Neste concerto a soprano Teresa Cardoso de Menezes actuará ao lado de um dos grandes pianistas portugueses da actualidade, António Rosado, apresentando em duo Canções de Victor Hugo e Os Sonetos de Petrarca, e a Piano Solo obras dos Années de Pèlerinage, num programa inteiramente dedicado a Liszt, onde o virtuosismo pianístico e o lirismo vocal, darão uma dimensão particularmente especial, do que foi o génio deste compositor.”
Marguerite Duras escreveu “La Musica” em 1965, é uma das suas primeiras peças de teatro. As vozes do casal separado não nos largam. A própria Marguerite Duras não as podia esquecer e escreveu uma nova versão “La Música Dois” 20 anos mais tarde, para que o casal se pudesse encontrar de novo. Com interpretação de Carla Maciel e Manuel Wiborg Teatro 20 de Fevereiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório. Entrada: 7 euros M/12 Duração: 90 m Um casal encontra-se depois de dois anos de separação para assinar os papéis de divórcio. Têm que passar a noite num hotel de província, aliás o mesmo hotel em que passaram os primeiros tempos de casados enquanto esperavam pela construção da sua casa. Passam a noite a analisar o momento em que a paixão se transformou em dor e sofrimento. O amor não resistiu à vida de casados. ELA: Sabe, se cada história tem a sua lei própria... e eu creio que sim... se cada... casal tem a sua maneira de ser... e eu acredito... nunca deveríamos ter ido para a nossa casa... instalar-nos... devíamos ter ficado aqui no hotel. ELE, mesmo tom: Viver aqui, no hotel... Ir de um hotel para outro... como quem se esconde?... como... ELA: Talvez. Silêncio. Explosão surda. "Como dois amantes" era o que ele queria dizer. ELA: Não está de acordo?
Tradução Maria Velho da Costa Interpretação Carla Maciel e Manuel Wiborg Encenação Solveig Nordlund Cenografia e figurinos Ana Paula Rocha Luz Carlos Gonçalves
A Cultura não é património individual. É colectivo. A verdadeira Democracia dá oportunidade aos seus cidadãos de se desenvolver, incentiva a ambição e acção individual, potencia seu sentido crítico e interpretativo. A CASA das ARTES de V.N. Famalicão registou, em 2009, um aumento de 3% espectadores, relativamente ao ano 2008, passando de 77930 para 80309.
Gostaríamos de agradecer de forma individual e personalizada mas, tal não é possível. Por isso, agradecemos a todos o vosso carinho, atenção e preferência. OBRIGADO !
Vimos por este meio informar que o Richie Havens cancelou a mini tournée Ibérica que passava por Portugal a 5 e 6 de Fevereiro próximo, na CASA das ARTES de Vila Nova de Famalicão e no Centro Cultural de Ílhavo, respectivamente, alegadamente por “assuntos familiares”.
Quer a Big Mamma, quer as duas salas supra citadas declinam qualquer responsabilidade neste cancelamento, tendo cumprido escrupulosamente o contratualizado com a agência que representa mundialmente o artista – No caso a Roots Agency com sede em NJ, EUA.
Uma mulher que conversa com o seu passado e que reinventa a sua própria história através de um jogo de inúmeras possibilidades, com interpretação de Joana Solnado e Manuela Couto Teatro 12 e 13 de Fevereiro, Sexta e Sábado, 21h30, Grande Auditório. Entrada: 12 euros M/12 Duração: 90 m Sinopse "E se eu não tivesse ido aquela festa? E se em vez de ter conhecido o homem com quem eu vim a casar eu tivesse ligado à minha amiga e tivesse ido ao teatro naquela noite? O que teria acontecido?" Uma divertida, mas muito emocionante, viagem pelo universo da mulher. O retrato dos seus receios mais íntimos e dos seus desejos mais escondidos num delicioso dialogo onde todos nos iremos (re)ver e encontrar.
FICHA TÉCNICA Texto João Falcão Música Telmo Lopes e Paulo Ramos Encenação Alfredo Brissos Cenografia Maria João Castelo Figurinos Maria João Castelo Desenho Luz Paulo Sabino Operador Som Nuno Pires Operador Luz Hugo Franco Caracterização Magali Santana Fotografia Rogério Martins Design Gráfico Sandra Afonso Produção Plano 6
Monstro Mau Funk/Rock 6 de Fevereiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório Entrada: 8 Euros M/3 Duração: 90 m http://www.myspace.com/monstromau Lixo é o nome de um dos temas do segundo registo de estúdio do Monstro Mau e que vem dar nome ao próprio disco. A ideia subjacente a este título é precisamente de que, no Lixo, não há lugar para diferenciação: «Tudo é Lixo!». Assim, o Lixo surge como personificação da “Utopia de Thomas Hobbes”: «Não há lixo pobre, rico, novo, velho sujo, limpo Tudo é lixo!!! O Lixo é a liberdade!!!»
G S Quartet - Gileno Santana Latin/Jazz 6 de Fevereiro, Sábado, 23h00, Café Concerto Entrada: 5 Euros M/3 Duração: 90 m http://www.myspace.com/gsquartet Liderado pelo trompetista Gileno Santana, o GS Quartet encontra na música popular brasileira o seu repertório de eleição, passando por autores como Caetano Veloso, João Donato ou Pixinguinha e apresentando também alguns temas originais. Os elementos do quarteto são todos formados em Jazz pela Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo e transportam para as suas interpretações as mais variadas influências dando uma nova vida a temas clássicos da MPB. Uma das preocupações do grupo é mostrar a verdadeira essência da música... uma música totalmente livre e ao mesmo tempo totalmente presa nas suas células rítmicas e acordes dissonantes. Graças ao talento desta nova geração de músicos, isso é possível.
Trio Pagú Bossa Nova 13 de Fevereiro, Sábado, 23h00, Café Concerto Entrada: 5 Euros M/3 Duração: 90 m http://www.myspace.com/triopagu Composto por três músicos com uma cumplicidade muito grande devido à longa vivência musical conjunta, o Trio Pagú surge em Janeiro de 2004 com a vontade de reinterpretar clássicos da Bossa nova e da MPB. Para tal recorreram a uma formação pouco convencional, composta por guitarra bateria/percussão e voz. Temas da autoria de Budda, gravados pelos big fat mamma ou pelo Monstro Mau, são também reinventados por esta formação. Por diversas ocasiões o trio pagú convida outros músicos que contribuem para uma maior diversidade sonora. A Alex (voz e percussão), Budda (guitarra) e Nico (bateria /percussão), junta-se Rui Salgado (contrabaixo) e João Pedro Brandão (sax e flauta) ampliando este trio a quinteto. Temas como Leãozinho, Agora só falta Você, Sozinho, Qualquer Coisa, Nem Vem que não tem, Samba e Amor e Desafinado, são alguns dos temas reinventados pelo Trio Pagú, num espectáculo intimista.
Grupo Samba Lêlê Samba 20 de Fevereiro, Sábado, 23h00, Café Concerto www.sambalele.com.pt O grupo "Samba LêLê" é o mais antigo grupo de samba em Portugal, tendo sido formado em 1973 por estudantes brasileiros da Universidade de Coimbra.
Workshop Samba Batucada (abordagem dos timbres, ritmos, temas e instrumentos) Samba 20 de Fevereiro, Sábado, 15h00, Sala de Ensaios Necessária Inscrição/Participação
Paulo Duval & Projecto Samba de Mesa Pagode de Mesa 27 de Fevereiro, Sábado, 23h00, Café Concerto Entrada: 5 Euros M/3 Duração: 90 m Este projecto invulgar em Portugal resgata a expressão mais genuína do Brasil em forma de música enquanto movimento etnomusicológico de cunho e raízes populares. Trata-se do dia-a-dia da vida de um trabalhador comum que, ao final de mais um dia de trabalho encontra-se com os seus colegas e amigos pra "bater um papo" ou, em termos brasileiros "jogar conversa fora" e, como normalmente isso decorre em um "barzinho" popular, sentem-se à vontade para levarem consigo os seus instrumentos musicais para o efeito, não impedindo de participar a quem não o tenha pois, desde caixinha de fósforo a pratos e talheres servem perfeitamente para serem utilizados como percussão em um bom "Samba de Mesa". Neste projecto alegre, informal e muito descontraído, Paulo Duval traz a palco colegas e amigos que recriam este movimento musical proporcionando ao público um grande momento de descontração e interação pois, em todos os temas os "refrões" por sí só constituem um efusivo convite para que toda a assistência cantem junto com o grupo. Paulo Duval & Projecto Samba de Mesa é então uma representação fiel do estilo musical pelo o qual o Brasil já colheu tanto louros, ou seja, o bom e verdadeiro Samba de Roda. Este projecto conta com a participação de Giovani Goulart, um músico brasileiro radicado a muitos anos em Portugal.
Para uma melhor resposta às solicitações efectuadas pelos utentes da CASA das ARTES de V.N. Famalicão, sentimos a necessidade de proceder a alterações na forma, duração e validação das reservas, assim:
1 - Só é possível reservar bilhetes até uma semana (7 dias úteis), antes da data do espectáculo pretendido. Depois deste prazo, não se efectuam reservas, podendo o utente da CASA das ARTES V.N. Famalicão comprar por via electrónica, através do site http://www.casadasartes.org/, ou directamente na bilheteira da CASA das ARTES, se existirem bilhetes disponíveis para o espectáculo pretendido.
2 - A reserva de bilhetes, após registo confirmado, tem uma validade de 48 horas, não havendo levantamento da reserva, esta é anulada, passando automaticamente para venda.
Esta alteração entra em vigor, a partir da programação de Fevereiro de 2010.
Casa das Artes volta a fazer História Nini-ciclo WOODSTOCK
Filme “Taking woodstock” de ANG LEE 4 de Fevereiro, Quinta-feira, 21h30, Pequeno Auditório Uma Parceria com o Cineclube de Joane Richie HavensCancelado 5 de Fevereiro, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório Entrada: 12 Euros M /3 Duração: 90 m http://www.richiehavens.com/ www.myspace.com/richiehavens
Richie Havens é um dos mais peculiares músicos, compositores e interpretes Americanos. A sua aparição no mundo artístico, aconteceu no conturbado bairro de Greenwich Village, em Nova Iorque, nos inícios da década de 60, numa fase de renascimento e afirmação da folk como um estilo musical agora urbano. Em 1969, a América afundada na descrença provocada pelas mortes no Vietname, pelo assassinato de Martin Luther King e pelo descrédito de Nixon, não muito longe de NY, como se tratasse de uma lufada de oxigénio, assistia aos preparativos daquele que viria a tornar-se no “Pai” dos festivais – A pradaria de Woodstock foi demasiado pequena para acolher tantos e tantos forasteiros que a vestiram durante mais de 3 dias com mensagens e apelos de paz, amor e música. Woodstock será recordado para todo o sempre. 40 anos depois, as manifestações de nostalgia ecoam pelos 4 cantos do Mundo. 16 de Agosto de 1969, Woodstock estava definitivamente inaugurado quando Richie Havens subiu ao palco, acompanhado pela sua guitarra e começou a tocar os primeiros acordes de “freedom” – O tema que foi adoptado como o hino do festival e de uma geração. Havens nunca parou de compor e gravar. Em 2003 a “The National Music Council” decidiu premiá-lo com “American Eagle Award” pela sua carreira musical e papel social. Em 2004, produz e lança o álbum “Grace of the Sun” – Um hino à composição e à mestria de tocar guitarra. Um registo que viria a tornar-se numa referência para os músicos da actualidade. Em 2006, é o convidado especial de Cannes, onde actua para o curador da edição e amigo pessoal, Sean Penn. Depois de mais de 4 décadas a cantar pelos direitos das liberdades interiores do individuo, 40 anos depois de Woodstock, o lendário Richie Havens ao vivo Portugal. Um momento imperdível.
Titulo da exposição: SONHO DE UMA MAÇÃ SURREAL Fevereiro e Março no Foyer
No mutismo da noite, aguardo um sonho inquieto, sísmico, impregnado de avidez das paixões. Entrego-me à imagem... Tudo começa com uma tela em branco. A paleta vomita lama de tinta; o pincel está embriagado. Vai-se dando cor por vezes ao fundo, outras vezes alguns traços apenas. Depois, bem… depois, acontece uma história surrealista: são palavras que se envolvem com as cores na geometria do orgasmo de uma maçã… Mas, afinal, o que é real ou surreal?
Folclórica / Latino / Ambiente 30 de Janeiro, Sábado, 23h00, Café Concerto. Entrada: 5 euros M/3 Duração: 70 m www.myspace.com/samueluria
“ Samuel Úria é o nome artístico de Samuel Úria. A lenda em torno de si conta que nasceu e cresceu entre uma pequena cidade da Beira Alta e um par de canais públicos de televisão. Talvez devido a essa sobre-exposição televisiva lhe tenham ficado, por estigma, duas distintas marcas julio-isidricas: um considerável nariz e a fanfarronice por ter lançado a carreira musical de um jovem; nome artístico Samuel Úria. Nómada - praticante mas não afecto - Úria viveu nos últimos anos por Coimbra, Leiria, Figueira da Foz ou Évora, cidades que de bom grado lhe acolheram a inspiração. É, contudo, a eterna Tondela natal que lhe está presente na voz e nas canções: o humor castiço, a loquaz despreocupação, os blues campesinos, o grande espaço dos pequenos sítios. Na FlorCaveira desde a sua alvorada, o trajecto musical de Úria passa pelos discos e concertos em nome próprio, pelo punk-rock vintage das “Velhas Glórias” e pelas filarmonias de “Os Ninivitas”. O que cantaria, com justeza, a Ana Faria se a métrica lho permitisse? Já lá vamos. Pelos salmos de Samuel Úria andam os trovadores vaqueiros e os lendários crime-fighters do cançonetismo português; andam heroínas de ficção científica a passear por cemitérios índios; anda o Dean Martin sóbrio com a lira do Rei David. A amálgama fica harmoniosa. É de consciência tranquila se pode então fazer o revisionismo dos “Queijinhos-frescos”: “O Samuel, o Samuel quer ser cowboy, ou então, ou então super-herói”.
Tango/Dança Constituído por Manuel Vidal (voz), David Lloyd (violino), José Parra (piano), Oscar Flecha (guitarra), Jaroslav Mikus (violoncelo) e Jorge Silva (baixo), com dois pares de Dançarinos Fernando Jorge /Alexandra e Juan Capriotti/Graciana Romeo 30 de Janeiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório. Entrada: 10 euros M/6 Duração: 70 m http://www.portotango.net/ www.myspace.com/portotango Este Grupo estreou-se em Março de 2001 em Torre de Moncorvo, terra dos antepassados do poeta Jorge Luís Borges, com o espectáculo “100 anos de tango”, promovido pelo Clube Tango do Porto. Desde então tem actuado regularmente em todo o país. São de sublinhar os concertos no Teatro Sá da Bandeira e no Coliseu do Porto (onde encerraram o I Festival de Tango do Porto), em Coimbra Capital da Cultura e no Festival Internacional de Guitarra de Santo Tirso. O PortoTango interpreta alguns dos mais representativos tangos da Guardia vieja até as novas expressões do pulsar porteño. Em 2002 lançou o primeiro CD: Corazón al Sur. Em Abril deste ano lançou o novo CD “Sin esquinas, com música de Carlos Gardel, Anibal Troilo, Mariano Mores e Astor Piazzolla entre outros,
"... Foi a evocar as noites inesquecíveis, quentes e fraternas dos bailes do Fluvial e a recordar os momentos em que orquestra e pares atacavam os tangos em voga que assisti, deslumbrado, à actuação do Portotango no espaço recatado do Teatro da Vilarinha. Nesse fim de tarde primaveril, envolveram-me os sons primorosos do sexteto portuense, constituído por músicos de diferentes procedências. Mas o resultado é a viagem inexcedível ao mundo das músicas e canções - algumas tão populares aqui como na Argentina, desde a "guardia vieja" primeiras manifestações do género até as requintadas composições contemporâneas de Astor Piazzolla..."
Helder Pacheco Professor e Escritor / publicado JN
Teatro Meridional 29 de Janeiro, Sexta-feira, 21h30, Grande Auditório. Entrada: 8 euros M/6 Duração: 70 m http://www.teatromeridional.net/ Brasil, território imenso e grandioso, feito de paisagens plurais, múltiplas especificidades e uma magnificente produção literária. Desenhámos uma rota prévia, escolhendo viajar através de lugares que têm mais perto ou mais longe o Rio S. Francisco ou, como popularmente é chamado, o Velho Chico. Este Rio atravessa cinco Estados - Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe - e foi da produção literária dos autores que nasceram nestes lugares, que organizámos a Outra Viagem: a das palavras. Nessa viagem pelos textos, o pressuposto é sempre sermos levados pela poética das estórias, da geografia dos lugares, pelas diferentes tipologias da sua gente, por diferentes sensibilidades, permitindo que cada espectador redesenhe a sua própria viagem, num encontro com paisagens desconhecidas que possam ser reconfiguradas na sua rede de símbolos, actualizando-as no lugar e no tempo de cada um. Uma actriz e um músico serão os nossos guias. Através do corpo, da voz, da ambiência sonora e de signos cénicos tão abstractos como abertos, seremos conduzidos do rio ao morro, do morro ao lugarejo, onde encontraremos personagens e lugares que habitam o outro lado do Atlântico, com quem partilhamos tantos afectos e o património comum que é o de falarmos a Língua Portuguesa.
Textos diversos autores brasileiros Dramaturgia Natália Luíza Selecção de Textos Natália Luíza e Melânia Ramos Encenação e Desenho de Luz Miguel Seabra Interpretação GinaTocchetto (texto), António Pedro (música) Espaço Cénico Jean-Guy Lecat Figurinos Marta Carreiras Música Original e Espaço Sonoro António Pedro Taiji Qigong Pedro Rodrigues Fotografia Margarida Dias Assistência de Cenografia Marco Fonseca Montagem Marco Fonseca e Nuno Figueira Operação Técnica Nuno Figueira Assistência de Produção Filipa Piecho Direcção de Produção Narcisa Costa Produção Teatro Meridional Direcção Artística Miguel Seabra e Natália Luíza
Musica de Raiz africana/ Musica do Mundo 23 de Janeiro, Sábado, 23h00, Café Concerto. Entrada: 5 euros M/3 Duração: 90 m http://blogdepaulosoares.blogspot.com/ "Terra Batida, projecto musical que reúne temperos rítmicos dos dois lados do Atlântico Sul e respectivas contra-costas, é o retracto de um percurso onde se canta em Português, Música do Mundo. O trabalho em CD é constituído por dez temas com composição musical de Paulo Soares e poemas de António Botto, Florbela Espanca e Mário António. É um trabalho que reflecte a jornada profissional do autor, marcada pelas suas origens em Benguela (Angola) e pela sua passagem por Portugal, Espanha e Dinamarca, locais onde viveu e trabalhou. O espectáculo contará, para além de temas do referido CD, com a apresentação de músicas de outros autores angolanos.
Paulo Soares - Voz e Guitarra; João Ferreira - Percussão; Oswaldo Marquina - Percussão
Em 1980 lança o seu álbum de estreia “ Ar de Rock” e nesse mesmo ano participa, ao vivo, nos concertos dos Police e Steve Harley. Este fabuloso artista, incontornável na historia da música popular Portuguesa, com um grande numero de canções conhecidas e cantadas por todos, estará na Casa das Artes para um concerto memorável, dando início a um ano de comemoração de uma fantástica carreira.
Apresentação do novo trabalho ‘Socorros a Náufragos’ Rock / Soul / Experimental 16 de Janeiro, Sábado, 23h00, Café Concerto Entrada: 5 Euros M/3 Duração: 90 m www.myspace.com/olobo
A fazer xinfrim desde 2007, o LOBO tem tripla personalidade. É teimoso, sensível, obsessivo, determinado...e não gosta de 2as feiras. Definitivamente o LOBO é um PODER-TRIO, quase um gang. Pedro Lobo é o principal responsável pelas canções do LOBO. Alternador de Discos, Produtor e Melómano, percorreu o país de lés a lés com bandas como os Buena ou Renderfly. "Ecléctico is my middle name" diz. Pedro Madureira gravou um disco com o lendário Mick Glossop e tira um prazer dos diabos de tocar bateria. Pedro Jorge cria melodias na guitarra como poucos e gosta de teorizar sobre Frequências Hertzianas. Nuxo Espinheira (Blind Zero), é o elemento que ao vivo, assume as linhas do baixo. Juntos fazem parte dessa entidade que decidiram denominar de LOBO...pelas canções. Após diversas apresentações ao vivo, a banda grava em estúdio, durante 2008 e 2009, aquele que será o seu primeiro registo de originais: ‘Socorros a Náufragos’. O disco é produzido por Pedro Lobo e conta com as participações de Presto (Mind da Gap), Nuxo Espinheira (Blind Zero), Alberto Almeida (Cabaret Fortuna) entre outros. “Socorros a Náufragos” conta também com duas lendas vivas da arte de fazer discos, Vic Florencia (Danko Jones, Nelly Furtado) que mistura a poderosa versão dos GNR, Pós-Modernos, e Denis Blackham (Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Kraftwerk, Brian Eno, etc) responsável pela Masterização. Depois de dado a conhecer parte do álbum, a um grupo restrito de pessoas ligadas à indústria musical, o LOBO é convidado a integrar a compilação Novos Talentos FNAC 2009, com o tema ‘Agora, Aqui’ sendo que a música ‘Algo Mudou’ é também sincronizada com a Telenovela de sucesso “Sentimentos” em exibição na TVI, levando assim a Música Alternativa Portuguesa até ás Ondas Hertzianas Televisionadas. ‘Socorros a Náufragos’ poderá ser conhecido na íntegra, a partir de Outubro, altura em que será distribuído nas lojas pela Compact Records com edição da independente Slurping Sounds.
Sandy Kilpatrick Soul / Folclórica 16 de Janeiro, Sábado, 21h30, Grande Auditório Entrada: 5 Euros M/3 Duração: 90 m www.myspace.com/sandykilpatrick Depois de um conjunto de discretos mas muito bonitos lançamentos discográficos, em Portugal, Sandy Kilpatrick fez a sua ultima tournée em 2008, para promover The Ballad of The Stark Miner - uma jóia crua e poética. Tem estado em silêncio desde então, mas não abrandou o passo de forma alguma – de facto, tem sido um dos mais prolíferos períodos da sua vida artística, que resultou num dos álbums do ano, o magnifico Redemption Road. Tendo sido recebido para uma Residência Artística no recentemente restaurado Mosteiro de Tibães, perto de Braga, em Julho 2009, onde Kilpatrick tem estado a trabalhar no seu último álbum, e onde se tem concentrado nalguns heróis da música como Leonard Cohen, Van Morrison, Bob Dylan, Bruce Springsteen e Townes Van Zandt. Neste sentido é possível sentir o musico escocês com uma âncora no território íntimo dos lançamentos discográficos anteriores, contudo, expandindo essa mesma intimidade com pequenos apontamentos de gospel e soul – provavelmente reflectindo o ambiente sereno do mosteiro onde o álbum foi concebido. Mas, a construção dos temas e a intimidade do songwriter são só os pontos de arranque. O novo álbum abrange uma sensibilidade mais pop, que apesar de ter um fundo melancólico, o sentimento global é de celebração e alegria. É um álbum que é simultaneamente íntimo e épico, pop e mas contido e essencialmente livre. Este é o som de um artista no auge do seu percurso e de certeza que será considerado o primeiro ponto de referencia da sua carreira. O álbum será editado na Primavera, por isso a Casa das Artes tem o privilégio de apresentar este trabalho, com a banda inteira., em primeira mão.
Concerto da Natal Ensemble instrumental e Coro de Crianças da ArtEduca – Conservatório Regional de Música de VN Famalicão 19 e 20 de Dezembro, Sábado 21h30 e Domingo 18h00, Grande Auditório. Entrada: 1€ +bem alimentar ou brinquedo (Campanha de Natal ASSUL) Duração: 90 m Co-produção – Casa das Artes de V.N. Famalicão / ArtEduca A Casa das Artes reveste-se do espírito de Natal com as canções que não podiam faltar nesta época, reinventadas nas vozes e no talento dos alunos da ArtEduca, numa parceria das duas Instituições. A Cantata de Natal de B. Harlan, serve de pretexto para reunir em quatro Suites as melodias obrigatórias da noite mais mágica do ano. O objectivo é contagiar o público com o espírito natalício e contribuir para um mundo mais solidário. O brinquedo ou bem alimentar reverte a favor da 12ª Campanha de Natal da ASSUL - Associação de Acção Social da Universidade Lusíada, com o propósito de ajudar as famílias mais carenciadas do Concelho de VN Famalicão.