
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
António Pinho Vargas - PIANO SOLO

António Pinho Vargas revisita, em novas versões para piano solo e com uma nova atitude face ao acto de improvisar, as composições para os seus grupos de jazz de 1976 a 2000 e mais algumas novidades.
28 de Fevereiro, sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 60 m
Depois de cerca de sete anos afastado dos palcos enquanto performer, António Pinho Vargas regressa aos palcos no ano 2008. Recordado pela maior parte do público como o pianista de jazz, autor de temas de êxito como Tom Waits ou Dança dos Pássaros, 25 anos depois da edição do primeiro álbum de originais, o compositor regravou as suas obras para piano solo. Um acontecimento editorial que marca uma nova temporada e que faz esta grande referência da composição erudita contemporânea em Portugal, regressar aos concertos. Em Fevereiro, a Casa das Artes recebe o aguardado reencontro de António Vargas com o público.
28 de Fevereiro, sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 60 m
Depois de cerca de sete anos afastado dos palcos enquanto performer, António Pinho Vargas regressa aos palcos no ano 2008. Recordado pela maior parte do público como o pianista de jazz, autor de temas de êxito como Tom Waits ou Dança dos Pássaros, 25 anos depois da edição do primeiro álbum de originais, o compositor regravou as suas obras para piano solo. Um acontecimento editorial que marca uma nova temporada e que faz esta grande referência da composição erudita contemporânea em Portugal, regressar aos concertos. Em Fevereiro, a Casa das Artes recebe o aguardado reencontro de António Vargas com o público.
The Profilers
Rock / Blues / Jazz27 de Fevereiro, sexta-feira, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/theprofilers74
The Profilers nasceram a preto e branco, talvez sépia, mas são tudo menos cinzentos. Até porque o tempo lhes tem acrescentado uns traços de cor em tons de vermelho e púrpura, aqui e ali. A música que fazem cheira como o interior de um guarda-fatos antigo, sabe a bourbon e a cigarros, tem a textura do sangue que jorra nos filmes do Tarantino e do Robert Rodriguez e a transpira a sensualidade das dançarinas do can can. E deve soar a muitas coisas, do bom velho rock and roll ao blues, da bossa ao jazz, do indie pop ao cabaret. Se pudéssemos recuar no tempo talvez nos cruzássemos com eles algures naEuropa continental dos anos 20, na américa dos 40 e 50 ou em Inglaterra nos 60 e 70. Talvez até no futuro, se lá fossemos... ou não. Provavelmente não viveremos o suficiente para vir a saber! São vaidosos mas não pedantes e gostam de sentir o calor do público quanto estão no palco.
No seu primeiro ano de existência - o projecto nasceu em Março de 2007 - a banda conseguiu algumas presenças bem sucedidas em eventos relacionados com lançamento de novos talentos, o que lhes valeu alguns apontamentos mediáticos e reconhecimento público:
-Vencedores do Super Bock Super Rock Preload 2008;
-Vencedores do XIII Festival de Música Moderna de Corroios;
-Vencedores do Prémio POP EYE para a música e criação independente como revelação portuguesa do ano, em
Espanha;
-1.º lugar na 3.ª eliminatória Rocktacart 2008 – X Festival de Música Moderna de Santa Maria da Feira (não foi
possível disputar a final por sobreposição de datas);
-1.º lugar na 4.ª eliminatória e presença na final do Arena Best Rock 2008;
-1.º lugar na 4.ª eliminatória e presença na final do Rockastrus 2008;
Com pouco mais de um ano de existência, the Profilers, para quem o palco é o mais importante, já ultrapassaram
os 60 espectáculos ao vivo, a maioria dos quais em 2008, tendo já passado por várias salas e festivais de
referência no panorama musical nacional.
A internacionalização foi precoce, com a participação na colectânea internacional Pop Nation, promovida pela editora espanhola Bon Vivant Records à qual se juntou o prémio POP-EYE para banda revelação portuguesa do ano, entregue na Gala de encerramento do V Festival Cáceres POP ART, em Setembro de 2008, iniciativa da mesma, com apoio do Governo da Extremadura e do Consórcio Cáceres Capital Europeia da Cultura 2016.
Neste momento a preparar a apresentação do album (EP) de estreia, Swing, para Janeiro de 2009, The Profilers continuam a encarar a música com muita se seriedade e a procurar construir, passo a passo, uma carreira sólida e duradoura.
San, voz principal
Mr. Big, baixo, vozes secundárias
Mr. Night, guitarra, vozes secundárias
Fat Franco, guitarra
Lt. Frank, Piano, Hammond, VSTIs, vozes secundárias
The Maniac, bateria
Pitosga, percussões
DON CAVALLI
Blues21 de Fevereiro, sábado, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 70 m
www.myspace.com/doncavalli
“Cry Land” – Considerado o 12 º melhor álbum do ano pela revista Mojo.
“If Beck were a Frenchman he’d sound something like this”… In Mojo, Dez. 08
Uma das revistas referência da especialidade, a Mojo considera o álbum “Cry Land” – O mais recente do Francês Don Cavalli como um dos 20 mehores de 2008.
A Mojo vai mais longe e considera “Cry Land” um álbum, na sua essência melhor do que e a exemplo “New Amerykah Part One (4th World War)” de Erykah Badu ou "Dear Science” dos TV on the Radio ou mesmo de "Oracular Spectacular” dos MGMT.Os álbuns 2008, ainda segundo a revista Mojo, dos Sigur Rós ou Metallica ou mesmo dos veteranos AC/DC não tiveram melhor sorte que os acima enumerados.
Em “Cry land” Don Cavalli dá uma nova roupagem aos Blues e á Folk assumindo-se como um “cantautor” inovador na forma de interpretar a linguagem destas duas expressões.
“New Hollywood Babylon” assume-se como uma das mais interessantes e fáceis músicas do álbum, onde impera o bom gosto e a arte de tornar o simples belo e melodioso.
Um (Verdadeiro) artista para seguiremos de perto.
Aquarium
Vortice Dance CompanyDança
20 de Fevereiro, sexta, 22h00, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/4
Duração 55 m
http://www.vorticedance.com/
Aquarium conta-nos a história de uma praia deliciosa, onde todos se cruzam em acções paralelas. É uma história de paixões intensas escritas na areia. Desvendam-se algumas tradições desse lugar, e personagens desconhecidas, vindas do fundo do mar ...
No silêncio da noite, há quem ouça o canto das sereias,vindo de um mar profundo, ouvinte dos sussurros à beira-mar plantados.
É um espectáculo com a assinatura dos coreógrafos portugueses Cláudia Martins e Rafael Carriço e interpretado pela companhia VORTICE.DANCE, cujo trabalho tem sido reconhecido e premiado internacionalmente, pela crítica e pelo público.
FICHA TÉCNICA
DIRECÇÃO ARTÍSTICA: Cláudia Martins E Rafael Carriço
COREÓGRAFOS: Cláudia Martins, Rafael Carriço
VIDEOGRAFIA / DESENHO DE LUZ: Rafael Carriço
FIGURINOS: Cláudia Martins
INTÉRPRETES . Cláudia Martins; Rafael Carriço; Jorge Libório; Nuno Martins; Beatriz Rousseau; Francisco Rousseau; Diana Godinho; Kim Pottoff; Cristina Loureiro; Maria João
DIRECÇÃO CENA: José Pata
MÚSICA: Chemical Brothers; Shark, John Williams; Capoeira; El Matador, Carmen Miranda; Tico Tico, Carmen Miranda; Cocolo; Underwater, Smoke City; Valse Mille Temps, Jaques Brell; Ne Me Quite Pas, Jaques Brell.
Nova Vaga do Roque Português

“O dia dos Namorados, 14 de Fevereiro, parece-nos muito bem”
- SMIX SMOX SMUX (Braga) Amor Fúria
- OS GOLPES (Lisboa) Amor Fúria
- OS QUAIS (Lisboa) Amor Fúria
- OS PONTOS NEGROS (Queluz) FlorCaveira
- TIAGO GUILLUL (Oeiras) FlorCaveira
- SAMUEL ÚRIA (Évora/Lisboa) FlorCaveira
Roque Português
14 de Fevereiro, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.amorfuria.blogspot.com/
http://www.florcaveira.com/
www.myspace.com/florcaveira
“Por acaso do destino ou talvez pelo desígnio de uma força maior, 2008 foi o ano do encontro de muitos grupos pópe roque que descobriram entre si várias cumplicidades: a reconciliação da música pópe com a língua portuguesa, a vontade de tocar ao vivo, o desejo de uma produção musical independente em Portugal. Uniram-se esforços e cumpriram-se as vontades. Ainda nesse ano, Tiago Guillul foi o primeiro a furar o nevoeiro da imprensa, depois dele Os Pontos Negros a atingirem uma visibilidade mediática inesperada. 2009 será o ano de Samuel Úria, B Fachada, Os Golpes, Smix Smox Smux e Os Quais, todos eles com edições discográficas marcadas. Todos estes nomes passeiam a sua música entre duas editoras que funcionam como o laboratório do Novo Roque Português: FlorCaveira e Amor Fúria.”
Manuel Fúria
- SMIX SMOX SMUX (Braga) Amor Fúria
- OS GOLPES (Lisboa) Amor Fúria
- OS QUAIS (Lisboa) Amor Fúria
- OS PONTOS NEGROS (Queluz) FlorCaveira
- TIAGO GUILLUL (Oeiras) FlorCaveira
- SAMUEL ÚRIA (Évora/Lisboa) FlorCaveira
Roque Português
14 de Fevereiro, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 8 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.amorfuria.blogspot.com/
http://www.florcaveira.com/
www.myspace.com/florcaveira
“Por acaso do destino ou talvez pelo desígnio de uma força maior, 2008 foi o ano do encontro de muitos grupos pópe roque que descobriram entre si várias cumplicidades: a reconciliação da música pópe com a língua portuguesa, a vontade de tocar ao vivo, o desejo de uma produção musical independente em Portugal. Uniram-se esforços e cumpriram-se as vontades. Ainda nesse ano, Tiago Guillul foi o primeiro a furar o nevoeiro da imprensa, depois dele Os Pontos Negros a atingirem uma visibilidade mediática inesperada. 2009 será o ano de Samuel Úria, B Fachada, Os Golpes, Smix Smox Smux e Os Quais, todos eles com edições discográficas marcadas. Todos estes nomes passeiam a sua música entre duas editoras que funcionam como o laboratório do Novo Roque Português: FlorCaveira e Amor Fúria.”
Manuel Fúria
O ENSAIO
Teatro
Atelier Baú dos Segredos
12 e 13 de Fevereiro, quinta e sexta, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 2 euros
M/6
Duração 60 m
Tudo se passou numa noite em que parecia que o céu queria desabar sobre as nossas cabeças.
Um teatro.
Um ensaio.
Marcado não sabemos muito bem por quem - o Director até hoje afirma que nada sabia.
Um estranho e bizarro ensaio, em que sucederam coisas, até hoje inexplicáveis para a maioria, que marcaram o crescimento dos elementos do grupo... para sempre!
Momentos em que alguns medos foram vencidos, algumas certezas amansadas, alguns muros caíram e algumas pontes se ergueram para nos unir e aproximar...
Quanto aos mistérios, permanecem escondidos nas sombras do velho teatro, longe da vista dos mortais (excepto dos eleitos)... até um dia!
Encenação e Cenografia - João Regueiras
Textos - João Regueiras (e as ideias dos alunos)
Luz e Som - Equipa Técnica da Casa das Artes
Coreografia - Ana Regueiras
Figurinos e Caracterização - Carmen Regueiras
Elenco - Alunos do Nível 1 do Baú dos Segredos.
Produção - Casa das Artes de V. N. Famalicão
Atelier Baú dos Segredos
12 e 13 de Fevereiro, quinta e sexta, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 2 euros
M/6
Duração 60 m
Tudo se passou numa noite em que parecia que o céu queria desabar sobre as nossas cabeças.
Um teatro.
Um ensaio.
Marcado não sabemos muito bem por quem - o Director até hoje afirma que nada sabia.
Um estranho e bizarro ensaio, em que sucederam coisas, até hoje inexplicáveis para a maioria, que marcaram o crescimento dos elementos do grupo... para sempre!
Momentos em que alguns medos foram vencidos, algumas certezas amansadas, alguns muros caíram e algumas pontes se ergueram para nos unir e aproximar...
Quanto aos mistérios, permanecem escondidos nas sombras do velho teatro, longe da vista dos mortais (excepto dos eleitos)... até um dia!
Encenação e Cenografia - João Regueiras
Textos - João Regueiras (e as ideias dos alunos)
Luz e Som - Equipa Técnica da Casa das Artes
Coreografia - Ana Regueiras
Figurinos e Caracterização - Carmen Regueiras
Elenco - Alunos do Nível 1 do Baú dos Segredos.
Produção - Casa das Artes de V. N. Famalicão
A.V.C. – Aragão Vai Cismar
A.V.C. é um inédito de Fernando Moreira, com encenação do próprio,
inspirado em e com fragmentos de: De Profundis, Valsa Lenta de José Cardoso Pires e O Doente Imaginário de Moliére.
É um espectáculo cómico, que conta a interpretação de Faria Martins, Luiz Oliveira, Patrícia Ferreira e Xico Alves.
Teatro/ Tragicomédia
6 de Fevereiro, sexta- feira , 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/12
Duração 1h40 m
http://www.jangadateatro.com/
Uma Companhia de teatro encontra-se em conflito quanto ao caminho artístico a seguir. Dois dos seus elementos desejam teatro clássico, apoiado num reportório de qualidade. Outros dois desejam mais contemporaneidade, fazendo textos não necessariamente teatrais. Nenhuma das facções parece ceder.

FICHA TÉCNICA
Texto e Encenação: Fernando Moreira
Assistência de Encenação: Vítor Fernandes
Interpretação: Faria Martins, Luiz Oliveira, Patricia Ferreira e Xico Alves
Música: Alberto Fernandes
Figurinos: Marita Setas Ferro
Cenografia: Marita Setas Ferro e Fernando Moreira
Desenho de Luz e Operação: Nuno Tomás
Design Gráfico: Nuno Tomás
Secretariado: Fred Meireles
inspirado em e com fragmentos de: De Profundis, Valsa Lenta de José Cardoso Pires e O Doente Imaginário de Moliére.É um espectáculo cómico, que conta a interpretação de Faria Martins, Luiz Oliveira, Patrícia Ferreira e Xico Alves.
Teatro/ Tragicomédia
6 de Fevereiro, sexta- feira , 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/12
Duração 1h40 m
http://www.jangadateatro.com/
Uma Companhia de teatro encontra-se em conflito quanto ao caminho artístico a seguir. Dois dos seus elementos desejam teatro clássico, apoiado num reportório de qualidade. Outros dois desejam mais contemporaneidade, fazendo textos não necessariamente teatrais. Nenhuma das facções parece ceder.

FICHA TÉCNICA
Texto e Encenação: Fernando Moreira
Assistência de Encenação: Vítor Fernandes
Interpretação: Faria Martins, Luiz Oliveira, Patricia Ferreira e Xico Alves
Música: Alberto Fernandes
Figurinos: Marita Setas Ferro
Cenografia: Marita Setas Ferro e Fernando Moreira
Desenho de Luz e Operação: Nuno Tomás
Design Gráfico: Nuno Tomás
Secretariado: Fred Meireles
Exposição Pintura/Escultura de Francisco Gomes MachadoFoyer, Fevereiro e Março de 2009
Artista Plástico, Francisco Gomes Machado é natural de Briteiros (S. Salvador) – Guimarães. Licenciatura de Letras Modernas (Literatura Francesa) pela Universidade de Paris e Maitrise de Artes Plásticas (Pintura)
.Premiado no Grande Prémio Internacional de Pintura do Carnaval de Nice (89) e no Prémio de Arte Contemporânea em Estrasburgo (89), realizou várias exposições individuais e colectivas em diversas cidades, de países como França, Portugal e Inglaterra. Em Fevereiro e Março do novo ano, o pintor e escultor dá a oportunidade ao público de conhecer a sua obra, que estará exposta na Casa das Artes de V.N. Famalicão.
“ De cada obra que se aprecia, emerge a magia forte e calma do Artista F.G. Machado. A harmonia das cores e a profundidade dos traços dá aos seus quadros um envolvimento de paz e tranquilidade, que extasia. Os rostos escultóricos exprimem diversos sentir de alma e culturas humanas; parece que falam!” (Fernando da Costa Marques, 2008)
www.fgmachado.com
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Spleen Poetry

Pop / Rock / Blues
31 de Janeiro, Sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 50 m
www.myspace.com/spleenpoetry
Elementos da banda Spleen Poetry:
Marco Brantner – Voz, Guitarra acústica e compositor de letras
Daniel Ramos – Guitarras
Músicos convidados :
Zé Paulo Ribeira – Piano, teclas
Bruno Pereira – Bateria
Sara Pereira – voz (back vocals)
Produtor do álbum:
Paulo Baixinho (Su)
31 de Janeiro, Sábado, 23h00, Café Concerto
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 50 m
www.myspace.com/spleenpoetry
Elementos da banda Spleen Poetry:
Marco Brantner – Voz, Guitarra acústica e compositor de letras
Daniel Ramos – Guitarras
Músicos convidados :
Zé Paulo Ribeira – Piano, teclas
Bruno Pereira – Bateria
Sara Pereira – voz (back vocals)
Produtor do álbum:
Paulo Baixinho (Su)
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
Carlos Macedo
Fadista e Guitarrista que percorreu o mundo, dando a conhecer o Fado e a Cultura Portuguesa.
24 de Janeiro, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.carlosmacedo.net/
http://www.carlosmacedofado.blogspot.com/
Natural de Lousado, Vila Nova de Famalicão, a 9 de Dezembro de 1946, sob o signo de Sagitário nasce Carlos Macedo.
Aos 17 anos a sua sensibilidade musical de cariz Popular leva-o a formar um conjunto típico com o seu nome. É assim que pela 1ª vez se apresenta nas Rádios Nacionais fazendo inclusivamente um directo, numa Rádio Portuense.
Num percurso lógico grava o ser 1º disco que inclui: "Guitarra toca Baixinho". Em 1975 regressa a Portugal e grava um trabalho de grande êxito Popular, "Até o Rei ia ao Fado", até fins dos anos 80 grava mais 8 discos.
Seguem-se os CD's: "Fado", "O nosso amor está por um triz", "Desejos" e "Este meu fado". Paralelamente, mostrando-se um exímio Guitarrista, fazendo inúmeras gravações com outros Artistas.
Embora fiel ao seu País, fez várias viagens pelo mundo fora como:
Brasil : "Canecão", Rio de Janeiro ; "Palace", S. Paulo ; "Gallary", S. Paulo, Macau : "Centro Cultural de Macau", Holanda : "Teatroz", Twente Schouwbourg
Canadá : Toronto, Espanha, Bélgica, França, entre outros, dos quais participa em vários programas de Televisão.
Apresentando-se como Intérprete, Autor, Músico e Compositor, tendo também construído já algumas guitarras e é solicitado para compôr músicas para vários artistas.
Em 1998 actua no Palco Nº1 da "Expo 98" durante uma semana. Em 1999 volta a Macau desta vez durante 1 mês para uma tourneé.
Canta em Bruxelas (Bélgica) a convite da câmara de Comércio Luso-Belga.
Participa em duas noites de Fado no Teatro Mailon em Strasbourg (França).
É presentemente um dos grandes Autores Compositores de Fado, segundo a S.P.A. Actualmente pode-se ouvir o seu Fado no Restaurante "Sr. vinho", onde actua diáriamente.
Participou, ao longo da sua carreira, em vários programas de televisão.
FADISTA : CARLOS MACEDO . FADISTAS CONVIDADOS: ALICE PIRES: FILIPA CARDOSO: ...(MUSICOS: CUSTÓDIO CASTELO -GUITARRA PORTUGUESA)-(CARLOS GARCIA-GUITARRA CLÁSSICA )- (CARLOS MENEZES-VIOLA BAIXO )
Susana Félix - Pulsação

Pop / Acústico
23 de Janeiro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m
www.myspace.com/susanafelix
http://www.susanafelix.com/
Susana Félix estreou-se no final da década de 90 com o álbum Um Pouco Mais . Oito anos depois, a cantora resolveu passar em revista a sua ainda curta carreira e acaba de editar uma colectânea intitulada 'Pulsação'.
Como best-of que é, Pulsação reúne os temas que mais destaque têm tido na carreira de Susana Félix. Assim, podemos aqui ouvir faixas como "Mais Olhos (que barriga)", "Flutuo" ou "Fintar a Pulsação". O destaque vai para os dois temas inéditos incluídos neste disco - "Amanhecer" e "(Bem) Na Minha Alma", que é também o single de apresentação de Pulsação .
Os temas emblemáticos da sua carreira em novos e surpreendentes arranjos, num concerto de subir a pulsação uma excelente oportunidade para redescobrir as grandes canções da cantora e compositora.
Maldita Matemática

Teatro
Dois Pontos associação Cultural
22 de Janeiro, quinta-feira, 10h30 e 15h00, Grande Auditório
Entrada: 2 euros, Pré - inscrição
Público escolar – Ensino Básico (1º, 2º e 3º Ciclos) – dos 6 aos 15 anos
Duração 50 minutos de espectáculo + 15 minutos de conversa
LOTAÇÃO 125 alunos + professores
SINOPSE
maldita matemática é uma viagem que passa pelo mundo dos números... Maria tem um teste de matemática... ...na véspera do teste, depois de muita brincadeira e pouco estudo, Maria deita-se, adormece e começa a sonhar... No sonho, Maria encontra-se num mundo povoado por números... Aparece um Sete que está a fazer revisões para o teste de poesia... E depois? E depois? Será que... "Não te fies em balelas/ nem somes mais do que a conta./ Às vezes muitas parcelas/ dão soma de pouca monta..." É fantástico... "Cuidado com a subtracção/ Se subtrais soma alheia/ podes ir ter à cadeia!/ Tenta outra operação... " Nunca pensei... "Multiplica, multiplica,/ que é o que faz a gente rica!/ Peixes por pães é que não:/ é muita multicomplicação!" Este problema é formidável... "Partindo da proposição/ «Dividir para reinar»,/ divide até te fartar/ e calcula a reinação!" Agora já o consigo compreender... ...à volta de um enorme tabuleiro com a forma de um mapa de tesouro, os espectadores assistem, partilham e divertem-se com a aventura da Maria e do seu amigo Sete...
ACTIVIDADES COMPLEMENTARES
Conversa Depois do Espectáculo - Após as representações, o público poderá colocar questões aos actores sobre o espectáculo e o teatro em geral.
Venda de Livros – Sempre que o espectáculo ficar mais do que um dia numa localidade será montada no átrio do local das apresentações uma Venda de Livros para a Infância e Juventude - mais importante que a comercialização é a possibilidade que os jovens espectadores têm de contactar com as obras de alguns dos mais prestigiados autores nacionais e estrangeiros.
FICHA ARTÍSTICA
Encenação/Dramaturgia/Cenografia - MANUEL GAMA
Texto - ÁLVARO MAGALHÃES e MANUEL ANTÓNIO PINA
Assistência de cenografia - CRISTINA LUCAS
Interpretação - CLEMÊNCIA MATOS ou actriz a designar
Interpretação - MANUEL GAMA ou actor a designar
Coordenação de montagem - MANUEL GAMA
Operação Técnica - ANA REIS
Dois Pontos associação Cultural
22 de Janeiro, quinta-feira, 10h30 e 15h00, Grande Auditório
Entrada: 2 euros, Pré - inscrição
Público escolar – Ensino Básico (1º, 2º e 3º Ciclos) – dos 6 aos 15 anos
Duração 50 minutos de espectáculo + 15 minutos de conversa
LOTAÇÃO 125 alunos + professores
SINOPSE
maldita matemática é uma viagem que passa pelo mundo dos números... Maria tem um teste de matemática... ...na véspera do teste, depois de muita brincadeira e pouco estudo, Maria deita-se, adormece e começa a sonhar... No sonho, Maria encontra-se num mundo povoado por números... Aparece um Sete que está a fazer revisões para o teste de poesia... E depois? E depois? Será que... "Não te fies em balelas/ nem somes mais do que a conta./ Às vezes muitas parcelas/ dão soma de pouca monta..." É fantástico... "Cuidado com a subtracção/ Se subtrais soma alheia/ podes ir ter à cadeia!/ Tenta outra operação... " Nunca pensei... "Multiplica, multiplica,/ que é o que faz a gente rica!/ Peixes por pães é que não:/ é muita multicomplicação!" Este problema é formidável... "Partindo da proposição/ «Dividir para reinar»,/ divide até te fartar/ e calcula a reinação!" Agora já o consigo compreender... ...à volta de um enorme tabuleiro com a forma de um mapa de tesouro, os espectadores assistem, partilham e divertem-se com a aventura da Maria e do seu amigo Sete...
ACTIVIDADES COMPLEMENTARES
Conversa Depois do Espectáculo - Após as representações, o público poderá colocar questões aos actores sobre o espectáculo e o teatro em geral.
Venda de Livros – Sempre que o espectáculo ficar mais do que um dia numa localidade será montada no átrio do local das apresentações uma Venda de Livros para a Infância e Juventude - mais importante que a comercialização é a possibilidade que os jovens espectadores têm de contactar com as obras de alguns dos mais prestigiados autores nacionais e estrangeiros.
FICHA ARTÍSTICA
Encenação/Dramaturgia/Cenografia - MANUEL GAMA
Texto - ÁLVARO MAGALHÃES e MANUEL ANTÓNIO PINA
Assistência de cenografia - CRISTINA LUCAS
Interpretação - CLEMÊNCIA MATOS ou actriz a designar
Interpretação - MANUEL GAMA ou actor a designar
Coordenação de montagem - MANUEL GAMA
Operação Técnica - ANA REIS
Atelier: Percurso pelos sentidos
Serviço Educativo da CASA das ARTES
DATA: 15 e 22 Janeiro
HORÁRIO: 10h00 e 14h30
LOCAL: Casa Das Artes De Vila Nova De Famalicão
PUBLICO-ALVO: Pré-Escolar e 1.º Ciclo
Vamos ver e olhar todas as cores através da pintura e do desenho. Vamos sentir nas mãos diferentes texturas. Isto é macio. Isto é áspero. Vamos ouvir sons novos e conhecidos. Vamos procurar, identificar, e descobrir cheiros. Vamos provar alguns alimentos e saboreá-los!
Serviço Educativo da CASA das ARTES
DATA: 15 e 22 Janeiro
HORÁRIO: 10h00 e 14h30
LOCAL: Casa Das Artes De Vila Nova De Famalicão
PUBLICO-ALVO: Pré-Escolar e 1.º Ciclo
Vamos ver e olhar todas as cores através da pintura e do desenho. Vamos sentir nas mãos diferentes texturas. Isto é macio. Isto é áspero. Vamos ouvir sons novos e conhecidos. Vamos procurar, identificar, e descobrir cheiros. Vamos provar alguns alimentos e saboreá-los!
D. Quixote

Bailado Clássico
Companhia de Dança do Porto
16 e 17 de Janeiro, sexta e Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
SINOPSE
A partir do séc. XVII, a figura de Dom Quixote induziu variadíssimas produções nas áreas de literatura, teatro, música, bailado, ópera e artes plásticas.
Sob a música de Minkus, especialmente composta para o efeito, Petipa apresentou um D. Quixote (1869, revista em 1871) em que o cavaleiro e o seu fiel escudeiro mais serviam de suporte narrativo a uma intriga centralizada nos amores de Kitri e Basílio, inspirada no segundo volume da novela de Cervantes.
Com grande aparato e virtuosismo, o bailado D. Quixote intercala uma natureza estritamente realista e popular de carácter espanhol, com um mundo de fantasia e de sonho. Encruzilhada de vários géneros, desde as danças de carácter – fandangos, seguidilhas e boleros, juntam-se os ensembles, variações de Pás de Deux, próprios da linguagem clássica e romântica.
Inserida na tradição coreográfica russa, designadamente do teatro Bolchoi, na linha Petipa / Minkus, revista em 1900 por Gorski, encontramos várias versões, nomeadamente Nureyev (1966) e Baryshnikov (1977), esta última na qual nos baseamos para esta produção.
FICHA ARTÍSTICA
Personagens Principais
Kytri Basílio; D. Quixote; Sancho Pança; Estalajadeira ; Mercedes ; Amigas de Kytri: Juanita e Piquilha Rainha das Diades ; Driades ; Cupido ; Corpo de Baile do Cupido
Espanhóis ; Espanholas Ricas; Espanholas
Bailarinos Convidados Carlos Pinillos, Filipa Castro, Companhia nacional de Bailado
FICHA TÉCNICA
Direcção Artística e Remontagem Coreográfica
Teresa Vieira baseada na versão de M. Baryshnikov après Petipa e Gorski
Música Minkus
Cenografia e Figurinos Natacha Fernandes
Desenho e operação de Luz Ricardo Alves
Ensaiadora Fátima Lima
Confecção de Guarda – Roupa Olívia Rodrigues, Fátima Almeida
Execução de cenários adereços Sandra Neves, Alfredo Teixeira, Ricardo Alves
Companhia de Dança do Porto
16 e 17 de Janeiro, sexta e Sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 90 m
SINOPSE
A partir do séc. XVII, a figura de Dom Quixote induziu variadíssimas produções nas áreas de literatura, teatro, música, bailado, ópera e artes plásticas.
Sob a música de Minkus, especialmente composta para o efeito, Petipa apresentou um D. Quixote (1869, revista em 1871) em que o cavaleiro e o seu fiel escudeiro mais serviam de suporte narrativo a uma intriga centralizada nos amores de Kitri e Basílio, inspirada no segundo volume da novela de Cervantes.
Com grande aparato e virtuosismo, o bailado D. Quixote intercala uma natureza estritamente realista e popular de carácter espanhol, com um mundo de fantasia e de sonho. Encruzilhada de vários géneros, desde as danças de carácter – fandangos, seguidilhas e boleros, juntam-se os ensembles, variações de Pás de Deux, próprios da linguagem clássica e romântica.
Inserida na tradição coreográfica russa, designadamente do teatro Bolchoi, na linha Petipa / Minkus, revista em 1900 por Gorski, encontramos várias versões, nomeadamente Nureyev (1966) e Baryshnikov (1977), esta última na qual nos baseamos para esta produção.
FICHA ARTÍSTICAPersonagens Principais
Kytri Basílio; D. Quixote; Sancho Pança; Estalajadeira ; Mercedes ; Amigas de Kytri: Juanita e Piquilha Rainha das Diades ; Driades ; Cupido ; Corpo de Baile do Cupido
Espanhóis ; Espanholas Ricas; Espanholas
Bailarinos Convidados Carlos Pinillos, Filipa Castro, Companhia nacional de Bailado
FICHA TÉCNICA
Direcção Artística e Remontagem Coreográfica
Teresa Vieira baseada na versão de M. Baryshnikov après Petipa e Gorski
Música Minkus
Cenografia e Figurinos Natacha Fernandes
Desenho e operação de Luz Ricardo Alves
Ensaiadora Fátima Lima
Confecção de Guarda – Roupa Olívia Rodrigues, Fátima Almeida
Execução de cenários adereços Sandra Neves, Alfredo Teixeira, Ricardo Alves
Exposição de Fotografia de Graham James

Foyer, Janeiro, de 2009
Título - Barcos de Pesca (Fishing boats)
“Nada é mais abstracto do que a realidade” Georgio Morandi
Poderiam estar erradas para quadros abstractos, mas estas são fotografias de barcos de pesca. O fotógrafo Graham James é natural de Cornualha, uma terra celta no extremo sudoeste da Grã-bretanha. As suas imagens aqui apresentadas, capturam as cores, as formas e texturas de barcos de trabalho no porto de St. Ives, na costa do norte de Cornualha. É uma praia turística com uma comunidade prosperamente artística.
Graham utiliza a fotografia como meio de expressão artística. Com o framing exacto e a focagem aproximada, produz visões abstractas da realidade. “As minhas imagens parecem abstractas, mas estão lá fora no mundo real e nenhuma foi manipulada de forma digital,” disse. “Eu adoro os barcos de pesca de Cornualha e pretendo mostrar a sua beleza em pura forma e cor. A pesca é uma das últimas actividades económicas tradicionais que se mantém em Cornualha, considerada uma das mais pobres regiões da Comunidade Europeia.”
Ex-jornalista, Graham actualmente lecciona inglês em Portugal. Expôs o seu trabalho em galerias, em Cornualha. Esta é a sua primeira exposição a solo.
Título - Barcos de Pesca (Fishing boats)
“Nada é mais abstracto do que a realidade” Georgio Morandi
Poderiam estar erradas para quadros abstractos, mas estas são fotografias de barcos de pesca. O fotógrafo Graham James é natural de Cornualha, uma terra celta no extremo sudoeste da Grã-bretanha. As suas imagens aqui apresentadas, capturam as cores, as formas e texturas de barcos de trabalho no porto de St. Ives, na costa do norte de Cornualha. É uma praia turística com uma comunidade prosperamente artística.
Graham utiliza a fotografia como meio de expressão artística. Com o framing exacto e a focagem aproximada, produz visões abstractas da realidade. “As minhas imagens parecem abstractas, mas estão lá fora no mundo real e nenhuma foi manipulada de forma digital,” disse. “Eu adoro os barcos de pesca de Cornualha e pretendo mostrar a sua beleza em pura forma e cor. A pesca é uma das últimas actividades económicas tradicionais que se mantém em Cornualha, considerada uma das mais pobres regiões da Comunidade Europeia.”
Ex-jornalista, Graham actualmente lecciona inglês em Portugal. Expôs o seu trabalho em galerias, em Cornualha. Esta é a sua primeira exposição a solo.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
“Missa das Crianças” de John Rutter
Concerto de Natal
Coro do CCM e Coro das Crianças de CCM e Orquestra sinfónica ARTAVE
20 e 21 Dezembro, Sábado 21h30 e Domingo 18h00, Grande Auditório
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 50 m
Programa:
Homenagem ao Tomás Pereira (1645 -1708), Padre Jesuíta Famalicense foi astrónomo, geógrafo e principalmente músico, sendo autor de um tratado sobre a música europeia que foi traduzido para Chinês, e também construtor de um órgão e de um carrilhão.
Em sua memória serão apresentados excertos do Oratório Messias de Georg Friedrich Haendel
“Missa das Crianças” de John Rutter
A Missa das Crianças foi fruto de um convite para a composição de um novo trabalho, para um concerto dado em Carnegie Hall durante a convenção nacional da Associação de Directores de Coral Americano em Nova Iorque, em Fevereiro de 2003. De todas as obras corais com dimensão de Rutter e diferente carácter, as mais interpretadas são o Gloria, o Requiem e o Magnificat.
A Missa das Crianças representa algo novo no que diz respeito ao trabalho do compositor, tendo sido concebida com um papel importante para um coro de crianças apoiado por um coro combinado de adultos, dois solistas e orquestra. O papel do coro das crianças é adicionar uma nova dimensão à Missa Latina tradicional cantada por um grupo coral de adultos, com o objectivo da criação e valorização do significado e do ambiente. A Missa propriamente dita (Missa Brevis, que é uma Missa sem a parte do Credo) é, regra geral, cantada por um coro de adultos ou solistas. As crianças por vezes cantam o Latim – por exemplo, Christe Eleison, o início do Gloria e o Benedictus – mas, nas outras partes, eles e os dois solistas cantam textos ingleses especialmente escolhidos, que de certa forma reflectem sobre ou esclarecem o Latim. Dois versos do hino matinal de Bishop Thomas Ken fazem a abertura do trabalho dos estudantes da Universidade de Winchester, terminando com as crianças cantando o seu hino da noite com a eterna melodia de Tallis, enquanto os adultos recitam o tradicional Dona Nobis Pacem, uma oração pela paz. Criou-se uma espécie de sistema, desde o acordar até ao adormecer
Coro do CCM e Coro das Crianças de CCM e Orquestra sinfónica ARTAVE
Entrada: 5 euros
M/3
Duração 50 m
Programa:
Homenagem ao Tomás Pereira (1645 -1708), Padre Jesuíta Famalicense foi astrónomo, geógrafo e principalmente músico, sendo autor de um tratado sobre a música europeia que foi traduzido para Chinês, e também construtor de um órgão e de um carrilhão.
Em sua memória serão apresentados excertos do Oratório Messias de Georg Friedrich Haendel
“Missa das Crianças” de John Rutter
A Missa das Crianças foi fruto de um convite para a composição de um novo trabalho, para um concerto dado em Carnegie Hall durante a convenção nacional da Associação de Directores de Coral Americano em Nova Iorque, em Fevereiro de 2003. De todas as obras corais com dimensão de Rutter e diferente carácter, as mais interpretadas são o Gloria, o Requiem e o Magnificat.
A Missa das Crianças representa algo novo no que diz respeito ao trabalho do compositor, tendo sido concebida com um papel importante para um coro de crianças apoiado por um coro combinado de adultos, dois solistas e orquestra. O papel do coro das crianças é adicionar uma nova dimensão à Missa Latina tradicional cantada por um grupo coral de adultos, com o objectivo da criação e valorização do significado e do ambiente. A Missa propriamente dita (Missa Brevis, que é uma Missa sem a parte do Credo) é, regra geral, cantada por um coro de adultos ou solistas. As crianças por vezes cantam o Latim – por exemplo, Christe Eleison, o início do Gloria e o Benedictus – mas, nas outras partes, eles e os dois solistas cantam textos ingleses especialmente escolhidos, que de certa forma reflectem sobre ou esclarecem o Latim. Dois versos do hino matinal de Bishop Thomas Ken fazem a abertura do trabalho dos estudantes da Universidade de Winchester, terminando com as crianças cantando o seu hino da noite com a eterna melodia de Tallis, enquanto os adultos recitam o tradicional Dona Nobis Pacem, uma oração pela paz. Criou-se uma espécie de sistema, desde o acordar até ao adormecer
Deolinda

Acústico / Folclórica
Há uma longa série de clichés associados ao fado. Mas os Deolinda são... fado, apesar disso tudo, e são muito mais que fado, por causa disso tudo e de tudo o mais que a sua música contém.
13 de Dezembro, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.deolinda.com.pt/
Uma música que vai à música popular portuguesa - um universo que aqui abarca José Afonso e António Variações, Sérgio Godinho, Madredeus e os «muito mais que fadistas» Amália Rodrigues e Alfredo Marceneiro - e vai ainda à rembetika grega, à música ranchera mexicana, ao samba, à música havaiana, ao jazz e à pop, numa confluência original e rara de músicas-irmãs ou primas umas das outras e que, nos Deolinda, fazem todo o sentido.
Dois anos - e vários concertos memoráveis depois -, os Deolinda lançam agora o seu álbum de estreia, «Canção ao Lado», com catorze temas originais gravados pelos quatro nos estúdios Valentim de Carvalho, em Paço de Arcos, com produção do grupo e de Nélson Carvalho.
No álbum participam ainda o percussionista João Lobo (pandeiro em «Garçonete da Casa de Fado») e muitos amigos dos Deolinda - Mitó Mendes (A Naifa), Norberto Lobo (Norman/Munchen), Mariana Ricardo (ex-Pinhead Society/Munchen), Joana Sá (também ex-Pinhead Society, agora nos Power Trio, ao lado de Luís José Martins), Gonçalo Tocha, Didio Pestana (ambos ex-Lupanar), Artur Serra e Carlos Penedo (ambos ex-Bicho de 7 Cabeças), entre outros - nos coros de «Movimento Perpétuo Associativo» e «Garçonete da Casa de Fado».
Um grupo de amigos que se estende ao autor de banda-desenhada João Fazenda, que ilustrou o disco, e a Catherine Villeret e (mais uma vez) Gonçalo Tocha, que realizaram o divertidíssimo e surreal teledisco de «Fado Toninho», o primeiro single retirado de «Canção ao Lado».
Há uma longa série de clichés associados ao fado. Mas os Deolinda são... fado, apesar disso tudo, e são muito mais que fado, por causa disso tudo e de tudo o mais que a sua música contém.
13 de Dezembro, sábado, 21h30, Grande Auditório
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 90 m
http://www.deolinda.com.pt/
Uma música que vai à música popular portuguesa - um universo que aqui abarca José Afonso e António Variações, Sérgio Godinho, Madredeus e os «muito mais que fadistas» Amália Rodrigues e Alfredo Marceneiro - e vai ainda à rembetika grega, à música ranchera mexicana, ao samba, à música havaiana, ao jazz e à pop, numa confluência original e rara de músicas-irmãs ou primas umas das outras e que, nos Deolinda, fazem todo o sentido.
Dois anos - e vários concertos memoráveis depois -, os Deolinda lançam agora o seu álbum de estreia, «Canção ao Lado», com catorze temas originais gravados pelos quatro nos estúdios Valentim de Carvalho, em Paço de Arcos, com produção do grupo e de Nélson Carvalho.
No álbum participam ainda o percussionista João Lobo (pandeiro em «Garçonete da Casa de Fado») e muitos amigos dos Deolinda - Mitó Mendes (A Naifa), Norberto Lobo (Norman/Munchen), Mariana Ricardo (ex-Pinhead Society/Munchen), Joana Sá (também ex-Pinhead Society, agora nos Power Trio, ao lado de Luís José Martins), Gonçalo Tocha, Didio Pestana (ambos ex-Lupanar), Artur Serra e Carlos Penedo (ambos ex-Bicho de 7 Cabeças), entre outros - nos coros de «Movimento Perpétuo Associativo» e «Garçonete da Casa de Fado».
Um grupo de amigos que se estende ao autor de banda-desenhada João Fazenda, que ilustrou o disco, e a Catherine Villeret e (mais uma vez) Gonçalo Tocha, que realizaram o divertidíssimo e surreal teledisco de «Fado Toninho», o primeiro single retirado de «Canção ao Lado».
I.M.A.N.08 [Intermédia, Multimédia, Acção e Nada] - PROJECTO INTERNACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA
«UN-CONTROLLED» FASE 1 / 2008
4ª EDIÇÃO DE PRÁTICAS ARTÍSTICAS CONTEMPORÂNEAS
13 de Dezembro, sábado
Entrada: livre
17h00 - «UN-CONTROLLED - EXPOSIÇÃO» JAVIER TUDELA, NADIA DUVALL, PEDRO PENILO, CARLOS SOUSA, BRUNO JAMAICA, PASCAL FERREIRA, FRANCISCO LARANJEIRA, MARISA TEIXEIRA, COLECTIVO ALG-A, ZEROFOUNDATION
17h30 - «UN-CONTROLLED - WORKSHOP» INTRODUÇÃO À OBRA DE CARLOS SOUSA
18h00 - «UN-CONTROLLED - DEBATE» JAVIER TUDELA, MÁRIO CAEIRO, FRANSICO LARANJEIRA, JUANJO FUENTES, J. PERES ESCALEIRA
[moderação: ALEXANDRE A. R. COSTA]
23h00 - «UN-CONTROLLED - ARTES PERFORMATIVAS / FESTA» PASQUALE FERRARA, DIGITALSCRATCHER, FRANK ZAPPING, DREAMACHINE
UN-CONTROLLED extensão internacional – Berlim (Alemanha)
«UN-CONTROLLED» FASE 1 / 2008
4ª EDIÇÃO DE PRÁTICAS ARTÍSTICAS CONTEMPORÂNEAS
13 de Dezembro, sábado
Entrada: livre
17h00 - «UN-CONTROLLED - EXPOSIÇÃO» JAVIER TUDELA, NADIA DUVALL, PEDRO PENILO, CARLOS SOUSA, BRUNO JAMAICA, PASCAL FERREIRA, FRANCISCO LARANJEIRA, MARISA TEIXEIRA, COLECTIVO ALG-A, ZEROFOUNDATION17h30 - «UN-CONTROLLED - WORKSHOP» INTRODUÇÃO À OBRA DE CARLOS SOUSA
18h00 - «UN-CONTROLLED - DEBATE» JAVIER TUDELA, MÁRIO CAEIRO, FRANSICO LARANJEIRA, JUANJO FUENTES, J. PERES ESCALEIRA
[moderação: ALEXANDRE A. R. COSTA]
23h00 - «UN-CONTROLLED - ARTES PERFORMATIVAS / FESTA» PASQUALE FERRARA, DIGITALSCRATCHER, FRANK ZAPPING, DREAMACHINE
UN-CONTROLLED extensão internacional – Berlim (Alemanha)
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
Ópera “ Amor de Perdição" – 100 anos depois…

“Amor de perdição” é uma ópera em três actos, cujo libreto de Francisco Bernardo, é baseado no romance de Camilo de Castelo Branco, escrito em 1861 e considerado como uma obra-prima do romantismo em Portugal. A versão Portuguesa do libreto é da responsabilidade de Maria João Braga Santos , com música de João Arroyo
12 de Dezembro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório - Estreia
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 150 m com intervalo
A ópera do Sr. Conselheiro João Arroyo : Amor de Perdição cantada pela 1ª vez no Real Theatro de S. Carlos na noite de 2 de Março de 1907"
A acção passa-se em Portugal no século XIX, entre Viseu (nos dois primeiros actos) e o Porto (no último acto). Este drama passional bem ao estilo romântico, descreve, como na história de “Romeu e Julieta”, a saga de dois apaixonados que têm como obstáculo à concretização do seu amor a rivalidade existente entre as suas famílias, os Albuquerque e os Botelho. Simão, um dos cinco filhos de Domingos Botelho, um jovem com temperamento explosivo, apaixona-se pela sua vizinha, Teresa Albuquerque. Descoberto o namoro proibido, Domingos Botelho envia seu filho para Coimbra, e assim a Teresa restam-lhe duas opções: ou casar com seu primo, Baltasar, ou ingressar na vida religiosa. Durante algum tempo os jovens apaixonados resistem à sua separação trocando correspondência com a ajuda de Mariana, filha do ferreiro João da Cruz. Inevitavelmente, Mariana acaba por se apaixonar por Simão, embora saiba que esse amor jamais poderá ser correspondido. Depois de ameaças e atentados, Teresa rejeita o casamento, e é enviada para o Convento de Monchique, no Porto. Simão resolve raptá-la acabando por matar o seu rival, Baltasar, e entrega-se à polícia. João da Cruz tenta ajudá-lo a fugir, mas ele recusa, como seria de esperar de um típico herói romântico. Enquanto Simão vai para a cadeia, Teresa vai para o Convento e Mariana opta por se manter ao lado de Simão, ajudando-o sempre que possível. Condenado à forca, Simão vê a sua sentença comutada, e é deportado para a Índia. Ao ver o seu amor partir e com a dor da despedida, Teresa morre de desgosto. Durante a viagem, Mariana mostra a Simão a última carta de Teresa. Simão apercebendo-se da morte de Teresa, tem uma febre inexplicável e morre. Na manhã seguinte o seu corpo é lançado ao mar e Mariana não suportando a dor da sua perda, atira-se ao mar, suicidando-se abraçada ao seu amor.
Director artístico António Salgado
Maestro António Saiote
Encenador Marcos Barbosa
Personagens/Cantores
Tadeu d’Albuquerque, pai de Teresa Rui Silva /António Salgado
Teresa d’Albuquerque, sua filha Marina Pacheco
Baltasar Coutinho, primo e pretendente de Teresa José Lourenço
Margarida, sua irmã Ana Barros
Simão Botelho, filho de Domingos BotelhoManuel Soares / Mário João Alves
Mariana da Cruz, filha do ferreiro João da Cruz Luísa Barriga
Abadessa do Convento de Monchique no Porto Ângela Alves
Freira do Mosteiro de Viseu Susana Milena
Nobres e Damas, amigos da família Albuquerque, Populares, Polícias,
Soldados, Marinheiros, Freiras, Monges e um Padre Coro do Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musica da Universidade de Aveiro (CEOTM-UA)
Orquestra
Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE)
Coro
Coro do Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musical da Universidade de Aveiro
12 de Dezembro, sexta-feira, 21h30, Grande Auditório - Estreia
Entrada: 10 euros
M/3
Duração 150 m com intervalo
A ópera do Sr. Conselheiro João Arroyo : Amor de Perdição cantada pela 1ª vez no Real Theatro de S. Carlos na noite de 2 de Março de 1907"
A acção passa-se em Portugal no século XIX, entre Viseu (nos dois primeiros actos) e o Porto (no último acto). Este drama passional bem ao estilo romântico, descreve, como na história de “Romeu e Julieta”, a saga de dois apaixonados que têm como obstáculo à concretização do seu amor a rivalidade existente entre as suas famílias, os Albuquerque e os Botelho. Simão, um dos cinco filhos de Domingos Botelho, um jovem com temperamento explosivo, apaixona-se pela sua vizinha, Teresa Albuquerque. Descoberto o namoro proibido, Domingos Botelho envia seu filho para Coimbra, e assim a Teresa restam-lhe duas opções: ou casar com seu primo, Baltasar, ou ingressar na vida religiosa. Durante algum tempo os jovens apaixonados resistem à sua separação trocando correspondência com a ajuda de Mariana, filha do ferreiro João da Cruz. Inevitavelmente, Mariana acaba por se apaixonar por Simão, embora saiba que esse amor jamais poderá ser correspondido. Depois de ameaças e atentados, Teresa rejeita o casamento, e é enviada para o Convento de Monchique, no Porto. Simão resolve raptá-la acabando por matar o seu rival, Baltasar, e entrega-se à polícia. João da Cruz tenta ajudá-lo a fugir, mas ele recusa, como seria de esperar de um típico herói romântico. Enquanto Simão vai para a cadeia, Teresa vai para o Convento e Mariana opta por se manter ao lado de Simão, ajudando-o sempre que possível. Condenado à forca, Simão vê a sua sentença comutada, e é deportado para a Índia. Ao ver o seu amor partir e com a dor da despedida, Teresa morre de desgosto. Durante a viagem, Mariana mostra a Simão a última carta de Teresa. Simão apercebendo-se da morte de Teresa, tem uma febre inexplicável e morre. Na manhã seguinte o seu corpo é lançado ao mar e Mariana não suportando a dor da sua perda, atira-se ao mar, suicidando-se abraçada ao seu amor.
Director artístico António Salgado
Maestro António Saiote
Encenador Marcos Barbosa
Personagens/Cantores
Tadeu d’Albuquerque, pai de Teresa Rui Silva /António Salgado
Teresa d’Albuquerque, sua filha Marina Pacheco
Baltasar Coutinho, primo e pretendente de Teresa José Lourenço
Margarida, sua irmã Ana Barros
Simão Botelho, filho de Domingos BotelhoManuel Soares / Mário João Alves
Mariana da Cruz, filha do ferreiro João da Cruz Luísa Barriga
Abadessa do Convento de Monchique no Porto Ângela Alves
Freira do Mosteiro de Viseu Susana Milena
Nobres e Damas, amigos da família Albuquerque, Populares, Polícias,
Soldados, Marinheiros, Freiras, Monges e um Padre Coro do Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musica da Universidade de Aveiro (CEOTM-UA)
Orquestra
Orquestra Sinfónica da Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE)
Coro
Coro do Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musical da Universidade de Aveiro
Correpetidor
Angel Casado
Angel Casado
Bailarinos - Ballet Teatro Escola Profissional
Alexandra Nogueira Dupont
Bruno Brazete Fernandes
Inês Monteiro Ribeiro
Natasha Rochelle da Silva Alves
Pedro Miguel Jacobetty França
Tiago Ismael Monteiro Rocha
Coreografia e assistência de encenação Leonor Zertuche
Director Técnico Pedro Carvalho
Concepção Plástica
Marcos Barbosa (Coordenação)
Leonor Zertuche (Luz)
Fernando Ribeiro (Cenografia)
Rodrigo Areias (Vídeo)
Ricardo Freitas (Vídeo)
Susana Abreu (Figurinos)
Fernando Lemos (Técnico de Cenografia)
Pedro Almeida (Imagem da Ópera e organização Gráfica do programa)
Sara Amado (Imagem Gráfica da Capa do programa )
Produção
Álvaro Santos (Direcção de Produção)
Filipa Lã (Produção Executiva
Organização e co-produção
Drama per Musica
OperaNorte
CASA das ARTES de V.N. Famalicão
Apoios
DGArtes/Ministério da Cultura
Casa das Artes de V.N. Famalicão
Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musical da Universidade de Aveiro (CEOTM-UA)
Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DECA-UA)
Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE)
Produção
Álvaro Santos (Direcção de Produção)
Filipa Lã (Produção Executiva
Organização e co-produção
Drama per Musica
OperaNorte
CASA das ARTES de V.N. Famalicão
Apoios
DGArtes/Ministério da Cultura
Casa das Artes de V.N. Famalicão
Centro de Estudos em Ópera e Teatro Musical da Universidade de Aveiro (CEOTM-UA)
Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro (DECA-UA)
Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Instituto Politécnico do Porto (ESMAE)
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