parceria com a Casa das Artes de Famalicão / Teatro Narciso Ferreira.

Peixe - Pedro Cardoso | Teatro Narciso Ferreira

 


Peixe

Pedro Cardoso

9 dezembro

sábado

21:30

M/6. 60min

música

Pedro Cardoso (Peixe) é um nome incontornável da música portuguesa. Foi guitarrista da banda Ornatos Violeta, hoje considerada uma das mais importantes bandas portuguesas de sempre e que marcou de forma incontornável, a chamada “música moderna portuguesa”.  Em 2002, após a separação dos Ornatos, formou a banda de rock Pluto, com quem esteve no Teatro Narciso Ferreira Motor em dezembro 2022. “Motor” é o seu segundo registo a solo, foi editado a 9 de Março de 2015.

“Dou por mim quase sempre a compor na sala e quase nunca no estúdio, que é à partida o espaço destinado a esta atividade. É natural que a sala, não sendo um espaço de trabalho, tenha por isso mesmo uma opinião analítica em vez de emotiva e que seus reflexos estimulem o instinto a procurar sons que fujam ao cruel destino do ofício. Não tenho de pensar sobre eles. Fi-los na sala, sentado no sofá enquanto as paredes pensavam por mim, dizendo-me do que gostavam e do que não.”