sábado, 14 de junho de 2008

An evening with…Rickie Lee Jones


Concerto único na Europa


Rickie Lee Jones - piano, guitar, vocal

Jose Maramba- bass gtr, vocal

Petra Haden - violin, vocal

12 de Julho 2008
22h00, Grande Auditório

sábado, 31 de maio de 2008

“An evening with…Rickie Lee Jones”


Rickie Lee Jones ganhou dois Grammys e foi nomeada para oito.

Rickie Lee Jones - piano, guitar, vocal.
Jose Maramba- bass gtr, vocal.
Petra Haden - violin, vocal.

Concerto único em Portugal.
Apoio Antena 3
12 Julho, Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 25 euros.
M/3
Duração: 80 m
Nascida a 8 de Novembro de 1954, Rickie Lee Jones presenciou com tenra idade o desenvolvimento dos tumultuosos anos 60 bem como o romper com o casulo do “american dream”.
Depois de uma adolescência considerada rebelde, Rickie Lee mudou-se para a “Cidade dos Anjos” a eterna L.A., trabalhando como empregada de mesa e actuando em alguns clubes, amadurecendo e enriquecendo o seu background enquanto songwriter, moldando lentamente o seu destino ao sabor da loucura e da diversidade cultural emergentes na Califórnia.
No decorrer da década de 70 Rickie Lee conhece Sal Bernardi que viria a ser seu colaborador, bem como Tom Waits por quem se apaixonou. Foi durante estes anos que trava também conhecimento com Chuck E. Weiss, que viria a inspirar o seu maior êxito comercial “Chuck E´s In love”.
Sob o ponto de vista pessoal, este é talvez o período mais interessante da vida de Ricky Lee onde não faltam especulações sobre o eventual relacionamento a 3 com Waits e Chuck nos loucos dias (E noites) do “Tropicana Hotel”.
Entre inúmeras nomeações para Grammys, Rickie viria a conquistar este prémio por duas vezes. Em 1980, o Grammy na categoria de “Best new artist”. em 1990 na categoria “Best jazz vocal performance” com a música “Making whoopee”. Em 1999 a VH1 lançou o repto aos telespectadores para que votassem nas 100 melhores artistas femininas do Rock and Roll, tendo Rickie Lee Jones recebido a honra do trigésimo lugar, ficando à frente de nomes como Tori Amos, Sheryl Crow, Bjork, Barbra Streisand, Pj Harvey ou Whitney Houston.
“The Sermon on Exposition Boulevard “ do ano passado é o seu mais recente longa duração. Quase três décadas depois do inevitável “Ricky Lee Jones” de 79.
Um longo percurso na história da música popular com um cunho muito pessoal que lhe confere já um estatuto de entidade do Rock ‘n’ Roll.

12 de Julho será o reencontro de Ricky ao piano com o público nacional, numa noite de celebração, intransmissível e pessoal, no auditório de todas as emoções, na Casa das Artes, de VNF.

"Edge" com espectáculos e workshops únicos em Famalicão, de 30 de Junho a 6 de Julho.


Dança contemporânea
4 e 5 Julho, Sexta-feira e Sábado, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros. Desconto de 20% para bailarinos e estudantes de dança.
M/3
Duração: 60 m
www.theplace.org.uk

Gala final dos workshops
6 Julho, Domingo, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros

Pelo sexto ano consecutivo e a convite da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Escola de Dança Neuza Rodrigues, a Companhia Dança Contemporânea de Londres - EDge, sedeada no “The Place, apresenta na Casa das Artes, dois espectáculos únicos em Portugal.
Neste contexto, será organizado workshops com a companhia inglesa, entre 30 e 6 Julho, para participantes entre os 11 e os 25 anos. As inscrições encontram-se abertas até ao dia 20 de Junho, máximo de 25 participantes, o custo 20 euros. Não é necessário possuir qualquer experiência na área da dança, pois este projecto será baseado na experiência “real e individual de cada formando”. No final, 6 de Julho, será apresentado ao público, juntamente com a companhia inglesa, o resultado dos workshops.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Rufus Wainwright - Special Solo Show


28 + 29 Junho, Sábado e Domingo, 22h00, Grande Auditório.

Concertos únicos em Portugal. Apoio Antena 3

Entrada: 30 euros
M/3
Duração 70 m
http://www.rufuswainwright.com/

Rufus Wainwright – No diário das nossas paixões
Não esperem na Casa das Artes o exuberante artista com em Judy! Judy! Judy! Mas um Rufus à procura do silêncio das palavras e do ritmo de um piano solitário.
Depois do reconhecimento internacional com “Want One” este Canadiano não mais parou de nos surpreender com canções simples e lindas.
Rufus é o brilho da manhã, as sombras de uma longa noite de paixão.
Solo Special Show – Rufus Wainwright – Na Casa das Artes… Porque a magia acontece
Bilhetes à venda nos seguintes locais
Porto:
Jo-Jo’s Music (R. Cedofeita)
Livraria Leitura (Shopping Cidade do Porto)
Louie Louie Deluxe (C.C. Miguel Bombarda)

Braga:
Louie Louie

VNF:
Casa das Artes

UNIÓN SALSERA - o Calor da música Cubana!

Música Latina
27 de Junho, sexta-feira , 22h30, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração : 90 m
www.gproducoes.com/unionsalsera.html

Em 22 de Maio do ano 2000, um grupo de Músicos Cubanos de diferentes conservatórios de música em cuba e residentes na cidade do Porto, decidiram unir seus esforços e criar uma Banda de Música Cubana e latina que fosse capaz de entregar ao público português e do mundo a frescura e o sabor tradicional dos ritmos cubanos.
Assim nasce “UNIÓN SALSERA”, que desde os primeiros momentos cativou o público com o seu espectáculo e sabor tropical , rodeados de admiradores e fieis seguidores dos seus ritmos latinos.
“UNIÓN SALSERA”, sob a direcção do seu pianista Reinaldo Milanes, começou uma carreira que dura até aos dias de hoje com o mesmo entusiasmo e dedicação que sempre os caracterizou.
Com um repertório variado como (Merengue. Regguetón ,Cha Cha Cha, Cumbia, Plena, Bachata, e claro a Salsa Cubana que tantos admiradores conquistou por todo o mundo.

OS MELHORES SKETCHES DOS MONTY PYTHON

Um elenco de luxo: António Feio, Bruno Nogueira, Jorge Mourato, José Pedro Gomes e Miguel Guilherme.

20 e 21, Sexta-feira e Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 13 euros
M/12
Duração 90 m
Os Monty Python abriram os sentidos do mundo não só para a comédia, mas também para alguns temas importantes para as sociedades modernas: como trocar papagaios mortos. Piadas enquanto armas mortíferas. Canibalismo em agências funerárias. A presença de cangurus na Última Ceia.A UAU e os actores JOSÉ PEDRO GOMES, ANTÓNIO FEIO, MIGUEL GUILHERME, BRUNO NOGUEIRA e JORGE MOURATO prestam a devida homenagem aos génios que lhes ensinaram boa parte daquilo que sabem sobre comédia, sobre o lado bonito da vida e sobre a arte de evitar ser esmagado por um pé gigante vindo sabe-se lá de onde, numa sucessão imparável de sketches clássicos dos Monty Python, traduzidos e adaptados por Nuno Markl.Este espectáculo é algo de completamente diferente.


Ficha ArtísticaEncenação ANTÓNIO FEIO Tradução e Adaptação NUNO MARKL Cenário e Adereços F. RIBEIROVídeo TIAGO FORTE Música ALEXANDRE MANAIA Figurinos BÁRBARA GONZALEZ FEIO Desenho de Luz PAULO SABINO Coreografia PAULA CARETO Apoio Vocal CARLOS COINCAS Assistente Encenação SÓNIA ARAGÃO

SEXO é POP no Café concerto


Sebastien Tellier diz que sexo é que é. Vítor Belanciano, jornalista e crítico do jornal Público, tratará de confirmá-lo, numa sessão DJ conjunta com o videasta e fotógrafo Pedro Cláudio (os DJ Guida), com projecções e vídeos eróticos à mistura, numa noite onde o SEXO será a verdadeira estrela POP.

14 de Junho, sábado , 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros /para quem tem bilhete do concerto Sebastien Tellier, no GA, a entrada é gratuita.
M/16
Duração 90 m

Sebastien Tellier – “Sexuality”

Inserido na segunda edição do Afinidades” – Micro festival, cujo curador é o Vítor Belanciano, Jornalista do Jornal Público/Ípsilon.
Concerto único em Portugal. Apoio Antena 3.

14 de Junho, Sábado , 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 70 m
http://www.sebastientellier.com/

Sebastien Tellier o SEXO é POP
Quando se fala dele, o chavão “génio ou louco” é sempre utilizado. Por uma vez faça-se vénia ao cliché. O francês Sebastien Tellier está exactamente nessa fronteira, não surpreendendo que seja comparado a Serge Gainsbourg, pelo charme embriagado, a Robert Wyatt, pelo lirismo refinado, ao escritor Michel Houellebecq, pelo desatino ou aos Daft Punk, pela máscara. Excêntrico e teatral, mas ao mesmo tempo capaz de expor intimidade, é o verdadeiro artista de variedades desnudado.

Na Casa das Artes de Famalicão estrear-se-á, depois de já ter passado por Portugal, na primeira parte dos compatriotas Air, que o descobriram e fomentaram. Hoje não necessita de padrinhos. É uma personalidade ímpar no panorama gaulês – recentemente capa de revistas incompatíveis como a “Les Inrocktibles”, “Technikart”, “Magic” ou “Trax” – e o seu nome há muito saltou fronteiras, impondo-se na Europa, EUA e Japão.

Têm três álbuns de originais e um de versões, o magnífico “Sessions”. O seu último registo chama-se “Sexuality” e, como sempre, é completamente diferente daquilo que conhecemos dele. Obra de fantasias – ou fantasmas, como se quiser – sexuais é um álbum onde aborda a pop electrónica, numa perspectiva singular, claramente encenada, ou na produção não estivesse Guy-Manuel de Homem Christo, uma das metades dos franceses Daft Punk.

Camaleão insaciável e provocador nato – foi o concorrente francês, cantando em inglês, ao recente Festival Eurovisão da canção – nele nunca sabemos onde começa a personagem pública e acaba a personalidade íntima. É este “cantor romântico”, como ele gosta de se anunciar, que estará em palco, para apresentar “Sexuality”, o álbum onde os espíritos sexuais de Tellier vestem roupas desportivas e onde as canções são tão grandiloquentes como tocantes. Em Famalicão, vamos ter o verdadeiro artista, nú.

Vítor Belanciano
Bilhetes à venda nos seguintes locais

Porto:
Jo-Jo’s Music (R. Cedofeita)
Livraria Leitura (Shopping Cidade do Porto)
Louie Louie Deluxe (C.C. Miguel Bombarda)

Braga:
Louie Louie

VNF:
Casa das Artes

Semana da Criança de 2 a 5 de Junho

De Filo a Pavio
Jangada Teatro
Teatro Infantil
2 a 5 de Junho , Segunda a quinta-feira, 10h00 e 15h00, Grande Auditório
Entrada: Entrada gratuita
M/3
Duração 50 m

“Era uma vez um fiozinho com duas pontas, como todos os fios, mas era muito comprido. andava triste, pois uma ponta não via a outra.”
O fiozinho acreditava que se desse a volta ao mundo, no regresso pudesse encontrar a sua outra ponta. durante a viagem vai descobrir os quatro elementos, com os quais brinca e se delicia.
Continua o seu caminho em direcção às estrelas com passagem de ida e volta. Faz o seu percurso de retorno, enrolando-se sobre si próprio.
No final, dá-se conta de que afinal tudo está dentro dele…

[autor] francisco niebro
[dramaturgia] luiz oliveira e manuel costa dias
[encenação, cenografia, figurinos e boneco] manuel costa dias
[interpretação] faria martins, luiz oliveira, neusa fangueiro e patrícia ferreira
[desenho de luz] xico alves
[OPERAÇÃO DE LUZ E SOM] NUNO TOMÁS

“O Passado é futuro”


Exposição fotografia de António Freitas

A CASA das ARTES de V.N. Famalicão comemora em Junho o seu 7º aniversário. Ao longo destes sete anos passaram pela casa, centenas de espectáculos de todas áreas artísticas, projectando a CASA das ARTES e V.N. Famalicão como centro incontornável da cultura em Portugal. Sendo um ponto obrigatório de passagem e de afirmação, para centenas de artistas nas diversas áreas artísticas, a CA produz, lança e divulga projectos artísticos, nunca esquecendo a sua comunidade, região e país.
Esta exposição mostra alguns desses grandes momentos, através de várias fotografias, na perfectiva de um fotógrafo, que conhece a actividade da CASA das ARTES como poucos.

De 5 Junho a 31 de Julho no foyer da Casa das Artes

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Escritos

Depois de três Ep’s em edição de autor - Songs of Freedom (2003), Autumn (2004) e Backyard Desert (2005) o singer-songwriter barcelense, High Flying Bird- Bruno Lopes, lança pela Medusa Records “Escritos”, o disco onde encontra a luz nas palavras e o caminho a percorrer no futuro.
31 de Maio, Sábado, 23h00, Café Concerto. Entrada: 5 euros
M/3
Duração 60 m
http://www.hfbird.com/
www.myspace.com/hfbird

High Flying Bird é um projecto musical. Músico nascido em Lisboa no ano de 1978 mudando pouco tempo depois para a cidade de Barcelos, uma pequena localidade situada no norte do Portugal.
Desde de cedo se começou a interessar pelas artes, principalmente literatura e música tendo como principais mentores os poetas da Beat Generation como por exemplo, Jack Kerouac, Willian Burroughs e Allen Ginsberg; os poetas Rimbaud e Walt Whitman e o escritor Hemingway.
High Flying Bird gravou “Escritos” - o seu primeiro longa duração, em pouco mais de quatro horas, sem qualquer tipo de pózinhos mágicos de estúdio, de forma nua e crua, tentando captar apenas a alma e a essência da sua música. O conceito – que sempre existiu e que Bruno Lopes tenta aqui revitalizar – oferece um novo fôlego à sua música e uma identidade ao disco, como que se o cantautor estivesse tranquilamente a tocar na sala da nossa casa
.

Para sempre… Annie?

Co-produção: Casa das Artes/Teatro Experimental do INA
Teatro
30 e 31 de Maio, sexta-feira e Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 2 euros
M/4
Duração 60 m

Assim se denomina esta co-produção do Teatro Experimental do INA com a Casa das Artes de Famalicão e sobe à cena nos dias 30 e 31 de Maio, no Grande Auditório da Casa das Artes de Famalicão, às 21.30h.
Trata-se de uma adaptação à obra, já consagrada no cinema, “The Miracle Worker” de William Gibson.
A encenação, direcção artística e adaptação é de João Regueiras. A direcção técnica de Miguel Carvalho. Os figurinos são assinados por Carmen Regueiras assistida por Emília Silva. O elenco é um leque jovem de talentos que prometem dar que falar.
A obra fala-nos de Anne Sullivan Macy (1866–1936). Uma mulher, cuja inteligência, paixão e tenacidade lhe permitiu ultrapassar o seu traumatizado passado.
Filha de imigrantes irlandeses, ela e o seu irmão aleijado e doente Jimmie, viveram assolados pela pobreza e pelos de abusos, infligidos pelo pai, alcoólico.
Aos cinco anos de idade, Anne, é atingida por uma doença infecciosa nos olhos (tracoma), que a deixa quase cega.
Internada num asilo, com muita persistência consegue ser operada aos olhos. Depois, admirados com a sua inteligência, matriculam-na no Perkins Institute for the Blind, uma escola de formação para cegos, onde ela se formou, com distinção em 1886.
Mal acabou o seu curso, foi chamada para educar Helen Keller.
Esta, ainda no berço, aos dezanove meses, teve escarlatina, que a deixou cega, surda e, consequentemente, muda.
Isolada do mundo, durante a sua infância, não se conseguia comunicar com ninguém a não ser através de alguns gestos básicos e tinha ataques de fúria contra tudo e contra todos, o que afectava o ambiente e a harmonia familiar da família Keller.
Para terem um pouco de paz, os pais, com pena da menina, descuraram a sua educação, permitindo-lhe todos os excessos, tornando-a, assim, numa tirana, centro das atenções da casa.
À sua chegada a casa dos Keller, este foi o panorama indisciplinado, com que se deparou Anna Sullivan que, deitando mãos à obra, começou a reeducação de Helen imediatamente.
Pacientemente, Annie, como lhe chamavam, dia a dia, foi revelando a Helen Keller esse mundo do qual ela estava isolada, libertando-a, finalmente, da sua prisão interior.
Teve muitas dificuldades, mas a sua missão teve tanto êxito, que nos dias de hoje, Anna Sullivan é apontada como uma das pioneiras no campo da educação. O seu trabalho foi tão importante, que é a base do ensino para crianças cegas-surdas e mudas no mundo actual.

LES BATON ROUGE

New Wave / Punk / Outro
24 de Maio, Sábado, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 60 m
www.myspace.com/lesbatonrouge
www.myspace.com/muskitumanagement

Após vários anos sediados em Berlim, inúmeras digressões por toda a Europa e Estados Unidos onde partilharam o palco com nomes como Franz Ferdinand e New York Dolls, de um projecto paralelo com Peaches, e do último álbum “My Body-The Pistol” ter entrado directamente para os CMJ American Charts, Suspiria Franklyn, James Jacket, Elle W. e Lex, juntam-se para alguns concertos em solo português.
Aquela que foi considerada por vários críticos europeus e norte-americanos como uma das melhores bandas ao vivo da última década, é a única banda portuguesa a figurar no "Rock´n´Roll American History".
Têm feito história ao actuar em locais fora dos circuitos típicos da música como livrarias, clubes de strip-tease, prisões e instituições psiquiátricas.
Quem já os viu ao vivo não esquece a descarga electrizante da sua poderosa actuação, uma oportunidade a não perder!

Mulher com aquilo….


Co-produção: Casa das Artes/Mina de Moiros
Teatro comédia
23 e 24 de Maio, Sexta-feira e Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/12
Duração 90 m
A Mulher com Aquilo é a história de Paula e Lígia, duas amigas que discutem o que é ser mulher, num mundo de homens, com as suas inevitáveis diferenças. Os altos cargos nas empresas são reservados aos homens, restando às mulheres a aspiração a uma merecida promoção. Paula, insatisfeita com esta realidade, começa a desejar ser homem, o que praticamente se realiza. Chega o dia em que ela pensa vir a ser nomeada para a vice-presidência da empresa. Porém, o cargo é entregue a um homem, um belo homem, que deixa Paula de queixinho caído. Quem é este homem? Quem é Paula agora, e como vai ela lidar com o seu namorado?

Texto Rosangela Petta Título Original Mulher com Ele Encenação e Adaptação Leonel Rocha Assistente de Encenação Luíz Oliveira Interpretação Marcela da Costa, Mónica Samões Operação de Luz e Som Pedro Oliveira Figurinos Cláudia Ribeiro Música Bel Viana Cenografia Arq. Marques Vieira Fotografia Duarte Almeida

terça-feira, 29 de abril de 2008

WOK - RITMO AVASSALADOR - Tocá Rufar

Música/Percussão
17 de Maio, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 7 euros
M/3
Duração 70 m
http://www.tocarufar.com/

Um espectáculo do veterano percussionista Rui Júnior, fundador do Tocá Rufar.

Totalmente renovado e com um novo elenco de grandes artistas, novos temas, novas ambiências e a participação de uma grande equipa de prestígio, este espectáculo tem o Ritmo como pano de fundo. Este é explorado e desenvolvido de diversas formas, conceitos e timbres através dos tambores tradicionais portugueses, da luta de paus e coreografias inspiradas no imaginário tradicional português.
A disposição dos instrumentos no espaço físico e sua exploração como adereços, a movimentação em palco, a cor e as diversas ambiências sugeridas são alguns dos factores que tornam este espectáculo uma experiência inesperada.
2007 foi o ano da consagração pelas participações em espectáculos de grande notoriedade, como foram os casos dos Trovante e Xutos e Pontapés, ambos no Campo Pequeno.
Em 2008 o WOK vai percorrer o país de Norte a Sul numa digressão que contemplará mais de 200 espectáculos. Esta digressão estreia a 5 de Abril no Centro Cultural de Samora Correia, sendo que a antestreia, no dia anterior, será um espectáculo

segunda-feira, 21 de abril de 2008

John Cale Acoustimatic Band

MENTOR ESPIRITUAL DOS MÍTICOS VELVET URDERGROUND, CO-AUTOR DO ECUMÉNICO “SONGS FOR DRELLA” , CALE TEM UM PERCURSO IMACULADO NA HISTÓRIA DA MÚSICA POPULAR DO SÉC. XX.
16 de Maio , sexta-feira , 22h00 Grande Auditório.
Entrada: 28 euros
M/3
Duração 70 m
www.john-cale.com

Dissertar sobre uma personalidade tão “rica” como o é John Cale num pequeno texto é um exercício no mínimo castrante.
Nascido no país de Gales, Co-líder dos fundamentais, essenciais, seminais...Velvet Underground onde o permanente conflito com o não menos “enfant terrible” Lou Reed gerou uma pequena mas indispensável discografia.
O seu reencontro em 1990 no disco dedicatória a Andy Warhol "Songs for Drella" foi mais um excelente expoente desse atrito criativo.
Balizou a carreira entre o experimental, colaborador de La Monte Young, sem nunca perder a noção da canção,
Cale trilharia depois do fim dos Velvet Underground, uma discreta mas criativa e muita vezes genial carreira a solo onde se destacam "Music for a New Society" ou "Paris 1919".
O seu trabalho de produtor também se revelaria certeiro em trabalhos dos The Stooges ou Patti Smith.
Um percurso imaculado gerou uma sólida base de seguidores ao longo de tantos e tantos anos.
Será Cale uma lenda viva?

A Prova


Jangada Teatro
13 e 14 de Maio, terça e Quarta , 16h00, Grande Auditório
Entrada: 1 euro
M/
Duração 70 m
http://www.jangadateatro.com/

Sinopse
Prova é a história de uma enigmática jovem, Catherine, da sua irmã, de um pai genial e de um jovem professor. Todos eles são peças de um puzzle na procura da verdade por detrás de uma misteriosa prova matemática. Catherine tenta superar a dura provação da morte do seu pai, um matemático famoso que ao tempo da sua morte já sofre de alguns distúrbios mentais. Precisamente quando a jovem começa a manifestar o medo profundo de se vir a tornar como o pai, a irmã mais velha, Claire, regressa a casa para assistir ao funeral do pai.
Hal, um antigo aluno do pai, começa a aparecer lá por casa e descobre um velho caderno de notas que traz à luz do dia, um segredo bem guardado por Catherine. Esta descoberta vai pôr à prova a relação entre as duas irmãs e os sentimentos românticos em crescimento entre Catherine e Hal.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DE CÂMARA STELLENBOSCH-FAMALICÃO de 9 - 11 de Maio

Direcção Artística: Luis Magalhães
Artistas:
Piano:Nina Schumann - África do SulLuis Magalhães - Portugal
Cordas:Benjamim Schmid (violino) – Áustria Suzanne Martens (violino) - África do Sul Xandi van Dijk (viola) - África do Sul Eugene Osadchy (violoncelo) - USAPeter Martens (violoncelo) - África do Sul Leon Bosch (contrabaixo) – Inglaterra
Trompa:Abel Pereira - Portugal

Conversas no Café Concerto:Maestro António Vitorino d’Almeida – PortugalJoão Almeida – PortugalAlexandre Delgado - PortugalDomingos Duarte Lima - Portugal

PROGRAMA DO FESTIVAL
Sexta-Feira, 9 de Maio 2008Recepção durante a manhã10:00 – 13:00 Ensaio 13:00 – 14:00 Almoço14:00 – 18:00 MasterClasses18:00 – 19:30 Conversas no Café Concerto
21:00 – Concerto de AberturaSábado, 10 de Maio 200809:00 – 12:00 Ensaio13:00 – 14:00 Almoço14:00 – 18:00 MasterClasses18:00 – 19:30 Conversas no Café Concerto 21:00 – Concerto de Música de Câmara
Domingo, 10 de Maio 200809:00 – 12:00 Ensaio13:00 – 14:00 Almoço14:00 – 18:00 MasterClasses18:00 – 19:30 Conversas no Café Concerto21:00 – Concerto de Encerramento

Masterclasses - Executante 100 euros; Ouvinte 70 euros
Preço por Concerto 7 euros
Preço único para os três concertos 15 euros
info@miltemas.com
http://www.miltemas.com/

MAFALDA ARNAUTH - Flor de Fado

Fado
3 de Maio , Sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/3
Duração 70 m
http://www.mafaldarnauth.com/

Flor de Fado
Um projecto que se propõe apresentar o melhor de Mafalda Arnauth, uma das
melhores vozes portuguesas da actualidade.
Com cinco álbuns editados todos aclamados pela crítica, Mafalda afirmou-se como uma grande compositora e intérprete de Fado.
Ao longo deste ano de 2007, Mafalda tem dedicado grande parte do seu tempo
a apresentar-se internacionalmente apoiando e divulgando este seu último trabalho –“Diário” – editado em Espanha, França, Suiça, Canadá, Japão e Itália.
Flor de Fado tem um repertório baseado no seu melhor cancioneiro, numa selecção
muito cuidada de grandes temas da nossa história assim como ainda da apresentação
em primeira-mão de temas originais.
Com um cuidado técnico e cénico muito atento para dar ao público as melhores
condições para apreciar o trabalho desta grande artista, a Magic Music propõe-lhe
uma viagem artística única, um grande espectáculo de Fado.

Mafalda Arnauth fala-nos do seu novo espectáculo:
“Flor de Fado” pretende precisamente ser o jardim onde a Sensibilidade, o Amor, a Diversidade, a Beleza, a Incondicionalidade de Existir possam encontrar a sua casa, a sua transparência, nas palavras eternas dos nossos maiores poetas, nas palavras sensíveis de quem escreve com arte e com o coração ou simplesmente nas minhas próprias palavras mais verdadeiras. Onde os espinhos, as raízes estranhas ou os aromas inebriantes de tudo o que vivemos possam ter lugar, cruzando diferenças e semelhanças que se consigam ver e sentir nas melodias que carregam consigo tanto o mais profundo do Fado como todas as fronteiras invisíveis que existe entre este e qualquer outra música.
“Flor de Fado” quer, acima de tudo, ser o lugar onde se possa contemplar e ouvir a Alma com o mesmo encanto com que se aprecia uma Flor única. A Flor, pessoal e intransmissível, que cada um de nós É.

VIII Bienal de Pintura do Eixo Atlântico 2008-2009

Exposição de pintura, com obras de artistas do Norte de Portugal e da Galiza, onde os participante e premiados do Prémio Eixo Atlântico e Prémio jovens talentos Luso-Galaicos , dão a conhecer os seus trabalhos artísticos e as suas raízes culturais.

De 1 a 30 de Maio no foyer da Casa das Artes

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Chico César + Paulinho Moska

Musica Brasileira
26 de Abril , Sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 12 euros
M/3
Duração 70 m

Já vêm de longa data as afinidades entre Moska e Chico César. Sao amigos próximos desde que dividiram o palco pela primeira vez num projeto intitulado „Os 5 no palco“ que em 1998 reuniu Chico César, Lenine, Moska, Marcos Suzano e Zeca Baleiro em 10 apresentações pelo Brasil.
Os dois artistas são de origem bastante diferente. Chico César nasceu em 1964 em Catolé do Rocha, no sertão da Paraíba, Moska em 1967 na cidade do Rio de Janeiro. Um, filho de trabalhadores de campo, outro, filho de jornalista.
Enquanto uma das influências mais importantes para Chico César na sua infância eram as manifestações de folclore de sua região, o reisado, os ritmos típicos como o forró, o xote e o baião, Moska viveu ainda garoto e adolescente os dias de glória da casa noturna „Dancin´days“ (que passou a se chamar mais tarde de „Concha Verde“ e promoveu as famosas „Noites Cariocas“) da qual seu pai era gerente na época. Foi ali que assistiu pela primeira vez artistas como Hermeto Pachoal, Egberto Gismonti, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Ney Matogrosso e Gal Costa como também os grupos brasileiros de Rock que faziam sucesso nos anos 80 como Paralamas, Kid Abelha e Titãs. Estes mesmos, entre outros, Chico César conheceu através de seus álbums que ele vendia na loja „Lunik“ onde trabalhara desde os 8 anos de idade. Já nesta altura ambos sonharam em compor e tocar música um dia.
Para ambos os artistas é uma tarefa agradável e constante compartilhar composição e palco. Juntos no palco, vão cantar os sucessos de cada um, compartilhando as vozes e violões.
A Casa das ARTES de Famalicão associa-se a este sonho e apresenta-os ao seu maravilhoso público.

Comemoração do Dia da Liberdade

25 de Abril , sexta-feira, 18h00, Grande Auditório
Entrada: Entrada Livre
M/3
Duração 70 m
Produção: ArtEduca / CASA das ARTES

ArtEduca, Pequenos Cantores Amorim, Escola de Música Valentim de Carvalho e a Stªa Casa de Misericórdia de Vn Famalicão, associam-se para celebrar o Dia da Liberdade, numa co-produção ArtEduca- Casa das Artes.
Trinta e quatro anos passados do 25 Abril de 1974, é nas vozes das 120 crianças que sobem ao palco da Casa das Artes que se vai cantar a liberdade…
Uma oportunidade para revisitar as canções que marcaram o ritmo na conquista da liberdade.

VIAGEM...



Primeira apresentação do Atelier de Teatro Baú dos Segredos, criado pela CASA das ARTES juntamente com o encenador João Regueiras
Teatro
24 de Abril , quinta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 1 euros
M/3
Duração 70 m
Produção: CASA das ARTES / João Regueiras

Mais do que uma síntese do que aprendemos e fizemos, desde que embarcamos no Baú dos Segredos, em Novembro passado, esta nossa primeira obra é uma viagem ao mais íntimo de cada um de nós.
Partimos, assim, das nossas primeiras recordações da infância e viajámos, umas vezes a favor e outras tantas contra alguns ventos, que nos açoitavam e que, de vez em quando, teimavam em nos molharem o olhar...
Escolhemos alguns momentos que marcaram a nossa breve vida e que, de alguma forma, adubaram o nosso crescimento, sem, contudo, nos pouparem ao sofrimento e à dor, que também fazem parte da vida...
Atravessamos alguns desertos da juventude e da adolescência e, nos oásis que nos apareciam, do alto de algumas palmeiras, tentámos vislumbrar mais além... e sonhámos!
Sim, roubámos às estrelas, o sonho e às montanhas, a coragem!
Deslizando na música, descobrimos que é mais importante o que nos une, do que o que nos divide!
Tecemos, assim, uma toalha de momentos “muito nossos”, longe dos gabinetes de psicologia e das reflexões do grupo de jovens do nosso bairro e, sem qualquer pretensão, aqui as queremos partilhar convosco.
Por fim, confiantes, partimos para as estrelas... para o futuro!
Descalços,...mas sempre com um “brilhozinho nos olhos”...

Ler por Ler – Dia Mundial do Livro

Leitura em voz alta de livros pedidos, em formato radiofónico
23 de Abril , Quarta-feira , 22h00, Café Concerto
Entrada: Entrada livre
M/3
Duração 60 m
Produção CASA das ARTES /Prof Ivo Machado/Jorge Humberto

A ideia partiu do Prof. Ivo Machado com base em experiências anteriores e que revela o gosto de partilhar com os outros os livros, através da leitura em voz alta.
Neste caso existe leitura de textos, simulando um programa de rádio, uma réplica do famigerado “ Discos Pedidos”, substituindo discos por livros.
O programa tem a duração de 60 minutos, com formato em tudo idêntico a um programa de rádio normal: Noticiário (em torno do dia e dos livros) e leituras solicitadas previamente por ouvintes, tudo intercalado com música e comentários da responsabilidade do animador (Jorge Humberto da Rádio Digital), visando criar dinâmica e empatia com os espectadores.

Concerto com Oficina Musical - 30 anos ao serviço da música



Música Erudita
19 de Abril , Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 70 m

Fundada no Porto em Maio de 1978, a Oficina Musical iniciou no mês seguinte a suaactividade, orientada para o estudo e divulgação da música do século XX. Até hoje levou a cabo mais de quatro centenas de espectáculos, nos quais colaboraram, além dos elementos dos seus conjuntos instrumentais, jovens artistas em início de carreira (o apoio a estes últimos é uma das directrizes da Oficina Musical) e agrupamentos e solistas do mais elevado nível, tais como o Estúdio Electrónico da Escola Superior de Música de Colónia, o Quarteto Takacs-Nagy, os pianistas Marie-Françoise Bucquet, Claude Helffer e Sequeira Costa, o violoncelista Siegfried Palm, o flautista Pierre-Yves Artaud, o trombonista Vinko Globokar e a teclista Annette Sachs. Entre numerosas obras incluídas nos seus programas, contam-se mais de setenta apresentações em primeira audição em Portugal, de autores tão significativos como Leos Janacék, Arnold Schoenberg, Goffredo Petrassi, Pierre Schaffer, John Cage, Hanns Eisler, Ramón Barce, Claudio Prieto, Tomás Marco, Cristóbal Halffter, Luis de Pablo, Edward Boguslawski, George Crumb, Luc Ferrari, Luciano Berio, Paolo Castaldi, Heitor Villa-Lobos, Cláudio Santoro, Paul Méfano, Salvatore Sciarro, Toru Takemitsu e Roque Alsina. Em cumprimento do que se afirmava em nota inserida no programa inaugural, a Oficina Musical não tem limitado a sua acção à cidade do Porto, realizando ao longo das últimas temporadas e de acordo com um plano de descentralização, concertos em diversos pontos do país (Póvoa do Varzim, Viana do Castelo, Ponte de lima, Braga, Paços de Brandão, Matosinhos, Carvalhos, Espinho, Coimbra, etc.). Nos últimos anos organizou concursos de Composiçãoabertos a todos os compositores portugueses, sem limite de idade. Em 1982 foram lançadas as primeiras partituras editadas pela Oficina Musical, iniciando-se assim um projecto editorial que prevê a publicação periódica de discos, trabalhos musicológicos e partituras de autores
portugueses. A Oficina Musical participou nos Festivais de Vigo de 1980 e 1981, no 1.º Ciclo de Música Contemporânea, organizado pela Disputación Provincial de Pentevedra (1982), nos ''Quatro Dias da Cultura Portuguesa em Sevilha'' (1982), no Festival da Costa do Estoril (1984, 1985 e 1987), na maior parte das edições dos Encontros Gulbenkian de Música Contemporânea, nos Dias de Música Contemporânea de Vigo (1985), nos XIV, XV, XVI e XVII Festivais de Espinho, no VIII Festival da Costa Verde, no 34.º Festival de Granada, nas ''Crónicas de Juventude'' (Pamplona, 1985), na 1.ª Semana de Música Ibérica em Ávila (1986), nas 1as Jornadas de Música Contemporânea Portuguesa, organizadas pela Fundação Calouste Gulbenkian em Madrid (1987), no III Festival de Música Contemporânea de Bogotá (1983) e em Festivais de Música Contemporânea na Alemanha (1995 e 1996) obtendo, em todas essas ocasiões, êxitos relevantes. Pelos serviços prestados à cultura do nosso País, a Oficina Musical foi agraciada com a Medalha de Mérito (Prata) pela Câmara Municipal do Porto, com a Medalha de Mérito Cultural da Secretaria de Estado da Cultura e com o Prémio do Dia do Autor da SPA (1993).

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Wake Up and Smell the Coffee com Tiago Rodrigues



Teatro Nova Europa
Stand-up comedy
18 e 19 de Abril, sexta-feira e Sábado, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/16
Duração 50 m
teatronovaeuropa.blogspot.com
Sinopse
Wake Up and Smell the Coffee é um texto que critica e provoca, brutalmente honesto e muitas vezes até chocantemente divertido. Tudo e todos podem ser alvo da língua aguçada da sátira. Da religião à cultura pop. Ao longo deste solo, tendo como ponto de partida um homem só, surgem várias personagens, entre as quais se incluem um vendedor que parece ser a incarnação do próprio diabo e um produtor chocante e amoral de Hollywood. O protagonista encontra-se num limbo, no qual confunde ficção com a sua própria realidade, no meio dos delírios desta era pós 11 de Setembro.
Autor: Eric Bogosian; Tradução e Encenação: Luís Mestre; Interpretação: Tiago Rodrigues; Apoio Dramatúrgico: Jorge Louraço Figueira; Desenho de Luz: José Carlos Coelho; Adereços: Patrícia do Vale; Sonoplastia: Luís Mestre; Operação de Luz e Som: Luís Ribeiro; Fotografias: Magda Bizarro e Michael Rausch; Produção: Teatro Nova Europa/Teatro Maria Matos

Tango Nuevo e Piazzola, cumplicidades….

O Quinteto SOÆNSEMBLE e os Dançarinos de Tango Nuevo Rui Resende e Sandra Ferreira, procuram recriar, com uma autenticidade, retocada pela sua formação clássica, os tangos argentinos de Astor Piazzolla, essa música que se tornou universal, cheia de contrastes, sensualidade e cumplicidade, que percorrem todos os sentimentos, desde o mais profundo intimismo até à festa exuberante.
Música/ Dança


18 de Abril, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório. Entrada: 7 euros
M/3
Duração 70 m

www.myspace.com/soaensemble
http://portugalemtango.blogspot.com/
FLAUTA, Ana Miranda
VIOLINO, Rui Costa
PIANO, Elsa Leça
GUITARRA, Fernando Monteiro
CONTRABAIXO, Sérgio Barbosa

Astor Piazzolla fundiu a música popular da sua terra natal – Argentina – com o jazz, dando-lhe um tratamento erudito, devido aos seus aprofundados conhecimentos musicais. A sua música não deixa ninguém indiferente; é impossível ouvi-la e não sentir as profundas emoções que emanam de cada frase, de cada acorde, de cada nota. É também uma música alternativa a todo o género de estilos musicais a que temos frequentemente acesso, desde a música popular ao rock, sem esquecer a música dita “erudita”, mais vulgarmente rotulada de música “clássica”.
O Quinteto Soænsemble é constituído pelos seguintes instrumentos: Flauta, Guitarra, Contrabaixo, Violino e Piano. Esta formação, tão peculiar, permite ao grupo uma riqueza tímbrica invulgar, e ao mesmo tempo uma sólida percepção harmónica, características indispensáveis para a música em questão. Para este concerto juntaram-se os Dançarinos de Tango Nuevo Rui Resende e Sandra Ferreira no sentido de se proporcionar ao público um concerto diferente, onde vão poder desfrutar de uma música/dança com qualidade, alternativa aos concertos de todo género a que têm tido oportunidade de assistir.

INimaginável


Dança
12 e 13 de Abril, Sábado e Domingo, 21h30 e 17h30, Grande Auditório.
Entrada: 4 euros
Todas as idades
Duração 70 m

Depois de um trabalho conjunto na organização dos workshops do Edge – companhia de dança contemporânea de Londres e de outros eventos no domínio da dança, durante alguns anos, a CASA das ARTES de V.N. Famalicão convidou a Escola Neuza Rodrigues a apresentar, de raiz, um espectáculo inédito, que envolvesse todos os seus alunos, que fosse apresentado ao grande público.
Inimaginável é um espectáculo onde só temos a nossa imaginação como limite…
É por isso mesmo criativo, repetitivo, feio, original, diferente, igual, bonito e o que mais quisermos, mas foi construído e criado exclusivamente da nossa vontade, imaginação e inspiração.
A história que foi criada, demorou meses a ser aperfeiçoada e foi sendo alterada sucessivamente por todos os alunos da Escola de Dança Neuza Rodrigues seus professores e criadores. Foi um trabalho de grupo desenvolvido com muito carinho, dedicação e interajuda.
INimaginável foi para nós uma viagem fantástica. Juntem-se a nós, e deixem-se levar pelo sonho, e criem ou recriem connosco a vossa própria história.
Divirtam-se! Sonhar é viver!

segunda-feira, 24 de março de 2008

Led Zeppelin Re.Max


Os Led Zeppelin vistos e revistos por Álvaro Costa (Antena 3; RTP/Liga dos Últimos)
11 de Abril, sexta-feira , 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
Existe uma história secreta dos Led Zeppelin a qual se tem acesso por uma porta sonora, a que muitos chamam de “Antarata”, ou e simplesmente “Studio Sessions”.

A Casa das Artes e Álvaro Costa (Antena 3; RTP/Liga dos Últimos) apresentam Led Zeppelin Re. Max – Mais do que uma conferência ou uma caminhada virtual pelos trilhos desta endiabrada máquina de Rock’N’Roll nesta noite ser-vos-á proposta uma viagem ás catacumbas do arquivo sonoro e visual da mais poderosa e emblemática banda de Rock do finado Séc. XX..

Eric Sardinas & Big Motor

11 de Abril, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 15 euros
M/3
Duração 70 m
http://www.ericsardinas.com/

Nome incontornável da renovação da linguagem do Delta,
Eric Sardinas é a representação contemporânea dos grandes mestres do passado - Robert Jonhson, Howlin' Wolf ou Honeyboy Edwars - Mas é também um virtuoso da guitarra com uma voz cheia de soul. Os ritmos rock e o gingar sexy de ancas faz-nos lembrar íconescomo Ray Charles ou James Brown.
Sardinas é a mistura explosiva do country blues rural do banjo da América profunda e a electricidade de Chicago
servida por uma produção de elevada qualidade. É desta forma que resulta a singularidade daquele que é hoje, unanimemente, referenciado como um nome maior do blues/Rock contemporâneo.
Em Abril Sardinas traz na bagagem o seu mais recente álbum, editado em 2007, onde o perfume do blues negro se funde com a eloquência do blues dos brancos.
The boy is in town.

Concerto com compositores portugueses - Joly Braga Santos e Luís de Freitas Branco

6 de Abril, Domingo, 18h00, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 70 m
www.orquestradonorte.com

Programa:
Joly Braga Santos - Concerto em Ré para orquestra de cordas Op.17
I Largamente maestoso Allegro
II Adagio non troppo
III Allegro ben marcato
Luís de Freitas Branco Concerto para violino e Orquestra
I Allegro
II Andante
III Allegro

Emanuel Salvador, violino
José Ferreira Lobo, direcção
Orquestra de Norte

BLUES ART BAND


Blues
5 de Abril , Sábado, 22h30, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 70 m

BLUES ART BAND, nasceu na cidade do Porto em 2001, formada por seis elementos:

VOZES SANDRA FALÉ e BÁRBARA TACIANA
GUITARRA ZÉTÓ BATISTA
TECLADOS SÉRGIO ALEX
BAIXO MIGUEL MARQUES
BATERIA ZÉ AL`VESH

Tendo já efectuado concertos ao vivo e a gravação em estúdio de um CD Single, registado na SPA em 2005, com três temas originais para apresentação da Banda, sendo o restante reportório c/ arranjos de temas de : B.B.King, Eric Clapton, Etta James, Muddy Waters, Robert Cray, Tracy Chapman, Blues Brothers, Otis Redding, etc….
Este grupo desenvolve uma sonoridade própria, com muita criatividade, onde se destaca alguns originais, mas sobretudo as influências dos grandes temas de blues. Verifica-se uma enorme solidez melódica/rítmica, onde as vozes, bem estruturadas, que proporcionam uma fusão global equilibrada.
É receita perfeita para uma noite descontraída, com muito “swing dancing”, sensualidade e improvisação.

Exposição fotografia “ Lugar de Ninguém”


Bento Duarte, Francisco Cardoso Lima, João Marques Fernandes, Marcos
Adelino, Nuno Barros e Vitor Lago Silva. 6 artistas juntam-se em co-autoria (Exorama) para apresentar a exposição "Lugar de Ninguém" na Casa das Artes de Famalicão, durante o mês de Abril.
Em "Lugar de Ninguém", é o próprio conceito de lugar que surge questionado,
podendo ser compreendido como um sítio físico ou entendido como uma memória ou uma representação afectiva. Através de seis fotografias originais, cada um dos artistas, em diálogo com os outros, propõe uma outra imagem como leitura para um mesmo espaço, num processo de construção de novos lugares individuais, na tentativa de organização de um grande espaço colectivo.

http://exorama.wordpress.com/

De 1 de Março a 30 de Março no foyer da Casa das Artes

domingo, 9 de março de 2008

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

TwoPianists


Luís Magalhães & Nina Schumann
Música Erudita
29 de Março, Sábado, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 70 m
Nina Shumann e Luís Magalhães assinam o projecto “”, duo que se tem notabilizado em inúmeros concertos em todo o Mundo. Luís Magalhães é português (reside na África do Sul e é casado com a sua companheira neste e noutros projectos) e Nina Shumann é sul-africana. São solistas reconhecidos internacionalmente e avançaram para a aventura dos registos discográficos quando gravaram “As Obras Completas para Dois Pianos, de Sergei Rachmaninoff”, com edição portuguesa (2006) e sul-africana (2007).

Jacinta - “CONVEXO” [A Música de Zeca Afonso]


Jazz/Word Music
28 de Março, Sexta- feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.jacintaportugal.com/


A melhor jovem artista de jazz do continente europeu em 2007, no âmbito da iniciativa “O Melhor da Europa” apresenta em concerto o seu último trabalho discográfico – CONVEXO [a música de Zeca Afonso] – nos próximos meses dearco Abril e Maio de 2008.

Em 2007 celebraram-se os vinte anos da morte do aclamado cantor e compositor português, CONVEXO surge assim como o reconhecimento de Jacinta perante a obra de Zeca Afonso, que aliás sempre fez parte do seu repertório, desde o Teatro Aveirense, onde Jacinta fez a abertura solene a capella, com O Cavaleiro e o Anjo, passando pelo concerto no CCB "Tributo a Bessie Smith", que abriu com o mesmo tema, até à Canção de Embalar, que incluiu no seu disco "Day Dream".

Neste trabalho, Jacinta explora uma nova linguagem musical, em busca das sonoridades mais modernas da corrente cool jazz, abandonando o estilo do jazz vocal tradicional dos seus últimos discos.

Em formato de trio, com Rui Caetano ao piano, Bruno Pedroso na bateria e a voz única de Jacinta, este é, sem dúvida, um projecto singular. As novas harmonias, bem conjugadas com uma abordagem rítmica que respeita o original e desenvolve o potencial de cada composição, conferem frescura e modernidade a todo o repertório do disco.

Dia Mundial do Teatro

BULULÚ – Estórias da Invenção do Mundo de Moncho Rodriguez, com Cristina Cunha e Pedro Giestas, Teatro Invisível.
27 de Março, Quinta- feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/12
Duração 90 m
http://www.teatroinvisivel.com/

Amadeus e Bartolomeus são dois cómicos tão antigos como o próprio teatro, o que é o mesmo que dizer: tão antigos como a Terra. Dizem que eles têm mais de 400 anos. Acabam de chegar a um lugar onde pensam realizar o seu ofício de cada dia ou seja: representar. Preparam os seus instrumentos, suas roupas e máscaras e decidem contar o famoso romance da Invenção do Mundo, inspirado no “Grande Teatro del Mundo” de D. Pedro Calderon de La barca.
Tudo parece correr bem com a representação onde se recita e ao mesmo tempo se explica e comenta, cada momento da comédia clássica onde Deus, o criador, reparte os papéis para que o mundo se represente. Em determinado momento, tomado pelo espírito da crítica, Bartolomeus questiona as razões do porquê devem eles, comediantes famintos, continuar…Para que servem eles, os cómicos. Para quê as palavras. Para quê os sonhos.
Diante desse conflito, os dois comediantes desafiam-se numa tremenda luta entre a acção da arte e a sua necessidade numa sociedade cada dia menos poética, menos sensível e inevitavelmente consumista. Travam um patético jogo onde se expõem os conflitos entre a razão e o sonho, entre o real e o imaginário. Recordam os caminhos que percorreram ao longo de toda a sua existência, os quatrocentos anos do teatro ibérico. Das peripécias e aventuras vividas por todos os cómicos até chegarem aos dias de hoje, onde se esbarram diante do vazio, do silêncio, da indiferença.
Bartolomeus, alma gémea de Amadeus, decide que é inútil seguir, que não vale a pena continuar a repetir os mesmos gestos, as mesmas loas, as mesmas falas, com as mesmas caras e a mesma fome. Faz o seu testamento, deixando para aqueles que queiram seguir a arte no futuro todo o seu património de 400 anos de teatro. Amadeus vendo-se só, outra vez Bululú, num gesto dramático canta uma canção, como um hino de despedida, um apelo. Bartolomeus, despido de todas as suas vestes, absolutamente só e perdido, prestes a desaparecer no escuro, instintivamente repete, por dor ou saudade, o refrão da canção que dá alma ao comediante. Juntos terminam a cantar.

Cimús´08


III Curso Internacional de Música de V.N. Famalicão com Dmitri Ferschtman, violoncelo e Keiko Wataya, violino
24 e 28 de Março de 2008

O CIMÚS abre as suas portas pelo terceiro ano consecutivo para, uma vez mais, dar oportunidade a músicos portugueses e estrangeiros de trabalharem com personalidades de renome no actual panorama da música erudita.
Este ano a ArtEduca – Academia de Música e Artes, traz a Famalicão, em parceria com a Casa das Artes, dois cursos de aperfeiçoamento musical orientados por Keiko Wataya, violino e Dmitri Ferschtman, violoncelo, professores no Conservatório Superior de Amesterdão.
O CIMÚS é aberto a todos os violoncelistas e violinistas a frequentar o curso complementar do conservatório, o ensino superior ou profissionais e será realizado nas instalações da ArtEduca – Academia de Música e Artes de VN Famalicão e na Casa das Artes de VN Famalicão entre 24 e 28 de Março de 2008.
O Curso encerra, dia 28 de Março às 21h00, com o concerto dos alunos participantes.
Inscrições abertas até ao dia 3 de Março de 2008. Informações através dos telefones 252 378 249 / 91 881 43 90 ou e-mail arteduca.academia@gmail.com

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Exposição Pintura “100 ANOS DE LAURO CORADO” (1908-1977)


OBRAS DA COLECÇÃO DO FILHO, LAURO ANTÓNIO
e ainda no Museu da Cidade de Aveiro

De 1 de Março a 30 de Março no foyer da Casa das Artes

BIOGRAFIA
Lauro da Silva Corado - Professor e artista plástico, nasceu em Aveiro em 1908 e morreu em Lisboa a 1 de Setembro de 1977. Estudou na sua cidade natal (Escola Industrial de Fernando Caldeira) e depois na Escola Superior de Belas Artes do Porto onde concluiu o Curso Superior de Pintura. Foi discípulo de António Carneiro e de Joaquim Lopes. Fez concurso de provas públicas para professor de Pintura da Escola Superior de Belas Artes, tendo ficado aprovado em «mérito absoluto» (1933). Nesse ano partiu para Itália, França e Espanha como bolseiro do Instituto para a Alta Cultura, regressando em 1945 a Espanha patrocinado pelo mesmo Instituto. Como professor começa a leccionar na Escola Industrial e Comercial Infante D. Henrique (Porto), e, a partir de 1941, na Escola Industrial e Comercial Dr. Azevedo Neves (Viseu). Em 1942 transfere-se para a Escola António Arroio. Em 1949 faz Exame de Estado para professor efectivo do Ensino Técnico, instalando-se no ano seguinte em Portalegre, onde lecciona até 1958 na Escola Industrial e Comercial local. Aí conviveu com José Régio, colaborou em A Rabeca e expôs diversas vezes: 1955, Escola da Corredoura; 1958, Salão Nobre do Governo Civil.De regresso a Lisboa, em 1958, é colocado na Escola Técnica Elementar Nuno Gonçalves e depois na Escola de Artes Decorativas António Arroio, onde se encontrava à data da sua morte. A sua primeira exposição individual efectuou-se na Associação Comercial de Aveiro, a que se seguiu uma segunda no Salão Silva Porto (Porto). Concorreu a inúmeras exposições individuais e colectivas no país e no estrangeiro, obtendo 1.ª e 2ª medalhas da S.N.B.A. de Lisboa, os 1.º e 2.º prémios e Medalha de Ouro da Câmara Municipal de Lisboa, o prémio José Malhoa e o 1.º prémio da Exposição Antoniana do Estoril. Encontra-se representado em museus e colecções particulares de Portalegre, Espanha, Brasil, Canadá, EUA e Alemanha.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Paixão segundo São João de P. Ferreira dos Santos

ESTREIA MUNDIAL
Trata-se de uma obra composta na segunda metade de 2007 e início de 2008. Esta parece ser a primeira Paixão composta em Portugal, em língua vernácula, para Solistas, Coro, Declamador e Orquestra sinfónica. A obra é dramática, como não poderia deixar de ser, pois tenta descrever, musicalmente, o transcendente drama da condenação á crucifixão e da morte de Jesus Cristo na cruz, apesar de não haver culpa que tal justificasse.

Concerto inserido nas Cerimónias da Semana Santa de V.N. Famalicão
Musica Erudita
19 Março, quarta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 7 euros
M/3
Duração 70 m

Declamador P. Ferreira dos Santos
Evangelista Vitor Sousa
Jesus Pedro Telles
Coro Polifónico da Lapa
Orquestra Sine Nomine
Direcção: Filipe Veríssimo

Compositor - O Padre Ferreira dos Santos depois de terminados os seus estudos teológicos no Seminário Maior do Porto e de ter frequentado o Conservatório de Musica do Porto, foi, para a Escola Superior de Munique, em 1962, onde permaneceu até 1970, como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian e fez vários Cursos de Música, entre os quais o de Órgão.

Regressado a Portugal, em 1970, arrancou, com uma equipa por ele formada, com uma série de iniciativas e com a criação de várias infra-estruturas capazes de gerar vida musical na cidade. Delas se destacam o Coro da Sé Catedral do Porto que esteve na fundação de outros Coros, na implantação do Grande Órgão de Tubos da Sé Catedral do Porto e da Igreja da Lapa.

A sua actividade de Maestro (dirigiu centenas de concertos em todo o País e em Espanha, alguns em directo pela televisão), junta a de compositor para a liturgia (mais de 2.000 obras) a de 10 obras corais sinfónicas de grande dimensão, de que sobressai o Requiem à Memória do Infante D. Henrique (Obra encomendada pelo Governo Português) e a de conferencista em Congressos em Portugal a no estrangeiro.

É condecorado pela Grande Cruz de Mérito Cultural da Alemanha, Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, foi distinguido pela Medalha de Ouro da Cidade do Porto, a pela de Mérito Cultural da cidade de Santo Tirso e é, desde o ano 2000, sócio da Academia Nacional de Belas Artes.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

10º Edição do FAMAFEST - Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Vila Nova de Famalicão

O Festival terá como temas MANOEL DE OLIVEIRA, WILLIAM SOMERSET MAUGHAM, NORNAN MAILER, D. H. LAWRENCE, CINEMA da GALIZA e FADO. Decorrerá na CASA das ARTES, Biblioteca Municipal, Centro de Estudos Camilianos de 8 a 16 Março.

Para mais informações
lauroantonioapresenta.blogspot.com

Concerto de abertura do festival com MARIZA, homenagem especial do FAMAFEST
Fado
Sábado, 8 Março, 21h30, Grande Auditório
Preço 15 euros
M/3

Concerto de fecho do festival com Henrique e Nuno Feist “Cinema Musical”
Sábado, 15 de Março, 21h30, Grande Auditório
Entrada livre
M/3

WRAYGUNN / SEAN RILEY & THE SLOWRIDERS

rock/Blues/Soul
7 de Março, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório.
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 90 m
www.wraygunn.com/
www.myspace.com/wraygunn

Se Eclesiastes 1:11 foi a obra-prima que abriu caminho além fronteiras (foi disco do mês na revista Rock´n´Folk, disco do ano do diário Libération e na revista Épok, em França) , Shangri-La consagrou em definitivo os Wraygunn colocando-os no lugar que merecem. Nos balanços de final de ano, o terceiro álbum da banda de Paulo Furtado é unanimemente considerado o melhor do ano.

Shangri-La, o novo paraíso dos Wraygunn, doseia com mestria soul, gospel, funk, rock e blues apresentando um estupendo conjunto de 13 canções. Não admira que já tenham sido retirados 3 singles do disco: o contagiante Go-go Dancer, o dançável Everything’s Gonna Be Ok e o novo e poderoso Ain´t it nice?.

Mas se o reconhecimento através dos discos só agora foi unânime, há muito que a banda se notabilizou pelas suas poderosas actuações ao vivo não só em solo nacional mas também em palcos europeus. Um concerto dos Wraygunn é como assistir a Lost Highway de David Lynch, é um murro no estômago, é não conseguir reagir a tamanho turbilhão de adrenalina e energia. A banda de Coimbra prepara-se agora para espalhar essa força numa digressão nacional de promoção a Shangri-La.

Os Wraygunn convidaram uma das novas promessas conimbricenses para companheiros de estrada. Chamam-se Sean Riley & The Slowriders e estrearam no passado mês de Outubro Farewell, um disco que prima pela pureza da voz e pela riqueza dos instrumentos em temas intensos sujeitos a arranjos de um sóbrio bom gosto. Uma fabulosa colecção de 11 canções com potencial para se tornarem clássicos, onde se cruzam a folk, o country, o rock e os blues. Um piscar de olhos a nomes como Nick Drake, Devendra Banhart, Leonard Cohen ou Townes Van Zandt, num estilo único no nosso país.
Apesar de estreantes, Sean Riley & The Slowriders têm conquistado plateias nacionais importantes nas primeiras partes que realizaram para Aimee Mann, Violent Femmes e Mark Kozelek.

Tem-se escrito que Coimbra é a capital nacional do rock e isso tem tanto de excessivo como de irreal, mas não restam dúvidas de que em Coimbra há talento! Esse talento vai andar por aí, a passear-se pelas principais salas de espectáculos portuguesas a partir de Fevereiro. Ain’t it nice?

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Nuno Galopim apresenta…. John vanderslice na CASA das ARTES de V.N. Famalicão


AfinidadesMicro Festival

Concerto único em Portugal

John vanderslice
Indie
1 Março, Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 15 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.johnvanderslice.com/
www.myspace.com/johnvanderslice

Este Micro Festival é uma ideia do comunicador Álvaro Costa com produção da Big Mamma e direcção geral da Casa das Artes de VNF.

“ Afinidades” é inspirado em eventos, como o Londrino “Meltdown”, em que e anualmente um curador: Artista, ou figura pública, ou fazedor de opinião é convidado a programar o seu elenco.

Para as três edições previstas para 2008, a Casa das Artes de VNF convidou os prestigiados Jornalistas Nuno Galopim (Março) e Vítor Belanciano (Junho) e o Ex Herói do Mar e “trendsetter” Rui Pragal da Cunha (Outubro) como curadores e coordenadores artísticos das “suas noites”.

A primeira edição realiza-se no dia 1 de Março e será coordenada e apresentada por Nuno Galopim que nos apresentará o John vanderslice e sua banda.

A hora inevitável

Passou a oeste das atenções de muitos de nós durante anos, mas o álbum que editou em 2007 não podia mais permitir semelhante silêncio. Norte-americano, John Vanderslice foi, aos poucos edificando uma obra que sabe juntar a arte da escrita de canções a uma curiosidade sempre renovada pelas formas finais com que estas se podem apresentar. Alguns talvez se recordem da polémica há oito anos gerada pelo seu ‘Bill Gates Must Die’. Há quem o conheça por ser dono de um estúdio de gravação pelo qual passaram já por nomes como os Death Cab For Cutie, Okkervil River ou Spoon e até mesmo pelo trabalho de produção que assinou em ‘Gimmie Fiction’, destes últimos. Mas é a obra na primeira pessoa de John Vanderslice que hoje lhe garante o merecido reconhecimento. Depois de editados cinco álbuns nos quais explorou as potencialidades das cenografia lo-fi, sem abandonar nunca os domínios da canção de autor, mostra-se há poucos meses, ao editar um sexto disco, inesperadamente despojado. Em apenas 38 minutos ‘Emmerald City’ confirmou em Vanderslice um magnífico contador de histórias. No anterior ‘Pixel Revolt’ havia construído um espaço de reflexão sobre as feridas deixadas pelo 11 de Setembro e, naturalmente, as consequências que os factos desse dia tiveram na vida da América (e do mundo em geral) desde então. Em ‘Emmerald City’ mostrou antes uma escrita mais pessoal, quase autobiográfico. Aí nos mostrou rara capacidade para, numa canção, sugerir as histórias, lançar as ideias, e sair delas antes de as tornar óbvias. Vê-lo, ao vivo, era finalmente inevitável.

Nuno Galopim

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Utter


Ambiente/Rock/ Progressivo
29 de Fevereiro, sexta-feira, 23h00, Café Concerto.
Entrada: 5 euros
M/12
Duração 55 m
www.myspace.com/utterutter

O projecto Utter (total, completo, absoluto, extremo) proveniente da vila de Joane, Vila Nova de Famalicão apresenta na Casa das Artes o seu primeiro registo homónimo, edição de autor, distribuído no território nacional pela Compact Records.

Com apenas três anos de existência o grupo já participou em concertos com Blind Zero, Boss AC e Corvos e em meados de 2007, após o trabalho de estúdio, alguns temas da banda foram destacados por António Sérgio, em algumas emissões do seu programa “As Horas” ao lado de nomes consagrados da cena alternativa internacional, bem antes da edição oficial do disco.

O rock ambiental, harmónico e enérgico que produzem nas actuações ao vivo não deixa ninguém indiferente, e apesar de ainda pouco conhecidos do público nacional, os Utter não esmorecem e afirmam que a música que concebem continua a fazê-los voar muito mais além… Deixe-se levar e faça uma viagem ao som dos Utter. A conferir a 29 de Fevereiro.

“Malgré Nous, Nous Étions Là”


Companhia Paulo Ribeiro
Dança
29 de Fevereiro, sexta-feira, 22h00, Grande Auditório.
Entrada: 5 euros
M/12
Duração 55 m


Malgré Nous, Nous Étions Là” é um dueto do tamanho da vida em comum, ou pelo menos da história comum, de Paulo Ribeiro e Leonor Keil, coreógrafo e bailarina, mas também marido e mulher. Ao contrário de anteriores criações em que existia uma tentativa, mesmo que irónica, de contextualização, esta peça é, segundo Paulo Ribeiro, um objecto "inexplicável". É por isso que há uma pilha de livros no palco – não servem para nada. Paulo Ribeiro entra em cena a falar disso: "Normalmente contextualizo, mas a Leonor acha que me repito. Desta vez não vamos reflectir sobre o estado do mundo, não vamos comparar o nosso trabalho com o de outros coreógrafos, não vamos usar os suportes da dança contemporânea. Ou seja: não vamos dançar nus, nem em silêncio".Baseado em textos de Gonçalo M. Tavares, com música de Bernardo Sassetti, Gilbert Becaud e Bárbara Travadinha, “Malgré Nous, Nous Étions Là” vive do atrito entre o corpo totalmente feito para a dança de Leonor Keil e o corpo pesado de Paulo Ribeiro, que não acompanha a vontade do seu coração de estar em palco.

Ficha artísticaCoreografia e interpretação PAULO RIBEIRO e LEONOR KEILMúsica BERNARDO SASSETTI, GILBERT BECAUD, BARBARA, TRAVADINHADesenho de luz NUNO MEIRAVídeo PAULO AMÉRICOOperação de luz CRISTÓVÃO CUNHAOperação de som e vídeo PEDRO TEIXEIRACo-produção COMPANHIA PAULO RIBEIRO CENTRE CHORÉGRAPHIQUE NATIONAL DE CAEN / BASSE- NORMANDIEEstrutura financiada pelo MINISTÉRIO DA CULTURA